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SalmonelosesSalmoneloses MarianaMariana C.C. LourençoLourenço MestrandaMestranda emem CiênciasCiências

SalmonelosesSalmoneloses

MarianaMariana C.C. LourençoLourenço

MestrandaMestranda emem CiênciasCiências VeterináriasVeterinárias

MarianaMariana C.C. LourençoLourenço MestrandaMestranda emem CiênciasCiências VeterináriasVeterinárias
Gênero Salmonella → Sorovares espécie – específicos que produzem septicemia. - Homem: Typhi e Paratyphi

Gênero Salmonella

Sorovares espécie – específicos que produzem septicemia.

- Homem: Typhi e Paratyphi A

- Suíno: Choleraesuis e Typhisuis

- Bovino: Dublin

- Ovino: Abortus-ovis

- Equino: Abortus-equi

- Aves:Gallinarum e Pullorum

Choleraesuis e Typhisuis - Bovino: Dublin - Ovino: Abortus-ovis - Equino: Abortus-equi - Aves:Gallinarum e Pullorum
Introdução Salmonella Pullorum Salmonella Gallinarum Salmoneloses paratifóides

Introdução

Salmonella Pullorum

Salmonella Gallinarum

Salmoneloses paratifóides

Introdução Salmonella Pullorum Salmonella Gallinarum Salmoneloses paratifóides

24/09/2009

Nomenclatura Antigamente: S. Pullorum S.Gallinarum Atualmente: S. enterica Subesp: Enterica Sorovar: Pullorum

Nomenclatura

Antigamente:

S. Pullorum S.Gallinarum

Atualmente:

S. enterica

Subesp: Enterica Sorovar: Pullorum Gallinarum

Antigamente: S. Pullorum S.Gallinarum Atualmente: S. enterica Subesp: Enterica Sorovar: Pullorum Gallinarum
O Gênero Salmonella EspécieEspécie SubespécieSubespécie QuantidadeQuantidade dede sorovaressorovares

O Gênero Salmonella

EspécieEspécie

SubespécieSubespécie

QuantidadeQuantidade dede

sorovaressorovares

S. enterica

Enterica (subgrupo I)

1405

 

Salamae (subgrupo II)

471

 

Arizonae (subgrupo IIIa)

94

 

Diarizonae(subgrupo IIIb)

311

 

Houtenae (subgrupo IV)

65

 

Indica( subgrupo VI)

10

S. borgoni

(subgrupo V)

19

TOTAL

 

2375

FONTE: POPFF et al., 1994.

Indica ( subgrupo VI) 10 S. borgoni (subgrupo V) 19 TOTAL   2375 FONTE: POPFF et
Gênero Salmonella Maneira correta de escrever: Ex: Salmonella enterica subespécie Enterica sorovar Enteritidis

Gênero Salmonella

Maneira correta de escrever:

Ex: Salmonella enterica subespécie Enterica sorovar Enteritidis

Gênero Salmonella Maneira correta de escrever: Ex: Salmonella enterica subespécie Enterica sorovar Enteritidis

24/09/2009

Gênero Salmonella Resistência: a 60º C/10min; 1/1000 fenol/3 minutos; 2% formalina/1 minuto; Pode sobreviver 10

Gênero Salmonella

Resistência:

a 60º C/10min;

1/1000 fenol/3 minutos; 2% formalina/1 minuto;

Pode

sobreviver

10

dias

nas

fezes em condições ambientais.

C/10min; 1/1000 fenol/3 minutos; 2% formalina/1 minuto; Pode sobreviver 10 dias nas fezes em condições ambientais.
Gênero Salmonella SãoSão bactériasbactérias GramGram negativasnegativas queque produzemproduzem
Gênero Salmonella
SãoSão
bactériasbactérias
GramGram
negativasnegativas
queque
produzemproduzem endotoxinas;endotoxinas;
NormalmenteNormalmente éé específicaespecífica emem galinhasgalinhas
ee perus,perus, masmas jájá foifoi isoladaisolada dede
enfermidadesenfermidades emem faisões,faisões, avestruzes,avestruzes,
canários,canários, etcetc;;
PatosPatos
ee
gansosgansos
foramforam
resistentesresistentes
aa
infecçõesinfecções experimentaisexperimentais;;
MóveisMóveis ee imóveisimóveis
PulorosePulorose aviáriaaviária Ocorre em aves jovens (3 semanas); Sua ocorrência não é comum em criações

PulorosePulorose aviáriaaviária

Ocorre em aves jovens (3 semanas); Sua ocorrência não é comum em criações comerciais; Está associada a pobres condições de manejo e biossegurança ou resistência a antibióticos; Problema no início da incubação; Pode ser um problema em humanos somente quando ocorre imunossupressão (HIV positivos, jovens ou idosos);

incubação; Pode ser um problema em humanos somente quando ocorre imunossupressão (HIV positivos, jovens ou idosos);

24/09/2009

Pulorose aviária Galinhas de linhagens leves (Leghorn) são menos susceptíveis que linhagens pesadas (poedeiras

Pulorose aviária

Galinhas de linhagens leves (Leghorn) são menos susceptíveis que linhagens pesadas (poedeiras vermelhas);

Fêmeas parecem ser mais positivas ao teste de SAR que machos, supostamente devido a esses microorganismos instalarem-se nos folículos ovarianos.

positivas ao teste de SAR que machos, supostamente devido a esses microorganismos instalarem-se nos folículos ovarianos.
Transmissão Horizontal: através de fezes e presença da bactéria em moscas, água, ração e fômites;

Transmissão

Horizontal: através de fezes e presença da bactéria em moscas, água, ração e fômites; Transmissão vertical: bactéria já presente em folículos ovarianos (33% dos óvulos em uma ave infectada); Aves convalescentes podem albergar o agente; Aves silvestres e mamíferos podem ser fonte de infecção.

infectada); Aves convalescentes podem albergar o agente; Aves silvestres e mamíferos podem ser fonte de infecção.

Cadeia Epidemiológica

S.Gallinarum S. Pullorum Agente etiológico galinhas e outras Aves e mamíferos infectadas, cama e fezes
S.Gallinarum
S. Pullorum
Agente
etiológico
galinhas e
outras
Aves e
mamíferos
infectadas,
cama e fezes
aves
fezes
Trato
digestório
Vias
de transmissão
aerossóis, fezes, moscas,
água, ração, fômites,
VERTICALMENTE!!!

24/09/2009

Sinais clínicos Aves oriundas de ovos infectados são apáticas, apresentam sonolência e falta de apetite
Sinais clínicos
Aves oriundas de ovos infectados são
apáticas, apresentam sonolência e falta de
apetite logo após a eclosão;
Podem apresentar material branco aderido na
cloaca;
Mortalidade
ocorre
2
a
3
semanas
pós
eclosão;
Pode haver onfalite e artrite;
Aves adultas podem não apresentar sinal
clínico e muitas vezes apenas diminuem o
consumo e a produção de ovos;
Em
alguns
casos
aves
adultas
podem
apresentar emplastamento de cloaca.

Lesões macroscópicas

Lesões macroscópicas -
-
-
Lesões macroscópicas -

Lesões macroscópicas

-
-
Lesões macroscópicas -
Lesões macroscópicas -
Lesões macroscópicas -

24/09/2009

Tifo aviário Transmissão vertical e horizontal Sinais Clínicos

Tifo aviário

Transmissão vertical e horizontal

Sinais Clínicos

Tifo aviário Transmissão vertical e horizontal Sinais Clínicos
DiagnósticoDiagnóstico Lesões,Lesões, históriahistória clínica;clínica; IsolamentoIsolamento dodo
DiagnósticoDiagnóstico
Lesões,Lesões, históriahistória clínica;clínica;
IsolamentoIsolamento dodo agente:agente: swabsswabs ee coletacoleta dede materialmaterial
SARSAR (3(3 aa 1010 diasdias póspós infecçãoinfecção))
SARSAR (3(3 aa 1010 diasdias póspós infecçãoinfecção))

24/09/2009

Prevenção e Controle → Estratégia é manter aves livres de pulorose ou tifo aviário; →

Prevenção e Controle

Estratégia é manter aves livres de pulorose ou tifo aviário;

Cuidados com granjas de reprodutoras e incubatórios;

Observar o Programa Nacional de Sanidade Avícola sobre as normativas de controle;

NOTIFICAÇÃO OBRIGATÓRIA!!! Instrução Normativa n.22/95 MAPA;

Vacina 9R.

sobre as normativas de controle; → NOTIFICAÇÃO OBRIGATÓRIA!!! Instrução Normativa n.22/95 MAPA; → Vacina 9R.
SalmoneloseSalmonelose ParatifóideParatifóide RefereRefere--sese àà infecçãoinfecção causadacausada porpor

SalmoneloseSalmonelose ParatifóideParatifóide

RefereRefere--sese àà infecçãoinfecção causadacausada porpor outrasoutras SalmonellasSalmonellas queque nãonão sejamsejam asas jájá citadascitadas;; SãoSão SalmonellasSalmonellas spsp,, móveis;móveis; EmEm humanoshumanos causacausa enfermidadesenfermidades intestinaisintestinais queque levaleva aa grandesgrandes prejuízosprejuízos econômicos;econômicos; NosNos EUAEUA háhá relatosrelatos dede prejuízosprejuízos dede 3,53,5 milhõesmilhões dede doláresdoláres porpor anoano comcom medicaçãomedicação ee perdaperda dede produtividadeprodutividade porpor salmonelosessalmoneloses emem seresseres humanos.humanos.

ee perdaperda dede produtividadeprodutividade porpor salmonelosessalmoneloses emem seresseres humanos.humanos.
SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides Transmissão;Transmissão; MuitoMuito investimentoinvestimento

SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides

Transmissão;Transmissão; MuitoMuito investimentoinvestimento temtem sidosido feitofeito comcom oo intuitointuito dede reduzirreduzir aa incidênciaincidência dessadessa infecçãoinfecção emem avesaves dede cortecorte ee posturapostura parapara evitarevitar oo riscorisco emem seresseres humanos.humanos.

emem avesaves dede cortecorte ee posturapostura parapara evitarevitar oo riscorisco emem seresseres humanos.humanos.

24/09/2009

Alterações anatomopatológicas Curso prolongado: Enterite severa; Lesões necróticas na mucosa do intestino;

Alterações

anatomopatológicas

Curso prolongado:

Enterite severa;

Lesões necróticas na mucosa do intestino;

Cecos: diminuição de volume, paredes espessadas

e conteúdo caseoso de coloração branca a branco- amarelado; Baço e fígado: congestos e com pontos necróticos;

Rins: congestos e aumentados;

Hepatite e pericardite fibrino-purulenta;

Gema não reabsorvida, coagulada, necrótica e caseosa;

Aves adultas: atrofia do ovário e folículos alterados.

Gema não reabsorvida, coagulada, necrótica e caseosa; Aves adultas: atrofia do ovário e folículos alterados.
Paratifo
Paratifo
SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides 79º79º C/45C/45 minutosminutos eliminaelimina oo agenteagente dada

SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides

79º79º C/45C/45 minutosminutos eliminaelimina oo agenteagente dada carnecarne dede frango;frango; 60º60º C/3,5C/3,5 minutosminutos sãosão requeridosrequeridos parapara eliminaçãoeliminação dada bactériabactéria dodo ovo;ovo; LiofilizaçãoLiofilização dede ovoovo pareceparece destruirdestruir oo agente;agente; RadiaçõesRadiações gamagama ee luzluz ultravioletaultravioleta parecemparecem serser efetivosefetivos parapara eliminareliminar aa bactériabactéria dede carcaças,carcaças, ovos,ovos, etc;etc;

serser efetivosefetivos parapara eliminareliminar aa bactériabactéria dede carcaças,carcaças, ovos,ovos, etc;etc;

24/09/2009

SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides OO usouso dede ácidosácidos orgânicosorgânicos nana raçãoração

SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides

OO usouso dede ácidosácidos orgânicosorgânicos nana raçãoração animalanimal pareceparece reduzirreduzir esseesse meiomeio comocomo formaforma dede transmitirtransmitir aa bactéria;bactéria; FumigaçãoFumigação comcom formaldeídoformaldeído emem instalaçõesinstalações dede incubatórioincubatório pareceparece serser eficazeficaz parapara eliminareliminar aa bactéria;bactéria;

dede incubatórioincubatório pareceparece serser eficazeficaz parapara eliminareliminar aa bactéria;bactéria;
SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides EndotoxinasEndotoxinas podempodem provocarprovocar febrefebre nono

SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides

EndotoxinasEndotoxinas podempodem provocarprovocar febrefebre nono hospedeiro;hospedeiro;

EnterotoxinasEnterotoxinas causamcausam extensivoextensivo danodano nana mucosamucosa intestinal;intestinal;

EnterotoxinasEnterotoxinas causamcausam extensivoextensivo danodano nana mucosamucosa intestinal;intestinal;
SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides AA adesãoadesão dessasdessas bactériasbactérias àà

SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides

AA adesãoadesão dessasdessas bactériasbactérias àà superfíciesuperfície intestinalintestinal éé responsávelresponsável porpor iniciariniciar oo processoprocesso patológico;patológico;

intestinalintestinal éé responsávelresponsável porpor iniciariniciar oo processoprocesso patológico;patológico;
intestinalintestinal éé responsávelresponsável porpor iniciariniciar oo processoprocesso patológico;patológico;
intestinalintestinal éé responsávelresponsável porpor iniciariniciar oo processoprocesso patológico;patológico;

24/09/2009

Fatores de Injúria da Mucosa Intestinal BactériasBactérias A A Bactéria Bactéria se se liga liga
Fatores de Injúria da Mucosa Intestinal
BactériasBactérias
A
A
Bactéria
Bactéria
se
se
liga
liga
às
às
células através da fímbria
células através da fímbria
a a
qual reconhece lectinas
qual reconhece lectinas
LectinaLectina
que
que
contém
contém
certos
certos
açúcares.
açúcares.
GlicocálixGlicocálix (carboidratos)(carboidratos)
EnterócitoEnterócito
PatógenosPatógenos entéricosentéricos sese fixamfixam atravésatravés dada FímbriaFímbria

Fatores de Injúria da Mucosa Intestinal

Fatores de Injúria da Mucosa Intestinal Infecção experimental com Salmonella Enteritidis

Infecção experimental com Salmonella Enteritidis

PREVENÇÃO E CONTROLE Criar ave livre de salmonelose; Limpeza e desinfecção; Controle de moscas, roedores

PREVENÇÃO E CONTROLE

Criar ave livre de salmonelose;

Limpeza e desinfecção;

Controle de moscas, roedores e aves silvestres;

Destino adequado de resíduos;

CUIDADO AO UTILIZAR FARINHA DE ORIGEM ANIMAL NA RAÇÃO;

Observar manual do MAPA.

Destino adequado de resíduos; CUIDADO AO UTILIZAR FARINHA DE ORIGEM ANIMAL NA RAÇÃO; Observar manual do

24/09/2009

SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides AlternativasAlternativas parapara oo controlecontrole dede

SalmonelosesSalmoneloses ParatifóidesParatifóides

AlternativasAlternativas parapara oo controlecontrole dede SalmonelosesSalmoneloses emem aves:aves:

ProbióticosProbióticos;; PrebióticosPrebióticos;; Simbióticos;Simbióticos; ÁcidosÁcidos orgânicos;orgânicos; Vacina.Vacina.

PrebióticosPrebióticos;; Simbióticos;Simbióticos; ÁcidosÁcidos orgânicos;orgânicos; Vacina.Vacina.
Probióticos Bases Fisiológicas: Aves nascem com TGI não colonizado; A colonização se dá após a

Probióticos

Bases Fisiológicas:

Aves nascem com TGI não colonizado;

A colonização se dá após a eclosão com microorganismos do meio (ar, água, cama e ração);

Administração de microbiota intestinal de aves protege contra:

Salmonella spp (Andreatti Filho et al., 1997), E. coli (Jin, et al., 1996),

Campylobacter spp. (Bailey, 1993).

Salmonella spp (Andreatti Filho et al. , 1997), E. coli (Jin, et al ., 1996), Campylobacter
Probióticos Microbiota benéfica: Inibição do crescimento das bactérias patogênicas; Estímulo das funções do

Probióticos

Microbiota benéfica:

Inibição do crescimento das bactérias patogênicas;

Estímulo das funções do sistema imune;

Redução da distensão por gases;

Melhor digestão/absorção;

Síntese de vitaminas (Gibson & Roberfroid,

1995).

Redução da distensão por gases; Melhor digestão/absorção; Síntese de vitaminas (Gibson & Roberfroid, 1995).

24/09/2009

Prebióticos Ingredientes alimentares não digeridos no intestino delgado e que estimulam seletivamente o crescimento e/ou

Prebióticos

Ingredientes alimentares não digeridos no intestino delgado e que estimulam seletivamente o crescimento e/ou metabolismo de um limitado grupo de bactérias (Gibson e Roberfroid, 1995).

que estimulam seletivamente o crescimento e/ou metabolismo de um limitado grupo de bactérias (Gibson e Roberfroid,
Prebióticos Ação dos prebióticos (mananoligossacarídeos e frutooligossacarídeos): Aderência em bactérias que

Prebióticos

Ação dos prebióticos (mananoligossacarídeos e frutooligossacarídeos):

Aderência em bactérias que possuem lectinas;

Bloqueia a colonização das bactérias.

e frutooligossacarídeos): Aderência em bactérias que possuem lectinas; Bloqueia a colonização das bactérias.

Prebióticos

Os CHO que constituem a estrutura dos prebióticos bloqueiam os sítios de ligações de bactérias enteropatogênicas e o glicocálix.

Bactéria Enterócito
Bactéria
Enterócito

Lectina

Glicocálix

Mananologossacarídeos Enterócito
Mananologossacarídeos
Enterócito

24/09/2009

Prebióticos

Prebióticos Santin et al ., 2001

Santin et al., 2001

Ácidos Orgânicos

Efeito inibidor do desenvolvimento de fungos nas matérias-primas e rações;

Efeito inibidor da proliferação de enterobactérias do

gênero E. coli e Salmonella sp.

Ácidos Orgânicos

Podem potencializar os ganhos nutricionais das dietas para aves por atuarem como redutores do pH do trato gastrintestinal;

Aumentam a atividade de certas enzimas, melhorando a digestibilidade de alguns nutrientes (Penz et al., 1993).

24/09/2009

Vacinas contra Salmoneloses

Salmonellas com legislação: Salmonella Gallinarum, Salmonella Pullorum, Salmonella Enteritidis, Salmonella Typhimurium

IN n°78 de 3 de novembro de 2003

, Salmonella Typhimurium IN n°78 de 3 de novembro de 2003 Linhas puras: livres das quatro

Linhas puras: livres das quatro

Matrizes: livres e/ou controladas

*Matrizes podem ser vacinadas com vacina morta para Salmonella Enteritidis; *Avós e Bisavós não devem ser vacinadas.

Secretaria de Defesa Agropecuária Instrução Normativa n°78 de 3 de novembro de 2003

Secretaria de Defesa Agropecuária Instrução Normativa n°78 de 3 de novembro de 2003
devem ser vacinadas. Secretaria de Defesa Agropecuária Instrução Normativa n°78 de 3 de novembro de 2003

24/09/2009

Vacinas para Salmonella Enteritidis

• Promovem redução no isolamento de S. Enteritidis em frangos no matadouro;

• Promove o aparecimento de outros tipos de Salmonella (exclusão competitiva);

• Não conhecemos qual a importância destes outros tipos de Salmonella para os animais ou para Saúde humana.

Controle de Salmonella

• Grande desafio para a Produção Animal no mundo!!!!

24/09/2009

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