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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL Disciplina: Cinemática e Dinâmica das Máquinas
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL

Disciplina: Cinemática e Dinâmica das Máquinas

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FALHAS EM
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FALHAS EM ENGRENAGENS

Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FALHAS EM ENGRENAGENS Ocorrem de formas variadas Dependem do tipo de

Ocorrem de formas variadas

Dependem do tipo de engrenagens

ECDR – Engrenagens Cilíndricas de Dentes Retos

ECDH – Engrenagens Cilíndricas de Dentes Helicoidais

EC – Engrenagens Cônicas

Utilizadas para transmitir movimento entre eixos

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues CONTATO ENTRE
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CONTATO ENTRE OS DENTES

Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues CONTATO ENTRE OS DENTES O modo de contato é responsável pela

O modo de contato é responsável pela alta capacidade de carga que as engrenagens oferecem.

Como existe contato entre os dentes, a capacidade de carga vai depender da velocidade de contato entre as superfícies, pois o calor gerado varia com a carga e com a velocidade.

Pressão de contato e velocidade, possuem uma influência critica no desgaste dos dentes.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues CARGAS OPERACIONAIS
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CARGAS OPERACIONAIS

Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues CARGAS OPERACIONAIS Regiões de alto valor de tensão Tensão de Contato:

Regiões de alto valor de tensão

CARGAS OPERACIONAIS Regiões de alto valor de tensão Tensão de Contato: Diâmetro Primitivo Tensão de Flexão:

Tensão de Contato: Diâmetro Primitivo

Tensão de Flexão: Raiz do Dente

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues MATERIAIS PARA
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MATERIAIS PARA ENGRENAGENS

Luiz Eduardo Miranda Rodrigues MATERIAIS PARA ENGRENAGENS Existem engrenagens fabricadas com quase todos os materiais

Existem engrenagens fabricadas com quase todos os materiais sólidos.

Para o uso industrial são utilizados algumas variedades de aços, como exemplo podem-se citar: 1040, 1060, 4140, 4340. Esses materiais podem ser facilmente endurecidos através de um tratamento térmico.

Os dentes de uma engrenagem podem sofrer endurecimento total ou superficial.

Normalmente a dureza é maior que 390 Brinell.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FALHAS DE
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FALHAS DE ENGRENAGENS

Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FALHAS DE ENGRENAGENS Classificação do tipo de falha. Realizado a partir

Classificação do tipo de falha.

Realizado a partir do exame da aparência e dos mecanismos de falha.

Existe a necessidade de buscar a causa da falha, portanto, deve- se conhecer a cinemática e a cinética do mecanismo de forma a avaliar os esforços envolvidos no sistema.

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FALHAS DE ENGRENAGENS

Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FALHAS DE ENGRENAGENS A maior parte das falhas tem origem ligadas

A maior parte das falhas tem origem ligadas a problemas de montagem, lubrificação inadequadas, sobrecargas, etc. As falhas são classificadas em quatro classes gerais:

a) Desgaste;

b) Fadiga;

c) Deformação Plástica;

d) Quebras.

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FALHAS DE ENGRENAGENS

Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FALHAS DE ENGRENAGENS Também podem ocorrer falhas devido a erros de

Também podem ocorrer falhas devido a erros de projeto e de fabricação.

Qualquer falha de engrenagem deve ser tratada como uma anormalidade.

Engrenagens devem sempre ser substituídas aos pares, uma vez que o ajuste entre o par será perdido caso seja substituída apenas uma das engrenagens.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues INSPEÇÕES As
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INSPEÇÕES

Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues INSPEÇÕES As engrenagens devem ser inspecionadas periodicamente. Devem

As engrenagens devem ser inspecionadas periodicamente.

Devem ser registradas folgas, dimensões, trincas superficiais, etc.

Esses dados permitem acompanhar o desgaste das engrenagens além de possibilitar a tomada de decisão sobre futuras substituições.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues DESGASTE DOS
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DESGASTE DOS DENTES

Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues DESGASTE DOS DENTES Desgaste ocorre quando há remoção de material dos

Desgaste ocorre quando há remoção de material dos dentes das engrenagens. Os mecanismos de desgaste são classificados da seguinte forma:

a) Amaciamento;

b) Desgaste Moderado; c) Desgaste Acentuado; d) Corrosão.

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DESGASTE DOS DENTES

Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues DESGASTE DOS DENTES Disciplina: Cinemática e Dinâmica das Máquinas
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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues AMACIAMENTO Processo
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AMACIAMENTO

Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues AMACIAMENTO Processo que ocorre devido ao contato metal-metal durante

Processo que ocorre devido ao contato metal-metal durante a operação normal, resultando em uma superfície bastante lisa.

Normalmente ocorre quando as engrenagens trabalham em baixa velocidade e o filme de óleo é fino.

Em geral não constitui um problema, podendo ser reduzido por qualquer modificação que facilite a formação do filme de óleo, tais como utilização de óleo com maior viscosidade.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues DESGASTE MODERADO
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DESGASTE MODERADO

Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues DESGASTE MODERADO Padrão de desgaste onde ocorre remoção de material

Padrão de desgaste onde ocorre remoção de material do Adendum e do dedendum, sem que ocorram alterações na região do diâmetro primitivo.

O fato ocorre devido ao deslizamento entre os dentes que ocorre nessas regiões.

A região do diâmetro primitivo está apenas sujeita ao rolamento entre os dentes.

As causas podem ser sobrecarga, dureza insuficiente dos dentes, falta de óleo, etc.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues DESGASTE ACENTUADO
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DESGASTE ACENTUADO

Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues DESGASTE ACENTUADO Semelhante ao desgaste moderado, porém possui uma maior

Semelhante ao desgaste moderado, porém possui uma maior velocidade de remoção de material.

A vida da engrenagem é muito reduzida.

As causas desse tipo de desgaste são deficiências de lubrificação como viscosidade muito baixa, filtragem inadequada, vazão insuficiente, etc.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues CORROSÃO Encontrada
Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues CORROSÃO Encontrada
Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues CORROSÃO Encontrada

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CORROSÃO

Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues CORROSÃO Encontrada na forma de deterioração da superfície. As

Encontrada na forma de deterioração da superfície.

As causas da corrosão da engrenagem são diversas, incluindo ação química de ingredientes ativos do óleo ou do próprio óleo deteriorado.

A umidade também pode interferir na corrosão.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FADIGA SUPERFICIAL
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FADIGA SUPERFICIAL

Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FADIGA SUPERFICIAL É o modo mais comum de falhas de

É o modo mais comum de falhas de engrenagens.

Ao contrário do desgaste que está associado a algum problema de lubrificação, a fadiga pode ocorrer mesmo com lubrificação adequada.

Ocorre devido as tensões de contato entre as superfícies com o agravante da existência do deslizamento entre os dentes.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FADIGA SUPERFICIAL
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FADIGA SUPERFICIAL

Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FADIGA SUPERFICIAL O deslizamento provoca um aumento da compressão de

O deslizamento provoca um aumento da compressão de um lado da região de contato e um aumento da tração do outro lado.

Trincas microscópicas formam-se sobre a superfície.

Pequenos desalinhamentos também podem contribuir para a fadiga.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues DEFORMAÇÃO PLÁSTICA
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DEFORMAÇÃO PLÁSTICA DOS DENTES

Eduardo Miranda Rodrigues DEFORMAÇÃO PLÁSTICA DOS DENTES As deformações plásticas ocorrem quando as altas tensões

As deformações plásticas ocorrem quando as altas tensões de contato, em combinação com o movimento de rolamento e deslizamento entre os dentes, ultrapassam o limite de escoamento do material.

Geralmente está associado a materiais de dureza reduzida.

Também podem ocorrer em virtude de sobrecargas em materiais de alta resistência.

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DEFORMAÇÃO PLÁSTICA DOS DENTES

Eduardo Miranda Rodrigues DEFORMAÇÃO PLÁSTICA DOS DENTES As deformações podem ser classificadas em três

As deformações podem ser classificadas em três mecanismos:

a) Escoamento a Frio;

b) Enrugamento;

c) Escoamento Direcional.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues ESCOAMENTO A
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ESCOAMENTO A FRIO

Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues ESCOAMENTO A FRIO É evidenciado pela ocorrência de escoamento do

É evidenciado pela ocorrência de escoamento do material da superfície ou sub-superfície do dente.

Para reduzir este problema, é necessário reduzir as cargas e aumentar a dureza do material.

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ESCOAMENTO A FRIO

Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues ESCOAMENTO A FRIO Disciplina: Cinemática e Dinâmica das Máquinas
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Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues ESCOAMENTO A FRIO Disciplina: Cinemática e Dinâmica das Máquinas
Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues ENRUGAMENTO Formação
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ENRUGAMENTO

Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues ENRUGAMENTO Formação de uma superfície ondulada, regular com ângulo

Formação de uma superfície ondulada, regular com ângulo reto em relação a direção do movimento.

É mais comuns em engrenagens endurecidas, sendo considerado um defeito apenas se progredir para um estágio avançado.

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues ENRUGAMENTO
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ENRUGAMENTO

Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues ENRUGAMENTO Disciplina: Cinemática e Dinâmica das Máquinas
Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues ENRUGAMENTO Disciplina: Cinemática e Dinâmica das Máquinas

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues ESCOAMENTO DIRECIONAL
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ESCOAMENTO DIRECIONAL

Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues ESCOAMENTO DIRECIONAL Causa uma série de picos e vales que se

Causa uma série de picos e vales que se estendem na direção do movimento dos dentes.

Ocorre quando altas tensões de contato em combinação com baixas velocidades causam escoamento do material da superfície.

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ESCOAMENTO DIRECIONAL

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Curso de Especialização em Manutenção Produtiva Total Prof. Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FRATURAS DOS
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FRATURAS DOS DENTES

Msc. Luiz Eduardo Miranda Rodrigues FRATURAS DOS DENTES Podem ocorrer por fadiga ou por sobrecarga. No

Podem ocorrer por fadiga ou por sobrecarga.

No caso da fadiga ocorre a existência de concentração de tensões que facilita a nucleação e propagação da trinca.

Sobrecargas normalmente são oriundas de impacto, gripamento dos dentes devido a falhas nos mancais, empeno de eixos e entrada de corpos estranhos.

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EXEMPLO DE SISTEMA DE ENGRENAGENS

Eduardo Miranda Rodrigues EXEMPLO DE SISTEMA DE ENGRENAGENS Considere as engrenagens A e b mostradas na

Considere as engrenagens A e b mostradas na figura. Se A parte do repouso com aceleração angular constante α Α = 2 rad/s², determine o tempo necessário para B atingir uma velocidade angular ω Β = 50 rad/s.

para B atingir uma velocidade angular ω Β = 50 rad/s. Disciplina: Cinemática e Dinâmica das

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EXEMPLO DE SISTEMA DE ENGRENAGENS

Eduardo Miranda Rodrigues EXEMPLO DE SISTEMA DE ENGRENAGENS Quando somente duas engrenagens estão engrenadas, a

Quando somente duas engrenagens estão engrenadas, a engrenagem motora A e a movida B sempre giram em sentidos opostos. Para tê-las girando no mesmo sentido, introduz-se uma engrenagem intermediária C. Para o caso mostrado na figura, determine a velocidade angular da engrenagem B quando t = 5 s, sabendo-se que A parte do repouso e possui aceleração angular α A = (3t+2) rad/s², onde t é dado em segundos.

angular α A = (3t+2) rad/s², onde t é dado em segundos. Disciplina: Cinemática e Dinâmica

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EXEMPLO DE SISTEMA DE ENGRENAGENS

Eduardo Miranda Rodrigues EXEMPLO DE SISTEMA DE ENGRENAGENS Devido a um aumento em sua potência, o

Devido a um aumento em sua potência, o motor M mostrado na figura gira o eixo A com uma aceleração angular α = (0,06θ 2 ) rad/s², onde é expresso em radianos. Se o eixo inicialmente gira com ω Β = 50 rad/s, determine a velocidade angular da engrenagem B após o eixo atingir um deslocamento angular ∆θ = 10 rev.

B após o eixo atingir um deslocamento angular ∆θ = 10 rev. Disciplina: Cinemática e Dinâmica

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EXEMPLO DE SISTEMA DE ENGRENAGENS

Eduardo Miranda Rodrigues EXEMPLO DE SISTEMA DE ENGRENAGENS Considerando que o motor acione o eixo s

Considerando que o motor acione

o eixo s com uma aceleração

angular α = (0,4e t ) rad/s², onde t é expresso em segundos, determine

t ) rad/s², onde t é expresso em segundos, determine velocidade angular do eixo E quando

velocidade angular do eixo E

quando t = 2 s após partir do repouso. Os raios das engrenagens estão listados na figura.

a

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