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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM BIOLOGIA COMPARADA

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a    

Alunos: Andressa Caroline Flores


Evelyn Barzotto da Silva
Gisele da Silva Costa
Pablo Henrique dos Santos Picapedra

Disciplina: Biologia das Interações entre Organismos


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a    

|  || 
 
Platelmintos ,,,,
D corpo achatado dorso-ventralmente;
D Conhecidos como Tênias;
D Tamanho variado (de mm a m);
D Adultos encontrados no intestino de
peixes;
D Larvas encontradas na cavidade
visceral e órgãos em geral;
,, 

À 
Adultos
Escólex: Fixação
(Ventosas, ganchos e probócides)

Estróbilo Proglotes
colo: zona de crescimento
| | 
,
Neoderme: Importante na tomada ativa de
carboidratos e aminoácidos do
hospedeiro;

Evita a resposta imune do hospedeiro;

A MP externa da neoderme:
microvilosidades especializadas com
͞espinhos͟ (microtríquios).
À | ,  
Consiste nas camadas circular e
longitudinal típicas da parede do
corpo;

Sistema nervoso estende-se


Sistema nefridial ininterruptamente
musculatura através da corrente de
longitudinal proglotes.
 À 
D Massa nervosa anterior no escólex;
D dois cordões laterais longitudinais
posteriormente através do
estróbilo;
D Um par dorsal e um ventral de
cordões, e cordões nervosos laterais
acessórios;
|
Células protonefridiais terminais;
túbulos do parênquima drenam para 4
canais coletores longitudinais, dois dos
quais são dorsolaterais e dois
ventrolatererais;
Os canais ventrais estão conectados por
um canal transversal na extremidade
posterior de cada proglote.
,

Após as proglotes começarem a


serem soltas, os dutos coletores
se abrem para o exterior através
da proglote terminal;
  
Estrobilização: formação contínua
das proglotes;

Sistema reprodutivo completo em


cada proglote;
,
ù
saco cego estendendo-se do oótipo para
dentro do parênquima da proglote
(estocar os zigotos encapsulados em
desenvolvimento, chamados ͞ovos͟);
Fertilização cruzada: quando há
mais de um verme no trato
digestório do hospedeiro;

Auto-fertilização pode ocorrer


entre duas proglotes em um
verme ou mesmo em uma
proglote;
Copulação
,
D o cirro é evertido no interior do gonóporo da
proglote do verme adjacente;

D Os espermatozóides são estocados no


receptáculo seminal do parceiro;

D posteriormente liberados para fertilizar os


ovos no oviduto;
D O zigoto entra, então, no oótipo, no qual
ele é encapsulado junto com vitelócitos;

DEsses ovos entram no útero, no qual


começa o desenvolvimento e a cápsula do
³ovo´ enrijece.

D A proglote terminal madura cheia de


³ovos´, quebra-se do estróbilo.
,
Os ͞ovos͟ são liberados das
proglotes pelas fezes dos
hospedeiros, ou no intestino do
próximo hospedeiro após ingerir
uma proglote.
||
  
Envolve quase sempre mais de dois
hospedeiros;

O primeiro hospedeiro intermediário é


sempre um microcrustáceo e o
definitivo pode ser peixe, ave ou
mamífero;
Peixes suportam,,bem essa relação
parasita-hospedeiro;

Os parasitas adultos retiram do hospedeiro


apenas os nutrientes necessários;

Dependendo da quantidade de vermes


podem causar obstrução intestinal;
Larvas (plerocercóides):
,
encontradas nos peixes quando
hospedeiros intermediários ou de
espera;

Quando alojam-se no intestino dos


peixes podem provocar hemorragia
temporária, seguida de alguma
reação inflamatória.
À 
  
?  

À   


 

Ciclo de vida do parasita a 


 


Fonte: http://www.state.me.us/ifw/fishing/health/vol1issue1.htm
Espécie de água doce nativa do Canadá, 
 

O cestóide Y  



infectando o peixe.

Fonte: http://apscience.org.au/projects/APSF_04_2/apsf_04_2.htm
Y  

, infectando a espécie 
 
.

Fonte: http://apscience.org.au/projects/APSF_04_2/apsf_04_2.htm
Em destaque, vários indivíduos da espécie V  
 infectando a truta
arco-íris ( 




Fonte: http://www.state.me.us/ifw/fishing/health/vol3issue6.htm
Tênia extraída de a 
  

Fonte: http://apscience.org.au/projects/APSF_04_2/apsf_04_2.htm
Trypanorhyncha na região abdominal de | 
 
. (DIAS,
2008).
Trypanorhyncha na serosa de |
   (DIAS, 2008).
Plerocercóides de a 
 
no mesentério de  


 

?  
De maneira geral os sintomas provocados pelos
cestóides são difíceis de serem percebidos.
Acredita-se que os peixes suportam bem o
parasitismo determinado pela maioria das tênias.

„       


      

R  
e 


são duas espécies de tênias encontradas com
freqüência parasitando a   , o jaú.
J 
spp. É uma tênia encontrada com
freqüência em carpas na Europa.

Fonte: KUPERMAN, B., MATEY, V www.sci.sdsu.edu/classes/biology/bio588/ParasitesSoCA.html


a 

R  
está associada a
capacidade do parasita em perfurar a parede
intestinal, atravessando todas as camadas do
intestino do peixe, determinando hemorragia de
grande extensão e a formação de material necrótico
na zona de fixação do escólex.
Ô 
 
  

     !""#


 está relacionada com
a descamação do epitélio intestinal, presença de
focos necróticos e aumento de fibroblastos no
ponto de ataque, além do aumento no número de
linfócitos intestinal.

Ô 
 
   

    !""#
J 
spp. quando em grande
intensidade de infecção, podem espoliar
intensamente o peixe, provocar obstrução do
intestino, em casos extremos, perfuração
intestinal.
à  
Necropsia dos peixes.

Exame dos órgãos internos, em especial o


intestino, tratando-se de parasitas adultos.

Para se encontrarem as larvas deve-se


pesquisar a cavidade visceral e órgãos em geral.
a
  
Eliminar os microcrustáceos caso estejam
presentes na criação, pois funcionam como
transmissores dos parasitas.

Fig.: copepod with merocercoid (arrow); b: free merocercoid after release from copepod,
having invaginated scolex with apical end organ (a.o.) and four suckers (s). Bar = 100 µm

Fonte: Falavigna-Morais, D., L. Machado & G. Pavanelli.2003.



 

Não existe tratamento para combater as larvas


dos cestóides.

Apenas tênias adultas podem ser controladas,


utilizando-se Óxido de Di-N-Butyl Estanho,
misturado a ração, numa dosagem de 25g para
cada 100 kg de peixe, durante 3 dias.


| 

Deve ser realizada logo após a captura dos


peixes, devendo os parasitas ainda estarem vivos,
o que permitirá boas preparações facilitando a
observação de estrutura e órgãos internos
fundamentais para a identificação das espécies.
Ô

Antes de serem fixados, os cestóides devem ser


mortos com a musculatura relaxada para facilitar a
observação água destilada e mantidos no
refrigerador até morrerem com a musculatura
relaxada (AMATO  ., 1991).

Cortes transversais para se verificar a


distribuição dos vários órgãos no interior do
estróbilo.

      

Intestino
Celoma
Ductos biliares ou pancreáticos.

Observação do hospedeiro deve ser feita, se possível,


imediatamente após a morte nos parasitas
podem ocorrer alterações, como perda de ganchos do
rostelo, impedindo assim a observação das
características importantes para sua identificação.
Caso não seja possível examinar o hospedeiro logo
após a sua morte é aconselhável congelar as
vísceras o mais rápido possível.

Um método alternativo consiste em fixar todo o trato


digestório (contendo o parasita) em formol neutro a
4% podendo assim o exame ser feito
posteriormente.
a         
     

Pode-se raspar a mucosa com auxílio de um bisturi, para


soltar o escólex, sendo depois o conteúdo intestinal
lavado através de uma peneira de malha fina (154 ȝm)
para se separarem os parasitas do muco.

            


  
  !"#

Congelamento do intestino, imediatamente depois da


coleta, por etanol a 95% resfriado em gelo seco. Este
processo causa instantaneamente a morte das espécies,
que permanecem assim na exata posição que
ocupavam.
| 

É imprescindível para os estudos


morfológicos.

Os corantes mais utilizados são a


Hematoxilina, Carmim e azul de metileno
(para uma melhor observação dos órgãos
sexuais).
 $   

Colocados em um pedaço de papel rígido


(cartão), encharcado com etanol 95%. Então o
parasita deve ser cuidadosamente esticado,
coberto com uma lâmina de vidro do mesmo
tamanho.

Colocar os espécimes em placa de Petri com


etanol 95%, e depois 100% por 30 min em cada
solução.
Em seguida os parasitas devem ser clarificados
em concentrações crescentes de Eugenol (óleo
cravo) diluído em etanol absoluto.

Montar em lâminas permanentes em Bálsamo do


Canadá (meio de montagem mais utilizado).
Para a identificação de muitas espécies de
cestóides é necessário efetuar cortes
histológicos, podendo empregar-se a técnica
descrita por Jones (1990):

Corte no plano horizontal longitudinal

Corte transversal
Fonte: EIRAS, J. C.; TAKEMOTO, R. M.; PAVANELLI, G. C. 2006.
Para o estudo do ciclo de vida e
caracterização da relação parasita-
hospedeiro é útil, e por vezes
necessário, efetuar infecções
experimentais no sentido de reproduzir
em laboratório o ciclo de vida dos
parasitas
©  ©
EIRAS, J. C.; TAKEMOTO, R. M.; PAVANELLI, G. C. $
 
 

$
   
  
  
. 2. ed. Maringá: EDUEM, v.
500. 199 p. 2006.

DEPARTMENT OF INLAND FISHERIES AND WILDLIFE. Ô


 % &



'(  V  
# Estate of Maine. Disponível em:
<http://www.state.me.us/ifw/fishing/health/vol3issue6.htm> Acesso em: 15 nov
2009.

DIAS, L. N. S. |
 
   '    
   )
    
    *+ 61p. Dissertação (mestrado em
Ciência Animal) Universidade Federal do Pará, Belém, PA. 2008.

FALAVIGNA-MORAIS, D., MACHADO L. F. & PAVANELLI G. a 


  ,|
      
   a -
  J *. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz 98: 69-72. 2003.
OLIVEIRA, S. A. L. a
. 
   

   
 
   
 
   )     
      J 
 70p.
Dissertação. (Mestrado em Ciência Animal) Universidade Federal do Pará,
Belém, PA. 2005.

PAVANELLI, G. C.; EIRAS, J. C.; TAKEMOTO, R. M. 


 

  
    . 3. ed. Maringá: , v. 1000. 311 p. 2008.

RUPPERT, E. E.; FOX, R. S.; BARNES, R. D. / 


&  
 
    0  Trad. MARQUES, C. 7ª Edição. São Paulo.
Editora Roca. 11143p. 2005.

THE AUSTRALIA & PACIFIC SCIENCE FOUNDATION. The importance of


parasites in the conservation of native freshwater fish. Disponível em:
<http://apscience.org.au/projects/APSF_04_2/apsf_04_2.htm> Acesso em: 14
nov 2009.
KUPERMAN, B., MATEY, V. a 

 &  
 Ô
 1  
 
 
 2   |  Disponível em:
<www.sci.sdsu.edu/classes/biology/bio588/ParasitesSoCA.html> Acesso em:
14 de novembro de 2009.

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