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ArT.:"

2.

.

/<0 Vt ' l ' v r :~ I CC - t 1 - G ,

A Dinâmica Cultural

na Sociedade Moderna*

Para intr o duzir

este terna, creio ser

or i gem rural (relacionada obviamente à

Eunice Ribeiro Durham

ou instituições não são simplesmente "va -

oportuno

retomar

alguns aspectos

dos

p t ese r v a ç âo

dos mesmos "padrões

tradi-

lores " , mas ordenações

implícitas na ação

conceitos

de cultura

e de dinâmica

cul-

ciOnais") urna real ou suposta inadequa-

e

que s ó secundariamente

podem

vir a

tural,

Isto me parece necessário

porque

ção no comportamento

de determinadas

ser formuladas explicitamente

como

re-

sua util i zação

por sociólogos e cientistas

camadas

urbanas

face

aos problemas

gras ou . normas. Apresentam-se portanto

políticos em

análises recentes , espe ci al-

criados pelo processo de industrialização .

como noções essencialmente sintéticas,

mente aquelas voltadas

dos países subdesenvolvidos

para

os chama-

A origem

rural

é, assim , responsabiliza-

poi

s referem-se simultaneamente

à ação

ou em de-

da pela fraqueza do sindical i smo,

pela

e

a seu significado , englobando necessa-

senvolvimento,

tem se caracterizado

fre-

da indústria

e mes-

riamente

aspectos cognitivos e valorati-

baixa produtividade _ mo pela ausência

qüentemente

quada que implica numa reifica ão . ~Çi~pc~r,<>vclasse .

urna aplicação

por

inade-

de urna consciên c ia .

de

vos . Presos a urna ordenação

dut a ,

gica própria

ser dissociados

real da con- ló-

uma

ou melhor,

con s tituindo

da ' conduta

da ação

Esta reificação

resulta

de urna

re-

A "cultura"

aparece ,

assim, corno

real, não podem

dução inicial do conceito

a seu conteúdo

um fenômeno essen c ialmente irracional e

à qual dão for-

normativo

e consiste

na atribuição

sub-

a dinâmica cultural

se reduz

a um pro -

ma e significâdo .

"lógica

da con-

seqüente

de

urna

autonomia

excessiva

cesso induzido de ressocializa çã o, que re-

A elaboraç ' ã o desta

 

aos componentes

culturais

da vida

so -

moveria os obstáculos representados

pe-

'C

ci a l . A cultura

passa a ser tratada

corno

Ia existên c ia de padrões inadequados

ao

duta " , sob a forma de mitos e de teorias

ou ideologiás

explícitas e coerentes,

se

~ uma "variável "

.I

que possui o mesmo " n í -

desenvolvimento

satisfatório da socieda -

constitui, portanto, como

um produto

vel de realidade"

de outras "variáveis",

de.

que, corno o trabalho

morto na concep -

~ tais

corno a industrialização,

a urbaniza -

Não

é obv i amente

minha intençã o

ção de Marx , só possui eficácia

na me -

ção etc . Corno entidade s independen t es,

negar

a e x ist ê ncia

d e padrõ e s

culturai s

dida

em que é ac i onado

pelo trabalho

tais " v ariávei s"

atuam urnas sobre as ou-

tradicionais

ou de valorização

do passa-

vi

v o , isto

é, absorvido

e recriado na ação

L tras, criam obstáculos

à mudan ç a

lizam diversas outras proezas . '

.

e rea-

do.

A questão

é que a constatação

d a

social concreta . A cultura constitui,

por -

. persistên c ia

desses padrões

(ou, seu con-

 

tanto , um processo

pelo qual os homens

Em sua forma menos sofisticada ,

e s -

tr

á

rio,

a valorizaç ã o

d o

" no v o "

e dão significado

ta abordagem

nas análises da chamada

aparece

freqüentemente

"teoria

e d o de

social , mas são em si

" moderno " )

nenhum fenômeno

não constitui e x plicação

orientam atr a vés

às sua s ações simbólica , de toda prá-

d e uma manipulação

dernização" .

Nesta concepção,

da mo- os . fenô-

fenômenos

que devem ser explicados

n a

" qu e é atributo fundamental ; tica humana.

 

menos culturais apresentam

dois tipos de

análise do proces s o d e tran s formaç ã o

so -

/

Nesse sentido ,

toda anál i se

de fenô-

a

t

uação diferente.

De um

lado ,

sob

a

ci

al . Há muitos

menos culturais é necessariamente

análi -

forma de " padrões tradicionai s",

su s ci-

go s destruíram

anos que os antropólo- a ilusão do valor e x plica-

se

d a din â mica

cultural ,

isto é, do pro-

em aberto con-

tivo do conceito de sobreviv ê ncia

cultu-

na me-

cesso permanente de reorganização

das

tam lealdades irrac ionais, fIi to com as tendências

dinâmicas da

so-

ral . Padrões cultur ai s sobrevivem

representações

na prática

social, repre-

ci e dade . Os indivíduos manifestar i am , em

dida em que persistem

as situações

qu e

s entações es t as que são simultaneamente

r

el a ç ão

a estes

padrões

adquiridos

n o

lhe s der a m

origem , ou alteram

seu sig -

condição

e produto

desta prática .

pa

s sado,

o mesmo t i po de apego que v e -

nificado para expressar no v os problemas .

~

esta conceituação

da dinâmica

lhas solteironas

demonstram

para

com

Na verdade ,

o que

quero criticar

é

cultural que permeia toda boa etnografia

 

cãezinhos de estimação

e que implicam

urn a concepção

na qual

a cultura

apare -

e

constitui o fundamento

da riqueza

e

na sua conservação,

mesmo

fac e

à de-

ce como um produ t o e s e a bandon a

a

constant e

originalidade

da investigação

monstração

cabal

(por part e

do s estu-

explicação do modo pelo qual é produ -

etnográfica.

Nesse tipo de investigação ,

d

i osos)

de sua inadequação

para fazer

zida, perdendo-se

assim toda a possibili -

v

oltada para as sociedades

ditas primit i-

face ao mundo

moderno .

"efeito

dade de uma análise frutífera

da dinâmi-

vas

, os padrões

culturais

são infer i dos

a

De outro

lado, no chamado

c

a cultur a l .

p

a rtir d a observaç ã o

direta do compor-

de demonstração" ,

os padrões culturai s

Retomando

o problema

desta nov a

tamento ,

o que garante, d e iníc i o, a apre-

se assemelham mais a doen ç as

contagio -

perspectiva ,

é necessár i o ,

de início,

co -

ens

ã o d a relação

entre

ação e represen-

sas, corno o sarampo ou a escarlatina.

Ex-

locar de modo m a is adequado

a relação

taç

ã o ,

e Que é facilitado

p e la rela ti v a

postos a atitudes,

valores

e objetos

d e

entre ação e repre s entação,

relação esta

uniformidade cultural , indiferenciação

so-

consumo de sociedad e s desen v olvidas ,

as

\

que permeia n e ces sa riamente

toda a d is -

cial e redução demográfica .

p

es soa s " contraem ",

de mod o i g ualmen-

\

c

us s ã o

sob re

a na t ureza

d a dinâmic a

 

A

d ificu l dad e

na aplicação

te irracional, expe c tat i vas

e hábito s

que

·

· cultural

mo método

basicamente,

em nos s a sociedad e

do mes - reside ,

em sua inadequação

estão em desacordo com as possibilida-

 

dos clássicos

d a antro-

para

de s efet i v a s

de sua sat i sfação

p e rman e n-

Um reex a me pologia cu l turali s t a,

tanto

em sua linh a

lid

a r com o tipo

e o gr a u d e heteroge-

t

e por parte

do s i stema produtivo .

De forma menos car i catural ,

permeia

muito

político

a m es -

da s anál i -

e ati-

ma concepção

ses sobre comportamento

vidade sindical , Que tendem

a atribuir

à

• Trabalho

apresentado

n . s

4.

no Congres so publicado

1977 .

d e 1977 e or i ginalmente

de Opinião

da SPBC em Ensa i os

am e r i can a,

qu e e l a bor o u

a noção de p a-

n

e id a de cultural

qu e lhe é ppr i a .

dr ão cul t ur a l

( e t a mb é m a de e th os), c o-

ingl esa com Malinowski

 

A

a n á li se da c ultura

de uma forma-

 

rno n a vari a nt e

ção soci a l

e x ige uma recon s t i tuição

da

'

e s e u conceito

d e instituição,

realidade,

qu e

é elaborada

a partir

da

rament e

que a n oçã o de cultura

revela cl a - parte do

c

on s ciência

que dela têm os portadore s

 
 

e

s t a bele ci mento

d e u m a unidade

funda-

da cultu ra.

S e m

se ater ,

mental

entr e aç ã o e r e presentação,

uni-

ao s aspecto s con sc ient e s

ob v iamente , da conduta,

é

dade esta que est á dada

em todo o com-

atra v és

deles ,

em

sua

relação

com

o

portamento social . Neste sentido , padrõ es

comport a mento

manifesto,

que a cultu r a

 

13

"

- - - - -

-- - - -- - -- -

-- -

- -

pode ser reconstituída.

O trabalho

de

interna entre padrões

de ação e de re-

assim, manipulados para compor novos

pesquisa se processa, portanto ,

ao nível

presentação ,

elaborado s simultaneamente

conjuntos , cuja amplitude e alcance pa-

da investigação

do comportamento

real

pelos agrupamentos

sociais na sua práti-

rece estar diretamente

condicionada

a o

ca cotidiana, permitiam

uma análise da

empobrecimento prévio de seu conteúdo .

de grupos concretos. Ora, todas as vezes em que

as for-

cultura em termos antropológicos

tradi-

E, finalmente, porque esses

"p r odutos"

as- ,

ças sociais objetivas

que moldam

o pro-

cionais. Se bem que deixando

de lado o

sim apresentados

pela sua incorporação

to dos indivíduos

têm

que ser ativados

e nesse processo

reor-

cesso hist ó rico se encontram

distantes ,

esclarecimento

das forças objetivas

que ,

no cornportamen

não apenas da percepção mas inclusive

da própria capacidade

de ação ou ma -

ao nível da formação

soc i al em seu con-

junto, produzem as - condições

nas quais

frem necessariamente

uma seleção

so-

nipulação

por parte

dos grupos

ou de

a

heterogeneidade se produz e reproduz ,

denação e mesmo transformação

de

categorias sociais analisados,

a análise

a

análise culturalista perm i te apreender

sign i ficado , que podem implicar, inclusi-

culturalista

encontra dificuldades

o

modo pelo qual essas forças são vivi -

ve , num enriquecimento ,

pela atribuição

insuperáveis para reconstituir

quase a ~ - ,;~; iúa-

Ó

rodos at ,r -,.:,)m ~ ntos so-

de novos conteúdos

ao ma t eria l

simbó -

de da qual a realidade

que estuda é ape-

M P, ner c eni . l - s

Assim

é que

o estudo

r Eco.

Ao

lado,

portanto,

da

produção

nas parte. Presa à particularidade

e par-

ciais concretos. de comunidades,

especialmente

as cam-

\ cultural,

há todo um processo

de reela-

cialidade das manifestações

culturais de

ponesas , ou de minorias-étnicas, especial-

I boração de significados

em que volta a

grupos específicos, a análise culturalista

mente as segregadas

em guetos , foi em-

atuar a heterogeneidade

produzida pelo

perde a capacidade de compreender os

preendido

com bastante

sucesso pelos

próprio

funcionamento

da

estrutur a

mecanismos

através

dos quais essas par-

an

. social.

ticularidades

são engendradas.

Em

ou-

tropólogos. Mas a análise

da dinâmica

cultural

-

~ necessário considerar

também ou -

( tras

palavras ,

a superaXão

d? impasse

an-

em .que se encontra

a í nvestigaçao

\ \ tropológica depende de sua capacidade,

 

não apenas de constatar

e descrever

a he-

) terogeneidade

cultural,

mas de explicar

.

- o modo pelo qual ela é

produzida social-

mente . Cabe então tentar explicitar

a

natureza do próprio geneização.

natureza do próprio geneização.

processo de hetero -

-

Devemos partir, por conseguinte,

da

constatação

da existência,

em nossa

so-

ciedade, de uma heterogeneidade

cultu-

ral produzida por uma diferenciação

das

condições de existência

à estrutura

dução

que esta di-

versidade está permeada,

a pe-

e a con- dições demográficas e históricas particu-

lares, que - lhe pecíficas. Obviamente,

culiaridades

por distinções regionais

deve-

que se prende

da repro-

Ma s

de classe e resulta

também,

de um modo

se considerar,

de produção .

por

sua vez,

associadas

de recursos naturais

dão conteúdos

este tipo

e formas es-

.

de heteroge-

da sociedade modern a

tipo de problema ,

implica em outro

em que

n a medida

ela se

pel a destruição

das

barreiras

caracteriza que , ainda

no século

passado,

permitiam a elaboração de subculturas

de classe relativament e

autônomas .

Os

fenômenos conhecidos

sob a rubrica

de

"

festação mais aparente desta tendência.

cultura

de massa" constituem

a man i -

Neste caso , não se trata simplesmen-

da divisão

separa o trabalho

te

no trabalho

social,

que

manual do intelectual

e cria instituições especializadas

na ela-

boração de produtos

culturais:

ciência .

arte, ideologia. tr i a cultural" plicitamente,

j

Trata-se

de uma "indús-

consiste, ex-

o con-

para

estéticos

e

cuja funcão

em difundir,

unto

da população ,

produtos culturai s

por espec i alistas e , imoli c ita-

elaborados

mente, padrões

éticos

cognitivos ,

que lhes são subjacentes .

A questão importante

a considerar

aqui é que há uma pretensão

de unifor-

tro aspecto, que me parece igualmente

fundamental para a análise da dinâm i -

ca cultural,

o grupo que reelabora to cultural acabado

daquele que o produziu . tinção . entre produtores

de clas-

se, a relação

riamente uma conotação

ela tem implicações Com isso queremos

da em que a chamada cultura de massa

constitui uma tendência homogeneizado-

de cultura presa a uma distinção

a dis-

o qual deriva do fato de que

e utiliza o produ- tende a ser diferente

entre

Estando

e consumidores

eles assume necessa-

política,

isto é

em termos de poder . dizer que, na medi-

ra que se sobrepõe

fundadas numa distribuição

trabalho,

process a , portanto,

mente simbólico , todo o problema

nâmica cultural

ideologias

ração seu significado político.

às diferenças reais,

desigual do

e se

e do poder

no

nível

exclusiva-

da di-

na esfera da s em conside-

da riqueza

se projeta

e tem que levar

As manifestações

de heterogeneida-

de cultural,

neste contexto,

não podem

neidade não é exclusivo

de . nossa socie-

mização que , sem destruir

os fundamen-

mais ser tratadas

como simples diferen-

dade, mas caracteriza

todo

o processo

tos do processo de diversificação

cultu -

ças -

como manifestações

equivalente s

que podemos chamar de civilizatório. No

ral, ancorados

em diferentes condições

(tanto

do

ponto

de

vista

ético

como

estas distinções

po-

concretas

de existênc i a

que resulta '

do

científico) de uma mesma capacidade hu-

passado, entretanto diam se manifestar

em termos de subcul-

coerentes

e aut ô no-

pprio

modo de produção ,

sobrepõe-s e

mana criadora -,

posição esta que cons-

a esta heterogeneidade

real

em termo s

titu í a pressuposto básico da antropolozia

turas relativamente rrrss. A existência

de uma cultura

erudi-

 

de

uma

manipulação

puramente

sim-

na medida em que analisava realidades

ta, própria das classes dominantes, não

bólica.

 

culturais autônomas, produtos de prec e s-

impedia a elaboração de sistemas cultu-

. . ~ análise .d~ significado

destas_ t os-

_ sos históricos independentes.

Neste novo

rais populares,

freqüentemente

depen-

 

tituiçóes

especializadas

na elaboraçãd ,

e

contexto , as diferenças

culturais apare-

dentes de formas de comunicação

não

difusão de produtos

culturais

o problema

deve

ser

cem, não como simples expressão de par-

escritas, onde padrões de comportamen-

fe i ta retomando-se

da l ' ~ l a -

ticul

a ridades

do modo

de vida, mas co-

to e representações

simbólicas . desenvol-

ção entre o produzir e o produto . ~ m

m

o m a nifestação

de oposições

ou acei-

vidas por grupos relativamente

homog ê -

primeiro

lugar , há que eliminar

a con-

ta

ç ões que implicam

num constante

r e -

neos,

refletiam , com precisão, o modo

cepção simplista que opõe os consumido -

posicionamento

dos

grup o s

sociais

na

pelo qual cada um deles vivia su a con-

res aos produtores

de cultura

em termos

_ dinâmica

das relações

de classe.

dição de dominado.

O folclore

rural ,

a

de

uma

aceitação

puramente

 

A dinâmica da transformação

cultu-

cultura própria

de grupos

de ofício ou

por parte do público,

de um

passiva ,

ral se dá,

pois,

em grande

parte,

no

mesmo

de bairros

operários

exernplifi-

que lhe

é irnpingido

de fora.

material De ' um

contexto de "cultura

de massa",

como

cam esta situação . Obviamente,

esta au-

lado, porque os produtores

têm que çon-

um processo constante

de reelaboraçã o

tonomia cultural só se desenvolve dentro

side r ar, para a eficácia da men s agem,

o s

cultural dos produtos

ofere c idos

ou im -

de certo s limites estabelecidos

pela

ne-

gosto s , preferências

e v alore s

d a PQPU-

postos pela indústr i a

cultural e pelos

ou-

cessidade de manutenção de uma e s trutu- ra d e domina ç ão , isto é , só é tolerada

la ção à qu a l s e diri g e m ,

t

ne c essidade

e s -

a que

reintroduz

urn a hetero ge neidad e

r o s "aparelhos especialmente

t

ideológicos" do Estado .

a escola, por parte

de ca-

na medida em que é compatível

com ela .

nos produto s

culturai s o ferecidos

em t e r-

tegori as sociais diversas

que vivem

d e

Mesmo

assim,

as classes

sociais,

corpo-

mo

s do' público

qu e pr e tendem

atingir .

modo particular

sua situação

de classe .

rificadas em grupos espacial - e socialmen-

te segregados, desenvolviam ,

através

de

De outro

não constituem uma c riação cultural ; ori-

lado, porqu e

estes "produtos"

O acesso diferencial

sim como às instituições

às informações, as-

que asseguram

seus próprios membros, produtos

cultu -

ginal e inovadora ma s , freqüenternente,

a distribuição

de recursos materiais,

cul-

rai s especí ficos,

nos quais se expressava

s

i mple s reordenação

de i magens,

s ímb o -

turai s

e políticos

promo v e uma utiliz a-

s

ua experiênci a

coletiv a, . incorporad a

lo s e conceitos

presente s na cultura

p o -

ç

ão diferencial

do materi a l

simbólico, no

num " imaginário" social próprio .

 

pul a r ou erud i ta. R eti rad o s de se u con-

s

entido

não só de e x pressar

peculiarid a -

 

Nessas condições, a relativa auton o-

te x t o origin a l ,

perd em

necessariament e

des d a s condições

de existência

mas d e

mia desses modos

14

de vida, a coerência

muito de seu significad o e podem ser,

formular interesses divergentes .