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Validade de um argumento: Verificação por Tabela Verdade.

Com o uso das tabelas verdade é suficiente verificar se a fórmula

A1 ^ A2 ^ A3 ^... ^ An ç B

 é tautologia.
Exemplo: O argumento p, q ç r,r,q é válido, pois a fórmula abaixo é uma tautologia:
p ^ (q ç r) ^r ç q
O que verificamos nas linhas onde as premissas são verdadeiras que a conclusão também é
verdadeira.

2 ­ Validade de um argumento: Verificação sem o uso de Tabela verdade .
Para verificar a validade de um argumento podemos utilizar um dos seguintes métodos:
1. DEMONSTRAÇÃO DIRETA
2. DEMONSTRAÇÃO INDIRETA – CONDICIONAL
3. DEMONSTRAÇÃO INDIRETA – POR ABSURDO
4. DEMONSTRAÇÃO INDIRETA – ÁRVORE DE REFUTAÇÃO
Destas, utilizaremos apenas a Demonstração Direta que consiste em utilizar as regras já
estudadas para simplificação da expressão. Caso seja verdadeiro o argumento, obteremos uma tautologia
ao término.
Exemplo 1:
p ^ (q ç r) ^r ç q
p ^ (q π r) ^r ç q
p ^ [(q ^r) π (r ^r)] ç q
p ^ [(q ^r) π C] ç q
p ^ [(q ^r)] ç q
p ^q ^r ç q
(p ^q ^r) π q
p π q π r π q
p π r π (q π q)
p π r π t
t
Os argumentos normalmente são dados em linguagem natural, logo, as premissas e a conclusão
devem ser identificadas e convertidas para a notação matemática. Devem ser então equacionadas em
conjunto e simplificadas até concluirmos sobre a validade do argumento.

Exemplo 2: Se chover, Osvaldo fica resfriado. Osvaldo não ficou resfriado, logo não choveu.
Identificação:
p: Chover
q: Osvaldo ficar resfriado
Conversão de Linguagem Natural para Linguagem Matemática:
Premissa: p ç q
p ç q
Premissa:q
OUq
Conclusão:pp
Equacionamento:
p ç q,q |ù p
OU
(p ç q) ^q ç p
Simplificação:
(p ç q) ^q ç p
(p π q) ^q ç p
(p ^q) π (q ^q) ç p
(p ^q) π C ç p
(p ^q) ç p
(p ^q) π p
p π q π p
t π q
t
(O argumento é válido)
Exemplo 3: Se um homem é careca, ele é infeliz. Se um homem é infeliz, ele morre jovem. Logo,
carecas morrem jovens.
p: Ele é careca.
q: Ele é infeliz.
r: Ele morre jovem.
Premissa: p ç q
p ç q
Premissa: q ç r

OU

q ç r
Conclusão: p ç r
p ç r
p ç q, q ç r |ù p ç r

OU
(p ç q) ^ (q ç r) ç (p ç r)
(p ç q) ^ (q ç r) ç (p ç r)
(p π q) ^ (q π r) ç (p π r)
[(p π q) ^ (q π r)] π (p π r)
(p π q) π (q π r) π (p π r)
(p ^q) π (q ^r) π p π r
[(p π p) ^ (q π p)] π (q ^r) π r
[ t ^ (q π p)] π (q ^r) π r
(q π p) π (q ^r) π r
(q π p) π [(q π r ) ^ (r π r)]
(q π p) π [(q π r ) ^ t]
(q π p) π [(q π r )]
q π p π q π r
q π q π p π r
t π p π r
t
(O argumento é válido)
Quando o resultado obtido não for uma tautologia os argumentos não justificam a conclusão,
sendo, portanto, um SOFISMA.

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