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SECO Daniel Cavalcante da Silva (2 P.

Design de Interiores) Ca num cu sem poesia, Com um borro de apagador, Onde o poeta no decifrou Nem aquilo que eu dizia. E no mistrio de uma fera, Abandonado, fui ao leito Revelar o que j no era Mais de mim o que se via. Naquela face esbranquiada, Com um borro de hidrocor, Um sentimento foi escrito Brutalmente em euforia. No suspiro da pupila Altamente agredida, Minha mente j gritava O que ali no mais dizia. E a fera muda sem perdo, Hoje embora um borro, Na ausncia da razo Se afogou na fantasia.