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Retificador trifásico de onda completa não controlado

Objetivo

O objetivo dessa prática foi verificar os conhecimentos adquiridos


sobre esse tipo de retificador, como a sua montagem, a forma de
onda retificada, as tensões de saída, etc. ligando na saída dos
dispositivos retificadores uma carga

Bases teóricas

Retificador é um dispositivo que permite que uma tensão ou


corrente alternada(CA) (normalmente senoidal) seja transformada
em contínua. Existem vários tipos de retificadores, mas vamos tratar
aqui do retificador trifásico de onda completa não controlado. O
retificador trifásico de onda completa não controlado, é assim
chamado por que é usado em sistema trifásico e onda completa
pois aproveita todo o ciclo da onda, tanto positivo quanto negativo e
não controlado pois usa diodos que são dispositivos não controlado.
Veja abaixo o esquema de retificador trifásico de onda completa
não controlado:

Conduzirá o diodo que estiver na tensão mais positiva e o que


estiver na tensão mais negativa no momento, e cada par de diodos
conduzirá por 60º e cada diodo conduzirá por 120º. A freqüência da
tensão retificada é igual a 6 vezes a freqüência das tensões de
alimentação.

Veja abaixo o esquema retificado:

Podemos observar que a partir de 30º os diodos D1 e D5 estão


respectivamente nas tensões mais positiva e mais negativa assim
eles conduziram até o próximo cruzamento em que o diodo D6 fica
na tensão mais negativa e assim conduzirá no lugar de D5 e assim
será até o próximo cruzamento. O retificador trifásico de onda
completa é um dos circuitos mais importantes em aplicações em
circuitos de alta potência. Esse retificador é mais eficiente do que o
retificador trifásico de meia onda, pois, fornece seis pulsos e o de
meia onda fornece apenas três, fornecendo assim uma saída que
tem menos ondulação. Como a freqüência de saída é mais alta, a
filtragem é simplificada, Já que os componentes do filtro são caros.

Experimento em laboratório
Nesse experimento foram usados: 6 diodos 1N4007 fonte trifásica
variável 1 resistor de 1k Osciloscópio Multímetro

Esquema de montagem do circuito no laboratório:

Obs: A ordem de numeração dos diodos desse esquema é diferente


do esquema descrito anteriormente, mas isso não irá influenciará no
funcionamento do circuito.

Observe que o osciloscópio e o voltímetro são ligados em paralelo à


carga que está ligada na saída do retificador. A tensão eficaz de
fase da fonte é igual a 20V, para obtermos a tensão media na
carga, teremos que fazer os seguintes cálculos: VL(m) = .20 =
28,28V Vm(carga)=0,955.28,28= 27V A relação entre as a eficaz de
fase de entrada(Vefs) e saída(Vc) do retificador é Vc = 1,936.Vefs,
então temos uma tensão Vc igual a 38,72V. Transformando Vc em
Vefs de linha, temos: VL(efs)= .38,72 = 67,06V Na tabela abaixo
temos os valores calculados e medidos:

Tensão eficaz na carga Tensão media na carga Calculado medido


67,06V 60,8V 27V 27,08V

A partir da comparação desses valores, podemos observar que os


valores não estão discrepantes, pois são muito próximos, estando
assim dentro da margem de erro permitida, ou seja, não irá causar
interferência no bom desempenho do circuito.

Abaixo estão as fotos da aula prática:

circuito montado

medição com o osciloscópio

Forma de onda na carga

Note que os picos de onda não são iguais. essa diferença pode ser
causada pela variação de tensão de entrada. Por não terem os
mesmos valores.

Medição com voltímetro.

Conclusões

O retificador trifásico de onda completa não controlado, é muito


importante para montagem de circuitos retificadores em altas
potencias, pois, sua eficiência é grande em relação aos ao de meia
onda. Isso implica numa economia na montagem de filtros. No
circuito montado podemos observar que não existia praticamente
nenhuma avaria no funcionamento do circuito.

RESUMO

A fontes de alimentação constituem uma das etapas básicas dos


equipamentos elétricos e/ou eletrônicos. A função dessa etapa
inicial é 'casar' a tensão elétrica fornecida pela rede
domiciliar/industrial com as tensões adequadas às demais etapas
do equipamento. É o caso, por exemplo, de dispormos de uma
tensão de 127 VAC ou 220 VAC e necessitarmos de tensões de 5
VCC ou 10 VCC. Uma fonte básica simples (ou linear, como dizem
os mais teóricos) é, via de regra, constituída por 4 blocos, cada um
com sua finalidade específica. Eis o diagrama de blocos:

Fig. 01

Bloco 1- Transformador - Altera os parâmetros 'tensão e corrente'


de entrada AC para outro(s) valor(es) de 'tensão e corrente' de
saída AC. Um dado valor de tensão de saída AC podem ser maior,
igual ou menor que a tensão de entrada AC. Bloco 2- Retificação -
Retifica os pulsos de saída do transformador, produzindo uma nova
saída polarizada, pulsante, CC. Bloco 3- Filtragem - Filtra a tensão
pulsante de saída do bloco retificador eliminando boa parte de sua
pulsação. Bloco 4- Regulagem - Regula eletronicamente a saída do
bloco de filtragem de modo a se obter uma tensão contínua e
constante. Esse bloco pode incluir uma proteção contra diversos
'aborrecimentos',como veremos ao final.

INTRODUÇÃO

Desde a sua descoberta pelo filósofo grego Tales de Mileto, no


início do século XVII, passando por toda evolução decorrida dos
estudos de diversos físicos, nos séculos seguintes, bem como com
a instalação da primeira usina hidrelétrica junto às cataratas do rio
Niágara em meados do século XIX [1], e culminando com os dias
atuais, a eletricidade tem se mostrado um grande avanço no
fornecimento de energia para o acionamento dos mais diversos
tipos de equipamentos e máquinas. No decorrer desta história,
também a eletrônica se fez presente. Seu surgimento se deu no
final do século XIX, a partir de experiências realizadas por Tomas
Edison, Heinrich Hertz entre outros. Já a sua evolução apresenta
alguns marcos importantes, como o ocorrido em 1907 quando Lee
de Forest inventa a Válvula Triodo. A partir daí, os mais diversos
tipos de sistemas eletrônicos passam a ser criado, como o rádio,
osciloscópio entre outros equipamentos. [2] Mas foi em 16 de
dezembro de 1947 que a eletrônica sofreu sua maior revolução. Foi
nessa data que William Bradfor Shockley, John Bardeen e Walter
Houser Brattain inventaram o transistor. [3] A partir deste momento,
inúmeros dispositivos passaram a ser inventados e a miniaturização
dos equipamentos já existentes tornou se possível. Esta é por
muitos considerada a maior invenção da história moderna. Com a
evolução da eletrônica, diversos sistemas passaram a ser criados, e
juntamente com eles surge a necessidade de condicionar a energia
elétrica, de forma a alimentar os sistemas em desenvolvimento.
Como uma possível solução para esta necessidade; criaram se as
primeiras fontes lineares reguladas, que são assim chamadas por
possuírem um circuito integrado ou um transistor operando de
forma linear em sua saída. Mais adiante, por volta de 1960, as
fontes chaveadas começam a ser desenvolvidas, visando sua
aplicação nos programas espaciais. O objetivo de seu
desenvolvimento era a substituição das fontes reguladas, do tipo
linear, que são pesadas, volumosas e dissipativas, por fontes
compactas e de alto rendimento. [4] Hoje em dia, as fontes
chaveadas são altamente empregadas como dispositivos de
alimentação para as mais diversas aplicações, como conversores
de alta potência, No Breaks, sistemas embarcados,
microcomputadores, carregadores de celular entre outros. Nesta
primeira etapa do projeto a ser desenvolvido na disciplina de
eletrônica industrial, será projetada e construída uma fonte de
alimentação do tipo linear e regulada. Esta escolha se dá pela
facilidade de desenvolvimento que este tipo de fonte possui frente
ao projeto de uma fonte chaveada. Soma se a isso também o fato
de uma fonte chaveada envolver um custo mais elevado de
desenvolvimento, por necessitar de um maior numero de
dispositivos semicondutores, que necessitariam ser adquiridos pelo
executor. Desta forma, o projeto que se segue trata do estudo e
desenvolvimento de uma fonte linear e regulada, operando com
saídas simétricas em 5 e 10 Volts (V) e com capacidade de corrente
de até 1 Amp res (A) por saída. Este relatório trará a descrição do
circuito e o seu funcionamento, a metodologia de projeto adotada e
o projeto de um protótipo de acordo com as especificações já
citadas. Por fim será implementado um protótipo com o qual se
verificará a coerência da metodologia adotada, além da obtenção
de uma validação prática para o estudo realizado, a partir de
ensaios e aquisições.

OBJETIVO

Implementar uma fonte de alimentação linear de 5V com


transformador, capacitivo e CI estabilizador LM 7805 ou
equivalente. Podendo o projeto ser implementado em protoboard ou
circuito impresso.

METODOLOGIA

Partindo do diagrama de blocos citado na Fig. 01, observa-se certa


simplicidade na elaboração de tal projeto. Na fig. 02 logo abaixo vê-
se a simbologia de um Transformador abaixador de tensão, bem
como sua curva característica e os parâmetros envolvidos a este
tipo de equipamento, conforme descrito acima como referencia ao
bloco 01 do diagrama de blocos.

Fig. 02

Parâmetros notáveis do transformador: Up= tensão no primário


(entrada) ; Ip= corrente no primário (entrada) ; Np= número de
espiras no primário Us= tensão no secundário (saída) ; Is= corrente
no secundário (saída) ; Ns= número de espiras no secundário Pp=
potência absorvida no primário (entrada) ; Ps= potência entregue
pelo secundário (saída)

Relações: Up/Us= Np/Ns; Pp = Ps (caso ideal) ; Up.Ip= Us.Is

O bloco 02, refere-se ao efeito da retificação, pois há vários modos


de ligarmos diodos retificadores de modo a converter CA para CC.
Diferenciando-se retificador de meiaonda e retificador de onda-
completa. É bem mais vantajosa a retificação de onda completa, a
qual aproveita os dois semi-ciclos da tensão alternada disponível.
Para tal retificação temos duas possibilidades: Usar de apenas 2
diodos retificadores, caso em que o secundário do transformador
deverá apresentar uma derivação central ('center tap' - CT); Ou usar
uma ponte retificadora com 4 diodos, caso o secundário não
apresente derivação central.

Ambas as opções são mostradas na Fig. 03 logo abaixo.

Fig.03

Uma ponte retificadora consta de 4 diodos retificadores reunidos


num só invólucro, com 2 terminais marcados " " para a entrada AC
e 2 terminais marcados com "+" e "-" para a saída polarizada CC. A
ponte retifica os dois semi-ciclos da tensão alternada (daí o nome
'retificação em onda-completa'. Da tensão de entrada na ponte,
perde-se 1,4 V, porque cada diodo determina uma queda de
potencial elétrico de 0,7 V (típica da junção PN de silício); e há
sempre 2 diodos em condução em cada semi-ciclo. Tais pontes,
facilmente obtidas no comércio eletrônico, são classificadas pela
intensidade máxima de corrente e pela máxima tensão inversa que
podem suportar. Como os diodos devem suportar os picos de
tensão, a ponte deve suportar, pelo menos, três vezes a tensão rms
da saída do transformador. No terceiro bloco tem-se a 'Filtragem' ou
a ação de filtrar, retirar impurezas ou separar partes distintas que
não é o caso, em se tratando de corrente elétrica. Filtragem, aqui, é
um jargão eletrônico para a ação de um componente cuja finalidade
é 'acumular cargas elétricas', fornecendo-as quando necessário.
Quem age aqui como reservatório de cargas é um capacitor de
grande capacitância, notadamente o capacitor eletrolítico. Sua
colocação no circuito da fonte é mostrada na fig. 04:

Fig.04

A ação do capacitor de filtragem é suavizar os 'solavancos' dos


semiciclos provenientes da retificação, convertendo-os em um
fornecimento 'mais contínuo' de cargas elétricas.

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O diagrama a seguir destaca a tensão 'não filtrada' (em linha


pontilhada) e a CC suavizada (em linha sólida).

Fig.05
Nota-se, que a filtragem aumenta significativamente a tensão média
CC, para o valor de pico (1,4 valor RMS). Em outras palavras, uma
saída de 5 VACrms no secundário do transformador, tenha sido
retificada por uma ponte, da qual obtivemos 3,6 VCCrms (1,4 volts
foram perdidos na retificação). A ação da filtragem eleva essa
tensão para seu valor de pico, ou seja, 1,4 x 3,6 VCCrms= 5,04
VCCpico. Como a tensão elétrica nos terminais do capacitor cai um
pouco por ocasião das descargas (linha azul cheia, na ilustração
acima), a 'filtragem' não é perfeita, resultando assim numa residual
ondulação de tensão (tensão de 'ripple'). Para muitos circuitos a
ondulação (ripple) de 10% do valor da tensão total é satisfatória, e
isso se obtém com determinado valor (C) da capacitância do
capacitor eletrolítico. Eis a expressão para esse cálculo:
Capacitância para 10% de ripple = C = 5.Is/Us.f Onde: C é a
capacitância do capacitor de filtragem, em farads (F); Is é a
intensidade de corrente de saída, em ampéres (A); Us é a tensão
de entrada, em volts (V) [este é o valor de pico da tensão não
filtrada]; f é a freqüência da tensão AC, em hertz (HZ) [no Brasil, 60
Hz]. Sem dúvida, quanto maior a capacitância do capacitor de
filtragem, menor a ondulação da saída CC. Para este último bloco é
usual utilizar-se circuitos integrados reguladores que são
encontrados no comércio quer com valores fixos de tensões de
saída (5, 6, 9, 12, 15VCC, etc.), quer com saída variável. São
classificados, além disso, pela intensidade máxima de corrente que
podem controlar.

Fig.06

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MONTAGEM

O projeto, resume-se a um circuito retificador de onda completa,


com capacitores de amortecimento e filtro, associado a CI s
reguladores de tensão, acaba se tornando bastante flexível, uma
vez que podemos ter várias possibilidades de montagens, bem
como já citado na página 9 no item Metodologia . Importante: O CI
7805 determinará a saída de tensão positiva. O CI 7905
determinará a saída de tensão negativa. A medição feita entra as
duas saída terá aproximadamente 10V. A corrente máxima do
circuito será determinada pelo transformador utilizado. Neste caso
500mA. Abaixo tem-se a figura do circuito já constituído em placa
de circuito impresso, bem como a identificação dos componentes,
entras e saídas.
Fig.07

Como já citado acima, a corrente máxima da fonte será


determinada pela capacidade de corrente do Transformador
abaixador escolhido, que como ve-se na imagem abaixo é de
500mA.

Fig.08

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Tanto a placa de circuito impresso com o circuito da fonte


retificador, quanto o transformador abaixador serão simetricamente
inserido em caixa metálica apropriada para tal aplicação, como a
ilustrada logo abaixo na fig.09.

Fig.09

A seguir tem-se na sequencia de imagens que vai da fig.10 à fig.15


a fonte retificadora ja acoplada em sua caixa metalica definida,
restando apenas a devida fixação dos equipamentos.

Fig.10

13

Fig.11

Fig.12

Fig.13

14

Fig.14

Fig.15

15

RESULTADOS

Na fig.16 pode-se observar as tensões de saída para cada pólo,


bem como a tensão de saída entre pólos. Abaixo tem-se o circuito
da fonte retificadora do qual foram realizados os testes que serão
mostrados a seguir.

Fig.16

A fig.17 mostra a senóide da tensão de entrada em D1 e D2.

Fig.17

16

A Fig. 18 é possível se observar a curva de carregamento do


Capacitor C1, bem como o nível de tensão por canal(Capacitor).

Fig.18

Na Fig.19 tem-se a medição de saída conforme esperado para o


circuito analisado, ou seja aproximadamente +5V.

Fig.19

17

Para o circuito com com tensão de saída com valor negativo, a


senóide para D1 e D2 é igual a da Fig.17 acima, ou seja a tensão
de entrada é a mesma para os dois circuitos. Já a senóide obtida
para C3 e C4 no ciruito em questão não, não é visivel a sinalização
do carregamento do capacitor, porém tanto C1 quanto C2 teem o
mesmo valor.

Fig.20

A senóide para a carga no circutio com tensão negativa, tambem se


coporta conforme esperado, tem-se então na saída deste cicuito
aproximadamente -5V, conforme figura abaixo.

Fig.21

18

Na fig.22 a seguir tem-se a sinalização da senóide para as saída de


ambos os circuitos, pode-se notar que suas tensões se somam,
totalizando aproximadamente +10V.

Fig.22
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LISTA DE COMPONENTES

Item 01 02 04 05 06 07 08 09 Descrição do componente eletrônico


ou peça Resistor 1K ou 1K2, 1/8 watts Led, 5mm, vermelho com
porta-led rosqueado. Diodo retificador, 1N4007 Capacitor
eletrolítico, 1000uF, 25V, radial Capacitor de cerâmico, 100 nF
Capacitor eletrolítico, 100uF, 16V CI regulador, 7805, 1A CI
regulador, 7905, 1A

Tab.01

Componentes adionais para a montagem: 13 14 16 17 18 19 21 22


23 24 25 26 27 Caixa para montagem, metálica com tamanho
suficiente para caber a placa e o transformador Bornes para fixação
na caixa (01 Azul, 01Verde e 01Branco) Chave on-off, a ser fixada
na caixa Porta fusível a ser fixado na caixa, com fusível de 500 mA
Cabo de força duplo, para montagem (4m) Parafusos e porcas para
fixação do transformador e da placa Placa de fenolite face simples,
mínimo 10x10 cm 250g de percloreto de ferro para corrosão da
placa Caneta para circuito impresso Furador manual ou furadeira
com bloca fina (máximo 0,8 mm) Bombril (uma caixa) / parafusos
Transformador 127 VCA, saídas +12, -12 e terra (center tap),
500mA. ferramentas: ferro de solda, solda, multímetro, furadeira,
etc.

Tab.02

20

CONCLUSÃO

Ápos realizado o estudo da estrutura proposta para este projeto,


algumas caracteristicas de operação puderam ser comprovadas be
como algumas situações previamente não previstas foram
verifiadas. E de posse desses novos conhecimentos, alguns
comentários podem ser tecidos. Verificou-se que a estutura
desenvolvida é bastante auspiciosa para a proposta que se fez,
tendo em vista sua baixa complexidade de implementação e baixo
custo de produção frente aos resultados obtidos. Uma
caracteristicas a ser destacada, é em relação aos tempos de
condução dos diodos, quando da inserção de capacitores na saída
dos retificadores. Percebeu-se por este projeto que estes tempos
reduzem, uma vez que que os diodos somente entram em
condução quando a tensão de entrada estiver acima da tensão
instântanea dos capacitores. Como sugestão, pensando numa
futura miniaturização desta fonte, poderia adotar-se um
transformador com tenões no secundário, mais alta do que o usado
neste projeto, pois tal mudança, possibilitaria a redução dos
capacitores de entrada dos reguladores de tensão, sem risco de
perda da regulagem, pois assim a ondulação da ten soa nos
capacitores poderia atingir niveis mais altos, e ainda serem
toleraveis pelos reguladores de tensão.

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BIBLIOGRAFIA

http://www.coinfo.cefetpb.edu.br/professor/ilton/apostilas/discip
yahoo/iltonlb/f onte/index.html
http://www.dei.uminho.pt/pessoas/lgoncalves/PCI-Page/PCI.html
http://elektron.no.sapo.pt/circuitos%20impressos1.htm
http://www.alldatasheet.com/ http://www.datasheetcatalog.com/
www.feiradeciencias.com.br sala15 15 07a

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