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INSTITUIÇOES

DE

DIREITO ADMINISTRATIVO BRASILEIRO

THEMISTOCLES BRANDAO CAVALCANTI

Procurador da

Republica no Districto

Federal -

Advogados

BrAsileiros

Da

Ordem dos

Instituições

de

Direito· .Administrativo

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~ TI VOLUME S.T. F. PATRIMÔNlO ' N: 198 8 li}', LIVRARIA EDITORA FRE,ITAS BAS-TOS Ruas

li}', LIVRARIA EDITORA FRE,ITAS BAS-TOS Ruas Bethencourt da Silva, 21.A e 13 de Maio, 74 e 76

198 8 li}', LIVRARIA EDITORA FRE,ITAS BAS-TOS Ruas Bethencourt da Silva, 21.A e 13 de Maio,

RIO DE JAN,EIRO

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A' margem do ante-pr~f~~~' - ,1933 - edição Pongetti

Do mandado de segurança -

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mandado' de segurança - 2.', edi ção muito -ampliada'- Edição F4"eitas

Bastos,

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Edição

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INTRODUCÇAO

o

DffiEITO

AlDMINISTRATIVO

CONsTITUCIONAL

DE

E-

A

1937

CARTA

Achava-se no prelo este segundo volume, quando o Presidente da Republica, tendo em vista interesses consi- derados prementes do regimen, outorgou ao paiz uma car- ta Constitucional que veio modificar grandemente a sua estructura politica.

Embora .este trabalho não seja de Direito Constitu- cional, numerosas são as referencias nelle feitas ás nossas anteriores Constituições Republicanas, com o intuito de esclarecer e estudar theses que interessam precipuamente ao direito administrativo. E este criterio de estudo de toda forma se justifica, não sómente pelas relações necessarias que existem entre o direito constitucional e todos os ramos de direito, cada um em sua esphera particular, mas tambem, porque jul- gamos fundamental para o estudo do direito administra- tivo, um exame mais apurado de nossa estructura Consti- tucional, dentro da qual se devem desenvolver e mOV1- mentar as instituições administrativas do paiz.

VI

Por isso mesmo, o primeiro volume deste trabalho, occupou-se muito especialmente da theoria do Estado, considerando este em sua estructura, .em sua organização, em suas finàlidades geraes.

Em sua estructura, examinamos em primeiro lugar, o processo de descentralização administrativa e politica que orientou os elaboradores da nossa organização Constitu- cional; tratamos especialmente da federação.

Mais adeante encaramos o pro~lema politico, o func- cionamento dos orgãos do Estado dentro de sua triplice funcção: legislativa, executiva e jurisdiccional, com as modalidades e peculiaridades do seu funccionamento.

Interrompemos o nosso estudo, no primeiro volume. na Constituição de 1934, sem q'ualquer objectivo directo de commental-a, antes encarando-a no seu sentido histo- rico, dentro das transformações por que passaram aque1- las tres manifestações da actividade do Estado·. Vamos, nesta introducção, pôr em dia o nosso tra- balho, trazendo um complemento ao nosso estudo, com uma apreciação geral sobre a Carta Constitucional outor- gada em 10 de Novembro.

CONSIDERAÇÕES

Podem-se encontrar quatro

, na Constituição outorgada:

GERAES

caracteristicos essenClaes

a) com relação ao systema federal -. maior centra.,.

lização;

b) com relação á funcção

legislativa -

lização da technica legislativa;

raClOna-

VII

c) ,com rdação

ao poder executivo

fortaleci-

mento de sua autoridade e ampliação de attribuições;

unidade

da Justiça dentro do plano estadual. Obedeceu a Carta Constitucional a um processo de 'simplificação das normas Constitucionaes. afastou-se da feição casuistica que caracterisava a Constituição de 1934. apresentando uma estructura juridica mais logica. mais concentrada. onde não se. encontra a diluição da autorida- de por orgãos sem expressão sob o ponto de vista da res- ponsabilidade.

Soffreu a influencia preponderante das modernas Constituições europeas. e nella se verifica um retorno a algumas idéas consubstanciadas no programma de corren- tes que promoveram a propaganda republicana.

d)

com

relação

ao

poder

judiciario -

O fortalecimento do poder executivo. é uma tenden-

cia hoje. universal; ella se manifesta ou por uma forma mais radical. por meio de uma dictadura. ou por meio de uma estructurà Constitucional orientada naquelle sentido.

Observa Burdeau em um interessan'te capitulo so- bre o reforço da autoridade do Presidente da Republica que a dictadura differencia-se do Governo forte. porque. no primeiro caso. o Governo apoia-se em um partido. em- quanto que no segundo. apoia-se em toda a Nação.

A distincção tem a sua razão de ser na experiencia

dos diversos regimens estudados por aquelle autor. As di-

ctaduras apontadas como ex,emplo. a Italia. a Russia. a Allemanha. são. Governos unipartidarios que vivem em um regimen de força e que só excepcionalmente conhecem a intervenção do corpo legislativo. Os Governos fortes. pelo contrario. são aquelles que emanam de uma Constí-

VIII

tUlçao, cujo traço caracteristicoé o fortalecimento da au- toridade do Presidente da Republica. Apontam-se como exemplos a Austria, a Polonia, cuja estructura Constitu- cional revestem-se de modalidades muito peculiares devi- do em grande parte a condições de ordem local que força- ram a transformação do regimen politico com uma refor- ma Constitucional imposta pela força.

A technic~ das revoluções e dos golpes de Estado

torna perigosa a diluição da autoridade pelos diversos or- gãos do Estado. Dahi a instabilidade das situações poli- ticas nos Governos de origem popular e, consequente- mente a tendencia para o fortalecimento do poder, como acto de legitima defeza, contra as ameaças das correntes

politicas e organizações sociaes que dispõem dos mesmos elementos que o proprio Governo.

A Carta Constitucional dê 1937, amoldou-se nesses

exemplos e, por isso mesmo procurou naquellas Consti-

tuições

Quando estudamos a nossa estructura politica, no primeiro volume, fizemol-o de accordo com a sua evolu- ção até a Constituição de 1934, vamos completai-o agora, de accordo com os ensinamentos da Carta Constitucional de 1937, como subsidio historico e doutrina rio do maior interessoe.

precedentoes que merecessem utilização entre nós.

A FEDERAÇÃO

o processo de formação da nossa estructura politica evoluio no sentido de uma descentralização politica e ad- ministrativa sob as base~ de um regimen federativo. Con- stituiram-se, por isso mesmo, as antigas Provincias em

IX

Estados autonomos, politicamente organizados, e com po- deres de auto ádiriinistração e auto organização. Sóm.ente aquellés assumptos da esphera typicamente nacional estariam. ,dentro da competencia federal; tudo o mais' estaria incluido nas attribuições dos Estados. ,Mesmo os serviços federaes soffriam um processo de descentralização administrativa dentro do quadro geo- graphico e administrativo de cada urna das unidades da . federação. ' Np primeiro volllme estudamos pormenorisa- dament,e todo, esse processo de descentralização geogra- phica, institucional e·por serviço. . A Cfltta Constitucional de 1937, não modificou em sua es~encia o systema,. antes o conservou em suas linhas Não caberia aqui, aliás, examinar em detalhe essa ques.tão visto como a nossa preoccupação' maior. é a de definir as linhas mestras das nossas instituições politicas em tanto quanto interessar possa ao direito administra- tivo.

gerae~

O que a Carta Constitucional alterou profunda- mente foi a e:x;pressão dessa autonomia, tirando aos Esta- dos o significado historico de sua autonomia politica e a significação actual de seus symbolos regionalistas, para que melhor ficasse impresso naconsciencia publica o sen- timento da nacionalidade contra as affirmações regionalis- tas dos Estados.

. A idéa não é nova pois que o projecto do Itamaraty

" já incluia o dispositivo, coin o fim de estabelecer com o

novo reg~men Const.itucionai um Estado que fosse de fa- cto, a expressão da unidade nacional. Afora, portanto, essa manifestação convencional da unidade politica do paiz, pouco innovou a Carta pro- mulgada na distribuição da competencia dos Estados.

x

Deve-se, porém, notar que a egualdade politica ficou mais seguramente declarada tambem com o equilibrio na repre- sentação politica na Camara, como veremos adeante.

Mesmo sob o ponto de vista legislativo, nota-se em algumasmaterias um certo relaxamento nas attribuições privativas da União, conservando-se de um modo geral, aos Estados a faculdade de legislar suppletivamente em assumptos da maior relevancia.

A differença maior é, por vezes, na technica Consti- tucional, na forma, na precisão de linguagem, agora orientada dentro de moldes technicamente mais perfeitos.

Nota-se todavia, a preoccupação de attribuir á fun- cção suppletiva dos Estados em materia legislativa, um ca~acter mais "delegado" do que de "iniciativa" propria. originario. E' o que se nota especialmente no artigo 17 e no paragrapho unico do artigo 18.

o

MUNICIPIO

o Municipio conservou o seu caracter proprio já suf- ficientemente estudado ·no primeiro volume, de accordo com a sua evolução historica entre nós. Tres modificações sensiveis podem ser resaltadas, po- rém, a saber:

a) a nomeação dos Prefeitos;

b) a abolição dos orgãos estadoaes de administra-

ção Municipal, pelo menos, como disposição Constitu- cional, o que não impede a sua éonservação nos Estados que julgarem necessario;

XI

c) a organização de agrupamentos de Municipios

para fins administrativos.

A nomeação dos prefeitos permitte, evidentemente

uma selecção maior nas administrações municipaes, desde que os Governos dos Estados se o;ientem no sentido da racionalização dos negocios Municipaes, o que representa uma tendencia moderna cuja importancia foi realçada no 'capitulo proprio do primeiro volume. A administração Municipal precisa effectivamente, orientar-se em um sen- tido mais precisamente technico e administrativo; o afas- tamento dos prefeitos Municipaes da politica, constituiria para o nosso paiz, um grande passo de consequencias ines- timaveis.

A abolição, como preceito Constitucion~l dos depar-

tamentos estaduaes de administração Municipal pode-se justificar pela propria technica que orientou a sua reda- cção. Mais synthetica, menos casuistica, menos regula- mentar, mais normativa.

E' de esperar, porém, que os Estados conservem esses

,orgãos cujos serviços de assistencÍa technica aos Munici-

pios tem sido de muita utilidade.

Final:tWente o agrupamento dos Municipios represen- ta medida de alto alcance em favor da economia dos ser- viços Municipaes que podem servir a mais de um Municí- pio. Na pagina 77 do primeiro volume já tratamos do .assumpto que, com agrado, vemos incorporado ao texto Constitucional. Em 1933, 'aliás, já delle haviamos trata- do em um pequeno livro que, então publicamos ,sobre materia Constitucional. (A margem do ante-projecto, pa- gina 45).

XII

DOS TERRlTORIOS

Prevê a Constituição de 1937 a creação de territo- rios que poderão ser desmembrados dos Estados, no inte~ resse da defesa nacional, bem como em virtude de acqui- sição de novos territorios de accordo com as regras de di- reito internacional (arts. 4e 6).

O texto Constitucional reveste-se de maior malleabi-

lidade do que o da Constituição de 1934, que estabelecia. normas padrões para classificar os territorios e as suas con-

dições de existencia.

A Carta Constitucional de 1937 veio apenas deixar'

á lei ordinaria a organização de territorios e definir a sua posição dentro da divisão territorial da Republica.

O artigo 3 da Carta Constitucional prevê a sua exis-

tencia e os artigos 4 e 6 a forma de sua constituição. Cabe'

á lei ordinaria regulamentar o texto Constitucional de' accordo com as condições peculiares a cada caso.

de'

1934, porém, constitue subsidio historico e doutrinario a ser attendido na elaboração daquellas leis bem como ao que~

se refere o artigo 31 da mesma Carta Constitucional.

O que ficou expresso na Constituição anterior,

DISTRICTO FEDERAL

A Carta Constitucional

de 193 7 veio dar ao Distri~·

cto Federal uma organização s'emelhante áquella que pos~' suia anteriormente á Constituição de 1934, restringindo,. porém, ainda mais a sua autonomia, retirando aos seus:

Municipes uma assembléa de caracter local.

XIII

Seguio, assim, o exemplo dos Estados Unidos cuja Capital constitue um Município entregue á administração Federal.

O artigo 8 da Carta Constitucional determina que

() Districto Federal, emquanto fôr a sede do governo da R~pub1ica, será administrado pela União. O Governo Fe- deral terá como 'delegado um Prefeito, de nomeação <io Presidente da Republica, com a approvação do Conselho

Federal, mas demissivel ad nutum (art. 30). As funcções deliberativas cabem, em virtude da mes- ma disposição Constitucional, ao Conselho Federal.

A organização agora dada ao Districto Federal, se-

gundo nos parece, não lhe tirou a personalidade juridica

'e a administração autonoma, dentro dos limites de sua

Icompetencía, traçada pela lei organica que fer decretada

pelo Governo da União.

O Distric;to Federal tem patrimonio proprio, auto-

nomia financeira e administrativa,· cabendo-lhe arrecadar

,os mesmos impostos reservados pela Carta Constitucional :aos Estados e Municipios. A admi1).istração do Districto pode-se em rigor, re- :gular pelas mesmas normas actuaes que não collidam com

o texto Constitucíonal,cabendo, no entretanto, ao poder

-competente dar-lhe a organização mais coincidente com as

;suas necessidades administrativas.

A FUNCÇÃO LEGISLATIVA

No estudo da funcção legislativa comprehende-se. es- pecialmente:

a). a organização dos orgãos legislativos;.

b)

c}

as funcções e attribuições dos mesmos orgãos; a technica legislativa e a delegação legislativa.

XIV

o Poder legislativo pela nova carta Constitucional é exercido pelo Parlamento Nacional com a collaboraç~<o do Conselho da Economia Nacional e do Presidente da Republica.

A collaboração do Conselho de Economia verifica-se

por meio de uma intervenção de caracter consultivo em materias de sua competencia definida nos artigos 57 e se- guintes.

A collaboração do Presidente da Republica é '2xerci-

da por meio da iniciativa, da sancção e dos decretos-leis

expedidos nos casos previstos na Carta Constitucional.

O regimen adoptado foi o bicameral, compondo-se o

Parlamento Nacional de duas Camaras: a Camara dos De-

putados e o. Conselho Federal.

.

A

Camara dos Deputados é o orgão principal do

~:.~.

poder legislativo. Constitue-se integralmente pelo voto popular, por meio de suffragio indirecto, na forma do ar- tigo 47 da Constituição.

Feliz innovação, a nosso ver, contem a carta Con- stitucional limitando o maxímo e o mínimo dos represen- tantes de cada circumscripção eleitoral, correspondente cada uma a um Estado da Federação.

A these da limitação no numero de representantes de

cada circumscripção eleitoral representou sempre a nosso

ver, um ponto importante para a nossa vida política e para o equilibrio da federação. Por ella propugnamos na elaboração do projecto governamental na commissão pre- sidida pelo Ministro Mello Franco; nosso projecto me- receu então o apoio da maioria da Commissão contra o ponto de vista sustentado por Antonio Carlos, Prudente

xv

de Moraes e a opinião emittida por Assis Brasil, a pedido da Commissão. Sobre este assumpto tivemo,'), então occasião de es- crever:

"Derrotada a corrente favoravel á representação pro- fissional, restava encontrar uma formula que tirasse á As- sembléa Nacional o caracter que se lhe pretendia dar, pelo seu numero e pela forma de representação, e, ao mesmo tempo,' encontrár o meio de estabelecer o equilíbrio poli- tico dos Estados membros da Federação, de forma a que se substituiss'e, com vantagens praticas, o Senado, como orgão de representação egualitaria dos Estados.

Foi attendendo a estas razões que apresentámos sub- stitutivo ao projecto Prudente de Moraes e que prevaleceu em principio, mesmo contra as emendas Antonio Carlos. Quer um, quer outro desses projectos, apezar das al- tas credenciaes dos seus autores, contrariavam, no entre- tanto, a tendencia para o parlamento pouco numeroso e, por iSso, mais efficiente e seleccionado, e, ao mesmo tempo, estabeleciam um regimen de grande pr~ponderancia dos grandes Estados, favorecendo a constituição de bancadas numerosas, que viriam suffocar a representação eleita pelas populações dos Estados pequenos e de pouco eleitorado.

Tivemos; então, opportunidade de justificar da se- guinte forma a emenda apresentada:

"Vencido na questão da representação de classes, soffre o meu voto, quanto á composição da Assembléa Nacional, restricções impostas pelas mesmas razões que justificaram o meu voto an- terior.

XV[

Effectivamente, si estou na corrente dos que não acreditam na efficacia d,os grandes par- lamentos e, na sinceridade da representação dire- cta, pelo suffragio universal, mórmente ell} um paiz como o nosso, de instrucção e educação ru- dimentares,' seda incoherente' sivoússe agora com a corrente vencedora. A lei (e com melhor razão a Coristituiçãó) é apenas o reconhecimento de lima s'ituação' de facto. Tornar-se-ia, portartto, nieta creação~',fóra da realidade; si pretendesse negar a' existencia de forças que a todo o momento se manife~tam, cla- mando pelo reconhecimento de seus'direitos.

Por esse e outros motivos, votei pela repre- sentação, quer das classes, cuja vitàlicIade 'laten~ te se manifesta no interesse que· tem h~:Vido na syndicalização, quer pela representaç'ãod~sagru- pamentos políticos crija existencia 'iiüiis'éutlvelé apenas um traço de união com o·pas~ado. " Assim pensando, seria incoherente si votas- se por uma representação política 'emmôldes Sll:p- postamente democraticos. '

.

,

.

'."

\

(I,

.

Dentro desse ponto de vista, acho:,

L

1.°, que a base da representaçãÓ' deve estar no eleitorado'e não na massa doS hã1>itarites' dó paiz, constituida em parte de estrangeiros e anal- phabetos;

, :

2.°,

que deve ser fix,ado ,Unt ,m'él~imo e mí-

nimo de representantes em ca4a ,cirçl,lmscripção

eleitoral.

XVII

As maiorias parlamentares nunca expnm1- ram maiorias de representados. citei aqui o ex'emplo referido pelo professor Duguit da lei sobre a separação da Igreja do Estado na Fran- ça,cujainiportanCía era incontestavel e que foi vota'c:lã por 341 deputados, representando me- nos da quarta parte do Corpo Eleitoral

 

"

E,

si quizermos fazer o mesmo calculo en-

tre

nós,

verificaremos

identico

phenomeno

em

leis de excepcional gravidade.

.Não. me deixo, por isso, levar PQr ficções 'que servem para illudir o povo, sempre sugges- -tionado por taes artificios.

O que proponho como solução mais ap-

-proximada da verdade, porque não tem intuito ,de illudir e porque assenta, antes de tudo, numa .fórmula convencional, é o seguinte:

1. ° Nenhuma circumscripção eleitoral (coincidindo com um Estado), poderá ter menos de tres e mais de 15 representantes.

base da representação será o

eleitorado.

3.° A circumscripção que eleger maior numero de representantes dará 15 e as de- mais darão proporcionalmente ao seu elei- torado, com o minimo de tres.

Este é o meu voto, caso prevaleça a repre-

2.°

A

E, com lima redu-

cção ao maximo de sete e minimo de dois, caso

sentação politica totalitaria.

XVJIl

seja afinal vencedora,

como espero,

perante

a

grande commissão, classes.

a idéa

de

representação

de-:

Creio ainda na victoria da revolução como> força renovadora de nossos habitos politicos e- creadora de um espirito social novo, que reco- nheça no trabalho e nas classes organizadas as. poucas reservas capazes de salvar o Brasil".

Inspirámo-nos, ao fixar a formula suggerida, na so- lução daçla pela Austria á sua antiga camara alta, na qual, para ass'egurar o relativo equilibrio político entre os Esta- dos, foi fixado o mínimo e o maximo da representação~ Foi contra essa limitação do minimo e do maximo· de representação que se insurgiram os impugnadores da emenda, invocando em seu favor o principio democratico infenso á limitação de um maximo de representantes.

Não procede a impugnação, porque a limitação se justifica exactamente por uma imposição de um principio. da democracia, que é o do justo equilibrio da represen- tação pelos diversos circulos eleitoraes da Federação.

. Já em seu livro Do Governo Presidencial da Repu-

blica, Assis Brasil preconisava essa limitação do minimo e do maximo, como meio de evitar o augmento do poder legislativo e para attender á desegualdade com que foi re-· partido o territorio nacional.

Já dizia em 1896 o eminente brasileiro:

"O que me diz o meu sentimento indivi- dual, guiado pela observação do modo por que

XIX

tem funccionado o nosso poder legislativo, é que o numero de que actualmente se compõe o nosso Congresso é um pouco excessivo. Eu votaria. para que não úvessemos, por emquanto, mais do·

que uns 150 representantes e para que, ainda quando a nossa população houvesse ganho gran- de expansão, o numero não fosse além de 200. Restaria a difficuldade relativa á proporcionali- dade entre os Estados: ha uns que são dez vezes mais povoados do que outros; mas o mal está antes na desegualdade com que foi repartido o territorio nacional, e btm se pode pensar no mo- do de equilibrar por uma divisão melhor as for-

ças e recursos de varios membros da federação. Se, porém, não se puder ou quizer fazer isso, na representação resumida encontra-se justamente o meio mais natural de attenuar a densidade da população: bastará para tanto limitar o maxi- mo, como já se limita o minimo da representa- ção, .ou, então, diminuir a porcentagem de re- presentantes actualmente estabelecida, conservan- do sempre o mesmo minimo que se exige", (Op.

cit., p.

207) .

Como se vê,

a idéa

não é nova

e parti0 de um

dos.

grandes batalhadores entre nós da

deira" .

"representação verda-

E foi a idéa de respeitar o regimen federativo dando, forma nova ao systema de representação que levou o gran-· de elaborador da Constituição da Austria á fórmula pro--

xx

porcional com minimo de dois e o maximo de tres repre- sentantes. Embora objecto de criticas, a fórmula adoptada at- tende, effectivamente, a uma concepção ,mais· moderna e mais de accordo com as novas tendencias ,do direito pu- blico, comquanto tenha ficado ferido o principio da de- mocracia pura, da representação numerica. Prevaleceu, po- rém, a feição pratica das modernas camaras. O que se teve em vista foi constituir um systema logico e efficiente, por- ,que de nada vale, cOmo diz muito bem Barthelemy, pa- rarmos na analyse do principio representativo si queremos apenas dar ás formas politicas uma solução pratica e justa. Em um paiz como o nosso, especialmente, o princi- pio da maioria pura tem sido a origem de grandes dissen- ções politicas, porque importa fatalmente na formação de hegemonias decorrentes da falta daquillo que já se cha- mou muito acertadamente entre nós de equipotencia politi- ca dos Estados. (E. Backeuser - Problemas do Brasil)". A Carta Constitucional de 1937 fixou o maXlmo

ln

10 e o minimo em tres proporcionalmente a popu:1a~

,ção de cada Estado.

O Conselho Federal creado pelo artigo 50 da Con- ,stituição compõe-se dos representantes dos Estados (dous .por Estado) e· de dez membros nomeados pelo Presidente da Republica que se tenham distinguido pela sua cultura ,e actividade no campo da producção. A sua competencia comprehende especialmente àquel- las questões que interessam o commercio internacional, tratados e convenções bem como alguns assumptos de in- teresse nacional, e a approvação de certos actos do Go- .verno, como a nomeação de determinados funccionarios.

xxr-

o conselho Federal tem, como se vê, uma composi- ção mixta; não preside á sua organização nenhum crite- rio seguro, isto é, rtão obedece nem ao principio rigorosa- mente electivo, nem se constitue com representantes de li- vre nomeação do Presidente da Republica, obedece antes a um processo de selecção politica e de capacidades que col- laboram na elaboração de certas leis que representam maior interesse politico e commercial.

Constitue o Conselho Federal uma das innovações do novo systema constitucional creado pela Carta de 10 de- Novembro.

A nova technica legislativa figura tambem como uma das creações. mais interessantes da nova Carta, mas que -exige, na sua applicação, um grande senso juridico e uma concepção "actual" da technica juridica.

Diz o artigo 11: A lei quando de inicia- tiva do Parlamento, limitar-se-á a regular, de modo geral, dispondo apenas sobre a substancia e os princípios, a materia que constitue o seu objecto. O Poder exe,cutivo expedirá os regula- mentos complementares.

Firmou-se ahi a funcção puramente normativa

do·

Parlamento que deve fixar apenas os principios geraes, as directivas, a substancia, o conteúdo material das leis, deí- . xando ao poder executivo a sua regulamentação a parte

formal, adjectiva da norma legal.

-. Sobre essa technica legislativa trataremos neste vo- lume no capitulo relativo ao direito costumeiro, e remet·- temos ao volume primeiro pago 291e segs.

XXII

PODER EXECUTIVO

q capitulo central da Carta de 1937 é aquelle que

Em todos os pass.os do texto

~onstitucional, encontra-se a sua influencia. Na composição do Parlamento, intervem. nomeando .alguns m~mbros do Conselho Federal, na elaboração le- gislativa como a iniciativa das leis e no exercicio das dele- :gações legislativas, finalmente no sector politico e admi- nistrativo indicando candidato a eleição presidencial, cen- tralizando e coordenando a administração federal e orien- tando as actividades legislativas.

Dentro dessa complexidade de funcções é que se mo- vimenta toda a actividade do Presidente da Republica. Por isso mesmo diz o artigo 73:

trata do poder executivo.

"O presidente da Republica, autoridade su- prema do Estado, coordena a actividade dos or- gãos representativos, de cargo superior, dirige a politica interna e externa, e promove ou orienta a politica legislativa de interesse nacional, e supe- rintende a administrativa do paiz".

São essas as linhas geraes que determinam a perso- nalidade do Presidente da Republica na esphera que in- teressa ao direito administrativo.

Além das funcções geraes attribuidas pela Consti- tuição ao Presidente da Republica e que estudamos no volume primeiro pago 263 e seguintes, que soffreram pe- 'quena alteração, releva notar principalmente aquella que diz com a expedição de decretos-leis.

Outra con-

:quista da Carta de 1937 foi a permissão dada ao ParIa-

Delegação legislativa -

decretos-leis -

XXIII

:mento de delegar ao poder executivo o exerC1ClO de suas funcções legislativas, por meio de decretos-leis. Essa questão foi largamente examinada no primeiro -volume, onde fizemos o estudo da experiencia dos povos .que nos antecederam nessa pratica de· grande utilidade. (pags. 380 a 400). A nossa Carta Constitucional não adoptou nenhum .systema rigido de approvação dos decretos-leis expedidos ode conformidade com o artigo 12, pois que deixou ao Par- lamento a faculdade de fixar as condições e os limites do .exercicio da funcção delegada.

. Prevê tambem a necessidade da exp~dição de decretos- leis independentemente de autorização legislativa, como funcção especifica do poder executivo. Neste caso, depen- .de a sua appiovação da audiencÍa do Conselho de Econo- :mia Nacional.

O artigo 13 da Constituição, no entretanto, limita

,o exercício dessa funcção excluindo certo numero de ma- ·terias que constituem a essencia da funcção legislativa e -que só podem ser exercidas pelo poder executivo, por de-

,

legação do legislativo.

O capitulo relativo aos decretos-leis e' ás delegações

legislativas é um dos mais impor~antes da nova Carta 'Constitucional; a sua inclusão no texto de 1934 teria cer- tamente evitado crises e difficuldades que acarretam sem- pre a inercia e inefficiencia dos Parlamentos.

Quanto á responsabilidade do Presidente da Repu- .blica deve-se observar que a nova Carta attribuio ao Con- :selho Federal competencia para o seu processo e julga- -mento, depois de declarada a procedencia da accusação ~pela Camara dos Deputados (art. 86).

XX.IV

MINISTROS DE ESTADO

Pouca alteração soffreu o antigo' texto Constitucio- nal neste capitulo. Quer quanto a forma de nomeação quer quanto á responsabilidad·e, e comparecimento á Ca-· mara, ficaram os mesmos principios fundamentaes, salvo a redacção e a responsabilidade do Ministro, pelo não com- parecimento quando convocado pela' Camara. Com relação á suacompetencia, seguio o novo tex-- to processo mais synthetico, deixando de consignar a dis-· criminação das funcções att~ibuidas aos Ministros de Es- tado; a verdade é que ellas decorrem da lei e da natureza de suas attribuições.

OONSELHO DA ECONOMIA NACIONAL

A Carta de

1937, substituio os antigos Conselhos'

technicos a que se referia o texto de 1934 por u:t;l1a orga-

nização de base corporativa e de caracter eminentemente

Consultivo,

denominada

cional.

Conselho da Economi~.>Na-

• " ;'~f.

'

-

O Conselho tem numerosas attribuiçç~ no artigo-

com, a,

organização corporativa da economia nacional e outras, questões intimamente ligadas á economia e .a.o Trabalho. As activid;:tdes do Conselho desdobram-se pelos di- versos Conselhos technicos permanentes cujo valor é mui- to grande nós estudos gas questões de natureza adminis- trativa e economica. Reportamo-nos ao que dissemos nas' pags. 499 e seguintes do primeiro volume., Não estando ainda organizado o Conselho e tratall-· do-se de um orgão que interessa mais directamente á es-·

61, entre as quaes releva salientar aquella ,que diz

xxv

tructura política e social do paiz, deixamos aqui apenas essas referendas.

DO TRIBUNAL DE

CONTAS

o Tribunal de Contas foi mantido pelo novo tex- to, conservando-se em principio as mesmas funcções g€- raes que lhe attribuia o antigo texto Constitucional; aqui como em numerosos casos, deixou a Constituição á lei or- dinaria a determinação das normas a que deve obedecer a sua organização. Ficou porém, bem explicito no artigo 144 que ao mesmo Tribunal caberá:

a) a fiscalização da execução orçamentaria;

b) julgar as contas dos responsaveis;

c) examinar a legalidade dos contractos celebrados

pela União. Será esta a opportunidade para definir mais explici- tamente as funcções daqueUe orgão e conceder-lhe uma efficiencia que até agora não conhece.u. Um decreto lei fixou as normas transitorias pelas quaes se deve orientar o Tribunal emquanto não for ex- pedido o decreto a que se refere o texto Constitucional.

FUNCÇÃO JURISDICCIONAL

Dentro desse capitulo incluio o antigo texto de 1934. não sómente a funcção jurisdiccional ordinaria, consti- tuida pdos tribunaes communs, mas tambem a Justiça eleitoral, e a Justiça- militar; o texto actual supprimio a

XXiVI

Justiça €l·eitoral e constituio a Justiça ordinaria, sob uma forma unitaria construi da dentro de um plano estadoal, isto é, attribuindo ás Justiças dos Estados o conhecimento de todas as causas inclusive aquellas em que a União for autora, ré,' assistente ou oppoente. A dualidade só se verifica em segunda instancia pela competencia deferida ao Supremo Tribunal Federal para conhecer desses ultimos feitos. Seria, no entretanto, preferivel que essa unidade fos- se construi da sob plano nacional, supprimindo-se a duali- (' dade de jurisdicção e, consequentemente, as organizações judiciarias de caracter puramente estadoal. Em todo o caso, cabe á lei Federal d"etermiriar os li- mites da competencia dos Estados. desde que a lei proces- sual não encontra limites doutrinarios outros que não aquelle determinado pela propria lei federal. Não comprehendemos, porém, como possa ter a uni- dade de Justiça uma expressão Nacional desde que fique attribuida aos Estadoscompetencia para nomear os Juizes e que tenha a União de comparecer perante Juizes cujos cargos foram providos pelos Estados. Este foi, porém, o systema adoptado, systema pre- conizado, aliás, por eminentes m~stres como Arthur Ri- beiro, Costa Manso e tantos outros. Sómente a pratica poderá dizer do seu valor. Em consequencia, ficou sem execução o que dispu- nha o artigo 79 da Constituição de 1934 qu~ mandava prover á organização de um Tribunal para conhecer das causas fundadas no Direito adminiStrativo em que a União fOSse parte. O que á respeito dissemos no volume primeiro serve de subsidiá doutrinario para o estudo da jurisdicção administrativamtre nós.

XXVII

Certos pontos de vista doutrina rios constituem sub- sidio importante na formação do direito publico, cujo

valor sómente pela experiencia pode.-se realmente aquila- tar. Estamos certos de que em materia de jurisdicção ad- ministrativa temos de nos orientar por um rumo novo que

os in tcresses da administra-

ção pela boa applicação das normas de direito publico e pelo julgamento com melhor conhecimento do direito ad ministrativo.

permi tta satisfazer melho r J

FUNCÇÕES

DO

ESTAOO

Na terceira e ultima parte do. Primeiro Volume es- tudamos o Estado em seu funccionamento, no exercicio de algumas de suas funcções essenciaes; a Instrucção, a Saude, a assisiencia social, a Defeza Nacional, a Ordem Economica, a funcção tributaria. Os quadros dentro dos quaes deve-se desenvolver a actividade do Estado não foram alterados senão em parti- -cularidades secundarias facilmente retificadas de accordo com as disposições Constitucionaes. O Estado não alterou as suas tendencias essenciaes, nem retrogradou nas conquistas consagradas pela Consti-

tuição de 16 de

mente nos Capitulos proprios reguladores ·da Ordem Po- litica, Economica, Educação, etc. Obedeceu, porém, a uma technica nova, menos ca- :suistica, mais normativa, deixando á legislação ordinaria

{) encargo de orientar o poder publico na realização dos fins para os quaes foi o Estado organizado. Deve-se, porém, notar que a instrucção publica su- perior orientou-se m~is no sentido da liberdade, perdendo

Julho.

.Foram ellas ratificadas solemne-

XXVIII

um pouco da rigidez inherente á sua subordinação ao of- fialismo que orientava a sua organização sob o regimen da Constituição de 1934. São essas em linhas geraes as rectificações a serem fei- tas ao que dissemos no volume primeiro desta obra. O fim deste trabalho consiste povém, menos no com- mentario do dir·eito constituido. do que no exame das gran, des instituições de direito àdministtativo e, da sua evolu- ção historica.

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INDICE

TITULO

I

Do Direito Administra tivo

OAPl'DUILO I -

Noção de Direito Administrativo

Noção do Direito Administrativo -

Diversas Theorias -

Laferriére, V;on Stein, Hauriou, Presutti, Cino Vitta,· D'Ales-

sio,

Good-

Ranelettri,

Otto

May.er,

Uruguay,

Fritz

Fleiner,

now, Roger Bonnard -

A Noção do Serviço Publico

3

OA!P.ITUiLO TI -

Direito Publico e Diréito Privado

 

Direito Publico e Direito Privado - Sua Divisão T'ra- dicioT1J.al - Sua Critica - Coviello, Thon, Hans Kelsen, Jelli- nek, Fritz Fleiner

11

CAlPI'DULO Iil -

A Codificação do Direito Administrativo

A

Codific.ação do Direito Administrativo -

O Proble11Ul

das Codificações -

A

Savigny, Puchta,

Niebhur -

Tentativas

Escola Historica - para a Codificação

do Direito

Admi-

nistrativo -

As Diversas Correntes

 

15

CAlPITUlLO -

IV

-

Relaç&s do Direito Administrativo com os diversos ramos do Direito

Relaç(jes do Direito Administrativo com os Diversos Ra- mos do Direito - Com o Direito Constitucional - Com o

Direito InterrtaOÍonal - Com o Direito Civil - Com o Di- reik Penal - Direito Financeiro - Direito Penal Admi-

nistrat7.vo - Arturo Rocca e Sylvio Longhi

caes e Penas Criminaes - Multas e Sancções Administrati-

vas - Sua Natureza - DoutJrina e Jurisprudencia - Re- gulamentos Administrativos

Penas Fis-

19

xxx

<JAiR[TULO V -

Direito Disciplinar

Direito Disciplin/lff -

Pena

Noção -

ciplinar -

Administ1-ativa -

CAlPI'IlULO VII -

Direito financeiro -

Elementos -

Diversas

Pena Dis-

Theorias

Direito Fiscal

Direito Fiscal -

racteres- Autonomia - ministrativo - Taxas -

Noções -

Ca-

Suas Relações com o Direito Ad- -

Definições

Sua

Definições diversas -

Caracteres -

38

Distirwção dos

Impostos

-

Definições Diversas - Bitribu-

 

tação -

Conceito -

Na

Ordem Interna e Internacional

40

OAJBI'DULO VIII -

Direito costumeiro e praXies administmtivas

Direito

Costumeiro

Praxes

Adnninistrativas

-

Deci-

Sões e Jurisprudencia -

e Os Precedentes Administrativos. "

CAlPI'l1ULO \nm: -

Estatistica -

Relações com o Direito Ad~

ministrativo

Estatistica -

Relações

com o DVreito Ad1ninistrativo -

O Instituto Nacional de Estatística e a Sua OrgawisOlÇão

TITULO

II

61

Dos Actos Administra tivos

OAPITULO I -

Actos administrativos

Actos Administrativos - Theoria Geral - Actos e Fa- ctos Administrativos - Definições - Actos Unilateraes, Bi- lateraes e Complexos - Jellinek - Convenções e Accordos Administrativos - A intervenção da vontade dos particulares no acto administrativo

'11

OAiPlTULO II -

Collltractos administrativos - ridica

NatlU'eza ju-

Contractos administrativos

-

Natureza juridica -

Theo-

rias de Duguit, HauriQU. Jeze, Otto Mayer, Ftl'itz Fleiner -'

 

Outras

Theorias -

A

Jurisprudencia dos

nossos Tribunaes

92

XXXI

CAPITULO IH -

Modalidades dos Actos administrativos

Condições de Validade dos Actos Administrativos -

Re-

A Clausula

vogação e Annullação do Acto A.dministrativo -

de Imprevisão -

 

Theoria Geral -

 

Sua applicação ao Direito

 

Admirúsh"ativo

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o

102

CAPiTULO IV -

Contractos de obras publicas

 

Natureza do contracto - Sua comprehensão entre os con-

 

tractos administrativos - Seus fins - ezecução de serviços

publicos -

fins

de utilidade

 

publica '-

 

Diversas theorias -

 

Velasco - Jeze L- Differentes modalidades - Empreitada

 

- Administração cont1°actada - Fornecimento de Materiaes

- Concurrencia Publica

 

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o

113

CAPITLLO V -

Emprestimos publicos

 

Emprestimos

publicos -

 

Natureza

 

-

Diversa8

 

theorias

 

-

Como differem d08 contractos de direito privado -

 

Quaes

Os

elementos

que

caracterisam os empre8timos publico8 e a8

consequencias

desses

principios

 

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o

128

CAPITULO VI -

Actos discricionarios

 
 

Actos discricionarios -

Actos

 

políticos -

 

Actos de

im-

 

perio

e

actos' de

gestão

o

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o

14{)

CAPITULO ViII -

.Poder de policia.

Definição

Diversas

theorias

-

Manifestações

-

A

- permissão ou autorização

o

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o

0'0

o

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o

o

o

153

CAPITULO VIiI! -

Policia Sanitaria

Natureza -

Finalidade -

 

Ezterna e interna -

 

Defeza

sanitaria maritima,

aerea -

 

Generos

alilnenticios -

 

Mole8-

tias

transmissiveis -

Defeza

 

sanitaria

vegetal

 

e

animal

-

Policia

aduaneira

o

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o

o

o

163

CAPI'llULO IX -

Policia de costumes

 

Policia

de

costumes -

Natureza

-

 

Meios

 

Preventivos

-

Alcoolismo -

Entorpecentes :- Jogo - -

Prostituição

dicancia-

Vagabundagem

Loterias '-

Men-

176

 

o

o

o

o

o

o

o

o

o

o

o

o

o

o

o

XXXII

CJ1\JBI'TIULO X -

Policia de Profissões

Liberdade de Profissões -

Garantias e restricções con-

stitucionaes -

Condições de capacidade -

Dentistas,

Policia do Trabalho -

clinicos,

Profissões liberaes -

Re.gulamentação -

Systemas -

engenheiros, advogados .-

medicos,

Com-

mercio e I ndustria

 

188

OAPITULO XI -

Policia de Associações

 
 

Policia de Associações -

Natureza -

Diversas especies

 

Regulamentação do exercicio da liberdade de associação, de reunião, de agrupamento - Associações religiosas ~ Liber-

-

dadade de pensamento -

Liberdade de Imprensa -

Censura

de

Imprensa,

telegraphica,

posal,

theatral,

cinematographica

204

CAPI'l1ULO)GII -

Policia urbana

 

Policia urbana -

Trafego -. Limitações a circulação -

 

Vehiculos -

Seus ,condu()t01'es -

Condições de capacidade

223

CAJPlTUlJO Xln -

Policia de construcções

 
 

Policia de construcções -

Restrições de ordem esthetica,

 

hygienica, economica, e de segurança -

Acção discricionaria

e a sua feição technica -

Relatividade das normas

 

2314

CAPITULO XJiV -

Policia de extrangeiros

 
 

Entradas de extrangeiros -

I mmigrantes e não immigran-

 

tes

-

O proble111.i(J, da immigração e as restricções constitucio-

naes

-

Entrada,

naturalisação

e

e'.J)pulsão

de

extrangeiros

245

TITULO IH

Do Serviço Publico

OAiP.I'IYULO I -

Do Serviço Publico

Do Serviço Publico -

Noções geraes -'- Theorias diver-

sa.s - Gaston Jeze. Dnguit, Berthelemy - Presutti e os

autores

improprios - A theoria sustentada pOr Odilon de Andrade e

Serviços Publioos proprios e

italianos

-

Bielsa -

xxxnr

a

dq~ publicos -:

sua critica -

lUzes

Quaes os serviços que devem ser considera- -

Serviços

Uti-

de utilidade publica

d'Utilité

Publique

Public

Établzssements

CAlPIlTULO II -

Nacionalização

257

JjJstatisação

cipalisação -

- Distincções e caracteristicos -

-

Socialisaçiio

Nacionalisação

-

Muni-

Administração

directa pelo Esta4,o -

Repartições Publicas -

Serviços au-

tonom08 -

cessões

Subvencionados -

O

Estado

CAlPl'D1JjLÓ TIl -

O Estado Accionista

O Estado

accionista -

Regimen da

accionista -

Con-

economia

mixta

272

Modalidades

diversas

-

Bancos,

em prezas

industriaes,

etc.

285

CAlPlTULO IV -

Emprezas Subvencionadas

Regimen

das

Subvenções -

Garantia

de

juros

-

Au-

xilio ás instituições

e emprezas

particulares

293

CAiPlIWLO V -

Concessões de Serviço Publico

Concessão

de

Serviços

Publicos

-

Execução

-

Natu-

 

- Distincções - Diversas Theorias - -

reza

Juridica

-

Autorisação

contractual

ou

permissão

Theoria

Contracto

terál

Theoria

e

de

do

conce8são

-

acto

Direito

unila-

Pri-

vadO -

Contracto

de Direito Publico -

Acto

Unilateral -

Detalhes

Doutrinarias

300

OAlPITULO VII -

Fiscalização da Execução dos Serviços Pu-

blicos Concedidos

Fi8ca~isação dos Serviços PUBlicos Concedidos h- -

Power

Commission

do

Direito

Americano

Fe-

Fixação

A

deral

de

Tarifas

e

os

diversos

criterios

legaes

e

financeiro8

-

Custo

Historico

e

Custo

Actual -

Criterio

Technico,

mercial e Economico que dev.em presidir á Fiscalisação

OAPI'l1ULO VII -

Revisão de Contractos e Concessões

Revisão

A

de

coritractos e concessões -

Constituição

Natureza regula-

Criterios di-

Criterio

mentar das concessões -

versos -

Fixação de tarifas -

e

o

Codigo

de

a{Juas

-

legal

entre

nós

320

331

XXXIV

OAPI'IIDLO VIH'I -

Tarifas

- custo aatual - A justa remuneração do capital e os melho- -

ramentos

e

Fixação

do

de

tarifas

(continuação)

Competencia

do

Custo

poder

historico

serviço -

judiciario

As "commissions" do direito americano

QA\PJ'DULO IX -

Clausula Ouro

349

Clausula ouro L- e os oontractos de concessão de servi-

ços publicos - A extincção do curso forçado e a sua influen- oia sobre os contractos em ourso - Os decretos do Governo Provisorio de 1933 - A Jurisprudencia dos Tribunaes Ame-

ricanos e da Côrte Internacional de Haya

 

,

'.,

358

OAJPI'DULO X -

Terminação ou Extincção da Concessão

 

Terminação

das

concessões

-

Reversão

-

Resgate

 

Encampação

Renuncia

-

-

Caducidade

-

 

Rescisiio

-

Revogação

FallenCÜL

 

372

CAiPIrotLO XI -

Isenções de Sellos e outros Impostos

 

Emlprezas

concessionarias

-

Isenções

fis&us

-

Privi-

leghos

exotusivos

'

384

OAlPlTULO )Qll -

Correios e Telegraphos

 

Correios e telegraphos - Monopolio do 1fJstado - Co,m- petencia da União - Tarifas - Responsabilidade - Tele- graphos - Sua exploração - Regimens diversos - Tele- grapho submarino - Radiocommunicação - Diversos syste- mas - Contrôle do Estado - Regimen de concessão

399

CAlPITUlLO XIII -

Estradas de Ferro

Estradas de

-

T'I"amways

ferro -

Seu historico -

Diversas especies

Diversos

regimens

vigentes

no

Brasil

-

Tarifas de

estradas de

ferro -

Diversas especies -

Fisca-

lização -

Contadoria

Central de

Tramsportes -

Inspectoria

Federal de Estradas -

OAlRI'IlULO XIV -

Portos

Policia ferroviaria

,

415

Portos - Concessões para Construcção e Exploração de Fortos """'7" Administração - Fiscalisação - Departamento

Nacional de

Portos e de Navegação

432

xxxv

TITULO

IV

Dos

bens

CAiPl'DULO I -

Divisão de bens

Dos

bens -

Diversas

especies

de

bens -

Bens domi-

nicaes - Bens patrimoniaes - Bens moveis e immoveÍB -

Bens publicos - Inalienabil~dade - Imrpenhorabilidade -

Imprescriptibilidade -

Usocapião dos bens pu,blicos

 

439

0Alffi'TIU[,() liI<- Bens da União, dos Estados e dos Municipios

Bens

da

União

dos

Estados

-

dos

Municipios

-

Discriminação -

- Sua difficuldade -

A Cons-

tituição -

A Doutrina - -

O Codigo de Contabilidade Publica

Inventario

dos Bens da União

 

456

OAJPI'UULO III <~ Dos bens de uso commum

 

Dos bens de uso commum -

Uso commum -

Natureza

 

- DiverSUtS theorias -

Uso privativo da cousa publica

OAiffi'DUDO IV -

Mares, Aguas territoriaes

- Golfos e Bahias - Rios Nacionaes -

tados e dos Municipios ~ Propriedade das aguas publicas

Mares

Aguas

territoriaes

-

Lagos

e Lagôas

Rios Publicos -

Dominio

maritimo

Aguas Publicas -

- Rios da União, dos Es-

C~O V -

Uso commum, especial e patrimonial

464

471

Bens de uso commum (continuação) Ruas, praças, logra- dmuros --:- Bens de uso especial - Natureza - Destino - Edificios 6.- Fortalezas - Estabelecimentos militares - Ce- miterios - Bem patrimoniaes - Natureza Categorias - Es-

trat:laf! ~e ferro -

~erras devolutas -

A

lei

de

1850 -

As

Constztuiçoes

'f"epubhcanas

 

487

OA!PllT.UlLO w -.:. Terrenos de marinha

Terrenos

de

Marinha

Definição

-

Historico

-

A

quem pertenoem -

- Diversas theorias -

A

nossa legislação

 

a respeito - A situação das Municipalidades - Os aocres-

XXXVI

cidos de 'fIUlrinha L- Taxas de occllpação - Servidão publica nas margens dos rios navegaveis - Terrenos de Man~ _

Processo

de

aforO/lnento

••

••

,

600

OAPITULO VII -

Servidão publica

ServidikJ publica - Noção - Servidão á mm-gem das es-

tradas de fe-rro e de rodagem - Servidão militar - Terre-

nos de FroThteira -

Servidão em torno dos aeroportos

519

OAiPITUlLO VIU -

Regimen das florestas

Florestas -

Regimen florestal ~ Codigo florestal >- Le- -

florestas

Regimen

administrativo

gislação -

Policia das

530

CAlBITULO IX -

Minas

Minas, seu regimen - Systema fondiario - Systema do-

minical -

Syst6'flUl da occupação - Systema das concessões

-

A

Constituição -

O Codigo de Minas -

JazUlas e MinaJJ

-

Pesquizas -

Concessões -

Registro

53'6

CAiPlIT'1JLO X -

Caça e pesca

Caça

e

pesca -

Regimen do Co digo Civil -

Naoionali-

zação da Pesca - de

caça e pesca -

Pesca marítima e pesca interior - Entrepostos de pesca

Codigo

553

OAiPI1.1UDO

XI -.:. Prindpios

communs

a

todas

as

aguas

publicas

Aguas -

Regim~ de Aguas -

Aguas publicas e Par-

ticulares .-

!proveita'!lento

Hydro

Electrico. -

Concessões

-

Flscallzaçao -

Tarifas

561

C.AlWTULO XII -

Desapropriação

Desapropriação -

Quem

Seu

pode desapropriar -

Utilidade

na Legis-

e necesidade publica -

conceito na Doutrina.

lação e na Jurisprudencia -

Indemmização -

Criferio legal

-

Requisições

567

TITULO

V

XXXVJI

Dos

Funccionarios

Pu blicos

CAiRITULO I -

FUneeionario e Empregado Publico

Publico.

- Jiluncção H ono.raria - Natureza da relação entre o. func- clonario ,e 0.' Estado - Diversas Theorias - Co.ntracto. de Prestação de Serviço. - Co.ntracto. ITTmominado. - Contracto. de Adhesão. - Mandato. - Theoria E8tatutaria ~ Estatuto dos Jilunccio.nario.s Publicos - Tentativas e Pro.jecto.s - A Constituição de 1934 - Funocio.narios de Facto. - Sua No- ção ---' Validade dos Actos por elles praticados

FunccWnario

e

Empregado

Publico

-

Serviço.

C.A;PlI'TIULO II -

Provimento dos cargos publicos

Provimento. do.s Cargo.s Pu,blico.s L- A Nomeação - A Eleição. - O Sorteio - O Co.nccrso C01'l'/JO Principio Consti-

tucio.nal -

vice

ganisação. das Mesas Examinadoras - Classificação. de Pro-

Cinco Poderes - A Or-

O SysterruL Inglez e a Organisação do. Public Ser-

:

A

Constituição Chineza dos

583

vas

-

Concurso de Título.s - Na<Yionalidade -

Idade

-

Sexo -

Exames de Sanidade

600

QAPtI'.DUILO lU ~ E~tabilidade dos Funccionarios Publicos

Estabilidade dos Jilunc<Yionario.s Publicos - Funcciona- rio.s Vitalicio.s - Demi8são. em Virtude de Sentença Judicial, ou Pro.cesso. A&ministrativo L- Demissão ad nutum - Clau- sula Bem Servir - li'unccio.nario.s Interinos e em Co.mmis- siio - Sua Nomeação -' Seus Provento.s - Sua Estabili- dade - Das Sub8tituições - Jornaleiros, Diaristas, Con- tractado.s

CAPITULO IV -

Remoção

Remoção

-

Inamovibilidade

COmo.

Garantia

Co.nstitucio-

629

nal -

Dispo.nibilidade -

Supressão do Cargo

651

O.A'BI'l1ULO V. -

~c~umulação Remunerada

 

Accum,ulação.

Remunerada

-

Historico.

-

A

Tradição

 

- . nossas Leis - A Jurisprudencia do.s Tribunaes as Praxes 'Administrativas

As

00

nosso

Direito.

-

As

Constituições

Re1fUblicanas

657

XXXVIII

OAlPlTUJLO V<I -

Fiança

Finança -

Quaes os Funccionarios Obrigados -'- Garan-

tias de Gestão e Administração dos Dinheiros Publicos - Sequestro dos Bens dos Responsaveis - Penas Disciplinares

 

Processo Administrativo ,- Prisão Administrativa - Res- ponsabilidade dos Funccionarios

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CAPITULO V1I -

Aposentadoria

 
 

Aposentadoria -

Invalidez

Compulsoria - Volunta-

 
 

ria - Montepio - Direito ao Montepio."-. Reversão '-- Le-

gislação -

Instituto de previdencia

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CAIPlTULO VIII -

 

Da responsabilidade dos funeeionarios

 
 

Responsabilidade civil dos funccionarios - Diver8as theo, rias - Responsabilidade disciplinar - Responsabilidade cri- minal - Processo administrativo - Responsabilidade civil - Solidariedade com o Estado - Acção regressiva - Jurispru- dencia

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707

 

TITULO VI

 

'Do

 

Contencioso

Admi nistrativo

 

CAiPI'DU1LO I -

o Contencioso no Regimen Imperial

 

O

Contencioso no Regimen Imperial - Uruguay ,- Tri

 
 

bunaes do Thesou1 o o - Competencia - Conselho de Estado

no Brasil -

 

Sua Organisação

,

Transformações -

Reforma

-

O Acto

Addicional - A Lei de 1842 '- Compentecia do

Conselho de Estado -

Pimenta Hueno

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aAtPlI'DULO II -

A Administração julgando seuspro'prios aetos

sa

A

Administração julgando os seus proprios acios - Biel- -

O

Tribunal

Admini"trativo

do

Artigo

79

da

Meucci

Constituição

 

de 1994

-

O Tribunal Marítimo Administrativo

742'

OAPlITULO IH -

Noção do Contencioso Administrativo

 
 

Noção do cohtencioso administrativ.o - Sentido formal. e

 

material -

:

A 7urisdicção àdmrnf.sirativa e os tri'blinàes admi-

nistrátivos '-'- Diversos systemas

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XXXIX

OAiPI'ITULO IV -

Systema judicial

Systema Judicial - Sua Origem no Direito Anglo-Saxo- nico- O Systema Belga - O Habeas-Corpus - A Acção Swmmaria Especial '-- Os Interdictos - O Mandado de Se- gurançr: -=- Execu.tivos Fiscaes - Privilegios da Fazenda - Prescrlpçao

CAPI1JULO V -

Dos recursos administrativos

Os Recursos Administrativos -

O Rerurso

Hierarchico,

756

e as Instancias Collectivas - Conselho de Contribuintes - Sua Organisação e Competencia - Conselho Nacional do Tra-" balho - Conselho de Recurso da Propriedade Industrial 770

CAPl'rULO VI -

Conselhos

Conselhos (conthzuação) - Conselhos technicos - Con- selhos oonsultivos - Conselhos administrativos - Conselho Conselho do Almirantado ~ Conselho Nacional de Educação - Conselho F.lorqstal - Conselho de Caça e Pesca - Con- Outros Conselhos de menor importancia

CAlPITULO WI -

Perempção e reconsideração

Recursos Administrativos - Do Pedido de Reconsideração --

rempção

dos Recursos

Da Sciencia da Decisão -

Da Causa Julgada -

Pe-

AlPENJDICE:

Parecer

777

78'3

791

TITULO

I

Do Direito Administra tivo

OAPI1TtJ[.,O I -

Noção de Direito Administrativo

Noção do Direito Administrativo -

Diversas Theorias -

Laferriére, Von Stein, Hauriou, Presutti, Cino Vitta, D'Ales-

sio, Ranelettri, Otto Mayer, Uruguay, Fritz Fleiner, Good- now, Roger Bonnard - A Noção do Serviço Publico.

OAlPJTULO II -

Direito Publico e Direito Privado

Direito . dicional -

Publico

e Direito Privado -

Sua Divisão Tra-

Coviello, Thon, Hans Kelsen, Jelli.-

Sua Critica -

nek, F1'itz Fleine'r.

CA\PrTIULO III -

A Codificação do Direito Administrativo

A

Codificação do

A

Direito Administrativo -

Escola Historica -

para a Codificação

Correntes.

do

O Problema

&UVigny, Puchta,

Admi-

das

Niebhur -

nistrativo -

Codificações -

Tentativas

As

Direito

Diversas

CAjBI'DULO -

Relações do Direito Administrativo com os diversos ramos do Direito

Relações do Direito Administrativo COm os Diversos Ra- mos do Direito - Com o Direito Constitucional - Com o Direito Internacional - Com o Direito Civü - Com o Di- rei&J Penal - Direito Financeiro - Direito Penal Admi- nistratlvo - Arturo Rocca e Sylvio Longhi oi- Penas Fis- caes e Penas Criminaes - Multas e Sancções Administrati- vas - Sua Natureza - Doutrina e Jurisprudencia - Re- gulamentos Administrativos.

IV

-

2

THEMISTOCLES BRANDÃO CAVALCANTI

OAPITULO V _

Direito Disciplinar

Direito DisciplinOlr -

ciplinar -

- Pena Administrativa -

Noção

Elementos -

Pena