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Contabilidade Financeira III Impostos Diferidos 1 Ricardo Antas Oliveira
Contabilidade Financeira III
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Contabilidade Financeira III

Impostos Diferidos

Introdução

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

É que esta matéria dos “impostos diferidos”, não é uma matéria simples, e para a compreender é preciso aprender a “pensar em termos de impostos diferidos”.”

Teixeira da Silva, Jorge Manuel, O Trabalho de Fecho de Contas do Exercício de 2006, (6.ª parte “Impostos Diferidos - Breves Notas para Melhor Compreender a Directriz Contabilística N.º 28 - Exemplos Práticos”), Edição APECA n.º 38, Maia, Fevereiro de 2007, p. 250.

, Edição APECA n.º 38, Maia, Fevereiro de 2007, p. 250. 2 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura
, Edição APECA n.º 38, Maia, Fevereiro de 2007, p. 250. 2 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura
, Edição APECA n.º 38, Maia, Fevereiro de 2007, p. 250. 2 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura

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Introdução

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

A contabilização dos impostos diferidos insere-se no âmbito da problemática contabilístico-fiscal e constitui um dos casos a que se convencionou apelidar de “tratamento das operações complexas”.

Origem da problemática

das operações complexas”.  Origem da problemática Divergências entre o resultado contabilístico e o

Divergências entre o resultado contabilístico e o resultado fiscal

O resultado líquido do período (contabilístico) é o ponto de partida para a obtenção do resultado fiscal [n.º 1 do art.º 17.º do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (CIRC)].

Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (CIRC)]. 3 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (CIRC)]. 3 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (CIRC)]. 3 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Introdução

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Os impostos sobre lucros são calculados de acordo com as regras fiscais (em Portugal, de acordo com as disposições do CIRC), as quais diferem das regras contabilísticas.

do CIRC), as quais diferem das regras contabilísticas.  Daí se colocar a questão da contabilização

Daí se colocar a questão da contabilização dos efeitos dos impostos sobre o rendimento.

dos efeitos dos impostos sobre o rendimento. 4 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
dos efeitos dos impostos sobre o rendimento. 4 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
dos efeitos dos impostos sobre o rendimento. 4 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Definições

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Passivos por impostos diferidos - são as quantias de impostos sobre o rendimento pagáveis em períodos futuros com respeito a diferenças temporárias tributáveis.

Activos por impostos diferidos - são as quantias de impostos sobre o rendimento recuperáveis em períodos futuros respeitantes a:

Diferenças temporárias dedutíveis;

Reporte de perdas fiscais não utilizadas;

Reporte de créditos fiscais não utilizados.

 Reporte de créditos fiscais não utilizados. 5 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
 Reporte de créditos fiscais não utilizados. 5 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
 Reporte de créditos fiscais não utilizados. 5 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Definições

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Lucro contabilístico - é o resultado de um período antes da dedução do gasto de impostos.

Lucro tributável (perda fiscal) - é o lucro (ou perda) de um período, determinado de acordo com as regras estabelecidas pelas autoridades fiscais, sobre o qual são pagos (ou recuperáveis) impostos sobre o rendimento.

Gasto de impostos (rendimento de impostos) - é a quantia agregada incluída na determinação do resultado líquido do período respeitante a impostos correntes e a impostos diferidos.

Base fiscal de um activo ou de um passivo - é a quantia atribuída a esse activo ou passivo para fins fiscais.

atribuída a esse activo ou passivo para fins fiscais. 6 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
atribuída a esse activo ou passivo para fins fiscais. 6 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
atribuída a esse activo ou passivo para fins fiscais. 6 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Definições

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Diferenças temporárias - são diferenças entre a quantia escriturada de um activo ou de um passivo no balanço e a sua base de tributação. As diferenças temporárias podem ser:

Diferenças temporárias tributáveis - diferenças temporárias de que resultam quantias tributáveis na determinação do lucro tributável (perda fiscal) de períodos futuros quando a quantia escriturada do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada; ou

do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada; ou 7 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada; ou 7 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada; ou 7 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em

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Definições

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Diferenças temporárias - são diferenças entre a quantia escriturada de um activo ou de um passivo no balanço e a sua base de tributação. As diferenças temporárias podem ser:

Diferenças temporárias dedutíveis - diferenças temporárias de que resultam quantias que são dedutíveis na determinação do lucro tributável (perda fiscal) de períodos futuros quando a quantia escriturada do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada.

do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada. 8 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada. 8 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
do activo ou do passivo seja recuperada ou liquidada. 8 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Definições

Diferenças

definitivas

são

- compensação noutros períodos.

diferenças

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

não

susceptíveis

de

diferenças IMPOSTOS DIFERIDOS não susceptíveis de EXEMPLOS 9 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
EXEMPLOS
EXEMPLOS
IMPOSTOS DIFERIDOS não susceptíveis de EXEMPLOS 9 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
IMPOSTOS DIFERIDOS não susceptíveis de EXEMPLOS 9 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
IMPOSTOS DIFERIDOS não susceptíveis de EXEMPLOS 9 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Diferenças Definitivas

IRC

Exemplos

Multas e juros compensatórios

Indemnizações por eventos seguráveis

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Encargos não devidamente documentados

Tributações autónomas

As

despesas

com

combustíveis

“consumos normais”

em

que

são

ultrapassados

os

“consumos normais” em que são ultrapassados os 10 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
“consumos normais” em que são ultrapassados os 10 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
“consumos normais” em que são ultrapassados os 10 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Métodos de Contabilização

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Existem dois métodos para contabilização dos impostos sobre lucros:

O método do imposto a pagar; e

O método do efeito fiscal (impostos diferidos).

; e  O método do efeito fiscal (impostos diferidos). 11 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
; e  O método do efeito fiscal (impostos diferidos). 11 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
; e  O método do efeito fiscal (impostos diferidos). 11 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em

11

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Métodos de Contabilização

Método do Efeito Fiscal

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Neste método, levamos em consideração os efeitos fiscais futuros das diferenças entre os activos e passivos contabilísticos e os activos e passivos fiscais, através do reconhecimento de Impostos Diferidos Activos e Impostos Diferidos Passivos.

Impostos Diferidos Activos e Impostos Diferidos Passivos . 12 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Impostos Diferidos Activos e Impostos Diferidos Passivos . 12 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Impostos Diferidos Activos e Impostos Diferidos Passivos . 12 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Métodos de Contabilização

Método do Efeito Fiscal

Assim, teremos:

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Valor Contabilístico (activo) > Base Fiscal (activo) = ID Passivo

(activo) > Base Fiscal (activo) = ID Passivo  v.g . Depreciações de viaturas ligeiras de

v.g. Depreciações de viaturas ligeiras de passageiros de valor superior ao limite a definir por Portaria do Ministro das Finanças (OE 2010); revalorizações

do Ministro das Finanças (OE 2010); revalorizações 13 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
do Ministro das Finanças (OE 2010); revalorizações 13 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
do Ministro das Finanças (OE 2010); revalorizações 13 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Métodos de Contabilização

Método do Efeito Fiscal

Assim, teremos:

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Valor Contabilístico (activo) < Base Fiscal (activo) = ID Activo

(activo) < Base Fiscal (activo) = ID Activo  v.g . Prejuízos fiscais; Lucros tributáveis imputados

v.g. Prejuízos fiscais; Lucros tributáveis imputados por ACE´s

Prejuízos fiscais; Lucros tributáveis imputados por ACE´s 14 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Prejuízos fiscais; Lucros tributáveis imputados por ACE´s 14 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Prejuízos fiscais; Lucros tributáveis imputados por ACE´s 14 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Métodos de Contabilização

Método do Efeito Fiscal

Assim, teremos:

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Valor Contabilístico (passivo) > Base Fiscal (passivo) = ID Activo

(passivo) > Base Fiscal (passivo) = ID Activo  v.g . Provisões não dedutíveis ou excessivas

v.g. Provisões não dedutíveis ou excessivas

Activo  v.g . Provisões não dedutíveis ou excessivas 15 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Activo  v.g . Provisões não dedutíveis ou excessivas 15 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Activo  v.g . Provisões não dedutíveis ou excessivas 15 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

15

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Métodos de Contabilização

Método do Efeito Fiscal

Assim, teremos:

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Valor Contabilístico (passivo) < Base Fiscal (passivo)= ID Passivo

(passivo) < Base Fiscal (passivo)= ID Passivo  v.g . Prejuízos fiscais imputados por ACE´s (gasto

v.g. Prejuízos fiscais imputados por ACE´s (gasto fiscal anterior ao gasto contabilístico)

por ACE´s (gasto fiscal anterior ao gasto contabilístico) 16 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
por ACE´s (gasto fiscal anterior ao gasto contabilístico) 16 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
por ACE´s (gasto fiscal anterior ao gasto contabilístico) 16 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Reconhecimento de PID e AID

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Activo/Passivo por ID

Tipo de diferença

Reconhecimento

VC > BT (Activo)

temporária

tributável

PASSIVO

por ID

Sim

VC < BT (Passivo)

temporária

tributável

VC > BT (Passivo)

temporária

dedutível

ACTIVO

Por ID

temporária dedutível A C T I V O P o r I D Prudência VC <

Prudência

VC < BT (Activo)

temporária

dedutível

D Prudência VC < BT ( Activo ) temporária dedutível 17 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
D Prudência VC < BT ( Activo ) temporária dedutível 17 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
D Prudência VC < BT ( Activo ) temporária dedutível 17 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em

17

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Reconhecimento de PID

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Diferenças temporárias tributáveis

A NCRF 25 exige, salvo algumas excepções meramente pontuais, o reconhecimento de todos os passivos por impostos diferidos.

de todos os passivos por impostos diferidos . 18 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
de todos os passivos por impostos diferidos . 18 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
de todos os passivos por impostos diferidos . 18 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

18

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Reconhecimento de PID

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Revalorização com base no justo valor

Quando se contabiliza uma revalorização com base no justo valor, o valor do activo contabilístico é aumentado.

No entanto, o valor fiscal do activo não é aumentado, uma vez que as depreciações da revalorização não são aceites - na íntegra - para fins fiscais.

Temos, assim, um activo contabilístico maior que o activo fiscal, o que origina um imposto diferido passivo.

activo fiscal, o que origina um imposto diferido passivo . 19 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
activo fiscal, o que origina um imposto diferido passivo . 19 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
activo fiscal, o que origina um imposto diferido passivo . 19 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em

19

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Reconhecimento de AID

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Diferenças temporárias dedutíveis

Uma entidade reconhece activos por impostos diferidos somente

quando

contra os quais as diferenças temporárias dedutíveis possam ser utilizadas.

for

provável

que

lucros

tributáveis

estarão

disponíveis

for provável que lucros tributáveis estarão disponíveis 20 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
for provável que lucros tributáveis estarão disponíveis 20 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
for provável que lucros tributáveis estarão disponíveis 20 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

20

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Reconhecimento de AID

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Prejuízos fiscais e créditos fiscais não utilizados

Em Portugal, os prejuízos fiscais podem ser utilizados para compensar lucros tributáveis futuros nos seis exercícios seguintes (quatro períodos a partir de 2010 - OE).

Temos, assim, um activo fiscal, embora não tenhamos qualquer activo contabilístico.

Ou seja, o activo contabilístico é menor que o activo fiscal, o que origina um imposto diferido activo.

o activo fiscal, o que origina um imposto diferido activo . 21 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura
o activo fiscal, o que origina um imposto diferido activo . 21 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura
o activo fiscal, o que origina um imposto diferido activo . 21 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura

21

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Reconhecimento de AID

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Provisão para garantias

Até 31/12/2009, esta provisão não era aceite para fins fiscais no momento da sua constituição, sendo os respectivos gastos aceites quando se materializassem.

Assim, tínhamos um passivo contabilístico maior que o passivo fiscal, o que originava um imposto diferido activo.

Al. b) do n.º 1 do art.º 36 do CIRC (em vigor a partir de 1/1/2010) -

Podem ser deduzidas para efeitos fiscais as seguintes provisões (

) b)

As que se destinem a fazer face a encargos com garantias a clientes previstas em contratos de venda e de prestação de serviços;

em contratos de venda e de prestação de serviços; ” 22 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
em contratos de venda e de prestação de serviços; ” 22 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
em contratos de venda e de prestação de serviços; ” 22 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em

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Mensuração

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Os activos (passivos) por impostos correntes dos períodos correntes e anteriores devem ser mensurados pela quantia que se espera que seja recuperada (paga) às autoridades fiscais, usando as taxas fiscais (e leis fiscais) aprovadas à data do balanço.

Os activos e passivos por impostos diferidos devem ser mensurados pelas taxas fiscais que se espera que sejam de aplicar no período quando seja realizado o activo ou seja liquidado o passivo, com base nas taxas fiscais (e leis fiscais) que estejam aprovadas à data do balanço.

Os

activos

e

passivos

por

impostos

diferidos

não

devem

ser

descontados.

passivos por impostos diferidos não devem ser descontados . 23 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
passivos por impostos diferidos não devem ser descontados . 23 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
passivos por impostos diferidos não devem ser descontados . 23 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Mensuração (Taxas a utilizar)

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

A Lei das Finanças Locais, aprovada em 2007, estabeleceu que, a partir de 2007 (imposto a pagar em 2008), a derrama é calculada sobre o resultado fiscal antes da dedução de prejuízos fiscais, à taxa máxima de 1,5 %.

Consequentemente, passaram a ser:

as

taxas

aplicáveis

aos

impostos

diferidos

26,5 % (passivos e activos por impostos diferidos com excepção dos activos por impostos diferidos que se refiram a prejuízos fiscais)

25 % (activos por impostos diferidos relativos a prejuízos fiscais)

por impostos diferidos relativos a prejuízos fiscais) 24 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
por impostos diferidos relativos a prejuízos fiscais) 24 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
por impostos diferidos relativos a prejuízos fiscais) 24 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Reconhecimento de IC e ID

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

A quantia escriturada dos activos e passivos por impostos diferidos pode alterar-se mesmo se não houver alteração na quantia das diferenças temporárias relacionadas. Isto pode resultar, por exemplo, de:

Uma alteração nas taxas de tributação ou leis fiscais;

Uma reavaliação da recuperabilidade de activos por impostos diferidos; ou

Uma alteração da maneira esperada de recuperação de um activo.

da maneira esperada de recuperação de um activo. 25 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
da maneira esperada de recuperação de um activo. 25 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
da maneira esperada de recuperação de um activo. 25 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Reconhecimento de IC e ID

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Itens creditados ou debitados directamente ao capital próprio

O imposto diferido deve ser debitado ou creditado directamente ao capital próprio se o imposto se relacionar com itens que sejam creditados ou debitados, no mesmo ou num diferente período, directamente ao capital próprio.

ou num diferente período, directamente ao capital próprio. 26 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
ou num diferente período, directamente ao capital próprio. 26 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
ou num diferente período, directamente ao capital próprio. 26 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Tratamento Contabilístico

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Classe 5

Tratamento Contabilístico IMPOSTOS DIFERIDOS  Classe 5 Se referente a variações directas nesta classe  Conta

Se referente a variações directas nesta classe

Conta 8122 - Imposto diferido

directas nesta classe  Conta 8122 - Imposto diferido resultado Se referente a contas que dão
directas nesta classe  Conta 8122 - Imposto diferido resultado Se referente a contas que dão

resultado

Se referente a contas que dão origem ao

diferido resultado Se referente a contas que dão origem ao 27 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
diferido resultado Se referente a contas que dão origem ao 27 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
diferido resultado Se referente a contas que dão origem ao 27 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em

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Tratamento Contabilístico

Activos por impostos diferidos

Contabilístico  Activos por impostos diferidos Conta 2741  Passivos por imposto diferidos Conta 2742

Conta 2741

Passivos por imposto diferidos

diferidos Conta 2741  Passivos por imposto diferidos Conta 2742 Conta 27 - Outras contas a

Conta 2742

Conta 27 - Outras contas a receber e a pagar Conta 274 - Impostos diferidos

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS
e a pagar Conta 274 - Impostos diferidos IMPOSTOS DIFERIDOS 28 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
e a pagar Conta 274 - Impostos diferidos IMPOSTOS DIFERIDOS 28 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em
e a pagar Conta 274 - Impostos diferidos IMPOSTOS DIFERIDOS 28 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em

28

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Tratamento Contabilístico

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS
GASTO/ RENDIMENTO DE IMPOSTO IMPOSTOS CORRENTES IMPOSTOS DIFERIDOS +/- =

GASTO/ RENDIMENTO DE IMPOSTO

IMPOSTOS

CORRENTES

IMPOSTOS

DIFERIDOS

+/-

=

GASTO/ RENDIMENTO DE IMPOSTO IMPOSTOS CORRENTES IMPOSTOS DIFERIDOS +/- =
IMPOSTOS CORRENTES IMPOSTOS DIFERIDOS +/- = 29 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
IMPOSTOS CORRENTES IMPOSTOS DIFERIDOS +/- = 29 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
IMPOSTOS CORRENTES IMPOSTOS DIFERIDOS +/- = 29 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

29

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Apresentação

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Os activos por impostos e passivos por impostos devem ser apresentados separadamente de outros activos e passivos no balanço. Os activos e os passivos por impostos diferidos devem ser distinguidos de activos e passivos por impostos correntes.

Quando uma empresa faça uma distinção entre activos e passivos correntes e não correntes nas suas demonstrações financeiras, ela não deve classificar os activos (passivos) por impostos diferidos como activos (passivos) correntes.

por impostos diferidos como activos (passivos) correntes . 30 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
por impostos diferidos como activos (passivos) correntes . 30 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
por impostos diferidos como activos (passivos) correntes . 30 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

30

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Apresentação

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Gasto (Rendimento) de impostos

O gasto (rendimento) de impostos relacionado com o resultado de actividades ordinárias deve ser apresentado na face da demonstração dos resultados.

ser apresentado na face da demonstração dos resultados . 31 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
ser apresentado na face da demonstração dos resultados . 31 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
ser apresentado na face da demonstração dos resultados . 31 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Tratamento na NCRF-PE

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Esta temática está tratada nos §§ 16.1 a 16.8 da NCRF-PE.

Prescreve apenas o tratamento contabilístico dos impostos correntes sobre o rendimento. Este capítulo não trata dos impostos diferidos.

Este capítulo não trata dos impostos diferidos .  Excepto se a entidade adoptar o modelo

Excepto se a entidade adoptar o modelo de revalorização para os activos fixos tangíveis.

modelo de revalorização para os activos fixos tangíveis. 32 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
modelo de revalorização para os activos fixos tangíveis. 32 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
modelo de revalorização para os activos fixos tangíveis. 32 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Exemplos de Aplicação

Crédito sobre clientes

Existem

créditos

sobre

clientes

no

valor

de

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

120.000

u.m.,

correspondentes a vendas já integradas no resultado fiscal. Uma vez que a realização do crédito se presume como certa, a sua base tributável é igualmente de 120.000 u.m

Fonte: “Anotações ao Sistema de Normalização Contabilística”, Vários Autores (2009)

Normalização Contabilística ”, Vários Autores (2009) 33 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Normalização Contabilística ”, Vários Autores (2009) 33 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Normalização Contabilística ”, Vários Autores (2009) 33 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Exemplos de Aplicação

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Crédito sobre clientes ajustados

Suponhamos que está constituída uma perda por imparidade para

clientes, no valor de 100.000 u.m., da qual foi apenas aceite fiscalmente, por força da aplicação do critério da mora, a importância

de 25.000 u.m

enquanto a quantia escriturada é de 100.000 u.m

A base tributável deste activo é de 25.000 u.m.,

Logo, a diferença temporária é de 75.000 u.m., e será dedutível no futuro, pois na medida em que o ajustamento for fiscalmente aceite, o mesmo implicará uma redução do encargo de imposto.

Fonte: “Anotações ao Sistema de Normalização Contabilística”, Vários Autores (2009) (adaptado)

Contabilística ”, Vários Autores (2009) (adaptado) 34 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Contabilística ”, Vários Autores (2009) (adaptado) 34 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Contabilística ”, Vários Autores (2009) (adaptado) 34 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Exemplos de Aplicação

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Terreno revalorizado

Um terreno adquirido por 100.000 u.m. foi revalorizado (revalorização com base no justo valor) para 150.000 u.m

Apesar da quantia escriturada ser de 150.000 u.m. a base tributável é de 100.000 u.m. (negligenciando o coeficiente de desvalorização monetária).

Logo, existe uma diferença temporária de 50.000 u.m., que será tributada no futuro quando o terreno for alienado, pelo que estamos perante uma diferença temporária tributável.

Fonte: “Anotações ao Sistema de Normalização Contabilística”, Vários Autores (2009)

Normalização Contabilística ”, Vários Autores (2009) 35 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Normalização Contabilística ”, Vários Autores (2009) 35 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Normalização Contabilística ”, Vários Autores (2009) 35 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Licenciatura em Contabilidade (Laboral)

Exemplo Prático 1

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Revalorização com base no justo valor

Uma entidade detém uma máquina mensurada por 100.000 euros (valor bruto) e 20.000 euros de depreciações acumuladas (anuais de

10.000).

A vida útil adicional é de 8 anos e a revalorização, realizada em Janeiro de 2010, indica que o bem deve passar a estar registado por 120.000 euros.

Proceda aos registos necessários a efectuar durante o ano 2010.

aos registos necessários a efectuar durante o ano 2010. 36 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
aos registos necessários a efectuar durante o ano 2010. 36 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
aos registos necessários a efectuar durante o ano 2010. 36 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

36

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Exemplo Prático 2

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Revalorização com base em diploma de carácter fiscal de activos fixos tangíveis

Uma entidade pretende revalorizar o seu equipamento básico, no

início de 2010, de acordo com um diploma de carácter fiscal.

O valor bruto do equipamento é de 200.000 euros e as suas

depreciações acumuladas ascendem a 40.000 euros.

A vida útil do equipamento é de 10 anos e o coeficiente de correcção

monetária aplicável, na data da revalorização, era de 1,2.

Proceda aos registos necessários a efectuar durante o ano 2010.

aos registos necessários a efectuar durante o ano 2010. 37 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
aos registos necessários a efectuar durante o ano 2010. 37 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
aos registos necessários a efectuar durante o ano 2010. 37 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

37

Ricardo Antas Oliveira

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Exemplo Prático 3

Prejuízos fiscais

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Em 20X0 uma entidade obteve um prejuízo fiscal de 100.000 euros.

Não existem outras diferenças temporárias em 20X0 e espera-se que existam lucros tributáveis durante o período em que se possa usar o prejuízo como uma redução destes.

Em 20X1 a entidade obteve lucro contabilístico de 50.000 euros, igual ao lucro tributável, usando uma parte do prejuízo fiscal de 20X0.

A taxa de imposto para os períodos 20X0 e 20X1 é de 25%.

A taxa de imposto para os períodos 20X0 e 20X1 é de 25%. 38 Ricardo Antas
A taxa de imposto para os períodos 20X0 e 20X1 é de 25%. 38 Ricardo Antas
A taxa de imposto para os períodos 20X0 e 20X1 é de 25%. 38 Ricardo Antas

38

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Exemplo Prático 3 - Resolução

Prejuízos fiscais

Em 20X0, pelo reconhecimento do AID:

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Assentos20X0

Débito

Crédito

2741-ActivosporID

25.000

 

8122-Impostodiferido

25.000

25.000   8122-Impostodiferido 25.000 39 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
25.000   8122-Impostodiferido 25.000 39 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
25.000   8122-Impostodiferido 25.000 39 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

39

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Exemplo Prático 3 - Resolução

Prejuízos fiscais

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Em 20X1, o prejuízo fiscal utilizado é de 50.000 euros:

Assentos20X1

Débito

Crédito

8122-Impostodiferido

12.500

 

2741-ActivosporID

12.500

12.500   2741-ActivosporID 12.500 40 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
12.500   2741-ActivosporID 12.500 40 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
12.500   2741-ActivosporID 12.500 40 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

40

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Exemplo Prático 4

Prejuízos fiscais

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

A entidade ABC obteve um prejuízo contabilístico (e fiscal) no ano N de 500.000 euros e espera-se que continue a apresentar perdas nos próximos anos.

A entidade pode utilizar as perdas fiscais de um determinado período nos quatro períodos subsequentes.

Contabilize os impostos diferidos.

subsequentes.  Contabilize os impostos diferidos. 41 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
subsequentes.  Contabilize os impostos diferidos. 41 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
subsequentes.  Contabilize os impostos diferidos. 41 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

41

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Exemplo Prático 4 - Resolução

Prejuízos fiscais

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Não há qualquer contabilização a efectuar, uma vez que não existem impostos a pagar e não se pode proceder ao reconhecimento de impostos diferidos activos relativamente à perda fiscal do exercício de N, por não existir segurança razoável da sua utilização para compensar lucros tributáveis futuros.

sua utilização para compensar lucros tributáveis futuros. 42 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
sua utilização para compensar lucros tributáveis futuros. 42 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
sua utilização para compensar lucros tributáveis futuros. 42 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

42

Ricardo Antas Oliveira

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Exemplo Prático 5

Prejuízos fiscais

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

A entidade ABC quer adoptar a NCRF 25 e tem perdas fiscais de anos anteriores de 400.000 euros e do ano de 200.000 euros. Espera ter lucros tributáveis futuros em excesso a estes valores.

Considere uma taxa de tributação de 40%.

Contabilize os impostos diferidos.

de 40%.  Contabilize os impostos diferidos. 43 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
de 40%.  Contabilize os impostos diferidos. 43 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
de 40%.  Contabilize os impostos diferidos. 43 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

43

Ricardo Antas Oliveira

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Exemplo Prático 5 - Resolução

Prejuízos fiscais

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Assentos

Débito

Crédito

2741-ActivosporID

240.000

 

56- Resultados transitados

160.000

8122-Impostodiferido

80.000

transitados 160.000 8122-Impostodiferido 80.000 44 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
transitados 160.000 8122-Impostodiferido 80.000 44 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
transitados 160.000 8122-Impostodiferido 80.000 44 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

44

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Exemplo Prático 6

Provisões não dedutíveis

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Em 31 de Dezembro do ano de 2007, a entidade ABC apresenta no seu balanço uma provisão para garantias dos seus produtos no montante de 200 euros.

Esta provisão não foi considerada para efeitos fiscais. A sua anulação verificou-se apenas no ano 2009.

A taxa de tributação no ano de 2007 é de 25%. Contudo, no ano de 2008 reduziu-se para 20%, mantendo-se no ano seguinte. A autarquia não lançou derrama no ano de 2007 e seguintes.

O Resultado Antes de Imposto (RAI) nos três anos foi de 1.000 euros.

Antes de Imposto (RAI) nos três anos foi de 1.000 euros. 45 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura
Antes de Imposto (RAI) nos três anos foi de 1.000 euros. 45 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura
Antes de Imposto (RAI) nos três anos foi de 1.000 euros. 45 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura

45

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Exemplo Prático 7

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Provisões parcialmente dedutíveis

Uma entidade que comercializa electrodomésticos apurou nos anos 2010, 2011 e 2012 os seguintes montantes em termos de vendas e de custos de garantia:

Ano

Vendas

Custos de garantia

N-1

110.000

5.500

N-2

70.000 €

3.500

N-3

120.000

6.000

Sabendo que no ano 2013 as vendas ascenderam a 180.000 euros e que se reconheceu uma provisão para garantias de clientes de 10.000 euros, refira se a entidade terá de proceder a alguma correcção para efeitos de determinação do lucro tributável.

Fonte: “Fiscalidade em Função dos Documentos” - Lurdes Matias (Manual da Formação Eventual CTOC)

” - Lurdes Matias (Manual da Formação Eventual CTOC) 46 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
” - Lurdes Matias (Manual da Formação Eventual CTOC) 46 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
” - Lurdes Matias (Manual da Formação Eventual CTOC) 46 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

46

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Exemplo Prático 7

Resolução

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

Somatório das vendas

300.000

Somatório dos custos de garantia

15.000

Provisão fiscalmente aceite em N

15.000 / 300.000 = 5%

180.000 x 5% = 9.000

Acresce 1.000 no Quadro 07

= 5% 180.000 x 5% = 9.000 Acresce 1.000 no Quadro 07 47 Ricardo Antas Oliveira
= 5% 180.000 x 5% = 9.000 Acresce 1.000 no Quadro 07 47 Ricardo Antas Oliveira
= 5% 180.000 x 5% = 9.000 Acresce 1.000 no Quadro 07 47 Ricardo Antas Oliveira

47

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Questões Avaliação Diagnóstica

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

1 - Quais destas diferenças originam impostos diferidos?

a) As diferenças permanentes;

b) As diferenças temporárias;

c) As diferenças temporárias e permanentes;

d) Nenhuma das anteriores.

temporárias e permanentes; d) Nenhuma das anteriores. 48 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
temporárias e permanentes; d) Nenhuma das anteriores. 48 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
temporárias e permanentes; d) Nenhuma das anteriores. 48 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

48

Ricardo Antas Oliveira

Licenciatura em Contabilidade (Laboral)

Questões Avaliação Diagnóstica

2 - As diferenças temporárias podem ser:

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

a)

Tributáveis,

quando

originam

quantias

tributáveis

em

períodos

futuros,

dando

lugar

ao

reconhecimento

de

passivos

por

impostos

diferidos;

 

b)

Dedutíveis,

quando

originam

quantias

dedutíveis

em

períodos

passados;

c) Tributáveis, quando não originam quantias tributáveis em períodos futuros, dando lugar ao reconhecimento de activos por impostos diferidos;

d) Dedutíveis, quando não originam quantias dedutíveis em períodos futuros.

não originam quantias dedutíveis em períodos futuros. 49 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
não originam quantias dedutíveis em períodos futuros. 49 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
não originam quantias dedutíveis em períodos futuros. 49 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

49

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Questões Avaliação Diagnóstica

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

3 - A NCRF-PE prevê, como regra geral para as pequenas entidades, a utilização do método do imposto a pagar. No entanto, existem excepções que poderão conduzir uma PE a aplicar o disposto na NCRF 25, no que respeita a impostos diferidos. Identifique, de entre as seguintes afirmações, aquela que corresponde a uma dessas excepções:

a) Quando a PE adopta o modelo de revalorização;

b) Quando a PE adopta o método do justo valor;

c) Quando a PE adopta o método do custo amortizado;

d) Nenhuma das anteriores.

o método do custo amortizado; d) Nenhuma das anteriores. 50 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
o método do custo amortizado; d) Nenhuma das anteriores. 50 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
o método do custo amortizado; d) Nenhuma das anteriores. 50 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

50

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Questões Avaliação Diagnóstica

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

4 - Faz parte do activo fixo tangível da empresa ALFA-ALFA, um equipamento, adquirido no início de 2X01 por 1.200.000 euros, tendo- lhe então sido atribuída uma vida útil esperada de 10 anos e estabelecido o método da linha recta no cálculo das depreciações.

Depois de contabilizada a depreciação do exercício de 2X08, o equipamento em causa foi revalorizado com base num parecer técnico elaborado por um perito independente e que fixava em 1,5 o correspondente coeficiente de desvalorização monetária.

Exame OTOC 7 Julho 2007 (adaptada)

monetária. Exame OTOC 7 Julho 2007 (adaptada) 51 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
monetária. Exame OTOC 7 Julho 2007 (adaptada) 51 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
monetária. Exame OTOC 7 Julho 2007 (adaptada) 51 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

51

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Questões Avaliação Diagnóstica

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

4 - Sabe-se que: (i) a taxa de imposto sobre o rendimento é 25%; (ii) o acréscimo das depreciações resultante da revalorização não é aceite fiscalmente; (iii) a entidade adopta para a contabilização deste imposto o método do imposto diferido. No momento da revalorização, o saldo líquido da conta “Excedentes de revalorização de activos fixos tangíveis e intangíveis” deverá ser:

a) 90.000 euros;

b) 120.000 euros;

c) 240.000 euros;

d) 360.000 euros.

b) 120.000 euros; c) 240.000 euros; d) 360.000 euros. 52 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
b) 120.000 euros; c) 240.000 euros; d) 360.000 euros. 52 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
b) 120.000 euros; c) 240.000 euros; d) 360.000 euros. 52 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Questões Avaliação Diagnóstica

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

5 - A sociedade ABC apresentava, em 31.Dez.20(N), antes da consideração de qualquer efeito relativo a impostos diferidos, um excedente de revalorização constituído nos termos de um diploma legal, que ascendia a 2.500.000 euros. Considerando que 40% do acréscimo das depreciações resultantes da revalorização não serão aceites como gasto fiscalmente dedutível e que a taxa de tributação é de 20%, o Balanço em 31.Dez.20(N) deveria reflectir:

a) Um activo por impostos diferidos de 200.000 euros;

b) Um passivo por impostos diferidos de 1.000.000 euros;

c) Um activo por impostos diferidos de 1.000.000 euros;

d) Um passivo por impostos diferidos de 200.000 euros.

Exame OTOC 21 Junho 2008

diferidos de 200.000 euros. Exame OTOC 21 Junho 2008 53 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
diferidos de 200.000 euros. Exame OTOC 21 Junho 2008 53 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
diferidos de 200.000 euros. Exame OTOC 21 Junho 2008 53 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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Questões Avaliação Diagnóstica

IMPOSTOS DIFERIDOS
IMPOSTOS DIFERIDOS

6 - A sociedade XYZ obteve, em 2 de Janeiro do ano N, um subsídio governamental não reembolsável, no montante de 500.000 euros, relacionado com um terreno onde conta instalar um dos seus edifícios fabris. Considerando uma taxa de IRC de 25%, no final do ano N, a quantia relativa àquele subsídio que deverá figurar nos capitais próprios do balanço é de:

a) 375.000 euros;

b) 387.500 euros;

c) 12.500 euros;

d) Nenhuma das anteriores.

Exame OTOC 26 Junho 2010 (adaptada)

Nenhuma das anteriores. Exame OTOC 26 Junho 2010 (adaptada) 54 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Nenhuma das anteriores. Exame OTOC 26 Junho 2010 (adaptada) 54 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade
Nenhuma das anteriores. Exame OTOC 26 Junho 2010 (adaptada) 54 Ricardo Antas Oliveira Licenciatura em Contabilidade

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