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REV. DATA NATUREZA DA REVISÃO ELAB. VERIF. APROV. CLIENTE: UNIVERSIDADE FEDERAL DO CARIRI EMPREENDIMENTO:
REV.
DATA
NATUREZA DA REVISÃO
ELAB.
VERIF.
APROV.
CLIENTE:
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CARIRI
EMPREENDIMENTO:
GALPÃO – ACADEMIA DE ARTES MACIAIS
DISCIPLINA:
ESTRUTURAS DE AÇO
TÍTULO:
PROJETO ESTRUTURAL GALPÃO PARA ACADEMIA DE ARTES MACIAIS
ELAB.
VERIF.
APROV.
R. TEC:
Nº Mat.
CAIO COELHO
0336781
STEEL LOVING YOU©®™
OK
10
JUDÁ HOLANDA
0337545
CÓDIGO DOS DESCRITORES
DATA
Folha:
De
SET/2014
01
01
Nº DO DOCUMENTO:
REVISÃO
01
SET/2014

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO

3

2 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

3

3 LOCALIZAÇÃO E DIMENSÕES DO EDIFÍCIO

3

4 MATERIAIS

4

5 CARREGAMENTOS

4

 

5.1 CARGAS PERMANENTES

4

5.2 CARGAS VARIÁVEIS

4

5.2.1 Sobrecarga

4

5.2.2 Ação do vento

6

5.2.2.1 Coeficiente de forma interno

8

5.2.2.2 Coeficiente de forma externo

8

5.2.2.3 Situações de combinações de coeficientes

9

5.2.2.4 Cálculo de vento

10

6

MODELO COMPUTACIONAL

12

6.1 SAP 2000 V 15.0.0

12

6.2 COMBINAÇÕES

13

7 ANÁLISE ESTRUTURAL

15

8 DIMENSIONAMENTO DOS ELEMENTOS

17

8.1 DIMENSIONAMENTO QUANTO À TRAÇÃO

17

8.2 DIMENSIONAMENTO QUANTO À COMPRESSÃO

ANEXO I: PLANTA DE SITUAÇÃO

18

1.

INTRODUÇÃO

Esta memória de cálculo tem como objetivo apresentar a metodologia de cálculo, a análise estrutural e os resultados do dimensionamento de um galpão estruturado em aço. As considerações aqui utilizadas foram feitas em conformidade com a NBR 6123:2008 (Forças devido ao vento em edificações), a NBR 8800:2008 (Projeto de

estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios) e a NBR 6120:1980 (Cargas para o cálculo de estruturas de edificações).

O processo de análise estrutural foi realizado com o auxílio do software SAP

2000 e o dimensionamento foi realizado por meio da construção de tabelas e planilhas

utilizando o software Microsoft Excel.

2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

Desenho de arquitetura fornecido pela empresa responsável.

3. LOCALIZAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DA ESTRUTURA

O seguinte galpão localiza-se na rua Coronel Antônio Luiz s/n, bairro Centro na

cidade de Crato, Ceará. Seu uso será destinado para a implantação de uma academia

de artes maciais.

O galpão apresenta 15 metros de comprimento transversal e 30 metros de

comprimento longitudinal. A estrutura será composta por tesouras apoiadas em pilares treliçados, dispostos a cada 5 metros, totalizando 7 conjuntos tesoura + pilares. O banzo inferior encontra-se a 5 metros do solo, mas o pé direito máximo da estrutura é de 6,75 metros.

O seguinte galpão dispõe de quatro entradas: três são portões localizados nas

laterais e no fundo, de medidas 3 x 2,5m. A outra entrada é frontal, e de medidas 5 x

2,5m.

4.

MATERIAIS

Serão utilizados para construção, os materiais especificados a seguir:

Aço C50: Perfil U de chapa dobrada;

Telha metálica ondulada galvanizada, de espessura 0,5 mm com 4 apoios e vão livre de 1,1 m.

Telha metálica ondulada galvanizada, de espessura 0,5 mm com 2 apoios e vão livre de 1,5 m.

5.

CARREGAMENTOS

5.1 CARGAS PERMANENTES

De acordo com a NBR 6120:1980, define-se cargas permanentes como “tipo de carga constituída pelo peso próprio da estrutura e pelo peso de todos os elementos construtivos fixos e instalações permanentes.” No dimensionamento do galpão foi considerado somente o peso próprio da estrutura, denominada DEAD pelo software SAP 2000.

5.2 CARGA ACIDENTAL

Atua na estrutura em função do seu uso e ocupação (pessoas, móveis, materiais, etc.) No dimensionamento do galpão enquadra-se nesta seção as cargas devido ao vento e a sobrecarga de manutenção sobre as telhas.

5.2.1 Áreas de influência e sobrecarga

Devido à falta de um valor específico para a carga acidental sobre o telhado de um galpão na NBR 6120:1980, utilizou-se um valor semelhante à sobrecarga devido a um forro, que totaliza 50 Kgf/m².

Para que seja estimado o efeito de tal carga em cada terça, deve-se utilizar da área de influência desta, que é dada por:

(

)

(

) , onde:

L: distância entre as tesouras; d: distância entre as terças. No presente galpão, como mencionado na seção 3, a distância entre as tesouras será de 5 metros e a distância entre as terças, de 1,1 metros.

de 5 metros e a distância entre as terças, de 1,1 metros. Figura 1 - Área

Figura 1 - Área de influência de um nó

Logo, temos que, para cada nó, a carga correspondente será de 275 kgf. No caso das terças localizadas nas extremidades, a área de influência dos nós será menor, pois ela será composta por apenas uma vez a metade da distância entre as terças.

Figura 2 - Área de influência de um nó localizado numa extremidade Assim sendo, a

Figura 2 - Área de influência de um nó localizado numa extremidade

Assim sendo, a carga nos nós extremos será de 137,5 kgf.

Assim sendo, a carga nos nós extremos será de 137,5 kgf. Figura 3 - Representação da

Figura 3 - Representação da ação da sobrecarga

5.2.2 Carga do vento

Todas as considerações aqui realizadas a respeito das ações do vento estão de acordo com a NBR 6123:1988. Na norma são definidos todos os parâmetros abaixo.

Velocidade básica do vento: V o = 30m/s. Região I. Valor definido de acordo com o mapa das isopletas.

Figura 4 – Mapa das isopletas do Brasil Fonte: http://coral.ufsm.br/decc/ECC1008/PrincECC1008.htm, acessado em 21 de

Figura 4 Mapa das isopletas do Brasil

Fonte: http://coral.ufsm.br/decc/ECC1008/PrincECC1008.htm, acessado em 21 de setembro de 2014.

Fator topográfico S 1 =1,0. O galpão localiza-se em uma região predominantemente plana, o que não interfere na ação do vento na estrutura.

Fator de rugosidade S 2 =0,82. Valor tabelado, de acordo com as características do ambiente e da edificação. O galpão enquadra-se na categoria IV (cidade pequena, com altura média dos obstáculos de 10,0 metros) e Classe A (maior dimensão da superfície frontal menor ou igual a 20,0 metros.

Fator estatístico S 3 = 1,0. Grupo 2 (edificação com alto fator de ocupação). Utilizando os resultados obtidos, é possível calcular a velocidade característica do vento com a seguinte fórmula:

Obtém-se V K = 24,61 m/s.

Com o resultado obtido, torna-se possível calcular a pressão dinâmica do vento através da expressão:

Obtém-se q = 37,13 kgf/m²

5.2.2.1 Coeficiente de forma interno

De acordo com o item “b” da seção 6.2.5 da NBR 6123:2008, o coeficiente de pressão interna será considerado igual a -0,3 ou 0, prevalecendo o que proporcione a pior situação.

5.2.2.2 Coeficiente de forma externo

O coeficiente de forma externo é obtido através de tabelas disponibilizadas pela norma. Tais tabelas levam em consideração algumas características da edificação, como: relação altura/largura; relação comprimento/largura; inclinação do telhado. Tais relações foram calculadas, resultando 0,333; 2,0 e 11,67%, respectivamente. Consultando as tabelas, obtém-se os seguintes resultados, para o vento atuante a 0° e a 90°:

Coeficiente

 

Coeficiente

Externo Parede

Externo Telhado

h/b

0,333

 

h/b

0,333

a/b

 

2

 

λ

11,67

α = 0°

α = 90°

α = 0°

α = 90°

A1

-0,8

A

0,7

E -0,8

E -1,1

B1

-0,8

B

-0,5

F -0,4

F -1,1

A2

-0,4

C1

-0,9

G -0,8

G -0,4

B2

-0,4

D1

-0,9

H -0,4

H -0,4

A3

-0,2

-

-

I -0,2

I -1,1

B3

-0,2

-

-

J -0,2

J -0,4

C

0,7

C2

-0,5

D

-0,3

D2

-0,5

Tabela 1 Coeficientes de forma externos

Os resultados obtidos distribuem-se da seguinte maneira no galpão:

0,7 -0,9 -0,5 -0,8 -0,8 -0,8 -0,8 -1,1 -0,4 -0,4 -0,4 -0,4 -0,4 -1,1 -0,4
0,7
-0,9
-0,5
-0,8
-0,8
-0,8
-0,8
-1,1
-0,4
-0,4
-0,4
-0,4
-0,4
-1,1
-0,4
0,7
-0,5
-0,2
-0,2
-0,2
-0,2
-1,1
-0,4
-0,3
-0,5
-0,9

Figura 5 - Distribuição dos coeficientes externos

5.2.2.3 Situações de combinação de coeficientes Os coeficientes de forma externos e internos são combinados de tal forma que prevaleçam as situações de piores condições de dimensionamento, ou seja, que exijam maiores esforços da estrutura para combatê-los. Os critérios utilizados nas combinações são regidos pela equação de determinação da carga de vento:

) A convenção de sinais é dada pela tabela a seguir:

(

 

COEFICIENTE DE FORMA INTERNO

COEFICIENTE DE FORMA EXTERNO

Positivo

Sucção

Compressão

Negativo

Compressão

Sucção

Tabela 2 - Convenção de sinais dos coeficientes

É possível determinar as combinações de coeficientes, como exposto a seguir:

Figura 6 - Combinação dos coeficientes Estão destacados em vermelho as piores combinações para cada

Figura 6 - Combinação dos coeficientes

Estão destacados em vermelho as piores combinações para cada tipo de vento. O sinal negativo representa sucção.

5.2.2.4 Cálculo de vento

Utilizando

determinação da carga de vento nas diferentes situações. Exemplo de cálculo: vento 90° atuando no telhado esquerdo:

os

resultados

obtidos

anteriormente,

(

)

aplica-se

a

equação

de

Onde:

C e = -1,1 (telhado esquerdo); e -0,4 (telhado direito) C i = 0,0 (neste caso, proporciona a pior situação); q = 37,13 kgf/m²; A i = 2,75 m² (terça na extremidade); 2,75 m² para cada coeficiente (terça central) ou 5,5 m² (outras terças). Logo:

(

)

(

(

)

)

(

)

Repete-se o processo para todas as outras situações, obtendo-se os seguintes resultados:

as outras situações, obtendo-se os seguintes resultados: Figura 7 – Cargas de vento 90° Figura 8

Figura 7 Cargas de vento 90°

situações, obtendo-se os seguintes resultados: Figura 7 – Cargas de vento 90° Figura 8 – Cargas

Figura 8 Cargas de vento 0°

11

6.

MODELO COMPUTACIONAL

6.1 SAP 2000 V 15.0.0

O pórtico foi desenhado utilizando o software AutoCad 2012, e posteriormente importado para o software SAP 2000 V15.0.0 para análise estrutural. Como mencionado na seção 4 do presente memorial, foi utilizada chapa metálica de perfil U, detalhado abaixo.

foi utilizada chapa metálica de perfil U, detalhado abaixo. Figura 9 - Detalhamento do perfil Onde:

Figura 9 - Detalhamento do perfil

Onde:

h: altura da alma; b: largura das abas; e: espessura da chapa; S: área da seção; P: peso por metro linear; Jx, Jy: momentos de inércia nos eixos x-x e y-y, respectivamente; ix, iy: raios de giro eixo x e y, respectivamente; Wx, Wy: módulos de resistência nos eixos x-x e y-y, respectivamente.

Figura 10 - Detalhamento dos elementos no SAP 2000 V15.0.0 Algumas considerações devem ser feitas:

Figura 10 - Detalhamento dos elementos no SAP 2000 V15.0.0

Algumas considerações devem ser feitas:

1. Os nós superiores são pontos de apoios das terças;

2. Os pilares devem estar engastados no plano horizontal;

3. Todos os nós são rotulados;

4. Todos os esforços devem ser direcionados para os nós.

6.2 COMBINAÇÕES

A NBR 8800 (1986) define a combinação dos carregamentos a partir da seguinte equação.

m

i

1

gi .G

1 .

1

n

2

.

o .

Onde:

G são ações permanentes; Q 1 é a ação variável considerada como principal nas combinações e não recebe redução;

Q j são as demais ações variáveis;

gi são os coeficientes de ponderação das ações permanentes;

qj são os coeficientes de ponderação das ações variáveis; e

oj: são os fatores de combinação das ações variáveis.

Os coeficientes de ponderação para as ações consideradas foram:

a) peso próprio favorável: 1,00;

b) peso próprio desfavorável: 1,25;

c) sobrecarga: 1,50;

d) ação do vento: 1,40;

e) coeficiente de redução para ação do vento: 0,60;

f) coeficiente de redução para ação da sobrecarga : 0,50.

As combinações de carregamento inseridas no modelo estrutural consideraram

as diferentes ações do vento e a presença ou não de sobrecarga, com a adoção dos

coeficientes específicos em cada caso. A envoltória une as combinações sem somá-las

e fornece como resultado as solicitações mais desfavoráveis. Seguem as combinações

como definidas no SAP, em que as ações externas estão definidas no tópico 5.

COMB1: PP x 1,0 + V 0 x 1,4 + SC x 1,5 x 0,5 (pior situação de vento 0)

COMB2: PP x 1,25 + V 0 x 1,4 x 0,6 + SC x 1,5 (pior situação da sobrecarga no

vento 0)

COMB3: PP x 1,0 + V 90 x 1,4 + SC x 1,5 x 0,5 (pior situação de vento 90)

COMB4: PP x 1,25 + SC x 1,5 + V 90 x 1,4 x 0,6 (pior situação da sobrecarga no

vento 90)

COMB5: PP x 1,25 + SC x 1,5 (situação extrema de esforço vertical para baixo)

COMB6: PP x 1,0 + V 0 x 1,4 (situação extrema de vento 0)

COMB7: PP x 1,0 + V 90 x 1,4 (situação extrema de vento 90)

ENVOLTÓRIA: Representa a combinação das maiores solicitações de todas as

combinações anteriores.

7. ANÁLISE ESTRUTURAL

Após alimentar o programa com todos os dados citados anteriormente, retira- se os valores dos esforços axiais em cada elemento para verificação e dimensionamento. As figuras a seguir ilustram os elementos que sofrem as piores solicitações na combinação Envoltória.

sofrem as piores solicitações na combinação Envoltória. Figura 11 - Forças axiais na tesoura Figura 12

Figura 11 - Forças axiais na tesoura

Envoltória. Figura 11 - Forças axiais na tesoura Figura 12 - Deformação da treliça (fator de

Figura 12 - Deformação da treliça (fator de escala 50)

15

Figura 13 - Forças axiais nos pilares Figura 14 - Deformação global da estrutura (fator

Figura 13 - Forças axiais nos pilares

Figura 13 - Forças axiais nos pilares Figura 14 - Deformação global da estrutura (fator de

Figura 14 - Deformação global da estrutura (fator de escala 50)

Obtiveram-se os seguintes valores máximos de forças axiais nos elementos:

 

Valores Máximos

Elemento

Tração

Compressão

Banzo Superior

2916,99

-6115,29

Banzo Inferior

5032,68

-2567,88

Diagonais

4095,29

-7065,09

Montantes

1064,4

-982,06

Pilares

4700,22

-5490,37

Diagonal Pilar

2882,33

-4215,9

Montante Pilar

259,91

-324,9

Tabela 3 - Valores máximos de forças axiais

8. DIMENSIONAMENTO DOS ELEMENTOS

8.1 DIMENSIONAMENTO QUANTO À TRAÇÃO

A resistência à tração dos elementos de uma estrutura treliçada é verificada

apenas para o estado limite de escoamento da seção bruta. A área mínima necessária

é dada pela seguinte equação:

N dt

f

.

Onde:

A é a área de seção transversal mínima necessária;

N dt é o esforço máximo de tração; f y é a resistência característica do aço; é o coeficiente de ponderação da resistência do aço e vale 0,9.

O dimensionamento quanto à tração está detalhado nas tabelas 4 e 5. Os esforços solicitantes correspondem à tração máxima de cada elemento fornecida pela envoltória.

Seção

N

(kN)

Aseção (cm²)

NRk (kN)

NRd (kN)

Análise

Máximo

Banzo Superior

28,606

4,35

98,86

89,876

Ok

Tesoura

Banzo Inferior

     

Tesoura

49,364

4,35

98,86

89,876

Ok

Montante

     

Tesoura

10,438

4,35

98,86

89,876

Ok

Diagonal

40,172

4,35

98,86

89,876

Ok

Tesoura

Seção

N

(kN)

Aseção (cm²)

NRk (kN)

NRd (kN)

Análise

Máximo

Pilar

46,107

4,35

98,86

89,876

Ok

Montante

     

Pilar

2,541

4,35

98,86

89,876

Ok

Diagonal

9,601

4,35

98,86

89,876

Ok

Pilar

Tabelas 4 e 5 - Análise quanto à Tração

8.2 DIMENSIONAMENTO QUANTO À COMPRESSÃO

O dimensionamento à compressão leva em conta a instabilidade da peça por flambagem. Conforme a NBR 8800(2008), a condição de segurança é verificada quando

o valor do cálculo da força normal resistente (NRd) de peças axialmente comprimidas

for:

Onde

Sendo

A

é a área bruta da seção;

Q

= 1, na ausência de instabilidade local;

é o fator de redução da capacidade resistente, determinado:

A partir do índice de esbeltez da peça, determina-se o quanto se deve reduzir

em sua resistência característica e então se calcula a área mínima. A esbeltez é dada pela seguinte equação:

λ

Sendo:

Ne é a menor força crítica entre as flambagens por flexão;

fyé a tensão característica do aço;

A é a área bruta da seção.

Ne é a força normal de flambagem elástica da barra, dado pelo menor valor calculado conforme as equações:

Sendo,

(

)

(

)

E

módulo de elasticidade

Ix

momento de inércia do perfil no eixo x

Iy

momento de inércia do perfil no eixo y

KxLxcomprimento efetivo de flambagem em relação ao eixo x KyLycomprimento efetivo de flambagem em relação ao eixo y

Os valores de K são dados pela NBR 8800 (1986). Para os elementos de treliça, que têm momentos nulos nas extremidades, K vale 1.

A Tabela 4 fornece o dimensionamento quanto à compressão. Todas as áreas

adotadas em projeto foram maiores que as mínimas necessárias para estes esforços.

 

Cálculo do Ne

Esbeltez

Redução

Força resistente - Nrd

 
 

N

(kN)

Aseção

                 

Seção

Máximo

(cm²)

ι

(cm)

Nex

Ney

Ne

λo

χ

NRk (kN)

NRd (kN)

Análise

Banzo Superior

         

Tesoura

59,988

4,35

110,00

1145,40

182,93

182,93

0,771

0,780

84,79

77,086

Ok

Banzo Inferior

         

Tesoura

25,182

4,35

107,14

1207,37

192,83

192,83

0,751

0,790

85,88

78,076

Ok

Montante

         

Tesoura

9,633

4,35

174,36

455,88

72,81

72,81

1,222

0,535

58,20

52,909

Ok

Diagonal

         

Tesoura

69,308

4,35

118,16

992,67

158,54

158,54

0,828

0,750

81,61

74,190

Ok

 

Cálculo do Ne

Esbeltez

Redução

Força resistente - Nrd

 

N

(kN)

Aseção

 

(cm)

               

Seção

Máximo

(cm²)

ι

Nex

Ney

Ne

λo

χ

NRk (kN)

NRd (kN)

Análise

Pilar

53,857

4,35

75,93

2403,91

383,92

383,92

0,532

0,888

96,59

87,811

Ok

Montante

         

Pilar

3,187

4,35

50,00

5543,76

885,38

885,38

0,350

0,950

103,30

93,910

Ok

Diagonal

         

Pilar

41,249

4,35

70,71

2771,93

442,70

442,70

0,496

0,902

98,12

89,204

Ok

Tabelas 6 e 7 - Análise quanto à Compressão

20

ANEXO 1 PLANTA DE SITUAÇÃO

ANEXO 1 – PLANTA DE SITUAÇÃO Figura 15 - Localização do terreno. Fonte: Imagem colhida do

Figura 15 - Localização do terreno.

Fonte: Imagem colhida do Google Map.