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7.

4- Estudo da perda de carga distribuída: hf


a) Introdução

Equação da continuidade
Q1 = Q2
v1A1 = v2 A2
Como A1 = A2, então:

v 1 = v2 = v

b) Fórmula da perda de carga distribuída

L v2
hf = f ⋅
D 2g
f = coeficiente de perda de carga distribuída ou coeficiente de atrito.

§ ρvD D · ρvD
f = f¨ , ¸ onde = Re (nº de Reynolds) nº puro
© μ K¹ μ
D
: rugosidade relativa (nº puro)
K
K : rugosidade equivalente

c) Tipos de escoamentos em condutos


c.1) Escoamento laminar: as partículas deslizam umas sobre as outras, não
há passagem de partícula fluida de uma camada para outra, ou seja,
não há transferência de massa entre as diversas camadas.

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c.2) Escoamento tubulento: as partículas tem um movimento desordenado,
caótico, as partículas fluídas passam sucessivamente de uma camada
para outra, ou seja, são intensas as movimentações transversais das
partículas.

Re ≤ 2000 : escoamento laminar


2000 < Re < 4000: escoamento de transição ABNT
Re ≥ 4000: escoamento tubulento
ρvD
Re =
μ
Obs.1: Para condutos de seção não circular, deve-se substituir D por DH (diâmetro
hidráulico), sendo DH = 4 RH
A
Def: Raio Hidráulico (RH) Ÿ R H =
P
A = área da seção de escoamento
P = perímetro molhado da seção, onde temos contacto do fluido com parede
sólida.
Sendo assim:
Fórmula universal da perda de carga distribuída:
L v2
hƒ = ƒ
D H 2g
Número de Reynolds:
ȡvD H vD H
Re = =
ȝ Ȟ
Rugosidade relativa equivalente:
DH/K

Obs. 2: Para condutos forçados cilíndricos (seção circular), sendo Vmáx a velocidade
no eixo do conduto.

2.1] Escoamento Laminar (Re ≤ 2000) Ÿ v máx


vm =
2
2.2} Escoamento Turbulento (Re ≥ 4000) Ÿ 49
vm = v máx
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