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CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. MATERIAIS DE ENGENHARIA Passo 2 : Forma de

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A.

MATERIAIS DE ENGENHARIA

Passo 2 : Forma de Produção da máquina Operatriz;

Máquina: Prensa Hidráulica

O funcionamento

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. MATERIAIS DE ENGENHARIA Passo 2 : Forma de

O movimento de descida e subida do martelo é executado pela ação de um ou mais cilindros hidráulicos atuados por unidade hidráulica. A velocidade de descida e subida, a forma de operação e o curso do martelo são definidos pelo projeto.

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. MATERIAIS DE ENGENHARIA Passo 2 : Forma de

Este sistema se diferencia dos martelos de queda ou dos marteletes pelo fluído que exerce pressão sobre o martelo, ou seja, o óleo injetado por bombas hidráulicas de alta pressão de motores potentes. Em outras palavras, o martelo se movimenta por força de um pistão que se desloca num meio fluido (óleo) dentro de um cilindro. Seu movimento é lento e pode ser interrompido a qualquer momento, sendo seus acessórios principais: bomba, canalizações e válvula de controle do óleo.

O uso CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Processo de fabricação de forjados (eixos,

O uso

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O uso CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Processo de fabricação de forjados (eixos,

Processo de fabricação de forjados (eixos, virabrequim, bielas e etc.) ou no repuxo de grandes peças ou quando a força de conformação deve ser a mesma em todo o seu curso descendente, podendo-se alterar as velocidades de conformação.

O Sistema de proteção

Escada de acesso e plataforma de manutenção: plataforma com chapa xadrez, grade ou treliça em volta de toda prensa e escada de acesso do tipo marinheiro. Controlador lógico programável: usado para fazer a lógica de controle da prensa com segurança. Possui redundância, diversidade de componentes e auto detecção de falhas. Relés de segurança: possibilidade de uma parada segura. Válvula de segurança máxima: deve ser instalada no sistema de funcionamento pneumático da prensa para garantir que a prensa pare. Cortina de luz: garante a paralisação da prensa quando o operador coloca a mão na zona de prensagem. É preciso ter cuidado para que a instalação esteja correta. Comando bimanual de simultaneidade: dispositivo que garante que o operador mantenha as duas mãos no dispositivo bimanual até que a prensa execute a operação; se ele retirar a mão do dispositivo, a prensa pára automaticamente. Os dispositivos de proteção não podem, eles mesmos, criar perigo para o operador, devendo sempre que possível ser acoplado firmemente à máquina.

Passo 3 : Descrição da Máquina, seus componentes e desenho;

As prensas são máquinas ferramentas em que o material placa ou chapa é trabalhado sob operações de conformação ou corte e são utilizadas, principalmente, na metalurgia básica e na fabricação de produtos de metal, máquinas e equipamentos, máquinas de escritório e equipamentos de informática, móveis com predominância de metal, veículos automotores, reboques e carrocerias. As prensas são usadas para conformar, moldar, cortar, furar, cunhar e vazar peças. Nesses processos existe sempre um martelo (punção) cujo movimento é proveniente de um sistema hidráulico (cilindro hidráulico) ou de um sistema mecânico (em que o movimento rotativo é transformado em linear através de um sistema de bielas, manivelas ou fusos). Há uma grande diversidade de prensas, que variam quanto ao tipo, modelo, tamanho e capacidade de aplicação de força ou velocidade. No mercado, encontramos prensas com capacidade de carga de poucos quilos até prensas de mais de 50.000 toneladas de força. No parque industrial brasileiro a maioria das prensas é do tipo excêntrica que é a mais perigosa. O acionamento das prensas pode ser feito por pedais, botoeiras simples, por comando bimanual ou por acionamento contínuo.

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Como funciona esquema Hidráulico: Na figura ao lado

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Como funciona esquema Hidráulico:

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Como funciona esquema Hidráulico: Na figura ao lado
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Como funciona esquema Hidráulico: Na figura ao lado

Na figura ao lado mostra um esquema hidráulico onde um conjunto de

bombeamento

(bloco

inferior

tracejado)

bombeia

óleo

para

o sistema com

vazão

constante

(bomba

hid

de

deslocamento

positivo) sendo que na saída da bomba se encontra uma linha em paralelo referente a

uma

válvula

de

segurança

limitadora

de

pressão,

e

acima vê-se uma válvula

dividindo

o

fluido

para

dois

pontos

diferentes, vejamos então o da direita,

o

fluido segue por

uma linha

ate

a

válvula

direcional de 3 vias que ao acionar eletricamente ira condicionar o cilindro a

avançar ou recuar,

na linha

da direita

da

válvula que distribui o fluido este passa por

uma válvula redutora de pressão que esta

em

série com

esta linha nos permitindo

trabalhar com este cilindro com uma faixa de

pressão mais baixa que a do resto do sistema e em seguida o fluido passara por

uma válvula

4/2

vias, na

linha de avanço

deste

cilindro

encontra-se

uma

válvula

reguladora de vazão que permite fazer a regulagem da velocidade de deslocamento deste cilindro mecanicamente. Esta é uma prensa simples mas o principio de funcionamento nos da uma idéia do comportamento do fluido e das relações de deslocamento e pressões e se necessário através de dispositivos elétricos e eletrônicos podemos automatiza-la fazendo todo um processo de segurança e ajustes de pressões e velocidades, sendo que há valvulas com dispositivos eletrônicos controladas por PLCs.

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Elementos básicos de uma prensa: Cadeia cinemática Conjunto

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Elementos básicos de uma prensa:

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Elementos básicos de uma prensa: Cadeia cinemática Conjunto
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Elementos básicos de uma prensa: Cadeia cinemática Conjunto

Cadeia cinemática

Conjunto de todas as peças que geram o movimento para ser aplicado no martelo. Fazem parte da cadeia cinemática as peças: volantes, engrenagens, eixos, guias, correias entre outras.

Biela

Peça que faz a conexão entre o conjunto de tração e o martelo.

Martelo

Peça à qual, numa extremidade, fixa-se o estampo e que aplica a força necessária para fazer a conformação da peça.

Zona de prensagem Espaço entre o martelo e a mesa da prensa, onde se coloca o ferramental. É a área onde o martelo aplica a força e na qual o operador deve concentrar toda a sua atenção, pois é onde realiza seu o trabalho ou atividade.

Comando bimanual

Dispositivo de segurança da prensa que exige que o operador mantenha as duas mãos nos botões de acionamento para que a máquina comece a funcionar.

Estrutura

Armação da prensa que pode ser confeccionada em ferro fundido, aço fundido ou em chapa de aço soldada.

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Categorias de risco Todos os elementos de controle

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A.

Categorias de risco

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Categorias de risco Todos os elementos de controle
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Categorias de risco Todos os elementos de controle

Todos os elementos de controle elétricos ou eletrônicos, responsáveis pela parada ou início de movimentos em prensas, devem obedecer à categoria de riscos nível 4 da NBR 14153. Esta norma brasileira é baseada na norma européia EN 954-1 que determina 5 níveis de análise de riscos, e que é utilizada para efetuar controles que evitem falhas. As categorias apresentadas a seguir representam uma classificação de aspectos de segurança de um sistema de controle, que se referem à capacidade de uma unidade de produção resistir a falhas e seu desempenho quando uma falha ocorre.

Categoria B

Esta categoria – que não inclui nenhuma medida especial para segurança, mas que é a base para as demais categorias - considera que o projeto de uma unidade de produção deve contemplar condições básicas de segurança do trabalho, levando em conta o tipo de trabalho que será executado e os materiais que serão processados. Além disso, deve prever a vibração, alimentação elétrica e campos elétricos externos. Em outras palavras ela determina que partes de um sistema de controle da segurança ou de seus dispositivos ou componentes devem ser projetados, construídos, selecionados, montados e combinados de acordo com padrões relevantes de modo que possam resistir a todas as solicitações a que serão submetidos. A previsão de todos estes aspectos leva a uma categoria considerada de prevenção de risco mínimo.

Categoria 1

Inclui as condições de segurança especificadas pela categoria B e além disso os sistemas de controle mecânico devem estar de acordo com critérios de qualidade previstos. Tem como objetivo a PREVENÇÃO de falhas.

Categoria 2

Esta categoria contempla as condições da categoria B e inclui os dispositivos que evitam a partida em caso de uma falha detectada. Isto sugere o uso de relés de interface com redundância e auto-verificação de energização. Permite-se a operação mediante um canal simples, sempre que o dispositivo de partida seja absolutamente efetivo e testado para o uso em condições normais. Se o teste for garantido, deve-se optar por um controle de duplo canal. Tem como objetivo a DETECÇÃO de falhas (ou seja, as falhas não devem ser apenas prevenidas, mas detectadas e corrigidas).

Categoria 3 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Esta categoria contempla todas as condições

Categoria 3

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Categoria 3 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Esta categoria contempla todas as condições

Esta categoria contempla todas as condições da categoria B, incluindo os sistemas de segurança projetados de forma que uma simples falha não leve à perda de funções de segurança e a simples falha possa ser detectada. Isto alerta não somente para o uso de sistema redundantes no relé de interface, como também nos dispositivos de entrada, usando-se sistemas de duplo canal. Tem como objetivo a DETECÇÃO de falhas (ou seja, as falhas não devem ser apenas prevenidas, mas detectadas e corrigidas).

Categoria 4

Esta categoria contempla todas as condições da categoria B, sendo que uma simples falha será detectada no momento ou antes de uma nova energização do sistema de segurança, sendo que a acumulação de três falhas consecutivas não deverá conduzir à perda da função de segurança. Deve ser considerada como a categoria com o mais de elevado risco. Tem como objetivo a DETECÇÃO de falhas (ou seja, as falhas não devem ser apenas prevenidas, mas detectadas e corrigidas). Monitoramento e checagem são as chaves destas 3 últimas categorias.

Reduzindo o risco

Pode-se reduzir os riscos, por meio de 3 diferentes ações:

Eliminar ou reduzir os riscos tanto quanto possível mediante a introdução de modificações no design da máquina.

Tomar as medidas de proteção necessárias, em relação ao que não pode ser eliminado.

Informar operadores para os riscos residuais, decorrentes de “ignorar” medidas recomendáveis ou adotar atalhos para realizar o trabalho.

Existe uma hierarquia entre as medidas que devem ser tomadas quando a eliminação do perigo não ocorre ainda na fase de projeto da máquina. São elas:

  • (a) Adotar proteções de enclausuramento

  • (b) Utilizar proteções móveis ou dispositivos de proteção tais como cortinas de luz, grades,

etc.

  • (c) Utilizar ferramentas de proteção

  • (d) Fornecer informação, instrução, treinamento e supervisão

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Vamos imaginar uma empresa, por exemplo, que tenha

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CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Vamos imaginar uma empresa, por exemplo, que tenha

Vamos imaginar uma empresa, por exemplo, que tenha diversos tipos de prensas sem quaisquer dispositivos de segurança. Para desenvolver um plano de melhoria tendo em vista as possibilidades financeiras da empresa, o seu plano contemplou inicialmente a colocação de comando bimanual em todas as prensas, em seguida, a troca das válvulas de segurança e, finalmente, a introdução de cortinas de luz. Mas, como as máquinas estavam em funcionamento, os operários receberam treinamentos, informações e supervisão especiais, concomitantemente às mudanças, pois eles estavam expostos a situações de risco.

Capacidade requerida

A maioria das operações de corte ou conformação devem contar com uma avaliação teórica da capacidade de força necessária para a execução, antes mesmo da escolha da prensa que irá executar o trabalho. Mas, é bom lembrar que operações de cunhagem, ou conformação com resultado de baixa absorção de energia, baixo deslocamento de material, costumam induzir a erros de avaliação e devem, por isso, contar com a realização de ensaios de produção com o uso de equipamentos que meçam a capacidade necessária. Uma prensa não deve ser usada em sua capacidade limite. É recomendável usar 70% da capacidade plena da máquina. Se a velocidade exigida para a realização do trabalho for acima de 400gpm o mais recomendável é utilizar 50% da capacidade plena para garantir as tolerâncias dimensionais do conjunto.

Efeito de mola (contra-golpe)

Em uma operação de corte por exemplo, a força necessária para cortar o material, forçando a abertura da estrutura da prensa, deve ser igual à força de fechamento da estrutura após a realização do corte. Quando a ferramenta está fechada no seu limite e o martelo da prensa ainda continua em seu curso descendente, o corpo da máquina flexionará e o eixo sofrerá uma torção adicional. Assim que o ponto for ultrapassado, ocorrerá o fenômeno Efeito Mola (contra-golpe), atirando o martelo para cima, enquanto o corpo volta ao seu estado original. O forte contragolpe atinge o eixo, engrenagens e chavetas. Há uma intensificação deste efeito em máquinas com longo tempo de uso, que consequentemente possuem folgas maiores. A intensidade do contragolpe é maior do que o esforço realizado no próprio trabalho. Portanto, todo cuidado é pouco nas operações de instalação e ajustes de estampos. O dimensionamento incorreto de uma prensa para a realização de um determinado trabalho pode aumentar o efeito mola e consequentemente a probabilidade de gerar acidentes.

O perigo da velocidade

Para aumentar a produtividade, muitas vezes, os usuários de prensas excêntricas aumentam a rotação do volante das prensas, pois quanto mais golpes consegue-se mais peças por minuto. Há que se considerar, no entanto, que esta é uma situação de grande risco. Em uma prensa excêntrica, o sistema de armazenamento de energia é o volante de inércia. Ao aumentar a rotação do volante ocorre uma alteração completa das características do projeto inicial da máquina.

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Considere a equação e = m.(vp)2 . A

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CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Considere a equação e = m.(vp)2 . A
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Considere a equação e = m.(vp)2 . A

Considere a equação e = m.(vp)2.

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Considere a equação e = m.(vp)2 . A

A energia (e) disponível no volante é a massa da coroa (m) deste volante vezes a velocidade periférica da coroa (Vp), ao quadrado. Ou seja, ao aumentar a velocidade do volante, aumenta-se sua capacidade de armazenamento de energia ao quadrado. Cabe ao fabricante da prensa determinar quais as velocidades mínimas e máximas da prensa e ao usuário obedecer as especificações. Se a energia disponível na cadeia cinemática de uma prensa superar a capacidade de resistência mecânica dos diferentes elementos do conjunto, pode ocorrer um grave acidente.

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Considere a equação e = m.(vp)2 . A

"Eixo rompido"

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Considere a equação e = m.(vp)2 . A

"Volante com dentes gastos"

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Considere a equação e = m.(vp)2 . A

"Martelo rompido"

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SANTO ANDRÉ ANHANGUERA EDUCACIONAL S.A. Prensa Hidráulica Tipo SH:

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Prensa Hidráulica Tipo SH:

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