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RESPONSABILIDADE INTRANSFERÍVEL

Textos: Dt. 6.7,20,21; Pv. 3.1,2; 23.13; 22.6

INTRODUÇÃO

Existem funções que não devemos (até podemos) delegar a outras pessoas.
Como pais, somos responsáveis diretos pela formação dos filhos.
Onde buscaremos a qualificação para a tarefa?
A Bíblia traz diversos conselhos de sabedoria para a boa formação dos filhos.
Se a responsabilidade é intransferível, em quais áreas na formação dos filhos os pais
devem atuar com empenho?

I – NA RESPONSABILIDADE COM O ENSINO

1. O ensino da Palavra. Fica claro que Deus estava dirigindo-se a um grupo de


pessoas comprometidas com a Sua Palavra.
2. A ordem quanto a Palavra era: “Tu as inculcarás a teus filhos”. Dt. 6.4-7
3. Lembrança da atuação de Deus na vida do povo: “Quando eu filho no
futuro...(Dt.6.20,21).
4. Caminhando sob promessa: “Aumentarão os teus dias...” (Pv.3.1,2).

II – NA RESPONSABILIDADE COM A DISCIPLINA.

O que significa disciplina? Regime de ordem imposta ou livremente consentida.


Ensino, educação, instrução (Aurélio)
1. A disciplina formativa. Aquela que conduz ao aprendizado, conhecimento e
maturidade. Temos como exemplo Pv. 22.6 “Ensina a criança no caminho
em que deve andar”. Os pais, primeiramente, são responsáveis pela
formação de seus filhos.
2. A disciplina corretiva. Aquela que ajusta procedimentos. Faz voltar a um
caminho correto, de retidão. (Ler Hebreus 12.4-8). Os pais não podem
eximir-se. “Não retires da criança a disciplina, pois se a fustigares com a
vara, não morrerás” (Pv.23.13). Se não houver disciplina, o futuro será
perverso (v.14).
3. A disciplina cirúrgica. Alguns pais aplicam a disciplina cirúrgica assim:
Você não é mais meu filho (a); Você perdeu parte da herança, etc. Na igreja,
é o último estágio da disciplina (Mt. 18.17; 25.41).

III – NA RESPONSABILIDADE COM A CONDUTA.

A melhor herança é a melhor conduta. Conduta é a forma de conduzir-se, de


proceder.
No caso do pai crente, levar os filhos a terem um bom procedimento. Mas como se
consegue isso ?
1. A Bíblia dá a sua indicação: “Ensina a criança o caminho que deve andar, e
ainda quando for velho não se desviará dele (Pv.22.6). Ainda velho, conserva
a boa conduta.
2. Alguém discorrendo sobre conduta disse: “Somos assim porque nosso pai
nos ensinou assim”. No caso, ele discorria sobre bons procedimentos.
3. Havia uma preocupação com a boa conduta em Paulo:”Não vos enganeis: as
más conversações corrompem os bons costumes” (1 Cor. 15.33). A palavra
costume é ethos, que se trata da moral. Também da ética.
4. A família, a igreja, a sociedade, precisam de pessoas que saibam bem se
conduzir.
5. Os pais precisam imprimir nos seus filhos a boa conduta.
IV- NA RESPONSABILIDADE COM O TEMOR A DEUS.

1. Uma boa formação é claramente observada onde se vê o temor a Deus.


2. A sabedoria, como personificada diz: “O temor do Senhor consiste em
aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho, e a boca
perversa, eu os aborreço” (Pv. 8.13).
3. O temor do Senhor está no conhecimento das Escrituras; os pais têm que
disponibilizá-la aos filhos.
4. Através da nossa vida cristã demonstramos o grau de temor que devotamos a
Deus.
5. Na casa aonde há temor a Deus, há também limites. Todos sabem discernir
entre o certo e o errado.
6. Se conselho fosse bom... O apóstolo Paulo entendia que é bom. Vejamos o
que ele mesmo nos diz: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas
criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Ef.6.4).

CONCLUSÃO

A síntese da responsabilidade dos pais: ensino direcionado ao temor e conhecimento


de Deus.
Esta responsabilidade não se transfere para igreja ou a escola.

Pr. Eli Rocha


IBJH 13/08/06