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Microscopia eletrônica de varredura

MEV

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Microscópio eletrônico de varredura - MEV

Canhão de elétron

“Lentes”
“L t ”
condensadoras

Bobina para
varredura
“Lente” objetiva

Detector de Detector de
raios X
raios-X elétrons
lét

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Microscópio eletrônico de varredura - MEV

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MEV - elétron secundário

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MEV - elétron retroespalhado

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EDX - Superfície bomba de AEHC

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Imagem RX - Superfície bomba de AEHC

el retroespalhado
el. I
Imagem RX - Fe
F

Imagem RX - Zn Imagem RX - O

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Microscópio Eletrônico de Varredura - MEV

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E i
Estimativa
i dad temperatura
na falha

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06/2006

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Efeito do calor

T
Temperatura
t
Zona Efeito
[oC]
Zona 1 Ambiente Nenhum efeito
Zona 2 Ambiente a 50 Fumaça e água
Zona 3 50 a 200 Leve exposição ao calor
Zona 4 200 a 400 Moderada exposição ao calor
Zona 5 400 a 700 Intensa exposição ao calor
Zona 6 > 700 Severa exposição ao calor

McIntyre Dale R.
McIntyre, R Materials & Performance
Performance, 27:(11),
27:(11) 1988.
1988 Pg 79
79-88
88

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Efeito da temperatura nos materiais
Zona 3

Temperatura
Material Uso Efeito
[oC]
Pintura e Empolamento e
100 Polietileno, tintas alquídicas
revestimentos chamuscamento
PEUAPM Tubos Fusão
Mangueiras, chamuscamento,
150
Elastômeros e neoprene Diafragmas e fusão* e
juntas endurecimento
Conectores
Chumbo e soldas Fusão
elétricos
190
Fib de
Fibra d vidro,
id
Resina fenólica Carbonização
revestimentos
Isolante ou Trincamento e
200 Resina acrílica
revestimento carbonização

* Efeito pode variar dependendo do elastômero


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Efeito da temperatura nos materiais
Zona 4

Temperatura
Material Uso Efeito
[oC]]
™ Resistência reduzida
Alumínio Tubulação e
200
envelhecido tanques ™ Verificar dureza e
condutividade elétrica
240 Madeira Diversos Carbonização e queima
Aço
Equipamento e
260 (usinado ou Cor de revenido (azul)
instrumentos
polido)
270 Babbit e chumbo Mancais Fusão

Cobre Amolecimento,
Instrumentos e
280 deformação e
(trabalhado a frio) tubos
crescimento do grão
Zi
Zinco/alumínio
/ l í i M
Manopla
l e
400 Fusão
Fundido equipamento
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Efeito da temperatura nos materiais
Zona 5

Temperatura
Material Uso Efeito
[oC]
Aço teperado Mola, conexões Revenimento
Revenimento
500
e revenido ((soquete,
q , parafusos)) diminui resistência
510 Vidros Lâmpadas Deformação e fusão
Válvulas e Sensitização e redução
540 Inox 18
18--8
tubulações resistência à corrosão
Distorção térmica e
600 Aço Vasos e tubulações
fluência, oxidação
S
Superenvelhecimento
lh i e
620 Inox PH Vasos e tubulações
diminuição de resistência

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Efeito da temperatura nos materiais
Zona 5 (continuação)

Temperatura
Material Uso Efeito
[oC]
Vaso, tubulação e Oxidação
650 Aço
estrutura (óxido preto e espesso)
Tanque, tubo e
660 Alumínio Fusão
acessórios

Vidro Janelas Fusão


700
Cobre Tubo
Tubos
s e va
vasso Oxidação (óxido preto)
Pyrex – tubo e
710 Vidro Fusão
janela de inspeção
Fusão (pode iniciar a
Brazagem de
730 Solda prata temperaturas mais
acessórios
b i
baixas)
)

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Efeito da temperatura nos materiais
Zona 6

Temperatura
Material Uso Efeito
[oC]
Vasos e
760 Aço Cementita esferoidizado
tubulação
™ Resfriam. Lento – recozimento
620 Aço Uso geral ™ Resfriam. Rápido – têmpera
(duro e frágil)
Aço Oxidação (óxido branco) ou
900 Zinco
galvanizado vaporização
980 Lã de vidro Isolante térmico Fusão
1100 Cobre Tubulação Fusão
Vaso, bomba,
1400 Aço inox Fusão
válvulas e tubos

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Avaliação do dano pelo incêndio

Temp
Zona Efeito do calor Avaliação
[oC]]
Equipamento limpo, polímeros
1 Amb Sem dano, pode operar
e tintas não afetados
™ Sem dano na maioria dos
™ Equipamento sujo, coberto equipamentos.
de fuligem e molhado. ™ Água e fumaça pode
2 < 60
™ Sem efeito nos polímeros e causar danos em
tintas equipamentos delicados e
instrumentos.
™Sem dano em maioria dos
™ Empolamento de tintas, equipamentos
i t
elastômeros endurecidos ou ™Algum dano não metálicos.
3 60 - 200 carbonizados ™Verificar juntas.
™ Soldas
ld (Pb-
(Pb-Sn)
S ) fundidos
f did ™Danos
D em material
t i l elétrico
lét i
™Substituir correias
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Avaliação do dano pelo incêndio
(continuação)

Temp
Zona Efeito do calor Avaliação
[oC]
™Revestimento orgânico
empolado ou queimado Dano severo em
™Polímeros e borrachas componentes elétricos
fundidos ou carbonizados (cabeamentos, circuitos
™Isolantes de fios impressos e motores)
destruídos
4 200
200--430
™Molas revenidas ou
amolecidos
™Válvulas e manômetros
Substituir componentes
fora de calibração
™Rolamentos
R l t amolecidos
l id ou
danificados
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Avaliação do dano pelo incêndio
(continuação)

Temp
Zona Efeito do calor Avaliação
[oC]
Cobre e ligas destruídos ou Normalmente danificados e
fundidos devem ser substituídos
Aço severamente oxidado e ™Verificar
V ifi áreas
á oxidadas
id d
podem estar deformados por ™Possível fragilização por
tensões térmicas metal líquido
I
Inspecionar
i va
vas
sos e
5 740
740--1400 Crescimento de grãos tubulações (tamanho do grão
e perda de tenacidade)
™Aço pode ter sofrido
têmpera e perder dutilidade Inspecionar parafusos e
componentes críticos de
™Aço trabalhado a frio pode equipamentos e alterações
perder propriedade
p p p metalúrgicas em tubulações
mecânica

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M d dde ffalha
Modos lh

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Modo de falha

™ Dútil
‹ Deformação plática

™ Fragil
‹ Sem ou pouca
deformação plástica

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Modo de falha

Modo de falha
Método
Dútil Frágil
F á il
™ Estricção ou deformação na ™ Pequena ou sem deformação
direção da aplicação da ™ Fratura plana
Visual carga ™ Textura grosseira
grosseira, brilhante
brilhante,
™ Fratura fibrosa e grosseira cristalina e granulada
™ Bordas de cisalhamento ™ Marcas de sargento
™ Microcavidades (dimple) ™ Fratura por clivagem ou
™ Trincas simples ou intergranular
MEV ramificadas ™ Área de origem pode conter
™ Afloramento de planos de imperfeições ou concentração de
deslizamento tensão
™ Carga maior que a resistência
™ Sobrecarga
dinâmica
™ Propriedades ou
Fatores ™ Processamento ou propriedades
processamento inadequado
p q
inadequadas
™ Altas temperaturas
™ Baixas temperaturas
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Modo de falha - Fatores

Tipo
Fator
Dútil Frágil
Temperatura Elevada Baixa
Taxa de carregamento Baixa Elevada
Sem concentração de Concentração de
Geometria
tensão tensão
Tamanho Peqeno ou fino Grande ou grosso
Tipo de carregamento Sobrecarga Impacto ou cíclico
Pressão (hidrostática) Elevada Baixa
Resistência do metal Menor Maior

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Modo de falha – tipo de carregamento

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FRATURA DÚTIL

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Fratura dútil

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Fratura dútil

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Fratura dútil

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MEV – Zona fibroza (micro-
(micro-cavidades)

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Micro--cavidades
Micro

MnS2

MnS2

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Morfologia de microcavidades

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Modos de carregamento

(a) – sem carga


(b) – modo I
(c) – modo II
(d) – modo III

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Micro--cavidades
Micro

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Morfologia das micro
micro--cavidades

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Micro--cavidades (Modo I)
Micro

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Micro--cavidades (Modos II e III)
Micro

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Micro--cavidades (Modos I e II)
Micro

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Micro--cavidades (Modos I e III)
Micro

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Micro--cavidades (Modos II e III)
Micro

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Calendário
Data Tópico do Programa
Apresentação da disciplina e critérios de avaliação
03/08
Introdução a análise de falhas de componentes em serviço.
10/08 Técnicas de análise de falha
17/08 Caracterização
ç de fraturas frágeis
g e dúteis - TPN
24/08 Ensaios destrutivos e não destrutivos
31/08 Introdução à mecânica de fratura
07/09 Semana da Pátria – não há aula
14/09 Fraturas devido à fadigag
21/09 Fraturas por choque (impacto)
28/09 Prova – P1
05/10 Fraturas por fluência
12/10 Padroeira do Brasil – não há aula
19/10 Falhas devido à corrosão
Falhas por corrosão associada a esforços mecânicos: corrosão-sob-
26/10
tensão – Seminário
02/11 Finados – não há aula
Falhas por corrosão associada a esforços mecânicos: corrosão-sob-
09/11
fadiga, fratting e cavitação – Seminário
16/11 Recesso Escolar – não há aula
23/11 Falhas por desgaste - Seminário
30/11 Defeitos produzidos pelo processo de soldagem - Seminário
07/12 Prova – P2
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Fratura
F t frágil
f á il

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Fratura frágil

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Fratura frágil – características macroscópicas

™ Fratura sem ou pouca deformação


™ Fratura perpendicular ao carregamento
™ Marcas características
‹ Marcas
M radial,
di l de
d praia,
i de
d sargento,
t espinho
i h de
d
peixe, delta de rio,
rio, etc.
™ Material dútil pode romper de maneira frágil
™ Geralmente é muito rápido, inesperada e catastrófico
™ Tensão aplicada não necessariamente elevada
‹ Pode ser residual

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Fatores de fratura frágil

™ Concentradores de tensão
‹ Defeito de solda
‹ Fadiga
‹ Corrosão sob tensão
‹ Entalhes, cantos, roscas,
furos,, etc.
furos
™ Tensão aplicada ou residual
™ Temperatura baixa

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Marca de sargento (chevron)

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Marca radial

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Motor de foguete – ensaio hidrostático

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Causas da fratura frágil
™ Baixas
B i t
temperaturas
t
™ Fragilização na têmpera
‹ Têmpera subcrítica >560 oC
™ Fragilização no revenido
‹ Açoç C ((Mn,, Si,, Ni ou Cr com Sb,, Sn,, As))
™ Entre 400 e 500 oC e 850 e 900 oC
‹ Azul - temperatura entre 230 e 370 oC
™ Sensitização e/
e/ou
ou fase sigma
‹ Aço inoxidável austenítico – 400 a 900 oC
™ Fragilização por hidrogênio
™ Corrosão sob tensão
™ Fragilização por metal líquido

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Propagação da trinca

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Trinca secundária

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Fratura frágil - características microscópicas
™ Natureza
N t d trinca
da ti
‹ Intergranular
‹ Transgranular – clivagem
‹ Mista

Intergranular Transgranular
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Trincas

Intergranular Transgranular
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Fratura intergranular

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Fratura transgranular - clivagem

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Fratura mista

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Clivagem

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Clivagem

Fe-30Cr
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Delta de rio

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Clivagem - delta de rio

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Delta de rio

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Propagação da trinca de clivagem

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Propagação da trinca de clivagem

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Propagação da trinca de clivagem

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Propagação da trinca de clivagem

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Espinho de peixe

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Trinca mi
missta

Delta de
Rio

Radial

Dimples
Espinho de (dútil)
peixe

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Cabo umbilical – trinca mista

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F
Fratura ffrágil
á il
continuação

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Características macroscópicas

™ Fratura sem ou pouca deformação


™ Fratura
F t perpendicular
di l ao carregamento
t
™ Marcas características
‹ Marcas radial, de praia, de sargento, espinho
de peixe, delta de rio, etc.
™ Material dútil pode romper de maneira frágil
™ Geralmente é muito rápido, inesperado e
catastrófico
t t ófi
™ Tensão aplicada não necessariamente elevada
‹ Pode ser residual
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Fatores da fratura frágil

™Concentradores de
tensão
‹Defeito de solda
‹Fadiga
‹Corrosão sob tensão
‹Entalhes, cantos,
roscas, furos, etc.
™Tensão aplicada ou
residual
™Temperatura baixa

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Liberty ships
™44.695
695 navios construídos
™ 1.289 com falha
™ 233 com perda toral

Exame da falha
™ Chapas capazes de nuclear trincas
™ Chapas onde as trincas se propagam
™ Chapas capazes de imobilizar trincas

Exame das trincas


™ Trincas com vários centímetros
™ Trincas iniciavam nos locais com concentração de
tensão
™ Tensões residuais da solda eram suficientes para
nucleação das trincas
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71/109
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Construção dos Liberty Ships

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72/109
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73/109
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Primeira produção seriada de navio

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74/109
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SS Samfairy - Estaleiro A. Jones Co, Brunswick, GA.

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Jeremiah O'Brien – lançamento: 19/06/1943

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Liberty Ships – diversas classes

St Ol
Olaff – Navio
N i h hospital
it l

Brigadier General Alfred J Lyon – reparo de aviões


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77/109
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Final da guerra

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Liberty ship falhado

Schenectady

SS Joseph-Augustin Chevalier
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79/109
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Liberty ships - falhados

Esso Manhattan

John P. Gaines

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Liberty ships - falhados
SS James A Wilder

SS Charles
Ch l S HHaight
i ht

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81/109
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Distribuição da temperatura na falha

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Ensaio Charpy (CV)

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Charpy - aço alta resistência

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84/109
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Curva Charpy – Aço carbono

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85/109
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Charpy – aço carbono

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86/109
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Charpy – aço carbono

PME-2584 Aula 5/07- 87


87/109
/109 dktanaka@usp.br
Charpy – AISI 4340

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88/109
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Charpy x Fração fibrosa

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89/109
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Curva Charpy

(Tt)cv
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90/109
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Liberty Ships - energia absovida Charpy

Chapa de início

Chapa de imobilização

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91/109
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Charpy – Liberty ships

(28 J)

(14 J)

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92/109
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Propriedades mecânicas X temperatura

CFC
CCC
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93/109
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Propriedade mecânica X temperatura

σ σrup

σesc CAT
Menor entalha

Tamanho entalha
Maior entalhe

NDT – Nil Ductility Transition


NDT Temperatura
FTE – Fracture Transition Elastic ~[NDT + 60 oF (33 oC)]
FTE
FTP – Fracture
F t Transition
T iti Pl
Plastic [NDT + 120 oF (67 oC)]
ti ~[NDT FTP
CAT – Crack Arrest Temperature

PME-2584 Aula 5/07- 94


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Temperaturas de transição

FTP

Curva CAT
NDT
FTE

NDT – Nil Ductility Transition (33 oC)


FTE – Fracture Transition Elastic ~[NDT + 60 oF (33 oC)]
FTP – Fracture
F t Transition
T iti Pl
Plastic [NDT + 120 oF (67 oC)]
ti ~[NDT (67 oC)
CAT – Crack Arrest Temperature

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Diagrama Análise de Fratura -FAD

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Ensaio EBT (explosion
(explosion--bulge test)

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Ensaio EBT

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Ensaio EBT

NDT FTE

FTP NDT : 30 oF
FTE : 70 oF
FTP : 140 oF

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Ensaio DWT (drop
(drop--weight test) [ASTM E208]

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Ensaio DWT (drop
(drop--weight test)

PME-2584 Aula 5/07- 101


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Ensaio DWT

Depois
p

Antes

PME-2584 Aula 5/07- 102


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Ensaio DWT

PME-2584 Aula 5/07- 103


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Ensaio EBT x DWT

NDT FTP
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Liberty ship

~0 oC

-18 < (Tt)cv < 32 oC

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Vaso de pressão – ensaio hidrostático

NDT + 60 oF

NDT
NDT + 120 oF
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Tanque de armazenamento

™ L = 21 m
™ φ = 15 m
™ Aço ASTM A285-
A285-C
™ σesc = 260 MPa
™ Ensaio hidrostático
™ Temp. ensaio = 10 oC
™ Trinca e fratura na base
‹ Esp = 127 mm
™
‹T Solda
ensaio = 10
de oC
topo
™
‹ (T = -12 oC
t)cv fragmentos
> 25
™ NDT = 15
™ Vazamento deoC (60 oF)
água
‹ Vácuo → colapso
PME-2584 Aula 5/07- 107
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Critérios de seleção de material
para aplicação criogênica

PME-2584 Aula 5/07- 108


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