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NORMA

BRASILEIRA

ABNT NBR

14165

Segunda edição

09.12.2015

Válida a partir de

09.01.2016

Via férrea — Travessia por linhas e redes de energia elétrica — Requisitos

Railway Electric Uneand power grids crossing Requirements

ICS 45.020

ISBN 978-85-07-05988-2

ASSOCIAÇÃO

Número de referência

BRASILEIRA

ABNT NBR 14165:2015

DE NORMAS

q n A n j nac.

TÉCNICAS

9 pág'naS

©ABNT 2015

ABNT NBR 14165:2015

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ABNT NBR 14165:2015

Sumário

 

Página

Prefácio

jv

1

Escopo

1

2

Referências normativas

1

3

Termos e definições

1

4

Concessão

2

5

Classificação

2

6

Projeto

2

7

Travessia aérea

4

7.1

Ângulo

4

7.2

Vão

4

7.3

Emenda

4

7.4

Altura

4

7.5

Via eletrificada

4

7.6

Carga

5

7.7

Pátio

5

7.8

Edificação

5

7.9

Fixação do condutor

5

8

Travessia subterrânea

5

8.1

Ângulo

5

8.2

Caixa de inspeção

5

8.3

Espaçamento

5

8.4

Galeria e dutos

6

8.5

Aterramento

6

8.6

Travessia em obras de arte

6

8.7

Sinalização

6

9

Verificações dimensionais

6

Anexo A (normativo) Figuras

7

Figuras

 

Figura

A.1 -

Projeto em planta de travessia elétrica

7

Figura A.2 - Perfil e detalhes esquemáticos de travessia elétrica aérea estaiada

8

Figura A.3 - Perfil esquemático de travessia elétrica subterrânea

9

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ABNT NBR 14165:2015

Prefácio

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas

Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comités Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas no tema objeto da normalização.

Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da Diretiva ABNT, Parte 2.

A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais direitos

de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados à ABNT a qualquer momento (Lei n° 9.279, de 14 de maio de 1996).

Ressalta-se que Normas Brasileiras podem ser objeto de citação em Regulamentos Técnicos. Nestes casos, os Órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar outras datas para exigência dos requisitos desta Norma, independentemente de sua data de entrada em vigor.

AABNTNBR 14165foi elaborada no Comité Brasileiro Metroferroviario (ABNT/CB-006), pela Comissão de Estudo de Traçado e Infraestrutura (CE-006:100.004). O seu 1° Projeto de Revisão circulou em Consulta Nacional conforme Edital n° 10, de 02.10.2013 a 30.11.2013. O seu 2° Projeto de Revisão circulou em Consulta Nacional conforme Edital n°09, de 01.09.2015 a 12.10.2015.

Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 14165:1998), a qual foi tecni- camente revisada.

O Escopo em inglês desta Norma Brasileira é o seguinte:

Scope

This Standard specifies requirements for crossing of rail track by power Une.

This Standard applies when using the right of way for power Une in the longitudinal direction of the track.

This Standard does not specifícally apply to the crossing telecommunication or signaling, but applies in cases of use ofthe infrastructure of electricity services, for telecommunications services.

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NORMA BRASILEIRA

ABNT NBR 14165:2015

Via férrea — Travessia por linhas e redes de energia elétrica — Requisitos

1 Escopo

Esta Norma especifica os requisitos para travessia de via férrea por linhas e redes de energia elétrica.

Esta Norma é aplicável quando da utilização da faixa de domínio por linha de transmissão, linhas

e redes de distribuição de energia elétrica, no sentido longitudinal da via.

Esta Norma não é aplicável especificamente à travessia de telecomunicação ou de sinalização, mas

é aplicável nos casos de utilização da infraestrutura dos serviços de energia elétrica, pelos serviços de telecomunicações.

2 Referências normativas

Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para referên- cias datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).

ABNT NBR 5410, Instalações elétricas de baixa tensão

ABNT NBR 5422, Projeto de linhas aéreas de transmissão de energia elétrica

ABNT NBR 5580, Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluidos - Especificação

ABNT NBR 7641, Via permanente ferroviária

ABNT NBR 11522, Gabarito de construção de instalação fixa ferroviária - Bitola métrica em tangente

ou em curva

com raio de mais de 350 m - Formas e dimensões - Padronização

ABNT NBR 11523, Gabarito de construção de instalação fixa ferroviária - Bitola norma/ e larga em tangente ou em curva com raio de mais de 500 m - Formas e dimensões - Padronização

ABNT NBR 11542, Via férrea - Travessia - Identificação

ABNT NBR 14039, Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kVa 36,2 kV

ABNT NBR 15688, Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus

ABNT NBR 15992, Redes de distribuição aérea de energia elétrica com cabos cobertos fixados em

espaçadores para tensões até 36,2 kV

3 Termos e definições

Para os efeitos deste documento, aplicam-se os temos e definições da ABNT NBR 7641, e os seguintes.

3.1

linha de transmissão de energia elétrica instalações de transmissão de energia elétrica que integram o Sistema Interligado Nacional (SIN) de propriedade de concessionárias de serviço público de transmissão, definidas segunde estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)

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1

ABNT NBR 14165:2015

3.2

linha de distribuição de energia elétrica conjunto de linhas que conectam as barras da rede básica ou de centrais geradoras às subestações de distribuição em tensões típicas iguais ou superiores a 69 kV e inferiores a 230 kV, ou instalações em tensões iguais ou superiores a 69 kV e inferiores a 230 kV, ou instalações em tensões iguais ou superiores a 230 kV, quando especificamente definidas pela ANEEL

3.3

rede de distribuição de energia elétrica conjunto de linhas de distribuição e de equipamentos associados em tensões típicas superiores a 1 kV e inferiores a 69 kV, na maioria das vezes com função primordial de atendimento a unidades consumidoras, podendo conter geração distribuída

4

Concessão

A

concessão de travessia pela via férrea deve estar de acordo com a regulamentação vigente

da

Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

5

Classificação

A

travessia pela via férrea é classificada de acordo com a ABNT NBR 11542.

6

Projeto

6.1

No projeto de travessia devem constar:

nome e número de registro do profissional responsável no conselho regional de engenharia e agronomia (CREA);

número da anotação de responsabilidade técnica (ART) junto ao CREA, referente ao projeto;

normas aplicáveis.

A forma de apresentação do projeto deve ser previamente definida entre as partes interessadas.

6.2 O projeto, em

aos seguintes itens referentes à travessia:

planta (ver Figura A. 1) e em perfil (ver Figuras A.2 e A.3), deve esclarecer quanto

a) tipo da travessia, observada a ABNT NBR 11542;

b) local, através da posição quilométrica e designação da via a atravessar;

c) limites da faixa de domínio ferroviário, indicando os proprietários das áreas adjacentes a ela na planta baixa;

d) condições técnicas da travessia (ver 6.3);

e) condições para verificações (ver Seção 9);

f) concessionária ferroviária da travessia proposta;

o

o

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o

U)

d

h-

S

ABNT NBR 14165:2015

g)

instalações fixas ferroviárias existentes nas proximidades;

h)

pátios ferroviários adjacentes mais próximos;

i)

informações para confecção da placa estabelecida em 8.7.

6.3

Entre as condições técnicas da travessia, devem ser incluídas no mínimo as seguintes:

a)

tensão nominal, número de fases, número de circuitos, número de condutores por fase e corrente máxima;

b)

ângulo de travessia;

c)

posição dos condutores (cabos ou linhas aéreas abertas) da ferrovia;

d)

locais adjacentes de parada de trens;

e)

material, seção, diâmetro, código, carga de ruptura, carga máxima de trabalho e coeficiente de segurança de condutores e para-raios;

f)

distância em planta de postes ou estrutura de sustentação à fiada de trilhos mais próxima;

g)

distância vertical do cabo condutor ao plano de rolamento e a qualquerobstáculo;

h)

faixa de segurança, de acordo com as ABNT NBR 5422, ABNT NBR 15688 e ABNT NBR 15992;

i)

detalhes, na escala mínima de 1:20, da fixaçãodos condutores, dos cabos para-raiosdo suporte da travessia e dos isoladores, com indicação de suas características principais (material, dimensões

e carga de ruptura eletromecânica);

j)

dimensões conforme as colas assinaladas nas Figuras A.1 a A.3.

6.4

Não é permitida a utilização de poste ou estrutura da ferrovia para travessia aérea.

csi 6. 5 No caso de travessi a transversal , tod o element o de suport e de condutore s ou de caix a de inspeção deve se situar fora da faixa de domínio ferroviário, observado o seu afastamento mínimo de 1,50 m.

6.6 A critério da ferrovia, pode ser autorizada a utilização da faixa de domínio, caso as condições

topográficas da região e a estabilidade do suporte, no vão da travessia, assim o exijam e observado

o seguinte:

a)

gabarito das instalações fixas, observadas as ABNT NBR 11522 e ABNT NBR 11523;

b)

distância mínima de 6 m de qualquer eixo da via férrea.

6.7

O suporte deve ser colocado em posição tal que a menor distância, medida sobre a superfície

do terreno, do suporte ao eixo da via férrea mais próxima, seja maior do que a altura do suporte

® (ver Figuras A.2 e A.3).

6.8 A travessia transversal deve ser em linha reta.

ro

o.

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ABNT NBR 14165:2015

7 Travessia aérea

7.1 Ângulo

O menor ângulo entre a via férrea e a rede elétrica deve ser maior que 60°, sendo preferível o ângulo de 90°.

Excepcionalmente, a travessia, a critério da ferrovia, pode ser feita com ângulo menor que 60°, caso as condições topográficas da região e a estabilidade do suporte no vão da travessia assim

o exijam. Neste caso deve ser feito pela permissionária um estudo sobre as interferências no sistema de comunicação e sinalização da ferrovia e tomadas as providências necessárias para saná-las, com todos os custos a cargo da permissionária.

gj ta

7.2 Vão

A travessia deve ser em um só vão.

7.3 Emenda

Não é permitida emenda de cabos no vão da travessia.

7.4 Altura

7.4.1 A altura mínima do cabo condutor, no vão da travessia, medida a partir da superfície dos boletos dos trilhos, na condição de flecha máxima, de qualquer fiada de trilhos deve ser de:

D

= a + 0,01 (Du/VS-50 )

onde

D

é o valor numérico da altura, expresso em metros (m);

a

= 9 m para ferrovia não eletrificada e não eletrificável;

a

= 12 m para ferrovia eletrificada ou eletrificável;

Du é o valor numérico da distância numericamente igual à tensão nominal máxima operativa (tensão fase - fase) da linha em quilovolts (kV), expresso em metros (m);

7.4.2 Sobre a linha de telecomunicações ou de energia da ferrovia, a distância vertical mínima deve

ser calculada pela seguinte equação:

D = 1,7 + 0,01 (Du / V3 - 50), observado o mínimo de 1,7 m e sendo Ou correspondente à tensão

mais elevada das linhas consideradas.

'53

Z!

7.5 Via eletrificada

7.5.1

É proibida a travessia aérea com tensão nominal igual ou inferior a 34,5 kV, por via férrea

o eletrificada ou eletrificável.

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7.5.2 A travessia aérea de alta-tensão, sobre via férrea eletrificada ou eletrificável, não pode se situar

sobre o suporte da rede aérea da ferrovia ou, quando isto for impossível, a distância vertical mínima

do condutor ao suporte, na condição de flecha máxima, deve ser calculada pela seguinte equação:

O = 4,0 + 0,01 (Du / V3 - 50), observado o mínimo de 4,0 m, sendo D u a distância numericamente igual à tensão máxima operativa da linha em quilovolts (kV), expresso em metros (m).

7.6 Carga

Nas condições mais desfavoráveis, a carga atuante em um condutor de travessia de alta-tensão deve ser no máximo 33 % da sua carga de ruptura.

7.7 Pátio

Não são permitidas travessias aéreas de baixa tensão (de acordo com a ABNT NBR 5410) e média tensão (de acordo com a ABNT NBR 14039) sobre pátio ferroviário.

7.8 Edificação

A critério da ferrovia, pode ser permitida travessia sobre sua edificação, observada a ABNT NBR 5422.

CO

5 7.9

03

Fixação do condutor

7.9.1 Quando as duas extremidades do vão da travessia não forem ancoradas, a altura mínima

0 do condutor deve ser mantida, mesmo no caso do rompimento no vão adjacente a uma cadeia de suspensão.

Q.

.o

7.9.2 No caso de as cadeias em ambas as extremidades do vão serem de suspensão, na falta de

cálculo específico para determinação da nova altura do condutor sobre a superfície de rolamento, quando do rompimento do cabo no vão adjacente a uma das cadeias de suspensão, pode ser considerada a altura, na condição de flecha máxima, verificada antes do rompimento, acrescida de 2 % da distância horizontal medida na direção da linha considerada, entre o eixo da travessia

C3

e

o eixo do suporte de suspensão mais próximo.

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r^

CNJ

3

Travessia subterrânea

1 i 8.1 Ângulo

(C O ângulo da travessia deve ser de 90°. Em condições excepcionais e mediante entendimento com a ferrovia, a travessia pode ser feita com um ângulo entre 60° e 90°.

73

te

3.2 Caixa de inspeção

A caixa de inspeção deve ser localizada no mínimo 1,5 m fora da faixa de domínio da ferrovia, e suas características devem ser indicadas no projeto da travessia (materiais, dimensões, identificações etc.).

3^

l

3.3 Espaçamento

o

j ;

8.3.1 A distância vertical mínima admissível entre a face superior da linha de dutos e a banqueta

da via deve ser de 1,40 m.

8.3.2 A distância horizontal mínima admissível entre a caixa de inspeção e a fiada de trilhos mais

próxima (dimensão a da Figura A.3) deve ser de 3,00 m, observado o descrito em 8.2. Em desvio, esta

distância mínima deve ser de 5,00 m, observado o descrito em 8.2.

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8.3.3 Quando o desvio for destinado a operações de carga e/ou descarga, deve ser preservada faixa

livre para circulação de veículos rodoviários.

8.3.4 Em trechos eletrificados ou eletrificáveis, as distâncias horizontais mínimas admissíveis entre

a caixa de inspeção e a linha de dutos até as bases das estruturas de sustentação da rede aérea devem ser de 3,00 m.

8.4

Galeria e dutos

8.4.1

A galeria para travessia deve ser de tubo de cloreto de polivinila (PVC) ou duto corrugado

flexível, ou de tubo de aço galvanizado (de acordo com a ABNT NBR 5580), envolvido por concreto armado, com seção quadrada ou retangular, em qualquer caso.

8.4.2 Para fins de escoamento de água, a galeria deve ter no mínimo 1 % de declive para uma

das caixas, ou para ambas, de acordo com a topografia do terreno.

8.4.3 O duto, quando fora da galeria, deve ser totalmente envolvido em concreto, no mínimo 10 cm

na parte inferior e 8 cm na parte superior e laterais.

8.4.4 Os tubos, dutos, proteções de concreto ou galerias devem ser capazes de resistir às cargas

ferroviárias.

CN

CN

 

8.5

Aterramento

A

armação metálica deve ser aterrada.

o.

g

8.6 Travessia em obras de arte

Não é permitida a travessia através de obras de arte da via férrea, a não ser que esteja previsto duto

específico para este fim no projeto da obra de arte.

8.7

Sinalização

A travessia deve ser indicada por uma placa localizada dentro da faixa de domínio ferroviária, que indique pelo menos:

3

O

(U

O)

(O

•|

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O

X

O)

o

ta

|

a)

diâmetro nominal, profundidade e materiais do duto;

b)

ângulo entre o duto e a via férrea;

c)

tensão elétrica;

d)

entidade responsável pela travessia;

e)

providências em caso de emergência e telefone de contato;

f)

referência a esta Norma.

9

Verificações dimensionais

As verificações dimensionais devem ser procedidas nas condições mais desfavoráveis de aproximação das partes sob tensão elétrica ou entre estas e o solo, a via, as edificações e outros obstáculos. Estas condições devem ser fixadas no projeto, observado o descrito nesta Norma.

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Local de parada de trern

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Ângulo de travessia 60°

Anexo A

(normativo)

Figuras

ABNT NBR 14165:2015

Ângulo de travessia 60°

Eixo de via

Travessia aérea

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Cota

Travessiasubterrânea

Cerca da ferrovia

Via férrea

Local de parada de trem adjacente

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' \ a A.1- Projeto emplanta detravessia eléírica

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Tipo de isolador

Jipo de poste

Cerca de ferrovia

Tipo de condutor

Figura A.2-Perfil e detalhes esquemáticos de travessia elétrica aérea estaiada

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§

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Q.

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ABNT NBR 14165:2015

CercajJa ferrovia

Caixa de inspeção

Figura A.3 - Perfil esquemático de travessia elétrica subterrânea

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