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Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de São Carlos

Departamento de Engenharia de Estruturas

Dimensionamento e Verificação de Elementos de Estrutura de Aço

AUTOR:

Rafael Tamanini Machado

COLABORAÇÃO:

Davi Fagundes Leal Emerson Alexandro Bolandim Jesús Daniel Villalba Morales Pedro Diego Almeida Bergamasco Rafael Eclache Moreira de Camargo

ORIENTADOR:

José Jairo de Sáles

São Carlos

2010

Aos meus pais, Jarbas Machado e Jandira Tamanini Machado, grandes referências da minha vida.

AGRADECIMENTOS

A Deus, que me protege e ilumina em todos momentos.

À minha família, pelo amor, carinho e apoio em meu caminho.

Ao prof. Dr. José Jairo de Sales, pela oportunidade de me integrar ao Programa de Aperfeiçoamento do Ensino (PAE).

Aos amigos e colegas Davi, Emerson, Jesús, Pedro e Rafael por disponibilizarem seus exercícios desenvolvidos na disciplina SET 5860 e se prontificarem para eventuais esclarecimentos. Em especial ao Davi e Rafael pelo incentivo e apoio em meus primeiros passos no MathCad.

Aos meus amigos que me acompanharam nessa caminhada.

APRESENTAÇÃO

Esta publicação contém exercícios resolvidos relativos à verificação e dimensionamento de estruturas metálicas, complementando o material de apoio das disciplinas SET 0417 - Estruturas Metálicas I e SET 5860 Tópicos Especiais de Estruturas Metálicas oferecidas na graduação e no mestrado, respectivamente. Entendemos que os exercícios aqui apresentados constituem o conjunto mínimo necessário para que o aluno tenha condições de calcular diversificadas estruturas encontradas em sistemas estruturais correntes. Apesar da vasta bibliografia sobre o tema, havia ausência de uma publicação que viesse sintetizar e apresentar de maneira seqüencial e didática exemplos resolvidos segundo as mudanças trazidas pela NBR 8800/08 Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edifícios. Deixamos claro que de forma alguma essa publicação esgota o assunto, podendo sofrer no decorrer do tempo, inserções e alterações visando melhorar seu desempenho junto aos alunos do curso de Estruturas Metálicas. Para isso ficamos à disposição de nossos alunos e colegas, cujas críticas, comentários e sugestões serão bem-vindas.

São Carlos, agosto de 2010

ÁREA DE ESTRUTURAS METÁLICAS

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

LISTA DE EXERCÍCIOS

1

Sumário

DIMENSIONAMENTO E VERIFICAÇÃO DE BARRAS TRACIONADAS 27

Exercício resolvido 1.4

27

Exercício resolvido 1.5

35

Exercício resolvido 1.6

45

Exercício resolvido 1.8

50

Exercício resolvido 1.9

55

DIMENSIONAMENTO E VERIFICAÇÃO DE BARRAS COMPRIMIDAS 63

Exercício resolvido 2.1

63

Exercício resolvido 2.2

73

Exercício resolvido 2.3

79

Exercício resolvido 2.4

89

Exercício resolvido 2.5

94

Exercício resolvido 2.6

99

DIMENSIONAMENTO E VERIFICAÇÃO DE BARRAS FLETIDAS

Exercício resolvido 3.3

104

Exercício resolvido 3.5

108

Exercício resolvido 3.6

131

Exercício resolvido 3.7

145

Exercício resolvido 3.8

159

Exercício resolvido 3.11

170

104

DIMENSIONAMENTO E VERIFICAÇÃO DE BARRAS SOB SOLICITAÇÕES COMBINADAS 173

Exercício resolvido 4.2

173

Exercício resolvido 4.3

194

Exercício resolvido 4.6

221

Exercício resolvido 4.7

254

Exercício resolvido 4.8

317

DIMENSIONAMENTO E VERIFICAÇÃO DE LIGAÇÕES

Exercício resolvido 5.2

334

Exercício resolvido 5.3

343

Exercício resolvido 5.6

351

Exercício resolvido 5.7

359

Exercício resolvido 5.8

361

Exercício resolvido 5.9

366

Exercício resolvido 5.10

378

ANEXOS

383

Anexo A

383

Anexo B

384

Anexo C

386

Anexo D

387

Anexo E

388

Anexo F

389

Anexo G

390

Anexo H

391

Anexo I

392

Anexo J

393

Anexo K

394

Anexo L

395

Anexo M

396

Anexo N

397

334

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LISTA DE EXERCÍCIOS

1 BARRAS TRACIONADAS

1.2 Determine a resistência de cálculo de uma barra chata tracionada, para

um arranjo de furos tal como indicado na figura, supondo que o aço seja MR-

250 e que os parafusos tenham um diâmetro nominal de 19 mm.

250 e que os parafusos tenham um diâmetro nominal de 19 mm. 1.3 – Determine a

1.3 Determine a resistência de cálculo de uma ligação composta por duas

chapas com dimensões (240 x 8) mm, ligadas à chapa de nó por parafusos de

diâmetro 19 mm, com a distribuição indicada na figura. Adote aço classe MR-

250.

à chapa de nó por parafusos de diâmetro 19 mm, com a distribuição indicada na figura.

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LISTA DE EXERCÍCIOS

1.4 A diagonal de uma treliça de cobertura deverá ser fabricada em aço com

tensão de escoamento f y = 250 MPa e tensão de ruptura f u = 400 MPa. A solicitação de tração (de cálculo) é N d = 450 KN e o comprimento dessa diagonal é de 3600 mm. Supor que as ligações serão feitas com parafusos de diâmetro 22 mm situados em apenas uma linha de furação.

a) Dimensione essa diagonal, usando uma única cantoneira, escolhendo a seção de forma mais econômica possível. b) Dimensione essa mesma diagonal, agora usando um par de cantoneiras.

1.5 Para a treliça esquematizada na figura seguinte:

a) Dimensione as seguintes barras:

barra 11-18 ----------------

barra 9-11 ------------------

Considere:

N g = 87 kN (permanente) N q1 = -22 kN (vento) N q2 = 35 kN (equipamento) N g = 55 kN (permanente) N q1 = 34 kN (vento) N q2 = 29 kN (equipamento)

a) Aço ASTM A36 e ações permanentes devido ao peso próprio da estrutura.

b) Contraventamento lateral nos nós 1, 2, 4, 5, 6, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 16 e 18.

ao peso próprio da estrutura. b) Contraventamento lateral nos nós 1, 2, 4, 5, 6, 8,

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LISTA DE EXERCÍCIOS

1.6 A estrutura esquematizada na figura seguinte é composta por uma treliça

de banzos paralelos, e está sujeita ao seguinte carregamento:

P g1 = 25 kN (ação permanente, peso próprio (p.p). de elementos

construtivos) P q1 = 60 kN (equipamento 1) P q2 = 40 kN (vento) P q3 = 30 kN (equipamento 2)

q 2 = 40 kN (vento) P q 3 = 30 kN (equipamento 2) 1.7 –

1.7 Dimensione as barras tracionadas esquematizadas a seguir, adotando

aço AR-350, sendo:

P g = 5 kN (ação permanente, p.p. de elementos construtivos); P g1 = 18 kN (sobrecarga de utilização); P q2 = 9 kN (vento).

permanente, p.p. de elementos construtivos); P g 1 = 18 kN (sobrecarga de utilização); P q

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LISTA DE EXERCÍCIOS

1.8 Dimensione a barra B-C da estrutura esquematizada na figura seguinte, utilizando seção composta por duas cantoneiras de abas iguais. Sobre a viga A-B da estrutura atuam forças uniformemente distribuídas cujos valores nominais são:

P g1 = 15 kN/m (ação permanente, p.p. de estruturas metálicas) P q1 = 60 kN/m (equipamentos) P q2 = 45 kN/m (sobrecarga) Admitir:

a) Ligações (nós B e C) são efetuadas com no mínimo três parafusos com diâmetro nominal 22 mm;

b) Aço MR-250;

c) Nó B travado lateralmente.

efetuadas com no mínimo três parafusos com diâmetro nominal 22 mm; b) Aço MR-250; c) Nó

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LISTA DE EXERCÍCIOS

1.9 Dimensione a diagonal da figura, utilizando perfil tipo cantoneira, simples e dupla, com ligações soldadas, para as seguintes forças nominais:

H 1 = 90 kN (equipamento 1) H 2 = 30 kN (equipamento 2) H 3 = 90 kN (vento) Nota: nós C e D travados lateralmente.

= 90 kN (equipamento 1) H 2 = 30 kN (equipamento 2) H 3 = 90

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LISTA DE EXERCÍCIOS

2 BARRAS COMPRIMIDAS

2.1 Dimensione as barras comprimidas (CD e BC) da estrutura apresentada a seguir, utilizando seção composta por duas cantoneiras. Os nós B e C estão contraventados lateralmente, assim como os apoios. No nó B atuam as seguintes forças:

P g = 50 kN (ação permanente, p.p. de elementos construtivos industrializados); P q = 150 kN (equipamento, já incluído impacto)

Adote:

a) Aço AR-350 para as cantoneiras e chapas de nó;

b) Chapas de nó com espessura 9,5 mm.

já incluído impacto) Adote: a) Aço AR-350 para as cantoneiras e chapas de nó; b) Chapas

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LISTA DE EXERCÍCIOS

2.2 Dimensione a treliça da figura, em aço ASTM A36, sabendo-se que a

mesma esta solicitada pelas seguintes forças:

N g1 = 10 kN (ação permanente, p.p. de elementos construtivos

industrializados) N q1 = 30 kN (vento) N q2 = 70 kN (equipamento) Considerações:

a) Contraventamento lateral nos nós 1, 5, 9 e apoios;

b) Dimensionar para dupla cantoneira.

nós 1, 5, 9 e apoios; b) Dimensionar para dupla cantoneira. 2.3 – O pilar abaixo

2.3 O pilar abaixo nos planos X-X e Y-Y, o esquema estático indicado na

figura. Determine na direção X-X o contraventamento mínimo (máxima distância entre travamentos), para o pilar suportar a máxima força P possível. Determine também o valor nominal dessa força. Considerações:

a) Usar aço AR-350.

a máxima força P possível. Determine também o valor nominal dessa força. Considerações: a) Usar aço

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LISTA DE EXERCÍCIOS

2.4 Uma barra com seção transversal I, composta por duas chapas 25x200 e

uma chapa de 5x700 será utilizada como coluna, para suportar uma força nominal de 500 kN, com 8 metros de altura. O esquema estático está apresentado na figura seguinte. Faça as verificações e diga se a coluna satisfaz as condições da norma NBR-8800. Considerações:

a) Usar aço MR-250.

da norma NBR-8800. Considerações: a) Usar aço MR-250. 2.5 – Escolha o perfil soldado da série

2.5 Escolha o perfil soldado da série CS, mais econômico, em aço ASTM

A36, a ser usado como coluna sujeita a uma força axial de cálculo igual a 4500 kN. O comprimento efetivo de flambagem em relação ao eixo de menor inércia (KL) y é igual a 5000 mm, e em relação ao eixo de maior inércia (KL) x igual a 10.000 mm.

2.6 Dimensione um pilar usando um perfil da série CS, para um comprimento

efetivo de flambagem igual a 3.500 mm (nos dois planos), sujeito a uma for axial de cálculo de 3.600 kN. Use aço ASTM A36.

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LISTA DE EXERCÍCIOS

2.7 Determine o máximo valor de N d para as colunas do pórtico esquematizado abaixo. A flambagem no plano do pórtico dar-se-á em torno do eixo de menor inércia. Considerações:

a) Vigas: VS 700x105;

b) Colunas: CS 300x109;

c) Usar aço A36.

Vigas: VS 700x105; b) Colunas: CS 300x109; c) Usar aço A36. 2.8 – Determine a máxima

2.8 Determine a máxima força de compressão, de cálculo, que pode ser aplicada numa torre composta por quatro cantoneiras L 64x64x8 (pernas) e altura 10 metros. Adote aço A36 e esquematize o travejamento.

composta por quatro cantoneiras L 64x64x8 (pernas) e altura 10 metros. Adote aço A36 e esquematize

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LISTA DE EXERCÍCIOS

2.9 Uma coluna constituída por um perfil CS 300x149 está solicitada por uma força axial de compressão, de cálculo, igual 3500 kN, e deverá apoiar-se em uma base de concreto com dimensões mínimas da placa de apoio, supondo concreto de f ck = 20 MPa e aço com f y = 250 MPa.

2.10 Uma coluna constituída de um perfil CS 350x161 está solicitada por uma força axial de compressão igual a 4000 kN (valor de cálculo). Determinar as dimensões mínimas da base de concreto e da placa de base da coluna. Adotar concreto de f ck = 20 MPa e aço de f y = 250 MPa.

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LISTA DE EXERCÍCIOS

3 BARRAS FLETIDAS

3.1 Determine o máximo valor M (ação variável) que pode ser aplicado à viga

simplesmente

permanente (p.p. de estruturas metálicas), g = 10 kN/m. Considerações:

ação

apoiada

esquematizada

a

seguir,

sujeita

a

uma

a) M, g: ações nominais;

b) Travamentos laterais apenas nos apoios;

c) Aço MR-250.

b) Travamentos laterais apenas nos apoios; c) Aço MR-250. 3.2 – Dimensione a viga esquematizada a

3.2 Dimensione a viga esquematizada a seguir, sabendo-se que ela está contraventada conforme indicado e solicitada pela forças:

Considerações:

a) g: 3 kN/m (permanente, p.p. de estruturas metálicas);

b) P q1 = P q2 = 30 kN (variáveis, monovia).

a) g: 3 kN/m (permanente, p.p. de estruturas metálicas); b) P q 1 = P q

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LISTA DE EXERCÍCIOS

3.3 Para a viga esquematizada a seguir, determine:

a) Resistência de cálculo à força cortante;

b) Máximo valor de P (nominal), de modo que a resistência calculada no item (a) não seja ultrapassada.

Considerações:

a) P: ação permanente (p.p. de estruturas metálicas)

b) Usar aço MR-250.

(p.p. de estruturas metálicas) b) Usar aço MR-250. 3.4 – Na viga apresentada a seguir, determine

3.4 Na viga apresentada a seguir, determine os travamentos laterais (quantidades e distância), para que a mesma suporte o carregamento dado. Considerações:

a) Aço ASTM A36;

b) P d : valor de cálculo, já incluindo peso próprio.

o carregamento dado. Considerações: a) Aço ASTM A36; b) P d : valor de cálculo, já

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LISTA DE EXERCÍCIOS

3.5 Qual o máximo valor admitido para P (ação variável equipamento), aplicado na viga I da figura seguinte, sendo g = kN/m ação permanente de pequena variabilidade de aço ASTM A36. Considere três situações de contenção lateral:

a) Somente nos apoios;

b) Nos apoios e no meio do vão;

c) Ao longo de toda a viga.

b) Nos apoios e no meio do vão; c) Ao longo de toda a viga. 3.6

3.6 Verifique a viga esquematizada a seguir, sabendo que:

P

= 360 kN (ação permanente, p.p. equipamentos)

q

= 45 kN/m (ação variável, sobrecarga)

Considerações:

a) Apoios e pontos de aplicação das forças P travados lateralmente;

b) Usar aço MR-250.

Considerações: a) Apoios e pontos de aplicação das forças P travados lateralmente; b) Usar aço MR-250.

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LISTA DE EXERCÍCIOS

3.7 Verifique a viga apresentada na figura abaixo, em aço MR-250, travada lateralmente nos pontos de aplicação das forças concentradas. Considerações:

a) Forças concentradas são oriundas de equipamentos, valores nominais; b) Força distribuída, ação permanente (elementos construtivos industrializados).

ação permanente (elementos construtivos industrializados). 3.8 – Tem-se a viga em perfil soldado, fabricada com os

3.8 Tem-se a viga em perfil soldado, fabricada com os enrijecedores verticais indicados na figura. Verifique se a viga é suficiente para receber o carregamento indicado, considerando o contraventamento horizontal localizado no nível da mesa superior. Considerações:

a) P: ação permanente, elemento construtivo industrializado. b) P a : ação variável, monovia.

Considerações: a) P: ação permanente, elemento construtivo industrializado. b) P a : ação variável, monovia. 14

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LISTA DE EXERCÍCIOS

3.9 A viga da figura está contraventada no meio do vão e sujeita a uma força uniformemente distribuída (permanente, elementos construtivos industrializados), e a duas forças móveis (variáveis, ponte rolante). Verifique se a viga é adequada. Adote aço MR-250.

Verifique se a viga é adequada. Adote aço MR-250. 3.10 – Dimensione as vigas V1, contínuas,

3.10 Dimensione as vigas V1, contínuas, indicadas na figura seguinte, considerando que a estrutura é de um piso de edifícios de escritórios. Considere os seguintes carregamentos nominais:

a) g = 18 kN/m 2 (permanente, elementos construtivos industrializados);

b) q = 3 kN/m 2 (variável, sobrecarga de utilização).

Durante a etapa de construção, deve-se prever um carregamento uniforme distribuído de 4 kN/m 2 .

utilização). Durante a etapa de construção, deve-se prever um carregamento uniforme distribuído de 4 kN/m 2

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LISTA DE EXERCÍCIOS

3.11 Determine a resistência de cálculo ao momento fletor das vigas secundárias do piso esquematizado a seguir. Considere aço ASTM A36, concreto de fck = 30 MPa, interação completa e construção escorada.

fck = 30 MPa, interação completa e construção escorada. 3.12 – Em relação ao exercício 3.11,
fck = 30 MPa, interação completa e construção escorada. 3.12 – Em relação ao exercício 3.11,

3.12 Em relação ao exercício 3.11, determinar a resistência de cálculo ao momento fletor das vigas secundárias, considerando agora interação parcial e adotando a menor quantidade possível de conectores de cisalhamento.

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LISTA DE EXERCÍCIOS

4 SOLICITAÇÕES COMBINADAS

4.1 Verifique a coluna esquematizada na figura a seguir. A flexão se dá em

torno do eixo de maior inércia.

Considerações:

a) P d = 135 kN;

b) H d = 5,5 kN.

Considerações: a) P d = 135 kN; b) H d = 5,5 kN. 4.2 – Dimensione

4.2 Dimensione a coluna esquematizada a seguir. A flexão se dá em torno do

eixo de maior inércia. Adotar contraventamentos adequados e m relação ao plano de menor inércia. Considerações:

c) P: ação permanente, p.p. estruturas metálicas;

d) q: ação variável, vento;

e) AR-350.

Considerações: c) P: ação permanente, p.p. estruturas metálicas; d) q: ação variável, vento; e) AR-350. 17

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LISTA DE EXERCÍCIOS

4.3 Verifique a coluna apresentada a seguir, fabricada em aço MR-250. Considerações:

a) N d , P d : ações de cálculo.

a coluna apresentada a seguir, fabricada em aço MR-250. Considerações: a) N d , P d

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LISTA DE EXERCÍCIOS

4.4 Dimensione o elemento indicado na figura, que é parte de um pórtico deslocável em relação ao plano de maior inércia, e indeslocável no outro plano. Os valores k x = 2,41 e k y = 0,93 foram determinados por métodos não indicados no problema. Considere aço ASTM A36. Sugestão:

a) Adote inicialmente CS 350x128.

Considerações:

a) Esforços nominais:

Permanente: Np sk = 150 kN Mp skx1 = 25 kN.m Mp skx2 = 30 kN.m

Variáveis:

Nv sk = 250 kN Mv skx1 = 50 kN.m Mv skx2 = 65 kN.m

Mp sky1 = 5 kN.m Mp sky2 = 15 kN.m

Mvs ky1 = 7,5 kN.m Mvs ky2 = 30 kN.m

= 65 kN.m Mp s k y 1 = 5 kN.m Mp s k y 2

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LISTA DE EXERCÍCIOS

4.5 Verifique o pórtico apresentado a seguir, sendo:

P = 180 kN (permanente, p.p. estruturas metálicas); q 1 = 2 kN/m (vento, valor nominal); q 2 = 1kN/m (vento, valor nominal).

Considerações:

a) Vigas:

b) 2CH 12,5x250 + 1 CH 8x275;

c) Aço A36.

I

2CH 12,5x300 (mesas) + 1CH 8x600;

Colunas: I

A36. I  2CH 12,5x300 (mesas) + 1CH 8x600; Colunas: I 4.6 – Verifique as colunas

4.6 – Verifique as colunas seguintes, indicando qual das seções “trabalha mais

folgada”. Adote aço A36.

Seção 1: caixão 2CH 6,3x250 (mesas) 2CH 5x320 (almas)

Seção 2:

Eixo 1: maior inércia Eixo 2: menor inércia

I

2CH 6,3x280 + 1CH 5x267

(mesas) 2CH 5x320 (almas) Seção 2: Eixo 1: maior inércia Eixo 2: menor inércia I 

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LISTA DE EXERCÍCIOS

4.7 Para o esquema estático a seguir, utilize as mesmas seções do exercício 4.6, porém variando a espessura das chapas até encontrar a seção ideal. Indique qual a mais econômica entre as duas. Considere aço A36.

qual a mais econômica entre as duas. Considere aço A36. 4.8 – Na viga-coluna esquematizada a

4.8 Na viga-coluna esquematizada a seguir, determine a máxima força P admitida para a mesma. Considere aço MR-250.

– Na viga-coluna esquematizada a seguir, determine a máxima força P admitida para a mesma. Considere

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5 LIGAÇÕES

5.1 Determine o número de parafusos de alta resistência (ASTM A325) que deve ser usado na ligação indicada na figura, com 19 mm de diâmetro, para ligar as cantoneiras à chapa, e de 22 mm de diâmetro para ligar a chapa ao perfil U. Adotar ligação por contato com rosca no plano de cisalhamento e aço

MR-250.

contato com rosca no plano de cisalhamento e aço MR-250. 5.2 – Dimensione a ligação esquematizada

5.2 Dimensione a ligação esquematizada abaixo, inclusive a chapa de ligação.

Considerações:

a) Parafuso ASTM A325, d = 12,5 mm, ligação por atrito;

b) Aço MR-50.

a chapa de ligação. Considerações: a) Parafuso ASTM A325, d = 12,5 mm, ligação por atrito;

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LISTA DE EXERCÍCIOS

5.3 Determine o máximo valor de N (valor nominal) na ligação seguinte,

adotando parafusos A-325, diâmetro 19 mm, ligação por atrito e aço AR-350.

A-325, diâmetro 19 mm, ligação por atrito e aço AR-350. 5.4 – Determine a espessura da

5.4 Determine a espessura da chapa (T f ), indicando na figura, de tal forma

que não seja necessário levar em consideração o efeito alavanca nos parafusos.

Considerações:

a) Aço MR-250;

b) Parafuso ASTM A325, d = 19 mm (ligação por contato);

c) Eletrodos E70XX.

Considerações: a) Aço MR-250; b) Parafuso ASTM A325, d = 19 mm (ligação por contato); c)

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LISTA DE EXERCÍCIOS

5.5 Calcule a máxima força de cálculo (P d ), que pode ser aplicada ao tirante indicado na figura, admitindo um acréscimo de 50% devido ao efeito de alavanca. Admitir aço MR-250, parafusos comuns ASTM A307.

alavanca. Admitir aço MR-250, parafusos comuns ASTM A307. 5.6 – Verifique a ligação parafusada do console

5.6 Verifique a ligação parafusada do console apresentado a seguir,

adotando parafusos ASTM A325, diâmetro 16 mm, ligação por atrito e aço MR-

250. A força de cálculo P d é igual a 120 kN.

ASTM A325, diâmetro 16 mm, ligação por atrito e aço MR- 250. A força de cálculo

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LISTA DE EXERCÍCIOS

5.7 Para a ligação indicada na figura, determine as forças resultantes nos

parafusos. Usar o método vetorial (ou elástico).

nos parafusos. Usar o método vetorial (ou elástico). 5.8 – Para a ligação esquematizada na figura,

5.8 Para a ligação esquematizada na figura, determine as forças de tração e

corte (de cálculo) nos parafusos mais solicitados e compare-as com os valores resistentes de cálculo. Considere o efeito alavanca os parafusos e verifique a flexão na mesa Tê da ligação.

resistentes de cálculo. Considere o efeito alavanca os parafusos e verifique a flexão na mesa Tê

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LISTA DE EXERCÍCIOS

5.9 Dimensione a solda de ligação da viga com as colunas e determine os pontos ideais para a execução de duas emendas a serem feitas na viga, para permitir a montagem, e dimensione as emendas utilizando parafusos ASTM A307 com diâmetro 16 mm. Obs.: Considerar a rigidez à flexão das colunas muito maior que a da viga.

a rigidez à flexão das colunas muito maior que a da viga. 5.10 – Considerando que

5.10 Considerando que a ligação esquematizada na figura contém parafusos A325 (ligação por contato), com diâmetro, calcule o valor da máxima força cortante de cálculo (V d ) que pode atuar em conjunto com um momento fletor M d = 2.250 kN.m.

máxima força cortante de cálculo (V d ) que pode atuar em conjunto com um momento

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BARRAS TRACIONADAS

Exercício 1.4 Treliça: Dimensionamento de barra tracionada - Perfil L

NBR-8800(2008)

1 - Dados de entrada

1.1 - Propriedades geométricas

1.1.1 - Perfil adotado (VER ANEXO A)

Perfil "L 102 x 102" mm

P

21.26

kg

m

Largura das abas:

Espessura das

Espessura da chapa de ligação:

Área bruta:

Mom. de Inércia X:

b f 101.6mm

abas: t f 1.43mm

d

A

I x

  1.43mm

t

f

26.96 cm 2

254 cm 4

g

1.43  mm t f 26.96 cm 2  254 cm 4  g  

Coordenada do centróide:

y 3.07cm

Raio de Giração X:

r x 3.07cm

Raio de Giração Y:

r y 3.07cm

Raio de Giração Z:

r min 1.98cm

1.1.2 - Ligação parafusada

Diâmetro do

parafuso:

d p  22mm

Número de parafusos na seção crítica:

NPS  1

 

Nº de Linhas de parafuso transversais a direção do esforço:

NLP  2

Nº de trechos inclinados na seção crítica:

Espaçamento longitudinal dos furos:

s 0cm

Espaçamento transversal dos furos:

g 0cm

NTI  0
NTI  0

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

1.2 - Propriedades mecânicas do aço

Tensão de escoamento:

Tensão última:

Tensões residuais:

kN  25 f y 2 cm kN  40 f u 2 cm 
kN
 25
f y
2
cm
kN
 40
f u
2
cm
 0.3f y
f r

Módulo de Elasticidade Longitudinal:

E

20000 kN

 



cm

2

Módulo de Elasticidade Transversal:

G



7700 kN

 
   

2

 

cm

BARRAS TRACIONADAS

kN  7.5  f r 2 cm
kN
7.5 
f r
2
cm

1.3 - Comprimentos destravados da barra

Comprimento destravado na direção x

L x  360cm

 

Comprimento destravado na direção y

L y  360cm

Distancia entre

espaçadores:

L isol  360cm

1.4 - Coeficientes de ponderação das resistências (comb. normais)

Escoamento (Tabela 3 - NBR

8800/08):

γ a1  1.1

 

Ruptura (Tabela 3 - NBR

8800/08):

γ a2  1.35

1.5 - Solicitação de cálculo

Nt Sd  450kN

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

BARRAS TRACIONADAS

2 - Verificação do Estado Limite Último (ELU)

2.1 Escoamento da seção bruta

Nt Rd1



f y

A

g

γ

a1

Nt Rd1 612.73kN

2.2 - Ruptura da seção efetiva

2.2.1 - Área líquida (A n ):

A n



A g

NPS

d

p 3.5mm

 

2t

f

NTI

s

2

4g

2t

f

A n

26.23 cm 2

- Coeficiente de redução (C t ):

Excentricidade da ligação (e c

Comprimento da ligação (L c ):

):

C t

1

 

e

c

L

c

C t 0.53

e c  y

L

e c 30.7mm

66mm

  NLP 1L c

3 d

p

c

Obs.: C t deve está entre 0,6 e 0,9

C

t 0.6

2.2.2 - Cálculo da área efetiva (A e ):

Fração do esforço na área líquida: α 1

A e



Nt Rd2

C

t



A

n

α

A e

f

u

γ a2

A

e

15.74 cm 2

Nt Rd2 466.33kN

Obs.: α é a fração do esforço que chega à área líquida (seção crítica), considerando distri- buição igual do esforço de tração em todos os parafusos.

2.3 - Resistência de Cálculo à Tração (Nt Rd ):

Nt Rd

 min

Nt

Rd1

 Nt

Rd2

Nt Rd 466.33kN

2.4 - Verificação da resistência a tração

Nt Sd

Nt Rd

0.96

ELU "OK"

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

BARRAS TRACIONADAS

3 - Verificação do Estados Limites de Serviço (ELS)

Esbeltez máxima:

λ max 300

3.1 - Índice de esbeltez

λ

x



λ

y



λ

min

L

x

r

x

L

y

r

y



L

isol

r

min

λ x 117.26

λ y 117.26

λ min 181.82

3.1.2 - Verdificação do índice de esbeltez

λ

x

λ

max

λ

y

λ

max

λ

min

λ max

0.39

0.39

0.61

ELS x "OK"

ELS y "OK"

ELS min "OK"

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

BARRAS TRACIONADAS

TRELIÇA: Dimensionamento de barra tracionada - Perfil 2L

NBR-8800(2008)

1 - Dados de entrada

1.1 - Propriedades goemétricas da seção

1.1.1 - Perfil adotado (VER ANEXO A)

Perfil "2L 76 x 76" mm

P

Largura das abas:

Espessura das abas:

Espessura da chapa de ligação:

Área bruta:

Mom. de Inércia X:

Coordenada do centróide:

21.42

kg

m

b f 76.2mm

t f 9.53mm

d 6.35mm

27.22 cm 2

150 cm 4

A g

I x

y 2.26cm

Raio de Giração X:

r x 2.31cm

Raio de Giração Y:

r y 3.49cm

Raio de Giração Z:

r min 1.47cm

1.1.2 - Ligação parafusada

r m i n  1.47  cm 1.1.2 - Ligação parafusada Diâmetro do parafuso: d
r m i n  1.47  cm 1.1.2 - Ligação parafusada Diâmetro do parafuso: d

Diâmetro do

parafuso:

d p  22mm

Número de parafusos na seção crítica:

NPS  1

 

Nº de Linhas de parafuso transversais a direção do esforço:

NLP  2

Nº de trechos inclinados na seção crítica:

Espaçamento longitudinal dos furos:

s 0cm

Espaçamento transversal dos furos: g 0cm

NTI  0
NTI  0

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

1.2 - Propriedades mecânicas do aço

Tensão de escoamento:

Tensão última:

Tensões residuais:

kN  25 f y 2 cm kN  40 f u 2 cm 
kN
 25
f y
2
cm
kN
 40
f u
2
cm
 0.3f y
f r

Módulo de Elasticidade Longitudinal:

E

20000 kN

 



cm

2

Módulo de Elasticidade Transversal:

G



7700 kN

 
   

2

 

cm

BARRAS TRACIONADAS

kN  7.5  f r 2 cm
kN
7.5 
f r
2
cm

1.2 - Comprimentos destravados da barra

Comprimento destravado na direção x

L x  360cm

 

Comprimento destravado na direção y

L y  360cm

Distância entre

espaçadores:

L isol  360cm

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

BARRAS TRACIONADAS

2 - Verificação do Estado Limite Último (ELU)

2.1 Escoamento da seção bruta

Nt Rd1



A

g

f y

γ a1

Nt Rd1 618.64kN

2.2 - Ruptura da seção efetiva

2.2.1 - Área líquida (A n ):

A n



A g

NPS

d

p 3.5mm

 

2t

f

NTI

s

2

4g

2t

f

A n

22.36 cm 2

- Coeficiente de redução (C t ):

Excentricidade da ligação (e c

Comprimento da ligação (L c ):

):

C

t

1

 

e

c

L

c

C t 0.66

e c  y

L

e c 22.6mm

66mm

  NLP 1L c

3 d

p

c

Obs.: C t deve está entre 0,6 e 0,9

C t 0.66

2.2.2 - Cálculo da área efetiva (A e ):

Fração do esforço na área líquida: α 1

A e



Nt Rd2

C

t



A

n

α

A

e

f

u

γ a2

A

e

14.7 cm 2

Nt Rd2 435.65kN

Obs.: α é a fração do esforço que chega à área líquida (seção crítica), considerando distri- buição igual do esforço de tração em todos os parafusos.

2.3 - Resistência de Cálculo à Tração (Nt Rd ):

Nt Rd

 min

Nt

Rd1

 Nt

Rd2

Nt Rd 435.65kN

2.4 - Verificação da resistência a tração

Nt Sd

Nt Rd

1.03

ELU "Não OK"

Obs.: Como o valor esta muito próximo do desejável o perfil foi aceito quanto a verificação da resistência.

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

BARRAS TRACIONADAS

3 - Verificação do Estados Limites de Serviço (ELS)

Esbeltez máxima:

λ max 300

3.1 - Índice de esbeltez do conjunto (seção composta)

λ

x

λ

y





L

x

r

x

L

y

r

y

λ x 155.84

λ y 103.15

3.1.2

λ x

λ max

λ y

λ max

- Verdificação do índice de esbeltez

0.52

0.34

ELSx "OK"

ELSy "OK"

3.2 - Índice de esbeltez do perfil isolado (cantoneira)

L isol 360cm

λ

min



L isol

L isol r min

r min

λ min 244.9

3.2.1 - Verificação do índice de esbeltez

Comprimento máximo sem presilhas:

L max

 300r min

L max 441cm

Presilhas "Não precisa de espaçadores"

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

BARRAS TRACIONADAS

Exercício 1.5 Barra 11-18: Dimensionamento de barra tracionada NBR-8800(2008) - Perfil 2L

1 - Dados de entrada

1.1 - Propriedades geométricas

1.1.1 - Perfil adotado (VER ANEXO B)

Perfil "2L 38,1 x 38,1" mm

P

Largura das abas:

Espessura das abas:

Espessura da chapa de ligação:

Área bruta:

Mom. de Inércia X:

Coordenada do centróide:

6.96

kg

m

b f 38.1mm

t f 6.35mm

d 6.35mm

8.9 cm 2

A

g

11.53 cm 4

I x

y 1.19cm

Raio de Giração X:

r x 1.15cm

Raio de Giração Y:

r y 1.88cm

Raio de Giração Z:

r min 0.74cm

1.1.2 - Ligação parafusada

r m i n  0.74  cm 1.1.2 - Ligação parafusada Diâmetro do parafuso: d
r m i n  0.74  cm 1.1.2 - Ligação parafusada Diâmetro do parafuso: d

Diâmetro do

parafuso:

d p  12.7mm

Número de parafusos na seção crítica:

NPS  1

 

Nº de Linhas de parafuso transversais a direção do esforço:

NLP  3

Nº de trechos inclinados na seção crítica:

Espaçamento longitudinal dos furos:

s 0cm

Espaçamento transversal dos furos:

g 0cm

NTI  0
NTI  0

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

1.2 - Propriedades mecânicas do aço

Tensão de escoamento:

Tensão última:

Tensões residuais:

kN  25 f y 2 cm kN  40 f u 2 cm 
kN
 25
f y
2
cm
kN
 40
f u
2
cm
 0.3f y
f r

Módulo de Elasticidade Longitudinal:

E

20000 kN

 



cm

2

Módulo de Elasticidade Transversal:

G



7700 kN

 
   

2

 

cm

BARRAS TRACIONADAS

kN  7.5  f r 2 cm
kN
7.5 
f r
2
cm

1.2 - Comprimentos destravados da barra

Comprimento destravado na direção x

L x  190cm

 

Comprimento destravado na direção y

L y  330cm

Distancia entre

espaçadores:

L isol  190cm

1.4 - Coeficientes de ponderação das ações e resistências

1.4.1 - Coeficientes de ponderação das ações

Peso próprio de estruturas

metálicas:

γ g1  1.25

Ação variável devido o vento:

γ q1  1.4

 

Demais ações variáveis

(ocupação):

γ q2  1.5

1.4.2

- Fator de combinação das ações variáveis

 

Locais em que há predominancia de equipamentos (

):

ψ 0ne  0.7

Pressão dinâmica do vento nas estruturas em geral

:

ψ 0w  0.6

 

1.4.3 - Coeficientes de ponderação das resistências (comb. normais)

Escoamento (Tabela 3 - NBR

8800/08):

γ a1  1.1

 

Ruptura (Tabela 3 - NBR

8800/08):

γ a2  1.35

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

1.5 - Solicitações de cálculo

1.5.1 - Esforços solicitantes

Ação permanente:

N g  87kN

 

Ação do vento:

N q1  22kN

Ação equipamentos:

N q2  35kN

 

1.5.2

- Combinações Normais

-

C1:

vento como ação variável principal

Nt Sd1



1.0 N

g

γ

q1 N q1

- C2:

equipamento como ação variável principal

Nt Sd2



γ

g1

N

g

γ

q2 N q2

1.5.3 - Esforço de cálculo

Nt Sd 161.25kN

BARRAS TRACIONADAS

Nt Sd1 56.2kN

Nt Sd2 161.25kN

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

BARRAS TRACIONADAS

2 - Verificação do Estado Limite Último (ELU)

2.1 Escoamento da seção bruta

Nt Rd1



f y

A

g

γ

a1

Nt Rd1 202.27kN

2.2 - Ruptura da seção efetiva

2.2.1 - Área líquida (A n ):

A n



A g

NPS

d

p 3.5mm

 

2t

f

NTI

s

2

4g

2t

f

A n

6.84 cm 2

- Coeficiente de redução (C t ):

Excentricidade da ligação (e c ):

Comprimento da ligação (L c ):

C

t

1

 

e

c

L

c

C t 0.84

C t 0.84

e c  y

L

e c 11.9mm

  NLP 1L c 76.2mm

3 d

p

c

Obs.: C t deve está entre 0,6 e 0,9

2.2.2 - Cálculo da área efetiva (A e ):

Fração do esforço na área líquida: α 1

A e



Nt Rd2

C

t



A

n

α

A e f u

γ a2

A

e

5.77 cm 2

Nt Rd2 171.08kN

Obs.: α é a fração do esforço que chega à área líquida (seção crítica), considerando distri- buição igual do esforço de tração em todos os parafusos.

2.3 - Resistência de Cálculo à Tração (Nt Rd ):

Nt Rd

 min

Nt

Rd1

 Nt

Rd2

Nt Rd 171.08kN

2.4 - Verificação da resistência a tração

Nt Sd

Nt Rd

0.94

ELU "OK"

Obs.: Como o valor esta muito próximo do desejável o perfil foi aceito quanto a verificação da resistência.

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

BARRAS TRACIONADAS

3 - Verificação do Estados Limites de Serviço (ELS)

Esbeltez máxima:

λ max 300

3.1 - Índice de esbeltez do conjunto (seção composta)

λ

x

λ

y





L

x

r

x

L

y

r

y

λ x 165.22

λ y 175.53

3.1.2

λ x

λ max

λ y

λ max

- Verdificação do índice de esbeltez

0.55

0.59

ELSx "OK"

ELSy "OK"

3.2 - Índice de esbeltez do perfil isolado (cantoneira)

L isol 190cm

λ

min



L isol

L isol r min

r min

λ min 256.76

3.2.1 - Verificação do índice de esbeltez

Comprimento máximo sem presilhas:

L max

 300r min

L max 222cm

Presilhas "Não precisa de espaçadores"

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

BARRAS TRACIONADAS

Barra 9-11: Dimensionamento de barra tracionada NBR-8800(2008) - Perfil 2L

1 - Dados de entrada

1.1 - Propriedades geométricas

1.1.1 - Perfil adotado (VER ANEXO B)

Perfil "2L 44,4 x 44,4" mm

P

Largura das abas:

Espessura das abas:

Espessura da chapa de ligação:

Área bruta:

Mom. de Inércia X:

Coordenada do centróide:

6.3

kg

m

b f 44.45mm

t f

4.76mm

d 6.35mm

A

g

8 cm 2

14.9 cm 4

I x

y 1.3cm

Raio de Giração X:

r x 1.37cm

Raio de Giração Y:

r y 2.1cm

Raio de Giração Z:

r min 0.89cm

1.1.2 - Ligação parafusada

r m i n  0.89  cm 1.1.2 - Ligação parafusada Diâmetro do parafuso: d
r m i n  0.89  cm 1.1.2 - Ligação parafusada Diâmetro do parafuso: d

Diâmetro do

parafuso:

d p  12.7mm

Número de parafusos na seção crítica:

NPS  1

 

Nº de Linhas de parafuso transversais a direção do esforço:

NLP  3

Nº de trechos inclinados na seção crítica:

Espaçamento longitudinal dos furos:

s 0cm

Espaçamento transversal dos furos:

g 0cm

NTI  0
NTI  0

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

1.2 - Propriedades mecânicas do aço

Tensão de escoamento:

Tensão última:

Tensões residuais:

kN  25 f y 2 cm kN  40 f u 2 cm 
kN
 25
f y
2
cm
kN
 40
f u
2
cm
 0.3f y
f r

Módulo de Elasticidade Longitudinal:

E

20000 kN

 



cm

2

Módulo de Elasticidade Transversal:

G



7700 kN

 
   

2

 

cm

BARRAS TRACIONADAS

kN  7.5  f r 2 cm
kN
7.5 
f r
2
cm

1.2 - Comprimentos destravados da barra

Comprimento destravado na direção x

L x  235cm

 

Comprimento destravado na direção y

L y  235cm

Distancia entre

espaçadores:

L isol  235cm

1.4 - Coeficientes de ponderação das ações e resistências

1.4.1 - Coeficientes de ponderação das ações

Peso próprio de estruturas

metálicas:

γ g1  1.25

Ação variável devido o vento:

γ q1  1.4

 

Demais ações variáveis

(ocupação):

γ q2  1.5

1.4.2

- Fator de combinação das ações variáveis

 

Locais em que há predominancia de equipamentos (

):

ψ 0ne  0.7

Pressão dinâmica do vento nas estruturas em geral

:

ψ 0w  0.6

 

1.4.3 - Coeficientes de ponderação das resistências (comb. normais)

Escoamento (Tabela 3 - NBR

8800/08):

γ a1  1.1

 

Ruptura (Tabela 3 - NBR

8800/08):

γ a2  1.35

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

1.5 - Solicitações de cálculo

1.5.1 - Esforços solicitantes

Ação permanente:

N

g  55kN

 

Ação do vento:

N

q1  34kN

Ação equipamentos:

N

q2  29kN

1.5.2 - Combinações Normais

- C1:

vento como ação variável principal

Nt Sd1



1.0 N

g

γ

q1

N

q1

ψ

0ne

γ

q2

N q2

- C2:

equipamento como ação variável principal

Nt Sd2



γ

g1

N

g

γ

q2

N

q2

ψ

0w

γ

q1

N q1

2.3 Esforço de cálculo

Nt Sd 140.81kN

BARRAS TRACIONADAS

Nt Sd1 133.05kN

Nt Sd2 140.81kN

2 - Verificação do Estado Limite Último (ELU)

2.1 Escoamento da seção bruta

Nt Rd1



A

g

f y

γ a1

Nt Rd1 181.82kN

2.2 - Ruptura da seção efetiva

2.2.1 - Área líquida (A n ):

A n



A g

NPS

d

p 3.5mm

 

2t

f

NTI

s

2

4g

2t

f

A n

6.46 cm 2

- Coeficiente de redução (C t ):

Excentricidade da ligação (e c ):

Comprimento da ligação (L c ):

C t

1

 

e

c

L

c

C t 0.83

e c  y

L

e c 13mm

  NLP 1L c 76.2mm

3 d

p

c

Obs.: C t deve está entre 0,6 e 0,9

C

t 0.83

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

2.2.2 - Área efetiva (A e ):

Fração do esforço na área líquida:

α 1

A

e



C

t

A

n

α

A

e

5.36 cm 2

Nt Rd2



A

e

f

u

γ

a2

Nt Rd2 158.7kN

BARRAS TRACIONADAS

Obs.: α é a fração do esforço que chega à área líquida (seção crítica), considerando distri- buição igual do esforço de tração em todos os parafusos.

2.3 - Resistência de Cálculo à Tração (Nt Rd ):

Nt Rd

 min

Nt

Rd1

 Nt

Rd2

Nt Rd 158.7kN

2.4 - Verificação da resistência a tração

Nt Sd

Nt Rd

0.89

ELU "OK"

Obs.: Como o valor esta muito próximo do desejável o perfil foi aceito quanto a verificação da resistência.

3 - Verificação do Estados Limites de Serviço (ELS)

Esbeltez máxima:

λ max 300

3.1 - Índice de esbeltez do conjunto (seção composta)

λ

x

λ

y





L

x

r

x

L

y

r

y

λ x 171.53

λ y 111.9

3.1.2 - Verdificação do índice de esbeltez

λ

x

λ

max

λ

y

λ max

0.57

0.37

ELSx "OK"

ELSy "OK"

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

BARRAS TRACIONADAS

3.2 - Índice de esbeltez do perfil isolado (cantoneira)

L isol 235cm

λ

min

L isol



r min

λ min 264.04

3.2.1 - Verificação do índice de esbeltez

Comprimento máximo sem presilhas:

L max

 300r min

L max 267cm

Presilhas "Não precisa de espaçadores"

USP EESC/SET: ESTRUTURAS METÁLICAS

BARRAS TRACIONADAS

Exercício 1.6 TRELIÇA: Dimensionamento de barra tracionada - Perfil 2L

NBR-8800(2008)

1 - Dados de entrada

1.1 - Propriedades goemétricas da seção

1.1.1 - Perfil adotado (VER ANEXO C)

Perfil "2L 44,4 x 44,4" mm

P

Largura das abas:

Espessura das abas:

Espessura da chapa de ligação:

Área bruta:

Mom. de Inércia X:

Coordenada do centróide:

kg

m

b f 44.45mm

10.08

t f 7.94mm

d 6.35mm

A

g

12.9 cm 2

22.6 cm 4

I x

y 1.41cm

Raio de Giração X:

r x 1.32cm

Raio de Giração Y:

r y 2.18cm

Raio de Giração Z:

r min 0.86cm

1.1.2 - Ligação parafusada

r m i n  0.86  cm 1.1.2 - Ligação parafusada Diâmetro do parafuso: d
r m i n  0.86  cm 1.1.2 - Ligação parafusada Diâmetro do parafuso: d

Diâmetro do

parafuso:

d