Вы находитесь на странице: 1из 14
Jener Toscano Lins eSilva 1
Jener Toscano Lins eSilva
1
O a m p lifi cado r inv er so r genera liz ado Z

O a m plifi cado r inverso r genera lizado

O a m p lifi cado r inv er so r genera liz ado Z f
Z f Avf = vo =− vi Z 1
Z
f
Avf = vo =−
vi
Z
1

2

O diferenci ado r dv v i o dt R f d v i ∴
O diferenci ado r
dv
v
i
o
dt
R
f
d v
i
∴ =−
v
R C
o
f
dt
3

C

+

= 0

O diferenciador Aplicando ‐ se um sinal triangular na entrada do diferenciador , obtemos um

O diferenciador

Aplicandose um sinal triangular na entrada do diferenciador, obtemos um sinal retan g ular na saída.

⎛ V ⎞ ⎛ 4V ⎞ pp p V = R C ⎜ ⎟ =
⎛ V
⎛ 4V ⎞
pp
p
V
=
R C ⎜
⎟ = R C ⎜
op
f
f
⎝ T / 2
T
⎜ ⎠
V ⎞ ⎛ 4V ⎞ pp p V = R C ⎜ ⎟ = R C

4

Pulsos agudos no diferenciador (spikes) Se aplicarmos um sinal retangular na entrada do diferenciador, teremos

Pulsos agudos no diferenciador (spikes)

Se aplicarmos um sinal retangular na entrada do diferenciador, teremos uma série de pulsos agudos.

R f A =− =− j vf 1 j 2πfC ∴ = 2π fR C
R
f
A =−
=−
j
vf
1
j 2πfC
= 2π
fR C
A vf
f

2π

fR C

f

O ganho é diretamente proporcional à freqüência:

• Instabilidade de ganho;

• Sensibilidade a ruídos;

• Processo de saturação muito rápido.

freqüência: • Instabilidade de ganho; • S ens ibilidad e a ru íd os; • Processo

5

O diferenciador prático Para um sinal senoidal, temos: − R R 1 + 1 j

O diferenciador prático

O diferenciador prático Para um sinal senoidal, temos: − R R 1 + 1 j 2

Para um sinal senoidal, temos:

R

R 1 +

1

j

2π

fC

R / R f 1 A = vf 1 1 + 2 ( 2 π
R
/ R
f
1
A =
vf
1
1
+
2
( 2
π
fCR
)
1
Condições de projeto: • Constante de tempo da rede de atraso R 1 C ≤
Condições de projeto:
• Constante de tempo da rede de atraso R 1 C ≤ T/10 (fundamental)
• Estabilização do ganho em alta freqüência Rf ≈ 10 R 1 (opcional)
f L é a freqüência de corte da rede de atraso do diferenciador. 1 =
f L é a freqüência de corte da rede de atraso do diferenciador.
1
=
f L
Se f << f L O circuito diferenciador.
R C
R ⎞
f
1
Se f >> f L O circuito amplificador inversor.
⎜ ⎜ Av =−
f
⎝ R
1

6

A =

vf

f

O inte grador v dv i o + C = 0 ∴ dt R 1

O integrador

v dv i o + C = 0 ∴ dt R 1 1 ∴ v
v
dv
i
o
+
C
= 0 ∴
dt
R 1
1
v =−
∫ t
v dt
o
i
R C
0
1
0 ∴ dt R 1 1 ∴ v =− ∫ t v dt o i R

Na prática o integrador é muito mais utilizado do que o diferenciador.

7

O i ntegrad or Na prát ica o in tegrador é mu ito ma is

O i ntegrad or

Na prát ica o in tegrador é mu ito ma is ut iliz ado do
Na prát ica o in tegrador é mu ito ma is ut iliz ado do que o d ife re n c iador.
Aplicando ‐ se um sinal retangular simétrico na entrada do integrador,
obtemos um sinal triangular na saída.
⎛ V T ⎞
p
V
= ⎜
po
4 R C
1
Para um vi senoidal temos:
,
1
j 2 fC
π
1
1
A
=−
=−
A
=
vf
vf
R
j
2
π
fR C
2 fR C
π
1
1
1
O gan ho é inversamente proporc iona l à
freqüência (circuito não sensível a ruídos de alta freqüência)
Em baixas fre q üências o g anho aumenta consideravelmente , tendendo a
infinito, quando a freqüência tende a zero.

8

O integrador prático Z f A vf = − R 1 Z = R //

O integrador prático

Z f A vf = − R 1 Z = R // X f f
Z
f
A vf = −
R
1
Z
= R
//
X
f
f
c
R
//
X
f
c
A vf = −
R
1
R
/ R
f
1
Avf =
2
1
+ π
( 2 fR C )
f
R 1 R / R f 1 ∴ Avf = 2 1 + π ( 2
Condições de projeto: • R 1 C ≥10T (fundamental) • Rf ≈ 10 R (opcional)
Condições de projeto:
• R 1 C ≥10T (fundamental)
• Rf ≈ 10 R (opcional)
1
1 ⎛ R ⎞ Se f << f L amplificador inversor. f = ⎜ Av
1
R ⎞
Se f << f L amplificador inversor.
f
=
⎜ Av =−
f L
f
R
R C
Se f >> f L integrador.
1 ⎠
f

9

Inte gradores es p eciais • Integrador soma 1 v =− ∫ t ( v

Integradores esp eciais

• Integrador soma

1 v =− ∫ t ( v + v + v dt ) o 1
1
v =−
∫ t
(
v
+
v
+
v dt
)
o
1
2
3
RC
0

• Integrador diferencial

1 vo = ∫ t ( v − v dt ) 2 1 RC 0
1
vo =
∫ t
(
v
v dt
)
2
1
RC
0
t ( v + v + v dt ) o 1 2 3 RC 0 •
t ( v + v + v dt ) o 1 2 3 RC 0 •

10

C on trol ad ores ana ló gi cos Con t rol ado r de

C ontrol ad ores ana gi cos

Con t rolador de ação proporc ion a l

ló gi cos Con t rol ado r de ação pr opo rc ion a l
⎛ R ⎞ ⎟ v 2 = ⎜ v v o ⎜ ⎟ E +
⎛ R ⎞ ⎟ v
2
= ⎜
v
v o
E +
1
R
1

Controlador de ação integral

E + 1 R ⎝ ⎠ 1 Controlador de ação integral 1 v = ∫ t
1 v = ∫ t v dt v + o E r RC 0
1
v =
∫ t
v dt v
+
o
E
r
RC
0

Controlador de a ç ão derivativa

integral 1 v = ∫ t v dt v + o E r RC 0 Controlador
dv E = R C v o 2 dt
dv
E
= R C
v o
2
dt

11

Exercícios 1) No circuito temos R=50k Ω e C=10µF. Na entrada do mesmo se aplica

Exercícios

1) No circuito temos R=50kΩ e C=10µF. Na entrada do mesmo se aplica um pulso (ou degrau de tensão) de amplitude igual a 2V durante 5 segundos. Supondo C inicialmente d escarrega d o e o amp op a limen ta d o com ± 15V, pe d e se:

Calcular Vo após 2 segundos. Após q uantos se g undos o amp o p irá saturar com a p roximadamente

13,5V?

Esboçar a forma de onda do sinal de saída, variando no intervalo de 0a 5 segun d os. Calcular a declividade D (ou coeficiente angular) da rampa gerada antes do amp op atin gir a satura ç ão.

declividade D (ou coeficiente angular) da rampa gerada antes do am p ‐ op atin g

12

Exercícios 2) No integrador, temos R1=1k Ω , Rf=10 k Ω e C=0,01µF. Determinar o

Exercícios

2) No integrador, temos R1=1kΩ, Rf=10 kΩ e C=0,01µF. Determinar o ganho (em decibéis) do circuito quando ω =10.000 rad/s.

(em decibéis) do circuito q uando ω =10.000 rad/s. 3) No gráfico temos um período do

3) No gráfico temos um período do sinal de entrada vi aplicado no circuito diferenciador representado. Determinar a tensão de saída vo no intervalo de 0a 250µs e no intervalo de 250 a 500 µs. Fazer Rf=1kΩ e

C=0,01µF.

de saída vo no intervalo de 0a 250µs e no intervalo de 250 a 500 µs.

13

Exercícios 4) Demonstre que o circuito a seguir corresponde a um controlador PI ( pro

Exercícios

4) Demonstre que o circuito a seguir corresponde a um controlador PI ( pro porcional + inte g ral) . Su p or o amp o p ideal .

a seguir corresponde a um controlador PI ( pro porcional + inte g ral) . Su

14