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CANCRO, O QUE É E COMO SE DESENVOLVE?

CANCRO, O QUE É E COMO SE DESENVOLVE?

É sabido que as células do cancro demonstram, e isso numa linguagem “ humanizada ” ,

É sabido que as células do cancro demonstram, e isso numa linguagem humanizada, uma astúcia comportamental. E, dessa forma, aproveitam-se de todos os mecanismos biológicos disponíveis em seu próprio proveito. Assim, os mecanismos que são utilizados para o equilíbrio do organismo são explorados por estas células e orientados para os seus interesses particulares.

A “inflamação” é um exemplo disso mesmo. Enquanto mecanismo de resposta do sistema imunitário (perante uma lesão ou infeção), permite reparar os tecidos danificados e controlar uma potencial infeção destruindo os agentes patogénicos que se encontrem no local. Portanto, trata-se de um processo sem o qual não sobreviveríamos. No entanto, o cancro aproveita-se das várias substâncias químicas produzidas durante esse processo e delicia-se com o festim de moléculas que lhe permitem progredir e desenvolver-se. A inflamação crónica é, por isso, um requisito do qual dependem as células cancerígenas para proliferarem.

Entretanto, estas células oportunistas aproveitam-se ainda de outro mecanismo. Trata-se da

ação de uma enzima, designada por “telomerase”, a qual tem como função manter a

integridade das extremidades dos cromossomas, conhecidas como telómeros. Estas construções são constituídas por fileiras repetitivas de ADN não codificante. Assim, cada vez que a célula se divide os telómeros são restringidos ou encurtados. E quando atinge um tamanho mínimo crítico a célula perde a sua capacidade de divisão. Para quem não saiba, os telómeros funcionam como um protetor para os cromossomas assegurando que a informação genética seja copiada com perfeição quando a célula se duplica. O ciclo de vida de uma célula é assim determinado pelo comprimento dos telómeros e o seu progressivo encurtamento em cada divisão celular.

A presença da telomerase garante que a célula mantenha a sua capacidade de divisão indefinidamente e as células do cancro exploram esse mecanismo para obterem assim a sua caraterística imortalidade. Enquanto que, na maior parte das células somáticas essa enzima

não se encontra ativa, em cerca de 90% de todos os cancros a telomerase encontra-se ativa. Uma vez que estas células dependem dessa enzima para sobreviverem, podemos considerar

que são “viciadas em telomerase”.

Sabe-se que a exposição aos cancerígenos e a inflamação são duas condições subjacentes ao desenvolvimento do cancro. A inflamação crónica é considerada responsável por aproximadamente vinte por cento dos cancros humanos. Estudos revelam que existe uma potencial ligação entre inflamação e cancro, aliás, comprovada através da proteína denominada “NF-kappa B” ou NF-kB (NF por Nuclear factor), que é caraterística da inflamação e frequentemente encontrada em todos os tumores. Portanto, não será difícil pensar que, ao desativar este sinal proteico possamos conseguir evitar o surgimento e o respetivo avanço do cancro.

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Sabe-se que o cancro do fígado é a terceira causa de mortalidade por cancro no mundo.www.facebook.com/terapiaenergeticaintegrada E-mail: tei@outlook.pt 22 " id="pdf-obj-1-2" src="pdf-obj-1-2.jpg">

Sabe-se que o cancro do fígado é a terceira causa de mortalidade por cancro no mundo. A ativação da proteína NF-kB é observada com frequência nesta forma da doença, principalmente nos casos subsecutivos a uma hepatite crónica. Assim, entende-se que, em caso de inflamação, o corpo produza várias substâncias (fatores de crescimento, “citocinas”) e a “TNFalpha” (Tumor necrosis factor) desempenha um papel essencial na ativação da proteína “NF-kappa B” e na proteção contra a autodestruição das células hepáticas pré- cancerosas. Portanto, bastará bloquear a proteína “NF-kB” para induzir a destruição das células pré-cancerosas e deter com isso a progressão do tumor. A supressão intermitente dos sinais principais, como os fatores citados (NF-kappa B e TNF alpha), pode constituir uma ferramenta para prolongar a fase pré-cancerosa e inibir o progresso do tumor nos casos de doenças inflamatórias com alto risco de cancro.

Assim, o cancro é a proliferação anormal de células.

 
Os tumores benignos não são cancro:  Raramente põem a vida em risco;  Regra geral,

Os tumores benignos não são cancro:

Raramente põem a vida em risco;

Regra geral, podem ser removidos e, muitas vezes, regridem;

As células dos tumores benignos não se "espalham", ou seja, não se disseminam para os tecidos em volta ou para outras partes do organismo (metastização à distância).

Os tumores malignos são cancro:

Regra geral são mais graves que os tumores benignos;

Podem colocar a vida em risco;

Podem, muitas vezes, ser removidos, embora possam voltar a crescer;

As células dos tumores malignos podem invadir e danificar os tecidos e órgãos circundantes; podem, ainda, libertar-se do tumor primitivo e entrar na corrente sanguínea ou no sistema linfático - este é o processo de metastização das células cancerígenas, a partir do cancro original (tumor primário), formando novos tumores noutros órgãos.

O nome dado à maioria dos cancros provém do tumor inicial. Por exemplo, o cancro do pulmão tem início no pulmão e o cancro da mama tem início na mama. O linfoma é um cancro que tem início no sistema linfático e a leucemia tem início nas células brancas do sangue (leucócitos).

As células cancerígenas podem "viajar" para outros órgãos, através do sistema linfático ou da corrente sanguínea. Quando o cancro metastiza, o novo tumor tem o mesmo tipo de células anormais do tumor primário. Por exemplo, se o cancro da mama metastizar para os ossos, as células cancerígenas nos ossos serão células de cancro da mama; neste caso, estamos perante um cancro da mama metastizado, e não um tumor ósseo, devendo ser tratado como cancro da mama.

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Designa-se por “cancrofilia” o conjunto de fatores que levam o organismo a desenvolver condições favoráveis ao aparecimento e evolução do cancro;

  • 1. As toxinas entram no organismo através das mucosas.

  • 2. As toxinas acumulam-se na corrente sanguínea.

  • 3. As toxinas acumulam-se na corrente linfática.

  • 4. As toxinas acumulam-se no líquido intracelular (pré-cancro).

  • 5. As toxinas entram no núcleo da célula (cancro).

Para nos protegermos do cancro, podemos limitar tanto quanto possível a exposição aos fatores tóxicos dohttps://pt.scribd.com/doc/256261945/Mapa-Emocional-SPECIMEN ) . " id="pdf-obj-2-25" src="pdf-obj-2-25.jpg">

Para nos protegermos do cancro, podemos limitar tanto quanto possível a exposição aos fatores tóxicos do meio-ambiente. E entre todos os que já foram identificados pela ciência ou que são fortemente suspeitos, salientam-se aqui três em particular, sendo os mais importantes e os mais facilmente modificáveis:

  • 1. O consumo excessivo de açúcares refinados e de farinhas brancas, que estimulam a inflamação e o crescimento das células através da insulina e do IGF (insulin-like growth factor);

  • 2. O consumo excessivo de ômega 6 nas margarinas, gorduras hidrogenadas e gorduras animais (carnes, derivados de leite, ovos), originárias de uma agricultura desequilibrada a partir da Segunda Guerra Mundial. Essas duas primeiras causas são grandemente responsáveis pelo terreno inflamatório favorável ao desenvolvimento do cancro;

  • 3. A exposição aos contaminadores do meio-ambiente surgidos depois de 1940, que se acumulam nas gorduras animais, tais como: pesticidas, herbicidas, corantes artificiais, conservantes, condicionantes, edulcorantes, etc.

Deste modo, a primeira etapa de todo processo de "desintoxicação" começa, pois, por comer muito menos açúcar (e farinha branca), e muito menos gorduras animais, e muito poucos produtos que não tenham o rótulo "bio” ou “agricultura biológica". Talvez, não seja necessário eliminá-los totalmente, mas consumi-los apenas ocasionalmente, em vez de fazer dos mesmos a base da alimentação diária. Por exemplo, em vez de colocar legumes à volta do rosbife, adicione uma vez por outra um pouco de carne (equilibrada em omega-3) aos legumes.

Em suma, é de importância vital manter um ambiente orgânico NEUTRO, optando por uma alimentação COMPATÍVEL, não-acidificante, portanto isenta de fatores INFLAMATÓRIOS. A qualidade das emoções e dos pensamentos, também é um fator importante a considerar, já que influencia os processos orgânicos do organismo (saiba mais sobre este processo aqui

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Outros fatores de risco mais comuns que aumentam a probabilidade de uma pessoa vir a desenvolverwww.facebook.com/terapiaenergeticaintegrada E-mail: tei@outlook.pt 44 " id="pdf-obj-3-2" src="pdf-obj-3-2.jpg">

Outros fatores de risco mais comuns que aumentam a probabilidade de uma pessoa vir a desenvolver cancro:



O uso do tabaco é a causa de morte que mais se pode prevenir. Em Portugal, todos os anos morrem cerca de 3100 pessoas com cancro do pulmão.

Usar produtos de tabaco ou estar regularmente em contacto com o fumo (fumador passivo ou secundário), aumenta o risco de cancro.

É mais provável que os fumadores desenvolvam cancro dos pulmões, laringe, boca, esófago, bexiga, rins, garganta, estômago, pâncreas ou colo do útero, do que os não fumadores. Também é mais provável que desenvolvam leucemia mieloide aguda (tumor que tem início nas células do sangue).

As pessoas que usam tabaco sem fumo, como o tabaco para cheirar ou para mastigar, têm risco aumentado para cancro da boca.

Deixar de fumar é importante para qualquer pessoa que use tabaco, mesmo para pessoas que fumaram durante muitos anos; o risco de ter cancro em pessoas que deixam de fumar é menor do que o risco das pessoas que continuam a fumar; no entanto, o risco de ter cancro é, geralmente, mais baixo nas pessoas que nunca fumaram.

Para pessoas que já tiveram cancro, deixar de fumar pode reduzir a probabilidade de terem outro cancro.



A radiação ultravioleta (UV) provém do sol, de lâmpadas solares e de câmaras de bronzeamento; provoca envelhecimento precoce da pele e alterações que podem originar cancro de pele.

Limite o tempo de exposição ao sol, bem como a outras fontes de radiação UV:

Sempre que possível, evite o sol do meio-dia (meio da manhã até ao fim da tarde). Deve proteger-se da radiação UV refletida pela areia, água, neve e gelo: as radiações UV "atravessam" as roupas leves, os vidros do carro e as janelas. Use mangas compridas, calças, chapéu de aba larga e óculos de sol com lentes que absorvam os raios UV. Use sempre protetor solar, pois pode ajudar a prevenir o cancro de pele, especialmente se o protetor solar tiver um fator de proteção solar (SPF) igual ou superior a 15; ainda assim, o sol do "meio-dia" deve ser evitado e deve usar roupas que protejam eficazmente a pele.

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Não utilize lâmpadas solares nem câmaras de bronzeamento (solários); ao

contrário do que se possa pensar, estas fontes de radiação não são mais seguras que a luz direta do sol. Proteja-se do sol.

 Não utilize lâmpadas solares nem câmaras de bronzeamento (solários); ao  contrário do que se

A radiação ionizante pode causar danos na pele que levam à formação de tumores. Este tipo de radiação provém de raios que entram na nossa atmosfera (terrestre), vindos do espaço exterior, poeiras radioativas, gás radão, raios-X, entre outras fontes.

As poeiras radioativas podem provir de acidentes de fábricas de energia nuclear ou da produção, teste ou uso de armas radioativas. As pessoas expostas às poeiras radioativas, apresentam um risco aumentado de ter cancro, especialmente leucemia e cancros da tiroide, mama, pulmão e estômago.

O radão é um gás radioativo que não se vê, não se cheira e não tem sabor. Forma-se no solo e nas rochas. As pessoas que trabalham em minas podem estar expostas ao gás radão. Em algumas zonas do país, encontra-se radão. As pessoas expostas ao radão apresentam um risco aumentado para terem cancro do pulmão.

Alguns procedimentos médicos são uma fonte de radiação:

Os médicos usam a radiação (raios-X de baixa dose) para fazer imagens do interior do nosso corpo (radiografias). Estas imagens ajudam a diagnosticar, por exemplo, ossos partidos, entre outros problemas. Os médicos usam, também, a radioterapia para tratar o cancro (radiação de dose elevada, emitida por grandes máquinas ou por substâncias radioativas). O risco de cancro, a partir de raios-X de baixa dose, é extremamente pequeno. O risco da radioterapia é ligeiramente maior. Para ambos, o benefício é quase sempre superior ao pequeno risco. Fale com o médico ou dentista acerca da necessidade de fazer um raio-X; deverá, também, pedir que seja utilizada proteção nas partes do corpo que não necessitem de aparecer, em detalhe, na imagem. As pessoas com cancro devem falar com o médico, relativamente à possibilidade do tratamento com radiação (radioterapia) poder aumentar o risco de, mais tarde, ter um segundo cancro.

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 Pessoas com determinados empregos (pintores, trabalhadores da construção civil e da indústria química), apresentam umwww.facebook.com/terapiaenergeticaintegrada E-mail: tei@outlook.pt 66 " id="pdf-obj-5-2" src="pdf-obj-5-2.jpg">

 Pessoas com determinados empregos (pintores, trabalhadores da construção civil e da indústria química), apresentam um

Pessoas com determinados empregos (pintores, trabalhadores da construção civil e da indústria química), apresentam um risco aumentado para desenvolver um tumor. Muitos estudos demonstraram que a exposição ao amianto, benzeno, cádmio, níquel ou cloreto de vinilo, no local de trabalho, podem causar cancro.

Siga sempre as instruções e conselhos de segurança, para evitar ou reduzir o contacto com substâncias perigosas, tanto no emprego como em casa. Apesar de o risco ser maior para trabalhadores com anos de exposição, também em casa deverá ter cuidado, quando manipula pesticidas, óleo de motor usado, tinta, solventes e outros químicos.

 Pessoas com determinados empregos (pintores, trabalhadores da construção civil e da indústria química), apresentam um

Estar infetado com determinados vírus e bactérias pode aumentar o risco de desenvolver alguns tumores:

 Pessoas com determinados empregos (pintores, trabalhadores da construção civil e da indústria química), apresentam um

a infeção por HPV é a principal causa de cancro do colo do útero; pode, ainda, ser um fator de risco para outro tipo de tumores.

o cancro do fígado pode desenvolver-se, muitos anos depois da infeção com hepatite B ou hepatite C.

 Pessoas com determinados empregos (pintores, trabalhadores da construção civil e da indústria química), apresentam um
 Pessoas com determinados empregos (pintores, trabalhadores da construção civil e da indústria química), apresentam um

a infeção por HTLV -1 aumenta o risco

de desenvolver linfoma e leucemia.

 Pessoas com determinados empregos (pintores, trabalhadores da construção civil e da indústria química), apresentam um

o HIV é o vírus que provoca a SIDA (síndrome da imunodeficiência adquirida). As pessoas que estão infetadas com o HIV , têm maior risco de desenvolver cancro: linfoma e um tipo de tumor raro, chamado Sarcoma de Kaposi .

 Pessoas com determinados empregos (pintores, trabalhadores da construção civil e da indústria química), apresentam um

a infeção com EBV tem sido associada a um risco

aumentado de linfoma.

 Pessoas com determinados empregos (pintores, trabalhadores da construção civil e da indústria química), apresentam um

este vírus é fator de risco para o Sarcoma

de Kaposi .

 Pessoas com determinados empregos (pintores, trabalhadores da construção civil e da indústria química), apresentam um

esta bactéria pode causar úlceras no estômago; pode, ainda, causar cancro do estômago e linfoma, no revestimento do estômago.

Não tenha relações sexuais sem proteção; não partilhe agulhas ou quaisquer objetos cortantes ou que possam estar contaminados com sangue. Se não for prudente, pode contrair uma infeção por HPV ou por HIV, pode apanhar hepatite B ou hepatite C. Poderá considerar vacinar-se para prevenção da hepatite B. Os profissionais de saúde e todas as pessoas que estejam em contacto com sangue de outras pessoas, devem pedir ao médico para fazer esta vacina.

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Se pensa que pode estar em risco para infeção por HIV ou hepatite, peça ao médicowww.facebook.com/terapiaenergeticaintegrada E-mail: tei@outlook.pt 77 " id="pdf-obj-6-2" src="pdf-obj-6-2.jpg">

Se pensa que pode estar em risco para infeção por HIV ou hepatite, peça ao médico para fazer o teste; estas infeções podem não causar sintomas, mas as análises ao sangue detetam se o vírus está presente.

Se tem problemas de estômago regulares, vá ao médico; a infeção por H. Pylori pode ser detetada e tratada.

Se pensa que pode estar em risco para infeção por HIV ou hepatite, peça ao médico

Os médicos podem recomendar tratamento com hormonas (apenas estrogénio ou estrogénio com progesterona), para ajudar a controlar alguns problemas que podem surgir durante a menopausa, como afrontamentos, secura vaginal e enfraquecimento dos ossos. No entanto, alguns estudos demonstram que a terapêutica hormonal, na menopausa, pode causar efeitos secundários graves: pode aumentar o risco de cancro da mama, de enfarte do miocárdio, de acidente vascular cerebral ou formação de trombos (pequenos coágulos de sangue que podem entupir veias ou artérias).

Uma mulher que esteja a pensar fazer terapêutica hormonal, na menopausa, deve discutir os possíveis riscos e benefícios com o médico.

Se pensa que pode estar em risco para infeção por HIV ou hepatite, peça ao médico

Beber mais de duas bebidas alcoólicas por dia, durante muitos anos, pode aumentar a probabilidade de desenvolver cancro da boca, da garganta, do esófago, da laringe, do fígado e da mama. O risco aumenta com a quantidade de álcool que uma pessoa bebe. Na maioria destes cancros, o risco é mais elevado se a pessoa também fumar.

As pessoas que bebem, devem fazê-lo com moderação: significa não beber mais do que uma bebida alcoólica por dia, nas mulheres e não mais que duas bebidas alcoólicas por dia, nos homens.

Se pensa que pode estar em risco para infeção por HIV ou hepatite, peça ao médico

As pessoas que têm uma dieta pobre, que não praticam atividade física suficiente, ou que têm excesso de peso, podem ter um risco aumentado para vários tipos de cancro. Por exemplo, alguns estudos sugerem que as pessoas cuja dieta é rica em gorduras, têm um risco aumentado para cancro do cólon, do útero e da próstata. Por outro lado, a falta de atividade física e o excesso de peso, são fatores de risco para cancro da mama, do cólon, do esófago, dos rins e do útero.

Faça uma dieta rica em frutas e vegetais. Fazer uma dieta saudável, ser fisicamente ativo e manter um peso adequado, pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver cancro.

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Muitos destes fatores de risco podem ser evitados. Outros, como por exemplo a história familiar, nãowww.facebook.com/terapiaenergeticaintegrada E-mail: tei@outlook.pt 88 " id="pdf-obj-7-2" src="pdf-obj-7-2.jpg">

Muitos destes fatores de risco podem ser evitados. Outros, como por exemplo a história familiar, não podem; como tal, é importante referir sempre ao médico quaisquer dados clínicos familiares relevantes que existam na família. Relativamente aos fatores de risco conhecidos, que não sejam "familiares" (como a exposição excessiva à luz solar, o tabaco, o álcool, a dieta rica em gorduras, a falta de exercício físico, etc.) deve, sempre que possível, evitá-los.

Com o passar do tempo, vários fatores podem agir conjuntamente, para fazer com que células normais se tornem cancerígenas. Quando se avalia o risco de ter cancro, devem sempre ser considerados os seguintes fatores:

Nem tudo causa cancro. O cancro não é causado por uma ferida, um inchaço ou uma equimose. O cancro não é contagioso: ninguém é contaminado pelo cancro de outra pessoa. Estar infetado com um vírus ou bactéria poder aumentar o risco para alguns tipos de cancro. Se tiver um ou mais fatores de risco, não quer dizer que venha a ter cancro; a maior parte das pessoas que têm fatores de risco nunca irá desenvolver cancro. Algumas pessoas são mais sensíveis que outras, aos fatores de risco conhecidos.

A maioria dos cancros desenvolve-se devido a alterações (mutações) nos genes. Uma célula normal pode tornar-se

A maioria dos cancros desenvolve-se devido a alterações (mutações) nos genes. Uma célula normal pode tornar-se numa célula cancerígena, após ocorrência de uma série de alterações genéticas. O tabaco, alguns vírus, ou outros fatores relacionados com o estilo de vida das pessoas ou com o ambiente, podem originar essas alterações em determinados tipos de células. Algumas alterações genéticas, que aumentam o risco de cancro, passam de pais para filhos. Na altura do nascimento, estas alterações estão presentes em todas as células do organismo.

O cancro "familiar" é raro. No entanto, alguns tipos de cancro ocorrem mais frequentemente em algumas famílias do que no resto da população. Por exemplo, o melanoma e o cancro da mama, ovário, próstata, e cólon são, por vezes, de origem "familiar"; vários casos do mesmo tipo de tumor, numa família, podem estar ligados a alterações genéticas herdadas, que podem aumentar a probabilidade de desenvolver cancro. No entanto, fatores ambientais podem, também, estar envolvidos. Na maioria das vezes, os casos de múltiplos tumores na mesma família, são apenas coincidência. Se acha que tem um padrão para determinado tipo de cancro na sua família, deverá informar o médico; assim, o médico poderá tentar reduzir o seu risco de cancro e poderá sugerir exames que permitam detetar o tumor precocemente. Se tem, ou pensa ter história familiar de cancro, deve questionar o médico acerca dos testes genéticos; só assim podem ser investigadas certas alterações genéticas hereditárias, que aumentam a probabilidade de desenvolver cancro. No entanto, herdar uma alteração genética não significa, necessariamente, que vai desenvolver cancro: significa que tem maior probabilidade de desenvolver a doença.

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O cancro pode provocar muitos sintomas diferentes, como por exemplo:  Espessamento, massa ou "uma elevação"www.facebook.com/terapiaenergeticaintegrada E-mail: tei@outlook.pt 99 " id="pdf-obj-8-2" src="pdf-obj-8-2.jpg">
 
O cancro pode provocar muitos sintomas diferentes, como por exemplo:  Espessamento, massa ou "uma elevação"

O cancro pode provocar muitos sintomas diferentes, como por exemplo:

Espessamento, massa ou "uma elevação" na mama, ou em qualquer outra parte do

corpo. Aparecimento de um sinal novo, ou alteração num sinal já existente.

Ferida que não passa, ou seja, cuja cicatrização não acontece.

Rouquidão ou tosse que não desaparece.

Alterações relevantes na rotina intestinal ou da bexiga.

Desconforto depois de comer.

Dificuldade em engolir.

Ganho, ou perda de peso, sem motivo aparente.

Sangramento ou qualquer secreção anormal.

Sensação de fraqueza ou extremo cansaço.

Na maioria das vezes, estes sintomas não estão relacionados com um cancro, e podem, ainda, ser provocados por tumores benignos ou outros problemas. Só o médico poderá confirmar. Qualquer pessoa com estes sintomas, ou quaisquer outras alterações de saúde relevantes, deve consultar o médico, para diagnosticar e tratar o problema tão cedo quanto possível.

Geralmente, as fases iniciais do cancro não causam dor. Se tem estes sintomas, não espere até ter dor, para consultar o médico.

 
 Limpeza regular das mucosas (língua, boca, nariz, );     

Limpeza regular das mucosas (língua, boca, nariz,

);

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É importante que uma pessoa com cancro tenha cuidados adicionais no seu dia-a-dia, nomeadamente fazer uma
É importante que uma pessoa com cancro tenha cuidados adicionais no seu dia-a-dia, nomeadamente fazer uma

É importante que uma pessoa com cancro tenha cuidados adicionais no seu dia-a-dia, nomeadamente fazer uma alimentação saudável e equilibrada, praticar exercício físico (desde que não haja contraindicação médica) e, dentro do possível, manter as atividades diárias. Uma dieta saudável e equilibrada inclui muitos alimentos ricos em fibra, vitaminas e minerais: inclui pão e cereais integrais e 5 a 9 doses de fruta e vegetais, todos os dias.

Uma dieta saudável significa, também, limitar os alimentos ricos em gordura, como manteiga, leite gordo, fritos e carne vermelha (vaca, porco).

Por vezes, durante ou logo após o tratamento, pode não sentir vontade de comer. Pode sentir-se desconfortável ou cansado(a), pode achar que a comida não lhe sabe tão bem como de costume. Adicionalmente, os efeitos secundários do tratamento, como a falta de apetite, náuseas, vómitos ou feridas na boca, podem ser um problema. O médico, o nutricionista, ou outro profissional de saúde, podem dar-lhe sugestões para uma boa alimentação.

Regra geral, as pessoas sentem-se melhor quando permanecem ativas: andar, nadar, fazer yoga, bem como outro tipo de atividades, podem ajudar a manter a força e a aumentar a energia. O exercício pode, ainda, ajudar a reduzir as náuseas e a dor, tornando mais fácil lidar com o tratamento e pode aliviar o stress . Qualquer que seja a atividade física escolhida, deve falar com o médico antes de a iniciar. Do mesmo modo, se essa atividade lhe causar dor ou outro tipo de problemas, não deixe de falar nisso ao médico.

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