Вы находитесь на странице: 1из 55

CURSO DE LICENCIATURA EM

COMPUTAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

CAMPUS ANTÔNIO MARIZ


PATOS-PB

Novembro/2006.
Sumário

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ............................................................................................ 5


2. JUSTIFICATIVA ................................................................................................................... 5
3. PRESSUPOSTOS TEÓRICOS FILOSÓFICOS ....................................................................7
4. METODOLOGIA ........................................................................................................................ 9
5. OBJETIVOS DO CURSO............................................................................................................ 11
5.1. Objetivo Geral ............................................................................................................... 11
5.2. Objetivos Específicos .................................................................................................... 11
6. CONCEPÇÃO/PERFIL PROFISSIONAL ....................................................................................... 11
7. COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES .......................................................................... 12
8. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL ..................................................................................... 12
9. LINHAS DE PESQUISA .....................................................................................................12
10 - COMPOSIÇÃO CURRICULAR...................................................................................... 13
10.1 - Organização Curricular .............................................................................................. 13
10.2. Estrutura Curricular por Semestre ............................................................................... 15
11. SISTEMA DE AVALIAÇÃO ...................................................................................................... 19
12. EMENTÁRIO ......................................................................................................................... 20
13- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................... 57

4
1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

• Nome do Curso: Computação - Licenciatura Plena


• Modalidade – Licenciatura
• Criação do Curso: Resolução UEPB/CONSUNI/017/2006 em 29 de Março de 2006
• Carga Horária total: 2.875horas
• Turno(s) de funcionamento: Diurno e Noturno
• Duração do Curso:
Diurno - Mínima: 8 semestres - Máxima: 14 semestres
Noturno - Mínima: 9 semestres - Máxima: 15 semestres

2. JUSTIFICATIVA

O crescente avanço da informática e sua cada vez mais freqüente utilização nas
diversas atividades desenvolvidas pela sociedade organizada, bem como a importância dos
equipamentos digitais e dos aplicativos eletrônicos no armazenamento e tratamento de dados
e da informação como instrumentos fundamentais para a produção de novos conhecimentos,
constituem fatores determinantes para a incorporação destas ferramentas no processo
educativo formal. Diante dessa constatação, faz-se necessário a formação de profissionais não
só capacitados a ensinar o funcionamento de jogos, simuladores e aplicativos, mas também de
um professor capaz de estimular no aluno a capacidade de exploração de sua criatividade e de
buscar novas formas de pensar e de selecionar informações. Assim, é interessante qualificar e
estimular profissionais para aprender a aprender e utilizar a tecnologia para a busca, seleção e
análise das informações direcionadas à construção e reconstrução contínua dos seus
conhecimentos, utilizando-se do computador como ferramenta de apoio no processo de
ensino-aprendizagem.
Com base nas necessidades acima citadas a Universidade Estadual da Paraíba
implantou em 2003 o Curso de Licenciatura em Informática (hoje denominado Licenciatura
em Computação), o qual passou a funcionar no Centro de Ciências e Tecnologia, instalado no
Campus Edvaldo do Ó (Campus I) da UEPB em Campina Grande, objetivando capacitar
professores para atuarem diretamente com o uso da informática na educação. Em 2006 a
UEPB passou a implementar um plano de expansão para pólos regionais de desenvolvimento
estadual. Tal expansão levou em consideração tanto a importância para a sociedade paraibana
da criação de novas oportunidades de formação em nível superior, mediante a oferta de vagas
públicas e gratuitas, como a política de Educação do Governo Estadual, definida no Plano
Estadual de Educação, a qual contempla a expansão do ensino superior como ação

5
complementar para o desenvolvimento educacional do Estado. Dentro desse plano de
expansão o Conselho Universitário da Universidade Estadual da Paraíba, com a aprovação da
RESOLUÇÃO/UEPB/ CONSUNI/ 017/2006, de 29 de março de 2006, criou o Curso de
Licenciatura em Computação para funcionar no Campus Antônio Mariz (Campus VII) da
Instituição, localizado na cidade de Patos - PB. O novo curso está proposto para funcionar no
Regime Seriado Semestral, com duas entradas anuais nos turnos diurno e noturno, ofertando
45 vagas em cada entrada e em cada turno.
Os documentos preliminares produzidos pela comissão de especialistas de ensino de
computação e informática, bem como o perfil do Licenciado em Computação sugerido pela
Sociedade Brasileira de Computação (SBC), idealizam um professor de Informática com um
amplo conhecimento em Ciência da Computação integrado com domínio de técnicas
educacionais e formação didático-pedagógica. Neste sentido, o Curso de Licenciatura em
Computação oferece conteúdos básicos que conduzem para a formação do educador, tais
como Didática, Filosofia da Educação e Psicologia, Desenvolvimento e Aprendizagem, bem
como conteúdos específicos da área de Informática como, dentre outros, Banco de Dados,
Inteligência Artificial, Programação e Redes de Computadores. Esta preparação básica,
complementada com conteúdos em componentes curriculares obrigatórios da área
humanística ou eletiva de formação geral, configuram uma estrutura curricular bastante
adequada para o perfil do profissional desejado.
A implementação desta proposta pela UEPB se constitui numa ação de real interesse
para a sociedade, possibilitando a formação de profissionais com um cabedal de
conhecimentos e informações de alto nível, com visão ampla na área de computação e na de
educação. Tais profissionais certamente poderão contribuir para o desenvolvimento científico,
educacional, tecnológico e social do Estado e do País. Além disso, a proposta deste curso vem
consolidar o Estado da Paraíba no seleto grupo de estados brasileiros que possuem curso de
formação de professores na área de computação.
O Curso de Licenciatura em Computação será instalado com a infra-estrutura
adequada correspondente a laboratórios de informática equipados com computadores de
última geração e recursos de multimídia; salas de aula com quadro negro e cadeiras
confortáveis; uma biblioteca com livros específicos e atualizados da área de Informática
dispondo de número de exemplares compatível com o fluxo de alunos do curso; um corpo
docente capacitado que deverá ser contratado à medida que os componentes curriculares mais
avançados sejam oferecidos; e instalações físicas que abriguem: o pessoal técnico-
administrativo os docentes e os estudantes em condições adequadas a um ambiente
universitário.

6
3. PRESSUPOSTOS TEÓRICOS FILOSÓFICOS

A informática, segundo VELLOSO (2000), “é a informação automática, ou seja, é o


tratamento da informação de maneira automatizada, onde se presume o uso do computador
como ferramenta para a obtenção, manuseio e divulgação das informações”. O vocábulo
informática é um neologismo criado na França 1966 como informatique, difundido pela
comunidade internacional como informatic e compreende conhecimentos que perpassam tanto
pela área das ciências exatas quanto pela das ciências sociais aplicadas, mais precisamente na
ciência da informação. Ainda segundo VELLOSO (2000); a informática encontra-se na
interface de quatro áreas do conhecimento: a Ciência da Computação que se preocupa com o
processamento dos dados, abrangendo a arquitetura das máquinas e as respectivas engenharias
de softwares, ou seja, sua programação; a Ciência da Informação voltada para o trato da
informação, mais precisamente o seu armazenamento e a sua veiculação; a Teoria dos
Sistemas que propõe a solução de problemas a partir da conjugação dos elementos capazes de
levar a objetiva pretendida e a Cibernética que se preocupa com a busca da eficácia de ações
ordenadas sob convenientes mecanismos de automação. Tal caracterização da informática
evidencia a relevância de suas técnicas e metodologias para a vida do homem contemporâneo,
qualquer que seja a sua área de atuação na sociedade. Assim, a informática, como ferramenta
indispensável ao desenvolvimento técnico e científico, deve estar inserida na educação
quando da discussão da utilização do computador como instrumento no processo ensino-
aprendizagem.
O Brasil, a partir do final da década de 70 do século XX, tendo como parâmetro outros
países, como França, Estados Unidos e Espanha, iniciou um processo de levar computadores
às escolas públicas de educação básica. Assim, em 1979 foram iniciadas as primeiras ações
governamentais para interligar a educação com a informática, o que levou a Secretaria
Especial de Informática (SEI), em 1980, a criar a Comissão Especial de Educação,
responsável por juntar subsídios com o intuito de definir as normas e diretrizes para a área de
informática na educação. Alguns projetos Governamentais foram implementados com o
objetivo de criar centros pilotos em universidades brasileiras, pretendendo desenvolver
pesquisas sobre diversas aplicações do computador na educação e formação de recursos
humanos na área de informática educativa.
Em 1989 foi lançado pelo MEC o PRONINFE – Programa Nacional de Informática
Educativa, dando continuidade a projetos anteriores e contribuindo especialmente para a
capacitação de professores e criação de laboratórios, definindo um modelo de organização e
funcionamento para a capacitação das atividades em todas as áreas da educação nacional. As
7
experiências acumuladas nesses projetos é que deram origem ao atual programa do governo,
o PROINFO (Programa Nacional de Informática na Educação), lançado em 1997 pela
Secretaria de Educação à Distância (SEED/MEC), que tem como objetivo estimular e dar
suporte a introdução de tecnologia de informática nas escolas, nos níveis fundamental e médio
de todo o país.
Um curso de licenciatura objetiva formar professores para atuarem na educação básica
no ensino fundamental e médio, conforme preconizam a Lei Nº. 9394 de 20/12/1996 que
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Assim, considerando a informática
indispensável ao desenvolvimento técnico, científico e educacional de qualquer cidadão, o
exercício da docência nesta área na educação básica pressupõe uma formação em nível de
licenciatura plena.
Um curso de licenciatura em computação está submetido à Resolução
CNE/CP/02/2002 que regulamenta a duração e a carga horária de 2.800 (duas mil e
oitocentas) horas para os cursos de licenciatura, de graduação plena, para a formação de
professores da educação básica em nível superior, e que o curso propicie ao aluno a realização
de um total de 400 horas de prática como componente curricular, vivenciadas ao longo do
curso e 400 horas de estágio curricular supervisionado.
Para a Sociedade Brasileira de Computação (SBC) a Licenciatura em Computação é
um curso de formação profissional docente que tem como fator principal a formação
especializada e multidisciplinar. O profissional licenciado deverá dedicar-se à educação
básica nas escolas, dando ênfase as séries finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio,
envolvendo também a Educação Profissional, não deixando de atender as demandas da
formação especializada.
Um professor de Computação deve, portanto, orientar-se pela pesquisa/investigação e
serem agentes capazes de promover um espaço para a interdisciplinaridade, a comunicação e
a articulação, entre as diversas disciplinas e áreas do conhecimento do Currículo Escolar.
Deve promover o desenvolvimento das capacidades humanas a partir de uma concepção e
estrutura curriculares aberta, dinâmica, e contempladoras do conhecimento historicamente
acumulado nas disciplinas acadêmicas e dos saberes produzidos no âmbito das práticas sociais
e culturais.
Segundo a SBC a obtenção dessas competências podem se dar mediante o atendimento
de alguns requisitos que visam à formação do profissional de Computação com uma
característica própria que integre a formação pedagógica e a formação específica, visando a
mudança de postura e tomada de consciência frente ao contínuo processo de formação
docente.

8
Nos aspectos ético-sociais a SBC o licenciado em computação deverá ter capacidade
de compreender e estabelecer conexões de conhecimentos coletivos, individuais, de cidadania,
e de preservação ambiental, sendo capazes de refletir sobre os princípios éticos que governam
a sociedade, e aqueles que se refere à tecnologia da informação.

4. METODOLOGIA

A pluralidade dos conteúdos a serem ensinados exigirá sempre processos alternativos


de ensino-aprendizagem.
Assim sendo, aulas expositivas suportadas por salas de aulas informatizadas, com
postos de trabalhos conectados em rede e utilização de equipamentos modernos de
apresentação, constituem recursos indispensáveis na transferência dos aspectos formais
presentes nos componentes curriculares, viabilizando demonstrações concretas (simuladas)
dos conceitos abstratos, de fundamental importância para a sólida formação básica do aluno.
Adicionalmente, laboratórios temáticos mantidos pelo curso possibilitam o
desenvolvimento de atividades práticas necessárias à consolidação dos conhecimentos teóricos
adquiridos, por intermédio da resolução de problemas extraídos do contexto econômico-
político-social que se vivencia. Com isso, exercita-se uma interação maior entre a universidade
e a sociedade.
De forma complementar, recursos como: seminários, relatórios, estudos de casos,
simulações, estágios, programas científicos, entre outros, são promovidos como forma de
estimular a criatividade, despertar a curiosidade científica, melhorar o senso crítico e
desenvolver nos alunos habilidades necessárias e requeridas ao tratarem com situações reais.
O compromisso do curso com os novos tempos direciona seus esforços para a
formação de um profissional capaz de construir e compartilhar conhecimento e informação.
Portanto, o aparato metodológico anteriormente descrito se insere num contexto semântico mais
abrangente em que:

● O professor deixa de ser um mero provedor de fatos, informações e regras para ser um
facilitador da aprendizagem;
● O aluno deixa de ser um receptor passivo de informações para ser um ativo pesquisador e
investigador de problemas reais;
● As componente curriculares deixam de ser vistas isoladamente e passam a ser instantes de
um conhecimento agregado; e
● O ensino dos fatos não necessariamente deve preceder o uso dos fatos.

9
A flexibilidade do currículo ora proposto possibilita para o aluno, com a escolha de
componentes curriculares eletivos, o aprofundamento em mais de uma subárea da Computação
e da Informática que lhe seja mais atraente Os componentes curriculares que envolvem
projetos e estágios orientam o aluno a tomar para si a responsabilidade dos rumos de sua
carreira.
A capacidade de expressão oral do aluno é trabalhada por meio de seminários sobre
assuntos pertinentes às componentes curriculares, mas que obrigatoriamente não são
trabalhados em sala de aula. A expressão escrita é estimulada com a redação de monografias e/ou
relatórios técnicos para os trabalhos realizados. O domínio, em nível de leitura, de línguas
estrangeiras, em particular a língua Inglesa, é estimulado pela leitura de bibliografia
especializada, sejam livros ou revistas ou pela consulta em bibliotecas virtuais disponíveis na web.
A metodologia de ensino para o Curso de Licenciatura em Computação não se volta
apenas para as atividades em sala de aula. As atividades complementares citadas
anteriormente, são de fundamental importância na formação pretendida para o egresso do
curso. Assim, os alunos serão orientados a se engajarem nos diversos programas (Iniciação
Científica, Monitoria, Seminários, Empresa Júnior e Estágios) de modo a vivenciarem
intensamente as atividades de ensino, pesquisa e extensão, necessárias a sua formação.
O currículo do curso de Licenciatura em Computação abrange as seguintes áreas de
formação acadêmica e profissional:
● Formação Geral compreendendo um conjunto de conhecimentos básicos das ciências
humanas.
● Formação Pedagógica abordando conteúdos necessários à docência no Ensino
Fundamental e Médio e em Cursos Profissionalizantes.
● Formação Básica em Computação compreendendo um conjunto de conhecimentos
mínimos para alfabetização em computação, teoria e prática fundamental a todos os cursos da
área de informática.
● Formação Tecnológica em Computação que inclui um conjunto de conhecimentos
específicos de alto teor tecnológico e de capacitação para o desenvolvimento profissional de
produtos de soluções em computação.
● Formação Profissional Específica conferido por um conjunto de componentes curriculares
que congregam conteúdos multidisciplinares de formação em informática educativa.

10
5. OBJETIVOS DO CURSO

5.1. Objetivo Geral

O curso de Licenciatura em Computação tem como objetivo primordial, formar


educadores qualificados para o exercício da docência no ensino fundamental e médio e cursos
técnico-profissionalizantes da área de informática, com conhecimentos sólidos e abrangentes
na área de computação e informática, enfatizando os aspectos técnico-científicos,
pedagógicos, éticos e humanísticos e habilitados ao ensino, elaboração de produtos
educacionais e projetos pedagógicos de informática.

5.2. Objetivos Específicos

● Formar professores/educadores para um mundo em constantes transformações científicas,


tecnológicas e culturais.
● Promover uma educação formadora, capaz de mobilizar e gerar atitudes, valores e saberes
próprios de um espírito livre e de uma vida profissional provedora de responsabilidades.
● Fornecer recursos intelectuais com vistas à comunicação e a articulação entre as diversas
áreas do conhecimento.
● Capacitar os educadores para a elaboração e especificação de softwares educacionais e
sistemas de educação a distância, atendendo tanto às questões tecnológicas quanto
pedagógicas.
● Fornecer subsídios para os educadores utilizarem os avanços da computação com o objetivo
de gerar inovações nos processos de ensino e aprendizagem.
● Desenvolver nos educadores a formação em informática com rigor científico, tecnológico,
ético, humanístico e didático pedagógico orientando-se pela pesquisa/ação.

6. CONCEPÇÃO/PERFIL PROFISSIONAL

O licenciado em Computação deve ser ético, ter conhecimento científico, tecnológico,


humanístico e pedagógico, a fim de orientar o aluno na compreensão/transformação da
realidade. Este profissional é um educador, deve estar capacitado para o ensino de
computação, na Educação Básica e no Ensino Técnico-Profissional, e para acompanhar a
evolução das novas tecnologias na área de computação e informática educacional.

11
7. COMPETÊNCIAS, ATITUDES E HABILIDADES

Exercer a docência e realizar a pesquisa em tecnologia e informática, de forma ética,


contemplando as últimas tendências do momento;

● Desenvolver, utilizar e avaliar softwares educacionais;


● Planejar, avaliar e executar currículos que empreguem a computação como suporte e apoio
educativo;
● Desenvolver processos de formação utilizando a informática como meio de incentivo à
aprendizagem;
● Elaborar e desenvolver projetos de Ensino a Distância;
● Organizar e administrar laboratórios de informática;
● Desenvolver materiais instrucionais, mediante a utilização de recursos tecnológicos
disponíveis;
● Estabelecer mediações entre o conhecimento da informática e o conhecimento pedagógico,
a fim de favorecer a uma melhoria da aprendizagem.
● Trabalhar em equipe.

8. CAMPO DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL

O Licenciado em computação exercerá atividades docentes na área de computação e


informática, atuando nos Sistemas de Ensino, bem como, em setores de recursos humanos de
empresas na capacitação de funcionários. Assim sendo, o licenciado poderá atuar em:
● Escolas Públicas;
● Escolas Particulares;
● Escolas Técnicas;
● Escolas de Informática;
● Empresas Públicas/Privadas;
● ONGS;
● Institutos de Pesquisa.

9. LINHAS DE PESQUISA

Recursos Didáticos e Midiáticos para o Ensino de Computação. O objetivo desta linha é


buscar aperfeiçoar os processos existentes e a criação de novos processos que estimulem o
interesse e o potencial para o ensino-aprendizagem de Computação. Esta exploração será
sempre a da analise investigativa do que já foi feito, da critica, e, especialmente, a da criação

12
de novos processos que usem os recursos didáticos e midiáticos (revistas, jornais, paginas
webers, CDs, vídeos, etc.) disponíveis para uma divulgação/popularização da ciência.
Computação Aplicada à Educação. Esta linha tem como objetivo principal pesquisar a
utilização do computador como ferramenta de ensino aprendizagem.
Desenvolvimento de Softwares Educacionais. O objetivo desta linha de pesquisa é
desenvolver sistemas especializados para uso educacional.

10 - COMPOSIÇÃO CURRICULAR

10.1 - Organização Curricular

ATIVIDADES HORAS PERCENTUAL


Básicas 1716 59,7%
Complementares Obrigatórias 198 6,7%
Didático-Pedagógicas 829 29%
Eletivas 132 4,6%
Total 2875 100%

ATIVIDADES BÁSICAS CARGA HORÁRIA


Introdução à Microinformática 66
Algoritmos e Linguagem de Programação I (Pascal) 66
Organização e Arquitetura de Computadores 66
Engenharia de Software 66
Algoritmos Linguagem de Programação II (Java) 66
Estrutura de Dados 66
Cálculo Numérico 66
Linguagens de Programação para Educação 66
Matemática Instrumental I 66
Matemática Instrumental II 66
Álgebra Linear 66
Lógica para Computação 66
Cálculo Diferencial 66
Cálculo Integral 66
Estatística 66
Fundamentos de Física I 33
Fundamentos de Física II 33
Software Educacional 66
Inteligência Artificial na Educação 66
Multimídia na Educação 66
Computação Gráfica 66
Banco de Dados 66

13
Redes de Computadores 66
Educação a Distância 33
Produção de Materiais Instrucionais 66
Compiladores 66
Sistemas Operacionais 66
Trabalho Acadêmico Orientado 33
Total 1716

ATIVIDADES COMPLEMENTARES OBRIGATÓRIAS CARGA HORÁRIA


Metodologia Científica 66
Pesquisa em Ensino de Computação 33
Seminário em Informática na Educação 33
Inglês Instrumental 66
Totais 198

ATIVIDADES DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS CARGA HORÁRIA


Prática Pedagógica em Computação I 66
Prática Pedagógica em Computação II 33
Prática Pedagógica em Computação III 33
Prática Pedagógica em Computação IV 33
Estágio Supervisionado I 100
Estágio Supervisionado II 100
Estágio Supervisionado III 100
Estágio Supervisionado IV 100
Processo Didático, Planejamento e Avaliação. 66
Organização do Trabalho Escola e o Currículo 66
Psicologia, Desenvolvimento e Aprendizagem. 66
Sociologia da Educação 33
Filosofia da Educação 33
Totais 829

ATIVIDADES ELETIVAS CARGA HORÁRIA


Empreendimentos em Informática 33
Teoria da Computação 33
Organização de Arquivos 33
Linguagens Formais 33
Internet Aplicada à Educação 33
Gerência de Redes 33
Sistemas de Informação 33
Organização e Métodos 33
Antropologia Cultural 33
Ética e Cidadania 33

14
Planejamento e Gestão Educacional 33
Sistemas de Apoio a Decisão 33
Planejamento e Gerência de Projeto 33
Hipermídia Educacionais 33
Segurança de Dados 33
Projeto de Interfaces 33
Avaliação da Aprendizagem 33
Educação Popular 33
Fundamentos e Metodologia da Educação Especial 33
Dinâmica das Relações Grupais 33
Fundamentos da Educação Infantil 33
Atividade de Pesquisa 33
Atividade de Extensão 33
Projeto com Orientação a Objetos 33
Seminários 33
Mínimo a cursar 132

10.2. Estrutura Curricular por Semestre

Os componentes curriculares estão distribuídos por semestre da seguinte forma:


Turno Diurno:
PRIMEIRO SEMESTRE - EDUCAÇÃO E SOCIEDADE
Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Matemática Instrumental I 66 04
Introdução à Microinformática 66 04
Lógica para Computação 66 04
Filosofia da Educação 33 02
Sociologia da Educação 33 02
Prática Pedagógica em Computação I 66 04
TOTAL 330 20

SEGUNDO SEMESTRE - EDUCAÇÃO E SOCIEDADE


Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Matemática Instrumental II 66 04
Metodologia Científica 66 04
Organização e Arquitetura de Computadores 66 04
Cálculo Diferencial 66 04
Algoritmos e Linguagem de Programação I(Pascal) 66 04
Prática Pedagógica em Computação II 33 02
TOTAL 363 22

15
TERCEIRO SEMESTRE - O COTIDIANO ESCOLAR; ORGANIZAÇÃO DO
TRABALHO NA ESCOLA.
Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Inglês Instrumental 66 04
Álgebra Linear 66 04
Organização do Trabalho na Escola e o Currículo 66 04
Cálculo Integral 66 04
Fundamentos de Física I 33 02
Prática Pedagógica em Computação III 33 02
TOTAL 330 20

QUARTO SEMESTRE - O COTIDIANO ESCOLAR: ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO


NA ESCOLA
Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Engenharia de Software 66 04
Algoritmos e Linguagem de Programação II (Java) 66 04
Psicologia, Desenvolvimento e Aprendizagem. 66 04
Estrutura de Dados 66 04
Fundamentos de Física II 33 02
Prática Pedagógica em Computação IV 33 02
Estatística 66 04
TOTAL 396 24

QUINTO SEMESTRE – DOCÊNCIA/ INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA


Carga CH
COMPONENTES CURRICULARES Horária Semanal
Total
Linguagens de Programação para Educação 66 04
Software Educacional 66 04
Inteligência Artificial na Educação 66 04
Processo Didático, Planejamento e Avaliação 66 04
Estágio Supervisionado I 100 06
Eletiva 1 33 02
TOTAL 397 24

SEXTO SEMESTRE – DOCÊNCIA/ INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA


Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Redes de Computadores 66 04
Banco de Dados 66 04
Sistemas Operacionais 66 04
Educação a Distância 33 02
Pesquisa em Ensino de Computação 33 02
Estágio Supervisionado II 100 06
TOTAL 364 22
16
SÉTIMO SEMESTRE – DOCÊNCIA/ INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA
Carga Horária CH Semanal
COMPONENTES CURRICULARES Total
Multimídia na Educação 66 04
Computação Gráfica 66 04
Produção de Materiais Instrucionais 66 04
Seminário em Informática na Educação 33 02
Estágio Supervisionado III 100 06
Eletiva 2 33 02
TOTAL 364 22

OITAVO SEMESTRE – DOCÊNCIA/ INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA


Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Compiladores 66 04
Trabalho Acadêmico Orientado (TAO) 33 02
Cálculo Numérico 66 04
Eletiva 3 33 02
Eletiva 4 33 02
Estágio Supervisionado IV 100 06
TOTAL 331 20

TURNO NOTURNO
PRIMEIRO SEMESTRE - EDUCAÇÃO E SOCIEDADE
Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Matemática Instrumental I 66 04
Introdução à Microinformática 66 04
Filosofia da Educação 33 02
Sociologia da Educação 33 02
Prática Pedagógica em Computação I 66 04
Lógica para Computação 66 04
TOTAL 330 20

SEGUNDO SEMESTRE - EDUCAÇÃO E SOCIEDADE


Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Matemática Instrumental II 66 04
Metodologia Científica 66 04
Cálculo Diferencial 66 04
Algoritmo e Linguagem de Programação I(Pascal) 66 04
Prática Pedagógica em Computação II 33 02
Eletiva 1 33 02
TOTAL 330 20
17
TERCEIRO SEMESTRE – O COTIDIANO ESCOLAR / A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO
NA ESCOLA
Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Organização e Arquitetura de Computadores 66 04
Organização do Trabalho na Escola e o Currículo 66 04
Álgebra Linear 66 04
Fundamentos de Física I 33 02
Inglês Instrumental 66 04
Prática Pedagógica em Computação III 33 02
TOTAL 330 20

QUARTO SEMESTRE - O COTIDIANO ESCOLAR / A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO


NA ESCOLA
Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Cálculo Integral 66 04
Algoritmos e Linguagem de Programação II (Java) 66 04
Psicologia, Desenvolvimento e Aprendizagem 66 04
Fundamentos de Física II 33 02
Software Educacional 66 04
Prática Pedagógica em Computação IV 33 02
TOTAL 330 20

QUINTO SEMESTRE - DOCÊNCIA/INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA


Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Processo Didático, Planejamento e Avaliação. 66 04
Estrutura de Dados 66 04
Engenharia de Software 66 04
Banco de Dados 66 04
Eletiva 2 33 02
TOTAL 297 18

SEXTO SEMESTRE – DOCÊNCIA/INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA


Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Inteligência Artificial na Educação 66 04
Estatística 66 04
Linguagem de Programação para Educação 66 04
Eletiva 3 33 02
Estágio Supervisionado I 100 06
TOTAL 331 20

SÉTIMO SEMESTRE – DOCÊNCIA/INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA


Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Redes de Computadores 66 04
Seminário em Informática na Educação 33 02
18
Produção de Materiais Instrucionais 66 04
Pesquisa em Ensino de Computação 33 02
Estágio Supervisionado II 100 06
TOTAL 298 18

OITAVO SEMESTRE – DOCÊNCIA/ INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA


Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Multimídia na Educação 66 04
Sistemas Operacionais 66 04
Computação Gráfica 66 04
Eletiva 4 33 02
Estágio Supervisionado III 100 06
TOTAL 331 20

NONO SEMESTRE – DOCÊNCIA/INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA


Carga Horária CH
COMPONENTES CURRICULARES Total Semanal
Compiladores 66 04
Educação a Distância 33 02
Cálculo Numérico 66 04
Trabalho Acadêmico Orientado (TAO) 33 02
Estágio Supervisionado IV 100 06
TOTAL 298 18

11. SISTEMA DE AVALIAÇÃO

A Sistemática de Avaliação desdobra-se em dois aspectos: a avaliação institucional,


do projeto em si, que prevê instrumentos avaliatórios semestrais e participativos do corpo
docente e discente e, a avaliação discente (avaliação da aprendizagem) realizada em cada
componente curricular ou atividade dependerá dos seus objetivos e especificidades, seguindo
ao disposto na resolução UEPB/CONSEPE/03/2005.

A avaliação do Projeto será realizada através de encontros semestrais com a


participação dos professores envolvidos no curso, nos quais serão avaliadas todas as
atividades pedagógicas desenvolvidas neste período e sugeridas correções para eventuais
falhas detectadas na implementação do Projeto. Serão, também, aplicados questionários
junto ao corpo discente com o objetivo de também contar com a contribuição dos mesmos.

19
12. EMENTÁRIO

Matemática Instrumental I - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Lógica Formal. Conjuntos. Funções e Relações. Álgebra Abstrata. Análise Combinatória.
Bibliografia:
GERSTING, J. L. Fundamentos Matemáticos para Ciência da Computação. Rio de Janeiro: LTC, 3a
ed., 1995.
NACHBIN, Leopoldo. Introdução à Álgebra. Rio de Janeiro: McGraw-Hill do Brasil, 1971. Robert R.
Stoll. Set theory and logic, Dover Publications 1979 (originalmente publicado por W. H. Freeman
1963).
B.A. Davey & H. A. Pristley. Introduction to Lattices and Order, Cambridge University Press, 1990.
DI PIERRO NETO, Scipione. Matemática: São Paulo: Scipione, v. 2, v. 3, 1984. IEZZI, Gelson.
Fundamentos de Matemática Elementar: Conjuntos e Funções. 6. ed. São Paulo: Atual, v. 1, 1993.
KIYUKAWA, Rokusaburo, SHIGEKIYO, Carlos Tadashi, YAMAMOTO, Kazuhito. Os Elosda
Matemática. 2. ed. São Paulo: Saraiva, v. 2, 1992.
AYRES Jr., Frank. Álgebra Moderna. Coleção Moderna. Coleção Schaunn, São Paulo: McGraw-Hill
do Brasil, 1973.
LOURENÇO, Antonio Carlos de. Sistemas Numéricos e Álgebra Booleana. São Paulo: Érica, 1994.
MONTEIRO, L. H. Jacy. Elementos de Álgebra. Livros Técnicos e Científicos. S. A., 1985.

Introdução à Microinformática - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Introdução à Informática. Sistemas de Numeração. Uso de um sistema Operacional. (Office)
Processadores de Textos, Planilhas Eletrônicas, Power Point, etc. Pesquisa na Internet.
Bibliografia:
CARIBE, R , CARIBE, C , Introdução à computação FTD - 1996.
NORTON, P., Introdução à Informática - Makron Books, 619p. 1997.
Windows 95 - passo a passo Lite. Makron Books - 1998
Word 97 - passo a passo Lite. Makron Books - 1997.
Excel 97 - passo a passo Lite. Makron Books -1997.
VASCONCELOS, L, 500 Dicas e Macetes para PC - Vol 1., Makron Books, 1999.
BIZZOTTI, C.E. N, Informática Básica - passo a passo, Visual Books, 1998.
MEIRELLES, F. S., Informática. Novas Aplicações com Microcomputadores. 2a. Ed. Makron Books,
1994.

20
Lógica para Computação - CARGA HORÁRIA: 66
Ementa: Introdução à lógica. Álgebra de variáveis lógicas. Diagramas de Venn. Implementação de
sistemas lógicos. Operações lógicas sobre proposições. Tabelas-Verdade para proposições compostas.
Relações de implicação e equivalência. Argumentos válidos. A Álgebra dos conjuntos com a lógica
proposicional. Álgebra de Boole. Simplificação de funções lógicas. Minitermos e maxtermos. Mapas
de Kanaugh.
Bibliografia:
DAGHLIAN, Jacob. Lógica e Álgebra Boole. São Paulo: Editora Atlas, 1990.
NOLT, John; ROHATYN, Dennis. Lógica. São Paulo: Makron Books, 1991.
GALLIER, J. H., Logic for Computer Science: Founditations to Automatic Theorem Proving, Wiley,
1987.
ENDERTON, H. B., A Mathematical Introduction to Logic, Academic Press, 2201

Filosofia da Educação - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Educabilidade humana. O pensamento filosófico. O processo educacional e problemas
fundamentais da Filosofia da Educação: aspectos epistemológicos,ético, mítico e estético da formação
humana.Correntes e tendências filosóficas em educação: o essencialismo, o positivismo, o
materialismo dialético, iluminismo, romantismo, existencialismo, estruturalismo, pragmatismo e pós
modernidade.Ideologia e educação.O pensamento pedagógico brasileiro:principais tendências
contemporâneas.
Bibliografia:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda e MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando (Introdução à
Filosofia). Moderna. São Paulo, 1993.
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. Ática. São Paulo, 1995
COLOMBO, Olírio Plínio. Pistas para filosofar. Evagraf. Porto Alegre, 1992.
CORBISIER, Roland. Introdução à Filosofia. Editora Civilização Brasileira. Rio de Janeiro, 1986.
CYRINO, Hélio e PENHA, Carlos. Filosofia Hoje. Papirus Editora. Campinas, 1988.
GILES, Thomas Ranson. Introdução à Filosofia. EDU. São Paulo, 1979.
TELES, Antônio Xavier. Introdução ao Estudo de Filosofia. Ática. São Paulo, 1980.
GUIMARÃES, Ruth. Dicionário de Mitologia Grega. Cultrix. São Paulo, 1995.

Sociologia da Educação - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Organização da sociedade e educação. Contexto histórico do surgimento e desenvolvimento
da sociologia. Correntes clássicas do pensamento sociológico: Principais conceitos, temas e incursões

21
em torno da educação e da escola. Abordagens contemporâneas e Sociologia da Educação.
Elementos de Sociologia aplicada: questões especificas do curso.
Bibliografia:
BERNSTEIN, Basil. A estruturação do discurso pedagógico. Classe, códigos e controle. Petrópolis
Vozes, 1996.
FERNÁNDEZ Enguita, Mariano. A Face oculta da Escola. Educação e trabalho no capitalismo. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1989.
FERNÁNDEZ Enguita, Mariano. Trabalho, Escola e ideologia: Marx e a crítica da Educação. Porto
Alegre: Artes Médicas. 1993.
GENTILLI, Pablo (Org). Pedagogia da exclusão: neoliberalismo e a crise da escola pública.
Petrópolis: Vozes. 1995.
SILVA, Luiz H. (org). A Escola Cidadã no contexto da globalização. Petrópolis: Vozes, 1998.

Prática Pedagógica de Computação I - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: O Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura Plena em Computação e o Papel da Prática
Pedagógica em Computação. Os Sistemas de ensino na LDB. A função da escola e a formação do
cidadão. A formação dos professores de computação. Escola atual e o ensino de computação.
Observação, vivência e análise do cotidiano da prática educativa em computação. Perspectivas da
avaliação na LDB. Avaliação educacional: aspectos teórico-práticos. Os sistemas de avaliação da
educação básica. Elaboração e análise de instrumentos de avaliação. Pesquisa na escola em avaliação
educacional em Computação.
Bibliografia:
________. A formação dos profissionais da educação. In: Revista ANDE São Paulo, nº 20, 1994.
________. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas: Papirus, 1995.
________. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios. Campinas:
Papirus, 1996.
___________, 100 Jogos Lógicos. Lisboa, Editora Gradiva, 1991.
BERLOQUIM, P., 100 Jogos Geométricos. Lisboa, Editora Gradiva, 1991.
BRASIL. LDB/LEI DE Diretrizes e bases da Educação Nacional, 1999.
GANDIN, Danilo e GANDIN, Luis Armando. Temas para um projeto político-pedagógico.
Petrópolis: Vozes, 1999.
In: ALENCAR, E. S. (org). Novas Contribuições da Psicologia aos Processos de Ensino
Aprendizagem. São Paulo: Cortez, 1992.
LA TAILLE, YVES de. Ensino sobre o lugar do computador na educação. São Paulo: Editora Iglu,
1990, 219p.

22
LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de
Janeiro: Ed. 34, 1993.
LÉVY, P. O que é virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996.
LÉVY; P. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
LIDWIN, EDITH Tecnologia Educacional: Política, Histórias e Propostas. Porto Alegre. Artes
Médicas, 1997.
MATOS, João Felipe - A Natureza do Ambiente de Aprendizagem criado com a utilização da
Linguagem LOGO no ensino primário e as suas implicações na construção do conceito de variável.
Projeto Minerva, Universidade de Lisboa, 1987.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.
PAPERT, Seymour - Logo - Computadores e Educação. Trad. de José Armando Valente, Beatriz
Bitelman, Afira Vianna Ripper. São Paulo, Editora Brasiliense, 1985.
PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1994.
Ponte, J., O computador – Um instrumento da Educação. Lisboa, Texto Editora, 1991.
Poppovic, P.P., Atividades Computacionais na prática educativa de Matemática e Ciências. Coleção
VALENTE, J. A. (org.), O computador na sociedade do conhecimento. Campinas: Gráfica da
UNICAMP, 1999.
VALENTE, J.A. Computadores e Conhecimento. Repensando a Educação. Campinas, São Paulo;
UNICAMP, 1993.

Prática Pedagógica de Computação II - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: As abordagens e concepções teórico-metodológicas do ensino de computação. Recursos
para o ensino de computação para o ensino fundamental. Os conteúdos de computação e educação
básica. Análise de livros/revistas/periódicos didáticos de computação e softwares educacionais. Uma
proposta para o ensino de computação nas últimas séries do ensino fundamental. Vivência e análise da
prática docente do ensino fundamental. Análise dos determinantes sociais históricos, filosóficos,
políticos, pedagógicos e estruturais desta prática e sistematização de uma proposta de prática docente.
Bibiliografia:
___________, 100 Jogos Lógicos. Lisboa, Editora Gradiva, 1991.
___________, 100 Jogos Numéricos. Lisboa, Editora Gradiva, 1991.
Berloquim, P., 100 Jogos Geométricos. Lisboa, Editora Gradiva, 1991.
BRASIL. LDB/LEI DE Diretrizes e bases da Educação Nacional, 1999.
LA TAILLE, YVES de. Ensino sobre o lugar do computador na educação. São Paulo: Editora Iglu,
1990, 219p.

23
LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de
Janeiro: Ed. 34, 1993.
LÉVY, P. O que é virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996.
LÉVY; P. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
LIDWIN, EDITH Tecnologia Educacional: Política, Histórias e Propostas. Porto Alegre. Artes
Médicas, 1997.
MATOS, João Felipe - A Natureza do Ambiente de Aprendizagem criado com a utilização da
Linguagem LOGO no ensino primário e as suas implicações na construção do conceito de variável.
Projeto Minerva, Universidade de Lisboa, 1987.
Ministério da Educação e do Desporto Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.
MUPAD disponível em www.mupad.com
PAPERT, Seymour - Logo - Computadores e Educação. Trad. de José Armando Valente, Beatriz
Bitelman, Afira Vianna Ripper. São Paulo, Editora Brasiliense, 1985.
PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1994.
Ponte, J., O computador – Um instrumento da Educação. Lisboa, Texto Editora, 1991.
Poppovic, P.P., Atividades Computacionais na prática educativa de Matemática e Ciências. Coleção
VALENTE, J. A. (org.), O computador na sociedade do conhecimento. Campinas: Gráfica da
UNICAMP, 1999.
VALENTE, J.A. Computadores e Conhecimento. Repensando a Educação. Campinas, São Paulo;
UNICAMP, 1993.

Prática Pedagógica de Computação III - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Uma proposta para o ensino de computação no ensino médio. Vivência e análise da prática
docente no ensino médio. Análise dos determinantes sociais, históricos, filosóficos, políticos,
pedagógicos e estruturais desta prática e sistematização de uma proposta de prática docente.
Instrumentalizar do ponto de vista teórico e prático para o ensino da computação no ensino
fundamental/médio/profissionalizante
Bibliografia:
___________, 100 Jogos Lógicos. Lisboa, Editora Gradiva, 1991.
Berloquim, P., 100 Jogos Geométricos. Lisboa, Editora Gradiva, 1991.
BRASIL. LDB/LEI DE Diretrizes e bases da Educação Nacional, 1999.
In: ALENCAR, E. S. (org). Novas Contribuições da Psicologia aos Processos de Ensino
Aprendizagem. São Paulo: Cortez, 1992.

24
LA TAILLE, YVES de. Ensino sobre o lugar do computador na educação. São Paulo: Editora Iglu,
219p, 1990.
LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de
Janeiro: Ed. 34, 1993.
LÉVY, P. O que é virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996.
LÉVY; P. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
LIDWIN, EDITH Tecnologia Educacional: Política, Histórias e Propostas. Porto Alegre. Artes
Médicas, 1997.
MATOS, João Felipe - A Natureza do Ambiente de Aprendizagem criado com a utilização da
Linguagem LOGO no ensino primário e as suas implicações na construção do conceito de variável.
Projeto Minerva, Universidade de Lisboa, 1987.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.
MUPAD disponível em www.mupad.com
PAPERT, Seymour - Logo - Computadores e Educação. Trad. de José Armando Valente, Beatriz
Bitelman, Afira Vianna Ripper. São Paulo, Editora Brasiliense, 1985.
PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1994.
Ponte, J., O computador – Um instrumento da Educação. Lisboa, Texto Editora, 1991.
Poppovic, P.P., Atividades Computacionais na prática educativa de Matemática e Ciências. Coleção
VALENTE, J. A. (org.), O computador na sociedade do conhecimento. Campinas: Gráfica da
UNICAMP, 1999.
VALENTE, J.A. Computadores e Conhecimento. Repensando a Educação. Campinas, São Paulo;
UNICAMP, 1993.

Prática Pedagógica de Computação VI - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Pesquisa e identificação, definição e escolha de projetos didático-pedagógicos para o ensino
da computação. Instrumentalizar para o desenvolvimento de processos relativos ao planejamento e a
avaliação do ensino e da aprendizagem. Promover o desenvolvimento de competências, habilidades e
atitudes inerentes à prática da pesquisa pedagógica em computação.
Bibliografia:
________. Crítica da organização do trabalho pedagógico e da didática. Campinas: Papirus, 1995.
________. O trabalho como princípio articulador na prática de ensino e nos estágios. Campinas:
Papirus, 1996.
___________, 100 Jogos Lógicos. Lisboa, Editora Gradiva, 1991.
___________, 100 Jogos Numéricos. Lisboa, Editora Gradiva, 1991.

25
Berloquim, P., 100 Jogos Geométricos. Lisboa, Editora Gradiva, 1991.
BRASIL. LDB/LEI DE Diretrizes e bases da Educação Nacional, 1999.
Cabri-Géomètre disponível em www.cabri.net
GANDIN, Danilo e GANDIN, Luis Armando. Temas para um projeto político-pedagógico.
Petrópolis: Vozes, 1999.
In: ALENCAR, E. S. (org). Novas Contribuições da Psicologia aos Processos de Ensino
Aprendizagem. São Paulo: Cortez, 1992.
LA TAILLE, YVES de. Ensino sobre o lugar do computador na educação. São Paulo: Editora Iglu,
1990, 219p.
LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de
Janeiro: Ed. 34, 1993.
LÉVY, P. O que é virtual? São Paulo: Ed. 34, 1996.
LÉVY; P. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
LIDWIN, EDITH Tecnologia Educacional: Política, Histórias e Propostas. Porto Alegre. Artes
Médicas, 1997.
MATOS, João Felipe - A Natureza do Ambiente de Aprendizagem criado com a utilização da
Linguagem LOGO no ensino primário e as suas implicações na construção do conceito de variável.
Projeto Minerva, Universidade de Lisboa, 1987.
Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.
MUPAD disponível em www.mupad.com
PAPERT, Seymour - Logo - Computadores e Educação. Trad. de José Armando Valente, Beatriz
Bitelman, Afira Vianna Ripper. São Paulo, Editora Brasiliense, 1985.
PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1994.
Ponte, J., O computador – Um instrumento da Educação. Lisboa, Texto Editora, 1991.
Poppovic, P.P., Atividades Computacionais na prática educativa de Matemática e Ciências. Coleção
VALENTE, J. A. (org.), O computador na sociedade do conhecimento. Campinas: Gráfica da
UNICAMP, 1999.
VALENTE, J.A. Computadores e Conhecimento. Repensando a Educação. Campinas, São Paulo;
UNICAMP, 1993.

Matemática Instrumental II - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Introdução à Teoria dos Grafos. Árvores. Grafos e Algoritmos. Estruturas Algébricas,
Computação, Autômatos e Linguagens.

26
Bibliografia:
GERSTING, J. L. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 4a ed., 2001.
GRAHAM, R., PATASHNIK, O., KNUTH, D. E. Matemática Concreta: Fundamentos para a
Ciência da Computação. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2a ed., 1995.
NACHBIN, Leopoldo. Introdução à Álgebra. Rio de Janeiro: McGraw-Hill do Brasil, 1971.
HEFEZ, A. Curso de Álgebra, Vol. 1, Coleção Matemática Universitária, IMPA/CNPq, 1993.
MONTEIRO, L. H. Jacy. Elementos de Álgebra. Livros Técnicos e Científicos S.A., 1985.
LOURENÇO, A. C. de. Sistemas Numéricos e Álgebra Booleana. São Paulo: Érica, 1994.
AYRES Jr., Frank. Álgebra Moderna. Coleção Moderna. Coleção Schaum, São Paulo: McGraw-Hill
do Brasil, 1973.
TREMBLAY, J. P. Logic and Discrete Mathematics: A Computer Science Perspective, Prentice-Hall,
1996.
BIRKHOFF, G., MACLANE, S. A Survey of Modern Algebra, A. K. Peters, 1997.
DAVEY, B. A., PRISTLEY, H. A. Introduction to Lattices and Order, Cambridge University Press,
1990.
ZIVIANI, Nivio. Projeto de Algoritmos. São Paulo: Pioneira Thompson Learning Ltda. 1993.

Algoritmos e Linguagem de Programação I (Pascal) - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Estudo de Programação Estruturada, tipos primitivos de dados, estruturas de controle,
vetores e matrizes, Subprogramas: procedimentos e funções. Recursividade em programação.
Controle de consistência de dados. Unidades. Tipos estruturados. Alocação dinâmica de memória.
Bibliografia:
GHEZZI, C. and JAZAYERI, M. Programming Languages Concepts. 3rd ed. John Wiley, 1997.
SEBESTA, R. W. Concepts of Programming Languages. Addison-Wesley, 1996.
KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming. Vol. 3. Sorting and Searching. Addison Wesley,
Reading, Mass., 1973.
DUTTON, Frank. Ferramentas em Turbo Pascal. 2a Edição. Rio de Janeiro, Ed. Ciência Moderna
Ltda., 1990.
MANZANO, José Augusto N. G., YAMATUMI, Wilson Y. Programando em Turbo Pascal 7.0 São
Paulo, Érica, 1996.
MANZANO, J. A. N.G., YAMATUMI, W. Y. Turbo Pascal – Estudo Dirigido. São Paulo: Érica,
1997.
MARTINS, J. P. Introdução à Programação usando o Pascal. Portugal: McGraw-Hill de Portugal,
Ltda., 1994.

27
RINALDI, Roberto. Turbo Pascal 7.0: Comandos e Funções. São Paulo. Editora Érica, 1993.
SHILDT, Herbert, Turbo Pascal avançado. São Paulo, Mc-Graw-Hill do Brasil Editora Ltda., 1988.
SCHMITZ, Eber Assis. Pascal e Técnicas de Programação. 3a Edição. Rio de Janeiro. LTC-Livros
Técnicos e Científicos, 1988.

Organização e Arquitetura de Computadores - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Noções de Organização de Computadores. Componentes de fluxo de dados. Unidade
aritmética e lógica. Unidade de controle e microprogramação. Arquitetura de Computadores:
Instruções e Operandos, Modos de Endereçamento. Sistemas de Memória. Sistemas de Entrada/Saída.
Bibliografia:
HAMACHER, Carl; VRANESIC, Zvonko; and ZAKY, Safwat. Computer Organization. McGraw-
Hill, 1996.
PATTERSON, David; HENESSY, John. Computer Organization and Design: The
Hardware/Software Interface. Morgan Kauffann, ed 2, 1998.
STALLINGS, William. Computer Organization and Architeture: Designing for Performance. Prentice
Hall, ed. 4, 1996.
TANENBAUM, Andrew. Structured Computer Organization. 3a ed. Upper Saddle River, Prentice
Hall, 1990.
TAUB, Herbert. Circuitos Digitais e Microprocessadores.
HAYES, J. P. Computer Architecture and organization. McGraw-Hill do Brasil, 1988.
COOR, Van de. Computer System architecture and design. Addison Wesley, 1989.
HENESSY, J. P.; PATTERSON, D. A. Computer Architecture-A Quantitative Approach. Morgan
Kauffmann, 1996.

Metodologia Científica - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Conhecimento e saber: o conhecimento científico e outros tipos de conhecimento. Principais
abordagens metodológicas. Contextualização da ciência contemporânea. Documentação científica.
Tipos de trabalho acadêmico científico. Pesquisa. Tipos de pesquisa.
Bibliografia:
CARVALHO, M.C.M. (de org). A problemática do conhecimento. In. Construindo o saber –
metodologia científica: fundamentos e técnicas. 2a Ed. Campinas: Papirus, 1984.
CERVO, A. L. B. P. A. A Natureza do Conhecimento Científico. Metodologia Científica. São Paulo:
Mc Graw-Hill, 1985.
CORTELLA, M. S. A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos: São
Paulo: Cortez/Instituto Paulo Freire, 1999.

28
DUARTE, E. N & Neves, D. A. B. & SANTOS, B. L. O. Manual técnico para realização de
trabalhos monográficos. João Pessoa, Editora Universitária/UFPB, 1994.
EAKATOS, E. M. & MARCONI M. A. Procedimentos didáticos. Fundamentos de Metodologia
Científica. 3a Ed. São Paulo, Atlas, 1991.
O MÉTODO CIENTÍFICO: teoria e prática. São Paulo, Harbra, 1979.

Cálculo Diferencial - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Conjuntos numéricos; As funções elementares; Limites e continuidade; Derivadas;
Aplicações da derivada;
Bibliografia:
THOMAS, G. B.: Cálculo, vol I, 10a Edição, Addison Wesley, 2002.
1 - MUNEM & FOULIS: Cálculo, vol. 1, Editora Guanabara Dois, 1980.
2 - LEITHOULD, L.: O Cálculo com Geometria Analítica, vol. 1, Editora Harbra, 1998.
3 - ÁVILA, G. S.: Cálculo, vol. 1, Livros Técnicos e Científicos, 1985.
4 - SWOKOWISKI, E. W.: Cálculo com Geometria Analítica, vol. 1, McGraw-Hill do Brasil, 1998.
5 - LANG, S.: Cálculo, vol. 1, Livros Técnicos.

Linguagem de Programação II - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Introdução a Programação Orientada a Objetos. O modelo de Objetos: Objetos e Classes.
Métodos e Mensagens. Herança Simples e Múltipla. Polimorfismo. Mecanismos de Persistência.
Bibliotecas de Classes. Comparação das Técnicas tradicionais de orientação a objetos. Estudos de
casos em linguagens de programação orientadas a objetos.
Bibliografia:
BOOCH, G., “Object-Oriented Analysis and Design with Applications”, 2a ed. Redwood City-
California: The Benjamin/Cummings, 1994.
COAD, Peter, “Desenvolvimento orientado a objetos”, Rio de Janeiro, Campus, 1986.
WINBLAD, Ann L., EDWARDS, Samuel D., KING, David R. “Software orientado a objeto”, São
Paulo, Makron Books, 1993.
WATT, D. A., “Programming Language Concepts and Paradigms”, Prentice Hall International, 1990.
SCHILDT, Herbert, “C Completo e Total”, São Paulo, Makron Books, 1996.
STROUSTRUP, Bjarne, “A Linguagem de Programação C++”, 3a ed., Bookman, Porto Alegre, 2000.

29
Álgebra Linear - CARGA HORÁRIA: 66
Ementa: Sistemas lineares e matrizes e determinantes; Espaços vetoriais; Bases e dimensão; Mudança
de base; Transformações lineares; Operadores em espaços de dimensão finita; Autovalores e auto-
vetores; Operadores diagonalizáveis.
Bibliografia:
LAY, D. C.: Álgebra Linear e suas aplicações. Livros Técnicos e Científicos, 1999.
1 - BOLDRINI, J. L.: Álgebra Linear, Editora Harper & How do Brasil, 1984.
2 - STEINBROUCH. A. & WINTERLE, P.: Álgebra Linear, Makron Books do Brasil, 1987.
3- LIMA, E. L.: Álgebra Linear, IMPA-Coleção Matemática Universitária, 1998.
4- LANG, S.: Álgebra Linear, Editora Edgar Blücher, 1974.

Organização do Trabalho na Escola e o Currículo - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Aspectos Históricos da escola no contexto da sociedade capitalista. Currículo: história,
conceitos, tendências e suas relações com a organização do trabalho na escola. A Política Educacional
Brasileira: Financiamento, Gestão e o Currículo nos diferentes momentos históricos. A Reforma
Educacional a partir de 1990.
Bibliografia:
BRZEZINSKI, Iria (Org) LDB interpretada: diversos olhares se entrecruzara 3 ed. rev. São Paulo:
Cortez, 2000.
BUENO, M. Silva Simões. Políticas atuais para o ensino médio. Campinas, SP: Papirus, 2000.
COSTA, V. L. Cabral (Org). Descentralização da educação: novas formas de coordenação e
financiamento. São Paulo: FUNDAP: Cortez, 1999.
ENGUITA, Mariano Fernandez. A face oculta da escola: educação e trabalho no capitalismo.
Porto Alegre, RS, Artes Médicas, 1989.
GADOTTI, Moacir. Perspectivas atuais da educação. Porta Alegre: Artmed, 2000.
GROSSI, E. Pular. LDB: lei de diretrizes e bases da educação: lei n° 9.394/96. 3 ed. Rio de Janeiro:
DP&A, 2000.
HOFFMANN, Jussara. Pontos & Contrapontos: do pensar ao agir em avaliação. Porto Alegre, RS:
Mediação, 1998.
KUENZER, Acácia ( Org). Ensino médio: construindo uma proposta para os que vivem do trabalho.
S. Paulo: Cortez, 2000.
PENAFORTE, Charles. Globalização: a nova dinâmica mundial. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1998.
PONCE, Aníbal. Educação e luta de classes, trad. José S. C. Pereira 8 ed. São Paulo: Autores
Associados, 1994.

30
RODRIGUES, Neidsoa. Por uma nova escola: o transitório e permanente na educação. São Paulo,
Cortez, Autores Associados, 1987.
SANTOS, C. Roberto dos. Educação escolar brasileira: estrutura, administração, legislação. São
Paulo: Pioneira, 1999.
SAVIANI, Dermeval. Da nova LDB ao novo plano nacional de educação: por uma outra política
educacional. Campinas, SP: Autores Associados, 1998.
SIEVA, Tomaz Tadeu da. O sujeito da educação - Estudos Foucaultianos. Petrópolis, Vozes, 1994.
VEIGA, Uma Passos A.(Org.) Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível.
Campinas, SP: Papirus, 1998.

Fundamentos de Física I - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Escalas e Medições; Espaço e Tempo; As Ondas e Transmissão de Informação; Das
Simetrias do espaço-tempo à Mecânica; A Relatividade de Galileu e Einstein.
Bibliografia:
de DEUS, J. D. et al - Introdução à Física. Editora McGraw Hill. Lisboa, Portugal. 1992. 524p.
BEISER, A. Concepts of Modern Physics. 5th ed. New York – USA. McGraw Hill. 1995. 534p.
EISBERG, M. R. e LERNER, L. S. Física: fundamentos e aplicações vols. 1 e 2. McGraw-Hill. São
Paulo – SP. 1983.
EISBERG, R. e RESNICK, R. Introdução a Física Quântica. 8.ed. Rio de Janeiro-RJ. Campus. 1994.
928p.
EISBERG, R. M. Fundamentos da Física Moderna. Rio de Janeiro–RJ. Guanabara Dois. 1979. 643p.
HALLIDAY, R. e RESNICK, R. Física, vols. 1 e 2. LTC. São Paulo - SP. 1999. 350p.
TIPLER, P. A. Física Moderna. Rio de Janeiro- RJ. 1981. 423p.
KELLER, F. J., GETTYS, W. E. e SKOVE, M. J. Fisica, vol. 1. Makron Books. São Paulo-SP. 1999.
615p.
McKELVIN, J. P. e GROTCH, H. Física, vols. 3 e 4. Harbra. São Paulo–SP. 1979. 427p.
TIPLER, P. A. Física, vols. 1 e 2. LTC. São Paulo - SP. 1999. 340p.

Cálculo Integral - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Integração; O Teorema Fundamental do Cálculo; Técnicas de integração; Aplicações da
integral Integrais impróprias; Seqüências e séries; Vetores no plano e no espaço; Coordenadas polares;
Curvas parametrizadas no plano e no espaço; Funções de várias variáveis; Derivadas parciais;
Extremos e Multiplicadores de Lagrange; Integrais múltiplas.
Bibliografia:
THOMAS, G. B.: Cálculo, vol II, 10a Edição, Addison Wesley, 2002.

31
MUNEM & FOULIS: Cálculo, vol. 2, Editora Guanabara Dois, 1980.
LEITHOULD, L.: O Cálculo com Geometria Analítica, vol. 2, Editora Harbra, 1998.
ÁVILA, G. S.: Cálculo, vol. 2, Livros Técnicos e Científicos, 1985.
SWOKOWISKI, E. W.: Cálculo com Geometria Analítica, vol. 1, McGraw-Hill do Brasil, 1998.
LANG, S.: Cálculo, vol. 2, Livros Técnicos e Científicos, 1970.

Inglês Instrumental
CARGA HORÁRIA: 66
Ementa: Técnicas de leitura. Leitura de textos voltados para informática. Ferramentas básicas
para entendimento de textos técnicos escritos em inglês na área de Informática. Aspectos
gramaticais essenciais para desenvolvimento da habilidade da leitura em Inglês Instrumental.
Bibliografia:
MARINOTTO, D. Reading on Info Tech – Inglês para Informática. Ed. Novatec. 2003.
SOUSA, A. G. F. Leitura em língua Inglesa – Uma abordagem Instrumental. Ed. Disal. 2005.
MUNHOZ, R. Inglês Instrumental – Estratégias de leitura/Módulo I. Ed. Textonovo. 2005.
MUNHOZ, R. Inglês Instrumental – Estratégias de leitura/Módulo II. Ed. Textonovo. 2005.

Engenharia de Software - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Visão geral e princípios fundamentais da Engenharia de Software. Desenvolvimento da
capacidade de gerenciamento do processo de software para garantir a sua qualidade. Ênfase no estudo
das metodologias de desenvolvimento de software.
Bibliografia:
PRESSMAN, R.S. Engenharia de Software. São Paulo, Makron Books, 1995.
SOMMERVILLE, I. Software Engineerinhg . Fifth Edition. Adition Wesley Publishing Company,
1997.
JAKSON, M.A., Software Requirements and Specifications; A lexicon of pratice pricicples and
prejudices. Adison Wesley, 1995.
CHRISTIE, A. M., Software Engineering Concepts. McGraw Hill, 1985.
MARTIN, J., MCCLURE, C. Técnicas Estruturadas e CASE. São Paulo, Makron Books, 1991.
MENDES, S., AGUIAR, T. Métodos para Especificação de Sistemas. São Paulo, Edgar Blücher,
1989.
WEINBERG, G., GAUSE, D. Explorando Requerimentos de Sistemas. São Paulo, Makron Books,
1991.

32
Estrutura de Dados - CARGA HORÁRIA: 66
Ementa: Introdução: Tipos Abstratos de Dados. Estrutura de Dados. Alocação seqüencial e
encadeada. Listas, pilhas e deques. Matrizes. Árvores. Grafos.
Bibliografia:
VELOSO, P., SANTOS, C.; AZEREDO, P., FURTADO. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro;
Campus, 1986.
FURTADO, Antônio Luz. Teoria dos Grafos – Algoritmos. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos Editora
HOROWITZ, WITZ, Ellis; SHANI, Sartaj. Fundamentos de Estrutura de Dados. Rio de Janeiro:
Campus 1987.
PEREIRA, Silvio do lago. Estrutura de Dados Fundamentais: Conceitos e Aplicações. Érica, 1996.
SWAIT, Jofre Dan. Fundamentos Computacionais – Algoritmos e Estruturas de Dados. Makron
Books, 1991.
SZWARCFITER, Jayme Luiz. Grafos e Algoritmos Computacionais. Rio de Janeiro: Campus.
SZWARCFITER, Jayme Luiz, MARKENZON, Liliana. Estruturas de Dados e seus Algoritmos. Rio
de Janeiro: Editora LTC, 1994.
TREMBLEY, Jean Paul; SONRENSON, Paul G., An Introduction to Data Strutures with Aplications.
2 ed. Mcgraw Hill, 1984.
VILLAS, M.V.; FERREIRA, A.G.M.; LEROY, P.G.; MIRANDA, C.; BOCKMAN, C.L. Estruturas
de Dados. Editora Campus, 1993.

Fundamentos de Física II - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Partículas e Campos: Campo eletromagnético; Dispositivos Semicondutores e Circuitos
Simples: Termodinâmica; Introdução à Mecânica Quântica; Introdução a Computação em Física.
Bibliografia:
de DEUS, J. D. et al - Introdução à Física. Editora McGraw Hill. Lisboa, Portugal. 1992. 524p.
BEISER, A. Concepts of Modern Physics. 5th ed. New York – USA. McGraw Hill. 1995. 534p.
EISBERG, M. R. e LERNER, L. S. Física: fundamentos e aplicações vols. 3 e 4. McGraw-Hill. São
Paulo – SP. 1983. 414p.
EISBERG, R. e RESNICK, R. Introdução a Física Quântica. 8.ed. Rio de Janeiro-RJ. Campus. 1994.
928p.
EISBERG, R. M. Fundamentos da Física Moderna. Rio de Janeiro–RJ. Guanabara Dois. 1979. 643p.
HALLIDAY, R. e RESNICK, R. Física, vols. 3 e 4. LTC. São Paulo - SP. 1999. 350p.
TIPLER, P. A. Física Moderna. LTC. Rio de Janeiro-RJ. 1999. 514p.

33
KELLER, F. J., GETTYS, W. E. e SKOVE, M. J. Fisica, vol. 2. Makron Books. São Paulo-SP.
1999. 615p.
McKELVIN, J. P. e GROTCH, H. Física, vols. 3 e 4. Harbra. São Paulo–SP. 1979. 427p.
TIPLER, P. A. Física, vols. 3 e 4. LTC. São Paulo - SP. 1999. 340p.

Estágio Supervisionado I - CARGA HORÁRIA: 100


Ementa: Vivência da realidade escolar e planejamento no Ensino Fundamental.
Objetivos: Proporcionar ao futuro professor treinamento em gestão de classe e a prática docente.
BIBLIOGRAFIA:
ALVES, Nilda (org.). Formação de Professores, pensar e fazer. São Paulo: Cortez, 1995.
Brasil – Ministério da Educação e do Desporto. Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: ensino de primeira a quarta série. Brasília: MEC / SEF, 1997.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e
Terra, 1996.
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, Adeus professora: novas exigências educacionais e
profissão docente. São Paulo: Cortez, 2001.
_______________. Didática. São Paulo: Cortez, 1993.
PIMENTA, Selma Garrido (org.). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. São Paulo: Cortez,
1999.
QUELUZ, Ana Gracinda e ALONSO, Myrtes. O trabalho docente: teoria e prática. São Paulo:
Pioneira, 1999.
RIOS, Terezinha Azeredo. Compreender e Ensinar: por uma docência de melhor qualidade. São
Paulo, 2001.
SACRISTÁN, J. Gimeno; trad. Ernani F. da Rosa. O currículo uma reflexão sobre a prática. Porto
Alegre: ARTMED, 1998.
WEISZ, Telma e SANCHES, Ana. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática,
1999.

Estágio Supervisionado II - CARGA HORÁRIA: 100


Ementa: Intervenção no Ensino Fundamental.
Objetivos: Proporcionar ao futuro professor treinamento em gestão de classe e a prática docente.
BIBLIOGRAFIA:
ALVES, Nilda (org.). Formação de Professores, pensar e fazer. São Paulo: Cortez, 1995.
Brasil – Ministério da Educação e do Desporto. Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: ensino de primeira a quarta série. Brasília: MEC / SEF, 1997.

34
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz
e Terra, 1996.
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, Adeus professora: novas exigências educacionais e
profissão docente. São Paulo: Cortez, 2001.
_______________. Didática. São Paulo: Cortez, 1993.
PIMENTA, Selma Garrido (org.). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. São Paulo: Cortez,
1999.
QUELUZ, Ana Gracinda e ALONSO, Myrtes. O trabalho docente: teoria e prática. São Paulo:
Pioneira, 1999.
RIOS, Terezinha Azeredo. Compreender e Ensinar: por uma docência de melhor qualidade. São
Paulo, 2001.
SACRISTÁN, J. Gimeno; trad. Ernani F. da Rosa. O currículo uma reflexão sobre a prática. Porto
Alegre: ARTMED, 1998.
WEISZ, Telma e SANCHES, Ana. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática,
1999.

Estágio Supervisionado III - CARGA HORÁRIA: 100


Ementa: Vivência da realidade escolar e planejamento no Ensino Médio.
Objetivos: Proporcionar ao futuro professor treinamento em gestão de classe e a prática docente.
BIBLIOGRAFIA:
ALVES, Nilda (org.). Formação de Professores, pensar e fazer. São Paulo: Cortez, 1995.
Brasil – Ministério da Educação e do Desporto. Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: ensino de primeira a quarta série. Brasília: MEC / SEF, 1997.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e
Terra, 1996.
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, Adeus professora: novas exigências educacionais e
profissão docente. São Paulo: Cortez, 2001.
_______________. Didática. São Paulo: Cortez, 1993.
PIMENTA, Selma Garrido (org.). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. São Paulo: Cortez,
1999.
QUELUZ, Ana Gracinda e ALONSO, Myrtes. O trabalho docente: teoria e prática. São Paulo:
Pioneira, 1999.
RIOS, Terezinha Azeredo. Compreender e Ensinar: por uma docência de melhor qualidade. São
Paulo, 2001.

35
SACRISTÁN, J. Gimeno; trad. Ernani F. da Rosa. O currículo uma reflexão sobre a prática. Porto
Alegre: ARTMED, 1998.
WEISZ, Telma e SANCHES, Ana. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática,
1999.

Estágio Supervisionado IV - CARGA HORÁRIA: 100


Ementa: Intervenção no Ensino Médio.
Objetivos: Proporcionar ao futuro professor treinamento em gestão de classe e a prática docente.
BIBLIOGRAFIA:
ALVES, Nilda (org.). Formação de Professores pensarem e fazer. São Paulo: Cortez, 1995.
Brasil – Ministério da Educação e do Desporto. Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros
Curriculares Nacionais: ensino de primeira a quarta série. Brasília: MEC / SEF, 1997.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática pedagógica. São Paulo: Paz e
Terra, 1996.
LIBÂNEO, José Carlos. Adeus professor, Adeus professora: novas exigências educacionais e
profissão docente. São Paulo: Cortez, 2001.
_______________. Didática. São Paulo: Cortez, 1993.
PIMENTA, Selma Garrido (org.). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. São Paulo: Cortez,
1999.
QUELUZ, Ana Gracinda e ALONSO, Myrtes. O trabalho docente: teoria e prática. São Paulo:
Pioneira, 1999.
RIOS, Terezinha Azeredo. Compreender e Ensinar: por uma docência de melhor qualidade. São
Paulo, 2001.
SACRISTÁN, J. Gimeno; trad. Ernani F. da Rosa. O currículo uma reflexão sobre a prática. Porto
Alegre: ARTMED, 1998.
WEISZ, Telma e SANCHES, Ana. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática,
1999.

Linguagens de Programação na Educação - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Linguagens de Programação Educativas. Programação de Linguagens Educativas.
Ambientes de programação para Educação. Utilização dos ambientes educativos em aula.
Desenvolvimento de Projetos.
Bibliografia:
BOSSUET, G. O. Computador na Escola – O Sistema LOGO. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.

36
LÉVY, P. As tecnologias da Inteligência: O futuro do pensamento na era da informática. RJ. Editora
34. 1993.
PAPERT, S.A. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1994.
PAPERT, S. LOGO: Computadores e Educação. São Paulo. Editora Brasiliense, 1985.
VALENTE, J.A.; VALENTE, A.B. LOGO: Conceitos, Aplicações e Projetos. Rio de Janeiro:
McGraw-Hill, 1984.

Software Educacional - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Formas de utilização do computador nos diferentes ambientes de ensino-aprendizagem
computadorizados – enfoques algorítmicos e heurísticos. Processos de desenvolvimento, utilização e
avaliação de Software Educacional. Necessidades básicas para o desenvolvimento de S. E.; Estudo e
discussão de S. E.
Bibliografia:
BEAHR, P. A. B. Avaliação de Softwares Educacionais no Processo de Ensino-Aprendizagem
Computadorizado: estudo de caso. Porto Alegre: CPGCC/UFRGS, set. 1993.
BEAHR, P. A. Informática & Educação. Porto Alegre: Instituto de Informática da UFRGS, mar.
1992.
CASTRO, C. de M. O Computador na Escola. Como levar o computador a escola. Rio de Janeiro,
Campus, 1988.
CHAVES, Eduardo. O uso de computadores em Escolas: fundamentos e críticas. São Paulo: Scipione,
1988.
PAPERT, S. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artes
Médicas, 1994.
ROCHA, A. R.; CAMPOS, G. H. B. Avaliação da qualidade de software educacional: uma
possibilidade de estruturação de critérios. Revista Informática Educativa: Calidad de Software
Educativo, Bogotá, Colômbia, 1993.
VALENTE, J. A. Computadores e Conhecimento. Repensando a Educação. Campinas, São Paulo:
Gráfica Central da UNICAMP, 1993.

Psicologia, Desenvolvimento e Aprendizagem - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Introdução à Psicologia: abordagem geral. Estudo do desenvolvimento humano, da infância
a fase adulta, e sua importância para a educação. Principais teorias da aprendizagem e suas
implicações para a formação docente.

37
Bibliografia:
BECKER, Fernando & Franco, Sérgio (org.). Revisitando Piaget. 1ªed. Porto alegre:
Mediação, 1998.
BOSSA, Nádia A. & Oliveira, Vera B. de [org.]. Avaliação psicológica da criança de 7 a 11 anos.
Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.
CAMPOS, Dinah M. de S. Psicologia e desenvolvimento humano. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
____Psicologia da adolescência: normalidade e psicopatologia. Petrópolis: Vozes, 1991.
DELDIME, R. & Vermeulen, S.O desenvolvimento psicológico da criança. Trad. Maria Elena Ortiz
Assumpção. Bauru; SP: EDUSC, 1999.
CHARLES, C. M. Piaget ao alcance dos professores. Tradução da prof. Ingeborg Strake. Rio de Janeiro:
Ao Livro Técnico, 1975.
DEHEINZELIM, Monique. Construtivismo - A poética das transformações. São Paulo: Ática, 1996.
FREITAG, Bárbara (org.) Piaget 100 anos. São Paulo: Cortez, 1997.
GALVÃO, Izabel. Henri Wallon: Uma concepção dialética do desenvolvimento infantil. Petrópolis, RJ:
Vozes, 1995.
GOULART, Iris Barbosa. Piaget-Experiências básicas para utilização pelo professor. Petrópolis: Vozes,
1996.
GROSSI, Esther P. (org.). Paixão de aprender. 2 a ed. Petrópolis : Vozes, 1993.
José, Elisabete da A. & Coelho, Maria T. Problemas de aprendizagem. 7. Ed. São Paulo: atica, 1995.
LA TAILLE, Yves de. et al. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo:
Summus, 1992.
LÓPEZ, Rafael Ernesto. Introdução à Psicologia Evolutiva de Jean Piaget. 3ª ed. São Paulo: Cultrix.
MACEDO, Lino de. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994.
____.(org.). Cinco estudos de educação moral. São Paulo: 1996.
MIZUCAMI, Maria da G. N. Ensino: As abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.
PIAGET, Jean Psicologia e pedagogia. Trad. Dirceu Accioly Lirdoso e Rosa Maria Ribeiro da Silva.
São Paulo: companhia Editora Forense,1970.
_____Seis estudos de psicologia. Trad. Maria Alice Magalhães D’Amorim e Paulo Sérgio Lima Silva.
Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1994.
_____Para onde vai à educação? Trad. de Ivete Braga,7ªed. Rio de Janeiro: José
Olímpio Editora, 1980.
RAMOZZI-CHIAROTINO, Zélia. Psicologia e epistemologia genética de Jean Piaget. São Paulo: EPU,
1988.
REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: uma perspectiva histórico-cultural da educação. 6ª ed. Petrópolis,
RJ: Vozes, 1998.

38
ROSA, Sanny da S. Construtivismo e mudança. 5 ed.São Paulo: Cortez,1997.
SEMINÉRIO, Franco lo Presti. Piaget: O construtivismo na psicologia e na educação. Rio de Janeiro:
Imagoed. 1996.
TELES M. L. Psicodinâmica do desenvolvimento humano: uma introdução à psicologia da educação.
9 ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
WADSWORTH, Barry. J. Piaget para o professor da pré-escola e 1º grau. Trad. de Marília Zanelia
Sanvicente. São Paulo: Pioneira, 1987.
_____Inteligência e afetividade da criança na teoria de Piaget. Trad. de Esméria Rovai, 5ªed. São
Paulo: Pioneira, 1997.
WALLON, Henri. Psicologia e educação da infância. Lisboa: Editorial Estampa 1975. (coletânea)
WEREBE, M. J. & Nadel, J. Henri Wallon (antologia). São Paulo: Ática, 1986(coleção grandes
cientistas sociais)

Processo Didático, Planejamento e Avaliação - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Prática educativa, sociedade e didática. O processo ensino-aprendizagem como objeto da
Didática. Teóricos da educação no contexto das tendências pedagógicas. Processo de Planejamento de
ensino. Elementos necessários à organização do ensino e as relações pedagógicas: objetivos,
conteúdos, metodologias e recursos didáticos - tecnológicos. Avaliação do processo ensino-
aprendizagem.
Bibliografia:
ALVES, Rubem. Entre a ciência e a sapiência: o dilema da educação. 4a. ed. São Paulo: Edições.
Loyola, 2000. A alegria de ensinar. São Paulo: Arte Poética, 1994.
ANDRÉ, Marli. O papei mediador da pesquisa no ensino de didática. In: Alternativas do ensino de
didática. São Paulo: Papirus, 1996.
ASTOLFI, J.P. DE V ALA Y, M. A didática de ciências. 5a. ed. Campinas, SP: Papirus, 1995.
BECKER, Fernando. Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.
CANDAU, Vera Maria. (org.). Rumo a uma nova didática. 3a.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1990.
CARVALHO, Arma M3 Pessoa de. GIL-PÉREZ, Daniel Formação de professores de ciências. 14a
ed. São Paulo: Cortez, 2000. (Coleção Questões da Nossa Época, n° 26),
_________ . CASTRO. Amélia Domingues de. (Orgs.). Ensinar a ensinar: didática para a
escola fundamental e média. São Paulo: Pioneira, 2001.
CUNHA, Maria Isabel da. O bom professor e sua prática. 12a.ed. Campinas, SP: Papirus, 2001.
D'AMBRÓSIO, Ubiratan. Educação matemática: da teoria à prática. 8a.ed. Campinas, SP: Papirus,
1996.

39
Da realidade à ação: reflexões sobre educação e matemática. 4a. ed. São Paulo: Summus editorial,
1986.
DANTE, Luiz Roberto. Livro didático de matemática: uso ou abuso? In: Em Aberto, n° 69,
jan/março, 1996.
DELIZOCOV, Demétrio. Et. al. Ensino de ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez,
2002. (Coleção Docência em formação).
LIBÁNEO. José Carlos. Didática São Paulo: Cortez, 1994.
Democratização da escola pública. São Paulo: Edições Loyola, 1985.
LUCKESI, Cipriano C. O papel da didática na formação do educador. In. CANDAU, Vera. (org.) A
didática em questão. ó3 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1987.
________ Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1993.
MARQUES, Mário Osório. Educação nas ciências: interlocução e complementaridade. Ijuí, RS;
Editora Unijuí, 2002.
MASETTO. Marcos. Didática: a aula como centro. 3a.ed. São Paulo: FTD, Í996. MARIN Alua
Junqueira. (Coord.). Didática e trabalho docente. Araraquara, SP: JM Editora, 1996. MÉIS, Leopoldo.
Ciência, educação e o conflito humano-tecnológico. T ed. São Paulo: Editora SENAC, 2002.
MIZUKAMI, Ma. Das Graças N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo, EPU, 1986.
MOYSÉS, Lúcia. O desafio de saber ensinar. 8a.ed. Campinas, SP: Papirus, 2001.
Aplicações de Vygotsky à educação matemática. 4a ed. Campinas, SP: Papirus, 1997. MORAIS,
Régis. (Org.) Sala de aula: que espaço é esse? Campinas, SP: Papirus, 1993. MORETTO, Vasco
Pedro. Prova - um momento privilegiado de estudo, não um acerto de contas. 3a ed. Rio de Janeiro:
DP&A, 2002.
PADILHA, Paulo R. Planejamento dialógico: como construir o projeto político pedagógico da escola.
São Paulo: Cortez; Instituto Paulo Freire, 2001.
PARRA. Cecília. SAIZ, irmã. (et. al.) Didática da matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1996.
PIMENTA, Selma Garrido. (Org.). Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no
Brasil e em Portugal. São Paulo: Cortez, 1997.
RAMAL. Andréa Cecília. Educação na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e
aprendizagem. Porto Alegre: ARTED, 2002.
RIOS. Terezinha A. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. São Paulo:
Cortez, 200Í.
SANPANNA, Ilza. MENEGOLLA, Maximiliano. Didática: aprender a ensinar. 6 fl.ed. São Paulo:
Loyola, 2000.
________ Por que planejar? Como planejar? Currículo, área, aula. 7a.ed. Petrópolis. RJ:

40
Vozes. 1999.
VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagern e projeto político-
pedagógico. 8a.ed. São Paulo: Libertad, 2000.
VEIGA, lima P. A. (Org.). Técnicas de ensino: por que não? 12a. ed. Campinas, SP: Papirus, 2001.
________ Didática: o ensino e suas relações. Campinas, SP: Papirus, 1996.
WEISS, Alba Ma Lemme. CRUZ, Mara Lúcia R. M. A informática e os problemas escolares de
aprendizagem. 3a ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

Cálculo Numérico - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Princípios de funcionamento de um computador. Erros. Série de Potências. Raízes de
Funções. Sistemas de Equações Lineares. Integração Numérica e Interpolação. Solução Numérica de
Equações Diferenciais Ordinárias.
Bibliografia:
CLÁUDIO, D. M. e Marins, J. M., Cálculo Numérico Computacional - Teoria e Prática, Atlas (1994).
STARK, P. A., Introdução aos Métodos Numéricos. Interciência, 1979.
ATKINSON, Kendall E. "An Introduction to Numerical Analysis", John Wiley & Sons, 2ª edição,
1989.
BARROSO, L. C.; Barroso, M. M. de A; Campos Filho, F. F.; Carvalho, M. L. B. de; Maia, M. L.,
Cálculo Numérico (com aplicações), 2a Edição. Editora Harbra (1987)
DORN, Wilíiam S. e Daniel D. McCracken, "Cálculo Numérico com Estudos de Casos em
FORTRAN IV", Editora Campus, Universidade de São Paulo, 2a reimpressão, 1989.
HUMES, Ana Flora P. de Castro et ali, "Noções de Cálculo Numérico", Editora McGraw-Hill do
Brasil Ltda, 1984.
PRESS, William H., et all, "Numerical Recipes in C - The Art of Scientific Computing", 2a edição,
Press Syndicate of the University of Cambridge, 1994.
RICE, John R., "Numerical Methods, Software and Analysis", McGraw-Hill 1983.
RUGGIERO, Márcia A. Gomes e Vera Lúcia da Rocha Lopes, "Cálculo Numérico - Aspectos
Teóricos e Práticos", Editora McGraw-Hill do Brasil Ltda, 1988.
SKEEL, Robert D. e Jerry B. Keiper. "Elementary Numerical Computing with Mathematic",
McGraw-Hill, 1993.

Inteligência Artificial na Educação - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Introdução a Inteligência Artificial: Histórico, Conceitos, Diferenças entre I.A. e computação
convencional. Representação do Conhecimento. Frames, Redes Semânticas, Redes Neurais. Sistemas

41
Especialistas e Sistemas Tutores Inteligentes. Técnicas de Inteligência Artificial empregadas em
Sistemas Educativos.
Bibliografia:
RUSSEL, S.; NORVIG, P. Artificial Intelligence: a Modern Approach. Englewood Cliffs: Prentice-
Hall, 1995.
GINSBERG, M. Essentials of Artificial Intelligence. San Mateo: Morgan Kauffmann: 1993
HARMON, P. & KING, D. Sistemas Especialistas. Rio de Janeiro, 1988.
NILSSON, Nils J. Principles of Artificial Intelligence. EUA: Morgan Kauffmann, 1980.
RABUSKE, Renato Antonio. Inteligência Artificial. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1995.
RICH, Elaine. KNIGHT, Kevin. Inteligência Artificial. São Paulo: Makron Books, 1993.
SELF, J. Artificial Intelligence and human learning. London: Chapman Hall, 1988
TURBAN, Efrain. Decision Support and Expert Systems: management support systems. EUA:
Prentice Hall, 1988.

Multimídia na Educação - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Definição de multimídia. Definição de hipertexto/hipermídia. Componentes básicos e
classificação de sistemas hipertexto. Hipertextos na Educação. Autoria: plataformas para multimídia;
ferramentas de desenvolvimento. Áudio, imagens, gráficos, vídeos e animações. Conceito e estrutura
de hiperhistórias. Vantagens de hiperhistórias para a educação. Projeto e construção de hipertextos
para a educação.
Bibliografia:
STEINEMETZ, R.; NAHRSTEDT, K. Multimídia: Computing, Communications and Applications.
New Jersey: prentice hall, 1995.
NIELSEN, J. Hypertext and Hypermidia. San Diego; Academic Press, Inc 1990, 268 p.
HAMACHER, C.; VRANESIC, Z.; ZARY, S. Satwat. Computer organization. Mcgraw-Hill, 1996.
CAMPOS, M.B.; LIMA, J.V. de. Um protótipo hipermidia com características lúcidas para o
desenvolvimento da criança. Porto Alegre: CPGCC da UFRGS, 1994, 71p.
LAYMAN, J.; HALL, W. Aplications of multimidia in education. Computer & Education, Oxford, v
16, n.1, p113 –119 Jan 1991.
MARABOTO, M.I.; GRAU, J.H. Hipermedios y multimedios: un enfoque pedagógico. Ed. Fundec –
Fundacion para el Desarrollo de los Estudios Cognitivos. Buenos Aires, Argentina, 1993.
SALGADO, A.C. FONSECA, D. Sistemas hipermidia: Hipertexto e Banco de Dados. VII Escola de
Computação. Porto Alegre: CPGCC da UFRGS, 1992, 181p.
SANCHEZ, J. et al. A conceptual framework for building hyperstories. World Conference on
Educational Multimedia and Hypermedia, p 761, 1994, 1996.

42
Estatística - CARGA HORÁRIA: 66
Ementa: Estudos preliminares. Método estatístico. Medidas descritivas. Noções de probabilidade.
Testes de hipótese e significância. Correlação e Regressão linear simples.
Bibliografia:
FONSECA, J. S., MARTINS, G. A. e TOLEDO, G. L. Estatística Aplicada. São Paulo: Atlas. 1995.
LIPSCHUTZ, Seymour. Probabilidade. São Paulo: Makron Books, 1994.
MEYER, Paul L. Probabilidade: Aplicações à Estatística. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1983.
MILONE, Giuseppe e ANGELINI, Flávio. Estatística Aplicada. São Paulo. Atlas. 1995.
MILONE, Giuseppe e ANGELINI, Flávio. Estatística Geral. São Paulo. Atlas. 1993.
PEREIRA, Rivadávia S. Estatística e suas Aplicações. Porto Alegre: Grafosul, 1979.
SPIEGEL, Murray R. Probabilidade e Estatística. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978.
TORANZOS, Fausto I. Estatística. São Paulo: Mestre Jou, 1969.

Computação Gráfica - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Introdução à Computação Gráfica: origem, histórico. Elementos para computação gráfica
bidimensional. Modelos, estrutura de dados, visualização e técnicas interativas. Aplicações de
computação gráfica na educação. Elementos para computação tridimensional. Realidade Virtual na
Educação.
Bibliografia:
FOLEY, J. D. Computer Graphics: principles e practice, 2a ed. Reading: Addison – Wesley, 1990.
CUNHA, Gilberto. FIGUEIRAS, Lucia Vilela Leite e outros. Fundamentos de Computação Gráfica.
Rio de Janeiro, São Paulo, LTC Editora S. A, 1987.
LASZALO, Michael. Computational Geometry and Computer Graphics. 2a Ed. McGraw-Hill, 1998.
HEARN, Donald & BAKER, Pauline. Computer Graphics – C version. Prentice Hall, 1997 2a ed.
WATT, Alan. 3D Computer Graphics. Addison Wesley, 1993.
VINCE, J. Virtual Reality Systems. Addison Wesley, 1995.
BURDEA, G. & COIFFET, P. Virtual Reality Technology, John Wiley & Sons, 1994.

Banco de Dados - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Origem e objetivos de sistemas de gerência de banco de dados (SGBD). Conceitos e
aspectos de modelagem e projeto de banco de dados. Modelagem conceitual, lógica e física de um
banco de dados. Extensões sobre o modelo relacional. Generalização/especialização e auto
relacionamento. SQL. Aplicação de casos específicos em SGBD relacional.
Bibliografia HEUSER, C. A. Projeto de Banco de Dados. Ed. Sagra Luzzatto, 1998.

43
BARBIERI, Carlos. Modelagem de Dados. Ed. IBPI Press, 1994.
BATTINI, Carlo et al – Conceptual database design: an entity-relationship approach. Ed. Benjamin
Cummings, 1992.
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Banco de Dados. Ed. Campus, 1991.
ELMASRI e NAVATHE. Fundamentals of Database Systems. Benjamin Cummings, 1989.
MACHADO, F. N. e ABREU, M. Projeto de Banco de Dados: Uma Visão Prática. Ed. Érica, 1995.
SILBERSCHATZ, A.; KORTH, H. F. Sistemas de Banco de Dados. Ed. Makron Books, 1993.
SETZER, Valdemar. Banco de Dados: Conceitos, Módulos, Gerenciadores, Projeto Lógico, Projeto
Físico. Ed. Blucher, 1991, São Paulo.
KROENKE, David M. Banco de Dados: Fundamentos, projeto e implementação. LTC – Livros
Técnicos e Científicos, 1999.

Educação a Distância - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Introdução: características da Educação a Distância, motivações e dificuldades. Modalidades
de interação à Distância. Análise de ambientes e ferramentas de suporte à EAD. Elaboração e análise
de projetos pedagógicos de EAD.
Bibliografia:
McCORMACK, C.; JONES, D. Buildin WEb-Based Education Systems – John Wiley, 1998.
ASTD. Effective Distance Learning. INFO-LINE. American Society for Training and developement,
1996.
COLLINS, BETTY. Tele-learning in a Digital Word. International Thomsom computer Press., 1996.
GIAGNOCAVO, GERGORY. Educator’s Connects Complete Guide to Educational Resourses on
the Internet. Wentworth Worlwide media, Inc, 1996.
MATYLA, KAREN. Distance Learning-Astep-vu-step Guide Trainers. ATD-American Society for
Training and developement, 1997.
NEWBY, TIMOTHY. Instrutional Techonogy for Teaching and Learning. Merril Prentice Hall, 1996.
RADA, ROY. Groupware and Authoring, Academic Press. New York, 1996.
WILLIANS, BARD. The Internet for Teachers. IDG Books, 1996.

Produção de Materiais Instrucionais - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Utilização de ferramentas para criação de materiais instrucionais. Oportunidade de repensar
recursos existentes para projetar e executar novos materiais instrucionais. Desenvolvimento de
recursos instrucionais.

44
Bibliografia:
LUCENA, M. W. F. P. O Uso das Tecnologias da Informática para o Desenvolvimento da Educação.
Publicações Técnicas ES-301/94. Rio de Janeiro, COPPE/UFRJ, 1994.
PATROCONIO, J.T; LEOTE, L. Software educativo em Portugal concepção, desenvolvimento e
avaliação. Revista Informática Educativa: Calidad del Software Educativo, Bogotá, Colômbia, v.6, n.l,
p.55-60, ene. 1993.
RADA, Roy. Groupware and Authoring. Academic Press. New York, 1996.
STAHL, M. Ambientes de Ensino-Aprendizagem Computadorizados: da Sala de Aula Convencional
ao Mundo da Fantasia. Rio de Janeiro: COOPE/UFRJ, 1991, 28p.
GUILHERME, V. M. Produção e Avaliação de softwares educacionais: relação entre teoria e prática.
Porto Alegre: Faculdade de Educação, UFRGS, 1992. (Dissertação de Mestrado).

Compiladores - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Introdução: Tradutores de Linguagens. Organização e estrutura de compiladores e
interpretadores. Análise léxica. Análise Sintática. Alocação e gerência de memória. Representação
interna de código-fonte. Análise semântica. Geração de código. Otimização de código.
Bibliografia:
AHO, Alfred et al. Compilers: principles, techniques and tools. Readings. Addison-Wesley, 1988.
PRICE, A M. de A.; TOSCANI, S. S. Implementação de Linguagens de Programação: compiladores.
Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2000. 195 p.
KOWALTOWSKY, T. Implementação de linguagens de programação. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1983.
MASON, Tony; BROWN, Doug. LEX & YACC. O’Reilly & Associates, 1990.
MENEZES, P. F. B. Linguagens Formais e Autômatos. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, 1997.
MAK, R. Writing Compiler and Interpreters: an Applied Approach. New York: John Wiley, 1991.
LEWIS, H. R.; PAPADIMITRIOU, C. Elementos de Teoria da Computação. Porto Alegre: 2a ed.,
Bookman, 1999.

Sistemas Operacionais - CARGA HORÁRIA: 66


Ementa: Conceitos básicos de Sistemas Operacionais. Características dos processos. Controle de
concorrência. Gerência de memória. Gerência do processador. Gerência de dispositivos de entrada e
saída. Gerência de arquivos. Núcleos dos sistemas Operacionais mais utilizados: histórico, vantagens e
desvantagens.

45
Bibliografia:
TANENBAUM, A.S. Operanting Systems: design and implementation. Englewood Clifs: Prentice
Hall, 1987.
SILBERCHARTZ A.; PETERSON, J.; GALVIN, P. Operanting Systems. Concepts. Reading
Addsion-Weley, 1994.
DEITEL, HARVEY M. An Introduction to Operanting System. Reading: Addsion-Wesley, 1990.
BACH, MAURICE. The Design of the UNIX Operanting Systems. Englewood Clifs: Prentice Hall,
1986.
MACHADO, FRANCIS B, MAIA, LUIZ PAULO, Arquitetura de Sistemas Operacionais. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2ª Edição, 1997.

Empreendimentos em Informática - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Estudo dos mecanismos e procedimentos para criação de empresas. Perfil do empreendedor.
Qualidade e competitividade. Desenvolvimento da capacidade empreendedora na área de informática,
com ênfase no estudo do perfil do empreendedor, nas técnicas de identificação e aproveitamento de
oportunidades, na aquisição e gerenciamento dos recursos necessários ao negócio, fazendo uso de
metodologias que priorizam técnicas de criatividade e da aprendizagem pró - ativa. Plano de negócios.
Bibliografia:
DOLABELA, F. O segredo de Luísa. São Paulo: Cultura, 1999. 312 p.
GERBER. M. E., O Mito do Empreendedor, Editora Saraiva São Paulo, 1992.
DOLABELA, Fernando. Boa Idéia! E Agora? Cultura Editores Ass., l ed., 2000.
OECH, R., Um "TOC" na Cuca, Livraria Cultura Editora, Rio de Janeiro, 1988.
DOLABELA, Fernando. Oficina do Empreendedor. Cultura Editores Ass., l ed., 1999.
DOLABELA, Fernando. A vez do sonho. Cultura Editores Ass., l ed., 1999.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo transformando idéias em negócios, Editora Campos, Rio
de Janeiro, 2001.
SALIM, C. S., HOCHMAN, N., RAMAL, A. C., RAMAL, S. A. Construindo planos de negócios,
Editora Campos, Rio de Janeiro, 2001.
CAVALCANTI, M., GOMES, E. PEREIRA, A. Gestão de empresas na sociedade do conhecimento,
Editora Campos, Rio de Janeiro, 2001.

Organização e Métodos - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: A Função de Organização. Sistemas e Métodos. O Profissional de OeM. Subordinação e
Modelo de Estrutura Organizacional. Instrumentos de Levantamento de Informações. Formulação e
Análise Estrutural: Departamentalização e Organização. Manualização: Elaboração e uso de Manuais.

46
Bibliografia:
CURY, A. Organização e Métodos: perspectiva comportamental abordagem contingencial. São
Paulo: Atlas, 1991. 397 p. ARAÚJO, Luiz César G. de. Organização e métodos. Integrando
comportamento, estrutura, estratégia e tecnologia. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1994.
CHINELATO Filho, João. O & M integrado à informática. Rio de Janeiro: LTCientíficos Editora,
1997.
HESSEL, José Ribeiro. Organização e métodos. Porto Alegre: DC. Luzzato Editores, 1989.
SIMCSIK, Tibor. OMIS: organização, métodos, informação e sistemas. São Paulo: Makron Books,
1992.

Antropologia Cultural - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Reflexão antropológica sobre o homem: diversidade cultural, relativismo e etnocentrismo
nos diferentes grupos sociais.
Bibliografia:
DAMATTA, Roberto. Relatívizando: Uma Introdução antropológica social. RJ. Rocco, 1989.
LAPLANTINE, François. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1993.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura. Um Conceito Antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.
ROCHA, Everardo. "O que é etnocentrismo". São Paulo: Brasiliense, 1984.

Avaliação da Aprendizagem - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Avaliação do processo de construção do conhecimento como reflexão e julgamento. Seleção
e avaliação de conhecimentos significativos para o cotidiano. Aspectos teórico-práticos de diferentes
processos avaliativos para aplicação em sala de aula e ideologia de práticas de avaliação diferenciadas.
Bibliografia:
VASCONCELLOS, Celso. Avaliação: Concepção dialética: libertadora do processo de avaliação
escolar. São Paulo: Libertad. 1994.
GROSSI, Esttur Filiar. Avaliação, terrível prática escolar - abolimos ou recriamos? Revista do
GEEMPA. Porto Alegre: n° l, Julho, 1993.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito e Desafio: uma perspectiva construtivista. 17 ed. Educação
e Realidade. Porto Alegre: UFRGS, 1995.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.

47
Educação Popular - CARGA HORÁRIA: 33
Ementa: Educação Popular. Cultura e classes populares. Escola e periferias urbanas. Contribuições
das abordagens históricas e antropológicas na compreensão da (s) cultura(s) da(s) classe(s) popular
(es) e a escola. Movimentos sociais e educação.
Bibliografia:
ARROYO, Miguei G. Da Escola Possível. Da Escola Carente à Escola Possível. São Paulo: Edições
Loyola, 1991.
BUFFA, Ester, ARROYO, Miguel, NOSELLA, Paolo. Educação e Cidadania: quem educa o
cidadão? São Paulo: Cortez, 1987.
FISCHER, Milton Bueno, FONSECA, Laura, FERLA, Alcindo Educação e Classes Populares. Porto
Alegre: Mediação, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 24 ed. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1997. GADOTTI,
Moacir, ROMÃO, José (org.) Educação de Jovens e Adultos. São Paulo: Cortez, 1995.
KUENZER, Acácia. Pedagogia da fábrica. 3 ed. São Paulo: Cortez, 1986.

Fundamentos e Metodologia da Educação Especial - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Currículo e programa em educação especial. Metodologia do Ensino e avaliação. Inter-
componentes - curricularidade.
Bibliografia:
BRASIL, MEC/SEESP. Política Nacional de Educação Especial. Brasília, 1994.
COLL, C., PALÁCIOS, J. & MARCIHESI, A Desenvolvimento Psicológico e Educação:
necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. 3 vol. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
FERREIRA, Júlio R. A Exclusão da Diferença. 2. ed. Piracicaba: UNIMEP, 1999. KADLEC, V. P. S.
e GLAT, R. A criança e suas Deficiências: métodos e técnicas de atuação psicopedagógica. Rio de
Janeiro: Agir, 1989.
MANTO AN, M. T. E. Compreendendo a Deficiência Mental: novos caminhos educacionais. Editora
Scipione, 1989.

Fundamentos da Educação Infantil - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Políticas de Educação Infantil. Necessidades básicas de aprendizagem na Educação Infantil.
Os aspectos pedagógicos das creches e pré-escolas.
Bibliografia:
BRASIL, MEC/SEF/COEDI. Política e Educação Infantil: proposta. Brasília, 1993.

48
KRAEMER, S.A. política do pré-escolar no Brasil: a rate do disfarce. São Paulo, Cortez, 1992.
SOUZA, S. J. E KRAEMER, S. Educação ou tutela? A criança do O a 6 anos. São Paulo: Loyola,
1988.
TOTTES, Rosa Maria. Que e como é necessário aprender? Campinas: Papirus. 1994.

Ética e Cidadania - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Noções de ética e moral. O papel das novas tecnologias de comunicação e do
desenvolvimento científico contemporâneo. O sentido das novas transformações, propiciadas pela
globalização, para diferentes grupos e ambientes culturais. Novos valores e conflitos de papéis. Ética
profissional. Função social das várias atividades a serem desenvolvidas pelo futuro graduado; as
entidades de classe. Direitos e deveres do profissional. Normas genéricas relativas à profissão.
Bibliografia:
AMARAL, Antônio Carlos R. do. Ética social e governamental: advocacy e loby: uma proposta para
o exercício da cidadania na democracia contemporânea. São Paulo: Hottopos, 1997. 15 Ip.
GALLO, Silvio (Coord.) Ética e cidadania: caminhos da Filosofia (elementos para o ensino de
Filosofia). Campinas, SP: Papirus, 1997. 112p.
HERKENHOFF, João Batista. Ética, educação e cidadania. Porto Alegre: Liv. do
Advogado, 1996. 151p.
SOUZA, Herbert de, RODRIGUES, Carla. Ética e cidadania. São Paulo, SP: 16. ed., Moderna, 1998.
72p.
CARR, E. H. A moral na política internacional (tradução do Espanhol).
DURANT, Will. Pequena história da filosofia ética.
ENCONTRO Estadual de Estágios (2.: 1993: Curitiba). Os estágios e o processo de
construção da ética e da cidadania "o desafio da ação": anais. Curitiba: UFPR, 1993. 169p.
FONSECA JR., Gelson. A legitimidade e outras questões internacionais: poder e ética

Sistemas de Apoio a Decisão - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Definições; modelos de tomada de decisão; tipos de sistemas de apoio à decisão; Evolução
dos sistemas de apoio à decisão. O ambiente informacional x operacional; Sistemas de informações
gerenciais e data warehouse. Granularidade e particionamento de dados; Metadados; Credibilidade e
integração de dados. Parâmetros de tempo dos dados; Migração e tecnologias. Projeto e
implementação de sistemas de apoio à decisão.
Bibliografia:
FAYAD, U. et al. Advances in knowledge discovery and data mining. Menlo Park-Calif: AAAI Press,
1996.

49
INMON, W.H. Como construir o Data Warehouse. Tradução da Segunda edição. Ed. Campus,
1997.
KIMBALL, R. The data warehouse toolkit: practical techniques for building dimensional data
warehouses. New York: John Wiley, 1996.
SILVER, M.A. Systems that support decision makers: description and analysis. Chinchester: John
Wiley, 1991.
ADRIANS, P. ZANTIGE, D. Data Mining. Harlow: Addison Wesley, 1996.
BERRY, M. LINOIFF, G. Data mining techniques for marketing, sales and customer support. New
York: John Wiley, 1997.
CABENA, P. Discovering data mining: from concept to implementation. New Jersey. Prentice-Hall,
1998.
DEVLFN, B. Data warehouse: from architecture to implementation. Massachusetts, Addison-wesley,
1997.
INMON, W.H. Managing the data warehouse. New York, John Wiley, 1997.
PÕE, V. Building a data warehouse for decision support. Upper Saddle River, NJ, Prentice-Hall, 1997.
SAGE, "P. Decision support systems engineering. N.Y. John Wiley & Sons Inc., 1991.

Planejamento e Gerência de Projeto - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Planejamento estratégico de sistemas de informação e planejamento de sistemas. Modelos
organizacionais e de gerência. Fundamentos de gerência. Instrumentos de gerência. Pensamento
sistêmico com mapeamento de processos. Aprendizado de equipes. Gestão da qualidade.
Bibliografia:
BOITEUX, C. D. PERT/CPM/ROY e outras técnicas de programa e controle. Editora LTC. 1985.
LEVITT, T. Repensando a gerência. Rio de Janeiro, Campus, 1991.
MOTTA, P.R. Gestão contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. Rio de janeiro,
ALBERTIN, A. Administração de informática: funções e fatores críticos de sucesso. São Paulo, Atlas,
1996.
BOAR, B. The art of strategic planning for information technology. New York, John Wiley, 1993.
COUGER, J. Creativity and Innovation in Information Systems Organizations. Massachusetts:
Boyd and Fraser Publishers, 1995.
CURY, A Organização e métodos: perspectiva comportamental e abordagem contingencial. São
Paulo, Atlas, 1991.
TORRES, N. Competitividade empresarial com a tecnologia da informação, São Paulo, Makron,
1995.
SENGE, P. A Quinta componente curricular. Quality Mark, 1997.

50
HAMPTON, D. R. Administração contemporânea. M. HILL. 2a. ED. 1983.
MOSCOVICI, F. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. Rio de janeiro, José
Olympio, 1996.
ZALESNIK, A. Psicodinâmica da vida organizacional: motivação e liderança. São Paulo: Pioneira,
1990.

Hipermídias Educacionais - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Hipertexto e hipermídias. A estruturação de hipertextos. Modelagem e Autoria. Plataformas
e ferramentas de desenvolvimento. Produção, implementação e avaliação de produtos educacionais.
Sistemas cooperativos. Sistemas adaptativos. Projeto e implementação de ambientes de ensino e
aprendizagem na web. Introdução à realidade virtual.
Bibliografia:
ROSINI, A. M. As novas tecnologias e a educação à distância. Ed. Thomsom Learning. 2006.
TIFFIN, J.; RAJASINGHAM, L. A universidade virtual e global. Ed. Artmed. 2006.
PEREIRA, A. T. C.; SANTOS, N.; ULBRICHT, V. R. Ambientes Hipermidiáticos. Ed.
Ciência moderna. 2006.
CARNEIRO, R. Informática na educação. 3ª Ed. Cortez. 2006.
BARBOSA, R. M. Amnientes virtuais de aprendizagem. Ed. Artmed. 2005.
CAMPOS, F. &CAMPOS, G.material Instrucional, Novas Tecnologias e Desenvolvimento de
Software Educacional. Proceedings VIII Simpósio Brazileiro de Computação em Educação.. São
Paulo, November, 1977( in Portuguese).
GARZZOTO, F.; PAOLINI, P., SCHWABE, D.; “HDM: a Model-Based Approach to Hypermedia
Application Design”,ACM Transac. Information system, 11(1), 1993, 1-26.
ISAAAAKWITZ, T. STOHO, E. &BALASUBRAMANIAN, P. ‘Relationship Management
Methodology”, Communication of the ACM, vol.38, n 8, August 1995, 34-48.
SEQUERRA-BREITMAN, K., ROCHA, A. R. C. & SANTOS, N. HIPER-AUTO: Um Método
para Desenvolvimento de sistemas Multimídia. Anais do I Encontro brasil-França de Informática na
Educação. Rio de Janeiro, 1993.

Projeto com orientação a objetos


CARGA HORÁRIA: 33 DIURNO
Ementa: Lógica de Programação voltada para Orientação a Objetos. Características da
orientação a objetos. Criação de avançadas interfaces gráficas em linguagem Java. Projetos
utilizando JAVA.

51
Bibliografia:
CARDOSO, C. Orientação a objetos na prática – Aprendendo orientação a objetos com Java.
Ed. Ciência moderna. 2006.
ANSELMO, F. Aplicando lógica orientada a objetos em Java. 2ªEd. Visual Books. 2005.
FLANAGAM, D. Java: o guia essencial. 5ª Ed. Bookman. 2006.
DEITEL, H.; DEITEL, P. Java como Programar. 6ª Ed. Pearson. 2005.
RAMON, F. Java 2 – Guia de consulta rápida. Ed. Novatec. 2001.

Segurança de Dados - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Segurança de Dados em Computação: introdução, objetivo da Segurança de Dados, o
ambiente computacional; Considerações sobre Segurança de Dados: dificuldades de implementar
segurança, vulnerabilidade e pontos de ataque, visão geral de medidas defensivas da Segurança de
Dados; Metodologia para Segurança de Dados: política de segurança, nível de autorização,
transformações de sigilo; Aplicações da Segurança de Dados: mecanismos de segurança do hardware,
segurança do kernel, segurança da rede, segurança de banco de dados, segurança de sistemas
operacionais distribuídos.
Bibliografia:
Summers, R. C.; Secure Computing: Threads and Safeguards, McGraw-Hill, NY, 1997.
Pfleeger, Charles P.; Security in Computing, Prentice Hall PTR, NJ, 1997.
Russel, Deborah; Computer Security Basics, O'Reilly & Associates, NY, 1992.
Gasser, Morrie; Bilding a Secure Computer System, VNR, NY, 1988.

Projeto de Interfaces - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Evolução histórica da interação homem-máquina; áreas de aplicação. Características
humanas relevantes: memorização, percepção, habilidades motoras, resolução de problemas,
aprendizagem, aquisição de habilidades, motivações, modelos conceituais. Diversidades culturais;
comunicação e interação; questões ergonômicas. Aspectos tecnológicos: dispositivos de entrada/saída,
técnicas de diálogo, estilo, conceitos de computação gráfica, padrões para interfaces de usuário.
Processo de desenvolvimento: abordagens de projeto e técnicas de implementação; ferramentas de
apoio; técnicas de avaliação e teste de usabilidade.
Bibliografia:
BEYER, H. R. & HOLTZBLATT, K. Getting started with contextual techniques. Em
http://www.incent.com/connection.indx/techniques.html.
HACKOS, J.T. & REDISH, J.C. User and task anallysis for interface design. John Wiley & Sons,
Inc., 1998.

52
HOLTZBLATT, K. & BEYER, H.R. Representing Work for the purpose of Design.
Representations of work, HICSS Monograph (Hawaii International Conference on System Sciences),
January 1994. Lucy Suchman, Editor. LEWIS, C. & REEMAN, J. Task-Centered User interface
Design: A Practical.

Dinâmica das Relações Grupais - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Atividades de sensibilização e dinamização do grupo, no sentido do auto-conceito, auto-
conhecimento, da autonomia, do equilíbrio emocional. Preservação de relações sociais professor-
aluno, aluno-aluno: estudo e análise de técnicas de dinâmica de grupo.
Bibliografia: -
MAILHIOT, Geral. Dinâmica e genes dos grupos de São Paulo, Livraria duas Cidades, 1976.
FICHON-REVIÉRE, Eurique. O processo grupal. São Paulo: Martins e Fontes, 1982.
ROSEMBERG, R. Aconselhamento Psicológico centrado na pessoa. São Paulo: EPU, 1987.

Gerência de Redes - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Evolução do Gerenciamento de Redes; Arquitetura OSI de Gerenciamento; Funções de
Gerenciamento; Bases de Informação de Gerenciamento; Serviços e Protocolo OSI de
Gerenciamento; Introdução à Administração de Sistemas Heterogêneos; Metas e Objetivos da
Administração de Sistemas; Modelo de Maturidade em Administração de Sistemas; Lidando com a
Heterogeneidade; Serviços Básicos; Serviços de Comunicação e Informação; Serviços de Arquivo
Uniformes; Gerenciamento de Pacotes de Software; Configuração e Instalação; Integração com
clientes e PC’s.
Bibliografia:
BRISA, Gerenciamento de Redes; uma abordagem de sistemas abertos, Makron Books, 1993.
Teixeira Jr, J. H. et al, Redes de Computadores: serviços, administração e segurança, Makron Books,
1999.
Frisch, A. Essencial Systems Administration
Nemeth, E. Unix Systems Administration Handbook.

Teoria da Computação - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Teoria da Computação: histórico, conceitos básicos, fundamentos matemáticos. Programas e
Máquinas. Computabilidade e Solubilidade. Equivalência. Máquina de Turing e suas extensões.
Recursividade. Noções de Complexidade de Algoritmos.

53
Bibliografia:
DIVERIO, Tiaraju A.; MENEZES, Paulo F. Blauth. Teoria da Computação – Máquinas Universais e
Computabilidade. Porto Alegre: Sagra-Luzzato, 1999, 205p.
M. Sipser. Introdution to the Theory of Computation, PWS Publishing Co., 1996.
LEWIS, Harry. R; PAPADIMITRIOU Christos H. Elementos de Teoria da Computação, São Paulo:
Editora Artes Médicas, 1999, 340p.
BIRD, Richard Programs and Machines – An Introduction to the Theory of Computation, London:
John-Wiley, 1976.

Organização de Arquivos - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Introdução aos sistemas de gerência de arquivos. Estruturas de arquivos lógicos e físicos.
Operações com arquivos. Métodos de Classificação. Técnicas de Pesquisa. Compressão de Dados.
Bibliografia:
SANTOS, C. S.; AZEREDO, P. A. Tabelas: Organização e Pesquisa. UFRGS: Sagra, 2000.
AZEREDO, Paulo A. Métodos de Classificação de dados e Análise de suas Complexidades, Rio de
Janeiro: Campus, 1995.
DATE C. J., Introdução a sistemas de bancos de dados, Rio de Janeiro, Campus, 1991.
ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shankant B., Fundamentals of Database Systems. New York:
Addison-Wesley Publishing, 1994.

Linguagens Formais - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Teoria da Computação: conceitos básicos. Linguagens formais: conceituação, formalização
da representação de linguagens por geradores e reconhecedores. Classes de linguagens e suas
propriedades. Expressões Regulares. Autômatos finitos e sua relação com gramáticas regulares.
Gramáticas Livres de Contexto e autômatos de pilha.
Bibliografia:
MENEZES, Paulo Fernandes Blauth. Linguagens Formais e Autômatos. Editora Sagra-Luzzato,
1997.
HOPCROFT, J. E.; ULLMAN, J. D. Introduction to Automata Theory, Languages and Computation,
Addison-Wesley, 1979.
LEWIS, Harry R., PAPADIMITRIOU Christos H.; Elementos de teoria da computação. 2a ed. Porto
Alegre: Bookman, 2000.

54
Internet Aplicada à Educação - CARGA HORÁRIA: 33
Ementa: Surgimento e evolução da Internet. Protocolos de Comunicação. Tecnologias para
construção de Interfaces WEB.
Tipos de Aplicações Educacionais WWW. Desenvolvimento de Aplicações Hipermídia para a WEB.
Bibliografia:
EVANDS, Tim. Minute Guide to HTML, 3.2. Second Edition. Prentice Hall.
HOWARD, Jim. Navegando na Internet. Editora Ciência Moderna.
LADD, Eric & O’DONNELL, Jim. Using HTML 3.2. Java 1.1 and CGI. Prentice Hall.
MALAMUD, Carl. Exploring the Internet. A Technical Travelogue. Prentice Hall, 1993.
MORRIS, Bruce. HTML in Action. Microsoft Press.

Sistemas de Informação - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Bases conceituais e filosóficas da área de sistemas de informação. Os conceitos, objetivos e
componentes dos sistemas de informação. Os tipos de sistemas de informação. Áreas de pesquisa em
sistemas de informação. Conhecimento científico e metodologia de pesquisa em sistemas de
informação.
Bibliografia:
ALTER, S., Information systems, EUA, Addison Wesley, 1999.
BERTALANFFY, L., Teoria geral dos sistemas. 2a Ed. Petrópolis, Vozes, 1975.
LAUDON, K. C. e LAUDON, J. P., Management information systems: new approaches organization
and technology, 6a ed. EUA, Prentice Hall, 2000.
STAIR, R. M. Princípios de sistemas de informação: uma abordagem gerencial, 2a ed., Rio de Janeiro,
LTC, 1998.
Swanson, E. B. E Ramiller, N. C. Information systems research, vol. 4 no. 4, pp.299-330.
MCLEOD, R., management information systems, 7a ed. EUA, Prentice Hall, 1998.

Seminário em Informática na Educação - CARGA HORÁRIA: 33


Ementa: Consultas bibliográficas, entrevistas ou observação do uso de novas tecnologias como fonte
de conteúdos a serem apresentados e discutidos em seminário.
Bibliografia:
LIDWIN, EDITH Tecnologia Educacional: Política, Histórias e Propostas. Porto Alegre. Artes
Médicas, 1997.
LA TAILLE, YVES de. Ensino sobre o lugar do computador na educação. São Paulo: Editora Iglu,
1990, 219p.

55
PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da informática. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1994.
VALENTE, J.A. Computadores e Conhecimento. Repensando a Educação. Campinas, São Paulo;
UNICAMP, 1993.

56
13- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

APPLE, Michael W. A política do conhecimento oficial: faz sentido a idéia de um currículo


nacional? In: MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa e SILVA, Tomaz Tadeu (orgs.) Currículo,
cultura e sociedade. São Paulo: Cortez, 1994.
ARENA, Dagoberto Buim. Projeto pedagógico e avaliação: as tensões no interior da escola.
In: BICUDO, Maria Aparecida Viggianni e SILVA JÚNIOR, Celestino Alves da (orgs.).
Formação do educador e avaliação educacional: conferências e mesas-redondas, v. 1. São
Paulo: UNESP, 1999.
BIANCHI, Anna Cecília de Moraes et alli. Manual de orientação: estágio supervisionado. São
Paulo: Pioneira, 1988.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996: estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional.
CASTRO Magali de. As instituições escolares rumo ao terceiro milênio: implicações do atual
contexto de globalização na construção do projeto político-pedagógico. In: PINTO, Fátima
Cunha Ferreira; FELDMAN, Marina; SILVA, Rinalva Cassiano (orgs.). Administração
escolar e política da educação. Piracicaba: Editora UNIMEP, 1997.
GANDIN, Danilo e GANDIN, Luis Armando. Temas para um projeto político-pedagógico.
Petrópolis: Vozes, 1999.
GIMENO, S. J. El Curriculum: Una reflexión sobre la práctica. Madri:
LIBÂNEO, José Carlos e PIMENTA, Selma Garrido. Formação dos profissionais da
educação: visão crítica e perspectivas de mudança. In: Educação & Sociedade, ano XX, nº 68,
dezembro/99.
MELCHIOR, Maria Celina. Avaliação Pedagógica - Função e Necessidade. Porto Alegre,
Mercado Aberto, 1994.
MENEGOLLA, Maximiliano e SANT’ANA, Ilza Martins. Por que planejar? Como planejar?
Petrópolis: Vozes, 1992.
PEDRA, José A. Currículo, conhecimento e suas representações. Campinas: Papirus, 1997.
PENIN, Sonia Teresinha de Sousa. Projeto pedagógico e avaliação da escola: o local e o
global na sua definição. In: BICUDO, Maria Aparecida Viggianni e SILVA JÚNIOR,
Celestino Alves da (orgs.). Formação do educador e avaliação educacional: conferências e
mesas-redondas, v. 1. São Paulo: UNESP, 1999.
PICONEZ, Stela C. Bertholo (coord.). A prática de ensino e o estágio supervisionado.
Campinas: Papirus, 1994.
PIMENTA, Selma Garrido. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática?
São Paulo: Cortez, 1995.
PLACCO, Vera M. N. de Souza. Formação e prática do educador e do orientador. São Paulo:
Papirus, 1996.
XAVIER, Antônio Carlos da Ressurreição, AMARAL SOBRINHO, José. Como elaborar o
plano de desenvolvimento da escola, aumentando o desempenho da escola por meio do
planejamento eficaz. Brasília: Programa FUNDESCOLA, 1999.

57