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Escola Secundária com 3º CEB de Ponte de

Sôr
EFA-B Educação e Formação de Adultos
Cidadania e Profissionalidade
UC4 – DR2/3

Colectivos Profissionais
Organizacionais

Patrícia Alexandra Fidalgo Bastos

Fevereiro-2009
Escola Secundária com 3º CEB de Ponte de Sôr
EFA-B Educação e Formação de Adultos
Cidadania e Profissionalidade
UC4 – DR2/3

Índice

Introdução...................................................................................3

Pertença e Lealdade....................................................................4

Situações Profissionais com desafios multiculturais....................6

Conclusão....................................................................................7

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Introdução

A estrutura deste trabalho, de Cidadania e Profissionalidade, vai


essencialmente ao encontro dos temas propostos pela Unidade de
Competência quatro, domínio de referência 23. Isto é ao encontro de
situações profissionais que envolvem desafios multiculturais,
nomeadamente, profissões liberais e fabris.

Posto isto, vou definir e articular com situações profissionais os


conceitos de pertença e de lealdade e, em simultâneo, dando
exemplos básicos vivenciados no quotidiano. Para além do referido
vou abordar o lado negativo de uma vida isolada e clarificar o sentido
do conceito de multiculturalismo.

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• Pertença e Lealdade

Legenda: Na hierarquia motivacional representada pela "Pirâmide de


Maslow" nas "Necessidades Sociais" está incluída a necessidade de
"Pertença".

Uma das fontes motivacionais mais intensas é a "pertença".


Ninguém gosta de viver uma vida inteira isolado. Todos nós
procuramos integrar-nos, real ou simbolicamente, em instâncias mais
vastas do que o indivíduo e digo - real ou simbolicamente - porque
muitos "grupos" de que fazemos parte são na realidade construções
simbólicas, mais da ordem do afectivo que do efectivo.
Temos necessidade de nos representarmos como parte de
"colectivos" com carga forte, por exemplo, os clubes de futebol.
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Nestes o futebol acaba por ser um pretexto para o exercício de


laços de afectividade e de emoção, de autêntica paixão que nos ligam
a um conjunto de outros sujeitos que como nós, se reconhecem sob
uma identidade comum.

Repare-se que muitas vezes as claques não vão, propriamente,


ver os jogos; os seus elementos vão estar
“juntos” “torcendo” pelo seu clube, porque
só nessa confrontação a pertença faz para
eles, sentido. O problema surge quando da
confrontação simbólica se passa à
confrontação real.
Ora, o desporto e o espectáculo
desportivo ( que não são bem a mesma
coisa) existem como fenómeno social contemporâneo e mesmo
antigo, basta que nos lembremos dos Jogos Olímpicos originais ou
mesmo dos Torneios da Idade Média, para sublimar a violência latente
nas sociedades humanas e a transformar em algo socialmente
aceitável e até benéfico.

As relações de pertença exigem uma conduta leal, isto é, quem


pertence a um determinado colectivo não o deverá "trair". Deverá ser
confiável, seguro no seu compromisso para com esse colectivo seja
ele de natureza lúdica ou profissional. Aliás, neste contexto é
efectivamente mais importante a seriedade do comprometimento,
porque os resultados da sua violação são, em regra, mais graves do
que o nosso clube perder um jogo. Já para os jogadores e para a
equipa técnica do clube o problema transcende o mero simbolismo e
passa para a "economia real", pois as consequências dos resultados
das partidas não são apenas, nem principalmente, afectivas.
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• Situações profissionais com desafios


multiculturais

«Se reflectirmos ponderadamente, será fácil apercebermo-nos


que num país tão pequeno como o nosso, os habitantes das diversas
regiões possuem costumes diferentes, pronunciam algumas palavras
de forma diferente, acreditam em coisas diferentes... Se convivemos
todos em harmonia há tantos anos, qual é a justificação para não
aceitarmos outras pessoas, quando a base desse argumento é a
diferença, que afinal tanto nos une?»
Nogueira (2001)
Pessoalmente posso referênciar a minha própria experiência de
trabalho, onde está inserida uma pessoa de outra cultura, brasileira,
que pelo mesmo motivo de tantos outros veio para Portugal em busca
de melhores condições de vida, e claro está é uma pessoa como
qualquer outra, executa bem o seu trabalho, e não é por se encontrar
num país que não é o seu de origem, que vai ser descriminada ou
excluída do nosso mercado de trabalho, tem os mesmos direitos e
deveres como todos os outros trabalhadores.
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Conclusão

Conclui com este trabalho que todos nós temos necessidades


fisiológicas, de segurança, sociais, de auto-estima e de auto-
realização. Com efeito estas necessidades levam-nos directamente à
pertença, porque ninguém gosta de viver isolado, daí a necessidade
de nos integrarmos em um grupo, sejam eles de amigos, colegas,
clubes, ou de desporto, etc.
Percebi que o multiculturalismo é uma forma de seres humanos
se enriquecerem, uns aos outros, enquanto humanidade, como por
exemplo, a minha experiência laboral em que foi integrada uma
colega de nacinalidade brasileira e que nunca foi descriminada.
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