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IMPLANTAÇÃO USINA DE BIODIESEL A PARTIR DE OGR (ÓLEO E GORDURA RESIDUAL)

Identificação

 

Ação/modalidade: desenvolvimento e implantação de usina de biodiesel, treinamento inicial de produção. Desenvolvimento de campanha e educação ambiental. Treinamento e desenvolvimento de módulos de acondicionamento e pev.

Programa: implantação usina de biodiesel com estrutura adicional

Empreendimento:

Localização/município:

UF: SP

Fonte de recursos:

Regime de produção: empreitada global

Objeto de intervenção: construção e instalação de usina de biodiesel (infra-estrutura e manutenção)

Executor da intervenção:

Tel.:

E-m@il:

Responsável técnico:

 

Ivan de Meneses Alves

Função: secretário / diretor ambiental

 

Valor do trabalho técnico social:

Contrapartida

 

R$

financeira:

Não reembolsável

R$

Prazo do trabalho técnico social: 1 ano

 

Prazo de obras: 60 dias

Atendimento regional

Abrangência do projeto: Estado de São Paulo

Instituto Conhecimento Organização não governamental, sem fins lucrativos, nascida em outubro de 2003. Oscip desde 07 de dezembro de 2009. Através de projetos sócio-ambientais, focados na excelência, na inclusão social e uma melhor divisão de riquezas, no desenvolvimento sustentável e a manutenção do planeta através da melhora da qualidade de vida do ser humano.

Programa/projeto:

Projeto sócio-ambiental. Utilizando de programas de gestão ambiental, implantamos em comunidades, empresas e municípios a coleta seletiva e o correto descarte do óleo vegetal e gordura pós-consumo (residual de frituras) através da mobilização social, promoção do correto descarte e educação ambiental, manejo adequado e destinação a empresa local como insumo para pequenas usinas de biodiesel. A gerência desse resíduo é extremamente complexa por ser difícil sua manipulação e por estar seu maior volume diluído em todas as residências do planeta.

Diagnóstico

A partir da tomada de dados fornecidos pelo IBGE e SABESP, partimos sobre uma base

de cálculos primários ao potencial gerador e poluidor para o município a ser implantado o projeto. Com isso, temos, o volume provável gerado a curto, médio e o desafio a longo prazo, para implantação inicial do descarte correto do óleo vegetal e gordura pós-consumo seguido da implantação de uma pequena usina de biodiesel, suprindo a demanda de captação do resíduo em questão e fechando o ciclo de atendimento social do projeto. Ele é retirado da comunidade e volta na forma de energia renovável e limpa.

Objetivos

- desenvolver projeto de gestão ambiental, promovendo a mobilização social e o descarte adequado do óleo vegetal e da gordura pós-consumo;

- criar pontos de coleta à comunidade;

- proporcionar o manejo adequado acerca do passivo ambiental em questão, através de capacitação junto à cooperativa de resíduos do município;

- gerar renda à comunidade envolvida;

- promover a correta destinação final à empresas devidamente credenciadas e

responsáveis ambientalmente;

- promover a auto-estima, cidadania e participação social dos participantes;

- saneamento ambiental, através da exclusão do resíduo sobre nossas reservas

hídricas superficiais e poluição do solo; Geral Esta pesquisa tem por objetivo avaliar a viabilidade econômica de um projeto para a produção de biodiesel, obtido através do reaproveitamento de óleos e gorduras

residuais nas cidades do Estado de São Paulo, promovendo a inclusão e justiça social

e a preservação ambiental.

Específicos

- analisar as ações e a percepção ambiental da população local sobre o óleo de fritura usado;

- estimar o volume de óleo usado gerado na cidade a ser reaproveitado como

Biocombustível;

- avaliar os custos da produção do biodiesel, incluindo matéria prima, mão-de-obra,

energia elétrica, logística e área necessária, assim como capacidade mensal.

- analisar a viabilidade da implantação deste projeto através da participação das

instituições, secretarias do meio-ambiente municipais, cooperativa de resíduos dos

municípios, OSCIP COMVIDA e associados;

- propor ações para que a doação e coleta deste resíduo se aperfeiçoem;

- promover a inclusão social e participação voluntária com foco na justiça social e preservação ambiental do município e região;

- criar um sistema de gestão integrada, valorizando as ações ambientais, sociais,

culturais e econômicas em torno de um projeto cíclico desde a captação do resíduo até a transformação do biodiesel, sucessivamente.

Oportunidades Estratégias em 3 fases:

Curto prazo: captação junto à comunidade de 30% do volume potencial do município, junto ao projeto de mobilização social. Contato com os pontos comerciais geradores do resíduo; Médio prazo: desenvolvimento e implantação do projeto, que tem como maior preocupação o resíduo gerado nas casas (aprox. 85% do volume). Nessa etapa nossa arrecadação pode chegar a 65% ou 70% do volume gerado pelo município; Longo prazo: o maior desafio do projeto é conseguir atender toda a comunidade. Nesse momento, temos de aparar arestas, ajustar o projeto em todos os bairros,

verificar as exceções e reposicionar o projeto na comunidade que se fazer necessário. Aqui o desafio é atingir o volume total gerado.

Detalhamento estratégico

- integração na execução de projetos sócio-ambientais;

- mobilização social, desenvolvimento sustentável e educação ambiental;

- promoção do descarte adequado do óleo vegetal e da gordura pós-consumo;

- criação dos pontos de coleta a comunidade;

- manejo adequado;

- destinação correta a empresas devidamente credenciadas;

- geração e distribuição da renda.

Recursos investidos em; Desenvolvimento do projeto para as cidades integrantes do projeto, contemplando:

- desenvolvimento de material gráfico. Confecção e estrutura de entrega;

- assessoria de imprensa para atuação junto à mídia;

- desenvolvimento e estruturação dos pontos de coleta à comunidade;

- palestras educativas;

- consultoria e assistência durante o período mínimo de 1 ano (tempo mínimo que

consideramos necessário para assimilação do projeto para a comunidade);

- análises, medições, reavaliações e estratégias para reposicionamento do projeto.

Público Todo o município e sua micro região deve ter contato com a idéia do projeto. Todos são geradores, todos são responsáveis pela destinação correta.

Metodologia

A metodologia estabelecida está fundamentada na participação, envolvimento e

comprometimento comunitário, que, apresenta-se embasada no relacionamento direto, no diálogo e no caminhar junto com a comunidade.

Planejamento: a logística reversa empregada para a transformação do óleo de soja usado em Tal problema pode ser minimizado por meio de um trabalho de logística reversa, voltado para a coleta e transformação desse volume diário e a destinação para a produção de biodiesel. O projeto de logística reversa envolve:

A) a criação de um sistema de coleta seletiva nos bares, lanchonetes, restaurantes,

distribuindo embalagens apropriadas para comportar o volume de óleo gerado e garantir o transporte seguro até o refino;

B) a implantação a de uma mine usina, para o processamento e transformação desse

óleo em biodiesel e glicerina.

A usina com capacidade de tratamento de 1000 litros de óleo por batelada, com

tempo de produção de 2 horas por batelada. Na transesterificação alcalina do óleo de soja usado com metanol, utilizando-se hidróxido de sódio como catalisador e considerando 100% de eficiência do processo produtivo espera-se um resultado por batelada de 1000 litros de biodiesel e 100 litros de glicerina. Após o término da obra:

Realização de reuniões da equipe técnica para avaliar o cenário efetivo e determinar

as novas diretrizes do trabalho.

Atividades/ ações a serem desenvolvidas e cronograma de execução Cronograma de desembolso

Item Custos em R$

Períodos

1° etapa

2° etapa

3° etapa

4° etapa

Usina de biodiesel infra- estrutura e manutenção.

Usina de biodiesel infra- estrutura e manutenção.
Usina de biodiesel infra- estrutura e manutenção.
Usina de biodiesel infra- estrutura e manutenção.
Usina de biodiesel infra- estrutura e manutenção.

Detalhamento das ações:

Serviço

Detalhamento

Valor total

Usina

Instalação de todo material físico, análise, testes e certificações necessárias para o funcionamento. Formatação e composição da massa de entrada para a produção do biodiesel a partir de OGR. Testes e análises. Start-up. Treinamento de pessoal para funcionamento e sucesso da produção.

 

Civil

Construção da área para recebimento da usina

R

Educação

Campanha para mobilização da comunidade

R$

ambiental

promovendo o correto descarte do óleo pós-consumo. Palestras e atendimentos em escolas. Gincanas e ações de educação ambiental em torno do resíduo OGR

Captação

Logística de captação e acondicionamento do resíduo. Local e veículos para carregamento e coleta.

R$

Projeto

Desenvolvimento e implantação de projeto, planos e ações para efetivação do plano proposto.

R$

Avaliação do projeto Métricas em volume gerado x potencial gerador, medições e acompanhamento presencial.

Produção de biodiesel a partir de óleo vegetal e gordura residual (OGR)

O biodiesel tem se apresentado com potencial promissor no mundo inteiro, seja pela

sua enorme contribuição ambiental com a redução qualitativa e quantitativa dos níveis de poluição, tanto quanto fonte estratégica de energia renovável em substituição ao óleo diesel e outros derivados do petróleo. Neste contexto surge o óleo e gordura residual (OGR), como mais um insumo que pode ser transformado em

biodiesel que hoje está sendo desperdiçado e descartado de forma incorreta. Um dos maiores desafios será demonstrar a viabilidade econômica num projeto de

captação do resíduo urbano e sua transformação numa visão sistêmica e cíclica. Pesquisaremos a viabilidade da coleta e transformação do resíduo OGR em biodiesel. Logística reversa focado na estratégia de captação, mobilização da comunidade e a implantação de micro-usina de transformação de biodiesel a partir de OGR. Pretendemos descobrir e compreender os ganhos sociais, ambientais e econômicos desse processo de captação e transformação do resíduo OGR em biocombustível.

O contexto que nos interessa é o Brasil, em condições para se difundir, em uma boa

parcela da população, hoje alienada da vida econômica do país, uma maneira de viver economicamente viável, com produção de alimentos, energia e dignidade social. Faz-se relevante, entretanto, que não se trata de condenar outras formas de geração de energia, mas, de demonstrar que novos empreendimentos podem ser

iniciados de forma que com a aplicação de tecnologias sustentáveis, e hoje já disponíveis, necessárias para um futuro melhor e sustentável.

É importante ressaltar o ganho ambiental, integrado a mobilização social resultando

em ganhos econômicos. Com a proposta colocada em pratica, sanearemos as áreas de descarte de resíduos de nossas cidades, não comprometeremos áreas cultiváveis para a produção de energia, com a vantagem de mantermos o ganho financeiro ou econômico da atividade. Conjecturamos sobre o real ganho ambiental e social do projeto, bem como seu sucesso prático e econômico, dada a necessidade de colaboração da comunidade em fornecer o resíduo para a fabricação de biocombustível. Temos convivido, nos últimos anos, com velhos paradigmas e modos de vida sendo substituídos, numa velocidade espantosa do ponto de vista de evolução tecnológica. Vemo-nos perdidos diante do tamanho da evolução do homem no domínio da tecnologia e do espaço que nos cerca. O consumo excessivo e a preferência pela alta

tecnologia, não só criam quantidades enormes de coisas inúteis, como requerem em sua fabricação, gigantescos montantes de energia. A energia não-renovável, derivada de combustíveis fósseis, aciona a maior parte de nossos processos de produção, e com o declínio desses recursos naturais, a própria energia tornou-se um recurso

escasso e dispendioso. Segundo hobsbawn (1994), o século xx pode ser dividido em três eras: a primeira foi

a da catástrofe, durante o período que abrange as duas grandes guerras; depois, nos anos 50 e 60, a chamada “era dourada”, caracterizada pela guerra fria, que mantinha o equilíbrio mundial polarizado entre dois sistemas, capitalista e

comunista. Finalmente, chegamos ao período de “desmoronamento”, caracterizado pelo declínio das instituições em vigor e que culminou com o fim da toda poderosa união soviética. Mais recentemente, o mundo assistiu perplexo ao recrudescimento da chamada intolerância religiosa, aqui simbolizada pelo fundamentalismo islâmico, com seus homens bomba e toda sorte de atos radicais baseados em uma interpretação estrita dos ensinamentos contidos no alcorão. Esta sistemática atingiu seu ápice nos ataques de 11 de setembro de 2001, após o qual uma nova guerra foi lançada pela potência dominante, contra um inimigo que não possui nacionalidade nem rosto, o terrorismo. Por trás de todos esses acontecimentos históricos experimentados nas últimas décadas, pode-se identificar como pano de fundo a disputa por uma fonte geradora de energia bastante conhecida de todos nós, o petróleo. Este combustível está hoje no centro das atenções de toda a humanidade e sistematicamente as guerras se sucedem para ver quem terá o maior controle possível dessa matéria-prima. Contudo, podemos estar assistindo ao fim da era do petróleo. Estudos apontam que

o pico da produção do petróleo está próximo de ser atingido. Os mais pessimistas

garantem que a fonte já se encontra no lado descendente da chamada “curva do sino de hubbert”, demonstrando que mais da metade das reservas recuperáveis já foi descoberta e o mundo passará por uma mudança que trará novos atores para a cena principal da geopolítica da energia mundial. Segundo rifkin (2003), se a produção de petróleo atingir seu pico nos próximos dez anos, e a isso se seguir a extenuação da produção global de gás natural, o resultado acarretará uma série de acontecimentos capaz de solapar em grande parte o estilo industrial de vida. Neste cenário, despontam com grande expectativa o desenvolvimento de tecnologias que possibilitem a utilização de fontes alternativas de energia, como as provenientes da biomassa, da força das ondas, a energia solar, eólica, a célula de hidrogênio, entre outras. O Brasil insere-se oficialmente nesse contexto a partir da aprovação do marco regulatório do biodiesel. O país possui uma grande vantagem comparativa em relação aos países que já produzem biodiesel, que é a biodiversidade. Segundo a visão de capra (1996), a produção de biodiesel deverá ser feita a partir de uma visão ecológica, ou seja, com a produção encaixada no ambiente natural e social e, assim, trazer benefícios à sociedade e ao planeta. Somado à produção de

biodiesel a partir da plantação de oleaginosas, podemos incluir neste cenário os resíduos urbanos, mais especificamente o óleo e gordura residual (OGR), imediatamente disponível e que pode ser transformado em biodiesel de alta qualidade. Atualmente, a reciclagem de resíduos vem ganhando espaço cada vez maior, não simplesmente porque os resíduos representam insumos de baixo custo, mas, principalmente, porque os efeitos da degradação ambiental decorrente de atividades industriais e urbanas estão atingindo níveis alarmantes. Vários projetos de reciclagem têm sido bem sucedidos no Brasil e dentre eles destacam-se o aproveitamento de papel, plásticos, metais, óleos lubrificantes automotivos e industriais, soro de leite e bagaço de cana. Os óleos e gorduras residuais, resultantes dos processos de fritura por imersão representam riscos de poluição ambiental e, por isso, merecem atenção especial. A maior parte deste resíduo prevalece sem qualquer proposta de destinação final adequada ou solução definitiva.

O uso deste resíduo como biocombustível, também se apresenta em números

incipientes no Brasil, sendo que apenas algumas cidades realizam algum tipo de

coleta e aproveitamento deste resíduo para fins energéticos. É latente a necessidade

de

uma ampla conscientização tanto da população, quanto dos empresários para que

o

óleo e gordura residual (OGR) passe a ser aproveitado em larga escala para a

fabricação de biodiesel, assim como forma de se evitar os impactos ambientais advindos da incorreta destinação do mesmo e fator de geração de empregos.

Objetivo:

Atender as necessidades dos coletores de óleo usado das cidades, para atendimento regional, transformando óleo vegetal e gordura residual em biodiesel, agregando valor a este material para incentivar a coleta e diminuir o impacto ambiental provocado pelo óleo despejado na rede de esgoto.

Descrição:

A usina contará com um reator de 1000 litros de capacidade, um decantador de 1000

litros, um tanque de 10000 litros para entrada de material, um tanque de 10000 litros para depósito do biodiesel processado, o álcool a ser utilizado no processo poderá ser mantido em tambores de 200 litros ou em container de 1000 litros, a glicerina deverá ser acondicionada em tambores de 200 litros. Alguns dos equipamentos citados poderão ser obtidos de reciclagem para diminuir os custos de instalação da usina.

Instalação:

As instalações deverão ficar em um espaço de 75 m² de área construída, com área de

igual tamanho para ampliação e/ou se necessário instalação de tanques de armazenamento, e área de 100 m² para manobras e estacionamento de veículos e acesso. Portanto inicialmente a área para implantação do projeto necessária é de 250 m², fornecido pela prefeitura ou repartição envolvida no processo. Este espaço deverá conter um pequeno galpão com 8x5 m para permitir estocagem de matéria prima e instalação do misturador, reator e decantador. A instalação do tanque de entrada de óleo pós consumo e saída de biodiesel serão realizadas na parte externa

do galpão de forma a facilitar a entrada de material ( óleo ), bem como a saída do

biodiesel processado. A fig. 1 mostra o croqui hipotético da futura instalação.

Processo:

Preparação do material coletado:

O material coletado deverá ser filtrado para remoção dos resíduos sólidos e

posteriormente passar por um processo de decantação para remoção de água.

Transesterificação:

O processo de transesterificação será realizado no reator de 1000 litros, a glicerina

originaria deverá ser acondicionada em tambores de 200 litros para posterior tratamento (fabricação de sabão industrial ou purificação) . Lavagem e secagem:

Esta etapa será realizada no decantador de 1000 litros, onde o biodiesel será lavado para remoção de catalizador e álcool remanescente do processo de transesterificação, em uma etapa posteriormente o biodiesel será seco para remoção de água remanescente da lavagem e finalmente transferido para o tanque de biodiesel onde estará pronto para uso.

Uso do biodiesel:

O biodiesel produzido poderá ser utilizado pela frota a diesel da prefeitura, empresas

vinculadas (transporte coletivo, coleta de lixo, transporte escolar, etc próprios coletores.

E pelos

)

Vantagens:

As principais vantagens deste modelo de projeto estão na possibilidade de inclusão social dos coletores que poderão agregar valor ao produto de sua coleta, no incentivo a reciclagem de óleo pós consumo, diminuição da contaminação dos rios, diminuição da emissão de enxofre gerada pela queima de diesel etc.

da emissão de enxofre gerada pela queima de diesel etc. Partes da usina com seus custos.

Partes da usina com seus custos. C1 container entregue com metanol. entregue com álcool. T1 tanque para alimentação da usina com óleo com capacidade de 5000 litros.- R$

M1 - tanque para misturar álcool com catalisador com capacidade de 200 litros.- R$

6.500,00

R-1 reator para transformação de óleo vegetal em biodiesel com capacidade de 700 litros. R$ 27.000,00 A-1 sistema de aquecimento. R$ D-1- decantador, lavador e secador de biodiesel com capacidade para 1500 litros. -

R$,00

F-1- filtro para separação de partículas. - R$ T-2- tanque para estocar biodiesel pronto para o consumo com capacidade de 10.000 litros. - R$,00 P-1- painel de controle da usina. - R$ 10.300,00 B-1- bomba do misturador. - R$,00 B-2- bomba do reator. - R$,00 B-3- bomba para secagem e filtragem do biodiesel. - R$ 00 Ba-1- bomba de abastecimento. - R$ 00 B-4- bomba para alimentação do tanque de alimentação. - R$ 1.500,00 B-5bomba para água de lavagem. R$ 1.200,00 Tubos e conexões R$ Total = R$

Parte de insumos necessários para o processo. Metanol, com valor de mercado aproximado de R$ 4,80/litro. É necessário 100 ml para produção de 1 litro de biodiesel (R$ 0,48/litro). Hidróxido de sódio, popularmente conhecida por soda cáustica, com valor de mercado aproximado de R$ 7,00/kg. É necessário aproximadamente 5 g para produção de 1 litro de biodiesel (R$ 0,035/litro).

Projeto de trabalho técnico social Características da área de intervenção e do entorno O uso de óleos vegetais em motores de combustão interna iniciou-se com Rudolf Diesel utilizando óleo de amendoim em 1900. Razões de natureza econômica levaram ao completo abandono dos óleos vegetais como combustíveis à época. Entretanto, na década de 70, o mercado de petróleo foi marcado por dois súbitos desequilíbrios entre oferta e demandas mundiais conhecidos como 1° e 2° choques do petróleo. Em respostas a estas crises, o mercado sentiu a necessidade de diminuir a dependência do petróleo, levando ao investimento no desenvolvimento de tecnologia de produção e uso de fontes alternativas de energia (oliveira, 2001). De acordo com a lógica de usar fontes alternativas de energia redutoras de poluição, capazes de gerar empregos e com custos competitivos, o biodiesel apresenta-se como candidato natural a um programa global e que também vem ganhando espaço nas discussões energéticas do brasil. A agência nacional do petróleo do Brasil definiu, através da portaria 225 de setembro de 2003, o biodiesel como o conjunto de ésteres de ácidos graxos oriundos de biomassa, que atendam às especificações determinadas para evitar danos aos motores. O biodiesel é uma evolução na tentativa de substituição do óleo diesel por biomassa, iniciada pelo aproveitamento de óleos vegetais “in natura”. É obtido através da reação de óleos vegetais, novos ou usados, gorduras animais, com um intermediário ativo, formado pela reação de um álcool com um catalisador, processo conhecido como transesterificação, conforme figura abaixo

pela reação de um álcool com um catalisador, processo conhecido como transesterificação, conforme figura abaixo

Processo de transesterificação Fonte: ceplac (2006)

O biodiesel passou a ser mais divulgado no Brasil através do probiodiesel (programa

brasileiro de desenvolvimento tecnológico de biodiesel), criado pelo ministério da ciência e tecnologia. A tradição agrícola e a pesquisa voltam-se para a produção deste combustível e tem se mostrado viável pela grande extensão territorial para plantação. Os produtos da reação química são um éster (o biodiesel) e glicerol. No caso da utilização de insumos ácidos, como esgoto sanitário ou ácidos graxos, a reação é de esterificação e não há formação de glicerol, mas de água simultaneamente ao biodiesel. Os ésteres têm características físico-químicas muito semelhantes às do diesel, conforme demonstraram as experiências realizadas em diversos países (rosa et al., 2003), o que possibilita a utilização destes ésteres em

motores de ignição por compressão (motores do ciclo diesel). A reação de transesterificação pode empregar diversos tipos de álcoois, preferencialmente os de baixo peso molecular, sendo os mais estudados os álcoois metílico e etílico. Freedman et al (1986), demonstraram que a reação com o metanol é tecnicamente mais viável do que com etanol. O etanol pode ser utilizado desde que anidro (com teor de água inferior a 2%), visto que a água atuaria como inibidor da reação. A separação da glicerina obtida como subproduto, no caso da síntese do éster metílico

é resolvida mediante simples decantação, bem mais facilmente do que com o éster

etílico, processo que requer um maior número de etapas. Quanto ao catalisador, a

reação pode utilizar os do tipo ácido ou alcalino ou, ainda, pode ser empregada a catálise enzimática. Entretanto, geralmente a reação empregada na indústria é feita em meio alcalino, uma vez que este apresenta melhor rendimento e menor tempo de reação que o meio ácido, além de apresentar menores problemas relacionados à corrosão dos equipamentos. Por outro lado, os triglicerídeos precisam ter acidez máxima de 3%, o que eleva seus custos e pode inviabilizar o processo em países onde

o óleo diesel mineral conta com subsídios cruzados, como no brasil. Sob o aspecto

ambiental, o uso de biodiesel reduz significativamente as emissões de poluentes, quando comparado ao óleo diesel, podendo atingir 98% de redução de enxofre, 30%

de aromáticos e 50% de material particulado e, no mínimo, 78% de gases do efeito estufa (rosa et al, 2003).

Layout comercial Layout funcional A área para implantação da usina será disponibilizada pelas prefeituras. Normas

Layout comercial

Layout comercial Layout funcional A área para implantação da usina será disponibilizada pelas prefeituras. Normas e
Layout comercial Layout funcional A área para implantação da usina será disponibilizada pelas prefeituras. Normas e

Layout funcional A área para implantação da usina será disponibilizada pelas prefeituras.

Normas e equipamento de segurança Itens indispensáveis para manipulação de produtos químicos:

Óculos ampla visão (protege totalmente os olhos);

Luvas de pvc (plástico); Avental de pvc (plástico); Máscara , para vapores de metanol e soda.

Equipamento de segurança utilizado na mine usina de biodiesel (óculos de ampla visão). 98% de redução de enxofre, 30% de aromáticos e 50% de material particulado e, no mínimo, 78% de gases do efeito estufa (rosa et al, 2003).

Caracterização da população beneficiária

A população usufrutuária é todo o município e região. Diante do mapeamento

sócio-ambiental realizado, a fim de levantar as iniciativas de trabalho sócio- ambiental em andamento no município, pôde-se relevar o projeto ambiental estratégico município verde e azul, que trata-se de um conjunto de 10 mais 10 (totalizando 20 metas) diretrizes relevantes da gestão ambiental municipal, sendo elas: esgoto tratado, lixo mínimo, recuperação de mata ciliar, arborização urbana, educação ambiental, habitação sustentável, uso da água, poluição do ar, estrutura ambiental e conselho ambiental, as quais o município está regulamentando para, um futuro próximo, colocá-las em prática e assim, proporcionar melhoria na qualidade

de vida de toda a comunidade.

Justificativa

O processo de fritura constitui uma das formas mais rápidas de preparo para

determinados alimentos, e por este motivo vem sendo amplamente utilizado. Como conseqüência, tem-se um aumento na quantidade de óleos e gorduras residuais, oriundos deste processo. Os óleos residuais das frituras acabam sendo dispostos em aterros sanitários ou despejados em rios, riachos e ainda diretamente nas pias e vasos sanitários, causando inúmeros impactos ambientais. O biodiesel obtido através

do óleo de fritura usado permite reaproveitar resíduos energéticos, com economia dos recursos naturais não renováveis e que, geralmente, são dispostos em ambientes, de forma inadequada, destacando-se os esgotos, rios, lixões, dentre outros. A utilização deste biocombustível tem sido avaliada, e vários estudos mostram que as características de desempenho energético são consideradas semelhantes ao diesel convencional, oriundo do petróleo. Convém destacar que, na cidade do Estado de São Paulo, ainda não existe nenhum tipo de coleta sistemática e permanente do OGR para fins energéticos, somada a uma falta de campanhas ambientais, principalmente ao que concerne este resíduo. Desta maneira, o presente estudo se justifica por visar o subsídio de parâmetros necessários para um sistema funcional e eficiente de coleta e reaproveitamento energético do OGR, através da parceria SABESP com a prefeitura municipal através da cooperativa de resíduos do município e secretaria do meio ambiente, que até o momento vem demonstrando vontade e esforço para o sucesso desse projeto através da mobilização e sistematização de frentes para o desenvolvimento do projeto , o que também servirá como base de aprendizado e fonte de futuras pesquisas em instituições locais demonstrando o valor da comunidade que se dedica ao sucesso dessa atividade.

Composição da equipe técnica

     

Número de horas Disponibilizad as ao projeto

Formação

Atribuição

na

 

Nome

acadêmica

equipe

 
 
   

Ivan de Meneses Alves

Direito

Responsável

técnico

Carlos K. Ferreira

Direito

Responsável

técnico

Avaliação

O trabalho sócio-ambiental irá desenvolver atividades de avaliação das ações

previstas. A avaliação permitirá á equipe técnica monitorar as ações e redirecioná-las quando necessário, permitindo levantar as expectativas dos beneficiários (participação, interesse e satisfação). Em relação às ações realizadas, observar os aspectos facilitadores e dificultadores surgidos no decorrer do processo. A condução do trabalho técnico acompanhada periodicamente permitindo se obter coerência e compatibilidade.

Indicadores:

- conhecimento do projeto pela comunidade;

- conexões estabelecidas entre os parceiros do projeto;

- nível de satisfação com o trabalho social realizado.

Instrumentos:

- relatórios ou planilhas através de dados estatísticos mensais;

Parcerias (**)

As atividades a serem desenvolvidas durante todo o decorrer do trabalho será,

prioritariamente, executada por meio da oferta das horas disponibilizadas. Para o

desenvolvimento das atividades sócio-educativas, o projeto terá como parceira a OSCIP COMVIDA, abordando temas sobre educação ambiental de extrema importância para formação pessoal e social.

Composição de custos orçamento

1.custos com recursos materiais e serviços

 
   

Valor

   

Valor

Valor

Contrapartida

Discriminação

 

Outros

repasse

Bens

Financei

 

Recursos

 

Serviços

ra

 

Material de consumo

.000,00

     

Transporte

18000,00

     

Custo com atividades/ eventos

 

.000,00

     

Serviço de terceiros

.100,00

     

Alimentação/hospedagem

.000,00

     

Sub-total (1)

       

2. Custos com recursos humanos

 
       

Valor

   

Valor

Valor

Contrapartida

Profissional

Período

Valor

Outros

repasse

Bens

Financei

     

Recursos

 

Serviços

ra

 
 

1 ano

 

.000,00

     

Sub-total (2)

       

Total geral (sub-total 1 + 2)

R$.100,00

Bauru, 25 de maio de 2011.