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CENTRO UNIVERSÍTÁRIO ÍTALO-BRASILEIRO

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA I AFO I

3ª SÉRIE GRADUAÇÃO ADMINISTRAÇÃO CIÊNCIAS CONTÁBEIS

São Paulo Fevereiro de 2010

SUMÁRIO

PÁGINA

Plano de Ensino

5

Introdução

9

A

empresa e seus recursos

9

Funções da Administração

10

Mensuração de Desempenho

10

Dimensões temporais do PCR

11

Princípios Fundamentais do PCR (resumido)

12

A

Função Financeira da Empresa

13

Os pilares da excelência

13

Áreas de Preocupação da Função Financeira

14

Objetivo da Função Financeira

16

Estrutura Organizacional

17

Organograma Típico da Função Financeira

18

Descrição das Atribuições da Função Financeira

19

Exercícios de Fixação

20

Planejamento Financeiro

21

Processo de Planejamento Financeiro a Curto Prazo

23

Planejamento de caixa: orçamento de caixa (fluxo de caixa)

24

Previsão de Vendas

24

Programação de Recebimentos (Cia. ABC)

24

Programação de Pagamentos (Cia. ABC)

26

Fluxos Líquido de Caixa, Saldo Final de Caixa, Financiamento e Caixa Excedente

28

Orçamento de Caixa (Cia. ABC)

29

Redução da incerteza no Orçamento de Caixa

29

Fluxo de Caixa dentro do mês

30

Exercício de Fixação 8.1

31

Exercício de Fixação 8.2

33

Exercício de Fixação 8.3

37

Exercício de Fixação 8.4 (Provão 97 Questão 39)

38

Exercício de Fixação 8.5

39

Exercício de Fixação 8.6

40

Estudo do Caso Tomás Dados Básicos

41

Plano Financeiro do Caso Tomás Base

42

Caso Tomás Redução do Prazo de Recebimento

43

Caso Tomás Aumento do Prazo de Pagamento

45

Caso Tomás Redução do Prazo de Estocagem

47

Demonstrações Financeiras

49

Balanço Patrimonial

49

Demonstração do Resultado do Exercício

51

Cia. Bambina Dados Básicos

53

Exercício de Fixação Cia. Zeta

55

Análise Financeira

57

Métodos de Análise

57

Índices de Estrutura de Capitais

58

Índices de Liquidez

58

Índices de Rentabilidade ou Resultados

59

Índices de Atividade (Giro ou Rotatividade)

60

Ciclo Operacional

61

Ciclo Financeiro ou Ciclo de Caixa

62

Necessidade de Capital de Giro (NCG)

62

Análise Vertical e Análise Horizontal Cia Bambina (aplicação)

63

Análise por meio do Emprego de Índices Cia. Bambina

64

Exercícios de Fixação (7 questões)

65

Exercício de Fixação Cia. Zeta

68

Avaliação de Conhecimentos (7 questões)

70

Exercício de Fixação Cia. BIG

72

Aplicação da Fórmula “Du Pont”

74

Avaliação de Conhecimentos (20 questões)

76

Projeção das Demonstrações Financeiras

83

PCR e o Processo de Administração

83

O Papel da Administração

84

Identificação e Avaliação das Variáveis

84

Filosofia do Papel da Administração

84

Princípios Fundamentais do PCR (completo)

85

Cenários propostos para a Cia. Bambina

87

Formulário para desenvolvimento do Cenário 1

88

Formulário para desenvolvimento do Cenário 2

90

Formulário para desenvolvimento do Cenário 3

92

Formulário para desenvolvimento do Cenário 4

94

Formulário para desenvolvimento do Cenário 5

96

Formulário para desenvolvimento de Cenários (xérox)

98

Exercícios de Fixação

100

PLANO DE ENSINO

CURSO / HABILITAÇÃO

ANO

SEMESTRE

ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS E CIÊNCIAS CONTÁBEIS

2010

1

   

CH

CH

CH

   

DISCIPLINA

Série

Teórica

Prática

Total

   

Administração Financeira e Orçamentária I AFO I

   

66

EMENTA

Organograma típico da Função Financeira, Objetivos da Função Financeira, Áreas de preocupação da Função Financeira, Demonstrações Financeiras, Princípios Fundamentais do Planejamento e Controle de Resultados, Planejamento Financeiro e Orçamento Empresarial. .

 

OBJETIVOS GERAIS

 

asIdentificar

Identificar

áreas

de

responsabilidade

(atividades-chave)

do

Administrador

Financeiro.

Estabelecer relações entre a Administração Financeira e a Contabilidade. 

 

Reforçar as funções de “Planejamento” e “Controle” a longo prazo (estratégicos) e a curto prazo (operacionais). curto prazo (operacionais).

Projetar as Demonstrações Financeiras, considerando diferentes cenários. 

 

Buscar o entendimento do processo de elaboração de um plano de resultados, enfatizando o uso desta ferramenta na gestão de negócios e tomada de decisão.e a curto prazo (operacionais). Projetar as Demonstrações Financeiras, considerando diferentes cenários.  

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Apresentar o Planejamento e Controle de Resultados como um “modo de administrar”, poderoso e insubstituível, dentro do universo dos negócios, especialmente no ambiente turbulento em que as poderoso e insubstituível, dentro do universo dos negócios, especialmente no ambiente turbulento em que as empresas vivem atualmente.

Proporcionar o conhecimento de técnicas para o Planejamento e Controle Financeiro.no ambiente turbulento em que as empresas vivem atualmente. Demonstrar, por meio de simulações, exercícios e

Demonstrar, por meio de simulações, exercícios e estudo de casos, a importância da Administração Financeira, bem como seus objetivos.de técnicas para o Planejamento e Controle Financeiro. Possibilitar ao aluno sua iniciação ou ascensão

Possibilitar ao aluno sua iniciação ou ascensão profissional na área financeira, compreendendo o papel do Administrador Financeiro.da Administração Financeira, bem como seus objetivos. Despertar o sentido da administração de recursos escassos.

Despertar o sentido da administração de recursos escassos.ao aluno sua iniciação ou ascensão profissional na área financeira, compreendendo o papel do Administrador Financeiro.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO INTRODUÇÃO (2)  Funções da Administração  Áreas de preocupação da Função

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO INTRODUÇÃO (2)  Funções da Administração  Áreas de preocupação da Função

INTRODUÇÃO (2)CONTEÚDO PROGRAMÁTICO  Funções da Administração  Áreas de preocupação da Função Financeira 

Funções da Administração

Áreas de preocupação da Função Financeira

Objetivo da Função Financeira

O conflito entre Liquidez e Rentabilidade

Organograma típico da Função Financeira

PLANEJAMENTO FINANCEIRO (4) Organograma típico da Função Financeira  Administração eficiente de caixa  Ciclo

Administração eficiente de caixa

Ciclo operacional e ciclo financeiro (noções)

Programação de recebimentos

Programação de pagamentos

Orçamento de caixa

PROJEÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS – PARTE I (1) PARTE I (1)

Estudo do caso Tomás

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS (3)FINANCEIRAS – PARTE I (1)  Estudo do caso Tomás  Balanço Patrimonial  Demonstração de

Balanço Patrimonial

Demonstração de Resultado do Exercício DRE

Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DMPL

Demonstração do Fluxo de Caixa DFC

Notas Explicativas

ANÁLISE FINANCEIRA (4)do Fluxo de Caixa – DFC  Notas Explicativas  Análise Vertical  Análise Horizontal 

Análise Vertical

Análise Horizontal

Análise através do emprego de índices

Índices de Estrutura de Capital: (i) participação de capitais de terceiros, (ii) composição do endividamento, (iii) imobilização do patrimônio líquido, e (iv) imobilização dos recursos não correntes

Índices de Liquidez: (i) liquidez geral, (ii) liquidez corrente ou comum, e (iii) liquidez seca

Índices de Rentabilidade ou Resultados: (i) margem bruta, (ii) margem operacional, (iii) margem líquida, (iv) giro do ativo, (v) retorno sobre o investimento (ROI); e (vi) retorno sobre o patrimônio líquido (ROE)

Índices de Atividade, Giro ou Rotatividade: (i) giro de estoques, (ii) prazo médio de estocagem (PME), (iii) giro de duplicatas a receber, (iv) prazo médio de recebimento (PMR), (v) giro de fornecedores, e prazo médio de pagamento (PMP).

Ciclo operacional, ciclo financeiro ou ciclo de caixa e necessidade de capital de giro

PROJEÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS – PARTE II (3) PARTE II (3)

Projeção da Demonstração do Resultado do Exercício DRE

Projeção do movimento dos estoques

Projeção das Mutações do Patrimônio Líquido - DMPL

Projeção do Balanço Patrimonial

Projeção da Demonstração do Fluxo de Caixa DFC

ESTRATÉGIA DE ENSINO

Aulas expositivasESTRATÉGIA DE ENSINO Estudo de casos Exercícios individuais e em grupo CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NOTA I

Estudo de casosESTRATÉGIA DE ENSINO Aulas expositivas Exercícios individuais e em grupo CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NOTA I –

Exercícios individuais e em grupoESTRATÉGIA DE ENSINO Aulas expositivas Estudo de casos CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NOTA I – Média das

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

NOTA I – Média das notas de zero a oito atribuídas aos exercícios individuais ou atividades em Média das notas de zero a oito atribuídas aos exercícios individuais ou atividades em grupo, mais nota de zero a dois atribuída em função da presença e participação do aluno em classe, com peso 1.

NOTA II – Prova escrita semestral, com nota de zero a dez e peso 7 , abrangendo Prova escrita semestral, com nota de zero a dez e peso 7, abrangendo toda a matéria apresentada.

NOTA III – Média das notas de zero a oito atribuídas aos exercícios individuais ou atividades em Média das notas de zero a oito atribuídas aos exercícios individuais ou atividades em grupo, mais nota de zero a dois atribuída em função da presença e participação do aluno em classe, com peso 2.

ATIVIDADES PRÁTICAS, VISITAS, ATIVIDADE EM CAMPO

VISITASpeso 2 . ATIVIDADES PRÁTICAS, VISITAS, ATIVIDADE EM CAMPO  Visita à BMF programada em conjunto

Visita à BMF programada em conjunto com o professor da disciplina Economia.

ATIVIDADES PRÁTICASem conjunto com o professor da disciplina Economia.  Resolução de exercícios propostos individualmente e

Resolução de exercícios propostos individualmente e em grupo

Estudos de casos

Encontro aos sábados, na parte da manhã, para estudos sob a orientação do monitor da disciplina

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

WELSCH, Glenn A. Orçamento empresarial . Editora Atlas. , Glenn A. Orçamento empresarial. Editora Atlas.

LUCENTINI, José Carlos. ABC das Finanças: aprendizagem rápida e fácil em finanças. Novatec Editora , José Carlos. ABC das Finanças: aprendizagem rápida e fácil em finanças. Novatec Editora

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

SANVICENTE, Antonio Zoratto. Administração financeira. Editora Atlas. , Antonio Zoratto. Administração financeira. Editora Atlas.

BRAGA, Roberto. Fundamentos e técnicas de administração financeira . Editora Atlas. , Roberto. Fundamentos e técnicas de administração financeira. Editora Atlas.

GITMAN, Lawrence J. Princípios de administração financeira. Editora Atlas. , Lawrence J. Princípios de administração financeira. Editora Atlas.

RESUMO CURRICULAR

Empresário da área da saúde, desde 1995

Sócio-Diretor da Consult Assessoria Empresarial S/C Ltda, desde 1987

Experiência profissional adquirida no gerenciamento de diversas áreas em empresas multinacionais

Atuação em diversos projetos para implantação, profissionalização e recuperação de empresas de setores diversos: auto-peças, fiação e tecelagem, especialidades têxteis, indústria de máquinas, avicultura e industrialização de ovos, saúde, educação, entre outros.

Pró-Reitor Financeiro do Centro Universitário Italo-Brasileiro

Professor de Matemática Financeira, Administração Financeira e Orçamentária, Orçamento Empresarial, Contabilidade de Custos, Estrutura e Análise Financeira de Balanços e Contabilidade Gerencial, desde 1986

Facilitador do SEBRAE no Programa Brasil-Empreendedor

Idealizador da Oficina “AMIGOS DA HP”, com objetivo de (i) obter o máximo rendimento no uso da calculadora HP12c e similares, (ii) navegar pelas funções matemáticas, estatísticas e financeiras disponíveis e (iii) criar programas básicos.

Bacharel em Administração de Empresas (1974) e Ciências Contábeis (1976) pela Faculdade Álvares Penteado

Ciências Contábeis (1976) pela Faculdade Álvares Penteado Mestre em Controladoria e Finanças pela PUC/SP (2006)

Mestre em Controladoria e Finanças pela PUC/SP (2006)

INTRODUÇÃO

Aqueles que dançavam eram considerados totalmente insanos por aqueles que não conseguiam escutar a música. - Angela Monet

Administrar é coordenar esforços para atingir objetivos.

Administrar é coordenar esforços para atingir objetivos. A EMPRESA E SEUS RECURSOS RECURSOS FÍSICOS MATERIAIS

A EMPRESA E SEUS RECURSOS

RECURSOS FÍSICOS MATERIAIS Edifícios, Máquinas, Matérias Primas, etc MONETÁRIOS FINANCEIROS Capital, Contas a
RECURSOS
FÍSICOS
MATERIAIS
Edifícios, Máquinas, Matérias Primas, etc
MONETÁRIOS
FINANCEIROS
Capital, Contas a Pagar e a Receber, etc
VIVOS E INTELIGENTES
HUMANOS
Capital intelectual da empresa
COMERCIAIS
MERCADOLÓGICOS
Promoção, Propaganda, Publicidade, etc
GERENCIAIS
ADMINISTRATIVOS
Técnicas para tomada de decisão

FUNÇÕES DA ADMINITRAÇÃO

FUNÇÕES DA ADMINITRAÇÃO MENSURAÇÃO DE DESEMPENHO De uma forma simplista, Welsch (1983:21) afirma: “Em muitas

MENSURAÇÃO DE DESEMPENHO

FUNÇÕES DA ADMINITRAÇÃO MENSURAÇÃO DE DESEMPENHO De uma forma simplista, Welsch (1983:21) afirma: “Em muitas

De uma forma simplista, Welsch (1983:21) afirma: “Em muitas empresas bem administradas o planejamento e o controle de resultados tem sido identificados com um modo de administrar”.”

E continua (1983:47): “se você não sabe para onde está indo, qualquer estrada velha o levará até lá”.”

DIMENSÕES TEMPORAIS DO PCR

 

AGO

SET

OUT

NOV

DEZ

JAN

FEV

MAR

JUL

X

X

X

X

       

AGO

 

X

X

X

X

     

SET

   

X

X

X

X

   

OUT

     

X

X

X

X

 

NOV

       

X

X

X

X

PLANEJAMENTO CONTÍNUO 0 5 10 15 20 25 30 CONTROLE PLANEJAMENTO
PLANEJAMENTO CONTÍNUO
0
5
10
15
20
25
30
CONTROLE
PLANEJAMENTO

Não estabeleça prazos audaciosos demais!

0 5 10 15 20 25 30 CONTROLE PLANEJAMENTO Não estabeleça prazos audaciosos demais! Apostila 2010.1

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DO PCR

Mecanismo formatos, métodos de preenchimento e cálculos

– formatos, métodos de preenchimento e cálculos  Técnicas – Projeção de Vendas, Relações

Técnicas Projeção de Vendas, Relações Custo-Volume-Lucro, Análise das Alternativas de Investimento, Orçamentos Variáveis, etc.

Alternativas de Investimento, Orçamentos Variáveis, etc.  Fundamentos – Princípios Fundamentais do PCR 1.

Fundamentos Princípios Fundamentais do PCR

1. Envolvimento Administrativo

2. Adaptação Organizacional

3. Contabilidade por Área de Responsabilidade

4. Orientação para Objetivos

5. Comunicação Integral

6. Expectativas Realistas

7. Oportunidade

8. Aplicação Flexível

9. Acompanhamento

10. Reconhecimento do Esforço Individual e do Grupo

8. Aplicação Flexível 9. Acompanhamento 10. Reconhecimento do Esforço Individual e do Grupo Apostila 2010.1 12

A FUNÇÃO FINANCEIRA DA EMPRESA

Todas as atividades empresariais envolvem recursos financeiros e orientam-se para a obtenção de lucros.

Os recursos fornecidos pelos proprietários e pelos credores da empresa, encontram- se aplicados em ativos utilizados na produção e comercialização de bens ou na prestação de serviços.

As receitas obtidas com as operações devem ser suficientes para cobrir todos os custos e despesas incorridos e ainda gerar lucros.

Paralelamente a esse fluxo econômico de resultados ocorre uma movimentação de numerário que deve permitir a liquidação dos compromissos assumidos, o pagamento de dividendos e a reinversão da parcela remanescente dos lucros.

Desse modo, cada empresa pode ser visualizada como um sistema que multiplica os recursos nela investidos. Os seus proprietários desejam que seu investimento produza retorno (lucro) compatível com o risco assumido.

A função financeira compreende um conjunto de atividades relacionadas com a gestão dos fundos movimentados por todas as áreas da empresa. Essa função é responsável pela obtenção dos recursos financeiros necessários, e pela formulação de uma estratégia voltada para a otimização do uso desses recursos.

OS PILARES DA EXCELÊNCIA

do uso desses recursos. OS PILARES DA EXCELÊNCIA FILOSOFIA DA EXCELÊNCIA EMPRESARIAL FAÇA AS COISAS
do uso desses recursos. OS PILARES DA EXCELÊNCIA FILOSOFIA DA EXCELÊNCIA EMPRESARIAL FAÇA AS COISAS
do uso desses recursos. OS PILARES DA EXCELÊNCIA FILOSOFIA DA EXCELÊNCIA EMPRESARIAL FAÇA AS COISAS
FILOSOFIA DA EXCELÊNCIA EMPRESARIAL FAÇA AS COISAS CORRETAMENTE NA 1ª VEZ ENVOLVIMENTO DAS PESSOAS AGILIZAÇÃO
FILOSOFIA DA EXCELÊNCIA EMPRESARIAL
FAÇA AS COISAS
CORRETAMENTE NA 1ª VEZ
ENVOLVIMENTO DAS
PESSOAS
AGILIZAÇÃO DA SINCRONIA
ENTRE PROCESSOS

MELHORIA CONTÍNUA + ELIMINAÇÃO L DE DESPERDÍCIOS

MELHORIA CONTÍNUA + ELIMINAÇÃO L DE DESPERDÍCIOS
MELHORIA CONTÍNUA + ELIMINAÇÃO L DE DESPERDÍCIOS
MELHORIA CONTÍNUA + ELIMINAÇÃO L DE DESPERDÍCIOS
MELHORIA CONTÍNUA + ELIMINAÇÃO L DE DESPERDÍCIOS

ÁREAS DE PREOCUPAÇÃO DA FUNÇÃO FINANCEIRA

Uma das possíveis maneiras de se caracterizar a função financeira de uma empresa é categorizar as áreas que exigem tomadas de decisões pelos executivos responsáveis. Isso não nos diz o que esses executivos fazem especificamente, mas define o tipo de problema com o qual estão envolvidos.

Costuma-se classificar esses problemas de duas maneiras:

a) Segundo áreas de decisões de investimento, financiamento e utilização (destinação) do lucro líquido;

b) Segundo tarefas de obtenção de recursos financeiros e análise da utilização desses recursos pela empresa;

As principais áreas de decisões na administração financeira de uma empresa são as seguintes:

Investimento: neste caso, a preocupação primordial diz respeito à avaliação e escolha de alternativas de aplicação de recursos nas atividades normais da empresa.

Consiste ainda num conjunto de decisões visando dar à empresa a estrutura ideal em termos de ativos fixos e correntes para que os objetivos da empresa como um todo sejam atingidos.

Nesta área, o enfoque básico é a obtenção do maior resultado (retorno) possível, dado o risco que os proprietários da empresa estão dispostos a correr.

Financiamento: nesta segunda área, o que se deseja fazer é definir e alcançar uma estrutura ideal em termos de fontes (origens) de recursos, dada a composição dos investimentos. À administração financeira resta conseguir os recursos necessários para financiar essa estrutura de investimento “ao mais baixo custo possível”. Tal é o escopo (objetivo) das atividades nesta segunda área fundamental de decisões financeiras.

Utilização (Destinação) do Lucro Líquido: por fim, há uma área de decisões, também comumente conhecida pelo nome de política de dividendos, que se preocupa com a destinação dada aos recursos financeiros que a própria empresa gera em suas atividades operacionais e extra-operacionais.

Existe um inter-relacionamento das áreas de investimento, financiamento e a utilização do lucro líquido. Isto se deve ao fato indiscutível de que o lucro retido pela empresa (ou seja, o lucro não pago sob a forma de dividendos em dinheiro) constitui- se numa de suas fontes de recursos. Logo, também é problema das decisões de financiamento determinar quanto do lucro líquido disponível deve ser retido, com a decisão complementar conseqüente a respeito da proporção que deve ser distribuída aos proprietários.

Portanto, do ponto de vista teórico, as áreas de preocupação e de decisão da função financeira são:

Decisões de Investimentos. Investimentos.

Decisões de Financiamentos. Financiamentos.

Decisões relativas à destinação do lucro líquido. destinação do lucro líquido.

Sob um enfoque prático, as áreas de preocupação da função financeira são:

Medir a capacidade de gerar lucrosas áreas de preocupação da função financeira são: Dimensionar os investimentos necessários Analisar as

Dimensionar os investimentos necessáriosfunção financeira são: Medir a capacidade de gerar lucros Analisar as alternativas de financiamento RETORNO LUCRO

Analisar as alternativas de financiamentode gerar lucros Dimensionar os investimentos necessários RETORNO LUCRO OPERACIONAL INVESTIMENTO = MARGEM LUCRO

RETORNO

LUCRO OPERACIONAL INVESTIMENTO

=

MARGEM

LUCRO OPERACIONAL RECEITA

X

GIRO

RECEITA

INVESTIMENTO

160 : 880

160 : 1.200

1200 : 880

18,2%

13,3%

1,36 vezes

FÓRMULA “DU PONT”

RECEITA LUCRO OPERACIONAL menos MARGEM Dividido pela CUSTOS MAIS DESPESAS RECEITA RETORNO vezes RECEITA GIRO
RECEITA
LUCRO OPERACIONAL
menos
MARGEM
Dividido pela
CUSTOS MAIS
DESPESAS
RECEITA
RETORNO
vezes
RECEITA
GIRO
dividida pelo
ATIVO CIRCULANTE
INVESTIMENTO
mais
ATIVO PERMANENTE

OBJETIVO DA FUNÇÃO FINANCEIRA

O objetivo básico implícito nas decisões de administração financeira é a maior rentabilidade possível sobre o investimento efetuado pelos proprietários. Entretanto, se faz uma ressalva: a rentabilidade máxima, desde que não seja comprometida a liquidez da empresa (capacidade de pagar seus compromissos).

A existência de um conflito entre esses dois objetivos, que o condiciona e restringe,

manifesta-se em termos de um dilema entre aplicar todos os fundos disponíveis e manter inativos alguns fundos para, por exemplo, proteção ou defesa contra riscos de não se poder pagar alguma dívida. Parece claro, entretanto, que o dinheiro que permanece inativo, embora útil como proteção contra riscos, não produzem retorno algum para a empresa.

Todavia, a empresa não pode prescindir do crédito concedido por seus fornecedores

e pelas instituições financeiras. Deixando de liquidar seus compromissos financeiros nas datas convencionadas, a empresa sofrerá restrições de crédito e terá dificuldades na manutenção do ritmo normal de suas operações.

Deste modo, a manutenção da liquidez da empresa representa a preocupação mais imediata do Tesoureiro, que é o executivo responsável por essa parte da administração financeira, observando-se o regime de entradas e saídas de recursos financeiros (fluxo de caixa).

Por outro lado, o lucro ou prejuízo de cada período resulta da confrontação de receitas e despesas, observando-se o regime contábil de competência de exercícios , através do balanço patrimonial elaborado pela contabilidade.

A rentabilidade das operações e os efeitos dos custos financeiros sobre o retorno

dos proprietários constituem a preocupação básica do “Controller”, que é o executivo responsável por esta outra faceta da administração financeira.

De uma maneira resumida, podemos então definir que os objetivos da função financeira são:

Foco nas decisões de investimentos e financiamentos, de maneira a promover a riqueza dos proprietários.então definir que os objetivos da função financeira são: Administração do conflito existente entre LIQUIDEZ e

Administração do conflito existente entre LIQUIDEZ e RENTABILIDADE , visando à maximização segura da RIQUEZA dos proprietários. LIQUIDEZ e RENTABILIDADE, visando à maximização segura da RIQUEZA dos proprietários.

LIQUIDEZ é a capacidade de pagar os compromissos assumidos.

RENTABILIDADE é a capacidade de gerar lucros.

A MAXIMIZAÇÃO da RIQUEZA é um conceito mais amplo do que a MAXIMIZAÇÃO

do LUCRO.

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

A figura 1 mostra o ORGANOGRAMA TÍPICO DA EMPRESA, e como se insere a Função Financeira na sua estrutura organizacional.

EXECUTIVO PRINCIPAL PLANEJAMENTO E CONTROLE RECURSOS HUMANOS OPERAÇÕES FUNÇÃO MARKETING FINANCEIRA
EXECUTIVO
PRINCIPAL
PLANEJAMENTO E
CONTROLE
RECURSOS
HUMANOS
OPERAÇÕES
FUNÇÃO
MARKETING
FINANCEIRA
TESOUREIRO
CONTROLLER
CAIXA
RETORNO
LIQUIDEZ
RENTABILIDADE

FIGURA 1

ORGANOGRAMA TÍPICO DA FUNÇÃO FINANCEIRA

A seguir, uma visão esquemática da maneira pela qual as diversas atividades próprias da administração financeira de uma empresa podem ser estruturadas:

DIRETOR FINANCEIRO TESOUREIRO CONTROLLER
DIRETOR FINANCEIRO
TESOUREIRO
CONTROLLER

FIGURA 2

CAIXA E BANCOS

CONTABILIDADE GERAL E DE CUSTOS

CONTAS

A RECEBER

ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS

CONTAS

A PAGAR

CONTROLE ORÇAMENTÁRIO

RELAÇÕES BANCÁRIAS

ORÇAMENTO DE CAIXA

CUSTÓDIA DE VALORES

AUDITORIA INTERNA

RELATÓRIOS FINANCEIROS

ASSUNTOS FISCAIS

DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DA FUNÇÃO FINANCEIRA

Diretor Financeiro

É o principal executivo da área financeira, reportando-se diretamente à Presidência;DAS ATRIBUIÇÕES DA FUNÇÃO FINANCEIRA Diretor Financeiro Formula a política financeira global da empresa e das

Formula a política financeira global da empresa e das suas subsidiárias;área financeira, reportando-se diretamente à Presidência; Coordena as atividades do Tesoureiro e do Controller;

Coordena as atividades do Tesoureiro e do Controller;financeira global da empresa e das suas subsidiárias; Representa a empresa perante as instituições financeiras e

Representa a empresa perante as instituições financeiras e órgãos públicos.Coordena as atividades do Tesoureiro e do Controller; Muito mais do que “o homem do dinheiro”,

Muito mais do que “o homem do dinheiro”, ele é um homem de negócios.

Tesoureiro

Desenvolve funções exe cutivas (é um “homem de linha”).

Desenvolve funções executivas (é um “homem de linha”).

Mantém relações externas com bancos e outros credores.

Mantém relações externas com bancos e outros credores.

Administra os fluxos de recursos financeiros, de acordo com o regime de caixa .

Administra os fluxos de recursos financeiros, de acordo com o regime de caixa.

É o responsável pela liquidez da empresa.

É

o responsável pela liquidez da empresa.

Muitas vezes, o Diretor Financeiro desempenha, no mais alto nível, as funções de tesoureiro. Daí muitos autores definirem o Tesoureiro como sendo o “Administrador Financeiro” da empresa.

Controller

Desenvolve funções de assessoria (é um “homem de staff”);

Desenvolve funções de assessoria (é um “homem de staff”);

Mantém relações internas, envolvendo-se com todas a áreas;

Mantém relações internas, envolvendo-se com todas a áreas;

É o inspetor dos assuntos financeiros;

É

o inspetor dos assuntos financeiros;

Está constantemente preocupado com a rentabilidade, aplicando o Regime de Competência.

Está constantemente preocupado com a rentabilidade, aplicando o Regime de Competência.

CONTABILIDE = Regime de Competência

PLANEJAMENTO FINANCEIRO = Regime de Caixa

EXERCICIOS DE FIXAÇÃO

Responda as seguintes questões:

1) Qual é o objetivo básico da administração financeira?

2) Que

conflito

Explique.

se

observa

na

administração

financeira?

3) Quais

são

as

áreas

de

preocupação

financeira e em que consistem?

da

administração

4) A seu ver, qual a principal atribuição do tesoureiro? E a do Controller?

5) Qual a diferença principal entre a contabilidade e o controle financeiro da empresa?

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

O planejamento financeiro é uma parte importante do trabalho do administrador

financeiro. Os planos financeiros e orçamentos fornecem roteiros para atingir os objetivos da empresa. Além disso, esses veículos fornecem uma estrutura p ara coordenar as diversas atividades da empresa e atuam como mecanismo de controle, estabelecendo um padrão de desempenho contra o qual é possível avaliar os eventos reais.

Planejamento de caixa e planejamento do lucro são dois aspectos importantes do processo. O planejamento de caixa, que é realizado em geral pela elaboração do orçamento de caixa, é crítico, uma vez que o caixa é elemento vital da empresa: sem caixa adequado independente do nível de lucro a empresa poderá tornar-se inadimplente. O planejamento do lucro normalmente é feito pelas demonstrações financeiras projetadas que mostram os níveis antecipados de lucros, ativos, passivos e patrimônio líquido.

Planos Financeiros a Longo Prazo

Os planos financeiros a longo prazo em geral refletem o impacto antecipado da implementação de ações planejadas dentro de um horizonte de dois a dez anos. É

bastante comum o emprego de planos qüinqüenais, que são continuamente revistos

à chegada de novas informações. As empresas sujeitas a elevados graus de

incerteza operacional ou a ciclos de produção relativamente curtos, ou ambos, tenderão a empregar horizontes de planejamentos mais curtos.

Planos Financeiros a Curto Prazo

O processo financeiro a curto prazo reflete os resultados esperados de ações dentro de um período de um ou dois anos. Os principais resultados incluem orçamentos operacionais, orçamentos de caixa e demonstrações financeiras projetadas.

Usando a previsão de vendas como um insumo básico, desenvolve-se um plano de produção que leva em conta o tempo necessário para se converter a matéria-prima em produto acabado. Os tipos e quantidades de matérias-primas necessárias durante o período da previsão podem ser estimados a partir do plano de produção, com base nestas estimativas de consumo de matérias-primas, pode-se programar quando e quanto comprar de matéria-prima. Pode-se fazer estimativas de montante de mão-de-obra necessária, seja em homens-hora ou em dinheiro. Os custos indiretos de fabricação também podem ser estimados. Finalmente, as despesas operacionais, especificamente as despesas com vendas administrativas, podem ser estimadas com base no nível de operações necessário para sustentar as vendas previstas.

Tendo preparado essa série de planos, é possível desenvolver a Demonstração de Resultados projetada. Pode-se elaborar o orçamento de caixa com base em períodos mensais ou trimestrais de recebimentos e pagamentos. Assim, tendo como insumos básicos a Demonstração de Resultados projetada, o orçamento de caixa, o

plano de financiamento a longo prazo, o plano de investimento de capital e o Balanço do período corrente, pode-se desenvolver o Balanço projetado da empresa.

A Demonstração de Resultado é necessária para se achar a variação projetada em lucros acumulados, depreciação, estoques e impostos. Os dados sobre o saldo de caixa, nível de duplicatas a receber, nível de duplicatas e títulos a pagar podem ser obtidos do orçamento de caixa. O plano de financiamento a longo prazo fornece informações sobre variações nos passivos a longo prazo e no patrimônio líquido que podem ser atribuídas a decisões de financiamento. O plano de investimento de capital indica as variações esperadas nos ativos imobilizados.

O Balanço Patrimonial do período precedente fornece valores iniciais que irão possibilitar a mensuração das alterações em várias contas do Balanço como: ativo permanente, ações ordinárias e lucros acumulados. Os valores para o saldo inicial de estoques, de duplicatas a receber, de caixa e de passivos devem ser extraídos do Balanço do período mais recente.

ACOSTUME-SE A TRABALHAR SOB PRESSÃO.

devem ser extraídos do Balanço do período mais recente. ACOSTUME-SE A TRABALHAR SOB PRESSÃO . Apostila

PROCESSO DE PLANEJAMENTO FINANCEIRO A CURTO PRAZO

PREVISÃO DE VENDAS

PREVISÃO DE VENDAS

PREVISÃO DE VENDAS
PREVISÃO DE VENDAS
DE PLANEJAMENTO FINANCEIRO A CURTO PRAZO PREVISÃO DE VENDAS PLANO DE PRODUÇÃO ESTIMATIVAS DO CONSUMO DE
PLANO DE PRODUÇÃO ESTIMATIVAS DO CONSUMO DE MATÉRIA-PRIMA ESTIMATIVAS DAS COMPRAS DE MATÉRIA-PRIMA CUSTO DOS
PLANO DE PRODUÇÃO
ESTIMATIVAS DO CONSUMO
DE MATÉRIA-PRIMA
ESTIMATIVAS DAS COMPRAS
DE MATÉRIA-PRIMA
CUSTO DOS PRODUTOS
FABRICADOS
PLANO DE FINANCIAMENTO A
NECESSIDADE DE
LONGO PRAZO
MÃO-DE-OBRA DIRETA
Financiamento a
Longo Prazo
ESTIMATIVA DO CUSTO
INDIRETO DE FABRICAÇÃO
PLANO DE INVESTIMENTO
DE CAPITAL
ESTIMATIVA DAS DESPESAS
OPERACIONAIS
Investimentos de Capital
BALANÇO PATRIMONIAL DO
PROJEÇÃO DA DEMONSTRAÇÃO
DO RESULTADO
PERÍODO CORRENTE
FLUXO DE CAIXA
Caixa
Duplicatas a Receber
PROJEÇÃO DO
Duplicatas a Pagar
Títulos a pagar
BALANÇO PATRIMONIAL
Investimentos de Capital
Financiamento a Longo Prazo

PLANEJAMENTO DE CAIXA: ORÇAMENTO DE CAIXA, FLUXO DE CAIXA OU CASH FLOW

O orçamento de caixa possibilita ao administrador planejar suas necessidades de

caixa a curto prazo, com atenção especial para os excessos e faltas de caixa. O orçamento de caixa oferece ao administrador uma visão clara da época em que ocorrerão recebimentos e pagamentos previstos durante um determinado período.

Em geral, o orçamento de caixa cobre um ano, embora possa ser desenvolvido para qualquer período. O período coberto geralmente é subdividido em intervalos. O número e o tipo de intervalos dependerá da natureza do negócio. Quanto mais sazonais e incertos forem os fluxos de caixa da empresa, tanto mais numerosos devem ser os intervalos. Uma vez que muitas empresas se defrontam com um padrão sazonal de fluxo de caixa, freqüentemente o orçamento de caixa é apresentado mês a mês. As empresas com padrões estáveis de fluxo de caixa podem usar intervalos trimestrais.

PREVISÃO DE VENDAS

O insumo básico de qualquer orçamento de caixa é a previsão de vendas, normalmente fornecida ao administrador financeiro pelo departamento comercial.

PREVISÕES EXTERNAS uma previsão externa é baseada nas relações que podem ser observadas entre as vendas da empresa e certos indicadores econômicos, como o PNB, a renda pessoal disponível e novas construções civis.

PREVISÕES INTERNAS Geradas internamente são baseadas na elaboração de previsões de vendas, através dos canais de vendas da empresa. Em geral, pede-se aos vendedores locais que estimem o número de unidades de cada tipo de produto que eles esperam vender no período.

EXEMPLO

PROGRAMAÇÃO DE RECEBIMENTOS:

A Companhia ABC está desenvolvendo um orçamento de caixa para outubro,

novembro e dezembro. As vendas foram de $100.000 em agosto e $200.000 em setembro. Foram previstas vendas de $400.000, $300.000 e $200.000 para outubro, novembro e dezembro, respectivamente. Tradicionalmente, 20% das vendas têm sido à vista, 50% têm gerado duplicatas após um mês e as 30% restantes têm gerado duplicatas a serem cobradas após dois meses. Em dezembro, a empresa receberá um dividendo de $30.000.

PROGRAMAÇÃO DE RECEBIMENTOS PROJETADOS PARA A CIA. ABC

AGO

SET

(OUT)

(NOV)

(DEZ)

VENDAS

VENDAS
VENDAS
VENDAS
VENDAS
VENDAS
Recebimento de Vendas: No mês: No 1º mês: No 2º mês: SUB-TOTAL Outros Recebimentos RECEBIMENTOS
Recebimento de Vendas:
No mês:
No 1º mês:
No 2º mês:
SUB-TOTAL
Outros Recebimentos
RECEBIMENTOS TOTAIS

Questão: Qual é o Prazo Médio de Recebimento (PMR) da Cia. ABC?

Prazo

N

BASE

Ponderação

(em dias)

(%)

Unitária

No mês:

       

No 1º mês:

       

No 2º mês:

       

Prazo Médio de Recebimento (PMR)

   

Questão: Qual é o saldo de Duplicatas a Receber no final de outubro, novembro e dezembro?

MÉTODO DA CONTA-CORRENTE OU RAZÃO AUXILIAR

Prazo

EXPRESSO EM $

VENDAS

RECEBIMENTO

SALDO

SET

(OUT)

(NOV)

(DEZ)

MÉTODO MATRICIAL

Prazo

EXPRESSO EM PORCENTAGEM

VENDAS

RECEBIMENTO

SALDO

No mês:

No 1º mês:

No 2º mês:

MÊS

FATURAMENTO

AGO

SET

(OUT)

(NOV)

(DEZ)

AGO

           

SET

           

(OUT)

           

(NOV)

           

(DEZ)

           

SALDO DE DUPLICATAS A RECEBER

       

PROGRAMAÇÃO DE PAGAMENTOS

A Companhia ABC reuniu os seguintes dados necessários para o preparo de uma programação de pagamento para os meses de outubro, novembro e dezembro.

COMPRAS As compras representam 70% de suas vendas; 10% desse montante são pagos à vista, 70% são pagos no mês seguinte a compra, e o restante, 20%, são pagos nos dois meses após a compra.

PAGAMENTO DE JUROS Juros de $20.000 serão pagos em outubro e $10.000 em dezembro.

ALUGUÉIS Os aluguéis de $5.000 serão pagos mensalmente.

ORDENADOS E SALÁRIOS Os ordenados e salários podem ser calculados somando 10% de suas vendas mensais ao montante fixo de $8.000

PAGAMENTO DE IMPOSTOS Impostos de $25.000 precisam ser pagos em dezembro.

AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS Uma nova máquina custando $130.000 será comprada e paga em novembro.

GRATIFICAÇÕES $20.000 serão pagos em dezembro.

PROGRAMAÇÃO DE PAGAMENTOS PROJETADOS PARA A COMPANHIA ABC

AGO

SET

(OUT)

(NOV)

(DEZ)

COMPRAS

COMPRAS
COMPRAS
COMPRAS
COMPRAS
COMPRAS
Pagamento das Compras: No mês: No 1º mês: No 2º mês: SUB-TOTAL Juros Aluguel Folha
Pagamento das Compras:
No mês:
No 1º mês:
No 2º mês:
SUB-TOTAL
Juros
Aluguel
Folha de Pagamento
Tributos
Investimentos
Gratificações
PAGAMENTOS TOTAIS

Questão: Qual é o Prazo Médio de Pagamento (PMP) da Cia. ABC?

Prazo

N

BASE

Ponderação

(em dias)

(%)

Unitária

No mês:

       

No 1º mês:

       

No 2º mês:

       

Prazo Médio de Pagamento (PMP)

   

Questão: Qual é o saldo da conta Fornecedores no final de outubro, novembro e dezembro?

MÉTODO DA CONTA-CORRENTE OU RAZÃO AUXILIAR

Prazo

EXPRESSO EM $

COMPRAS

PAGAMENTO

SALDO

SET

(OUT)

(NOV)

(DEZ)

MÉTODO MATRICIAL

Prazo

EXPRESSO EM PORCENTAGEM

COMPRAS

PAGAMENTO

SALDO

No mês:

No 1º mês:

No 2º mês:

MÊS

COMPRAS

AGO

SET

(OUT)

(NOV)

(DEZ)

AGO

           

SET

           

(OUT)

           

(NOV)

           

(DEZ)

           

SALDO DA CONTA FORNECEDORES

       

FLUXO LÍQUIDO DE CAIXA, SALDO FINAL DE CAIXA , FINANCIAMENTO E CAIXA EXCEDENTE

Acha-se o fluxo líquido de caixa subtraindo os pagamentos dos recebimentos de cada mês. Somando o saldo inicial de caixa ao fluxo líquido de caixa pode-se chegar

ao saldo final de caixa para cada mês. Finalmente, subtraindo do saldo final de caixa

o saldo mínimo de caixa, chega-se ao financiamento total necessário ou ao saldo de

caixa excedente. Se o saldo final de caixa for menor que o saldo mínimo de caixa, requer-se um financiamento; se o saldo final de caixa for superior ao saldo mínimo de caixa, existe, um saldo de caixa excedente.

A Companhia ABC possui um saldo de caixa em fins de setembro de $50.000 e ela

deseja manter um saldo mínimo de $25.000

ORÇAMENTO DE CAIXA PARA COMPANHIA ABC

 

(OUT)

(NOV)

(DEZ)

Total dos recebimentos (a)

     

Menos:Total dos pagamentos (b)

     

Igual: FLUXO LÍQUIDO DE CAIXA

     

Mais: Saldo inicial de caixa

Mais: Saldo inicial de caixa  
 
Mais: Saldo inicial de caixa  

Igual: SALDO FINAL DE CAIXA

     

Menos: Saldo Mínimo de Caixa

     

FINANCIAMENTO NECESSÁRIO (c)

     

SALDO DE CAIXA EXCEDENTE (d)

     

(a)

Extraído da programação de recebimentos.

(b)

Extraído da programação de pagamentos.

(c)

Colocam-se valores nesta linha quando o saldo final de caixa for menor do que o saldo mínimo de caixa, situação que requererá financiamento.

(d)

Colocam-se valores nesta linha quando o saldo final de caixa for maior do que o saldo mínimo de caixa, situação que dará origem a um saldo de caixa excedente.

INTERPRETAÇÃO DO ORÇAMENTO DE CAIXA

O orçamento de caixa fornece valores que indicam o saldo final de caixa esperado, podendo este ser analisado para determinar se um déficit ou excesso de caixa é esperado em cada um dos meses cobertos pela projeção.

REDUÇÃO DA INCERTEZA NO ORÇAMENTO DE CAIXA

Há dois modos de se reduzir a incerteza do orçamento de caixa. O primeiro é elaborar vários orçamentos de caixa, um baseado em previsão pessimista, outro com base na previsão mais provável, e ainda um terceiro com previsão otimista.

   

OUTUBRO

ANÁLISE DE SENSIBILIDADE

 

MAIS

 

PESSIMISTA

PROVÁVEL

OTIMISTA

Total dos recebimentos (a)

160.000

210.000

285.000

Menos:Total dos pagamentos (b)

200.000

213.000

248.000

Igual: FLUXO LÍQUIDO DE CAIXA

(40.000)

(3.000)

37.000

Mais: Saldo inicial de caixa

50.000

50.000

50.000

Igual: SALDO FINAL DE CAIXA

10.000

47.000

87.000

Menos: Saldo Mínimo de Caixa

25.000

25.000

25.000

FINANCIAMENTO NECESSÁRIO (c)

15.000

   

SALDO DE CAIXA EXCEDENTE (d)

 

22.000

62.000

Por outro lado, o uso de vários orçamentos de caixa, cada um baseado em suposições que diferem entre si, também pode dar ao Tesoureiro um sentido do risco

é muitas

das alternativas. Essa forma de abordagem do tipo

vezes usada para analisar fluxos de caixa sob uma variedade de circunstâncias possíveis. Para tanto, usam-se planilhas eletrônicas para simplificar o processo.

o que acontece se

FLUXO DE CAIXA DENTRO DO MÊS

As informações que o orçamento de caixa fornece não são necessariamente adequadas para assegurar a solvência, pois os fluxos de caixa ali apresentados aparecem apenas em termos totais e mensais. Um administrador precisa examinar detidamente o padrão de recebimentos e pagamentos diários para estar certo de que haverá caixa suficiente para pagar as contas no vencimento. o exemplo a seguir mostra por que é importante acompanhar os fluxos de caixa diários, com a finalidade de entender outra fonte de variação.

FLUXO

COMPANHIA ABC

DE

CAIXA

DIÁRIO

DURANTE

O

MÊS

DE

OUTUBRO

PARA

A

DATA

HISTÓRICO

ENTRADA

SAÍDA

SALDO

01

Saldo Inicial

   

50.000

02

Movimento do dia

 

100.000

(50.000)

04

Movimento do dia

 

22.000

(72.000)

05

Movimento do dia

65.000

15.000

(22.000)

11

Movimento do dia

74.000

 

52.000

12

Movimento do dia

10.000

12.000

50.000

16

Movimento do dia

 

40.000

10.000

17

Movimento do dia

3.000

21.000

(8.000)

22

Movimento do dia

35.000

 

27.000

26

Movimento do dia

20.000

1.000

46.000

29

Movimento do dia

3.000

 

49.000

31

Movimento do dia

 

2.000

47.000

 

TOTAIS

210.000

213.000

 

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO 8.1

Uma empresa vendeu $65.000 em abril e $60.000 em maio. Espera vendas de $70.000 em junho e $100.000 em julho e agosto, respectivamente. Supondo que as vendas sejam a única origem de entradas de caixa e metade das vendas seja à vista, enquanto o restante é cobrado uniformemente ao longo dos dois meses seguintes, quais são os recebimentos da empresa previstos para junho, julho e agosto.

Demonstre o saldo de duplicatas a receber no final dos meses de junho, julho e agosto.

PROGRAMAÇÃO DE RECEBIMENTOS PROJETADOS

ABR

MAI

(JUN)

(JUL)

(AGO)

VENDAS

VENDAS
VENDAS
VENDAS
VENDAS
VENDAS
Recebimento de Vendas: No mês: No 1º mês: No 2º mês: SUB-TOTAL Outros Recebimentos RECEBIMENTOS
Recebimento de Vendas:
No mês:
No 1º mês:
No 2º mês:
SUB-TOTAL
Outros Recebimentos
RECEBIMENTOS TOTAIS

Questão: Qual é o Prazo Médio de Recebimento (PMR)?

Prazo

N

BASE

(em dias) (%) Unitária

(em dias)

(%)

Unitária

Ponderação

Prazo Médio de Recebimento (PMR)

Questão: Qual é o saldo de Duplicatas a Receber no final de junho, julho e agosto?

MÉTODO DA CONTA-CORRENTE OU RAZÃO AUXILIAR

Prazo

EXPRESSO EM $

VENDAS

RECEBIMENTO

SALDO

MAI

(JUN)

(JUL)

(AGO)

MÉTODO MATRICIAL

Prazo

EXPRESSO EM PORCENTAGEM

VENDAS

RECEBIMENTO

SALDO

No mês:

No 1º mês:

No 2º mês:

MÊS

FATURAMENTO

ABR

MAI

(JUN)

(JUL)

(AGO)

ABR

MAI

(JUN)

(JUL)

(AGO)

SALDO DE DUPLICATAS A RECEBER

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO 8.2

A Cia. A.T. vendeu $50.000 em março e $60.000 em abril. As vendas previstas para maio, junho e julho são $70.000, $80.000 e $100.000, respectivamente. A empresa tem um saldo de caixa de $ 5.000 em 1º de maio e deseja manter um saldo mínimo de caixa de $ 5.000. Fornecidos os seguintes dados:

20% das vendas são à vista, 60% são cobrados no próximo mês e os 20% restantes são cobrados dois meses após a venda.mínimo de caixa de $ 5.000. Fornecidos os seguintes dados: A empresa recebe outras receitas de

A empresa recebe outras receitas de $2.000 por mês.e os 20% restantes são cobrados dois meses após a venda. As compras, todas a dinheiro,

As compras, todas a dinheiro, devem ser de $50.000, $70.000 e $80.000 para os meses de maio a julho, respectivamente.venda. A empresa recebe outras receitas de $2.000 por mês. Paga aluguéis de $3.000 por mês.

Paga aluguéis de $3.000 por mês.e $80.000 para os meses de maio a julho, respectivamente. Ordenados e salários correspondem a 10%

Ordenados e salários correspondem a 10% das vendas do mês anterior.a julho, respectivamente. Paga aluguéis de $3.000 por mês. Pagará dividendos de $3.000 em junho. Em

Pagará dividendos de $3.000 em junho.e salários correspondem a 10% das vendas do mês anterior. Em junho, pagará o principal e

Em junho, pagará o principal e juros no valor de $4.000.do mês anterior. Pagará dividendos de $3.000 em junho. Programou para julho uma compra de equipamento

Programou para julho uma compra de equipamento no valor de $6.000 à vista.Em junho, pagará o principal e juros no valor de $4.000. Imposto de renda de $6.000

Imposto de renda de $6.000 é devido em junho.julho uma compra de equipamento no valor de $6.000 à vista. Elabore um orçamento de caixa

Elabore um orçamento de caixa para os meses de maio, junho e julho.à vista. Imposto de renda de $6.000 é devido em junho. PROGRAMAÇÃO DE RECEBIMENTOS PROJETADOS PARA

PROGRAMAÇÃO DE RECEBIMENTOS PROJETADOS PARA A CIA. AT

PROGRAMAÇÃO DE RECEBIMENTOS PROJETADOS PARA A CIA. AT VENDAS Recebimento de Vendas: No mês: No 1º

VENDAS

VENDAS
VENDAS
VENDAS
VENDAS
VENDAS
Recebimento de Vendas: No mês: No 1º mês: No 2º mês: SUB-TOTAL Outros Recebimentos RECEBIMENTOS
Recebimento de Vendas:
No mês:
No 1º mês:
No 2º mês:
SUB-TOTAL
Outros Recebimentos
RECEBIMENTOS TOTAIS

Questão: Qual é o Prazo Médio de Recebimento (PMR) da Cia. AT?

Prazo

N

BASE

(em dias) (%) Unitária

(em dias)

(%)

Unitária

Ponderação

Prazo Médio de Recebimento (PMR)

Questão: Qual é o saldo de Duplicatas a Receber no final de outubro, novembro e dezembro?

MÉTODO DA CONTA-CORRENTE OU RAZÃO AUXILIAR

Prazo

EXPRESSO EM $

VENDAS

RECEBIMENTO

SALDO

MÉTODO MATRICIAL

Prazo

EXPRESSO EM PORCENTAGEM

VENDAS

RECEBIMENTO

SALDO

MÊS FATURAMENTO SALDO DE DUPLICATAS A RECEBER
MÊS
FATURAMENTO
SALDO DE DUPLICATAS A RECEBER

PROGRAMAÇÃO DE PAGAMENTOS PROJETADOS PARA A COMPANHIA AT

PROGRAMAÇÃO DE PAGAMENTOS PROJETADOS PARA A COMPANHIA AT COMPRAS Pagamento das Compras: No mês: No 1º

COMPRAS

COMPRAS
COMPRAS
COMPRAS
COMPRAS
COMPRAS
Pagamento das Compras: No mês: No 1º mês: No 2º mês: SUB-TOTAL PAGAMENTOS TOTAIS
Pagamento das Compras:
No mês:
No 1º mês:
No 2º mês:
SUB-TOTAL
PAGAMENTOS TOTAIS

Questão: Qual é o Prazo Médio de Pagamento (PMP) da Cia. AT?

Prazo

N

BASE

(em dias) (%) Unitária

(em dias)

(%)

Unitária

Ponderação

Prazo Médio de Pagamento (PMP)

FLUXO LÍQUIDO DE CAIXA, SALDO FINAL DE CAIXA , FINANCIAMENTO E CAIXA EXCEDENTE

Total dos recebimentos (a)

   

Menos:Total dos pagamentos (b)

   

Igual: FLUXO LÍQUIDO DE CAIXA

   

Mais: Saldo inicial de caixa

Mais: Saldo inicial de caixa
Mais: Saldo inicial de caixa

Igual: SALDO FINAL DE CAIXA

   

Menos: Saldo Mínimo de Caixa

   

FINANCIAMENTO NECESSÁRIO (c)

   

SALDO DE CAIXA EXCEDENTE (d)

   

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO 8.3

A seguir apresentamos as vendas e compras de setembro e outubro, juntamente com suas previsões de vendas e compras para o período de novembro a abril.

ANO

MES

VENDAS

COMPRAS

ANO

MES

VENDAS

COMPRAS

81

Setembro

210.000

120.000

82

Janeiro

140.000

80.000

81

Outubro

250.000

150.000

82

Fevereiro

180.000

110.000

81

Novembro

170.000

140.000

82

Março

200.000

100.000

81

Dezembro

160.000

100.000

82

Abril

250.000

90.000

A empresa faz 20% do total de suas vendas a dinheiro e cobra 40% de

A

empresa faz 20% do total de suas vendas a dinheiro e cobra 40% de suas

vendas em cada um dos dois meses seguinte à venda.

Outros recebimentos são esperados: $12.000 em setembro, fevereiro e abril, e $15.000 em janeiro, fevereiro

Outros recebimentos são esperados: $12.000 em setembro, fevereiro e abril, e $15.000 em janeiro, fevereiro e março.

A empresa tem o seguinte esquema de pagamento por suas compras: 10% a

A

empresa tem o seguinte esquema de pagamento por suas compras: 10% a

vista, 50% no mês seguinte à compra e 40% no segundo mês após a compra.

Ordenados e salários correspondem a 20% das vendas do mês precedente.

Ordenados e salários correspondem a 20% das vendas do mês precedente.

É preciso pagar aluguel de $ 20.000 por mês.

É

preciso pagar aluguel de $ 20.000 por mês.

Em janeiro e abril pagará juros de $ 10.000.

Em janeiro e abril pagará juros de $ 10.000.

Em abril será feito um pagamento de $30.000 para amortização do principal.

Em abril será feito um pagamento de $30.000 para amortização do principal.

A empresa espera pagar dividendos de $20.000 em janeiro e abril.

A

empresa espera pagar dividendos de $20.000 em janeiro e abril.

Imposto de renda no valor de $80.000 será pago em abril.

Imposto de renda no valor de $80.000 será pago em abril.

A empresa pretende fazer um dispêndio de capital (investimento) de $25.000

A

empresa pretende fazer um dispêndio de capital (investimento) de $25.000

em dezembro.

a) Supondo que a empresa tenha um saldo de caixa de $22.000 no começo de novembro, determine os saldos de caixa no final de cada mês, de novembro a abril.

b) Supondo que a empresa deseje manter um saldo mínimo de caixa de $15.000, determine as necessidades totais mensais de financiamento ou os saldos de caixa excedentes.

c) Determine o saldo de duplicatas a receber no final dos meses de novembro a abril.

d) Determine o saldo a pagar a fornecedores no final dos meses de novembro a abril.

EXERCÍCIO FIXAÇÃO 8.4 (PROVÃ0 97 QUESTÃO 39)

A empresa YYY está preparando uma projeção trimestral (Jan, Fev e Mar/X7), relativa às vendas a serem realizadas no referido período. Tal empresa sempre realizou e vai continuar realizando suas vendas da seguinte maneira: 40% à vista, 40% em 30 dias e 20% em 60 dias. As vendas projetadas pela empresa para o referido trimestre deverão ser as seguintes: $ 40.000,00 em jan/X7, $ 60.000,00 em fev/X7 e $ 80.000,00 em mar/X7. Se o saldo da conta Contas a Receber, no balanço realizado no final de dez/X6 foi de $ 20.000,00. Qual deverá ser o saldo da citada conta, em reais, no Balanço projetado para o final de Mar/X7.

a) $40.000,00

b) $50.000,00

c) $60.000,00

d) $70.000,00

e) $80.000,00

Demonstre seus cálculos:

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO 8.5

A seguir apresentamos as vendas e compras de setembro e outubro, juntamente com suas previsões de vendas e compras para o período de novembro a abril.

ANO

MÊS

VENDAS

COMPRAS

ANO

MES

VENDAS

COMPRAS

81

Setembro

160.000

100.000

82

Janeiro

250.000

160.000

81

Outubro

140.000

140.000

82

Fevereiro

210.000

170.000

81

Novembro

180.000

150.000

82

Março

250.000

150.000

81

Dezembro

200.000

170.000

82

Abril

170.000

100.000

A empresa cobra 50% de suas vendas em cada um dos dois meses subsequentes à

A empresa cobra 50% de suas vendas em cada um dos dois meses subsequentes à venda.

Outros recebimentos são esperados: $10.000 em setembro, fevereiro e abril,

Outros recebimentos são esperados: $10.000 em setembro, fevereiro e abril,

e $12.000 em janeiro, fevereiro e março.

A empresa tem o seguinte esquema de pagamento por suas compras: 10% a

A empresa tem o seguinte esquema de pagamento por suas compras: 10% a

vista, 50% no mês seguinte à compra e 40% no segundo mês após a compra.

Ordenados e salários correspondem a 20% das vendas do mês precedente.

Ordenados e salários correspondem a 20% das vendas do mês precedente.

É preciso pagar aluguel de $ 25.000 por mês.

É

preciso pagar aluguel de $ 25.000 por mês.

Em janeiro e abril pagará juros de $ 10.000.

Em janeiro e abril pagará juros de $ 10.000.

Em abril será feito um pagamento de $20.000 para amortização do principal.

Em abril será feito um pagamento de $20.000 para amortização do principal.

A empresa espera pagar dividendos de $30.000 em janeiro e abril.

A

empresa espera pagar dividendos de $30.000 em janeiro e abril.

Imposto de renda no valor de $70.000 será pago em abril.

Imposto de renda no valor de $70.000 será pago em abril.

A empresa pretende fazer um dispêndio de capital (investimento) de $40.000 em dezembro.

A empresa pretende fazer um dispêndio de capital (investimento) de $40.000 em dezembro.

a) Supondo que a empresa tenha um saldo de caixa de $20.000 no começo de novembro, determine os saldos de caixa no final de cada mês, de novembro a abril.

b) Supondo que a empresa deseje manter um saldo mínimo de caixa de $15.000, determine as necessidades totais mensais de financiamento ou os saldos de caixa excedentes.

c) Determine o saldo de duplicatas a receber no final dos meses de novembro a abril.

d) Determine o saldo a pagar a fornecedores no final dos meses de novembro a abril.

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO 8.6

A seguir apresentamos as vendas e compras de setembro e outubro, juntamente com suas previsões de vendas e compras para o período de novembro a abril.

ANO

MES

VENDAS

COMPRAS

ANO

MES

VENDAS

COMPRAS

81

Setembro

250.000

200.000

82

Janeiro

160.000

130.000

81

Outubro

200.000

160.000

82

Fevereiro

170.000

140.000

81

Novembro

180.000

140.000

82

Março

250.000

200.000

81

Dezembro

140.000

110.000

82

Abril

210.000

170.000

A empresa tem o seguinte esquema de recebimento de suas vendas: 10% a

A

empresa tem o seguinte esquema de recebimento de suas vendas: 10% a

vista, 50% no mês seguinte à venda e 40% no segundo mês após a

Outros recebimentos são esperados: $12.000 em setembro, fevereiro e abril, e $10.000 em janeiro, fevereiro

Outros recebimentos são esperados: $12.000 em setembro, fevereiro e abril, e $10.000 em janeiro, fevereiro e março.

A empresa tem o seguinte esquema de pagamento por suas compras: 20% a

A

empresa tem o seguinte esquema de pagamento por suas compras: 20% a

vista, 50% no mês seguinte à compra e 30% no segundo mês após a compra.

Ordenados e salários correspondem a 20% das vendas do mês precedente.

Ordenados e salários correspondem a 20% das vendas do mês precedente.

É preciso pagar aluguel de $ 25.000 por mês.

É

preciso pagar aluguel de $ 25.000 por mês.

Em janeiro e abril pagará juros de $ 15.000.

Em janeiro e abril pagará juros de $ 15.000.

Em abril será feito um pagamento de $20.000 para amortização do principal.

Em abril será feito um pagamento de $20.000 para amortização do principal.

A empresa espera pagar dividendos de $30.000 em janeiro e abril.

A

empresa espera pagar dividendos de $30.000 em janeiro e abril.

Imposto de renda no valor de $70.000 será pago em abril.

Imposto de renda no valor de $70.000 será pago em abril.

A empresa pretende fazer um dispêndio de capital (investimento) de $50.000

A

empresa pretende fazer um dispêndio de capital (investimento) de $50.000

em dezembro.

a) Supondo que a empresa tenha um saldo de caixa de $30.000 no começo de novembro, determine os saldos de caixa no final de cada mês, de novembro a abril.

b) Supondo que a empresa deseje manter um saldo mínimo de caixa de $20.000, determine as necessidades totais mensais de financiamento ou os saldos de caixa excedentes.

c) Determine o saldo de duplicatas a receber no final dos meses de novembro a abril.

d) Determine o saldo a pagar a fornecedores no final dos meses de novembro a abril.

CASO TOMÁS DADOS BÁSICOS

O Sr. Tomás é proprietário de uma loja que vende camisas, que custam em média

R$ 25
R$
25

por unidade e são vendidas por

R$ 40
R$
40

Seu negócio está em franco desenvolvimento e a projeção para os próximos meses é a seguinte:

Vendas faturadas a 30 dias:

MÊS

RECEITA

(em R$)

VOLUME

Vendas faturadas a 30 dias: MÊS RECEITA (em R$) VOLUME 2.500 JAN 2.000 80.000 FEV 100.000

2.500

JAN

faturadas a 30 dias: MÊS RECEITA (em R$) VOLUME 2.500 JAN 2.000 80.000 FEV 100.000 MAR

2.000

80.000

FEV

100.000

MAR

(em R$) VOLUME 2.500 JAN 2.000 80.000 FEV 100.000 MAR 3.000 120.000 no mês 1o mês

3.000

120.000

no mês

1o mês

TOTAL

0%
0%

100%

100%

Compras efetuadas à vista, para evitar dívidas:

MÊS

 

TOTAL

 

VOLUME

(em R$)

JAN

3.000

75.000

no mês

FEV

3.000

75.000

1o mês

MAR

3.500

87.500

TOTAL

100%75.000 1o mês MAR 3.500 87.500 TOTAL 0% 100% Orçamento de Despesas Operacionais: MÊS FIXAS

0%

100%

Orçamento de Despesas Operacionais:

MÊS

FIXAS

VARIÁVEIS

TOTAL

 

(em R$)

(em R$)

(em R$)

JAN

15.000

4.000

19.000

no mês

30%

FEV

15.000

5.000

20.000

1o mês

70%

MAR

15.000

6.000

21.000

TOTAL

100%

A situação do negócio do Sr. Tomás no início do ano era a seguinte:

 

SALDO

 

(em R$)

Caixa

33.300

Estoques

37.500

corresponde

1.500

Unidades

Contas a Receber

 

60.000

 

ATIVO CIRCULANTE

130.800

Fornecedores

 

-

Contas a Pagar

 

12.600

 

PASSIVO CIRCULANTE

12.600

Capital

118.200

TOTAL DO PASSIVO

130.800

O Sr. Tomás acha que o seu negócio é bastante lucrativo, mas que algo está errado,

pois sempre falta dinheiro no final do mês.

Pedimos que você equacione e apresente uma solução para este problema.

CASO TOMÁS

CEN

BASE

MOVIMENTO DOS ESTOQUES ENTRADAS (Compras) SAIDAS (Custo das Vendas) SALDO (Estoque) DATA Q PM TT
MOVIMENTO DOS ESTOQUES
ENTRADAS (Compras)
SAIDAS (Custo das Vendas)
SALDO (Estoque)
DATA
Q
PM
TT
Q
PM
TT
Q
PM
TT
DEZ
(JAN)
(FEV)
(MAR)
TT
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO
DESCRIÇÃO
(JAN)
(FEV)
(MAR)
TOTAL
VENDAS
(-) Custo das Vendas
LUCRO BRUTO
(-) Despesas Operacionais
RESULTADO
DEMONTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA
DESCRIÇÃO
(JAN)
(FEV)
(MAR)
TOTAL
A) SALDO INICIAL
VENDAS: Cobrança no mês
VENDAS: Cobrança no 1º mês
B) TOTAL DAS ENTRADAS
COMPRAS: Pagto no mês
COMPRAS: Pagto no 1º mês
DESP OPER: Pagto no mês
DESP OPER; Pagto no 1º mês
C) TOTAL DAS SAÍDAS
D) SALDO FINAL (A+B-C)
BALANÇO PATRIMONIAL
ATIVO
DEZ
(JAN)
(FEV)
(MAR)
Disponível
Dups. a Receber
Estoques
ATIVO TOTAL (Circulante)
PASSIVO
DEZ
(JAN)
(FEV)
(MAR)
Fornecedores
Contas a Pagar
PASSIVO CIRCULANTE
Capital
Lucros Acumulados
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
PASSIVO TOTAL

CASO TOMÁS Redução do Prazo de Recebimento

O Sr. Tomás é proprietário de uma loja que vende camisas, que custam em média

R$ 25
R$
25

por unidade e são vendidas por

R$ 40
R$
40

Seu negócio está em franco desenvolvimento e a projeção para os próximos meses

é a seguinte:

Orçamento de Vendas:

MÊS

RECEITA

(em R$)

VOLUME

seguinte: Orçamento de Vendas: MÊS RECEITA (em R$) VOLUME 2.500 JAN 2.000 80.000 FEV 100.000 MAR

2.500

JAN

Orçamento de Vendas: MÊS RECEITA (em R$) VOLUME 2.500 JAN 2.000 80.000 FEV 100.000 MAR 3.000

2.000

80.000

FEV

100.000

MAR

(em R$) VOLUME 2.500 JAN 2.000 80.000 FEV 100.000 MAR 3.000 120.000 no mês 1o mês

3.000

120.000

no mês

1o mês

TOTAL

30%
30%

70%

100%

Compras efetuadas à vista, para evitar dívidas:

MÊS

 

TOTAL

 

VOLUME

(em R$)

JAN

3.000

75.000

no mês

FEV

3.000

75.000

1o mês

MAR

3.500

87.500

TOTAL

100%75.000 1o mês MAR 3.500 87.500 TOTAL 0% 100% Orçamento de Despesas Operacionais: MÊS FIXAS

0%

100%

Orçamento de Despesas Operacionais:

MÊS

FIXAS

VARIÁVEIS

TOTAL

 

(em R$)

(em R$)

(em R$)

JAN

15.000

4.000

19.000

no mês

30%

FEV

15.000

5.000

20.000

1o mês

70%

MAR

15.000

6.000

21.000

TOTAL

100%

A situação do negócio do Sr. Tomás no início do ano era a seguinte:

 

SALDO

 

(em R$)

Caixa

33.300

Estoques

37.500

corresponde

1.500

Unidades

Contas a Receber

 

60.000

 

ATIVO CIRCULANTE

130.800

Fornecedores

 

-

Contas a Pagar

 

12.600

 

PASSIVO CIRCULANTE

12.600

Capital

118.200

TOTAL DO PASSIVO

130.800

O Sr. Tomás acha que o seu negócio é bastante lucrativo, mas que algo está errado, pois sempre falta dinheiro no final do mês.

Pedimos que você equacione e apresente uma solução para este problema.

CASO TOMÁS

CEN

PMR

MOVIMENTO DOS ESTOQUES ENTRADAS (Compras) SAIDAS (Custo das Vendas) SALDO (Estoque) DATA Q PM TT
MOVIMENTO DOS ESTOQUES
ENTRADAS (Compras)
SAIDAS (Custo das Vendas)
SALDO (Estoque)
DATA
Q
PM
TT
Q
PM
TT
Q
PM
TT
DEZ
(JAN)
(FEV)
(MAR)
TT
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO
DESCRIÇÃO
(JAN)
(FEV)
(MAR)
TOTAL
VENDAS
(-) Custo das Vendas
LUCRO BRUTO
(-) Despesas Operacionais
RESULTADO
DEMONTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA
DESCRIÇÃO
(JAN)
(FEV)
(MAR)
TOTAL
E) SALDO INICIAL
VENDAS: Cobrança no mês
VENDAS: Cobrança no 1º mês
F) TOTAL DAS ENTRADAS
COMPRAS: Pagto no mês
COMPRAS: Pagto no 1º mês
DESP OPER: Pagto no mês
DESP OPER; Pagto no 1º mês
G) TOTAL DAS SAÍDAS
H) SALDO FINAL (A+B-C)
BALANÇO PATRIMONIAL
ATIVO
DEZ
(JAN)
(FEV)
(MAR)
Disponível
Dups. a Receber
Estoques
ATIVO TOTAL (Circulante)
PASSIVO
DEZ
(JAN)
(FEV)
(MAR)
Fornecedores
Contas a Pagar
PASSIVO CIRCULANTE
Capital
Lucros Acumulados
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
PASSIVO TOTAL

CASO TOMÁS Aumento do Prazo de Pagamento

O Sr. Tomás é proprietário de uma loja que vende camisas, que custam em média

R$ 25
R$
25

por unidade e são vendidas por

R$ 40
R$
40

Seu negócio está em franco desenvolvimento e a projeção para os próximos meses

é a seguinte:

Vendas faturadas a 30 dias:

MÊS

 

RECEITA

 

VOLUME

(em R$)

JAN

2.000

80.000

no mês

0%
0%

FEV

2.500

100.000

1o mês

100%

MAR

3.000

120.000

TOTAL

100%

Orçamento de Compras:

 

MÊS

 

TOTAL

VOLUME

(em R$)

JAN

3.000

75.000

no mês

70%
70%

FEV

3.000

75.000

1o mês

30%

MAR

3.500

87.500

TOTAL

100%

Orçamento de Despesas Operacionais:

MÊS

FIXAS

VARIÁVEIS

TOTAL

 

(em R$)

(em R$)

(em R$)

JAN

15.000

4.000

19.000

no mês

30%

FEV

15.000

5.000

20.000

1o mês

70%

MAR

15.000

6.000

21.000

TOTAL

100%

A situação do negócio do Sr. Tomás no início do ano era a seguinte:

 

SALDO

 

(em R$)

Caixa

33.300

Estoques

37.500

corresponde

1.500

Unidades

Contas a Receber

 

60.000

 

ATIVO CIRCULANTE

130.800

Fornecedores

 

-

Contas a Pagar

 

12.600

 

PASSIVO CIRCULANTE

12.600

Capital

118.200

TOTAL DO PASSIVO

130.800

O Sr. Tomás acha que o seu negócio é bastante lucrativo, mas que algo está errado, pois sempre falta dinheiro no final do mês.

Pedimos que você equacione e apresente uma solução para este problema.

CASO TOMÁS

CEN