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;ar lopinião

diário as beiras I 07 -O2-2O11

gente d(t nossc terrq

laediloque o

lcp,ilémicolem

lorúifiesporo

hegaràfinalda

taçadefurtugol?

-:r Hipótese tem, desde que não jogue

como jogou em Guimarães. Tem todas as

hipóteses.

correío

bre a rede escolar

-:-.:, :sta sernana com "pompa

" :-:- esrudocoor-denadopelo

, , -: : Rede Escoiar. Tal docu-

: :.s expectativas em toclos

ì. -,:.eressam pela Ëducação.

:.'

:li um dos que aguardou

. ::-:::e não a contabiÌidacle

.

., :- -.ìquer "merceeiro" da

,.

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" :, l,=gnoslicada a "cloen,

:

.

-

chegar aos mesÌTÌos

(

)

.

.:,, DorQLlê das coisas.

:-.-,1. que eSpeIAVa olltro

ì

:

: : iiosidade ver qual a

i.quei decepcionado.

-. :,.eIeÌ'afábulada"Ci-

, -.,: - :

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:- \Ír. cÌe La Fontaine.

: , : . =:ucação

iìão são pal-

r: -

.,',- :oo de escola, é por-

- -: :::r i:fcnde rlelhor os

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-. -- t,r na escoÌa

públìca.

::ublema" da escola

_- .:irandoàescola

IenLü7CiA

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-.:::reCisOeSbU-

:.,:sinaìização

: -;.iheCe menOS

-

- -- : - =- se entenderá é

:ecìras da calçada

; - =

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,

_llì oo5 passelos cla

.

l.r:aÌ.

em Coimbra

r ., - --

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=:ados

por muito

:, oiso Ïolte a ser

, - l>ctdadãosagra-

.

-=:=--,, nas tambén-l

-

-

.:lanjadO,

João Francisco Campos

Câmara Municipa[, Coimbra

púvada? Para concìusões desse quilate, não

era necessário gastar dinheiro de todos

nós, em nenìrum estudo. O que eu verda- deilar nen te queria ìá ver escri to era o colno

tornar a escola pública mais apetecívei, para que puclesse ser escolhida. Mas isso se caÌhal não foi o qrie "encomendaram',.

Iosé EduardoFenaz

Professor

Privatizar. Porque não dá lucro?

A ideologia de urn Estado uÌtra-mínin.ro

tornorr-se Ì.rá muito démodé, poclendo

afirmar-se que, na actual experiência per-

glo-

baÌmente, o discurso neoÌibcral perde a

passacÌa por incertezas engenclradas

sua credibilidade quanto às possibilidades

cÌe substiftrir satisfatoriarnente

--'rlhca neÌa econouria, \ír entanto. os 5eiÌs

o Estado e a

rÉSalj'ip;.ìJ'ú úi

para eles o Estado

é o principaÌ culpado das incertezas por-nós

ern doses

vivenciadas quotidianamente

cada vez mais crescentes. O episódio mais recente cla perspectiva cleÍênsora da necessi-

-.:c-lìAirì.

r-ercìadeüos r:esponsáveis,

dade de o Estado ser submetido a rima dieta

ocoüeü estâ semana. Na sencla

da tese cavaquiana de 2000, o actual Ì-rderclo

PSD lecÌamou o eircerramento das empresas públicas qtenão dessemlucro, dando como exemplo as empresas de transpoftes.

Dito isto, gostaria de apresentar algur-rs

argumentos justificativos do porquê de

responder negativamente à questão coÌo-

cada. Um ponto de partida possível passa

pela aceitação da intervenção estatal com base no argumento de a mesma promover

o bem-estar dos seus cidadãos. isto é, a pro-

visão clirecta de bens e serviços porparte do

Estado tem por objectivo, não o Ìucro como

dgorosa (

),

alguns ararrlos propagandeiarn,

mas a cotì-

substanciação deumasociedadernaisjusta. Passo a explicar. A importância da produ-

ção estatal de cleterminados bens/serviços rnanifesta-se peÌa iníuência positiva erer.-

cicÌa na ielarlcãl

Ca ::-i:--

--

qlie, o LStaoo ao rornecei graauitameniÈ

ou a preços mínimos, vai beneficìar as famí- lias. Se tomarmos como pressuposto que o

benefício adquile uma importância maior

pala as farÍlias de menores r-enclimentos,

este procedin-rento (papeÌ redistributivo

i'1'r

ry

Victor Teles

Escriturário, Coimbta

clo Estado) justiÍìca a intervenção porque, ao modificar a repartição de rendimentos,

em princípio, contribui para a diminuição

das desigualciades. No caso. por exemplo,

dos "bens privados de provisão pública":

sewiços de eclucação, saúde, servìços de ha-

tritação, transportes, entre outros, embora

as enticlades privaclas os possam produzir, a

sua produção, por parte do Estado justifica-

se pela sua cantibuição para o bem-estar de

utn sociedade. lstt-r é, a difer.cnça et.ìtl e o

valor que o consumo clesses bens in-rplica (o

custo da sua produção pelo Estado) e os gas-

tos em rllle as famílias incorrem no seu uso

(preços simbólicos ou inferiores ao cusio) é

significativo clo vaìor das transferências do Estado para as famílias. Deste modo, numa.

sociedade en-Ì que o Estado utiÌiza estas

transferências conparativamentc a rì LÌ1 r.a onCl.e 1i.o é Clt:ell .1, t:i.: :i-.

.

-

,

--

ManuelMenezes

Professor Universitário

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