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física

termofísica e ondulatória
QUESTÕES DE VESTIBULARES
2008/1 (1o semestre)
2008/2 (2o semestre)

sumário
TÓPICO PÁGINA

I - TERMÔMETROS E ESCALAS TERMOMÉTRICAS ...................................................................................... 2


II - CALOR SENSÍVEL (CAPACIDADE TÉRMICA, CALOR ESPECÍFICO E EQUIVALENTE EM ÁGUA) .......... 4
III - CALOR LATENTE (MUDANÇA DE ESTADO FÍSICO) ................................................................................ 9
IV - SISTEMA TERMICAMENTE ISOLADO E NÃO ISOLADO ........................................................................14
V - TRANSMISSÃO DE CALOR ...................................................................................................................... 17
VI - DILATAÇÃO TÉRMICA (SÓLIDOS, LÍQUIDOS, CORPO OCO E ÁGUA) ................................................. 20
VII - TRANSFORMAÇÕES GASOSAS ............................................................................................................25
VIII - TRABALHO DA FORÇA DE PRESSÃO .................................................................................................. 28
IX - 1a LEI DA TERMODINÂMICA ................................................................................................................... 30
X - 2a LEI DA TERMODINÂMICA ....................................................................................................................35
XI - M.H.S. (CINEMÁTICA E DINÂMICA) ........................................................................................................38
XII - PROPAGAÇÃO ONDULATÓRIA (INTRODUÇÃO E EQUAÇÃO FUNDAMENTAL) ...................................43
XIII - FENÔMENOS ONDULATÓRIOS (REFLEXÃO, REFRAÇÃO, POLARIZAÇÃO, DIFRAÇÃO, ETC.) .........47
XIV - INTERFERÊNCIA DE ONDAS .................................................................................................................52
XV - ACÚSTICA (VELOCIDADE DO SOM E QUALIDADES FISIOLÓGICAS) ................................................. 54
XVI - FONTES SONORAS (CORDAS E TUBOS) ............................................................................................57
XVII - EFEITO DOPPLER ................................................................................................................................59

Correções, sugestões e/ou comentários:


japizzirani@gmail.com 1
(MED.ITAJUBÁ-2008) - ALTERNATIVA: C
I - VESTIBULARES 2008/1 Diferente das regiões tropicais onde as variações de tempera-
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 3 tura durante o ano não são significativamente tão amplas, uma
cidade do norte europeu experimenta temperaturas máximas de
(PUCRS-2008) - ALTERNATIVA: 95°F e mínimas de 5°F. Em graus Celsius, a variação máxima de
INSTRUÇÃO: Para responder à questão abaixo, leia o texto e temperatura ocorrida nesta localidade foi de:
relacione as propriedades termométricas (Coluna A) aos res- a) 90
pectivos tipos de termômetros que as utilizam (Coluna B), nume- b) 40
rando os parênteses. *c) 50
Termômetro é um instrumento utilizado para medir a temperatura d) 20
de um sistema físico. Seu funcionamento baseia-se em algumas e) Nenhuma das Respostas Anteriores.
propriedades termométricas desse sistema, ou seja, em proprie-
dades que variam com a temperatura. (UFRRJ-2008) - RESPOSTA: 1,44 OF
Coluna A A temperatura do corpo humano é um excelente indicador do
1. pressão de gases funcionamento do nosso organismo. Além de útil ao se planejar
2. dilatação de fluidos uma gravidez, esses dados metabólicos são importantes em
3. dilatação de sólidos qualquer situação de anomalia na saúde.
Coluna B Hoje em dia, vários médicos afirmam que disfunções hormonais,
( ) termômetro de gás a volume constante como, por exemplo, o hipotireoidismo, podem ser detectadas por
( ) termômetro bimetálico alterações na temperatura basal (neste caso, temperaturas basais
( ) termômetro de líquido-em-vidro mais baixas que o normal).
5) A seqüência correta, de cima para baixo, é UFRRJ - 2008 - Q.2
*a) 1 – 3 – 2 CABRAL, Fernando & LAGO,Alexandre. Física. 2004. Vol 2. SP,Harbra, pg 27
b) 1 – 2 – 3
c) 2 – 3 – 3
d) 2 – 3 – 2
e) 3 – 1 – 1

(FAZU-2008) - ALTERNATIVA: D
Qualquer indicação na escala absoluta de temperaturas é:
a) sempre inferior ao zero absoluto.
b) sempre igual ao zero absoluto.
c) nunca superior ao zero absoluto.
*d) sempre superior ao zero absoluto.
e) sempre negativa.

(FAZU-2008) - ALTERNATIVA: E
Com base no gráfico, determine a maior variação de temperatura
À pressão de 1atm, as temperaturas de ebulição da água e fu-
observada no ciclo da mulher, em graus Fahrenheit.
são do gelo na escala Fahrenheit são, respectivamente, 212°F e
32°F. A temperatura de um líquido que está a 50°C à pressão de
1atm, é, em °F:
a) 162 b) 90 c) 106
d) 82 *e) 122

(UFRRJ-2008) - QUESTÃO ANULADA - RESPOSTA: 45,3 oZ


Aproveitando suas férias, um estudante viaja para uma longín-
qua cidade do Oriente Médio. Ao descer no aeropor to, observa
que o termômetro mede temperaturas numa escala em oZ. Quan-
do embarcou no Brasil, o termômetro local registrava a tempera-
tura de 23 oC. Considerando que a temperatura de fusão e ebu-
lição da água para o termômetro oriental vale, respectivamente,
20 oZ e 130 oZ, a temperatura de embarque, calculada nessa
escala, será igual a:
a) - 10,2 oC d) 45,3 oC
b) 15,0 oC e) 51,2 oC
c) 27,4 oC

(VUNESP-2008) - ALTERNATIVA OFICIAL: D (verificar: 0,67 mm)


Uma escala arbitrária X atribui a temperatura de 30 ºX para o gelo
fundente e 180 ºX para a água em ebulição no nível do mar.
Assim, se num termômetro graduado na escala Celsius a distân-
cia entre as marcas de 20 ºC e 21 ºC é de 1 mm, no termômetro
graduado na escala X a distância, em mm, entre as marcas de 50
ºX e 51 ºX será
a) 0,3. *d) 1,5.
b) 0,5. e) 1,8.
c) 1,0.
japizzirani@gmail.com 2
I - VESTIBULARES 2008/2
(FAZU-2008/2) - ALTERNATIVA: A
Para medir a febre de pacientes, um estudante de medicina criou
sua própria escala linear de temperaturas. Nessa nova escala,
os valores de 0 (zero) e 10 (dez) correspondem respectivamen-
te a 37°C e 40°C. A temperatura de mesmo valor numérico em
ambas escalas é aproximadamente
*a) 52,9°C.
b) 28,5°C.
c) 74,3°C.
d) – 8,5°C.
e) – 28,5°C.

(UNEMAT/MT-2008/2) - ALTERNATIVA: B
Uma pessoa mediu a temperatura de seu corpo, utilizando-se de
um termômetro graduado na escala Fahrenheit, e encontrou o
valor 98,6°F. Essa temperatura, na escala Celsius, corresponde
a:
a) 36,7 ºC
*b) 37,0 ºC
c) 38,0 ºC
d) 38,5 ºC
e) 39,5 ºC

(VUNESP/SENAC-2008/2) - ALTERNATIVA: C
Alimentos perecíveis são produtos sensíveis que se estragam
caso permaneçam sem refrigeração. Os produtos perecíveis
devem cumprir os seguintes critérios de temperatura:
Congelados: –18 ºC, ou duro como pedra, sem sinais de des-
congelamento;
Refrigerados: até 5 ºC, ou conforme especificação do fabrican-
te;
Aquecidos: acima de 60 ºC.
Nos rótulos dos produtos alimentícios de origem norte-america-
na, onde a escala termométrica utilizada é a Fahrenheit, deve-se
observar nos critérios de temperatura para congelados, refrige-
rados e aquecidos, respectivamente, os valores
a) –18 ºF, 5 ºF e 60 ºF.
b) – 5 ºF, 60 ºF e 140 ºF.
*c) – 0,4 ºF, 41 ºF e 140 ºF.
d) 0 ºF, 32 ºF e 212 ºF.
e) 0 ºF, 41 ºF e 273 ºF.

(UEM/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 08 (08)


Considere uma escala termométrica E em que 200 ºC e 100 K
correspondam, respectivamente, nessa escala, a 373,15 ºE e a
0 ºE. É correto afirmar que
01) 100 ºE corresponde a 73,15 ºC.
02) 273,15 ºE corresponde a 273,15 K.
04) 0K corresponde a 73,15 ºE.
08) o ponto de fusão do gelo ao nível do mar corresponde a
173,15 ºE.
16) 0 ºC corresponde a “ 173,15 ºE.

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(UTFPR-2008) - ALTERNATIVA: C
II - VESTIBULARES 2008/1 Quando ingerimos água gelada, o corpo gasta energia para ele-
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 6 var a temperatura da água. Supondo que alguém tentasse utili-
zar este fato para “gastar energia”, calcule quantos litros de
água ele teria de ingerir para que o corpo utilize 500 kcal de ener-
(PUCRIO-2008) - ALTERNATIVA: C gia para aquecê-la em 27oC.
Quanto calor precisa ser dado a uma placa de vidro de 0,3 kg
Dado: Calor específico da água = 1 cal/(goC);
para aumentar sua temperatura em 80 °C? (Considere o calor
específico do vidro como 70 J/(kg·°C)) densidade volumétrica da água = 1kg/litro.
a) 1060 J a) 3 litros d) 10 litros
b) 1567 J b) 5 litros e) 4 litros
*c) 1680 J *c) 18,5 litros
d) 1867 J
e) 1976 J (FGVSP-2008) - ALTERNATIVA: E - RESOLUÇÃO NO FINAL
Um tubo plástico de comprimento 1 m, com suas extremidades
vedadas, contém 100 bolinhas de chumbo. Em uma das extremi-
(UDESC-2008) - RESPOSTA a) 6,688 × 108 J b) 57 oC dades, um termômetro mede a temperatura do
Devido à capacidade calorífica da água, cidades litorâneas ten- ar interior. Sempre mantido em posição verti-
dem a apresentar temperaturas mais amenas ao longo do ano; cal, os extremos do tubo são trocados de posi-
isso porque um corpo de água pode absorver uma quantidade ção, fazendo com que as bolinhas se movi-
muito grande de calor para aumentar sua temperatura, mesmo
mentem para baixo. Após 100 operações como
que seja em apenas um grau.
a) Determine quanto de energia pode ser absorvida por um lago essa, a temperatura do ar contido terá subido,
que apresenta um volume de 200.000 L, considerando que sua aproximadamente,
temperatura sofreu um aumento de 0,8°C. Dados:
Considere a água do lago pura e sua densidade de 1,0 g/cm3. • Aceleração da gravidade local igual a 10 m/
b) Se essa quantidade de energia fosse utilizada para aquecer
s 2.
uma caixa de água de 5000 L, que estivesse à temperatura
ambiente (25°C), qual seria a sua temperatura final? • Desconsiderar os choques entre as bolinhas
Dado o calor específico da água 4,18 J.g-1.°C-1 e densidade da enquanto descem pelo tubo.
água 1,0 kg/L. • Supor que o sistema é adiabático.
• Admita que a queda de cada bolinha seja de 1
m de altura.
(FATECSP) - ALTERNATIVA: B
• Calor específico do ar igual a 1000 J/(kg·K).
Um chuveiro elétrico de potência 4,2 · 103 W é usado para aque- • Massa do ar contido no tubo igual a 1 g.
cer 100 g de água por segundo, em regime permanente. O calor • Massa de cada bolinha igual a 1 g.
específico da água é c = 4,2J/(g.oC). Despreze possível perda
de calor para o ambiente. Se a temperatura de entrada da água a) 1×10-2 K.
no chuveiro é de 23 oC, sua temperatura de saída é de b) 1×10-1 K.
a) 28 oC c) 1×100 K.
*b)33 oC d) 1×101 K.
c) 38 oC *e) 1×102 K.
d)41 oC
RESOLUÇÃO FGVSP-2008:
e)45 oC O trabalho realizado torna-se calor. Assim,

(UECE-2008) - ALTERNATIVA: C mar.car. = (no de vezes).(no de esf).mesf.g.hesf


A massa total estimada de água existente na Terra e cerca de 1×10–3.1000. = 100×100.1×10–3.10.1
1021 kg. Admitindo-se que a energia total anual consumida pela = 100 K
humanidade no planeta seja da ordem de 1022 J, se pudéssemos
aproveitar, de alguma maneira, um quarto da quantidade de calor (MACK-2008) - ALTERNATIVA: D
liberado devido a diminuição da temperatura da massa de água Ao nível do mar, certa pessoa necessitou aquecer 2,0 litros de á-
em 1oC, poderiamos suprir o consumo energético da humanidade gua, utilizando um aquecedor elétrico de imersão, cuja potência
por, aproximadamente: útil é constante e igual a 1,0 kW. O termômetro disponibilizado
a) 1 mes estava calibrado na escala Fahrenheit e, no início do aquecimen-
b) 1 ano
to, a temperatura indicada era 122 oF. O tempo mínimo necessá-
*c) 100 anos
rio para que a água atingisse a temperatura de ebulição foi
d) 10 anos
a) 1 min 40 s *d) 7 min
b) 2 min e) 10 min
(UNIFENAS-2008) - ALTERNATIVA: C c) 4 min 20 s
Um pai, preocupado com o filho, resolve aquecer a mamadeira
de 200 ml em um microondas de potência nominal 1000 W. Con- (UTFPR-2008) - ALTERNATIVA: C
sidere o calor específico sensível do leite igual a 1 cal/(g°C) e Uma bala de chumbo de massa 20,0 g, temperatura igual a 40,0ºC,
que toda a energia do microondas seja utilizada para o aqueci- movendo-se com velocidade de 540 km/h, colide com uma pare-
mento do leite. de de aço de um cofre forte e perde toda a sua energia cinética.
Qual é o tempo necessário para ferver o leite, sabendo-se que a Admitindo-se que 90% dessa energia tenha se convertido em
mamadeira estava inicialmente a 20°C e que a pressão atmosfé- calor, transferido para a massa da bala, esta sofrerá uma eleva-
rica é de 1 atm. Adote: 1 cal = 4 J e a densidade do leite igual a ção de temperatura, em ºC, igual a:
1kg/litro. (Considere o calor específico do chumbo 130 J/(kgºC))
a) 128s; d) 59s; a) 35,4 d) 88,5
b) 95s; e) 48s. b) 50,6 e) 94,4
*c) 64s; *c) 77,9

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(UNIMONTES-2008) - ALTERNATIVA: D
Foi observado que, pela manhã, em regiões litorâneas, o mar
está mais frio que a areia. A água demora mais para se aquecer,
pois precisa de maior quantidade de calor para sofrer a mesma
variação de temperatura sofrida pela areia. Isso indica que a
água pode ter um(a)
a) calor específico menor que o da areia.
b) estado de agregação.
c) capacidade térmica menor que a de uma mesma massa de
areia.
*d) calor específico maior que o da areia.

(UEM/PR-2008) - ALTERNATIVA: B
No famoso experimento de Joule, de 1843, as pás eram movi-
mentadas por pesos que caíam de uma certa altura. Sobre esse
experimento, assinale a alternativa correta.
a) Os pesos forneciam energia potencial às pás.
*b) A energia potencial gravitacional é transformada em energia
térmica.
c) À medida que os pesos caem, a energia térmica decai, segun-
do a lei do inverso do quadrado da altura.
d) A energia potencial gravitacional gera um momento de força
nas moléculas de água.
e) A energia rotacional é sempre igual à energia cinética de mo-
vimento.

(UFU-2008) - RESPOSTA: a) 1000 kg b) 105 s de exposição solar


Um galão contendo 1m3 de água deve ser aquecido por um
aquecedor solar, cuja placa coletora é de 4,0m2. Sabendo que a
intensidade da radiação solar transferida para o galão é de 400
W/m2, faça o que se pede.
Dados: massa específica da água = 103 Kg/m3 e considere o
calor específico da água = 4000 J/(Kg·°C)
a) Calcule a massa de água a ser aquecida no galão.
b) Calcule o tempo necessário para aquecer a água de 20 OC a
60OC.

(UFABC-2008) - ALTERNATIVA: D
Era 6 de agosto de 1945, 8h15 da manhã, no Japão, quando o
Enola Gay, um bombardeiro B-29 americano lançou, contra a
cidade de Hiroxima, o primeiro ataque atômico da história da
humanidade, despejando sobre a cidade uma bomba atômica de
4500 kg. A cidade foi arrasada, e 70 mil pessoas morreram nos
primeiros segundos após a explosão. Até hoje, o número de
mortos decorrentes dessa operação está sendo contabilizado,
e já ultrapassou 250 mil.
Considere as seguintes afirmações:
• a bomba de Hiroxima tinha um poder de explosão equivalente
ao de 20 mil toneladas de TNT;
• a explosão de uma tonelada de TNT libera 109 calorias;
• calor específico da água líquida = 1 cal/(g°C);
• densidade da água = 1000 g/L.
Se toda a energia liberada na explosão da bomba de Hiroxima
fosse utilizada para elevar em 2 °C a temperatura de um certo
volume V de água, o valor de V, em litros, seria
a) 1 mil.
b) 100 mil.
c) 1 milhão.
*d) 10 bilhões.
e) 100 bilhões.

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(PUCMINAS-2008/2) - ALTERNATIVA: A
II - VESTIBULARES 2008/2 O ebulidor, dispositivo usado nas residências para o aquecimen-
to da água, é um exemplo bem ilustrativo de aplicação do efeito
(UEG/GO-2008/2) - ALTERNATIVA: C JOULE. Esse fenômeno foi estudado no século XIX pelo cientista
Dois corpos A e B são aquecidos mediante a absorção de ener- James P. Joule e consiste na transformação da energia elétrica
gia, como é mostrado no gráfico a seguir. perdida pelas cargas da corrente elétrica em calor. Considere
um ebulidor ligado a uma tensão de 120V imerso em um recipien-
te que contenha um litro de água a 20ºC. Admitindo-se que todo
o calor originado da resistência elétrica seja transferido à água,
o valor da resistência do ebulidor para que a água atinja a tempe-
ratura de 100ºC em 2,0 minutos será de, aproximadamente:
*a) 5,5 .
b) 16,5 . Considere: c = 4,18 J/(gºC)
c) 3,5 . e = 1 litro/kg
d) 8,5 .

(UNEMAT/MT-2008/2) - ALTERNATIVA: C
A temperatura de 120g de um determinado líquido cujo calor es-
pecífico é 0,6 cal/(g.ºC) sobe de -20 ºC até 35 ºC. Em quantos mi-
nutos será realizado esse aquecimento com uma fonte que for-
No intervalo de temperatura mostrado, é CORRETO afirmar: nece 55 calorias por minuto?
a) A capacidade térmica do corpo B é igual a 2,5 cal/OC. a) 68 minutos
b) O calor específico do corpo A é zero. b) 76 minutos
*c) A capacidade térmica do corpo A é 2 cal/OC. *c) 72 minutos
d) O corpo B precisa de mais energia que A para obter a mesma d) 80 minutos
elevação de temperatura. e) 74 minutos

(UNISA-2008/2) - ALTERNATIVA: D
Qual a quantidade de calor, em Joule (J), é necessária fornecer (UTFPR-2008/2) - ALTERNATIVA: C
a 100 g de uma substância de calor específico 0,60 cal/(g.OC) Uma atitude que implica em desperdício de energia consiste em
para que sua temperatura se eleve de 30 OC para 50 OC. Dado colocar alimentos ainda quentes dentro da geladeira. Em tal situ-
1 cal = 4,18 J. ação é melhor deixá-los fora da geladeira até que sua tempera-
a) 1200 tura fique igual à ambiente. Para dimensionar esta perda de ener-
b) 120 gia, considere, por exemplo, que 3,0 kg de alimentos a 75oC se-
c) 1,2 jam colocados dentro de uma geladeira, cuja temperatura interna
*d) 5016
seja igual a 5oC. O calor específico destes alimentos é igual a
e) 5,016
4000 J/(kg.K). Considere que apenas 30% de toda a energia
consumida pelo aparelho são utilizados para resfriar o alimento
(FAZU-2008/2) - ALTERNATIVA: E
para 5oC. A energia consumida pela geladeira, em kJ, é igual a:
Um estudante bebe 2 litros de água a 10ºC por dia. Considerando
a) 1200.
que um litro de água equivale a 1000 gramas e que seu calor
b) 2100.
específico é 1,0 cal/(gºC), determine a quantidade de calor per-
*c) 2800.
dido pela pessoa, por dia, em quilocalorias, devido unicamente à
d) 3200.
ingestão de água. (Temperatura do corpo humano: 37ºC)
e) 4800.
a) 54000 kcal
b) 5400 cal
c) 74 kcal (UTFPR-2008/2) - ALTERNATIVA: A
d) 5 kcal No manual de uso de um determinado fogão a “gás” é informado
*e) 54 kcal que a potência de chama rápida é 3360 W. Considere que sobre
a chama desse fogão foi colocada uma chaleira contendo 1,0 li-
(FURG/RS-2008/2) - ALTERNATIVA: B tro de água a 18ºC. Mesmo desprezando as perdas de calor pa-
Para aquecer certa massa de água de 10oC a 30oC, foi gasta ra a chaleira e para o ambiente, o intervalo de tempo mínimo para
aquecer a água até 98ºC será de: (Considere o calor específico
uma quantidade Q1 de calor. Para aquecer a metade desta mas- da água como 4,2 kJ/(kgºC))
sa de 28oC a 38oC, seria necessária uma quantidade de calor *a) 1min e 40s.
igual a b) 2min e 10s.
a) 4Q1 c) 2min e 50s.
*b) Q1/4 d) 3min e 10s.
e) 4min e 20s.
c) Q1/2
d) 2Q1
(MACKENZIE-2008/2) - ALTERNATIVA: E
e) Q1
Um bloco metálico de capacidade térmica 150 cal/oC é colocado
no interior de um forno. Esse bloco atinge o equilíbrio térmico
(U.F. VIÇOSA-2008/2) - ALTERNATIVA: B após receber 39 kcal, não variando seu estado de agregação. A
O fluxo de energia de um corpo para outro em virtude de dife- variação de temperatura sofrida por esse bloco, na escala
rença de temperatura entre eles denomina-se: Fahrenheit, é
a) trabalhor.
a) 246 oF. d) 402 oF.
*b) calor. o
c) energia interna. b) 289 F. *e) 468 oF.
o
d) potência. c) 367 F.

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(PUCSP-2008/2) - ALTERNATIVA: B (UDESC=2008/2) - RESPOSTA: a) 50 kW b) 4 horas (tirar do
A tabela mostra o ponto de ebulição da água e a pressão atmos- gráfico dado ou calcular) c) 44 kW
férica em diversas altitudes. O gerente de uma academia precisa adquirir um aquecedor elé-
trico para aquecer a água contida em um reservatório, cujas me-
didas são 2,5 m x 2,0 m x 1,8 m. O gráfico abaixo mostra como
deve variar a temperatura da água do reservatório, em função
do tempo em que o aquecedor fica ligado. Este é alimentado por
uma fonte de 220 V. A densidade e o calor específico da água
são, respectivamente, 1,0 x 103 kg/m3 e 4,0 x 103 J/(kgoC).

Ao armar acampamento durante a escalada, um alpinista verifica


em seus instrumentos que a pressão atmosférica local é de 60
cmHg e a temperatura ambiente é de 10°C. Este alpinista deseja
ferver 200 g de água (calor específico 1 cal/(g°C)), que se en-
contra à temperatura ambiente, utilizando para isso um fogão
que fornece 200 cal/s. a) Qual é a potência desse aquecedor?
b) Considerando que a temperatura inicial da água seja 15 oC,
quanto tempo é necessário manter o aquecedor ligado, para
elevar a temperatura até 35 oC?
c) Qual será a potência de um aquecedor, para uma corrente
elétrica de 200 A?

(UFC/CE-2008/2) - ALTERNATIVA: A
Uma moeda de aço de R$0,50, pesando 8g a 25°C, cai de uma
altura de 50m. Considere que a moeda não sofre variação no
volume e que metade de sua energia potencial inicial é gasta em
aumentar sua energia interna. Assim, sua temperatura final em
°C será de aproximadamente:
(Assuma que o calor específico do aço é c = 0,107 cal/(g°C) ;
1cal = 4,2 J e g = 10 m/s2.)
*a) 25,5 d) 27,0
b) 26,0 e) 27,5
c) 26,5

(UECE-2008/2) - ALTERNATIVA: B
Um recipiente com 1 L de água é colocado no foco de um espelho
esférico côncavo, de raio de curvatura 50 cm e área 1,0 m2,
Considerando as perdas de energia térmica (para o ambiente e como mostrado na figura.
para o recipiente) correspondentes a 50% da energia fornecida,
pode-se afirmar que o aquecimento demorará
a) 120 s *b) 166 s c) 180 s
d) 332 s e) 360 s

(UFMS-2008/2) - ALTERNATIVA: C
No interior de um forno de microondas encontra-se um prato que
contém 1kg de purê de batatas para ser aquecido. Considere
que o purê de batatas possui calor específico c = 1,8 cal/(goC),
e que a capacidade térmica C do prato é de 20 cal/oC. A potência
elétrica de consumo do forno é igual a 1.200W, dos quais 80%
dessa potência são transferidos como energia térmica para o
purê de batatas, o qual por condução aquece o prato, considere
que somente essa energia é transferida para o prato. Antes de Suponha que, localmente, a radiação solar chegue ao espelho
ligar o forno de microondas, todo esse sistema está em equilíbrio conforme a figura e forneça uma radiância (potência por unida-
térmico na temperatura de 20oC. Assinale a alternativa que cor- de de área) de 6,0 kWh/dia.m2 e, suponha também, que toda a
responde ao tempo em que o forno de microondas deve ficar li- radiação que chega ao espelho é transformada em calor para
gado para que o prato e o purê de batatas atinjam a temperatura aquecer a água. O tempo necessário para esquentar a água da
de 50oC. Use a relação que 1cal = 4,18J. temperatura ambiente de 30 OC para 100 OC, será
a) Igual a 3,6 minutos. (Dados: 1 cal = 4,2 J e dágua = 1 kg/L)
b) Igual a 3,2 minutos. a) aproximadamente, 5 minutos.
*c) Mais que 3,7 minutos. *b) aproximadamente, 20 minutos.
d) Igual a 3,0 minutos. c) aproximadamente, 1 hora.
e) Menos que 2,0 minutos. d) mais do que 12 horas.

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(FATECSP-2008/2) - ALTERNATIVA: E
James Prescott Joule contribuiu significativamente para com a
termodinâmica, desenvolvendo um trabalho experimental para
determinar o valor do equivalente mecânico do calor. Como esta
variável dependia da precisão dos valores dos calores específi-
cos de várias substâncias, Joule analisou os diferentes méto-
dos utilizados por cientistas e concluiu que havia a necessidade
de um novo método, mais preciso, que hoje é conhecido como
efeito Joule.
Com relação a equipamentos ou máquinas que aplicam o efeito
Joule como princípio de funcionamento, a alternativa correta é
a) máquina de secar roupa à gás.
b) lâmpada fluorescente.
c) rádio transmissor.
d) liquidificador.
*e) fusível.

(UFLA/MG-2008/2) - ALTERNATIVA: B
Duas amostras, uma de alumínio e outra de cobre, de mesma
massa e temperatura inicial 0 = 20°C, são colocadas no in-
terior de um calorímetro com água a 40°C. Após certo tempo,
o sistema atinge o equilíbrio térmico. Considerando que o
calor específico do alumínio é maior que o calor específico
do cobre, pode!se afirmar que
a) a amostra de alumínio está a uma temperatura menor que a
temperatura da amostra de cobre.
*b) a amostra de alumínio absorveu mais energia que a amostra
de cobre.
c) ambas as amostras absorveram a mesma quantidade de ener-
gia.
d) a amostra de alumínio absorveu menos energia que a amostra
de cobre.

(UFOP-2008/2) - RESPOSTA: FAZER


Considere uma partícula presa a uma mola ideal de constante
elástica k = 420 N /m e mergulhada em um reservatório térmico,
isolado termicamente, com 10 litros de água. Se distendermos a
mola 10cm além de seu ponto de equilíbrio e a soltarmos, ela
passa a executar oscilações com amplitudes decrescentes até
parar.
a) Qual foi a força necessária para distender a mola de 10cm ?
b) Calcule a energia potencial elástica da mola para um desloca-
mento de 10cm .
c) Calcule a variação da temperatura da água para o caso (b),
considerando que toda a energia potencial elástica da mola seja
transferida para a água na forma de calor.
Dados: cágua = 1 cal/(g.oC), 1 cal 4,2 joules e densidade da
água = 1g / cm3.

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(UFTM-2008) - ALTERNATIVA: C
III - VESTIBULARES 2008/1 Em um recipiente adiabático sob pressão de 1 atm, uma fonte
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 4 de calor com fluxo constante de 2000 cal/s aquece um bloco de
gelo de massa 400 g que havia sido colocado no recipiente
inicialmente a –20ºC. Quando o processo de fusão inicia, são
(UDESC-2008) - RESPOSTA NO FINAL colocados mais 600 g de gelo fundente. A adição de nova por-
Uma amostra de 100,0 g de gelo, armazenada em um recipiente ção de gelo fará com que o tempo de obtenção de água líquida a
de paredes adiabáticas, sofre mudanças de fase, conforme 0ºC demore um tempo total, em s, de
mostra o gráfico abaixo. Dados: cágua = 1,0 cal/(g·ºC)
cgelo = 0,5 cal/(g·ºC)
Lfusão = 80,0 cal/g
a) 28. d) 64.
b) 32. e) 82.
*c) 42.

(U.F. VIÇOSA-2008) - ALTERNATIVA: C


Observe o diagrama P versus T para uma substância qualquer,
mostrado na figura abaixo.

a) A partir do momento em que todo gelo se transforma em água,


a energia é transferida a uma taxa constante de 10,0 W para a
água do recipiente, utilizando-se um aquecedor elétrico imerso.
a) Quanto tempo leva para toda a água ser evaporada?
b) Determine o calor específico do gelo.
c) Qual é o estado físico da amostra, em cada um dos estágios
(A, B, C, D e E) representados no gráfico? Sabe-se que a substância está no estado sólido para baixas
temperaturas e baixas pressões e no estado gasoso para altas
RESPOSTAUDESC-2008: temperaturas e baixas pressões. Deseja-se solidificar a subs-
a) Considerando t = 0 quando a água começa a vaporizar tância, inicialmente no estado gasoso, sem que a mesma passe
t = 2,26×104 s pelo estado líquido, aumentando a pressão externa nela exercida.
Para isso, é necessário que a temperatura inicial T da substância
b) 2,09.104 J/(Kg·°C) satisfaça a seguinte condição:
c) A - sólido B - sólido + liquido C - líquido D - líquido + vapor
a) T > T2
E - vapor
b) T1 < T < T2
*c) 0 < T < T1
(U.F. VIÇOSA-2008) - ALTERNATIVA: B
Uma substância inicialmente no estado líquido tem sua tempera- d) T = T2
tura variada, de acordo com o gráfico abaixo, em um processo
isobárico (à pressão constante). A massa total da substância é (PUCMINAS-2008) - ALTERNATIVA: D
100 g. Nos primeiros 10,0 s foram retirados 200 J de calor da Ao prepararmos os alimentos, é comum aquecermos a água em
substância; nos 30,0 s seguintes, outros 600,0 J; nos últimos recipientes abertos. Nesses recipientes, a água entra em ebuli-
10,0 s, outros 200 J. O calor específico do líquido, a capacidade ção quando sua pressão de vapor se iguala à pressão atmosfé-
térmica do líquido e o calor latente de fusão são, respectivamen- rica.
te:

a) 10,0 J K–1, 100 J kg–1 K–1 e 6,00 × 103 J kg–1


*b) 100 J kg–1 K–1, 10,0 J K–1 e 6,00 × 103 J kg–1
c) 200 J kg–1 K–1, 20,0 J K–1 e 6,00 × 103 J kg–1
a) 6,00×103 J kg–1 , 100 J kg–1 K–1 e 10,0 J K–1

(UERJ-2008) - ALTERNATIVA: C
O calor específico da água é da ordem de 1,0 cal.g–1.ºC–1 e seu
calor latente de fusão é igual a 80 cal.g–1. Para transformar 200 Considerando-se as informações dadas, pode-se afirmar que a
g de gelo a 0 ºC em água a 30 ºC, a quantidade de energia ne- temperatura de ebulição da água será:
cessária, em quilocalorias, equivale a: a) maior em Belo Horizonte.
a) 8 b) menor em Guarapari.
b) 11 c) a mesma nas três localidades, desde que consideremos H 2O
*c) 22 puro.
d) 28 *d) menor no Pico da Bandeira.
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(FUVEST-2008) - ALTERNATIVA: E (UEPG/PR-2008) - RESPOSTA: SOMA = 10 (02+08)
Um aquecedor elétrico é mergulhado em um recipiente com água A respeito do funcionamento da panela de pressão, assinale o
a 10º C e, cinco minutos depois, a água começa a ferver a 100º que for correto.
C. Se o aquecedor não for desligado, toda a água irá evaporar e 01) De acordo com a lei dos gases, as variáveis envolvidas no
o aquecedor será danificado. Considerando o momento em que processo são pressão, volume e temperatura.
a água começa a ferver, a evaporação de toda a água ocorrerá 02) O aumento da pressão no interior da panela afeta o ponto de
em um intervalo de aproximadamente ebulição da água.
a) 5 minutos. 04) A quantidade de calor doado ao sistema deve ser constante,
b) 10 minutos. para evitar que a panela venha a explodir.
c) 12 minutos. 08) O tempo de cozimento dos alimentos dentro de uma panela
d) 15 minutos. de pressão é menor porque eles ficam submetidos a temperatu-
*e) 30 minutos. ras superiores a 100 °C.

(FEI-2008) - ALTERNATIVA: E
Considerando que em São Paulo e Brasília as altitudes são dife-
(UNESP-2008) - RESPOSTA: 621 kcal rentes, podemos afirmar que:
Ao ser anunciada a descoberta de novo planeta em torno da es- a) a água entra em ebulição a uma temperatura menor na cidade
trela Gliese581 e a possível presença de água na fase líquida em de menor altitude.
sua superfície, reavivou-se a discussão sobre a possibilidade b) a água entra em ebulição a 100ºC nas duas cidades.
de vida em outros sistemas. Especula-se que as temperaturas c) a água entra em ebulição a uma temperatura maior na cidade
na superfície do planeta são semelhantes às da Terra e a pres- de maior altitude.
são atmosférica na sua superfície é estimada como sendo o do- d) a temperatura de ebulição da água não depende da altitude.
bro da pressão na superfície da Terra. A essa pressão, conside- *e) a água entra em ebulição a uma temperatura maior na cidade
re que o calor latente de vaporização da água no novo planeta de menor altitude.
seja 526 cal/g e a água atinja o ponto de ebulição a 120 ºC. Cal-
cule a quantidade necessária de calor para transformar 1 kg de
água a 25 ºC totalmente em vapor naquelas condições, conside- (UERJ-2008) - RESPOSTA: 7 MINUTOS
rando o calor específico da água 1 cal/(g.OC). O circuito abaixo é utilizado para derreter 200 g de gelo contido
em um recipiente e obter água aquecida.
(UNIFESP-2008) - ALTERNATIVA: B
A enfermeira de um posto de saúde resolveu ferver 1,0 litro de
água para ter uma pequena reserva de água esterilizada. Atare- E: força eletromotriz do gerador
fada, ela esqueceu a água a ferver e quando a guardou verifi- r: resistência interna do gerador
cou que restaram 950 mL. Sabe-se que a densidade da água é R1, R2 e R3: resistências
1,0·103 kg/m3, o calor latente de vaporização da água é 2,3·106 J/ C: chave de acionamento
kg e supõe-se desprezível a massa de água que evaporou ou A: recipiente adiabático
possa ter saltado para fora do recipiente durante a fervura. Po-
de-se afirmar que a energia desperdiçada na transformação da
água em vapor foi aproximadamente de:
a) 25 000 J. d) 330 000 J.
*b) 115 000 J. e) 460 000 J.
c) 230 000 J. No momento em que a chave C é ligada, a temperatura do gelo é
igual a 0 ºC. Dados: calor específico da água = 1,0 cal/(g.°C) e
(EAFI/MG-2008) - ALTERNATIVA: A calor latente de fusão do gelo = 80 cal/g.
Considere as afirmativas abaixo acerca do calor e da mudança Estime o tempo mínimo necessário para que a água no recipiente
de fase das substâncias: A atinja a temperatura de 20°C. Considere 1 cal = 4,2 J.
I . Sendo o calor específico da água 1 cal/(g.oC), a energia ne-
(UFOP-2008) - ALTERNATIVA: C
cessária para aquecer 1 litro de água de 20 oC a 80 oC é de 60
No gráfico a seguir, vemos a temperatura (K) de uma massa m
Kcal.
= 100 g de zinco, inicialmente em estado sólido, em função da
II. O aspecto de fumaça que se forma no ar, ao expirarmos em
quantidade de calor fornecida a ela.
dias bem frios é um exemplo de condensação.
III. Ao passarmos uma substância do estado sólido para o líquido,
e em seguida para o estado gasoso, a substância estará ga-
nhando energia e suas partículas atômicas estarão mais afasta-
das umas das outras.
Podemos dizer que:
*a) todas as afirmativas são verdadeiras.
b) todas as afirmativas são falsas.
c) apenas I e II são verdadeiras.
d) apenas II e III são verdadeiras.

(VUNESP-2008) - ALTERNATIVA: D Considerando as informações dadas, assinale a alternativa in-


Deseja-se resfriar 100 g de vapor de água a 120 ºC para 90 ºC. correta.
Dados: calor específico da água = 1 cal /(g.ºC); a) O calor liberado pela massa de zinco no resfriamento de C
calor latente de condensação = – 540 cal/g; para A é 2330cal .
calor específico do vapor 0,5 cal /(g.ºC).
b) O calor específico do zinco no estado sólido vale cZn= 0,093
Se o experimento ocorre no nível do mar, a quantidade de calor
que deve ser retirada para essa transformação, em kcal, deve cal/(g.°C).
ser de *c) O calor latente de fusão do zinco é de LZn = 1400 cal/g .
a) 50. b) 54. c) 55. *d) 56. e) 60. d) A temperatura de fusão do zinco é de 692 °C.
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(UFMS-2008) - ALTERNATIVA: D (UFRRJ-2008) - RESPOSTA: a) 80000 cal b) 130000 cal
A válvula da tampa da panela de pressão é um dispositivo regu- Num dia de muito calor, a governanta de uma residência decide
lador da pressão interna Pi de cozimento dos alimentos, evitando fazer um refresco para as crianças que realizam um estudo em
que a pressão ultrapasse limites que comprometam a segurança grupo. Contudo, ao abrir a geladeira, percebe que as garrafas
do usuário. Para isso, a válvula possui uma massa M pré-deter- de água estão todas vazias, restando, no congelador, apenas
minada; e com uma haste cônica no seu centro que se encaixa uma garrafa cujo conteúdo encontra-se inteiramente sob a for-
no orifício de um tubo cilíndrico por onde sai o vapor. No início do ma de gelo.
aquecimento da água, a pressão interna Pi não é suficiente para Resolve, então, deixar a garrafa exposta ao ambiente e aguar-
dar um tempo até sua completa transformação em água. O grá-
equilibrar a força peso na válvula, e assim, a haste cônica obs-
fico a seguir ilustra esta mudança de fase.
trui a saída de vapor pelo tubo, fazendo aumentar a pressão
interna Pi. Quando a pressão interna Pi atinge um valor que é
suficiente para levantar a válvula, o vapor começa a escapar do
interior da panela pelo tubo, regulando assim a pressão interna
para cozimento, que chamaremos de PiC. Como a temperatura
para a água entrar em ebulição depende da pressão, e a pres-
são interna PiC de cozimento é superior à da pressão ambiente
P0, assim, os alimentos são cozidos em pressão e temperatura
maiores que em panelas comuns com tampas abertas. Conside-
re a secção transversal do tubo por onde sai o vapor igual a A, Considerando que o volume de água contido na garrafa é de 1
veja a figura e, com base nessas informações, assinale a alter- litro, e dado
nativa correta: L F = 80 cal/g, cgelo = 0,5 cal/(g.°C) e cágua = 1 cal/(g.°C),
pergunta-se:
a) Qual foi a quantidade de calor recebida, em calorias, pelo
sistema, durante a sua mudança de fase?
b) Qual foi a quantidade de calor recebida, em calorias, pelo
sistema, para que, ao final, tivéssemos água, na fase líquida, à
temperatura ambiente de 30 °C?

a) Durante o cozimento, quando a água já entrou em ebulição, se


aumentar a chama na base da panela, a temperatura da água em
ebulição também aumenta.
b) A pressão interna PiC pode ser determinada multiplicando o
valor da força peso (Mg) na válvula pelo valor da seção transver-
sal (A) do tubo.
c) Se trocarmos apenas o tubo de saída por um outro de maior
seção transversal, a pressão interna PiC de cozimento atingirá
valores maiores.
*d) Se trocarmos apenas a válvula por outra de menor peso, a
pressão interna PiC e a temperatura de cozimento diminuirão.
e) Durante o cozimento quando o vapor já está saindo pela ex-
tremidade do tubo, a força aplicada na válvula pela pressão in-
terna PiC é igual à força aplicada na válvula pela pressão atmos-
férica P0.

(VUNESP-2008) - ALTERNATIVA: A
A um bloco de gelo, inicialmente a 0ºC, é fornecida certa quanti-
dade de calor até que sua massa seja totalmente convertida em
água líquida. Essa quantidade de calor continua sendo fornecida,
agora, à massa de água em estado líquido, até que esta atinja
temperatura de 80ºC. Pode-se afirmar que durante todo o pro-
cesso a temperatura do gelo
*a) permanece constante até que toda a massa de gelo seja
transformada em água e, em seguida, a temperatura da água
aumenta continuamente até atingir 80ºC.
b) permanece constante a 0ºC até que toda a massa de gelo se-
ja derretida e, em seguida, a temperatura da água permanece
constante à temperatura de 80ºC.
c) aumenta durante a fusão de 0ºC a 32ºC e, em seguida, a água
sofre uma variação de temperatura de 32ºC para 80ºC.
d) aumenta continuamente até toda a massa de gelo ser transfor-
mada em água em estado líquido.
e) e da água em estado líquido permanecem iguais ao longo de
todo o período de fornecimento de calor.

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(UDESC-2008/2) - RESPOSTA:a) 0,57 cal/(g°C) b) fusão a 450°C
III - VESTIBULARES 2008/2 c) 1,6 kcal/g
(UDESC-2008/2) - ALTERNATIVA: B Em uma indústria de desenvolvimento de novos materiais é soli-
Certa substância, cuja massa é 200 g, inicialmente sólida à tem- citado a um engenheiro que analise as informações contidas no
peratura de -10°C, passa pelas transformações de fase mostra- gráfico abaixo. Este apresenta a relação entre a temperatura e a
das no gráfico abaixo. quantidade de calor absorvido por um corpo de material desco-
nhecido, com 100 g de massa e inicialmente no estado sólido.

O calor específico na fase sólida, o calor latente de fusão e a


temperatura de vaporização dessa substância são, respectiva-
mente:
a) 0,5 cal/(g.°C); 10 cal/g; 5°C.
*b) 0,5 cal/(g.°C); 10 cal/g; 35°C.
c) 1,0 cal/(g.°C); 10 cal/g; 35°C.
d) 1,0 cal/(g.°C); 10 cal/g; 5°C.
e) 1,0 cal/(g.°C); 5,0 cal/g; 35°C.

(PUCRS-2008/2) - ALTERNATIVA: A
Considere as informações a seguir e preencha os pa-
rênteses com V (verdadeiro) e F (falso). Com esses dados, determine:
Uma panela de pressão cozinha alimentos em água em um tempo a) o calor específico do material no estado sólido.
menor do que as panelas comuns. Esse desempenho da panela b) a transformação de fase que ocorre com o material, e a tem-
de pressão se deve à peratura em que isso ocorre.
( ) influência da pressão sobre a temperatura de ebulição da c) o calor latente de fusão do material.
água.
( ) maior espessura das paredes e ao maior volume interno da (UNESP-2008/2) - ALTERNATIVA: B
panela de pressão. Considere o diagrama para uma determinada substância.
( ) temperatura de ebulição da água, que é menor do que 100 °C,
neste caso.
( ) pressão interna, de uma atmosfera (1 atm), mantida pela vál-
vula da panela de pressão.
A seqüência correta de preenchimento dos parênteses, de cima
para baixo, é
*a) V – F – F – F d) F – V – V – V
b) V – V – F – V e) V – V – F – F
c) F – F – V – V

(UFU/UNIFAL-2008/2) - RESPOSTA: a) 0,20 cal/(g°C) b) 0,15 cal/


(g°C) c) 10,0 cal/g d) 72 km/h
2.000 g de uma determinada substância está inicialmente na
fase sólida. É fornecido calor a essa substância e, com isso, sua Sabendo-se que a transformação ocorre no sentido de A para D,
temperatura varia, conforme mostra o gráfico abaixo. pode-se afirmar que no trecho
a) AB a substância está na fase líquida.
*b) BC está ocorrendo fusão ou vaporização.
c) CD há apenas vapor.
d) BC há uma mistura de líquido e vapor.
e) CD está ocorrendo transição de fase.

(UNESP-2008/2) - RESPOSTA: 5 g
Em dia de inverno europeu, a uma temperatura de 0°C, uma cri-
ança desliza encosta abaixo em seu trenó, partindo do repouso,
de uma altura de 10 m acima do ponto mais baixo, e com uma
Dado: Utilize 1 cal = 4,2 J perda de 20% de energia na forma de calor, devido ao desli-
zamento.
Considere as informações apresentadas e determine para essa
substância:
a) O calor específico quando essa substância se encontrar no
estado sólido.
b) O calor específico quando essa substância se encontrar no
estado de vapor.
Estime a quantidade de neve derretida até chegar ao ponto mais
c) O calor latente de vaporização.
baixo da encosta. Para isso adote que a massa total do trenó
d) A máxima velocidade (em km/h) que um veículo de massa
mais a da criança é de 82,5 kg. Nos seus cálculos, con- sidere
2.100 kg, inicialmente em repouso, atingiria se todo o calor forne-
cido a essa substância lhe fosse dado e convertido em energia que g = 10 m/s2, que o calor latente de fusão do gelo é LF = 330
cinética. kJ/kg e que toda a energia perdida foi transferida para o gelo.

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(UEM/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 05 (01+04)
De acordo com o gráfico abaixo de mudança de estado para
duas substâncias A e B, partindo do estado sólido para A (a –20
ºC) e do estado líquido para B (a 60ºC), assinale o que for
correto.

01) A temperatura de fusão da substância A é 20ºC.


02) A temperatura de fusão da substância A é –20ºC e a da
substância B é 60ºC.
04) A temperatura de ebulição da substância A é 60ºC.
08) A temperatura de fusão da substância B é 100ºC.
16) A temperatura de ebulição da substância A é igual à tempera-
tura de fusão da substância B.

(UEPG/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 24 (08+16)


A matéria, em geral, apresenta três fases; a fase sólida, a fase
líquida e a fase gasosa. Sobre o fenômeno de mudanças de
fase, assinale o que for correto.
01) Durante o processo de mudança de fase a pressão cons-
tante, a temperatura da substância varia. A energia recebida
pela substância na forma de calor é utilizada para reordenar a
energia potencial de cada molécula em relação às demais.
02) A temperatura de mudança de fase de uma substância
independe da pressão atmosférica.
04) Para que uma substância mude de fase, é necessário que
ela troque calor com o meio em que se encontra.
08) O ponto triplo representa as únicas condições de temperatu-
ra e pressão em que as fases sólida, líquida e gasosa de uma
substância coexistem em equilíbrio.
16) O regelo é um fenômeno no qual o gelo, sob pressão, funde,
voltando a congelar quando a pressão é removida.

(UEPG/PR-2008/2) - RESPOSTA: 16 minutos


Um resistor com resistência elétrica igual a 4,16 é imerso em
um recipiente contendo água líquida a 100 ºC. Considerando que
a corrente elétrica que passa pelo resistor vale 10,0 A e que o
calor latente de vaporização da água vale 400 kJ/kg, calcule o
tempo necessário, em minutos, para que 1,0 kg de água seja
vaporizado.
Observação: em todos os passos para calcular o solicitado,
despreze (não arredonde aritmeticamente) as decimais e consi-
dere a seguinte equação: Q = R.i2. t

(U.F. VIÇOSA-2008/2) - ALTERNATIVA: C


As tabelas abaixo mostram algumas propriedades do gelo e da
água.

A quantidade de calor necessária para transformar 100 g de


gelo a –10°C em água a +10°C é:
a) 9000 cal b) 8000 cal *c) 9550 cal d) 1000 cal
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(UNIFESP-2008) - ALTERNATIVA: D
IV - VESTIBULARES 2008/1 Em uma experiência de laboratório, um aluno mede a temperatura
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 16 de uma pequena quantidade de água contida em um tubo de en-
saio (a água e o tubo foram previamente aquecidos e estão em
equilíbrio térmico). Para isso, imerge nessa água um termômetro
(FEI-2008) - ALTERNATIVA: B de mercúrio em vidro que, antes da imersão, marcava a tempera-
Uma massa de 100 g de água foi colocada dentro de um calorí- tura ambiente: 20 ºC. Assim que todo o bulbo do termômetro é
metro. Após certo tempo, mediu-se a temperatura do conjunto, imerso na água, a coluna de mercúrio sobe durante alguns se-
que já se encontrava em equilíbrio térmico, e encontrou-se 20ºC. gundos até atingir 60 ºC e logo começa a baixar. Pode-se afirmar
Em seguida, adicionou-se 200 g de água a 80º C e, após o novo que a temperatura da água no instante em que o termômetro nela
equilíbrio térmico, mediu-se a temperatura final e encontrou-se foi imerso era
50ºC. Qual é a capacidade térmica do calorímetro? a) de 60 ºC, pois o termômetro nunca interfere na medida da tem-
Despreze trocas de calor com o ambiente. peratura e o calor perdido para o ambiente, nesse caso, é des-
a) 50 cal/ºC prezível.
*b) 100 cal/ºC b) de 60 ºC porque, nesse caso, embora possa haver perda de
c) 150 cal/ºC calor para o termômetro e para o ambiente, essas perdas não se
d) 200 cal/ºC manifestam, pois a medida da temperatura é instantânea.
e) 80 cal/ºC c) maior do que 60 ºC; a indicação é menor exclusivamente por
causa da perda de calor para o ambiente, pois o termômetro não
(UNEMAT/MT-2008) - ALTERNATIVA: D pode interferir na medida da temperatura.
Um pedaço de 250 gramas de um determinado metal de calor es- *d) maior do que 60 ºC e a indicação é menor principalmente por
pecífico igual a 0,1 cal/(g.ºC), à temperatura de 380 ºC, é coloca- causa da perda de calor para o termômetro.
do em 120 gramas de água de calor específico igual a 1 cal/(g. e) menor do que 60 ºC porque, nesse caso, a água absorve ca-
ºC), à temperatura de 20 ºC. Assinale a alternativa que repre- lor do ambiente e do termômetro.
senta aproximadamente a temperatura de equilíbrio da mistura.
a) 76,43 ºC (UFSCar-2008) - RESPOSTA: a) 13,5 J/°C b) 432 °C
b) 79,70 ºC Após ter estudado calorimetria, um aluno decide construir um
c) 89,25 ºC calorímetro usando uma lata de refrigerante e isopor. Da latinha
*d) 82,07 ºC de alumínio removeu parte da tampa superior. Em seguida, recor-
e) 85,74 ºC tou anéis de isopor, de forma que estes se encaixassem na la-
tinha recortada, envolvendo-a perfeitamente.
(MACKENZIE-2008) - ALTERNATIVA: A
ver slide:
Para certo procedimento industrial, necessita-se de água a 20°C,
UFSCar - 2008 - Q.37
mas só se dispõe de água no estado sólido a 0°C (gelo) e água
fervendo a 100°C. A relação entre a massa de gelo e a massa de
água fervendo que se deve misturar em um recipiente adiabático,
para a obtenção do desejado, é

Dados: calor latente de fusão da água = 80 cal/g


calor específico da água líquida = 1 cal/(g°C)
Em seu livro didático, encontrou as seguintes informações:
*a) 4/5 Material Calor específico J/(kg׺C)
b) 3/4 Alumínio 900
c) 2/3 Água 4200
d) 1/2 Ferro 450
e) 1/3 (massa específica da água: 1 kg/L)
a) Determine a capacidade térmica desse calorímetro, sabendo
(UNESP-2008) - RESPOSTA: 73,27 g que a massa da latinha após o recorte realizado era de 15×10-3
Um cubo de gelo com massa 67 g e a –15 ºC é colocado em um
kg.
recipiente contendo água a 0 ºC. Depois de um certo tempo, es-
b) Como a capacidade térmica do calorímetro era muito pequena,
tando a água e o gelo a 0 ºC, verifica-se que uma pequena quan-
decidiu ignorar esse valor e então realizou uma previsão experi-
tidade de gelo se formou e se agregou ao cubo. Considere o
mental para o seguinte problema:
calor específico do gelo 2 090 J/(kg.ºC) e o calor de fusão 33,5
Determinar a temperatura que deve ter atingido um parafuso de
× 104 J/kg. Calcule a massa total de gelo no recipiente, supondo ferro de 0,1 kg aquecido na chama de um fogão.
que não houve troca de calor com o meio exterior. Dentro do calorímetro, despejou 0,2 L de água. Após alguns mi-
nutos, constatou que a temperatura da água era de 19 ºC. Aque-
(UFU/UFLA-2008) - ALTERNATIVA: B ceu então o parafuso, colocando-o em seguida no interior do ca-
Um pedaço de cobre sólido, de massa 1 kg a 20 ºC é colocado lorímetro. Atingido o equilíbrio térmico, mediu a temperatura do
em um recipiente que contém uma grande quantidade de nitrogê- interior do calorímetro, obtendo 40 ºC. Nessas condições, su-
nio líquido a 77,3 K e 1 atm. Após um tempo, o cobre entra em pondo que houvesse troca de calor apenas entre a água e o
equilíbrio térmico com o nitrogênio. parafuso, determine aproximadamente a temperatura que este
Dados: Calor latente de vaporização do nitrogênio é 48 cal/g deve ter atingido sob o calor da chama do fogão.
Calor específico do cobre é 0,092 cal/(gºC)
Temperatura de fusão da água a 1 atm é 273,3 K
Temperatura de ebulição do nitrogênio a 1 atm é 77,3 K (PUCRIO-2008) - ALTERNATIVA: D
Com base nessas informações, pode-se afirmar que a massa de Uma quantidade m de água a 90 °C é misturada a 1,0 kg de água
nitrogênio evaporada nesse processo é de aproximadamente a 30 °C. O resultado final em equilíbrio está a 45 °C. A quantidade
a) 82 g. m, em kg, vale:
*b) 0,41 Kg. a) 1,00 *d) 0,33
c) 820 Kg. b) 2,00 e) 3,00
d) 41 g. c) 0,66

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(UEPG/PR-2008) - RESPOSTA: SOMA = 28 (04+08+16)
Dois pequenos blocos de alumínio, de massas m1 e m2, cujas
temperaturas são, respectivamente, T1 e T2, encontram-se inici-
almente isolados um do outro. Considerando que m1 > m2 e que
T2 > T1, assinale o que for correto.
01) Sendo T2 > T1 e m2 > m1, então o bloco m2 possui maior
quantidade de calor que o bloco m1.
02) Uma vez que os blocos são constituídos de um mesmo mate-
rial, ambos possuem a mesma capacidade térmica.
04) Se os dois blocos forem colocados em contato, ocorrerá um
fluxo de energia, na forma de calor, cujo sentido será do bloco m2
para o bloco m1.
08) Se os dois blocos forem colocados em contato, o fluxo de
calor entre eles cessará quando for atingido o equilíbrio térmico.
16) Se os dois blocos forem colocados em contato, após ser
atingido o equilíbrio térmico a temperatura dos blocos será menor
que T2 e maior que T1.

(UFMG-2008) - RESPOSTA: a) 7,0 min b) 0,0 ºC


Em uma aula no Laboratório de Física, o Professor Jésus realiza
o experimento que se descreve a seguir. Inicialmente, ele imerge
um aquecedor elétrico em 1,0 kg de água, à temperatura de 23
ºC, contida num recipiente de isopor. Em seguida, o recipiente é
tampado e o aquecedor é ligado, até a temperatura da água
atingir 45 ºC. Considere que a tensão e a corrente elétricas, no
aquecedor, são, respectivamente, de 220 V e de 1,0 A. Despre-
ze a capacidade térmica do recipiente e a do aquecedor.
a) Com base nessas informações, CALCULE o tempo que o
aquecedor ficou ligado. (Dado: calor específico da água c = 1,0
cal/(goC) = 4,2 × 103 J/(kgoC)
b) Em seguida, o Professor Jésus coloca 0,60 kg de gelo, a 0,0
ºC, na água contida no recipiente, tampa-o novamente, e espera
até a temperatura dela se estabilizar. Sabe-se que o calor latente
de fusão do gelo é de 3,3 × 105 J/kg. Considerando essas infor-
mações, CALCULE a temperatura da água no final desse expe-
rimento.

(UDESC-2008) - RESPOSTA a) 0,12 cm b) Dados incompatíveis


com a realidade. Veja comentário no final.
Um tecnólogo de móveis resolve testar as propriedades térmi-
cas de alguns materiais, com a intenção de utilizá-los futuramen-
te, na construção de alguns móveis.
a) Dispondo de um tubo de alumínio (coeficiente de dilatação
linear Al = 2,4·10–5 °C–1) que tem 50 cm a 0 °C, ele quer saber
qual o acréscimo de comprimento no tubo, quando a sua tempe-
ratura chegar a 100 °C.
b) Em um segundo teste, ele retira um bloco de 8,0 kg de latão de
um forno e o coloca em um recipiente contendo 4,6 kg de água,
à temperatura de 200 °C. Depois de certo tempo a água pára de
ferver e resta uma massa total de 12,54 kg de água e latão. Qual
a temperatura do forno? Considere que a água ferva a 100 °C e
o calor latente de vaporização da água seja de 540 cal/g.

COMENTÁRIO: Provavelmente, no item b, a temperatura inicial da


água era para ser 20,0 °C. Com esse valor a resposta, para a
temperatura do forno, é 616 °C.

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(FEI-2008/2) - ALTERNATIVA: E
IV - VESTIBULARES 2008/2 Em um calorímetro com capacidade térmica de 50 cal/°C existem
100 g de água em equilíbrio térmico a 30 °C. Qual é a quantidade
de água a 80 °C que deve ser acrescentada ao calorímetro para
(VUNESP/UNINOVE-2008/2) - ALTERNATIVA: E
que a nova temperatura de equilíbrio seja o dobro da inicial?
Um calorímetro ideal contém dois litros de água a 30 °C e, no
instante t = 0, dentro dele é colocado um bloco de gelo de 5 kg a Dado: cágua= 1,00 cal/(g°C)
–20 ºC. Após um intervalo de tempo T, verifica-se que no recipi- a) 100 g
ente existe água líquida e gelo em equilíbrio térmico a 0 ºC. O b) 125 g
gráfico a seguir mostra como varia a temperatura do sistema em c) 150 g
função do tempo, até ser atingido o equilíbrio térmico. d) 200 g
*e) 225 g

(UNIMONTES/MG-2008/2) - ALTERNATIVA: A
Uma moeda de cobre, cuja massa mc é 75 g, é aquecida em um
forno de laboratório até uma temperatura T de 312 oC. A moeda
é então largada em um béquer de vidro contendo uma massa ma
de 220 g de água. A capacidade térmica CB do béquer é de 45
cal/K. A temperatura inicial Ti da água e do béquer é de 12 oC.
Supondo que a moeda, o béquer e a água sejam um sistema
isolado e que a água não se evapore, a temperatura final Tf do
sistema em equilíbrio térmico é, aproximadamente,
*a) Tf = 20 oC.
Dados:
b) Tf= 55 oC. calor específico da água = 1,000 cal/(gºC)
Dados: calor específico da água líquida = 1 cal/(g.ºC) o
c) Tf = 60 C. calor específico do cobre = 0,094 cal/(gºC)
calor específico do gelo = 0,5 cal/(g.ºC)
d) Tf = 30 oC.
calor latente de fusão do gelo = 80 cal/g
densidade da água = 1 g/mL
Sabendo que o experimento se passa no nível do mar, pode-se (CEFETMG-2008/2) - ALTERNATIVA: C
afirmar que, no instante T, representado no gráfico, a massa de Um bloco de 10 gramas de gelo a 0 ºC é colocado dentro de um
gelo que ainda permanece no calorímetro vale, em gramas, calorímetro ideal. A quantidade mínima de água a 40 ºC, a ser adi-
a) 1 250. cionada ao conjunto para fundir completamente o gelo é, em gra-
b) 2 250. mas, (Dado: calor latente de fusão do gelo igual a 80 cal/g)
c) 3 750. a) 5.
d) 4 250. b) 10.
*e) 4 875. *c) 20.
d) 40.
e) 80.
(UFTM-2008/2) - RESPOSTA: FAZER
Para fazer café, meio litro de água fervente, aquecida em uma
(UEM/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 26 (02+08+16)
chaleira, foi despejada sobre o pó, a 100 ºC. O café coado goteja
Três diferentes substâncias A, B e C, de mesma massa e com a
a 90 ºC para o interior de uma cafeteira. Após todo conteúdo do
mesma temperatura inicial, recebem a mesma quantidade de ca-
coador ter se esgotado, o café contido na cafeteira, agora a 80
lor durante 10 minutos. A temperatura ao término dos 10 minutos
ºC, é vertido em uma garrafa térmica onde, após o equilíbrio
aumentou 5,0 ºC e 10,0 ºC, respectivamente, para as substânci-
térmico, permanece sob temperatura de 75 ºC.
as A e B. A substância C tem o calor específico de 2,200 J/(g°C)
e é quatro vezes maior que o calor específico da substância A.
Assinale o que for correto.
01) O calor específico da substância A é 0,500 J/(g°C).
02) O calor específico da substância B é 0,275 J/(g°C).
04) Ao final dos 10 minutos, se colocadas em contato, as três
substâncias estão em equilíbrio térmico.
08) Se as substâncias, colocadas em contato, trocarem calor
livremente entre si, a soma algébrica das quantidades de calor
trocadas pelas substâncias, até o estabelecimento do equilíbrio
térmico, é nula.
16) A variação da temperatura da substância C, ao final dos 10
minutos, é 1/4 da variação da temperatura da substância A.

Considerando desprezível a perda de massa de água por eva-


poração durante o processo e admitindo que o calor específico (FEI-2008/2) - ALTERNATIVA: E
da água é igual ao calor específico do café, sendo seu valor Em um calorímetro com capacidade térmica de 50 cal/°C existem
igual a 1 cal/(g·ºC), 100 g de água em equilíbrio térmico a 30 °C. Qual é a quantidade
Dado: densidade da água = 1 g/mL de água a 80 °C que deve ser acrescentada ao calorímetro para
a) determine a quantidade de calor cedida pelo líquido para os que a nova temperatura de equilíbrio seja o dobro da inicial?
corpos envolvidos na elaboração do café, desde o momento em Dado: cágua = 1,00 cal/(g°C)
que a água a 100 ºC é vertida sobre pó, até o momento em que é a) 100 g
obtido o café já em equilíbrio térmico com a garrafa térmica. b) 125 g
b) considerando que não houve troca de calor do sistema com o c) 150 g
ar, calcule a capacidade térmica da cafeteira que recebeu o café d) 200 g
passado pelo coador. *e) 225 g

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(UFMG-2008) - ALTERNATIVA: B
V - VESTIBULARES 2008/1 Depois de assar um bolo em um forno a gás, Zulmira observa
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 19 que ela queima a mão ao tocar no tabuleiro, mas não a queima ao
tocar no bolo. Considerando-se essa situação, é CORRETO afir-
mar que isso ocorre porque
(UFTM-2008) - ALTERNATIVA: E a) a capacidade térmica do tabuleiro é maior que a do bolo.
A transmissão de calor entre os corpos pode ocorrer por três *b) a transferência de calor entre o tabuleiro e a mão é mais rápi-
processos diferentes. Sobre estes processos, considere: da que entre o bolo e a mão.
I. As trocas de calor por irradiação são resultantes da fragmen- c) o bolo esfria mais rapidamente que o tabuleiro, depois de os
tação de núcleos de átomos instáveis num processo também dois serem retirados do forno.
conhecido por radioatividade. d) o tabuleiro retém mais calor que o bolo.
II. A condução térmica é o processo de transferência de calor de
um meio ao outro através de ondas eletromagnéticas. (UEL-2008) - ALTERNATIVA: A
III. Não pode haver propagação de calor nem por condução, nem Na parte traseira das geladeiras é onde, em geral, os fabricantes
por convecção, onde não há meio material. colocam uma grade preta sustentando uma serpentina da mes-
IV. O fenômeno da inversão térmica ocorre mais freqüentemente ma cor. Qual é o estado do fluido de refrigeração neste setor da
no inverno e acentua a poluição, já que não ocorre convecção. geladeira?
É correto o contido em apenas *a) Líquido, alta pressão, alta temperatura.
a) I e II. b) Líquido, baixa pressão, alta temperatura.
b) I e III. c) Líquido, pressão atmosférica, baixa temperatura.
c) II e III. d) Gás, alta pressão, baixa temperatura.
d) II e IV. e) Gás, pressão atmosférica, alta temperatura.
*e) III e IV.
(UEG/GO-2008) - ALTERNATIVA: A
(UNESP-2008) - ALTERNATIVA: E Os agasalhos mais modernos e de grande eficiência são feitos
Um corpo I é colocado dentro de uma campânula de vidro trans- por várias camadas de tecido, tendo entre elas um grande núme-
parente evacuada. Do lado externo, em ambiente à pressão at- ro de tiras plásticas brilhantes – refletoras – com ar aprisionado
mosférica, um corpo II é colocado próximo à campânula, mas não nessas tiras. Sobre esse produto, é CORRETO afirmar:
em contato com ela, como mostra a figura. *a) A combinação dos tecidos e das tiras (brilhantes com ar
aprisionado) serve para manter a temperatura constante próxi-
mo à superfície da pele.
b) O objetivo do ar aprisionado nas partes refletoras é fazer com
que o agasalho fique mais leve.
c) As tiras brilhantes têm o objetivo principal de sinalização no-
turna.
d) A sucessão de camadas de algodão e tiras serve para condu-
zir o calor vindo do meio externo para a parte interna do agasa-
lho.
As temperaturas dos corpos são diferentes e os pinos que os
sustentam são isolantes térmicos. Considere as formas de trans- (UFRGS-2008) - ALTERNATIVA: E
ferência de calor entre esses corpos e aponte a alternativa cor- O espectro de radiação emitido por um corpo negro ideal depen-
reta. de basicamente de
a) Não há troca de calor entre os corpos I e II porque não estão a) seu volume. d) seu calor específico.
em contato entre si. b) sua condutividade térmica. *e) sua temperatura.
b) Não há troca de calor entre os corpos I e II porque o ambiente c) sua massa.
no interior da campânula está evacuado.
c) Não há troca de calor entre os corpos I e II porque suas tem- (UEPG/PR-2008) - RESPOSTA: SOMA = 31 (01+02+04+08+16)
peraturas são diferentes. Calor é uma forma de energia que é transferida entre dois siste-
d) Há troca de calor entre os corpos I e II e a transferência se dá mas quando entre eles existe uma diferença de temperatura, e a
por convecção. transferência pode ocorrer por condução, convecção ou radia-
*e) Há troca de calor entre os corpos I e II e a transferência se dá ção. A respeito deste assunto, assinale o que for correto.
por meio de radiação eletromagnética. 01) Na condução, a transferência de calor ocorre de partícula a
partícula, dentro de um corpo ou entre dois corpos em contato.
(UEM/PR-2008) - ALTERNATIVA: A 02) A transferência de calor em um meio fluido ocorre por
Assinale a alternativa incorreta sobre a transmissão do calor convecção.
na atmosfera. 04) Na radiação, a transferência de calor entre dois sistemas
*a) A convecção consiste na transmissão do calor a partir da ca- ocorre através de ondas eletromagnéticas.
mada de ar quente mais denso que desce da atmosfera até o 08) O fluxo de calor através de um corpo é inversamente propor-
nível do solo, durante o dia. cional à sua espessura.
b) A inversão térmica ocorre quando uma camada de ar quente 16) A energia irradiada por um corpo, na unidade do tempo, é
se sobrepõe a uma camada de ar frio e, em uma atmosfera po- diretamente proporcional à quarta potência da sua temperatura
luída, tende a elevar a concentração dos poluentes nas cama- absoluta.
das mais baixas da atmosfera.
c) Os Gêisers podem aflorar pelo processo de convecção, quan- (UFPB-2008) - ALTERNATIVA: A
do a água quente no interior da Terra abre caminho natural para As faces de uma chapa de alumínio de 0,5cm de espessura são
a superfície, através de erupções. mantidas, durante 20 segundos, às temperaturas de 20OC e
d) Quanto maior a altitude, menor a densidade e a temperatura 100OC, respectivamente. Se o coeficiente de condutibilidade tér-
das moléculas na atmosfera e, portanto, menor a emissão de ra- mica do alumínio é 0,5 cal/(cm.s.°C), quantas calorias são trans-
diação. mitidas, através de 1cm2 da chapa, no intervalo de tempo referi-
e) Os raios infravermelhos representam uma forma de energia do acima?
irradiada sob a forma de ondas de calor. *a) 1600 b) 1400 c) 1200 d) 1000 e) 800
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(UFMS-2008) - RESPOSTA: SOMA = 005 (001+004) (Ver obser- (UEM/PR-2008) - ALTERNATIVA: D
vação no final) A lei de Fourier para condução térmica afirma que, “Em um regi-
Um barman, para manter as bebidas geladas, procura no merca- me estacionário, o fluxo de calor por condução ( ) numa cama-
do objetos de gel plastificado, para colocá-los, depois de conge- da de material homogêneo é diretamente proporcional à área da
lados, no interior de copos contendo bebidas, mantendo-as ge- seção transversal atravessada e à diferença de temperatura
ladas sem alterar o sabor. Encontra dois objetos de formas dife- entre os extremos e inversamente proporcional à espessura da
rentes, um cúbico e o outro esférico indexados por 1 e 2 respec- camada considerada (e)”. Fixando uma área de seção com uma
tivamente. Os dois objetos possuem a mesma massa e são fei- diferença de temperatura entre os extremos constantes, assi-
tos do mesmo material (com as mesmas propriedades físicas, nale qual das figuras a seguir pode representar o gráfico do
como densidade, condutividade térmica, capacidade térmica etc). fluxo de calor por condução em função da espessura da cama-
Para testá-los, prepara dois recipientes idênticos (mesmas pro- da considerada.
priedades físicas), isolados termicamente do ambiente. Os reci-
pientes contêm a mesma quantidade de água, e ambos estão em
equilíbrio térmico com o ambiente na temperatura Ta (veja a Figu- a) *d)
ra 1). Retira os dois objetos do congelador, ambos na mesma
temperatura do congelador Tc que é menor que Ta (veja a Figura
2) e, rapidamente, coloca-os individualmente em cada recipiente.
Após deixá-los por algum tempo, cada sistema atinge o equilíbrio
térmico nas temperaturas Te1 e Te2 respectivamente (veja a Figu- b) e)
ra 3). Considere que, durante o resfriamento da bebida, cada
sistema não trocou calor com o ambiente. Com fundamentos nos
conceitos da condução térmica e das propriedades da matéria, é
correto afirmar:

c)

(001) As temperaturas de equilíbrios Te1 e Te2 são iguais.


(002) Os dois objetos alcançam o equilíbrio térmico com a água
em tempos iguais.
(004) Enquanto atingem o equilíbrio térmico, os objetos e a água
trocam calor entre si.
(008) A temperatura de equilíbrio Te2 é maior que a temperatura Ta
do ambiente.
(016) Imediatamente após ambos os objetos serem colocados
na água, a taxa de calor que flui do objeto 2 (esférico) para a
água, é menor que a taxa de calor que flui do objeto 1 (cúbico)
para a água.

OBS.: O item 016 estaria correto se o sentido do fluxo de calor


fosse o inverso do que está mencionado.

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(UTFPR-2008/2) - ALTERNATIVA: A
V - VESTIBULARES 2008/2 Nas primeiras lâmpadas de tungstênio fabricadas, era criado vá-
cuo no interior do bulbo, mas isso causava uma lenta sublimação
(UEG/GO-2008/2) - ALTERNATIVA: C do filamento, levando ao escurecimento do vidro. Atualmente es-
Os dois componentes atmosféricos de maior importância na te problema está sanado, sendo injetado um gás inerte sob baixa
manutenção da temperatura na superfície da Terra são o dióxido pressão, normalmente o argônio. Na lâmpada esquematizada,
de carbono e a água. O dióxido de carbono e a água absorvem acesa e posicionada horizontalmente, o círculo tracejado indica
determinados comprimentos de onda de radiação na região do a região f do filamento. Medidas de temperatura mostram que no
infravermelho, impedindo que essa energia escape do nosso ponto A o vidro está mais quente que no ponto D; é válido afirmar
planeta. O problema é que a concentração de CO2 atmosférico que esta diferença entre as temperaturas se deve:
tem crescido mais de 15% desde o final da década de 50. Medi-
ções realizadas durante várias décadas mostram que a quanti-
dade de CO2 atmosférico tem aumentado uniformemente. A partir
dessas informações, marque a alternativa CORRETA:
a) O aquecimento global tem uma relação direta com a quantida-
de de energia que entra no nosso planeta. Assim, uma solução
para amenizar a temperatura seria criar enormes espelhos
refratores na superfície terrestre.
b) O dióxido de carbono é um gás incolor e inodoro, sendo um
gás majoritário da atmosfera terrestre, o qual é responsável pelo
chamado efeito estufa; o CO2 é uma molécula polar com ligações
apolares.
*c) O dióxido de carbono é moderadamente solúvel em água na
pressão atmosférica. As soluções resultantes são moderada-
mente ácidas devido à formação do ácido carbônico.
d) A radiação infravermelha é muito perigosa porque ela viaja *a) à propagação do calor por convecção, desde a região f até
com a mesma velocidade da luz, aproximadamente 300.000 km/ o ponto B.
s. b) à propagação do calor por radiação, desde a região f até o
ponto A.
(VUNESP/UNICID-2008/2) - ALTERNATIVA: D c) à propagação do calor por condução, desde o ponto B até o
Leia a tirinha para responder a questão abaixo. ponto A.
d) à propagação do calor por radiação, desde o ponto C até o
ponto B.
e) a um efeito conjunto da propagação do calor por condução,
convecção e radiação, desde o ponto C até o ponto B.

(VUNESP/FTT-2008/2) - ALTERNATIVA: C
No inverno, as pessoas procuram usar roupas de lã, principal-
mente porque a lã
a) é transparente à radiação infravermelha.
b) é um bom condutor térmico.
*c) é um bom isolante térmico.
d) é naturalmente quente.
e) aquece-se muito rapidamente.

(UEM/2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 14 (02+04+08)


Sobre o processo de formação dos ventos em locais litorâneos,
assinale o que for correto.
01) Durante o dia, o ar mais frio situado sobre o solo desloca-se
em direção ao mar, gerando uma corrente de convecção do con-
tinente para o mar.
02) O ar aquecido próximo ao solo ascende por meio do proces-
so de convecção.
04) Durante o dia, o solo aquece-se mais que a água do mar em
O pai poderia ter dito ao filho que o vento é resultado das cha- virtude da diferença entre seus coeficientes de calor específico.
madas correntes de convecção. 08) Durante o dia, o ar mais frio situado sobre o mar desloca-se
Analise: em direção à costa, gerando uma corrente de convecção do mar
I. as correntes de convecção só ocorrem nos meios fluidos; para o continente.
II. o vento transporta energia térmica de regiões mais quentes 16) Os coeficientes de calor específico do solo e da água são
para mais frias; idênticos, o que acaba gerando uma corrente de convecção
III. no litoral durante a noite, as correntes de convenção causam mar-terra, durante o dia, e terra-mar, durante a noite.
o vento que sopra do mar para o continente e que é paralelo à
rebentação.
Está correto o contido em
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) III, apenas.
*d) I e II, apenas.
e) I, II e III.
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(UFRJ-2008) - RESPOSTA NO FINAL
VI - VESTIBULARES 2008/1 Um incêndio ocorreu no lado direito de um dos andares interme-
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 24 diários de um edifício construído com estrutura metálica, como
ilustra a figura 1. Em conseqüência do incêndio, que ficou restri-
VI - DILATAÇÃO DOS SÓLIDOS to ao lado direito, o edifício sofreu uma deformação, como ilustra
a figura 2.
(UDESC-2008) - ALTERNATIVA: E
A figura (a) mostra um dispositivo que pode ser usado para ligar
ou desligar um forno, dependendo da temperatura do local onde
se encontra o sensor (barra AB). Essa barra é constituída de
dois metais diferentes e, ao ser aquecida, fecha o circuito, como
indicado na figura (b).

Com base em conhecimentos de termologia, explique


por que o edifício entorta para a esquerda e não para a
direita.
RESPOSTA OFICIAL UFRJ-2008:
Como um metal se dilata quando se aquece, a estrutura metálica
O funcionamento do dispositivo acima indicado ocorre devido: do lado direito do prédio passa a ter um comprimento maior do
a) a metais diferentes possuírem calores específicos diferen- que a estrutura metálica em seu lado esquerdo devido ao aque-
tes.
cimento provocado pelo incêndio que ocorreu no lado direito.
b) a metais diferentes possuírem condutividades térmicas dife-
Para que a altura do prédio medida em seu lado direito fique maior
rentes.
c) ao calor fluir sempre de um corpo a uma temperatura maior do que a medida pelo lado esquerdo, o prédio entortará neces-
para um corpo a uma temperatura menor, e nunca ocorrer o sariamente para o lado esquerdo, como indicado na figura 2.
fluxo contrário.
d) a metais diferentes possuírem calores latentes diferentes. (UFC/CE-2008) - RESPOSTA: a) A
= 22 × 10–6 °C-1 e B
= 11 ×
*e) a metais diferentes possuírem coeficientes de dilatação tér- –6 –1
10 °C b) A / B = 2
mica diferentes.
Duas barras, A e B, construídas de
materiais diferentes, são aquecidas
(UDESC-2008) - RESPOSTA: a) 0,34 N b) 4,5 × 10–3 m
de 0 a 100°C. Com base na figura ao
c) 24310 cal e 1,01 × 10–6 m3 lado, a qual fornece informações so-
Um estudante de Fisioterapia resolve testar seus conhecimen- bre as dilatações lineares sofridas
tos em física e realiza alguns experimentos usando um cubo de pelas barras, determine:
alumínio (densidade igual a 2700 kg/m3) que pesa 0,54 N. O cubo a) os coeficientes de dilatação line-
é suspenso por um fio fino, de massa desprezível, e submerso ar das barras A e B.
totalmente em água (densidade igual a 1000 kg/m 3). (Se neces- b) a razão entre os coeficientes de
sário adote g = 10 m/s2) dilatação linear das barras A e B.
a) Qual o valor da tensão no fio?
b) Calcule a aresta do cubo. (UFJF-2008) - ALTERNATIVA: C
c) Agora um cubo de ferro de 6,00 cm de lado e massa 1,70 kg é O comprimento de uma barra de latão varia em função da tempe-
aquecido de 20 °C até 150 °C (cferro = 0,11 cal/(g °C) e coeficiente ratura, segundo a figura a seguir. O coeficiente de dilatação li-
near do latão, no intervalo de
de dilatação volumétrica 3,6 × 10-5 °C-1). Calcule a quantidade de
0 °C a 100 °C, vale:
calor recebida e a variação do volume do cubo.
a) 1,00 × 10–5 / °C
(FEI-2008) - ALTERNATIVA: D b) 5,00 × 10–5 / °C
Em uma estrada de ferro, as seções dos trilhos possuem 20m de *c) 2,00 × 10–5 / °C
comprimento a 20ºC e estão separadas umas das outras por um
espaçamento de 8mm. Qual é a máxima temperatura que a ferro- d) 2,00 × 10–4 / °C
via suporta para que não haja empenamento dos trilhos? e) 5,00 × 10–4 / °C
Dado: = 2 × 10–5 ºC–1
a) 25ºC b) 30ºC c) 35ºC *d) 40ºC e) 50ºC (UFU/UFLA-2008) - ALTERNATIVA: D
Um telescópio registra, sobre um detector quadrado de silício
(UFPR-2008) - RESPOSTA: L = 0,45 cm (denominado CCD) de 2,0 cm de lado, a imagem de uma parte de
No passado, muitos acidentes ferroviários eram causados por um conjunto de estrelas uniformemente distribuídas. Uma quan-
projetos malfeitos, que não consideravam a junta de dilatação tidade de 5000 estrelas é focalizada no detector quando a tem-
mínima nas emendas dos trilhos de aço da estrada de ferro. Em peratura deste é de 20 ºC. Para evitar efeitos quânticos indese-
geral, os trilhos de uma ferrovia têm um comprimento de 15 m e jáveis, o detector é resfriado para –80 ºC.
são instalados sobre os dormentes quando a temperatura é de Dado: Considere que o coeficiente de dilatação linear do silício é
23 ºC. Em um dia ensolarado de verão, a temperatura dos trilhos igual a 5,0 × 10–6 °C–1
pode atingir 53 ºC. Para essa situação, calcule qual deve ser a Com base nessas informações, pode-se afirmar que o número
junta de dilatação mínima entre os trilhos, de modo a evitar que as de estrelas detectado depois do resfriamento é de aproximada-
extremidades de dois trilhos consecutivos se toquem e se defor- mente
mem, podendo ocasionar um acidente. a) 5005 estrelas. c) 4500 estrelas.
(Dado: aço=10 × 10-6 K-1) b) 5055 estrelas. *d) 4995 estrelas.

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(UFRGS-2008) - ALTERNATIVA: 16 A e 17 E VI - DILATAÇÃO DOS LÍQUIDOS
Instrução: As questões 16 e 17 referem-se ao enunciado abai-
xo. (UDESC-2008) - RESPOSTA a) 16,7 g b) 1,25.10–4 °C–1
Dois cubos metálicos com dimensões idênticas, um de ouro c) 1,6.105 cal (A pergunta do item c deveria ser como está na
(A), outro de chumbo (B), estão sobre uma placa aquecedora, observação colocada no final – a resposta seria 320 s)
inicialmente em temperatura ambiente. Utiliza-se um fogão a gás para ferver a 100°C dois litros de
A tabela abaixo apresenta algumas propriedades térmicas des- água que estão a uma temperatura inicial de 20°C. Considere o
ses dois materiais. calor específico da água e sua densidade iguais a 1,0 cal/(g°C)
e 1,0 g/cm3, respectivamente.
a) Determine, em gramas, a quantidade mínima de gás consumi-
do nesse processo, considerando que 20% de calor é perdido
para o ambiente, e que o gás libera 1,20 × 104 cal/g.
b) A água, que estava em um recipiente de vidro de dois litros, ao
ferver a 100°C transbordou 20 cm3. Qual o coeficiente de dilata-
ção aparente do líquido?
c) Utilizando um forno de microondas, qual a energia transferida
para ferver os dois litros de água, sabendo que a potência do
forno é de 500 cal/s e que o processo leva 320 s?
OBS.: Utilizando um forno de microondas de potência 500 cal/s,
qual o tempo necessário para aquecer os dois litros de água?

16. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacu- (UTFPR-2008) - ALTERNATIVA: A


nas do texto abaixo, na ordem em que aparecem. Um recipiente de vidro, de coeficiente de dilatação volumétrico
No topo de cada cubo é colocada uma cabeça de fósforo que , estava completamente cheio de um líquido, de coeficiente de
1
fica em contato direto com o cubo. Os dois cubos são aquecidos
dilatação volumétrico 2. Aquecendo-se o conjunto até uma tem-
a uma temperatura final levemente superior à de ignição do fós-
peratura pré-determinada, notou-se que o nível do líquido estava
foro.
abaixo da extremidade superior do recipiente. Este fato certamen-
Com base nos dados da tabela, conclui-se que o fósforo acen-
te foi devido a:
derá primeiro no cubo .......... e que a aresta do cubo A será .....
do cubo B no estado de equilíbrio térmico *a) 1 ser maior que 2. b) 1 ser igual a 2.
*a) A – menor que a d) B – menor que a c) 1 ser menor que 2. d) 1 ser zero. e) 2 ser zero.
b) A – maior que a e) A – igual à
c) B – maior que a (UERJ-2008) - RESPOSTA: MC / ML = 9 (RESOLUÇÃO NO FINAL)
17. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacu- Considere um recipiente R cujo volume interno encontra-se total-
nas do texto abaixo, na ordem em que aparecem. mente preenchido por um corpo maciço C e um determinado líqui-
Em outro experimento, a cada um dos cubos é fornecida, inde- do L, conforme o esquema abaixo.
pendentemente, a mesma quantidade de calor. A temperatura
final do cubo A será ........ que a do B, e a variação de energia
interna dos cubos será .......... .
a) maior – positiva d) menor – zero
b) maior – negativa *e) menor – positiva
c) maior – zero

(UDESC-2008) - RESPOSTA a) 2,4 × 10–5 °C–1 b) 0,21 J/(g°C)


c) 5 × 10–5 °C/(J.g)
Um estudante de tecnologia de informação consegue um está- A tabela a seguir indica os valores relevantes de duas das pro-
gio em uma empresa. No setor em que trabalha, deve ser desen- priedades físicas dos elementos desse sistema.
volvida uma planilha eletrônica que calcule grandezas físicas de
determinados materiais, a partir de dados fornecidos por pesqui-
sadores.

Admita que o sistema seja submetido a variações de temperatu-


ra tais que os valores das propriedades físicas indicadas per-
maneçam constantes e que o líquido e o corpo continuem a pre-
encher completamente o volume interno do recipiente.
Calcule a razão que deve existir entre a massa MC do corpo e a
massa ML do líquido para que isso ocorra.

RESOLUÇÃO UERJ-2008:
VR = VC + VL VR R
= VC C
+ VL L
Considerando a tabela de dados acima, calcule os valores que o
estagiário encontrará para as seguintes grandezas: (VC + VL) = VC + VL
R C L
a) coeficiente de dilatação linear do material A;
b) calor específico do material D;
c) taxa de aumento de temperatura do material B (em oC/(J.g)).

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(UNIMONTES/MG-2008) - ALTERNATIVA: B RESOLUÇÃO FGVSP-2008:
Um posto de distribuição de combustível recebeu 5000 L de RACIOCÍNIO 1
gasolina num dia em que a temperatura era 35 OC. Com a chega- O candidato pode estabelecer uma associação do problema pro-
da de uma frente fria, a temperatura ambiente baixou para 15 OC, posto com o clássico problema da dilatação de um orifício (COR-
assim permanecendo até que toda a gasolina fosse vendida. Sa- PO OCO), concluindo que a peça se dilata tal qual se fosse uma
bendo-se que o coeficiente de dilatação da gasolina é 1,1×10–3 chapa quadrada.
°C–1, o prejuízo, em litros, sofrido pelo dono do posto é igual a RACIOCÍNIO 2
a) 500 L. *b) 110 L. c) 300 L. d) 225 L. Supondo que o lado do quadrado durante a montagem fosse 0
,
a diagonal teria valor 0 2 .
VI - DILATAÇÃO DO CORPO OCO E DA ÁGUA Após o aquecimento, o lado do quadrado assumiria o tamanho

(UFPR-2008) - RESPOSTA: NO FINAL 0


(1 + . ) . Por outro lado, a diagonal que media 0 2 antes
O gráfico abaixo relaciona o volume específico da água em fun- do aquecimento passaria a medir 0 2(1 + . ), que é o mes-
ção da temperatura. Com base nesse gráfico, que conclusões mo resultado que se obtém geometricamente para a diagonal de
você pode tirar sobre o comportamento da água nessa faixa de um quadrado de lado (1 + . ).
0
temperatura? Cite e comente uma situação observada na na-
tureza que pode ser explicada a partir desse comportamento da
água. (UFMS-2008) - RESPOSTA: SOMA = 021 (001+004+016)
A dilatação térmica é um fenômeno físico que, possui como efei-
to a variação das dimensões ou das formas de um objeto devido
à variação da temperatura. Geralmente a maioria das substânci-
as aumenta suas dimensões com o aumento da temperatura; pa-
ra essas substâncias, o coeficiente de dilatação térmico é posi-
tivo, como é o caso da maioria dos metais. Caso contrário, isto é,
quando diminui suas dimensões, com o aumento da temperatura,
o coeficiente de dilatação é negativo. O controle do efeito da dila-
tação em metais é de interesse na área da engenharia mecânica
para fixação de peças parafusadas, com o objetivo de não se
soltarem na temperatura ambiente. A Figura 1 mostra um parafu-
so de material (A) e
RESPOSTA OFICIAL UFPR-2008: uma porca de mate-
Do gráfico constata-se que o volume específico da água é míni- rial (B) que possuem
mo para a temperatura de 4,0°C, ou o que é equivalente, a den- coeficientes de dila-
sidade da água é máxima nessa temperatura. Esse comporta- tação volumétrico A
mento da água possui uma grande Importância no ecossistema e B, respectivamen-
terrestre, em regiões onde a temperatura em média fica abaixo te, e são diferentes.
de 0°C. Neste caso a água dos lagos ou oceanos congela-se na Considere que am-
superfície, mantendo-se líquida em profundidades maiores, pos- bos foram usinados
sibilitando assim a manutenção da vida nessas regiões. O mes- (torneados), na mes-
mo aconteceu na última era glacial, quando todos os oceanos ma temperatura bem acima da temperatura ambiente, e nessa
estavam congelados próximos à superfície, mas no fundo não,
temperatura, o diâmetro externo do parafuso (D A) é igual ao
possibilitando a continuidade da vida após essa era.
diâmetro interno da porca (DB). Portanto, na temperatura em que
(FGVSP-2008) - ALTERNATIVA: A - RESOLUÇÃO NA COLUNA foram usinados, o parafuso rosqueia-se perfeitamente na por-
DADIREITA ca. Depois que o parafuso é rosqueado na porca nessa
Um serralheiro monta, com o mesmo tipo de vergalhão de ferro, temperatura, ambos são resfriados até a temperatura ambiente.
a armação esquematizada. Como possuem diferentes coeficientes de dilatação térmicos,
enquanto esfriam, contraem-se em quantidades diferentes, e
nessa temperatura ambiente, considere que o diâmetro externo
do parafuso (DA) fica maior que o diâmetro interno da porca (DB),
aparecendo intensas forças de
atrito entre as superfícies das
roscas, impedindo que o para-
fuso e a porca soltem-se na tem-
peratura ambiente, veja a Figu-
ra 2. Com fundamento nos con-
ceitos físicos envolvidos e no
fenômeno da dilatação térmica,
A barra transversal que liga os pontos A e B não exerce forças é cor- reto afirmar:
sobre esses pontos. Se a temperatura da armação for aumenta- (001) O coeficiente de dilatação A (parafuso) é menor que o B
da, a barra transversal (porca).
*a) continua não exercendo forças sobre os pontos A e B. (002) O coeficiente de dilatação A (parafuso) é positivo enquan-
b) empurrará os pontos A e B, pois ficará 2 vezes maior que o to que o coeficiente de dilatação B (porca) é negativo.
novo tamanho que deveria assumir.
(004) A densidade média do parafuso aumenta enquanto está
c) empurrará os pontos A e B, pois ficará 0. . vezes maior sendo resfriado.
que o novo tamanho que deveria assumir. (008) O diâmetro de orifícios, feitos em objetos que possuem
d) tracionará os pontos A e B, pois ficará 2 vezes menor que o positivo, diminui com o aumento da temperatura.
novo tamanho que deveria assumir. (016) Uma causa que explica por que os lagos se congelam
e) tracionará os pontos A e B, pois ficará 0. . vezes menor primeiro na superfície, é o fato de a água possuir coeficiente de
que o novo tamanho que deveria assumir. dilatação negativo em algumas temperaturas.

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(UEPG/PR-2008) - RESPOSTA: 01 + 08 = 09
A respeito da dilatação térmica, fenômeno de expansão e con-
tração que ocorre nas substâncias quando há variação de sua
temperatura, assinale o que for correto.
01) A variação do volume de uma substância é proporcional ao
produto entre seu volume inicial e a variação de temperatura.
02) O coeficiente de dilatação é uma grandeza adimensional.
04) Em corpos que têm apenas uma dimensão, ocorre dilatação
linear.
08) Se uma placa que contém um orifício sofrer um aumento em
sua temperatura, as dimensões do orifício aumentarão.

(UNIOESTE/PR-2008) - ALTERNATIVA: C
Uma conhecida dica para se abrir um vidro de conserva (palmito,
azeitonas) bem fechado é despejar água fervendo sobre a tam-
pa metálica com o objetivo de dilatá-la. Para abrir um desses vi-
dros, suponha que você precise dilatar em 0,2 mm2 uma tampa
de aço circular com área inicial de 50 cm2 e massa de 100 g.
Assinale a alternativa que representa o valor correto do calor
que teria que ser fornecido à tampa para promover essa dilata-
ção, considerando que não há perdas de calor para o ambiente
(dados: Coeficiente de dilatação linear do aço: = 1,2×10–5°C–1,
Calor específico do aço: c = 450 J/(kg°C)).
a) 100 Joules.
b) 0,75 Joules.
*c) 75 Joules.
d) 0,50 Joules.
e) 50 Joules.

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VI - VESTIBULARES 2008/2 VI - DILATAÇÃO DOS LÍQUIDOS
(UNESP-2008/2) - RESPOSTA: 1,067 L 1,1 L
VI - DILATAÇÃO DOS SÓLIDOS Um tanque de gasolina de automóvel tem um volume máximo re-
comendado, a fim de evitar que, com o aumento da temperatura,
(FEI-2008/2) - ALTERNATIVA: E vaze gasolina pelo “ladrão”. Considere que o tanque seja feito de
Uma barra de secção 40 mm2 a 20 ºC possui comprimento de 1 aço inoxidável e tenha um volume máximo de 50 L. Calcule o
m. Quando sua temperatura passa para 200 ºC o comprimento volume de gasolina que sairia pelo “ladrão” caso o tanque esti-
da barra aumenta 0,9%. Qual é o coeficiente de dilatação linear vesse totalmente cheio e sua temperatura subisse 20 °C. Use
do material que compõe a barra? para os coeficientes de dilatação volumétrica da gasolina e line-
ar do aço, respectivamente:
a) 1.10–5 ºC–1
= 1,1 × 10–3 °C–1 e aço = 1,1 × 10–5 °C–1.
b) 2.10–5 ºC–1 gasolina
c) 3.10–5 ºC–1
d) 4.10–5 ºC–1
*e) 5.10–5 ºC–1 VI - DILATAÇÃO DO CORPO OCO E DA ÁGUA
(UNIMONTES/MG-2008/2*modificado) - ALTERNATIVA: C (VUNESP/UNINOVE-2008/2) - ALTERNATIVA: B
Uma equipe de serralheiros trabalha com chapas grandes de Uma dona-de-casa, ao guardar dois copos de vidro iguais no ar-
alumínio de 6m ×7m, cujo coeficiente de dilatação linear é 25,5 mário de sua cozinha, colocou um dentro do outro e depois não
×10–6 °C–1, cortando-as de modo a conseguir o maior número conseguiu mais separá-los, uma vez que ficaram fortemente
possível de quadrinhos bem menores, de área 100 cm2. No pri- encaixados.
meiro dia, durante 8h, eles trabalham a uma temperatura agradá-
vel de 17 °C, produzindo, com uma única chapa grande, um
número n1 de quadrinhos. Porém, no segundo dia, ocorre um au-
mento súbito de temperatura, cujo valor se estabiliza em 37 °C,
permanecendo assim durante as 8h de trabalho da equipe, que
corta novamente uma chapa grande, produzindo um número n2
de quadrinhos.
O valor de n2 e a diferença entre n2 e n1 são, respectivamente,
a) 4202 e 4.
b) 4208 e 4. Dentre as opções mostradas a seguir, a que indica o melhor
*c) 4204 e 4. procedimento para ajudar a dona-de-casa a separar os copos é
d) 4200 e 2. a) colocar água quente no copo interno e mergulhar o externo
(CEFETMG-2008/2) - ALTERNATIVA: C em água gelada.
Para que uma barra metálica, cujo coeficiente de dilatação linear *b) colocar água gelada no copo interno e mergulhar o externo
em água quente.
é 2,0 × 10–5 °C–1, com 10 metros de comprimento inicial, apresen-
c) colocar água quente no copo interno e mergulhar o externo
te uma dilatação de 1,0 cm, a variação de temperatura necessá- também em água quente.
ria, em graus Celsius, é d) colocar água gelada no copo interno e mergulhar o externo
a) 10. também em água gelada.
b) 20. e) apenas colocar água quente no copo interno.
*c) 50.
d) 100.
e) 200. (FURG/RS-2008/2) - ALTERNATIVA: A
Quando resfriamos uma determinada quantidade de água de 4°C
(UEPG/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 09 (01+08) até 0°C, ocorre que
Uma lâmina bimetálica é constituída por duas lâminas, uma de *a) o volume aumenta e a densidade diminui.
cobre ( Cu = 17×10–6 ºC–1) e outra de zinco ( Zn = 30×10–6 ºC–1), b) o volume diminui e a densidade aumenta.
com as mesmas dimensões, a 0ºC, soldadas entre si e fixadas a c) o volume e a densidade diminuem.
uma parede, como mostra a figura abaixo. A respeito deste as- d) o volume permanece constante e a densidade diminui.
sunto, assinale o que for correto. e) o volume e a densidade aumentam.

01) A lâmina se curvará para cima se a temperatura for maior que


0ºC.
02) A lâmina se curvará para baixo se a temperatura for maior
que 0ºC.
04) A lâmina se curvará para cima se a temperatura for menor
que 0ºC.
08) A lâmina se curvará para baixo se a temperatura for menor
que 0ºC.
16) A lâmina se curvará para baixo sempre que a temperatura for
diferente de 0ºC.

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(FUVEST-2008) - ALTERNATIVA: C
VII - VESTIBULARES 2008/1 Em algumas situações de resgate, bombeiros utilizam cilindros
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 27 de ar comprimido para garantir condições normais de respiração
em ambientes com gases tóxicos. Esses cilindros, cujas carac-
terísticas estão indicadas na tabela, alimentam máscaras que se
(UFRJ-2008) - RESOUÇÃO NO FINAL
acoplam ao nariz. Quando acionados, os cilindros fornecem para
Um balão, contendo um gás ideal, é usado para levantar cargas
a respiração, a cada minuto, cerca de 40 litros de ar, à pressão
subaquáticas. A uma certa profundidade, o gás nele contido está
atmosférica e temperatura ambiente. Nesse caso, a duração do
em equilíbrio térmico com a água a uma temperatura absoluta T0 ar de um desses cilindros seria de aproximadamente
e a uma pressão P0 . Quando o balão sai da água, depois de le- a) 20 minutos.
vantar a carga, o gás nele contido entra em equilíbrio térmico b) 30 minutos.
com o ambiente a uma temperatura absoluta T e a uma pressão *c) 45 minutos.
P. d) 60 minutos.
Supondo que o gás no interior do balão seja ideal e sabendo que e) 90 minutos.
P0 / P = 3/2 e T0 / T = 0,93, calcule a razão V0 / V entre o volume
V0 do gás quando o balão está submerso e o volume V do mes-
mo gás quando o balão está fora d’água. (FUVEST-2008) - RESPOSTA: a) 4 kg b)Mágua 10 kg
Um roqueiro iniciante improvisa efeitos especiais, utilizando gelo
RESOLUÇÃO OFICIAL UFRJ:
seco (CO2 sólido) adquirido em uma fábrica de sorvetes. Embora
Como não há variação do número de mols do gás, o início do show seja à meia-noite (24 h), ele o compra às 18 h,
PV / T = P0V0 / T0 , donde mantendo-o em uma “geladeira” de isopor, que absorve calor a
V0 / V = (T0 / T) (P / P0) . uma taxa de aproximadamente 60 W, provocando a sublimação
de parte do gelo seco. Para produzir os efeitos desejados, 2 kg
Portanto, V0 / V = 0,93 (2 / 3), isto é, V0 / V = 0,62
de gelo seco devem ser jogados em um tonel com água, a tempe-
ratura ambiente, provocando a sublimação do CO2 e a produção
(UNEMAT/MT-2008) - ALTERNATIVA: A de uma “névoa”. A parte visível da “névoa”, na verdade, é cons-
Uma determinada massa do gás hélio ocupa o volume de 10 li- tituída por gotículas de água, em suspensão, que são carrega-
tros quando submetida à pressão de 1 atm e à temperatura de das pelo CO2 gasoso para a atmosfera, à medida que ele passa
37ºC. Assinale a alternativa abaixo que representa correta- pela água do tonel. Estime:
mente o volume aproximado ocupado pela mesma massa de a) A massa de gelo seco, Mgelo, em kg, que o roqueiro tem de
hélio a 4 atm e 67ºC.
comprar, para que, no início do show, ainda restem os 2 kg ne-
*a) 2,74 litros.
cessários em sua “geladeira”.
b) 3,45 litros.
c) 4,52 litros. b) A massa de água, Mágua, em kg, que se transforma em “né-
d) 2,30 litros. voa” com a sublimação de todo o CO2, supondo que o gás, ao
e) 1,5 litros. deixar a água, esteja em CNTP, incorporando 0,01g de água por
cm3 de gás formado.
(UECE-2008) - ALTERNATIVA: C NOTE EADOTE:
Dois gases ideais A e B encontram-se em recipientes separa- Sublimação: passagem do estado sólido para o gasoso.
dos. O gás A possui volume VA = 10 L e está submetido à pressão Temperatura de sublimação do gelo seco = – 80 ºC.
Calor latente de sublimação do gelo seco = 648 J/g.
pA = 5 atm. O gás B possui volume VB = 5 L e está submetido à
Para um gás ideal, PV = nRT.
pressão pB = 3 atm. As temperaturas respectivas são tA = 27 oC Volume de 1 mol de um gás em CNTP = 22,4 litros.
e tB = 177 oC. Os gases sao misturados em um mesmo recipiente Massa de 1 mol de CO2 = 44 g.
de volume V = 10 L, a uma temperatura t = 127 oC. A pressão, em Suponha que o gelo seco seja adquirido a – 80ºC.
atm, que esta mistura exercerá nas paredes do recipiente é:
a) 2 b) 5 *c) 8 d) 10 (UTFPR-2008) - ALTERNATIVA: B
Uma seringa com o bico vedado e cheia de ar seco pode ter seu
êmbolo pressionado por uma força constante que mantenha o ar
(UECE-2008) - ALTERNATIVA: D
interno em equilíbrio, respeitando a lei dos gases ideais (p.V =
Na superfície da Terra, a pressão, a temperatura e a densidade
n.R.T). Os valores da pressão, do volume e da temperatura po-
do ar (considerado um gás ideal) foram medidas por aparelhos
dem ser medidos, e R = 8,3 J/(mol.K) é um valor constante. É
que forneceram os seguintes valores, respectivamente, 754 mm
possível, portanto, determinar o número de mols n que ocupa a
de Hg, 17 oC e 1,30 kg/m3. A uma altitude de 10 km, a pressão do seringa. Para que o cálculo seja bem sucedido, as unidades
ar aferida foi 230 mm de Hg e a temperatura foi 43 oC negativos. adotadas para exprimir as quantidades p e V, envolvidas na
A densidade do ar, em kg/m3, medida nesta altitude foi de: expressão, devem ser:
a) 0,75 b) 0,30 c) 0,15 *d) 0,50 a) atm; L d) atm; m3
2 3
*b) N/m ; m e) kgf/cm2; cm3
2
(VUNESP-2008) - RESPOSTA: a) 50 mols b) 1520 L c) N/cm ; L
Pretende-se soltar um balão meteorológico, hermeticamente ve-
(UERJ-2008) - RESPOSTA: 8712 cal 8,7 × 103 cal
dado, para coletar dados atmosféricos em altitudes bastante
Um recipiente com capacidade constante de 30 L contém 1 mol
elevadas. Em um local onde a pressão é 760 mmHg = 1 atm, o
volume do gás no seu interior é 1200 L a 27 ºC. Nessas condi- de um gás considerado ideal, sob pressão P0 igual a 1,23 atm.
ções e sabendo que R = 0,080 atm.L/(mol.K), determine: Considere que a massa desse gás corresponde a 4,0 g e seu
a) o número de mols de gás no interior do balão. calor específico, a volume constante, a 2,42 cal.g–1.ºC–1. Calcule
b) o novo volume do balão, quando ele chegar a uma altitude em a quantidade de calor que deve ser fornecida ao gás contido no
que a pressão externa cai para 400 mmHg, e a temperatura para recipiente para sua pressão alcançar um valor três vezes maior
–73 ºC. do que P0. (Dado: R = 0,082 atm.L.mol–1.K–1)

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(UEM/PR-2008) - ALTERNATIVA: B (UNIFEI-2008) - RESPOSTA: T 71,4°C
Uma determinada mistura gasosa ocupa um volume de 5,6 litros Na revisão de um carro, deve ser dada atenção especial aos
a –73 oC e 1 atm de pressão. Considerando que essa mistura se pneus, desde a verificação do seu estado, sulcos mínimos
comporta como um gás ideal e que possui massa molar média maiores que 1,5 mm, até a sua correta calibração. A calibração
igual a 16,4 g.mol–1, qual é a densidade desse gás? indevida compromete a estabilidade do veículo bem como aumenta
o desgaste dos pneus e o consumo de combustível. Antes de
(Considere a constante R = 0,082 atm.L.mol–1.K–1.) iniciar a viagem, o motorista verificou que a temperatura do ar
a) 1000 g.cm–3 dentro do pneu e sua pressão eram respectivamente 37°C e 27
*b) 0,001 g.cm–3 Pa. Se no final da viagem, a pressão dos pneus é de 30 Pa, qual
c) 1,0 g.cm–3 é a temperatura do ar em seu interior? Considere que o volume
do pneu não sofre alteração.
d) 22,4 g.cm–3
e) 16,4 g.cm–3
(UFPB-2008) - ALTERNATIVA: C
Um gás ideal sofre três processos termodinâmicos na seguinte
(UNICAMP-2008) - RESPOSTA: a) o refri diet (dA = 1,02 g/mL e dD seqüência: dilatação isotérmica, compressão isobárica e trans-
= 0,98 g/mL) b) dCO2 = 5,3 kg/m3 formação isocórica. Esses processos estão representados no
Uma lata de refrigerante contém certa quantidade de açúcar, no diagrama PV (Pressão × Volume) abaixo.
caso de um refrigerante comum, ou de adoçante, no caso de um
refrigerante dietético.
a) Considere uma lata de refrigerante comum contendo 302 ml de
água e 40 g de açúcar, e outra de refrigerante dietético, conten-
do 328 ml de água e uma massa desprezível de adoçante. Mos-
tre qual das duas latas deveria boiar em um recipiente com água,
cuja densidade é da = 1,0 g/cm3. A massa da lata de refrigerante Nessas circunstâncias, o diagrama VT (Volume × Temperatura)
vazia é igual a 15,0 g e seu volume total é de 350 ml. Neste item, correspondente é:
despreze o volume ocupado pelo material da lata e a massa de
gás carbônico no seu interior.
a)
b) Suponha, agora, uma outra situação na qual o gás carbônico d)
ocupa certo volume na parte superior da lata, a uma pressão P =
3,0 × 105 N/m2 para uma temperatura T = 300 K. A massa molar do
gás carbônico vale 44 g/mol e, assumindo que o mesmo se com-
porte como um gás ideal, calcule a densidade de gás carbônico
na parte superior da lata. A lei dos gases ideais é dada por PV =
nRT, onde R = 8,3 J/(mol × K) e n é o número de moles do gás. b)
e)
(VUNESP-2008) - RESPOSTA: FAZER
Um gás ideal, que ocupa inicialmente um volume V1 = 1 L a uma
pressão P1 = 1 atm, está a uma temperatura T1 = X. Sofre, então,
uma expansão isotérmica até que seu volume passe a V 2 = 2 L.
Na seqüência, sofre uma transformação isovolumétrica, até que *c)
sua pressão assuma o valor P3 = 0,25 atm e, a seguir, uma nova
expansão, agora isobárica, até que seu volume atinja o valor
final V4 = 4 L.
a) Represente, num diagrama P x V, as transformações sofridas
por esse gás desde o estado inicial 1, até o estado final 4,
indicando nos eixos os respectivos valores de P (em atm) e V (U.F. VIÇOSA-2008) - ALTERNATIVA: D
(em L) para os estados 1, 2, 3 e 4. Uma quantidade fixa de gás real se comporta cada vez mais
b) Determine a temperatura final T4 dessa massa gasosa, em como um gás ideal se:
função da temperatura inicial X. a) aumentarmos a sua pressão e a sua temperatura.
b) diminuirmos a sua pressão e a sua temperatura.
c) aumentarmos a sua pressão e diminuirmos a sua temperatura.
(UNIMONTES-2008) - ALTERNATIVAS: B e C (QUESTÃO ANULADA) *d) diminuirmos a sua pressão e aumentarmos a sua temperatu-
Nos gráficos abaixo, T é a temperatura absoluta, V é o volume e ra.
P a pressão de uma determinada massa de gás contido num
recipiente.

Baseando-se nas informações dos gráficos, é INCORRETO afir-


mar que
a) o gráfico 2 representa uma transformação isobárica.
*b) o gráfico 3 representa uma transformação isocórica.
*c) o gráfico 1 representa uma transformação isotérmica.
d) o gráfico 3 pode representar uma transformação adiabática.

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(UEM/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 10 (02+08)
VII - VESTIBULARES 2008/2 Considere um recipiente A esférico de raio de medida r, um reci-
piente B cúbico de aresta de medida r, um recipiente C cúbico de
(UFOP-2008/2) - ALTERNATIVA: B aresta de medida 2r e um recipiente D cúbico de aresta de medi-
Um gás ideal é levado de um estado inicial até um estado final da 4r , todos contendo o mesmo número de moléculas de um
através de três transformações sucessivas: (i) uma transfor- determinado gás. Assinale o que for correto.
mação isobárica , (ii) uma transformação isovolumétrica e 01) Mantendo a mesma temperatura nos recipientes A e C, então
(iii) finalmente uma transformação isotérmica . a pressão no recipiente C é maior que a pressão no recipiente A.
A opção que representa corretamente a seqüência de trans- 02) Mantendo a mesma pressão nos recipientes A e B, então a
formações pelas quais passa o gás é: temperatura em A é maior que a temperatura em B.
04) A 0 ºC, as pressões nos recipientes A, B, C e D são nulas.
a) *b) 08) Mantendo a mesma temperatura nos recipientes A e B, então
a pressão no recipiente A é menor que a pressão no recipiente B.
16) Mantendo a mesma temperatura nos recipientes A e D, então
a pressão no recipiente A e a pressão no recipiente D são iguais.

(UFMS-2008/2) - ALTERNATIVA: D
Uma pessoa, ao terminar de coar o café, coloca-o dentro de uma
garrafa térmica, e todo o sistema café e garrafa está em equilí-
brio térmico a 70oC. A garrafa térmica está fechada e não está
c) d) totalmente cheia; portanto, existe um volume de ar no interior da
garrafa também a 70oC nesse instante. Considere o ambiente
externo a uma temperatura constante e igual a 20oC, e que a
garrafa térmica não é ideal, isto é, permite troca de calor entre
seu interior e a vizinhança, mas não permite a entrada e nem a
saída de ar.
Depois de certo tempo, todo o sistema entra em equilíbrio térmico
com o ambiente externo na temperatura de 20oC. Considere que
a densidade do café não varie com a temperatura, e o volume de
(UNESP-2008/2) - RESPOSTA: 2,2 atm ar contido no interior da garrafa como um sistema termodinâmico
Uma panela de pressão com capacidade de 4 litros contém, a e como um gás ideal. Assinale o diagrama que representa corre-
uma temperatura de 27°C, 3 litros de água líquida à pressão de tamente a transformação termodinâmica, ocorrida no ar enquan-
1 atm. Em seguida, ela é aquecida até que a temperatura do va- to atingia o equilíbrio térmico com a vizinhança, onde T é tempe-
por seja de 127°C, o volume de água líquida caia para 2,8 litros e ratura, V é volume e P é a pressão desse sistema.
o número de moléculas do vapor dobre. A panela começa a
deixar escapar vapor por uma válvula, que entra em ação após
a) b) c)
a pressão interna do gás atingir um certo valor máximo. Conside-
rando o vapor como um gás ideal, determine o valor dessa pres-
são máxima.

(UTFPR-2008/2) - ALTERNATIVA: D
De acordo com a equação de Clapeyron, que trata de gases
ideais, o volume, em litros, que 2 mols de certo gás ideal ocupa
estando a uma pressão de 1 atmosfera e a 0°C é de: (Considere
a constante geral dos gases perfeitos = 0,082 atm.L/(mol.K)). *d) e)
a) 2
b) 24,4
c) 27,7
*d) 44,8
e) 23,7

(UFU/UNIFAL-2008/2) - ALTERNATIVA: A
Suponha que um recipiente fechado e de paredes rígidas (não
dilatáveis) contenha um gás ideal. Aquecendo-se o gás de uma
temperatura T1 até uma temperatura T2, o gráfico representativo
da transformação termodinâmica é
*a) c)

b) d)

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(PUCCAMP-2008) - ALTERNATIVA: E
VIII - VESTIBULARES 2008/1 Considere uma máquina térmica operando em ciclos, de acordo
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 29 com o gráfico.

(FEI-2008) - ALTERNATIVA: A
Um gás a uma pressão de 15 atm sofre uma transformação
isobárica até que seu volume passe de 100 L para 200 L. Qual é
o trabalho realizado pelo gás nesta transformação?
Adote 1 atm = 105 Pa.
*a) 15 × 104 J d) 300 × 103 J
b) 15 × 103 J e) 3 000 J
c) 1 500 J

(UNIOESTE/PR-2008) - ALTERNATIVA: D
Um sistema termodinâmico percorre o caminho A B C repre-
sentado no diagrama PV abaixo. Assinale a alternativa correta.

O período de realização de cada ciclo é de 0,10 s. A potência útil


desenvolvida pela máquina, em watts, é
a) 2,4 × 102
b) 7,2 × 102
c) 1,2 × 103
d) 1,8 × 103
*e) 3,2 × 103

(UFRGS-2008) - ALTERNATIVA: D
a) A transformação B C é isocórica. O gráfico abaixo representa o ciclo de uma máquina térmica
b) O trabalho realizado pelo sistema no percurso A B é de 5,0 ideal.
× 104 J.
c) Se a temperatura do sistema no ponto A for de 300 K, no ponto
B será de 150 K.
*d) Se a transformação B C for adiabática, o sistema não tro-
cará calor com o meio externo nessa transformação.
e) O ciclo A B C A pode ser fechado com uma transfor-
mação isotérmica.

(FGVSP-2008) - ALTERNATIVA: B - RESOLUÇÃO NO FINAL


O diagrama relaciona valores de pressão e volume que ocorrem O trabalho total realizado em um ciclo é
em determinada máquina térmica. a) 0 J.
De sua análise, pode-se inferir que b) 3,0 J.
a) se a linha 2 fosse uma reta ligan- c) 4,5 J.
do os pontos A e B, ela representaria d) 6,0 J.
uma expansão isotérmica do gás. e) 9,0 J.
*b) a área compreendida entre as
duas curvas representa o tra- balho
realizado sobre o gás no decorrer
de um ciclo completo.
c) a área formada imediatamente abaixo da linha indicada por 1 e
o eixo V equivale, numericamente, ao trabalho útil realizado pelo
gás em um ciclo.
d) o ciclo representa os sucessivos valores de pressão e volu-
me, que ocorrem em uma máquina podendo ser, por exemplo,
uma locomotiva a vapor.
e) no ponto indicado por A, o mecanismo apresenta grande ca-
pacidade de realização de trabalho devido aos valores de pres-
são e volume que se associam a esse ponto.

RESOLUÇÃO FGVSP-2008:
a) Errado! Em um gráfico P×V, uma expansão isotérmica é sem-
pre uma hipérbole.
b) Correto!
c) Errado! A área imediatamente abaixo da curva 1 equivale ao
trabalho total realizado sobre o gás no decorrer da compressão.
d) Errado! A orientação anti-horária indica que se trata de uma
máquina em que o gás recebe trabalho do exterior.
e) Errado! O ponto A representa a menor pressão e volumes do
ciclo e conseqüentemente a mínima capacidade de realização de
trabalho.

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(FEI-2008/2) - ALTERNATIVA: A
VIII - VESTIBULARES 2008/2 20 litros de um gás diatômico a uma pressão de 10 atm e tempe-
ratura 300 K sofrem uma transformação isométrica e passam
(FEI-2008/2) - ALTERNATIVA: A para uma pressão de 20 atm a uma temperatura de 400 K. Qual
20 litros de um gás diatômico a uma pressão de 10 atm e tempe- é o trabalho realizado pelo gás nesta transformação?
ratura 300 K sofrem uma transformação isométrica e passam Dado: R = 0,08206 atm L/(mol K)
para uma pressão de 20 atm a uma temperatura de 400 K. Qual *a) 0
é o trabalho realizado pelo gás nesta transformação? b) –200 J
Dado: R = 0,08206 atm L/(mol K) c) 200 J
*a) 0 d) 60 000 J
b) –200 J e) –60 000 J
c) 200 J
d) 60 000 J
e) –60 000 J

(UFOP-200/2) - RESPOSTA: a) 3 × 105 N/m2 e 800 K


b) menor que 4,98 × 105 J
Considere os processos isotérmicos AB e CD, de um mol de um
gás perfeito representados no gráfico abaixo:

P(105N/m2)

4,0

pC

2,0

8,3 33,2 V(10–3m3)

a) Sabendo que o processo CD é realizado a uma temperatura


de 300K , calcule a pressão pC da isoterma no ponto C e a tem-
peratura do processo AB . Considere R = 8,3J /mol.K .
B) Faça uma estimativa da ordem de grandeza do trabalho exer-
cido pelo gás no processo AB .

(UEM/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 11 (01+02+08)


O gráfico da pressão P (em Pascal) em função do volume V (em
m3), dado pela equação P = -V + 7, com V [1,6] , representa um
processo termodinâmico ao qual um gás é submetido. É correto
afirmar que
01) o trabalho realizado quando o volume do gás varia de 2 m3
para 3 m3 é maior do que o trabalho realizado quando o volume
do gás varia de 3 m3 para 4 m3.
02) a curva que representa a pressão em função do volume,
neste caso, é um segmento de reta.
04) a equação dada indica que, quanto mais aumentamos o vo-
lume, maior será a pressão.
08) o trabalho realizado, quando o volume do gás varia de 2 m3
para 5 m3, é 21/2 J.
16) não há variação de pressão para V [1,6] .

(U.F. VIÇOSA-2008) - ALTERNATIVA: A


A figura ao lado representa um
diagrama Pressão (P) versus Vo-
lume (V). Um gás vai do estado A
para o estado B passando pelo
caminho esquematizado. O tra-
balho total realizado pelo gás é:
*a) 3PoVo
b) PoVo
c) 2PoVo
d) 6PoVo

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(UFC/CE-2008) - ALTERNATIVA: B (RESOLUÇÃO NO FINAL)
IX - VESTIBULARES 2008/1 Um recipiente contém uma mistura de um gás ideal X, cuja massa
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 33 molar é MX, com um gás ideal Y, cuja massa molar é MY, a uma da-
da temperatura T. Considere as afirmações abaixo:
I. A energia cinética média das moléculas dos gases ideais X e Y
(UFF/RJ-2008) - RESOLUÇÃO NO FINAL
depende apenas da temperatura absoluta em que se encontram.
Numa experiência, um recipiente de paredes adiabáticas, exceto
II. A velocidade média das moléculas dos gases ideais X e Y de-
pelo fundo metálico, contém 20 g de água a 67 oC e é colocado pende da temperatura absoluta em que se encontram e da natu-
em contato térmico com outro recipiente, com 200 L de volume, reza de cada gás.
de paredes adiabáticas, exceto por um pedaço metálico em seu
III. Se MX > MY, a velocidade média das moléculas do gás ideal X
topo, contendo um gás monoatômico.
é maior que a velocidade média do gás ideal Y.
Assinale a alternativa correta.
a) Apenas I é verdadeira.
*b) Apenas I e II são verdadeiras.
c) Apenas I e III são verdadeiras.
d) Apenas II e III são verdadeiras.
e) I, II e III são verdadeiras.

RESOLUÇÃO UFC/CE-2008:
A energia cinética das moléculas de um gás ideal é dada por
Na situação inicial, este gás está a uma temperatura de 27 oC e EC = 3RT/(2NA), em que R e NA são a constante universal dos
exerce sobre as paredes do recipiente uma pressão de 1 atm. A gases ideais e o número de Avogadro, respectivamente, e T é a
capacidade térmica do recipiente que contém água pode ser temperatura absoluta em que se encontra o gás. A velocidade
desprezada, enquanto a daquele que contém o gás é de 4 cal/K. média das moléculas de um gás ideal é dada por vm= (3RT/M),
A temperatura do sistema, quando o equilíbrio térmico é atingido, em que M é a massa molar do gás ideal. Portanto, a energia
é de 59 oC. cinética depende apenas da temperatura absoluta (afirmativa I é
a) Determine a pressão exercida pelo gás sobre as paredes do verdadeira) e a velocidade média das partículas depende da
recipiente depois de alcançado o equilíbrio térmico. temperatura absoluta T e da natureza do gás ideal (massa molar
b) Determine a capacidade térmica da massa gasosa. M ). Portanto, a afirmativa II é verdadeira. Se MX > MY , (vm )X >
c) A experiência é, em seguida, repetida a partir das mesmas
condições iniciais, mas o recipiente que contém o gás dispõe (vm)Y (afirmativa III é falsa). Portanto, a resposta correta é a da
agora de um pistão móvel. A temperatura final de equilíbrio nesta alternativa B.
nova situação será maior, menor, ou igual a 59 oC? Justifique
sua resposta explicitando os princípios ou leis físicas que con- (UNIOESTE/PR-2008) - ALTERNATIVA: C
duziram seu raciocínio. Um cilindro hermeticamente fechado de volume V contém um gás
ideal à pressão P e temperatura T. Nessas condições iniciais, a
velocidade média das moléculas do gás é vm. Por meio de dispo-
sitivos conectados ao cilindro, pode-se modificar os valores do
volume, da pressão e da temperatura. Assinale a alternativa que
mostra novos valores desses parâmetros: V1, P1, T1, com os
quais a velocidade média das moléculas do gás dobra.
a) V1 = V/2; P1 = P/2; T1 = T/2
b) V1 = V/4; P1 = P; T1 = T
*c) V1 = V; P1 = 4P; T1 = 4T
RESOLUÇÃO OFICIAL UFF/RJ-2008: d) V1 = V; P1 = 2P; T1 = 2T
a) 1,11 atm (justificar com a lei geral dos gases PV/T = cte)
e) V1 = 2V; P1 = 2P; T1 = 2T
b) 1,0 cal/K (Cgás Tgás + Crec Tgás + Qágua = 0)
c) Pela 1a lei da termodinâmica, (UFPel-2008) - ALTERNATIVA: D
U=Q-W Considere as afirmativas abaixo.
onde U é a energia interna do gás e W é o trabalho realizado pelo I. Dois corpos pertencentes a um sistema isolado trocam calor
gás. Como agora o gás realiza trabalho positivo, apenas uma apenas entre si. Ao atingirem o equilíbrio térmico, suas tempera-
parte do calor absorvido contribuirá para a elevação da tempe- turas serão a soma das suas temperaturas iniciais divididas por
ratura do gás. Portanto, a temperatura final nesta nova situação dois.
será menor que 59 oC. II. Dois corpos recebem a mesma quantidade de calor e sofrem a
mesma variação de temperatura. Podemos afirmar que seus
(UNESP-2008) - ALTERNATIVA: C calores específicos são necessariamente iguais.
Um recipiente contendo um certo gás tem seu volume aumentado III. Quando um gás ideal sofre uma transformação isotérmica,
graças ao trabalho de 1664 J realizado pelo gás. Neste proces- não há variação de sua energia interna e todo calor absorvido é
so, não houve troca de calor entre o gás, as paredes e o meio transformado em trabalho.
exterior. Considerando que o gás seja ideal, a energia de 1 mol São FALSAS as alternativas
desse gás e a sua temperatura obedecem à relação U = 20,8T, a) II e III. b) I e III. c) I, II e III. *d) I e II. e) Apenas a II.
onde a temperatura T é medida em kelvins e a energia U em jou-
les. Pode-se afirmar que nessa transformação a variação de (VUNESP-2008) - ALTERNATIVA: B
temperatura de um mol desse gás, em kelvins, foi de A primeira Lei da Termodinâmica é uma forma de expressar a
a) 50. a) Lei da Conservação da Temperatura.
b) – 60. *b) Lei da Conservação da Energia.
*c) – 80. c) Lei do Calor Específico.
d) 100. d) Lei dos Gases Ideais.
e) 90. e) Lei da Entropia.

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(UFSCar-2008) - RESOLUÇÃO NO FINAL (UEFRJ-2008) - ALTERNATIVA: D
Importante para o combate a incêndios de categorias B e C, o ex- Algumas vezes, quando a temperatura está alta, as pessoas
tintor de CO2 é nada mais que um recipiente resistente à pressão costumam assoprar a própria pele na tentativa de ter uma sen-
interna, capaz de armazenar gás CO2 na forma líquida. sação de resfriamento desta. Para obter este efeito, elas so-
pram o ar com a boca quase fechada. Se elas fizerem isto com
ver slide: a boca muito aberta, sentirão um ar morno saindo de suas bo-
UFSCar - 2008 - Q.38 cas, embora o ar dentro das pessoas tenha a mesma temperatu-
ra inicial nas duas situações. A afirmativa verdadeira, conside-
rando as situações descritas, é
a) O ar que sai da boca na primeira situação afasta mais molécu-
las de ar próximas à pele e, por isso, ela se resfria.
b) Na segunda situação, o ar que sai da boca afasta mais molé-
culas de ar próximas à pele e, por isso, ela se resfria.
Uma alavanca em forma de gatilho expõe o conteúdo do extintor c) Quando o ar sai da boca na segunda situação, ele se expande
à pressão atmosférica e o CO2 é violentamente expelido pelo bo- e, conseqüentemente, a pele perde menos calor para ele.
cal, na forma de gás. *d) Na primeira situação, o ar que sai da boca se expande e,
ver slide: conseqüentemente, a pele se resfria.
UFSCar - 2008 - Q.38-2 e) A quantidade de ar que sai da boca na primeira situação é
maior do que na segunda situação e, conseqüentemente, ela se
resfria.

(UFOP-2008) - ALTERNATIVA: D
Considerando-se um gás ideal, assinale a alternativa incorreta.
a) O trabalho realizado em uma transformação isovolumétrica é
nulo.
Durante sua utilização, verifica-se o surgimento de cristais de b) O calor específico molar sob pressão constante é maior que
gelo sobre o plástico do bocal, resultante da condensação e rá- o calor específico molar a volume constante.
pida solidificação da umidade do ar ambiente. c) Em uma transformação adiabática, o calor trocado entre um
a) Em termos da termodinâmica, dê o nome da transformação so- sistema e sua vizinhança é nulo.
frida pelo CO2 ao passar pelo bocal e descreva o processo que *d) Em um processo sob pressão constante, o produto da pres-
associa o uso do extintor com a queda de temperatura ocorrida são P pelo volume V se mantém constante.
no bocal.
b) O que deveria ser garantido para que um gás ideal realizasse (VUNESP-2008) - ALTERNATIVA: D
o mesmo tipo de transformação, num processo bastante lento? No diagrama P × V está representada uma transformação cíclica
ABCDA sofrida por uma massa de gás ideal.
RESOLUÇÃO UFSCar-2008:
a) O nome da transformação sofrida pelo gás é transformação
adiabática. Da Primeira Lei da Termodinâmica ( U = Q – ), o gás,
ao ser expelido, sofre um aumento rápido de volume ( > 0), de
modo a não trocar calor (Q = 0), tendo conseqüentemente uma
diminuição de temperatura ( U < 0), o que ocasiona o surgimento
de cristais de gelo no bocal.
b) Para uma transformação adiabática num processo quase-
estático, é preciso que o gás esteja idealmente isolado.

(UEPG/PR-2008) - RESPOSTA: SOMA = 03 (01+02)


Considere um gás perfeito submetido a um processo em que ele
é levado de um estado inicial até um estado final. Sobre este as-
sunto, assinale o que for correto.
01) Se o gás for submetido a um processo adiabático, então Sobre essa transformação, é correto afirmar que
Eint = – W , pois o sistema não troca calor com a sua vizinhan- a) No trecho AB o gás expandiu-se isobaricamente e sofreu res-
ça. friamento.
02) Se o gás for submetido a um processo cíclico, temos que b) No trecho BC o gás perdeu energia em forma de calor.
c) No trecho CD o gás realizou trabalho sobre o meio externo.
Eint = 0 , pois os estados inicial e final são coincidentes.
*d) No trecho DA o gás é comprimido sem sofrer variação de
04) Se o gás sofrer uma compressão, isto significa que ele energia interna.
realizou trabalho sobre o sistema. e) Nos trechos AB e CD não houve realização de trabalho.
08) Se o gás for submetido a um processo isométrico, então
Eint = Q – W. (U.F. VIÇOSA-2008) - ALTERNATIVA: C
16) Se o gás sofrer uma expansão adiabática, então Eint = Q + A figura abaixo mostra um ciclo termodinâmico a que foi subme-
tido um gás ideal.
W.
Sabendo que o processo 3 é
(UEL-2008) - ALTERNATIVA: C isotérmico e que o calor total
O calor específico molar de um gás é de 5 cal/(mol.K). Supondo fornecido ao gás durante o
que ele sofra variações termodinâmicas isovolumétricas e que ciclo foi de 100 J, o módulo do
sua temperatura aumente de 20OCpara 50OC, com um número de trabalho realizado sobre o gás
moles igual a 4, qual será a variação da energia interna do siste- durante o processo 3 é:
ma? a) 300 J
a) 30 cal. d) 1800 cal. b) 100 J
b) 150 cal. e) 6000 cal. *c) 200 J
*c) 600 cal. d) 0 J

japizzirani@gmail.com 31
(UNIFEI-2008) - RESPOSTA NO FINAL (UFPB-2008) - ALTERNATIVA: C (GABA OFICIAL) - Veja comen-
Nos últimos anos a indústria automobilística tem se empenhado tário no final.
no sentido de reduzir as emissões provenientes da combustão Os gráficos A, B e C representam três dos processos adiabáticos
de seus motores automotivos. Em especial os motores a diesel que uma amostra de gás pode sofrer
tiveram que adaptar-se a novas normas, mais rígidas, de modo
que se tornaram mais eficientes, tanto do ponto de vista de seu
desempenho quanto do ponto de vista de suas emissões. Como
boa parte da poluição das grandes cidades é devida aos motores
a diesel dos caminhões e ônibus que circulam por suas ruas, os
estudos dos ciclos e das transformações termodinâmicas tornam-
se muito importantes. Suponha que 0,0964 mols de um gás ideal
passe pelo ciclo exibido na figura abaixo, onde o processo b é
isotérmico.
ÿý

ÿþþ

þþ
Com relação à variação da energia interna desse gás ( U), é
þþ
correto afirmar:
a) UB < UC < UA
þþ ÿ b) UB < UA < UC
*c) UA < UC < UB
þ
þ ÿ d) UA < UB < UC
e) UC < UB < UA
a) Determine as temperaturas dos estados 1 e 2.
b) Dado o calor específico molar cV = 15,0 J/(mol.K), calcule Qa COMENTÁRIO UFPB-2008:
A questão está mal formulada por dois motivos:
absorvido durante o processo isocórico a.
1o) o gráfico P×V de uma transformação adiabática é uma
c) Calcule a energia interna do estado 3 em função da energia in-
hipérbole e, 2o) os estados iniciais e finais nos três processos A,
terna do estado 1, sendo U1 = 10,0 × 104 J. B e C são iguais, portanto, suas temperaturas iniciais e finais são
Dado: R = 8,3 J/(mol.K) iguais e suas energias internas também. Então as variações das
RESPOSTAUNIFEI-2008: energias internas nos três processos são iguais.
a) T1 = 250 K e T2 = 1000 K
b) Qa = 1084 J (UFLA-2008) - ALTERNATIVA: C
c) U3 = U2 = U1 + Q12 = 10,0 × 104 + 1084 4
U3 = 10,1 × 10 J O gráfico PV abaixo mostra o ciclo reversível ABCA percorrido
por um gás considerado ideal. Sabe-se que o calor envolvido no
processo AB, e tomado em módulo, vale QAB = 9,8 × 105 J, e no
(UFABC-2008) - RESPOSTA: transformação adiabática. P au-
processo CA, também em módulo, QCA = 10,4 × 105 J. Pode-se
menta, V diminui e T aumenta.
Um motorista, distraído, passa a toda velocidade sobre uma lom- afirmar que o calor QBC envolvido no processo BC, vale
bada. Por conta disso, os amortecedores a gás de seu carro
sofrem uma compressão rápida.
UFABC - 2008 - Q.05
Distendido Comprimido

a) –17,2 × 105 J
b) 2,4 × 105 J
*c) 3,6 × 105 J
d) –0,6 × 105 J

Nessas condições, considerando o brevíssimo intervalo de tem-


po em que o amortecedor estava distendido até o momento em
que ele é completamente recolhido ao absorver o impacto, no-
meie o tipo de transformação que mais se aproxima da sofrida
pelo gás e descreva os efeitos que a energia absorvida pelo
amortecedor durante o impacto causa na pressão, no volume e
na temperatura desse gás, supondo-o ideal.

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(UFTM-2008/2) - RESPOSTA: FAZER
IX - VESTIBULARES 2008/2 Uma máquina térmica trabalha em ciclos utilizando um gás ideal.

(UDESC-2008/2) - ALTERNATIVA OFICIAL: E


O gráfico abaixo mostra a evolução de um gás ideal sob pressão
constante de 10 N/m2, desde o estado inicial A, até o estado final
B.

Para um ciclo completo, que se realiza em um tempo de 2 s, cal-


cule
a) a potência útil da máquina.
b) a quantidade de calor dissipada pela máquina.

Durante esse processo, o gás cede 1,0 kJ de calor para o ambi-


ente. Assinale a alternativa que representa corretamente o (UNIFOR/CE-2008/2) - ALTERNATIVA: E
trabalho realizado sobre o gás, e a variação de sua energia in- Uma certa quantidade de um gás ideal sofre uma transformação
terna. isotérmica, passando do estado A ao estado B, recebendo 2,0 ×
a) 7,5x103 J e 8,5 x103 J 102 J de energia sob forma de calor.
b) – 7,5x103 J e 6,5 x103 J
c) 4,5x103 J e – 3,5x103 J
d) – 3,0x102 J e 7,0x103 J
*e) – 3,0x102 J e – 7,0x102 J

(VUNESP/UNICID-2008/2) - ALTERNATIVA: E
Embora a primeira lei da termodinâmica tenha sido estabelecida
a partir da transformação de um gás, ela vale para qualquer
processo que envolva trocas de energia. Pensando nesta idéia,
analise:
I. Ao liberar calor para o exterior, um sistema termodinâmico ten-
derá a diminuir sua energia interna.
II. O trabalho realizado numa transformação termodinâmica é ex-
presso por uma relação entre a pressão e o volume.
III. A primeira lei da termodinâmica é uma reafirmação do princípio
da conservação da energia.
É correto o contido em O trabalho realizado pelo gás nessa transformação foi, em joules,
a) I, apenas. d) II e III, apenas. a) nulo.
b) I e II, apenas. *e) I, II e III. b) 30.
c) I e III, apenas. c) 60.
d) 90.
(UECE-2008/2) - ALTERNATIVA: B *e) 2,0 × 102.
Quando aumentamos a temperatura de um gás contido em um
cilindro rígido e fechado, de volume constante, podemos afirmar, (CEFETMG-2008/2) - ALTERNATIVA: E
corretamente, que O gráfico pressão × volume representa duas transformações
a) as moléculas do gás vão se mover mais lentamente. sofridas por uma mesma amostra de gás ideal, sendo I isotérmica
*b) as moléculas do gás vão se chocar com as paredes do e II adiabática.
cilindro, mais freqüentemente e com mais força.
c) a quantidade de espaço vazio dentro do cilindro vai aumentar.
d) as moléculas do gás vão perder energia
cinética.

(UFLA/MG-2008/2) - ALTERNATIVA: C
Dois recipientes I e II possuem mesmo volume. O recipiente
contém 2 mols de um gás diatômico ideal, à temperatura T,
enquanto o recipiente II contém 1 mol do mesmo gás, também
à temperatura T. Pode-se afirmar que
a) a energia cinética média das moléculas do gás do recipiente
I é menor do que a energia cinética média das moléculas do gás Sabendo-se que a variação de volume é a mesma nessas trans-
do recipiente II. formações, é correto afirmar que
b) a pressão exercida pelo gás do recipiente I é menor do que a a) o calor absorvido pelo gás é nulo em I.
pressão exercida pelo gás do recipiente II. b) a energia interna permanece constante em II.
*c) a energia interna do gás do recipiente I é maior do que a c) a temperatura final em I é menor do que em II.
energia interna do gás do recipiente II. d) o calor específico do gás é o mesmo em I e II.
d) a energia interna do gás de ambos os recipientes é a mesma. *e) o trabalho realizado pelo gás em I é maior do que em II.

japizzirani@gmail.com 33
(PUCRS-2008/2) - ALTERNATIVA: D (U.F. VIÇOSA-2008/2) - ALTERNATIVA: D
Em meados do século 19, Joseph Louis Gay-Lussac e depois Sendo U a energia interna de um sistema, Q a quantidade de
James Prescott Joule estudaram a dependência da energia inter- calor e W o trabalho, a primeira lei da termodinâmica diz que:
na de um gás em relação a seu volume. Para tal, realizaram a ex- a) U = |Q| – |W|
periência cuja montagem está esquematizada na figura a seguir. b) U = Q – W
Em um recipiente isolado contendo água, foram colocados dois c) U = |Q| – |W|
balões, A e B, cujas paredes eram rígidas e diatérmicas, ou seja, *d) U = Q – W
permitiam trocas de calor. Esses balões eram conectados por
uma válvula V, inicialmente fechada. Para determinar a variação
na temperatura da água, foi usado um termômetro T. O balão A
estava preenchido com um gás e o balão B tinha sido evacuado
(não continha gás algum). Iniciou-se a experiência fazendo a lei-
tura do termômetro com o sistema em equilíbrio térmico. Em se-
guida, abriu-se a válvula V de modo que o gás pudesse se ex-
pandir para o balão B. Quando o sistema estava novamente em
equilíbrio, foi feita nova leitura da temperatura. Os resultados
mostraram que não houve variação na temperatura da água.

Com base na experiência e em seus resultados, afirma-se:


I. Não houve troca de calor entre o gás e a água.
II. O processo de expansão do gás ocorreu sem realização de
trabalho.
III. A pressão do gás não foi alterada, apesar de o gás ter se ex-
pandido.
IV. A energia interna do gás não foi alterada, apesar de o gás ter
se expandido.
De acordo com as teorias da termodinâmica, a alternativa que
contém todas e apenas afirmativas corretas é:
a) I e II.
b) II e III.
c) I, III e IV.
*d) I, II e IV.
e) II, III e IV.

(UFLA/MG-2008/2) - RESPOSTA: a) W = 4,8 × 103 J


b) U = (3/2)nR T = 6912 J c) Q = 2112 J
No interior de um cilindro de êmbolo móvel, é colocado 0,24 mol
de um gás monoatômico ideal. Pesos colocados sobre o êm-
bolo (figura abaixo) determinam uma pressão inicial P1 = 3.106
N/m2, volume inicial V1 = 0,4 litro e temperatura inicial T1 = 600
K. Certa quantidade de calor Q trocada com o meio exterior
faz com que o gás se expanda até o volume V2 = 2 litros,
elevando a temperatura para T2 = 3000 K, mas com pressão
constante.

Considerando R = 8 J/(mol K) e utilizando as unidades do Sis-


tema Internacional, calcule:
a) O trabalho W envolvido na expansão do gás.
b) A variação da energia interna U sofrida pelo gás.
c) A quantidade de calor Q trocada.

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(PUCPR-2008) - ALTERNATIVA: D
X - VESTIBULARES 2008/1 Conforme o 2º Princípio da Termodinâmica, o rendimento de qual-
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 37 quer máquina térmica é inferior a 100%. Na realidade, os rendi-
mentos das máquinas térmicas mais comumentes usadas estão
situados muito abaixo desse limite. Por exemplo: nas locomotivas
(UDESC-2008) - ALTERNATIVA: A
a vapor o rendimento é cerca de apenas 10%, nos motores a ga-
Um motor a gasolina consome 16100 J de calor e realiza 3700 J
solina nunca ultrapassa 30% e nos motores a diesel, que estão
de trabalho em cada ciclo. O calor é obtido pela queima de gaso-
entre as máquinas mais eficientes, o rendimento situa-se em
lina, que possui calor de combustão igual a 4,60 x 104 J/g. Sa- torno de 40%. Sabe-se que o calor de combustão do óleo diesel
bendo-se que o motor gira com 60,0 ciclos por segundo, a mas- é de 45 × 103 J/g, isto é, ao ser totalmente queimado cada grama
sa de combustível queimada em cada ciclo e a potência fornecida
de óleo diesel libera 45 × 103 J de energia térmica. Considerando
pelo motor são, respectivamente:
*a) 0,350 g e 222 kW. esta informação a potência desenvolvida por um motor a diesel,
b) 0,080 g e 0,766 kW. cujo rendimento é o citado no texto acima e que consuma 10 g/s
c) 0,350 kg e 100 kW. de combustível será de:
d) 0,268 g e 500 kW. a) 4,5 × 105 W *d) 1,8 × 105 W
3
e) 3700 g e 60,0 kW. b) 1,8 × 10 W e) 1,1 × 106 W
3
c) 4,5 × 10 W
(UFCG/PB-2008) - ALTERNATIVA: C
Em relação à entropia, é correto afirmar que,
a) em um processo irreversível, ela pode ser maior ou igual a (PUCRS-2008) - ALTERNATIVA: A
zero. INSTRUÇÃO: Para responder à questão abaixo, analise o texto e
b) em um processo reversível é menor que zero. as afirmações referentes às leis da termodinâmica, e preencha
*c) seu aumento em um sistema isolado, para um processo ir- os parênteses utilizando o código a seguir.
reversível, está relacionado com a perda de oportunidade de 1V- A afirmativa refere-se à primeira lei e é verdadeira.
realizar trabalho. 1F- A afirmativa refere-se à primeira lei e é falsa.
d) não se altera na expansão livre de um gás perfeito. 2V- A afirmativa refere-se à segunda lei e é verdadeira.
e) sua mudança em um sistema, de forma reversível, de um esta- 2F- A afirmativa refere-se à segunda lei e é falsa.
do inicial a um outro final depende da natureza do caminho per- A primeira lei da termodinâmica expressa o princípio da conser-
vação da energia, incluindo fenômenos térmicos, enquanto a se-
corrido.
gunda lei da termodinâmica se refere às limitações nas transfor-
mações de energia.
(UFPR-2008) - ALTERNATIVA: D
Os estudos científicos desenvolvidos pelo engenheiro francês ( ) Numa transformação adiabática, a energia interna de um sis-
Nicolas Sadi Carnot (1796–1832) na tentativa de melhorar o ren- tema não varia, pois não ocorre troca de calor entre o sistema e
dimento de máquinas térmicas serviram de base para a formula- sua vizinhança.
ção da segunda lei da termodinâmica.
Acerca do tema, considere as seguintes afirmativas: ( ) Para produzir trabalho continuamente, uma máquina térmica,
1. O rendimento de uma máquina térmica é a razão entre o traba- operando em ciclos, deve necessariamente receber calor de
lho realizado pela máquina num ciclo e o calor retirado do reser- uma fonte fria e ceder calor para uma fonte quente.
vatório quente nesse ciclo.
2. Os refrigeradores são máquinas térmicas que transferem calor ( ) Numa transformação isométrica, o trabalho realizado por um
de um sistema de menor temperatura para outro a uma tempera- sistema é nulo; portanto, a variação da sua energia interna é igu-
tura mais elevada. al à quantidade de calor trocada entre o sistema e a sua vizi-
3. É possível construir uma máquina, que opera em ciclos, cujo nhança.
único efeito seja retirar calor de uma fonte e transformá-lo inte-
gralmente em trabalho. ( ) Nenhuma máquina térmica operando em ciclos entre duas
Assinale a alternativa correta. temperaturas dadas pode apresentar um rendimento maior que o
a) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras. de uma máquina de Carnot que opere entre as mesmas tempera-
b) Somente a afirmativa 1 é verdadeira. turas.
c) Somente a afirmativa 2 é verdadeira.
*d) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras. A seqüência correta de preenchimento dos parênteses, de cima
e) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras. para baixo, é
*a) 1F – 2F – 1V – 2V
(UEM/PR-2008) - ALTERNATIVA: D b) 1V – 2V – 1F – 2F
Uma máquina térmica opera entre um reservatório térmico man- c) 2F – 1F – 2V – 1F
tido à temperatura de 100 ºC e outro mantido à temperatura am- d) 2V – 1V – 1F – 2F
biente. Em que época do ano essa máquina atingiria sua maior e) 1V – 2F – 2F – 1V
eficiência?
a) Em dia típico de outono.
b) Em dia típico de verão. (UFOP-2008) - RESPOSTA: a) 40% b) não c) não
c) Em dia típico de primavera. Uma máquina térmica opera por meio de um Ciclo de Carnot entre
*d) Em dia típico de inverno. as seguintes fontes de temperatura: uma fonte à temperatura
e) É indiferente, a eficiência não depende da temperatura do ou- ambiente de 1 = 27°C e a outra à temperatura 2 = 227°C. Com
tro reservatório. base nesses dados, resolva os itens a seguir.
a) Calcule o rendimento dessa máquina térmica.
(UECE/CE-2008) - ALTERNATIVA: A b) Com essas mesmas temperaturas para as fontes “fria” e
Um bloco de gelo de massa 136,5 g funde-se reversivelmente à “quente”, é possível construir uma máquina térmica mais eficien-
temperatura de 0oC. Sabendo-se que o calor latente de fusão do te? Por quê?
gelo e 333 kJ/kg, a variação da entropia do bloco de gelo, em J/K, c) Se pudéssemos modificar as temperaturas das fontes, pode-
é: ríamos construir uma máquina térmica com 100% de rendimen-
*a) 166,5 b) zero c) 273,0 d) 122,5 to? Por quê?

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(UEL-2008) - ALTERNATIVA: E (UFLA/MG-2008) - ALTERNATIVA: A
Considere um sistema termodinâmico e analise as seguintes afir- Abaixo são apresentadas quatro afirmativas referentes ao 2º
mativas. Princípio da Termodinâmica e Ciclo de Carnot. Pode-se afirmar
I. Para que a entropia decresça quando um gás ideal sofre uma que a alternativa CORRETA é:
expansão adiabática livre, indo de um volume v1 para um volume *a) Nenhum ciclo é capaz de transferir calor de um reservatório
v2, v2 deve ser maior que v1. frio para um reservatório quente, sem trabalho externo.
b) O Ciclo de Carnot é o único ciclo representativo de um motor
II. No nível molecular, a temperatura é a grandeza que mede a
térmico com rendimento de 100%.
energia cinética média de translação das moléculas de um gás
c) Qualquer ciclo representativo de um motor térmico que opera
monoatômico e a primeira lei da Termodinâmica nos permite defi-
nir a energia interna U do sistema. entre os mesmos reservatórios de calor de temperaturas T1 e T2
III. Um processo é irreversível, em termos termodinâmicos, gra- apresenta o mesmo rendimento.
ças à dissipação de sua energia e à variação positiva de sua en- d) Sendo a vida um sistema organizado, ela não contribui para o
tropia. aumento da entropia do universo.
IV. A segunda lei da Termodinâmica pode ser enunciada da se-
guinte forma: a entropia do universo sempre cresce (ou perma- (UNIMONTES/MG-2008) - ALTERNATIVA: B
nece constante, em um processo reversível). Uma máquina térmica obtém trabalho à custa de um gás realizan-
Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas. do ciclos de transformações. Em cada ciclo, esse gás recebe da
a) I e II. fonte quente uma quantidade de calor Qq = 800 J e envia para a
b) I e III.
fonte fria a quantidadeQf = 680 J. Suponha que, em cada ciclo,
c) II e IV.
d) I, III e IV. ocorra, num intervalo de tempo, t = 0,4 s. A potência útil da má-
quina vale, em Watts,
*e) II, III e IV.
a) 500.
*b) 300.
(UFPB-2008) - ALTERNATIVA: A c) 600.
Uma máquina térmica ideal realiza um trabalho de 750 J por ciclo d) 200.
(de Carnot), quando as temperaturas das fontes são 400 K e
100 K. Nesse sentido, para que uma máquina térmica real apre-
sente a mesma eficiência e realize, por ciclo, o mesmo trabalho
que a máquina ideal, o calor recebido e o calor rejeitado são res-
pectivamente:
*a) 1000 J e 250 J
b) 750 J e 500 J
c) 1250 J e 50 J
d) 850 J e 150 J
e) 950 J e 350 J

(UEG/GO-2008) - RESPOSTA NO FINAL


O ciclo de Carnot foi proposto em 1824 pelo físico francês Nicolas
L. S. Carnot. O ciclo consiste numa seqüência de transforma-
ções, mais precisamente de duas transformações isotérmicas
(TH para a fonte quente e TC para a fonte fria), intercaladas por
duas transformações adiabáticas, formando assim o ciclo. Na
sua máquina térmica, o rendimento seria maior quanto maior for
a temperatura da fonte quente. No diagrama abaixo, temos um
ciclo de Carnot operando sobre fontes térmicas de TH = 800 K e
TC = 400 K.

Admitindo-se que o ciclo opera com fonte quente, recebendo


1000 J de calor, responda:
a) Em que consistem os termos transformações isotérmicas e
adiabáticas?
b) Determine o rendimento dessa máquina de Carnot.
c) Essa máquina vai realizar um trabalho. Qual é o seu valor?

RESPOSTA UEG/GO-2008:
a) Transformação Isotérmica: ocorre à temperatura constante.
Transformação Adiabática: ocorre sem troca de calor.
b) 50%
c) 500 J

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(UNIFOR/CE-2008/2) - ALTERNATIVA: E
X - VESTIBULARES 2008/2 Uma máquina térmica, operando em ciclos, entre duas fontes a
27 °C e 327 °C, tem rendimento igual a 80% do rendimento que
(UFOP-2008/2) - ALTERNATIVA: C teria se estivesse operando segundo o ciclo de Carnot.
Com relação à entropia e à segunda lei da termodinâmica, é in- Essa máquina retira 5,0.103 cal da fonte quente em cada ciclo e
correto afirmar: realiza 10 ciclos por segundo. A potência útil que a máquina for-
a) Ciclo termodinâmico é um processo em que uma máquina nece, em kW, vale (Considere: 1 cal = 4 J)
térmica ou um sistema termodinâmico volta a seu estado inicial. a) 1,0.
b) Não existe máquina térmica que transforme todo calor de uma b) 2,0.
fonte em trabalho. c) 5,0.
*c) A diluição de uma gota de tinta em um copo de água é um d) 10.
exemplo de processo reversível. *e) 80.
d) Em todo processo isolado irreversível, a entropia total do sis-
tema sempre aumenta. (CEFETMG-2008/2) - ALTERNATIVA: B
Um máquina térmica retira, em cada ciclo, 500 J de calor da fonte
(UNIMONTES/MG-2008/2) - ALTERNATIVA: D quente e rejeita 300 J de calor para a fonte fria. Se essa máquina
Um engenheiro projetou uma máquina térmica que, a cada ciclo, executa 20 ciclos por segundo, então a potência desenvolvida,
recebe 800 J de calor da fonte quente, cuja temperatura é 660 K, em kW, é de
e rejeita 640 J de calor para a fonte fria, cuja temperatura é 330 a) 2.
K. Se o engenheiro a construir, é CORRETO afirmar, sobre o seu *b) 4.
funcionamento, que c) 8.
a) o rendimento será 50%. d) 10.
b) o trabalho realizado, por ciclo, será maior que 200J. e) 16.
c) o trabalho realizado, por ciclo, será 400J.
*d) o rendimento será inferior a 40%. (UCS/RS-2008/2) - ALTERNATIVA: C
Para treinar, lutadores de boxe ou vale-tudo utilizam bonecos de
(UEM/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 15 (01+02+04+08) material sintético que ficam parados recebendo pancadas. Su-
Considere uma máquina a vapor, operando em ciclos de Carnot, ponha que, no início de uma sessão de treinos de socos e pon-
que possui um condensador para resfriar o vapor de saída a 27 tapés, o boneco apresente uma certa temperatura. Ao término
ºC e que opera com rendimento de 40%. Assinale o que for cor- da sessão, ele estará com uma temperatura mais elevada. De
reto. acordo com
01) Nessa condição, a temperatura da caldeira é, aproximada- a) a primeira lei da termodinâmica, o boneco perdeu energia
mente, 500 K. interna a fim de acumular o calor do atleta.
02) Nessa condição, a temperatura da caldeira é, aproximada- b) a segunda lei da termodinâmica, apenas o calor do boneco
mente, 227 ºC. aumentou; a energia interna permaneceu a mesma.
04) Mantendo a temperatura da caldeira a 600 K, a máquina terá *c) a primeira lei da termodinâmica, a energia interna do boneco
rendimento aproximado de 50%. aumentou principalmente pelo trabalho executado sobre ele pelo
08) Quanto maior o rendimento da máquina, maior deve ser a atleta.
temperatura da caldeira. d) a segunda lei da termodinâmica, a entropia do sistema bone-
16) Se ajustarmos a temperatura do condensador para um valor co-lutador-Universo diminuiu, o que permitiu que o boneco au-
ideal, o rendimento da máquina pode chegar a 100%. mentasse sua temperatura.
e) a primeira lei da termodinâmica, o atleta fez com que a energia
(UDESC-2008/2) - RESPOSTA: a) 1500 kcal b) 90% c) 55% interna do boneco diminuísse para que a temperatura aumentas-
Um novo material, apresentado por uma empresa de Engenharia, se.
permite que uma caldeira, utilizada em usina de energia elétrica,
trabalhe à temperatura de 900 K. Nessa temperatura, a caldeira (UECE-2008/2) - ALTERNATIVA: C
fornece 2000 kcal por ciclo, ao cilindro de uma turbina. Considere um sistema termicamente isolado do meio exterior,
Considere 1 cal = 4,2 J constituído por dois recipientes, inicialmente separados; em um
a) Considerando que o rendimento dessa máquina térmica seja deles há um gás ideal e no outro vácuo. Retirando-se a separa-
igual a 0,25, qual a energia perdida por ciclo para a fonte fria? ção entre os recipientes o gás se expande. Podemos afirmar,
b) Considerando que em cada ciclo 7560 KJ de energia são corretamente, que a entropia do
perdidos na fonte fria, quanto isso representa percentualmente, a) universo permaneceu constante, uma vez que o sistema está
comparado à energia fornecida? isolado.
c) Estando a fonte fria a uma temperatura de 132º C, qual o ren- b) sistema permaneceu constante, uma vez que o processo é
dimento máximo de uma máquina ideal que opera entre essas adiabático.
temperaturas? *c) sistema aumenta pois a expansão é irreversível.
d) universo aumenta pois, ao expandir, o gás realiza trabalho.
(UEPG/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 23 (01+02+04+16)
Sobre processos termodinâmicos, assinale o que for correto. (UTFPR-2008/2) - ALTERNATIVA: B
01) As variações na temperatura de um corpo estão relaciona- As máquinas térmicas a vapor apresentam, em geral, rendimen-
das às variações na sua energia interna. to muito pequeno. Se uma certa máquina tem rendimento de 10%
02) De acordo com a 2a lei da termodinâmica, o calor não flui e cede 900 kJ para a fonte fria, a quantidade que recebeu da
espontaneamente de um corpo de menor temperatura para outro fonte quente, em kJ, é igual a:
de maior temperatura. a) 910.
04) Numa transformação adiabática, se o trabalho é realizado *b) 1000.
sobre o sistema, sua energia interna aumenta. c) 990.
08) O rendimento de um ciclo de Carnot independe da diferença d) 1010.
de temperatura entre os reservatórios térmicos. e) 1100.
16) Em processos naturais, a energia de alta qualidade tende a
se transformar em energia de qualidade mais baixa. A ordem ten-
de para a desordem.

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(UNIFEI-2008) - RESOLUÇÃO NO FINAL
XI - VESTIBULARES 2008/1 As equações abaixo descrevem uma partícula num movimento
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 41 circular uniforme, com x e y dados em centímetros e t em segundos

XI - CINEMÁTICA
(UECE-2008) - ALTERNATIVA: C
A figura a seguir mostra uma partícula P, em movimento circular a) Qual é a velocidade angular desse movimento? Qual é o raio
uniforme, em um círculo de raio r, com velocidade angular cons- da trajetória da partícula?
tante , no tempo t = 0. b) Qual é o valor da velocidade escalar v? Esse movimento tem
sentido horário ou anti-horário?
RESOLUÇÃO UNIFEI-2008:
Comparando com A.cos ( t + 0), tem-se:
a) = 2 rad/s
raio da trajetória: (8,0/ ) cm
b) v= × raio = 2 × 8,0/ = 16 cm/s. Sentido anti-horário
(verificar dando valores para o tempo t)

(UFPB-2008) - ALTERNATIVA: B
Considere um corpo, preso a uma mola, oscilando em torno da
sua posição de equilíbrio O, como na figura abaixo.

A projeção da partícula no eixo x executa um movimento tal que


a função horária vx(t), de sua velocidade, é expressa por:
a) vx(t) = r
b) vx(t) = r cos( t + ) No instante t , a posição x = x(t) desse corpo, em relação à sua
*c) vx(t) = – r sen( t + ) posição de equilíbrio, é dada pela função x(t) = cos( t + 3 /2 ),
d) vx(t) = – r tg( t + ) t > 0. Dessa forma, o gráfico que melhor representa a posição x
desse corpo, como função do tempo t, em relação ao ponto O, é:
a) d)
(UNIFESP-2008) - RESPOSTA NO FINAL
Um estudante faz o estudo experimental de um movimento har-
mônico simples (MHS) com um cronômetro e um pêndulo simples
como o da figura, adotando o referencial
nela representado.
Ele desloca o pêndulo para a posição +A
*b) e)
e o abandona quando cronometra o ins-
tante t = 0. Na vigésima passagem do
pêndulo por essa posição, o cronômetro
marca t = 30 s.
a) Determine o período (T) e a freqüên-
c)
cia (f) do movimento desse pêndulo.
b) Esboce no caderno de respostas o
gráfico x (posição) × t (tempo) desse
movimento, dos instantes t = 0 a t = 3,0 s;
considere desprezível a influência de
forças resistivas.
(ITA-2008) - ALTERNATIVA: D
Uma partícula P1 de dimensões desprezíveis oscila em movimen-
to harmônico simples ao longo de uma reta com período de 8/3 s
RESPOSTAUNIFESP-2008: e amplitude a. Uma segunda partícula, P2, semelhante a P1, os-
a) T = 1,5 s f = 0,67 Hz cila de modo idêntico numa reta muito próxima e paralela à primei-
ra, porém com atraso de /12 rad em relação a P1 . Qual a
distância que separa P1 de P2 , 8/9 s depois de P2 passar por um
b) x = A cos( 0
+ t) x = A.cos[0 + (4 /3).t]
ponto de máximo deslocamento?
a) 1,00.a *d) 0,21.a
x = A.cos (4 /3).t (t em segundos)
b) 0,29.a e) 1,71.a
c) 1,21.a

(MED.ITAJUBÁ-2008) - ALTERNATIVA: D
Considere um pêndulo simples que executa 20 oscilações num
intervalo de 4 segundos. O período e a freqüência valem respec-
tivamente:
a) 0,5 s e 8 Hz *d) 0,2 s e 5 Hz
b) 0,2 s e 8 Hz e) Nenhuma das Respostas Anteriores
c) 0,4 s e 5 Hz

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(ITA-2008) - ALTERNATIVA: A - RESOLUÇÃO NO FINAL (UFF/RJ-2008) - RESOLUÇÃO NO FINAL
Indique a opção que explicita o representado pelo gráfico da fi- Numa experiência realizada no laboratório didático do Instituto de
gura: Física da UFF analisa-se o movimento de um carrinho de 200 g de
massa que desliza sobre um trilho de ar preso a um suporte fixo
por uma mola de constante elástica k = 2,0 N/m e massa despre-
zível, sujeito a uma força dissipativa provocada pelo ar. O gráfi-
co abaixo representa a posição medida do carrinho como fun-
ção do tempo.

a) Qual a velocidade do carrinho nos instantes 0 e t1? Justifique


sua resposta.
*a) A soma de uma freqüência fundamental com a sua primeira
b) Qual a energia mecânica do sistema formado pelo carrinho e
harmônica mais a sua segunda harmônica, todas elas de mesma
amplitude. pela mola, nos instantes 0 e t1?
b) A soma de uma freqüência fundamental com a sua primeira c) Calcule o trabalho realizado pela força dissipativa entre os
harmônica de amplitude 5 vezes menor mais a segunda harmôni- instantes 0 e t1.
ca de amplitude 10 vezes menor. d) Compare os módulos do momento linear do carrinho nos ins-
c) A soma de uma freqüência fundamental com a sua segunda tantes t2 e t3 e determine em qual destes instantes ele é maior.
harmônica, ambas com amplitudes iguais. Justifique sua resposta explicitando os princípios ou leis físicas
d) A soma de uma freqüência fundamental com a sua segunda que conduziram seu raciocínio.
harmônica com metade da amplitude.
e) A soma de uma freqüência fundamental com a sua primeira RESOLUÇÃO UFF/RJ-2008:
harmônica com metade da amplitude. a) Zero (coeficiente angular da tangente ao gráfico, ou, são
pontos de inversão do movimento)
RESOLUÇÃO ITA-2008:
b) EM = mv2/2 + kx2/2
A equação de onda pode ser escrita por y = A sen t. Sendo
proporcional à freqüência, para a soma de uma freqüência fun- t=0 EM = 0 + 2,0.(0,5)2/2 = 0,25 J
damental mais a sua primeira harmônica mais a sua segunda t = t1 EM = 0 + 2,0.(0,4)2/2 = 0,16 J
harmônica, de mesma amplitude, temos uma onda resultante que c) W = EM = (0,16 - 0,25) W = - 0,09 J
é dada pela função: y = A sen t + A sen 2 t + A sen 3 t Esbo-
d) t = t2 EM = E2 = mv22/2 + kx22/2 = mv22/2
çando os gráficos das funções, temos:
t = t3 EM = E3 = mv32/2 + kx32/2 = mv32/2
Como o sistema está sujeito a uma força dissipativa, a energia
mecânica diminui com o tempo, E3 < E2, donde v3 < v2 o mo-
mento linear p2 = mv2 é, em módu- lo, maior do que p3 = mv3.
O módulo do momento linear é maior no instante t2.

(UNIFEI-2008) - RESOLUÇÃO NO FINAL


Uma mola ideal de constante elástica k e comprimento natural L0
tem uma de suas extremidades fixa no teto e na outra é presa
uma partícula de massa m.
a) Qual será o comprimento da mola quando a massa estiver em
repouso?
b) Se a partícula for solta do repouso a partir do ponto A, onde a
Do princípio da superposição o gráfico resultante é o dado no
enunciado. distância ao teto é L0, qual é a sua velocidade no ponto de
equilíbrio calculado no item (a)? Despreze a resistência do ar.

XI - DINÂMICA RESOLUÇÃO UNIFEI-2008:


a) mg = k . L L = mg/k L = L0 + mg / k
(UECE-2008) - ALTERNATIVA: A b) mg L = ½ k L2 + ½ mv2 mg × mg/k = ½ k × (mg/k)2 +
Um sistema massa-mola é preso ao teto. A partir do ponto de
equilíbrio faz-se a massa oscilar com pequena amplitude. Quadru- + ½ mv2 ½ mv2 = ½ (mg)2/k v2 = mg2/k
plicando-se o valor da massa, repete-se o mesmo procedimento.
Neste caso, podemos afirmar corretamente que a freqüência de OUTRA SOLUÇÃO:
oscilação b)
*a) é reduzida à metade.
b) dobra.
c) permanece a mesma.
d) quadruplica.

japizzirani@gmail.com 39
(UEG/GO-2008) - RESOLUÇÃO NO FINAL (UDESC-2008) - RESOLUÇÃO NO FINAL
A figura abaixo representa a variação da energia potencial em Em 01 de agosto deste ano (2007), uma ponte desabou na
função da separação entre os átomos de hidrogênio e de flúor cidade de Minneapollis, nos Estados Unidos. Uma das possíveis
da molécula HF. O gráfico tem como referência o átomo de flúor. razões disso foi efeito de ressonância entre a ponte e o instru-
Próximo ao ponto de equilíbrio – ponto de energia potencial míni- mento utilizado pelos operários que estavam trabalhando no
ma (U0), a energia pode ser aproximada por uma função quadrática momento do acidente.
U(x) = (1/2)kx2 , na qual x representa o deslocamento do átomo a) Explique o que é ressonância.
b) A ponte, em condições de uso, oscila segundo a equação x(t)
de hidrogênio em relação ao ponto de equilíbrio (r0) e k é uma = 0,25sen (2 t) . Encontre sua freqüência angular de vibração e
constante de proporcionalidade, chamada constante de força. A a amplitude de oscilação que ela suporta sem que resulte em sua
aproximação da energia potencial por uma função quadrática destruição.
indica que, em torno da posição de equilíbrio, o movimento do c) esboce o gráfico que representa a equação dada no item b.
átomo pode ser modelado por um sistema do tipo massa-mola.
RESOLUÇÃO UDESC-2008:
a) Ressonância é um fenômeno no qual um sistema vibratório
recebe energia através de uma força periódica de mesmo perío-
do que o de oscilação do sistema. Nesse caso, a amplitude de
vibração do sistema aumenta.
b) x(t) = 0,25sen (2 t) e x(t) = Asen ( t + )
Comparando as equações e supondo a equação dada estar
escrita so SI:
Amplitude: A = 0,25 m
frequência angular: = 2 rad/s
frequência: = 2 f f = 1,0 Hz
c) Atribuindo-se valores ao tempo, na equação dada, e calculan-
do os correspondentes valores das posições encontra-se a
seguinte senóide:

Correlacionando o grafico da energia potencial de uma molecula


diatomica com o sistema massa-mola, responda aos itens se-
(U.F. VIÇOSA-2008) - ALTERNATIVA: C
guintes, justificando sua resposta.
Três pêndulos simples A, B e C são construídos como mostrado
a) Para quais intervalos de r os atomos se atraem ou se repe-
na figura, em que L é a unidade de comprimento e M é a unidade
lem?
b) Qual o valor da energia potencial quando a distancia entre os de massa. Com relação aos períodos TA, TB e TC dos pêndulos A,
atomos for muito grande (r )? B e C, respectivamente, é CORRETO afirmar que:
c) Em que ponto a energia cinetica dos atomos e maxima? a) TA < TB = TC
b) TA = TB < TC
RESOLUÇÃO UEG/GO-2008: *c) TA = TB > TC
a) Para valores de r > r0 os atomos se atraem e para valores r <
d) TA > TB > TC
r0 os atomos se repelem.
b) Do grafico, quando a distancia entre os atomos for muito
grande, ou seja, r , a energia potencial tende a zero. (UFPB-2008) - ALTERNATIVA: B
c) A energia cinetica sera maxima quando a energia potencial for Duas molas ideais têm massas desprezíveis e constantes elás-
minima, portanto, a partir do grafico, ve-se que isto ocorre em r0. ticas k1 e k2, respectivamente. A cada uma dessas molas encon-
tram-se presos corpos de massas idênticas (figura abaixo), os
(UFRGS-2008) - ALTERNATIVA: B quais estão em M.H.S.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas
do texto abaixo, na ordem em que aparecem.
Um artista de Cirque du Soleil oscila, com pequenas amplitu-
des, pendurado em uma corda de massa desprezível. O artista,
posicionado a 5,0 m abaixo do ponto de fixação da corda, oscila Sendo T1 o período da mola de constante k1 e T2 o período da
como se fosse um pêndulo simples. Nessas condições, o seu mola de constante k2, é correto afirmar:
período de oscilação é de, aproximadamente, ........ s. Para au-
mentar o período de oscilação, o artista deve ....... mais na corda.
(Considere g = 10 m/s2.)
a) 2 – subir
*
*b) 2 – descer
c) – descer
d) / 2 – subir
e) /2 – descer

japizzirani@gmail.com 40
(UTFPR-2008) - ALTERNATIVA: E
Dado um pêndulo formado por um fio de comprimento L = 1m,
XI - VESTIBULARES 2008/2
com massa desprezível, ao qual é ligada uma pequena esfera de
massa m = 1Kg. Uma extremidade do pêndulo é presa ao teto de XI - CINEMÁTICA
modo que a massa presa à outra extremidade possa oscilar su-
jeita à atração gravitacional. Dispõe-se de um relógio para efetu- (INALTEL-2008/2) - ALTERNATIVA: E
ar medidas do período de oscilação, T. Nota-se que, para ângu- A figura a seguir mostra um pêndulo que pode oscilar livremente
los pequenos em relação à posição de equilíbrio, T=T0, com T0 entre as posições A e B. Sete segundos após ter sido abandona-
constante. É correto afirmar que: do da posição A, o pêndulo atinge o ponto B pela quarta vez.
a) o pêndulo realiza um movimento harmônico e, para L=1m; se a O período do pêndulo é:
massa original for substituída por outra de 4Kg, o período será a) 0,5 s
alterado para T = 4T0. b) 7/3 s
b) o pêndulo realiza um movimento periódico e, para L=1m; se a c) 7/4 s
massa original for substituída por outra de 16Kg, o período será d) 1s
*e) 2 s
alterado para T = 4T0.
c) o período de oscilação do pêndulo depende do módulo da ace-
leração da gravidade local, g, sendo diretamente proporcional a (INATEL-2008/2) - ALTERNATIVA: A
g. A massa oscilante de um oscilador harmônico realiza um MHS
d) o pêndulo realiza um movimento harmônico e, para m=1Kg; se cuja equação é: x = 5 cos( t + / 2), em unidades do S.I.(Sistema
o comprimento do fio for alterado para L=2m, o período será alte- Internacional). O movimento da massa oscilante está represen-
rado para T = 2T0. tado pelo gráfico:
*e) o pêndulo realiza um movimento periódico e, para m=1Kg; se
o comprimento do fio for alterado para L=4m, a freqüência de *a) d)
oscilação será modificada para 1/ (2T0).

b) e)

c)

(UFC/CE-2008/2) - RESPOSTA: FALSA, a = – 2.x


“Nas oscilações descritas pelo movimento harmônico simples,
os pontos da trajetória, em que a aceleração é máxima, são
aqueles que coincidem com a posição de equilíbrio”. Essa afir-
mação é verdadeira ou falsa? Justifique sua resposta.

XI - DINÂMICA
(UEPG/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 19 (01+02+16)
O gráfico abaixo representa a energia potencial U(x), a energia
cinética K(x) e a energia mecânica total Em, em função do deslo-
ca-mento de um sistema mola-massa que executa um movimento
harmônico simples. A respeito deste evento, assinale o que for
correto.

01) Na posição x = A, U(x) é máxima e K(x) é mínima.


02) Na posição x = 0, F(x) é nula e v(x) é máxima.
04) Em qualquer posição no intervalo [-A,A], Em é nula.
08) Na posição x = 0, U(x) é máxima e K(x) é mínima.
16) Na posição x = - A, F(x) é máxima e v(x) é mínima.

japizzirani@gmail.com 41
(UTFPR-2008/2) - ALTERNATIVA: A (UFLA/MG-2008/2) - ALTERNATIVA: B
Um pêndulo simples é colocado em oscilação num certo local da Um sistema massa-mola é composto por uma massa m presa
Terra, no qual a aceleração da gravidade tem um valor numérico a uma mola de constante elástica k, que oscila horizontalmen-
aproximadamente igual a 2 m/s2. Se o período de oscilação me- te sem atrito (figura abaixo), com freqüência angular
dido é igual a 1,7 s, o comprimento desse pêndulo, em cm, possui
um valor próximo de:
ÿ
ÿ . Acrescentando-se ao sistema mais uma massa
*a) 72. ÿ
b) 55.
c) 37. ÿ
d) 91. , pode-se afirmar que a nova freqüência angular do sistema
e) 110.
ÿ
será de:
(VUNESP/UNINOVE-2008/2)- ALTERNATIVA: B
Uma caixa de massa M, apoiada numa superfície plana, horizon-
tal e sem atrito, está presa na extremidade de uma mola ideal que
tem sua outra extremidade presa numa parede vertical. Quando
a caixa está no ponto O da figura, a mola está com seu compri-
mento natural. A caixa é, então, levada até o ponto A onde é
abandonada a partir do repouso, passando a descrever um mo-
vimento harmônico simples (MHS) entre os pontos A e B.

(UEM/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 22 (02+04+16)


O texto a seguir, com algumas lacunas, refere-se a essa situa- O esquema abaixo mostra um corpo de peso igual a 2,7 N sus-
ção. penso por uma corda de comprimento L e por uma mola de cons-
“Em seu movimento oscilatório, a caixa tem velocidade _____ em tante elástica igual a 5,0 N/m. A corda e a mola têm massas des-
A e B. No ponto O, sua aceleração é __________ e sua velocida- prezíveis e estão presas a um teto horizontal. A corda é
de é _________ . O período de oscilação da caixa, em seu MHS, inextensível e faz com o teto um ângulo . O eixo diagonal da mo-
________ de sua massa M. Se substituirmos a mola utilizada por la faz um ângulo de 30º com o teto. Assinale o que for correto.
uma outra de maior constante elástica, o período de oscilação da
caixa _________.”

Assinale a alternativa que apresenta as palavras que comple-


tam, correta e respectivamente, as lacunas do texto dado.
a) nula … máxima … mínima … depende … aumentará
*b) nula … nula … máxima … depende … diminuirá
c) mínima … nula … máxima … depende … aumentará
d) nula … mínima … máxima … não depende … não variará
e) mínima … máxima … mínima … não depende … diminuirá

(UECE-2008/2) - ALTERNATIVA: B
01) Com o sistema em equilíbrio, a elongação da mola é nula, pois
Um corpo de massa m, preso a extremidade de uma mola ideal de
o sistema está em repouso.
constante elástica k, move-se, sem atrito, em uma superfície
02) Com o sistema em equilíbrio para um ângulo = 45º, a elon-
horizontal. O corpo e solto da posição x = x0 no instante t = 0, e
gação da mola é, aproximadamente, 0,4 m.
deixado oscilar com frequência angular = k/m . Assinale a 04) Com o sistema em equilíbrio, a força resultante do sistema é
alternativa que contém o gráfico que mostra como a aceleração, nula.
a, do corpo e o seu deslocamento, x, estão relacionados. 08) Se a ligação do corpo com a mola for rompida e a massa do
corpo suspenso dobrar de valor, o período de oscilação duplica
em relação ao período de oscilação do sistema com a massa ori-
a) *b) ginal.
16) Se a ligação do corpo com a mola for rompida e o ângulo
for maior ou igual a 75º, o corpo oscilará com uma aceleração
dada por , em que g é a aceleração gravitacional.

(CEFETMG-2008/2) - ALTENATIVA: D
Um pêndulo simples oscila com uma energia mecânica E, período
c) T, freqüência f e amplitude A. Aumentando-se sua amplitude de
d)
oscilação, verifica-se que E e T, respectivamente,
a) diminui, diminui.
b) aumenta, diminui.
c) diminui, aumenta.
*d) aumenta, não altera.
e) não altera, não altera.

japizzirani@gmail.com 42
(FUVEST-2008) - RESPOSTAS NO FINAL
XII - VESTIBULARES 2008/1 A propagação de ondas na água é estudada em grandes tan-
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 45 ques, com detectores e softwares apropriados. Em uma das ex-
tremidades de um tanque, de 200 m de comprimento, um disposi-
XII - INTRODUÇÃO tivo D produz ondas na água, sendo que o perfil da superfície da
água, ao longo de toda a extensão do tanque, é registrado por
detectores em instantes subseqüentes. Um conjunto de ondas,
(UEM/PR-2008) - ALTERNATIVA: E
produzidas com freqüência constante, tem seu deslocamento y,
A respeito do raio laser, assinale a alternativa correta.
em função do tempo, representado abaixo, tal como registrado
a) É obtido pela desintegração do núcleo da substância radioati-
por detectores fixos na posição x = 15 m. Para esse mesmo con-
va que é utilizada na fabricação do laser.
junto de ondas, os resultados das medidas de sua propagação
b) A luz do laser é praticamente policromática, pois é constituída
ao longo do tanque são apresentados na página de respostas.
de radiações que apresentam várias freqüências.
Esses resultados correspondem aos deslocamentos y do nível
c) É uma onda eletromagnética que corresponde às mais altas
da água em relação ao nível de equilíbrio (y = 0 m), medidos no
freqüências na faixa dos raios X.
instante t = 25 s para diversos valores de x. A partir desses
d) A luz do sol é um laser.
resultados:
*e) É uma amplificação da luz por emissão estimulada de radia-
ção.

(UFJF-2008) - RESPOSTA OFICIAL: a) 84,0 J b) 7,0 min


c) Existem ondas sonoras, além das eletromagnéticas, pois o
ouvido humano é sensível apenas às ondas sonoras, não sen-
do sensível às ondas eletromagnéticas.
As ondas eletromagnéticas emitidas pelos telefones celulares
penetram certa distância no tecido humano, provocando um au-
mento de sua temperatura. Essas ondas têm, em média, uma
potência de 0,40 W. Consideremos que a energia dos celulares
se concentre na orelha. Estimemos em 20 g a massa da orelha
de uma pessoa, sabendo-se que o corpo humano é formado,
basicamente, por água cujo calor específico é 1,0 cal/(g.°C).
Consideremos que apenas 50% da energia emitida pelo celular
seja responsável pelo referido aumento de temperatura (Consi-
dere 1 cal = 4,2 J).
a) Admitindo-se que não haja perdas, calcule a energia, em joules,
que um usuário deve receber, de modo que sua orelha sofra um
acréscimo de temperatura de 1°C.
b) Calcule o tempo total de conversação necessário para que o
usuário tenha esse acréscimo de temperatura de 1°C.
c) O processo pelo qual ouvimos o som do celular é devido a) Estime a freqüência f, em Hz, com que as ondas foram produ-
somente a essas ondas eletromagnéticas, ou existem ondas de zidas.
outra natureza envolvidas? Justifique sua resposta. b) Estime o comprimento de onda L, em metros, das ondas for-
madas.
c) Estime a velocidade V, em m/s, de propagação das ondas no
(UNIFENAS-2008) - ALTERNATIVA: E
tanque.
Assinale a opção que não seja correta.
d) Identifique, no gráfico da página de respostas (t = 25 s), as
Analise respectivamente: a frente da onda, nome da onda, di-
posições das ondas A, B, C, D e E, assinaladas na figura acima,
mensão de onda e seu exemplo.
ainda que, como pode ser observado, as amplitudes dessas on-
a) ponto, puntiforme, unidimensional e onda na corda;
das diminuam com sua propagação.
b) segmento de reta, reta, bidimensional e régua na água;
c) circunferência, circular, bidimensional e estilete na água; ver slide:
d) superfície plana, plana, tridimensional e luz solar recebida na FUVEST - 2008 - Q.07
terra; GRÁFICO DA PÁGINA DE RESPOSTAS:
*e) superfície esférica, esférica, bidimensional e bombinha (som).

XII - EQUAÇÃO FUNDAMENTAL

(UFPel-2008) - ALTERNATIVA: A
De acordo com seus conhecimentos sobre Óptica e Ondas, ana- RESPOSTAS:
lise as afirmativas abaixo. a) f = 0,20 Hz
I. A luz é um movimento ondulatório de freqüência muito elevada b) L = 25,0 m
e de comprimento de onda muito pequeno. c) v = 5,0 m/s
II. A luz é uma onda eletromagnética cuja velocidade de propaga- d) Do gráfico (y × t), observamos que o pico E da onda está na
ção na água é menor do que no ar. posição x = 15 m no instante t = 25 s. Os picos anteriores estão
III. O som é uma onda longitudinal que necessita de um meio só- posicionados a intervalos constantes de 25 m [v.(1/f) = L], medi-
lido, líquido ou gasoso para se propagar. dos a partir deste pico E:
IV. A luz é um movimento ondulatório de baixa freqüência e de
pequeno comprimento de onda.
Estão corretas as afirmativas.
*a) I, II e III. d) II e IV.
b) II, III e IV. e) I, II, III e IV.
c) somente I e III.
43
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(UDESC-2008) - RESPOSTA a) 0,2 m/s b) 1s e 3s c) 0, 2s e 4s (UNEMAT/MT-2008) - ALTERNATIVA: D
d) 2 m/s (entre os instantes 1,00 s e 3,00 s) A figura abaixo representa uma onda aproximadamente senoidal
Um sensor colocado por um estudante de computação para no mar e um barco que efetua 18 oscilações por minuto.
monitorar o comportamento de uma rolha flutuando verticalmente
em um lago, onde são produzidas ondas com cristas sucessi-
vas, separadas por uma distância de 0,80 m, permitiu a constru-
ção do gráfico apresentado a seguir.

A freqüência, o comprimento e a velocidade de propagação da


onda valem respectivamente:
a) 0,32Hz, 40m, 15m/s
b) 0,40Hz, 50m, 22m/s
c) 0,38Hz, 120m, 8,7m/s
*d) 0,30Hz, 60m, 18m/s
e) 0,35Hz, 60m, 20m/s

(UERJ-2008) - RESPOSTA: 800 Hz


Com base nos dados, determine: Uma onda harmônica propaga-se em uma corda longa de densi-
a) a velocidade de propagação das ondas. dade constante com velocidade igual a 400 m/s.
b) os instantes em que a velocidade da rolha é nula.
c) os instantes em que a velocidade da rolha é máxima.
d) a velocidade escalar média da rolha.
A figura acima mostra, em um dado instante, o perfil da corda ao
(UDESC-2008) - RESPOSTA a) 2.10–2 m e 5.10–9 m b) f = 1,0.1018 longo da direção x. Calcule a freqüência dessa onda.
Hz (raio X) c) 0,32 W/m2
A radiação ultravioleta pode ser utilizada para esterilizar ali- (CEFETSP-2008) - ALTERNATIVA: 42E e 43A
mentos e instrumentos de corte, graças a seu pequeno compri- INFORMAÇÃO PARAAS QUESTÕES 42 E 43
mento de onda. A radiação na faixa de microondas possui com- A figura representa uma onda periódica que se propaga em uma
primentos de onda que chegam a ser mil vezes maiores do que corda com freqüência de 10 Hz.
os comprimentos de onda da região visível do espectro eletro-
magnético. As microondas, por sua vez, são utilizadas para aque-
cer líquidos e alimentos em geral, pois sua freqüência é resso-
nante com a freqüência de oscilação da molécula de água. A
tabela abaixo mostra o intervalo de freqüência de oscilação para
diversos tipos de radiação.

Questão 42
O comprimento de onda, nessa situação, em metros, vale:
a) 40
b) 30
c) 20
Considere a velocidade da luz no ar como sendo igual a 3,0 × 108 d) 5,0
*e) 1,0
m/s.
a) Calcule os comprimentos de onda para as microondas com
Questão 43
freqüência igual a 1,5 × 1010 Hz e para o ultravioleta, com fre-
Sabendo que a fase inicial 0 = 0, a função de onda: y (t) = A cos
qüência de 6,0 × 1016 Hz.
( .t + 0), para essa onda periódica é dada, em unidades do SI,
b) Uma ligação química pode ser rompida, se certa quantidade de
por:
energia for aplicada sobre ela. Para o caso em que o tamanho da
*a) y = 0,10 cos (63t)
ligação seja de 3,0 × 10–10 m, que tipo de radiação deve ser usa- b) y = 10 cos (63t)
da para rompê-la? c) y = 1,0 cos (10t)
c) Uma lâmpada de 80 W converte 5,0 % de sua potência em luz d) y = 10 cos (10t)
visível. Qual a intensidade dessa radiação, à distância de 1,0 m e) y = 5,0 cos (t)
da lâmpada?

(UFABC-2008) - ALTERNATIVA: E
(UEM/PR-2008) - ALTERNATIVA: D Como todas as ondas eletromagnéticas, os raios-X viajam pelo
A faixa de sons audíveis pelo ouvido humano tem uma freqüên-
vácuo com velocidade de 3,0 × 108 m/s. Considere dois raios-X,
cia entre 20 Hz e 20.000 Hz. A razão entre o maior e o menor
comprimento de onda nessa faixa de freqüência, quando as on- com frequências f1 = 1,5 × 1018 Hz e f2 = 3,0 × 1019 Hz. A razão
das sonoras se propagam no ar nas mesmas condições entre os comprimentos de onda desses raios ( 1/ 2), no vácuo,
ambientais, é vale
a) 0,001. a) 0,050.
b) 500. b) 0,50.
c) 340. c) 2,0.
*d) 1.000. d) 4,5.
e) 400.000. *e) 20.
44
japizzirani@gmail.com
(UEM/PR-2008) - ALTERNATIVA: B
O diagrama abaixo ilustra uma onda periódica.
XII - VESTIBULARES 2008/2
XII - INTRODUÇÃO

(FURG/RS-2008/2) - ALTERNATIVA: D
Quanto às características das ondas eletromagnéticas e ondas
Quais pontos estão em fase entre si? sonoras, podemos afirmar que
a) A e C a) ambas apresentam a característica de dualidade onda-partí-
*b) A e D cula.
c) B e C b) viajam no vácuo com a velocidade da luz.
d) C e D c) viajam em qualquer meio, inclusive no vácuo, sofrendo refle-
e) A e B xão, refração e dispersão.
*d) propagam-se como ondas transversais e longitudinais, res-
pectivamente.
(UEPG/PR-2008) - RESPOSTA: SOMA = 17 (01+16) e) ambas resultam de interferência destrutiva da combinação de
A respeito de ondas, que são a propagação de uma perturbação outros tipos de ondas.
em um meio, assinale o que for correto.
01) Não ocorre transporte de matéria no movimento de propaga- (VUNESP/FTT-2008/2) - ALTERNATIVA: B
ção de uma onda. Considere um equipamento de som e um aparelho de raio X, am-
02) O comprimento de uma onda é o espaço que ela percorre em bos em funcionamento, situados no vácuo, emitindo ondas com
uma frequência determinada.
04) A distância entre duas cristas de ondas é chamada de ampli- velocidades v1 e v2, respectivamente. Em relação à velocidade c
tude. da luz, também no vácuo, pode-se afirmar que
08) A velocidade de uma onda é constante e independe do meio a) v1 = v2 = c.
de propagação. *b) v1 = 0 e v2 = c.
16) Os elementos que caracterizam uma onda são período, fre- c) v1 = v2 = 0.
qüência, amplitude e comprimento.
d) v1 = c e v2 = 0.
e) v1 > v2 = c.
(UFRRJ-2008) - ALTERNATIVA: E
Na infância de nossos pais, era comum que eles se divertissem
com uma brincadeira chamada chicotinho queimado. A diversão (UFLA/MG-2008/2) - ALTERNATIVA: A
começa quando uma corda é colocada no chão e se balança a A computação gráfica tem possibilitado ao cinema usos e
extremidade em ziguezague, provocando, assim, a formação de abusos de efeitos especiais, até sem observar e respeitar
ondas em sua extensão. O desafio consiste em ficar pulando a as leis da Física. Nos filmes de ficção científica, principalmente
corda sem pisá-la. Suponha que a seguinte configuração, se em ações interplanetárias, ocorrem explosões estonteantes,
forme na corda sobre o chão, durante uma brincadeira. estrondos ensurdecedores, aliados a efeitos luminosos empol-
gantes. Com relação aos efeitos especiais mostrados nos “fil-
mes de ação” no espaço intergaláctico, pode-se afirmar que
UFRRJ - 2008 - Q.36 *a) somente os efeitos sonoros não respeitam as leis da Física.
b) somente os efeitos luminosos não respeitam as leis da Física.
c) ambos os efeitos, luminosos e sonoros, não respeitam as leis
da Física.
d) ambos os efeitos, luminosos e sonoros, respeitam as leis da
Considerando que as cristas e os vales sejam simétricos e que
Figura adaptada de http://no
www4. prosiga.br Física.
os 5 pulsos mostrados na figura se formaram tempo de 40 s,
o comprimento de onda, a velocidade, a freqüência e o período,
para esta configuração serão, respectivamente: (FEI-2008/2) - ALTERNATIVA: B
a) 20 cm, 0,025 m/s, 0,125 Hz e 8 s As ondas sonoras possuem origem mecânica, pois são produzi-
b) 20 cm, 0,05 m/s, 0,125Hz e 8 s das em um meio elástico. Com base no exposto, podemos afir-
c) 40 cm, 0,025 m/s, 0,25 Hz e 4 s mar que:
d) 40 cm, 0,05 m/s, 0,25 Hz e 4 s a) ondas sonoras são a propagação de ondas elétricas.
*e) 40 cm, 0,05 m/s, 0,125 Hz e 8 s *b) ondas sonoras são a propagação de ondas de pressão.
c) ondas sonoras são a propagação de ondas de calor.
d) ondas sonoras são a propagação de ondas magnéticas.
(U.F. VIÇOSA-2008) - ALTERNATIVA: D e) ondas sonoras são a propagação de ondas de rádio.
Em um determinado instante, uma fotografia é tirada de uma
corda que foi posta a oscilar. As grandezas G, H, K e J são
indicadas na fotografia, como mostrado abaixo. XII - EQUAÇÃO FUNDAMENTAL

(UECE-2008/2) - ALTERNATIVA: C
Considere o gráfico a seguir.

É CORRETO afirmar que essas grandezas representam: Nesse gráfico, o comprimento AB representa
a) K = Amplitude e G = Período. a) o comprimento de onda.
b) K = Amplitude e H = Comprimento de onda. b) a freqüência.
c) J = Amplitude e H = Período. *c) o período.
*d) J = Amplitude e H = Comprimento de onda. d) a amplitude.
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(UDESC-2008/2) - ALTERNATIVA: D (UNESP-2008/2) - ALTERNATIVA: B
Uma das extremidades de uma corda está presa a um suporte Os eletroencefalogramas são medições de sinais elétricos oriun-
fixo no topo de um poço vertical de uma mina com profundidade dos do cérebro. As chamadas ondas cerebrais são usualmente
igual a 161,0 m. A corda fica esticada pela ação do peso de uma classificadas como ondas (delta), com freqüência até 4 Hz,
caixa de minérios com massa igual a 25,0 kg, presa na extremi- (teta), de 4 a 7 Hz, (alfa), de 7 a 14 Hz e (beta), acima de 14
dade inferior da corda, que está 1,0 m acima da parte inferior da Hz. Analise os gráficos.
mina. A massa da corda é igual a 4,0 kg e a aceleração da
gravidade é 10 m/s2. Um mineiro, no fundo da mina, balançando
horizontalmente a extremidade inferior da corda, envia um sinal gráfico I
para seu colega que está no topo da mina. Sabendo-se que um
ponto da corda realiza um movimento harmônico simples (MHS)
com freqüência de 4,0 Hz, e desconsiderando-se o peso da
corda, a velocidade da onda transversal que se propaga na cor-
da e o comprimento de onda são, respectivamente:
a) 160,0 m/s e 40,0 m.
b) 80,0 m/s e 20,0 m.
c) 100,0 m/s e 400,0 m.
*d) 100,0 m/s e 25,0 m.
e) 4,0 m/s e 100,0 m. gráfico II

(VUNESP/UNINOVE-2008/2) - ALTERNATIVA: B
Uma corda homogênea, presa em sua extremidade direita e inici-
almente esticada, é posta para oscilar e uma onda passa a se
propagar por ela. Após 2,00 s do início das oscilações, o perfil da
corda é o mostrado na figura.
Considerando que os gráficos I e II sejam de ondas luminosas
com velocidade c = 3 × 108 m/s, as quais possuem a mesma fre-
qüência das ondas cerebrais, pode-se concluir que seus com-
primentos de onda correspondem, respectivamente, a ondas
a) e .
*b) e .
A velocidade de propagação dessa onda nessa corda vale, em c) e .
m/s, d) e .
a) 3,00. d) 1,60. e) e .
*b) 2,50. e) 1,25.
c) 2,00. (UCS/RS-2008/2) - ALTERNATIVA: B
A temperatura do corpo humano faz com que ele seja um emis-
(UNIFOR/CE-2008/2) - ALTERNATIVA: A sor de ondas eletromagnéticas na região do espectro eletromag-
Uma onda produzida em uma corda se propaga com freqüência nético conhecida como infravermelho. Mas, mesmo no escuro,
de 40 Hz. O gráfico abaixo representa a corda em um determina- essas ondas não são naturalmente percebidas pelo olho huma-
do instante. no. Isso acontece porque
a) possuem freqüência, mas não comprimento de onda.
*b) o comprimento de onda delas é maior que o do vermelho.
c) possuem comprimento de onda, mas não freqüência.
d) a freqüência delas é maior do que a freqüência do violeta.
e) o comprimento de onda delas é menor do que o comprimento
de onda do violeta.

(UEPG/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 07 (01+02+04)


Com base na figura
De acordo com as informações e os dados contidos no gráfico ao lado, que mostra a
é correto afirmar que p r o p a g a ç ã o
*a) a onda que se estabelece na corda é do tipo transversal. seqüencial de uma
b) a amplitude da onda estabelecida na corda é de 4,0 cm. onda, assinale o que
c) a velocidade de propagação da onda na corda é de 80 cm/s. for correto.
d) o período de propagação da onda é de 32 s. 01) O movimento
e) a onda que se estabelece na corda tem comprimento de onda executado pelo pon-
de 16 cm. to P é um MHS.
02) A onda atinge o
(UEM/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 12 (04+08) ponto P no instante t
Um estudante analisa a propagação de ondas em um tanque de = ¼ T.
água. Para tanto, ele faz vibrar uma régua com uma determinada 04) No instante t = 0,
freqüência, de forma que a régua toque a superfície da água, o ponto P encontra-
gerando ondas retas. Ao aumentar a freqüência de vibração da se em equilíbrio.
régua, o estudante observa que 08) A propagação da
01) a velocidade de propagação da onda aumenta. onda é longitudinal.
02) a freqüência e a velocidade da onda aumentam. 16) Nos instantes t =
04) a freqüência e o comprimento de onda alteram. ½ T e ¾ T, o compri-
08) o comprimento de onda diminui. mento total da onda é
16) a velocidade, a freqüência e o comprimento de onda alteram. .
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(UFCG/PB-2008) - ALTERNATIVA: B
XIII - VESTIBULARES 2008/1 A figura mostra a variação da velocidade de propagação em fun-
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 50 ção da profundidade para ondas mecânicas transversais (S) e
longitudinais (P) através da Terra. As ondas (P) propagam-se
(UFF/RJ-2008) - ALTERNATIVA: A tanto em meios sólidos quanto em líquidos enquanto as ondas
Ao passar por um prisma, a luz branca é separada em compo- (S) só se propagam em meios sólidos. A análise da propagação
nentes com diferentes freqüências. Isto ocorre porque a veloci- dessas ondas, provocadas, por exemplo, por terremotos, contri-
dade da luz no prisma depende da freqüência. O gráfico repre- ibuiu para a construção do modelo da estrutura da Terra que se
senta, esquematicamente, a dependência da velocidade da luz adota hoje.
no prisma com o comprimento de onda da luz.

Assinale a opção que representa corretamente a separação da


luz branca ao passar pelo prisma.

*a) d)

A partir da análise do gráfico, pode-se afirmar, EXCETO, que


a) as ondas P sofrem refração ao se propagarem através da
Terra, por exemplo, a 3.000 km.
b) e) *b) se a Terra fosse uma esfera de composição química homo-
gênea, não haveria refração das ondas mecânicas ao se propa-
garem através dela.
c) pode-se considerar que existe uma região do interior da Terra
que é líquida.
d) para profundidades entre 2.000 e 4.000 km, pode-se afirmar
que a elasticidade do meio diminuiu consideravelmente.
e) para profundidades acima de 5.000 km, a propagação de on-
c) das (S) justifica o ligeiro aumento da velocidade de propagação
das ondas (P).

(UFRGS-2008) - ALTENATIVA: D
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do
texto abaixo, na ordem em que aparecem.

(UTFPR-2008) - ALTERNATIVA: B Três meios transparentes, A, B e C, com índices de refração nA,


Um “raio luminoso” propagando-se no ar refrata passando a se
nB e nC, respectivamente, são dispostos como indicado na figura
propagar num líquido isótropo, homogêneo e transparente que
abaixo.
tem índice de refração igual a 2 . Considerando-se o índice de
refração do ar igual a 1, é correto afirmar que:
a) ao passar para o meio líquido a luz aumenta sua velocidade.
*b) ao passar para o meio líquido a luz diminui de comprimento de
onda.
c) se o ângulo de incidência for 45º, o ângulo de refração no lí-
quido será de 60º.
d) ao passar para o meio líquido a luz diminui sua freqüência. Uma frente de onda plana monocromática incide sobre os meios
e) se o ângulo de incidência for 30º, o ângulo de refração no lí- A e B. A fase da onda que passa por B apresenta um atraso em
quido será de 45º.
relação à que passa por A. Portanto o índice nA é ........ que o
(UNIMONTES-2008) - ALTERNATIVA: B índice nB.
Quando luz de uma determinada cor penetra num vidro cujo ín- Após essas ondas atravessarem o meio C, o atraso r corres-
dice de refração é 1,5, sua freqüência não muda, mas seu com- pondente é ........ anterior.
primento de onda e velocidade, sim. O comprimento de onda da a) menor – menor que o
luz violeta no ar é de 400 nm (1 nm = 10–9 m). O comprimento de b) maior – menor que o
onda dessa luz no vidro é igual a c) menor – maior que o
a) 600/3 nm. c) 400/3 nm. *d) menor – igual ao
*b) 800/3 nm. d) 200/3 nm. e) maior – igual ao

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(UFC/CE-2008) - ALTERNATIVA: D (UNIFESP-2008) - ALTERNATIVA: D
Usando seus conhecimentos sobre ondas longitudinais e trans- A figura representa um pulso se propagando em uma corda.
versais, assinale a alternativa correta.
a) Ondas longitudinais são aquelas para as quais as vibrações
ocorrem numa direção que é ortogonal à direção de propagação
da onda.
b) Ondas transversais são aquelas para as quais as oscilações
coincidem com a direção da propagação.
c) Ondas luminosas e ondas de rádio são exemplos de ondas
longitudinais. Pode-se afirmar que, ao atingir a extremidade dessa corda, o
*d) Apenas ondas transversais podem ser polarizadas. pulso se reflete
e) Apenas ondas longitudinais se propagam no vácuo. a) se a extremidade for fixa e se extingue se a extremidade for
livre.
(FGVSP-2008) - ALTERNATIVA: D b) se a extremidade for livre e se extingue se a extremidade for
A figura mostra um pulso que se aproxima de uma parede rígida fixa.
onde está fixada a corda. c) com inversão de fase se a extremidade for livre e com a mes-
ma fase se a extremidade for fixa.
*d) com inversão de fase se a extremidade for fixa e com a mes-
ma fase se a extremidade for livre.
e) com mesma fase, seja a extremidade livre ou fixa.

(UFSCar-2008) - ALTERNATIVA: E
Supondo que a superfície reflita perfeitamente o pulso, deve-se
Você já sabe que as ondas sonoras têm origem mecânica. Sobre
esperar que no retorno, após uma reflexão, o pulso assuma a
essas ondas, é certo afirmar que:
configuração indicada em
a) em meio ao ar, todas as ondas sonoras têm igual comprimento
de onda.
a) *d) b) a velocidade da onda sonora no ar é próxima a da velocidade
da luz nesse meio.
c) por resultarem de vibrações do meio na direção de sua propa-
gação, são chamadas transversais.
d) assim como as ondas eletromagnéticas, as sonoras propa-
gam-se no vácuo.
*e) assim como as ondas eletromagnéticas, as sonoras também
b) e) sofrem difração.

(ITA-2008) - ALTERNATIVA: A
No estudo de ondas que se propagam em meios elásticos, a im-
pedância característica de um material é dada pelo produto da
sua densidade pela velocidade da onda nesse material, ou seja,
c) z = .v. Sabe-se, também, que uma onda de amplitude a1, que se
propaga em um meio 1 ao penetrar em uma outra região, de meio
2, origina ondas, refletida e transmitida, cujas amplitudes são,
respectivamente:
(UNESP-2008) - ALTERNATIVA: B
Considere um lago onde a velocidade de propagação das ondas
na superfície não dependa do comprimento de onda, mas ape-
nas da profundidade. Essa relação pode ser dada por v = gd,
onde g é a aceleração da gravidade e d é a profundidade. Duas
regiões desse lago têm diferentes profundidades, como ilustra-
do na figura.
Num fio, sob tensão , a velocidade da onda nesse meio é dada

por v = ÿ . Considere agora o caso de uma onda que se propa-


ga num fio de densidade linear (meio 1) e penetra num trecho
desse fio em que a densidade linear muda para 4 (meio 2). In-
dique a figura que representa corretamente as ondas refletida
(r) e transmitida (t).

O fundo do lago é formado por extensas plataformas planas em


*a) d)
dois níveis; um degrau separa uma região com 2,5 m de profun-
didade de outra com 10 m de profundidade. Uma onda plana, com
comprimento de onda , forma-se na superfície da região rasa
do lago e propaga-se para a direita, passando pelo desnível.
b) e)
Considerando que a onda em ambas as regiões possui mesma
freqüência, pode-se dizer que o comprimento de onda na re-
gião mais profunda é
a) /2. d) 3 /2. c)
*b) 2 . e) 2 /3.
c) .

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(PUCPR-2008) - ALTERNATIVA: E (UEPG/PR-2008) - RESPOSTA OFICIAL: SOMA = 28 (04+08+16)
A figura abaixo representa uma cuba com água onde o disposi- A respeito da luz, assinale o que for correto.
tivo A (oscilador) produz uma onda plana que chega ao anteparo 01) Os corpos luminosos emitem luz, ao passo que os corpos ilu-
B, o qual possui uma abertura. O fenômeno representado após a minados absorvem luz .
abertura é conhecido como difração. 02) A difusão, que é uma refração difusa, ocorre em corpos que
não são transparentes.
04) Interferência e difração da luz são fenômenos estritamente
ondulatórios.
08) Ocorre difração da luz quando um raio luminoso, ao encon-
trar um obstáculo, desvia-se da direção em que se propagava e
penetra na região da sombra.
16) A luz, ao atingir um anteparo ou superfície, pode sofrer refle-
xão, refração, dispersão, difração, interferência e polarização.

(INATEL-2008) - RESPOSTA: a) 6,0 m b) 90 Hz


Uma onda eletromagnética propaga-se em um meio A com veloci-
dade vA= 270 m/s e comprimento de onda A= 3,0 m. Em seguida
essa onda atravessa uma superfície de separação e passa a se
propagar em um meio B, cujo índice de refração em relação ao
meio A vale 0,5. Determine:
a) O comprimento de onda no meio B.
b) A freqüência da onda no meio B.
A respeito desse fenômeno ondulatório, analise as afirmativas
que seguem e assinale a FALSA.
a) No fenômeno da difração sofrida por uma onda, a velocidade, (UNIFENAS-2008) - ALTERNATIVA: D
o comprimento de onda e a freqüência da onda não sofrem alte- Um pai, preocupado com o filho, resolve aquecer a mamadeira
ração. de 200 ml em um microondas de potência nominal 1000 W. Con-
b) A difração é explicada pelo princípio de Huygens: “Cada ponto sidere o calor específico sensível do leite igual a 1 cal/(g°C) e
de uma frente de onda pode ser considerado como a origem de que toda a energia do microondas seja utilizada para o aqueci-
ondas secundárias tais que a envoltória dessas ondas forma a mento do leite.
nova frente de onda”. Indique o nome do fenômeno físico responsável pelo aquecimen-
c) Uma onda cujo comprimento é sofre difração, ao atravessar to do leite.
uma fenda de abertura x, se x. a) Efeito Joule;
d) Os sons graves, por terem maior comprimento de onda , difra- b) Efeito Hall;
tam-se mais do que os agudos. c) Reverberação;
*e) A difração é um fenômeno que prova que a luz é formada por *d) Ressonância;
ondas transversais. e) Difusão.

(UFMG-2008) - ALTERNATIVA: C
Quando uma onda sonora incide na superfície de um lago, uma
parte dela é refletida e a outra é transmitida para a água. Sejam
fI a freqüência da onda incidente, fR a freqüência da onda refle-
tida e fT a freqüência da onda transmitida para a água.
Considerando-se essas informações, é CORRETO afirmar que
a) fR = fI e fT > fI .
b) fR < fI e fT > fI .
*c) fR = fI e fT = fI .
d) fR < fI e fT = fI .

(UFERJ-2008) - ALTERNATIVA: C
Raissa está tocando violoncelo na sala de sua residência duran-
te a noite. Ela se encontra no ponto M da figura e a lâmpada L
está acesa. Seu irmão se encontra deitado em outro cômodo no
ponto C da figura, com a lâmpada do seu quarto desligada. A
porta P do seu quarto está aberta. Ele percebe que pode ouvir
nitidamente o som do violoncelo, mas que a luz emitida pela lâm-
pada L não o alcança.

Isto pode ser explicado porque nesta situação ocorre


a) refração das ondas sonoras e difração da luz.
b) difração tanto das ondas sonoras quanto da luz.
*c) difração das ondas sonoras, mas não da luz.
d) refração da luz e difração das ondas sonoras.
e) refração tanto da luz, quanto das ondas sonoras.

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(UTFPR-2008/2) - ALTERNATIVA: D
XIII - VESTIBULARES 2008/2 Relacione a 2a coluna de acordo com o proposto na 1a coluna:
1a coluna
(VUNESP/UNICID-20082) - ALTERNATIVA: D (1) Reforço
Dentre os fenômenos das ondas sonoras, aquele que permite (2) Reverberação
que a freqüência do som permaneça a mesma, modificando ape- (3) Eco
nas o comprimento da onda e sua velocidade de propagação, é (4) Difração
a (5) Refração
a) difração. 2a coluna
b) interferência. ( ) Fenômeno que permite ouvir isoladamente o mesmo som emi-
c) reflexão. tido e refletido.
*d) refração. ( ) Som direto e som refletido chegam no mesmo instante.
e) polarização. ( ) Percepção do som direto e do som refletido é inferior a 0,1s.
( ) Fenômeno utilizado por morcegos que, emitindo e recebendo
(FAZU-2008/2) - ALTERNATIVA: C
ultrasons, localizam insetos ou obstáculos.
Em locais baixos como num vale, captamse mal sinais de TV e de
( ) Fenômeno no qual observa-se necessariamente a onda so-
telefone celular, que são sinais de freqüências altas, mas cap-
nora modificar seu comprimento de onda.
tam-se bem sinais de rádio de freqüências baixas. Os sinais de
( ) Fenômeno sonoro no qual a percepção de dois sons, direto e
rádio de freqüências baixas são melhor captados porque ........
refletido, deve ser maior que 0,1s.
............. mais facilmente.
Marque a relação correta:
a) refletem
a) 3, 2, 5, 1, 4, 2
b) refratam
b) 1, 4, 5, 3, 5, 1
*c) difratam
c) 2, 3, 4, 5, 4, 4
d) polarizam
*d) 3, 1, 2, 3, 5, 3
e) reverberam
e) 1, 5, 3, 1, 1, 2
(UFU/UNIFAL-2008/2) - RESPOSTA: a) 40 kHz; 8 mm; 32 mm
b) 512 m (UTFPR-2008/2) - ALTERNATIVA: B
Um sonar é um dispositivo que emite ondas sonoras e utiliza seu Quando se afirma sobre um feixe luminoso que ele é “não-pola-
eco para localizar objetos. Suponha que um sonar emita ondas rizado”, está sendo dada uma informação que se refere ao com-
na freqüência de 40 kHz. Obs: Considere as velocidades da portamento das ondas eletromagnéticas que compõem o feixe e
onda no ar e na água como 320 m/s e 1280 m/s, respectiva- transportam energia radiante num dado meio material.
mente. O enunciado se refere a qual informação sobre as ondas com-
a) Para a onda emitida pelo sonar, determine: ponentes?
a 1 - a freqüência no ar; a) Suas velocidades de propagação não têm valores iguais.
a 2 - o comprimento de onda no ar; *b) As oscilações eletromagnéticas que compõem a onda não
a 3 - o comprimento de onda na água. estão no mesmo plano.
b) Se o dispositivo está fixo no fundo de um navio e o eco de uma c) Suas freqüências não têm exatamente o mesmo valor.
onda que “bateu” no fundo do oceano retornou ao navio 0,8 d) O comprimento de onda não é constante.
segundos após sua emissão, qual é a profundidade do oceano e) Suas velocidades de propagação não têm direções iguais.
nesse ponto?

(UECE-2008/2) - ALTERNATIVA: C (UTFPR-2008/2) - ALTERNATIVA: E


Mesmo com uma fonte de luz intensa e pontual e um objeto A direção de propagação de uma onda luminosa é caracterizada
perfeitamente opaco, é impossível produzir uma sombra nítida,
por um raio luminoso. Na figura a seguir, I1 representa um raio
com as bordas perfeitamente definidas,
em um anteparo próximo ao objeto, luminoso que incide obliquamente à superfície de separação (S)
como mostra a figura. Esse fenômeno entre dois meios diferentes e I2 representa um raio que incide na
dá-se devido ao fato de que, nas bor- direção normal à superfície S. Considerando essas duas situa-
das do objeto, ocorre ções, é correto afirmar que:
a) refração da luz.
b) reflexão da luz.
*c) difração da luz.
d) aberração cromática da luz.

(INATEL-2008/2) - RESPOSTA: d = 750 m


Para determinar a profundidade do oceano numa certa região,
usa-se um sonar, instalado num barco em repouso. O intervalo
de tempo decorrido entre a emissão do sinal (ultrasom de fre-
qüência 75000 Hz) e a resposta ao barco (eco) é de 1 s. Consi-
derando a velocidade de propagação do som na água sendo a) Na incidência do raio I1, existe um aumento de velocidade
1500 m/s, determinar a profundidade do oceano na região consi-
quando o raio passa para o meio (B).
derada.
b) Quando o raio I2 passa para o meio (B), não há mudança de
(CEFETMG-2008/2) - ALTERNATIVA: B direção porque não há mudança de velocidade.
Um feixe de luz sofre uma refração e, em seguida, uma difração. c) O raio I2 não muda de direção porque o comprimento de onda
Dessa forma, irão se alterar, sucessivamente, é o mesmo nos dois meios.
a) a amplitude e a freqüência. d) Nas refrações sofridas pelos dois raios ocorre mudança de
*b) a velocidade e a amplitude. velocidade e freqüência.
c) a freqüência e a velocidade. *e) Nas refrações sofridas pelos dois raios representados ocor-
d) a amplitude e o comprimento de onda. re mudança de comprimento de onda e de velocidade; apenas a
e) o comprimento de onda e a freqüência. freqüência não muda.

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(UFMS-2008/2) - ALTERNATIVA: B
Um alto falante emite ondas sonoras com uma freqüência cons-
tante, próximo à superfície plana de um lago sereno, onde os
raios das frentes de ondas incidem obliquamente à superfície do
lago com um ângulo de incidência i = 10o. Sabe-se que a velo-
cidade de propagação do som no ar é de 355 m/s, enquanto que,
na água, é de 1.500 m/s. A figura mostra o raio incidente, e as
linhas 1 e 2 representam possíveis raios da onda sonora refra-
tados na água. Considere que as leis de refração para ondas
sonoras sejam as mesmas para a luz. Com fundamento nessas
afirmações, assinale a alternativa correta.

Dado: sen10° = 0,174

a) A linha que representa corretamente o raio refratado na água


é a linha 1, e o ângulo de refração com a normal é menor que
10o.
*b) A linha que representa corretamente o raio refratado é a linha
2, e o ângulo de refração com a normal é maior que 45o.
c) A freqüência da onda sonora que se propaga na água é maior
que a freqüência da onda sonora que se propaga no ar.
d) O comprimento de onda do som que se propaga no ar é maior
que o comprimento de onda do som que se propaga na água.
e) Se o meio ar não é dispersivo para a onda sonora, então a
velocidade do som depende da freqüência nesse meio.

(UEPG/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 29 (01+04+08+16)


A respeito do fenômeno da polarização da luz, assinale o que for
correto.
01) A luz que atravessa um filtro polarizador fixo oscila num
único plano.
02) Toda luz polarizada é emitida por uma fonte comum.
04) Quando uma luz não polarizada atravessa uma placa
polarizadora, sua intensidade luminosa diminui.
08) Não se propaga a luz que incide em dois filtros polarizadores
cujas estruturas são perpendiculares uma em relação à outra.
16) A luz pode ser polarizada por reflexão, refração ou dupla
refração.

(U.F. VIÇOSA-2008/2) - ALTERNATIVA: D


Uma onda de frequência f e comprimento de onda propaga-se
em um determinado meio com uma velocidade de módulo v. Con-
siderando que ao passar deste meio para outro o módulo da
velocidade dobra, é CORRETO afirmar que:
a) f duplica e não se altera.
b) f e não se alteram.
c) f e duplicam.
*d) f não se altera e duplica.

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(UTFPR-2008) - ALTERNATIVA: C
XIV - VESTIBULARES 2008/1 Uma certa corda de violão, quando percutida, emite um som de
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 53 freqüência 435 Hz. Um diapasão que emite som de 440 Hz é per-
cutido quase no mesmo instante em que a corda é percutida.
Baseando-se nestas informações, considere as seguintes afir-
(UECE-2008) - ALTERNATIVA: B
mações:
Na figura abaixo, C é um anteparo e S0, S1 e S2 são fendas nos I) Por terem freqüências diferentes, não haverá nenhum efeito
obstáculos A e B. de um som sobre o outro.
II) A superposição dos dois sons resultará num batimento de fre-
qüência 5 Hz.
III) Um ouvinte perceberá um som alternadamente forte e fraco.
IV) A superposição dos dois sons resultará numa onda sonora
de maior velocidade de propagação.
Das afirmações acima, está(ão) correta(s) apenas:
a) I. d) I, II e III.
b) I e II. e) II, III e IV.
*c) II e III.

(UEL-2008) - ALTERNATIVA: A
A reflexão e a refração da luz podem ser explicadas, admitindo-
se que a luz tenha caráter ondulatório, a partir do Princípio de
Huygens. Um fenômeno tipicamente ondulatório é o da interfe-
rência (construtiva ou destrutiva) produzida entre duas ondas
quando elas se atravessam. Para que uma interferência entre
duas ondas luminosas, propagando-se em um meio homogêneo,
seja considerada completa, tanto construtiva como destrutiva, é
necessário que os dois feixes de luz
Assinale a alternativa que contém os fenômenos ópticos esque- *a) sejam coerentes, de mesma freqüência e com mesma ampli-
matizados na figura. tude, e plano-polarizados em planos paralelos.
a) Reflexão e difração b) sejam coerentes, de mesma freqüência e com mesma amplitu-
*b) Difração e interferência de, e plano-polarizados em planos perpendiculares.
c) Polarização e interferênci c) sejam independentes, com freqüências e amplitudes diferen-
d) Reflexão e interferência tes, propagando-se em planos paralelos.
d) sejam independentes, com freqüências e amplitudes diferen-
tes, e não polarizados.
(UECE-2008) - ALTERNATIVA: B
e) sejam incoerentes, com freqüências e amplitudes diferentes,
Uma corda de 90 cm é presa por suas extremidades, em supor-
propagando-se em planos anti-paralelos.
tes fixos, como mostra a figura.

(INATEL-2008) - ALTERNATIVA: C
O experimento sonoro do fenômeno do batimento pode ser rea-
lizado com dois diapasões se ambos vibrarem com:
Assinale a alternativa que contém os três comprimentos de onda a) quaisquer valores de freqüências distintas entre si.
mais longos possíveis para as ondas estacionárias nesta corda, b) freqüências múltiplas da fundamental.
em centímetros. *c) freqüências pouco diferentes entre si.
a) 90, 60 e 30 d) amplitudes pouco diferentes entre si.
*b) 180, 90 e 60 e) mesma amplitude.
c) 120, 90 e 60
d) 120, 60 e 30
(UTFPR-2008) - ALTERNATIVA: E
Na figura abaixo estão representadas linhas de onda que se
(VUNESP-2008) - ALTERNATIVA: B propagam na superfície da água. Gotas de água que caem peri-
A figura mostra uma montagem para a obtenção de ondas esta- odicamente na superfície da água dão origem às ondas e estas
cionárias numa corda mantida tracionada entre uma haste vi- vão de encontro a um anteparo opaco a essas propagações,
brante presa a um alto-falante e uma barra B, passando por um mas que possui duas aberturas, A e B, de dimensões pouco
orifício na barra A. maiores que o comprimento de onda das propagações. Depois
das ondas ultrapassarem as aberturas, será possível observar
os fenômenos de:

Se a distância entre as barras A e B é igual a 1,8 m e a velocidade


de propagação da onda na corda é de 60 m/s, a freqüência de
vibração do alto-falante será, em Hz, igual a
a) 33. a) difração e dispersão.
*b) 50. b) refração e dispersão.
c) 60. c) refração e interferência.
d) 72. d) difração e difusão.
e) 108. *e) difração e interferência.

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(ITA-2008) - ALTERNATIVA: B - RESOLUÇÃO NO FINAL
Um feixe de luz é composto de luzes de comprimentos de onda
XIV - VESTIBULARES 2008/2
1
e 2 , sendo 1 15% maior que 2. Esse feixe de luz incide (UDESC-2008/2) - ALTERNATIVA: E
perpendicularmente num anteparo com dois pequenos orifícios, Considere as situações cotidianas apresentadas abaixo.
separados entre si por uma distância d. A luz que sai dos orifíci- I. Quando um avião está voando nas vizinhanças de uma casa,
os é projetada num segundo anteparo, onde se observa uma algumas vezes a imagem da TV sofre pequenos tremores e fica
figura de interferência. Pode-se afirmar então, que ligeiramente fora de foco.
II. Uma criança faz bolhas de sabão com auxílio de um canudi-
nho, soprando água na qual se mistura um pouco de sabão.
Quando a bolha está crescendo, observa-se uma mudança de
cor da película da bolha.
III. Uma pessoa escuta o som que vem de trás do muro.
IV. Uma piscina cheia de água parece mais rasa quando obser-
vada de fora.
V. Uma pessoa vê sua imagem na superfície de um lago.
Assinale a seqüência que indica corretamente os conceitos
físicos utilizados para explicar cada uma das cinco situações.
a) I - Interferência, II - difração, III - difração, IV - interferência, V
- difração
a) o ângulo de arcsen (5 1/d) corresponde à posição onde b) I - Difração, II - interferência, III - reflexão, IV - refração, V -
refração
somente a luz de comprimento de onda 1 é observada.
c) I - Difração, II - difração, III - interferência, IV - refração, V -
*b) o ângulo de arcsen (10 1/d) corresponde à posição onde reflexão
somente a luz de comprimento de onda 1 é observada. d) I - Reflexão, II - refração, III - reflexão, IV - refração, V -
c) o ângulo de arcsen (15 1/d) corresponde à posição onde reflexão
*e) I - Interferência, II - interferência, III - difração, IV - refração, V
somente a luz de comprimento de onda 1 é observada.
- reflexão
d) o ângulo de arcsen (10 2/d) corresponde à posição onde
somente a luz de comprimento de onda 2 é observada. (PUCMINAS-2008/2) - ALTERNATIVA: B
Para que ocorra a interferência de ondas, produzindo o padrão
e) o ângulo de arcsen (15 2/d) corresponde à posição onde
característico de regiões definidas de máximos e mínimos, é
somente a luz de comprimento de onda 2 é observada. necessário que as ondas:
RESOLUÇÃO ITA-2008: a) propaguem-se no mesmo meio e estejam em fase entre si.
Da relação do experimento típico de Young, temos sen = n /d, *b) sejam do mesmo tipo: ou transversais, ou longitudinais.
onde para n inteiro a interferência é construtiva e, para n semi- c) tenham comprimentos de ondas e freqüências iguais e ampli-
inteiro, a interferência é destrutiva. tudes diferentes.
d) tenham a mesma amplitude e a mesma freqüência.
Do enunciado temos 1 =1,15 2.

Para sen = , vem: (UNIMONTES/MG-2008/2) - ALTERNATIVA: B


Uma onda estacionária pode ser gerada em uma corda de com-
primento L. Os comprimentos de onda obtidos são calculados
sen = pela expressão
Para esses valores temos que a luz de comprimento de onda 1 = 2L/n, para n = 1, 2, 3, ..........
sofre interferência construtiva (n = 10) e a luz de comprimento Sendo v a velocidade de propagação da onda na corda, a fre-
qüência de ressonância correspondente a esses comprimentos
de onda 2 sofre interferência destrutiva (n = 11,5).
pode ser expressa, CORRETAMENTE, por
a) f = (v/L) × n. *b) f = (v/2L) × n.
(UECE-2008) - ALTERNATIVA: A
c) f = (2v/L) × n. d) f = (L/v) × n.
Uma experiência de interferência de fenda dupla é realizada com
luz azul-esverdeada de comprimento de onda igual a 512 nm. As (UDESC-2008/2) - RESPOSTA: a) 500 Hz b) 1000 Hz c) fazer
fendas estão separadas, entre si, por uma distância de 1,2 mm. Em um evento, dois alto-falantes estão separados por uma dis-
Uma tela e localizada a uma distância de 5,4 m do anteparo que tância igual a 6,00m e vibram em fase, excitados por um mesmo
contém as fendas. A distância, em milimetros, que separa as gerador eletrônico de som, cuja freqüência pode variar entre
franjas brilhantes consecutivas vistas sobre a tela é, aproxima- 400 HZ e 1200 HZ. Uma pessoa está localizada a 4,20m de um
damente: dos altofalantes e a 4,55 m do outro. A velocidade do som, nesse
*a) 2,3 b) 4,0 c) 5,2 d) 1,2 ambiente, é igual a 350 m/s.
a) Quais são as freqüências produzidas pelo gerador, para que
(UFTM-2008) - ALTERNATIVA: A ocorra interferência destrutiva, na posição em que a pessoa se
Quer seja na vibração das cordas do violão, numa pedra atirada encontra?
na lagoa ou nas oscilações das pontes, as ondas e seu compor- b) Quais são as freqüências produzidas pelo gerador, para que
tamento nos acompanham sempre. Sobre os fenômenos da ocorra interferência construtiva, na posição em que a pessoa se
ondulatória, analise: encontra?
I. As ondas estacionárias são casos particulares de interferên- c) Apresente duas diferenças entre ondas sonoras e ondas
cia. eletromagnéticas.
II. A difração é um fenômeno pelo qual a onda vibra com freqüên-
cia diferente da fonte geradora. (INATEL-2008/2) - ALTERNATIVA: A
III. A reflexão das ondas permite que elas mudem seu meio de Uma onda transversal se forma sobre um fio preso pelas extre-
propagação. midades, usando-se um vibrador cuja freqüência é de 50 Hz. A
É correto o contido apenas em distância média entre os pontos que praticamente não se movem
*a) I. d) I e II. é de 47 cm. A velocidade de propagação da onda, em m/s, no fio
b) II. e) II e III. é igual a:
c) III. *a) 47 b) 36 c) 28 d) 18 e) 4

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(UFMS-2008) - RESPOSTA: SOMA = 018 (002+016)
XV - VESTIBULARES 2008/1 Um geólogo está no interior de uma grande cavidade rochosa
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 56 subterrânea (gruta) com forma aproximada de um semi-hemisfé-
rio. O geólogo está realizando um teste de comunicação sonora
XV - VELOCIDADE DO SOM com um colega que está do lado de fora da gruta na superfície do
solo. Para isso, eles possuem dois tubos sonoros de mesmo diâ-
(UTFPR-2008) - ALTERNATIVA: D metro, o tubo sonoro A é longo, e o tubo sonoro B é curto. Um
Dois fenômenos ondulatórios relacionados com a reflexão da alto-falante está no centro da base da gruta e, quando ligado,
onda sonora são: emite som de freqüência e potência constantes. O teste é para o
a) a interferência e a difração. geólogo verificar com qual dos dois tubos o colega ouvirá o som
b) a interferência e o batimento. emitido pelo alto-falante com maior intensidade do lado de fora.
c) o eco e a dispersão. Então, primeiramente, o geólogo liga o alto-falante próximo da
*d) o eco e a reverberação. extremidade do tubo sonoro A, e o colega escuta na outra extre-
e) o batimento e a difração. midade, veja a Figura 1. Em seguida, o geólogo direciona o alto-
falante para o tubo sonoro B, que está instalado na parte mais
(UFMG-2008) - ALTERNATIVA: C alta do teto da gruta, e é mais curto que o tubo sonoro A, veja a
Quando, em uma região plana e distante de obstáculos, se ouve Figura 2. Com relação a esse fenômeno físico, assinale a(s) pro-
o som de um avião voando, parece que esse som vem de uma di- posição(ões) correta(s).
reção diferente daquela em que, no mesmo instante, se enxerga
o avião.
Considerando-se essa situação, é CORRETO afi rmar que isso
ocorre porque
a) a velocidade do avião é maior que a velocidade do som no ar.
b) a velocidade do avião é menor que a velocidade do som no ar.
*c) a velocidade do som é menor que a velocidade da luz no ar.
d) o som é uma onda longitudinal e a luz uma onda transversal.

XV - QUALIDADES FISIOLÓGICAS

(UDESC-2008) - RESOLUÇÃO NO FINAL


Um Engenheiro Civil analisa o isolamento acústico de uma sala,
utilizando uma fonte sonora com potência constante de 40 W.
Suponha que o som se propague uniformemente em todas as
direções.
a) Um sensor, localizado nessa sala, mede uma intensidade so-
nora de 0,20 W/m2. Calcule sua distância da fonte sonora.
b) Qual a intensidade sonora correspondente em nível sonoro de
60 dB, considerando a intensidade de referência de 10–12 W/m2?
c) A densidade volumétrica e o módulo de elasticidade volumar
do ar são 1,29 kg/m3 e 1,41 × 105 Pa, respectivamente.
Determine a velocidade do som no ar, a uma temperatura de
20,0°C e à pressão de 1,0 atm.
RESOLUÇÃO UDESC-2008: (001) Com o tubo sonoro A, o som ouvido, na extremidade do
a) P = 40 W e I = 0,20 W/m2 tubo do lado de fora da gruta, é mais intenso porque o tubo,
colocado sobre o alto-falante, facilita o transporte das partículas
I = P/(4 r 2) r 4,0 m do ar pelo som, desde o alto-falante até o ouvido do colega, me-
b) = 60 dB e I0 = 10–12 W/m2 lhorando a intensidade sonora do lado de fora.
= 10 log (I/I0) I = 10–6 W/m2 (002) Com o tubo sonoro A, o som ouvido, na extremidade do
tubo, do lado de fora da gruta, é mais intenso, porque as amplitu-
c) d = 1,29 kg/m e B = 1,41 × 105 Pa
3
des das vibrações das partículas do ar, provocadas pelo som no
v= B/d v 330,6 m/s ouvido do colega, são maiores que no segundo caso.
(004) Com o tubo sonoro A, o som ouvido, na extremidade do tu-
(UECE-2008) - ALTERNATIVA: A bo, do lado de fora da gruta, é mais intenso, porque o som se
Quando diferentes tipos de instrumentos musicais, como flauta, propaga no interior do tubo sonoro A com uma velocidade maior
saxofone e piano, produzem a mesma nota musical, os sons re- que no segundo caso.
sultantes diferem uns dos outros devido (008) Uma vez que o som emitido pelo alto-falante possui a mes-
*a) às diferentes composições de harmônicos gerados por cada ma potência e a mesma freqüência nos dois casos, e como os
instrumento. diâmetros dos tubos são iguais, portanto as intensidades sono-
b) às diferentes intensidades das ondas sonoras. ras ouvidas fora da gruta são iguais.
c) às diferentes freqüências sonoras produzidas. (016) Com o tubo sonoro A, o som ouvido na extremidade do
d) aos diferentes comprimentos de ondas fundamentais. tubo, do lado de fora da gruta, é mais intenso, porque a densida-
de de energia de uma frente de onda sonora que chega ao ou-
(UFC/CE-2008) - ALTERNATIVA: E vido do colega é maior que no segundo caso.
Sonoridade ou intensidade auditiva é a qualidade do som que
(INATEL-2008) - ALTERNATIVA:C
permite ao ouvinte distinguir um som fraco (pequena intensida-
Em um festival de rock, os ouvintes próximos às caixas acústi-
de) de um som forte (grande intensidade). Em um jogo de futebol,
um torcedor grita “gol” com uma sonoridade de 40 dB. Assinale a cas recebiam uma intensidade sonora de 10 W/m². Sendo 10–12
alternativa que fornece a sonoridade (em dB), se 10000 torce- W/m² a menor intensidade sonora audível, pode-se determinar
dores gritam “gol” ao mesmo tempo e com a mesma intensidade. que o nível sonoro do som ouvido por elas é igual a:
a) 400000 b) 20000 c) 8000 d) 400 *e) 80 a) 45 dB b) 90 dB *c) 130 db d) 150 dB e) 180 dB
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(UFABC-2008) - ALTERNATIVA: C
O conjunto Quatro Cordas utiliza quatro importantes instrumen-
tos de corda: o violão, o violino, o violoncelo e a harpa.
No instante em que eles tocam a mesma nota de determinada
oitava, com igual intensidade sonora, é possível identificar o som
de cada instrumento porque apresenta diferente
a) volume.
b) freqüência.
*c) timbre.
d) amplitude.
e) altura.

(UTFPR-2008) - ALTERNATIVA: D
Uma fonte está emitido um som cujo nível sonoro é igual a 120 dB
a 1,0 metro de distância. Calcule a distância da fonte para que o
nível se reduza a 80 dB. A intensidade do som cai com o quadra-
do da distância; o nível de intensidade sonora é dado por :
ß =10 log (I/Io),
na qual Io é a intensidade de referência onde o nível é igual a
zero.
a) 10 m. *d) 100 m.
b) 1,5 m. e) 25 m.
c) 67 m.

(UEPG/PR-2008) - RESPOSTA: SOMA = 27 (01+02+08+16)


A respeito dos fenômenos que ocorrem na propagação de on-
das sonoras, assinale o que for correto.
01) Eco e reverberação são fenômenos ocasionados pela refle-
xão de ondas sonoras.
02) Difração é um fenômeno que permite que uma onda sonora
contorne um obstáculo.
04) Em auditórios acusticamente mal planejados, ocorre refra-
ção, também chamada de continuidade sonora.
08) Intensidade sonora é a taxa média de transferência de ener-
gia.
16) A superposição de ondas sonoras ocasiona interferência.
ÿ ÿ ÿ

(UEG/GO-2008) - ALTERNATIVA: B
A curva limiar de audição, apresentada no gráfico, mostra que a
intensidade mínima (limiar de audição) para que se consiga ouvir
um som depende de sua freqüência. Considere o ar como o meio
de propagação. (Dado: )

Com base na análise do gráfico, é CORRETO afirmar:


a) O limiar de audição inicia-se para freqüências superiores a 80
kHz.
*b) Para um som de 1000 Hz, o comprimento de onda da onda é
de 0,34 m.
c) A menor freqüência para o limiar de sensação dolorosa é de 2
kHz.
d) Para que a freqüência de 100 Hz seja audível, a intensidade
sonora deve ser maior que 100dB.
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(UEPG/PR-2008/2) - RESPOSTA OFICIAL: SOMA = 22 (02+04+16)
XV - VESTIBULARES 2008/2 A respeito de ondas sonoras, assinale o que for correto.
01) A velocidade das ondas sonoras no vácuo é de aproximada-
mente 340 m/s.
XV - VELOCIDADE DO SOM 02) Todos os corpos, quando vibram, produzem ondas sonoras,
que se propagam nos meios materiais: sólido, líquido e gasoso.
(FEI-2008/2) - ALTERNATIVA: B 04) Quanto maior for a intensidade de uma onda sonora, tanto
As ondas sonoras possuem origem mecânica, pois são produzi- maior será a sua amplitude.
das em um meio elástico. Com base no exposto, podemos afir- 08) Eco é um fenômeno acústico causado pela refração de on-
mar que: das sonoras.
a) ondas sonoras são a propagação de ondas elétricas. 16) A altura de um som é determinada pela freqüência da onda
*b) ondas sonoras são a propagação de ondas de pressão. sonora.
c) ondas sonoras são a propagação de ondas de calor.
d) ondas sonoras são a propagação de ondas magnéticas.
e) ondas sonoras são a propagação de ondas de rádio.

(PUCRS-2008/2) - ALTERNATIVA: C
O eco é o fenômeno que ocorre quando um som emitido e seu re-
flexo em um anteparo são percebidos por uma pessoa com um
intervalo de tempo que permite ao cérebro distingui-los como
sons diferentes. Para que se perceba o eco de um som no ar, no
qual a velocidade de propagação é de 340m/s, é necessário que
haja uma distância de 17,0m entre a fonte e o anteparo. Na água,
em que a velocidade de propagação do som é de 1.600m/s, essa
distância precisa ser de
a) 34,0m
b) 60,0m
*c) 80,0m
d) 160,0m
e) 320,0m

(UFLA/MG-2008/2) - RESPOSTA: 30 dentes


Uma serra circular gira com 1200 rpm (rotações por minuto) e, ao
cortar uma peça de madeira, produz um ruído com freqüência de
600 Hz. Calcule o número de dentes dessa serra.

XV - QUALIDADES FISIOLÓGICAS

(UEG/GO-2008/2) - RESPOSTA: a) Intensidade b) I = 10–2 W/m2


Um dos graves problemas da nossa sociedade é a poluição so-
nora, razão pela qual o número de pessoas com problemas au-
ditivos causados pelo excesso de exposição ao som vem au-
mentando todos os anos. O nível sonoro está relacionado com a
energia que ele transporta. Quando o ouvido humano é submeti-
do continuamente a níveis sonoros superiores a 100 dB, sofre
lesões irreparáveis, que causam diminuição da audição. Pesqui-
sadores acreditam que níveis sonoros muito altos podem chegar
a provocar uma espécie de diabete pancreática em virtude do
aumento da corticotrofina (um tipo de hormônio) e diminuição da
liberação de anticorpos pelo tecido linfóide, baixando a imunida-
de do organismo e predispondo ao ataque de vírus e bactérias.
Sabendo que a mínima intensidade física audível I0 é 10–12 W/m2,
responda ao que se pede.
a) Que qualidade do som deve ser limitada para evitar a poluição
sonora?
b) O nível de ruído no interior de uma estação rodoviária é de 100
dB. Qual a intensidade física sonora neste ambiente?

(INATEL-2008/2) - ALTERNATIVA: D
Um som que se propaga no ar pode ser caracterizado por sua
altura e por sua intensidade. As grandezas físicas da onda so-
nora que correspondem às características mencionadas são,
respectivamente:
a) velocidade e amplitude.
b) amplitude e velocidade.
c) timbre e freqüência.
*d) freqüência e amplitude.
e) timbre e amplitude.
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(UTFPR-2008) - ALTERNATIVA: B
XVI - VESTIBULARES 2008/1 Se fixarmos uma corda entre dois pontos rígidos, como uma cor-
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG.58 da de um violão, e se fizermos ela vibrar de uma maneira que a
onda incidente e a refletida pelas extremidades entrem em res-
sonância, produziremos uma onda estacionária. Com relação a
XVI - CORDAS SONORAS este tipo de onda, podemos afirmar que:
a) uma onda estacionária é uma onda que não possui velocidade
(UDESC-2008) - RESPOSTA a) 800 N b) sólido c) 37,5 cm de propagação, exceto aquela que existe nos ventres que fa-
Um tecnólogo em móveis montou o protótipo representado na zem com que a corda vibre para cima e para baixo.
figura abaixo, para testar a propagação de ondas sonoras em *b) uma onda estacionária resulta da interferência da onda inci-
caixas de ressonância. O som é produzido pelo de- dilhar de dente com a refletida pelas extremidades com sentido da veloci-
uma corda metálica, firmemente esticada entre dois pontos fi- dade de propagação opostos. Nos pontos onde a interferência é
xos. Esse som se propaga através de um cilindro que pode ser destrutiva temos os nodos que são os pontos onde a corda está
preenchido com diferentes materiais. Ao sair do cilindro, o som em repouso, e nos pontos onde a corda vibra com uma amplitude
passa a se propagar no interior de uma caixa de ma- deira oca máxima temos a interferência construtiva, que corresponde aos
(caixa de ressonância) e, então, é medido por um sen- sor. ventres.
Considere que a velocidade do som no ar é de 330,0 m/s. c) uma onda estacionária resulta da interferência da onda inci-
dente com a refletida pelas extremidades com sentido da veloci-
dade de propagação opostos. Como a velocidade de propaga-
ção depende de como a corda está tensionada, a onda refletida
terá uma freqüência diferente da onda incidente nas extremida-
des, semelhante ao efeito doppler das ondas sonoras.
d) a velocidade de propagação de uma onda em uma corda de-
pende de como ela é tensionada e da freqüência do som produ-
zido. Mas não depende de seu comprimento e nem de sua mas-
sa, por isso a freqüência dos sons nas cordas de um violão é
Quando a nota musical lá (440 Hz) é produzida na corda, cuja obtida como um número inteiro da freqüência fundamental (f=nf0).
densidade linear de massa é 80,0 g/m, a velocidade de propaga- e) em uma corda de um violão é possível obter qualquer padrão
ção da onda é de 100,0 m/s. de onda estacionária, pois as freqüências de vibração não depen-
a) Qual a tensão (força) que age sobre a corda esticada? dem do comprimento da corda, nem da tensão a qual está subme-
b) Que tipo de material deve preencher o tubo, para que a onda
tida. Logo, qualquer freqüência f é sempre dada por: f=nf0, onde
sonora o percorra no menor tempo possível, gasoso, líquido ou
sólido? Justifique sua resposta. n é um número inteiro e f0 é a freqüência fundamental.
c) Qual deve ser o valor do comprimento L da caixa, para que
caiba exatamente meio comprimento de onda em seu interior? (UFPR-2008) - RESPOSTA: Quatro vezes
A corda de um instrumento musical teve de ser substituída às
pressas durante um concerto. Foi dada ao músico uma outra, de
(UEL-2008) - ALTERNATIVA: D
mesmo material, mas com o dobro do diâmetro. Calcule em quantas
Qual deve ser, aproximadamente, a massa do bloco P para que a
vezes deverá ser aumentada a tensão na corda para que a fre-
freqüência fundamental do som emitido pela corda
qüência das suas oscilações continue igual à da corda original.
inextensível, mostrada na figura a seguir, de densi-
dade 10–3 kg/m e comprimento d = 50 cm, seja de
440 Hz? d XVI - TUBOS SONOROS
Considere g = 10 m/s2.
a) 2 kg. (UNIMONTES-2008) - ALTERNATIVA: D
b) 5 kg. Num tubo fechado de comprimento L = 1,5m, observa-se a for-
c) 10 kg. mação de uma onda estacionária representada na figura. O com-
*d) 20 kg. primento da onda é igual a
e) 30 kg. a) 1m.
b) 4m.
c) 3m.
(UFMG-2008) - RESPOSTA: a) 476 m/s b) 0,5 m *d) 2m.
Bruna afina a corda mi de seu violino, para que ela vibre com
uma freqüência mínima de 680 Hz. A parte vibrante das cordas
do violino de Bruna mede 35 cm de comprimento, como mostrado
nesta figura:
(UFRGS-2008) - ALTERNATIVA: E
O oboé é um instrumento de sopro que se baseia na física dos
tubos sonoros abertos. Um oboé, tocado por um músico, emite
uma nota dó, que forma uma onda estacionária, representada na
figura abaixo.
Sabendo que o comprimento do oboé é L =
66,4 cm, quais são, aproximadamente, o
comprimento de onda e a frequência asso-
ciados a essa nota?
Considerando essas informações, (Dado: a velocidade do som é igual a 340 m/
a) CALCULE a velocidade de propagação de uma onda na cor- s)
da mi desse violino. a) 66,4 cm e 1024 Hz.
b) Considere que a corda mi esteja vibrando com uma freqüên- b) 33,2 cm e 512 Hz.
cia de 680 Hz. DETERMINE o comprimento de onda, no ar, da c) 16,6 cm e 256 Hz.
onda sonora produzida por essa corda. (Dado: velocidade do d) 66,4 cm e 113 Hz.
som no ar = 340 m/s) *e) 33,2 cm e 1024 Hz.

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(PUCMINAS-2008) - ALTERNATIVA: D
Um especialista em conserto de instrumentos musicais foi cha-
XVI - VESTIBULARES 2008/2
mado a uma igreja para consertar um órgão. Ao testar o instru-
mento, ele observou que um dos tubos não estava emitindo a XVI - CORDAS SONORAS
nota correta. Esse tubo deveria estar emitindo notas com a fre-
qüência fundamental de 130Hz e estava emitindo na freqüência (UEM/PR-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 11 (01+02+08)
de 260 Hz. Sabendo que a velocidade do som no ar é de aproxi- Uma corda vibrante com densidade linear de 0,01kg/m, presa em
madamente 340 m/s, assinale o diagnóstico adequado apresen- suas extremidades, apresenta uma configuração de ondas es-
tado pelo especialista. tacionárias com 5 ventres, cujo comprimento de onda é 0,20 m.
a) O tubo de 2,60 m de comprimento está fechado em uma de su- Nessas condições, assinale o que for correto.
as extremidades. 01) Sob uma tensão de 100 N, a freqüência das ondas estacio-
b) O tubo de 1,30 m está aberto em suas extremidades. nárias é 500 Hz.
c) O tubo de 2,60m está fechado em suas extremidades. 02) O comprimento da corda é 0,50 m.
*d) O tubo de 0,65m está aberto em suas extremidades. 04) A freqüência das ondas estacionárias é diretamente propor-
cional ao comprimento da corda.
(UNICAMP-2008) - RESPOSTA: a) 3,6×10–3 W b) 17 cm 08) Se a corda passar a oscilar em sua freqüência fundamental,
O ruído sonoro nas proximidades de rodovias resulta predomi- o comprimento de onda da onda estacionária será duas vezes o
nantemente da compressão do ar pelos pneus de veículos que valor do comprimento da corda.
trafegam a altas velocidades. O uso de asfalto emborrachado 16) O comprimento de onda gerado na corda independe da den-
pode reduzir significativamente esse ruído. O gráfico a seguir sidade da corda.
mostra duas curvas de intensidade do ruído sonoro em função
da freqüência, uma para asfalto comum e outra para asfalto em- (UECE-2008/2) - ALTERNATIVA: C
borrachado. Uma corda de aço, para violão, tem comprimento de 60 cm entre
–5 duas extremidades fixas, e a massa correspondente a esse
comprimento de 0,3 g. A freqüência correspondente ao primeiro
–5
harmônico da onda estacionária formada nesta corda, quando
–6 acionada, é de 1318,5 Hz. A força de tração a que a corda está
submetida é de
–6 a) 0,8 N.
b) 751,0 N.
–6
*c) 1251,7 N.
d) 1582,2 N.

XVI - TUBOS SONOROS


a) As intensidades da figura foram obtidas a uma distância r = 10
m da rodovia. Considere que a intensidade do ruído sonoro é da- (INATEL-2008/2) - ALTERNATIVA: C
Um tubo metálico retilíneo, aberto nas duas extremidades, tem
da por I = P / 4 .r 2, onde P é a potência de emissão do ruído. Cal-
2,0 cm de comprimento. A freqüência de vibração do som funda-
cule P na freqüência de 1000 Hz para o caso do asfalto embor-
mental gerado por este tubo vale em kHz:
rachado.
(Dado: velocidade do som no ar igual a 340 m/s)
b) Uma possível explicação para a origem do pico em torno de
a) 1,7
1000 Hz é que as ranhuras longitudinais dos pneus em contato
b) 4,25
com o solo funcionam como tubos sonoros abertos nas extremi-
*c) 8,5
dades. O modo fundamental de vibração em um tubo aberto
d) 17
ocorre quando o comprimento de onda é igual ao dobro do com-
e) 2
primento do tubo. Considerando que a freqüência fundamental
de vibração seja 1000 Hz, qual deve ser o comprimento do tubo? (UFC/CE-2008/2) - ALTERNATIVA: D
A velocidade de propagação do som no ar é v = 340m/s e consi- Um “piano de tubos”, onde as notas musicais são obtidas pela
dere = 3. vibração de longos tubos de plástico abertos nas duas extremi-
dades, foi construído por um estudante. Sabendo que a veloci-
(UFOP-2008) - ALTERNATIVA: D dade do som no ar é de 333 m/s e que uma nota DÓ tem freqüên-
Assinale a alternativa incorreta. cia de 128 ciclos por segundo, podemos afirmar, corretamente,
a) A propagação do som é um fenômeno ondulatório longitudinal que o comprimento do tubo que emite essa nota vale, aproxima-
que só ocorre em um meio material como, por exemplo, um fluido. damente:
b) Em uma corda vibrante, com as extremidades fixas, o maior a) 13 cm
comprimento de onda possível para uma onda estacionária é de b) 26 cm
duas vezes o comprimento da corda. c) 29 cm
c) O quadrado da velocidade de propagação da onda em uma *d) 1,3 m
corda vibrante é inversamente proporcional à massa da corda. e) 2,6 m
*d) Em um tubo sonoro, de comprimento L , fechado em uma das
extremidades, o maior comprimento de onda possível para uma (U.F. VIÇOSA-2008/2) - ALTERNATIVA: B
onda ressonante é de duas vezes o comprimento do tubo. Um tubo sonoro é aberto nas duas extremidades. A opção que
mostra o segundo modo de vibração da coluna de ar no interior
do tubo é:
a) *b)

c) d)

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(UNIOESTE/PR-2008) - ALTERNATIVA: C
XVII - VESTIBULARES 2008/1 Alguns dos termos encontrados no estudo de ondas estão lista-
VESTIBULARES 2008/2 - PÁG. 60 dos abaixo.
I) Polarização de ondas
II) Efeito Doppler
(UDESC-2008) - ALTERNATIVA: D
III) Reflexão de ondas
Um detector sonoro é instalado sobre a linha de chegada do
IV) Interferência de ondas
autódromo de Interlagos, em São Paulo. No grande Prêmio de
Cada um dos quatro termos listados pode ser relacionado com
Fórmula 1 do Brasil, nos instantes antes de o vencedor cruzar a
uma das quatro descrições abaixo:
linha de chegada, o detector percebe uma freqüência sonora f1, ( ) Fenômeno físico que pode ocorrer com ultra-sons e que fun-
produzida pelo motor do carro. O carro se aproxima e cruza a damenta o método de diagnóstico médico chamado ultra sonogra-
linha de chegada com velocidade constante. Qual das expres- fia.
sões abaixo representa corretamente o cálculo da velocidade ( ) Variação da frequência de uma onda produzida pelo movi-
do carro, ao cruzar a linha de chegada? (v é a velocidade do mento relativo entre a fonte da onda e o observador da onda.
som no ar, f é a freqüência do som produzido pelo motor com o ( ) Fenômeno físico que pode ocorrer com qualquer tipo de onda.
carro em repouso, e V é a velocidade do carro.) ( ) Fenômeno físico que só ocorre com ondas transversais.
Assinale a alternativa que mostra a ordem correta de associa-
a)
ção entre os termos e as descrições.
a) II, I, III, IV.
b) b) III, IV, II, I.
*c) III, II, IV, I.
d) I, III, II, IV.
c)
e) IV, III, II, I.
*d)
(PUCPR-2008) - ALTERNATIVA: E
Na borda do carrossel de um parque de diversões há uma fonte
e) sonora que emite um apito de freqüência fixa enquanto o carrossel
gira.
(PUCMINAS-2008) - ALTERNATIVA: A Analise as afirmativas:
Assinale a afirmativa CORRETA. I. Uma criança sentada em qualquer posição do carrossel e gi-
*a) A luz é uma onda transversal e pode sofrer tanto difração co- rando com ele, ouvirá o apito sempre com a mesma freqüência.
mo polarização. II. Uma criança sentada no centro do carrossel ouvirá o apito
b) O fenômeno da interferência só ocorre em ondas mecânicas. sempre com a mesma freqüência.
c) Uma onda exige necessariamente um meio material para se III. As pessoas sobre o piso do parque, paradas ou em movimen-
propagar. to, perceberão que a freqüência do apito varia entre um mínimo e
d) Quando a fonte e o observador se movimentam na mesma di- um máximo.
reção e no mesmo sentido, com mesma velocidade, não ocorre o IV. Esteja o carrossel girando ou não, todas as pessoas presen-
efeito Doppler. tes no parque ouvirão o apito com a mesma freqüência, pois, em
geral, é a rapidez com que uma fonte sonora vibra que define a
(PUCPR-2008) - ALTERNATIVA: D frequência do som emitido por ela.
Uma fonte de ondas mecânicas F está emitindo infra-sons de Marque a alternativa que contém todas e apenas as afirmações
freqüência 16 Hz. A fonte aproxima-se com velocidade de 72 corretas.
Km/h , em relação ao solo e se direciona para o observador. Es- a) Apenas IV.
se observador aproxima-se da fonte com velocidade constante b) Apenas I e II.
c) Apenas II e III.
de intensidade v0 em relação ao solo e direcionada para F. Sabe-
*d) I, II e III.
se que a velocidade do infra-som no ar é de 340 m/s e que a fai- e) I, II e IV.
xa de freqüência audível do observador é de 20 Hz a 20.000 Hz.
Qual é o mínimo valor de v0 para que o infra-som se transforme (UFPB-2008) - ALTERNATIVA: B
em som audível para o observador ? A sirene de uma fábrica emite um som de freqüência f. Nesse
*a) 60 m/s momento, dois funcionários encontram-se nas seguintes situa-
b) 110 m/s ções. O funcionário A, que está de saída da fábrica, move-se,
c) 60 km/h afastando-se, com uma velocidade v. O funcionário B, que está
d) 30 m/s chegando para o seu turno de trabalho, também se move, apro-
e) 30 km/h ximando-se, com velocidade v. Sendo fA e fB, respectivamente,
as freqüências que os funcionários escutam, é correto afirmar:
(UFJF-2008) - ALTERNATIVA: A a) fB < fA < f c) fA < fB < f e) f < fA < fB
Um pescador P, ao se aproximar da linha da costa com seu bar- *b) fA < f < fB d) fB < f < fA
co, aciona a buzina para avisar que está chegando. Sua direção
de deslocamento está alinhada com o ancoradouro onde se en-
contra um companheiro C (conforme a figura a seguir). A fre-
qüência do som ouvido pelo pescador P é fp e as freqüências
dos sons ouvidos pelas pessoas A, B e C são, respectivamente,
fA, fB e fC no instante mostrado. Podemos afirmar que:
*a) fp < fA < fB < fC
b) fp = fC < fA < fB
c) fp > fC > fB >fA
d) fp > fA > fB > fC
e) fp < fA = fB = fC
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(FATEC-2008/2) - ALTERNATIVA: A
XVII - VESTIBULARES 2008/2 Durante a realização de seus estudos sobre a relatividade, o fí-
sico alemão Albert Einstein refletia sobre as transformações de
velocidade discutido por Galileu Galilei no século XVII.
(UEG/GO-2008/2) - ALTERNATIVA OFICIAL: B Para compreender melhor, supôs uma sirene, fixa e em repouso,
Uma ambulância (com a sirene ligada) entra em alta velocidade emitindo um som contínuo em determinada freqüência. Conside-
numa rotatória pela entrada 1 e contorna-a no sentido anti-horá- rou que uma pessoa, carregando um instrumento para medir ve-
rio saindo pela saída 5, como mostra a figura a seguir. locidade do som, pudesse se afastar e aproximar da sirene com
uma velocidade constante vP.
São feitas três afirmações.
I. Estando a pessoa em repouso, próximo da sirene, a velocidade
do som no ar (vS) medida pela pessoa é de 340 m/s, consideran-
do o ar em repouso.
II. Quando a pessoa estiver se afastando da sirene com veloci-
dade vP, a velocidade do som no ar (vS) medida pela pessoa é vS
= 340 + vP.
III. Quando a pessoa estiver se aproximando da sirene com velo-
cidade vP, a velocidade do som o ar (vS) medida pela pessoa é vS
= 340 - vP.
Está correto o que se afirma em
*a) I, apenas.
b) I e II, apenas.
c) I e III, apenas.
d) II e III, apenas.
e) I, II e III.
Um observador situado no ponto 2 percebe que o som da sirene
vai ficando mais agudo em qual ponto?
(UFMS-2008/2) - RESPOSTA: SOMA = 018 (002+016)
a) No ponto 1
Um veículo A está ultrapassando um veículo B em uma estrada
*b) No ponto 2
retilínea e horizontal. Os dois veículos estão com suas buzinas
c) No ponto 3
acionadas emitindo sons de mesma intensidade Io e freqüência
d) No ponto 4
fo. A velocidade VA, do veículo A, é ligeiramente maior que a
(FURG/RS-2008/2) - ALTERNATIVA: A velocidade VB, do veículo B, de maneira que os dois condutores
O efeito Doppler é caracterizado por ouvem o fenômeno de batimentos gerados pelas duas buzinas
*a) um deslocamento na freqüência detectada, devido ao movi- acionadas, veja a figura. Conforme essas considerações, é cor-
mento da fonte vibratória que se aproxima ou se afasta do re- reto afirmar:
ceptor.
b) um deslocamento na freqüência detectada, apenas quando a
fonte vibratória se aproxima do receptor.
c) um deslocamento na freqüência detectada, apenas quando a
fonte vibratória se afasta do receptor.
d) um deslocamento na velocidade detectada, devido ao movi-
mento da fonte vibratória que se aproxima ou se afasta do re-
ceptor.
e) uma freqüência constante detectada, devido ao movimento da
fonte vibratória que se aproxima ou se afasta do receptor.
(001) A freqüência do som, ouvido pelo condutor de um dos
(UNIMONTES/MG-2008/2) - ALTERNATIVA: A veículos, é igual à freqüência do som emitido pela buzina do ou-
Um trem aproxima-se de uma estação com a velocidade de 20 m/ tro veículo.
s, soando seu apito com uma freqüência de 500Hz, medida pelo (002) O efeito dos batimentos é causado pelo efeito Doppler.
maquinista. Sabendo-se que a velocidade do som no ar vale 340 (004) A freqüência dos batimentos ouvidos pelos dois conduto-
m/s, o comprimento de onda do som do apito, medido por um ob- res é igual.
servador situado na estação, é igual a (008) Um observador, que está em repouso no centro da pista,
*a) 0,64 m. ouve o som emitido pelas buzinas de cada veículo com freqüên-
b) 0,60 m. cias iguais.
c) 0,46 m. (016) O comprimento da onda sonora, emitida pela buzina do
d) 0,40 m. carro A, e formada na frente dele, é menor que o comprimento da
onda sonora, emitida pela buzina do carro B, e formada na frente
(UNEMAT/MT-2008/2) - ALTERNATIVA: D dele.
Um pedestre se encontra parado à margem de uma rodovia,
quando passa por ele uma viatura dos bombeiros tocando a sire-
ne de 640 hz de freqüência. Considere que a velocidade do som
no ar seja 340 m/s, e que a freqüência que o pedestre percebe
na aproximação da viatura é de 680 hz. Assinale a alternativa
que representa o módulo da velocidade em km/h, quando a viatu-
ra passa pelopedestre.
a) 102 km/h
b) 68 km/h
c) 58 km/h
*d) 72 km/h
e) 80 km/h
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