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Anotações e Observações:

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 c c
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Anotações e Observações:

c cc
  
c 
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 c
c
Anotações e Observações:
Universidade Federal de Pernambuco
Centro de Tecnologia e Geociências
Departamento de Engenharia Química
Curso de Química Industrial
APOSTILA DA DISCIPLINA DE QUÍMICA ANALÍTICA

ÍNDICE
x 
01- Tratamento dos dados / Química Analítica ......................................................... 5
02- Métodos gravimétricos (Gravimetria) .................................................................. 11
03- Métodos volumétricos (Volumetria) ....................................................... ............. 16
04- Revisão/ Química das soluções aquosas ........................................................... 19
05- Cálculos de equílibrios para sistemas complexos ............................................ 26
06- Titulações de precipitação ................................................................................... 31
07- Curvas de titulação para sistemas ácido / base simples .................................. 38
08- Aplicações de titulações de neutralização ................... ...................................... 46
09- Titulações complexométricas .............................................................................. 52
10- Equílibrio de oxi-redução e teoria eletroquímica ........................................... .... 59
11- Titulações de oxi-redução / Teoria ...................................................................... 61
12- Titulações de oxi-redução / Aplicações .............................................................. 65
13- Esquema de separação de Cátions ..................................................................... 71
14- A Balança Analítica .............................................................................................. 72
LISTAS (Exercícios) ..................... ............................................................................... 75
PRÁTICAS .................................................................................................................... 93

AG ENDA

c
BIBLIOGR AFI A
ÿ  SKOOG, DA, WEST, D AND OLLER, F, Fundamentals of Analytical Chemistry
Saunders Collee xublishin, 5a ed, 

ÿ CRISTIAN, GD, Analytical Chemistry, ohn Wiley & Sons, 4a ed, 

ÿ OHLWEILER, OT Química Analítica Quantitativa Livros Técnicos e Científicos editora,
a
 ed, , vol e 

ÿ5 BACCAN, N, ANDRADE , C, GODINHO, OES BARONE, S Química Analítica
Quantitativa elementar Edard Blücher, a ed

cc
  
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 c c
c
Anotações e Observações:

c cc
  
c 
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 c
c
Anotações e Observações:
01 - TRATAMENTO DOS DADOS / QUÍMICA ANALÍTICA

Química Analítica Y separação, identificação e determinação das quantidades relativas dos


componentes que constituem uma amostra

È Análise Y qualitativa e quantitativa

u 
  






 

È Quanti Y  medições:
 xeso ou volume da amostra
 Após completa a an lise Y determinação de aluma quantidade a quantidade da
espécie

È De acordo com esta medida final:


 étodos Gravimétricos
 étodos Volumétricos
 étodos Eletroanalíticos
 étodos Espectroscópicos

ETAPAS DE UMA ANÁLISE QUANTITATIVA

1. Seleção do métodoY experiência e intuição


exatidão x custo

2. Amostraem

3. xreparação da amostra Y
Sólidos (moaem, homoenizar, estocar)
xode absorver / dessorver H O
Secaem
edição da umidade

4. Solubilização das amostras

5. Eliminação de interferências

6. Completando a an lise Y edição de uma propriedade física ;  que se relacione de


uma forma reprodutível com a concentração da espécie
Calibração: Função que relaciona ;  com C

7. C lculos dos resultados e estimativas da confiabilidade

TRATAMENTO DOS DADOS

A medida de uma quantidade física envolve:


 o sistema material em estudo
 o instrumental ÷  



 o observador

Dados que não se conhece sua confiabilidade não tem sinificado

MÉDIA E MEDIANA
„
 
Média:  
„

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
Mediana: resultado em torno do qual todos os outros estão iualmente distribuídos
se µ¶n¶¶ ímpar Y valor central
se µ¶n¶¶ par Y média do par central

ex: ,4 ,

,5 ÿ, mediana: â  â


âX


, ÿ,

PRECISÃO

Concordância entre  ou mais medidas realizadas da mesma maneira


xode ser expresso:
 desvio padrão
 variância
 desvio padrão relativo
 faixa
 desvio padrão da média

DESVIO PADRÃO (AMOSTRAL) E VARIÂNCIA


  M  ‰ 

„ M 
s Y mesma unidade dos dados
variância = s

DESVIO PADRÃO RELATIVO (RSD)


 Ô  coeficiente de variância (cv )


 ]  2 ] w
s= Y
 ]  2 ] âw
FAIXA DE VARIAÇÃO

 M  a
 
 
EXATIDÃO

Quão perto a medida, ou série de medidas, est no valor aceitável

ERRO ABSOLUTO
‘  M G Y valor aceit vel
ERRO RELATIVO
 M
‘ Ô 

c cc
  
c 
 cc  
 c
c I
Anotações e Observações:
II

III

IV

I ± exato e preciso II ± preciso e ineexato III ± impreciso e inexato


IV ± erro rosseiro

TIPOS DE ERROS

È Indeterminados ou aleatórios: fazem com que os resultados flutuem ao acaso Y são


refletidos na precisão dos dados

È Determinados ou sistemáticos: média da série difere do valor aceit vel

È Grosseiros: ocorrem ocasionalmente Y são altos (+ ou ) Y levam às anomalias

Erros Determinados

È Fonte definida, que, em princípio, pode ser identificada (e portanto eliminado ou


corriido)
È Car ter unidirecional Y sistem ticos

Fontes de Erros Determinados

È Instrumentais Y Liados a imperfeições nos aparelhos, vidrarias, reaentes, etc Y


xodem ser eliminados por calibração

È Método Y São difíceis de detectar (mais sério dos ) Y ex: copreciptação de


impurezas, reações lentas e reações paralelas interferentes

È Operacionais Y Relacionados com o analista Y ex: perdas de material e secaem


incompleta da amostra

Efeito dos Erros Determinados nos Resultados

1. Constantes Y Independe do valor da quantidade medida


ex: usandose uma quantidade fixa de um reaente que possui uma substância interferente
Excesso de reaente para virar o indicador

2. Proporcionais
ex: xresença de interferentes na amostra Concentração errada da solução padrão usada na
calibração

Detecção dos Erros Determinados

1. Instrumentais Y Calibração

2. Operacionais Y Cuidado e autodisciplina

3. Método Y A) An lise de amostras padrão


 Sintéticas
 xadrões internacionais
B) Comparação com um método padrão
C) xrovas em branco
D) Variação da quantidade da amostra

cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:
Erros Grosseiros

È aioria Y operacional Y falta de cuidado, inexperiência


ex: C lculos errados, trasnposição de números, derramar solução, usar a escala errada (
afeta todos os resultados )

Erros Indeterminados

È Sequência das inúmeras vari veis incontrol veis que existem associadas a qualquer
medida
È Efeito: resultados de medidas repetidas, flutuam de maneira aleatória
È Seuem uma distribuição normal ou aussiana

TRATAMENTO ESTATÍSTICO DOS ERROS ALEATÓRIOS

È Estatística Y probabilidades
È xopulação Y o conjunto de todos os valores possíveis de uma dada situação

O alvo de qualquer investiação experimental é a população

È Amostra Y uma parte da população, normalmente selecionada com o objetivo de se


fazer inferências acerca da população

MÉDIAS E DESVIOS

Amostral Populacional
„
 
  G
„


  M ‰   G ‰
 ]
„ M „

DESVIO PADRÃO DA MÉDIA

l 
]  ]
£ £
 A incerteza no c lculo de µ¶s¶¶ diminui medida que µ¶N¶¶ aumenta
 Quando N  ÿ s Y 

c
ESTIMATIVA CONJUNTA DE s (s )

      OOO   
      „ „
2  
Ex:

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
≠  m ≠  m ≠
 2 ]

sc = 0,10
REGISTRO DE DADOS ANALÍTICOS

Incluir informação sobre a CONFIABILIDADE

 Apresentar os limites de confiança (ÿ ou 5%)


 Apresentar o desvio padrão ou coeficiente de variação (expressar N)
 Convenção dos alarismos sinificativos

ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS ( AS )
o
 Os alarismos sinificativos são todos os díitos certos e o díito incerto

30,24 ml ( bureta de 5ÿ ml com raduação ÿ, ml )


certos (3 0 e 2) incerto (4 )

ZEROS:
 Cercados de outros díitos Y é Alarismo sinificativo ( AS )
ÿ,7 Y  AS

 Servindo apenas para localizar o ponto decimal Y Não é AS


ÿ,ÿ7ÿ Y  AS

 Zeros terminais
ÿÿ Y quantos AS ? Y dúvida
Notação científica Y ,ÿ  ÿ5 Y 5AS

Cálculo com algarismos significativos

I) Somas e diferenças: retemse o número de casas decimais = no de casas decimais do no


com menor no de casas decimais
ex: ,4 + ÿ,ÿÿ + 7, = ÿ,7 = ÿ,7

II) Multiplicação e Divisão: a incerteza relativa do resultado deve ser da mesma ordem do
que a do componente com maior incerteza relativa
 Ô â
ex: â incerteza relativa:
â

Ô  â

â â
Ô  â Ô  â
â â

â â
Ô  â Ô  â
â â

â
Ô   0,96
â
III) Logs e antilogs
(III ) O lo de um número deve ter tantos díitos à direita do ponto decimal quantos forem
os AS do número oriinal
(III) No antilo de um número devese reter tantos díitos quantos díitos existirem à direita
do ponto decimal do número oriinal

ex: lo 4,ÿÿÿ x ÿ5 =  4,7


4 AS 4 AS

ex: antilo ,5 =  x ÿ  ( díito )

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
ARREDONDAMENTOS

Último AS Ù 5 Y arredondamento para o próximo maior número


Último AS  5 Y mantido
ex:
,47 = ,5
,4 = ,4

Último AS = 5 Y par
ex:
,5 = ,
,75 = ,
,55 = ,

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
02 - GRAVIMETRIA

È étodos de xrecipitação
È étodos de Volatilização

 Fórmula Empírica (F.E.) Y Relação entre o n de átomos de um composto químico


 Fórmula Química (FQ) Y Específica o n de tomos na molécula
Ex:CH2 O Y FE e FQ do formaldeído
FE c acético (CH4O), licose (CH  O)

 Fórmula olecularY D a informação sobre a estrutura do composto


Ex: CH5OH (FQ YCHO )

 xeso olecularY xeso em ramas () de mol da substância

FORAS DE xESAGE

Fe (III) + NH4 OH Y FeO xHO


( ÿÿ ÿÿÿC)
Fe2 O3

 (II) + (NH 4)HxO4 ;NH Y NH4xO4 HO


( ÿÿÿÿC)
Mg2 P2 O7

Requisitos para formas de pesagem:


) Composição perfeitamente definida
) Não deve ser hiroscópio
) xrecipitado convertido na forma de pesaem a temperaturas relativamente baixas
Forma de pesaem suporte temperaturas altas
4) Fator ravimétrico alto

CÁLCULOS EM GRAVIMETRIA

% A = (peso de A / peso da amostra) x ÿÿ

F = (o que se quer / o que se tem) x (a / b)

Ex: obtive ÿ, de  xO7


Amostra ÿ,5
Quero o resultado em x

x x X
 ] ] ] X
x   x X 

w x ] X  ] w

Ex: pesei em FeO
Quero em FeO4

  a ˜  Ô 
a Ô 
  a ˜  Ô 

Exercício: uma mistura contendo apenas FeCl e AlCl pesa 5,5 Os cloretos são
convertidos em hidróxidos e levados à inição, resultando em AlO e FeO A mistura de
óxidos pesa , Calcule o % de Fe e Al na mistura oriinal

Exercício: A elevadas temperaturas, NaHCO é convertido quantitativamente em NaCO


 NaHCO(s) Y Na CO(s) + CO() + HO()
A inição de ÿ,5 de uma amostra contendo NaHCO e impurezas não vol teis
resultou num resíduo pesando ÿ,
Calcule o % de impurezas na amostra

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
PROPRIEDADES DOS PRECIPITADOS E AGENTES PRECIPITANTES

Reaente deve ser seletivo e produzir um sólido que:


) Solubilidade baixa
) Facilmente filtr vel e lav vel livre de contaminantes
) Não seja reativo e tenha composição conhecida após secaem ou inição

xrecipitados Cristalinos
 Cristais individuais bem desenvolvidos
 xartículas densas que sedimentam rapidamente
 Facilmente filtr veis
 Não se contaminam facilmente

Suspensões Coloidais
 xartículas pequenas (d = ÿ a ÿ4mm)
 Não decantam facilmente
 Não são retidas em papel de filtro comum

Tamanho das xartículas


 Composição química
 Condições do meio
È Temperatura
È Concentração dos reaentes
È Velocidade de adição dos reaentes
È Solubilidade no meio

SUPERSATURAÇÃO RELAT IVA

M


QY Concentração do soluto a qualquer instante
SY Solubilidade de equilíbrio

SR alta Y ppt Coloidal


SR baixa Y ppt Cristalino

CONTROLE EXPERIMENTAL DO TAMANHO DAS PAR TÍCULAS:

xara minimizar a SR:


 T altas ( S  )
 Soluções diluídas ( Q )
 Adição lenta do reaente precipitante com aitação (Q )
 Controle do pH do meio quando a solubilidade do ppt é afetada por esta vari vel Ex:
oxalato de c lcio
 precipitação em meio cido onde S é alta
 redução da acidez por adição de NH4OH remove quantitativamente o
ppt
 Quando S é muito baixaY (QS) é sempre altoYppt coloidal
Ex: Hidróxidos [Fe(III), Al, Cr(II)], sulfitos de metais pesados

 
å !"c
#
$ c 

 å !"c  å !"c&"c
%  $ c
'c

 
AB Y Curva de solubilidade

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
MECANISMO DE FORMAÇÃO DE PPT
£ucleação x Crescimento de cristais

£ 

  

¦ 
c
 c  c

SR

PRECIPITADOS COLOIDAIS

È Coagulação ou aglomeraçãoY massa não cristalina filtr vel que facilmente decanta

¦ 




H+ K+ H+

     


    
x  
  
m  m  m 


  
  
 m  m 
 m
Cristal

 
È Contribui para a coaulação:
) Aquecimento por um curto tempo com aitaçãoY diminui a adsorsão
) Aumento da concentração de eletrólitosY reduz o volume da solução para neutralizar a
partícula

È Peptização: colóide coaulado reverte ao seu estado oriinal disperso

È Lavagem dos ppts. com água: remove o eletrólitoY aumenta o volume da camada de
íons contr riosY restabelece as forças repulsivas

È Lavagem com eletrólito volátil:

lavado com HNO (dil)

m  remoção do HNO por aquecimento

Tratamento prático dos precipitados coloidais


 xrecipitação à quente, com aitação e adição de eletrólito
 Repouso em contato com a solução mãe ( diestão )
 Lavaem com eletrólito vol til

COPRECIPITAÇÃO
Compostos normalmente solúveis são carreados junto com o precipitado
 I Adsorção Superficial
 II Formação de Cristais istos
 III Oclusão

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
I - Adsorção Superficial
È ¦

 

 

 
  
 

 

 ContaminantesY íon adsorvido + íon da camada contr ria


‘
¦Y


 

NO na camada contr ria !&(c)c


 c
 Para minimizar a adsorção:
È Diestão
È Lavaem com eletrólito vol til
È Reprecipitação

Fe+ + NH4OH (exc) Y FeOH adsorve OH (prim)

Zn, Cd, n ( íons contr rios )

II - Formação de Cristais Mistos


È J



 
  

 




 
 

Ex: NH4 xO4 KxO4


K+
È € bastante nociva
     
Este tipo de contaminação aumenta quando aumenta  
 „   
È Soluções:
 Remover contaminante
 Escolher outro reaente

III - Oclusão
È º
 

;   
  

  

  

EX: £

 

1) Excesso Ba++
++
Adsorção prim ria: Ba
Íons contr rios: Cl

2) Adição de mais Na2 SO4

È Se Vcresc é alta (substâcias pouco solúveis ) Y não h troca completaY contaminação


com BaCl

È SoluçãoY diestão; reprecipitação

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Erros de Coprecipitação

1. Quando o contaminante:
È Não é um composto do íon determinado Y ( + )

Ex: ACl adsorve ANO , na determinação de Cl 

È Contém o íon a ser determinado Y ( + ou - )


Ex: BaSO4 ( determinação de Ba); oclusão de outros sais de Ba
 Ba(Cl) Y ( ± ) Y menor x que o BaSO4
 Ba(NO) Y ( + ) Y maior x que o BaSO4

Precipitação em Solução Homogênea

È ˜
  
  

 
 


 
!  
  



 






  

È SRY mantida em níveis baixos

Ex1: Geração de OH-


(NH)CO +  HO Y CO + NH4 + +  OH-
Fe(III) e Al(III)
xpts mais densos, mais facilmente filtr vel, mais puro (menor rea superficial)

Ex2: Geração de SO42-


HSONH + HNOY H+ + SO42- + NO + HO
Ba

Uma Visão Crítica dos Métodos Gravimétricos

È ½ 
 Lento em termos de ti e tf
 Tempo de operador Ymoderado
 Não h calibração e padronização
 Eficiente para analisar poucas amostras

È SENSITIVIDADE E EXATIDÃO
 Não sofre limitação do instrumento ( balança )
 € limitada por:
xerdas por solubilidade
Erros de coprecipitação
xerdas mecânicas do ppt (só usado p/ concentração Ù ÿ, % )
 xara concentraçãoÙ ÿ, % método mais exato

OBS: amostras muito complexas Yexatidão compar vel com outros métodos

È ESPECIFICIDADE
 Não são específicos, mas seletivos Y ppts com rupos de íons

È EQUIPAMENTOS
 Simples, baratos, f ceis de obter e manter

Reagentes Precipitantes Orgânicos


È VANTAGENS:
 uitos são bastante insolúveisY precipitação quantitativa
 xeso equivalente elevado com respeito à espécie Y sensibilidade
 Aluns são bastante seletivos Seletividade pode, em aluns casos, ser
melhorada ajustando fatores como pH
 A maioria dos ppts possui natureza física favor vel à filtração e a lavaem
È DESVANTAGENS
 Solubilidade dos reaentes orânicos em meio aquoso limitada
 uitos ppts não fornecem formas de pesaem satisfatória

Exemplos:
8-hidroxiquinolina Y , Zn, Al
Solubilidade varia de c tion para c tion e depende do pH
Dimetilglioxima Y xd ( cida); Ni (alcalina)

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
03 - VOLUMETRIA

Solução Padrão: Reaente de concentração conhecida

Ponto de equivalência: xonto da titulação onde a quantidade do titulante adicionado é


quimicamente equivalente a quantidade de analito na amostra

Titulação de retorno: Adicionase um excesso de solução padrão ao analito e este excesso


é titulado com uma  solução padrão

xonto de equivalência x xonto final

xonto de equivalência Y Teórico


xode ser estimado observandose aluma mudança física
associada à condição de equivalência

xonto Final Y € o sinal desta mudança

Erro titulométrico Y Devido a inadequação da mudança física e da nossa habilidade de


observ la

Indicador Y Substância complementar adicionada para detectar o ponto final

PADRÕES PRIMÁRIOS

Composto altamente purificado

Requisitos:
) Alta xureza;
) Estabilidade em relação ao ar ;
) Ausência de ua de hidratação;
4) Facilmente disponíveis e de baixo custo;
5) Razoavelmente solúvel no meio da titulação;
) xeso molecular razo vel (minimizar erros de pesaem )

Alternativa: xadrão secund rio

SOLUÇÃO PADRÃO

Propriedades Desejáveis:
) Ser est vel;
) Reair rapidamente com o analito;
) Reair mais ou menos completamente com o analito;
4) Reair seletivamente com o analito e que esta reação possa ser descrita por uma
equação balanceada simples

Métodos para Estabeler sua Concentração:

1) Direto
xesar padrão prim rio Y Dissolver Y Completar o volume em balão volumétrico
2) Por Padronização
A solução a ser padronizada deve ser titulada com:
(a) quantidade pesada de padrão prim rio;
(b) quantidade pesada de padrão secund rio(*);
(c) Um volume medido de outra solução padrão(*)
c÷ 
 
 

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Concentração de Soluções

olaridade e Normalidade

„   „ ‘  „


 
   

N = m / PM neq = m / PEq
PEq - depende da reação

Peso Equivalente

1) Reações ácido / base


+
xE ± € a quantidade da substância que fornece ou consome mol de H 
a) KOH, HCl x = xEq
b) Ba( OH )  x /  = xEq
Ba( OH )  + H+ Y Ba++ + H O

2) Reações de oxidação / redução


xE ± € aquele que diretamente ou indiretamente produz ou consome mol de életrons
EXExLO I:
(+) (+7) (+4) (+)
  + +
5CO4 +  nO4 + H Y ÿ CO +  n +  H O
n: (+7) ( + )  nox = 5
xEq ( nO4 ) = x/ 5

EXExLO II:
(+7) (+4)
nO4 + e + OH Y nO(s) + 4 OH
n: ( +7) (+ )  nox = 
xeq ( nO4  ) = x / 

3) Reações de precipitação e formação de complexos


xE ± € aquele que reae ou consome:
mol do c tion ( se este é univalente )
/ mol do c tion ( se este é divalente )
/ mol do c tion ( se este é trivalente )

EXExLO III:
AlCl + A+ Y Al+ +  ACl 
xEq ( AlCl ) = x / 

EXExLO IV ± ÿ : Descreva a separação de 5,ÿÿÿl de uma solução ÿ, ÿN de NaCO a


partir do sólido padrão prim rio, assumindo que a solução ser usada para titulações cuja
reação química é:
CO  + H+ Y HO + CO x (NaCO ) = ÿ5,


xeso equivalente (Na CO ) =

„
N= ÿ, x 5 = neq = ÿ,5
 
 
neq = z m = neq x xEq = ÿ,5 x = ,5ÿ
‘ 

Dissolvese ,5 e diluise em balão volumétrico para 5,ÿÿÿl

OBS: Se ÿ, ÿ  ,  = n / V( l) z n = ÿ, x 5 = ÿ,5 z n = m / x z
m = ÿ,5 x x = 5,ÿÿ

Molaridade analítica ou total ( conc formal )Yn total de um soluto em l de solução(C )


Molaridade de equilíbrio ou das espécies(conc molar) Y Expressa a conc molar de uma
espécie particular que existe na solução em equilíbrio (  )
cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:
EXExLO V ± ÿ: Calcule a concentração analítica de equilíbrio de uma solução aquosa
contendo 5 m cidotricloroacético, CLCOOH (  = ,4 ) em ÿ,ÿml de solução O
cido dissociase 7% em H O 

Outras Formas de Expressar Concentrações

 Densidade: d = m / V ( K / l )

 xartes por milhão e por bilhão:


    
C ( ppm ) = x ÿ c ( ppb ) Y ÿ
   

Se o solvente é HO e a sol é bem diluída ( d = ,ÿÿ m / ml )


     
C ( ppm ) =
   

 xercentaem:
     
%p/p= x ÿÿ %v/v= x ÿÿ
    

    
%p/v= x ÿÿ
  
Reaentes aquosos comerciais Y p / p

4 Título:
Define a conc da solução em termos de massa ( m ) de alumas espécies que é
equivalente a ml de solução
EX: KCrO7 com título 5,ÿÿ m FeO ml 

EXExLO VI ± ÿ: Descreva a preparação de ÿÿ ml de HCl a partir do reaente comercial


concentrado ( 7% HCl e d = ,  )
=n/v : n =  x ÿ, = ÿ, moles
N = m / x : m = ÿ, x ,5 HCl puro

7 % Em peso
7  ÿÿ
ÿ, x ,5  x

  


x= = 5,   de reaente comercial
X
d=m/v : V = m / d : v = 5,  / ,  = 5ÿ, ml
5ÿ, ml do cido comercial devem ser tomados e diluídos para ÿÿ ml

EXExLO VII ± ÿ4: Uma amostra de ÿ,ÿ4ÿ de minério de ferro foi dissolvido em cido O
ferro foi então reduzido para Fe+ e titulado com 47, ml de KnO4 ÿ,ÿ4  Calcule o
resultado desta an lise em termos de :
a) % Fe ( x = 55,47 )
b) % Fe O4 ( x =  ,54 )
A reação do analito com o reaente é:
nO4 + 5 Fe+ + H+ Y n+ + 5 Fe+ + 4 HO

EXExLO VIII ± ÿ5 Idem ao Exemplo ÿ4 só que a concentração do KnO4 é ÿ,  N


EXExLO IX ± ÿ ÿ,4755 de uma amostra contendo ( NH4)CO4 e compostos inertes foi
dissolvido em HO e alcalinizada com KOH que converte o NH4 + em NH O NH liberado foi
destilado em 5ÿ,ÿml de H SO4 ÿ,ÿ5ÿ5 O excesso de H SO4 foi retrotitulado com
, ml de NaOH ÿ,  4 Calcule:
a) % N (x = 4,ÿÿ7 )
b) % ( NH4) CO4 ( x = 4, ÿ )

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
04 ± REVISÃO / QUÍMICA DAS SOLU ÇÕES AQUOSAS

Eletrólitos Y substâncias que se dissolvem em ua para produzir íons livres suficientes
para aumentar sinificativamente a condutividade elétrica do meio
Eletrólitos fortes Y Ionizamse completamente
Eletrólitos fracos Y Ionizamse parcialmente

Ácidos e Bases (Bronsted & Lowry) Y J





 
  "

 







 
  "

  


È uitos solventes são doadores ou aceptores de prótons


+ 
NH + HO = NH4 + OH
Base Ácido  Ácido Base 

HO + HNO = HO+ + NO


Base Ácido  Ácido Base 

È Áua Y solvente ANFIxRÓTICO

È Outros Y etanol, etanol, cido acético anidro


+ 
NH + CHOH = NH4 + CHO
Base Ácido  Ácido Base 

CHOH + HNO = CH OH+ + NO


Base Ácido  Ácido Base 
Autoionização ou Autoprotólise Y Solventes anfipróticos
HO + HO = HO+ + OH
CHOH + CHOH = CHOH+ + CHO

HO+ Y íon hidrônio


Autoionização da ua Y [HO+] = [OH] = ÿ7
Força dos Ácidos e Bases

Ácido mais forte

HClO4 + HO = HO+ + ClO4 


+ 
HCl + H O = HO + Cl
H xO4 + HO = HO+ + HxO4 ±
H COOH + HO = HO+ + HCOO
 + =
H xO4 + HO = HO + HxO4
NH4+ + HO = HO+ + NH
Base mais forte
Ácidos fortes
Ácidos fracos Y não se dissociam completamente
A solução contém o cido e sua base conjuada

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
EQUILÍBRIO QUÍMICO
H AsO4 + I + H+ = H AsO + I  + HO

#
 



#
  


 

Laranja

Princípio de Le Chatelier Y A posição do equilíbrio é deslocada na direção que tende a


minimizar a pertubação imposta
T  Y Equilíbrio deslocase na direção que absorve calor (ENDO)
x  Y Favorece os participantes que ocupam menor volume
[R]  Y Equilíbrio deslocase na direção que consome esse reaente

Expressão da Constante de Equilíbrio

m + nN = px + qQ

K = [x]p [Q]q

[]m [N]n

Y x, Q, , N Y concentração molar ou pressão parcial (atm)


Y V lido para solutos ideais em soluções infinitamente diluída
Y Não h informação sobre a velocidade com que o equilíbrio é alcançado

Constantes de Equilíbrio Comuns na Química Analítica

Produto Iônico da Água


HO = HO+ + OH
K = [HO+] [OH]

[HO]
Constante (55 mol/l)
 + 
Kw = K [HO] = [HO ] [OH ]
 4  4
5ÿ C Y ,ÿÿx ÿ  ,ÿÿ x ÿ

EX: Calcular a [H 3O+] e [OH- ] em água a 250C e a 1000C.


[HO+] = [OH ]
Kw(5ÿ C) = [HO+] [OH] = [HO+] = ,ÿÿ x ÿ 4 +
Y [HO ] = ÿ 
7

Kw( ÿÿÿ C) = [HO+] [OH ] = [HO+] = 4 x ÿ 4 +


Y [HO ] = 7 x ÿ 
7

EX: Calcular a [H 3O+] e [OH- ] em uma solução 0,2M de NaOH


NaOH Y Na+ + OH
HO = H O+ + OH

[OH] = ÿ, + [OH]HO  ÿ, 

[HO+] = Kw = ,ÿÿ x ÿ 4
[H O+] = 5,ÿÿ x ÿ 4


[OH ] ÿ,
4
OBS: [OH ] = ÿ, + 5,ÿÿ x ÿ

 ÿ,  Y aproximação é v lida

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Produto de Solubilidade

ACO (s) = A+ + CO=

K = [A+] [CO=]

[ACO (s) ]
Concentração molar constante
Kps = K [ACO (s) ] = [A ] [CO =] + 

EXExLO I: Quantas ramas de Ba(IO) (x=47) podem ser dissolvidas em 5ÿÿ ml de


ua a 5ÿC

Kps(Ba(IO )) = ,57 x ÿ

Solubilidade de precipitados na presença de um íon comum

EXExLO II: Calcular a solubilidade molar do Ba(IO) numa solução contendo ÿ,ÿ de
Ba(NO)

Constante de Dissociação Ácido-base

HNO + HO = HO+ + NO


Ka = [HO+] [NO ]
[HNO]

NH + HO = NH4+ + OH


+ 
Kb = [NH4 ] [OH ]
[NH ]
Relação entre as constantes de dissociação para pares conjugados ácido/base

NH + HO = NH4+ + OH


Kb = [NH4+] [OH]
[NH]
+ +
NH4 + HO = NH + HO
Ka = [NH] [HO+]
[NH4+]
Ka x Kb = [NH ] [HO+] x [NH 4+] [OH ] = Kw
+
[NH4 ] [NH  ]
Ka x Kb = Kw

[H3 O+] em Soluções de Ácidos Fracos

HA + HO = A + HO+ (I)


 +
Ka = [A ] [H O ]
[HA]
HO = HO+ + OH (II)
+ 
Kw = [HO ] [OH ]

[HO+]totla = [HO+](I) + [HO+](II) [H O+](I) =[A ]

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
+
O HO da reação (I) reprime a reação (II)
+ 
Aproximação : [HO ] = [A ]
CHÁ =[A ] + [HÁ] Como: [H O+](I) [A ]
+
CHÁ=[HO ] +[HA]
[HÁ] = CHÁ  [HO+]
+ 
Ka = [H O ]
+
CHÁ  [HO ]

Aproximação: CHÁ  [HA] ( [HO+]<< CHÁ)

Ka = [H O+]
CHÁ

OBS: O erro na aproximação [HO+]<< CHÁ aumenta se CHÁ e Ka


Devemos obter [HO+] e compar la com CHÁ

EXExLO III: Calcular a concentração do íon hidrônio numa solução aquosa de cido
nitroso ÿ, ÿ 

EXExLO IV: Calcular a concentração do íon hidrônio em uma solução ,ÿÿx ÿ4 de
CH5NHCl

Constante de Formação para Íons Complexos

Fe+ + SCN = Fe (SCN)+

+
Kf = [Fe (SCN) ]
 +
[SCN ][ Fe ]

EXExLO V5: Uma pessoa pode ver a cor vermelha do Fe (SCN)+ numa solução quando
a concentração deste complexo é de ,4x ÿ ou maior Qual a concentração mínima de
KSCN requerida para que se possa detectar ppm de Fe+ na ua? Kf = ,4x ÿ

Constante de Equilíbrio de Reações de Óxido-redução

Fe+ + CrO7 = + 4 HO+ = Fe+ + Cr+ + HO

K= [Fe+ ] [Cr+ ]
[ Fe+] [CrO7=] [HO+] 4

K Y pode ser calculada através dos potenciais padrão

Constante de Distribuição

I(aq) = I (or)

Kd = [I]or Y coeficiente de distribuição ou de partição


[I]aq

Constantes de Equilíbrio em Etapas

uitos eletrólitos se associam ou se dissociam em etapas

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
+ Anotações e Observações:
Quando NH é adicionado a uma solução contendo Zn :

,.
- +
Zn +
+ NH  = ZnNH + / 
*
,.
+, -  +

ZnNH+ + NH  = Zn(NH )+


m
,
&   +
] m
] * 
,
&  +,& +


,.
-   +
Zn(NH ) +
+ NH  = Zn(NH ) + / * 
,.
-    +, -+


,.
-   +
Zn(NH ) +
+ NH  = Zn(NH )4 + / 
* 
,.
-   +,-  +

 
a = K x K =, x ÿ a = K x K x K =,ÿ x ÿ

Efeito da Concentração do Eletrólito no Equilíbrio Químico

Observouse experimentalmente que a posição do equilíbrio depende da concentração


eletrolítica do meio (mesmo quando o eletrólito adicionado não contém íons comuns com
aqueles em equilíbrio)

Concentração de NaCl, M
c
4
Valores limites Y Kw = ,ÿx ÿ Kps= ,x ÿ ÿ
Ka = ,75 x ÿ5
( ua) (BaSO4) (HOAc)
Se em vez de NaCl tivéssemos KNO ou NaClO4 Y curvas similares Y ESAS CARGAS

˜
 

 




  

 

   
!
 





 



  

! 

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
EXEMPLO: BaSO4(s) = Ba+2 + SO4= (+NaCl)

 +
Cl Na Diminuição da atração
+ + = +
Cl 
Ba 
Cl Na SO4 Na entre Ba+ e SO4 = Y
 +
Cl Na AUENTA A SOLUBILIDADE

Ba= menos (+) SO4 = menos ()

OBSERVAÇÕES:
 A manitude do efeito de eletrólito depende das caras dos íons que participam do
equilíbrio Y EFEITO CARGA
 Em uma faixa de concentração consider vel do eletrólito, o efeito do eletrólito depende
apenas de um parâmetro de concentração chamado FORÇA IÔNICA ( G)

2 2 2
G =1/2 ([A]Za + [B]Zb + [C]Zc .....)

[A], [B], [C] Y concentração molar dos íons em solução


Za, Zb, Zc Y carga dos íons
xara soluções com G  ÿ, Y O efeito do eletrólito não depende do tipo dos íons, só de G

Atividade e Coeficiente de Atividade


a A = [A] f A
aA Y atividade de A
[A] Y concentração molar de A
fA Y coeficiente de atividade para A Y admensional e varia com o G

Ka = a HO+ aA = [A] [HO+] x fHO+ fA


aHA [HA] fHA

Ka Y numericamente constante em uma faixa rande de G (constante de equilíbrio


termodinâmica)

Propriedades do coeficiente de atividade

Y f é uma medida de quanto a espécie influencia o equilíbrio no qual ela participa


Soluções diluídas Y G é mínimo Y f = Y aA =[A]
A G moderada (G < ÿ, ) Y f<
A altos G (G > ÿ, ) Y f pode ser maior que  Interpretação do comportamento da solução é
difícil

Y Em soluções não muito concentradas:


f Y independe do TIxO do eletrólito
f Y depende apenas de G

Y A um dado G Y f depende da cara da espécie

Y f para um dado íon descreve seu comportamento em todos os equilíbrios em que ele
participa

Equação de Debye-Huckel


 G
!  ]
 m  G
G Y força iônica da solução
ÿ
A Y diâmetro efetivo do íon hidratado ( A)
ÿ,5 e ÿ, Y constantes (para soluções aquosas a 5 ÿC)

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Atividade e coeficientes de atividade para íons a 250 C
Íon Coeficiente de atividade em G
A, ÿ,ÿÿ ÿ,ÿÿ5 ÿ,ÿ ÿ,ÿ5 ÿ,
ÿ
A
HO+  ÿ,7 ÿ, ÿ, 4 ÿ, ÿ,
Li+, C5H5COO  ÿ,5 ÿ, ÿ,ÿ7 ÿ,4 ÿ,ÿ
+     
Na ,IO ,HSO , HCO , HxO4 , HAsO4 , 44,5 ÿ,4 ÿ, ÿ,ÿ ÿ, ÿ,7
OAc ,
OH , F , SCN, HS, ClO , ClO4, BrO , IO4, ,5 ÿ,4 ÿ, ÿ,ÿÿ ÿ, ÿ,7
nO4
+       
K , Cl , Br , I , CN , NO , NO , HCOO  ÿ,4 ÿ,5 ÿ, ÿ,ÿ ÿ,7
+ + + + +
Rb , Cs , Tl , A , NH4 ,5 ÿ,4 ÿ,4 ÿ, ÿ,ÿ ÿ,75
+ +
 , Be  ÿ,7 ÿ,755 ÿ, ÿ,5 ÿ,45
+ + + + + + +
Ca , Cu , Zn , Sn , n , Fe , Ni ,  ÿ,7ÿ ÿ,74 ÿ,75 ÿ,4 ÿ,4ÿ
+ 
Co , ftalato

Sr+, Ba+, Cd+, H+, S 5 ÿ, ÿ,744 ÿ,7 ÿ,4 ÿ,
+   
xb , CO , SO , CO4 4,5 ÿ, ÿ,74 ÿ,5 ÿ,4 ÿ,7
+    
H , SO4 , SO , CrO4 , HxO4 4,ÿ ÿ,7 ÿ,74ÿ ÿ,ÿ ÿ,44 ÿ,
+ + + + +
Al , Fe , Cr , La , Ce  ÿ,7 ÿ,54 ÿ,44 ÿ,4 ÿ, 
 
xO4 , Fe(CN)  4 ÿ,75 ÿ,5ÿ ÿ,4ÿ ÿ,  ÿ,ÿ5
4+ 4+ 4+ 4+
Th , Zr , Ce , Sn ÿ,5 ÿ,5 ÿ,55 ÿ, ÿ ÿ,ÿ5
Fe(CN) 4, 5 ÿ,57 ÿ, ÿ,ÿ ÿ,ÿ4 ÿ,ÿ

Omissão de f nos c lculos Y Discrepâncias significativas quando:


Ö G  ÿ,ÿ
Ö íons com caras múltiplas

EXExLO: Use atividades para calcular a solubilidade do Ba(IO ) numa solução ÿ,ÿ de
(IO)  Kps = ,57x ÿ

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
05 - CÁLCULOS DE EQUILÍBRIO PARA SISTEMAS COMPLEXOS

Dois ou mais equilíbrios que operam simultaneamente

Exemplo:
Sistema preparado dissolvendose mmol de NaHCO em ÿÿ ml de ua
CNaHCO = ÿ,ÿ ÿ 
NaHCO Y sal Y eletrólito forte
NaHCO Y Na+ + HCO
[Na+] = ÿ,ÿ ÿ 
[HCO] < ÿ,ÿ ÿ pois
HCO  + HO = CO= + HO+ (I)
HCO  + HO = H CO + OH (II)
E ainda,
+ 
HO = HO + OH

Uma solução ÿ,ÿ ÿ de NaHCO contém: Na+, HCO , CO=, HCO, H O+, OH

Equações de balanço de massa


Sistema: NH ÿ,ÿ ÿ  saturado com ABr

Descrição dos equilíbrios:


ABr(s) = A + + Br
A+ + NH = A(NH)+
NH + HO = NH 4+ + OH
Única fonte de Br, A+ e A(NH)+ Y ABr
[Br ] = [A+] + [A(NH)+]
CNH = ÿ,ÿ ÿ = [NH ] + [NH4+] + [A(NH)+]

Equações de balanço de carga


[ÂNIONS] = [CÁTIONS]
O número de moles de cara fornecido por um íon é iual a cara do íon x sua concentração
molar
Sistema: Solução que contém NaCl, (NO), Al(SO4) (não considerando a dissociação
da ua)
[Na+] + [+] + [Al+ ] = [Cl] + [NO] + [SO4 =]

1. Hidróxidos Metálicos
Exemplo: Calcular a solubilidade molar do (OH) em ua
I ± Equilíbrios
(OH) (s) = + + OH
+ 
HO = H O + OH
II ± Expressão das Constantes de Equilíbrio
Kps = [+] [OH] = ,7x ÿ
Kw = [HO+] [OH] = ,ÿÿx ÿ 4
III ± Balanço de massa
[OH ] = [H O+] + [ +]
OH vindo da ua OH vindo do (OH)
IV ± Balanço de carga
 + +
[OH ] = [H O ] + [ ]

r
! $
   

r
 ([+], [OH] e [HO+])
V ± Aproximações
Kps ((OH) )Y relativamente alto Y sol relativamente b sicaY[HO+] <<[+]
[+]  [OH] (balanço de massa)

VI ± Resolvendo
[+][OH] = ,7x ÿ + + 
Y [ ]([ ]) = ,7x ÿ
+  
4[ ] = ,7x ÿ
S = [+] = ,x ÿ4 
OH = [+ ] = x ,x ÿ4 = , x ÿ4 Aproximação OK
[HO+][OH] = ,ÿÿx ÿ 4

[HO+] = ,ÿÿx ÿ 4
/ ,x ÿ4 = , x ÿ 

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Solubilidade de Ppts na Presença de Agentes Complexantes

S na presença de reaentes que formam complexos com o ânion ou c tion do precipitado



Exemplo: Al(OH) na presença de F
Al(OH)  (s) = Al + + OH
+
 F
íí
AlF 
 
Exemplo VIÿ ± O Kps (CuI) = , x ÿ  A constante de formação K para a reação do CuI
  4 4
com I dando CuI é 7,x ÿ  Calcular a solubilidade do CuI numa solução ,ÿx ÿ  de KI
CuI(s) = Cu+ + I Kps= , x ÿ 
CuI(s) + I = CuI K =7,x ÿ4

O Efeito do pH na Solubilidade
S de precipitados que contêm um ânion com propriedades b sicas, um c tion com
propriedades cidas, ou ambos, é dependente do pH

Exemplo VIÿ ± Calcular a solubilidade molar do oxalato de c lcio numa solução que tem
pH constante e iual a 4,ÿÿ
Dados:
CaC O4(s) = Ca+ + CO4= Kps = ,x ÿ
HCO4 + HO = HC O4 + HO+ Ka = 5,x ÿ
HCO4 + HO = C  O4= + HO+ Ka = 5,4x ÿ5

pH Variável
Saturandose uma solução não tamponada com um sal pouco solúvel feito de um ânion
b sico ou de um c tion cido Y VARIAÇÃO DE pH

‘ 
´ ua pura saturada com BaC (s) Y B´CA
BaCO(s) = Ba+ + CO=
CO= + HO = HCO  + OH
HCO + HO = H CO + OH

[OH] Y desconhecida

Desprezar pode levar a erros () principalmente quando:


 Kps diminui (e portanto S)
 A base conjuada tornase mais forte

/
xpt Y A Se é desprezado S = Kps

Aproximações que podem ser feitas:

 Assumese que a [OH ] é alta e, portanto, não é necess rio considerar a [H O+] nos
c lculos

Em outras palavras, a contribuição do OH vindo da dissociação da ua é
nelienci vel

%
 
 
  
   
&  
 


!


' ('
   


cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
 Anotações e Observações:
 Assumese quer a dissolução do precipitado não altera sinificativamente a [OH] e
+ ÿ 7
[HO ], e que a 5 C estas concentrações são ÿ 
%
 
 
  

÷

  
  


!


' ('
 

Exemplo VIÿ ± Calcular a solubilidade molar do carbonato de b rio em ua Dados:


+ = 
BaCO(s) = Ba + CO Kps = 5, x ÿ
=  
CO + HO = HCO  + OH Kb = Kw/Ka = , x ÿ4
HCO + H O = H CO + OH Kb = Kw/Ka = ,5x ÿ
+
HO = HO + OH 
Kw = ,ÿÿx ÿ 4
Equilíbrios:
+ = 
Kps = [Ba ] [CO ] = 5, x ÿ (A)
=
Kb = ([HCO ] [OH ]) / [CO ] = , x ÿ4
 
(B)
Kb = ([HCO ] [OH] / [HCO ] = ,5x ÿ (C)
Balanço de massa:
[Ba+] = [CO =] + [HCO ] + [HCO] (E)
Balanço de cara:
[Ba+ ] + [H O+] = [CO=] + [HCO] + [OH] (F)

O Efeito do Soluto Não Dissociado na Solubilidade


CaSO4, haletos de prata Y agem como eletrólitos fracos e não se dissociam
completamente em água
Exemplo: Solução saturada de ACl
¦
 

¦
 !


u


*
¦ !



¦

uu

K(I) = [ACl (aq)] K(I) x [ACl(s)] = Ks = [ACl (aq)]


[ACl (s)] ( a uma dada T a [ACl(aq)] é constante)

+  4 + 
K(II) = Kd = [A ] [Cl ] = ,x ÿ Kd x Ks = Kps = [A ] [Cl ]
[ACl(aq)]

Solubilidade do AgCl como uma função da concentração de Cl-

ACl (s) = ACl (aq) (ÿ) Excesso de Cl


ACl(aq) = A+ + Cl ( )
 
ACl(s) + Cl = ACl ()
  =
ACl + Cl = ACl ()


[Cl ]  Y (O) e ( ) para a esquerda
() e () para a direita
Consequência Y S x [Cl ]adicionado Y mostra um mínimo
EXExLO: Derivar uma equação que descreva o efeito da concentração analítica do KCl na
solubilidade do ACl em solução aquosa Calcular a concentração de KCl para que a
solubilidade seja mínima
S = [ACl(aq)] + [A+] + [ACl ] + [ACl ] (4)
Equilíbrios:
Kps = [A+][Cl] = ,x ÿ ÿ
(5)
+  4
Kd = [A ] [Cl ] = ,x ÿ ()
[ACl(aq)]
K = [ACl  ] = ,ÿx ÿ5 (7)
[Cl]
=
K = [ACl ] = ()
[Cl ] [ACl  ]


Balanço de massa ( = Balanço de cara)


[Cl ] = CKCl + [A+]  [ACl ]  [ACl =] ()
íí
[Cl ] ACl(aq)

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Aproximação:
Kps pequeno Y de ()
[A+]  [ACl]  [ACl =] << CKCl Y [Cl ]  CKCl ( ÿ)

Encontrando a equação:
ultiplicandose (7) por (): K x K = [ACl =] / [Cl ] = x ÿ5 ( )
Dividindose (5) pr (): [ACl(aq)] = Kps / Kd = ,x ÿ  ÿ / ,x ÿ4 = 4,7x ÿ7 ( )
Substituindose ( ), (), ( ) em (4):
S = Kps + Kps + K 2 [Cl- ] + K2 K3 [Cl-]2
Kd [Cl -]
Ou
S = Kps + Kps + K 2 CKCl + K2K3 CKCl 2
Kd CKCl

CKCl onde S é mínima:


dS/dCKCl = ÿ = (Kps/ CKCl) + K +  K K CKCl
Rearranjando:  K K CKCl + CKCl K  Kps = ÿ
xor aproximações sucessivas: CKCl = ÿ,ÿÿÿ  [Cl ]

Checaem:
[A+] = Kps / [Cl] = ,x ÿ ÿ / ÿ,ÿÿÿ = , x ÿ 
[ACl ] = K [Cl ] = ,ÿx ÿ5 x ÿ,ÿÿÿ = ,ÿx ÿ 
[ACl =] = K K [Cl] = ,ÿx ÿ5 x (ÿ,ÿÿÿ) = ,x ÿ ÿ

+  
CKCl >> [A ]  [ACl ]  [ACl ] Y OK !

Solubilidade ínima:
S = 4,7x ÿ7 + , x ÿ + ,ÿx ÿ + ,x ÿ ÿ
= 5,x ÿ7 

Log C
C, 

c c
 Em S ínimo Y ACl(aq) é a espécie mais concentrada

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
Separação de Íons pelo Controle da Concentração do Reagente Precipitante

íon A xrecipita primeiro o composto menos solúvel


íon B
Exemplo: xodemos separar quantitativamente Fe+ e +, na forma de hidróxidos, de uma
solução que é ÿ,  de cada íon?
Kps (Fe(OH)) = [Fe+] [OH] = 4x ÿ
Kps ((OH) ) = [+] [OH ] = ,x ÿ

ÿ
 Kps do Fe(OH) << Kps do (OH) Y parece que Fe(OH) precipita

ETAxAS:
 C lculo da [OH ] necess ria para precipitar quantitativamente o Fe+
 C lculo da [OH ] na qual o (OH) começa a precipitar

Se ( ) < () Y Separação é possível


 OBS: A precipitação é dita quantitativa se parte em ÿÿÿÿ do íon permanecer em
solução, isto é, [Fe+] << x ÿ5 (arbitr rio)

-5 3 -38 - -11
(1) (1,00x10 ) [OH] = 4x10 [OH ] = 2x10 M
  + 5
Assim, se [OH ] = x ÿ , a [Fe ] = x ÿ 

(2) O Mg(OH) 2 só irá se formar quando [Mg+2] [OH-] > Kps


ÿ, ÿ [OH ] = ,x ÿ [OH] = ,x ÿ5 
(Concentração m xima toler vel)
Quando [OH] = ,x ÿ5  Y solução supersaturada com respeito ao (OH) (inicia a
precipitação)
Conclusão
[OH-] maior que 2x10-11 M Y para precipitar quantitativamente o Fe+2
menor que 1,3x10-5 M Y para não precipitar p Mg(OH)2

Separação de Sulfetos
Controlandose a [HO+] Y controlase a [S=] Y xrecipitação seletiva
HS Y cido fraco usado como aente precipitante

HS + H O = H O+ + HS K = [HO+][ HS ] = 5,7x ÿ


[H S]

HS + H O = H O+ + S=
K = [HO+][ S=] = 5,7x ÿ 5
[HS]
Nas separações com sulfeto Y solução continuamente saturada com H S ([H S]ÿ, )

K x K = [HO+] [ S=] = ,x ÿ


[HS]
ÿ, 
= 4
[S ] = ,x ÿ
+
[HO ]

Exemplo VI  ÿ4 ± Encontrar as condições nas quais, teoricamente, Cd+ e Tl+ podem ser
separados quantitativamente com HS a partir de uma solução ÿ,  de cada íon
Kps(CdS) = x ÿ Kps(Tl S) = x ÿ

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
06 ± TITULAÇÕES DE PRECITAÇÃO

xoucas reações de precipitração são suficientemente r pidas;


xoucos indicadores são satisfatórios

AgNO3 Y Reaente mais importante (métodos arentométricos )

O ponto de equivalência de uma titulação é caracterizado por uma grande variação


nas concentrações relativas do analito e reagente.
-10
A (aq ) + R (aq) Y AR (s) Kps ( AR ) = 1,00 x 10

ÿ
pA
p

 
Curva de
titulação
 
p

4
pA

ÿ 

ÿ ÿ  4ÿ
ÿ

ÿ,
ÿ ÿ ÿ ÿ
ÿÿÿ M

Construção da Curva de Titulação


Y  tipos de c lculo, correspondendo a  est ios :
 Antes do xE;
 No xE;
 Após o xE

È Construção da curva de titulação para a reação de 50,00 ml de NaBr 0,0050 M com


AgBr 0,0100 M.
Ponto inicial:
Solução: ÿ,ÿÿ5ÿ  em Br  pBr = ,ÿ
ÿ,ÿÿÿÿ  em A + 

Após a adição de 5,00 ml do reagente:



A concentração de Br diminui por causa da diluição e precipitação
 +
( Br + A = ABr ( s) )

„  „ 2  M „   


CNaBr =
    
   M   
CNaBr = = ,4 x ÿ
  
[ Br] = [ Br ](não reaiu ) + [ Br ]ABr ( solubilizado)
[ Br] = ,4 x ÿ  + [A +]
A não ser que a CNaBr seja muito pequena :

[A+] < < ,4 x ÿ


[Br] ¿ ,4 x ÿ pBr = ,44
pA + pBr = Kps pA = , ± ,44 = ,4
[A+] = ,4 x ÿ ÿ
cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
Ponto de Eqüivalência:
Nem Ag+ , nem o analito estão em excesso.

Kps = [ Ag+][Br -] [ Ag+] = [Br -] =   

+ 7
[ A ] = 7, x ÿ pA = pBr = , 4

Após adição de 25,1 ml do reagente:


H excesso de ANO
„  2 „  M „   
CANO =
     
   
CANO = = , x ÿ5
 m 

[A+] = , x ÿ5 + [Br ]  , x ÿ5


pA = 4, pBr = , ± 4, = 7,4ÿ

Fatores que Influenciam os Pontos Finais


Um ponto final f cil de se localizar é observado quando pequenas adições do titulante
causam
randes variações na função p
1 ± Concentração do reagente

w C(reaente) ou C(analito)  Aumenta a variação de pA na reação de equilíbrio (idem para


pBr)

xontos finais f ceis de detectar e menor o erro titulométrico

Efeito da concentração do titulante (Figura A)

C
Ym 
cccc B
c A
cccccc #
0c
c c Ym 
c cccccc A 
c c
cc cccccc m   B
pA =5
c C
c cccccc
c

cccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccc c
c c c c c   m £ ‰â 

A Y 5ÿ,ÿÿ ml de NaBr ÿ,ÿ5ÿÿ com ANO  ÿ, ÿÿÿ 


B Y 5ÿ,ÿÿ ml de NaBr ÿ,ÿÿ5ÿ com ANO ÿ,ÿ ÿÿ 
C Y 5ÿ,ÿÿ ml de NaBr ÿ,ÿÿÿ5 com ANO  ÿ,ÿÿ ÿ c

Reação mais completa

w Quanto mais completa a reação (sal menos solúvel ) Y maior a variação do pA na
reião de eqüivalência

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Efeito do Kps
Ym 
cccc #0c
c
cccc
c c 10c
c cccc
c c ¦0c
cc cccccc
c #(0c Ym 
c cccccc 
c
c cccccc
1(0c pA =5
c
c cccccc

cccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccccc c
c c c c c   m £ ‰â 

Kps ( AI ) = , x ÿ 7 Kps ( ABr ) = 5, x ÿ 


Kps ( ACl ) = , x ÿ ÿ Kps ( AIO ) = ,ÿ x ÿ
Kps ( ABrO ) = 5,7 x ÿ5

Curvas de Titulação para Misturas

 Ñ  

 
!



  
   

È Titulação de uma mistura de 50,00 ml de 0,05 M I- e 0,08 M Cl- , com AgNO3 0,1 M

Estágio Inicial:

Curva idêntica a do I
Até que ACl se forme YC lculos idênticos aos j exemplificados

Quanto de AI é formado antes que uma quantidade apreci vel de ACl se forme :
+ 
Kps (AI ) = [A ] [I ]
Kps ( ACl ) = [A+] [Cl]

Quando se adicionar A+ em quantidade suficiente para oriinar um ppt que contenha ambos
os compostos :

   


+
[A ] = =
, + , +

, +     MX


=   = = 4,5 x ÿ7
, +   M

, M + = 4,5 x ÿ7 ,¦ M +

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
Assim podemos considerar que a formação de ACl ir ocorrer apenas depois que 5,ÿÿ ml
do titulante tenha sido adicionado
Neste ponto:
 m 
 
CCl = [Cl ] = = ÿ,ÿ5 
 m 

[I] = 4,5 x ÿ7 x ÿ,ÿ5 = ,4 x ÿ 

n de moles que restaram de I = 75 x ÿ * ,4 x ÿ = , x ÿ

n de moles que oriinais de I = 5ÿ x ÿ * ÿ,ÿ5 = ,5ÿ x ÿ

  
 -5
% I que não precipitou = = 7,3 x 10 %
  
xortanto, até 7, x ÿ5 % do ponto de equivalência do I , o ACl não se forma e a curva é
iual a do iodo sozinho

Nível em que o decréscimo rápido no pAg é interrompido bruscamente:



Quando o Cl começa a pptar

+
  
[A ] = = ,4 x ÿ pA = ,47

Adição posterior de AgNO3:
Diminui a [Cl ], e a curva tornase a do cloreto sozinho

EX: Após adição de ÿ,ÿ ml ANO


 m     
CCl = [Cl ] =
    

mmol I mmol Cl moles que reairam


  m    
[Cl ] = = ÿ,ÿ4
 m 

+
  M
[A ] = = 4,  x ÿ 

Indicadores Químicos para Titulações de Precipitação
Reaem competitivamente com um dos reaentes da titulação

Ym
I + Cl


Br+ Cl

c c c c c cccccccc cc


  m £â ‰
c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
EX.: Analito A com reagente R
I ndi cador I n

A + R = AR ( s ) Kps
In + R = InR K In

 I ndic ad or na f or m a I n Alt er aç ão na apar ênc ia da


 I ndic ad or na f or m a I nR mis t ur a

Quantidade de InR requerida para uma variação observável na aparência da mistura


deve ser pequena (minimiza o consumo de R )

, „å + , „å +
„ ] z ] „  , å +
, „+, å + , „+

Deve variar a  ordens de manitude para que a variação de cor seja


detectada pelo olho humano ( ou  em pR )

EX.: Indicador In-

1. Mudança perceptível da cor quando pAg 7 Y 5


AgNO3 titulando Br - ( Figura A )
ANO ÿ, ÿÿÿ  Y 4,5  5,ÿ5 ml (  V = ÿ, ml ) Y erro titulométrico mínimo
ÿ, ÿ ÿÿ  Y  V < ÿ,  m l
ÿ, ÿÿ ÿ  Y  V = ,  m l l oc al iz aç ão ex at a do pont o f inal
não é pos s í v el

2. Mudança perceptível da cor quando pAg 7 Y 5 ( Figura B )


Ö Titulação do IO e BrO Y Indicador j est na forma de AIn Variação de pA
no xE muito pequena Y Não h indicador adequado
Ö Titulação do I e Br Y Kps suficientemente pequeno para prevenir a forma de
quantidades sinificativas de AIn antes do xE V < ÿ,ÿ ml
Ö Titulação do Cl Y Este indicador não é satisfatório, pois AIn formase ml
antes do xE e se estende por ml
Se In Y pA 4 a  Y OK

O Método de Mohr
Formação de um seundo precipitado

Cl- e Br-
Indicador Y CrO4 (ACrO4 Y Vermelho tijolo )
S (ACrO4 ) >> S (ACl ) ou S (ABr )

¼
¼ Ajustandose a [CrO4] a formação de A CrO4 pode ser retardada até que [A+] na
solução alcance a concentração do ponto de equivalência:

, + ,¦ M + Ë


 
,  m + ]   ]  
¼ A quantidade de CrO4 necess ria para iniciar a precipitação nestas condições:

Ë  M


,¦ ˜ M +   M 
  M 
,  +  

¼ Em princípio, nesta concentração de CrO4 , a cor vermelho tijolo aparece com o 
+
excesso de A acima da concentração de equivalência
cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:

Na pr tica Y [CrO4 ] ¿ ,5 x ÿ


 

Nesta concentração a precipitação do Ag2 CrO4 começa quando


+ -5
[Ag ] = 2,1 x 10 M

Além disso, uma quantidade finita de AgNO3 tem que ser adicionada para que se
forme uma quantidade detectável de Ag2CrO4.

Causam um erro +
Solução
 Branco do Indicador Y CaCO suspenso com a mesma quantidade de In Y xadrão
de cor
 xadronizar ANO com NaCl puro

Acidez do Meio:
 + 
 CrO4 + H = CrO7 + H O

[ H+]   Eq Deslocase para a direita

ACrO7 é mais solúvel que ACrO4 Y aior consumo de A+

Se o meio é fortemente alcalino:


+ 
 A + OH = AOH( s ) = A O ( s) + HO
pH ideal Y 7 a 10

OBS: étodo de ohr não é usado para I pois o CrO4  oxida o I a I

Método de Volhard
Formação de um complexo colorido

¼ Excesso medido de ANO é adicionado à solução de interesse O ANO em excesso


é titulado com solução padrão de SCN

A + + SCN = ASCN (s)

¼ Indicador: Fe+³ Y forma complexo vermelho com SCN

Fe+³ + SCN = FeSCN+² Kf = ,4 x ÿ

¼ pH cido Y evita a precipitação do Fe(OH)

¼ 
Vantaem do cido Y CO , oxalato, arsenato não interferem (no pH neutro estes
+
íons formam sais pouco solúveis com A )
OBS.: ACl é mais solúvel que ASCN

ACl(s) + SCN = ASCN(s) + Cl

¼ Ocorre de maneira sinifcativa perto do ponto final da retrotulação Y erro (-)

¼ Solução Y Filtrar o ACl antes da retrotulação

Indicadores de Adsorção

 Introduzidos por Fajans;


 São corantes orânicos, com car ter de cidos ou bases fracas;
 A mudança de coloração se deve à adsorção ou dessorção do corante como
consequência de uma modificação da dupla camada elétrica em torno das partículas do
ppt na passaem do ponto de equivalência
c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
EX.:

Propriedades do ppt e do indicador:

 ppt coloidal Y maximizar a adsorção;


 O ppt deve adsorver fortemente seus próprios íons (características de ppts coloidais );
 O corante deve ser fortemente adsorvido na camada de íons contr rios pelos íons
primariamente adsorvidos;
4 O pH da solução deve ser tal que a forma iônica do indicador predomine

Titulações com indicadores de adsorção são:


¼ R pidas
¼ Reprodutíveis
¼ Confi veis
¼ xorém, são poucas as reações onde o ppt coloidal formase rapidamente
¼ Evitar altas concentrações de eletrólitos (ppt não deve coaular )

cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:
07 - CURVAS DE TITULAÇÃO PARA SISTEMAS ÁCIDO / BASE SIMPLES

Sols xadrão Ácidos ou base fortes (reaem mais completamente)

Ácidos: Bases:
HCl NaOH
HClO KOH
HSO4 È c Ba(OH)

È Sols Conc quentes perioso e aente Oxidante

INDICADORES

Ácidos/bases fracas orânicas

HIn + H  O = H O+ + In


cor cida cor b sica
+ 
In + H O = InH + OH
cor b sica cor cida

Ha = [HO+] [In ] Kb = [InH +] [OH]


[HIn] [In]

[ In ] = Ka
[HIn] [H  O+]

Se [In ] / [HIn]  ÿ, indicador exibe sua cor cida



Se [In ] / [HIn]  ÿ indicador exibe muita cor b sica

Entre este dois valores cor intermedi ria olho humano não conseue destinuir
entre as  cores

cor cida: [HO+] [In] = [H O+] x = Ka


[HIn] ÿ

[H3O+] = 10 ka

cor b sica : [H O+] = ka / ÿ

Faixa de pH do indicador:

 lo ÿKa a  lo Ka


ÿ
 + pKa a
pka
+ pKa

Ex: Ka x ÿ 5 pKa = 5
Uma mudança completa da cor se d quando o pH da solução varia de 4 a 

A: tipo ácidoHIn + HO = HO+ + In B: básico In + HO = InH+ + OH

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
INDICADORES A/B ± ESTRUTURAS

1 ± Ftaleínas meio moderadamente cido INCOL


meio alcalino diversas cores
xouco solúveis em HO e bastante solúveis em etanol

+ HO +H +

Incolor Incolor

Fenolftaleína

+H+

Vermelha

2 ± Sulfoftaleínas

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
3 ± Azocompostos

TITULAÇÃO DE ÁCIDO FORTE COM BASE FORTE


c
Titulação: 5ÿ,ÿÿ ml HCl ÿ,ÿ5ÿÿ  com NaOH ÿ, ÿÿÿ

xonto inicial : [ Hÿ+] = 5,ÿÿ x ÿ pH=1,30

Adição de ÿ,ÿÿ ml NaOH:


+ 
[ Hÿ ] = 5,ÿÿ x ÿ,ÿ5 ± ÿ,ÿÿ x ÿ, ÿ = ,5ÿ x ÿ
ÿ,ÿÿ pH = 1,60

xonto de equivalência: [HO+] = [OH] = = ,ÿÿ x ÿ 7 pH = 7,00

Adição de 5, ÿ ml NaOH: [OH] = 5, ÿ x ÿ, ÿ ± 5ÿ,ÿÿ x ÿ,ÿ5 = , x ÿ4 


75, ÿ
xOH= , pH = 10,12

Fenolftaleína

Azul de Bromotimol

Alaranjado de metila

Vol NaOH (ml)

A NaOH ,ÿÿ
B NaOH ÿ, ÿÿ ÿÿ ml HCl
C NaOH ÿ,ÿ ÿÿ

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Titulações de Ácidos / Bases Fracas
1) Ácido fraco apenas (*)

Início
2) Mistura do ácido fraco (HA) e sua base conjugada (A- )

NaOH
-m   - Y m  - 

m Y  mM
Antes do xE

3) Base conjugada do ácido fraco apenas (A-) (*)

NaOH

No ponto de equivalência

-
4) Mistura da base conjugada do ácido fraco (A ) e base forte (NaOH)

NaOH

Após o ponto de equivalência


(*) foi visto

() pH de Sistemas Contendo xares Ácido/Base conjuada

I HA + HO = H  O+ + A Ka = [ HO+] [ A ]
[HA]

II A + HO = OH  + HA Kb = [OH ] [HA]


[A- ]

ste sistema pode ser ácido, básico ou neutro Y [H3O+] = Ka [HA]


[A ]

Ex: NH + HO = NH 4+ + OH Kb = [ NH4+] [ OH] = ,7 x ÿ5


[NH]
+ + +  ÿ
NH4 + HO = NH  + HO Ka = [ NH] [ HO ] = 5, x ÿ
[NH4+]

 Kb >> Ka Y em princípio, o o
equilíbrio predomina Y solução B sica
 +
as se [NH4 ] / [NH] > ÿÿ Y Solução Ácida

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
Ex: Sistema contendo HA e NaA
HA + HO = HO+ + A
A + HO = HA + OH

[A] = CNaA + [H O+]  [ OH ]


[HA] = CHA  [HO+] + [OH ]

Aproximação:
[A] = CNaA [HA] = CHA Ka = [HO+] CNaA
CHA
 Falha se : Ka ou Kb > ÿ ; CNaA e/ ou CHA pequena

[HO+] = CHA x Ka
CNaA

[HO+] Não varia com a diluição Y TAMPÃO

Exemplo I ± Qual o pH de uma solução que é ÿ,4ÿÿ em cido formico e ,ÿÿ em formiato
de sódio?
4
(Ka = ,77 x ÿ )

pH de Base Conjugada/ Base Forte ou Ácido Conjugado / Ácido Forte (4)

I  NaA Na+ + A I
NaOH Na + + OH II

A + HO HA + OH  III

[OH ] = CNaOH + [HA]

Aproximação: excesso de NaOH reprime III


[OH] = CNaOH

II NH4Cl NH 4 + + Cl I


HCl H + + Cl II
+ +
NH4 + H O = NH + HO III

[HO+] = CHCl + [NH]

Aproximação:
[HO+] = CHCl

Exemplo II ± A ÿ, ÿml após o ponto de equivalência na titulação do cido acético com


NaOH, a solução estava:
,ÿ x ÿ4  em NaOH e ÿ,ÿ5  em NaOAc
Calcule o pH desta solução Ka (HOAc) = ,75 x ÿ5 

Exemplo III ± Idem ao anterior, mas o cido a ser titulado é o HOCl Ka(HOCl) = ,ÿ x ÿ 
SOLUÇÕES TAMPÃO
Resiste à variações de pH quando é diluída ou quando pequenas porções de cido ou base
são adicionados
Ácido fraco / base conjuada qtds altas e § iuais
O EFEITO DA DILUIÇÃO
HA + HO = HO+ + A

A + HO = HA + OH
[A ] = CNaA + [HO+] ± [OH] § CNaA


[HA] = CHA + [OH] ± [HO] § CHA


[HO+] = Ka CHA
CNaA

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
pH permanece cte até que as concentrações das espécies sejam tão pequenas

que a aproximação [A ] = CNaA e [HA] = C HA sejam inv lidas
Exemplo IV  Calcule o pH do tampão: Ácido fórmico ÿ,4ÿÿ  ; formiato de sódio ,ÿÿ 
(Ex VIII ± ÿ )

Após uma diluição de um fator de: (a) 5ÿ (b) ÿÿÿÿ


(Ka = ,77 x ÿ4)

A HCl (não tamponado)

B HA (não tamponado) K(HA) = ,ÿÿ x ÿ4

C HA + NaA (tampão)
pH

10-1 10-3 10-5


Concentração dos reagentes, M
ADIÇÃO DE ÁCIDOS E BASES
Exemplo V  Calcular a variação de pH que ocorre quando são adicionados ÿÿml de uma
solução (a) ÿ,ÿ5ÿÿ de NaOH (b) ÿ,ÿ5ÿÿ de HCl a uma solução tampão (4ÿÿml) que é
ÿ,ÿÿ em NH e ÿ,ÿÿ em NH4Cl (Kb: ,7 x ÿ5)
CAPACIDADE TAMPONANTE
Est relacionada com a concentração total das espécies tamponantes, como
também com a razão destas concentrações
CT é o número de equivalentes de um cido/ base forte que causa uma mudança
de uma unidade no pH em ,ÿÿ L de tampão

CT m xima quando [HA] = pH = pHa


[A ]
xara que o tampão tenha uma CT razo vel: pKa = pH


PREPARAÇÃO DE TAMPÕES

Na pr tica, pH do tampão ‘ pH calculado teoricamente

Razões:

Incertezas nos K¶s


Simplificações usadas nos c lculos
Èalto

xreparação:
 Fazse solução de pH aproximado
 Ajustase ao pH desejado adicionandose cido / base conj 

 Usar ³receitas´ dos Handbooks 

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
CURVAS DE TITULAÇÃO PARA ÁCIDOS FRACOS

pH Ácido forte
Ácido fraco
(Ka = ÿ)

V (ml) NaOH ÿ, ÿÿÿH

Ácidos fracos (HA) x Ácidos fortes

pH inicial (HA) é maior (dissociação incompleta)


Com as as adições de reaente:
Variação de pH (HA) é maior
Ka = [HO+] [A] [HO+] = Ka [HA] diminui pouco
[HA] [A] aumenta

EX: Calcular a variação percentual na [HO+] quando ,ÿml de NaOH ÿ,  é adicionado a


5ÿ,ÿml de (a) HCl ÿ, ÿ (b) HOAc ÿ, ÿ

a) [H O+]i = ÿ, ÿ [H O+]a = (5ÿ x ÿ, ± x ÿ, ÿ) / 5 =ÿ,ÿ

ǻ[HO+] = ÿ,ÿ ± ÿ, ÿ x ÿÿ = - 4,0%


ÿ, ÿ

b) [H O+]i = ˦(  = , x ÿ


CHOAc = (5ÿ x ÿ, ÿ ± ,ÿ x ÿ, ÿ) /5 = ÿ,ÿ

CNaOAc = ( ,ÿ x ÿ, ÿ) /5 = , x ÿ
[HO+]a = ,75 x ÿ5 x ÿ,ÿ = , x ÿ4
, x ÿ

ǻ[HO+] = , x ÿ4 ± , x ÿ x ÿÿ = -35%



, x ÿ
Depois do decréscimo r pido no pH reião tamponada pH varia pouco
com adição de base forte
xróximo ao xE adição de base não altera muito [A] (que é alta), mas altera

bastante a [HA ] (que é baixa) maior variação do pH
No xE pH > 7 (base conjuada se dissocia)
Após xE Curva comandada pelo excesso de base forte ( = cido forte)

Exemplo VI  Construa a curva de titulação para 5ÿ,ÿ ml de cido acético NaOH ÿ, ÿÿÿ

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
OBS: Conc analítica do cido = Conc analítica da base conjuada quando metade do cido
foi neutralizado ( no exemplo anterior V = 5,ÿ ml)
Ka = [H O+] [ OAc ] CT é m xima
[HOAc]

Erros de Titulação com Indicadores Ácido/Base


 Erro determinado Y Quando o pH onde o indicador muda de cor ‘ pH de equivalência
 Erro indeterminado Y habilidade do analista em detectar a ³virada´ do indicador
 Vari veis que afetam o comportamento dos indicadores:
Intervalo de pH de ³virada´ depende: T, G
xresença de solventes orânicos xresença de partículas coloidais

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
08 - APLICAÇÕES DE TITULAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO

I ± Preparação de Soluções Padrões Ácidas

HCl, H 2SO4 , ácido perclórico

Ñ 
 
  

I ± A partir de HCl de ponto de ebulição constante

HCl(conc) + H2O ( : )

Destilase

¼ Final do Destilado ¦   
  






  
 
Y
   
  

+

  

Diluise uma quantidade pesada deste cido para balão volumétrico

I- 2 ± Por padronização

å  
  

  

 " 



I- 2.1-) Com carbonato de sódio (padrão primário)


Dois pontos de equivalência
_
_ _
CO + HO+ HCO
pH = ,

_
HCO + HO+ H CO 
pH = ,

aior variação do pH no xE

Levar a solução à ebulição ponto final mais evidente

H C O C O + H O
()

I- 2.2-) Com Tris-(hidroximetil) amino-metano (TRIS ou THAM)

(HOCH2)3CNH2

I-2.3-) Com tetraborato de sódio decahidratado

_
O
_ + +  HO
+  HO H O


c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
II ± Preparação de Soluções Padrões Alcalinas.

NaOH KOH Ba(OH) 2 Não são padrões prim rios


Requerem padronização

Erro de Carbonato
) Efeito da absorção de CO atmosférico:

  (I)
CO  OH CO3 H O
(g)
H consumo de OH  as,
A) Se a base ir titular um cido, usando um indicador cido



C O3  H 3O H C O3  H O (II)

A quantidade de H3 O+ consumido em (II) é igual a quantidade de OH consumido em (I) Y


Não h erro

B) Se a base ir titular um cido, usando um indicador b sico (fenolftaleína)

 
3 3 3 

A concentração efetiva da base é diminuída Y erro determinado
(erro de carbonato)
BS: om Ba( ) 2 :
 
 3 (s) 
   (g)   
Erro determindo, independentemente do indicdor
2) xresenç de 3-2 nos regentes sólidos usdos pr preprr  solução de bse

SOLUÇÕES DE HIDRÓXIDOS LIVRES DE CO 3-2

) ( )2
3 insolúvel Y filtra
) NaOH
Na2 CO3 é pouco solúvel em solução fortemente alcalina
5ÿ% NaOH Y Na2CO3 precipita Y filtra Y dilui

Observações:
) Usar H2O livre de CO2 (levase a ebulição a ua destilada)

Absorvente de
CO2
(ascarile II)

Conservação de
solução padrão
alcalina

) NaOH e KOH Y atacam o vidro dissolvendo a sílica


(formação de silicatos solúveis)
Ba(OH) 2 Y silicato de b rio insolúvel
 usar vidro à base de borossilicato (mais resistente)
 usar frascos de polietileno (entretanto estes são perme veis ao CO )

cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:
Padronização (muitos padrões primários ácidos):
) Ftalato cido de pot ssio (hidroeno ftalato de pot ssio) KHC8H4O4
) Ácido benzóico
) Hidroenodiiodato de pot ssio KH(IO3 )2

APLICAÇÕES

1 ± NITROGÊNIO
amino cidos, proteínas, fertilizantes

KJELDAHL:
 ) Decomposição do N liado em NH4+
Ca HbNc HSO4, a CO + ½ b HO + cNH4HSO4

catalisador
) Resfriase, diluise, adicionase base forte em excesso
_ _
_
OH
c NH4HSO4 c NH + c SO4

) NH3 é destilada e coletada em solução cida padrão


c NH3 + (c + d)HCl Y c NH4Cl + d HCl
4) Retrotitulação do excesso de cido com base padrão
d HCl + d NaOH Y / d H2O + d NaCl

Observações:
) Sais de Amônio
NH4+ + base forte Y NH3 Y Kjeldahl
-
) NO3 e NO2- Y NH3 Y Kjeldahl
base forte
lia de devarda (5ÿ% Cu, 45% Al, 5% Zn)

2 - HCO3-, CO3-2, OH-


÷

 
,J÷
 

Y
 
 

r

- - -2
OH + HCO3 F CO3 + H2O
Excesso de:
0 OH- Y OH-, CO3-2
0 HCO3- Y HCO3-, CO3-2
-2
0 Nenhum Y CO3
Duas titulações:
0 indicador alcalino (fenolftaleína)
0 indicador cido (verde de bromocresol)
 1º PE (virada da fenolftaleína):
 consumo de todo o OH-: OH- + H3O+ Y  H2O
 metade do CO3-2: CO3-2 + H3 O+ Y HCO3- + H2O
 2º PE (virada do verde de bromocresol):
 bicarbonato todo: HCO3 - + H3O+ Y H2CO3 + H2O
 carbonato: CO3 +  H3 O+ Y H2CO3 +  H2O
-2

Constituintes
(I) OH- VF = VVB
(II) CO3-2 VF = VVB
(III) HCO3- VF = ÿ, VVB > ÿ
(IV) OH-, CO3-2 VF > VVB
(V) CO3-2 , HCO3 - VF < VVB

(I) OH- + H3O+ Y  H2O (fenolftaleína)


-2 + -
(II) CO3 + H3O Y HCO3 + H2O (fenolftaleína)
CO3-2 +  H3O+ Y H2CO3 + H2O (bromocresol)

(III) HCO3- + H3O+ Y H2CO3 + H2O (bromocresol)

(IV) OH- + H3O+ Y  H2O (fenolftaleína)


CO3-2 + H3O+ Y HCO3- + H2 O (fenolftaleína)
CO3-2 +  H3O+ Y H2CO3 + H2O (bromocresol)

(V) CO3-2 + H3O+ Y HCO3- + H2O (fenolftaleína)


CO3-2 +  H3O+ Y H2CO3 + H2O (bromocresol)
HCO3- + H3 O+ Y H2CO3 + H2O (bromocresol)
c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
EXExLO I  Uma solução contém NaHCO, NaCO e NaOH, sozinhos ou em
combinações permissíveis A titulação de 5ÿ,ÿÿ mL requer , mL de HCl até o ponto final
da fenolftaleína
Uma seunda alíquota de 5ÿ,ÿÿ mL requer 4,4 mL de HCl quando titulada com verde de
bromocresol Deduza a composição e calcule a concentração molar das espécies na solução
oriinal
VxH = , VVB = 4,4 VVB >  VxH Y NaCO e NaHCO

Equivalência da fenolftaleína
 
CO  H O HCO 

  
n (CO  ) ,1 0,1 10 ,1 10 oles CO 


Da fenolftaleína para o verde de bro ocresol: (4,4 ± ,1)  ,
 
Titulase o HO do HCO vindo do CO


 
n(NaHCO) n(NaCO)  , 0,1 10  , 10

n(NaHCO)  , ± ,1  0,4 10
C NaCO  ,1 / 50  0,044 
C NaHCO  0,4 / 50  0,004 

Otimização do método:
BaCO3 Y insolúvel em soluções neutras ou b sicas
CO3-2 / OH-
0 Titulação até "virada" do indicador cido (verde de bromocresol)
xonto final obtido após ebulição para remover CO2
-2
0 Adicionar excesso de BaCl2 a uma  alíquota para precipitar o CO3 
0 Titular o OH- com fenolftaleína

HCO3- / CO3-2
0 Titular ambos até a "virada" do verde de bromocresol (levar à
ebulição)
0 Numa  alíquota Y converter o HCO3- em CO3-2 adicionando excesso
de base padrão
0 Adicionar BaCl2 em excesso
0 Titular o excesso de base com cido padrão (fenolftaleína)

3 - GRUPOS FUNCIONAIS ORGÂNICOS


3.1 - Ácidos carboxílicos e sulfônicos
XCOOH Y (Ka Y ÿ-4 a ÿ-6) Y titular (fenoftaleína)
Quando não solúvel em ua Y dissolver em lcool Y titular com base aquosa Ácidos
sulfônicos Y fortes e solúveis em H2O

3.2 - Grupos amino


aminas alif ticas Y Kb  ÿ-5 Y titulação com cido forte
Aminas arom ticas Y Kc  ÿ-10 Y muito fracas para serem tituladas em meio aquoso Y
usar cido acético anidro como solvente Y aumenta a basicidade

3.3 - Grupamentos ésteres


 

, r fl
  1   2
1  2 
1 2
css d bs tit ld cm 
cid f rt 

  
3.4 - Grupos hidroxilas

1) Est rificçã c m nidrid s

(  3)2   3   


3
nidrid c tic
( l m c n cid )

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
) Hidrólise do excesso de anidrido

(CH3CO2)2O + H2O  CH3COOH

) O cido acético é titulado com KOH (alcoólico)

4) Fazer branco para determinar a quantidade inicial de anidrido

3.5 ± Grupos carbonilas


1 1

C O + HOH HCl C OH + HCl + H O



 Hidrocloreto de
idroilamina


Titulase HCl com base forte (Lenta Y ½ h a h)

Titulações de Neutralização em Meio Não Aquoso


 Ácidos / bases de alto x Y insolúveis em ua
 Ácidos / bases muito fracos (K < ÿ)
Ex: aminas arom ticas, fenóis

Desvantagens:
 solventes caros
 vol teis e tóxicos
 coeficiente de expansão > ua Y mais propício a erros de medida de volume

Solventes Y autoionizam ± se
+ 
 C H C OOH CH C OOH  + CH C OO

 C  H5 OH + 
C  H5 OH + CH O
 5

 NH C H C H NH + 
  
NH C HC H NH + NH C H C H NH
   

K depende:
) Força do analito como cido ou base;
) Constante de autoionização do solvente;
) Constante dielétrica do solvente;
4) Características cidas / b sicas do solvente

O EFEITO DA CONSTANTE DE AUTOPROTÓLISE


Lembrando, em ua:
B + H O+ BH+ + HO
Kb
[BH+ ] (x [OH ]) +
[BH ] [OH ]
K= K=
[B] [H O+ ] (x [OH ]) [B] [H O+ ] [OH ]

Kw
Kb
K=
Kw
K depende de KW 

B + HClO4 em cido acético anidro:


HClO4 + CH COOH + 
CH COOH  + ClO4

+
xróton solvatado (equivalente ao HO )
+ +
B + CH COOH BH + CH COOH

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
[BH+ ] K'b
K= =
[B] [CH COOH+ ] Ks

K¶b = constante de dissociação da base em cido acético
Ks = constante de autoionização do cido acético

BH + + CH COO

B + CH COOH

[BH+ ] [CH COO ]


Kb' =
[B]
å 

  " 
   




 


 

EFEITO DAS CARACTERÍSTICAS ÁCIDAS E BÁSICAS DO SOLVENTE

Ácido acético Solventes cidos melhores doadores


Ácido fórmico de prótons que aceptores
HSO4

Nestes solventes as características b sicas do soluto aão aumentadas e as cidas


atenuadas
Ex: Anilina Y em cido acético Y base forte Y o solvente tem mais facilidade de fornecer
prótons que a ua Kb¶ ( c Acét) > Kb ( ua)

Etilenodiamina Y solvente b sico

EFEITO DA CONSTANTE DIELÉTRICA DO SOLVENTE

A constante dielétrica de um solvente é uma medida da capacidade do solvente de


separar partículas de caras opostas
DHO = 7,5 Y alta Y pouco ³trabalho´ para separar
DETANOL = 
DÁC AC€T = ,

Ex: HClO4 em HO Y cido forte


em tbutil lcool Y Ka = , x ÿ4 (D = ,5)

OBS: Efeito de D quando não h necessidade de separação é mínimo


ESCOLHA DO SOLVENTE:
) Ks pequeno
) Base fraca Y solvente cido Ácido fraco Y solvente b sico
) D alto

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
09 ± TITULAÇÕES COMPLEXOMÉTRICAS

Determinação de Íons Metálicos

Íons complexos Y Íon met lico + espécie doadora de par de elétrons (liante)

Ex:
+
Cu(NH ) Cu ( NH CH C OO)
4 


Cu Cl 4
Classe importante de compostos de coordenação:
Quelatos Y Íon met lico coordenase com dois ou mais rupos doadores de U ÚNICO
LIGANTE formando anéis heterocíclicos de 5 ou  membros

N 2 O
2 O C O O C O
Cu 2 C C O Cu 2
2C N N C
2 2 2

Liante bidentado

   

 
   

 Normalmente reaem mais completamente com o c tion (melhores pontos finais);


 Geralmente reaem com o íon met lico numa única etapa
Ex :  (NC=4) D F D

Liante tetradentado
Kf = [D] / [][D]

Ex :  (NC=4) + B F B

Liante bidentado

Etapas:
 + B F B K = [B] / [][B]
B + B F B K = [B] / [B][B]

a = K K = {[B] / [][B]} X {[B] / [B][B]} = [B ] / [][B]

Curvas para titulações complexométricas

Volume de reaente adicionado

A Y formação de D ( uma única etapa)


B Y formação de B K = ÿ K = ÿ
  4 
C Y formação de A4 K = ÿ K = ÿ K = ÿ K4 = ÿ

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Titulações com Ácidos Aminopolicarboxílicos

NTA ± Ácido Nitrilotriacético

  2  2 
N
 2 

EDTA ± Ácido Etilenodiaminotetracético

  2  2  
N  2  2 N
    2  2 

4Y + 2  F HO+ + HY K = ,ÿ x ÿ


 +  
HY + HO F HO + HY K = , 4 x ÿ

HY + HO F HO+ + HY K = , x ÿ7

HY + HO F HO+ + Y4 K4 = 5,5ÿ x ÿ

 sítios 4 rupos cidos


 rupos amino Hexadentado

c
EDTA
¦
c
Reage 1:1 não importando a carga do cátion ¦- 
A+ + Y4 F AY ¦ ¦-
+ 4 
Al + Y F AlY

Forma complexos com todos os c tions; ¦- 
¦
0 estes complexos são, na maioria, bastante  ¦ -
est veis, devido aos diversos sítios complexantes
(o c tion fica numa espécie de ³aiola´, isolado do ¦ ¦
solvente) -
¦-
Mn+ + Y-4 F MY(4-n)- Complexo
Kf = [ Y(4n)] / [n+][ Y4] ¦ octaédrico
Co  EDTAc

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
-4
Espécie ativa Y Y

4
[Y ] depende do pH

¦ ! 
Y

 

!  

  
 
-
¦   

Ñ



-
 
‘,.

Ex.: em pH = 4 a espécie predominante é HY


Cu+ + HY Y CuY + H+

Cálculos de Equilíbrio com EDTA

Curvas Y ordenada: p Y (indicadores respondem a variações da [+n])

No início: C+n = [+n]

No ponto de equivalência e depois dele:


M+n + Y-4 F MY(n-4)-

KY = [Y(n4) ] / [+n][Y4]

[Y4] Y depende do pH, mas as titulações com EDTA são tamponadas a um determinado pH
4
4 = [Y ] / CT
CT = [Y4] + [HY] + [HY] + [H Y ] + [H4Y]
Constantes de formação condicionais Y constantes que dependem do pH e aplicamse a um
só pH
4
[Y ] = 4 x CT
KY = [Y(n4) ] / [+n] 4 CT
KY¶ = 4 x KY = [Y(n4) ] / [+n] CT

Constante de formação condicional (descreve as relações de equilíbrio


apenas onde o pH para o qual 4 é aplic vel)
+ 4 +  +  +
4 = [K K KK4] / {[H ] + K [H ] + K K [H ] + K K K[H ] + K K K K4}

ÿ = [H+]4 / D = K [H+] / D  = K K[H+] / D

 = K K K[H+] / D 4 = [ K K K K4 ] / D

pH:  a  Y HY predomina pH > ÿ Y Y4 predomina

4 para EDTA a diversos pH:

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
4
EXExLO I ± Calcule 4 e a % molar de Y numa solução de EDTA tamponada a pH =
ÿ,ÿ

EXExLO II  Deduza a curva para Ca versus o volume de EDTA para a titulação de 5ÿ,ÿ ml
+
de Ca ÿ,ÿÿ5ÿ  com EDTA ÿ,ÿ ÿÿ  numa solução tamponada a um pH Constante iual a
ÿ,ÿ

EFEITO DA PRESENÇA DE OUTOS AGEN TES COMPLEXANTES


A ação complexante do EDTA é m xima em solução fortemente alcalina (onde Y4
predomina)

as, a pH altos Y metais pesados formam hidróxidos ou sais b sicos pouco solúveis

Adiciona-se um agente complexante auxiliar Y (o complexo (n - a ente auxiliar)


deve ser menos estável que (n - ½A))

EX.: Titulação do Zn+ com EDTA na presença de NH e NH4 Cl, os quais:
0 servem como tampão;
0 NH evita precipitação de Zn(OH) formando:
+ + + +
Zn(NH) , Zn(NH) , Zn(NH) , Zn(NH)4 

Reação durante a titulação:


Zn(NH )4+ + Y4 F ZnY4 + 4NH
˜
 
   
 
  


‘,.
 


 
 
!


 
Ñ

‘,.


   

+n
 = [ ] / C

C Y Soma das concentrações das espécies que contém o íon met lico fora aquela
combinada com EDTA

C = [Zn+] + [Zn(NH )+] + [Zn(NH)+ ] + [Zn(NH)+] + [Zn(NH)4+]

Zn+2 + NH3 F Zn(NH3)+2

K = [Zn(NH)+ ] / ([Zn+][NH])

[Zn(NH)+ ] = K [Zn+][NH]
+ + 
[Zn(NH) ] = K K [Zn ][NH]

[Zn(NH)+ ] = K K K [Zn+ ][NH]

[Zn(NH)4+ ] = K K K K4 [Zn+ ][NH]4

CM=[Zn+] ( + K [NH] + K K[NH] + K KK[NH] + K K KK4 [NH]4)

Como  = [Zn+] / C

M = / ( + K [NH] + K K[NH] + K K K[NH ] + K K K K4[NH ]4)

Constante Condicional para o equilíbrio Zn+ e EDTA num tampão NH; NH4Cl :
(n4) +n
[Y ] / ([ ] CT) = 4 KY = K'Y

[+n] =  x C [Y(n4)] / [C CT] = 4  KY = K"MY


Se aplica para um unico pH e [NH]

EXExLO III ± Calcule o pZn de uma solução preparada pela adição de ÿ,ÿÿ ml e ÿ,ÿÿ ml
de EDTA ÿ,ÿ ÿÿ  a 5ÿ,ÿÿ ml de Zn+ ÿ,ÿÿ5ÿ  Assuma que ambas as soluções (Zn+ e
EDTA) são ÿ, ÿÿ  em NH e ÿ, 7  em NH4 Cl de forma a tornar o pH = ,ÿ

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
Efeito da Concentração de NH3

A Y CNH = ÿ,ÿ ÿÿ  B Y CNH = ÿ, ÿÿ 

Indicadores Metalocrômicos
Compostos orânicos corados capazes de reair com íons met licos e formar quelatos com
colorações diferentes daquelas que possuem os próprios corantes livres

 ± Ind + EDTA F  ± EDTA + Ind


Cor A Cor B

Complexo Metal ± Indicador:


0 deve ser suficientemente est vel
0 Deve, no entanto, ser menos est vel que etal ± EDTA

Indicadores:
0 xossuem propriedades cido/base
0 A cor depende não só de p como do pH

NEGRO DE ERIOCROMO T (EBT)


±( ± hidroxi±±naftilazo)±±nitro± naftol±4 sulfonato de sódio
c
 c
 c

c

c c c
3c

 ! ( I"#c)c
r l
2c
2c
c

$ %$ &$
Grup ci sulfô ic Y c Forte Y próton completamente dissoc
xara os prótons fenólicos:

H Ind + HO F HInd + H O+


Vermelho Azul
K = 5,ÿ x ÿ7

HInd + HO F Ind + H O+


Azul Laranja
K = , x ÿ 

EBT + Metal Y Vermelho

pH <= 7,0 Y para observar a variação de cor (de forma que a cor azul do HInd
predomine na ausência de íon met lico)

 ± Ind + HY F HInd + Y


Vermelho Azul

+, Ca+, Sr+, Ba+ , Cd+ , xb+, n+, Zn+

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
EXEMPLO XI ± 04 ± Determine a faixa de transição para o EBT na titulação do + e Ca+
no pH = ÿ,ÿ
HInd + HO F Ind + HO+ K = , x ÿ 
+ + Ind F Ind Kf = ,ÿ x ÿ7
+ 
Ca + Ind F CaInd 
Kf = ,5 x ÿ5

MUREXIDA

O O

H H
N C C N
O C C N C C O
N C C N
H H
O

H4 Ind F HInd F HInd


Vermelho ± Violeta Violeta Azul
pH < ,ÿ pH  a pH > ,ÿ

CaH4Ind+ F CaHInd F CaHInd


Amarelo ± alaranjado Violeta Vermelho
pH ~ ,ÿ pH  a ,5

Ca+, Co+ , Ni+ e Cu+

pH = 11 Y vermelho Y azul

MÉTODOS DE TITULAÇÃO ENVOLVENDO EDTA

I ± TITULAÇÃO DIRETA
I.1 ± Métodos baseados em um indicador para o íon a ser analisado
Solução que contém o íon met lico é tamponada e titulada diretamente com EDTA
na presença de indicador
Se não h bons indicadores e/ou se a reação metal ± EDTA é lenta, devese adotar
outros métodos
I.2 ± Método baseado em indicadores para um metal adicionado
Adicionase à solução de EDTA pequena quantidade de um c tion que forma um
complexo com EDTA menos est vel que o complexo EDTA ± analito e para o qual existe um
bom indicador
EX.: Determinação de Ca+  Adicionase Cl à solução de EDTA
Início Y + complexado com EDTA
A medida que a titulação se processa:
+ +
Ca desloca  Y (Ca ± EDTA)
( ± EBT) Vermelho
Quando todo o c lcio for consumido Y  complexa com EDTA novamente
I.3 ± Métodos potenciométricos
Eletrodos íons ± seletivos

II ± MÉTODOS DE RETROTITULAÇÃO
Adicionase excesso de EDTA
Titulase o excesso com solução padrão de + ou Zn+, usando EBT como indicador
OBS: Complexos (+ / Zn+ ± EDTA) ENOS est veis que o complexo (analito ± EDTA)

Este método é útil na an lise de amostras que contém ânions que formariam precipitado com
o analito nas condições de an lise

III ± MÉTODOS DE DESLOCAMENTO


Excesso de uma solução contendo o complexo  ± EDTA ou Zn ± EDTA é adicionado à
solução que contém o íon a ser analisado
Complexo +n ± EDTA deve ser mais est vel que  ± EDTA ou Zn ± EDTA

Y + + Y Y + +

+ Y c tion a ser analisado Titulado com solução padrão de EDTA

cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:
OBSERVAÇÕES GERAIS

Controle de pH aumenta a seletividade


Aente mascarante Y liante que forma complexo com o interferente

Determinação da Dureza da Água

Capacidade dos c tions presentes na ua em substituir Na+ e K+ em sabões e formar


produtos pouco solúveis
+ +
Áuas naturais : [Ca ] e [ ] > outros c tions
Expressa em CaCO

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
10- EQUILÍBRIO DE OXI-REDUÇÃO E TEORIA ELE TROQUÍMICA

Aente oxidante (Ox) Y se ? duz (? cebe elétrons)


Aente redutor (Red) Y se oxi ( elétrons)

Ox + Red Red + Ox

Recebe elétrons de Red

Ex: 5 Fe + nO4 + H+ ¹ 5 Fe+ + n+ + 4 HO


+

Semi ± reações: (A Oxid) nO4  + H+ + 5é ¹ n+ + 4 HO


(A Red) 5 Fe+ ¹ 5 Fe+ + 5é

CÉLULAS ELETROQUÍMICAS

Os elétrons são transferidos até que [Cu+] e [Zn+] se encontrem nas concentrações de
equilíbrio para a reação:
Zn(s) + Cu+ ¹ Zn+ + Cu(s)

POTENCIAIS ELETRÓDICOS
xotencial de cela Y "diferença entre os  potenciais dos eletrodos"
as, instrumentos de medida de voltaem medem DIFERENÇAS DE xOTENCIAL
xOTENCIAIS RELATIVOS DE SEICELAS Y referência Y ELETRODO xADRÃO
DE HIDROGÊNIO

Eletrodos de xt imersa em solução eletrolítica mantida saturada com H()


H() ¹ H(sat, aq)
H(sat, aq) ¹ H+(aq) + é
Reação lobal: H() ¹ H+(aq) + é
xotencial depende:
0 T
0 aH +
0 x do H()
xara aH+= , x= atm Y Potencial igual a ZERO (qualquer T)
H Y perioso
Superfície platinizada Y difícil de manter
ELETRODO DE CALOMELANO
Eletrodo de referência secund rio Y pode converter para SHE
cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
Sistema eletródico Y H, HCl, KCl
xt, H | H+ (a= ,ÿÿ) || KCl(sat), HCl(sat) | H ESCE = +ÿ,44 V (5
C)

DEFINIÇÃO DO POTENCIAL DO ELETRODO: € o potencial de uma cela onde o eletrodo


em questão ae como CATODO e o SHE ae como ANODO
) Cu+ + é = Cu(s) E = ÿ,4V
Cu+ + H() = Cu(s) + H+ espontâneo

) Zn+ + é = Zn(s) E = ÿ,7V


Zn(s) + H+ = H() + Zn+ espontâneo

IUPAC Y reduções Atividades Y "1".


Semi - reação potencial do eletrodo, Eº (V)
Cu+ + é = Cu(s) ÿ,4
+
H + é = H() ÿ,ÿÿÿ
+
Cd + é = Cd(s)  ÿ,4ÿ
Zn+ + é = Zn(s)  ÿ,7

EQUAÇÃO DE NERNST
aA + bB +  + ne ¹ cC + dD + 

E
Y potencial padrão do eletrodo
R Y constante dos ases (, 4 /molK)
n Y n
de moles de elétrons
F Y Faraday = 45 C
Ln Y ,ÿ lo
 s Y pressão parcial

Ex.1: Zn+ + é = Zn(s)  


 ]  !
 ,
„ m  +

Ex.2: Fe+ + é = Fe+  , a  +


‘ ‘ M !
 , a   +

Ex.3:
+
H + é = H()  l 
‘ ‘ M !
 ,l  +

 
Ex.4: ACl(s) + é = A(s) + Cl  ]  !, +


c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
11 - TITULAÇÕES DE OXI± REDUÇÃO / TEORIA
Ordenada Y potencial do eletrodo (Į lo(conc))
Fe+ + Ce+4 Y Fe+ + Ce+ (Determinação de Fe)
Reação r pida e reversível Y sistema em equilíbrio durante a titulação
Esistema = ECe+4 = EFe+
Se um indicador redox est presente Y a razão [oxidada]/[reduzida] deve ser tal que:
EInd = Esistema = ECe+4 = EFe+
Esist Y Equação de Nernst para o Ce(IV) ou Fe(III)
Na xr tica :

Antes do PE Y EFe+ ([Fe+] alta)


Após o PE Y ECe+4

POTENCIAL NO PONTO DE EQUIVALÊNCIA


[Ce+4 ] e [Fe+ ] pequenas
+ +4
Eeq = E
Ce +4 ± ÿ,ÿ5 lo [Ce ]/[Ce ]
+ +
Eeq = E
Fe + ± ÿ,ÿ5 lo [Fe ]/[Fe ]
Adicionando:
Eeq = E
Ce +4 + E
Fe + ± ÿ,ÿ5 lo {[Ce+] [Fe+]}/{ [Ce+4 ] [Fe+]}
como: [Fe+] = [Ce+] e [Fe+ ] = [Ce+4]
Eeq = (E
Ce +4 + E
Fe +)/

EXExLO I  Deduza uma equação para o potencial de equivalência da titulação do Sn+


com nO4  A reação é
5 Sn+2 + 2 MnO4- + 16 H+ = 5 Sn+4 + 2 Mn+2 + 8 H2 O

EXExLO II± Deduza uma expressão para o potencial do ponto de equivalência para a
reação:
+2 -2 + +3 +3
6 Fe + Cr2O7 + 14 H = 6 Fe + 2 Cr + 7 H2O

CURVAS DE TITULAÇÃO
EXExLO XIII ± ÿ) Gerar a curva para a titulação de 5ÿ,ÿ mL de Fe+ ÿ,ÿ5ÿÿ  com Ce+4
ÿ, ÿÿÿ  em meio que é ,ÿ  em H SO4 (cte)
Fe+2 + Ce+4 = Fe+3 + Ce+3

Potencial Inicial
‡ Solução não contém espécie de Ce
‡ xequenas e desconhecidas quantidades de Fe+
Informações insuficientes para c lculo do potencial
Após a adição de 5 mL de Ce(IV)
‡ xresença sinificativa de Fe+, Fe+ e Ce+
+4
‡ [Ce ] Y pequena

[Fe+] = (5,ÿÿ x ÿ, ÿÿ)/(5ÿ,ÿÿ + 5,ÿÿ) ± [Ce+4 ]  ÿ,5ÿÿ/55,ÿÿ


[Fe+] = (5ÿ x ÿ,ÿ5 ± 5 x ÿ, )/55 + [Ce+4]  ,ÿÿ/55,ÿÿ

E = ÿ, ± ÿ,ÿ5/ lo (/55)/(ÿ,5/55) = ÿ,4V


Y E independe da diluição (até que a solução seja tão diluída que as aproximações feitas
não sejam mais v lidas)
Y Usar o sistema Ce(IV) / Ce(III) nos c lculos forneceria o mesmo resultado (necess rio o
+4
valor de K para obter [Ce ])
No ponto de Equivalência
Eeq = (E
Ce+4 + E
Fe +)/ = ( ,44/ÿ,)/ = ,ÿV
Após a adição de 25,1 mL de Ce(IV)
[Ce+ ] = (5 x ÿ, )/75,  [Fe+]  ,5ÿ/75,

[Ce+ ] = [(5, x ÿ, ) ± (5ÿ x ÿ,ÿ5)]/75, + [Fe+]  ÿ,ÿ /75,

E = ,44±ÿ,ÿ5/ lo([Ce+]/[Ce+4])= ,44 ± ÿ,ÿ5/ lo [(,5/75, )/(ÿ,ÿ /75, )] E = ,ÿÿ V

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:

A Y Fe+ + Ce+4 = Fe+ + Ce+


+  + + +
B Y 5 Fe + nO4 + H = 5 Fe + n + 4HO
E na reião de equivalência AIOR pois Keq maior
E Y independe da diluição se o n
de moles dos reaentes e produtos das semi ±
reações são idênticas e quando a aproximação CA = [A] é v lida

E na reião de equivalência CRESCE quando a Cte de equilíbrio CRESCE

OBS: EA
= ÿ,ÿ V, variação de elétron
TITULAÇÕES DE MISTURAS
 aentes redutores ou  aentes oxidantes Y  inflexões Y se EA é bem diferente de EB
(>ÿ, V)
+ + +
EX: VO + H + e = V + HO E
= ÿ,5 V
+ + +
V(OH)4 + H + e = VO +  HO E
= ,ÿÿÿ V
+
Curva de titulação do V com um aente oxidante forte (KnO4) Y  pontos de inflexão
(
) V+ Y VO+ (
) VO+ Y V(OH)4+
EX: Titulação de Fe+2 e Ti+3 com KMnO4
TiO+2 + 2H+ + e = Ti+3 + H2O Eº = 0,099 V
+3 +2
Fe + e = Fe Eº = 0,77V

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
xrimeiras adições de KnO4 Y usadas para titular o Ti+ que é mais facilmente oxidado
Até quando houver quantidade apreci vel de Ti+ o potencial do sistema não pode tornarse
alto o suficiente para variar a concentração de Fe+ de forma consider vel
+
E na primeira parte Y como Ti sozinho
E = ÿ,ÿ ± ÿ,ÿ5 lo {[Ti ]/([TiO+ ][H+])}
+

No
xE
H+ + TiO+ + Fe+ = Fe+ + Ti+ + HO
Usase EFe e ETi
+ + + + + 
E = ÿ,ÿ + ÿ,77 ± ÿ,ÿ5 lo{([Ti ][Fe ])/([TiO ][Fe ][H ] )}
[Fe+ ] = [Ti+]
E = ÿ,7/ ± ÿ,ÿ5/ lo {[Fe+ ]/([TiO+ ][H+])}
[TiO+] = CTiO +
[Fe+] = CFe +
+
Após o
xE: Y Como Fe sozinho
E = E
Fe + ± ÿ,ÿ5 lo {[Fe+]/ [Fe+]}
INDICADORES DE OXIDAÇÃO ± REDUÇÃO
Indicadores redox erais Indicadores específicos
INDICADORES REDOX GERAI S
 udam de cor quando oxidados ou reduzidos
 A variação da cor independe da natureza do analito ou titulante, mas só depende da
variação no ESISTEA que ocorre durante a titulação

In(oxidada) + ne = In(reduzida)
E = E
In ± ÿ,ÿ5/n lo {[Ind(red)]/[In(ox)]}
 A variação da cor é vista quando
‘[Ind(red)]/[In(ox)]} 1/10 varia para ‘[Ind(red)]/[In(ox)]} 10
 '
A variação em E necess ria para produzir uma ³completa´ mudança na cor do indicador:
E = EºIn 0,0592/n

Ex: complexos de Fe(II) com ortofenantrolina


(xhen)Fe+ + e = (xhen) Fe+
azul claro vermelho (ferroína)


+
Fe



INDICADORES ESPECÍFICOS
Amido Y Complexo azul com I 
Este complexo pode sinalizar o ponto final de reações com I
+
Tiocianato de Potássio Y Complexo vermelho com Fe 
Ex: titulação de Fe+ com Ti+ 
 
OBS: O amido pode ser um indicador eral redox, se a solução contém I ou I 
I + e =  I E
= ÿ,5 V

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
 Na presença de um excesso de a oxidante, [I ]/[I] é alta Y cor azul
 
 Na presença de um excesso de a redutor, [I ]/[I ] é baixa Y incolor

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
12 - TITULAÇÕES DE OXI-REDUÇÃO / APLICAÇÕES

I) AGENTES REDOX AUXILIARES

O analito deve estar em um único estado de oxidação no início da an lise


Etapas que precedem a titulação podem converter o analito em uma mistura de seus
estados de oxidação Necessidade do aente auxiliar
0 O aente auxiliar deve reair quantitativamente com o analito;
0 O excesso do aente deve ser facilmente removido ( para não consumir a
solução padrão )

Ex: Quando uma amostra contendo ferro é dissolvida:

istura de Fe+ e Fe+

Fe+ Fe+

Agente redutor auxiliar


( consome sol padrão usada para titular o Fe+ )

I.1) AGENTES REDUTORES AUXILIARES


( Pré ± redução do analito )

etais Zn, Al, Cd, xb, Ni, Cu, A

 xedaços de metal são colocados na solução;


 Após a reação se completar, o sólido é removido;
 Filtração da solução de interesse (remove pedaços e pós do metal);


c 
Empacotamento do metal
 ou


c xrato xerfurado

V cuo

c
+2
Redutor de Jones: Zn(Hg) Zn + Hg + 2e
Amálgama de zinco: (Zn(H)(s) )
Vantaem sobre o Zn(s):
Inibe a redução do H+ pelo zinco, reação que contamina fortemente a solução com Zn+)
Redutor de Walden: A(s) + Cl ACl(s) + e

A(s) ranulada colocada numa coluna de vidro



A(s) é um bom redutor na presença de Cl ou outro íon que forme sal pouco solúvel com a
prata Usase solução hidroclórica do analito
Walden mais seletivo que ones

I.2) AGENTES OXIDANTES AUXILIARES

Bismutato de sódio ( NaBiO , pouco solúvel )


xoderoso aente redutor
Peroxidissulfato de Amônio ( (NH4) SO )

S O + e = SO4 E = ,ÿ V

O excesso: SO + HO 4SO 4 + O() + 4H+

Peróxido de Hidrogênio:
HO + H+ + e = HO E= ,7V
O excesso: HO HO + O()
Ebul

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
II) AGENTES OXIDANTES PADRÕES
II.1) KMnO4 e Ce(IV)
Agentes oxidantes fortes
nO4 + H+ + 5e = n+ + 4HO E= ,5 V
( concentração de cido forte ÿ,  Se a concentração for menor, o produto pode ser
n(II), n(IV) ou n(VI) )

Ce+4 + e = Ce+ Ef= ,44V em HSO4 

Em HClO4 1M
Não são Ef = ,7ÿV
muito est veis Em HNO 

Ef = 1,61V
Comparação entre os dois reagentes:
Ce+4 KMnO4

Força Oxidante Comparável


 Sol em HSO4 est vel ± decompõese lentamente
 Não oxida Cl (pode titular sols  Oxidação do Cl leva a um
hidroclóricas do analito) superconsumo da sol padrão
 Solpadrão prim rio disponível  Cor pode funcionar como indicador ( violeta )
 Caro

Pontos Finais
KMnO4:
ÿ,ÿ ml de sol ÿ,ÿ de KnO4 em ÿÿml de HO j fornece a cor perceptível
xonto Final não é permanente:
nO4 + n+ + HO 5nO (s) + 4H+ lenta, K ÿ47
+4
Ce :

A sol. de Ce+4 é laranja não intensa


Deve-se usar indicador

PREPARAÇÃO E ESTABILIDADE DAS SOLS. PADRÕES

KMnO4 :
Não é totalmente est vel na ua:
4nO4 + HO 4nO (s) + O() + 4OH
K é alto, porém V é baixa
€ catalisada pela luz, aquecimento, cidos, bases,n+ e nO
 nO é um contaminante do KnO4(sólido)
 nO se forma nas sols recém preparadas devido à reação do nO4 com matéria
orânica e poeira presentes na ua usada para preparar as solução
CUIDADOS:

 Filtrar o nO antes da padronizar o KnO4;


 Antes desta filtração a sol deve ser deixada em repouso por  /4 h ou aquecida para que
toda a matéria orânica se oxide;
 Não usar papel para filtrar ( reae formando nO );
 Guardar ao abrio da luz após padronizar;
 Sempre repadronizar
Ce+4:

 Ce(NO)4  NH4NO xadrão prim rio


( também pode ser encontrado em rau reaente padronização )
 Ce(OH) 4 ( rau reaente )
Dissolver numa sol de num mínimo ÿ,  H SO4 para evitar precipitação de sais b sicos

PADRÕES PRIMÁRIOS PARA PADRONIZAR AS SOLS. DE Ce+4 e KMnO4:


Oxalato de Sódio:
Em sols Ácidas: CO4  + HO+ = H CO4
KMnO4 :
nO4 + 5HCO4 + H+ = n+ + ÿCO() + HO
n+ catalisador ( no início a reação é lenta, depois tornase r pida )
c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Se a for realizada a ÿÿC h um consumo de KnO4 menor que o teórico oxidação
do oxalato pelo ar
xara evitar:
 Adicionar ÿ a 5% do KnO4 requerido a uma sol fria de oxalato;
Depois que o nO4 for totalmente consumido (incolor), a sol é aquecida (ÿC) e titulase
até a cor rosa persistente por ÿs

+4
Ce :

5ÿC em HCl contendo monocloreto de iodo como catalisador


Outros padrões prim rios: Ferrocianato de pot ssio, fio de ferro, sal de Oesper

II.2) DICROMATO DE POTÁSSIO


Cr O7 + 4H+ + e =  Cr+ + 7H O E = ,V
Verde
Est veis (sols);
 Não reae com Cl;
 xode ser aquecida barato
 E, no entanto, menor que EnO4 e ECe+4
K CrO7 Grau reaente é suficientemente puro para preparação direta da sol padrão
Ácido difenilamina sulfônico Indicador

III.3) IODO
I + e = I E=ÿ,555V
as,
I + I = I k= 7,x ÿ
Então, temse o seuinte sistema:
I + e = I E=ÿ,5V

E, do sistema é pouco afetado pela formação de I 
E= ÿ,5V Baixo Só reae com redutores fortes Útil para aumentar a
seletividade
PREPARAÇÃO E PROPRIEDADES
Solubilidade do I em H O é baixa dissolvese o elemento em uma sol relativamente
concentrada de KI
I(s) + I I
Espécie predominante
Solução não é est vel pois,
 Volatilidade;
 I ataca lentamente a matéria orânica
( não usar tampa de borracha, proteer de fumos orânicos ) ;
 Oxidação do iodeto pelo ar
4I + O() + 4H+ = I + HO

PONTOS FINAIS
 
 A cor do I ( amarelomarrom) pode ser distinuida em uma solulção 5x ÿ  xode
servir como indicador ( se a solque contém o analito for incolor );
 Extração do iodo em tetracloreto de carbono violeta;
 Amido + I Azul (devido a a amilose )
Amido solúvel vendido comercialmente primário a- amilose
 Suspensão de amido decompõese em poucos dias devido,
principalmente, a ação das bactérias Devese preparar e estocar o indicador sob
condições estéreis e adicionar H(II) (iodeto) ou clorofórmio;
 Decompõesse em altas concentrações de I adicionar o amido próximo ao ponto
final

PADRONIZAÇÃO
 Tiossulfato anidro de sódio ( prim rio );
 Tiossulfato de b rio monohidratado ( prim rio);
 Tartarato de pótassio e antimônio(III)

APLICAÇÕES
Titulações devem ser realizadas em meio cido ou neutro
Em sol alcalina:
I + OH = IO + I + H+
IO = IO +I
cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:
Substância: Semi-reação:

As H AsO + HO = HAsO4 + H+ + e


Sb H SbO + HO = HSbO4 + H+ + e
+ +4
Sn Sn = Sn + e
+
Asascórbio C  HO = C HO + H + e
S O  
SO = S4 O + e

III) AGENTES REDUTORES

A maioria reae com O atmosférico raramente usadas para titulações diretas


III.1) Fe(II)
xreparadas a partir de:
 Fe(NH4)(SO4 )  HO
 FeCH4(NH) (SO4)  4H O ( sulfato de etileno diamina )
Oxidação do Fe+ pelo ar é inibida na presença se cidos ( HSO4 ÿ,5 )
 Adicionase excesso de Fe+
 Titulase imediatamente o excesso com dicromato ou Ce+4
 Imediatamente antes ou depois da titulação, devese padronizar a sol de Fe+

III.2) IODETO / S 2 O32-

I = I + e
Titulação indireta, pois a cor intensa do produto não permite a visualização do ponto final
Sol de I inst veis oxidação do ar pelo reaente

 Adicionase excesso de KI
 O I produzido é titulado com Na SO
( um dos poucos aentes redutores est veis à oxidação do ar )

SO = S4O + e
I + SO I + S4O
pH neutro ou levemente cido
Se o pH for muito cido devese prevenir a oxidação do ar pelo excesso de I mantendo
se a sol em atmosfera inerte

Em pH muito alcalino:
I + OH = IO + I + H+
IO + tissulfato sulfato

ESTABILIDADE DAS SOLS DE TIOSSULFATO


Embora resistente à oxidação do ar, ela tende a se decompor:

S O + H+ = HSO + S(s)

Vari veis que afetam esta reação:


 pH
 xresença de microoranismos*
 xresença de Cu+
 Luz do sol
*Evitar Usar condições estéreis, usar bactericida , pH =  a ÿ ( ação das bactérias
é minimizada )
A decomposição pode fazer a concentração µ¶ AUENTAR µ¶ ou µ¶ DIINUIR ¶¶

mol HSO consome mol de I


( SO consome ½ mol )

HSO3- é oxidado pelo ar a


SO4 ( não reativo )

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
PADRONIZAÇÃO DO TIOSSULFATO

KIO padrão prim rio


 xesase o KIO e dissolve em H O em presença de KI
 Acidificase:
IO + 5I + H+ = I + HO
 O I é titulado com SO 
mol IO  ß  moles I ß  moles e ß  moles SO
Outros padrões prim rios:
 Dicromato
 Bromato de pot ssio

IV) OXIDANTES ESPECIAIS

IV.1) KBrO3 como fonte de Br2

Br + H+ + e = Br + HO E= ,44V


Excesso de BrO:
BrO + 5Br + H+ Br + HO
Sol de Br é inst vel processo indireto elimina este problema
mol BrO ß  moles Br ß  moles e

 Excesso medido de KBrO e adicionado à solução contendo a amostra de KBr


 Acidificase
 Deixase reair em frasco fechado
 Adicionase excesso de KI:
I + Br I + Br
 O iodo é titulado com SO
AxLICAÇÃO: Compostos orânicos com = Br reae por substituição ou adição:
Substituição:

OcHc
Bcrc Bcrc

+  Brcc +  HBrc
Adição:

Hc Hc Bcrc
Hc Hc
Hc Cc Cc Hc + Brcc Hc Cc Cc Hc
Bcrc Bcrc
IV.2) REAGENTE DE KARL FISCHER

Dióxido de enxofre é oxidado pelo iodo na presença de ua


Reaente de Karl Fischer:SO, I, piridina e metanol
I)
C5H5N  I + C5H5N  SO + C5H5N + HO C 5H5 N  HI + C 5H5N  SO
II)
C5H5N  SO + CHOH C 5H5N(H)SO4 CH
Na etapa (I) ocorre oxidação do SO a SO pelo I , com consumo de HO
A etapa (II), que ocorre na presença de um excesso de metanol, previne o consumo de
ua pelo complexo piridina / SO
C5H5N  SO + HO C 5H5NHSO4H
Reação lobal:
SO + I + C5 H5N + CHOH + HO C5H5N  I + C5H5N(H)SO4CH
mol I ß mol SO ß  moles piridina ß mol HO
Na pr tica: excesso de piridina e SO , assim a estequiometria é dada pelo I
Reaente decompõese padronizar diariamente
Cuidados devem ser tomados para não contaminar o reaente com a umidade do ar

Ponto final:
 Quando toda a ua for consumida aparece o  excesso de piridina / I (amarelo marrom
)
 étodos eletrométricos
Interferentes:
 Substâncias que reaem com um dos componentes do reaente para produzir HO

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
EX: Compostos carbonílicos

OCc cHc c
RCHO +  CHccOHc R c CcHc
+ HcO
c c
EX: óxidos met licos OCc cHc c

O + HI = I + HO

Aentes oxidantes e redutores Reoxidam o I produzido ou reduzem o I do reaente

Xc cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
13 - ESQUEMA DE SEPARAÇÃO DE CÁTIONS

c
HCl
diluído

GRUxO  Grupo dos


HS/H+ cloretos insolúveis (A + ,
xb++ H++)

GRUxO   rupo dos sulfetos


cidos (Bi + , xb++ H++ Cu+
NH4OH/
Cd+
NH Cl As+ Sb+ Sn+)

GRUxO  A  rupo dos


HS/NH4OH hidróxidos insolúveis (Fe + , Al+
Cr+ n+)

(NH4)CO/NH4Cl GRUxO  B  rupo dos


sulfetos alcalinos (Co + , Ni +
Zn+ n+)

GRUxO 4  rupo dos


carbonatos insolúveis (Ba + ,
Sr+ Ca+)

GRUxO 5  rupo dos c tions


solúveis (K+ Na+ + NH4+)

cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:
14 - A BALANÇA ANALÍTICA (www.chemkey.com.br)
aterial preparado por:
oão Carlos de Andrade (UNICAx, Instituto de Química)
Roério Custodio (UNICAx, Instituto de Química)

A balança analítica é um dos instrumentos de medida mais usados no laboratório e dela


dependem basicamente todos os resultados analíticos

As balanças analíticas modernas, que podem cobrir faixas de precisão de leitura da ordem
(
de ÿ,  a ÿ, m, j estão bastante aperfeiçoadas a ponto de dispensarem o uso de salas
especiais para a pesaem esmo assim, o simples empreo de circuitos eletrônicos não
elimina as interações do sistema com o ambiente Destes, os efeitos físicos são os mais
importantes, pois não podem ser suprimidos

As informações contidas neste texto visam indicar os pontos mais importantes a serem
considerados nas operações de pesaem

Localização da Balança

A precisão e a confiabilidade das pesaens estão diretamente relacionadas com a


localização da balança analítica Os principais itens a serem considerados para o seu correto
posicionamento são:

Características da sala de pesagem


 Ter apenas uma entrada
 Ter o mínimo de janelas possível, para evitar a luz direta do sol e correntes de ar
 Ser pouco susceptível a choques e vibrações

As condições da bancada
 Ficar firmemente apoiada no solo ou fixada na parede, de modo a transmitir o mínimo de
vibrações possível
 Ser ríida, não podendo ceder ou verar durante a operação de pesaem xodese usar
uma bancada de laboratório bem est vel ou uma bancada de pedra
 Ficar localizada nas posições mais ríidas da construção, eralmente nos cantos da
sala
 Ser antimanética (não usar metais ou aço) e proteida das caras eletrost ticas (não
usar pl sticos ou vidros)

As condições ambientais
 anter a temperatura da sala constante
 anter a umidade entre 45% e ÿ% (deve ser monitorada sempre que possível)
 Não permitir a incidência de luz solar direta
 Não pesar próximo a irradiadores de calor
 Colocar as lumin rias distantes da bancada, para evitar distúrbios devido à radiação
térmica O uso de lâmpadas fluorescentes é menos crítico
 Evitar pesar perto de equipamentos que usam ventiladores (ex: ar condicionado,
computadores, etc) ou perto da porta

Cuidados Operacionais

Cuidados básicos
 Verificar sempre o nivelamento da balança
 Deixar sempre a balança conectada à tomada e liada para manter o equilíbrio térmico
dos circuitos eletrônicos
 Deixar sempre a balança no modo stand by, evitando a necessidade de novo tempo de
aquecimento (warm up)

O frasco de pesagem
 Usar sempre o menor frasco de pesaem possível
 Não usar frascos pl sticos, quando a umidade estiver abaixo de ÿ4ÿ%
 A temperatura do frasco de pesaem e seu conteúdo devem estar à mesma
temperatura que a do ambiente da câmara de pesaem
 Nunca tocar os frascos diretamente com os dedos ao coloc los ou retir los da câmara
de pesaem

O prato de pesagem
 Colocar o frasco de pesaem sempre no centro do prato de pesaem

Xc cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
 Remover o frasco de pesaem do prato de pesaem tão loo termine a operação de
pesaem

A leitura
 Verificar se o mostrador indica exatamente zero ao iniciar a operação Tare a balança,
se for preciso
 Ler o resultado da operação tão loo o detetor autom tico de estabilidade desapareça
do mostrador

Calibração
 Calibrar a balança reularmente, principalmente se ela estiver sendo operada pela
primeira vez, se tiver sido mudada de local, após qualquer nivelamento e após randes
variações de temperatura ou de pressão atmosférica

Manutenção
 anter sempre a câmara de pesaem e o prato de pesaem limpos
 Usar somente frascos de pesaem limpos e secos

As Influências Físicas na xesaem

Quando o mostrador da balança ficar inst vel, seja por variação contínua da leitura para
mais ou para menos ou simplesmente se a leitura estiver errada«

ATENÇÃO: Você estar observando influências físicas indesej veis sobre a operação As
mais comuns são:

Temperatura
Efeito Observado: O mostrador varia constantemente em uma direção

otivo: A existência de uma diferença de temperatura entre a amostra e o ambiente da


câmara de pesaem provoca correntes de ar Estas correntes de ar eram forças sobre o
prato de pesaem fazendo a amostra parecer mais leve (chamada flutuação dinâmica) Este
efeito só desaparece quando o equilíbrio térmico for estabelecido Além disso, o filme de
umidade que cobre qualquer amostra, e que varia com a temperatura, é encoberto pela
flutuação dinâmica Isto faz com que um objeto frio pareça mais pesado ou um objeto mais
quente mais leve

edidas corretivas:
 Nunca pesar amostras retiradas diretamente de estufas, muflas, ou refrieradores
 Deixar sempre a amostra atinir a temperatura do laboratório ou da câmara de
pesaem
 xrocurar sempre manusear os frascos de pesaens ou as amostras com pinças Se não
for possível, usar uma tira de papel
 Não tocar a câmara de pesaem com as mãos
 Usar frascos de pesaem com a menor rea possível

Variação de massa
Efeito Observado: O mostrador indica leituras que aumentam ou diminuem, continua e
lentamente

otivo: Ganho de massa devido a uma amostra hiroscópica (anho de umidade


atmosférica) ou perda de massa por evaporação de ua ou de substâncias vol teis

edidas corretivas:
 Usar frascos de pesaem limpos e secos e manter o prato de pesaem sempre livre de
poeira, contaminantes ou otas de líquidos
 Usar frascos de pesaem com aralo estreito
 Usar tampas ou rolhas nos frascos de pesaem

Eletrostática
Efeito Observado: O mostrador da balança fica inst vel e indica massas diferentes a cada
pesaem da mesma amostra A reprodutibilidade dos resultados fica comprometida

otivo: O seu frasco de pesaem est carreado eletrostaticamente Estas caras formam
se por fricção ou durante o transporte dos materiais, especialmente os pós e rânulos Se o
ar estiver seco (umidade relativa menor que 4ÿ%) estas caras eletrost ticas ficam retidas
ou são dispersadas lentamente Os erros de pesaem acontecem por forças de atração
eletrost ticas que atuam entre a amostra e o ambiente Se a amostra e o ambiente estiverem
sob o efeito de caras elétricas de mesmo sinal [+ ou ] ocorrem repulsões, enquanto que
sob o efeito de caras opostas [+ e ], observamse atrações
cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:
edidas corretivas:
 Aumentar a umidade atmosférica com o uso de um umidificador ou por ajustes
apropriados no sistema de ar condicionado (umidade relativa ideal: 45ÿ%)
 Descarrear as forças eletrost ticas, colocando o frasco de pesaem em um recipiente
de metal, antes da pesaem 
 Conectar a balança a um "terra" eficiente

Magnetismo
Efeito Observado: Baixa reprodutibilidade O resultado da pesaem de uma amostra
met lica depende da sua posição sobre o prato da balança

otivo: Se o material for manético (ex: ferro, aço, níquel, etc) pode estar ocorrendo
atração mútua com o prato da balança, criando forças que levam a uma medida errônea

edidas corretivas:
 Se possível, desmanetize as amostras ferromanéticas
 Como as forças manéticas diminuem com a distância, separar a amostra do prato
usando um suporte nãomanético (ex: um béquer invertido ou um suporte de
alumínio)
 Usar o ancho superior do prato da balança, se existir

Gravitação
Efeito Observado: As pesaens variam de acordo com a latitude Quanto mais próximo do
equador maior a força centrífua devido à rotação da Terra, que se contrapõe à força
ravitacional Desta forma, a força atuando sobre uma massa é maior nos pólos que no
equador As pesaens dependem também da altitude em relação ao nível do mar (mais
exatamente, em relação ao centro da Terra) Quanto mais alto, menor a atração
ravitacional, que decresce com o quadrado da distância

edidas corretivas:
 xesaens diferenciais ou comparativas ou de precisão, efetuadas em diferentes
latitudes ou altitudes (ex: no térreo e em outros andares de mesmo prédio) devem ser
corriidas
mh = (rt} x mc
(rt + h)
ms = massa medida ao nível do solo
rt = raio da Terra (~ 7ÿ km)
h = altura do local onde se fez a medida (m)
mc = massa medida a uma altura (h), em relação ao nível do solo

Empuxo
Efeito Observado: O resultado de uma pesaem feita em ar não é o mesmo que no v cuo

otivo: Este fenômeno é explicado pelo princípio de Arquimedes, seundo o qual "um corpo
experimenta uma perda de peso iual ao peso da massa do meio por este deslocado"
Quando materiais muito densos (ex: H) ou pouco densos (ex: ua) são pesados,
correções devem ser feitas, em favor da precisão

edidas corretivas:
 xesaens diferenciais ou comparativas ou de muita precisão, efetuadas em dias
diferentes, devem sempre ser corriidas com relação ao empuxo, levandose em conta
a temperatura, a pressão e a umidade atmosféricas Os trabalhos comuns de laboratório
eralmente dispensam estas medidas

Xc cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:

cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:

Xc cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

a
1 Lista de Exercícios

ÿ ) Explique a diferença entre precisão e exatidão

ÿ) Cite três formas de verificar a presença de erros sistem ticos de método

ÿ) O que são erros indeterminados?

ÿ4)Uma amostra de lia pesando ÿ,ÿÿÿ e contendo somente A e xb foi dissolvida em


cido nítrico O tratamento da solução resultante com cido clorídrico a frio forneceu um
precipitado de ACl e xbCl pesando ÿ,4 Quando esse precipitado misto foi tratado
com ua quente para dissolver todo o cloreto de chumbo, ÿ,ÿ7 de cloreto de prata
permaneceram na forma sólida Calcule:
a)O percentual de prata na amostra
b)O peso de cloreto de chumbo que não precipitou por adição de cido clorídrico a frio
xesos atômicos: A ÿ7,7ÿ xbÿ7,  Cl5,45

ÿ5)Uma solução aquosa contém NaNO e KSCN O íon SCN é precipitado como ASCN
pela adição de ANO Após a adição de um excesso de reaente,
a)Qual a cara na superfície da partícula coloidal?
b)Qual a fonte dessa cara?
c)Quais os íons que fazem a camada de íons contr rios?

ÿ)O que é precipitação em solução homoênea? Qual a sua vantaem?

ÿ7)ÿ, 7 de uma amostra de um composto orânico foi queimada em fluxo de O e o CO
produzido foi coletado numa solução de hidróxido de b rio Calcule o percentual de carbono
na amostra se ÿ,5  de BaCO foi formado
xeso atômico do Ba ± 7,

ÿ)ÿ,75 de uma amostra de inseticida contendo apenas Lindano (CHCl) e DDT


(C 4 HCl5) foi queimada numa corrente de oxiênio em um tubo de quartzo Os produtos
(CO, HO e HCl) foram passados através de uma solução de NaHCO Após acidificação, o
cloreto em solução produziu ÿ,7   de ACl Calcule a percentaem de Lindano e DDT na
amostra

ÿ)ÿ,4ÿ7 de uma amostra contendo cloreto e iodeto forneceram um precipitado com prata
de ÿ,44ÿ Este precipitado foi então fortemente aquecido em um fluxo com Cl para
converter o AI em ACl Após completo esse tratamento, o precipitado pesou ÿ,  
Calcule o percentual de cloreto e iodeto na amostra

cc
  
c 
 cc  
 c XXc
c
Anotações e Observações:

Xc cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica
a
2 Lista de Exercícios

1) A concentração de CO numa amostra asosa foi obtida passandose ÿ, l de  s sobre


pentóxido de iodo aquecido a 5ÿo C
A reação é:
I) IO5 (s) + 5CO () Y 5CO () + I ()
O iodo destilado nesta temperatura foi coletado em um absorvente contendo ,5 ml de
Na SO ÿ,ÿ ÿ 
II) I (aq) + SO (aq) Y S4O  (aq) + I(aq)
O excesso de Na S O foi retrotitulado com ,  ml de I ÿ,ÿÿ47
Calcule o peso, em m, de CO (x=,ÿ ) por litro de solução

2) Exatos 4ÿ,ÿ ml de uma solução de HClO4 foram adicionados a uma solução contendo
ÿ,47  do padrão prim rio NaCO  A solução foi levada à ebulição para remover o CO e
o excesso de HClO4 foi retrotitulado com ,7ÿ ml de NaOH Em um experimento separado 5
ml de NaOH neutralizaram 7,4 ml de HCO4
Calcule a molaridade do HClO4 e do NaOH

3) Uma solução de Ba(OH) foi padronizada contra ÿ, ÿ   do padrão prim rio cido
benzóico, CH5 COOH (x= , ) O ponto final foi observado após a adição de 44,4 ml
de base Calcule a molaridade da base

4) Calcule a concentração molar de uma solução a 5%pp de H SO4 com d= ,  K/L

cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica
a
3 Lista de Exercícios
c
c
ÿ )Calcule a solubilidade do Ba(IO) numa solução resultante da mistura de ÿÿml de
Ba(NO) ÿ,ÿ  com ÿÿml de NaIO ÿ, ÿ
Kps(Ba(IO ))= ,57x ÿ

ÿ)Calcule a concentração do íon hidrônio numa solução de hipoclorito de sódio ÿ,ÿ ÿ

K(HClO)=,ÿÿx ÿ

ÿ)Usando atividades, calcule a concentração do íon hidrônio numa solução ÿ, ÿ de


HNO que é também ÿ,ÿ5ÿ em NaCl Ka=5, x ÿ4
m f(H O ) f(NO  )
ÿ,ÿ ÿ, 4 ÿ,
ÿ,ÿ5 ÿ, ÿ,ÿ
ÿ, ÿ ÿ, ÿ,7

ÿ4)Calcule o peso em ramas de xbI que se dissolve em ÿÿml de


(a) ua (b),ÿÿx ÿ  KI (c ),ÿÿx ÿ  xb(NO)
Kps(xbI)=7, x ÿ x(xbI) = 4ÿ,

ÿ5)A uma solução contendo Cl e CrO4 = adicionase ota a ota uma solução de ANO  A
concentração de íons cromato em solução é ÿ,  Calcular a concentração mínima de Cl
na solução que começar a precipitar o ACrO4
Kps(ACl)= ,5x ÿ ÿ Kxs(A CrO4)=4,ÿ5x ÿ 
   ÿ
ÿ)O Kps do A CO é , x ÿ e do ACl é ,5x ÿ  xor que é errado concluir que o
ACO é menos solúvel que o ACl porque seu Kps é menor ?

ÿ7)H+ forma um complexo solúvel com Cl :


H+ + Cl = HCl Kf= ,x ÿ 
+
Calcule a concentração de H em cada uma das seuintes soluções (usando
concentrações molares):
a)ÿ,ÿ ÿ moles de HCl em ,ÿÿ l de ua
b)misturandose 5ÿ,ÿml de H(NO) ÿ,ÿ  com 5ÿ,ÿml de NaCl ÿ,ÿ4
e NaNO ÿ,ÿ
E ainda responda, se a aproximação de usar concentrações molares pode trazer erros
consider veis aos resultados dos casos (a) e (b) Explique sua resposta

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica
a
4 Lista de Exercícios

)Calcular a solubilidade do Fe(OH) em ua


Kps(Fe(OH))=4x ÿ4 

)Calcular a solubilidade do AI numa solução contendo tiossulfato de sódio (Na SO)
ÿ,ÿ  e KI ÿ,ÿ 
Dados:
AI(s) = A + + I Kps=,x ÿ 7
AI(s) = AI(aq) Kd=,ÿx O
A+ + SO= = AS O K =,x ÿ
ASO + SO= = A(SO) K =4,4x ÿ4
A(S O) + SO = = A(SO)5 K =4,

)Calcule a concentração de equilíbrio de cada íon numa solução resultante da adição de


ÿ, ÿ de (OH) a 45 ml de
(a)HCl ÿ,ÿÿ4 (b)HCl ÿ,ÿ4 Kps((OH) )= ,7x ÿ 

4)Calcular a solubilidade do A S em ua pura


Dados:
A S(s) = A+ + S= Kps=,ÿx ÿ5ÿ
=
S + HO = HS + OH

 
HS + HO = HS + OH
+ 
HO = HO + OH
  5
Ka (HS)=5,7x ÿ Ka(HS)= ,x ÿ

5)Calcular a solubilidade molar do ACO numa solução cuja concentração de H O+ é


iual a x ÿ 
Kps(ACO )=, x ÿ  Ka (H CO)=4,45x ÿ7 Ka(HCO)=4,7x ÿ 

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

a
5 Lista de Exercícios
c
c
)Uma amostra sólida contém apenas NaCl, NaOH e ua Uma amostra de ,7ÿÿ desse
sólido foi dissolvida em ua destilada e diluída para 5ÿ,ÿ ml em balão volumétrico Uma
alíquota de 5,ÿÿ ml da solução consumiu , ml de HCl ÿ,47 para atinir o ponto
final da titulação usando fenolftaleína como indicador Quando uma outra alíquota de 5,ÿÿ
ml da solução da amostra foi titulada pelo método de Volhard, 5,ÿÿ ml de ANO
ÿ, 7 foram adicionados e astouse 4, ml de KSCN na titulação de retorno A
quantidade de ua na amostra foi determinada por diferença Qual a composição
percentual da amostra oriinal?

)Descreva o método de ohr e Volhard, escrevendo as equações químicas para as


reações principais e dos indicadores

)Como funcionam os indicadores de adsorção?

4)xor que a determinação de íons cloreto pelo método de Volhard requer mais etapas que
a determinação de brometos pelo mesmo método?

5)No método de ohr indique  formas de eliminar o erro de titulação causado pelo
consumo de prata pelo indicador

)Na titulação de 5,ÿÿ ml de ANO ÿ,ÿ5ÿÿ com NH4SCN ÿ,ÿ5ÿ, calcule as


concentrações do c tion e do ânion (A+ e SCN ) iniciais; após a adição de ÿ,ÿ ml
de NH4 SCN; no ponto de equivalência e após a adição de 5 ,ÿ ml de NH4 SCN
Kps(ASCN)= , x ÿ  

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

a
6 Lista de Exercícios

)Uma alíquota de 5ÿ,ÿÿ ml de NaCN ÿ,ÿ5ÿ  foi titulada com HCl ÿ, ÿÿ  A reação é
 +
CN + HO = HCN + H O

Calcule o pH após a adição de (a)ÿ,ÿÿ (b) ÿ,ÿÿ (c)5,ÿÿ e (d),ÿÿ ml do cido


Ka(HCN)=, x ÿ

)Calcule o pH de uma solução que resulta quando ÿ,ÿÿ ml de cido fórmico ÿ,ÿÿ é
(a)diluído para 45,ÿ ml com ua destilada
(b)misturado com 5,ÿÿ ml de NaOH ÿ, ÿ 
(c)misturado com 5,ÿÿ ml de uma solução de formiato de sódio ÿ,
Ka( cido fórmico)= ,77x ÿ4

)Calcule a variação de pH que ocorre em cada uma das soluções abaixo como resultado
de uma diluição : ÿ em HO
(a)ÿ,ÿ5ÿ  NaOH (b)ÿ,ÿ5ÿ  NH  (Kb= ,7x ÿ5) (c)ÿ,ÿ5ÿ  NH  + ÿ,ÿ5ÿ NH4Cl

4)Calcule a variação de pH que ocorre quando ,ÿÿ mmol de um cido forte é adicionado a
ÿÿ,ÿ ml das soluções do problema anterior

5)Qual o peso de formiato de sódio que deve ser adicionado a 4ÿÿ ml de cido fórmico ,ÿÿ
 para produzir um tampão de pH=,5ÿ ?

cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

a
7 Lista de Exercícios

ÿ )Calcule o pSr após a adição de ÿ,ÿÿ; ÿ,ÿÿ; 5,ÿÿ e 5, ÿ ml de EDTA para a titulação
de 5ÿ,ÿÿ ml de Sr ÿ,ÿ ÿ  com EDTA ÿ,ÿÿ , tamponada a pH ,ÿ
Dados:K(SrY )=4,x ÿ 4 (pH= ,ÿ)=ÿ,5

ÿ)Calcule o pCo após a adição de ÿ,ÿÿ; ÿ,ÿÿ; ÿ,ÿÿ e ÿ,ÿÿ ml de EDTA para a titulação
de 5,ÿÿ ml de Co ÿ,ÿ4ÿ  com EDTA ÿ,ÿ5ÿ  numa solução mantida a pH=,ÿ com
NH/NH4 Assuma que a concentração de NH é constante e iual a ÿ,ÿ4ÿ 
Dados:
Constantes de formação dos complexos do cobalto com a amônia:
K = 5, K=, K= ÿ K4 =, K5= , K=ÿ,5
Constante de formação para o CoY= ,ÿx ÿ  e 4(pH=,ÿ)=ÿ,ÿ5

ÿ)Como funcionam os indicadores metalocrômicos?

ÿ4)Descreva  métodos para realizar titulações com o EDTA

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

a
8 Lista de Exercícios

ÿ )Calcule o potencial eletródico do sistema no ponto de equivalência para a seuinte


reação Quando necess rio assuma que a concentração de H+ é iual a ÿ, 
nO4 + 5HNO + H+ = n+ + 5NO  + HO
Dados:
nO4 + H+ + 5e = n+ + 4HO E ÿ = ,5 V
NO + H+ + e = HNO + HO E ÿ =ÿ,4V

ÿ)xara a titulação de 5ÿ,ÿÿml de V+ ÿ, ÿÿ  com Sn+4 ÿ,ÿ5ÿ , calcule os potenciais após
a adição de ÿ,ÿÿ; 5ÿ,ÿÿ e 5ÿ, ÿ ml do reaente
Dados:
Sn+4 + e = Sn+ Eÿ =ÿ, 54V
+ + ÿ
V + e = V E =ÿ,5V

ÿ)xara que servem os aentes auxiliares de óxidoredução? Dê exemplos e indique como


eles são utilizados de forma a não consumir solução padrão numa posterior titulação

ÿ4)Fale sobre as vantaens e desvantaens do KnO4 sobre o Ce+4 como aente oxidante

ÿ5)Cite os cuidados que se deve ter na preparação de uma solução padrão de KnO4

ÿ)Cite uma maneira de realizar a padronização do KnO4 com oxalato de sódio de forma a
minimizar erros

ÿ7)xor que a espécie predominante em soluções de iodo é o íon triiodeto?

ÿ)Escreva sobre a estabilidade das soluções de iodo

ÿ)Escreva sobre as reduções com iodeto

ÿ)A decomposição de uma solução de tiossulfato pode fazer com que sua concentração
aumente ou diminua Explique

)Descreva a padronização da solução de tiossulfato com KIO 

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Prática ± Análise Gravimétrica

Determinação do Teor de Sulfato em Gesso


Introdução

O método baseiase na precipitação do sulfato de b rio insolúvel, pela adição lenta


de uma solução diluída de cloreto de b rio a uma solução quente e acidulada com HCl, que
contenha o sulfato
Ba+2 + SO42- Y BaSO4
O precipitado é filtrado, lavado com ua quente, calcinado a cerca de 5ÿo C e
pesado
A solubilidade do sulfato de b rio em ua é muito baixa cerca de ÿ,  ÿ,4
m/ ÿÿml na temperatura ambiente Os cidos minerais aumentam essa solubilidade por
causa da formação do íon HSO4 , porém ela é menor em presença de um excesso de íons
de b rio A presença de uma pequena quantidade de HCl na solução evita a formação de
sais de b rio de ânions como cromatos, carbonatos e fosfatos que são insolúveis em
soluções neutras, além disso o precipitado de sulfato assim obtido é formado por cristais
randes e facilmente filtr veis A precipitação deve ser efetuada na temperatura de ebulição
para diminuir a supersaturação
O sulfato de b rio é um precipitado sujeito a impurezas em virtude do efeito de
coprecipitação Dependendo da natureza dos sais coprecipitados o resultado poder ser
mais elevado ou mais baixo Cloretos e nitratos, se presentes, coprecipitam sob a forma de
seus sais elevando consideravelmente os resultados O erro ocasionado pelo cloreto, poder
ser evitado adicionandose lentamente e com aitação constante a solução de cloreto de
b rio, enquanto que o nitrato dever ser eliminado previamente
Em presença de certos c tions como sódio, pot ssio, lítio, c lcio, alumínio, cromo e
ferro III, ocorre a coprecipitação de seus sulfatos levando a erros sistem ticos neativos nos
resultados Estes interferentes deverão ser previamente removidos
A ua presente na solução é ocluída e adsorvida pelo precipitado sulfato de b rio,
porém durante a calcinação ela é eliminada
O sulfato de b rio quando puro não se decompõe ao ser aquecido ao ar seco até
cerca de 4ÿÿo C, entretanto é facilmente reduzido a sulfeto pelo carbono do papel de filtro
em temperaturas superiores a ÿÿo C
BaSO4 + 4C Y BaS + 4CO
A redução poder ser evitada fazendose uma carbonização do papel lentamente e
a temperaturas baixas em corrente de ar

Gesso
A Gispita é um sulfato de c lcio hidratado natural (CaSO4HO), depositado em
decorrência da evaporação de uas de rande salinidade no passado eolóico Contém
cerca de ,5% de CaO, 4,ÿ% de SO e ÿ,% de HO
€ um mineral pouco solúvel em ua dissolvendose totalmente em HCl Quando
aquecido a aproximadamente ÿ o C perder a ua de cristalização transformandose em
gesso (CaSO4 /HO)
xode ocorrer ainda na natureza o sulfato de c lcio anidro (CaSO4) conhecido como
anidrita contendo cerca de 4 ,% de CaO e 5,% de SO

xrocedimento Experimental

 xesar cerca de ÿ,5 da amostra seca em c psula de porcelana, juntar 5ÿ ml de HCl +5


e levar à secura em banho aria
 Aquecer a ÿ5 à 5o C durante duas horas, para desidratar a sílica
 Retirar da estufa e umedecer o resíduo com ÿ ml de HCl +5
4 Aquecer para dissolver os sais formados e filtrar em papel de filtração lenta, recolhendo
o filtrado em balão volumétrico de 5ÿ ml Lavar a c psula e o papel de filtro v rias
vezes com ua quente Desprezar o resíduo Deixar o conteúdo do balão esfriar e
completar o volume com ua destilada
5 Tomar uma alíquota de ÿÿ ml, transferir para um béquer de 4ÿÿ ml e adicionar ua
destilada até ÿÿ ml
 Aquecer até ebulição e lentamente adicionar ÿ ml de BaCl ( ÿ%) aitando
continuamente
7 Deixar em repouso por uma noite
 Filtrar por papel de filtração lenta
 Lavar o béquer e o papel de filtro v rias vezes com ua quente, tendo o cuidado de
não colocar rande quantidade de ua no funil, para evitar que o precipitado formado
ultrapasse o papel de filtro xassar v rias vezes o bastão de vidro com ponta de
borracha nas paredes e no fundo do béquer para transferir quantitativamente todo o
precipitado Lavar até eliminar cloretos (coletar um pouco de ua de lavaem em um
cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
tubo de ensaio e adicionar alumas otas de solução de ANO  Se não houver
turvação, os cloretos foram eliminados)
ÿ Transferir o papel de filtro com o precipitado para cadinho de porcelana previamente
tarado, carbonizar lentamente o papel e calcinar em mufla a cerca de ÿÿo C
 Esfriar em dessecador e pesar Calcular o teor de sulfato presente na amostra como
SO

Bibliorafia
 Norma ABNT B ±47 ± Gesso para Construção ± Determinação da ua livre e de
cristalização e teores de óxido de c lcio e anidrido sulfúrico ± étodo de Ensaio, 
 VOGEL ± BASSET, , DENNEY, RC, EFFREY, GH, ENDHA,  An lise
Inorânica Quantitativa, 4a edição, p  7 
 KOLTHOFF, I, SANDELL, EBTratado de Química Analítica Quantitativa, 4a edição,
p   
c
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c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Prática ± Volumetria

Titulações de Precipitação
 Introdução

O processo de precipitação mais importante na an lise titrimétrica utiliza o nitrato de


prata (ANO) como reaente (processo arentométrico) xara determinação do teor de
cloreto em solução podese usar ou o método de ohr ou o método de Volhard No primeiro
caso ocorre a formação de um precipitado colorido pouco solúvel e no seundo caso a
formação de um composto colorido solúvel

MÉTODO DE MOHR
xode ser utilizado para a determinação de cloretos e brometos Na titulação de uma
solução neutra de Cl , por exemplo, com uma solução de nitrato de prata, adicionase um
pouco de solução de cromato de pot ssio (KCrO4) para servir como indicador No ponto
final da titulação os íons cromatos combinamse com os íons prata para formar o cromato de
prata vermelho e pouco solúvel Como o cloreto de prata (ACl) é o composto menos solúvel
e sua concentração inicial é elevada, ele precipita primeiro que o cromato de prata Deve ser
usada uma solução diluída de cromato de pot ssio para evitar que a solução que est sendo
titulada adquira uma coloração alaranjada muito escura, o que dificulta a visualização do
aparecimento do cromato de prata no ponto final da titulação
xara evitar o erro de titulação deve ser feito um ensaio em branco, isto é, medida do
volume de nitrato de prata necess rio para dar uma coloração perceptível quando
adicionado à ua destilada que contenha a mesma quantidade de indicador que foi utilizada
na titulação Este volume é então subtraído do volume de nitrato de prata utilizado na
titulação da amostra
A titulação deve ocorrer em solução neutra ou levemente alcalina (pH de ,5 a ,ÿ)
Em solução cida ocorre a formação de bicromato de pot ssio seundo a reação:
CrO4 + H+ = HCrO4 = CrO7 + HO
Como o HCrO4 é um cido fraco, a concentração de íon cromato é reduzida e o
produto de solubilidade do cromato de prata não é alcançado Em solução fortemente
alcalina pode ocorrer a precipitação do hidróxido de prata
xara neutralizar uma solução cida pode ser adicionado um excesso de carbonato
de c lcio; uma solução fortemente alcalina pode ser acidificada com cido acético e depois
neutralizada com carbonato de sódio
A titulação deve ser efetuada na temperatura ambiente porque o cromato de prata
tornase solúvel com o aumento da temperatura Usandose uma mistura de cromato e
dicromato de pot ssio em proporções tais que formem uma solução neutra, evitase o perio
de variação do pH; o indicador misto produz um efeito tampão ajustando o pH em 7,ÿ à ÿ, 
Na presença de sais de amônio o pH não deve passar de 7, por causa do efeito dos sais de
amônio sobre a solubilidade dos sais de prata

MÉTODO DE VOLHARD
O íon A+ pode ser determinado em meio cido por titulação com tiocianato de
pot ssio (KSCN) ou de amônio (NH4 SCN), usandose o sulfato férrico amoniacal como
indicador A adição do tiocianato de prata do tiocianato produz inicialmente um precipitado
pouco solúvel de tiocianato de prata:
A+ + SCN Y ASCN
Quando esta reação se completa, o excesso de tiocianato produz uma coloração
marromavermelhada devido à formação do íon complexo
Fe+ Y (FeSCN)+
Este método pode ser aplicado à determinação de cloretos, brometos e iodetos em
soluções cidas Adicionase um excesso de solução padronizada de nitrato de prata e por
titulação de retorno com solução padronizada de tiocianato determinase o valor deste
excesso xara calcular o cloreto devem ser levados em consideração os seuintes
equilíbrios durante a titulação do excesso de íons prata:
A+ + Cl = ACl
A+ + SCN = ASCN
Essa reação ocorrer antes que haja a reação com íons Fe+ presentes na solução
e haver então um erro na titulação xara evitar que esta reação ocorra, podese filtrar o
cloreto de prata antes da titulação em excesso
Como o precipitado de cloreto de prata estar contaminado por íons prata
adsorvidos, devese ferver a suspensão por aluns minutos para coaular o precipitado e
remover a maior parte dos íons A+ adsorvidos A filtração posterior deve ser feita a frio
 xrocedimento Experimental

2.1- Método de Mohr - Determinação de Cloreto em Água


2.1.1- reparação das soluções
 SOLUÇÃO DE NaCl ÿ, N
Dissolver 5,5ÿÿ de NaCl (previamente seco a 4ÿà oC durante horas) em ua
destilada e diluir para ÿÿÿ ml em balão volumétrico Armazenar em recipiente de polietileno
cc
  
c 
 cc  
 c Xc
c
Anotações e Observações:
 SOLUÇÃO DE ANO ÿ, N
xesar 7,ÿ  de ANO e dissolver em ua destilada completando o volume para ÿÿÿ ml

 SOLUÇÃO INDICADORA DE K CrO4 A 5%


xesar 5,ÿÿ  de KCrO4 e transferir para um balão volumétrico de ÿÿ ml
2.1.2- adronização da solução de A £ com solução de £aCl
 Com uma pipeta volumétrica medir exatamente ÿ,ÿÿ ml da solução de NaCl ÿ, N para
um erlenmeyer de 5ÿ ml
 Diluir para ÿÿ ml com ua destilada e adicionar ,ÿ ml de solução de KCrO4 a 5%
- Titular com uma solução de ANO , sob aitação constante até aparecimento da
coloração vermelho marrom persistente

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
2.1.2.1- rova em branco
Uma prova em branco deve ser feita a fim de determinar o volume de ANO
requerido para formar o precipitado de ACrO4
 Transferir para um erlenmeyer de 5ÿ ml ÿÿ ml de ua destilada
 Adicionar ,ÿ ml do indicador e aproximadamente ÿ,5ÿ  de carbonato de c lcio
 Titular com solução de ANO até que a coloração do ensaio em branco seja iual a da
solução titulada
¦ 

 


)/ ¦
(
/˜r

*
 
˜ 

/ ¦
Y

 

/ ¦

 
01


/˜r
Y

 

/˜r

  

 
Y

 

 

2.1.- eterminação de Cloreto na amostra

Com uma pipeta volumétrica medir exatamente ÿÿ,ÿÿ ml da amostra ( ua da torneira)

para um erlenmeyer de 5ÿÿ ml
 Adicionar ,ÿ ml do indicador (KCrO4 a 5%)
 Titular com solução padrão de ANO até que a coloração vermelhomarrom
Î*
Aitar viorosamente durante  minutos e caso a coloração desapareça continuar a
titulação

2*
+

 : Fazer o mesmo procedimento citado anteriormente

 Calcular o teor de cloreto em m/L

2.2- Método de Volhard - Teor de HCl no Ácido Clorídrico Concentrado


2.2.1- reparação das soluções

 SOLUÇÃO DE SULFATO F€RRICO AONIACAL


Dissolver ,ÿ  de FeNH4 (SO4)   H O em 5 ml de ua destilada e juntar HNO
N até desaparecer a cor marrom

 SOLUÇÃO DE ÁCIDO NÍTRICO N


Adicionar 75 ml de HNO concentrado a 5ÿÿ ml de ua destilada e completar o
volume para ÿÿÿ ml com ua destilada

 SOLUÇÃO DE TIOCIANATO DE ANIO ÿ, N


Dissolver ,ÿ  de NH4 SCN em ua destilada e completar o volume para ÿÿÿ ml
Usar balão volumétrico
2.2.2- adronização da solução de tiocianato com A £

 xipetar 5 ml da solução padronizada de ANO ÿ, N para um erlenmeyer de 5ÿ ml


 Adicionar ÿ ml de HNO ( : ÿ) e  ml de sulfato férrico amoniacal
 Titular vaarosamente com o tiocianato até a coloração lieiramente marrom

¦ 

 

)
/˜r
(
/-Î÷¦/
˜ 

/˜r
Y

 

/˜r

 
32


/-Î÷¦/
Y

 

/-Î÷¦/

2.2.- eterminação de Cloreto na amostra

 Tomar ÿ ml de cido clorídrico concentrado usando uma bureta e transferir para o


balão volumétrico de ÿÿÿ ml
 Completar o volume com ua destilada, homoeneizar e pipetar 5 ml desta solução
para um erlenmeyer de 5ÿ ml
 Adicionar 5 ml de cido nítrico N e 5 ml de nitrato de prata ÿ, N
4 Ferver a suspensão por aluns minutos, esfriar um pouco e filtrar por papel de filtração
lenta
5 Lavar v rias vezes o erlenmeyer e o papel de filtro com solução de HNO ( : ÿÿ),
recebendo o filtrado e as uas de lavaens no mesmo recipiente
 Adicionar ml de sulfato férrico amoniacal e titular com tiocianato de amônio ÿ, N
7 Calcular o teor de HCl na amostra em percentaem p/p (d= , )

cc
  
c 
 cc  
 c c
c
Anotações e Observações:
Prática

Volumetria de Neutralização - Alcalinidade da Água

 Introdução
Alcalinidade da ua é a sua capacidade neutralizante cida € a soma de todas as
bases titul veis O valor medido pode variar sinificativamente com o pH do ponto final Em
muitas uas superficiais a alcalinidade é função dos carbonatos, bicarbonatos e hidróxidos,
por isso ela pode ser tomada como uma indicação da concentração destes constituintes Se
os boratos, fosfatos, silicatos e outras bases estiverem presentes, elas podem contribuir
para os valores medidos da alcalinidade Os valores da alcalinidade são usados na
interpretação e controle dos processos de tratamento de ua e efluentes
Existem três espécies de alcalinidade: de hidróxidos (OH), de carbonatos (CO ) e
de bicarbonatos (HCO ) xara identificar e quantificar as diferentes espécies de alcalinidades
presentes numa amostra, é feita uma titulação com um cido padrão usandose dois
indicadores sucessivamente Os indicadores utilizados são a fenolftaleína que produz uma
coloração rósea apenas na presença de hidróxidos ou carbonatos e o metilorane que é
amarelo em presença de qualquer uma das três espécies de alcalinidade e tornase
vermelho em presença de cidos A mudança de coloração de rosa para incolor ocorre em
um pH=, e de amarelo para vermelho do metilorane em um pH=4,4
Os carbonatos podem estar presentes juntamente com os hidróxidos ou com os
bicarbonatos, porém os hidróxidos e bicarbonatos não podem estar presentes ao mesmo
tempo numa mesma amostra As seuinte reações mostram o que ocorre quando cada um
dos três tipos de compostos são titulados com cido:
a) Hidróxidos: OH + HO+ Y HO
 + 
b) Carbonatos: CO + H O Y HCO + HO
 +
HCO + HO Y HCO + HO
c) Bicarbonatos HCO + HO+ Y HCO + HO
H cinco condições de alcalinidade possíveis de ocorrer em uma amostra de ua:
devida apenas aos hidróxidos; devida aos hidróxidos e carbonatos;devida só aos
carbonatos; devida aos carbonatos e bicarbonatos; devida só aos bicarbonatos
Chamando de x a alcalinidade parcial e de T a alcalinidade total e levandose em
consideração o que foi dito acima podemos compor a seuinte tabela comparativa (em m/L
de CaCO):

Os valores de alcalinidade são sempre expressas em termos de m / l CaCO


 xrocedimento Experimental
 Tomar uma alíquota de ÿÿ ml, da amostra e transferila para erlenmeyer de 5ÿ mL
Adicionar  otas do indicador de fenolftaleína e titular com HCl ÿ, N até que a solução
mude a coloração de rosa para incolor
 Anotar o volume asto (Vx) de HCl
 Adicionar então  otas de metilorane e continuar a titulação com HCl ÿ, N até que a
coloração da solução mude de amarelo para alaranjado
4 Anotar o volume asto (VT) de HCl

 x £ 
Alcalinidade parcial (x) = (em m / l CaCO )
 

 Ô  Ô Ô 
Alcalinidade total (T) = (em m / l CaCO)

Onde Vx = volume de HCl ÿ, N asto na titulação com fenolftaleína
VT = volume total de HCl asto na titulação com fenolftaleína + metilorane
N = normalidade do HCl ÿ, N
f = fator de correção do HCl ÿ, N
VL = volume tomado da amostra

OBS: Quando adicionar o indicador fenolftaleína e a solução não tornarse rosa Y Vx=ÿ e
x=ÿ
 xreparação de Soluções

*
÷ 

4   
05

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Dissolver ,ÿ  de fenolftaleína em ÿÿ mL de etanol xA
*
÷ 

  

Ñ 
105

Dissolver ÿ,  de vermelho de metila em ÿÿ mL de etanol xA


*
÷ 

Ñ  
125

Dissolver ÿ,5  de metilorane em 5ÿ mL de ua destilada quente, esfriar e


completar para ÿÿ mL com ua destilada
*
÷ 

#
¦
10/

Em 5ÿÿ mL de ua destilada adicionar ,5 mL de HCl xA, completar para ÿÿÿ
mL e deixar em repouso por 4 horas Usar balão volumétrico
xadronização do HCl
Tomar 5 mL de solução de Na CO ÿ, N, transferir para erlenmeyer de 5ÿ mL,
adicionar  otas de vermelho de metila e titular com HCl ÿ, N até que a coloração da
solução mude de amarelo para levemente vermelha
Aquecer enquanto a coloração avermelhada persistir esfriar e continuar a titulação
com HCl ÿ, N Aquecer, esfriar e titular a solução até que a coloração avermelhada
permaneça
 

 
f = fator da solução de HCl ÿ, N
V = volume de NaCO usado
V = volume de HCl asto na titulação

*
÷ 

¦  

÷
10
/

Secar em estufa à 5ÿ à 4oC durante 4 horas, cerca de ,ÿ  de NaCO


xesar cerca de 5,  do carbonato seco, dissolver em ua destilada recém
fervida (isenta de CO) e completar o volume para ÿÿÿ mL Usar balão volumétrico

4 Bibliorafia
American xublic Health Association AxHA, Standard ethods for the Examination of Water
and Wastewater ± a ed , 

cc
  
c 
 cc  
 cc
c
Anotações e Observações:
Química Analítica - Prática - Titulação
Complexométrica

Determinação da Dureza da Água


 Introdução
A dureza da ua é causada principalmente pelos elementos Ca e  e
alumas vezes pelo Fe e Al Na pr tica corrente a dureza total é definida como a
soma das concentrações do Ca e  ambos expressos como carbonato de c lcio
(CaCO) em m/L O ferro e o alumínio freqüentemente estão presentes em uas,
porém em quantidades insuficientes para ter sinificado na determinação da dureza,
embora eles possam acarretar outros efeitos indesej veis
A dureza da ua pode ser tempor ria ou permanente A dureza tempor ria é
aquela removida por fervura e a permanente não é removida por fervura Os íons
c lcio e manésio estão presentes em uas naturais como bicarbonato, carbonatos,
sulfatos e alumas vezes como cloretos e nitratos A dureza tempor ria é causada
principalmente pela presença de bicarbonatos enquanto que a dureza permanente é
devida principalmente ao sulfato de c lcio, o qual é precipitado em temperaturas
altas
Quando a dureza é numericamente maior que a soma de alcalinidade de
carbonato e bicarbonato, a quantidade equivalente ao total da alcalinidade é
chamada de dureza de µ¶carbonato¶¶ A quantidade de dureza em excesso é chamada
de dureza de µ¶não carbonato¶¶ A dureza de µ¶carbonatos¶¶ é devida a presença de
carbonatos e bicarbonatos de Ca e  e a dureza de µ¶não carbonatos¶¶ incluem
sulfatos, cloretos e nitratos de Ca e  Os sulfatos são freqüentemente os únicos
compostos presentes na dureza de µ¶não carbonatos¶¶ Os compostos causadores de
dureza permanente são sempre chamados de µ¶incrustantes¶¶
xodese avaliar a dureza total da ua através de titulação com EDTA onde é
feita a medida dos íons Ca e 
O cido etilenodiaminotetracético (EDTA) e seus sais de sódio formam
complexos solúveis quando adicionados a uma solução de certos c tions met licos
Se uma pequena quantidade de indicador como o Nero de Ericromo T é adicionada
em uma solução aquosa contendo íons de Ca e  a um pH = ÿ,ÿ ÿ, , a solução
)
tornase vermelhovinho Quando o EDTA é adicionado, os íons Ca e  são
complexados e após completa a reação a cor da solução passa para azul indicando o
ponto final da titulação
O íon  deve estar presente no meio para produzir um ponto final bem
definido, para isso adicionase uma pequena quantidade de u sal de EDTA
complexometricamente neutro, como um tampão Essa adição de  evita a
necessidade de uma correção com um branco
)
O pH especificado de ÿ,ÿ ÿ, é satisfatório para uma boa visualização do
ponto final, porque em valores de pH mais alto pode ocorrer a precipitação do CaCO
ou do (OH) e o indicador muda sua cor A titulação deve durar no m ximo 5
minutos para minimizar a tendência do CaCO precipitar
Aluns íons met licos interferem causando um ponto final indistinto ou
consumindo estequiometricamente o EDTA Essa interferência pode ser reduzida
pela adição de certos inibidores O CDTA (sal de  do cido ,
ciclohexanodiaminotetracético) é um complexante seletivo para metais pesados além
de introduzir  no meio podendo ser usado para substituir inibidores tóxicos ou
malcheirosos A matéria orânica coloidal ou em suspensão também pode interferir
no ponto final Ela pode ser eliminada evaporandose a amostra até secura e
o
calcinandoa a 55ÿ C até completa oxidação da matéria orânica O resíduo deve
ser redissolvido com HCl e depois a solução é neutralizada comc&(c
c (c $c  c c   
c  
 c c 34 c c c '2
 
 c c
c 5' c c %!c   c
c 2c  c 67*c (c 
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c cc
  
c 
 cc  
 c
 cxrocedimento Experimental
Anotações e Observações:
2.1 - Dureza total
**
 Diluir 5 ml da amostra para 5ÿ ml com ua destilada em um erlenmeyer e
adicione a  ml da solução tampão (NH4Cl +NH4OH) Normalmente ml é
suficiente para manter o pH em ÿ,ÿ a ÿ,  A ausência de um ponto final f cil de
visualizar normalmente sinifica que um inibidor deve ser usado ou que o
indicador est deteriorado
 Adicionar um pouco do indicador (Nero de Eriocromo)
 antendo a aitação constante (usar aitador manético) titular com EDTA
ÿ,ÿ  até a cor mudar de vermelhovinho para azul limpo (sem tintura de
vermelho) anotando o volume asto (V)
4 Calcular a dureza pela expressão:

   â 


Dureza Total (m / L CaCO) =
 
Onde: 0
)


‘,.
110
Ñ
 

  

3
)


 
 


)
4 

 

‘,.
110
Ñ

** Selecione um volume da amostra que requer menos que 5 ml do titulante EDTA,


permitindo que a titulação seja finalizada em 5 minutos (contados a partir da adição
do tampão)

2.2 ± Teor de Cálcio

 +   

  ± Devido ao alto valor de pH empreado, titular
imediatamente após a adição do lcali e indicador Usar 5ÿml da amostra ou
menor quantidade diluída para 5ÿ ml de forma que o teor de c lcio seja em torno
de 5 a ÿ m Diluir uas duras com alcalinidade maior que ÿÿ m/L ou
neutralizar a alcalinidade com cido, deixar em ebulição por min e resfriar antes
da titulação
 Adicionar  ml da solução de NaOH ou um volume suficiente para produzir um pH
de  a  Aite
 Adicionar ÿ, a ÿ,  do indicador (urexida)
4 antendo a aitação constante (usar aitador manético) titular com EDTA
ÿ,ÿ  até a cor mudar de vermelho para azulvioleta anotando o volume asto
(V)
5 Calcular a dureza pela expressão:
c
  â â 
3' =c c¦$c !c?c@c¦ cEc c
 
(
 cc             „  
           
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c 
 cc  
 cc
 Soluções
c e Reaentes
olução de HCl (11)
Anotações e Observações:
Adicionar um volume determinado de HCl concentrado a um mesmo volume de
ua destilada
olução tampão de cloreto amônio e hidróxido de amônio (pH=10)
 Dissolver ,  de NH4 Cl em 4 ml de NH4 OH concentrado Adicionar ,5 de de
sal de manésio de EDTA e diluir para 5ÿ ml com ua destilada
Se o sal de  de EDTA não estiver disponível: Dissolver , 7  de sal dissódico
de EDTA com ÿ,7  de sulfato de  (SO47H O) ou ÿ,44  de cloreto de
manésio (Cl HO) em 5ÿ ml de ua Adicionar a esta solução ,  de NH4Cl e
4 ml de NH4 OH concentrado Homoeneizar e diluir para 5ÿ ml com ua destilada
Armazenar em recipinetes pl sticos ou de vidro de borossilicato por um prazo m ximo
de mês Despreze o tampão quando a  ml adicionados à amostra não produzir um
ph de ÿà no ponto final da titulação
olução de Vermelho de etila 0,5 - 0,2%
Diluir ÿ, a ÿ,5  de vermelho de metila em ÿÿ ml de etanol xA
olução adrão de ½A 0,01 
Dissolver ,  de EDTA ou Tritiplex III (sal dissódico do cido
etilenodiaminotetraacético) em ua destilada e completar o volume do balão para
ÿÿÿ
adronização
Tomar ÿ ml da solução padrão de CaCO ÿ,ÿ , diluir com 5ÿ ml de ua destilada e
proceder como descrito no item  
Anotar o volume de EDTA ÿ,ÿ  asto na titulação e calcular o fator 
da solução
usando a expressão:



Onde:
0
)


¦ ¦˜r

110
Ñ
" 

3
)


‘,.
110
Ñ
 

  

olução adrão de CaC  0,01 


o
xesar ÿ,5  de CaCO seco em estufa a ÿ à 5 C Adicionar HCl ( + ) até completa
dissolução do carbonato; juntar 5ÿ ml de ua destilada e levar à ebulição durante 5
minutos
Esfriar, colocar 5 otas de vermelho de metila e otejar NH4OH  N até que a coloração
mude de vermelho para amarelo

Solução de NaOH a 4% p/v ( N)


esar 10 de £aH p.a. e dissolver ml de á ua destilada. ½ransferir para
balão de 250 ml e completar o volume. Conservar em frasco de polietileno.

Indicador Nero de Eriocromo


esar 100 de £aCl previamente seco a 1100C e passar para almofariz de
porcelana. esar 1 de £e ro de riocromo ½ p.a. e tranferir para o almofariz.
½riturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca lar a.

Indicador urexida
0
esar 100 de £aCl previamente seco a 110 C e passar para almofariz de
porcelana. esar 1 de urexida p.a. (purpurato de amônio) e tranferir para o
almofariz. ½riturar e misturar bem e transferir para frasco ambar de boca lar a.

4 Bibliorafia

AxHA, AWWA, WxCF  Standard ethods for the Examination of Water and
Wastewater, a ed, p , 57,74, American xublic Health Association,
Washinton, USA, 

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

Prática - Preparo de Soluções para


Titulações de Oxidação e Redução

 xreparação da Solução de xermananato de xot ssio

O permananato de pot ssio (KnO4) é difícil de ser obtido puro e completamente


livre de dióxido de mananês, além disso a ua destilada usualmente empreada contém
eralmente traços de substâncias redutoras (Ex: matéria orânica) que reaem lentamente
com o permananato formando nO hidratado, o qual acelera a auto decomposição da
solução de permananato armazenada xara evitar que isso aconteça, a solução é aquecida
até a ebulição, mantida no banhomaria por hora, esfriada e filtrada para eliminar o dióxido
de mananês O meio filtrante mais usado é a lã de vidro ou um cadinho filtrante de vidro
sinterizado G4 xodese também, deixar a solução em repouso por uma semana antes de
filtr la, na temperatura ambiente e em recipiente escuro para evitar a decomposição da
solução pela ação da luz
As soluções de permananato podem ser padronizadas usandose como padrões
prim rios, óxido de arsênio II ou oxalato de sódio, sendo que este último é o mais utilizado
porque pode ser obtido puro e anidro O título da solução depende da acidez, da
temperatura, da velocidade de aitação e da velocidade de adição do KnO4

Solução de xermananato de xot ssio ÿ, N

Dissolver ,  de KnO4 em ua destilada, ferver, deixar esfriar, transferir para
balão volumétrico de ÿÿÿ mL e completar o volume Deixar em repouso por uma semana,
ao abrio da luz, filtrar através de lã de vidro e padronizar

xadronização
xesar ÿ,5 de oxalato de sódio, Na CO4 (previamente seco a ÿ5 ± ÿo C em
estufa por  horas), em erlenmeyer de 5ÿ ml Dissolvese o sal com ÿ ml de ua
destilada, adicionase 5 mL de H SO4 ( :) Aquecer a 7ÿ ± ÿo C e titular com KnO4 até
aparecimento de uma coloração rósea persistente por ÿ seundos Sabendose que a
reação envolvida na padronização é:
nO4 + H+ + 5CeO4 = Y ÿCO + n+ + HO
Calculase a normalidade da solução de permananato

 xreparação da Solução de Dicromato de xot ssio

O dicromato de pot ssio (KCr O4) pode ser obtido puro por dupla recristalização
o
em ua e posterior secaem dos cristais formados a 5ÿ ± ÿ C xortanto as soluções
cujas concentrações devem ser exatas podem ser preparadas utilizandose o sal puro e seco
dissolvendose o mesmo volume de ua adequado Além disso o dicromato é est vel, não
acarretando variações nas concentrações da soluções quando proteidas contra a
evaporação xor esta reação é considerado um excelente padrão prim rio
O dicromato só é utilizado em meio cido, sendo rapidamente reduzido a um sal
verde de cromo III que dificulta a visualização do ponto final, por essa razão devese usar um
indicador
O dicromato não é reduzido pelo cido clorídrico frio, desde que a concentração do
cido não seja maior que ± 
CrO7 + 4 H+ +  e Y Cr+ + 7 HO
KCr O7 = KO + CrO +  HO

Solução de Dicromato de xot ssio ÿ, N


xesar exatamente 4,ÿ  de KCrO7 , seco em estufa a 4ÿ ± ÿo C por hora,
dissolver em ua destilada, transferir para balão volumétrico de ÿÿÿ mL e completar o
volume
O dicromato de pot ssio sendo considerado padrão prim rio não é necess rio
padroniz lo

 xreparação da Solução de Tiossulfato de Sódio

O tiossulfato de sódio Na S O 5 HO é um cristal incolor, facilmente obtido com


elevado teor de pureza existindo entretanto, uma variação quanto ao teor de ua em virtude
da natureza hiroscópica do mesmo xor essa razão o tiossulfato não pode ser considerado
um padrão prim rio
O tiossulfato se decompõe a ÿÿo C e ÿÿ mL de ua, dissolve 75  a ÿo C e ÿ 
o
a ÿ C do mesmo
A semireação de oxidação é
 SO = S4O +  e
As soluções aquosas preparadas são muito est veis, entretanto a ua destilada
comum contém usualmente um excesso de dióxido de carbono (CO) que pode causar uma
cc
  
c 
 cc  
 cc
c
Anotações e Observações:
lenta decomposição do tiossulfato com formação do enxofre
 + 
S O + H = HSO + S
Além disso quando as soluções de tiossulfato são armazenadas por muito tempo,
pode ocorrer uma decomposição por ação de bactérias xortanto devese ter aluns
cuidados ao preparar a solução de tiossulfato
 A ua a ser utilizada deve ser recém fervida
 Adicionar três otas de clorofórmio, ou ÿ m de iodeto de mercúrio II / litro ou ÿ, /L
de carbonato de sódio para elevar o pH da solução e diminuir a ação bacteriana Não se
deve adicionar hidróxidos alcalinos, carbonatos de sódio (>ÿ, /L) e tetraborato de
sódio, porque pode haver uma aceleração da decomposição

Solução de Tiossulfato de Sódio ÿ, N


xesar 5  de Na S O5 H O e dissolver em ua destilada recém fervida e fria
Transferir para balão volumétrico de ÿÿÿ mL e completar o volume usando a mesma ua
em que se dissolveu a substância Se a solução for uardada por alum tempo, adicionar ÿ,
 de carbonato de sódio ou  otas de clorofórmio
Guardar em recipiente escuro

xadronização
Tomar com bureta 5 mL da solução padrão de dicromato de pot ssio ÿ, N em
erlenmeyer de 5ÿ mL com tampa de vidro esmerilhado, juntar  de iodeto de pot ssio (KI)
e 4 mL de HCl ( + ) Tampar o erlenmeyer, aitar e deixar em repouso por 5 minutos em
ambiente escuro Lavar a tampa e as paredes do erlenmeyer com ua destilada e recém
fervida e titular o iodo liberado com solução de tiossulfato de sódio ÿ, N Quando a maior
parte do iodo liberado reair, o que é indicado pelo aparecimento de uma cor amarela,
adicionar mL de solução de amido % e continuar a titulação até mudança de cor do
indicador de azul para verde

Cr O7 + 4 H+ +  I =  Cr+ +  I + 7 HO


 SO + I = S4O +  I

C lculo do fator  = 5 / V
Onde: V = mL Na SO 5HO usado na titulação

4 Solução de Cloreto de Estanho II a 5 %

Dissolver 5  de SnCl  HO em ÿ mL de HCl, aquecendo para dissolver se


necess rio, esfriar e completar o volume para ÿÿ mL com ua destilada
Esta solução dever ser preparada no dia em que for ser utilizada

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

Prática - Oxidação com Permanganato de Potássio


Determinação de Óxido de Cálcio em uma Amostra de Calcário

 Introdução

O c lcio pode ser precipitado sob a forma de oxalato de c lcio, quando se trata a quente
com uma solução de oxalato de amônio
Ca+ + CO4 + HO Y CaCO4 + HO
A solubilidade do oxalato de c lcio monohidratado é alta: ,7 mdm a 5o C e 4
mdm a 5o C; em solução neutras com concentração moderada de oxalato de amônio, a


solubilidade é menor devido ao efeito do íon comum A solubilidade do oxalato de c lcio


aumenta com o aumento da concentração do íon hidroênio da solução, como conseqüência
+
da entre o H e os íons oxalatos que se transformam em cido ox lico

CaC O4 = Ca+ + CO4


CO4 + H+ = HCO4
HCO4 + H+ = H CO4

Foi demonstrado experimentalmente que o c lcio precipita quantitativamente a um


pH = 4 ou pH > 4 A precipitação do c lcio em soluções frias neutras ou amoniacais forma
um precipitado muito fino e de difícil filtração xodese obter um precipitado formado por
cristais randes e de f cil filtração, fazendose essa filtração a quente e em meio cido
neutralizandose em seuida com hidróxido de amônio e deixandose em repouso por cerca
de hora
O c lcio precipitado como oxalato de c lcio pode ser pesado, após calcinação, sob
a forma de carbonato ou de óxido ou pode ser determinado por método permananimétrico
A precipitação do c lcio sob a forma de oxalato requer a ausência de todos os
metais que formam oxalatos pouco solúveis A interferência mais frequente é provocada pela
presença do manésio e dos metais alcalinos O manésio pode coprecipitar em
quantidades consider veis enquanto os metais alcalinos precipitam em quantidades muito
pequenas A interferência do  pode ser pode ser reduzida, evitandose ferver a solução
nem deixar em diestão muito tempo antes da filtração Utiliazndose também um excesso
de oxalato de amônio, o manésio forma um sal complexo com íon oxalato
Os sulfatos também coprecipitam com o oxalato de c lcio devido a baixa
solubilidade do sulfato de c lcio acarretando um erro positivo nos resultados quando se pesa
o precipitado sob a forma de carbonato  no método permananimétrico ocorre uma erro
sistem tico para menos nos resultados
Os fosfatos e arseniatos não interferem se a precipitação for em solução cida com
posterior neutralização Os iodetos e cromatos, se presentes podem interferir, sendo
necess rio uma dupla precipitação
O c lcio após precipitação com o oxalato de amônio é filtrado, lavado, dissolvido em
cido sulfúrico diluído e o cido ox lico formado é então titulado com solução padrão de
permananato de pot ssio
O permananato de pot ssio é um aente oxidante forte e em solução cida a
redução pode ser representada por:
nO4 +H+ +5e = n+ +4H O


De onde concluímos que o equivalente é /5 mol, ou seja:


5,ÿ / 5 =  ,ÿ
O cido sulfúrico é o cido mais adequado porque não ae sobre o permananato o
que não acontece com o cido clorídrico que reae com o mesmo para formar o cloro
nO4+ ÿCl + H+ = nt+5Cl+HO
Em soluções alcalinas o permananato é reduzido quantitativamente a dióxido de
mananês
nO4 +HO+e = nO +4OH

Calc rio
O calc rio é uma rocha de oriem sedimentar, constituída de no mínimo 5ÿ% de
carbonato de c lcio com impurezas em percentaens variadas, sendo as mais frequentes
silício, alumínio, ferro, manésio, sulfatos, etc
De um modo eral o termo calc rio inclui qualquer material que contenha CaCO,
tais como: m rmore, iz, coral e mara Entretanto o calc rio é eralmente considerado
como uma rocha contendo principalmente o mineral calcita
Os calc rios podem ser classificados seundo o teor de manésio em:
Calcítico ou c lcico___________________ÿ a 5% O
anesiano_________________________ a % O
Dolomítico__________________________  a ÿ% O
Dolomita ____________________________acima de ÿ% de O

O calc rio é muito utilizado para produção de cal após calcinação,


cc
  
c 
 cc  
 cXc
c
Anotações e Observações:
CaCO Y CaO + CO ( )
xodese também ser utilizado na indústria, na aricultura, na enenharia civil, etc

 xrocedimento Experimental

xesar ÿ,5  da amostra em béquer de 5ÿ mL, cobrir com vidro de relóio e lentamente
adicionar ÿ mL de HCl ( + ) Terminada a reação, retirar o vidro de relóio, lav lo com
um jato de ua destilada sobre o béquer bem como as paredes do mesmo e juntar 5ÿ
mL de ua Levar a ebulição, adicionar alumas otas do indicador de vermelho de
metila (ÿ, % de etanol) e hidróxido de amônio até mudança de cor do indicador de
vermelho para amarelo Adicionar mL em excesso de NH4 OH Cobrir o béquer com o
vidro de relóio e deixar em repouso no banhomaria por cerca de ÿ minutos Filtrar por
papel médio lavando com solução de NH4 NO % quente
Reduzir o volume até cerca de ÿÿ mL, aquecer até cerca de ÿo C e precipitar o Ca com
ÿ mL de solução saturada de oxalato de amônio e juntar alumas otas de hidróxido de
amônio Deixar decantar em banhomaria por hora Filtrar por papel de filtração lenta e
lavar ÿ vezes com ua quente Desprezar o filtrado
Colocar o papel de filtro aberto com o precipitado, sobre a borda do béquer onde foi feita
a precipitação e, com um jato d¶ ua transferir o precipitado para dentro do béquer
Reservar o papel Diluir acerca de ÿÿ mL com ua destilada, adicionar 5 mL de
o
HSO4 ( + ) e aquecer até 7ÿ ± ÿ C Titular com KnO4 N/ (as primeiras otas
descoram lentamente) até que a solução se torne levemente rósea Imerir o papel e
continuar a titulação, se necess rio, até coloração rósea clara

 Ë„˜ Ô Ô 
w¦˜
    

 xreparo de Soluções

 Solução de HCl ( + ) ± adicionar a um dado volume de ua destilada, iual volume de


HCl
 Solução de vermelho de metila ÿ, %  dissolver ÿ,  de vermelho de metila em ÿÿ mL
de etanol
 Solução de H SO4 ( + ) ± adicionar a um dado volume de ua o mesmo volume de
cido sulfúrico Tomar cuidado quando adicionar o H SO4 à ua porque a reação é
muito exotérmica Aconselhamos imerir o recipiente em um pouco de ua
 Solução de NH4 NO %  dissolver ÿ  de nitrato de amônio em ua destilada e
completar o volume para ÿÿÿ mL
 Solução de (NH4 )CO4 ÿ%  dissolver a quente, ÿÿ  de oxalato de amônio em cerca
de 5ÿÿ mL de ua destilada Deixar esfriar um pouco e completar o volume para ÿÿÿ
mL
 Solução de KnO4 N/ ± dissolver , ± ,5  de permananato de pot ssio em
ua destilada, ferver, esfriar, transferir para balão volumétrico de ÿÿÿ mL e deixar em
repouso por uma semana em ambiente escuro Filtrar por lã de vidro e padronizar

xadronização
xesar ÿ,7 ± ÿ,  de oxalato de sódio (NaC O4) seco a ÿ5 ± ÿo C durante 
horas, em béquer de 4ÿÿ mL, diluir para 5ÿ mL de ua destilada, aicionar ÿ mL de H SO4
o
( + ), aquecer a 7ÿ ± ÿ C e titular com KnO4 até coloração levemente rósea permaneça
por ÿ seundos


 Ô 
Onde: A = rama NaCO4 pesadas
B = mL KnO4 usado na titulação
mL KnO4 N/ = ÿ,ÿ ÿ m CaO

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

Prática -- Titulação de Redução e Oxidação


Envolvendo Iodo

Determinação de Cloro Livre em Hipoclorito de Sódio

 Introdução
O iodo exerce uma ação redutora sobre os sistemas fortemente oxidantes com
formação de uma quantidade equivalente de iodo, o qual é titulado com solução
padronizada de tiossulfato de sódio Esse método é denominado Iodometria

I +  e =  I
Quando um aente oxidante forte é tratado em solução neutra ou cida com um
excesso de íon iodeto, este reair como um aente redutor e o oxidante ser reduzido
quantitativamente, liberando uma quantidade de iodo
O potencial de redução do sistema iodoiodeto independe do pH da solução desde
que este seja menor do que aproximadamente  Em pH mais alto o iodo reae com o
íon OH formando iodeto e hipoiodito, muito inst vel, que se transforma rapidamente em
iodato
I +  OH = I + IO + HO
  
 IO =  I + IO
H duas fontes de erro importantes nas titulações que envolvem iodo:
 xerda de iodo liberado por volatilização
 Oxidação pelo oxiênio do ar das soluções cidas de iodeto
4 I + 4 H+ + O =  I +  H O

Na presença de um excesso de iodeto a volatilização do iodo liberado diminui


consideravelmente, pela formação do íon I  Na temperatura ambiente a volatilização
do iodo de uma solução contendo cerca de 4% de KI é desprezível se a titulação não for
muito lenta As titulações devem ser efetuadas a frio, em erlenmeyer e se for necess rio
que a solução permaneça em repouso por alum tempo o erlenmeyer dever possuir
tampa de vidro esmerilhada
A oxidação do iodeto pelo oxiênio do ar é muito lenta se o meio é neutro, podendo
ser considerada desprezível Entretanto a velocidade de oxidação aumenta rapidamente
se o pH diminuir e é muito acelerada pela luz direta e pela presença de certas
substâncias que exercem um efeito catalisador As titulações que envolvem iodo não
devem ser efetuadas sob luz direta do sol e as soluções que contenham iodeto devem
ser uardadas em recipientes de vidro de cor âmbar
O iodo produz uma coloração que vai do amarelo intenso até o marrom nas
soluções aquosas de iodeto, o que evidencia a sua presença mesmo em soluções muito
diluídas Uma ota de uma solução ÿ, N de iodo produz uma cor amarelada em ÿÿ mL
de ua, por isso, em soluções incolores, o iodo funciona como indicador próprio
O ponto final da titulação se torna mais sensível se é usada uma solução de amido
com indicador O amido reae com o iodo na presença de iodeto, formando um
complexo de cor azul escuro, que é visível mesmo com baixa concentração de iodo
A sensibilidade da cor diminui com o aumento da temperatura da solução e com a
adição de solventes (ex: etanol) Em meio fortemente cido ocorre a hidrólise do amido
não sendo portanto um indicador recomend vel
O amido pode ser separado em dois componentes principais: a amilose e
amilopectina A primeira produz uma cor azul escuro com o iodo e a seunda uma cor
púrpuraavermelhada
O amido possui alumas desvantaens:
 é insulúvel em ua;
 suas soluções são inst veis;
 forma com o iodo um complexo insolúvel em ua, por esse motivo nas titulações
que envolvem iodo, o indicador (amido) só deve ser adicionado próximo ao fim da
titulação (quando a cor da solução passar para amarelo claro)
A solução de amido deve ser recente e deve ser uardada em condições
adequadas
As reações mais importantes nas titulações iodométricas são aquelas entre o
tiossulfato de sódio e o iodo e entre o óxido arsenioso e o iodo Nesta pr tica nos
deteremos apenas na reação entre o iodo e o tiossulfato
O tiossulfato é oxidado a tetrationato pelo iodo seundo a reação:
S O + I = S4O + I
Os aentes oxidantes como o bromo e hipoclorito oxidam quantitativamente o
tiossulfato a sulfato Outros oxidantes como permananato de pot ssio, dicromato de
pot ssio e sulfato de cério produzem uma oxidação incompleta a sulfato xor essa razão
sempre se acrescenta um excesso de iodeto na determinação destas substâncias
oxidantes antes de titular com tiossulfato
Hipoclorito de sódio

cc
  
c 
 cc  
 cc
c
Anotações e Observações:
O hipoclorito de sódio é produzido pela ação do cloro sobre uma solução aquosa de
soda c ustica (NaOH), seundo a reação:
NaOH + Cl = NaOCl + NaCl + HO

Hipoclorito de sódio comercializado


Obtémse portanto uma solução aquosa de cloreto de sódio e hipoclorito de sódio
O hipoclorito é um sal inst vel em presença de ar € uma solução amarelo
esverdeada cuja concentração (título) pode ser expressa em:
 % (em peso) de cloro ativo =  cloro ativo x ÿÿ / ÿÿ  de solução
 % (em volume) de cloro ativo =  de cloro ativo x ÿÿ / litro de solução
o o
 em raus clorométricos ( n de litros de cloro asoso a ÿ C e 7ÿ mm H,
correspondentes ao cloro ativo de litro de solução)
o
clorométrico = , 4  de cloro ativo / litro
O teor de cloro ativo de um produto clorado é a quantidade de cloro puro em solução
aquosa que tem o mesmo poder oxidante que uma unidade do produto
Cl + HO = HCl + HOCl =  HCl + O
O teor de cloro ativo no hipoclorito de sódio é:
NaOCl = NaCl + O
Uma molécula de NaOCl tem o mesmo poder oxidante que uma Cl , portanto o teor
de cloro ativo é
7 x ÿÿ / 74,5 = 5, %
x NaOCl = 74,5
x Cl = 7
Em um pH > , a ionização do hipoclorito de sódio nas soluções aquosas usuais
(ÿ, N) pode ser considerada total em temperaturas normais Com o aumento da acidez
(5 < pH < ) da solução de hipoclorito de sódio formase cido hipocloroso:

NaOCl + H O = HOCl + Na + OH
que é um cido fraco e facilmente se dissocia em:
 +
HOCl = OCl + H
Nas soluções fortemente cidas (pH < 5) formase cloro elementar, seundo a reação:
+
HOCl + H = Cl + HO

As três formas de cloro (Cl, HOCl, OCl ) tem ações diferenciadas sobre a matéria
orânica
Como o hipoclorito de sódio tem um car ter inst vel, ocorre uma ³retroradação´ da
atividade da solução e a mesma pode então decomporse:
 NaOCl =  NaCl + O ( )
 NaOCl =  NaCl + NaClO ()
Certos metais como Na, Co, Cu, Fe e suas lias catalisam a solução de hipoclorito
formando oxiênio seundo a reação ( )
A reação () na qual ocorre a formação de clorato de sódio (NaOCl) é favorecida
por:
 concentração elevada de hipoclorito
 aumento da temperatura
 ação direta da luz solar
 presença de catalisadores (sais de amônio e substâncias orânicas)

A formação do clorato em meio alcalino (pH = ) é muito lenta e razoavelmente r pida


quando o pH = ,57
xara reduzir a formação dos cloratos as soluções de hipoclorito de sódio são mantidas a um
pH próximo de e contendo alumas ramas de NaOH livre por litro
O hipoclorito de sódio tem v rios campos de aplicação principalmente na indústria
têxtil, indústria de papel, no tratamento de ua, para uso doméstico e v rios outros em
virtude de suas propriedades alvejante, desinfetatnte, desodorizante e removedora

 xrocedimento Experimental
 xipetar 5 mL da amostra em balão volumétrico de 5ÿÿ mL, completar o volume com
ua destilada e homoeneizar
 Transferir 5 mL dessa solução, usando uma pipeta volumétrica para um erlenmeyer de
5ÿ mL contendo 4  de KI e ÿÿ mL de ua
 Acidular com ÿ mL de cido acético ( :4) e titular o iodo liberado com solução ÿ, N de
tiossulfato de sódio até coloração fracamente amarela
4 Adicionar então mL de amido e continuar a titulação até desaparecimento da cor
violeta
5. Determinar a percentaem de cloro livre na ua sanit ria

 ± Cálculos
c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
/ ÿÿ ml de cloro livre = ml de Na S O x N x f x D x ÿ,ÿ545

Onde:
N = normalidade da solução de Na SO
f = fator de correção da normalidade da solução de Na SO
D = diluição da amostra
A = alíquota tomada da diluição

Reações
  + 
ClO + I + H Y Cl + I + HO
Na S O + I Y Na S4O + NaI

Î ± Biblio rafia

Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT NBR45 ± Determinação de cloro ativo


em soluções de hipoclorito de sódio pelo método volumétrico

cc
  
c 
 cc  
 cc
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

Prática ± Titulação de Redução e Oxidação Envolvendo Permanganato


eterminação do xi nio Consumido

 INTRODUÇÃO
O permananato de pot ssio é um aente oxidante forte e em solução cida a redução pode
ser representada por:
nO4  + H+ + 5e = n+ + 4HO
De onde se conclui que o equivalente é /5 mol, ou seja: 5,ÿ / 5 =  ,ÿ
O cido sulfúrico é o cido mais adequado porque não ae sobre o permananato
 o cido clorídrico reae com o mesmo para formar o cloro
nO4 + ÿCl + H+ = nt + 5Cl + HO
Em soluções alcalinas o permananato é reduzido quantitativamente a dióxido de
mananês
nO4 +HO+e = nO +4OH

3
+嘦‘,uё/.˜

30
˜u67/u˜
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+‘åÑ/6/.˜

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21 (8

 xIxETAR ÿÿ mL DA AOSTRA E TRANSFERIR A U ERLENEYER DE 5 ÿmL


 ADICIONASE CO BURETA, ÿmL DE xERANGANATO DE xOTÁSSIO ÿ,ÿ 5N
AGITASE BE
 ADICIONASE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO + AGITASE BE
4 AQUECESE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXASE A EBULIÇÃO LENTA,
DURANTE ÿ INUTOS
5 RETIRASE DO BICO DE BUNSEN, ESFRIASE E ADICIONASE, CO BURETA, ÿmL
DE ÁCIDO OXÁLICO ÿ,ÿ 5 AGITASE BE
 F€RVESE DURANTE  INUTOS

TITULAÇÃO DA AOSTRA:

 TITULASE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO, À (QUENTE) ADICIONANDO


NOVAENTE A SOLUÇÃO DE xERANGANATO DE xOTÁSSIO ÿ,ÿ 5N, GOTA A
GOTA, AT€ U AxARECIENTO DE UA COLORAÇÃO ROSA xERSISTENTE
 ANOTASE OS mL GASTOS DE xERANGANATO DE xOTÁSSIO NA TITULAÇÃO E
CALCULASE m/L DE OXIGÊNIO

 OXIGÊNIO CONSUIDO  (xARA AOSTRA CO ENOS DE ÿÿm/L DE Cl )
€TODO: xERANGANATO DE xOTÁSSIO E EIO BÁSICO (CLORETO  5ÿm/L)

 xIxETAR ÿÿ mL DA AOSTRA E TRANSFERIR A U ERLENEYER DE ÿÿmL


 ADICIONASE ÿ,5mL DE SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO N AGITA SE BE
 ADICIONASE, CO BURETA, ÿmL DE xERANGANATO DE xOTÁSS IO ÿ,ÿ 5N
4 AQUECESE E LOGO QUE SE INICIA A FERVURA DEIXASE A EBULIÇÃO LENTA,
DURANTE ÿ INUTOS SÓ ENTÃO ADICIONASE 5mL DE ÁCIDO SULFÚRICO +
5 RETIRASE DO BICO DE BUNSEN, ESFRIA SE E ADICIONASE, CO BURETA, ÿmL
DE ÁCIDO OXÁLICO ÿ,ÿ 5N AGIT ASE BE
7 FERVESE DURANTE  INUTOS

TITULAÇÃO DA AOSTRA:

 TITULASE O EXCESSO DE ÁCIDO OXÁLICO, À QUENTE, ADICIONANDO


NOVAENTE A SOLUÇÃO DE xERANGANATO DE xOTÁSSIO ÿ,ÿ 5N, GOTA A
GOTA, AT€ U AxARECIENTO DE UA LEVE COLORAÇÃO ROSA xERSISTENTE 
 ANOTASE OS mL GASTOS DE xERANGANATO DE xOTÁSSIO NA TITULAÇÃO E
CALCULASE m/L DE OXIGÊNIO

NOTA: QUANDO SE CONSOE AIS DE ÿmL OU ENOS DE mL DE KnO 4, DEVE


SE TOAR RESxECTIVAENTE UA QUANTIDADE ENOR OU AIOR DA AOSTRA
CALCULO:
(AOSTRA  BRANCO) mL GASTO DE KnO4 x ÿ, = m/L DE OXIGÊNIO
REAGENTES :

 ÁCIDO SULFÚRICO 5%

 SOLUÇÃO DE ÁCIDO OXÁLICO ÿ,ÿ 5N

 SOLUÇÃO DE KnO4 ÿ,ÿ 5N


c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

Prática ± Titulação de óxido-redução com dicromato

DETERMINAÇÃO DA DEMANDA QUÍM ICA DE OXIGÊNIO

1.PRINCÍPIOS DO MÉTODO

A Demanda Química de Oxigênio (DQO) mede a quantidade de oxiênio (em m


de O/L) consumida pela matéria orânica total (bioderad vel e oxidada quimicamente) e
inorânica (substâncias minerais: sulfetos, nitritos, etc), existente na ua e oxid veis por
um agente químico oxidante forte Este oxidante pode ser o dicromato de pot ssio em
meio cido ou o permananato de pot ssio em meio cido ou b sico € uma medida
importante no controle de qualidade de rios e plantas de tratamento de esotos O valor
obtido é, portanto, uma indicação indireta do teor de matéria orânica presente

C6 H12 O6 + 6O2 -------- 6CO2 + 6H2 O


ÿ  

DQO =  = ,ÿ7
ÿ
ÿÿ m/L de licose apresenta, portanto, uma DQO de :
ÿÿ m/L x ,ÿ7 = ÿ m/L

 xRINCIxAIS VANTAGENS DO TESTE DA DQO

 Necessita de  a  horas para ser realizado;


 O resultado do teste fornece uma indicação do oxiênio requerido para a estabilização
da matéria orânica;
 O teste não é afetado pela nitrificação, dando uma indicação da oxidação apenas da
matéria orânica carbon cea (e não nitroenada );
 método de refluxo com dicromato tem sido escolhido para determinação da DQO,
devido às suas vantaens sobre outros oxidantes (oxidabilidade e facilidade de
manipulação)

 xRINCIxAIS LIITAÇÕES DO TESTE DA DQO

 São oxidadas, tanto a fração bioderad vel, quanto a fração inerte do despejo O teste
superestima, portanto, o oxiênio a ser consumido no tratamento biolóico dos
despejos;
 Não fornece informações sobre a taxa de consumo da matéria orânica ao lono do
tempo;
 Certos constituintes inorânicos podem ser oxidados e interferir no resultado

4. RESUMO DO MÉTODO

O método da DQO consiste em oxidar a amostra com excesso de KCr O7 a


quente, em meio cido sulfúrico e sulfato de prata como catalisador Após duas horas num
sistema de refluxo, titulase o dicromato de pot ssio residual com solução padronizada de
sulfato ferroso amoniacal utilizandose ferroína como indicador As determinações são feitas
pelo menos em duplicata (inclusive o branco)
O resultado final do teste expressa a quantidade em m de oxiênio equivalente
proporcional ao dicromato de pot ssio (KCrO7 ) consumido para oxidação da matéria
orânica de um litro de amostra
O método é aplicativo em uas poluídas, despejos, e sedimentos Diferentes
concentrações de matéria orânica e de cloreto de sódio nas amostras determinam
pequenas variações no método
O método do dicromato d uma oxidação mais completa que o método do
permananto que não se relaciona com a demanda bioquímica de oxiênio

5. INTERFERÊNCIAS

 Traços de matéria orânica proveniente da vidraria ou da atmosfera causam erro


positivo na an lise A limpeza do material e do ambiente de trabalho é essencial na

cc
  
c 
 cc  
 cc
c
Anotações e Observações:
eliminação dessa interferência
 Os cloretos são oxidados quantitativamente pelo dicromato de pot ssio dando
interferência positiva nos resultados obtidos O uso de sulfato de mercúrio (HSO4)
proporcionalmente à concentração de cloretos na amostra minimiza os erros causados
por esse interferente

 CONSIDERAÇÕES

 Homoeneizar bem as amostras, principalmente àquelas que contenham muitos sólidos


sediment veis
 Balões e condensadores devem estar bem limpos para evitar erros rosseiros
 A solução de sulfato ferroso amoniacal deve ser padronizada momentos antes de ser
usada
 Tomar bastante cuidado no manuseio do sulfato de mercúrio pois este reaente é muito
tóxico Evitar contato com a pele e também mantenhao sempre distante do rosto
 Respinos de cido sulfúrico na pele e nas roupas deverão ser imediatamente lavados e
neutralizados

7. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

7.1. REAGENTES

 Solução de dicromato de pot ssio (KCr O7) ÿ,5N:


Dissolver exatamente ,5 de dicromato de pot ssio de qualidade padrão prim rio,
previamente seco a ÿ5ÿC por h, em ua destilada e diluir a ÿÿÿml em balão volumétrico

 Solução de cido sulfúrico  sulfato de prata


Dissolver , de A SO4 pa em ÿÿÿml de H SO4 conc isturar e auardar de a  dias
até completa dissolução

 Solução de sulfato ferroso amoniacal ÿ,5N


Dissolver  de Fe(NH4)(SO4)HO em ua destilada Adicionar ÿml de cido sulfúrico
concentrado Completar o volume do balão de capacidade ÿÿÿ ml com ua destilada Esta
solução deve ser padronizada com o dicromato de pot ssio no dia em que for usada
Padronização da solução de sulfato ferroso amoniacal :
xipetar ÿml da solução de dicromato de pot ssio ÿ,5N para um erlenmeyer de 5ÿml e
adicionar ÿml de ua destilada Em seuida adicionar ÿml de cido sulfúrico concentrado
lentamente em banho de elo ou em ua corrente Aitar levemente deixando esfriar
Adicionar  otas do indicador ferroin (a cor muda de laranja para esverdeado) e titular com
o sulfato ferroso amoniacal O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho
Calculo do fator do sulfato ferroso amoniacal:
f = Vt / Vp , onde f : fator do sulfato ferroso amoniacal
Vt: volume em ml de KCrO7 (no caso ÿ ml)
Vp: volume em ml asto na titulação

4 Ferroin (indicador)
Dissolver ,45 de  ÿ fenantrolina monohidratada (C  HNHO) juntamente com ÿ,5
de FeSO4 7H O em ua destilada e diluir para ÿÿml em balão volumétrico (Essa solução
indicadora pode ser adquirida j preparada)

7.2. DETERMINAÇÃO DA DQO

 Colocar cerca de ÿ,4  de sulfato de mercúrio em um balão de fundo chato com boca
esmerilhada de 5ÿml;

 xipetar ÿml da amostra e ÿml do dicromato de pot ssio ÿ,5 N introduzindo no balão
junto com 5 pérolas de vidro;

 Adicionar ao balão, com cuidado e vaarosamente, ÿml de solução cido sulfúrico


/sulfato de prata, aitando em banho de elo ou de ua corrente (se a solução ficar
verde, desprezase e fazse diluições da amostra oriinal);

4 Fazer um branco utilizando ÿml de ua destilada no luar da amostra e adicionando


os outros reaentes como descrito para as amostras;

5 Adaptar os balões contendo a amostra e o branco ao condensador do refluxo;

 Deixar em refluxo por  h;


c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
7 Após o período de refluxo, lavar o interior do condensador com ua destilada e retirar o
balão;

 Tranferir o conteúdo do balão para erlenmeyer de 5ÿ mL lavando com ua destilada
até cerca de ÿÿ ml

 Esfriar completo em banho de elo ou em ua corrente

ÿ Adicionar ao branco e à amostra  otas do indicador ferroin e titular com a solução de


sulfato ferroso amoniacal (após a adição do indicador ferroin a cor mudar de laranja
para esverdeado) O final da titulação é observado pela cor vermelho castanho

7.3. CÁLCULOS

DQO (em m/l de O) = (A  B)  N  f  ÿÿÿ


S
onde:

A = ml astos de sulfato ferroso amoniacal na titulação do branco;


B = ml de sulfato ferroso amoniacal astos na titulação da amostra;
N = normalidade do sulfato ferroso amoniacal (ÿ,5 N);
f = fator de correção do sulfato ferroso amoniacal (determinado diariamente);
S = volume em ml da amostra utilizado na an lise

8. REAÇÃO

KCrO7 + FeSO4 + 7H SO4  Cr(SO4) + KSO4 + Fe(SO4) + 7HO

9. MÉTODO PARA DETERMINAÇÃO DE DQO (MICRO)


Este método é apropriado para DQO de ÿÿÿm/L (5mL da amostra) e de ÿÿ ÿÿ
m/L ( 5mL) xara DQO mais alta, devese fazer diluições adequadas

1- Solução Digestora
xesar 4  de KCr O7 seco a ÿoC por duas horas e diluir para 5ÿÿmL com
ua destilada  Adicionar 7mL de H SO4 concentrado e  de HSO4 Esfriar
e completar o volume para ÿÿÿmL com ua destilada

2- Solução Catalisadora
xesar ÿ  de ASO4 e dissolver em ÿÿÿmL de H SO4 Deixar ou  dias para
completa dissolução

3-Solução do ferroin
Dissolver 45 de Ferroin e 5 de Sulfato Ferroso Amoniacal com ua
destilada completando o volume para ÿÿml

4-Solução padrão de sulfato ferroso amoniacal (+/- 0.1M)


Dissolver  de Sulfato Ferroso Amoniacal em ua destilada Adicionar cerca
de ÿmL de Ácido Sulfúrico, esfriar e completar o volume para ÿÿÿmL com ua
destilada

5-Solução de hidrogênio ftalato de potássio (HOOCC6H4COOK)


Dissolver 45m de Hidroênio Ftalato de xot ssio seco a ÿoC até peso
constante em ua destilada para ÿÿÿ l em balão volumétrico O Hidroênio
Ftalato de xot ssio tem DQO teórico de , 7 m de O/m e esta solução tem
5ÿÿG de O/mL Esta solução é est vel por três meses quando uardada sob
refrieração na ausência de visível crescimento biolóico

6-Ácido sulfâmico
Adicionar ÿm de Ácido Sulfâmico para cada m de NO presente no volume de
amostra tomada Fazer o mesmo para o branco

7-Padronização do sulfato ferroso amoniacal


Diluir ÿmL do padrão de Dicromato de xot ssio para ÿÿmL de ua destilada
Adicione cerca de ÿmL de Ácido Sulfúrico Esfriar e titular com Sulfato Ferroso
Amoniacal adicionando  a  otas de indicador (Ferroin)

olaridade usada no Volume de K Cr O7


Sulfato ferroso Amoniacal = 
cc
  
c 
 cc  
 cc
c
Anotações e Observações:
Volume usado no Sulfato Ferroso

PROCEDIMENTO

 Adicionar ,5 +/ ÿÿ mL da solução de diestão no tubo;


 Adicionar ,5 +/ ÿÿmL da amostra bem homoeneizada;
 Adicionar ,5 +/ ÿÿ5mL da solução catalisadora de modo que desça pelas paredes do
tubo e forme uma camada no fundo do tubo Daí em diante os equipamentos de
seurança devem ser usados;
4 Tampe o tubo o mais apertado possível usando a tampa rosqueada com a camada de
pressão adequada inserida;
5 O conteúdo do tubo deve ser misturado, mas não por inversão;
 Levar o tubo ao bloco diestor a 5ÿ+/ oC por  horas +/ 5 minutos Remover o tubo e
deix lo esfriar;
7 Transferir o conteúdo do tubo para um frasco de erlenmeyer de 5mL Lavar o tubo
com ua destilada, usando ua suficiente para produzir um volume final de 5mL;
 Adicionar uma ota de solução indicadora de Ferroin isturar bem;
 Titular com solução de Sulfato ferroso Amoniacal (FAS) até a cor azul p lida mudar para
vermelho Anotar como A;
ÿ Fazer uma prova em branco substituindo a amostra por ua destilada Anota como B;
 Calcular a DQO seundo a fórmula abaixo:

(B ± A) x  x F x ÿÿÿ
DQO m de O/L = 
mL da amostra

onde:
A ± ml do FAS usado na titulação da amostra
B ± ml do FAS usado na titulação do branco
 ± molaridade da FAS
F ± Fator da FAS
FAS ± Sulfato Ferroso Amoniacal
c
c
c

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

Prática de Química Analítica Qualitativa

1. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1  GRUPO

 xRATA

Adicione ,ÿ mL de Iodeto de xot ssio à solução contendo prata Verifique o que ocorre

CHUBO

Adicione ,ÿmL de Cromato de xot ssio à solução contendo Chumbo Verifique o que
ocorre
Adicione no mesmo tubo NaOH Verifique o que ocorre

ERCÚRIO

Adicione ,ÿmL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio Verifique o


que ocorre

2. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2  GRUPO

  Adicione ,ÿmL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto Verifique o que


ocorre Filtre e adicione ao resíduo ,ÿmL de estanito de sódio ( obtenção do estanito de
sódio = ,ÿmL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ) Verifique o que ocorre Comente
o que aconteceu a nível de oxidação e redução

 Adicione NH4 OH à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ) Adicione ,ÿ mL de
ferrocianato de pot ssio Verifique o que ocorre

3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 GRUPO

  Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro lieiramente cida por adição de
uma ota de HCL diluído Verifique o que ocorre

 Adicione alumas otas de HNO à solução de ananês + Bismutato de sódio em uma
c psula de porcelana Observe a mudança de coloração

 Adicione à uma solução de Alumínio lieiramente alcalina alumas m de NH4CL


Observe se forma um precipitado Aqueça se necess rio

4 Adicione à solução de Cromo NaOH + H O + alumas mL de Chumbo Verifique o


que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de
chumbo

3.5. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico. Verifique o que ocorre
em cada fase.

3.6. Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1,0mL de Dimetilglioxima.


Verifique o que ocorre.

4 IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4  GRUxO

4.1. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de


Oxalato de amônio. Verifique o que ocorre.

4.2. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL


de sulfato de amônio. Verifique o que ocorre.

cc
  
c 
 cc  
 cXc
c
Anotações e Observações:

4.3. Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de


Cromato de Potássio. Verifique o que ocorre.

5 IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5  GRUxO

5.1. Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama. Observe a cor da


chama.

5.2. Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama. Observe a cor da


chama.

5.3.Umedeça a alça de platina na solução de Na e K e leve à chama. Observe a cor da


chama. Use o filtro e observe a cor da chama.

5.4. Adicione à solução de magnésio 1,0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e


observe o que ocorre.

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
Pesquisa de Cátions
HCL ( adicionar HCL diluído, gota à gota, frio e em pequeno excesso )

Levar à secura em Banho aria Adicionar


,ÿ ml de HCl conc + 5ÿ ml de ua
contendo ÿ, ml de HCl conc (a quente)
Adicionar tiocetamida Ferver Filtrar

Adicionar ,ÿ ml de HCl conc Evaporar para Adicionar KOH, aquecer e filtrar


eliminar HS, colocando papel de filtro
umedecido com xb(NO) sobre o béquer até
que não precipite o xb nero Adicionar ,ÿ ml
de HNO Aquecer Adicionar NH4 Cl em pó
( / ÿÿ ml) Aumentar o volume com ua
destilada para ÿÿ ml e adicionar ,ÿ ml de
NH4OH

Adicionar ,ÿ de tiocetamida aquecer e filtrar

Adicionar (NH4 )CO e


filtrar

cc
  
c 
 cc  
 cc
c
Anotações e Observações:
Química Analítica

Prática de Química Analítica Qualitativa

1. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 1  GRUPO

 xRATA

Adicione ,ÿ mL de Iodeto de xot ssio à solução contendo prata Verifique o que ocorre

A+ + I Y AI(s) ppt amarelo claro

CHUBO

Adicione ,ÿmL de Cromato de xot ssio à solução contendo Chumbo Verifique o que
ocorre
Adicione no mesmo tubo NaOH Verifique o que ocorre
++ --
Pb + CrO4 Y PbCrO4(s) ppt amarelo ouro
PbCrO4 + 4 NaOH Y Na2PbO2 + Na2CrO4 + 2H2 O deve dissolverse
Na2 PbO2 + Na2CrO4 + 4 CH3COOH Y PbCrO4 +4NaCH3COOH+ 2H2 O

ERCÚRIO

Adicione ,ÿmL de Cloreto estanoso lentamente à solução contendo mercúrio Verifique o


que ocorre
HCl + SnCl Y HCl(s) + SnCl4 branco aos poucos vai escurecendo
HCl + SnCl Y  H + SnCl4

2. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 2  GRUPO

  Adicione ,ÿmL de NH4OH concentrado à solução contendo Bismuto Verifique o que


ocorre
3+ +
Bi + 3 NH3 + 3 H 2 O --- Bi(OH) 3 + 3 NH4 ppt branco gelatinoso

Filtre e adicione ao resíduo ,ÿmL de estanito de sódio ( obtenção do estanito de sódio =


,ÿmL de cloreto estanoso + NaOH até dissolver ) Verifique o que ocorre Comente o que
aconteceu a nível de oxidação e redução

a)PREPARAÇÃO DO ESTANITO DE SÓDIO

SnCl2 + 2 NaOH ----------Sn(OH)2 + 2 NaCl

Sn(OH)2 + 2NaOH ----------- Na2 SnO2 + 2H2 O

b) REAÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO D O BISMUTO

2Bi(OH) 3 + Na2 SnO2 ------ 2Bi + Na2 SnO3 + 3 H2O preto

 Adicione NH4 OH conc à solução contendo Cobre (observe o que ocorre ) Adicione ,ÿ
mL de ferrocianato de pot ssio Verifique o que ocorre

4 Cu++ + 4NH ------ Cu(NH ) ++ navy solúvel


3 34
++
2Cu + [Fe(CN)6]4 ---- ---------------- Cu2 [Fe(CN)6 ](s)
vermelho telha

3. IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 3 GRUPO

c cc
  
c 
 cc  
 c
c
Anotações e Observações:
  Adicione tiocianato de amônio à solução contendo ferro lieiramente cida por adição de
uma ota de HCL diluído Verifique o que ocorre

Fe3+ + 3NH4SCN Y Fe(SCN)3 + 3NH4+ vermelho tijolo

 Adicione alumas otas de HNO à solução de ananês + Bismutato de sódio em uma
c psula de porcelana Observe a mudança de coloração

2MnO2 + 5NaBiO3 +20HNO3 Y 2HMnO4 +O2 + 9H2 O + 5NaNO3 + 5Bi(NO3)3


cido mananoso cor uva

 Adicione à uma solução de Alumínio solução de NaOH em excesso e alumas m de


NH4CL Observe se forma um precipitado Aqueça se necess rio

Al(OH) 3 + NaOH Y NaAlO2 + 2H2 O ppt branco que com o excesso dissolve-se

NaAlO2 + NH4Cl + H2 O Y Al(OH) 3 + NaCl + NH 3 reprecipita branco

4 Adicione à solução de Cromo NaOH + H O + alumas mL de Chumbo Verifique o


que ocorre quando se adiciona a solução de NaOH e quando se adiciona a solução de
chumbo

2Cr(OH)3 + 4NaOH + 3H2 O2 Y 2Na2CrO4 + 8H2 O


Pb(OAc)2 + CrO4-- Y PbCrO4(s) + 2 OAc amarelo vivo

3.5. Adicione à solução de cobalto NH4SCN + álcool amílico. Verifique o que ocorre
em cada fase.

CoCl2 + NH4SCN Y Co(SCN)2 + 2 NH4Cl anel azul entre as fases indica cobalto

Co(SCN) 2 + 2NH4 SCN Y (NH4)2[Co(SCN)4]

3.6. Adicione à solução de níquel ligeiramente alcalina 1,0mL de Dimetilglioxima.


Verifique o que ocorre.

4 IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 4  GRUxO

4.1. Adicione à solução de cálcio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de


Oxalato de amônio. Verifique o que ocorre.

Ca++ + (NH4)2C2O4 Y CaC2 O4 + 2NH4 + ppt branco

4.2. Adicione à solução de estrôncio algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL


de sulfato de amônio. Verifique o que ocorre.
Sr++ + (NH4)2SO4 Y SrSO4 + 2NH4 + ppt branco
cc
  
c 
 cc  
 cc
c
Anotações e Observações:
4.3. Adicione à solução de bário algumas gotas de hidróxido de amônio + 1,0 mL de
Cromato de Potássio. Verifique o que ocorre.

Ba2+ + CrO4-- Y BaCrO4 ppt amarelo

5 IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS DO 5  GRUxO

5.1. Umedeça a alça de platina na solução de Na e leve à chama. Observe a cor da


chama.

amarela

5.2. Umedeça a alça de platina na solução de K e leve à chama. Observe a cor da


chama.

violeta

5.4. Adicione à solução de magnésio 1,0mL de fosfato de amônio em meio alcalino e


observe o que ocorre.

++ + (NH4)HxO4 + HO Y NH4xO4HO ppt branco

c
c
c
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c
c
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c
c
c
c
c

c cc
  
c 
 cc  
 c