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Estudo indica como mudanças na dieta e no

estilo de vida prolongam a vida


Um estudo da Universidade da Califórnia indicou que mudanças no
estilo de vida e na dieta elevam os níveis de telomerase, enzima
que protege os telômeros (extremidades dos cromossomos),
estruturas que controlam o envelhecimento. Segundo os cientistas,
à medida que as células se dividem ao longo da vida, os telômeros
se cortam e desestabilizam os cromossomos, levando ao
envelhecimento e à morte. No estudo, eles submeteram 30 homens
com câncer de próstata de baixo risco a uma dieta com apenas
10% de gordura, pobre em açúcares refinados e rica em alimentos
integrais e vegetais, complementando com azeite e vitaminas. Os
voluntários também realizaram um programa de exercícios
aeróbicos e de respiração, e praticaram técnicas de relaxamento e
controle do estresse. Após três meses, os níveis da enzima
“protetora” haviam aumentado em 29%, com redução do colesterol
“ruim” (LDL) e do estresse.

Estilo de vida saudável reduz riscos de morte


prematura
Mulheres podem reduzir os riscos de morte prematura pela metade
se adotarem um estilo de vida mais saudável, com uma alimentação
equilibrada, prática regular de atividades físicas e sem fumar,
segundo estudo publicado no “British Medical Journal”. Os
especialistas acompanharam, por 24 anos, mais de 77 mil
mulheres, e registraram 8882 mortes, das quais 1790 estavam
ligadas a problemas cardíacos e 4527 ao câncer. Os resultados
indicaram que 28% das mortes foram atribuídas ao cigarro,
enquanto outros 55% estavam ligadas à combinação do cigarro,
falta de exercícios, dieta inadequada e obesidade. O alto consumo
de álcool também foi relacionado a uma maior mortalidade, mas as
mulheres que bebiam de forma leve a moderada corriam menos
riscos de morte por causas cardiovasculares.

Estudo liga uso de antibióticos em gestantes à


paralisia cerebral no bebê
Um estudo realizado na Grã-Bretanha associou o uso de
antibióticos em mães que entraram em trabalho de parto
prematuro a casos de paralisia cerebral em bebês. Avaliando 769
filhos de mulheres que receberam o medicamento e 735 de mães
que não usaram o antibiótico, os pesquisadores observaram três
vezes mais casos de paralisia cerebral no primeiro grupo (35 casos
contra 12). Em 2001, outro estudo mostrou que o antibiótico
eritromicina traz benefícios para as mulheres em trabalho de parto
prematuro. Porém, a nova pesquisa mostra que tanto esse, quanto
o antibiótico co-amoxiclav, podem aumentar os riscos de danos no
desenvolvimento e de paralisia cerebral em nascimentos
prematuros. Apesar disso, especialistas e autoridades de saúde
alertam que as mulheres não devem deixar de usar os antibióticos
quando necessário, pois eles podem salvar vidas em casos de
infecção.

Fonte:
http://blogboasaude.zip.net/arch2008-09-14_2008-09-
20.html#2008_09-18_12_15_16-119648571-0

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Ioga pode ser benéfica para pessoas com


síndrome metabólica

17 de setembro de 2008 (Bibliomed). A prática de ioga restaurativa,


que utiliza exercícios suaves, associados à respiração e ao
relaxamento consciente, pode ser benéfica para pessoas com
sobrepeso que sofrem de síndrome metabólica, segundo
especialistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

A síndrome metabólica é um conjunto de fatores de risco para


doenças cardiovasculares e diabetes, que inclui obesidade
abdominal, pressão e triglicérides altos, glicose alta e baixos níveis
de “bom” colesterol (HDL).

Em pesquisa com 280 pessoas, os pesquisadores notaram que


aqueles que foram submetidos a 15 sessões de 90 minutos de ioga
em 10 semanas – todos sedentários e com sobrepeso e síndrome
metabólica no início do estudo – tiveram uma tendência de redução
na pressão sangüínea, significativo aumento nos níveis de energia
e tendência de melhora no bem-estar e no estresse, comparados
com o grupo que não praticou as técnicas.

Além disso, os especialistas destacaram que a freqüência nas aulas


e a aderência dos participantes à prática de ioga em casa
superaram o esperado. Todos aqueles que participaram da prática
de ioga apresentaram o maior nível de satisfação possível, e 87%
classificou as posições como fáceis de realizar.

“A ioga restaurativa é uma intervenção viável e aceitável em adultos


com sobrepeso e síndrome metabólica. A eficácia da ioga em
melhorar os parâmetros metabólicos nessa população deveria ser
explorada em uma pesquisa controlada maior”, concluíram os
autores.

Fonte: Metabolic Syndrome and Related Disorders. 1º de Setembro


de 2008.

Fonte:
http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=7782&mode=b
rowse&fromhome=y

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Alergia a Mofo
Neste Artigo:

- Quais são os sintomas da alergia a mofo?


- Que outras doenças podem simular uma alergia a mofo?
- É preciso realizar algum tipo de exame?
- Como é feito o tratamento?
- O que você pode fazer para ajudar?

Os fungos são um dos alérgenos mais comuns e podem causar


diversas doenças em seres humanos – especialmente no aparelho
respiratório.

Alguns tipos de fungos, como a Alternaria e o Cladosporium, são


comuns ao ar livre, especialmente no outono, quanto o material em
decomposição das folhas oferece um excelente meio de
proliferação. Em ambientes fechados, predominam os fungos da
espécie Aspergillus e Penicillium.

Quais são os sintomas da alergia a mofo?

A alergia a mofo pode se manifestar de 4 maneiras: como um


quadro de rinite ou conjuntivite alérgica, como uma crise asma,
como sinusite ou na forma de uma micose nos brônquios.

Rinite e Conjuntivite Alérgica

Uma vez que os fungos podem crescer em ambientes fechados


(p.ex.: dentro de casa), muitas crianças são expostas a estes
alérgenos desde o nascimento.

Ainda não está claro a partir de que idade se desenvolve a alergia


ao mofo, mas estima-se que este problema seja a causa de 40%
dos casos de rinite alérgica em crianças.

Os principais sintomas da rinite alérgica incluem coriza, sensação


de coceira no nariz e nos olhos, espirros, dores de cabeça,
desânimo, congestão nasal e tosse.

Os sintomas costumam ser mais severos nas estações mais úmidas


e quentes do ano, mas alguns fungos apresentam alta prevalência
durante todo o ano.

Não é raro observar crianças que sofrem alergia a mofo e que


desenvolvem problemas nas adenóides ou infecções respiratórias
recorrentes, como sinusites e otites.

Asma

Os sintomas da asma causada por alergia a mofo se assemelham


aos sintomas da asma comum e incluem tosse, chieira e falta de ar.
Estas manifestações podem se instalar rápida ou lentamente.

Micose Broncopulmonar Alérgica (MBA)

Esta forma de alergia a mofo se parece com uma pneumonia


comum, com tosse com expectoração, falta de ar, chieira, febre
baixa (menor que 38.5ºC), dores no corpo e falta de ânimo.
Sinusite Fúngica

A sinusite causada por fungo é mais comum em áreas de clima


quente e úmido. Os sintomas incluem dor na face ou na cabeça,
sensação de congestão nasal, redução da capacidade olfatória,
coriza purulenta, tosse, queimação na garganta, hálito ruim e falta
de ânimo.

Que outras doenças podem simular uma alergia a mofo?

Se você leu atentamente o que foi descrito até aqui, pôde perceber
que a alergia a mofo possui sintomas pouco específicos e que
podem ser relacionados a uma ampla variedade de doenças.

Havendo suspeita de alergia a mofo, seu médico poderá solicitar


alguns exames para avaliar a possibilidade de você estar sofrendo
de algum outro distúrbio, e não de alergia a mofo.

As principais doenças que podem produzir manifestações


semelhantes à alergia a mofo incluem:

• Síndromes aspirativas
• Asma
• Bronquiolite
• Bronquite aguda ou crônica
• Fibrose Cística
• Refluxo gastroesofágico
• Pólipos nasais
• Infecções virais
• Tabagismo passivo
• Pneumonia bacteriana
• Enfisema Pulmonar
• Sarcoidose
• Tuberculose
• Câncer pulmonar

É preciso realizar algum tipo de exame?

A principal ferramenta para detectar a alergia ao mofo é o exame


clínico realizado pelo seu médico. Para complementar este exame,
o médico poderá solicitar um Teste Cutâneo com Alérgenos
Fúngicos, que consiste em pequenas punções na pele para
administração de reagentes fúngicos.

Outros exames, tais como exames de sangue, radiografias,


tomografias, rinoscopia, broncoscopia, etc, poderão ser solicitados
de acordo com a necessidade.

Como é feito o tratamento?

O mais importante é a educação: o sucesso do tratamento


dependerá da compreensão da natureza (quase sempre crônica) da
doença e mudança em certos hábitos.

Dependendo da intensidade dos sintomas, pode, ser empregados


antihistamínicos e descongestionantes.

Em pessoas com asma alérgica, bombinhas de broncodilatadores,


sprays de corticosteróides e outros medicamentos teofilina podem
ser indicados.

O que você pode fazer para ajudar?

Além das recomendações do seu médico, existem algumas


medidas que você pode tomar por conta própria para reduzir o risco
ou os sintomas da alergia a mofo:

- Mantenha a casa seca, arejada e livre de cigarros.


- Conserte vazamentos hidráulicos, evitando a proliferação de
fungos.
- Se possível, elimine áreas de vegetação densa em torno da casa.
- O Aspergillus prolifera na matéria em decomposição (p.ex: grama
cortada, cercas de madeira, terra de plantas domésticas, folhas
caídas, fezes de passarinhos, etc). Mantenha os ambientes livres
desse tipo de material.
- Oriente a criança a não brincar com folhas secas, sofás de tecido
e tapetes.
- Faça a manutenção preventiva de aparelhos de ar-condicionado
(inclusive do seu automóvel), umidificadores e vaporizadores
segundo as orientações do fabricante.
- Remover o mofo das superfícies visíveis (p.ex.: banheiro)
utilizando agentes fungicidas.
Copyright © 2008 Bibliomed, Inc.
18 de setembro de 2008

Fonte:
http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=5264&LibCa
tID=5&fromhome=yes

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Notas
Sempre que possível, evite os medicamentos sintéticos, os
medicamentos fabricados pelos laboratórios farmacêuticos. Com
relação aos antibióticos, seja bastante cuidadoso na utilização
destes medicamentos. Existem outras opções terapêuticas, que
podem substituir com grande vantagem os “antibióticos”. Consulte
um médico homeopata, ou profissionais que praticam a medicina
complementar, medicina alternativa e procure informar-se. Existem
opções naturais e saudáveis para a prevenção e curas de diversas
enfermidades. A moderna medicina é a “Medicina Preventiva”!
Adote um estilo de vida saudável e com bons hábitos. Pratique uma
atividade física regularmente. Escolha a modalidade que mais lhe
agrade, e movimente-se: caminhada, corrida, bicicleta, bicicleta
ergométrica, esteira elétrica, aparelhos de ginástica utilizados nas
academias etc. Utilize os recursos da luz solar. Tomar alguns
minutos de sol pela manhã – entre as 7h30 às 10h00 da manhã – é
muito saudável. A luz solar tem uma ação altamente positiva sobre
o humor, sobre o sistema imunológico, promovendo equilíbrio
emocional e mental, auxiliando na produção da vitamina D, de
fundamental importância para a saúde de nosso corpo.
Hidrate-se. Consuma água pura e de qualidade.
Coma frutas todos os dias, várias porções. Faça sucos variados.
Utilize a sua imaginação, e crie sucos para diversas finalidades:
sucos energéticos, desintoxicantes, reparadores, calmantes, ricos
em vitaminas e minerais etc.
Selecione com critério os alimentos do seu dia-a-dia. Dê preferência
aos alimentos naturais. Evite por completo o açúcar refinado e os
alimentos feitos a partir de farinhas brancas refinadas. Cuidado com
os refrigerantes, estão abarrotados de açúcar. Mesmo os dietéticos,
como os diet e light não devem ser consumidos. Não são boa opção
de alimentos. Informe-se, e você verá o porque que estes tipos de
alimentos devem ser banidos de nosso cardápio diário. Afaste-se
por completo das bolachas, rosquinhas e doces vendidos em
supermercados e padarias. Consuma óleos e gorduras de
qualidade, como o azeite de oliva extravirgem, óleo de coco etc.
Coma carne de vaca, de porco, frango, peixes, mas cuidado com os
carboidratos. Utilize carboidratos somente o mínimo necessário, e
de acordo com o seu estilo de vida, tipo de trabalho etc. Os
carboidratos devem ser consumidos com moderação, mesmo os
carboidratos integrais. Não é pelo fato de o carboidrato ser integral,
que pode ser consumido demasiadamente. Não tenha medo dos
óleos e gorduras de qualidade. São alimentos altamente saudáveis.
Mas, não se esqueça, cuidado com os carboidratos. Cuidado
com o pão branco, feito à base de farinha de trigo refinada e outros
anti-alimentos (“alimentos-lixo”, “alimentos-tranqueira”. Procure
orientar-se com um médico nutrólogo, ou ortomolecular, e se
necessário, utilize suplementos de vitaminas, minerais,
oligoelementos. Muitas vezes, por diversos fatores, estes
suplementos são necessários para manter a saúde; mas é preciso
buscar o auxílio de um profissional competente para o uso correto
destes suplementos.
Fique esperto com a propaganda de remédios para baixar o
colesterol. Muitos medicamentos prescritos para baixar as taxas de
colesterol, acabam por prejudicar o organismo, e m-u-i-t-o. Você
conhece a Teoria da Homocisteína? Conhece as pesquisas sobre
a “Homocisteína” realizadas pelo Dr. Kilmer McCully?Será que o
colesterol é mesmo um vilão??? Informe-se!!!
Cuidado com os médicos que andam com bloquinhos de receita
na mão, e vivem prescrevendo remédios e mais remédios... não é
por aí. Os medicamentos sintéticos somente devem ser prescritos
quando não houver outra alternativa natural disponível, e assim
mesmo, por um profissional sério e competente. Sempre que
possível, dê preferência aos “recursos naturais” e um estilo de vida
saudável, para que você possa ter saúde e qualidade de vida.
Cuidado! Não se deixe levar por propagandas enganosas. Existe
muita propaganda enganosa veiculada pela mídia em geral,
fazendo uma verdadeira lavagem cerebral na população. Cuidado!
Fuja destas propagandas. Seja inteligente!

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Medicina Preventiva
Molecular
Dr. Wilson Rondó Jr.
é especialista em medicina preventiva, nutrólogo e cirurgião
vascular. Mantenha-se informado sobre seu trabalho e sobre os
serviços oferecidos pela W.Rondó Medical Center pelo site
www.drrondo.com

A vida humana é um constante caleidoscópio de mosaicos mole-


culares. Saúde e doença, em nível molecular e de transferência de
elétrons, podem ser definidas como um estado criado pelo impacto
sobre a genética individual, transformando as moléculas no ambi-
ente interno e externo.
Saúde, nessa visão, pode ser vista como a dinâmica molecular
que preserva a integridade estrutural e funcional de células, tecidos
e órgãos.
Doença, ao contrário, pode ser definida como eventos
moleculares que causam agressões celulares e tissulares.
Considero a prática clínica da medicina baseada nesses conceitos
como Medicina Preventiva Molecular.

Considerações Moleculares
A essencial distinção aqui é que antes se tratavam as doenças
somente após diagnósticos morfológicos estabelecidos por estudos
microscópicos que nos diziam sobre a agressão aos tecidos depois
que estes já haviam sido lesados. O estudo da dinâmica molecular,
ao contrário, nos dá uma visão do trabalho das células e tecidos
antes da lesão ter ocorrido. Estamos progredindo nos meios
diagnósticos e nos planos da matéria, o que causa dificuldades de
adaptação pela resistência que o novo apresenta normalmente.
O uso de terapias nutricionais baseadas na compreensão da
dinâmica molecular na saúde e doença (Medicina Preventiva
Molecular), em contraste com a terapia das drogas químicas
baseadas no quadro morfológico estabelecido de doença (Medicina
de Lesão Tecidual), requer uma rápida e profunda adaptação
intelectual.
Precisa ser bem entendida também a diferença entre correção de
deficiências nutricionais por terapias nutricionais e o uso de
nutrientes por seu papel metabólico.
O dogma de que nutrientes essenciais devem ser usados para
correção de deficiências nutricionais é o principal bloqueio para a
clara compreensão da Medicina Preventiva Molecular. Esta
medicina não pode ser praticada até que essa barreira seja
quebrada. Por exemplo, o uso da vitamina C somente para tratar
escorbuto é irrelevante para os problemas clínicos que nós vemos
atualmente. Pensa-se em uso clínico de nutrientes com grande
perspectiva de correção de um processo desregulado de redução
química, causando doenças, e não simplesmente na correção de
deficiências, tais como o escorbuto.
Aprendemos medicina sob o dogma dos três D (Filosofia
Osteriana): doença, diagnóstico, drogas. É a filosofia na qual se
usam todos os dados clínicos para se chegar ao diagnóstico de
uma simples doença, para ser tratada por um único agente
terapêutico.
Drogas, sabemos, agem alterando as reações bioquímicas,
inibindo, acelerando ou até inativando esses processos. Drogas são
desenvolvidas para esse propósito.
Em tratamento de doenças agudas esses efeitos moleculares das
drogas salvam vidas (apesar dos efeitos secundários). em doenças
crônicas, imunes e degenerativas, drogas xenobióticas* apresentam
maior potencial para efeitos colaterais, pois são usadas por longos
períodos de tempo, freqüentemente anos.
Este é o momento em que o tratamento com nutrientes com
conhecido complexo estrutural e funcional em nível molecular
mantendo a saúde oferece benefícios superiores sem qualquer
risco de efeitos colaterais.
______________________
* Substâncias sintéticas, não encontradas naturalmente no corpo humano.

O essencial também é entender que terapia com um único


nutriente (mononutriente) não tem lugar na prática clínica de
Medicina Preventiva Molecular.
Há momentos em que os médicos devem usar somente drogas
químicas sintéticas; outras situações em que devem associar
drogas e nutrientes, e situações em que devem só usar nutrientes.
Compete ao médico ter a “cabeça-aberta” para assim melhor
beneficiar o paciente.
Drogas químicas são essenciais para doenças agudas, mas não
são substitutos para nutrientes na reversão de desordens crônicas
moleculares.

Pensar Molecular
O “pensar molecular” em doenças degenerativas, imunológicas,
infecciosas e ambientais é muito facilitado pelo conceito de “molé-
culas envelhecedoras” oxidantes) e moléculas conservadoras” (anti-
oxidantes).
Moléculas envelhecedoras são a família de moléculas que cau-
sam ou facilitam as mudanças na fisiologia ou na fisiopatologia mo-
lecular do envelhecimento e da agressão causados por infecções
ou agentes ambientais.
Moléculas conservadoras são a família de moléculas que promo-
vem a neutralização da atividade envelhecedora das moléculas e
previnem a agressão molecular causada pelas moléculas envelhe-
cedoras.
Oxigênio é o início da vida. Oxigênio é o fim da vida.
Os tecidos e células necessitam de oxigênio para viver. Isso
entendemos bem no nosso estudo básico de ciência. Os tecidos e
as células são também “envelhecidos” pelo oxigênio no processo de
vida; porém, na prática médica diária, isso ainda é pouco
compreendido.
Oxidação é um processo espontâneo, redução requer gasto
energético.
Qual é a linguagem da agressão molecular?
Oxidação.
Qual é a linguagem da recuperação molecular?
Redução.
Qual é a linguagem do processo de envelhecimento?
Agressão Oxidativa Molecular.
Existem duas teorias prevalentes no envelhecimento. Na primeira
teoria, a dos radicais livres, espécies altamente reativas de oxigênio
seriam a causa do envelhecimento celular. Radicais livres, é claro,
são produzidos pelo processo de oxidação.
Na segunda teoria de envelhecimento, protrein cross-linkage,
várias permutações de moléculas protéicas causadas pelos cross-
linking (ligamento em forma de rede) são vistas como as
causadoras do envelhecimento.
Novamente, protein cross-linking por si só depende da agressão
oxidativa. Então ambas as teorias estão claramente implicadas na
bioquímica do envelhecimento.
Oxidação espontânea é o fenômeno de base do processo de
envelhecimento. O processo bioquímico e celular envolvido no
envelhecimento inicia-se lentamente, sendo preservada a saúde
pelas moléculas conservadoras. Nesse processo oxidativo pode
haver doenças e envelhecimento precoce.
Este é o meu modo de entender a saúde e estado de doença:
todas as nossas estratégias terapêuticas para doenças
degenerativas e imunológicas resumem-se em atuar diretamente
reduzindo o oxidação molecular.
Como o processo oxidativo molecular causador de agressões
pode ser reduzido?

• Reduzindo as agressões dos agentes ambientais químicos.


• Minimizando o potencial microbiano.
• Diminuindo os desencadeadores de alergia.

Esta é a verdadeira Medicina Preventiva. É onde o modelo


prevalente do tratamento das doenças com drogas, estabelecido
para diagnóstico morfológico, falha.
A agressão molecular oxidativa é a verdadeira “lesão molecular”
na patogênese das doenças.
O estudo da dinâmica molecular nos dá a visão dos eventos
eletromagnéticos e moleculares antes de iniciar a lesão celular e
tecidual. Esta é a diferença essencial entre Medicina Clássica e
Medicina Molecular.
Rudolf Virchow, o criador da Patologia, publicou seu clássico livro
Patologia Celular em 1858, nos livrando dos caminhos restritos da
patologia medieval. Agora a “patologia molecular” deve nos livras
das restrições da “patologia celular” em áreas onde as mudanças
celulares não nos dizem como as doenças começaram.
Medicina Preventiva Molecular é a aplicação dos princípios da
medicina ambiental, medicina nutricional e medicina de boa forma
física.

Medicina Preventiva Molecular é a aplicação dos princípios da


medicina ambiental, medicina nutricional e medicina de boa
forma física.

Lesões Moleculares
O claro entendimento das lesões moleculares inicialmente
envolve a exploração de novo conhecimento em diversos campos
de pesquisa científica.
O claro entendimento das bases moleculares e energéticas das
síndromes clínicas causadas por lesões moleculares exige
familiarização com vários aspectos estabelecidos na genética, como
passagens bioquímicas de defesa molecular, resposta molecular a
agentes ambientais, ativação e inativação das enzimas, alterações
do sistema imune e da molécula essencial de traços genéticos
(parentesco) na biologia humana.
Trabalhos no projeto de genoma humano, contendo neste projeto
o mapeamento genético, revelarão os mistérios moleculares da
“doença molecular”. Isso certamente resolverá muitas das
controvérsias nos campos da Medicina Ambiental e Nutricional. Mas
o reconhecimento de como os genes são mudados (e mutilados)
pelos agentes químicos (xenobióticos) e causam doenças é uma
coisa, prevenir e tratar essas desordens é outra.

Nenhuma doença que pode ser tratada através da dieta


deveria ser tratada por qualquer outro meio.
Moisés Maimônides

(trecho do livro “Prevenção: A Medicina do Século XXI”, páginas 27


a 33).

“Prevenção: A Medicina do Século XXI”, A guerra ao


envelhecimento e às doenças; Dr. Wilson Rondó Jr., São Paulo,
Editora Gaia, 2000.

Para adquirir este livro:

Editora Gaia Ltda


(uma divisão da Global Editora e Distribuidora Ltda)
Rua Pirapitingüi, 111-A – Liberdade
CEP 01508-020 – São Paulo – SP
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Artigos – Jornal da Saúde – eLetter – Guia de suplementos –
Doenças de A a Z – Problemas Vasculares

Livros recomendados:- wrj

“Fazendo as Pazes com Seu Peso”, Obesidade e


Emagrecimento: entendendo um dos grandes problemas deste
século, Dr. Wilson Rondó Jr., Editora Gaia, São Paulo, 3ª Edição,
2003.

“Prevenção: A Medicina do Século XXI”, A Guerra ao


Envelhecimento e às Doenças, A terapia molecular irá diminuir a
incidência de câncer, doenças cardiovasculares, envelhecimento e
muito mais; Dr. Wilson Rondó Junior, 240 páginas, Editora Gaia,
São Paulo, 2000.

“O Atleta no Século XXI”, Dr Wilson Rondó Junior – O leitor


conhecerá a importância da atividade esportiva na vida de qualquer
ser humano do ponto de vista médico. Editora Gaia, São Paulo,
2000.

“Emagreça & Apareça!”, Descubra seu Tipo Metabólico. Vila


melhor e com mais saúde! Dr Wilson Rondó Juni8or, Editora Gaia,
São Paulo, 2007.

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Livros recomendados: leite

“O Leite que ameaça as mulheres”, um documento explosivo: o


consumo de derivados do leite teria uma influência preponderante
sobre os cânceres de mama; Raphaël Nogier, Ícone Editora Ltda,
São Paulo, 1999.

“As Alergias Ocultas nas Doenças da Mama”, Raphaël Nogier,


Organização Andrei Editora Ltda,1998.

“Leite: Alimento ou Veneno?” do pesquisador e cientista Robert


Cohen, Editora Ground, São Paulo, 2005.
“Alimentação que evita o Câncer e outras doenças”,
Dr. Sidney Federmann/ Dra. Miriam Federmann – Editora
Minuano”

“A dieta do doutor Barcellos contra o Câncer” e todas as


alergias, Sonia Hirsch - uma publicação Hirsch & Mauad, Rio de
Janeiro, 2002, www.correcotia.com

“Alimentos, O melhor remédio para a boa saúde, Alimentação


que pode prevenir e curar Problemas Digestivos”, Jean Carper,
Rio de Janeiro, Elsevier, 2004