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LAND CACHE N.

º 1 – Pôr-do-Sol
É um local que tem um interesse especial para o LandLousã, já que poderá ser
considerada como o embrião do LandLousã. Muitos Encontros, muitas actividades
neste local. Tem sido ao longo dos anos um ponto das provas de navegação que se
vão realizando pelo concelho da Lousã.

Para ir:
Subir a N236 desde a Lousã em direcção a Castanheira de Pêra, e no 1º Mirante que
se chama “Varanda do Gevim”, pare para apreciar a vista soberba sobre a Lousã.
Depois tome à esquerda a pequena estrada asfaltada que sobe para o Reservatório
do Gevim. Continue a subir agora por terra e depois desça a esquerda, por um
caminho pouco visível. A partir daqui siga o seu sentido de orientação e o GPS vai
ajudá-lo.
A cache virtual está situada nas coordenadas 29T 5 65 355E 44 40 099N
Carta Militar n.º 252 a escala 1:25 000.
Prova da visita: Foto da bica de água na pia superior e inferior.

LAND CACHE N.º 2 – Central Hidroeléctrica


da Ermida

Central Hidroeléctrica da Ermida é uma mini-hídrica, situada junto às Ermidas da


Senhora da Piedade, que em 1927 começou a produzir energia para iluminar a vila
e movimentar os engenhos da Fábrica de Papel do Penedo. As águas puras da
Ribeira de S. João que animam a Central, são ainda hoje matéria-prima para o
fabrico de papel. Envolta numa paisagem paradisíaca, é uma peça viva de
arqueologia industrial de visita obrigatória.

Para ir:
De duas maneiras:
Pela N236 subindo em direcção a Castanheira de Pêra passe pelo 1.º Mirante o do
“Gevim”e pelo 2.º Mirante “da Senhora da Piedade” e mais ao menos ao km 14.50,
procure um local para estacionar e depois siga a Placa Identificativa “Central
Hidroeléctrica da Ermida”, descendo por um percurso sinuoso até a Central.
Ou
Pare junto ao Castelo da Lousã e estacione. Depois siga a placa identificativa
“Central Hidroeléctrica da Ermida”, por um caminho de terra sem saída.

A cache virtual está nas coordenadas 29T 5 66 009E 44 38 961N


Carta Militar n.º 252 a escala 1:25 000.
Prova da visita: Foto da porta principal da Central.

LAND CACHE N.º 3 – Capela das Silveiras

Do ponto de vista das práticas religiosas a Ermida da Sr.ª da Piedade seria o elo de
ligação com o Vale, a meio caminho entre este e a Serra. Neste contexto é de
referir que de entre os nove lugares havia subgrupos de três com festa comum e
baile separado se o lugar tivesse gente para tal. Esta trilogia, segundo alguns está
ligada á ideia da Santíssima Trindade. Assim a Capela do Catarredor incluía os
lugares do Candal e Vaqueirinho; a Capela das Silveiras incluía as Silveiras (de
Baixo e de Cima) e a Cerdeira; Finalmente a Capela do Chiqueiro incluía os lugares
de Talasnal e Casal Novo.
Depois de um incêndio florestal devastador que destruiu a Capela esta foi
completamente abandonada. Mas continua a ser uma referência no meio da
encosta.

Para ir:
Subir a N 236 em direcção a Castanheira de Pêra e ao km 18.100 deixe o asfalto e
siga para terra subindo em direcção a “Cerdeira”. Aproveite para ir até ao fim da
estrada que não tem saída e visite o lugar da Cerdeira e a sua recuperação. É um
lugar fresco todo o ano e com fortes e grandes castanheiros.
Depois de visitar o local pode a pé seguir a orientação do GPS e descobrir a Capela
em ruínas;
Ou
Saindo do lugar, mais ou menos a meio caminho encontrará uma pista a esquerda
que sobe acentuadamente. Suba sempre até encontrar um barreira verde que
protege o corta-fogo e suba a direita até a Capela.
Este percurso ó pode ser feito em 4x4 ou a pé.
A cache virtual está nas coordenadas 29T 5 68 506E 4439 111N
Carta Militar n.º 252 a escala 1:25 000.
Prova da visita: Foto da capela do lado direito.

LAND CACHE N.º 4 – Casa dos Cantoneiros da


Fonte Fria

A Casa dos Cantoneiros da Fonte Fria era uma referência importante na N 236.
As Casas dos Cantoneiros eram residências dos responsáveis dos “Cantões” e
permitiam garantir um bom estado das vias de comunicação. Os “cantões” não
eram mais que troços de estrada com a extensão de 8 a 12 km em que os
funcionários deviam manter em boas condições de piso, bermas, valetas e
sinalização.
Era uma mais valia para a conservação da rede viária nacional.
Para ir;
Subir a N 236 em direcção a Castanheira de Pêra e ao km 24.500 ali está a Casa
dos Cantoneiros que hoje alberga a Sede do Land Lousã. Visite a Fonte de água
fresca que dá o nome à Casa dos Cantoneiros mais a frente e refresque-se. Se levar
merendeiro aproveite para estender a tolha e a fresca retemperar as forças.
A cache virtual nas coordenadas 29 T 5 66 245E 44 35 991N
Carta Militar n.º 252 a escala 1:25 000.
Prova da visita: Foto do alçado principal e n.º de degraus do lado
esquerdo da porta de entrada.

LAND CACHE N.º 5 – Tanque do Cabril


Este tanque é uma das mais bonitas obras da arte em xisto.
Construir em xisto era uma arte no sentido mais nome da palavra.
Está localizado numa zona muito bonita com imensos castanheiros.
Tem umas mesas para comer uma buxa se levar merendeiro e não se esqueça de
beber uns bons goles de uma água excelente.

Para ir;
Siga a Estrada dão Rally ou Estrada das Aldeias Serranas e um pouco antes de
passar pela Casa do Guarda-florestal da Hortas, visite o Parque de Merendas do
Terreiro das Bruxas. Refresque-se e volte a Estrada das Aldeias e suba sempre até
ao cruzamento de estradas.
Agora peça ajuda ao seu GPS que o levará ao Tanque do Cabril.
A cache virtual está nas coordenadas 29T 5 64 532E 44 36 371N
Carta Militar n.º 252 a escala 1:25 000.
Prova da visita: Foto do tanque e quantos degraus a escada da direita..

LAND CACHE N.º 6 – Aldeia do Franco de


Cima

Esta aldeia está completamente em ruínas e é uma pequena jóia da coroa das
Aldeias Serranas.
As águas da sua ribeira e a beleza das ruínas do moinho a entrada do lugar
encantam todos quantos ali se deslocam.
A Aldeia está localizada numa encosta em que a luz do sol é permanente e
transmite um encanto quase que extraterrestre.
O Lugar felizmente só tem acesso a pé.

Para ir:
A partir do Marco Geodésico da Ortiga, as opções podem ser a pé ou 4x4.
O GPS e ou a Carta Militar são uma boa opção para uma excelente caminhada.
A cache virtual tem as coordenadas 29 T 5 69 130E 44 40 147N
Carta Militar n.º 252 a escala 1:25 000.
Prova da visita: Foto do lugar e quantas casas rebocadas tem o lugar.

LAND CACHE N.º 7 – Pelourinho da Lousã


O Pelourinho da Lousã, foi edificado no século XVI, sendo destruído
completamente no início do século XX.
O poder judicial do concelho estava figurado no pelourinho. O elemento
principal do padrão era a coluna, erecta na praça fronteira à Casa da Câmara.
Assentava sobre os degraus necessários para dominar a praça e ficar horizontal o
patamar que subia a coluna. Esta ia das formas mais singelas até às mais
caneladas, torsas ou não, globosas, direitas ou enroladas, ao longo dos tempos e
dos estilos, desde o Romântico ao Neoclássico. O remate superior acompanhava a
ordem corrente a erecção primeira ou substituta. A gaiola medieval pousava no
capitel, a que sucederam o prisma (gaiola maciça) a pirâmide ou cone cimeiros,
coordenados ao estilo da coluna.
Destruído completamente à cerca de 70 anos, restava apenas uma vaga
tradição local, por ouvirem a pais e avós, e uma gravura publicada no " Archivo
Pittoresco " de 1866.
Para melhor visualização do monumento podem observar o quadro que se segue:

Altura total 3.40m


Degraus, de 0.60m
0.20cada 2.00m
Coluna 0.30m
Largura dos
degraus
A cache virtual tem as coordenadas 29 T 5 64 393E 44 40 548N
Carta Militar n.º 252 a escala 1:25 000.
Prova da visita: Fotos das caras do pelourinho.

LAND CACHE N.º 8 - Castelo da Lousã


Data de 943 um contrato realizado entre Zuleima Abaiud e o Abade Mestúlio do
Mosteiro de Lorvão onde, pela primeira vez, nos aparece o topónimo ARAUZ, que
designa a povoação mais importante dessa altura em toda a região, e que se
localizava junto ao morro onde se levantaria, mais tarde, o Castelo de Arouce. O
nome do contratante deixa entender que se tratava de um moçárabe, um cristão a
viver no "mundo muçulmano", do qual adoptara grande parte da maneira de ser e
até do próprio nome. Lembremos que Coimbra era, nesse tempo, bem como seria
ainda nos dois séculos seguintes, um importantíssimo centro moçárabe, com uma
cultura viva e uma actividade económica bem mais desenvolvida que a das outras
povoações a norte do actual território português.
Se o castelo já existia no tempo da dominação muçulmana é algo que não podemos
garantir, só havendo em apoio dessa teoria a tradição popular, uma bela e curiosa
lenda, mas não menos inverosímil.
A lenda da origem da Lousã faz-nos viajar até ao tempo longínquo da dominação
muçulmana, quando um rei ou um emir de nome Arunce teria fundado o castelo
para proteger a sua bela filha Peralta, enquanto ele se encontrasse em campanha
no Norte de África ou aí se deslocasse, a buscar reforços contra as tropas cristãs
que, mais e mais, faziam cerco às terras maometanas. Seria em memória deste
fantástico rei que o castelo e povoação se passaram a chamar Arouce.
Sem dúvida que a fundação do castelo ou, pelo menos, profunda reforma deste, se
deve ao alvazil D. Sesnando, o moçárabe de Tentúgal educado em Córdova, o
companheiro do Cid Campeador, que Fernando Magno colocou à cabeça da região
de Coimbra, definitivamente reconquistada em 1064.
A ele ficamos a dever, não só a pacificação do território e a sua defesa, mas
também e principalmente a sua profunda reorganização, na qual se incluiu a
construção ou reconstrução de diversos castelos, como o de Coimbra, e ainda os de
Montemor-o-Velho, Penela, Penacova e naturalmente o da Lousã/Arouce.
Com a verdadeira fronteira entre a Cristandade e o Islão no Rio Mondego, até 1147,
ano da conquista de Santarém e Lisboa, era natural que o jovem rei tivesse
demonstrado grande preocupação em edificar ou reactivar pequenos castelos em
lugares-chave como era o da implantação de Arouce. No foral que concedeu a
Miranda do Corvo, no ano de 1136, já alude claramente à existência do castelo de
Arouce, a que o fundador da Nacionalidade dará também carta de foral algum
tempo depois, concretamente em 1151.
Porém, em 1160, num outro documento régio, já se alude à Lousã
independentemente de Arouce, bem como a Vilarinho, o que prova que a bacia
lousanense e a escarpa de Arouce com o seu castelo eram realidades bem distintas.
Como antes foi referido, com a pacificação de D. Sesnando, aquilo que pensamos
ter sido uma vila romana voltou a ter vida própria e atrair as populações que já
podiam viver em campo aberto, longe dos muros do castelo.
A Lousã, durante a Idade Média, continuou a prosperar e, como tantas outras terras
do reino, viu o seu velho foral confirmado em tempo de governo de D. Afonso II,
conjunto de normas, privilégios e deveres que estariam em vigor até aos alvores do
Mundo Moderno pois só em 1513 viria a ser revogado com a entrada a 25 de
Outubro desse ano, de nova carta dada por D. Manuel I.

A cache virtual tem as coordenadas 29 T 5 65 277E 4435 402N


Carta Militar n.º 252 a escala 1:25 000.
Prova da visita: Foto da porta principal do Castelo e quantas ameias tem a
muralha.

LAND CACHE N.º 9 – Capela da Misericórdia


da Lousã

É o edifício mais antigo do casco da vila, datando de 1568, sendo de estilo


renascença. É constituído por uma Capela e uma Casa de Despacho. A capela tem
um portal de estilo maneirista formado por duas pilastras sobre pedestais tendo
como decoração em relevo escudos e frutos. O frontão é triangular com um nicho
onde se encontra uma escultura da Nossa Senhora. O interior é formado por um
corpo de uma nave só e uma cabeceira de capela única. No lado esquerdo abre-se a
tribuna de mesário. No retábulo principal, podemos ver uma tela da autoria de J.
Castilho datada de 1887.
A cache virtual tem as coordenadas 29 T 5 64 327E 44 40 390N
Carta Militar n.º 252 a escala 1:25 000.
Prova da visita: Foto do alçado principal e quantos degraus tem o
acesso a varanda com alpendre.
LANDCACHE N.º 10 – CATRAIA DA TI
JOAQUINA
“A Serra da Lousã tem uma identidade própria e como centro de comércio das
suas aldeias na altura tinha dois importantes pólos, o Santo António da Neve e a
Catraia da Ti Joaquina ou simplesmente Catraia.
O Centro mais importante terá sido a Catraia da Ti Joaquina, que era um entreposto
comercial por excelência. A Catraia era apenas uma casa e um barracão grande
onde ficavam alojadas pessoas que amanhavam as suas terras. Na casa havia uma
tasca das que davam “cómodo e calor” aos serranos e seus gados, quando eram
surpreendidos pelo mau tempo.
A Catraia, como hoje é conhecida é praticamente inexistente. É um conjunto de
ruínas mas que no seu tempo era um ponto obrigatório de passagem de
almocreves, de gado, de tecidos e artigos de lã vindos do outro lado da Serra, e até
do longínquo Alentejo. Era o local onde se fazia a tosquia colectiva e o seu leilão,
servindo ainda de alojamento e diversão para os pastores.”
A cache virtual tem as seguintes coordenadas: 29 T 565 442E 4435
695N
Carta Militar n.º 252 a escala 1:25 000.
Prova da visita: Fotografias dos azulejos do alçado principal do
edifício.

LANDCACHE N. 11 – CENTRAL
HIDROELÉCTRICA DE CASAL DE ERMIO
(Boiça).
A Central Hidroeléctrica de Casal de Ermio, foi instalada em 1935 no Rio Ceira, com uma
potência que atingiu os 400 kW. Também recebia energia da Companhia Eléctrica das Beiras.
A volta da central existe um aglomerado de casas dos funcionários da Central.
A cache regular tem as seguintes coordenadas: 29 T 565 004E 44 45
258N

LANDCACHE N. 12 – LUGAR DA FERRAJOSA.


O Lugar da Ferrajosa na freguesia de Casal de Ermio, está abandonado a uns
anos desde que houve a mais de 20 anos um incêndio. Hoje não restam mais que
ruínas envoltas em silvas.
O velho tanque de rega, construído a moda antiga é uma referência para a
nossa cache.
A cache regular tem as seguintes coordenadas: 29 T 564 484E 44 46
742N

LANDCACHE N. 13 – ALMINHAS DE COVÃO DE


CIMA
As alminhas são uma pertença forte da nossa cultura e estão presentes em
todo o lado do nosso País. Há alminhas de todos os tipos, mais ornamentadas,
pequenas, com abrigo, com capela e esta é uma alminha com Capela. Fica na
freguesia de Vilarinho.

A cache regular tem as seguintes coordenadas: 29 T 567 643E 44 42


603N

LANDCACHE N. 14 – LUGAR DA BEMPOSTA


O lugar da Bemposta também sofreu como todos os lugares da Serra da
Lousã o abandono, quer por motivos de desenvolvimento quer por motivos naturais.
Este lugar também sofreu o pesadelo dos incêndios florestais. Hoje está em
completo abandono, pese embora ter a porta quase todas as infra-estruturas.
A cache regular tem as seguintes coordenadas: 29 T 5 700 33E 44 42
675N