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Ser Professor Educação de Especial
Ser Professor
Educação
de
Especial
Ser Professor de Educação Especial Multiplicidade de Papeis Áreas Currículo Curriculares Alunos Surdos
Ser Professor de Educação Especial
Multiplicidade de Papeis
Áreas
Currículo
Curriculares
Alunos Surdos
Específico
Específica:
Individual (CEI):
•Braille e
Orientação
•Mobilidade e
Treino de Visão
•Actividade
motora
Adaptada
•Outro apoio
especializado
específico
•APS
•Materiais
(autonomia
Didácticos
pessoal e
Adaptados e
Tecnologias de
social)
Apoio
•Funcional
•Comunicaçã
o
•Vida pós-
escolar (PIT)
Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro

30-03-2009

Ser Professor de Educação Especial Será o profissional que promova: • Promoção de Igualdade de
Ser Professor de Educação Especial
Será o profissional que promova:
• Promoção de Igualdade de Oportunidades
• Inclusão Educativa e Social minimizando as
Barreiras
• Acesso e Sucesso Educativo
• Autonomia
• Estabilidade Emocional
• Preparação para Prosseguimento de Estudos
• Preparação para Vida Profissional
• Transição da Escola para o Emprego
Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro
Ser Professor de Educação Especial Multiplicidade de Papeis Modalidades Específicas de Educação: Educação de
Ser Professor de Educação Especial
Multiplicidade de Papeis
Modalidades Específicas de Educação:
Educação de
Alunos Cegos
e com Baixa
Visão
Unidades
Unidades
Multideficiência
Autismo
e
de
Surdocegueira
Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro
Ser Professor de Educação Especial Multiplicidade de Papeis Nas escolas, nas turmas do ensino regular
Ser Professor de Educação Especial
Multiplicidade de Papeis
Nas escolas, nas turmas do ensino regular
Nas escolas, nas turmas do ensino regular
INTERVIR
Nas escolas de referência
Nas escolas de referência
Para a educação de alunos cegos e com baixa visão e
Para a educação de alunos cegos e com baixa visão e
INTERVIR
para a educação dos alunos surdos
para a educação dos alunos surdos
INTERVIR
Nas unidades de apoio especializado para a educação
de alunos com
Multideficiência e surdocegueira congénita
INTERVIR
Nas Unidades de ensino estruturado
Para a educação de alunos com perturbações
do espectro do autismo
Decreto-Lei nº 3/2008, de 7 de Janeiro
Perfis de Competências do docente de Educação Especial • 1- Competências de análise crítica. •
Perfis de Competências do
docente de Educação Especial
1- Competências de análise crítica.
• 2- Competências de intervenção.
• 3- Competências de formação de supervisão e
avaliação.
• 4-Competências de consultoria.
Desp.Conjº.nº198/99 de 3 de Março
SABERES

30-03-2009

Ser Professor de Educação Especial INTERPRETAR COLABORAR COOPERAR FACILITADOR de PERCURSOS de PARTICIPAÇÃO e
Ser Professor de Educação Especial
INTERPRETAR
COLABORAR
COOPERAR
FACILITADOR
de PERCURSOS de
PARTICIPAÇÃO e
APRENDIZAGEM
INTERVIR
CURRÍCULO
INCLUIR
ESCOLA
COMUNIDADE
TURMA
ESCOLA
COMUNIDADE
Perfis de Competências do docente de Educação Especial MAPEAMENTO DE COMPETÊNCIAS Competências Conceptuais
Perfis de Competências do docente de
Educação Especial
MAPEAMENTO
DE COMPETÊNCIAS
Competências Conceptuais
(Conhecimento e domínio de
conceitos e teorias que enquadram
as técnicas)
Formação Inicial
Competências Técnicas
(Domínio de métodos e técnicas
e ferramentas específicas)
Formação Especializada
Competências Interpessoais
Formação generalista
(Tronco comum)
Formação específica
Áreas de opção
(Atitudes e Valores pessoais,
Colaboração, interacção
entre os diversos intervenientes)
SABERES
Perfis de Competências do docente de Educação Especial • Para combater a exclusão promover a
Perfis de Competências do docente
de Educação Especial
• Para combater a exclusão promover a inclusão nas turmas
regulares os docentes terão de ser especialistas de pedagogia
e desenvolvimento curricular
• Especialista de como se aprende, de como se ensina, de como
se socializam as crianças de maneira a ter domínio de meios
facilitadores de acesso ao currículo, mobilização de estratégias
e a adequação do ritmo ao acto de aprendizagem Uma gestão
da turma que se adapte o clima emocional às necessidades
doa alunos
• Ter competência efectiva nos meios de acesso ao currículo ou
seja na componente técnico-instrumental em que se
especializou.
Sergio Niza, 2006
Ser Professor de Educação Especial SER REFLEXIVO PROACTIVO CONTEÚDO FUNCIONAL SABER FAZER FORMAÇÃO SABERES
Ser Professor de Educação Especial
SER
REFLEXIVO
PROACTIVO
CONTEÚDO FUNCIONAL
SABER FAZER
FORMAÇÃO
SABERES
Profissionais promotores e facilitadores da Educação Inclusiva

30-03-2009

Identidade Profissional Docente de Educação Especial PEDAGOGIA E PSICOLOGIA Desenvolvimento da criança e do
Identidade Profissional Docente de
Educação Especial
PEDAGOGIA E PSICOLOGIA
Desenvolvimento da criança e do adolescente;
CIÊNCIAS DE EDUCAÇÃO
Contributos teóricos na
vertente das necessidades
educativas
CONHECIMENTS ESPECÍFICOS
Braille, LGP….
DESENVOLVIMENTO CURRICULAR
SUPERVISAO PEDAGÓGICA E DE AVALIAÇÃO
Colaboração/cooperação/Consultoria/
trabalho de equipa
Diferenciação curricular
Adequações curriculares
Construção de currículos alternativos (CEI e
PIT
SABERES/FORMAÇÃO
Ser Professor de Educação Especial Barreiras Ausência de reconhecimento do impacto ecológico e sistémico, da
Ser Professor de Educação Especial
Barreiras
Ausência de reconhecimento do impacto ecológico e sistémico, da utilização
dos recursos diferenciados que apresenta na escola, na turma
Ausência de reconhecimento da profissionalidade como profissional especializado
Ausência de definição clara do conteúdo funcional da profissão-profissionalide do
docente de educação especial.
Paradigmas conceptuais desfasados dos modelos de intervenção e de formação
dos docentes
Enraizamento do modelo e das concepções baseadas na deficiência e
na planificação individual influencia o modo como encaramos a “diferença”.
Ser Professor de Educação Especial Barreiras Legislação - Com avanços e recuos SER PROFESSOR DE
Ser Professor de Educação Especial
Barreiras
Legislação - Com avanços e recuos
SER PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO ESPECIAL
Comunidades escolares pouco
receptivas à Inclusão
Equipas multidisciplinares praticamente
inexistentes
MISSÃO QUASE
IMPOSSÍVEL
Comunidades educativas
pouco colaborantes
Dificuldades no desenvolvimento de
parcerias locais, com empresas

30-03-2009