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2012

ESTATÍSTICA APLICADA A VALORAÇÃO ECONÔMICA AMBIENTAL
ESTATÍSTICA APLICADA A
VALORAÇÃO ECONÔMICA
AMBIENTAL

MEIO AMBIENTE E ECONOMIA

DR. GEORGES KASKANTZIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANA

TRATAMENTO DOS DADOS DAS ENTREVISTAS

Nesta seção se encontram apresentadas as estatísticas dos dados regis-

trados nas entrevistas realizadas junto às construtoras. A ficha de entrevista inclui

sete grupos de questões: resíduos; receptores; recursos humanos, certificação; me-

lhorias; incentivos e recursos naturais.

Cada um dos grupos de questões de interesse da ficha de entrevista

contém um conjunto de perguntas, as quais foram respondidas pelos entrevistados

de três modos: afirmando; negando ou citando alternativa para a questão respon-

dida. Desse modo, as respostas das entrevistas, na sua grande maioria, serão vari-

das entrevistas, na sua grande maioria, serão vari- áveis nominais, portanto, as amostras, posteriormente
das entrevistas, na sua grande maioria, serão vari- áveis nominais, portanto, as amostras, posteriormente
das entrevistas, na sua grande maioria, serão vari- áveis nominais, portanto, as amostras, posteriormente
das entrevistas, na sua grande maioria, serão vari- áveis nominais, portanto, as amostras, posteriormente
das entrevistas, na sua grande maioria, serão vari- áveis nominais, portanto, as amostras, posteriormente
das entrevistas, na sua grande maioria, serão vari- áveis nominais, portanto, as amostras, posteriormente

áveis nominais, portanto, as amostras, posteriormente deverão ser codificadas.

Os dados experimentais coletados nas entrevistas se encontram apre-

sentados na Tabela 1. Os dados da tabela indicam que o grupo de questões relativas

aos resíduos inclui cinco perguntas as quais estão associadas ao código RSN, onde

é o número da pergunta desse grupo. De maneira semelhante, tem-se o grupo RH

qual está ligado as questões relativas aos recursos humanos; o grupo RC que está

relacionado à certificação; o grupo ME relacionado com as questões das melhorias;

o grupo IC o qual trata de questões relativas aos incentivos e a DAP a qual está

relacionado com a valoração econômica de recursos naturais.

Além disso, têm-se as variáveis de escala contínua, as quais estão rela-

cionadas com as características das construtoras consideradas na pesquisa. As va-

riáveis são o porte da construtora; o tempo estimado para a construção da obra e o

valor da área total a ser construída das obras de construção civil. Na TABELA 1 se

encontram apresentados os dados originais das entrevistas e na TABELA 2 as esta-

tísticas dos registros de campo.

TABELA 1 DADOS ORIGINAIS DAS ENTREVISTAS REALIZADAS COM OS TÉCNICOS DAS CONSTRUTORAS CONSIDERADAS.

Local da Tempo Área Porte RS1 RS2 RS3 RS4 RS5 RC1 RC2 RH1 RH2 CR
Local da
Tempo
Área
Porte
RS1
RS2
RS3
RS4
RS5
RC1
RC2
RH1
RH2
CR
ME1
ME2
ME3
IC1
IC2
IC3
DAP
Obra
Mossun-
1645
32000
M
S
S
S
O
S
O
N
O
S
S
N
S
S
S
S
S
0
guê
Agua
731
5100
P
N
N
N
N
S
N
S
S
N
O
S
N
S
S
S
N
0
Verde
Vila Iza-
731
3600
P
N
N
N
N
N
N
S
N
N
S
S
S
N
S
S
S
0
bel
Cristo Rei
731
5186
P
N
O
O
N
N
N
S
S
O
N
S
O
S
N
N
S
0
Vila Iza-
669
3743
M
O
N
N
S
S
O
N
O
S
N
N
S
O
S
S
S
5000
bel
Centro
1553
46927
G
S
S
S
S
S
S
N
S
S
S
S
S
O
O
S
S
0
Vila Iza-
974
3251
P
N
N
N
N
N
N
S
N
N
N
N
N
N
N
O
S
2000
bel
Campo
1249
81000
G
O
O
O
N
S
O
N
O
N
N
S
S
S
O
S
S
1000
Portão
943
52225
G
N
N
N
N
S
S
S
N
N
S
S
S
S
N
S
S
5000
Cabral
1096
33879
G
S
S
S
S
S
O
S
S
S
S
S
S
S
S
O
S
2000
Cabral
670
4670
G
O
N
N
S
N
N
S
S
S
S
S
S
S
O
O
S
2000
Vista Ale-
731
P
N
O
O
S
S
O
S
O
O
N
S
S
S
O
S
S
3000
gre
Agua 1430 36000 M N N N N N N S N N N S
Agua
1430
36000
M
N
N
N
N
N
N
S
N
N
N
S
S
S
S
S
S
0
Verde
Capão
792
23486
G
O
S
O
S
S
S
S
S
N
S
S
S
S
S
O
O
0
Raso
Campo
731
6084
M
N
O
N
S
N
N
S
S
N
N
S
O
S
S
S
S
0
Bigorrilho
792
20000
M
O
S
S
O
S
O
S
O
N
N
S
S
S
S
O
S
0
Portão
1065
6818
P
S
O
O
S
S
S
S
S
O
N
S
S
S
O
O
S
0
Legenda: RS – resíduos; RC – receptores; RH – recursos humanos; CR – certificação; ME – melhorias; IC – incentivos; DAP – disposição a pagar.

TABELA 2. ESTATÍSTICAS DOS REGISTROS DAS ENTREVISTAS DE CAMPO.

Grupo N Média Desvio P Variância Skewness Kurtosis Coef. Var. Moda Mediana RS1 17 2,059
Grupo
N
Média
Desvio P
Variância
Skewness
Kurtosis
Coef. Var.
Moda
Mediana
RS1
17
2,059
0,748
0,559
-0,099
-1,047
0,363
2
2
RS2
17
2,000
0,791
0,625
0,000
-1,326
0,395
2
2
RS3
17
2,059
0,748
0,559
-0,099
-1,047
0,363
2
2
RS4
17
2,353
0,702
0,493
-0,634
-0,576
0,298
3
2
RS5
17
1,353
0,493
0,243
0,677
-1,766
0,364
1
1
RC1
17
1,882
0,781
0,610
0,219
-1,241
0,415
2
2
RC2
17
1,765
0,437
0,191
-1,372
-0,149
0,248
2
2
RH1
17
1,941
0,748
0,559
0,099
-1,047
0,385
2
2
RH2
17
1,882
0,697
0,485
0,161
-0,674
0,370
2
2
CR
17
2,118
0,993
0,985
-0,260
-2,121
0,469
3
3
ME1
17
1,824
0,393
0,154
-1,866
1,665
0,215
2
2
ME2
17
1,353
0,702
0,493
1,825
2,073
0,519
1
1
ME3
17
1,353
0,702
0,493
1,825
2,073
0,519
1
1
IC1
17
1,765
0,903
0,816
0,523
-1,643
0,512
1 1
IC2
17
1,765
0,970
0,941
0,531
-1,869
0,550
1 1
IC3
17
1,176
0,529
0,279
3,136
9,795
0,449
1 1

FIGURA 1. HISTOGRAMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIAS DOS DADOS.

Analisando os resultados estatísticos relativos as amostragens obtidas

nas entrevistas de campo pode-se verificar que os dados não se ajustam a função

de distribuição normal de frequências, devendo ser adequados para esse fim.

CODIFICAÇÃO DOS DADOS DAS ENTREVISTAS

Visando a realização de testes estatísticos, inicialmente as amostras fo-

ram codificadas e posteriormente normalizadas tendo sido obtidos os resultados

que se encontram indicados na TABELA 3. As estatísticas do novo conjunto de da-

dos podem ser inspecionadas na TABELA 4.

Na FIGURA 2 se pode verificar que apesar de ter sido realizada a codifi-

cação dos dados, as amostras ainda apresentam desvios em relação a curva de

distribuição normal de frequências, notadamente as variáveis área construída e

tempo. Para ultrapassar esta dificuldade os valores experimentais foram normaliza-

dos, tendo sido obtido um novo conjunto de dados experimentais, os quais se en- contram
dos, tendo sido obtido um novo conjunto de dados experimentais, os quais se en-
contram apresentados na TABELA 5.

FIGURA 2. GRÁFICO DE BOX-WHISKER DOS DADOS CODIFICADOS DAS EN- TREVISTAS REALIZADAS JUNTO ÀS CONSTRUTORAS CONSIDERADAS.

As variáveis qualitativas das fichas de entrevistas indicadas na FIGURA

2 apresentam média estatística semelhante, notadamente as variáveis dos grupos:

resíduos sólidos (RS); certificação (RC); melhorias (ME) e do grupo incentivos (IC).

TABELA 3 REGISTROS CODIFICADOS DAS ENTREVISTAS REALIZADAS COM OS TÉCNICOS DAS CONSTRUTORAS

Local da Tempo Área Porte RS1 RS2 RS3 RS4 RS5 RC1 RC2 RH1 RH2 CR
Local da
Tempo
Área
Porte
RS1
RS2
RS3
RS4
RS5
RC1
RC2
RH1
RH2
CR
ME1
ME2
ME3
IC1
IC2
IC3
DAP
Obra
Mossun-
1645
32000
2
3
3
3
2
2
2
1
2
3
3
1
3
3
3
3
3
0
guê
Agua
731
5100
3
1
1
1
1
2
1
2
3
1
2
2
1
3
3
3
1
0
Verde
Vila Izabel
731
3600
3
1
1
1
1
1
1
2
1
1
3
2
3
1
3
3
3
0
Cristo Rei
731
5186
3
1
2
2
1
1
1
2
3
2
1
2
2
3
1
1
3
0
Vila Izabel
669
3743
2
2
1
1
3
2
2
1
2
3
1
1
3
2
3
3
3
5000
Centro
1553
46927
1
3
3
3
3
2
3
1
3
3
3
2
3
2
2
3
3
0
Vila Izabel
974
3251
3
1
1
1
1
1
1
2
1
1
1
1
1
1
1
2
3
2000
Campo
1249
81000
1
2
2
2
1
2
2
1
2
1
1
2
3
3
2
3
3
1000
Portão
943
52225
1
1
1
1
1
2
3
2
1
1
3
2
3
3
1
3
3
5000
Cabral
1096
33879
1
3
3
3 3
2
2 2
3
3
3
2
3
3
3
2
3
2000
Cabral
670
4670
1
2
1
1 3
1
1 2
3
3
3
2
3
3
2
2
3
2000
Vista Ale-
731
3
1
2
2 3
2
2 2
2
2
1
2
3
3
2
3
3
3000
gre
Agua
1430
36000
2
1
1
1
1
1
1
2
1
1
1
2
3
3
3
3
3
0
Verde
Capão 792 23486 1 2 3 2 3 2 3 2 3 1 3 2
Capão
792
23486
1
2
3
2
3
2
3
2
3
1
3
2
3
3
3
2
2
0
Raso
Campo
731
6084
2
1
2
1
3
1
1
2
3
1
1
2
2
3
3
3
3
0
Bigorrilho
792
20000
2
2
3
3
2
2
2
2
2
1
1
2
3
3
3
2
3
0
Portão
1065
6818
3
3
2
2
3
2
3
2
3
2
1
2
3
3
2
2
3
0
Legenda: RS – resíduos; RC – receptores; RH – recursos humanos; CR – certificação; ME – melhorias; IC – incentivos; DAP – disposição a pagar.
TABELA 4. ESTATÍSTICAS DOS DADOS CODIFICADOS OBTIDOS NAS ENTREVISTAS REALIZADAS JUNTO ÀS CONSTRUTORAS.
Dados
N
Média
Desvio padrão
Coeficiente de. Variação (%)
Skewness
Kurtosis
TEMPO
16
5,69
3,42
60,1%
0,91
-0,78
AREA
16
8,50
4,76
56,0%
0,00
-0,98
PORTE
16
1,94
0,85
44,1%
0,21
-1,34
RS1
16
1,81
0,83
46,0%
0,64
-1,18
RS2
16
1,88
0,89
47,2%
0,44
-1,42
RS3
16
1,75
0,86
48,9%
0,89
-1,17
RS4
16
2,00
0,97
48,3%
0,00
-1,72
RS5
16
1,63
0,50
30,8%
-0,93
-1,58
RC1
16
1,81
0,83
46,0%
0,64
-1,18
RC2
16
1,75
0,45
25,6%
-2,09
-0,36
RH1
16
2,25
0,86
38,1%
-0,89
-1,17
RH2
16
1,75
0,93
53,2%
0,93
-1,40
ME1
16
1,81
0,40
22,2%
-2,89
1,05
ME2
16
2,63
0,72
27,4%
-2,83
1,39
ME3
16
2,63
0,72
27,4%
-2,83
1,39

IC1

16

2,38

0,81

33,9%

-1,38

-0,68

IC2

16

2,50

0,63

25,3%

-1,48

0,02

IC3

16

2,81

0,54

19,3%

-4,95

7,42

DAP

16

1,94

1,44

74,1%

2,22

0,56

TABELA 5. ESTATÍSTICAS DOS DADOS CODIFICADOS E PADRONIZADOS REGISTRADOS NAS ENTREVISTAS REALIZADAS. Variável N Média
TABELA 5. ESTATÍSTICAS DOS DADOS CODIFICADOS E PADRONIZADOS REGISTRADOS NAS ENTREVISTAS REALIZADAS.
Variável
N
Média
Desvio padrão
Mínimo
Máximo
Intervalo
Skewness
Kurtosis
TEMPO
17
0,00
1,00
-1,34
1,92
3,26
1,11
-0,70
AREA
16
0,00
1,00
-1,58
1,58
3,15
0,00
-0,98
PORTE
17
0,00
1,00
-1,15
1,15
2,31
0,00
-1,44
RS1
17
0,00
1,00
-0,92
1,49
2,41
0,84
-1,14
RS2
17
0,00
1,00
-1,03
1,30
2,33
0,41
-1,37
RS3
17
0,00
1,00
-0,92
1,49
2,41
0,84
-1,14
RS4
17
0,00
1,00
-1,10
0,97
2,07
-0,22
-1,75
RS5
17
0,00
1,00
-1,31
0,72
2,03
-1,14
-1,49
RC1
17
0,00
1,00
-1,02
1,45
2,47
0,59
-1,13
RC2
17
0,00
1,00
-1,75
0,54
2,29
-2,31
-0,13
RH1
17
0,00
1,00
-1,49
0,92
2,41
-0,84
-1,14
RH2
17
0,00
1,00
-0,85
1,37
2,21
0,88
-1,38
ME1 17 0,00 1,00 -2,10 0,45 2,54 -3,14 1,40 ME2 17 0,00 1,00 -2,35 0,50
ME1
17
0,00
1,00
-2,10
0,45
2,54
-3,14
1,40
ME2
17
0,00
1,00
-2,35
0,50
2,85
-3,07
1,74
ME3
17
0,00
1,00
-2,35
0,50
2,85
-3,07
1,74
IC1
17
0,00
1,00
-1,72
0,82
2,54
-1,28
-0,73
IC2
17
0,00
1,00
-2,45
0,75
3,20
-1,68
0,17
IC3
17
0,00
1,00
-3,45
0,33
3,78
-5,28
8,24
DAP
17
2,06
1,48
1,00
5,00
4,00
1,80
-0,20
FIGURA 3. INTERVALOS DE VARIAÇÃO EM TORNO DAS MÉDIAS CODIFICADAS - NORMALIZADAS DOS DADOS RELATIVOS
FIGURA 3. INTERVALOS DE VARIAÇÃO EM TORNO DAS MÉDIAS CODIFICADAS - NORMALIZADAS DOS DADOS RELATIVOS
FIGURA 3. INTERVALOS DE VARIAÇÃO EM TORNO DAS MÉDIAS CODIFICADAS - NORMALIZADAS DOS DADOS RELATIVOS
FIGURA 3. INTERVALOS DE VARIAÇÃO EM TORNO DAS MÉDIAS CODIFICADAS - NORMALIZADAS DOS DADOS RELATIVOS
FIGURA 3. INTERVALOS DE VARIAÇÃO EM TORNO DAS MÉDIAS CODIFICADAS - NORMALIZADAS DOS DADOS RELATIVOS
FIGURA 3. INTERVALOS DE VARIAÇÃO EM TORNO DAS MÉDIAS CODIFICADAS - NORMALIZADAS DOS DADOS RELATIVOS

FIGURA 3. INTERVALOS DE VARIAÇÃO EM TORNO DAS MÉDIAS CODIFICADAS - NORMALIZADAS DOS DADOS RELATIVOS ÀS RESPOSTAS DAS ENTREVISTAS.

DOS DADOS RELATIVOS ÀS RESPOSTAS DAS ENTREVISTAS. Inspecionando os resultados descritos na TABELA 5 e na

Inspecionando os resultados descritos na TABELA 5 e na FIGURA 3

consta-se que houve significativa melhoria do comportamento dos dados coletados

nas entrevistas quanto à distribuição de frequências. A questão relativa à Disposição

Receber (DAP) compensação para evitar o descarte de resíduos da construção no

meio ambiente respondida pelos entrevistados é a única variável que não se ajusta

à curva normal de distribuição conforme indica a FIGURA 3. Este comportamento

pode ser justificando com base no significativo número de repostas "zero", apresen-

tadas pelos entrevistados (58,82% do total).

Uma vez que os dados estão teoricamente normalizados podem ser de-

terminadas as relações de dependência linear que supostamente existem entre os

pares das variáveis investigadas. Nesse sentido se pode empregar a técnica do co-

eficiente de posto de Pearson. Esse coeficiente assume valor no intervalo de zero a

um, e à medida que o valor se aproxima da unidade a relação de dependência linear

entre os pares de variáveis se torna cada vez mais forte. Na FIGURA 4, apresentam-

se os resultados parciais dessa etapa da pesquisa.

FIGURA 4. DISTRIBUIÇÃO DOS DESVIOS ENTRE O VALOR DA RESPOSTA CODI- FICADO – PADRONIZADO EXPERIMENTAL
FIGURA 4. DISTRIBUIÇÃO DOS DESVIOS ENTRE O VALOR DA RESPOSTA CODI- FICADO – PADRONIZADO EXPERIMENTAL
FIGURA 4. DISTRIBUIÇÃO DOS DESVIOS ENTRE O VALOR DA RESPOSTA CODI- FICADO – PADRONIZADO EXPERIMENTAL
FIGURA 4. DISTRIBUIÇÃO DOS DESVIOS ENTRE O VALOR DA RESPOSTA CODI- FICADO – PADRONIZADO EXPERIMENTAL
FIGURA 4. DISTRIBUIÇÃO DOS DESVIOS ENTRE O VALOR DA RESPOSTA CODI- FICADO – PADRONIZADO EXPERIMENTAL
FIGURA 4. DISTRIBUIÇÃO DOS DESVIOS ENTRE O VALOR DA RESPOSTA CODI- FICADO – PADRONIZADO EXPERIMENTAL
FIGURA 4. DISTRIBUIÇÃO DOS DESVIOS ENTRE O VALOR DA RESPOSTA CODI- FICADO – PADRONIZADO EXPERIMENTAL

FIGURA 4. DISTRIBUIÇÃO DOS DESVIOS ENTRE O VALOR DA RESPOSTA CODI- FICADO PADRONIZADO EXPERIMENTAL E PREDITO PELO MODELO LINEAR.

Analisando os desvios absolutos do valor predito pelo modelo linear e

experimental apresentados na FIGURA 4 nota-se que as variáreis: área; tempo e

DAP têm comportamento diferente das demais, apresentando os maiores valores

dos desvios absolutos do conjunto de dados analisado.

Desse modo, após terem sido identificados os componentes que exer-

cem a maior influência na resposta de interesse (DAP) foram constituídos seis grupo

de componentes adotando as dezessete variáveis que apresentaram comporta-

mento semelhante, tendo sido excluídas as variáveis área, tempo e porte.

ANÁLISE DE CLUSTERS DOS GRUPOS DE VARIÁVEIS

Visando a constituição dos grupos de variáveis independentes, inicial-

mente calcularam-se as médias aritméticas dos grupos de questões da ficha de en-

trevistas. Em seguida foram determinados os coeficientes de correlação dos grupos

de variáveis visando auxiliar a posterior análise de "clusters". Na TABELA 6, apre-

sentam-se os coeficientes de correlação dos grupos de variáveis considerados: RMS

resíduos sólidos; RCM receptores; RHM recursos humanos; CR certificação;

MEM melhorias; ICM - incentivos; DAP disposição a pagar pela conservação dos

recursos naturais.

TABELA 6. COEFICIENTE DE DEPENDÊNCIA LINEAR DOS NOVOS GRUPOS DE- COMPONENTES FORMADOS A PARTIR DO VALOR DAS MÉDIAS DE CADA UM DOS GRUPOS DE QUESTÕES DA FICHA DE ENTREVISTA.

Grupos RMS RCM RHM CR MEM ICM DAP RMS 1,00 0,46 0,67 0,26 0,44 0,18
Grupos
RMS
RCM
RHM
CR
MEM
ICM
DAP
RMS
1,00
0,46
0,67
0,26
0,44
0,18
-0,16
RCM
0,46
1,00
0,05
0,25
0,47
-0,21
0,15
RHM
0,67
0,05
1,00
0,26
0,26
-0,07
-0,05
CR
0,26
0,25
0,26
1,00
0,15
0,08
0,01
MEM
0,44
0,47
0,26
0,15
1,00
0,19
-0,06
ICM
0,18
-0,21
-0,07
0,08
0,19
1,00
-0,00
DAP
-0,16
0,15
-0,05
0,01
-0,06
-0,00
1,00
Os resultados descritos na TABELA 6 indicam que o grupo de aspectos
relativos aos resíduos de construção (RMS) está relacionado às variáveis do grupo

recursos humano (RHM), pois o coeficiente de correlação linear entre as variáveis é

o maior de todos (0,67).

O grupo das variáveis relativas aos resíduos sólidos apresenta depen-

dência linear, de menor intensidade que a primeira, com o grupo RCM, tendo o coe-

ficiente de correlação linear igual a 0,46, e, assim, sucessivamente, para os demais

grupos de variáveis considerados na pesquisa. Na FIGURA 5, apresentam-se os

valores das relações de dependência entre as variáveis codificadas e padronizadas

do conjunto analisado.

FIGURA 5. DIAGRAMA DA ÁRVORE DE CORRELAÇÃO DOS GRUPOS DE COM- PONETES CONSTITUIDOS A PARTIR
FIGURA 5. DIAGRAMA DA ÁRVORE DE CORRELAÇÃO DOS GRUPOS DE COM- PONETES CONSTITUIDOS A PARTIR
FIGURA 5. DIAGRAMA DA ÁRVORE DE CORRELAÇÃO DOS GRUPOS DE COM- PONETES CONSTITUIDOS A PARTIR
FIGURA 5. DIAGRAMA DA ÁRVORE DE CORRELAÇÃO DOS GRUPOS DE COM- PONETES CONSTITUIDOS A PARTIR
FIGURA 5. DIAGRAMA DA ÁRVORE DE CORRELAÇÃO DOS GRUPOS DE COM- PONETES CONSTITUIDOS A PARTIR
FIGURA 5. DIAGRAMA DA ÁRVORE DE CORRELAÇÃO DOS GRUPOS DE COM- PONETES CONSTITUIDOS A PARTIR

FIGURA 5. DIAGRAMA DA ÁRVORE DE CORRELAÇÃO DOS GRUPOS DE COM- PONETES CONSTITUIDOS A PARTIR DOS VALORES DAS MÉDIAS DETERMINA- DAS COM AS VARIÁVEIS DE CADA UM DOS GRUPOS DE QUESTÕES DAS FI- CHAS DE ENTREVISTAS.

CADA UM DOS GRUPOS DE QUESTÕES DAS FI- CHAS DE ENTREVISTAS. FIGURA 6. COMPORTAMENTO DOS GRUPOS
CADA UM DOS GRUPOS DE QUESTÕES DAS FI- CHAS DE ENTREVISTAS. FIGURA 6. COMPORTAMENTO DOS GRUPOS

FIGURA 6. COMPORTAMENTO DOS GRUPOS DE COMPONENTES OS QUAIS DE- TERMINAM O VALOR ECONÔMICO DOS DANOS AOS ELEMENTOS DO AMBIENTE DECORRENTES DA DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL.

Inspecionando os resultados apresentados nos gráficos das FIGURAS 5

e 6, verifica-se que à medida que o valor do grupo RCM aumenta, do grupo RHM

diminui, respectivamente. O valor DAP aumenta progressivamente até atingir o má-

ximo, quando RCM é 2,0 e RHM é 1,5. Além disso, os resultados descritos nas FI-

GURAS 5 e 6 corroboram os resultados obtidos na etapa anterior e, desse modo, os

pares dos grupos que apresentam significativa dependência.

Os pares RSM RHM; RCM MEM apresentam os maiores coeficientes

de correlação, enquanto os demais grupos não estão apresentam correlações signi-

ficativas. Assim, constata-se que DAP depende das variáveis dos grupos RSM;

constata-se que DAP depende das variáveis dos grupos RSM; RHM; RCM e MEM, as quais deverão
constata-se que DAP depende das variáveis dos grupos RSM; RHM; RCM e MEM, as quais deverão
constata-se que DAP depende das variáveis dos grupos RSM; RHM; RCM e MEM, as quais deverão

RHM; RCM e MEM, as quais deverão ser consideradas na elaboração do modelo

as quais deverão ser consideradas na elaboração do modelo econométrico a ser descrito na sequência. O
as quais deverão ser consideradas na elaboração do modelo econométrico a ser descrito na sequência. O
as quais deverão ser consideradas na elaboração do modelo econométrico a ser descrito na sequência. O

econométrico a ser descrito na sequência.

O MODELO ECONOMÉTRICO

No desenvolvimento do modelo econométrico foram considerados quatro

grupos de variáveis, notadamente aqueles que apresentaram correlação estatística

significativa. As variáveis dos grupos supracitados, que representam as respostas

dos indivíduos entrevistados na pesquisa foram, após terem sido codificadas e pa-

dronizadas, foram empregadas para ajustar os valores dos coeficientes da equação

do modelo econométrico desenvolvido nesse trabalho.

As variáveis do modelo são aqueles constituintes dos grupos de pergun-

tas das fichas de entrevistas, considerados nessa etapa da pesquisa. Desse modo,

se pode escrever:

(1)

(2)

Desse modo, a equação do modelo econométrico é definida como:

onde: Y 1 é a disposição do indivíduo a pagar para evitar a lesão ambiental causada pelo descarte de resíduos da construção civil no meio ambiente, ou ainda, (Y 2 ) que representa a disposição do indivíduo de receber benefício, na forma de desconto ou isenção de imposto, ou ainda, concessão de transferência do direto de construir, para realizar o gerenciamento dos resíduos das obras da construção civil; βi é o coeficiente i da equação (3) e Zi representam as variáveis do modelo adotado.

(3) e Zi – representam as variáveis do modelo adotado. Observa-se que a equação (3) é
(3) e Zi – representam as variáveis do modelo adotado. Observa-se que a equação (3) é
(3) e Zi – representam as variáveis do modelo adotado. Observa-se que a equação (3) é
(3) e Zi – representam as variáveis do modelo adotado. Observa-se que a equação (3) é
(3) e Zi – representam as variáveis do modelo adotado. Observa-se que a equação (3) é
(3) e Zi – representam as variáveis do modelo adotado. Observa-se que a equação (3) é

Observa-se que a equação (3) é o resulta da combinação linear das doze

variáveis que, por sua vez, originam os grupos de componentes definidos nessa pes-

quisa. A escolha da forma e variáveis desta função pode ser justificada com base

nos valores dos coeficientes de Pearson que, por sua vez, indicam a intensidade da

dependência funcional entre as variáveis e a resposta do modelo.