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Direito Tributário

1.1. Como parte das receitas públicas, pode dizer-se dos tributos que são considerados:

(a) Receita voluntária


(b) Receita de direito privado
(c) Receita derivada
(d) Receita de capital
(e) Receita originária

1.2. Os preços públicos, ou tarifas, incluem-se entre as receitas classificadas como:

(a) Coativas
(b) Originárias
(c) Derivadas
(d) Extrafiscais
(e) Tributárias

1.3. Sob o ponto de vista de sua origem e da forma de sua obtenção, as receitas públicas
são tradicionalmente classificadas em:

(a) Receitas derivadas e de capital


(b) Receitas correntes e originárias
(c) Receitas patrimoniais e originárias
(d) Receitas originárias e derivadas
(e) Receitas tributárias e industriais

1.4. Tomando como base a clássica divisão das receitas em originárias e derivadas,
podemos dizer que são exemplos deste último tipo as provenientes de:

(a) Preços públicos


(b) Doações de particulares
(c) Taxas
(d) Bens vacantes
(e) Prescrição aquisitiva

1.5. Segundo a classificação clássica, ou alemã, as receitas públicas decorrentes de


contratos com particulares classificam-se em:

(a) Originárias
(b) Derivadas
(c) Patrimoniais
(d) Correntes
(e) De capital
(NOVO) 1.6. (OAB/GO/2002) Assinale a assertiva correta:

(a) Tributos são fontes de receitas derivadas estatais;


(b) Todo tributo é instituído pela União;
(c) Todo tributo é criado pelo respectivo contribuinte de direito;
(d) Taxa é um tributo que só se cria mediante decreto legislativo.

(NOVO) 1.7. (OAB/GO/2000) Assinale a assertiva correta:

(a) Os impostos são sempre inomináveis.


(b) As taxas são contribuições estaduais e municipais não tributárias.
(c) Contribuição de melhoria é uma receita estatal derivada.
(d) Contribuição tributária é sempre criada mediante decreto legislativo

TRIBUTO. CONCEITO. NORMA JURÍDICO-TRIBUTÁRIA. NATUREZA JURÍDICA. ESPÉCIES.


CLASSIFICAÇÕES. NATUREZA JURÍDICA ESPECÍFICA

2.1. Marque com F a assertiva falsa, e com V a verdadeira. Em seguida, escolha, entre as
opções abaixo, a que contém a seqüência correta.

( ) Entidades não estatais, como o SENAI e o SENAC, por exemplo, podem ter o poder de
tributar, desde que a lei lho conceda.
( ) A competência tributária pode ser transferida, mediante lei, para entidade estatal
distinta ou para pessoa jurídica não estatal.
( ) O poder de expedir normas sobre tributos incumbe primariamente a quem tenha
competência para instituí-los.

(a) V, V, V
(b) V, V, F
(c) V, F, F
(d) F, F, F
(e) F, F, V

2.2. Marque, entre as opções abaixo, a que responde corretamente, e na devida seqüência,
aos três quesitos abaixo.

( ) Pode a lei estabelecer que, descumprida certa regra concernente ao controle dos
rendimentos, a alíquota do imposto de renda seria majorada em 20%?
( ) A COFINS - contribuição para o financiamento da seguridade social -, segundo o
entendimento do Supremo Tribunal Federal, é um tributo?
( ) A contribuição social sobre o lucro é uma contribuição para a seguridade social?

(a) Sim, sim, sim


(b) Sim, não, sim
(c) Não, sim, sim
(d) Não, não, sim
(e) Não, não, não
2.3. Marque com um V a afirmação (ou negação) verdadeira, e com F a falsa. Em seguida,
escolha, entre as cinco opções abaixo, aquela que contem a seqüência correta.

( ) Segundo o Código Tributário Nacional, são tributos os impostos, as taxas e a


contribuição de melhoria.
( ) Os impostos são chamados de 'tributos não vinculados' porque sua cobrança independe
de uma atividade estatal específica em relação ao contribuinte.
( ) A Constituição de 1988 não estabelece que o limite total da contribuição de melhoria
seja o valor da despesa realizada pela obra pública que lhe deu causa.

(a) V, V, V
(b) V, V, F
(c) V, F, F
(d) F, F, F
(e) F, V, V

2.4. Certo projeto de lei criando uma "taxa" para remunerar o serviço de processamento da
declaração do imposto tem por fato gerador o auferimento de renda superior a 3 mil reais.
Noutro dispositivo, cria-se uma "contribuição de melhoria", que tem por fato gerador a
saída de mercadorias de estabelecimentos industriais situados em vias públicas asfaltadas
pela União. Um terceiro artigo institui um "imposto sobre grandes fortunas" para o qual se
prevê, como fato gerador, a transmissão causa mortis de imóveis de valor superior a
determinada quantia.

Chamado a opinar sobre esse projeto, estaria incorreta a seguinte asserção:

(a) o fato gerador da contribuição de melhoria, no projeto, não guarda relação com a
valorização do imóvel
(b) taxa não pode ter fato gerador idêntico ao que corresponda a imposto e, no primeiro
caso, o fato gerador corresponde ao do imposto de renda
(c) há impropriedade na denominação dos tributos que se pretende criar
(d) o fato gerador do imposto criado corresponde ao de um imposto que não compete à
União
(e) o projeto de lei está escorreito, pois obedece aos princípios da legalidade e da
anterioridade tributárias

2.5. Sobre os tributos finalísticos, empréstimos compulsórios e contribuições ditas


parafiscais, assinale a afirmativa correta.

(a) Todos os entes políticos da federação brasileira podem instituir empréstimos


compulsórios em caso de investimento público de caráter urgente e em circunstância de
calamidade pública
(b) A instituição de um novo empréstimo compulsório é constitucionalmente vedada antes
da total devolução do precedente
(c) A cobrança de contribuição dos servidores públicos para custeio, em benefício destes, de
sistemas de previdência e assistência social é prerrogativa exclusiva da União
(d) A competência da União para a instituição de novas fontes de custeio da seguridade
social submete-se aos princípios da não-cumulatividade e da anterioridade
(e) O empréstimo compulsório destinado a fazer face a investimento público de caráter
urgente e de relevante interesse nacional apenas pode ser cobrado a partir do primeiro dia
do exercício financeiro seguinte àquele em que estiver sido publicada a lei que o instituiu

2.6. É matéria reservada à lei complementar

(a) a instituição pela União de imposto extraordinário, na iminência ou no caso de guerra


externa
(b) a exclusão da incidência do ICMS nas exportações que destinem ao exterior produtos
industrializados
(c) a instituição do imposto sobre grandes fortunas
(d) a exclusão da incidência do ICMS nas operações que destinem a outros Estados
petróleo, inclusive lubrificantes, combustíveis líquidos e gasosos dele derivados e energia
elétrica
(e) a definição do ouro, como ativo financeiro ou instrumento cambial, para efeito de
submetê-lo à incidência do imposto sobre operações financeiras

2.7. Analisar as seguintes proposições:

I - O "fato gerador" de uma multa tributária pode ser um fato lícito.


II - Os rendimentos advindos do jogo do bicho e da exploração do lenocínio não são
tributáveis, pois trata-se de prática de atividade ilícita.
III - Rendimentos decorrentes de ato ilícito não são tributáveis, conforme reza o princípio
do non olet.

(a) os três enunciados são falsos


(b) os três enunciados são verdadeiros
(c) o I e o II são verdadeiros e o III é falso
(d) tão-só o III é verdadeiro
(e) o I e o III são falsos e o II é verdadeiro

2.8. A lei complementar publicada em janeiro de 1996, que instituiu contribuição social
sobre o pró-labore e as remunerações de autônomos e avulsos, deve atender os princípios
constitucionais

(a) não-cumulatividade; inovar na base de cálculo e alíquota e exigível após 90 dias da


publicação da lei
(b) inovar na base de cálculo e alíquota; não-cumulatividade e exigível a partir do exercício
financeiro seguinte ao da publicação
(c) não-cumulatividade; inovar na base de cálculo e exigível a partir da regulamentação da
lei
(d) inovar na base de cálculo e alíquota; vinculação da receita e exigível após 90 dias da
publicação da lei
(e) não-cumulatividade; inovar na base de cálculo e alíquota e exigível após 45 dias da
publicação da lei
2.9. (i) O Município X criou a "taxa de instalação industrial", a ser cobrada das indústrias
que se instalassem na zona industrial por ele criada. Para incentivar a instalação de fábricas
naquele distrito industrial, previu a lei que a taxa somente seria devida quando se iniciasse
a produção, e seria de 1% do valor dos produtos que saíssem do estabelecimento. A lei
municipal não definiu expressamente o fato gerador daquele tributo.
(ii) O MunicípioY criou a "taxa de iluminação pública", cuja base de cálculo, para maior
justiça fiscal, foi graduada segundo a capacidade econômica, aferida pelo valor da energia
elétrica consumida pelo contribuinte.
(iii) O Município Z instituiu, pelo exercício do poder de polícia sobre o zoneamento de
atividades, a "taxa de localização de estabelecimentos bancários", que incidirá à módica
alíquota de 1 milésimo por centro do valor dos empréstimos concedidos pelo contribuinte.

Assinale agora qual é, respectivamente, a situação jurídica dessas três taxas.

(a) Somente duas são juridicamente válidas: a primeira e a terceira


(b) Somente são válidas as duas primeiras uma porque ligada ao poder de polícia local,
relativo ao zoneamento urbano; a outra, porque se refere à prestação de serviço público
diretamente ao contribuinte ou posto à sua disposição.
(c) Todas as três são inválidas juridicamente
(d) Todas três são juridicamente válidas
(e) Somente uma é válida, sendo inconstitucionais as outras duas

2.10. Sobre o valor de "verdade" dos enunciados que seguem, podemos afirmar:

I - Os fatos geradores são figuras típicas dos tributos não-vinculados, não comportando a
estrutura impositiva das taxas que decorrem de um fato revelador de uma atividade estatal,
direta e especificamente dirigida ao contribuinte,
II - Taxa é um tributo não-vinculado que tem como base de cálculo uma grandeza
dimensível de fato estranho a qualquer atividade estatal referida ao obrigado.
III - O traço característico que diferencia a taxa da contribuição de melhoria, é que esta
última tem como pressuposto o fato de o produto de sua arrecadação ter destinação legal
voltada à realização de obra pública que valoriza o imóvel do contribuinte.

(a) os três enunciados são falsos


(b) os três enunciados são verdadeiros
(c) I - verdadeiro, II - verdadeiro e III - falso
(d) I - falso, II - falso e III - verdadeiro
(e) I - falso, II - verdadeiro e III - falso

2.11. Determinada lei estadual instituiu tributo designado taxa de transporte e descreveu
sua base de cálculo como sendo o valor do frete. Elegeu os transportadores como
responsáveis pelo pagamento desse tributo, que deveriam pagá-lo antes mesmo da
concretização do transporte, assegurando-se, no entanto, imediata e preferencial restituição
da quantia paga, caso não se realizasse o transporte. Dada a natureza jurídica do tributo, a
atribuição ao sujeito passivo da obrigação tributária da condição de responsável,

(a) não se poderia dar, porque o tributo é uma taxa


(b) poderia dar-se, porque o tributo é um imposto
(c) poderia dar-se, porque o tributo é uma contribuição
(d) não se poderia dar, porque o tributo é uma contribuição
(e) não se poderia dar, porque o tributo é um imposto

2.12. O art. 3º do Código Tributário Nacional define tributo como uma prestação que não
constitua sanção de ato ilícito. De tal assertiva podemos inferir que

(a) os rendimentos advindos do jogo do bicho e da exploração do lenocínio não são


tributáveis, sujeitando-se, contudo, a pesadas multas em decorrência da prática de
atividade ilícita
(b) os rendimentos advindos da exploração do lenocínio são tributáveis, porquanto não se
confunde a atividade ilícita do contribuinte com o fato tributário de auferir rendas
(c) os rendimentos advindos do jogo do bicho e da exploração do lenocínio não são
tributáveis, em conformidade do que reza o princípio do non olet
(d) as atividades ilícitas não devem ser tributadas, pois de outro modo o Estado estará
locupletando-se com ações que ele mesmo proíbe e, assim, ferindo o princípio da estrita
legalidade
(e) atividades ilícitas como a exploração do lenocínio e do jogo do bicho podem ser
tributadas, posto que a sanção de ato ilícito converte-se, pelo simples fato de sua
inobservância, em obrigação tributária principal

2.13. O imposto é um tributo que

(a) admite, sendo geral, sua vinculação a órgão, programa, fundo ou despesa
(b) se apresenta vinculanso seu fato gerador a uma atuação estatal em favor do
contribuinte
(c) tem por função arrecadar recursos para custear as despesas gerais da Administração em
favor da coletividade ou de grupos sociais específicos
(d) tem por fato gerador um situação independente de qualquer atividade estatal específica,
relativa ao contribuinte
(e) oferece ao contribuinte, como hipótese de incidência, a prestação efetiva ou potencial
de serviços públicos, específicos e divisíveis

2.14. Está correta a seguinte afirmativa

(a) a taxa deve ter por base de cálculo dimensão inerente ao serviço prestado pelo Estado
(b) as obras públicas realizadas pelo Estado, de que resulte evidente valorização dos
imóveis particulares, por ela beneficiadas, podem ser remuneradas através de Taxa de
Melhoramentos Urbanos, se instituída
(c) o fato de o indivíduo socorrer-se do Poder Judiciário para tutela de seus direitos não se
presta a servir como fato gerador de taxa
(d) a taxa, segundo seu delineamento constitucional, é modalidade tributária hábil para
servir como adicional dos impostos de menor expressão econômico-financeira, ou
insuficientemente cobrados, mesmo porque é de aplicação imperativa o princípio da
capacidade contributiva
(e) em razão da reduzida participação da taxa no valor total da arrecadação e levando em
consideração o polêmico conceito formulado pela doutrina, é facultado ao legislador optar
pela cobrança da mesma o instituir tarifas para remunerar os respectivos serviços,
indiferentemente

2.15. O sistema constitucional tributário requer, para instituição de empréstimo


compulsório, no caso de investimento público de relevante interesse nacional, sejam
observados os seguintes requisitos

(a) princípio da irretroatividade, princípio da anterioridade, caráter de urgência, lei


complementar e desvinculação da aplicação dos seus recursos à despesa que fundamentou
sua criação
(b) caráter de urgência, princípio da irretroatividade, princípio da anterioridade e criação
por lei ordinária
(c) caráter de urgência, aplicação de recursos vinculada à despesa, observância do princípio
da anterioridade e instituição mediante lei complementar
(d) princípio da irretroatividade, princípio da não-cumulatividade, princípio da anterioridade,
criação por lei complementar, aplicação dos recursos vinculada à despesa
(e) caráter de urgência, criação por lei ordinária, aplicação dos recursos vinculada à
despesa e princípio da irretroatividade

2.16. O exercício potencial do poder de polícia

(a) permite a exigência de taxa de serviço


(b) possibilita a incidência de taxa de polícia
(c) torna possível a cobrança de pedágio
(d) faculta a incidência simultânea da taxa de serviço e da taxa de polícia
(e) não permite a exigência de taxa

2.17. A destinação do produto da arrecadação, à luz da Constituição de 1988, é

(a) relevante, em se tratando de impostos municipais


(b) relevante, em se tratando de taxas de polícia
(c) relevante, em se tratando de contribuição de melhoria
(d) relevante, em se tratando de empréstimo compulsório
(e) irrelevante

2.18. O sujeito ativo das contribuições sociais criadas pela União para a seguridade,
cobradas sobre a folha de salários, é:

(a) A União
(b) O INSS
(c) O IAPAS
(d) O INAMPS
(e) A Secretaria da Receita Federal
2.19. Lei Complementar da União instituiu empréstimo compulsório para absorver
temporariamente poder aquisitivo da população, em face da tendência à hiperinflação. Esse
empréstimo compulsório

(a) é inconstitucional por ter sido instituído por lei complementar


(b) deveria ter sido instituído por lei ordinária federal
(c) é constitucional, por ter sido instituído por lei complementar
(d) é inconstitucional, pois não corresponde às hipóteses constitucionais de empréstimo
compulsório
(e) é constitucional, pois se trata de matéria urgente e de relevante interesse nacional

2.20. José, contribuinte do IPTU, reside em imóvel de sua propriedade, defronte a uma
praça municipal. A Prefeitura local canalizou ali um córrego, asfaltou as ruas adjacentes à
praça, arborizando-a e ajardinando-a. Por consequência, a casa de José aumentou de
preço. Em face do exposto, José, em razão da valorização de sua propriedade, está
potencialmente,

(a) sujeito ao pagamento de contribuição de melhoria


(b) sujeito ao pagamento apenas de IPTU
(c) sujeito ao pagamento de taxa pela utilização de serviços públicos, específicos e
divisíveis
(d) sujeito ao pagamento de taxa pelo exercício do poder de polícia
(e) livre da exigência de qualquer outro tributo, pois já é contribuinte do IPTU, e com base
na arrecadação desse tributo é que foram feitas as obras

2.21. Para se determinar a natureza jurídica de um tributo, é fundamental

(a) o tipo de lançamento utilizado para a constituição do crédito tributário


(b) a destinação legal do produto da arrecadação
(c) os prazos de recolhimento estabelecidos para o cumprimento da obrigação
(d) a denominação e demais características formais adotadas pela lei
(e) o fato gerador da respectiva obrigação

2.22. Lei federal, publicada em 15 de janeiro de 1991, criou taxa de fiscalização sanitária,
cuja base de cálculo é idêntica à do Imposto de Circulação de Mercadorias e Prestação de
Serviços, sendo a alíquota de 0,001% (um milésimo por cento). Tal taxa

(a) é inconstitucional, pois está compreendida na competência da União


(b) poderá ser cobrada no exercício financeiro de 1991
(c) é inconstitucional, por não ser a União competente para criá-la
(d) é constitucional, mas somente poderá ser cobrada no exercício de 1992
(e) é inconstitucional, em face de sua base de cálculo
2.23. A natureza jurídica específica de um tributo é determinada

(a) em função de sua denominação jurídica formal


(b) pelas características da relação jurídico-tributária dele decorrente
(c) em razão das peculiaridades dos sujeitos ativo e passivo da obrigação
(d) pela destinação legal do produto de sua arrecadação
(e) pelo fato gerador da respectiva obrigação tributária

2.24. Quando tem por fato gerador uma situação que independe de qualquer atividade
estatal específica relativa ao contribuinte, diz-se um "tributo não vinculado". Nesse sentido,
é "tributo não vinculado"

(a) a taxa de fiscalização


(b) a contribuição de melhoria
(c) a taxa de limpeza pública
(d) a taxa de melhoramento dos portos
(e) IR

2.25. Para cobrança de taxa, é necessário que ocorra a efetiva prestação de:

(a) serviço público genérico


(b) serviço de realização de obra pública
(c) atividade econômica
(d) serviço social (e) serviço público específico e divisível

(NOVO) 2.26. (ESAF/2005) - Aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios compete
instituir contribuições de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias
profissionais ou econômicas, desde que para o custeio, em benefício dos respectivos
sujeitos passivos, e no âmbito territorial do ente tributante

- A Contribuição Intervenção no DOmínio Econômico incidente sobre a importação e a


comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico
combustível (CIDE) foi instituída pela União com a finalidade de financiamento de projetos
de proteção ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético,
histórico, turístico e paisagístico.

- Compete aos municípios o imposto sobre a concessão, a título oneroso, de direitos à


aquisição, por ato oneroso, de bens imóveis, por natureza ou acessão física, e de direitos
reais sobre imóveis.

(a) Não, não, sim


(b) Não, não, não
(c) Sim, sim, sim
(d) Não, sim, sim
(e) Não, sim, não
(NOVO) 2.27. (TRF/3a. Região/1999) Nos termos da Constituição, a lei que instituir
contribuição sobre a receita de concursos de prognósticos deverá afetá-la:

(a) ao financiamento da reforma agrária


(b) ao financiamento da seguridade social
(c) ao financiamento de casas populares
(d) ao financiamento de regiões metropolitanas com mais de quatro mil habitantes

(NOVO) 2.28. (TRF/4a. Região/1999) A Contribuição para o Financiamento da Seguridade


Social (Cofins) incide exclusivamente sobre:

(a) o faturamento
(b) a receita ou faturamento
(c) a receita, faturamento e lucro
(d) o lucro

(NOVO) 2.29. (MPF/2001) Emolumentos devidos pela prestação de serviços notariais e/ou
registrais têm natureza jurídica de:

(a) preço público


(b) taxa
(c) de caráter privado, podendo parte de seu produto ser vinculada a determinado órgão,
como Caixa de Assistência de Advogados e Associações de Magistrados
(d) preço público, somente na hipótese de a prestação de serviços de serventia extrajudicial
advir, por delegação do poder público, por considerar-se exercício de função revestida de
estatalidade

(NOVO) 2.30. (TRF/5a. Região/2001) A quantia cobrada por alguns municípios pelo
estacionamento de veículos particulares, em determinadas vias públicas,

(a) tem natureza de contribuição de melhoria, derivada da conservação das vias públicas
(b) é inconstitucional, pois afronta princípios constitucionais
(c) depende de lei estadual autorizativa da cobrança
(d) depende de lei municipal instituidora de taxa de ocupação
(e) tem natureza jurídica de preço, derivado da utilização da via pública

(NOVO) 2.31. (OAB/AL/2002) Indique a assertiva verdadeira:

(a) Contribuição de melhoria identifica-se com contribuição parafiscal porque ambas são
arrecadadas mediante atividade estatal plena;
(b) Contribuição social de intervenção em domínio econômico só pode ser criada mediante
lei;
(c) Contribuição de arrecadação destinada a financiamento de esporte e lazer não é tributo
porque inadmite-se lei para criá-la;
(d) Pessoas jurídicas de direito público podem exigir imposto sobre renda, serviços ou
patrimônio umas das outras.

(NOVO) 2.32. (OAB/AL/2002) Indique a assertiva correta:

(a) isenção tributária pode ser concedida mediante lei delegada;


(b) partidos políticos também obrigam-se a pagar imposto;
(c) contribuição de melhoria é uma taxa de prestação de serviço;
(d) contribuição para financiamento da seguridade social é um tributo.

(NOVO) 2.33. (OAB/CE/2002) Escolha a opção que contempla as espécies tributárias


existentes no ordenamento jurídico brasileiro, à luz da Constituição Federal de 1988:

(a) imposto e taxa;


(b) imposto, taxa e contribuição de melhoria;
(c) imposto, taxa, contribuição de melhoria, empréstimo compulsório e contribuições
sociais;
(d) imposto, taxa e contribuições sociais.

(NOVO) 2.34. (OAB/GO/1999) Assinale a assertivas correta:

(a) Decreto legislativo é o instrumento hábil para definir tributos.


(b) A União Federal não se submete ao princípio da capacidade contributiva para instituir e
cobrar tributo.
(c) Estados e Municípios podem instituir empréstimo compulsório.
(d) Sobre lucros das empresas incide contribuição para financiamento da seguridade social.

(NOVO) 2.35. (OAB/GO/2003) A União Federal institui contribuição social cujos fato gerador
e base de cálculo são os mesmos de imposto de sua competência. Considera-se essa
contribuição:

(a) constitucional, eis que a Constituição permite a utilização de mesmo fato gerador e base
de cálculo, em se tratando de contribuições sociais e impostos (exemplo concreto CSSL e
IRPJ; CF, art.195, I, c c/c 153, III).
(b) inconstitucional, por incidir sobre o mesmo fato gerador de um imposto;
(c) inconstitucional, por ser calculada sobre a mesma base imponível de um imposto;
(d) inconstitucional, por representar bitributação.

(NOVO) 2.36. (OAB/MG/2003) Considerando-se o exercício da competência tributária, é


CORRETO afirmar que

(a) a União pode instituir, mediante a edição de medida provisória, empréstimo compulsório
para investimento público de caráter urgente e relevante interesse nacional, observado o
princípio da irretroatividade e da anterioridade.
(b) a União pode instituir qualquer contribuição de intervenção no domínio econômico por
meio de medida provisória, com aplicação imediata.
(c) os Municípios podem instituir uma contribuição para custear a iluminação pública.
(d) somente os Estados-membros e os Municípios possuem competência para instituir as
contribuições sociais a serem exigidas dos seus servidores.

(NOVO) 2.37. (OAB/PR/2004) Assinale a alternativa correta:

(a) O empréstimo compulsório é tributo instituído apenas pela União, através de lei
ordinária federal;
(b) O empréstimo compulsório, em face dos motivos excepcionais que justificam a sua
instituição, quais sejam (i) situação de calamidade pública, (ii) situação de guerra externa,
(iii) iminência de guerra externa ou (iv) necessidade de investimento público de caráter
urgente e de relevante interesse nacional, não se submete ao princípio da anterioridade,
segundo o qual é vedado às pessoas políticas exigir tributos no mesmo exercício financeiro
em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou;
(c) No máximo 30 % (trinta por cento) do montante total de arrecadação do empréstimo
compulsório pode restar desvinculado da despesa que justificou a sua instituição;
(d) A lei deverá fixar, necessariamente, o prazo durante o qual será exigido o empréstimo
compulsório, bem como as condições mediante as quais o mesmo será resgatado.

(NOVO) 2.38. (OAB/SC/2003) A parafiscalidade consiste:

(a) na utilização do tributo como instrumento de proteção da indústria nacional e não como
instrumento de arrecadação de recursos financeiros para o tesouro público.
(b) na transferência, pela pessoa de direito público competente, da titularidade de tributo à
pessoa diversa do Estado, a fim de que passe a dispor da arrecadação em benefício de suas
próprias finalidades.
(c) no repasse de recursos financeiros à Fazenda Pública, independentemente de qualquer
atividade estatal específica relativa ao contribuinte.
(d) na impossibilidade do contribuinte de direito repetir tributo suportado pelo contribuinte
de fato, exceto prove haver assumido o referido encargo, ou no caso de tê-lo transferido a
terceiro, estar por este expressamente autorizado a recebê-lo.

(NOVO) 2.39. (OAB/SP) Determinado Município executa a pavimentação de uma via pública
e cobra Taxa de Pavimentação dos proprietários de imóveis lindeiros. Essa taxa

(a) é legal e deve ser paga.


(b) é ilegal por se tratar de serviço geral que serve a toda a comunidade.
(c) é ilegal porque a pavimentação de via pública é fato gerador de contribuição de
melhoria.
(d) é ilegal porque não é um serviço de interesse público e deveria ser cobrada tarifa e não
taxa.

(NOVO) 2.40. (OAB/SP) O Estado de São Paulo resolve tributar os prêmios das corridas de
cavalos, lançando contribuição social incidente sobre os mesmos e destinada ao custeio dos
hospitais estaduais que atendem a crianças carentes. Essa tributação

(a) é legal, pois trata-se de contribuição com caráter nitidamente social, em face da sua
destinação.
(b) é legal, pois os Estados podem instituir contribuições sociais para atender às
necessidades relativas à área social.
(c) é ilegal, pois viola a discriminação constitucional vigente.
(d) é ilegal em face da destinação específica dessa contribuição.
(NOVO) 2.41. (OAB/SP) A lei federal que criou o Adicional de Indenização ao Trabalhador
Portuário (AITP) enunciou como sujeito passivo desse tributo, de modo genérico, o
operador portuário. A União Federal, por meio de decreto do Presidente da República,
equiparou a operador portuário os importadores, exportadores e consignatários de
mercadorias importadas do exterior. Tal equiparação é

(a) legal, pois ocorreu apenas adequação a um conceito previamente definido em lei.
(b) legal, de vez caber aos decretos a especificação dos conceitos definidos em lei.
(c) ilegal, porquanto a definição de sujeitos passivos é privativa de lei.
(d) ilegal, em razão de não competir ao Presidente da República, mas ao Ministro dos
Transportes, a definição de "operador portuário".

(NOVO) 2.42. (OAB/SP) Município instituiu contribuição de melhoria para custear obra
pública de ampliação de via expressa de ligação entre bairros. A previsão do custo total da
obra é de R$ 1.000.000,00 e a previsão de arrecadação da contribuição é de R$
1.500.000,00. O valor da contribuição, para cada imóvel, foi calculado com base na efetiva
valorização imobiliária e em plano de rateio previamente publicado. A irregularidade no
procedimento descrito consiste em não poder

(a) o total de arrecadação ser superior ao custo da obra.


(b) a contribuição de melhoria destinar-se ao custeio de obra viária.
(c) a contribuição de cada imóvel ser calculada com base na sua valorização imobiliária.
(d) o plano de rateio ser publicado previamente.

SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL. LIMITAÇÕES DO PODER DE TRIBUTAR (PRINCÍPIOS


CONSTITUCIONAIS-TRIBUTÁRIOS)

3.1. Alíquota da contribuição sobre lucro líquido, majorado por medida provisória convertida
em lei posteriormente, pode ser aplicada

(a) após decorridos noventa dias da publicação da lei


(b) a partir de 10 de janeiro do ano subseqüente ao da publicação da lei
(c) após decorridos noventa dias da publicação da medida provisória
(d) a partir de 10 de janeiro do ano subseqüente ao da publicação da medida provisória
(e) após decorridos noventa dias da sanção da lei

3.2. Assinale a resposta que preencha corretamente as duas lacunas.

A majoração ________ está sujeita ao princípio da anterioridade ________

(a) do imposto de transmissão de bens imóveis - da lei em relação à cobrança, mas a lei
pode ter sido publicada no mesmo exercício em que a cobrança se realiza
(b) do imposto de importação - anual, só podendo ser exigida se a lei majoradora estiver
em vigor antes do início do exercício da cobrança
(c) do imposto de renda - anual, sendo indispensável que a lei majoradora esteja em vigor
antes do início da cobrança, não bastando ter sido publicada anteriormente a esse início.
(d) do imposto de exportação - anual em relação à cobrança, devendo a lei ter sido
publicada antes do exercício em que a cobrança se realiza
(e) da contribuição para a previdência social - de 90 dias da publicação da lei majoradora,
não podendo ser exigida antes desse nonagintídio

3.3. O princípio da anterioridade da lei aplica-se

(a) aos impostos sobre o comércio exterior


(b) às contribuições para seguridade social
(c) aos impostos sobre a produção e circulação
(d) ao empréstimo compulsório, instituído para atender a despesas extraordinárias
decorrentes de calamidade pública
(e) aos impostos sobre o patrimônio e a renda

3.4. A utilização dos tributos com finalidades extrafiscais é um importante instrumento de


intervenção do Estado no domínio econômico. Sobre a matéria, é incorreto afirmar que:

(a) a possibilidade de o Governo federal regular a permeabilidade da economia brasileira


aos produtos estrangeiros é extremamente reduzida, em virtude da submissão dos
impostos aduaneiros ao princípio da anterioridade
(b) a utilização do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) como
meio de induzir o adequado aproveitamento do solo urbano, objetivando ordenar o pleno
desenvolvimento das funções sociais da cidade, deve submeter-se aos termos de lei federal,
apesar de o imposto ser de competência municipal
(c) a fixação de alíquotas do Imposto Territorial Rural será realizada de sorte a desestimular
a manutenção de propriedades improdutivas, e não incide sobre pequenas glebas rurais,
exploradas por proprietário, só ou com sua família, que não possua outro imóvel
(d) a concessão e a revogação de isenções, incentivos e benefícios fiscais, em matéria de
ICMS, não podem ser procedidas unilateralmente pelo Estado interessado, devendo ser
previamente concertadas no âmbito do CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária),
órgão deliberativo composto de representantes do Executivo de todos os Estados da
Federação
(e) sendo múltiplos os interesses a serem protegidos pelo Estado Democrático de Direito,
decididamente intervencionista, tem-se que, em princípio, todo imposto é passível de
utilização extrafiscal

3.5. Exige lei específica a(o)

(a) concessão de crédito presumido


(b) sujeição passiva direta
(c) parcelamento de dívida tributária
(d) compensação
(e) sujeição passiva indireta

3.6. Sobre o sistema de repartição de competências impositivas estabelecido pela


Constituição de 1988, é incorreto afirmar que:
(a) a regra geral, quanto aos impostos, é a atribuição de competências privativas às
pessoas políticas da federação brasileira, sendo os caso de bitributação expressamente
previstos no texto constitucional
(b) em atenção ao princípio federativo, a competência impositiva coincide exatamente com
o poder de exonerar, não havendo espaço para isenções heterônomas no ordenamento
jurídico nacional
(c) a atribuição de competência comum a todos os entes políticos para instituição de
tributos vinculados não causa conflitos de competência, pois seu exercício submete-se à
observância das regras de competência administrativa para a realização de serviços ou para
o exercício de atos de polícia, no caso das taxas, bem como à verificação da pessoa pública
realizadora da obra benéfica, em se tratando de contribuição de melhoria
(d) a União, além dos impostos que a Constituição lhe atribui de forma expressa, pode
instituir quaisquer outros, desde que o faça por lei complementar, atenda aos princípios da
não-cumulatividade e da anterioridade e não invada a competência impositiva dos Estados
e Municípios
(e) em caso de guerra externa ou sua iminência, a União pode instituir outros impostos
além dos que lhe atribui a Constituição, compreendidos ou não em sua competência
impositiva, afastado o requisito da anterioridade

3.7. Assinale a opção incorreta.

(a) O Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante não é taxa, mas sim
contribuição de intervenção no domínio econômico
(b) As normas do Decreto-Lei 406/68, relativas ao ISS, foram recepcionadas pela
Constituição de 1988
(c) A competência concorrente da União, dos Estados e do Distrito Federal, em matéria de
Direito Tributário, restringe-se à edição de normas gerais
(d) Em se tratando de débito fiscal declarado e não pago, é desnecessária a instauração de
procedimento administrativo para sua cobrança
(e) À vedação expressa no art. 150, III, b, da Constituição (cobrar tributo no mesmo
exercício em haja sido publicada a lei que o instituiu ou aumentou) tanto se pode dar o
nome de princípio da anterioridade como de princípio da anualidade

3.8. Sobre as imunidades tributárias, é incorreto afirmar que

(a) suprimem parcialmente a competência tributária, atuando de forma simultânea, e não


sucessiva no tempo, em relação à norma atribuidora de poder impositivo
(b) a imunidade dos livros, jornais, periódicos e do papel destinado à sua impressão é
objetiva, não abrangendo os impostos pessoais incidentes sobre os produtores e
comerciantes destes bens, como o imposto de renda da pessoa jurídica e o imposto predial
e territorial urbano
(c) todas as exportações de produtos brasileiros para o exterior são imunes à incidência do
ICMS, estornando-se, salvo determinação legal em contrário, os créditos acumulados nas
operações anteriores
(d) a imunidade intergovernamental recíproca, que impede a tributação, por um ente
político, do patrimônio, da renda e dos serviços dos demais, é limitada aos impostos, não
abrangendo as taxas e as contribuições de melhoria
(e) depende de regulamentação legal a imunidade ao imposto de renda e proventos de
qualquer natureza dos rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão, pagos pela
Previdência Social de qualquer dos entes políticos da federação, a pessoas maiores de
sessenta e cinco anos cuja renda total seja constituída exclusivamente de rendimentos do
trabalho

3.9. Na transmissão inter vivos, por ato oneroso, de direitos reais sobre imóveis,
juridicamente identificados como penhor, anticrese e enfiteuse, com relação ao imposto de
transmissão inter vivos de bens imóveis, há respectivamente:

(a) Não-incidência, não-incidência e incidência


(b) Incidência, não-incidência e incidência
(c) Incidência, incidência e não-incidência
(d) Não-incidência, incidência e não-incidência
(e) Incidência, incidência e incidência

3.10. Em 20-11-1991, foi publicada lei majorando as alíquotas dos seguintes tributos:
Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, Contribuição para a Seguridade Social e
Imposto sobre Operações de Seguro. As alíquotas majoradas podem ser aplicadas,
respectivamente:

(a) No exercício seguinte, 90 dias após e imediatamente


(b) No exercício seguinte, imediatamente e 90 dias após
(c) Imediatamente, 90 dias após e no exercício seguinte
(d) No exercício seguinte, 90 dias após e 90 dias após
(e) No exercício seguinte, no exercício seguinte e no exercício seguinte

3.11. Entidade beneficente de assistência social, sem fins lucrativos, que preencha os
requisitos para fruição de imunidade tributária, está sujeita:

(a) Às taxas, à contribuição de melhoria e à contribuição de seguridade social


(b) Aos impostos sobre o patrimônio, às taxas e à contribuição de seguridade social
(c) Às taxas e à contribuição de melhoria
(d) Às taxas e à contribuição de seguridade social
(e) À contribuição de melhoria e à seguridade social

3.12. Assinale a opção incorreta. As contribuições sociais:

(a) Não podem ser instituídas por Estados e Municípios


(b) Por parte dos empregadores, podem incidir sobre o lucro, o faturamento e sobre a folha
de salários
(c) Podem ser exigidas após 90 dias da data de publicação da lei que as houver instituído
ou aumentado
(d) Não se sujeitam ao princípio da irretroatividade do fato gerador (art. 150, III, a, da CF)
(e) Podem incidir sobre a receita de concursos de prognósticos
3.13. Assinale a assertiva correta:

(a) A União pode instituir isenções de tributos de competência dos Estados, do Distrito
Federal ou dos Municípios
(b) Qualquer anistia ou remissão tributária ou previdenciária só poderá ser concedida
mediante lei complementar
(c) A União, mediante lei complementar, poderá instituir, na iminência ou no caso de guerra
externa, impostos extraordinários, compreendidos ou não em sua competência tributária,
os quais serão suprimidos, gradativamente, cessadas as causas de sua criação
(d) Os Estados podem tributar a renda das obrigações da dívida pública de seus Municípios
se dela for avalista o Tesouro Estadual
(e) É vedado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença
tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou
destino

3.14. Assinale a assertiva correta:

(a) A União, os Estados e o Distrito Federal, mediante lei complementar, poderão instituir
empréstimo compulsório para atender a despesas extraordinárias decorrentes de
calamidade pública
(b) As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos
(c) Cabe à lei ordinária regular as limitações constitucionais ao poder de tributar
(d) A União, os Estados e o Distrito Federal, mediante lei complementar, poderão instituir
contribuições sociais ou de interesse de categorias profissionais ou econômicas como
instrumento de sua atuação nas respectivas áreas
(e) Os Municípios não poderão instituir contribuição, cobrada de seus servidores, para
custeio, em benefício destes, de sistemas de previdência e assistência social

3.15. Quanto às imunidades tributárias, é procedente afirmar que

(a) são reguladas exclusivamente mediante lei ordinária federal


(b) não se aplicam às taxas e contribuições sociais
(c) podem ser instituídas por intermédio de lei complementar
(d) são extensivas aos partidos políticos, no que se refere ao patrimônio, à renda e aos
serviços vinculados ou não a suas finalidades essenciais
(e) são normas constitucionais que colaboram no desenho das competências impositivas

3.16. O princípio da legalidade não se aplica, em toda a sua extensão,

(a) aos impostos de importação e exportação, imposto sobre produtos industrializados e


imposto extraordinário decorrente de guerra
(b) aos impostos de importação e exportação, ao imposto sobre produtos industrializados e
ao imposto sobre operações financeiras
(c) às taxas e contribuições de melhoria
(d) aos impostos de importação e exportação, imposto sobre produtos industrializados e
imposto extraordinário de guerra
(e) às taxas e contribuições sociais

3.17. Pela nova disciplina da concessão dos chamados "favores tributários", estabelecida no
art. 150, §6º da Constituição pela Emenda Constitucional nº 3, de 1993

(a) não pode ser concedida a remissão de um imposto em lei que trate de outros aspectos
desse imposto
(b) não pode ser concedida redução de base de cálculo de imposto sobre produtos
industrializados que trate exclusivamente desse imposto, porém não cuide de outros
favores fiscais
(c) uma anistia de imposto de renda somente pode ser concedida em lei que trate
exclusivamente de anistia ou exclusivamente de imposto de renda
(d) nenhuma isenção do imposto de importação pode ser concedida sem tratado ou
convenção internacional que assegure reciprocidade aos produtos brasileiros
(e) a compensação do crédito tributário somente pode ser disciplinada por lei específica
federal, estadual ou municipal, que regule exclusivamente esta matéria

3.18. Prédio de propriedade da União não pode ser submetido à incidência do imposto sobre
a propriedade predial e territorial urbana, por força do princípio constitucional da

(a) imunidade tributária objetiva


(b) isenção tributária
(c) imunidade tributária recíproca
(d) não diferenciação tributária
(e) isonomia tributária

3.19. Lei da União, publicada em 16 de janeiro de 1991, instituiu contribuição em favor da


seguridade social incidente sobre concurso de prognósticos. É correto afirmar que essa
contribuição

(a) é exigível 45 dias após a data da publicação da lei


(b) só poderá ser exigida 90 dias após a data da publicação da lei instituidora
(c) pode ser exigível a partir da publicação da lei que a criou
(d) é inconstitucional, pois falece competência à União para instituí-la
(e) terá eficácia somente a partir do exercício financeiro seguinte ao de sua instituição, em
face do princípio da anterioridade da lei

3.20. O Poder Executivo, atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei, pode


alterar as alíquotas dos seguintes tributos:

(a) IR, IPI, II e IE


(b) ITR, IOF, II e IE
(c) IOF, IPI, II e IE
(d) II, IE, ICMS e ISS
(e) empréstimo compulsório, II, IE e IPI

3.21. Lei federal, que fixa alíquotas aplicáveis ao imposto sobre produtos industrializados,
estabeleceu que a alíquota referente a navios produzidos no Estado do Rio de Janeiro é de
1%, e a dos produzidos no resto do País, 8%. Tal disposição vulnera o princípio
constitucional da

(a) seletividade do imposto sobre produtos industrializados


(b) uniformidade geográfica da tributação
(c) liberdade de trânsito
(d) capacidade contributiva
(e) não discriminação entre a procedência e destino do produto

3.22. A vedação de estabelecer limitações ao tráfego interestadual de mercadorias refere-se


a:

(a) taxa
(b) multa
(c) tributo
(d) imposto
(e) pedágio

3.23. Para a cobrança de taxas, não se poderá(ão) utilizar:

(a) alíquotas que serviram para a incidência de impostos


(b) base de cálculo, seja qual for o tipo de serviço público prestado
(c) alíquotas, seja qual for o exercício de poder de polícia manifestado
(d) denominação que serviu para identificação de outras taxas
(e) base de cálculo que tenha servido para a incidência de impostos

3.24. Determinado órgão público da União não paga (por permissão jurídica) à Prefeitura
Municipal X a taxa de coleta de lixo e limpeza pública, embora o serviço seja regularmente
prestado e a taxa legalmente instituída, porque é pessoa:

(a) isenta por lei municipal


(b) isenta por decreto municipal
(c) constitucionalmente imune
(d) isenta por lei complementar federal
(e) isenta por lei complementar federal ou municipal

3.25. A chamada imunidade recíproca, que beneficia a União, os Estados, o Distrito Federal
e os Municípios, não impede que uma dessas pessoas de direito público interno lance sobre
as outras:

(a) todos os tributos de sua competência, excetuadas as taxas


(b) taxas e contribuições de melhoria
(c) impostos sobre a renda, patrimônio, produção e circulação
(d) impostos sobre os serviços, produção e circulação e comércio exterior
(e) importação, IPI, exportação e IOF

(NOVO) 3.26. (OAB/DF/2004) A tão falada reforma tributária, que deveria ser aprovada
como forma de simplificar o Sistema Tributário Nacional, reduzir a carga tributária e, com
isto, diminuir a sonegação fiscal, resultou, somente, numa tímida edição de mais uma
Emenda Constitucional, a de n° 42. Dentre as vantagens para o contribuinte, está a
vedação de se cobrar tributos antes de decorridos noventa dias da data da publicação da lei
que os instituiu ou aumentou. Todavia, existem três impostos que, de acordo com a citada
Emenda, mesmo estando sujeitos ao Princípio da Anterioridade, não estão sujeitos a essa
noventena: um deles totalmente excetuado e dois outros excetuados, apenas, no que
concerne à fixação da base de cálculo. Assinale a alternativa correta em que esses três
impostos se encontram:

(a) ISS, ICMS, ITBI;


(b) ITBI, ITCD, IR;
(c) IR, IPVA, IPTU;
(d) ICMS, IPVA, IOF.

(NOVO) 3.27. (OAB/DF/2004) De acordo com a Constituição Federal, é correto afirmar:

(a) Sobre o salário de R$10.000,00, do Pastor da Igreja Evangélica “Valha-me Deus” não
incide Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza, em virtude de imunidade
tributária;
(b) Sobre os terrenos pertencentes à Universidade de Brasília, localizados no Plano Piloto de
Brasília, utilizados nas suas finalidades essenciais, não incide IPTU, em virtude de
imunidade tributária;
(c) Os sindicatos dos trabalhadores estão sujeitos ao pagamento do IPVA, IPTU e ITR,
incidentes sobre os automóveis e terrenos urbanos e rurais de sua propriedade, mesmo que
vinculados a suas finalidades essenciais, uma vez que não gozam de imunidade tributária;
(d) As Representações Diplomáticas acreditadas em Brasília, desde que haja reciprocidade
entre seus Países e o Brasil, não pagam IPTU e IPVA sobre seus imóveis e automóveis, em
virtude de imunidade tributária.

(NOVO) 3.28. (OAB/DF/2004) No que concerne à imunidade e à isenção, é correto afirmar:

(a) Sobre os veículos automotores pertencentes ao Corpo Diplomático acreditado no Brasil


não incide IPVA, em virtude de imunidade tributária;
(b) Sobre a “Fazenda Fome Zero”, de propriedade da EMBRAPA, uma empresa pública,
pertencente à União, que desenvolve pesquisa agropecuária, não incide ITR, em virtude de
imunidade tributária;
(c) Sobre o prédio vinculado à finalidade essencial da Fundação Cultural de Cajazeiras-PB,
instituída e mantida por aquele município, não incide o IPTU, em virtude de imunidade
tributária;
(d) Sobre produtos industrializados destinados ao exterior não incide IPI, em virtude de
isenção tributária.

(NOVO) 3.29. (MPF/2002) Na Constituição Federal vigente, no tocante aos tributos, foi
adotada a política legislativa de:

(a) competência residual concorrente entre as pessoas de direito público interno nos três
níveis;
(b) competência residual reservada privativamente à União
(c) sistema igual ao da Constituição anterior no pertinente ao poder de isentar tributos;
(d) competência não partilhada entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios
para instituir contribuição de melhoria

(NOVO) 3.30. (TRF/3a. Região/1998) Compete aos Estados, ao Distrito Federal e aos
Municípios instituir:

(a) contribuição de intervenção no domínio econômico, definida em lei complementar;


(b) contribuição, cobrada de seus servidores, para o custeio, em benefício destes, de
sistemas de previdência e assistência social;
(c) contribuição social, dos empregadores, incidente sobre o lucro, que só poderá ser
exigida após decorridos noventa dias da data da publicação da lei que a houver instituído ou
modificado;
(d) imposto extraordinário, em caso de calamidade pública ou iminência, com aplicação dos
recursos vinculados à despesa que fundamentou sua instituição

(NOVO) 3.31. (TRF/3a. Região/1998) Nos termos da Constituição Federal, não gozam de
competência tributária:

(a) os Estados, porque não são dotados de Poder Legislativo próprio;


(b) o Distrito Federal, desde a entrada em vigor do texto de 1988;
(c) os Territórios Federais, porque não são dotados de Poder Legislativo próprio;
(d) os Municípios, porque não são dotados de autonomia política

(NOVO) 3.32. (TRF/5a. Região/1999) Em nosso sistema tributário, são isentas da Cofins
(COntribuição para o Financiamento da Seguridade Social) as receitas auferidas por:

(a) entidades educacionais privadas sem fins lucrativos


(b) partidos políticos
(c) editoras de livros, jornais e revistas
(d) entidades beneficentes de assistência social
(e) concessionárias de serviço público
(NOVO) 3.33. (TRF/5a. Região/2001) Em nosso sistema tributário, é correto afirmar que:

(a) alguns impostos federais não precisam observar o princípio da legalidade para aumento
das respectivas alíquotas
(b) o imposto aumentado em determinado ano pode ser cobrado no mesmo exercício
financeiro
(c) todas as receitas tributárias devem observar o princípio da legalidade
(d) os tributos e multas são prestações pecuniárias compulsórias de caráter sancionatório
(e) o princípio da capacidade contributiva é inaplicável às multas fiscais e tarifas

(NOVO) 3.34. (TRF/3a. Região/2001) Considerando as limitações constitucionais ao poder


tributante, é correto afiançar que a legislação tributária deve observar:

(a) limitações ao tráfego de pessoas e bens, por meio de tributos interestaduais ou


intermunicipais, inclusive a cobrança de pedágio pela utilização das vias
(b) limitações ao tráfego de pessoas e bens, por meio de tributos federais, ressalvada a
cobrança de pedágio pela utilização das vias
(c) normas esclarecedoras aos consumidores quanto aos impostos que incidam sobre
mercadorias e serviços
(d) isenções instituídas pela União de tributos da competência dos Estados, para evitar a
"guerra fiscal", mas não quanto aos tributos das competênciasdo Distrito Federal e dos
Municípios

(NOVO) 3.35. (MPF/1999) Ao estabelecer que ficam excluídas do pagamento de certo


imposto alguma ou algumas categorias de pessoas, em certas circunstâncias, a norma
tributária:

(a) é considerada válida


(b) viola o princípio da uniformidade da tributação
(c) constitui limite ao poder constitucional de tributar
(d) atenta contra o princípio fundamental da isonomia

(NOVO) 3.36. (OAB/CE/2002) São princípios gerais do sistema tributário nacional:

I. As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos.


II. Cabe à lei complementar regular as limitações constitucionais ao poder de tributar.
III. Sempre que possível os impostos terão caráter pessoal e não serão graduados segundo
a capacidade econômica do contribuinte.
IV. Compete à União e ao Distrito Federal instituir contribuições sociais, de intervenção no
domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas.

Das afirmativas acima, são corretas:

(a) I e II;
(b) I, II e III;
(c) I e IV;
(d) II, III e IV.
(NOVO) 3.37. (OAB/GO/1998) Assinale a assertiva correta:

(a) A União pode conceder isenção tributária de tributos instituídos pelos Estados e
Municípios.
(b) Os tributos não-cumulativos só podem ser instituídos pelos Estados-Membros.
(c) A não-submissão ao princípio da não-surpresa (anterioridade tributária) somente é
permitida a determinados tributos de competência institutiva da União.
(d) Fato gerador equivale o fato imponível tributário se se tratar de tributos federais.

(NOVO) 3.38. (OAB/GO/1999) Assinale a assertiva correta:

(a) O princípio da anualidade da lei tributária é constitucional.


(b) O princípio da anterioridade da lei tributária é constitucional.
(c) Os prêmios lotéricos são contemplados com imunidade tributária.
(d) I.P.I. e I.C.M.S. são tributos de fatos geradores e incidências cumulativas.

(NOVO) 3.39. (OAB/MG/1997) Sobre as imunidades tributárias, é correto afirmar que:

(a) A imunidade dos templos de qualquer culto (CF, art. 150,VI, b) não beneficia as
religiões pentecostais e afro-brasileiras, uma vez que o curandeirismo e o charlatanismo
são crimes definidos no Código Penal.

(b) Constituem limitações ao poder de tributar, diferindo dos princípios constitucionais


tributários na medida em que estes definem a forma de exercício válido e regular da
competência, enquanto aquelas são regras parciais de não competência.

(c) Em virtude da hierarquia própria da forma federal de Estado, a União pode instituir
impostos sobre o patrimônio, a renda e os serviços de Estados e Municípios, mas a
recíproca não é verdadeira.

(d) Constitui imunidade tributária a vedação constitucional à cobrança de tributos em


relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver
instituido ou aumentado (CF, art. 150, III, a).

(NOVO) 3.40. (OAB/MG/2000) Se o Município de Poço Fundo decidir não cobrar mais o
imposto sobre Transmissão Inter Vivos, ele poderá:

(a) renunciar à competência tributária concedida, através de lei expressa, aprovada pela
Câmara Municipal;
(b) fazê-lo, simplesmente, não se utilizando da competência tributária concedida;
(c) delegar tal competência para a União Federal, através de lei específica;
(d) delegar tal competência para uma entidade pública, de comum acordo com a União e os
Estados Brasileiros, que d deverão elaborar norma jurídica autorizativa.

(NOVO) 3.41. (OAB/MG/2004) Assinale a alternativa CORRETA:

(a) as entidades sindicais patronais gozam de imunidade quanto a impostos sobre


patrimônio, renda e serviços.
(b) a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não podem cobrar quaisquer
tributos uns dos outros, em razão de imunidade.
(c) as entidades educacionais sem fins lucrativos são sempre imunes a impostos sobre
renda, patrimônio e serviços.
(d) os livros e revistas são imunes, independentemente de seu conteúdo.
(NOVO) 3.42. (OAB/MG/1997) A competência tributária no Brasil:

(a) É fixada exclusivamente pela Constituição Federal.


(b) Pode ser alterada, em casos específicos, por lei complementar.
(c) Em relação aos Estados pode ser ampliada pela Constituição Estadual.
(d) Em relação aos Municípios, pode ser modificada por disposições expressas da Lei
Estadual Orgânica dos Municípios.

(NOVO) 3.43. (OAB/MG/1997) Se em Julho de 1979, um decreto do Prefeito Municipal


majora as alíquotas do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, determinando que as
novas alíquotas atinjam todos os fatos geradores ocorridos antes de sua vigência:

(a) aplica-se o Decreto (de 1979) aos fatos geradores ocorridos a partir de 1979
(inclusive);
(b) aplica-se o Decreto (de 1979) apenas a partir do exercício de 1980, por força do
princípio da anualidade;
(c) aplica-se a Lei anterior a todos os fatos geradores ocorridos antes ou depois de 1979,
pois a majoração desse tributo, feito por decreto, não tem validade;
(d) aplica-se o Decreto (de 1979) a todos os fatos geradores ocorridos antes ou depois de
1979, pois assim o determina o ato do Prefeito Municipal.

(NOVO) 3.44. (OAB/MG/2003) Sobre as exonerações tributárias, assinale a afirmativa


CORRETA:

(a) existe imunidade de Imposto sobre transmissão “ causa mortis” e doação de quaisquer
bens ou direitos, nas doações de bens imóveis de ascendentes para descendentes, como
adiantamento de legítima.
(b) a imunidade dos livros, jornais, periódicos e do papel destinado a sua impressão veda a
tributação dos lucros da editora pelo imposto de renda.
(c) o despacho da autoridade administrativa que defere isenção em caráter individual gera
direito adquirido, nos termos do CTN.
(d) o instituto da imunidade, na Constituição de 1988, não é específico dos impostos,
havendo imunidades que atingem tributos de outras espécies.

(NOVO) 3.45. (OAB/MG/2000) O Estado de Minas Gerais exige uma taxa da Universidade
Federal de Minas Gerais, em decorrência de serviço prestado à instituição de ensino. Tal
exigência é:

(a) inconstitucional pois a Universidade Federal de Minas Gerais é imune à tributação;


(b) perfeitamente legal, desde que tenha sido anteriormente prevista em lei;
(c) é ilegal, uma vez que a Universidade Federal de Minas Gerais não é uma pessoa
jurídica;
(d) é inconstitucional pois a Universidade Federal de Minas Gerais é uma instituição de
ensino de utilidade pública federal.

(NOVO) 3.46. (OAB/PE) O princípio da anterioridade da lei tributária refere-se a:

(a) segurança jurídica;


(b) moralidade;
(c) publicidade;
(d) devido processo legal.
(NOVO) 3.47. (OAB/PE) 09) Assinale a resposta INCORRETA:

As leis que instituem tributos e contribuições sociais somente entram em vigor quando
observados os princípios inscritos na Constituição, a saber:

(a) o princípio da estrita legalidade, pelo que se entende somente ser possível instituir
tributos com base em lei formal, ressalvando-se os decretos de aumento de alíquotas em
situações especificadas;
(b) o princípio da irretroatividade tributária, não podendo ser cobrados tributos relativos a
fatos geradores anteriores à lei de sua criação;
(c) o princípio da anualidade, não podendo ser cobrados tributos que não estejam
autorizados pela lei orçamentária;
(d) o princípio da anterioridade, isto é, não podem ser cobrados tributos no mesmo
exercício em que foi publicada a lei que os criou ou aumentou, salvo no caso das
contribuições sociais, que poderão ser exigidas após decorridos noventa dias da data da
publicação da lei que as houver instituído ou modificado.

(NOVO) 3.48. (OAB/SP) O Município é pessoa jurídica de direito público interno, dotada, nos
termos da Constituição Federal, de competência legislativa própria e exclusiva. Assim,
pode-se afirmar com relação aos Municípios, que:

(a) tão-somente os governos federal e estadual podem intervir no exercício da competência


tributária dos municípios, uma vez que, não obstante serem dotados de competência
legislativa própria, devem abrir mão de seus tributos diante de lei federal ou estadual,
hierarquicamente superiores, que assim o estabeleça;
(b) nem o governo federal, ou tão pouco qualquer tratado internacional, pode obrigar os
Municípios a deixar de instituir tributos que são abrangidos por sua competência tributária;
(c) os Municípios possuem competência de caráter residual, de forma que podem criar todo
e qualquer tributo que não esteja reservado às competências exclusivas da União, dos
Estados e do Distrito Federal;
(d) os Municípios foram alçados pela Lei Maior à posição de pessoas políticas, como os
Estados e o Distrito Federal, sendo certo que não podem livremente disciplinar os assuntos
de interesse local, inclusive os que concernem à instituição e arrecadação dos tributos de
sua competência.

(NOVO) 3.49. (OAB/SP) Se um tributo é criado em 20 de agosto de 1997, é certo que só


poderá ser cobrado em:

(a) 31 de dezembro do mesmo ano, eis que, via de regra, os tributos devem ser cobrados
no mesmo exercício financeiro que haja sido publicada a lei que os instituiu;
(b) 1999, já que os tributos só podem ser cobrados pelo menos dois anos após a lei que os
instituiu, já que o princípio da anualidade não foi adotado pelo atual Constituição Federal;
(c) 1º de janeiro de 1998, porque a lei que cria ou aumenta um tributo, ao entrar em vigor,
fica com sua eficácia paralizada, até o início do próximo exercício financeiro, quando poderá
então incidir e produzir efeitos na ordem jurídica;
(d) a qualquer momento, pois a própria lei que cria um determinado tributo deve
expressamente especificar o momento oportuno para que se efetue a sua cobrança, para
que os contribuintes saibam com antecedência o momento exato que deverão ter de
recolhê-lo.

(NOVO) 3.50. (OAB/SP) A União Federal institui contribuição social cujos fato gerador e
base de cálculo são os mesmos de um imposto de sua competência. Considera-se essa
contribuição
(a) constitucional, por não haver vedações constitucionais quanto à utilização de mesmos
fato gerador e base de cálculo, em se tratando de contribuições sociais e impostos.
(b) inconstitucional, por incidir sobre o mesmo fato gerador de um imposto.
(c) inconstitucional, por ser calculada sobre a mesma base imponível de um imposto.
(d) inconstitucional, por representar bitributação.

(NOVO) 3.51. (OAB/RJ) Toda vez que a Constituição Federal estabelece que determinado
imposto “não incide” é correto afirmar que estamos diante de um caso de:

(a) Imunidade;
(b) Isenção;
(c) Remição;
(d) Remissão;

(NOVO) 3.52. (OAB/SP) A partir da promulgação da Emenda Constitucional no 32/01, as


Medidas Provisórias

(a) não podem instituir ou majorar tributos, em nenhuma hipótese.


(b) podem instituir impostos ou aumentar as alíquotas previstas em lei, desde que a
respectiva cobrança só tenha lugar no exercício seguinte ao da sua conversão em lei.
(c) podem instituir ou majorar impostos, desde que a respectiva cobrança tenha lugar
apenas no exercício seguinte ao da sua edição e que sejam convertidas em lei no prazo
máximo de 60 (sessenta) dias.
(d) podem aumentar a alíquota de quaisquer impostos ou contribuições, para serem
cobrados imediatamente, excluindo-se apenas os impostos de competência dos Estados.

(NOVO 3.53. (OAB/SP) Determinado Estado da União exige, para a entrada, em seu
território, de mercadorias advindas de outros Estados, o pagamento prévio do ICMS,
convencionando pautas fiscais de valor para a cobrança do imposto e permitindo a sua
repetição na hipótese da não-venda de tais mercadorias. Essa exigência é

(a) legal, pois os Estados têm o direito de precaver-se contra a hipótese de sonegação do
ICMS devido quando da venda posterior das mercado- rias.
(b) legal, pois apenas está antecipando a cobrança de um imposto devido.
(c) ilegal, pois a antecipação de tributo é proibida.
(d) ilegal, pois com isso está impedindo a livre circulação de mercadorias, discriminando-as
em face da sua procedência.

(NOVO) 3.54. (OAB/SP) É matéria excluída do princípio da reserva legal

(a) a definição do fato gerador do tributo.


(b) a fixação da alíquota e da base de cálculo do tributo.
(c) a concessão de isenções e anistias.
(d) a definição da data de pagamento do tributo.

(NOVO) 3.55. (OAB/SP) Em 1998, a União Federal, com a finalidade de regular o comércio
exterior, criou lei isentando alguns produtos do imposto de importação, do imposto sobre
produtos industrializados e do imposto sobre operações relativas à circulação de
mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de
comunicação. Tal procedimento

(a) é legal, pois cabe à União Federal legislar sobre comércio exterior.
(b) é legal, pois a União Federal, desde que isente dos seus impostos as importações no
interesse da regulação do comércio exterior, pode também isentar do ICMS.
(c) é inconstitucional, pois estaria ferida a autonomia tributária dos Estados.
(d) é ilegal, pois a União Federal não pode isentar impostos estaduais.

(NOVO) 3.56. (OAB/SP) A Lei nº 9.960, de 28.01.2000, instituiu a Taxa de Fiscalização


Ambiental – TFA, que passaria a incidir imediatamente, tendo como fato gerador a atividade
desenvolvida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
– IBAMA, com vistas ao controle de pessoas físicas ou jurídicas potencialmente poluidoras.
É possível sustentar a ilegitimidade dessa exação e obter a restituição do valor porventura
já pago no exercício de 2000, a partir, dentre outros, do seguinte fundamento:

(a) a lei ordinária não é veículo idôneo para a instituição de taxas.


(b) é inadmissível a instituição de taxas, cujo fato gerador seja a fiscalização da atividade
particular.
(c) é inadmissível a cobrança de taxas, no mesmo exercício financeiro da lei que a instituiu.
(d) é vedada a cobrança de taxas, para financiamento de atividades desenvolvidas por
órgãos da administração indireta.

SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL. IMPOSTOS DA UNIÃO, DOS ESTADOS, DO DISTRITO


FEDERAL E DOS MUNICÍPIOS. REPARTIÇÃO DAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS

4.1. Considere os seguintes impostos:

I - de importação
II - sobre a transmissão causa mortis
III - sobre a transmissão de imóveis inter vivos

Os tributos em questão competem respectivamente,

(a) à União, aos Municípios e aos Estados


(b) aos Municípios, aos Estados e à União
(c) aos Estados, à União e aos Municípios
(d) aos Estados, aos Municípios e à União
(e) à União, aos Estados e aos Municípios

4.2. No sistema da Constituição de 1988 o IPI se distingue do ICMS

(a) por serem espécies tributárias distintas


(b) pela aplicação diferenciada do princípio da irretroatividade
(c) pelos diferentes instrumentos normativos utilizados para instituição de um e de outro
(d) pela obrigatoriedade de observância da seletividade para um e facultatividade para o
outro
(e) pela obrigatoriedade da aplicação da técnica da não-cumulatividade para um e
facultatividade para o outro
4.3. É competência dos Municípios a instituição de impostos sobre o seguinte fato:

(a) transmissão "causa mortis" de bens ou direitos


(b) cessão de direitos de aquisição de imóveis
(c) serviços intermunicipais de transporte
(d) proventos de funcionários municipais
(e) propriedade territorial rural

4.4. O imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza é informado pelo critério da:

(a) generalidade
(b) regressividade
(c) impessoalidade
(d) seletividade
(e) não-cumulatividade

4.5. A empresa Aurum Ltda importou dos Estados Unidos da América uma tonelada de ouro
definido em lei como ativo financeiro. Esta importação está sujeita ao:

(a) IOF
(b) II
(c) IPI
(d) ICMS
(e) Imposto sobre grandes fortunas

4.6. Qual dos seguintes elementos está relacionado com o caráter pessoal do Imposto de
Renda:

(a) proporcionalidade
(b) não-cumulatividade
(c) seletividade
(d) anterioridade
(e) deduções

4.7. Assinale o tributo cuja receita não é submetida a nenhuma repartição de natureza
constitucional:

(a) ITR
(b) II
(c) ICMS
(d) IPVA
(e) IOF, incidente sobre o ouro definido em lei como ativo financeiro ou instrumento
cambial
4.8. Com relação ao Fundo de Participação dos Municípios é correto afirmar que:

(a) é constituído por vinte e um inteiros e cinco décimos do produto da arrecadação do IR e


do IPI
(b) seus recursos são rateados segundo critérios estabelecidos por resolução do Senado
Federal
(c) o Banco Central do Brasil credita, mensalmente, as quotas devidas aos Municípios
(d) o cálculo de suas quotas compete ao Tribunal de Contas da União
(e) quatro por cento da totalidade de seus recursos são destinados à formação de uma
reserva

4.9. Pertencem aos Municípios:

(a) 100% da arrecadação do IR, incidente na fonte sobre rendimentos pagos, a qualquer
título, pelos Estados, suas autarquias e pelas autarquias e pelas fundações que instituírem e
mantiverem
(b) 20% do produto da arrecadação dos impostos que a União instituir no exercício de sua
competência residual
(c) 50% do produto da arrecadação do ITR, relativamente aos imóveis neles situados
(d) 20% do produto da arrecadação do IPVA em relação aos veículos licenciados em seus
territórios
(e) 50% dos recursos entregues pela União aos Estados, proporcionalmente ao valor das
respectivas exportações de produtos industrializados

4.10. Assinale a resposta correta considerando as assertivas abaixo:

I - Os Municípios podem dispensar, mediante lei, o pagamento de 50% de IPVA,


considerando que é a parte que lhes cabem na repartição da receita do tributo;
II - Os proprietários de imóveis rurais podem recolher o ITR mediante pagamento de 50%
do valor devido à União e os outros 50% ao Município onde o imóvel estiver situado;
III - As contribuições de seguridade social novas (exercício da competência residual para
este tipo de tributo) devem ter 20% do produto de suas arrecadações transferidos para os
Estados e o Distrito Federal.

(a) todas as afirmações estão corretas


(b) somente a primeira afirmação é correta
(c) as duas primeiras afirmações são corretas
(d) somente a terceira afirmação é correta
(e) todas as afirmações estão incorretas

(NOVO) 4.11. (ESAF/2005) Considerando o que decorre do sistema constitucional tributário


brasileiro, julgue os itens a seguir, e marque com (V) a assertiva verdadeira e com (F) a
falsa, assinalando ao final a opção correspondente.

( ) A progressividade do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana pode ser


estipulada em função da subutilização doi solo urbano
( ) As alíquotas máximas do Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza são estipuladas
por lei complementar

( ) A chamada "competência residual da União" consiste na possibilidade de instituir


imposto não cumulativo, podendo, eventualmente, a base de cálculo desse ser a mesma de
outro, já prevista na Constituição

( ) A medida provisória que majore contribuição para o financiamento da Previdência Social


somente poderá surtir efeitos no exercício seguinte se convertida em lei até o último dia do
exercício precedente

a) V V F V
b) F F V F
c) V F V F
d) F V F F
e) V F F V

(NOVO) 4.12. (TRF/3a. Região/1999) Nos termos da COnstituição, poderá ser progressivo
no tempo:

(a) o imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza


(b) o imposto sobre grandes fortunas
(c) o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana
(d) o pedágio

(NOVO) 4.13. (TRF/3a. Região/2001) A regra da seletividade em função da essencialidade


dos produtos onerados pelo IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) será contrastada
pela legislação que lhe institui alíquotas quando:

(a) as alíquotas forem menores aos produtos destinados a sobrevivência das pessoas
(b) as alíquotas forem maiores aos produtos supérfluos
(c) as alíquotas forem mais elevadas em relação aos produtos de primeira necessidade
(d) as alíquotas forem menos elevadas em relação aos produtos que integrama denominada
"cesta básica" do trabalhador

(NOVO) 4.14. (TRF/4a. Região/1999) Considerar as seguintes afirmações, assinalando,


adiante, a alternativa correta:

O depósito de ouro, em cofres mantidos por bancos comerciais, destinado a servir como
insumo industrial, é fato gerador do:

I - Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), porque o ouro é um ativo financeiro

II - Imposto de Renda, porque evidencia sinais exteriores de riqueza

III - Imposto sobre operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de


Serviços de Transporte Interestadual e de Comunicações (ICMS), porque o depósito é uma
operação de circulação

(a) apenas a alternativa I está correta


(b) apenas a alternativa III está correta
(c) apenas as alternativas I e III estão corretas
(d) as três alternativas estão incorretas

(NOVO) 4.15. (TRF/5a. Região/1999) Nos termos do art. 153, parágrafo terceiro, III da CF,
o IPI não incidirá sobre produtos industrializados destinados ao exterior. Tecnicamente, o
dispositivo contempla uma hipótese de:

(a) isenção tributária


(b) não-incidência tributária
(c) anistia fsical
(d) remissão tributária
(e) imunidade tributária

(NOVO) 4.16. (OAB/CE/2004) Qual dos serviços abaixo indicados está fora do âmbito de
incidência do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza?

(a) Serviços de estacionamento.


(b) Advocacia.
(c) Serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.
(d) Exibições cinematográficas.

(NOVO) 4.17. (OAB/MG/1999) Assinale a única opção correta:

Cabe à lei complementar federal:

(a) fixar as alíquotas máximas do imposto municipal incidente sobre serviços de qualquer
natureza;
(b) disciplinar as limitações constitucionais, criando e extinguindo imunidades
(c) conceder isenção de tributo estadual ou municipal;
(d) fixar, nas operações interestaduais, as alíquotas do imposto estadual sobre operações
de circulação de mercadoria e serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de
comunicação (ICMS)

(NOVO) 4.18. (OAB/MG/1997) Assinalar a afirmação correta:

Se um advogado, inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil, é assessor jurídico de


determinada empresa e professor em estabelecimento de ensino superior, mantendo em
ambas as atividades relação de emprego, em regime de trabalho subordinado:

(a) dá-se o fato gerador do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza que incidirá
sobre cada espécie de atividade do contribuinte;
(b) dá-se o fato gerador do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, que, no entanto,
incidirá uma única vez, sobre a atividade “preponderante” do contribuinte;
(c) dá-se o fato gerador do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, mas nada deve
o advogado pagar, pois só pessoa jurídica é contribuinte do imposto;
(d) não se dá o fato gerador do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, nada
devendo-se pagar com relação a esse tributo.

(NOVO) 4.19. (OAB/PB/2004) Qual dos serviços abaixo indicados está fora do âmbito de
incidência do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza?

(a) Serviços de estacionamento.


(b) Advocacia.
(c) Serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.
(d) Exibições cinematográficas.

(NOVO) 4.20. (OAB/RJ) Incidem sobre a produção e a circulação de bens e serviços:

(a) O imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, o imposto sobre importação
de produtos estrangeiros e o imposto sobre exportação, para o exterior, de produtos
nacionais ou nacionalizados;
(b) O imposto sobre produtos industrializados, o imposto sobre serviços de qualquer
natureza e o imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre
prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicações;
(c) O imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, o imposto sobre a
propriedade territorial rural e o imposto sobre operações relativas à circulação de
mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e
de comunicações;
(d) O imposto sobre a propriedade territorial rural, o imposto sobre a transmissão causa
mortis e doação, de quaisquer bens ou direito e o imposto sobre transmissão inter vivos, a
qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis.;

(NOVO) 4.21. (OAB/SP) João decide adquirir automóvel importado e, para isso, promove
em nome próprio a importação. João não é empresário, nem contribuinte habitual do
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Nessa hipótese, incide sobre a
operação imposto

(a) de Importação e Imposto sobre Produtos Industrializados.


(b) de Importação e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.
(c) sobre Produtos Industrializados e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.
(d) de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados e Imposto sobre Circulação de
Mercadorias e Serviços.

(NOVO) 4.22. (OAB/SP) Determinada prefeitura, tendo aprovado um projeto de loteamento


de áreas de lazer (sítios de recreação) sitas na zona rural de seu município, sobre as
mesmas lançou o imposto predial e territorial urbano. Esse procedimento é

(a) ilegal, pois as prefeituras não têm competência para tributar imóveis na zona rural,
ainda que dos seus municípios.
(b) ilegal, pois a competência para tributar imóveis fora da zona urbana dos municípios é
dos Estados Federados.
(c) legal, pois a aprovação, pela prefeitura, de projeto de loteamento de sítios de recreação,
ainda que na zona rural do município por ela gerido, coloca tais áreas sob sua competência
tributária.
(d) legal, pois as prefeituras têm competência para tributar imóveis na zona rural dos seus
municípios.
(NOVO) 4.23. (OAB/SP) Determinada indústria consome parte dos produtos por ela
industrializados. Neste caso, há incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados?

(a) Não, pois o seu fato gerador é a saída dos produtos industrializados do estabelecimento
industrial.
(b) Não, pois não houve alienação dos produtos industrializados a terceiros.
(c) Sim, pois ocorreu o consumo dos produtos industrializados.
(d) Sim, porque houve circulação econômica dos produtos industrializados.

(NOVO) 4.24. (OAB/SP) Caio, contribuinte do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), é
proprietário de um imóvel sobre o qual foi edificada uma construção clandestina. Em 1997,
a Prefeitura Municipal descobriu a nova edificação e realizou a revisão do lançamento, do
imposto pago no exercício de 1996, lançando, então, a diferença de imposto apurada. Esse
lançamento complementar

(a) não é possível, porque o lançamento do IPTU não pode ser revisto sob alegação de erro
de fato.
(b) não é possível, porque não cabe revisão do lançamento de ofício.
(c) é possível, porque o contribuinte tinha o dever de comunicar à Prefeitura a edificação
realizada.
(d) é possível, porque em regra os tributos podem ser cobrados retroativamente.

LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA. HIERARQUIA. CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL. VIGÊNCIA E


APLICAÇÃO DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA. INTERPRETAÇÃO E INTEGRAÇÃO DA
LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

5.1. Sobre os decretos executivos federais, podemos afirmar que são

a. ( ) veículos normativos privativos do Legislativo para aprovação, entre outras coisas, dos
tratados e convenções internacionais celebrados pelo Presidente da República
b. ( ) atos normativos de competência privativa do Presidente da República com força de
lei, próprios para o aumento das alíquotas do IPI, IE, IR e IOF
c. ( ) veículos normativos do Presidente da República para aprovação, entre outras coisas,
dos tratados e convenções internacionais celebrados pelos Ministros de Estado
d. ( ) veículos normativos com força de lei, idôneos para instituir impostos extraordinários
na iminência ou no caso de guerra externa
e. ( ) veículos normativos que se prestam à aprovação dos regulamentos dos impostos
federais

5.2. Lei tributária que, simultaneamente, (a) disponha sobre suspensão do crédito
tributário, (b) sobre dispensa do cumprimento de obrigações acessórias (c) e que defina
infrações, esta última em caso de dúvida quanto à extensão dos efeitos do fato, interpreta-
se:

a.( ) analogicamente, extensivamente e de maneira mais favorável ao acusado


b.( ) literalmente, extensivamente e analogicamente
c.( ) extensivamente, literalmente e analogicamente
d.( ) literalmente, extensivamente e de maneira mais favorável ao acusado
e.( ) literalmente, literalmente e de maneira mais favorável ao acusado

5.3. Para aprovar um tratado, convenção ou ato internacional destinado a evitar a dupla
tributação em matéria de imposto sobre rendimentos, o instrumento necessário, segundo
decorre dos termos da Constituição da República, da praxe e das normas de direito interno,
é

a.( ) o decreto legislativo


b.( ) a emenda constitucional
c.( ) a lei delegada
d.( ) a lei ordinária
e.( ) a assinatura da minuta pelos representantes plenipotenciários

5.4. Na hipótese de o aplicador de lei tributária que comina penalidades ficar em dúvida
quanto à graduação da pena, deverá interpretar a norma, em relação ao acusado, de modo

a.( ) analógico
b.( ) benigno
c.( ) equitativo
d.( ) literal
e.( ) integrado

5.5. São matérias sob estrita reserva de lei complementar

a.( ) a criação de empréstimos compulsórios e do salário-educação


b.( ) a instituição de contribuições sociais residuais (art. 195 § 4º da Constituição) e de
impostos extraordinários
c.( ) a instituição de impostos extraordinários de guerra, do imposto sobre grandes fortunas
e dos empréstimos compulsórios
d.( ) a fixação das alíquotas dos impostos de importação, exportação sobre operações
financeiras e sobre produtos industrializados
e.( ) a criação de impostos baseados na competência residual da União, de empréstimos
compulsórios e do imposto sobre grandes fortunas

5.6. Os tratados internacionais que versem sobre matéria tributária, para produzirem
efeitos no nosso ordenamento jurídico (direito interno), devem, depois de celebrados pelo
Presidente da República

a. ( ) ser ratificados pelo Conselho de Segurança Nacional, por meio de portaria


b. ( ) ser ratificados pelo Congresso Nacional, por meio de decreto legislativo
c. ( ) ser ratificado, pelo Senado Federal, por meio de resolução
d. ( ) ou por funcionário ("lato sensu") por este designado, ser ratificado pelo Congresso
Nacional, por meio de Lei Complementar
5.7. Determina o Código Tributário Nacional que, salvo disposição em contrário, os atos
normativos expedidos pelas autoridades administrativas entram em vigor

a. ( ) na data de sua publicação


b. ( ) no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação
c. ( ) 45 dias após a sua publicação
d. ( ) 90 dias após a sua publicação

5.8. Não se incluem entre as normas complementares previstas no art. 100 do CTN:

a. ( ) os Decretos sobre matéria tributária assinados pelo Presidente da República


b. ( ) as Portarias sobre matéria tributária assinadas pelo Ministro da Fazenda
c. ( ) os Convênios que entre si celebram os Estados
d. ( ) os Convênios que entre si celebram o Distrito Federal e os Municípios

5.9. De acordo com o artigo 99 do Código Tributário Nacional, o conteúdo e o alcance do


decreto restringem-se

a. ( ) à fixação de obrigações tributárias acessórias


b. ( ) aos das leis em função dos quais sejam expedidos
c. ( ) à consolidação de normas contidas em leis e decretos-leis
d. ( ) a indicar hipótese não alcançadas pela lei regulamentada

5.10. Em 12-12-88 foi publicada uma lei majorando alíquotas do imposto sobre produtos
industrializados. Essa lei carece de disposição sobre sua vigência. A cobrança desses
aumentos poderá ser efetuada a partir de

a. ( ) 01-01-89
b. ( ) 01-01-90
c. ( ) 11-01-89
d. ( ) 26-01-89
e. ( ) 12-12-88

5.11. Em caso de dúvida quanto à capitulação legal do fato, a autoridade competente para
julgar infrações à legislação tributária deve

a. ( ) utilizar o princípio da equidade


b. ( ) aplicar a analogia
c. ( ) interpretar a norma da maneira mais favorável ao acusado
d. ( ) eximir o acusado de qualquer penalidade
e. ( ) aplicar a pena mais severa
5.12. Assinale a alternativa que contenha a sequência correta de resposta às três perguntas
abaixo.

1ª ) Para definir o que é propriedade, domínio útil ou posse, com a finalidade de limitar a
tributação a respeito, são utilizáveis os princípios gerais de direito privado?
2ª ) A lei tributária federal pode, para fins de definição de fato gerador de imposto, alterar o
conceito de câmbio, seguro ou de títulos imobiliários?
3ª ) O emprego da equidade, visando a atenuar os rigores de uma lei, pode resultar na
dispensa de tributo injusto?

a. ( ) Não. Não. Não.


b. ( ) Não. Não. Sim.
c. ( ) Não. Sim. Sim.
d. ( ) Sim. Sim. Sim.
e. ( ) Sim. Não. Não.

5.13. Autuado por infração à legislação do imposto sobre produtos industrializados, um


contribuinte defendeu-se judicialmente. A decisão final do litígio lhe foi desfavorável.
Intimado a pagar o imposto e a multa devidos, ele fica sabendo que entrou em vigor uma
lei que deixa de definir como infração o ato praticado. Assinale a alternativa correta
aplicável ao fato acima mencionado.

a. ( ) A lei vigente à época da infração somente não é aplicável ao caso, se foi


expressamente revogada pela posterior
b. ( ) A nova lei não é aplicável ao caso, porque se trata de ato definitivamente julgado
c. ( ) A nova lei retroage apenas para excluir a multa devida
d. ( ) A nova lei retroage, para efeito de excluir o imposto devido
e. ( ) Lei que estabelece normas gerais de direito tributário jamais se aplica a ato ou fato
pretérito

5.14. Ressalvado o disposto no CTN, a vigência, no espaço e no tempo, da legislação


tributária rege-se pelas disposições aplicáveis às normas jurídicas

a. ( ) de direito público
b. ( ) em geral
c. ( ) de direito civil
d. ( ) de direito penal

5.15. Na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para aplicar a


legislação tributária:

a. ( ) deve empregar a analogia, desde que não resulte na exigência de tributo não previsto
em lei
b. ( ) utilizará sucessivamente, nessa ordem, a analogia, a equidade, os princípios gerais de
direito público e os princípios gerais de direito tributário
c. ( ) pode empregar a equidade, ainda que resulte na dispensa do pagamento de tributo
devido
d. ( ) pode empregar os princípios gerais de direito privado, exceto para pesquisa de
definição do conteúdo e do alcance de seus institutos, conceitos e formas

5.16. Assinale a alternativa que indica corretamente uma das regras de aplicação da
legislação tributária fixadas pelo Código Tributário Nacional

a. ( ) a legislação tributária aplica-se imediatamente a todos os fatos geradores passados,


futuros e pendentes, ocorridos no ano de sua publicação
b. ( ) a lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito em qualquer caso, quando seja
expressamente interpretativa, excluída a aplicação de penalidade à infração dos dispositivos
interpretados
c. ( ) a lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito, tratando-se de ato definitivamente
julgado, quando deixe de defini-lo como infração
d. ( ) a lei tributária aplica-se a ato ou fato pretérito, tratando-se de ato não
definitivamente julgado, quando lhe comine penalidade mais severa que a prevista na lei
vigente ao tempo da sua prática

5.17. A legislação tributária que disponha sobre suspensão ou exclusão do crédito tributário
deve ser interpretada

a. ( ) da maneira mais favorável ao sujeito ativo>


b. ( ) analogicamente
c. ( ) literalmente
d. ( ) de maneira mais favorável ao sujeito passivo

5.18. Município aprovou lei nova que reduziu alíquota de imposto de sua competência de
4% para 2%, mas fixou multa mais severa - alterando-a de 30% para 100% - ao não-
pagamento tempestivo do tributo. Sendo essa lei de 1º de janeiro de 1984, entende-se que
se aplicam:

a. ( ) a alíquota de 4% e a multa de 30% aos fatos geradores e infrações ocorridos antes de


1/1/84, e os percentuais da lei nova aos fatos geradores e infrações sucedidos após 1/1/84
b. ( ) segundo o princípio da retroatividade benigna, a alíquota de 2% a todos os fatos
geradores ocorridos antes ou depois de 1/1/84 e os percentuais da lei nova às infrações
sucedidas após 1/1/84
c. ( ) a alíquota de 4% e a multa de 30% aos créditos já inscritos em dívida ativa, mas os
valores dos percentuais da lei nova aos fatos geradores e infrações ocorridos até 1/1/84
cujos créditos não tenham sido inscritos em dívida ativa, assim como aos fatos geradores
posteriores a essa data
d. ( ) a alíquota de 4% e a multa de 30% aos fatos geradores e infrações ocorridas até
1/1/85 e os valores da lei nova aos fatos geradores e infrações sucedidos após 1/1/85, em
razão do princípio da anterioridade
e. ( ) os valores dos percentuais da lei nova a todos os fatos geradores ou infrações
ocorridos antes ou depois de 1/1/84
5.19. Assinale a única alternativa correta:

a. ( ) na ausência de disposição expressa, a autoridade competente para aplicar a legislação


tributária utilizará sucessivamente, nessa ordem, a analogia, a equidade, os princípios
gerais de direito tributário e os princípios gerais de direito público
b. ( ) os princípios gerais do direito privado utilizam-se para pesquisa da definição,
conteúdo e alcance de seus institutos e conceitos, inclusive para definição dos respectivos
efeitos tributários
c. ( ) a autoridade competente para a aplicação da lei tributária não pode empregar a
equidade quando dela resulte a dispensa da penalidade pecuniária
d. ( ) interpreta-se literalmente a legislação tributária que disponha sobre dispensa do
cumprimento de obrigações tributárias acessórias

5.20. Em 20 de novembro de 1991, foi publicada lei majorando as alíquotas dos seguintes
tributos: Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, Contribuição para a Seguridade
Social e Imposto sobre Operações de Seguro. As alíquotas majoradas podem ser aplicadas,
respectivamente,

a. ( ) no exercício seguinte, 90 dias após e imediatamente


b. ( ) no exercício seguinte, imediatamente e 90 dias após
c. ( ) imediatamente, 90 dias após e no exercício seguinte
d. ( ) no exercício seguinte, 90 dias após e 90 dias após
e. ( ) no exercício seguinte, no exercício seguinte e no exercício seguinte

(NOVO) 5.21. (ESAF/2005) - No interregno que medeia a declaração e o vencimento, o


valor declarado a título de tributo, corre o prazo prescricional da pretensão de cobrança

- O inadimplemento de obrigações tributárias caracteriza infração legal que justifique


redirecionamento da responsabilidade para o sócio-gerente da empresa

- A expressão 'ato não definitivamente julgado' constante do artigo 106, II, letra 'c', do
Código Tributário Nacional refere-se ao âmbito administrativo (já que no âmbito judicial não
se procede ao lançamento)

(a) sim, não, sim


(b) não, sim, não
(c) sim, sim, não
(d) não, não, não
(e) sim, sim, sim

(NOVO) 5.22. (ESAF/2005) Considerando os termos "vigência" e "aplicação" da legislação


tributária, julgueos itens a seguir. Marque com (V) a assertiva verdadeira e com (F) a falsa,
assinalando ao final a opção correspondente.

( ) É condição de vigência da lei tributária a sua eficácia

( ) O CTN veda a extraterritorialidade da legislação tributária


( ) Não é vedado aos decretos dispor sobre o termo inicial da vigência dos atos expedidos
pelas autoridades administrativas tributárias

( ) O Código Tributário Nacional adota como regra a irretroatividade da lei tributária

(a) V F F V
(b) F F V F
(c) F F V V
(d) V F V V
(e) V F V F

(NOVO) 5.23. (ESAF/2005) Leia cada um dos assertos abaixo e assinale (V) ou (F),
conforme seja verdadeiro ou falso. Depois, marque a opção que contenha a exata
seqüência.

( ) Os convênios reclamam o prévio abono da Assembléia Legislativa, por assimilação deles


aos tratados internacionais que, pela Constituição, necessitam da aprovação prévia do
Congresso Nacional

( ) A lei instituidora da isenção de mercadorias, mesmo que nada diga a respeito, é


extensiva às mercadorias estrangeiras, quando haja previsão da lei mais favorecida, porque
para não ofender o disposto no art. 98 do CTN ela tem de ser interpretada como aplicável a
todos os casos que não os ressalvados, em virtude de extensão de isenção pelos tratados
internacionais

( ) Os atos administrativos normativos entram em vigor, em regra, na data da sua


publicação

(a) F F V
(b) F F F
(c) V V V
(d) F V V
(e) V F V

(NOVO) 5.24. (OAB/AL/2002) A Constituição Federal de 1988, no âmbito da matéria


tributária, firmou para as leis complementares, dentre outros, o papel de:

(a) fixar fatos geradores de tributos;


(b) emitir normas gerais de Direito Tributário;
(c) dar validade a tratados e convenções internacionais;
(d) editar leis criando tributos.

(NOVO) 5.25. (OAB/AL/2002) Indique a assertiva correta:

(a) Lei federal pode aumentar tributo de competência institutiva municipal;


(b) Impostos incidentes sobre prestação de serviços são exigidos por municípios
exclusivamente;
(c) Convênios que entre si celebram a União, Estados, Distrito Federal e municípios também
são normas tributárias complementares;
(d) Empréstimo compulsório instituído e cobrado mediante lei-delegada estadual é tributo.

(NOVO) 5.26. (OAB/GO/1998) Assinale a assertiva correta:

(a) Somente o Código Tributário Nacional pode legislar infraconstitucionalmente sobre


direito processual tributário.
(b) As normas contidas no Código Civil Brasileiro são necessárias para interpretação das leis
tributárias.
(c) Em nossa Constituição Republicana inexiste norma processual-tributária.
(d) Nenhuma norma jurídico-tributária autorizou a utilização da ação de consignação em
pagamento, prevista no CPC.

(NOVO) 5.27. (OAB/GO/1998) Assinale a assertiva correta:

(a) O Código Tributário Nacional é originalmente uma lei ordinária, mas tem força de lei
complementar constitucional.
(b) Todas contribuições destinadas a financiamento da seguridade social somente podem
ser arrecadadas pelo INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social).
(c) As contribuições de intervenção no domínio econômico são contribuição de melhoria e
taxas.
(d)O governo federal pode aumentar a alíquota de qualquer um dos tributos de sua
competência institutiva para fomentar o desenvolvimento de determinada região do país.

(NOVO) 5.28. (OAB/MG/1997) Sobre o Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de


25.10.66). Assinale a alternativa correta:

(a) Trata-se de um código, nos termos do Ato Complementar nº 36/66, razão pela qual
apenas pode ser derrogado por outro código.
(b) É uma lei federal que, no respeitante a impostos estaduais, pode ser alterada por lei
estadual, em razão da competência legislativa concorrente entre a União, os Estados e o
Distrito Federal, em matéria tributária (CF, art. 24,I).
(c) É, formalmente, uma lei ordinária federal, uma vez que foi aprovado nesta categoria,
apenas podendo ser alterado por outra lei ordinária federal.
(d) Embora tenha sido aprovado como lei ordinária, é lei complementar no sentido material,
por ter sido recepcionado nesta categoria pelas Constituições supervenientes; por esta
razão, requer lei complementar para ser modificado.

(NOVO) 5.29. (OAB/PR/2004) Assinale a alternativa correta:

(a) A revogação, em uma data qualquer, da legislação que prevê a incidência de


determinado tributo, obsta que daí em diante sejam iniciados procedimentos
administrativos de lançamento tributário referentes a fatos geradores ocorridos
anteriormente a tal data;
(b) Tratando-se de ato definitivamente julgado, é possível a retroatividade da lei que deixe
de defini-lo como infração à legislação tributária;
(c) É admitida a utilização do recurso da analogia na aplicação da legislação tributária;
(d) É competente o decreto regulamentar para criar hipóteses de extinção do crédito
tributário, mas não de suspensão e de exclusão do mesmo.
(NOVO) 5.30. (OAB/RJ) Com relação aos impostos discriminados na Constituição Federal,
precisam ser necessariamente disciplinados por lei complementar:

(a) O fato gerador, a base de cálculo e o prazo de recolhimento do tributo;


(b) O fato gerador, a definição de contribuinte e o prazo de recolhimento do tributo;
(c) A definição de contribuinte, o fato gerador e a base de cálculo do tributo;
(d) O aumento de alíquota, o prazo de recolhimento e a base de cálculo do tributo;

(NOVO) 5.31. (OAB/SP) Assinale a alternativa inverídica.

(a) O conceito de “poder de polícia” encontra-se no CTN.


(b) Na iminência ou no caso de guerra externa, a União pode instituir, temporariamente,
impostos extraordinários.
(c) Não constitui majoração de tributo a atualização do valor monetário da respectiva base
de cálculo.
(d) Existe método próprio para a interpretação das normas tributárias.

(NOVO) 5.32. (OAB/SP) No exercício de 1995, um contribuinte deixou de recolher


determinado tributo. Na ocasião, a lei impunha a multa moratória de 30% do valor do
débito. Em 1997, houve alteração legislativa que reduziu a multa moratória para 20%. O
contribuinte recebeu, em 1998, notificação para pagamento do débito, acrescido da multa
moratória de 30%. A exigência está

(a) correta, pois aplica-se a lei vigente à época de ocorrência do fato gerador.
(b) errada, pois aplica-se retroativamente a lei que defina penalidade menos severa ao
contribuinte.
(c) correta, pois o princípio da irretroatividade veda a aplicação retroagente da lei tributária.
(d) errada, pois a aplicação retroativa da lei é regra geral no direito tributário.

(NOVO) 5.33. (OAB/SP) Determinado contribuinte praticou infração à legislação tributária,


tendo-lhe sido cominada multa equivalente a 75% do valor do tributo envolvido. Essa multa
foi quitada, sem que o contribuinte a tivesse impugnado na esfera administrativa.
Posteriormente, sobreveio nova legislação que reduziu a multa exigível nessa mesma
hipótese para 50%. O contribuinte
(a) não tem direito à restituição da diferença, uma vez que a nova lei é posterior ao
pagamento daquele débito.
(b) não tem direito à restituição da diferença, por aplicação do princípio da irretroatividade
da lei tributária.
(c) tem direito à restituição da diferença, porque a lei tributária retroage para beneficiar o
contribuinte.
(d) tem direito à restituição da diferença, porque se aplica retroativamente a lei que comine
penalidade menos severa.

OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA. FATO GERADOR. SUJEITO ATIVO E SUJEITO PASSIVO.


SOLIDARIEDADE. CAPACIDADE. DOMICÍLIO.

6.1. Em relação às afirmativas abaixo, assinale a opção correta.

1º - A obrigação tributária principal tem por objeto o pagamento de tributo ou multa.


2º - Obrigação tributária acessória tem por objeto qualquer outra prestação imposta pela
legislação tributária.
3º - A aplicação de penalidade não pecuniária origina uma obrigação tributária principal.

a. ( ) somente a primeira é correta.


b. ( ) somente a segunda é correta.
c. ( ) somente a terceira é correta.
d. ( ) As duas primeiras são corretas.
e. ( ) As três são corretas.

6.2. A obrigação acessória converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade


pecuniária:

a. ( ) quando seu valor ultrapassa o limite fixado em lei


b. ( ) pelo simples fato de sua inobservância
c. ( ) quando seu valor for superior ao da obrigação principal
d. ( ) pelo simples fato da sua observância

6.3. Dona Geni Buarque, que explora lenocínio, teve os rendimentos auferidos na referida
atividade, submetidos à incidência do imposto de renda da pessoa física, pela fiscalização
da Delegacia da Receita Federal. Indique o tratamento adequado ao caso.

a. ( ) Por configurar ilícito penal e atentado aos bons costumes, a matéria está fora da área
de incidência tributária
b. ( ) Por caracterizar uma atividade ilícita juridicamente, o titular é incapaz sob o ponto de
vista tributário
c. ( ) Tratando-se de ilícito penal, não há que se falar em incidência tributária
d. ( ) Tratando-se de ato contra os bons costumes, repugna ao direito tributário considerá-
lo como suscetível de se submeterá incidência da norma tributária
e. ( ) A matéria está dentro do campo de incidência tributária, eis que para o direito
tributário é irrelevante a licitude ou ilicitude da atividade tributada

6.4. Regra geral, tratando-se de situação jurídica, considera- se ocorrido o fato gerador, em
relação aos negócios jurídicos submetidos a condição resolutória, a partir do momento do
(a)

a. ( ) ocorrência da situação fática


b. ( ) implemento da condição resolutória
c. ( ) celebração do negócio
d. ( ) implemento da condição suspensiva
e. ( ) verificação das circunstâncias materiais necessárias para que a situação de fato
produza os efeitos que normalmente lhe são próprios

6.5. ...(1)... é eficácia que decorre do ...(2)..., juridicizando pela ...(3)... e declarada pelo
...(4)...
As expressões que outorgam sentido ao enunciado acima são, respectivamente:

a. ( ) A norma de incidência; exercício da competência tributária; ocorrência do fato


gerador; Fisco
b. ( ) A competência tributária; Sistema Tributário; Constituição Federal de 1988; Código
Tributário Nacional
c. ( ) A obrigação tributária; fato gerador; norma de incidência tributária; ato de
lançamento tributário
d. ( ) A obrigação tributária; ato de lançamento tributário; competência administrativa
vinculada de lançar; ato de inscrição na dívida ativa
e. ( ) O crédito tributário; ato de inscrição na dívida ativa; hipótese tributária; Fisco

6.6. Salvo disposição de lei em contrário, reputam-se perfeitos e acabados os atos ou


negócios jurídicos sob condição suspensiva desde o momento

a. ( ) do implemento da condição
b. ( ) da prática do ato
c. ( ) da celebração do contrato
d. ( ) do desfazimento do ato
e. ( ) do desfazimento do negócio jurídico

6.7. Em contrato de locação de imóvel, ficou pactuado entre o locador e o locatário e a


empresa administradora do imóvel que o locatário assumiria todos os encargos tributários
incidentes sobre o imóvel, ficando a empresa administradora responsável pela sua
administração e fiel execução de todas as cláusulas contratuais, que exigissem a sua
interveniência. Considerando-se que o locador, como proprietário do imóvel, é o
contribuinte do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, o Município deve
cobrar o tributo, nos termos do Código Tributário Nacional, do

a. ( ) locatário, em face do disposto no referido contrato, que lhe transfere o encargo


tributário
b. ( ) locatário, e, sucessivamente, da empresa administradora, se o primeiro recusar-se a
pagá-lo
c. ( ) locador ou do locatário, em face da disposição contratual referida
d. ( ) locador, pois os acordos particulares não vinculam, nessa matéria, o Fisco
e. ( ) locador, do locatário ou da empresa administradora, conforme a conveniência do Fisco

6.8. Determinada empresa industrial contratou, por escrito, com um atacadista, uma
vultosa venda sem nota fiscal, de produtos sujeitos ao IPI, estabelecendo que o comprador
se responsabilizaria pelo imposto que, por ventura, viesse a ser exigido. O Fisco, nesse
caso, tem direito a (ao):

a. ( ) todo o tributo do comprador, já que o contrato faz lei entre as partes


b. ( ) metade de cada um, pois, devido ao conluio, são solidariamente responsáveis
c. ( ) todo o tributo da indústria, pois tal contrato não pode ser oposto à Fazenda Pública
d. ( ) exigir do comprador o tributo, por força do contrato, além de exigir multa da empresa
industrial, por sonegação fiscal
e. ( ) valor integral do tributo de ambas as partes, por aplicação da lei fiscal e do contrato

6.9. Sujeito passivo da obrigação tributária acessória é:

a. ( ) a pessoa obrigada a pagar solidariamente a prestação pecuniária


b. ( ) a pessoa obrigada às prestações que constituem o seu objeto
c. ( ) a pessoa obrigada a pagar o tributo previsto em lei
d. ( ) a pessoa obrigada a pagar, por sucessão, a prestação principal

6.10. Salvo disposição de lei em contrário, considera-se ocorrido o fato gerador e existentes
os seus efeitos

a. ( ) tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que tenha sido iniciada a sua
constituição, nos termos do direito aplicável
b. ( ) tratando-se de situação de fato, desde o momento em que estejam em vias de se
verificar quaisquer circunstâncias materiais que produzam os efeitos que normalmente lhes
são próprios
c. ( ) tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que esteja definitivamente
constituída, nos termos do direito aplicável
d. ( ) em qualquer situação, desde o momento em que se identifique o contribuinte, nos
termos do direito aplicável

6.11. Regra geral, considera-se ocorrido o fato gerador e existente os seus efeitos,

a. ( ) tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que tenha sido iniciada a sua
constituição, nos termos do direito aplicável
b. ( ) tratando-se de situação de fato, desde o momento em que estejam em vias de se
concretizar as circunstâncias materiais que produzirão os efeitos que lhe são próprios
c. ( ) em qualquer situação, desde o momento em que se identifique o contribuinte, nos
termos do direito aplicável
d. ( ) tratando-se de situação de fato, desde o momento da prática do ato ou da celebração
do negócio
e. ( ) tratando-se de situação jurídica, desde o momento em que esteja definitivamente
constituída, nos termos do direito pertinente

6.12. Por determinação do Código Tributário Nacional, a definição legal do fato gerador é
interpretada

a. ( ) excluindo-se os atos sem validade jurídica efetivamente praticados pelos contribuintes


b. ( ) levando-se em conta os efeitos dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes
c. ( ) abstraindo-se dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos
d. ( ) levando-se em conta os efeitos dos fatos efetivamente ocorridos
6.13. Num contrato de locação estipulou-se que o responsável pelo pagamento do imposto
sobre a propriedade predial e territorial urbana seria o inquilino ou o fiador. Esse contrato é
válido, mas eficaz apenas entre

a. ( ) as partes signatárias
b. ( ) o locatário, o fiador e a Fazenda Pública
c. ( ) os signatários e a Fazenda Pública
d. ( ) o fiador e a Fazenda Pública
e. ( ) o locatário e a Fazenda Pública

6.14. O contrato de trabalho de Totó, bem conceituado jogador de futebol, firmado com o
Fluminense Futebol Clube, estabelece que incumbe ao citado clube assumir, como seu
encargo, o pagamento do Imposto sobre a Renda incidente sobre salários, luvas e prêmios
(bichos) recebidos pelo referido jogador. Daí se conclui que:

a. ( ) a transferência de encargo tributário produzirá efeitos entre as partes contratantes,


sendo inoponível ao Fisco
b. ( ) o Fluminense Futebol Clube, pelo contrato, assumiu a posição de responsável
tributário
c. ( ) a responsabilidade tributária do clube é subsidiária, sendo exigido o tributo, quando o
jogador evidencia impossibilidade de pagamento do tributo
d. ( ) o Fluminense Futebol Clube assumiu a posição de substituto tributário, sendo a
responsabilidade do jogador meramente supletiva
e. ( ) o referido jogador não pode compelido, pela Secretaria da Receita Federal, a pagar o
citado tributo

6.15. O sujeito passivo da obrigação tributária principal diz-se:

a. ( ) contribuinte, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o
respectivo fato gerador
b. ( ) responsável, quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o
respectivo fato gerador
c. ( ) contribuinte, quando tenha qualquer espécie de relação com a situação que constitua
o respectivo fato gerador
d. ( ) responsável, quando tenha qualquer espécie de relação com a situação que constitua
o respectivo fato gerador

(NOVO) 6.16. (ESAF/2005) Leia cada um dos assertos abaixo e assinale (V) ou (F),
conforme seja verdadeiro ou falso. Depois, marque a opção que contenha a exata
seqüência.

( ) A situação definida em lei, desde que necessária para o nascimento da obrigação


tributária principal é o seu fato gerador

( ) Qualquer situação que, na forma da legislação aplicável, impõe a prática de um ato que
não tenha por objeto o pagamento de tributo ou multa, é obrigação tributária acessória
( ) Atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de encobrir a ocorrência do fato
gerador do tributo ou a natureza dos elementos constitutivos da obrigação tributária, desde
que legítimos perante a legislação civil, não podem ser desconsiderados pela autoridade
tributária

(a) V V V
(b) F V V
(c) F F F
(d) F F V
(e) V F V

(NOVO) 6.17. (MPF/2002) Assinale o imposto cujo fato gerador é instantâneo:

(a) Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU)


(b) Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
(c) Imposto de Renda de Pessoa Jurídica
(d) Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços

(NOVO) 6.18. (TRF/4a. Região/2001) Assinale a alternativa correta

(a) Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita, decorrendo a validade dos
atos jurídicos dos requisitos de agente capaz, objeto lícito e forma prescrita ou não defesa
em lei, é inadmissível o poder tributante exigir imposto cuja obrigação tem por fato
imponível situação penalmente reprovável
(b) Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita, não incide Imposto de
Renda, porquanto não descrito pelo legislador ato ilícito como elemento de hipótese de
incidência
(c) Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita, a exigência tributária fica
sobrestada até o pronunciamento declaratório da licitude da atividade
(d) Tratando-se de rendimentos produzidos por atividade ilícita, é exigível o imposto, visto
que a ilicitude dos atos praticados não interfere na relação tributária

(NOVO) 6.19. (OAB/CE/2002) A transmissão de propriedade causa mortis do de cujos a


herdeiro infante:

(A) não fica sujeita ao imposto correspondente, porque a lei tributária não pode alterar os
conceitos e definições do direito privado; logo, o infante não é sujeito de obrigação
tributária;
(B) fica sujeita à incidência do imposto correspondente, porque a capacidade tributária
independe da capacidade civil das pessoas naturais;
(C) não fica sujeita ao imposto correspondente porque o infante não tem, pela lei civil,
capacidade obrigacional;
(D) fica sujeita ao imposto cujo valor ficará depositado em juízo até que se complete a
idade de capacitação civil do herdeiro.

(NOVO) 6.20. (OAB/MG/2000) Assinale a opção CORRETA:


As convenções particulares, que modificam a responsabilidade tributária pelo pagamento de
tributos, dela excluindo sujeito passivo legalmente estabelecido, podem ser opostas à
Fazenda pública.

(a) Desde que haja disposição expressa de lei nesse sentido;


(b) Sempre que formalizadas por escrito, na presença de duas testemunhas e lavadas a
registro no Cartório de Títulos e Documentos;
(c) Desde que autorizadas por ato administrativo devidamente fundamentado;
(d) Quando se tratar de taxas ou contribuições, excluindo-se dessa possibilidade os
impostos.

(NOVO) 6.21. (OAB/SP) Determinada pessoa exerce posse clandestina "invasora" de terra
sobre área urbana destinada à preservação de mananciais, onde são proibidas a ocupação
do solo e a edificação. Todavia, ali constrói casa destinada à residência sua e de sua família.
Eventual exigência de IPTU do possuidor é

(a) lícita, pois o sujeito passivo do IPTU é sempre o possuidor de imóvel urbano.
(b) lícita, pois considera-se ocorrido o fato gerador do tributo, independentemente da
validade jurídica da natureza de seu objeto.
(c) ilícita, pois o IPTU apenas pode ser exigido do proprietário de imóvel urbano.
(d) ilícita, pois o Município não poderia tolerar a ocupação e edificação irregular das áreas.

RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA

7.1. Laticínio Sertanejo Ltda foi incorporado por Laticínio Brasília S/A em 16/04/91.
Posteriormente, o Fisco Federal levantou um crédito tributário da responsabilidade do
Laticínio Sertanejo Ltda., anterior à data da incorporação. Esse crédito tributário

a. ( ) não mais pode ser cobrado


b. ( ) deve ser cobrado somente dos antigos sócios do Laticínio Sertanejo Ltda
c. ( ) deve ser cobrado somente em conjunto com os demais débitos tributários, inclusive
estaduais e municipais, do Laticínio incorporado
d. ( ) deve ser cobrado, sem que haja, entretanto, imposição de qualquer penalidade
e. ( ) deve ser cobrado de Laticínio Brasília S/A

7.2. É pessoalmente responsável o

a. ( ) pai, pelos tributos devidos por seus filhos menores


b. ( ) adquirente, pelos tributos devidos em relação aos bens adquiridos
c. ( ) tabelião, pelos tributos devidos em relação aos atos praticados por ele
d. ( ) inventariante, pelos tributos devidos pelo espólio
e. ( ) tutor, pelos tributos devidos por seus tutelados

7.3. Os tributos devidos pelo de cujus, até a data da abertura da sucessão, são da
responsabilidade pessoal
a. ( ) do sucessor a qualquer título, e cônjuge meeiro, se houver
b. ( ) do locatário e do cônjuge meeiro, se houver
c. ( ) do inventariante
d. ( ) do espólio
e. ( ) do herdeiro e do cônjuge meeiro, se houver

7.4. Em caso de crédito tributário resultante de ato praticado com excesso de poderes por
diretor de pessoa jurídica de direito privado,

a. ( ) a responsabilidade é da empresa, pois ela responde pelos atos praticados por seus
dirigentes, gerentes ou representantes
b. ( ) o diretor responde subsidiariamente
c. ( ) o diretor responde solidariamente com a empresa
d. ( ) é da empresa a responsabilidade, pois esta independe da intenção do agente ou do
responsável e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato
e. ( ) o diretor responde pessoalmente

7.5. Quando uma pessoa jurídica de direito privado adquirir de outra, fundo de comércio ou
estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a respectiva exploração
sob outra razão social:

a. ( ) os tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido devidos até a data do


ato, não serão de responsabilidade da adquirente, se a alienante iniciar dentro de seis
meses, a contar da data da alienação, nova atividade no mesmo ou em outro ramo do
comércio, indústria ou profissão
b. ( ) a adquirente responderá pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento
adquirido, devidos até a data do ato, parcialmente, se a alienante cessar a exploração do
comércio, indústria ou atividade
c. ( ) os tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido devidos até a data do ato,
serão da responsabilidade exclusiva da alienante, se esta prosseguir na exploração ou
iniciar dentro de seis meses, a contar da alienação, nova atividade no mesmo ou em outro
ramo de comércio, indústria ou profissão
d. ( ) a adquirente responderá pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento
adquirido, devidos até a data do ato subsidiariamente com a alienante, se esta prosseguir
na exploração ou iniciar dentro de seis meses, a contar da data da alienação, nova
atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio, indústria ou profissão

7.6. A responsabilidade pessoal pelo crédito tributário não ocorre quanto a

a. ( ) sócio, no caso de liquidação de sociedade de pessoas, em relação aos tributos devidos


pela liquidada
b. ( ) sucessor a qualquer título (herdeiro ou legatário) pelos tributos devidos pelo "de
cujus"
c. ( ) espólio, pelos tributos devidos pelo "de cujus"
d. ( ) cônjuge meeiro, pelos tributos devidos pelo "de cujus"
e. ( ) remidor, pelos tributos relativos aos bens remidos
7.7. Contribuinte, depois de praticar infração à legislação tributária federal, apresenta
denúncia espontânea, na qual expõe os motivos que o levaram ao não pagamento do
tributo devido, cujo montante não depende de apuração, manifesta seu propósito de
efetuá-lo, assim que tiver recursos para tanto. A despeito desta providência, estará sujeito

a. ( ) ao pagamento do tributo, acrescido de multa, correção monetária e juros de mora


b. ( ) ao pagamento do tributo, acrescido, tão-somente, de juros de mora
c. ( ) ao pagamento do tributo, acrescido, tão-somente, de juros de mora e correção
monetária
d. ( ) ao pagamento do tributo, tão-somente

7.8. Havendo denúncia espontânea da infração por parte do contribuinte ou responsável

a. ( ) a responsabilidade fica excluída, desde que seja pago o tributo devido e os juros de
mora, se for o caso
b. ( ) a responsabilidade ficará excluída se o contribuinte prometer liquidar o montante
devido
c. ( ) o fisco apurará as irregularidades, propondo a aplicação das penalidades cabíveis
d. ( ) a responsabilidade integral não fica excluída, determinando, porém, uma aplicação
mais benigna da penalidade cabível

7.9. Um tabelião perante o qual se praticou ato que consista em fato gerador de tributo, e
mostrando-se impossível a exigência do cumprimento da obrigação tributária principal de
qualquer das partes no ato,

a. ( ) é responsável pelo tributo, solidariamente


b.( ) é sujeito passivo originário
c.( ) é contribuinte solidário
d.( ) é contribuinte, sem solidariedade
e.( ) não pode ser sujeito passivo, mas está obrigado a prestar todos os esclarecimentos
que lhe sejam pedidos pela Fazenda Pública

7.10. Segundo o Código Tributário Nacional, a responsabilidade da pessoa incorporadora ou


daquela que resulta de fusão, em relação aos tributos devidos pelas incorporadas ou
fusionadas, é:

a. ( ) solidária
b. ( ) subsidiária
c. ( ) preferencial
d. ( ) exclusiva
e. ( ) condicionada à inexistência de fraude ou simulação
(NOVO) 7.11. (MPF/2002) A responsabilidade tributária dos administradores de empresa:

(a) decorre da circunstância de que ele realiza o "fato gerador" do tributo


(b) decorre da utilização, pelo Código Tributário Nacional, de técnica sancionatória
(c) assenta-se em dois elementos: fato imputável e prejuízo
(d) somente se verifica se houver dissolução da sociedade mercantil

(NOVO) 7.12. (MPF/1999) Exclui-se a responsabilidade do sucessor pelo crédito tributário


incidente sobre os bens adquiridos:

(a) mediante cláusula contratual firmada entre o alienante e o adquirente


(b) quando a aquisição é pela arrematação em hasta pública
(c) no caso de o adquirente ser menor de 16 (dezesseis) anos, consoante o Estatuto da
Criança e do Adolescente
(d) nenhuma das alternativas é verdadeira

(NOVO) 7.13. (TRF/4a. Região/2001) Assinalar a alternativa correta:

(a) A denúncia espontânea da infração exclui sempre a incidência da multa e dos juros
moratórios, desde que acompanhada do pagamento do tributo devido
(b) A denúncia espontânea da infração exclui a incidência da multa e dos juros moratórios,
mesmo que desacompanhada do pagamento, se houve parcelamento do tributo devido
(c) A denúncia espontânea da infração afasta a incidência da multa, mas não a dos juros
moratórios
(d) A denúncia espontânea da infração exclui sempre a incidência da multa e dos juros
moratórios, desde que, acompanhada do pagamento do tributo devido, tenha sido efetivada
antes da penhora de bens do contribuinte

(NOVO) 7.14. (OAB/CE/2003) Segundo a jurisprudência dominante, firmada pelo Superior


Tribunal de Justiça, o agente retentor de tributos na fonte é:

(a) responsável tributário subsidiário


(b) substituto tributário
(c) responsável tributário solidário
(d) nenhuma das anteriores

(NOVO) 7.15. (OAB/PE) Repercussão de um tributo, significa:

(a) que o ônus do tributo passa do contribuinte de jure para o contribuinte de facto;
(b) cobrar imposto sobre imposto;
(c) exigir depósito para a propositura de uma defesa;
(d) pedir de volta o tributo pago indevidamente.

(NOVO) 7.16. (OAB/SC/2002) No que se refere à responsabilidade tributária, é CERTO que:

(a) A lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira
pessoa não vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação;
(b) A Igreja pode figurar como substituta tributária, respondendo com recursos próprios, na
hipótese de descumprimento do dever de retenção do tributo;
(c) Somente pode ser exigido do responsável por sucessão os créditos tributários
definitivamente constituídos no momento da sucessão;
(d) M & S Ltda. adquiriu um imóvel utilizado anteriormente pela JB Ltda., com suas
benfeitorias e utensílios, continuando assim a respectiva exploração, mas adotando outra
razão social, motivos pelos quais não responde pelos débitos tributários da JB Ltda.

(NOVO) 7.17. (OAB/SP) Na cisão de uma sociedade, com versão de todo o patrimônio para
outras duas pessoas jurídicas preexistentes, a responsabilidade pelos débitos tributários da
sociedade cindida, relativos a fatos geradores anteriores à data da operação, é imputável

(a) apenas à pessoa jurídica para a qual for atribuído semelhante encargo no protocolo de
cisão.
(b) a cada uma das pessoas jurídicas que absorveu o patrimônio da sociedade cindida, em
caráter solidário.
(c) apenas aos sócios da sociedade cindida, em caráter solidário.
(d) a cada uma das pessoas jurídicas incorporadoras, na proporção do patrimônio recebido,
sem solidariedade entre si.

CRÉDITO TRIBUTÁRIO. LANÇAMENTO. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL. ESPÉCIES DE


LANÇAMENTO. DECLARAÇÃO E CONFISSÃO DE DÍVIDA TRIBUTÁRIA

8.1. A alíquota do imposto sobre a propriedade territorial rural, em 1989, era de 1,5%, em
1990 de 2% e de 1% em 1991. Durante o ano de 1991, o Fisco Federal, verificando que
Joaquim de Souza não pagara o ITR de 1989, efetuou o lançamento à alíquota de 2%.
Joaquim entende que a alíquota deve ser de 1%. Assim

a. ( ) Joaquim está com o entendimento correto, pois 1% era a alíquota do exercício em


que ocorreram o lançamento e a notificação
b. ( ) o entendimento do Fisco é correto, pois, no caso, deve prevalecer a alíquota maior
c. ( ) a alíquota aplicável é a de 1%, por consequência do princípio "in dubio pro reo"
d. ( ) a alíquota correta é a da data da ocorrência do fato gerador, ou seja, a de 1,5%
e. ( ) a alíquota correta é a de 1,5%, por representar a média das três alíquotas

8.2. É lançamento por homologação o efetuado pela autoridade administrativa quando

a. ( ) a pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado, tempestivamente e na devida


forma, a declaração, deixou de atender no prazo legal a pedido de esclarecimento, pela
autoridade formulado; ou se recusou a prestá-lo; ou, ainda, o prestou insatisfatoriamente
b. ( ) a legislação atribua ao sujeito passivo o dever de antecipar o pagamento sem prévio
exame da autoridade administrativa e a esta o verificar se tal atividade foi regularmente
cumprida
c. ( ) a declaração não tenha sido prestada, por quem de direito no prazo e na forma da
legislação tributária
d. ( ) deve ser apreciado fato não conhecido ou não provado por ocasião do lançamento
anterior
e. ( ) se comprove que, no lançamento anterior, ocorreu fraude ou falta funcional da
autoridade que o efetuou, ou omissão, pela mesma autoridade, de ato ou formalidade
essencial

8.3. De acordo com a legislação da época, a alíquota de IPI para determinado produto, em
1980, era de 15%. Através de modificações sucessivas, tal alíquota passou para 20% em
1981, 5% em 1982 e 10% em 1983 e 1984. Em maio de 1984, o Fisco Federal verificou
que certa indústria, fabricante desse produto, deixara de recolher o IPI correspondente aos
períodos de 1980, 1981, 1982 e 1983. Para efeito de lançamento, o Fisco Federal deveria
utilizar-se

a. ( ) da alíquota de 20% para todos os períodos


b. ( ) da alíquota de 20% para os períodos de 1980 e 1981 e da alíquota de 5% pata todos
os períodos
c. ( ) da alíquota de 5% para todos os períodos
d. ( ) da alíquota de 10% para todos os períodos
e. ( ) das alíquotas de 15%, 20%, 5% e 10%, respectivamente, para os períodos de 1980,
1981, 1982 e 1983

8.4. É incorreto afirmar que:

a. ( ) o lançamento regularmente notificado pode ser alterado mediante recurso de ofício


b. ( ) quando se comprove falsidade, erro ou omissão quanto a qualquer elemento definido
na legislação tributária como sendo de declaração obrigatória, o lançamento pode ser
efetuado e revisto de ofício
c. ( ) o lançamento pode ser revisto de ofício quando se comprove ação ou omissão do
sujeito passivo, ou de terceiro legalmente obrigado, que se dê lugar à aplicação de
penalidade pecuniária
d. ( ) o ato administrativo de lançamento pode ser alterado de ofício quando se comprove
que o sujeito passivo agiu com dolo, fraude ou simulação
e. ( ) a impugnação do sujeito passivo não pode alterar lançamento tributário regularmente
notificado

8.5. Por "crédito tributário" nos termos do CTN, deve-se entender

a. ( ) o imposto que o contribuinte paga nas aquisições de mercadorias e cujo valor pode
ser deduzido dos débitos pela saída de produtos
b. ( ) o incentivo fiscal em geral
c. ( ) a confiança depositada nos contribuintes que obtém parcelamento de dívida fiscal
d. ( ) o montante do tributo e seus acréscimos, objeto do lançamento
e. ( ) o polo negativo da relação jurídico-tributária, antes do lançamento

8.6. O lançamento que ocorre quanto aos tributos cuja legislação atribua ao sujeito passivo
o dever de antecipar o pagamento sem prévio exame da autoridade administrativa chama-
se
a. ( ) por homologação
b. ( ) por declaração
c. ( ) discricionário
d. ( ) por declaração
e. ( ) direto por antecipação

8.7. O prazo para homologação de lançamento, se a lei não fixar outro, será de

a. ( ) 5 anos e será contado da data da ocorrência do fato gerador


b. ( ) 4 anos e será contado da data do vencimento
c. ( ) 7 anos e 6 meses contado da data da ocorrência do fato gerador
d. ( ) 2 anos e será contado da data do pagamento certificado pelo órgão arrecadador

8.8. Se a lei não dispuser em contrário, quando o valor tributável estiver expresso em
moeda estrangeira, no lançamento far-se-á

a. ( ) a cobrança do imposto em moeda estrangeira


b. ( ) sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia do pagamento do crédito
tributário
c. ( ) a cobrança do imposto na mesma moeda em que estiver expresso o valor tributável,
ou em outra moeda estrangeira de livre conversibilidade
d. ( ) sua conversão em moeda nacional ao câmbio do dia da ocorrência do fato gerador da
obrigação

8.9. A retificação de declaração pelo próprio declarante, com o objetivo de reduzir ou


excluir tributo

a. ( ) tem que ser feita após a notificação do lançamento respectivo


b. ( ) é admissível mediante comprovação do erro em que se funde
c. ( ) não é admissível, se solicitada após o recolhimento integral do novo imposto líquido a
pagar, apurado na declaração retificadora
d. ( ) é permitida somente até 10 dias após a respectiva notificação
e. ( ) só é admissível mediante fundamento legal indiscutível

8.10. Assinale a assertiva falsa

a. ( ) no âmbito federal, a declaração e confissão de dívida tributária é conhecida como


DCTF
b. ( ) DCTF significa Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
c. ( ) o débito (em favor do Fisco) apurado na sistemática da declaração e confissão de
dívida tributária é inscrito em dívida ativa para posterior cobrança judicial
d. ( ) eventuais valores não declarados e confessados pelo contribuinte podem ser objetos
de lançamento pela fiscalização
e. ( ) a declaração e confissão de dívida tributária aplica-se aos tributos submetidos ao
lançamento de ofício

(NOVO) 8.11. (OAB/DF/2004) Determinado contribuinte, com domicílio tributário no famoso


Município de Cajazeiras-PB, foi submetido à fiscalização, por Auditores Tributários daquele
Estado, que lavraram auto de infração, por falta de pagamento do ICMS, no montante de
R$100.000,00, aplicando-lhe, ainda, a multa de 50% do valor do tributo. Nesse caso, a
modalidade de lançamento utilizado foi:

(a) De Ofício;
(b) Por homologação;
(c) Por Declaração;
(d) Autolançamento.

(NOVO) 8.12. (OAB/MG/2003) No ano de 2001, certo contribuinte deixou de recolher um


imposto cuja alíquota, à época, era de 10%. A lei então em vigor previa multa de 20% do
valor devido, em caso de inadimplência. No decorrer do ano de 2002, a legislação foi
alterada, para majorar a alíquota desse imposto para 15% e reduzir a multa por
inadimplência para 10% do valor devido. Eventual auto de infração a ser lavrado em 2003
contra esse contribuinte, pelo não-pagamento do imposto referente ao fato gerador
ocorrido em 2001, deve levar em conta:

(A) alíquota de 10% e multa de 20%.


(B) alíquota de 10% e multa de 10%.
(C) alíquota de 15% e multa de 20%.
(D) alíquota de 15% e multa de 10%.

(NOVO) 8.13. (OAB/GO/2004) Compete privativamente à autoridade administrativa


constituir o crédito tributário pelo lançamento, assim entendido o procedimento
administrativo tendente a verificar a ocorrência do fato gerador da obrigação
correspondente, determinar a matéria tributável, calcular o montante do tributo devido,
identificar o sujeito passivo e, sendo caso, propor a aplicação da penalidade cabível.

(a) Esta regra aplica-se a todos os servidores públicos e a todas as situações que estejam
definidas como fato gerador de tributo.
(b) Esta regra aplica-se apenas no lançamento de ofício do crédito tributário e se refere a
autoridade administrativa investida dos poderes para promover o lançamento do crédito
tributário.
(c) Esta regra refere-se apenas aos imposto e somente às autoridades administrativas que
estejam investidas da função específica de promover o lançamento do crédito tributário
(d) Esta regra diz respeito à constituição do crédito tributário, pela autoridade
administrativa investida da competência para tanto e prescreve os procedimentos a serem
adotados para a respectiva formalização da tarefa.
(NOVO) 8.14. (Magistratura Estadual/PR/2002) Em relação ao lançamento, pode-se afirmar
que:

I - Após notificado ao sujeito passivo, não pode ser revisto de ofício

II - No lançamento por homologação incumbe ao sujeito passivo antecipar o pagamento


sem prévio exame da autoridade administrativa

III - Reporta-se à data da ocorrência do fato gerador e rege-se pela lei então vigente

Estão corretas:

(a) apenas I e III


(b) apenas II e III
(c) apenas I e II
(d) todas

(NOVO) 8.15. (OAB/GO/2002) Assinale a assertica correta:

(a) tributo é cobrado mediante atividade plena do contribuinte de direito;


(b) arbitramento como meio de cobrar tributo é legítimo;
(c) fato gerador presumido foi banido do sistema constitucional-tributário;
(d) responsabilidade tributária não se correlaciona com seu respectivo ente arrecadador.

(NOVO) 8.16. (OAB/GO/2002) Assinale a assertiva correta:

(a) base de cálculo tributária pode ser presumida;


(b) contribuinte tributário é toda e qualquer pessoa jurídica;
(c) contribuinte tem direito de exigir e cobrar tributo;
(d) pessoa jurídica que institui um tributo deste também é contribuinte.

CRÉDITO TRIBUTÁRIO. SUSPENSÃO. EXTINÇÃO. EXCLUSÃO

9.1. Suspende(m) a exigibilidade do crédito tributário

a. ( ) a moratória, havendo também dispensa das obrigações acessórias dependentes da


obrigação principal cujo crédito seja suspenso, ou dela consequente
b. ( ) à concessão de medida liminar em mandado de segurança, não sendo dispensado o
cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito
seja suspenso, ou dela consequente
c. ( ) o depósito de seu montante integral, havendo também dispensa das obrigações
acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso, ou dela
consequente
d. ( ) as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário
administrativo, garantida a instância mediante depósito integral do valor exigido
e. ( ) a concessão de medida liminar em mandado de segurança, estando necessariamente
garantido o valor da dívida mediante depósito de seu montante integral
9.2. Salvo disposição de lei em contrário, a moratória somente abrange

a. ( ) os créditos definitivamente constituídos até 30 (trinta) dias da data da lei ou do


despacho que a conceder, ou cujo lançamento tenha sido iniciado dentre daquele prazo
b. ( ) os créditos não definitivamente constituídos à data da lei ou do despacho que a
conceder desde que o fato gerador já tenha ocorrido antes da vigência da lei que a
concedeu
c. ( ) os créditos definitivamente constituídos à data da lei ou do despacho que a conceder,
ou cujo lançamento já tenha sido iniciado àquela data por ato regularmente notificado ao
sujeito passivo
d. ( ) os créditos definitivamente constituídos ou não à data da lei ou do despacho que a
conceder, desde que o fato gerador tenha ocorrido antes da publicação da lei ou despacho
que a conceder

9.3. Assinale a única alternativa que está em consonância com as regras do Código
Tributário Nacional sobre o assunto

a. ( ) a moratória quando concedida em caráter geral, aproveita aos casos de dolo, fraude
ou simulação do sujeito passivo
b. ( ) a moratória, quando concedida em caráter geral, aproveita aos casos de dolo, fraude
ou simulação de terceiro em benefício do sujeito passivo
c. ( ) a concessão da moratória em caráter individual gera direito adquirido
d. ( ) a concessão da moratória em caráter individual poderá ser revogada de ofício

9.4. O comerciante X deve Cr$ 500.000,00 a título de imposto de renda à União. Ao mesmo
tempo é credor da União no valor de Cr$ 600.000,00, dívida já vencida, pelo fornecimento
de mercadorias. O crédito tributário, então, será extinto

a. ( ) automaticamente, pela transação, nos termos do CTN


b. ( ) automaticamente, pela decadência, na data do vencimento do crédito do contribuinte
c. ( ) automaticamente, pela transação desde que haja lei federal específica, autorizando-a
d. ( ) pela compensação, havendo lei federal autorizativa e acerto entre as partes
e. ( ) automaticamente, pela compensação nos termos do CTN, independentemente de lei
federal específica, autorizando-a

9.5. O prazo contado para que se dê o fato jurídico da prescrição

a. ( ) não tem marco inicial definido


b. ( ) não se interrompe e não se suspende
c. ( ) não se interrompe e suspende-se
d. ( ) interrompe-se e não se suspende
e. ( ) interrompe-se e suspende-se

9.6. Tendo o Fisco Federal verificado que o Sr. "Z" deixou de apresentar sua declaração de
rendimentos, referente ao ano-base de 1977, até o dia 30 de abril do ano seguinte (data
prevista na lei) e, em consequência, não pagou o imposto devido, embora o Fisco já
pudesse proceder ao lançamento ex officio a partir do dia seguinte àquela em que se
esgotou o prazo para a referida entrega, pergunta-se: em dezembro de 1983, o Fisco
poderia ou não proceder ao lançamento de ofício do respectivo crédito

a. ( ) sim
b. ( ) não, pois o Código Tributário Nacional estabelece para estes casos a remissão
c. ( ) não, pois já teriam ocorrido a decadência e a prescrição
d. ( ) não, pois já teria ocorrido a prescrição
e. ( ) não, pois já teria ocorrido a decadência

9.7. De acordo com o Código Tributário Nacional, a importância do crédito tributário

a. ( ) não pode ser consignada judicialmente


b. ( ) pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo, nos casos de subordinação do
recebimento ao cumprimento de quaisquer exigências administrativas
c. ( ) pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo, nos casos de subordinação de
recebimento ao pagamento de outro tributo
d. ( ) pode ser consignada judicialmente pelo sujeito passivo, em qualquer caso

9.8. Anulado, por vício formal, em virtude de decisão que se tornou definitiva em 05 de
janeiro de 1988, um lançamento do imposto territorial rural, relativo ao exercício de 1985,
que fora efetuado em 15 de março de 1987, tem-se que o direito de a Fazenda Pública
constituir o respectivo crédito tributário extingue-se após 5 (cinco) anos contados de

a. ( ) 1º de janeiro de 1985
b. ( ) 1º de janeiro de 1986
c. ( ) 1º de janeiro de 1987
d. ( ) 05 de janeiro de 1988
e. ( ) 15 de março de 1987

9.9. A empresa Atlas S/A, produtora de aparelhos para exercícios físicos, recolheu a maior o
imposto sobre produtos industrializados, incidente sobre a saída dos referidos produtos,
vendidos a terceiros, tendo sido incluído no preço de venda o montante do tributo.
Verificado o equívoco, a referida empresa postulou junto ao Departamento da Receita
Federal fosse reconhecido o pagamento indevido e restituído o seu montante. A Receita
Federal reconheceu o pagamento indevido, tendo, todavia, decidido, quanto à restituição da
quantia recolhida indevidamente, em face da legislação de regência, o seguinte:

a. ( ) proceder a restituição à Atlas, como consequência de ter reconhecido o pagamento


anterior como indevido
b. ( ) realizar a restituição à Atlas, pois a empresa é o contribuinte de direito
c. ( ) não efetuar a restituição à Atlas, enquanto ela não provar que, tendo transferido o
encargo financeiro do tributo a terceiro, este expressamente a autoriza a receber tal
quantia
d. ( ) efetuar a restituição a quem foi o adquirente dos produtos
e. ( ) não efetuar a restituição, por se tratar de equívoco insuscetível de correção na esfera
administrativa, somente podendo ser reparada judicialmente por ação anulatória

9.10. O favor fiscal que, estabelecido em lei do poder tributante competente, dispensa o
contribuinte do pagamento de tributo devido, é

a. ( ) imunidade
b. ( ) isenção
c. ( ) isonomia
d. ( ) moratória
e. ( ) prescrição

9.11. Uma das modalidades de exclusão do crédito tributário é a

a. ( ) transação
b. ( ) prescrição
c. ( ) moratória
d. ( ) anistia
e. ( ) remissão

9.12. Suponha que determinadas categorias de pessoas gozem de isenção do Imposto


sobre Operações Financeiras (IOF), concedida por lei que, sem estabelecer qualquer
condição, fixou o prazo de cinco anos de duração do benefício, a esgotar-se em 1º de
janeiro de 1983.

Como a lei ordinária federal - de 1º de maio de 1982 - revogasse a isenção, a Fazenda


Pública passou a exigir o pagamento do tributo relativo aos fatos geradores ocorridos após
essa data (maio/82).

Nesse caso, entende-se que:

a. ( ) a exigência fiscal é correta, uma vez que a autoridade fazendária não se pode furtar à
cobrança vinculada e imediata do tributo
b. ( ) foi ofendido o princípio constitucional da anterioridade da lei ao exercício, segundo o
qual a cobrança será correta a partir de 1º/1/83
c. ( ) a exigência fiscal é incorreta, uma vez que somente lei complementar poderia
conceder revogação de isenção a prazo certo
d. ( ) é ilegítima a cobrança no ano de 1982, legitimando-se a partir de 2/1/83, uma vez
que o prazo de duração da isenção, fixado na lei anterior, se esgota a 1º/1/83
e. ( ) não tem validade a lei revogatória, uma vez que as isenções concedidas a prazo certo
não podem ser revogadas sendo ilegítima a cobrança, a qualquer tempo

9.13. Suponha que a lei tributária do Estado X não preveja prazo para pagamento do
imposto Z. O contribuinte pagou-lhe a segunda prestação 60 dias depois de notificado para
fazê-lo. A notificação da primeira parcela foi ignorada; o contribuinte não a pagou. A lei
respectiva também não prevê a multa pela falta ou atraso de pagamento, nem se refere a
juros de mora.

À luz das normas dispositivas do Código Tributário Nacional, pode-se dizer que

a.( ) o contribuinte não pode ser cobrado da primeira parcela, tendo em vista que o fisco
aceitou a segunda, sem ressalvas; pela mesma razão, nada deve de juros moratórios
b. ( ) quanto à segunda prestação, o contribuinte deve juros de mora de 1% sobre o seu
valor; deve a primeira, pelo seu valor integral, mais juros de mora de 1% ao mês
c.( ) o contribuinte pode ser cobrado pelo valor da primeira parcela; nada pode ser cobrado
no que se refere à segunda, porque, aceita sem ressalvas, extinguindo-se o crédito
tributário
d.( ) embora a primeira parcela também seja devida, os juros de mora não o são, por falta
de previsão de sanção pecuniária pelo atraso ou pela falta de pagamento
e.( ) os juros de mora não podem ser cobrados, em face do princípio da legalidade (não
houve previsão legal para sua cobrança); o principal, concernente à primeira prestação, é
devido, porém sem acréscimos

9.14. O direito de pleitear a restituição do pagamento do tributo indevido ou a maior que o


devido extingue-se com o decurso do prazo de 5 (cinco) anos, contados da data

a. ( ) da notificação do lançamento
b. ( ) da extinção do crédito tributário
c. ( ) do vencimento da obrigação
d. ( ) do depósito para recurso do tributo
e. ( ) da ocorrência do fato gerador

9.15. Sobre o valor de verdade dos enunciados que seguem, podemos asseverar que:

I - A exclusão do crédito tributário dispensa o cumprimento das obrigações acessórias.

II - A compensação independe de previsão legal expressa, posto que o instituto já se


encontra amparado pelo Código Civil.

III - A decisão administrativa, ainda que objeto de ação anulatória, extingue o crédito
tributário.

a. ( ) II e III são verdadeiros e I é falso


b. ( ) os três enunciados são falsos
c. ( ) I e III são verdadeiros e II é falso
d. ( ) os três enunciados são verdadeiros
e. ( ) I e II são falsos e III é verdadeiro

(NOVO) 9.16. (OAB/MG/2003) Considerando-se as normas gerais, estabelecidas pelo


Código Tributário Nacional, relativas à obrigação tributária, é CORRETO afirmar que

(A) a realização do depósito judicial da quantia que o sujeito passivo entende devida
suspende a exigibilidade do crédito tributário.
(B) a responsabilidade tributária sempre decorre da transferência da obrigação do
contribuinte para o responsável, em virtude de alguma situação posterior à ocorrência do
fato gerador.
(C) as penalidades não possuem a natureza jurídica de crédito tributário, tendo-se em vista
que decorrem da sanção de ato ilícito.
(D) o Instituto Nacional do Seguro Social-INSS, nos termos da legislação federal vigente,
pode formalizar (sujeito ativo da obrigação tributária), na presente data, as contribuições
sociais sujeitas ao lançamento por homologação, decorrentes de fatos geradores ocorridos
no exercício fiscal de 1994 e não quitadas pelo sujeito passivo.

(NOVO) 9.17. (OAB/GO/2003) Assinale a única alternativa correta, no que se refere a


impostos:

(a) Em se tratando de lançamento por declaração e de ofício, o termo inicial da decadência


é o momento em que ocorreu o fato gerador do tributo.(CTN 173, I).
(b) Tratando-se de lançamento por homologação, o termo inicial da decadência é o primeiro
dia do exercício seguinte àquele em que o tributo poderia ter sido lançado.(CTN 150,
par.4º).
(c) Ocorrendo dolo, fraude ou simulação em lançamento por homologação, o termo inicial
da decadência é o primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o tributo poderia ter
sido lançado. (CTN 150, par.4º c/c CTN 173, I).
(d) Ocorrendo dolo, fraude ou simulação, o crédito tributário somente decai após a extinção
da pretensão punitiva do Estado, mediante prescrição do crime na esfera penal. (CTN
150,par 4º c/c CTN 173, I).
(NOVO) 9.18. (ESAF/2005) Leia cada um dos assertos abaixo e assinale (V) ou (F),
conforme seja verdadeiro ou falso. Depois, marque a opção qeu contenha a exata
seqüência.

( ) A Lei de Execução Fiscal (LEF) prevê que a inscrição em dívida ativa suspende o curso do
prazo prescricional.
( ) O Código Tributário Nacional não prevê essa suspensão.
( ) O STJ entende que a suspensão do prazo prescricional prevista na LEF sofre as
limitações impostas pelo CTN.

(a) F V V
(b) F F F
(c) V F V
(d) F F V
(e) V V V

(NOVO) 9.19. (ESAF/2005) Considerando o tema "isenção tributária", julgue os itens a


seguir e marque com (V) a assertiva verdadeira e com (F) a falsa, assinalando ao final a
opção correspondente.

( ) Se concedida com prazo determinado e sob condições não pode ser revogada

( ) Com o advento da Constituição de 1988, a concessão da isenção heterotópica passou a


ser proibida (art. 151, III)

( ) Por ser a isenção nada mais que o reverso da tributação, a lei isentiva só entra em vigor
no exercício financeiro seguinte ao em que instituída

( ) Segundo a letra do Código Tributário Nacional, a isenção constitui mera dispensa legal
do pagamento do tributo

(a) V F F V
(b) V V F V
(c) V F V F
(d) F V F V
(e) V F F F

(NOVO) 9.20. (OAB/AL/2002) Indique a assertiva correta:

(a) Decisão administrativa pode extinguir exigência tributária;


(b) Imunidade tributária é própria para tributos cujos fatos geradores são duvidosos;
(c) Capacidade tributária depende de vida útil de contribuinte tributário;
(d) Legislação tributária só se aplica a atos ou fatos futuros.
(NOVO) 9.21. (OAB/CE/2002) Sobre isenção, remissão e anistia é FALSO afirmar o
seguinte:

(A) isenção é uma limitação legal do âmbito de validade da norma jurídica tributária,
enquanto que remissão é o perdão legal do débito tributário;
(B) a anistia sempre se refere a penalidades pecuniárias;
(C) a remissão não é causa extintiva do crédito tributário;
(D) é vedado à União Federal instituir isenção de tributos de competência dos Estados, do
Distrito Federal ou dos Municípios.

(NOVO) 9.22. (OAB/CE/2003) Lei Municipal determinou o cancelamento de débitos fiscais


relativos ao IPTU para com a Fazenda Pública Municipal de valor igual ou inferior a R$
150,00. Esta é uma hipótese de:

(a) remissão
(b) isenção
(c) remição
(d) anistia

(NOVO) 9.23. (OAB/GO/1999) Assinale a asseriva correta:

(a) Certidão de dívida ativa é título judicial inquestionável.


(b) Não se questiona tributo via de ação declaratória.
(c) Prescrição e decadência tributárias são institutos equivalentes entre si.
(d) Em matéria tributária também existe preclusão.

(NOVO) 9.24. (OAB/MG/1997) Ao fato gerador do ICMS, ocorrido em 15.06.88, não se


seguiu qualquer pagamento por parte do contribuinte. O crédito foi apurado em fiscalização
realizada em 31.05.93 e, à falta de pagamento ou impugnação, inscrito em dívida ativa
quarenta dias depois. Em 10.03.97, a Fazenda estadual ajuizou a respectiva ação de
execução fiscal. Diante dos fatos, é correto afirmar que:

(a) não há falar em decadência do direito de lançar nem em prescrição da ação executiva, a
qual produzirá normalmente os efeitos colimados pela Fazenda Pública;
(b) a ação não pode prosperar, já que o título executivo (certidão de dívida ativa) foi
constituído mais de cinco anos depois da ocorrência do fato gerador;
(c) não houve decadência do direito de lançar, mas a ação executiva estava prescrita na
data em que foi ajuizada, eis que passados mais de cinco anos do primeiro dia do exercício
financeiro seguinte ao da ocorrência do fato gerador;
(d) o contribuinte pode, em sede de embargos à execução, fazer denúncia espontânea da
infração fiscal (CTN, art. 138), livrando-se do pagamento das multas moratórias e de
revalidação e submetendo-se apenas ao recolhimento do principal da dívida,
monetariamente corrigido.

(NOVO) 9.25. (OAB/PR/2004) Assinale a alternativa correta:

(a) São modalidades de exclusão do crédito tributário, dentre outras, (i) o pagamento, (ii) a
compensação, (iii) a remissão e (iv) a conversão do depósito em renda;
(b) Suspendem a exigibilidade do crédito tributário, dentre outras possibilidades, (i) a
moratória, (ii) a concessão de medida liminar em mandado de segurança, (iii) o
parcelamento e (iv) a transação;
(c) O despacho que concede remissão total ou parcial do crédito tributário não gera direito
adquirido;
(d) Suspende-se a prescrição para a cobrança do crédito tributário (i) pelo protesto judicial
e (ii) por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor.

(NOVO) 9.26. (OAB/PR/2004) Assinale a alternativa correta:

(a) Aplica-se a anistia tributária às infrações cometidas tanto antes quanto depois da data
de entrada em vigor da lei concessiva do perdão;
(b) Fica dispensado o cumprimento de obrigação acessória dependente de obrigação
principal cujo crédito seja excluído;
(c) Protocolada consulta fiscal dentro do prazo para pagamento do tributo, a resposta da
autoridade administrativa no sentido do cabimento da exigência tributária tem como efeito
imediato a impossibilidade de se punir com multa fiscal o sujeito passivo, respondendo este
apenas pelos juros de mora incidentes durante o período de julgamento da medida
administrativa;
(d) Compete ao credor, em direito tributário, proceder à chamada imputação do
pagamento, determinando, inicialmente, a satisfação dos débitos referentes a contribuição
de melhoria; de seguida, os relativos a taxas; por fim, os concernentes a impostos.

(NOVO) 9.27. (OAB/SP) A medida judicial que deve tomar o titular de uma área de terras
na zona tida como sendo rural e que sofreu dois lançamentos, um de Imposto Territorial
Urbano e outro de Imposto Territorial Rural, para evitar o duplo pagamento ou a execução
fiscal por parte do município ou da União é

(a) impetrar Mandado de Segurança contra o Município.


(b) impetrar Mandado de Segurança contra a União Federal.
(c) promover ação de consignação em pagamento.
(d) promover ação declaratória contra a União Federal e o Município.

(NOVO) 9.28. (OAB/SP) Determinado contribuinte, devedor de tributo, obtém o seu


parcelamento e vem efetuando o pagamento conforme deferido. Apesar disso, sofre
processo de execução fiscal para a cobrança do referido tributo. Nos embargos de devedor,
o contribuinte poderá alegar

(a) a carência da execução fiscal, em face da novação da dívida, que teria perdido a sua
natureza tributária pelo seu parcelamento.
(b) a improcedência da execução fiscal, por iliquidez do título exeqüendo, pelo fato de que
parte da dívida já foi paga.
(c) o reconhecimento do direito apenas parcial à execução fiscal, por parte do Fisco, em
face da existência de saldo devedor do parcelamento.
(d) a carência da execução fiscal em face da suspensão do crédito tributário.

(NOVO) 9.29. (OAB/RJ) Em ação de repetição de indébito tributário, são devidos:

(a) Correção monetária e juros de mora, a partir da citação;


(b) Correção monetária e juros de mora, a partir do trânsito em julgado da decisão que
determinar a restituição;
(c) Correção monetária e juros de mora, a partir do indébito;
(d) Correção monetária, a partir do indébito e juros de mora,a partir do transito em julgado
da decisão que determinar a restituição.;
(NOVO) 9.30. (OAB/RJ) Assinale a alternativa correta:

(a) A União, por lei complementar, atendendo a razões de relevante interesse nacional ou
regional, pode conceder isenções de tributos Estaduais e Municipais;
(b) A extinção de crédito tributário, por compensação, só é possível se houver lei específica
que a autorize;
(c) O pagamento indevido de tributo apurado e recolhido pelo próprio contribuinte, sem
qualquer participação da autoridade fiscal, não gera direito à restituição;
(d) O crédito tributário extingue-se pela prescrição, no prazo de 5 (cinco) anos contado da
ocorrência do fato gerador.;

(NOVO) 9.31. (OAB/RJ) Prescrição é tema reservado à:

(a) Constituição.;
(b) Lei complementar.;
(c) Lei ordinária.;
(d) Medida provisória.;

CRÉDITO TRIBUTÁRIO. GARANTIAS E PREFERÊNCIAS

10.1. O crédito tributário tem preferência sobre qualquer outro, com exceção do referente a

a. ( ) crédito hipotecário anterior ao lançamento


b. ( ) dívida para com o SFH
c. ( ) crédito decorrente da legislação trabalhista
d. ( ) dívida decorrente de falência ou concordata
e. ( ) dívidas pela compra de material para construção da casa própria do contribuinte

10.2. Determinado contribuinte é proprietário de um apartamento e de um sítio, havidos


por legado, em 1980, e gravados, respectivamente, com as cláusulas da inalienabilidade e
impenhorabilidade. Além disso, é proprietário de dois outros imóveis: uma casa, adquirida
em 1981 e hipotecada a favor de um Banco, em 1982, como garantia de um empréstimo; e
um lote, adquirido também em 1982. Tornando-se inadimplente, com relação ao imposto
sobre a renda, esse contribuinte é executado pela Fazenda Pública em 1983. Nessas
condições

a. ( ) não respondem pelo débito o apartamento, o sítio e a casa


b. ( ) não responde pelo débito o lote
c. ( ) não responde pelo débito o apartamento
d. ( ) não respondem pelo débito o apartamento e o sítio
e. ( ) respondem pelo débito o apartamento, o sítio, a casa e o lote

10.3. Presume-se fraudulenta a alienação de bens por sujeito passivo em débito para com a
Fazenda Pública por crédito tributário, exceto na hipótese de terem sido reservados pelo
devedor bens ou rendas suficientes ao seu total pagamento

a. ( ) sempre que o crédito tributário estiver definitivamente constituído


b. ( ) quando o crédito tributário estiver regularmente inscrito como dívida ativa em fase de
execução
c. ( ) sempre que tiver ocorrido o vencimento do crédito tributário
d. ( ) sempre que o sujeito passivo tenha sido notificado da constituição do crédito
tributário

10.4. Sem prejuízo dos privilégios especiais sobre determinados bens que sejam previstos
em lei, responde pelo pagamento do crédito tributário a totalidade dos bens e rendas, de
qualquer origem ou natureza, do sujeito passivo, seu espólio ou massa falida

a. ( ) exceto os gravados por ônus real ou cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade


b. ( ) inclusive os gravados por ônus real, excluídos os gravados por cláusula de
inalienabilidade ou impenhorabilidade
c. ( ) inclusive os gravados por ônus real ou cláusula de inalienabilidade ou
impenhorabilidade, seja qual for a data da constituição do ônus ou da cláusula, excetuados
unicamente os bens e rendas que a lei declare absolutamente impenhoráveis
d. ( ) inclusive os gravados por ônus ou cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade,
apenas quando a data da constituição do ônus ou da cláusula seja posterior à da
constituição definitiva do crédito tributário

10.5. De acordo com o Código Tributário Nacional, presume-se fraudulentas a alienação de


bens por sujeito passivo em débito para a Fazenda Pública, quando não tenham sido
reservados bens ou rendas suficientes ao total pagamento da dívida. Para aplicação desta
regra, basta que o crédito tributário esteja

a. ( ) definitivamente constituído
b. ( ) vencido
c. ( ) em fase de constituição, cientificado o contribuinte
d. ( ) regularmente inscrito como dívida ativa em fase de execução

10.6. "Presume-se fraudulenta a alienação ou oneração de bens ou rendas, ou seu começo,


por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública por crédito tributário
regularmente inscrito como dívida ativa em fase de execução.". Esta presunção é:

a. ( ) relativa
b. ( ) ex tunc
c. ( ) ex nunc
d. ( ) juris tantum
e. ( ) jure et de jure

10.7. Num concurso de preferência por crédito tributário, não prefere ao Município:

a. ( ) União
b. ( ) Estados
c. ( ) Distrito Federal
d. ( ) Territórios
e. ( ) NDA

10.8. Em que situação a alienação ou oneração de bens pelo sujeito passivo em débito com
a Fazenda Pública, por crédito em fase de cobrança judicial, não caracteriza fraude:

a. ( ) quando o sujeito passivo só é devedor ao Erário


b. ( ) quando reserva bens suficientes ao total pagamento da dívida
c. ( ) quando notifica previamente o Fisco da operação realizada
d. ( ) quando aliena bens com finalidades não lucrativas
10.9. A cobrança judicial do crédito tributário não é sujeita

a. ( ) a embargos pelo devedor


b. ( ) ao pagamento espontâneo pelo executado
c. ( ) a ser garantida por bens móveis
d. ( ) a concurso de credores
e. ( ) a ser suspensa

10.10. A massa falida

a. ( ) não pode contestar o crédito tributário


b. ( ) só pode contestar o crédito tributário administrativamente
c. ( ) só pode contestar o crédito tributário judicialmente
d. ( ) quando contesta o crédito tributário judicialmente a discussão se dá no processo de
falência
e. ( ) NDA

(NOVO) 10.11. (OAB/AL/2002) Em matéria de competência jurisdicional, a Fazenda


Nacional (União Federal) intervindo em processo de execução coletiva sobre bens de
comerciante, visando garantir o recolhimento e quitação de tributos federais, é correto
afirmar que:

(a) a competência pertence à Justiça Federal posto que a Fazenda Nacional é interessada;
(b) a competência pertence à Justiça Estadual com recurso para o respectivo Tribunal
Regional Federal;
(c) a competência pertence à Justiça Estadual por uma de suas varas especializadas;
(d) a determinação da competência dependerá do valor do tributo discutido, sendo
irrelevantes as modificações do estado de fato ou do direito ocorridas no processo.

ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA

11.1. De acordo com o Código Tributário Nacional, a competência e os poderes das


autoridades administrativas, em matéria de fiscalização tributária

a. ( ) não se exercem em relação a quaisquer pessoas jurídicas que gozem de imunidade ou


isenção, inclusive as de direito privado
b. ( ) não se podem exercer sobre as pessoas naturais que gozem de isenção de caráter
pessoal
c. ( ) não se exercem em relação a pessoas jurídicas de direito público que gozem de
imunidade
d. ( ) devem ser regulados em uma lei de caráter geral, aplicável a todos os tributos da
União, dos Estados e dos Municípios
e. ( ) devem ser regulados na legislação tributária, em caráter geral ou especificamente em
função da natureza do tributo de que se tratar

11.2. De acordo com o Código Tributário Nacional, a legislação tributária que, observado o
disposto no referido Código, regula a competência e os poderes das autoridades
administrativas em matéria de fiscalização da sua aplicação, alcança
a. ( ) todos os contribuintes, pessoas naturais ou jurídicas, excluídos os que gozem de
imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal
b. ( ) as pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não, excluídas as que gozem de
imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal
c. ( ) as pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não, excluídas as que gozem de
imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal
d. ( ) as pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não, inclusive as que gozem de
imunidade tributária ou de isenção de caráter pessoal

11.3. Para os efeitos da legislação tributária, as disposições legais excludentes ou


limitativas do direito de examinar mercadorias, livros, arquivos, documentos, papéis e
efeitos comerciais ou fiscais, dos comerciantes, industriais ou produtos ou da obrigação
destes de exibi-los

a. ( ) não têm aplicação


b. ( ) não têm aplicação apenas quanto aos livros, documentos, papéis e efeitos fiscais
c. ( ) não têm aplicação apenas quanto aos livros, documentos, papéis e efeitos comerciais
ou fiscais
d. ( ) não têm aplicação apenas quanto a mercadorias, livros e papéis e efeitos fiscais

11.4. A presunção de certeza e liquidez da dívida ativa tributária regularmente inscrita

a. ( ) é "juris tantum"
b. ( ) é "juris et de jure"
c. ( ) tem que ser ilidida antes de iniciada a respectiva ação de execução fiscal
d. ( ) é absoluta
e. ( ) não pode ser ilidida por nenhuma espécie de prova

11.5. Se determinado crédito foi objeto de inscrição válida e regular em Dívida Ativa, a
Fazenda Pública, apresentando a respectiva certidão

a. ( ) deve, antes, provar a legitimidade do crédito, para depois, poder executar o


contribuinte, em face de presunção juris et de jure
b. ( ) pode executar o contribuinte, sendo possível a este ilidir a presunção juris tantum da
legitimidade do crédito
c. ( ) pode executar o contribuinte, não mais cabendo contestação à legitimidade do crédito,
em face de presunção juris tantum
d. ( ) pode executar o contribuinte, sendo possível a este ilidir a presunção juris et de jure
da legitimidade do crédito
e. ( ) pode executar o contribuinte, não mais cabendo contestação à legitimidade do
crédito, em face de presunção juris et de jure

11.6. A omissão de qualquer requisito obrigatório no termo da inscrição ativa ocasiona a


nulidade da inscrição e do processo de cobrança correspondente; essa nulidade, porém,
poderá ser sanada

a. ( ) a qualquer tempo, mediante substituição da certidão nula, devolvido o prazo para


defesa, que poderá versar sobre qualquer parte da inscrição
b. ( ) até a decisão de primeira instância, mediante aditamento à certidão nula, dispensada
a devolução de prazo para a defesa do sujeito passivo
c. ( ) a qualquer tempo, mediante aditamento à certidão nula, devolvido ao sujeito passivo
o prazo para a defesa, se ainda não a havia apresentado
d. ( ) até a decisão de primeira instância, mediante substituição da certidão nula, devolvido
ao sujeito passivo o prazo para defesa, que somente poderá versar sobre a parte
modificada

11.7. Servidor fazendário, a fim de beneficiar pessoa jurídica que pretendia habilitar-se em
concorrência pública, expediu certidão negativa de quitação de tributos, quando, na
realidade, havia créditos tributários vencidos ainda não pagos pela empresa. A
responsabilidade desse servidor

a. ( ) limita-se ao crédito tributário e todos os acréscimos legais


b. ( ) limita-se ao aspecto funcional, se for o caso
c. ( ) limita-se ao aspecto criminal, se for o caso
d. ( ) está excluída, para qualquer efeito, devendo ser responsabilizado seu chefe imediato
e. ( ) é criminal e funcional, como dispuserem as leis respectivas, além de ele responder
pelo referido crédito tributário acrescido de juros de mora

11.8. Não produz o efeito de certidão negativa aquela em que constar a existência de
créditos

a. ( ) vincendos
b. ( ) vencidos
c. ( ) em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetuada a penhora
d. ( ) objeto de impugnação administrativa ainda não apreciada
e. ( ) objeto de pedido de concessão de moratória deferida

11.9. Com relação ao crédito tributário inscrito na dívida ativa, que goza de presunção de
certeza e liquidez e tem efeito de prova pré-constituída, é correto afirmar que

a. ( ) não está sujeito à prescrição


b. ( ) suspende a prescrição por cinco anos
c. ( ) suspende a prescrição por cento e oitenta dias ou até a distribuição da execução fiscal
d. ( ) suspende a decadência por cinco anos
e. ( ) suspende a decadência por cento e oitenta dias ou até a distribuição da execução
fiscal

11.10. A certidão de que conste a existência de créditos em curso de cobrança a executiva


em que se tenha sido efetuada a penhora

a. ( ) não produz efeitos


b. ( ) tem os mesmos efeitos da certidão negativa
c. ( ) não pode ser expedida
d. ( ) produz efeitos apenas em relação a outros tributos

(NOVO) 11.11. (OAB/MG/2002) A Inscrição do crédito tributário em dívida ativa:

(a) É o termo inicial do prazo prescricional.


(b) É mera providência cadastral.
(c) Torna líquido, certo e exigível o crédito tributário.
(d) Constitui em mora o contribuinte devedor.

(NOVO) 11.12. (OAB/MG/2002) O Fisco, após levantamento efetuado junto à contabilidade


de determinada empresa, constitui o crédito referente a Imposto de Renda da Pessoa
Jurídica. O contribuinte, discordando da ação fiscal, inicia a discussão administrativa da
matéria, apresentando impugnação ao Auto de Infração, ainda não decidida. Neste meio
tempo solicita Certidão de Regularidade Fiscal. Assinale a opção CORRETA:

(a) O fisco somente concederá Certidão Positiva com efeito de Negativa se o contribuinte
efetuar o depósito integral do tributo junto ao processo tributário administrativo.
(b) O fisco, em hipótese alguma, poderá conceder a Certidão Positiva com efeito de
Negativa, eis que existe crédito fiscal pendente.
(c) O fisco deverá conceder a Certidão Positiva com efeito de Negativa eis que instaurado e
não decidido o processo tributário administrativo.
(d) Somente uma medida liminar em mandado de segurança é capaz de viabilizar a
emissão da Certidão Positiva com efeito de Negativa

(NOVO) 11.13. (OAB/SC/2002) Assinale a alternativa CORRETA:

(a) A divulgação, por parte da Fazenda Pública ou de seus servidores, de informação obtida
em razão do ofício sobre a situação econômica ou financeira do sujeito passivo ou de
terceiros é vedada em qualquer hipótese, exceto no caso de requisição de autoridade
judiciária no interesse da justiça;
(b) As entidades imunes e as pessoas que não são contribuintes não precisam observar as
exigências das autoridades administrativas em matéria de fiscalização;
(c) Os livros obrigatórios de escrituração fiscal e os comprovantes dos lançamentos deles
efetuados devem ser conservados até que a Administração Pública os fiscalize;
(d) A concessão de tutela antecipada em ação ordinária possibilita ao contribuinte devedor
a obtenção de certidão positiva com efeitos de negativa.

PROCESSO JUDICIAL TRIBUTARIO

(NOVO) 12.1. (OAB/GO/2002) Assinale a assertiva correta:

(a) ação de Consignação em Pagamento é imprópria para discutir questão tributária;


(b) em execução fiscal fazendária o Código de Processo Civil é de aplicação subsidiária;
(c) embargos de declaração são inaplicáveis em demandas judicial-tributárias;
(d) em recurso de apelação não comporta questionamento de matéria fático-tributária.

(NOVO) 12.2. (OAB/PR/2003) Assinale a alternativa correta:

(a) Através da argüição de descumprimento de preceito fundamental é possível questionar,


diretamente perante o Supremo Tribunal Federal, a validade de uma lei municipal em
matéria tributária.
(b) É possível ação declaratória de constitucionalidade para defender a validade de uma lei
municipal perante o Supremo Tribunal Federal.
(c) Se o contribuinte deve imposto de renda, é extinta a punibilidade (criminal) se o mesmo
confessa o débito.
(d) A argüição de descumprimento de preceito fundamental, em matéria tributária, pode
ser utilizada por qualquer cidadão, nos termos da Lei n.º 9.882/99.

(NOVO) 12.3. (OAB/SC/2003) Assinale a alternativa CORRETA.

Em mandado de segurança preventivo, em que o impetrante pleiteia desobrigação de


tributo federal, o pólo passivo do processo seria ocupado:
(a) pela Receita Federal.
(b) pela União Federal.
(c) pelo Presidente da República.
(d) pelo Delegado da Receita Federal.

(NOVO) 12.4. (OAB/SP) A medida judicial a ser tomada pelo contribuinte que, tendo
impugnado o lançamento do Imposto de Renda que entende indevido, veio a sofrer penhora
em processo de execução fiscal, promovido no curso do processo administrativo,
objetivando exatamente a mesma exigência, é

(a) promover ação anulatória da execução.


(b) interpor recurso administrativo contra ajuizamento da execução.
(c) promover ação cautelar de depósito da quantia executada.
(d) embargar a execução alegando a nulidade do título extrajudicial.

(NOVO) 12.5. (OAB/SP) Em relação à ação anulatória de dívida fiscal inscrita, pode-se
afirmar que

(a) para a sua propositura, é indispensável o depósito do valor integral da dívida.


(b) poderá ser proposta com o depósito do valor integral da dívida, hipótese em que
suspenderá a exigibilidade do débito.
(c) não poderá ser proposta após ajuizamento da execução fiscal.
(d) tem âmbito restrito à discussão sobre a validade formal do ato de inscrição da dívida.

1. Questões de múltipla escolha

1.1C 1.2B 1.3D 1.4C 1.5A 1.6A 1.7C


2.1E 2.2C 2.3A 2.4E 2.5E 2.6C 2.7A 2.8A 2.9C 2.10A

2.11B 2.12B 2.13D 2.14A 2.15C 2.16E 2.17D 2.18B 2.19D 2.20A
2.21E 2.22E 2.23E 2.24E 2.25E 2.26A 2.27B 2.28B 2.29B 2.30D
2.31B 2.32D 2.33C 2.34D 2.35A 2.36C 2.37D 2.38B 2.39C 2.40C
2.41C 2.42A
3.1C 3.2E 3.3E 3.4A 3.5A 3.6B 3.7E 3.8C 3.9A 3.10A
3.11C 3.12D 3.13E 3.14B 3.15E 3.16B 3.17C 3.18C 3.19B 3.20C
3.21B 3.22C 3.23E 3.24A 3.25B 3.26C 3.27B 3.28C 3.29B 3.30B
3.31C 3.32D 3.33E 3.34C 3.35A 3.36A 3.37C 3.38B 3.39B 3.40B
3.41D 3.42A 3.43C 3.44D 3.45B 3.46A 3.47C 3.48B 3.49C 3.50A
3.51A 3.52B 3.53D 3.54D 3.55C 3.56C
4.1E 4.2D 4.3B 4.4A 4.5A 4.6E 4.7B 4.8D 4.9C 4.10E
4.11A 4.12C 4.13C 4.14D 4.15E 4.16C 4.17A 4.18D 4.19C 4.20B
4.21D 4.22C 4.23A 4.24C
5.1E 5.2E 5.3A 5.4B 5.5E 5.6B 5.7A 5.8A 5.9B 5.10D
5.11C 5.12E 5.13B 5.14B 5.15A 5.16B 5.17C 5.18A 5.19D 5.20A
5.21D 5.22B 5.23A 5.24B 5.25C 5.26B 5.27A 5.28D 5.29C 5.30C
5.31D 5.32B 5.33A
6.1D 6.2B 6.3E 6.4C 6.5C 6.6A 6.7D 6.8C 6.9B 6.10C
6.11E 6.12C 6.13A 6.14A 6.15A 6.16C 6.17D 6.18D 6.19B 6.20A
6.21B
7.1E 7.2B 7.3D 7.4E 7.5D 7.6A 7.7A 7.8A 7.9A 7.10D
7.11B 7.12B 7.13C 7.14B 7.15A 7.16B 7.17B
8.1D 8.2B 8.3E 8.4E 8.5D 8.6A 8.7A 8.8D 8.9B 8.10E
8.11A 8.12B 8.13D 8.14B 8.15B 8.16A
9.1B 9.2C 9.3D 9.4D 9.5E 9.6A 9.7C 9.8D 9.9C 9.10B
9.11D 9.12A 9.13B 9.14B 9.15B 9.16D 9.17C 9.18E 9.19B 9.20A
9.21C 9.22A 9.23D 9.24A 9.25C 9.26D 9.27C 9.28D 9.29D 9.30B
9.31B
10.1C 10.2E 10.3B 10.4C 10.5D 10.6E 10.7E 10.8B 10.9D 10.10E
10.11C
11.1E 11.2D 11.3A 11.4A 11.5B 11.6D 11.7E 11.8B 11.9C 11.10B
11.11C 11.12C 11.13D
12.1B 12.2A 12.3D 12.4D 12.5B

QUESTÕES CERTO/ERRADO

1. (ESAF) A Constituição de 1988 eliminou o empréstimo compulsório e a contribuição de


melhoria enquanto espécies tributárias. ( )

2. (ESAF) A COFINS - contribuição para o financiamento da seguridade social -, segundo o


entendimento do Supremo Tribunal Federal, é um tributo. ( )

3. (CESPE) As contribuições sociais, consoante a doutrina contemporânea majoritária,


ostentam natureza tributária; aplica-se-lhes, portanto a disposição - contida no Código
Tributário Nacional (CTN) - segundo a qual a natureza jurídica específica do tributo é
determinada pela hipótese de incidência da respectiva obrigação, sendo irrelevante para
qualificá-la a destinação do produto da sua arrecadação. ( )

4. (ESAF) Tributo é gênero de que são espécies o imposto, a taxa, a contribuição de


melhoria e o preço de serviços públicos. ( )

5. (CESPE) Diferentemente do que ocorre em relação a determinado imposto, os fatos


econômicos que dão ensejo à cobrança das taxas não são especificamente indicados na
Constituição, de maneira que, em princípio, qualquer exercício do poder de polícia e
qualquer prestação de serviço público específico e divisível podem servir de base fática para
a cobrança de taxa. ( )

6. (CESPE) Por sua natureza tributária peculiar, as taxas devem corresponder, de modo
preciso, à contraprestação pelo serviço oferecido ao contribuinte. ( )

7. (CESPE) A atuação estatal que enseja a cobrança de taxa deve ser aquela prestada à
coletividade globalmente considerada. ( )
8. (CESPE) Se a União fiscaliza a exploração e o comércio de recursos naturais renováveis,
reprimindo as ações ilícitas nessa área, tal atuação pode, juridicamente, justificar a
cobrança de taxa. ( )

9. (CESPE) Se um município oferece qualquer serviço a seus cidadãos, poderá cobrar taxa
por isso, mesmo daqueles que jamais hajam usufruído do serviço. ( )

10. (ESAF) Compete ao Município a instituição de taxa de fiscalização de anúncios. ( )

11. (CESPE) Considere a seguinte situação hipotética: Um município passou a prestar o


serviço de iluminação pública em uma região até então dela desprovida. Em conseqüência,
após editar as normas necessárias, principiou a cobrança de taxa da população atendida
pelo serviço. Na situação apresentada, a cobrança é constitucionalmente legítima. ( )

12. (CESPE) Considere a seguinte situação hipotética: Com base no poder de polícia, um
município instituiu uma taxa de fiscalização de atividade econômica. Todavia, o município
jamais estruturou o setor responsável pelo exercício da polícia administrativa
correspondente à taxa. Nesse caso, embora se trate de exercício apenas potencial do poder
de polícia, a taxa pode ser legitimamente cobrada. ( )

13. (CESPE) Se a Companhia energética de Brasília - CEB, o governo do Distrito Federal


(GDF) e a associação de moradores de um condomínio residencial próximo ao Plano Piloto
estabelecessem um acordo, pelo qual o GDF se comprometesse a custear a instalação da
rede de iluminação pública no condomínio e os moradores deste se obrigassem a pagar à
CEB uma determinada quantia mensal, para custear a manutenção do serviço de iluminação
pública, não obstante a quantia a ser paga pelos moradores ser uma espécie de retribuição
por serviços prestados, ou ao menos colocados à sua disposição, não se poderia subsumir
essa mensalidade ao conceito tributário de taxa. ( )

14. (CESPE) Se os Estados e o Distrito Federal fiscalizarem a exploração dos recursos


ambientais, até com a aplicação de multas e outras sanções aos atos que infringirem a
legislação, e se passarem a oferecer determinado serviço à coletividade, de caráter
específico e divisível, poderão cobrar taxa em razão da fiscalização e do serviço, sendo que,
neste caso, a taxa poderá ser cobrada até daqueles contribuintes que jamais chegaram a
efetivamente usufruir o serviço. ( )

15. (CESPE) Tendo a Lei n° 7.994/89 criado um tributo cujo fato gerador é o exercício do
poder de polícia atribuído à Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), é correto
inferir, então, que o tributo em questão seja uma taxa. ( )

16. (CESPE) O DF poderia instituir uma contribuição de melhoria para custear a construção
de uma rede de iluminação pública em área rural e uma taxa para a manutenção dessa
rede. ( )

17. (CESPE) Se a União instituísse uma hipotética taxa de fiscalização sobre o


funcionamento das entidades de previdência privada, mas não chegasse a implantar a
estrutura de fiscalização necessária ao exercício do poder de polícia associado à taxa, isso
não impediria a cobrança válida dela, pois a atividade de polícia, nesses casos, pode existir
apenas parcialmente. ( )

18. (CESPE) Se um estado-membro da Federação brasileira decidir prestar um determinado


serviço público mediante retribuição dos usuários por meio de taxa, somente poderá cobrá-
la se houver autorização constitucional específica para aquela modalidade de serviço servir
como fundamento da taxa. ( )

19. (Min. Público/SP) Para que o Estado possa arrecadar taxa há necessidade de o usuário
ou destinatário do serviço público vir a fazer uso efetivo dele. ( )

20. (CESPE) Para a distinção entre taxa e preço público, é correto apontar, entre outras, as
seguintes características: o regime jurídico das taxas é legal, enquanto o dos preços
contratual; a taxa pode ser cobrada ainda que o contribuinte efetivamente não usufrua o
serviço, ao passo que o preço depende da prestação do serviço; n alíquota e a base de
cálculo da taxa submetem-se ao princípio da anterioridade, mas o preço pode ser elevado
de imediato. ( )

21. (ESAF) Preços de serviços públicos e taxas às vezes se confundem porque ambos são
compulsórios. ( )

22. (CESPE) Considere que o governador do Distrito Federal tenha sancionado lei instituindo
a cobrança de contribuição de melhoria, devida pelos proprietários de imóveis localizados
nas imediações de uma ponte que seria construída sobre o Lago Paranoá. O tributo novel
seria devido em face do incremento de valor que a obra pública acarretaria às propriedades
situadas nos locais definidos na lei sancionada. Nessa situação, tal lei não poderia ser
sancionada; pois, desde a promulgação da Constituição de 1988, não é mais possível a
instituição de contribuição de melhoria. ( )

23. (CESPE) Considere que o governador do Distrito Federal tenha sancionado lei instituindo
a cobrança de contribuição de melhoria, devida pelos proprietários de imóveis localizados
nas imediações de uma ponte que seria construída sobre o Lago Paranoá. O tributo novel
seria devido em face do incremento de valor que a obra pública acarretaria às propriedades
situadas nos locais definidos na lei sancionada. Nos termos do texto constitucional vigente,
para que o tributo em questão seja juridicamente válido, a lei sancionada pelo governador
haverá de ser de natureza complementar. ( )

24. (CESPE) Se o DF construísse uma ponte ligando o Lago Norte ao Plano Piloto e, em
virtude da valorização dos imóveis próximos à obra, decidisse cobrar dos seus proprietários
uma contribuição de melhoria, então o Estado não poderia cobrar de cada particular uma
contribuição maior que o acréscimo do valor de seus imóveis, resultante da construção da
nova ponte. Além disso, caso a soma do valor agregado aos imóveis pela nova obra
ultrapassasse o custo da própria construção, a parte excedente do preço da obra somente
poderia ser utilizada para custear a manutenção da nova ponte ou eventuais
melhoramentos dela. ( )

25. (CESPE) Caso o governo do DF promovesse a edificação de uma nova ponte no Lago
Sul, então poderia ser instituída contribuição de melhoria, para custeio da obra, a ser
cobrada de todos os que utilizassem a ponte de maneira regular. ( )

26. (ESAF) A Constituição da República prevê que contribuição de melhoria, decorrente de


obras públicas, tenha por limite o custo total da obra e o valor da melhoria por ela trazida,
e que tenha sido precedida de referendo popular. ( )

27. (ESAF) A Constituição de 1988 não estabelece que o limite total da contribuição de
melhoria seja o valor da despesa realizada pela obra pública que Ihe deu causa. ( )
28. (CESPE) O fato de as taxas serem cobradas pela utilização, efetiva ou potencial, de
serviços públicos específicos e divisíveis impõe que sejam graduadas segundo a capacidade
econômica do usuário. ( )

29. O IPVA, em razão de seu delineamento constitucional, é um imposto nitidamente


pessoal, uma vez que leva em consideração, na graduação de seu valor, a situação
financeira do contribuinte. ( )

30. As contribuições do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada para a


seguridade social poderão ter alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas, em razão da
atividade econômica ou da utilização intensiva de mão-de-obra. ( )

31. (CESPE) Taxas e contribuições de melhoria são tributos atribuídos à competência


comum da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. ( )

32. (CESPE) São de competência comum as taxas e as contribuições de melhoria,


considerando que tais tributos são instituíveis por todos os entes políticos,
independentemente da competência estatal para o exercício das atividades que constituam
os respectivos fatos geradores. ( )

33. (CESPE) Os contribuintes, as bases de cálculo e os fatos geradores das contribuições


sociais devem ser definidos em lei complementar que estabelece normas gerais em matéria
de legislação tributária. ( )

34. (CESPE) A contribuição social que incida sobre o lucro deve ser instituída por meio de lei
complementar, haja vista tratar-se de idêntica base de cálculo e mesmo fato gerador do
Imposto de Renda. ( )

35. (CESPE) O texto constitucional impõe que os fatos geradores, bases de cálculo e
sujeitos passivos das contribuições sociais sejam definidos na lei complementar que fixar as
normas gerais em matéria tributária. ( )

36. (CESPE) Os contribuintes, as bases de cálculo e os fatos geradores das contribuições


sociais devem ser definidos em lei complementar que estabelece normas gerais em matéria
de legislação tributária. ( )

37. (CESPE) A participação dos trabalhadores no custeio da seguridade social deve vir
disciplinada em lei complementar, haja vista a Constituição ter recepcionado a contribuição
para o Programa de Integração Social (PIS). ( )

38. (CESPE) Os empréstimos compulsórios deverão ser instituídos, sempre, por meio de lei
complementar. ( )

39. (CESPE) A instituição de empréstimos compulsórios, no caso de investimento público de


caráter urgente e de relevante interesse nacional deverá submeter-se ao princípio da
anterioridade tributária. ( )

40. (CESPE) Se o Brasil tivesse grandes porções de seu território afetadas por violentos
furacões, com a destruição de cidades e alta mortandade, e se, nessa situação, o Presidente
da República baixasse decreto reconhecendo a ocorrência de calamidade pública em nível
nacional, isso permitiria que a União instituísse empréstimo compulsório, mediante
aprovação c lei ordinária pelo Congresso Nacional, pois a hipótese de calamidade pública ao
lado da de guerra externa ou de iminência desta, é uma das que autoriza a criação dessa
espécie de tributo. ( )

41. Uma vez que o Código Tributário Nacional representa nossa lei de norma gerais
tributárias, com força de lei complementar, e, em seu art. 15, traça regramento genérico
dos empréstimos compulsórios, a União pode instituir essa espécie tributária mediante a
edição de lei ordinária. ( )

42. A competência para instituição de empréstimos compulsórios é privativa da União,


ressalvada a possibilidade de os estados e o DF instituírem empréstimo compulsório para
fazer face a despesas decorrentes de calamidades públicas havidas em seus territórios. ( )

43. Os empréstimos compulsórios são, conforme jurisprudência do STF, espécie tributária


autônoma. Sendo tributos, os empréstimos compulsórios estão sujeitos a todas as
limitações constitucionais do poder de tributar, tais como o princípio da legalidade, o
princípio da isonomia, o princípio da anterioridade o princípio da irretroatividade e o
princípio do não-confisco. ( )

44. A aplicação dos recursos provenientes de empréstimo compulsório vinculada à despesa


que fundamentou sua instituição. ( )

45. Os empréstimos compulsórios são tributos de natureza fortemente extrafiscal. ( )

46. O Supremo Tribunal Federal admite a utilização de títulos da dívida pública federal para
o pagamento da restituição de empréstimo compulsório. ( )

47. (CESPE) Ressalvada a instituição de contribuição social a ser exigida dos seus próprios
servidores - destinada ao custeio, em benefícios destes, de sistemas de previdência e
assistência social -, os estados e os municípios, em nenhuma outra hipótese, poderão
instituir contribuição social. ( )

48. (CESPE) Apesar da sua denominação, as contribuições de intervenção no domínio


econômico são tributos considerados neutros, com função nitidamente fiscal. ( )

49. (CESPE) As contribuições de interesse de categorias profissionais ou econômicas são


estabelecidas pelas instituições fiscalizadoras e representativas de categorias profissionais
ou econômicas, a fim de que tenham o necessário suporte financeiro para o exercício de
suas funções, legalmente reputadas como de interesse público. ( )

50. (CESPE) Observadas as normas constitucionais, compete exclusivamente à União


instituir contribuições sociais de intervenção no domínio econômico e de interesse das
categorias profissionais ou econômicas, como instrumento de sua atuação nas respectivas
áreas. ( )

51. (CESPE) Cabe apenas à União instituir contribuição, cobrada dos servidores públicos em
geral, para o custeio, em benefício destes, de sistemas de previdência e assistência social (
)

52. (CESPE) As contribuições sociais possuem finalidade eminentemente parafiscal e


extrafiscal, conforme a espécie delas. ( )
53. (CESPE) O contribuinte da contribuição instituída no interesse de categorias
profissionais ou econômicas deve integrar a dita categoria. ( )

54. (ESAF) Somente lei complementar pode instituir ou majorar contribuição previdenciária.
()

55. (CESPE) A Constituição da República chancelou a incidência de duas contribuições


sociais sobre idêntica base de cálculo, haja vista autorizar, no âmbito das disposições
constitucionais gerais, a instituição de contribuição social incidente sobre o faturamento das
empresas e, a par disso, recepcionar expressamente, no bojo das disposições
constitucionais gerais, a contribuição para o Programa de Integração Social (PIS). ( )

56. (CESPE) Embora servidores públicos estaduais possam ser participantes de Planos
Garantidores de benefícios livres (PGBLs), os estados e o DF não podem instituir
contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico, sobre o funcionamento desses
planos. ( )

57. (CESPE) Sabendo que o inciso IV do art. 8o. da Constituição Federal dispõe que a
assembléia geral ficará a contribuição que, em se tratando de categoria profissional, será
descontada em folha, para custeio do sistema confederativo da representação sindical
respectiva, independentemente da contribuição prevista em lei, é correto afirmar que a
contribuição de que trata esse dispositivo constitucional é uma espécie de tributo, à qual
não se aplica o princípio da legalidade. ( )

58. (CESPE) As taxas e as contribuições sociais não podem ser instituídas com base de
cálculo idêntica à de impostos já existentes. ( )

59. Uma vez que vigora no Brasil o princípio da liberdade de associação, a contribuição
sindical instituída em lei no interesse de categorias profissionais, nos termos do art. 149 da
CF não pode ser cobrada compulsoriamente de todos os trabalhadores de determinada
categoria profissional, mas somente daqueles filiados ao respectivo sistema confederativo. (
)

60. A contribuição profissional confederativa, fixada pela assembléia geral, do sistema


confederativo de cada categoria profissional, somente pode ser cobrada dos trabalhadores
filiados ao respectivo sindicato. ( )

61. A contribuição profissional confederativa, fixada pela assembléia geral do sistema


confederativo de cada categoria profissional, destina-se ao custeio dos sistemas próprios de
previdência dos trabalhadores filados ao respectivo sindicato. ( )

62. A contribuição sindical, instituída em lei no interesse de categorias profissionais, é


tributo da competência exclusiva da União. ( )

63. A contribuição sindical, instituída em lei no interesse de categorias profissionais,


somente pode ser cobrada noventa dias após a publicação da lei que a institua ou
modifique. ( )

64. A contribuição sindical, instituída em lei no interesse de categorias profissionais, é


espécie do gênero contribuição de melhoria. ( )
65. (CESPE) Considere a seguinte situação hipotética: Um indivíduo recebeu elevada
propina em virtude do exercício de sua função pública. Na declaração anual de ajuste
devida à Secretaria da Receita Federal, não incluiu aquele valor entre seus rendimentos
tributáveis. O fisco federal descobriu o acréscimo patrimonial do indivíduo e veio a autuá-lo.
Ao defender-se administrativamente, o autuado confessou o recebimento e alegou que,
devido à sua origem ilícita, ele não poderia servir como fato gerador de tributo, de maneira
que somente se lhe poderiam imputar conseqüências penais, mas não tributárias. Nessa
situação, a defesa do contribuinte deveria ser rejeitada e mantida a autuação. ( )

66. (ESAF) O "fato gerador" de uma multa tributária pode ser um fato lícito. ( )

67. (ESAF) Os rendimentos advindos do jogo do bicho e da exploração do lenocínio não são
tributáveis, pois trata-se de prática de atividade ilícita. ( )

68. (ESAF) Rendimentos decorrentes de ato ilícito não são tributáveis, conforme reza o
princípio do non olet. ( )

69. (CESPE) O ordenamento jurídico impõe aos empregadores diversas contribuições para o
custeio da seguridade social, entre as quais incluem-se a contribuição social sobre o lucro, a
contribuição incidente sobre o faturamento (COFINS), a contribuição incidente sobre a folha
de salários e a contribuição para o PIS. ( )

70. (CESPE) As contribuições devem ser arrecadadas pelo Instituto Nacional do Seguro
Social (INSS). Se, diversamente, a arrecadação for efetivada pela União, restará
descaracterizada a natureza jurídica de contribuição, evidenciando-se, nessa hipótese,
tratar-se de imposto. ( )

71. (CESPE) A participação dos trabalhadores no custeio da seguridade social deve vir
disciplinada em lei complementar, haja vista a Constituição ter recepcionado a contribuição
para o Programa de Integração Social (PIS) ( )

72. (CESPE) Além das contribuições pagas pelos segurados e pelas empresas, o regime
geral de previdência social é custeado também por meio de aporte de recursos públicos,
consubstanciados em dotações orçamentária, específicas e anuais da União, dos estados e
dos municípios. ( )

73. (CESPE) Lei complementar pode ser editada para viabilizar a instituição da contribuição
previdenciária acerca de aposentadoria e pensões concedidas pelo regime geral da
previdência social. ( )

74. (CESPE) É inconstitucional a cobrança de contribuição previdenciária de empresa,


incidente sobre remuneração paga a administradores, autônomos e avulsos, já que a
relação jurídica do tomador de serviço com eles não se qualifica como relação de trabalho. (
)

75. (ESAF) A contribuição social sobre o lucro é uma contribuição para a seguridade social.
()

76. (CESPE) Desde que o legislador observe as espécies de tributos autorizadas pela
Constituição, poderá onerar qualquer manifestação de atividade econômica ao criar
tributos. ( )
77. (CESPE) Se o Congresso Nacional aprovasse lei alterando a legislação do IR com o fim
de proibir todos os abatimentos e deduções dos rendimentos brutos auferidos pelo
contribuinte ao longo do exercício, tal norma seria inconstitucional por ofensa ao princípio
da capacidade contributiva. ( )

78. A Constituição de 1988, ao tratar do princípio da capacidade contributiva, somente se


refere, expressamente, a impostos e contribuições. ( )

79. (ESAF) O princípio da capacidade contributiva aplica-se a todos os impostos, sempre


que a estrutura de cada um deles permitir. ( )

80. (ESAF) O princípio da capacidade contributiva constitui limitação do poder de tributar,


somente no que se refere aos impostos a serem instituídos pela União. ( )

81. (ESAF) O princípio da capacidade contributiva aplica-se somente aos impostos que a
Constituição da República expressamente enumera. ( )

82. (ESAF) O princípio da capacidade contributiva tem sua observância condicionada aos
critérios de conveniência e oportunidade por parte do legislador ordinário ( )

83. (ESAF) O princípio da capacidade contributiva aplica-se, indistintamente, aos impostos,


às taxas e às contribuições de melhoria. ( )

84. (ESAF) As taxas poderão ter base de cálculo própria de impostos mas não de
contribuição de melhoria. ( )

85. (CESPE) Considerando que o IR incida sobre as retiradas mensais dos investidores em
Planos Garantidores de Benefícios Livres (PGBLs), então, ao final do plano, se a União
criasse, por lei, uma taxa hipotética sobre a fiscalização desses planos, essa taxa poderia
ter como base de cálculo aquelas retiradas, desde que a União efetivamente exercesse a
fiscalização. ( )

86. (ESAF) Uma taxa de utilização de estradas pode ter por base de cálculo o valor de uma
propriedade rural. ( )

87. A contribuição sindical, instituída em lei no interesse de categorias profissionais, está


submetida, entre outros, aos princípios tributários da legalidade, da isonomia e da
anterioridade. ( )

88. (CESPE) No vigente regime político brasileiro, é correto afirmar, ao menos do ponto de
vista teórico, que os cidadãos suportam tão-somente os tributos que aceitaram pagar. ( )

89. (CESPE) Nos termos da Constituição e em conformidade com o princípio da legalidade,


qualquer majoração ou instituição de tributos deve vir veiculada em lei. ( )

90. (CESPE) Nenhum imposto pode ser exigido sem que lei o estabeleça, mas há impostos
que podem ter a sua alíquota alterada por ato do Poder Executivo. ( )

91. (CESPE) No direito tributário brasileiro, vige o princípio da legalidade estrita, que não
admite exceções por ter sede constitucional. ( )
92. (CESPE) O conhecido brocardo No taxation without representation é considerado um
dos fundamentos do princípio da legalidade tributária, significando que as exações
tributárias têm de ser aprovadas pelos representantes do povo a fim de poderem ser
validamente cobradas; não obstante, o princípio da legalidade está sujeito a certas
exceções no quadro constitucional brasileiro. ( )

93. (CESPE) O Poder Executivo dispõe da faculdade de alterar as alíquotas e as bases de


cálculo dos impostos de importação, de exportação, sobre produtos industrializados e sobre
operações de crédito, câmbio e seguros, ou relativas a títulos e valores mobiliários. ( )

94. (CESPE) Por força do princípio da legalidade estrita, aplicável ao direito tributário, em
nenhum caso é possível a criação ou o aumento de tributo, a não ser por lei ordinária. ( )

95. (CESPE) Criar ou instituir tributo significa; em face do princípio da legalidade, definir, na
lei, hipótese de incidência, base de cálculo e alíquota, pois estes são os elementos
bastantes à exigência do tributo. ( )

96. (CESPE) Apesar de o princípio da estrita legalidade viger no direito tributário, as


alíquotas de certos tributos podem ser alteradas por ato administrativo. ( )

97. (ESAF) O princípio da legalidade não se aplica, em toda sua extensão, aos impostos de
importação e exportação, impostos sobre produtos industrializados e impostos
extraordinários decorrentes de guerra. ( )

98. (ESAF) O princípio da legalidade não se aplica, em toda sua extensão, aos impostos de
importação e exportação, ao imposto sobre produtos industrializados e ao imposto sobre
operações financeiras. ( )

99. (ESAF) Será admitido tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em
situação equivalente, desde que a distinção se dê em razão de ocupação profissional ou
função por eles exercida. ( )

100. A concessão de benefícios fiscais às microempresas e às empresas de pequeno porte


não ofende o princípio da isonomia tributária. ( )

101. Em razão do princípio da isonomia tributária é vedada, no Brasil a concessão de


isenções relativas ao Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza. ( )

102. O princípio da isonomia tributária, assim como o princípio da capacidade contributiva,


dele decorrente, somente se aplica a impostos. ( )

103. Segundo o princípio da isonomia tributária é vedado instituir tratamento desigual entre
contribuintes que se encontrem em situação equivalente, proibida qualquer distinção em
razão de ocupação profissional ou função por eles exercida, independentemente da
denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos. ( )

104. (CESPE) A Constituição excepcionou a aplicação dos princípios tributários da


anterioridade e da irretroatividade para efeito da incidência de contribuições destinadas ao
custeio da Seguridade Social. ( )
105. (CESPE) Em face do princípio da irretroatividade da lei tributária, a lei não poderá
incidir sobre fato pretérito, quando tenha instituído ou aumentado tributo, bem como
quando tenha reduzido ou dispensado o pagamento de tributo. ( )

106. (CESPE) A legislação tributária relativa a receita para a seguridade social não é
alcançada pela limitação, decorrente de princípio constitucional, que veda a cobrança de
tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os
houver instituído ou aumentado. ( )

107. (ESAF) O princípio da anterioridade consagrado na Constituição Federal confunde-se


com a própria idéia de anualidade. ( )

108. (CESPE) A lei que institui uma isenção produz efeito a partir do exercício financeiro
seguinte ao de sua publicação. ( )

109. (CESPE) Considere a seguinte situação hipotética: O Congresso Nacional aprovou lei
criando determinado tributo, cuja receita, todavia, não foi prevista na lei orçamentária para
o exercício seguinte. Nessa situação a cobrança do tributo pode ser realizada, mesmo se
não houver alteração na lei orçamentária, pois esse quadro não se choca com o princípio da
anterioridade. ( )

110. (CESPE) O princípio da anualidade apresenta índole marcadamente democrática, uma


vez que implica a necessidade de autorização dos representantes do povo, na lei
orçamentária anual, para a arrecadação de determinado tributo; nada obstante, a
Constituição Federal em vigor não consagra, de modo expresso, esse princípio. ( )

111. (CESPE) Não estão sujeitos ao princípio da anterioridade da lei tributária os impostos
de importação, de exportação, sobre produtos industrializados, e sobre operações de
crédito, câmbio, seguros e operações com títulos e valores mobiliários, assim como os
empréstimos compulsórios e as contribuições sociais. ( )

112. (ESAF) Quanto ao princípio da anterioridade, pode-se dizer que se aplica aos
empréstimos compulsórios, qualquer que seja o pressuposto da sua instituição. ( )

113. (ESAF) Quanto ao princípio da anterioridade, pode-se dizer que se aplica às


contribuições para seguridade social da mesma forma que às outras espécies tributárias. ( )

114. (CESPE) O princípio da anterioridade, no campo tributário, não se limita a exigir que
todo tributo incida somente sobre fatos posteriores à lei que os instituiu, mas exige também
que a cobrança incida apenas sobre fatos geradores ocorridos a partir do exercício
financeiro posterior ao da publicação da lei. ( )

115. (CESPE) - Como o imposto de renda é submetido ao princípio da anualidade,


conseqüentemente, as alterações legislativas referentes a esse tributo somente adquirem
exeqüibilidade no exercício financeiro posterior ao da publicação da norma alteradora. ( )

116. (ESAF) Admite-se a exigência de impostos no mesmo exercício financeiro em que haja
sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou, desde que a lei preceda 90 dias em
relação à cobrança. ( )

117. (CESPE) Se o Congresso Nacional aprovar lei instituindo o IR sobre os rendimentos dos
Planos Garantidores de benefícios livres (PGBLs) e essa lei for publicada no Diário Oficial do
dia 31/12/2001, o imposto incidirá sobre os fatos geradores ocorridos a partir do dia
seguinte, 1°/1/2002. ( )

118. (CESPE) Suponha que uma emenda à Constituição resolva permitir a criação de um
novo tributo, não-previsto na Lei Maior, afastando, com relação a ele, expressamente, a
incidência do princípio da anterioridade. Nesse caso, é correto afirmar que essa emenda é
inconstitucional por ferir uma cláusula pétrea. ( )

119. (ESAF) Alíquota da contribuição sobre lucro líquido, majorado por medida provisória
convertida em lei posteriormente, pode ser aplicada após decorridos noventa dias da
publicação da medida provisória. ( )

120. (ESAF) Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal contribuição social


instituída por medida provisória somente poderá ser cobrada 90 dias após a edição da
primeira medida, posteriormente reeditada. ( )

121. (ESAF) O prazo de noventa dias para a cobrança de contribuição social instituída por
medida provisória conta-se da data da publicação do referido ato normativo. ( )

122. (ESAF) Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, o prazo de 90 dias


para cobrança da contribuição social, instituída por medida provisória, conta-se a partir do
primeiro dia de vigência da medida inaugural. ( )

123. (ESAF) Contribuição social instituída mediante medida provisória, sucessivamente


reeditada, poderá ser exigida 90 (noventa) dias após publicação do ato normativo
inaugural, independentemente de sua conversão em lei. ( )

124. (ESAF) Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, contribuição social


prevista em medida provisória somente poderá ser cobrada 90 dias após a sua conversão
em lei. ( )

125. (CESPE) Não é possível alterar regras sobre contribuição social por meio de medida
provisória, haja vista a incompatibilidade entre a vigência limitada das medidas provisórias
e a vacatio legis de noventa dias, atribuída pela Constituição às normas relativas a
contribuições sociais. ( )

126. (CESPE) A contribuição previdenciária de trabalhadores pode ser aumentada por meio
de medida provisória, e o acréscimo pode ser cobrado no mesmo mês da edição da medida
provisória, contanto que o Congresso Nacional a converta em lei no prazo de trinta dias. ( )

127. (CESPE) A vedação constitucional de utilizar tributo com efeito de confisco dirige-se à
União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios. ( )

128. (CESPE) O princípio da não-utilização de tributo com efeito de confisco não se aplica às
contribuições previdenciárias devidas pelo empregado ao Instituto Nacional do Seguro
Social (INSS). ( )

129. (Procurador INSS) Considere a seguinte situação hipotética: O governo federal, com
base em detalhados estudos, concluiu que não convém ao interesse público determinada
atividade econômica, a qual pretende, portanto, desestimular. Como um dos instrumentos
destinados a atingir essa finalidade inibitória, o Congresso Nacional aprovou lei taxando em
sessenta por cento o faturamento dessa atividade. Nessas circunstâncias, a lei é
constitucional, desde que haja passado por todas as fases do processo legislativo. ( )

130. (CESPE) De acordo com o princípio da liberdade de tráfego, é vedada a instituição de


tributos que acarretem limitação ao tráfego interestadual ou intermunicipal de pessoas ou
de bens, restando excluído de tal princípio o tráfego internacional. ( )

131. (ESAF) É vedado o estabelecimento de limitações ao tráfego de pessoas ou bens, por


meio de tributos interestaduais ou intermunicipais, ressalvada a cobrança de pedágio pela
utilização de vias conservadas pelo Poder Público. ( )

132. (CESPE) Juridicamente, as imunidades significam que a norma tributária, apesar de


aplicar-se ao fato concreto correspondente à hipótese de incidência, não faz surgir a
obrigação tributária. ( )

133. (CESPE) Acerca da imunidade jurídico-tributária, é correto afirmar que: opera na


demarcação constitucional das competências tributárias. ( )

134. (CESPE) Acerca da imunidade jurídico-tributária, é correto afirmar que: abrange tão-
somente impostos. ( )

135. (CESPE) Acerca da imunidade jurídico-tributária, é correto afirmar que: o seu gozo não
pode depender do atendimento de requisitos estabelecidos em norma infraconstitucional. ( )

136. (CESPE) Acerca da imunidade jurídico-tributária, é correto afirmar que: pode ser
outorgada tendo em vista pressupostos de natureza pessoal e/ou material. ( )

137. (CESPE) Quanto à origem, a distinção entre a imunidade e a isenção consiste em que
a primeira é uma limitação heterônoma constitucional ao poder de tributar, ao passo que a
segunda é uma limitação legal, heterônoma ou autônoma ao poder de tributar; embora,
como regra, a lei isencional provenha da própria pessoa jurídica com competência
tributária, é possível que lei complementar federal estabeleça isenção em relação a imposto
estadual. ( )

138. (CESPE) Os arts. 150 e 151 da Constituição da República estabelecem limitações ao


poder de tributar, formulando princípios como os da legalidade, da anterioridade, da
proibição de confisco, da imunidade recíproca das pessoas jurídicas de direito público etc.
Esses dispositivos contêm todas as limitações constitucionais ao poder de tributar. ( )

139. (CESPE) Sendo certo que ao direito de petição em defesa de direito corresponde um
dever de resposta por parte do Estado, é legítimo que seja cobrada uma taxa para a
prestação desse serviço. ( )

140. (ESAF) Segundo a Constituição, é a todos assegurada, desde que haja o prévio
pagamento de taxas, a obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de
direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. ( )

141. (CESPE) As imunidades são limitações heterônomas ao poder de tributar; uma


conseqüência jurídica disso é a impossibilidade de a União, os estados, o DF e os municípios
pretenderem, por leis próprias, ampliar ou restringir o alcance das imunidades previstas no
ordenamento jurídico brasileiro. ( )
142. (ESAF) Quanto às imunidades tributárias, é procedente afirmar que são reguladas
exclusivamente mediante lei ordinária federal. ( )

143. (ESAF) Quanto às imunidades tributárias, é procedente afirmar que não se aplicam às
taxas e contribuições sociais. ( )

144. (ESAF) Quanto às imunidades tributárias, é procedente afirmar que podem ser
instituídas por intermédio de lei complementar. ( )

145. (ESAF) Quanto às imunidades tributárias, é procedente afirmar que são normas
constitucionais que colaboram no desenho das competências impositivas. ( )

146. (ESAF) Nos termos da Constituição Federal, os rendimentos da aplicação financeira


realizada pelos Estados ou Municípios podem ser legitimamente tributados pela União. ( )

147. (CESPE) A Constituição estabelece, para as pessoas jurídicas de direito público interno
imunidade tributária absoluta em favor de seu patrimônio, de sua renda e de seus serviços,
sendo que a imunidade em prol das autarquias e das fundações públicas é menos ampla. ( )

148. (CESPE) Em decorrência do princípio constitucional da imunidade recíproca, os Estados


e os Municípios não são sujeitos passivos das contribuições, instituídas pela União,
destinadas ao custeio da Seguridade Social. ( )

149. (CESPE) De acordo com o art. 1° da Constituição, o Brasil é uma República Federativa;
o princípio federativo é fundamento jurídico suficiente para a imunidade recíproca dos entes
estatais. ( )

150. (CESPE) A imunidade recíproca estende-se às autarquias, desde que não explorem
atividade econômica. ( )

151. (CESPE) A imunidade estende-se à taxa de limpeza pública, às contribuições de


melhoria e aos tributos sobre o patrimônio. ( )

152. (CESPE) Na aquisição de seus veículos de serviço, a entidade autárquica estará


dispensada do pagamento do IPI e do ICMS em todo o território nacional. ( )

153. (CESPE) Havendo resultado positivo no balanço anual da entidade autárquica, não é
devido o imposto sobre a renda. ( )

154. (CESPE) Na prestação de serviços relacionados com os objetivos institucionais da


entidade autárquica, não incide o ISS. ( )

155. O instrumento idôneo para a supressão da imunidade recíproca de nosso ordenamento


jurídico seria uma emenda constitucional. ( )

156. O Estado do Rio Grande do Sul deverá pagar IPTU relativo a um prédio, de sua
propriedade, que mantenha desocupado no centro de Porto Alegre. ( )

157. O INSS deverá pagar IPTU relativo a um prédio, de sua propriedade, que mantenha
desocupado no centro de Porto Alegre. ( )
158. A União deverá pagar a taxa municipal de coleta de lixo relativa a um prédio, de sua
propriedade, em que funcione uma repartição pública federal. ( )

159. (ESAF) É vedada a instituição de qualquer tributo sobre os templos de qualquer culto,
bem como o patrimônio, a renda ou os serviços dos partidos políticos. ( )

160. (CESPE) Os partidos políticos e as entidades religiosas não estão obrigados ao


recolhimento de contribuições sociais incidentes sobre as respectivas folhas de salário. ( )

161. (CESPE) Seria indevida a incidência de imposto de renda sobre a receita advinda das
contribuições pagas pelos associados ao Sindicato dos Produtores de Autopeças de
Diadema, haja vista a vedação constitucional de cobrança de imposto que incida sobre fato
gerador relacionado às finalidades essenciais de entidades sindicais. ( )

162. (CESPE) As instituições de educação sem fins lucrativos somente têm imunidade
tributária quando aplicam seus recursos integralmente no país. ( )

163. (ESAF) A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios podem instituir impostos
sobre o patrimônio, renda ou serviços das instituições de educação e de assistência social,
sem fins lucrativos, desde que atendidos os requisitos fixados em lei complementar. ( )

164. (CESPE) É vedado à União instituir contribuição social em que se imponha a sujeição
passiva dos partidos políticos, das entidades sindicais dos trabalhadores e das instituições
de educação e de assistência social sem fins lucrativos. ( )

165. (ESAF) Quanto às imunidades tributárias, é procedente afirmar que são extensivas aos
partidos políticos, no que se refere ao patrimônio, à renda e aos serviços vinculados ou não
a suas finalidades essenciais. ( )

166. (ESAF) Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a imunidade do papel


destinado à impressão de livros, jornais e periódicos é restrita ao papel ou ao material a ele
assimilável, não sendo por isso extensiva aos equipamentos ou a outros insumos utilizados
na impressão. ( )

167. (ESAF) De acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a imunidade de


impostos dos livros, jornais e periódicos e do papel destinado a sua impressão abrange
inclusive as máquinas e equipamentos utilizados. ( )

168. (CESPE) Considere a seguinte situação hipotética: Uma empresa editora foi autuada
porquanto não vinha recolhendo a contribuição para o FINSOCIAL. Na defesa administrativa
que ofereceu, invocou imunidade constitucional concernente aos livros, jornais, periódicos e
ao papel destinado à sua impressão. Nessas circunstâncias, deve ser mantida a autuação,
uma vez que a contribuição para o FINSOCIAL não está abrangida pela referida imunidade.
()

169. A imunidade tributária constitucional dos livros, jornais e periódicos é do tipo objetiva.
()

170. A imunidade dos livros, jornais, periódicos e do papel destinado à sua impressão
afasta a incidência, entre outros impostos, do IPI, do ICMS, do II e do IR. ( )
171. A imunidade dos livros, jornais, periódicos e do papel destinado à sua impressão não
abrange taxas nem contribuições sociais devidas pela empresa jornalística. ( )

172. Somente fazem jus à imunidade dos livros, jornais, periódicos e do papel destinado à
sua impressão, as editoras, livrarias e empresas jornalísticas sem fins lucrativos, que
atendam aos requisitos da lei. ( )

173. Para ter direito à imunidade, os livros, jornais e periódicos devem possuir conteúdo
cultural, não sendo aplicável o benefício constitucional a publicações que não atendam a
essa condição, tais como manuais de instruções, revistas pornográficas e calendários. ( )

174. (CESPE) As leis de anistia ou remissão, em matéria fiscal, devem ser editadas no nível
federal, qualquer que seja o tributo subjacente. ( )

175. (CESPE) A isenção poderá ser concedida por qualquer lei - federal, estadual ou
municipal -, ainda que regule matéria estranha a tributo ou contribuição. ( )

176. (ESAF) Qualquer subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de


crédito presumido, anistia ou remissão, relativos a impostos, taxas ou contribuições, só
poderá ser concedido mediante lei específica, federal, estadual ou municipal, que regule
exclusivamente as matérias acima enumeradas ou o correspondente tributo ou
contribuição. ( )

177. Os Estados, em circunstâncias expressamente previstas em suas constituições, podem


conceder, mediante lei complementar estadual específica, isenções de tributos da
competência dos Municípios compreendidos em seus territórios. ( )

178. (CESPE) Tem direito à restituição da quantia paga o responsável tributário que seja
obrigado a recolher tributo relativo a fato gerador que, presumidamente, deva ocorrer no
futuro, quando tal fato efetivamente não ocorrer. ( )

179. (CESPE) A União pode instituir, na lei complementar que fixa as normas gerais em
matéria tributária, isenções de tributos da competência dos Estados, do Distrito Federal ou
dos Municípios. ( )

180. (CESPE) Quanto à origem, a distinção entre a imunidade e a isenção consiste em que
a primeira é uma limitação heterônoma constitucional ao poder de tributar, ao passo que a
segunda é uma limitação legal, heterônoma ou autônoma ao poder de tributar; embora,
como regra, a lei isencional provenha da própria pessoa jurídica com competência
tributária, é possível que lei complementar federal estabeleça isenção em relação a imposto
estadual. ( )

181. (ESAF) A fim de dar execução à política de incentivo fiscal, a União pode instituir
isenção de tributo da competência dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios. ( )

182. As isenções heterônomas são admissíveis, em nosso ordenamento, se expressamente


previstas no texto da Constituição da República Federativa do Brasil. ( )

183. Caso uma lei do DF conceda isenção de IPTU para os imóveis até determinado valor
venal, estará prevendo hipótese de isenção heterônoma. Esta isenção heterônoma, no
entanto, seria constitucional, uma vez que compete ao DF a instituição de impostos
municipais. ( )
184. Segundo o Código Tributário Nacional, a União pode instituir moratória de tributos de
competência dos estados ou municípios, desde que simultaneamente a conceda quanto aos
tributos federais e às obrigações de direito privado. ( )

185. As isenções concedidas por prazo certo ou sob condições geram direito adquirido aos
seus beneficiários. ( )

186. Considere a seguinte situação hipotética: Uma lei foi publicada em 01/06/2000
concedendo isenção de IPI, por cinco anos, a empresas que se instalassem em determinada
região do Brasil e realizassem investimentos voltados ao incremento das exportações de
bens duráveis. Pode-se afirmar que esta lei, uma vez que concede isenção onerosa por
prazo certo, somente poderia ser revogada a partir de 01/06/2005. ( )

187. Considere a seguinte situação hipotética: Uma lei foi publicada em 01/06/2000
concedendo isenção de IPI, por cinco anos, a empresas que se instalassem em determinada
região do Brasil e realizassem investimentos voltados ao incremento das exportações de
bens duráveis. As empresas que cumprirem as condições previstas na lei farão jus ao gozo
da isenção por cinco anos, contados do reconhecimento de seu direito ao benefício, ainda
que a lei venha a ser revogada antes deste período. ( )

188. As isenções concedidas sob condições e com prazo certo geram direito adquirido,
podendo o contribuinte fruir do benefício pelo período estipulado, sem que lei posterior
possa prejudicar esse direito. ( )

189. A promulgação da Constituição de 1988 importou a imediata revogação das isenções


setoriais instituídas sob os auspícios da Constituição de 1967 e incompatíveis com seu
texto. ( )

190. (CESPE) A isenção pode ser restrita a determinada região do território da entidade
tributante, em função de condições a ela peculiares. ( )

191. (CESPE) A isenção por prazo certo não pode ser revogada ou modificada, mesmo que
por lei. ( )

192. (CESPE) A isenção instituída na lei do IPTU, em favor de determinado imóvel, estende-
se à contribuição de melhoria em razão de calçamento realizado na rua de situação do
imóvel. ( )

193. Foram automaticamente revogados, dois anos após a promulgação da CF/88, todos os
incentivos fiscais de natureza setorial concedidos incondicionadamente ou sem prazo
definido, não confirmados por lei da pessoa competente. ( )

194. As isenções de ICMS podem ser concedidas por ato infralegal, especificamente por
meio de convênios de cooperação, ato normativo integrante das denominadas normas
complementares tributárias, conforme definidas no Código Tributário Nacional. ( )

195. A concessão ou a revogação de isenções ou outros benefícios fiscais relativos ao ICMS


necessita de expressa previsão em convênio firmado entre os estados-membros e o DF ( )

196. (CESPE) Diferentemente do que preceitua em relação à receita decorrente da


arrecadação de impostos, a legislação não prevê mecanismos de repartição de receitas
tributárias oriundas da cobrança de taxas. ( )
197. Após a edição da EC 29/2000 o IPTU e o ITBI passaram a ser impostos progressivos. (
)

198. Embora prevista em texto constitucional, a progressividade do IPTU é facultativa, ou


seja, compete ao legislador municipal decidir se serão, ou não, adotadas alíquotas
progressivas de IPTU em seu município. ( )

199. A progressividade é critério de observância obrigatória no caso do Imposto de Renda. (


)

200. O IPTU pode ter suas alíquotas e sua base de cálculo diferenciadas em razão da
localização e do uso do imóvel. ( )

201. (ESAF) O Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre


Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação -
ICMS é tributo real. ( )

202. (CESPE) O imposto incidente sobre doações de bens imóveis é estadual. Porém, como
o direito tributário trata a doação submetida a encargo como transmissão a título oneroso,
essa espécie de doação sofre incidência de imposto municipal. ( )

203. (CESPE) No Distrito Federal, a instituição do imposto sobre serviços de quaisquer


natureza (ISS) e do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) decorre
do exercício de sua competência tributária cumulativa. ( )

204. (ESAF) O Distrito Federal não tem competência para instituir e legislar sobre qualquer
imposto que incida sobre a doação de jóias e pedras preciosas. ( )

205. (CESPE) Ainda que o órgão legislativo do DF, a Câmara Legislativa, aprove lei distrital
prevendo hipóteses de incidência e os demais elementos necessários à cobrança do imposto
predial e territorial urbano (IPTU), não poderá o DF cobrar o imposto, uma vez que a
Constituição da República o define como tributo de competência dos municípios e, como se
sabe, o DF não possui municípios. ( )

206. (ESAF) O Distrito Federal pode instituir imposto sobre serviços de qualquer natureza;
taxas, em razão do exercício do poder de Polícia; contribuição para o custeio de sistemas de
previdência e assistência social de seus servidores. ( )

207. (Min. Público/SP) O imposto sobre propriedade de veículos automotores é de


competência exclusiva dos Estados. ( )

208. (ESAF) São de competência do Distrito Federal os impostos estaduais. ( )

209. Compete à lei complementar federal excluir da incidência do ICMS, nas exportações
para o exterior, serviços e outros produtos além dos produtos industrializados. ( )

210. O vigente Sistema Tributário Nacional define o IPI como um imposto obrigatoriamente
não-cumulativo e seletivo, enquanto para o ICMS a adoção da não-cumulatividade e da
seletividade foi deixada a critério do legislador estadual. ( )
211. O IPI é imposto não-cumulativo, dispondo a lei de forma que o montante devido
resulte da diferença a maior, em determinado período, entre o imposto referente aos
produtos saídos do estabelecimento e o pago relativamente aos produtos nele entrados. ( )

212. Os impostos que venham a ser instituídos com base na competência residual da União
deverão ser não-cumulativos. ( )

213. O ISS, de competência dos municípios e do DF, em razão de sua natureza de tributo
indireto, é um imposto tipicamente não-cumulativo. ( )

214. (CESPE) O imposto provisório sobre a movimentação financeira (IPMF) e a


contribuição provisória sobre a movimentação financeira (CPMF) foram instituídos pelo
exercício da competência tributária residual da União Federal. ( )

215. (CESPE) Somente a União dispõe da denominada competência residual, que consiste
na faculdade de instituir tributo cujo titular da competência originária deixou de exercê-la
sem razão plausível. ( )

216. (CESPE) A contribuição para o PIS e a contribuição social incidente sobre os valores
pagos, a título de pro labore, aos diretores das empresas têm idêntica base de cálculo -
razão pela qual esta última exação é disciplinada em lei complementar. ( )

217. (ESAF) Além dos impostos que a Constituição Federal expressamente prevê que a
União pode instituir, outros mais podem ser por ela instituídos, desde que isto se faça por
meio de lei complementar, que os novos impostos sejam não-cumulativos e que não
tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos impostos já discriminados pelo
constituinte. ( )

218. (CESPE) Se a União instituir taxa não prevista na Constituição - não-cumulativa e com
base de cálculo e fato gerador diversos dos tributos ali disciplinados -, vinte por cento do
produto da arrecadação pertencerão aos Estados e ao Distrito Federal. ( )

219. (CESPE) A União deverá entregar aos fundos de participação dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios quarenta e sete por cento do total nacional da arrecadação do
imposto sobre a renda e os proventos de qualquer natureza. ( )

220. (CESPE) A Constituição, fundamentada no princípio do federalismo, não admite que a


União imponha, como condição à entrega de recursos do fundo de participação a um
Estado, que este efetue o pagamento de créditos de uma autarquia federal. ( )

221. (CESPE) A Constituição disciplina a repartição da receita de forma que pertencem aos
municípios cinqüenta por cento do produto do imposto sobre a propriedade territorial rural e
do produto do imposto sobre a propriedade de veículos automotores, relativamente aos
imóveis situados e aos veículos licenciados, respectivamente, em seus territórios. ( )

222. (CESPE) Vinte e um inteiros e cinco décimos por cento (21,5%) do produto da
arrecadação do imposto sobre produtos industrializados são entregues ao Fundo de
Participação dos Estados e do Distrito Federal. ( )

223. (CESPE) Pertencem aos distritos vinte e cinco por cento do produto da arrecadação
dos impostos municipais. ( )
224. (CESPE) O modelo constitucional de repartição das receitas tributárias é aspecto
essencial na determinação do equilíbrio da Federação. ( )

225. (CESPE) O modelo constitucional de repartição das receitas tributárias estabelece que
pertence aos estados o produto da arrecadação do imposto de renda incidente na fonte
sobre rendimentos pagos por eles. ( )

226. (CESPE) O modelo constitucional de repartição das receitas tributárias determina que
pertence à União o produto da arrecadação do imposto de renda incidente na fonte sobre
rendimentos pagos pelos municípios. ( )

227. (CESPE) O modelo constitucional de repartição das receitas tributárias preconiza que
parte da arrecadação do imposto sobre produtos industrializados é destinada aos estados e
ao Distrito Federal, proporcionalmente ao montante das respectivas exportações de
produtos industrializados. ( )

228. (CESPE) O modelo constitucional de repartição das receitas tributárias proíbe que haja
retenção ou restrições à entrega e ao emprego dos recursos devidos aos estados, ao
Distrito Federal e aos municípios, ressalvada a possibilidade de condicionamento da entrega
dos recursos ao pagamento de créditos da entidade a que couber efetuar o repasse. ( )

229. (CESPE) A Constituição adota sistema misto de repartição rígida das competências
tributárias entre os entes políticos e a participação de todos eles no produto de arrecadação
alheia. ( )

230. (CESPE) A União deve entregar 22,5% do produto da arrecadação do imposto sobre a
renda e proventos de qualquer natureza ao Fundo de Participação dos Municípios. Todavia,
a entrega a um município da parcela a que faz jus, oriunda desse Fundo, pode ser
condicionada ao pagamento dos seus débitos para com o Instituto Nacional do Seguro
Social INSS. ( )

231. (CESPE) Se a União instituir nova fonte de custeio para a Seguridade Social, o produto
da arrecadação dessa contribuição social integrará o montante a ser repartido,
proporcionalmente, entre os entes federativos. ( )

232. (ESAF) Com relação ao Fundo de Participação dos Municípios é correto afirmar que: é
constituído por vinte e um inteiros e cinco décimos do produto da arrecadação do Imposto
de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). ( )

233. (ESAF) Com relação ao Fundo de Participação dos Municípios é correto afirmar que: o
cálculo de suas quotas compete ao Tribunal de Contas da União. ( )

234. (ESAF) Pertencem aos Municípios: cem por cento do produto da arrecadação do
Imposto sobre Renda e Proventos de Qualquer Natureza, incidente na fonte sobre
rendimentos pagos, a qualquer título, pelos Estados, suas autarquias e pelas fundações que
instituírem e mantiverem. ( )

235. (ESAF) O Código Tributário Nacional (CTN) foi votado como lei ordinária. ( )

236. (ESAF) As normas gerais de direito tributário contidas no CTN podem ser alteradas ou
revogadas mediante lei complementar. ( )
237. (ESAF) O estabelecimento de normas gerais em matéria de legislação tributária sobre
obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência tributários, deverá fazer-se,
segundo norma contida na Constituição, mediante lei complementar de cada ente
tributante. ( )

238. (ESAF) Os princípios constitucionais tributários sobrepõem-se a todas as normas


jurídicas, inclusive as da lei complementar. ( )

239. (ESAF) A iniciativa das leis complementares e ordinárias, que tratem de matéria
tributária federal, cabe a qualquer membro ou Comissão da Câmara dos Deputados, do
Senado Federal ou do Congresso Nacional, ao Presidente da República, ao Supremo
Tribunal Federal, aos Tribunais Superiores, ao Procurador-Geral da República e aos
cidadãos, na forma e nos casos previstos na Constituição. ( )

240. (ESAF) São de iniciativa privativa do Presidente da República os projetos de lei


tributária que concedam isenções. ( )

241. (ESAF) O princípio da legalidade tributária é incompatível com a majoração de tributos


por meio de medida provisória. ( )

242. (ESAF) As medidas provisórias podem dispor sobre aumento de tributos. ( )

243. (ESAF) Segundo a Constituição, as medidas provisórias, ainda que tratem de matéria
tributária, perderão eficácia, desde a edição, se não forem convertidas em lei no prazo de
trinta dias, a partir de sua publicação, devendo o Congresso Nacional disciplinar as relações
jurídicas delas decorrentes. ( )

244. (CESPE) No sistema constitucional vigente, uma lei pode autorizar um regulamento a
descrever fatos geradores de obrigações tributárias. ( )

245. (CESPE) Considere a seguinte situação hipotética: Em determinado município, foi


promulgada lei definindo os elementos para a cobrança válida do imposto predial e
territorial urbano (IPTU), que tinha como referência a área construída do imóvel. A lei
continha anexo com os valores do imposto. Dois anos depois da entrada em vigor, a
secretaria municipal de finanças remeteu exposição de motivos ao prefeito, sugerindo a
edição de decreto que atualizasse os valores do imposto, devido à desvalorização da
moeda. Concordando com a exposição de motivos, o prefeito baixou decreto atualizando
monetariamente os valores do IPTU. Nessas circunstâncias, apesar do princípio da
legalidade, o decreto é juridicamente válido. ( )

246. (CESPE) Considere a seguinte situação hipotética: O Secretário da Fazenda de um


Estado brasileiro baixou ato administrativo genérico evidentemente ilegal, orientando os
contribuintes no sentido de que determinado fato gerador, expressamente previsto na
legislação, não deveria ser considerado para acarretar obrigação de recolher o imposto
sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de
transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS). Dias depois,
constatando o erro grosseiro que cometera, o secretário anulou o ato e comunicou aos
contribuintes que eles estavam obrigados ao pagamento do imposto mesmo com relação
aos fatos geradores consumados durante a curta vigência do ato. Nessa situação, foi
correta a edição do segundo ato, mas não possui fundamento jurídico a pretensão do fisco
de cobrar o tributo relativamente aos fatos geradores ocorridos durante a vigência do
primeiro. ( )
247. (CESPE) Considere a seguinte situação hipotética: Um contribuinte foi autuado pelo
não-pagamento de tributo e, no caso, a multa legalmente aplicável era de 75% do valor do
tributo. O contribuinte, inconformado, recorreu na via administrativa. No curso do processo
administrativo tributário, sobreveio lei dispondo que, em casos como o correspondente
àquela situação, a multa cabível seria de 50%. Nessa situação, não obstante o princípio da
irretroatividade das leis e da proteção constitucional ao ato jurídico perfeito, a multa devida
pelo contribuinte deveria ser recalculada segundo os parâmetros da nova lei. ( )

248. Segundo o Código Tributário Nacional, os dispositivos de lei que revoguem isenções
relativas a impostos sobre o patrimônio ou a renda somente entram em vigor no primeiro
dia do exercício seguinte àquele em que ocorra a sua publicação, salvo se a lei dispuser de
maneira mais favorável ao contribuinte. ( )

249. Conforme a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, as isenções não


condicionadas ou sem prazo definido podem ser revogadas a qualquer tempo por lei e, uma
vez revogada a isenção, o tributo volta a ser imediatamente exigível, sendo impertinente a
invocação do princípio da anterioridade ( )

250. (CESPE) A lei que institui uma isenção produz efeito a partir do exercício financeiro
seguinte ao de sua publicação. ( )

251. Responsável tributário é quem possui relação pessoal e direta com a situação que
constitui o fato gerador do tributo, decorrendo sua obrigação de expressa previsão legal. ( )

252. A lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de


responsável pelo pagamento de imposto, taxa ou contribuição, cujo fato gerador deva
ocorrer posteriormente, assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga,
caso não se realize o fato gerador presumido ( )

253. A responsabilidade tributária do sucessor a qualquer título pelos tributos devidos pelo
de cujus é exemplo típico de responsabilidade por transferência ( )

254. A restituição de tributos que comportem, por sua natureza, transferência do respectivo
encargo financeiro somente será feita a quem prove haver assumido o referido encargo, ou,
no caso de tê-lo transferido a terceiro, estar por este expressamente autorizado a recebê-la
()

255. (ESAF) Segundo decorre do Código Tributário Nacional (CTN), a lei não pode atribuir
de modo implícito a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa, nem a quem
seja desvinculado do fato gerador da respectiva obrigação. ( )

256. (ESAF) O Código Tributário Nacional chama de contribuinte quem tenha relação
pessoal e direta com a situação que constitua o fato gerador da obrigação tributária
principal, e de responsável quem, sem revestir aquela condição, tenha obrigação decorrente
de disposição expressa de lei. Em ambos os casos, recebe o nome de sujeito passivo da
obrigação tributária principal. ( )

257. A responsabilidade dos adquirentes de bens imóveis pelos tributos devidos em


decorrência de fatos geradores anteriores à alienação, quando não conste do título a prova
de sua quitação, é exemplo de substituição tributária, uma vez que o adquirente substitui o
alienante no pólo passivo da relação jurídica obrigacional tributária. ( )
258. Sob o ponto de vista de sua origem e da forma de sua obtenção, as receitas públicas
são tradicionalmente classificadas em receitas derivadas e de capital ( )

259. Tomando como base a clássica divisão das receitas em originárias e derivadas,
podemos dizer que são exemplos deste último tipo as provenientes de taxas ( )

260. A obrigação tributária principal tem por objeto o pagamento de tributo ou multa ( )

261. Obrigação tributária acessória tem por objeto qualquer outra prestação imposta pela
legislação tributária ( )

262. A aplicação de penalidade não pecuniária origina uma obrigação tributária principal ( )

263. Regra geral, tratando-se de situação jurídica, considera- se ocorrido o fato gerador,
em relação aos negócios jurídicos submetidos a condição resolutória, a partir do momento
da celebração do negócio ( )

264. Num contrato de locação estipulou-se que o responsável pelo pagamento do imposto
sobre a propriedade predial e territorial urbana seria o inquilino ou o fiador. Esse contrato é
válido, mas eficaz apenas entre as partes signatárias ( )

265. É pessoalmente responsável o pai, pelos tributos devidos por seus filhos menores ( )

266. É pessoalmente responsável adquirente, pelos tributos devidos em relação aos bens
adquiridos ( )

267. Os tributos devidos pelo de cujus, até a data da abertura da sucessão, são da
responsabilidade pessoal do sucessor a qualquer título, e cônjuge meeiro, se houver ( )

268. A alíquota do imposto sobre a propriedade territorial rural, em 1989, era de 1,5%, em
1990 de 2% e de 1% em 1991. Durante o ano de 1991, o Fisco Federal, verificando que
Joaquim de Souza não pagara o ITR de 1989, efetuou o lançamento à alíquota de 2%.
Joaquim entende que a alíquota deve ser de 1%. Assim, Joaquim está com o entendimento
correto, pois 1% era a alíquota do exercício em que ocorreram o lançamento e a notificação
()

269. É lançamento por homologação o efetuado pela autoridade administrativa quando a


pessoa legalmente obrigada, embora tenha prestado, tempestivamente e na devida forma,
a declaração, deixou de atender no prazo legal a pedido de esclarecimento, pela autoridade
formulado; ou se recusou a prestá-lo; ou, ainda, o prestou insatisfatoriamente ( )

270. Anulado, por vício formal, em virtude de decisão que se tornou definitiva em 05 de
janeiro de 1988, um lançamento do imposto territorial rural, relativo ao exercício de 1985,
que fora efetuado em 15 de março de 1987, tem-se que o direito de a Fazenda Pública
constituir o respectivo crédito tributário extingue-se após 5 (cinco) anos contados de 05 de
janeiro de 1988 ( )

271. A exclusão do crédito tributário dispensa o cumprimento das obrigações acessórias ( )

272. A compensação independe de previsão legal expressa, posto que o instituto já se


encontra amparado pelo Código Civil ( )
273. A decisão administrativa, ainda que objeto de ação anulatória, extingue o crédito
tributário ( )

274. Determinado contribuinte é proprietário de um apartamento e de um sítio, havidos por


legado, em 1980, e gravados, respectivamente, com as cláusulas da inalienabilidade e
impenhorabilidade. Além disso, é proprietário de dois outros imóveis: uma casa, adquirida
em 1981 e hipotecada a favor de um Banco, em 1982, como garantia de um empréstimo; e
um lote, adquirido também em 1982. Tornando-se inadimplente, com relação ao imposto
sobre a renda, esse contribuinte é executado pela Fazenda Pública em 1983. Nessas
condições, não respondem pelo débito o apartamento, o sítio e a casa ( )

275. Presume-se fraudulenta a alienação de bens por sujeito passivo em débito para com a
Fazenda Pública por crédito tributário, exceto na hipótese de terem sido reservados pelo
devedor bens ou rendas suficientes ao seu total pagamento sempre que o crédito tributário
estiver definitivamente constituído ( )

276. A presunção de certeza e liquidez da dívida ativa tributária regularmente inscrita é


"juris tantum" ( )

277. Para os efeitos da legislação tributária, as disposições legais excludentes ou limitativas


do direito de examinar mercadorias, livros, arquivos, documentos, papéis e efeitos
comerciais ou fiscais, dos comerciantes, industriais ou produtos ou da obrigação destes de
exibi-los não têm aplicação ( )

2. Questões de certo/errado