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Gestão Financeira Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc. Gestão Financeira 1

Gestão Financeira

Conteúdo

Conteúdo 1. Revisão de Matemática Financeira 2. Técnicas de Avaliação Financeira 3. Orçamento de Capital 4.

1. Revisão de Matemática Financeira

2. Técnicas de Avaliação Financeira

3. Orçamento de Capital

4. Técnicas de Análise de Orçamento de Capital

5. Risco e Retorno

6. Custo de Capital

7. Alavancagem Operacional & Financeira

8. Estrutura de Capital

9. Política de Dividendos

10. Administração de Capital de Giro

O que é Finanças? É recursos, princípios econômicos e financeiros, visando a maximização do valor

O que é Finanças?

É

recursos,

princípios

econômicos e financeiros,

visando a maximização do valor total do negócio.

série

uma

arte

de

administrar

aplicando

de

O que fazem os Gestores Financeiros? Administram empresa. as finanças da Quais são as suas

O que fazem os Gestores Financeiros?

Administram

empresa.

as

finanças

da

Quais são as suas principais tarefas?

Eles desempenham tarefas como:

Orçamentos, Previsões Financeiras, Administração de Caixa, Administração de Crédito, Análise de Investimentos e Captação de Fundos.

Revisão de Matemática Financeira Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc. Gestão Financeira 5

Revisão de Matemática Financeira

Sumário

Sumário 1. Conceitos Básicos 2. Regime de Capitalização Simples 3. Regime de Capitalização Composto Prof. Alexandre

1. Conceitos Básicos

2. Regime de Capitalização Simples

3. Regime de Capitalização Composto

Conceitos Básicos

Conceitos Básicos Matemática Financeira A Matemática Financeira foi desenvolvida para resolver problemas práticos do

Matemática Financeira A Matemática Financeira foi desenvolvida para resolver problemas práticos do Comércio e das Finanças. É utilizada para regular as condições em que as transações não são liquidadas a vista.

Exemplos:

• Contratos de Empréstimos;

• Contratos de Investimentos;

• Análise de Projetos Industriais;

• Aplicações no Mercado Financeiro; etc.

Conceitos Básicos

Conceitos Básicos Juros ( J ) É o prêmio pelo valor monetário empregado ao longo de

Juros ( J ) É o prêmio pelo valor monetário empregado ao longo de

um determinado tempo numa operação de captação

financeira (Repassar – Emprestar).

Taxa de Juros ( i )

em

É

uma

unidade

de

medida

dos

juros

expressa

percentagem ou decimal, referente ao prêmio dos juros.

Tipo de Juros

a) Juros Simples: Calculados sempre em função do capital Inicial empregado no negócio.

b) Juros Compostos: Calculados sempre em função do capital inicial corrigido que foi empregado no negócio.

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Gestão Financeira

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Conceitos Básicos

Conceitos Básicos Fluxo de Caixa São todas as Entradas (Recebimentos) e Saídas (Pagamentos) de recursos que

Fluxo de Caixa São todas as Entradas (Recebimentos) e Saídas (Pagamentos) de recursos que foram realizadas ao longo de um determinado tempo.

Representação Gráfica

 

FC2

FC3

FC5

FC5

FCn

   
   
 

1

 
  1   4 6  

4

6

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
     

2

3

 

5

n

N (Escala do Tempo)

     
     

FC1

 
FC1  
 
 

Saída Gradiente de Recursosdo Tempo)       FC1     Entrada Gradiente de Recursos FC4 FC6 FC 1

Entrada Gradiente de Recursos  FC1     Saída Gradiente de Recursos FC4 FC6 FC 1 - n Fluxo de

FC4

FC6

FC 1-n

Fluxo de Caixa existente ao longo do tempo

N

Escala do Tempo

1-n

Período de Ocorrência dos FC 1-n

Conceitos Básicos

Conceitos Básicos Principal (P) É o valor inicial captado ou repassado no negócio financeiro. Montante (VF)

Principal (P)

É o valor inicial captado ou repassado no negócio

financeiro.

Montante (VF)

mercado

resultante da soma/diminuição do principal

acrescido/diminuído de juros/desconto num processo de

capitalização/descapitalização.

É

o

valor

final

captado

ou

repassado

no

Capitalização

São as condições contratadas que regem o processo de

valorização de um principal envolvendo P, S, n, i.

Regime de Capitalização Simples

Regime de Capitalização Simples Equação Fundamental Montante (VF) = Principal (VP) + Juros (J) Juros (J)

Equação Fundamental

Montante (VF) = Principal (VP) + Juros (J)

Juros (J) = Principal (VP) x Taxa de Juros (i) x período (n)

VF = VP + J

J = VP x i x n

Taxa de Juros (i) x período (n) VF = VP + J J = VP x

VF = VP + VP x i x n

período (n) VF = VP + J J = VP x i x n VF =

VF = VP

(1+ i x n)

Regime de Capitalização Simples

Regime de Capitalização Simples Exemplo: João aplicou R$ 1.000 a uma taxa de juros de 10%

Exemplo:

João aplicou R$ 1.000 a uma taxa de juros de 10% ao mês. Qual o valor (montante) que terá no final de 30 dias (1 mês)?

Principal (VP) = R$ 1.000

Juros (J)

VF = VP

= 10 % a. m

(1+ i x n)

(VP) = R$ 1.000 Juros (J) VF = VP = 10 % a. m (1+ i

VF = 1.000 x (1+ (10/100) x 1 mês)

VF = 1.000 x (1+ 0,10)

VF = 1.000 x (1,10) VF = 1.100

Regime de Capitalização Simples

Regime de Capitalização Simples Estendendo o período para 5 meses, encontramos Conclusões • A equação VF

Estendendo o período para 5 meses, encontramos

Simples Estendendo o período para 5 meses, encontramos Conclusões • A equação VF = VP (1+
Simples Estendendo o período para 5 meses, encontramos Conclusões • A equação VF = VP (1+

Conclusões

A equação VF = VP (1+ i x n) é representada por uma reta;

Somente o Principal (VP) é capitalizado rendendo juros (J);

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Regime de Capitalização Composto

Regime de Capitalização Composto Equação Fundamental n = 1 n = 2 VF 1 = VP

Equação Fundamental

n

= 1

n

= 2

VF 1 = VP

(1+ i x n)

Fundamental n = 1 n = 2 VF 1 = VP (1+ i x n) VF

VF 1 = VP

(1+ i )

VF 2 = VP 2 J 2 = VP 2 x i

VP 2 = VF 1

+ J 2

= VP 2 J 2 = VP 2 x i VP 2 = VF 1 +

VF 2 = VP

VF 2 = VP

VF 2 = VP

(1+ i) + VP

(1+ i) x i

(1+ i) ( 1 + i )

(1+ i) 2

2 = VP (1+ i) + VP (1+ i) x i (1+ i) ( 1 +

VF n = VP

(1+ i) n

Regime de Capitalização Composto

Regime de Capitalização Composto Exemplo: João aplicou R$ 1.000 a uma taxa de juros de 10%

Exemplo:

João aplicou R$ 1.000 a uma taxa de juros de 10% ao mês. Qual o valor (montante) que terá no final de 60 dias (2 meses)?

Principal (P) = R$ 1.000

Juros (J)

VF n = VP

= 10 % a. m

(1+ i) n

(P) = R$ 1.000 Juros (J) VF n = VP = 10 % a. m (1+

VF 2 = 1.000 x (1+ (10/100)) 2

VF 2 = 1.000 x (1+ 0,10) 2

VF 2 = 1.000 x (1,10) 2 VF 2 = 1.210

Regime de Capitalização Composto

Regime de Capitalização Composto Estendendo o período para 5 meses, encontramos Conclusões • A equação VF

Estendendo o período para 5 meses, encontramos

Composto Estendendo o período para 5 meses, encontramos Conclusões • A equação VF n = VP
Composto Estendendo o período para 5 meses, encontramos Conclusões • A equação VF n = VP

Conclusões

A equação VF n = VP (1+ i ) n é representada por uma curva exponencial;

Tanto o Principal (VP) como os juros (J) são capitalizados, rendendo juros (J);

as

Mercado

Empregado

em

do

todas

operações

Financeiro;

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Exemplos Diversos

Exemplos Diversos 1) Uma dívida de R$ 100.000,00 vai ser paga dentro de 5t, de uma

1) Uma dívida de R$ 100.000,00 vai ser paga dentro de 5t, de uma só vez, a juros de 12%a.t. Qual o valor desse pagamento único?

a juros de 12%a.t. Qual o valor desse pagamento único? 0 V P = 100.000 5
a juros de 12%a.t. Qual o valor desse pagamento único? 0 V P = 100.000 5

0

VP =

100.000

5

Qual o valor desse pagamento único? 0 V P = 100.000 5 Trimestres VF VF n
Qual o valor desse pagamento único? 0 V P = 100.000 5 Trimestres VF VF n

Trimestres

desse pagamento único? 0 V P = 100.000 5 Trimestres VF VF n = VP (1+

VF

VF n = VP

(1+ i) n

0 V P = 100.000 5 Trimestres VF VF n = VP (1+ i) n VF

VF 5 = 100.000 x (1+ (12/100)) 5

VF 5 = 100.000 x (1+ 0,12) 5

VF 5 = 100.000 x (1,12) 5 VF 5 = 176.234

Exemplos Diversos

Exemplos Diversos 2) Uma firma empreiteira fez um empréstimo de R$ 200.000 e ficou de pagar

2) Uma firma empreiteira fez um empréstimo de R$ 200.000 e ficou de pagar em duas vezes, dentro de 4 e 6 bimestres, respectivamente a juros de 10%a.b. Sabendo que o valor das prestações são iguais, qual o valor de cada uma delas?

prestações s ão iguais, qual o valor de cada uma delas? 200.000 4 6 0 1

200.000

4 6

4

4

6

6

0

1

2

3

   

5

200.000 4 6 0 1 2 3     5 R R Bimestres 200.000 = R

R

200.000 4 6 0 1 2 3     5 R R Bimestres 200.000 = R

R

200.000 4 6 0 1 2 3     5 R R Bimestres 200.000 = R

Bimestres

200.000

= R / (1+(10/100)) 4 + R / (1+(10/100)) 6

200.000

= R / (1,1) 4

+

R / (1,1) 6

200.000

= R / (1,46)

+

R / (1,77)

 

(1.77 R + 1.46 R) / (2.59) = 1.25 R

200.000 = 1,25 R

R = 160.322

Exemplos Diversos

Exemplos Diversos 3) Uma construtora fez um empréstimo de R$ 800.000,00 e combinou de pagar daqui

3) Uma construtora fez um empréstimo de R$ 800.000,00 e combinou de pagar daqui a 5 bimestres a uma taxa de juros de 8%a.b. 4

bimestres

o

contrato, a construtora

quer saldar a dívida em 3 parcelas iguais e consecutivas, vencendo

a 1ª imediatamente.

Sabendo que a nova

forma

pagamento

tem como base 10%a.b,

qual o valor das prestações?

após

de

VP = 800.000

2 4 5 6 Bimestres 0 i = 8%a.b
2
4
5
6
Bimestres
0
i = 8%a.b

VF 5 = 800.000 x (1,08) 5 = 1.175.462

VP = 800.000

VF 5 = 800.000 x (1,08) 5 = 1.175.462 VP = 800.000   2 4 5
 

2

4

5

6

 
 
 
 
 

0

R R
R
R

R

VP = 800.000   2 4 5 6   0 R R R Bimestres i2 =

Bimestres

i2 = 10%a.b

1.175.462 = R x (1,1) 1 + R + R / (1,1) 1 )

1.175.462 = 3,01 R

R = 390.637

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Gestão Financeira

19

Técnicas de Avaliação Financeira Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc. Gestão Financeira 20

Técnicas de Avaliação Financeira

Sumário

Sumário 1. Valor do Dinheiro no Tempo 2. Valor Futuro 3. Períodos de Composição 4. Valor

1. Valor do Dinheiro no Tempo

2. Valor Futuro

3. Períodos de Composição

4. Valor Presente

5. Perpetuidade

6. Perpetuidade com Crescimento

7. Anuidade

8. Anuidade Diferida

9. Anuidade Adiantada

10. Anuidade Irregular

11. A Igualando valores presentes de duas anuidades

12. Anuidade Crescente

Valor do Dinheiro no Tempo

Valor do Dinheiro no Tempo Por que o valor do dinheiro muda com o passar do

Por que o valor do dinheiro muda com o passar do tempo?

Valor do Dinheiro no Tempo

Valor do Dinheiro no Tempo Fatores que diminuem o val or do dinheiro no tempo •

Fatores que diminuem o valor do dinheiro no tempo Inflação Aumento generalizado de preços na economia

• Inflação Aumento generalizado de preços na economia O poder de compra da moeda hoje é

O poder de compra da moeda hoje é maior que amanhã

Risco Incerteza a cerca do futuro

Ninguém pode prever, com certeza, o futuro da economia e garantir que uma empresa sólida financeiramente permanecerá assim nos anos vindouros. Preferência por liquidez

assim nos anos vindouros. • Preferência por liquidez A rapidez com que os ativos possam ser

A rapidez com que os ativos possam ser convertidos em

caixa

Investidores

preferem

manter

dinheiro

em

emergências inesperadas.

caixa

para

Valor Futuro

Valor Futuro Dada uma quantia de dinheiro que se deseje aplicar, pode-se descobrir quanto tal montante

Dada uma quantia de dinheiro que se deseje aplicar, pode-se descobrir quanto tal montante aumentará no futuro, uma vez que a taxa do retorno seja conhecida.

Equação Fundamental

onde:

n

VF = VP x ( 1+ i)

VF

= valor futuro

VP

= depósito inicial (principal)

i

= taxa de juro

n

= período

Valor Futuro

Valor Futuro Exemplo: Suponha que um investidor aplique R$ 100 na poupança. Este dinheiro irá render

Exemplo:

Suponha que um investidor aplique R$ 100 na poupança. Este dinheiro irá render 10 % ao ano. Qual o valor do montante do investidor daqui a 5 anos?

n

VF = VP x ( 1+ i)

VF

= ?

VP

= R$ 100

i

= 10 %

a.a

n

= 5 anos

5

VF = R$ 100 x ( 1+ 0.1)

VF = R$ 161

Períodos de Composição

Períodos de Composição Muitas vezes a composição dos juros pode ocorrer mais de uma vez a

Muitas vezes a composição dos juros pode ocorrer mais de uma vez a cada ano.

Exemplo:

Imagine que um banco pague 10% de juros ao ano, compostos semestralmente. Qual o valor que teremos ao final de 1 ano, se depositarmos R$ 1.000 hoje?

VF 6 meses = ( 1 + 10% / 2) x R$ 1.000 VF 6 meses = (1.05 x R$ 1.000 = R$ 1.050

VF 12 meses = (1.05 x R$ 1.050 = R$ 1.103

VF 1 2 m e s e s = (1.05 x R$ 1.050 = R$ 1.103

VF 12 meses = (1.10 x R$ 1.000) = R$ 1.100

Qual é a taxa juros efetiva recebida ?

Taxa Juros efetiva = ((1.103 / 1.000) - 1) x 100 = 10.3 %

Períodos de Composição

Períodos de Composição Equações Fundamentais VF = VP (1 + i / m ) m Taxa

Equações Fundamentais

VF = VP (1 + i / m ) m

Taxa Efetiva =

((1 + i / m ) m - 1) x 100

onde:

P = Principal

i

= taxa de juro

m

= nº de parcelas por ano

Períodos de Composição

Períodos de Composição Exemplo: Qual é a riqueza no final do ano se Marilena recebe uma

Exemplo:

Qual é a riqueza no final do ano se Marilena recebe uma taxa cotada anual de juros de 24% compostos mensalmente, numa aplicação de R$ 1? Calcule também a taxa efetiva recebida?

VF = 1 (1 + 0.24 / 12) 12

VF = 1 (1.02) 12 VF = 1.2682

Taxa Efetiva =

Taxa Efetiva = (1.2682 - 1) x 100 Taxa Efetiva = (0.2682 ) x 100

Taxa Efetiva = 26.82 %

((1 + 0.24 / 12 ) 12 - 1) x 100

Períodos de Composição

Períodos de Composição Exemplo: Ana está aplicando R$ 5.000 a uma taxa cotada anual de juros

Exemplo:

Ana está aplicando R$ 5.000 a uma taxa cotada anual de juros de 12%, compostos trimestralmente, por cinco anos. Qual será sua riqueza no final de 5 anos?

VF = VP (1 + i / m ) m x T

VF = 5.000 (1 + 0.12 / 4) 4 x 5

VF = 5.000 (1.03) 20

VF = 5.000 x 1.8061 VF = R$ 9.030,50

Valor Presente

Valor Presente É o valor do dinheiro dos retornos ou rendas futuras, descontada a taxa de

É

o valor do dinheiro

dos retornos ou rendas futuras,

descontada a taxa de capitalização.

Equação Fundamental

onde:

n

VP = VF / ( 1+ i)

VF

= valor futuro

VP

= depósito inicial (principal)

i

= taxa de juro

n

= período

Valor Presente

Valor Presente Exemplo: César Tadeu receberá R$ 10.000 daqui a 3 anos. Ele pode conseguir 8%

Exemplo:

César Tadeu receberá R$ 10.000 daqui a 3 anos. Ele pode conseguir 8% em suas aplicações. Qual é o valor presente de seu fluxo futuro de caixa?

n

VP = VF / ( 1+ i)

VF

= R$ 10.000

VP

= ?

i

= 8 %

a.a

n

= 3 anos

3

VP = R$ 10.000 / ( 1+ 0.08)

VP = R$ 7.938

Perpetuidade

Perpetuidade É uma série constante e infinita de fluxos de caixa. Equação Fundamental VP = PMT

É uma série constante e infinita de fluxos de caixa. Equação Fundamental

VP = PMT / (1+ i)^ 1 + PMT / (1+ i)^ 2 + PMT / (1+ i)^ 3 + PMT / (1+ i)^ 4 +

Seja PMT / (1+ i) = a e 1/ (1+ i) = x

VP = a + a x + a x 2 + a x 3 +

VP = a ( 1 +

x + x 2 + x 3 +

)

(1)

Multiplicamos por x

 

xVP = a x +

ax 2 +a x 3 +

(2)

Subtraindo (2) de (1) obtemos

xVP = a ( x+ x 2 + x 3 +

)

(2)

-

VP = a ( 1 +

x + x 2 + x 3 +

)

(1)

VP (x - 1) = - a +

VP (x - 1) = - a

VP = PMT / (1+ i)

(ax - ax) +(a x 2 - a x 2) +

VP = a / (1 - x)

(ax - ax) +(a x 2 - a x 2 ) + VP = a /

x 1 / (1 - 1/ (1+ i))

- a x 2 ) + VP = a / (1 - x) x 1 /

VP = PMT / (1+ i)

x (1 + i )/ ( (1 + i) - 1)

VP = PMT / i

Perpetuidade

Perpetuidade Exemplo: Maria está avaliando a possi bilidade de adquirir um imóvel pelo valor de R$

Exemplo:

Maria está avaliando a possibilidade de adquirir um imóvel pelo valor de R$ 80.000. Este imóvel está alugado e rende R$ 6.000 ao ano. A taxa de desconto é igual a 10% ao ano.Você recomendaria a Maria a realização do negócio?

ano.Você recomendaria a Maria a realização do negócio? VP = 6.000 / 0.1 VP = 60.000

VP = 6.000 / 0.1

a Maria a realização do negócio? VP = 6.000 / 0.1 VP = 60.000 x VP

VP = 60.000

x VP = 80.000

Não, Maria não deve fazer o negócio.

Perpetuidade com Crescimento

Perpetuidade com Crescimento É uma série constante e infinita de fluxos de caixa com crescimento. Equação

É uma série constante e infinita de fluxos de caixa com crescimento.

Equação Fundamental

VP = PMT / (1+ i)^ 1 + (PMT x (1+ g)) / (1+ i)^ 2 + (PMT x (1+ g)^ 2 ) / (1+ i)^ 3 +

Seja PMT / (1+ i) = a e (1+g) / (1+ i) = x

VP = a / (1 - x)

VP = PMT / (1+ i)

x (1 + i )/ ((1 + i) - (1 + g))

/ (1 - x) VP = PMT / (1+ i) x (1 + i )/ ((1

VP = PMT / (1+ i) VP = PMT / (i - g)

x (1 + i) / (i - g)

VP = PMT / (i - g)
VP = PMT / (i - g)

Perpetuidade com Crescimento

Perpetuidade com Crescimento Exemplo: João está avaliando a possibilidade de adquirir um imóvel pelo valor de

Exemplo:

João está avaliando a possibilidade de adquirir um imóvel pelo valor de R$ 100.000. Este imóvel está alugado e rende R$ 6.000 no 1º ano. O contrato prevê um reajuste anual de 5% no valor do aluguel. A taxa de desconto é igual a 10% ao ano.Você recomendaria a João realizar este negócio?

VP = PMT / (i - g)
VP = PMT / (i - g)

VP = 6.000 /( 0.1-0.05)

este negócio? VP = PMT / (i - g) VP = 6.000 /( 0.1-0.05) VP =

VP = 120.000

x

VP = 100.000

Sim, João deve fazer o negócio.

Anuidade

Anuidade série duração finita. Equação Fundamental É uma uniforme de pagamentos regulares com P P P

série

duração finita.

Equação Fundamental

É

uma

uniforme

de

pagamentos

regulares

com

P P P P P P M M M M M M T T T
P
P
P
P
P
P
M
M
M
M
M
M
T
T
T
T
T
T
.
.
0
00
P
P
P
P
M
M
M
M
T
T
T
T
.
.
0
t
00
P
P
M
M
T
T
0
00

VP = PMT / i

(1)

VP = (PMT / i)/ (1+i) t

(2)

VP = (PMT / i )

- (PMT / i ) x (1 / ( 1+i ) t )

VP = PMT

-

(

) n

(PMT / i ) x (1 / ( 1+i ) t ) VP = PMT -

VP = PMT

-

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Gestão Financeira

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Anuidade

Anuidade Exemplo: Um aposentado acaba de ganhar um prêmio e, deverá receber R$ 50 K por

Exemplo:

Um aposentado acaba de ganhar um prêmio e, deverá receber R$ 50 K por ano durante 20 anos. O 1º pagamento está previsto para daqui a um ano. Sendo a taxa de juros de 8%, qual é o valor efetivo do prêmio?

VP = PMT

( 1 + i ) n - 1 i ( 1 + i ) n
(
1 +
i
) n
-
1
i
(
1 +
i
) n

VP = 50,000

( 1 + 0,08 ) 20 - 1 0,08 ( 1 + 0,08 ) 20
( 1 + 0,08 ) 20
-
1
0,08 ( 1 + 0,08 ) 20

VP = R$ 50.000 x 9.8181 VP = R$ 490.905

Anuidade Diferida

Anuidade Diferida É uma série uniforme de pagamentos regulares com duração finita, no qual o inicio

É uma série uniforme de pagamentos regulares com duração finita, no qual o inicio da mesma ocorre numa data situada vários períodos no futuro. Exemplo:

Daniel receberá uma anuidade de R$ 500 por ano, por quatro anos, começando na data 6. Sendo a taxa de juros de 10%, qual é o valor presente de sua anuidade?

500 500 500 500

qual é o valor presente de sua anuidade? 500 500 500 500 VP 5 VP 5
qual é o valor presente de sua anuidade? 500 500 500 500 VP 5 VP 5
qual é o valor presente de sua anuidade? 500 500 500 500 VP 5 VP 5
qual é o valor presente de sua anuidade? 500 500 500 500 VP 5 VP 5

VP 5

é o valor presente de sua anuidade? 500 500 500 500 VP 5 VP 5 =
é o valor presente de sua anuidade? 500 500 500 500 VP 5 VP 5 =
é o valor presente de sua anuidade? 500 500 500 500 VP 5 VP 5 =

VP 5 = 500

VP

1

2

3

4

56

7

89

( 1 + 0,1 ) 4 - 1 0,1 ( 1 + 0,1 ) 4
( 1 + 0,1 ) 4
-
1
0,1 ( 1 + 0,1 ) 4

VP 5 = 500 x 3.1699 = R$ 1.584,95

VP = VP 5 / ( 1+ 0.1) 5 VP = R$ 984.13

Anuidade Adiantada

Anuidade Adiantada É uma série uniforme de pagamentos regulares com duração finita, no qual o inicio

É uma série uniforme de pagamentos regulares com duração finita, no qual o inicio da mesma ocorre hoje (momento 0).

Exemplo:

Um aposentado acaba de ganhar um prêmio e, deverá receber R$ 50 K por ano durante 20 anos. O 1º pagamento está previsto ser pago imediatamente. Sendo a taxa de juros de 8%, qual é o valor efetivo do prêmio?

VP

50

50

50

50

50

50

50

qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0
qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0
qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0
qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0
qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0
qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0
qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0
qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0
qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0
qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0
qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0
qual é o valor efetivo do prêmio? VP 50 50 50 50 50 50 50 0

0

1

2

6

7

8

19

VP = 50,000

VP 50 50 50 50 50 50 50 0 1 2 6 7 8 1 9

+ 50 K

VP = R$ 530.180

Anuidade Irregular

Anuidade Irregular Exemplo: A Sra que ocorrem uma vez a cada dois anos. A anuidade se

Exemplo:

A Sra

que ocorrem uma vez a cada dois anos. A anuidade se estende por um período de 20 anos. O primeiro pagamento ocorre na data 2. A taxa de juros anual é de 6%.

Olga recebe uma anuidade de R$ 450, em parcelas

VP

450

450

450

450

450

uma anuidade de R$ 450, em parcelas VP 450 450 450 450 450 0 1 2
uma anuidade de R$ 450, em parcelas VP 450 450 450 450 450 0 1 2
uma anuidade de R$ 450, em parcelas VP 450 450 450 450 450 0 1 2
uma anuidade de R$ 450, em parcelas VP 450 450 450 450 450 0 1 2
uma anuidade de R$ 450, em parcelas VP 450 450 450 450 450 0 1 2
uma anuidade de R$ 450, em parcelas VP 450 450 450 450 450 0 1 2
uma anuidade de R$ 450, em parcelas VP 450 450 450 450 450 0 1 2
uma anuidade de R$ 450, em parcelas VP 450 450 450 450 450 0 1 2
uma anuidade de R$ 450, em parcelas VP 450 450 450 450 450 0 1 2
uma anuidade de R$ 450, em parcelas VP 450 450 450 450 450 0 1 2

0

1

2

3

4

5

6

18

20

Taxa de juros por um período de 1 ano é igual a 6%. Taxa de juros por um período de 2 anos é igual a 12.36% (((1+ 0.06) x (1+ 0.06)) -1).

VP = R$ 450 (( 1.1236) 10 -1) / ( 0. 1236 x (1.1236) 10 ))

VP = R$ 2.505,57

Igualando valores presentes de duas anuidades

Igualando valores presentes de duas anuidades Exemplo: A Sra. Werneck e o Sr. Lon tro estão

Exemplo:

A Sra. Werneck e o Sr. Lontro estão economizando dinheiro para custear a faculdade de seu recém nascido filho. O casal estima que as despesas com a faculdade chegarão a R$ 30.000 por ano quando seu filho atingir a idade de freqüenta-la, daqui a 18 anos. A taxa anual de juros, nas próximas décadas, será de 14%. Quanto dinheiro deverão depositar no banco a cada ano para que a educação de seu filho seja integralmente financiada durante os quatro anos da faculdade?

Poupança

P P P P M M M M T T T T
P
P
P
P
M
M
M
M
T
T
T
T
P P P P M M M M T T T T
P
P
P
P
M
M
M
M
T
T
T
T

0

1

234

14

15

16

17

Pagamento da Faculdade

=

30.000 30.000

30.000

30.000

16 17 Pagamento da Faculdade = 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21
16 17 Pagamento da Faculdade = 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21
16 17 Pagamento da Faculdade = 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21
16 17 Pagamento da Faculdade = 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21
16 17 Pagamento da Faculdade = 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21
16 17 Pagamento da Faculdade = 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21
16 17 Pagamento da Faculdade = 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21
16 17 Pagamento da Faculdade = 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21

0

1

18

19

20

21

Igualando valores presentes de duas anuidades

Igualando valores presentes de duas anuidades Exemplo: Poupança P P P P P P P M

Exemplo:

Poupança

P

P

P

P

P

P

P M T
P
M
T

P

M

M

M

M

M

M

M

T

T

T

T

T

T

T

=

0

1

234

14

15

16

17

VP = PMT ((1.14) 17 - 1) / (0.14 (1.14) 17 )))

R$ 9.422,91 = PMT (7.14 - 0.77)

Pagamento da Faculdade

30.000 30.000

30.000

30.000

- 0.77) Pagamento da Faculdade 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21 VP
- 0.77) Pagamento da Faculdade 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21 VP
- 0.77) Pagamento da Faculdade 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21 VP
- 0.77) Pagamento da Faculdade 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21 VP
- 0.77) Pagamento da Faculdade 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21 VP
- 0.77) Pagamento da Faculdade 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21 VP
- 0.77) Pagamento da Faculdade 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21 VP
- 0.77) Pagamento da Faculdade 30.000 30.000 30.000 30.000 0 1 18 19 20 21 VP

0

1

18

19

20

21

VP 17 = 30.000((1.14) 4 - 1) / (0.14 (1.14) 4 )))

VP 17 = 30.000 x 2.9137= R$ 87.411

R$ 9.422,91 = 6.37 PMT

VP

= VP 17 / ( 1+ 0.14) 17

PMT = R$ 1.478.60

VP

= R$ 9.422,91

Anuidade Crescente

Anuidade Crescente É uma série com duração finita de fluxos de caixa crescente. Equação Fundamental V

É uma série com duração finita de fluxos de caixa crescente.

Equação Fundamental

VP = PMT

n 1 1 - x i - g i - g 1 + g 1
n
1
1
-
x
i - g
i - g
1 + g
1 + i

onde:

VF = valor futuro g = taxa de crescimento

i

= taxa de juro

n

= período

Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc.

Gestão Financeira

43

Anuidade Crescente

Anuidade Crescente Exemplo: Um ex-aluno do curso de Administração da Faculdade da Cidade acaba de receber

Exemplo:

Um ex-aluno do curso de Administração da Faculdade da Cidade acaba de receber uma proposta de emprego com salário de R$ 80.000 por ano. Ele espera que esse salário cresça 9% ao ano até sua aposentadoria, daqui a 40 anos. Dada uma taxa de juros de 20%, qual é o valor presente dos salários que receberá durante toda sua carreira?

VP = 80.000

40 1 1 - x 0.2 - 0.09 0.2 - 0.09 1 + 0.09 1
40
1
1
-
x
0.2 - 0.09
0.2 - 0.09
1 + 0.09
1 + 0.2

VP = R$ 711.731

Orçamento de Capital Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc. Gestão Financeira 45

Orçamento de Capital

Sumário

Sumário 1. O que é Orçamento de Capital? 2. Processo de decisão de Orçamento de Capital

1. O que é Orçamento de Capital?

2. Processo de decisão de Orçamento de Capital

3. Fluxo de Caixa Relevantes

4. Cálculo do Investimento Inicial

5. Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais

6. Cálculo do Fluxo de Caixa Residual

O que é Orçamento de Capital? É o processo que consiste em avaliar e selecionar

O que é Orçamento de Capital?

É o processo que consiste em avaliar e selecionar investimentos a longo prazo, que sejam coerentes com o objetivo da empresa de maximizar a riqueza de seus proprietários.

Processo de decisão de Orçamento de Capital

Processo de decisão de Orçamento de Capital Dispêndio de Capital É um desembolso de fundos feito

Dispêndio de Capital

É um desembolso de fundos feito pela empresa, com a expectativa de gerar benefícios.

Razões para o Dispêndio de Capital

• Expansão do nível de operações;

• Substiuição de ativos obsoletos ( maquinário); e

• Modernização de um determinado máquinário

Processo de decisão de Orçamento de Capital

Processo de decisão de Orçamento de Capital Etapas do Processo O processo de orçamento de capital

Etapas do Processo

O processo de orçamento de capital consiste de cinco etapas distintas porém inter-relacionadas.

1º Geração de propostas;

2º Avaliação e análise;

3º Tomada de decisão;

4º Implementação; e

5º Acompanhamento.

Fluxos de Caixa Relevantes

Fluxos de Caixa Relevantes Correspondem a saída de caixa incremental de caixa (investimentos) e às entr

Correspondem a saída de caixa incremental de caixa

(investimentos) e às entradas subsequentes resultantes.

Principais Componentes do Fluxo de Caixa O fluxo de caixa de qualquer projeto, que possua padrão

convencional, pode incluir três componentes básicos:

• Investimento inicial;

• Entradas de Caixa Operacionais; e

• Fluxo de Caixa Residual.

Fluxos de Caixa Relevantes

Fluxos de Caixa Relevantes Investimento Inicial É a saída de caixa relevante que deve ser considerada

Investimento Inicial

É a saída de caixa relevante que deve ser considerada ao se avaliar um possível dispêncio de capital

Entradas de Caixa Operacionais

São as entradas de caixa incrementais, após os impostos, originárias do projeto ao longo da sua vida útil.

Fluxo de Caixa Residual

É o fluxo de caixa não-opeacional após o imposto de renda e ocorre no ano final do projeto.

Fluxos de Caixa Relevantes

Fluxos de Caixa Relevantes Fluxos de Caixa: Expansão x Substituição Expansão O estabelecimento do fluxo de

Fluxos de Caixa: Expansão x Substituição

Expansão

O estabelecimento do fluxo de caixa relevante é composto diretamente do investimento inicial, das entradas de caixa operacionais e do fluxo de caixa residual (após o imposto de renda).

Fluxos de Caixa Relevantes

Fluxos de Caixa Relevantes Exemplo: A empresa ZX está avali ando uma expansão em uma das

Exemplo:

A empresa ZX está avaliando uma expansão em uma das linhas de montagem da empresa. Com a realização de um investimento inicial é de R$ 13.000, a empresa espera obter entradas de caixa operacionais de R$ 5.000 em cada um dos própximos 5 anos e um fluxo de caixa residual de R$ 7.000, no final do 5 anos. Represnte graficamente o fluxo de caixa relevante.

5 anos. Represnte graficamente o fluxo de caixa relevante. Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc.

Fluxos de Caixa Relevantes

Fluxos de Caixa Relevantes Fluxos de Caixa: Expansão x Substituição Substituição O estabelecimento do fluxo de

Fluxos de Caixa: Expansão x Substituição Substituição

O estabelecimento do fluxo de caixa relevante é composto

diretamente do investimento inicial, das entradas de caixa operacionais e do fluxo de caixa residual (após o imposto de renda).

O investimento inicial é determinado subtraindo-se o valor

necessário para a aquisição do novo ativo da entrada de caixa líquida (após o imposto de renda) prevista com a venda do ativo a ser substituído.

O fluxo de caixa residual é obtido pela diferença entre os fluxos de caixa, após o imposto de renda, esperados na liquidação do novo ativo e do ativo atualmente em uso.

Fluxos de Caixa Relevantes

Fluxos de Caixa Relevantes Exemplo: Imagine agora que o novo ativo A está sendo considerado como

Exemplo:

Imagine agora que o novo ativo A está sendo considerado como substituto para um velho ativo A. O velho ativo A pode ser vendido por R$ 3.000 e os fluxos de caixa esperado que ele continue gerando pelos próximos 5 anos são: R$ 3.000, R$ 2.500, R$ 2.000, R$ 1.500 e R$ 1.000. O fluxo de caixa residual R$ 2.000. Represente graficamente o fluxo de caixa relevante.

2.000. Represente graficamente o fluxo de caixa relevante. Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc. Gestão

Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc.

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55

Cálculo do Investimento Inicial

Cálculo do Investimento Inicial É calculado obtendo-se a diferenç a entre todas as saídas e entradas

É calculado obtendo-se a diferença entre todas as saídas e entradas que ocorrem no instante zero ( o momento em que o investimento é feito).

As variáveis básicas que devem ser consideradas são:

• custos de instalação de um novo ativo;

• os recebimentos (se houver) pela venda do ativo

velho depois de descontado o imposto de renda; e

• as mudanças no Capital Circulante Líquido (C.C.L).

Cálculo do Investimento Inicial

Cálculo do Investimento Inicial Custo de um novo ativo instalado O custo de um novo ativo

Custo de um novo ativo instalado

O custo de um novo ativo instalado é obtido através soma do

seu novo custo de aquisição com os respectivos custos de instalação.

Venda dos ativos velhos após o pagamento do I.R.

É o resultado obtido subtraindo-se os valores referentes ao

imposto de renda ( ou adicionando-se crédito a compensar do imposto) do resultado obtido com a venda do ativo velho. O valor do imposto de renda depende da diferença entre o preço de venda do ativo e valor contábil do mesmo (custo original – depreciação acumulada).

Cálculo do Investimento Inicial

Cálculo do Investimento Inicial Variação no Capital Circulante Líquido A variação no capital circul ante líquido

Variação no Capital Circulante Líquido

A variação no capital circulante líquido é igual a diferença entre as variações nos ativos e as variações do passivo circulante.

Geralmente

os

ativo

crescem

mais

do

que

os

passivo

circulantes, resultando

assim,

em

um

acréscimo

no

investimento em capital circulante líquido, o qual será tratado

como uma saída inicial de caixa relacionada ao projeto. Se a

variação no capital circulante líquido for negativa, isso será

mostrado como uma entrada inicial de caixa relacionado ao

projeto.

Cálculo do Investimento Inicial

Cálculo do Investimento Inicial Esquema Básico para se calcu lar o Investimento Inicial Prof. Alexandre Diniz

Esquema Básico para se calcular o Investimento Inicial

Esquema Básico para se calcu lar o Investimento Inicial Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc.

Cálculo do Investimento Inicial

Cálculo do Investimento Inicial E x e m p l o : A Corporação TSU, uma

Exemplo: A Corporação TSU, uma grande e diversificada fabricante de componentes aeronáuticos, está tentando determinar o investimento inicial necessário para substituir uma máquina antiga por um modelo novo e muito mais sofisticado. O preço de compra da nova máquina é de R$ 380.000, e R$ 20.000 adicionais serão exigidos para instalá- la. Ela será depreciada pelo método linear durante 5 anos. A máquina atual (velha) foi comprada há três anos por R$ 240.000 e está sendo depreciada pelo método linear, pelo período de 5 anos. A empresa encontrou um comprador disposto a pagar R$ 280.000 pela máquina atual e arcar com os custos de remoção. A empresa espera que haja um aumento de R$ 35.000 nos ativos circulantes e de R$ 18.000 nos passivos circulantes, em consequência da substituição. A empresa está na faixa de 40% de imposto de renda, tanto para o resultado operacional como para os ganhos de capital. Qual é o valor inicial do investimento?

Cálculo do Investimento Inicial

Cálculo do Investimento Inicial I.R = (Preço de Venda - Valor Contábil) x % Alíquota do
Cálculo do Investimento Inicial I.R = (Preço de Venda - Valor Contábil) x % Alíquota do

I.R = (Preço de Venda - Valor Contábil) x % Alíquota do Imposto

I.R = (280 K

- Valor Contábil) x % Alíquota do Imposto I.R = (280 K (240 K - 240

(240 K - 240 K x 3/5)) x 0.40 = R$ 73.6 K

-

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais Entradas de caixa operacionais são as entradas de caixa relevantes,

Entradas de caixa operacionais são as entradas de caixa relevantes, resultantes de um investimento a longo prazo, ao longo de sua vida.

Interpretação do termo após o I.R.

Os benefícios que devem resultar de dispêndios de capital propostos devem ser medidos após o imposto de renda, pois a empresa não fará uso de nenhum benefício antes de Ter satisfeito às exigências fiscais do governo. Já que tais exigências dependem do lucro tributável da empresa, é preciso deduzir o imposto de renda antes de se fazerem comparações entre propostas de investimento.

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais Interpretação do termo Entrada de Caixa Os benefícios esperados de

Interpretação do termo Entrada de Caixa

Os benefícios esperados de um projeto devem ser medidos na forma de fluxo de caixa. As entradas de caixa representam dinheiro que pode ser gasto, não simnplesmente “lucros contábeis”, que não necessariamente estão a disposição da empresa para pagamento de suas contas.

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais Esquema básico para se cal cular as Entradas de Caixa

Esquema básico para se calcular as Entradas de Caixa

Esquema básico para se cal cular as Entradas de Caixa Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M.

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais Continuando o exemplo anterior A Corporação TSU estimou suas receitas

Continuando o exemplo anterior

A Corporação TSU estimou suas receitas e despesas (excluindo depreciação), com e sem o dispêncio de capital proposto, conforme mostrado no quadro abaixo.

de capital proposto, conforme mostrado no quadro abaixo. Calcule o as Entradas de Caixa Operacionais para
de capital proposto, conforme mostrado no quadro abaixo. Calcule o as Entradas de Caixa Operacionais para

Calcule o as Entradas de Caixa Operacionais para as máquina nova e para a máquina velha.

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais O passo final na estimativa das entradas de caixa operacionais
Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais O passo final na estimativa das entradas de caixa operacionais
Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais O passo final na estimativa das entradas de caixa operacionais
Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais O passo final na estimativa das entradas de caixa operacionais
Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais O passo final na estimativa das entradas de caixa operacionais
Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais O passo final na estimativa das entradas de caixa operacionais

O passo final na estimativa das entradas de caixa operacionais a serem utilizadas na avaliação do projeto proposto é calcular as entradas de caixa incrementais ou revelantes.

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais

Cálculo das Entradas de Caixa Operacionais Interpretação do termo Incremental Para avaliar os benefícios trazidos

Interpretação do termo Incremental Para avaliar os benefícios trazidos pelo projeto, nos interessa saber apenas quanto de caixa fluirá parta a empresa.

saber apenas quanto de caixa fluirá parta a empresa. Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc.

Cálculo das Entradas de Caixa Residual

Cálculo das Entradas de Caixa Residual É o fluxo de caixa resultante do término e liquidação

É o fluxo de caixa resultante

do término e liquidação de um

investimento no final de sua vida econômica.

de um investimento no final de sua vida econômica . Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M.

Cálculo das Entradas de Caixa Residual

Cálculo das Entradas de Caixa Residual Continuando o exemplo anterior A Corporação TSU espera vender a

Continuando o exemplo anterior

A Corporação TSU espera vender a nova máquina no final de seu 5º ano de vida útil pelo valor líquido de R$ 50.000, após pagar os custosa de venda e remoção. A máquina velha pode ser liquidada no final de final de seu 5º ano de vida por zero, pois estará completamente obsoleta. A empresa espera recuperar os R$ 17.000 de investimento em capital circulante líquido ao término do projeto.

Cálculo das Entradas de Caixa Residual

Cálculo das Entradas de Caixa Residual Fluxo de Caixa Residual Recebimentos venda do novo ativo após

Fluxo de Caixa Residual

Recebimentos venda do novo ativo após o imposto de renda (I.R.) Recebimento pela venda do novo ativo ( - / + ) Imposto de Renda incidentes na venda do ativo novo ( - ) Recebimentos pela venda do ativo velho após o imposto de renda (I.R. Recebimento pela venda do ativo velho ( - / + ) Imposto de Renda incidentes na venda do ativo velho ( - / +) Variação no Capital Circulante Líquido

30,000

50,000

20,000

-

-

-

17,000

Fluxo de Caixa Residual

47,000

Técnicas de Análise de Orçamento de Capital Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc. Gestão

Técnicas de Análise de Orçamento de Capital

Sumário

Sumário 1. Período de Payback 2. 2. 3. Taxa de Juros e Inflação Valor Valor Presente

1. Período de Payback

2. 2.

3. Taxa de Juros e Inflação

Valor Valor Presente Presente Líquido Líquido (VPL) (VPL)

4. Taxa Interna de Retorno (TIR)

5. Árvore de Decisão

6. Comparação entre as técnicas do VPL e TIR

7. Investimentos de Durações Diferentes

7.1 Ciclos Anuais

7.2 Custo Anual Equivalente

Payback

Payback Período de Payback (P.B.) É o exato momento do tempo em que a empresa recupera

Período de Payback (P.B.) É o exato momento do tempo em que a empresa recupera seu investimento, calculado a partir das entradas de caixa.

Equação Fundamental para Anuidades

Onde as Entradas de Caixa superarem os Investimentos superarem os Investimentos

Critério de Seleção

de Caixa superarem os Investimentos Critério de Seleção P.B. = Inv. / Entrada de Caixa Anual

P.B. = Inv. / Entrada de Caixa Anual

para Séries Mistas

P.B. Calculado < P.B. Máximo P.B. Calculado > P.B. Máximo

O P.B. Máximo é subjetivo e depende de empresa para empresa e das características do projeto.

Aceitar o Projeto

Rejeitar o Projeto

Payback

Payback Exemplo: A Companhia ABC planeja investir num projeto que tem um desembolso inicial de R$

Exemplo:

A Companhia ABC planeja investir num projeto que tem um desembolso inicial de R$ 3.700. As entradas de caixa estão disponibilizas não quando abaixo. Se a empresa tivesse como meta um período de amortização (payback) de três anos, você recomendaria que este projeto fosse aceito?

P.B. < 3 anos?

que este projeto fosse aceito? P.B. < 3 anos? • Após o 1º e o 2º
que este projeto fosse aceito? P.B. < 3 anos? • Após o 1º e o 2º

• Após o 1º e o 2º ano, a empresa terá recuperado R$ 3.000

• Restará ainda, receber R$ 700 (3.700 - 3.000)

R$ 700 / R$ 1.500 = 0.47 1 ano = 52 semanas

(3.700 - 3.000) R$ 700 / R$ 1.500 = 0.47 1 ano = 52 semanas 0.47

0.47 x 52 semanas = 24 semanas

P.B. = 2 anos e 24 semanas

Payback

Payback A empresa WYZ têm R$ 100 para implementar 1 projeto. As opções estão listadas na

A empresa WYZ têm R$ 100 para implementar 1 projeto. As

opções estão listadas na tabela abaixo. Qual das três você recomendaria?

na tabela abaixo. Qual das três você recomendaria? Payback do Projeto A = 3 anos Payback

Payback do Projeto A = 3 anos

Payback do Projeto B = 3 anos

Payback do Projeto C = 3 anos

Ponto(s) Fraco(s):

• Ignora

período de payback. Valor do dinheiro no tempo.

a distribuição dos Fluxos de Caixa dentro do

• Ignora os pagamentos após o período de payback.

Valor Presente Líquido (VPL)

Valor Presente Líquido (VPL) Representa o desconto de todos os FC relevantes do projeto para o

Representa o desconto de todos os FC relevantes do projeto para o tempo zero a uma taxa de desconto, custo de capital ou custo de oportunidade, subtraído do Investimento empregado no projeto.

Equação Fundamental

Critério de Seleção

 

n

VPL = - I +

Ó

t = 1

FC

(1+ i)

t

VPL > 0 (Zero) VPL < 0 (Zero)

No caso em que VPL > 0 a empresa vai obter um resultado maior que seu custo de capital. Com isto, estaria aumentando o valor de mercado da empresa.

Aceitar o ProjetoCom isto, estaria aumentando o valor de mercado da empresa. Rejeitar o Projeto Prof. Alexandre Diniz

Rejeitar o Projetoaumentando o valor de mercado da empresa. Aceitar o Projeto Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M.

Valor Presente Líquido (VPL)

Valor Presente Líquido (VPL) Exemplo: A Cia. Voto está consider ando um investimento que proporcionará, anualmente,

Exemplo:

A Cia. Voto está considerando um investimento que proporcionará, anualmente, fluxos de caixa após o imposto de renda de R$ 6 K, R$ 4 K, R$ 3 K e R$ 2K, respectivamente, por quatro anos. A taxa de desconto é igual a 10% e o investimento inicial igual a R$ 9 K. Você recomendaria esse projeto?

 

n

VPL = - I +

Ó

t = 1

4

FC

Ó =

(1+ i)

t t = 1

VPL = - 9 K +

12.4K = 3.4 K

6K / (1+0.1)^ 1 4K / (1+0.1)^ 2 3K x (1+0.1)^ 3 2K x (1+0.1)^ 4

= 12.4 K

Valor Presente Líquido (VPL)

Valor Presente Líquido (VPL) Ponto(s) Forte(s): • Utiliza fluxos de caixa ao invés de lucro líquido;

Ponto(s) Forte(s):

• Utiliza fluxos de caixa ao invés de lucro líquido;

• Reconhece o valor do dinheiro no tempo;

Ponto(s) Fraco(s):

• Dificuldade para prever fluxos de caixa dos anos futuros.

Taxa de Juros e Inflação

Taxa de Juros e Inflação Taxa Real de Juros É aquela que não contém a taxa

Taxa Real de Juros

É aquela que não contém a taxa de inflação no seu valor.

Taxa Nominal de Juros É aquela que contém a taxa de inflação no seu valor.

Equação Fundamental

(1 + Taxa Real de Juros)

(1 + Taxa nominal de Juros)

=

(1 + Taxa de Inflação)

Taxa de Juros e Inflação

Taxa de Juros e Inflação Exemplo: Suponha que a taxa de juros que um banco ofereça

Exemplo:

Suponha que a taxa de juros que um banco ofereça pelo prazo de um ano seja de 10% e que a taxa de inflação prevista seja de 6% ao ano. Qual é a taxa real e nominal de juros?

Taxa Nominal de Juros =10%

(1 + Taxa Real de Juros)

=

(1 + 0.10)

(1 + 0.06)

Taxa Real de Juros =

= ( 1 + 0 . 1 0 ) (1 + 0.06) Taxa Real de Juros

x 100

= 3.8 %

Taxa de Juros e Inflação

Taxa de Juros e Inflação Exemplo: A empresa XPTO prevê os seguintes fluxos de caixa nominais

Exemplo:

A empresa XPTO prevê os

seguintes fluxos

de

caixa

nominais

para

um

certo

projeto:

de caixa nominais para um certo projeto: Sendo a taxa real de juros é 8.57 %

Sendo a taxa real de juros é 8.57 % ao ano e a taxa de inflação igual a 5%, qual o valor do projeto?

VPL =

- 1.000

VPL = R$ 26.27

+

600 (1/1.05)

+

(1.0857)

650 ((1/1.05) 2 )

(1.0857) 2

Transformação do Fluxo de Caixa Nominal em real.

Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc.

Gestão Financeira

81

Taxa Interna de Retorno (TIR)

Taxa Interna de Retorno (TIR) É a taxa de desconto que iguala os FC descontado ao

É a taxa de desconto que iguala os FC descontado ao Investimento associado ao projeto

Equação Fundamental

Critério de Seleção

0 = - I +

n

Ó

t = 1

FC

(1+ i)

t

TIR > i TIR < i

Aceitar o ProjetoÓ t = 1 FC (1+ i) t TIR > i TIR < i Rejeitar o

Rejeitar o ProjetoFC (1+ i) t TIR > i TIR < i Aceitar o Projeto No caso em

No caso em que VPL > 0 a empresa vai obter um resultado maior que seu custo de capital. Com isto, estaria aumentando o valor de mercado da empresa.

Taxa Interna de Retorno (TIR)

Taxa Interna de Retorno (TIR) Exemplo: A Cia. Voto está consider ando um investimento que proporcionará,

Exemplo:

A Cia. Voto está considerando um investimento que proporcionará, anualmente, fluxos de caixa após o imposto de renda de R$ 6 K e R$ 4 K, respectivamente, por dois anos. O investimento inicial é igual a R$ 4 K. Qual a taxa interna de retorno?

0 = - I +

n

Ó

t = 1

FC

(1+ i)

t

2

Ó =

t = 1

6K / (1+ i)^ 1

4K / (1+ i)^ 2

0

= - 4 K + 6k / (1 + i) + 4K / (1 + i )^ 2

4

K = (6k x (1 + i) + 4K) / (1 + i )^ 2

4

K x (1 + i )^ 2 = (6k + 6Ki + 4K)

4

K x (1 +2 i + i 2 ) = (10k + 6Ki)

K +8K i + 4Ki 2 - 10k - 6Ki = 0 -6 K +2K i + 4Ki 2 = 0 i =100% ou i = - 300%

4

6Ki = 0 -6 K +2K i + 4Ki 2 = 0 i =100% ou i
6Ki = 0 -6 K +2K i + 4Ki 2 = 0 i =100% ou i

6K / (1+ 1)^ 1 4K / (1+ 1)^ 2

6K / 2 +

4K / 4 = 4K

Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc.

Gestão Financeira

83

Árvore de Decisão

Árvore de Decisão “ é um meio de mostrar a anatomia de uma decisão de investimento

“ é um meio de mostrar a anatomia de uma decisão de

investimento e de mostrar a interação entre a decisão presente, eventos possíveis, ações de competidores, possíveis decisões futuras e suas conseqüências”.

Este método lógico e sistemático de analisar problemas no momento de tomar uma decisão, identificando:

•as alternativas de cada escolha •as várias incertezas que afetam o resultado da decisão •critério de escolha entre alternativas

Árvore de Decisão

Árvore de Decisão Exemplo: Suponha-se que um fabricante de produtos industriais que trabalha sob dois cenários

Exemplo:

Suponha-se que um fabricante de produtos industriais que trabalha sob dois cenários possíveis para a sua empresa, ambos com igual probabilidade de ocorrência (50%). No primeiro cenário, favorável, ele revenderia sua produção no ano seguinte, obtendo um lucro de R$ 20 milhões. No cenário alternativo, com mercado desfavorável, ele reduziria sua produção, obtendo lucro de apenas R$ 5 milhões. O investimento inicial necessário é de R$ 15 milhões. O custo de oportunidade para este projeto é igual a

20%.

VP

VPL =

50%

50%

R$ 20 MM

R$ 5 MM

0.5 x 20 + 0.5 x 5

- 15 MM

VPL =

(1.20)

- R$ 4.6 MM

Árvore de Decisão

Árvore de Decisão Continuação Supondo que o Governo, com o intuito de fomentar a produção do

Continuação Supondo que o Governo, com o intuito de fomentar a produção do bem, oferecerá a garantia de que comprará toda a produção caso o mercado se revele desfavorável, garantindo ao fabricante o lucro de R$ 20 milhões. O custo de oportunidade para este projeto é igual a 20%.

VP

VPL =

50%

50%

R$ 20 MM

R$ 20 MM

0.5 x 20 + 0.5 x 20

- 15 MM

VPL =

(1.08)

+ R$ 3.5 MM

Comparação entre as técnicas VPL e TIR

Comparação entre as técnicas VPL e TIR Suponha dois projetos alternativos, X e Y. O investimento

Suponha dois projetos alternativos, X e Y. O investimento inicial de cada projeto é de R$ 2.500. X gerará fluxos de caixa anuais de R$ 500 no próximos 10 anos. O projeto Y gerará fluxos de caixa anuais de R$ 100, R$ 200, R$ 300, R$ 400, R$ 500, R$ 600, R$ 700, R$ 800, R$ 900 e R$ 1.000. Qual o projeto você recomendaria?

800, R$ 900 e R$ 1.000. Qual o projeto você recomendaria? VPL 3,000 2,500 2,000 6%
VPL 3,000 2,500 2,000 6% 1,500 1,000 500 - i 1 3 5 7 9
VPL
3,000
2,500
2,000
6%
1,500
1,000
500
-
i
1
3
5
7
9
11
13
15
17
(500)
(1,000)
VPLX
VPLY

Depende da taxa de desconto.

Risco e Retorno Prof. Alexandre Diniz P. Lontro, M. Sc. Gestão Financeira 88

Risco e Retorno

Sumário

Sumário 1. Risco 2. Retorno 3. Probabilidade 4. Valor Esperado, Desvio Padrão e Coeficiente de Variação

1. Risco

2. Retorno

3. Probabilidade

4. Valor Esperado, Desvio Padrão e Coeficiente de Variação

5. Carteira de Ativos

6. Retorno da Carteira de Ativos

7. Covariância e Correlação

8. CAPM

9. Modelo de Crescimento de Dividendos

Risco

Risco A possibilidade de prejuízo finan ceiro ou, mais formalmente, a variabilidade de retornos associada a

A possibilidade de prejuízo financeiro ou, mais formalmente, a variabilidade de retornos associada a um determinado ativo.

Ex 1 .: Um titulo de dívida do governo que rende ao

seu detentor R$ 100 após 30 dias. Não há risco

visto que a variabilidade associada ao seu retorno é

igual a zero.

Ex 2 .: Um ação pode, durante o mesmo período,

render de R$ 0 a R$ 200. O risco é muito elevado

devido a alta variabilidade associada ao seu retorno.

Retorno

Retorno O total de ganhos ou prejuízos dos proprietários, decorrentes de um investimento durant e um

O total de ganhos ou prejuízos dos proprietários, decorrentes de um investimento durante um determinado período de tempo, é calculado considerando-se as mudanças de valor do ativo, mais qualquer distribuição de caixa durante o período , cujo resultado é dividido pelo valor do investimento no início do período. Equação Fundamental

R% =

( P 1 - P 0 ) + Div. P 0
( P 1 - P 0 ) + Div.
P
0

onde: