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Coaraci Bahia / Ano 3 / Março de 2013 / 500 Exemplares Mensais / 13.500 Exemplares
Coaraci Bahia / Ano 3 / Março de 2013 / 500 Exemplares Mensais / 13.500 Exemplares Distribuídos Gratuitamente
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Site: informativocultural/coaraci / E-mail: informativocultural162@gmail.com
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Coaraci Bahia / Ano 3 / Março de 2013 / 500 Exemplares Mensais / 13.500 Exemplares
<a href=O trabalho dependendo do trabalho PauloSNSantana Data da Fundação: 07 de dezembro de 2010 Publicações: Fatos Históricos, Geografia da Região, Aspectos Sociais, Econômicos e Políticos, Artes, Música, Poesias e Cultura da Terra do Sol. Doze páginas de informações ilustradas, com mapas, fotografias e matérias pertinentes. Patrocínio: Comércio de Coaraci Tiragem mensal: Quinhentos exemplares, Distribuição: Gratuita. Colaboradores: Escritores, Poetas, Jornalistas. Matérias Publicadas: Teor crítico, educativo, poético, artístico, cultural, social e politico. Tempo de circulação: Dois anos O CADERNO CULTURAL DE COARACI UM VEÍCULO DA CULTURAL COARACIENSE, DIRECIONADO A LEITORES DE TODAS AS IDADES. O que eu antes não pensava, agora resolvi pensar, a propósito, pensar e escrever. Neste quieto de tão nublado dia, a falta do imponente Sol, deixa minha casa fria, e se, não fosse o calor da família, poderia acabar achando triste tudo a minha volta. Hoje, por vezes penso no tanto sonolento que estou, pois para compensar minha ausência em determinado momento, careço chegar mais cedo. Sempre dizem que o trabalho enobrece o homem, mas eu diria que o excesso de trabalho cansa, e às vezes tanto que desmotiva a realização de mais trabalho. Pareceu repetitivo? É de propósito, para mostrar que trabalho demais não é legal. Durante as primeiras horas de mais este dia aguardei a chegada de informações da qual dependem os meus afazeres de praxe que por sua vez farão outras pessoas dependerem de mim, é um ci clo vicioso e perigoso, pois se nada acontece “lá em cima”, tão inerte ficam as coisas aqui em baixo. O mais curioso neste momento é presenciar problemas de adolescentes em conflitos com professores e relembrar que eu os tive há algum tempo atrás, refleti a respeito: será que eles terão meus problemas no futuro? Enfrentando dias nublados, noites de pouco sono e dependerão do trabalho de outros para trabalhar? Bom, melhor voltar ao meu próprio trabalho. Comenta ESTATÍSTICA DE LEITURAS DO CADERNO CULTURAL DE COARACI PERÍODO ENTRE DEZ DE 2010 E FEVEREIRO DE 2013 DISTRIBUIÇÃO MESES LEITURAS NA INTERNET TOTAL DOCUMENTOS MENSAL GRATUITA 1º CADERNO CULTURAL DE COARACI JAN 301 801 2º CADERNO CULTURAL DE COARACI FEV 226 726 3º CADERNO CULTURAL DE COARACI MAR 258 758 4º CADERNO CULTURAL DE COARACI ABR 645 1145 5º CADERNO CULTURAL DE COARACI MAI 312 812 6º CADERNO CULTURAL DE COARACI JUN 451 951 7º CADERNO CULTURAL DE COARACI JUL 213 713 8º CADERNO CULTURAL DE COARACI AGO 137 637 9º CADERNO CULTURAL DE COARACI SET 251 751 10º CADERNO CULTURAL DE COARACI OUT 194 694 11º CADERNO CULTURAL DE COARACI NOV 232 732 12º CADERNO CULTURAL DE COARACI DEZ 207 707 13º CADERNO CULTURAL DE COARACI 500 JAN 203 703 14º CADERNO CULTURAL DE COARACI EXEMPLARES FEV 320 820 15º CADERNO CULTURAL DE COARACI MAR 259 759 16º CADERNO CULTURAL DE COARACI ABR 300 800 17º CADERNO CULTURAL DE COARACI MAI 190 690 18º CADERNO CULTURAL DE COARACI JUN 154 654 19º CADERNO CULTURAL DE COARACI JUL 199 699 20º CADERNO CULTURAL DE COARACI AGO 150 650 21º CADERNO CULTURAL DE COARACI SET 240 740 22º CADERNO CULTURAL DE COARACI OUT 200 700 23º CADERNO CULTURAL DE COARACI NOV 190 690 24º CADERNO CULTURAL DE COARACI DEZ 201 701 25º CADERNO CULTURAL DE COARACI JAN 199 699 26º CADERNO CULTURAL DE COARACI FEV 200 700 LEITURAS POR REGIÃO BRASIL 92.5% ESTADOS UNIDOS 5.3% Leituras PORTUGAL 0.7% brasil ANGOLA 0.6% HOLANDA 0.3% usa ALEMANHA 0,3% UNITED KINGDOM 0,3% portugal E-mail: informativocultural162@gmail.com 2 " id="pdf-obj-1-2" src="pdf-obj-1-2.jpg">
<a href=O trabalho dependendo do trabalho PauloSNSantana Data da Fundação: 07 de dezembro de 2010 Publicações: Fatos Históricos, Geografia da Região, Aspectos Sociais, Econômicos e Políticos, Artes, Música, Poesias e Cultura da Terra do Sol. Doze páginas de informações ilustradas, com mapas, fotografias e matérias pertinentes. Patrocínio: Comércio de Coaraci Tiragem mensal: Quinhentos exemplares, Distribuição: Gratuita. Colaboradores: Escritores, Poetas, Jornalistas. Matérias Publicadas: Teor crítico, educativo, poético, artístico, cultural, social e politico. Tempo de circulação: Dois anos O CADERNO CULTURAL DE COARACI UM VEÍCULO DA CULTURAL COARACIENSE, DIRECIONADO A LEITORES DE TODAS AS IDADES. O que eu antes não pensava, agora resolvi pensar, a propósito, pensar e escrever. Neste quieto de tão nublado dia, a falta do imponente Sol, deixa minha casa fria, e se, não fosse o calor da família, poderia acabar achando triste tudo a minha volta. Hoje, por vezes penso no tanto sonolento que estou, pois para compensar minha ausência em determinado momento, careço chegar mais cedo. Sempre dizem que o trabalho enobrece o homem, mas eu diria que o excesso de trabalho cansa, e às vezes tanto que desmotiva a realização de mais trabalho. Pareceu repetitivo? É de propósito, para mostrar que trabalho demais não é legal. Durante as primeiras horas de mais este dia aguardei a chegada de informações da qual dependem os meus afazeres de praxe que por sua vez farão outras pessoas dependerem de mim, é um ci clo vicioso e perigoso, pois se nada acontece “lá em cima”, tão inerte ficam as coisas aqui em baixo. O mais curioso neste momento é presenciar problemas de adolescentes em conflitos com professores e relembrar que eu os tive há algum tempo atrás, refleti a respeito: será que eles terão meus problemas no futuro? Enfrentando dias nublados, noites de pouco sono e dependerão do trabalho de outros para trabalhar? Bom, melhor voltar ao meu próprio trabalho. Comenta ESTATÍSTICA DE LEITURAS DO CADERNO CULTURAL DE COARACI PERÍODO ENTRE DEZ DE 2010 E FEVEREIRO DE 2013 DISTRIBUIÇÃO MESES LEITURAS NA INTERNET TOTAL DOCUMENTOS MENSAL GRATUITA 1º CADERNO CULTURAL DE COARACI JAN 301 801 2º CADERNO CULTURAL DE COARACI FEV 226 726 3º CADERNO CULTURAL DE COARACI MAR 258 758 4º CADERNO CULTURAL DE COARACI ABR 645 1145 5º CADERNO CULTURAL DE COARACI MAI 312 812 6º CADERNO CULTURAL DE COARACI JUN 451 951 7º CADERNO CULTURAL DE COARACI JUL 213 713 8º CADERNO CULTURAL DE COARACI AGO 137 637 9º CADERNO CULTURAL DE COARACI SET 251 751 10º CADERNO CULTURAL DE COARACI OUT 194 694 11º CADERNO CULTURAL DE COARACI NOV 232 732 12º CADERNO CULTURAL DE COARACI DEZ 207 707 13º CADERNO CULTURAL DE COARACI 500 JAN 203 703 14º CADERNO CULTURAL DE COARACI EXEMPLARES FEV 320 820 15º CADERNO CULTURAL DE COARACI MAR 259 759 16º CADERNO CULTURAL DE COARACI ABR 300 800 17º CADERNO CULTURAL DE COARACI MAI 190 690 18º CADERNO CULTURAL DE COARACI JUN 154 654 19º CADERNO CULTURAL DE COARACI JUL 199 699 20º CADERNO CULTURAL DE COARACI AGO 150 650 21º CADERNO CULTURAL DE COARACI SET 240 740 22º CADERNO CULTURAL DE COARACI OUT 200 700 23º CADERNO CULTURAL DE COARACI NOV 190 690 24º CADERNO CULTURAL DE COARACI DEZ 201 701 25º CADERNO CULTURAL DE COARACI JAN 199 699 26º CADERNO CULTURAL DE COARACI FEV 200 700 LEITURAS POR REGIÃO BRASIL 92.5% ESTADOS UNIDOS 5.3% Leituras PORTUGAL 0.7% brasil ANGOLA 0.6% HOLANDA 0.3% usa ALEMANHA 0,3% UNITED KINGDOM 0,3% portugal E-mail: informativocultural162@gmail.com 2 " id="pdf-obj-1-4" src="pdf-obj-1-4.jpg">
   
PauloSNSantana Data da Fundação: 07 de dezembro de 2010 Publicações: Fatos Históricos, Geografia da Região, Aspectos
PauloSNSantana
Data da Fundação: 07 de dezembro de 2010
Publicações:
Fatos
Históricos,
Geografia
da
Região, Aspectos Sociais,
Econômicos e
Políticos,
Artes,
Música,
Poesias e
Cultura da
Terra
do
Sol.
Doze páginas de informações
ilustradas, com mapas, fotografias e matérias
pertinentes.
Patrocínio: Comércio de Coaraci
Tiragem
mensal:
Quinhentos
exemplares,
Distribuição: Gratuita.
Colaboradores: Escritores, Poetas, Jornalistas.
Matérias
Publicadas:
Teor
crítico, educativo,
poético, artístico, cultural, social e politico.
Tempo de circulação: Dois anos
O CADERNO CULTURAL DE COARACI UM
VEÍCULO DA CULTURAL COARACIENSE,
DIRECIONADO A LEITORES DE TODAS AS
IDADES.

O que eu antes não pensava, agora resolvi pensar, a propósito, pensar e escrever. Neste quieto de tão nublado dia, a falta do imponente Sol, deixa minha casa fria, e se, não fosse o calor da família, poderia acabar achando triste tudo a minha volta. Hoje, por vezes penso no tanto sonolento que estou, pois para compensar minha ausência em determinado momento, careço chegar mais cedo. Sempre dizem que o trabalho enobrece o homem, mas eu diria que o excesso de trabalho cansa, e às vezes tanto que desmotiva a realização de mais trabalho. Pareceu repetitivo? É de propósito, para mostrar que trabalho demais não é legal. Durante as primeiras horas de mais este dia aguardei a chegada de informações da qual dependem os meus afazeres de praxe que por sua vez farão outras pessoas

 

dependerem de mim, é um ciclo vicioso e perigoso, pois se nada acontece “lá em cima”, tão inerte

     

ficam as coisas aqui em baixo. O mais curioso neste momento é presenciar problemas de adolescentes em conflitos com professores e relembrar que eu os tive há algum tempo atrás, refleti a respeito: será que eles terão meus problemas no futuro? Enfrentando dias nublados, noites de pouco sono e dependerão do trabalho de outros para trabalhar? Bom, melhor voltar ao meu próprio trabalho.

 
 
 

ESTATÍSTICA DE LEITURAS DO CADERNO CULTURAL DE COARACI

 
 

PERÍODO ENTRE DEZ DE 2010 E FEVEREIRO DE 2013

 
 

DISTRIBUIÇÃO

MESES

LEITURAS NA INTERNET

TOTAL

 

DOCUMENTOS

MENSAL GRATUITA

1º CADERNO CULTURAL DE COARACI

 

JAN

 

301

801

FEV

 

226

726

       

MAR

 

258

758

ABR

 

645

1145

MAI

 

312

812

JUN

 

451

951

JUL

 

213

713

 

AGO

 

137

637

SET

 

251

751

OUT

 

194

694

NOV

 

232

732

DEZ

 

207

707

 

500

JAN

 

203

703

14º CADERNO CULTURAL DE COARACI

EXEMPLARES

FEV

 

320

820

15º CADERNO CULTURAL DE COARACI

MAR

 

259

759

16º CADERNO CULTURAL DE COARACI

ABR

 

300

800

17º CADERNO CULTURAL DE COARACI

MAI

 

190

690

18º CADERNO CULTURAL DE COARACI

JUN

 

154

654

19º CADERNO CULTURAL DE COARACI

JUL

 

199

699

20º CADERNO CULTURAL DE COARACI

AGO

 

150

650

21º CADERNO CULTURAL DE COARACI

SET

 

240

740

22º CADERNO CULTURAL DE COARACI

OUT

 

200

700

23º CADERNO CULTURAL DE COARACI

NOV

 

190

690

24º CADERNO CULTURAL DE COARACI

DEZ

 

201

701

25º CADERNO CULTURAL DE COARACI

JAN

 

199

699

26º CADERNO CULTURAL DE COARACI

FEV

 

200

700

 

LEITURAS POR REGIÃO

 
 

BRASIL

92.5%

 
 

ESTADOS UNIDOS

5.3%

   

Leituras

   
 

PORTUGAL

0.7%

       
         

brasil

 
 

ANGOLA

0.6%

       
 

HOLANDA

0.3%

   
HOLANDA 0.3% usa
 
HOLANDA 0.3% usa

usa

 
 

ALEMANHA

0,3%

       
 

UNITED KINGDOM

0,3%

     

portugal

 
   
 

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COMETA HALLEY & ECLIPSE EM COARACI Texto adaptado por PauloSNSantana Em abril de 1910, um fato
COMETA HALLEY & ECLIPSE EM COARACI Texto adaptado por PauloSNSantana Em abril de 1910, um fato

COMETA HALLEY & ECLIPSE EM COARACI

Texto adaptado por PauloSNSantana

Em abril de 1910, um fato de rara beleza quebrou a rotina e privilegiou os moradores de todo Sul da Bahia: a passagem do cometa Halley. Ninguém encontrou palavras que pudesse descrevê-lo com fidelidade, tal a beleza de sua imensa cauda prateada de mais de 300 milhões de quilômetros de extensão, quando fora interceptada pela terra em sua translação anual em torno Sol. À noite, o brilho de sua cauda ocupava metade da abóboda celeste provocando sombra nos objetos. Em seu esperado retorno, em 1986, um imenso aparato técnico fora montado para estudos mais detalhados, mas, dessa vez sua passagem fora muito discreta, visível apenas a alguns poderosos instrumentos de observação ótica. Cometas são corpos errantes que vagam pelo espaço em longas órbitas elípticas, deixando em seu caminho imensas caudas que chegam a atingir milhões de quilômetros. Outro fenômeno que se constituiu em mais um inesquecível dia para os habitantes de Coaraci foi o eclipse total do sol, em 20 de maio de 1947,quando a cidade foi incluída em sua zona de escurecimento máximo. As primeiras manifestações tiveram início às 9h20m, com a lua bloqueando lentamente a luz do sol, impedindo-a de chegar a terra. A cada minuto, os raios solares iam sendo interceptados pelo disco lunar, e consequentemente obrigando a suspensão das aulas, levando o comércio a fechar as suas portas, as aves retornaram aos seus ninhos e poleiros. Às 9h32m, a escuridão, já era total, as estrelas ressurgiram no céu com todo o seu esplendor, como se fosse uma noite de primavera. Com a volta da normalidade, os moradores saíram às ruas, abandonando, seus vidros esfumaçados e à procura de explicação mais lógica para o fenômeno. Nas fazendas, trabalhadores e proprietários foram surpreendidos dentro das roças, embora o fato tivesse registro em todos os almanaques da época. A escuridão e o isolamento trouxeram medo e pavor para aqueles que se preparavam para colher os primeiros frutos da safra de 1947. Fonte: Livro de Enock Dias Coaraci Ultimo Sopro

TRÊS ALMOÇOS

Fonte: Livro Coaraci Ultimo Sopro de Enock Dias Texto adaptado por PauloSNSantana

A dureza do trabalho nas roças exigia das famílias praticamente três almoços diários. O feijão, base dessas refeições, era preparado com muito toucinho e jabá, especialmente a da marca Rio Grande, que se destacava através das mantas compostas de dois pelos. Possuía cheiro e sabor extremamente agradáveis, e era produzida no Rio Grande do Sul. Esse charque era largamente consumido em forma de churrasco como acompanhamento do próprio feijão, ou com banana da terra, aipim, inhame, ou simplesmente com a própria farinha de mandioca, em forma de farofa, o que dava indicação de que não havia muita diferença entre café da manhã, almoço ou jantar. Eram refeições reforçadas e de acordo com o pesado trabalho empreendido em suas lidas diárias acompanhado de uma variedade de frutas entre elas: laranjas, bananas, jacas, tangerinas, limas, abacates, cana-de-açúcar, consumidas enquanto trabalhavam. De algumas frutas, se aproveitava até o bagaço. O feijão era preparado e consumido nas roças quase sempre na primeira refeição. Na maioria das vezes, esse feijão era levado até aos locais de trabalho, outras vezes, era preparado em

galpões dentro da própria roça com os mesmos ingredientes que lhe garantiam o tradicional

sabor, melhor ainda, quando era consumido debaixo de uma árvore frondosa, e usando sem

nenhuma cerimônia

As mãos.

... Além do feijão tradicional, a fava, o feijão de corda, o andu, o mamão, a abóbora, verduras e

hortaliças também faziam parte da cultura de subsistência. Embora não representasse um fato rotineiro, grandes banquetes eram oferecidos em algumas fazendas coaracienses, especialmente quando haviam convidados ilustres. Leitões, perus, novilhas, a depender da época do ano peixadas com grandes pitus, traíras, jundiás, piabas, camarões, cuidadosamente preparados e servidos durante longas e divertidas prosas. Para as moquecas, bastava colocar um jequi, introduzir um anzol, arrastar um jereré ou uma rede em 10 ou 12 metros de rio para fisgar muitos peixes e crustáceos agitados em suas malhas, principalmente nos períodos das enchentes, quando a quantidade tornava-se bem maior. A fatada e a viúva de carneiro, por exemplo, eram preparadas com miúdos, que no sertão da Bahia é conhecida como mininico, essas iguarias consumidas nas roças eram trazidas para Coaraci pelos fazendeiros despertando o interesse e o apetite das famílias. A tripa frita de porco de tão apreciada, provocava uma revolução dentro da família, era consumida semelhantemente ao jabá. O frango criado solto nos terreiros era outro grande manja. Ciscavam o chão junto com os outros animais procurando seu alimento e faziam parte do cardápio do homem da roça, servido frito, recheado, assado ou ao molho pardo, o pescoço, os pés, a asa, nada se perdia. A primeira fase de preparação de qualquer desses cardápios passava pelas águas do Rio Almada, onde se limpava carnes e miúdos. Esse processo, o cheiro e o aspecto da água atraíam atenção de uma infinidade de peixes e crustáceos, que competiam ferozmente em busca do alimento. Na região era usada a banha de porco para preparar quase todos esses alimentos.

COMETA HALLEY & ECLIPSE EM COARACI Texto adaptado por PauloSNSantana Em abril de 1910, um fato

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POLÍTICA PÚBLICA <a href=DE GOVERNO EM COARACI Entre as politicas de governo que nós trabalhamos na região de na Bahia temos Coaraci o PAA, Programa de Atenção de Alimentos e Simultânea Doação onde participam os ministérios de desenvolvimento social e de desenvolvimento agrário. (Joel) O programa é gestado pela CONAB, que analisa e libera os recursos para que as entidades possam comprar o produto do agricultor familiar. A entidade tem que possuir uma declaração de aptidão do PRONAF, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura. Essa declaração servirá para o agricultor participar de todas as politicas publicas do governo, inclusive a aposentadoria rural. Com referencia ao PAA a instituição local faz a proposta de compra do alimento do agricultor familiar, o PAA é uma politica de fixação do homem no campo, o pagamento é a base do preço de indústria, o produto adquirido nas mãos do agricultor familiar é doado para as instituições beneficentes, e para pessoas que estão em fase de insegurança alimentar. Este Programa chama-se PAA Doação. Com o PAA estoque, você formaliza a proposta ao CONAB, para liberar os recursos, que só serão liberados após compromisso de prestação de contas. O PAA estoque vai evitar que os alimentos produzidos pelos agricultores familiares passem pelas mãos dos atravessadores. Exemplo: A instituição quer comprar dez toneladas de poupa de frutas, produzidas por um agricultor familiar, então faz uma proposta à CONAB, se aprovada, serão liberados os recursos para compra do estoque mediante a prestação de contas da operação. O comprador pode revender a outrem por um preço melhor e repassar os lucros a produtor familiar. Com isso o agricultor familiar sai das garras do atravessador. Outra politica publica existente é o PENAI, Programa Nacional de Fortalecimento da Alimentação Escolar. Este programa foi uma exigência do Governo Lula de que as Prefeituras Municipais comprassem trinta por cento da merenda escolar nas mãos do agricultor familiar. Isso para evitar que se comprassem produtos químicos, contraindicados. O governo com esse programa potencializa o agricultor familiar e melhora a qualidade da merenda escolar oferecida aos estudantes. Se por ventura a prefeitura quiser comprar cem por cento nas mãos do agricultor familiar pode. Produtos como o abacate, aipim, mel, banana da terra, banana da prata, beiju, todos estes produtos poderão ser comprados ou nas mãos do agricultor familiar ou de uma associação. Mas a Associação deve ser registrada juridicamente, para receber estes recursos e oferecer os produtos à venda. A Associação deve ter CNPJ ou CPF. Outra politica publica de Governo é o Crédito Fundiário, que é uma politica na qual o governo comprará terra para aqueles que não têm terra ou tem pouca terra. Para tal é criado um grupo de produtores ou uma pessoa física, que devem procurar a propriedade, com documentação em dias, o governo então compra a propriedade, financia para ser pago em vinte anos com prazo de carência de três anos, e com bônus de quarenta por cento. Além do bônus de quarenta por cento, o governo libera recursos não reembolsável, ou seja, recursos a fundo perdido, para que os agricultores invistam na infraestrutura da propriedade. O grupo pode construir casas, uma cerca, plantar uma área de cacau, este programa é uma politica de fixação do homem no campo. Outra politica publica implementada pela Presidente Dilma é a liberação através da Caixa Econômica Federal para o agricultor que não tem casa própria, de vinte e cinco mil reais, e o agricultor deverá pagar apenas mil reais em quatro prestações de 250,00 reais em quatro anos. Outro programa do Governo Dilma para 2012 e 2013 é o PRONAF Programa Nacional de fortalecimento da Agricultura Familiar. É um projeto de microcrédito onde serão liberados 2.500 reais pagos em dois anos no valor de 1.900 reais. O agricultor terá um bônus de 25 por cento. Resumindo, você paga menos do que financiou. Essa é uma politica de fixação do homem no campo. Todas essas politicas já estão sendo implementadas em Coaraci. Para o agricultou ter acesso a essas politicas publicas deverá apresentar uma declaração de aptidão ao PRONAF, essa declaração poderá ser feita no site do Ministério Agricultura, através dos órgãos de assistência técnica que possuem senha de acesso e emitirão o SEDAP informando os dados atualizados do agricultor. Não é necessário que o agricultor seja o proprietário, poderá ser um parceiro, ou apresentar uma carta de anuência. As politicas públicas tem contribuído para fortalecimento da economia da região, em um ano o EBDA conseguiu emprestar mais de quatro milhões só em Coaraci, assegurando melhores condições econômicas ao agricultor familiar, retendo a saída de muita gente para outras regiões e fortalecendo o comércio local. Fonte: Eng. Agrônomo do EBDA Joel B. Pimenta. COORDENAÇÃO DE AÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL Na opinião de Mauricio Leal o trabalho desenvolvido pela Coordenação é voltado à infraestrutura; Um exemplo é a usina de leite de Coaraci que deverá será inaugurada no mês de março de 2013. As associações beneficiadas por este projeto transportarão o leite de seus associados, os agricultores familiares de Coaraci, Almadina Itapitanga, Ibicaraí, Floresta Azul, Ilhéus, Inema, para ser processado em leite pasteurizado tipo C, doce de leite, manteiga, iogurte e queijo. Para J. Pimenta, o processo de organização de politicas públicas em Coaraci está muito evoluído, graças ao trabalho sério da EBDA, nos últimos vinte e dois anos. Embora com algumas resistências de setores públicos em colaborar com a implantação dos programas. Hoje Coaraci é considerada uma cidade desenvolvida em termos de associativismo. Foram criadas cooperativas, e aproximadamente vinte e duas associações de agricultores familiares, e mais de seiscentos agricultores ainda resistem na região graças ao trabalho realizado pela EBDA. Fonte: Chefe de escritório da EBDA, Coordenador Regional e Coordenador Estadual da Cadeia Produtiva de cacau e Credito Assistido, Sr. Joel B. Pimenta, Eng. Agrônomo da EBDA a trinta e ACESSIBILIDADE Segundo Renato Rebello, que representa em Coaraci o CAU, Conselho de Arquitetura e Urbanismo “a acessibilidade, é o direito de ir e vir das pessoas, estejam elas andando pela cidade, ou tendo acesso a qualquer lugar. Segundo ele em Coaraci alguns lugares já atendem às expectativas da acessibilidade, mas disse que a Câmara de Vereadores e a Prefeitura Municipal são dois locais públicos que tem sérios problemas de acessibilidade, pela inexistência de rampas para acesso ao primeiro andar. Segundo Renato os prédios escolares do município serão todos adaptados para atender às exigências da acessibilidade ainda este ano”. Andando pelas ruas centrais de Coaraci, é claramente visível a falta de consciência sobre a acessibilidade; Passeios com mercadorias expostas, bicicletas estacionadas, carros impedindo o transito das pessoas e até imensas filas nos passeios forçam os transeuntes a descerem do passeio arriscando-se nas vias expressas para veículos motorizados. É preciso que os órgão públicos tenham projetos muito bem elaborados voltados a estas questões vitais para a comunidade. Algumas Escolas Municipais já voltaram seus olhos para estas questões, inclusive porque alguns alunos são cadeirantes, outros cegos, ou com problemas de visão e muitos outros especiais. É preciso também educar os jovens estudantes para o assunto acessibilidade, mesmo porque alguns por total ignorância excluem colegas de sala de aulas, vizinhos e conhecidos da vida normal por serem portadores de deficiências físicas, ou intelectuais. As escolas devem aparelhar-se para receber os alunos com mobiliário adequado, uma boa iluminação e ventilação suficiente. Esse é um assunto que deve ser debatido pelos gestores públicos, professores e pais de alunos, mas também democratizado com a comunidade. E-mail: informativocultural162@gmail.com 4 " id="pdf-obj-3-2" src="pdf-obj-3-2.jpg">
POLÍTICA PÚBLICA <a href=DE GOVERNO EM COARACI Entre as politicas de governo que nós trabalhamos na região de na Bahia temos Coaraci o PAA, Programa de Atenção de Alimentos e Simultânea Doação onde participam os ministérios de desenvolvimento social e de desenvolvimento agrário. (Joel) O programa é gestado pela CONAB, que analisa e libera os recursos para que as entidades possam comprar o produto do agricultor familiar. A entidade tem que possuir uma declaração de aptidão do PRONAF, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura. Essa declaração servirá para o agricultor participar de todas as politicas publicas do governo, inclusive a aposentadoria rural. Com referencia ao PAA a instituição local faz a proposta de compra do alimento do agricultor familiar, o PAA é uma politica de fixação do homem no campo, o pagamento é a base do preço de indústria, o produto adquirido nas mãos do agricultor familiar é doado para as instituições beneficentes, e para pessoas que estão em fase de insegurança alimentar. Este Programa chama-se PAA Doação. Com o PAA estoque, você formaliza a proposta ao CONAB, para liberar os recursos, que só serão liberados após compromisso de prestação de contas. O PAA estoque vai evitar que os alimentos produzidos pelos agricultores familiares passem pelas mãos dos atravessadores. Exemplo: A instituição quer comprar dez toneladas de poupa de frutas, produzidas por um agricultor familiar, então faz uma proposta à CONAB, se aprovada, serão liberados os recursos para compra do estoque mediante a prestação de contas da operação. O comprador pode revender a outrem por um preço melhor e repassar os lucros a produtor familiar. Com isso o agricultor familiar sai das garras do atravessador. Outra politica publica existente é o PENAI, Programa Nacional de Fortalecimento da Alimentação Escolar. Este programa foi uma exigência do Governo Lula de que as Prefeituras Municipais comprassem trinta por cento da merenda escolar nas mãos do agricultor familiar. Isso para evitar que se comprassem produtos químicos, contraindicados. O governo com esse programa potencializa o agricultor familiar e melhora a qualidade da merenda escolar oferecida aos estudantes. Se por ventura a prefeitura quiser comprar cem por cento nas mãos do agricultor familiar pode. Produtos como o abacate, aipim, mel, banana da terra, banana da prata, beiju, todos estes produtos poderão ser comprados ou nas mãos do agricultor familiar ou de uma associação. Mas a Associação deve ser registrada juridicamente, para receber estes recursos e oferecer os produtos à venda. A Associação deve ter CNPJ ou CPF. Outra politica publica de Governo é o Crédito Fundiário, que é uma politica na qual o governo comprará terra para aqueles que não têm terra ou tem pouca terra. Para tal é criado um grupo de produtores ou uma pessoa física, que devem procurar a propriedade, com documentação em dias, o governo então compra a propriedade, financia para ser pago em vinte anos com prazo de carência de três anos, e com bônus de quarenta por cento. Além do bônus de quarenta por cento, o governo libera recursos não reembolsável, ou seja, recursos a fundo perdido, para que os agricultores invistam na infraestrutura da propriedade. O grupo pode construir casas, uma cerca, plantar uma área de cacau, este programa é uma politica de fixação do homem no campo. Outra politica publica implementada pela Presidente Dilma é a liberação através da Caixa Econômica Federal para o agricultor que não tem casa própria, de vinte e cinco mil reais, e o agricultor deverá pagar apenas mil reais em quatro prestações de 250,00 reais em quatro anos. Outro programa do Governo Dilma para 2012 e 2013 é o PRONAF Programa Nacional de fortalecimento da Agricultura Familiar. É um projeto de microcrédito onde serão liberados 2.500 reais pagos em dois anos no valor de 1.900 reais. O agricultor terá um bônus de 25 por cento. Resumindo, você paga menos do que financiou. Essa é uma politica de fixação do homem no campo. Todas essas politicas já estão sendo implementadas em Coaraci. Para o agricultou ter acesso a essas politicas publicas deverá apresentar uma declaração de aptidão ao PRONAF, essa declaração poderá ser feita no site do Ministério Agricultura, através dos órgãos de assistência técnica que possuem senha de acesso e emitirão o SEDAP informando os dados atualizados do agricultor. Não é necessário que o agricultor seja o proprietário, poderá ser um parceiro, ou apresentar uma carta de anuência. As politicas públicas tem contribuído para fortalecimento da economia da região, em um ano o EBDA conseguiu emprestar mais de quatro milhões só em Coaraci, assegurando melhores condições econômicas ao agricultor familiar, retendo a saída de muita gente para outras regiões e fortalecendo o comércio local. Fonte: Eng. Agrônomo do EBDA Joel B. Pimenta. COORDENAÇÃO DE AÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL Na opinião de Mauricio Leal o trabalho desenvolvido pela Coordenação é voltado à infraestrutura; Um exemplo é a usina de leite de Coaraci que deverá será inaugurada no mês de março de 2013. As associações beneficiadas por este projeto transportarão o leite de seus associados, os agricultores familiares de Coaraci, Almadina Itapitanga, Ibicaraí, Floresta Azul, Ilhéus, Inema, para ser processado em leite pasteurizado tipo C, doce de leite, manteiga, iogurte e queijo. Para J. Pimenta, o processo de organização de politicas públicas em Coaraci está muito evoluído, graças ao trabalho sério da EBDA, nos últimos vinte e dois anos. Embora com algumas resistências de setores públicos em colaborar com a implantação dos programas. Hoje Coaraci é considerada uma cidade desenvolvida em termos de associativismo. Foram criadas cooperativas, e aproximadamente vinte e duas associações de agricultores familiares, e mais de seiscentos agricultores ainda resistem na região graças ao trabalho realizado pela EBDA. Fonte: Chefe de escritório da EBDA, Coordenador Regional e Coordenador Estadual da Cadeia Produtiva de cacau e Credito Assistido, Sr. Joel B. Pimenta, Eng. Agrônomo da EBDA a trinta e ACESSIBILIDADE Segundo Renato Rebello, que representa em Coaraci o CAU, Conselho de Arquitetura e Urbanismo “a acessibilidade, é o direito de ir e vir das pessoas, estejam elas andando pela cidade, ou tendo acesso a qualquer lugar. Segundo ele em Coaraci alguns lugares já atendem às expectativas da acessibilidade, mas disse que a Câmara de Vereadores e a Prefeitura Municipal são dois locais públicos que tem sérios problemas de acessibilidade, pela inexistência de rampas para acesso ao primeiro andar. Segundo Renato os prédios escolares do município serão todos adaptados para atender às exigências da acessibilidade ainda este ano”. Andando pelas ruas centrais de Coaraci, é claramente visível a falta de consciência sobre a acessibilidade; Passeios com mercadorias expostas, bicicletas estacionadas, carros impedindo o transito das pessoas e até imensas filas nos passeios forçam os transeuntes a descerem do passeio arriscando-se nas vias expressas para veículos motorizados. É preciso que os órgão públicos tenham projetos muito bem elaborados voltados a estas questões vitais para a comunidade. Algumas Escolas Municipais já voltaram seus olhos para estas questões, inclusive porque alguns alunos são cadeirantes, outros cegos, ou com problemas de visão e muitos outros especiais. É preciso também educar os jovens estudantes para o assunto acessibilidade, mesmo porque alguns por total ignorância excluem colegas de sala de aulas, vizinhos e conhecidos da vida normal por serem portadores de deficiências físicas, ou intelectuais. As escolas devem aparelhar-se para receber os alunos com mobiliário adequado, uma boa iluminação e ventilação suficiente. Esse é um assunto que deve ser debatido pelos gestores públicos, professores e pais de alunos, mas também democratizado com a comunidade. E-mail: informativocultural162@gmail.com 4 " id="pdf-obj-3-4" src="pdf-obj-3-4.jpg">
POLÍTICA PÚBLICA <a href=DE GOVERNO EM COARACI Entre as politicas de governo que nós trabalhamos na região de na Bahia temos Coaraci o PAA, Programa de Atenção de Alimentos e Simultânea Doação onde participam os ministérios de desenvolvimento social e de desenvolvimento agrário. (Joel) O programa é gestado pela CONAB, que analisa e libera os recursos para que as entidades possam comprar o produto do agricultor familiar. A entidade tem que possuir uma declaração de aptidão do PRONAF, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura. Essa declaração servirá para o agricultor participar de todas as politicas publicas do governo, inclusive a aposentadoria rural. Com referencia ao PAA a instituição local faz a proposta de compra do alimento do agricultor familiar, o PAA é uma politica de fixação do homem no campo, o pagamento é a base do preço de indústria, o produto adquirido nas mãos do agricultor familiar é doado para as instituições beneficentes, e para pessoas que estão em fase de insegurança alimentar. Este Programa chama-se PAA Doação. Com o PAA estoque, você formaliza a proposta ao CONAB, para liberar os recursos, que só serão liberados após compromisso de prestação de contas. O PAA estoque vai evitar que os alimentos produzidos pelos agricultores familiares passem pelas mãos dos atravessadores. Exemplo: A instituição quer comprar dez toneladas de poupa de frutas, produzidas por um agricultor familiar, então faz uma proposta à CONAB, se aprovada, serão liberados os recursos para compra do estoque mediante a prestação de contas da operação. O comprador pode revender a outrem por um preço melhor e repassar os lucros a produtor familiar. Com isso o agricultor familiar sai das garras do atravessador. Outra politica publica existente é o PENAI, Programa Nacional de Fortalecimento da Alimentação Escolar. Este programa foi uma exigência do Governo Lula de que as Prefeituras Municipais comprassem trinta por cento da merenda escolar nas mãos do agricultor familiar. Isso para evitar que se comprassem produtos químicos, contraindicados. O governo com esse programa potencializa o agricultor familiar e melhora a qualidade da merenda escolar oferecida aos estudantes. Se por ventura a prefeitura quiser comprar cem por cento nas mãos do agricultor familiar pode. Produtos como o abacate, aipim, mel, banana da terra, banana da prata, beiju, todos estes produtos poderão ser comprados ou nas mãos do agricultor familiar ou de uma associação. Mas a Associação deve ser registrada juridicamente, para receber estes recursos e oferecer os produtos à venda. A Associação deve ter CNPJ ou CPF. Outra politica publica de Governo é o Crédito Fundiário, que é uma politica na qual o governo comprará terra para aqueles que não têm terra ou tem pouca terra. Para tal é criado um grupo de produtores ou uma pessoa física, que devem procurar a propriedade, com documentação em dias, o governo então compra a propriedade, financia para ser pago em vinte anos com prazo de carência de três anos, e com bônus de quarenta por cento. Além do bônus de quarenta por cento, o governo libera recursos não reembolsável, ou seja, recursos a fundo perdido, para que os agricultores invistam na infraestrutura da propriedade. O grupo pode construir casas, uma cerca, plantar uma área de cacau, este programa é uma politica de fixação do homem no campo. Outra politica publica implementada pela Presidente Dilma é a liberação através da Caixa Econômica Federal para o agricultor que não tem casa própria, de vinte e cinco mil reais, e o agricultor deverá pagar apenas mil reais em quatro prestações de 250,00 reais em quatro anos. Outro programa do Governo Dilma para 2012 e 2013 é o PRONAF Programa Nacional de fortalecimento da Agricultura Familiar. É um projeto de microcrédito onde serão liberados 2.500 reais pagos em dois anos no valor de 1.900 reais. O agricultor terá um bônus de 25 por cento. Resumindo, você paga menos do que financiou. Essa é uma politica de fixação do homem no campo. Todas essas politicas já estão sendo implementadas em Coaraci. Para o agricultou ter acesso a essas politicas publicas deverá apresentar uma declaração de aptidão ao PRONAF, essa declaração poderá ser feita no site do Ministério Agricultura, através dos órgãos de assistência técnica que possuem senha de acesso e emitirão o SEDAP informando os dados atualizados do agricultor. Não é necessário que o agricultor seja o proprietário, poderá ser um parceiro, ou apresentar uma carta de anuência. As politicas públicas tem contribuído para fortalecimento da economia da região, em um ano o EBDA conseguiu emprestar mais de quatro milhões só em Coaraci, assegurando melhores condições econômicas ao agricultor familiar, retendo a saída de muita gente para outras regiões e fortalecendo o comércio local. Fonte: Eng. Agrônomo do EBDA Joel B. Pimenta. " id="pdf-obj-3-7" src="pdf-obj-3-7.jpg">

POLÍTICA PÚBLICA DE GOVERNO EM COARACI

Entre as politicas de governo que nós trabalhamos na região de

na Bahia temos

Coaraci

o

PAA,

Programa de Atenção de

Alimentos

e

Simultânea

Doação

onde participam os ministérios de

desenvolvimento social

e

de

desenvolvimento agrário. (Joel)

O programa é gestado pela CONAB, que analisa e libera os recursos para que as entidades possam comprar o produto do agricultor familiar. A entidade tem que possuir uma declaração de aptidão do PRONAF, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura. Essa declaração servirá para o agricultor participar de todas as politicas publicas do governo, inclusive a aposentadoria rural. Com referencia ao PAA a instituição local faz a proposta de compra do alimento do agricultor familiar, o PAA é uma politica de fixação do homem no campo, o pagamento é a base do preço de indústria, o produto adquirido nas mãos do agricultor familiar é doado para as instituições beneficentes, e para pessoas que estão em fase de insegurança alimentar. Este Programa chama-se PAA Doação. Com o PAA estoque, você formaliza a proposta ao CONAB, para liberar os recursos, que só serão liberados após compromisso de prestação de contas. O PAA estoque vai evitar que os alimentos produzidos pelos agricultores familiares passem pelas mãos dos atravessadores. Exemplo: A instituição quer comprar dez toneladas de poupa de frutas, produzidas por um agricultor familiar, então faz uma proposta à CONAB, se aprovada, serão liberados os recursos para compra do estoque mediante a prestação de contas da operação. O comprador pode revender a outrem por um preço melhor e repassar os lucros a produtor familiar. Com isso o agricultor familiar sai das garras do atravessador. Outra politica publica existente é o PENAI, Programa Nacional de Fortalecimento da Alimentação Escolar. Este programa foi uma exigência do Governo Lula de que as Prefeituras Municipais comprassem trinta por cento da merenda escolar nas mãos do agricultor familiar. Isso para evitar que se comprassem produtos químicos, contraindicados. O governo com esse programa potencializa o agricultor familiar e melhora a qualidade da merenda escolar oferecida aos estudantes. Se por ventura a prefeitura quiser comprar cem por cento nas mãos do agricultor familiar pode. Produtos como o abacate, aipim, mel, banana da terra, banana da prata, beiju, todos estes produtos poderão ser comprados ou nas mãos do agricultor familiar ou de uma associação. Mas a Associação deve ser registrada juridicamente, para receber estes recursos e oferecer os produtos à venda. A Associação deve ter CNPJ ou CPF. Outra politica publica de Governo é o Crédito Fundiário, que é uma politica na qual o governo comprará terra para aqueles que não têm terra ou tem pouca terra. Para tal é criado um grupo de produtores ou uma pessoa física, que devem procurar a propriedade, com documentação em dias, o governo então compra a propriedade, financia para ser pago em vinte anos com prazo de carência de três anos, e com bônus de quarenta por cento. Além do bônus de quarenta por cento, o governo libera recursos não reembolsável, ou seja, recursos a fundo perdido, para que os agricultores invistam na infraestrutura da propriedade. O grupo pode construir casas, uma cerca, plantar uma área de cacau, este programa é uma politica de fixação do homem no campo. Outra politica publica implementada pela Presidente Dilma é a liberação através da Caixa Econômica Federal para o agricultor que não tem casa própria, de vinte e cinco mil reais, e o agricultor deverá pagar apenas mil reais em quatro prestações de 250,00 reais em quatro anos. Outro programa do Governo Dilma para 2012 e 2013 é o PRONAF Programa Nacional de fortalecimento da Agricultura Familiar. É um projeto de microcrédito onde serão liberados 2.500 reais pagos em dois anos no valor de 1.900 reais. O agricultor terá um bônus de 25 por cento. Resumindo, você paga menos do que financiou. Essa é uma politica de fixação do homem no campo. Todas essas politicas já estão sendo implementadas em Coaraci. Para o agricultou ter acesso a essas politicas publicas deverá apresentar uma declaração de aptidão ao PRONAF, essa declaração poderá ser feita no site do Ministério Agricultura, através dos órgãos de assistência técnica que possuem senha de acesso e emitirão o SEDAP informando os dados atualizados do agricultor. Não é necessário que o agricultor seja o proprietário, poderá ser um parceiro, ou apresentar uma carta de anuência. As politicas públicas tem contribuído para fortalecimento da economia da região, em um ano o EBDA conseguiu emprestar mais de quatro milhões só em Coaraci, assegurando melhores condições econômicas ao agricultor familiar, retendo a saída de muita gente para outras regiões e fortalecendo o comércio local. Fonte: Eng. Agrônomo do EBDA Joel B. Pimenta.

POLÍTICA PÚBLICA <a href=DE GOVERNO EM COARACI Entre as politicas de governo que nós trabalhamos na região de na Bahia temos Coaraci o PAA, Programa de Atenção de Alimentos e Simultânea Doação onde participam os ministérios de desenvolvimento social e de desenvolvimento agrário. (Joel) O programa é gestado pela CONAB, que analisa e libera os recursos para que as entidades possam comprar o produto do agricultor familiar. A entidade tem que possuir uma declaração de aptidão do PRONAF, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura. Essa declaração servirá para o agricultor participar de todas as politicas publicas do governo, inclusive a aposentadoria rural. Com referencia ao PAA a instituição local faz a proposta de compra do alimento do agricultor familiar, o PAA é uma politica de fixação do homem no campo, o pagamento é a base do preço de indústria, o produto adquirido nas mãos do agricultor familiar é doado para as instituições beneficentes, e para pessoas que estão em fase de insegurança alimentar. Este Programa chama-se PAA Doação. Com o PAA estoque, você formaliza a proposta ao CONAB, para liberar os recursos, que só serão liberados após compromisso de prestação de contas. O PAA estoque vai evitar que os alimentos produzidos pelos agricultores familiares passem pelas mãos dos atravessadores. Exemplo: A instituição quer comprar dez toneladas de poupa de frutas, produzidas por um agricultor familiar, então faz uma proposta à CONAB, se aprovada, serão liberados os recursos para compra do estoque mediante a prestação de contas da operação. O comprador pode revender a outrem por um preço melhor e repassar os lucros a produtor familiar. Com isso o agricultor familiar sai das garras do atravessador. Outra politica publica existente é o PENAI, Programa Nacional de Fortalecimento da Alimentação Escolar. Este programa foi uma exigência do Governo Lula de que as Prefeituras Municipais comprassem trinta por cento da merenda escolar nas mãos do agricultor familiar. Isso para evitar que se comprassem produtos químicos, contraindicados. O governo com esse programa potencializa o agricultor familiar e melhora a qualidade da merenda escolar oferecida aos estudantes. Se por ventura a prefeitura quiser comprar cem por cento nas mãos do agricultor familiar pode. Produtos como o abacate, aipim, mel, banana da terra, banana da prata, beiju, todos estes produtos poderão ser comprados ou nas mãos do agricultor familiar ou de uma associação. Mas a Associação deve ser registrada juridicamente, para receber estes recursos e oferecer os produtos à venda. A Associação deve ter CNPJ ou CPF. Outra politica publica de Governo é o Crédito Fundiário, que é uma politica na qual o governo comprará terra para aqueles que não têm terra ou tem pouca terra. Para tal é criado um grupo de produtores ou uma pessoa física, que devem procurar a propriedade, com documentação em dias, o governo então compra a propriedade, financia para ser pago em vinte anos com prazo de carência de três anos, e com bônus de quarenta por cento. Além do bônus de quarenta por cento, o governo libera recursos não reembolsável, ou seja, recursos a fundo perdido, para que os agricultores invistam na infraestrutura da propriedade. O grupo pode construir casas, uma cerca, plantar uma área de cacau, este programa é uma politica de fixação do homem no campo. Outra politica publica implementada pela Presidente Dilma é a liberação através da Caixa Econômica Federal para o agricultor que não tem casa própria, de vinte e cinco mil reais, e o agricultor deverá pagar apenas mil reais em quatro prestações de 250,00 reais em quatro anos. Outro programa do Governo Dilma para 2012 e 2013 é o PRONAF Programa Nacional de fortalecimento da Agricultura Familiar. É um projeto de microcrédito onde serão liberados 2.500 reais pagos em dois anos no valor de 1.900 reais. O agricultor terá um bônus de 25 por cento. Resumindo, você paga menos do que financiou. Essa é uma politica de fixação do homem no campo. Todas essas politicas já estão sendo implementadas em Coaraci. Para o agricultou ter acesso a essas politicas publicas deverá apresentar uma declaração de aptidão ao PRONAF, essa declaração poderá ser feita no site do Ministério Agricultura, através dos órgãos de assistência técnica que possuem senha de acesso e emitirão o SEDAP informando os dados atualizados do agricultor. Não é necessário que o agricultor seja o proprietário, poderá ser um parceiro, ou apresentar uma carta de anuência. As politicas públicas tem contribuído para fortalecimento da economia da região, em um ano o EBDA conseguiu emprestar mais de quatro milhões só em Coaraci, assegurando melhores condições econômicas ao agricultor familiar, retendo a saída de muita gente para outras regiões e fortalecendo o comércio local. Fonte: Eng. Agrônomo do EBDA Joel B. Pimenta. COORDENAÇÃO DE AÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL Na opinião de Mauricio Leal o trabalho desenvolvido pela Coordenação é voltado à infraestrutura; Um exemplo é a usina de leite de Coaraci que deverá será inaugurada no mês de março de 2013. As associações beneficiadas por este projeto transportarão o leite de seus associados, os agricultores familiares de Coaraci, Almadina Itapitanga, Ibicaraí, Floresta Azul, Ilhéus, Inema, para ser processado em leite pasteurizado tipo C, doce de leite, manteiga, iogurte e queijo. Para J. Pimenta, o processo de organização de politicas públicas em Coaraci está muito evoluído, graças ao trabalho sério da EBDA, nos últimos vinte e dois anos. Embora com algumas resistências de setores públicos em colaborar com a implantação dos programas. Hoje Coaraci é considerada uma cidade desenvolvida em termos de associativismo. Foram criadas cooperativas, e aproximadamente vinte e duas associações de agricultores familiares, e mais de seiscentos agricultores ainda resistem na região graças ao trabalho realizado pela EBDA. Fonte: Chefe de escritório da EBDA, Coordenador Regional e Coordenador Estadual da Cadeia Produtiva de cacau e Credito Assistido, Sr. Joel B. Pimenta, Eng. Agrônomo da EBDA a trinta e ACESSIBILIDADE Segundo Renato Rebello, que representa em Coaraci o CAU, Conselho de Arquitetura e Urbanismo “a acessibilidade, é o direito de ir e vir das pessoas, estejam elas andando pela cidade, ou tendo acesso a qualquer lugar. Segundo ele em Coaraci alguns lugares já atendem às expectativas da acessibilidade, mas disse que a Câmara de Vereadores e a Prefeitura Municipal são dois locais públicos que tem sérios problemas de acessibilidade, pela inexistência de rampas para acesso ao primeiro andar. Segundo Renato os prédios escolares do município serão todos adaptados para atender às exigências da acessibilidade ainda este ano”. Andando pelas ruas centrais de Coaraci, é claramente visível a falta de consciência sobre a acessibilidade; Passeios com mercadorias expostas, bicicletas estacionadas, carros impedindo o transito das pessoas e até imensas filas nos passeios forçam os transeuntes a descerem do passeio arriscando-se nas vias expressas para veículos motorizados. É preciso que os órgão públicos tenham projetos muito bem elaborados voltados a estas questões vitais para a comunidade. Algumas Escolas Municipais já voltaram seus olhos para estas questões, inclusive porque alguns alunos são cadeirantes, outros cegos, ou com problemas de visão e muitos outros especiais. É preciso também educar os jovens estudantes para o assunto acessibilidade, mesmo porque alguns por total ignorância excluem colegas de sala de aulas, vizinhos e conhecidos da vida normal por serem portadores de deficiências físicas, ou intelectuais. As escolas devem aparelhar-se para receber os alunos com mobiliário adequado, uma boa iluminação e ventilação suficiente. Esse é um assunto que deve ser debatido pelos gestores públicos, professores e pais de alunos, mas também democratizado com a comunidade. E-mail: informativocultural162@gmail.com 4 " id="pdf-obj-3-56" src="pdf-obj-3-56.jpg">

COORDENAÇÃO DE AÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Na opinião de Mauricio Leal o trabalho desenvolvido pela Coordenação é voltado à infraestrutura; Um exemplo é a usina de leite de Coaraci que deverá será inaugurada no mês de março de 2013. As associações beneficiadas por este projeto transportarão o leite de seus associados, os agricultores familiares de Coaraci, Almadina Itapitanga, Ibicaraí, Floresta Azul, Ilhéus, Inema, para ser processado em leite pasteurizado tipo C, doce de leite, manteiga, iogurte e queijo.

COORDENAÇÃO DE AÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL Na opinião de Mauricio Leal o trabalho desenvolvido pela Coordenação

Para J. Pimenta, o processo de organização de politicas públicas em Coaraci está muito evoluído, graças ao trabalho sério da EBDA, nos últimos vinte e dois anos. Embora com algumas resistências de setores públicos em colaborar com a implantação dos programas. Hoje Coaraci é considerada uma cidade desenvolvida em termos de associativismo. Foram criadas cooperativas, e aproximadamente vinte e duas associações de agricultores familiares, e mais de seiscentos agricultores ainda resistem na região graças ao trabalho realizado pela EBDA. Fonte: Chefe de escritório da EBDA, Coordenador Regional e Coordenador Estadual da Cadeia Produtiva de cacau e Credito Assistido, Sr. Joel B. Pimenta, Eng. Agrônomo da EBDA a trinta e

ACESSIBILIDADE Segundo Renato Rebello, que representa em Coaraci o CAU, Conselho de Arquitetura e Urbanismo “a acessibilidade, é o direito de

ir e vir das pessoas, estejam elas andando pela cidade, ou tendo acesso a qualquer lugar. Segundo ele em Coaraci alguns lugares já atendem às expectativas da acessibilidade, mas disse que a Câmara de Vereadores e a Prefeitura Municipal são dois locais públicos que tem sérios problemas de acessibilidade, pela inexistência de rampas para acesso ao primeiro andar. Segundo Renato os prédios escolares do município serão todos adaptados para atender às exigências da

acessibilidade ainda este ano”.

Andando pelas ruas centrais de Coaraci, é claramente visível a falta de consciência sobre a acessibilidade; Passeios com mercadorias expostas, bicicletas estacionadas, carros impedindo o transito das pessoas e até imensas filas nos passeios forçam os transeuntes a descerem do passeio arriscando-se nas vias expressas para veículos motorizados. É preciso que os órgão públicos tenham projetos muito bem elaborados voltados a estas questões vitais para a comunidade.

POLÍTICA PÚBLICA <a href=DE GOVERNO EM COARACI Entre as politicas de governo que nós trabalhamos na região de na Bahia temos Coaraci o PAA, Programa de Atenção de Alimentos e Simultânea Doação onde participam os ministérios de desenvolvimento social e de desenvolvimento agrário. (Joel) O programa é gestado pela CONAB, que analisa e libera os recursos para que as entidades possam comprar o produto do agricultor familiar. A entidade tem que possuir uma declaração de aptidão do PRONAF, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura. Essa declaração servirá para o agricultor participar de todas as politicas publicas do governo, inclusive a aposentadoria rural. Com referencia ao PAA a instituição local faz a proposta de compra do alimento do agricultor familiar, o PAA é uma politica de fixação do homem no campo, o pagamento é a base do preço de indústria, o produto adquirido nas mãos do agricultor familiar é doado para as instituições beneficentes, e para pessoas que estão em fase de insegurança alimentar. Este Programa chama-se PAA Doação. Com o PAA estoque, você formaliza a proposta ao CONAB, para liberar os recursos, que só serão liberados após compromisso de prestação de contas. O PAA estoque vai evitar que os alimentos produzidos pelos agricultores familiares passem pelas mãos dos atravessadores. Exemplo: A instituição quer comprar dez toneladas de poupa de frutas, produzidas por um agricultor familiar, então faz uma proposta à CONAB, se aprovada, serão liberados os recursos para compra do estoque mediante a prestação de contas da operação. O comprador pode revender a outrem por um preço melhor e repassar os lucros a produtor familiar. Com isso o agricultor familiar sai das garras do atravessador. Outra politica publica existente é o PENAI, Programa Nacional de Fortalecimento da Alimentação Escolar. Este programa foi uma exigência do Governo Lula de que as Prefeituras Municipais comprassem trinta por cento da merenda escolar nas mãos do agricultor familiar. Isso para evitar que se comprassem produtos químicos, contraindicados. O governo com esse programa potencializa o agricultor familiar e melhora a qualidade da merenda escolar oferecida aos estudantes. Se por ventura a prefeitura quiser comprar cem por cento nas mãos do agricultor familiar pode. Produtos como o abacate, aipim, mel, banana da terra, banana da prata, beiju, todos estes produtos poderão ser comprados ou nas mãos do agricultor familiar ou de uma associação. Mas a Associação deve ser registrada juridicamente, para receber estes recursos e oferecer os produtos à venda. A Associação deve ter CNPJ ou CPF. Outra politica publica de Governo é o Crédito Fundiário, que é uma politica na qual o governo comprará terra para aqueles que não têm terra ou tem pouca terra. Para tal é criado um grupo de produtores ou uma pessoa física, que devem procurar a propriedade, com documentação em dias, o governo então compra a propriedade, financia para ser pago em vinte anos com prazo de carência de três anos, e com bônus de quarenta por cento. Além do bônus de quarenta por cento, o governo libera recursos não reembolsável, ou seja, recursos a fundo perdido, para que os agricultores invistam na infraestrutura da propriedade. O grupo pode construir casas, uma cerca, plantar uma área de cacau, este programa é uma politica de fixação do homem no campo. Outra politica publica implementada pela Presidente Dilma é a liberação através da Caixa Econômica Federal para o agricultor que não tem casa própria, de vinte e cinco mil reais, e o agricultor deverá pagar apenas mil reais em quatro prestações de 250,00 reais em quatro anos. Outro programa do Governo Dilma para 2012 e 2013 é o PRONAF Programa Nacional de fortalecimento da Agricultura Familiar. É um projeto de microcrédito onde serão liberados 2.500 reais pagos em dois anos no valor de 1.900 reais. O agricultor terá um bônus de 25 por cento. Resumindo, você paga menos do que financiou. Essa é uma politica de fixação do homem no campo. Todas essas politicas já estão sendo implementadas em Coaraci. Para o agricultou ter acesso a essas politicas publicas deverá apresentar uma declaração de aptidão ao PRONAF, essa declaração poderá ser feita no site do Ministério Agricultura, através dos órgãos de assistência técnica que possuem senha de acesso e emitirão o SEDAP informando os dados atualizados do agricultor. Não é necessário que o agricultor seja o proprietário, poderá ser um parceiro, ou apresentar uma carta de anuência. As politicas públicas tem contribuído para fortalecimento da economia da região, em um ano o EBDA conseguiu emprestar mais de quatro milhões só em Coaraci, assegurando melhores condições econômicas ao agricultor familiar, retendo a saída de muita gente para outras regiões e fortalecendo o comércio local. Fonte: Eng. Agrônomo do EBDA Joel B. Pimenta. COORDENAÇÃO DE AÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL Na opinião de Mauricio Leal o trabalho desenvolvido pela Coordenação é voltado à infraestrutura; Um exemplo é a usina de leite de Coaraci que deverá será inaugurada no mês de março de 2013. As associações beneficiadas por este projeto transportarão o leite de seus associados, os agricultores familiares de Coaraci, Almadina Itapitanga, Ibicaraí, Floresta Azul, Ilhéus, Inema, para ser processado em leite pasteurizado tipo C, doce de leite, manteiga, iogurte e queijo. Para J. Pimenta, o processo de organização de politicas públicas em Coaraci está muito evoluído, graças ao trabalho sério da EBDA, nos últimos vinte e dois anos. Embora com algumas resistências de setores públicos em colaborar com a implantação dos programas. Hoje Coaraci é considerada uma cidade desenvolvida em termos de associativismo. Foram criadas cooperativas, e aproximadamente vinte e duas associações de agricultores familiares, e mais de seiscentos agricultores ainda resistem na região graças ao trabalho realizado pela EBDA. Fonte: Chefe de escritório da EBDA, Coordenador Regional e Coordenador Estadual da Cadeia Produtiva de cacau e Credito Assistido, Sr. Joel B. Pimenta, Eng. Agrônomo da EBDA a trinta e ACESSIBILIDADE Segundo Renato Rebello, que representa em Coaraci o CAU, Conselho de Arquitetura e Urbanismo “a acessibilidade, é o direito de ir e vir das pessoas, estejam elas andando pela cidade, ou tendo acesso a qualquer lugar. Segundo ele em Coaraci alguns lugares já atendem às expectativas da acessibilidade, mas disse que a Câmara de Vereadores e a Prefeitura Municipal são dois locais públicos que tem sérios problemas de acessibilidade, pela inexistência de rampas para acesso ao primeiro andar. Segundo Renato os prédios escolares do município serão todos adaptados para atender às exigências da acessibilidade ainda este ano”. Andando pelas ruas centrais de Coaraci, é claramente visível a falta de consciência sobre a acessibilidade; Passeios com mercadorias expostas, bicicletas estacionadas, carros impedindo o transito das pessoas e até imensas filas nos passeios forçam os transeuntes a descerem do passeio arriscando-se nas vias expressas para veículos motorizados. É preciso que os órgão públicos tenham projetos muito bem elaborados voltados a estas questões vitais para a comunidade. Algumas Escolas Municipais já voltaram seus olhos para estas questões, inclusive porque alguns alunos são cadeirantes, outros cegos, ou com problemas de visão e muitos outros especiais. É preciso também educar os jovens estudantes para o assunto acessibilidade, mesmo porque alguns por total ignorância excluem colegas de sala de aulas, vizinhos e conhecidos da vida normal por serem portadores de deficiências físicas, ou intelectuais. As escolas devem aparelhar-se para receber os alunos com mobiliário adequado, uma boa iluminação e ventilação suficiente. Esse é um assunto que deve ser debatido pelos gestores públicos, professores e pais de alunos, mas também democratizado com a comunidade. E-mail: informativocultural162@gmail.com 4 " id="pdf-obj-3-79" src="pdf-obj-3-79.jpg">

Algumas Escolas Municipais já voltaram seus olhos para estas questões, inclusive porque alguns alunos são cadeirantes, outros cegos, ou com problemas de visão e muitos outros especiais. É preciso também educar os jovens estudantes para o assunto acessibilidade, mesmo porque alguns por total ignorância excluem colegas de sala de aulas, vizinhos e conhecidos da vida normal por serem portadores de deficiências físicas, ou intelectuais. As escolas devem aparelhar-se para receber os alunos com mobiliário adequado, uma boa iluminação e ventilação suficiente. Esse é um assunto que deve ser debatido pelos gestores públicos, professores e pais de alunos, mas também democratizado com a comunidade.

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COARACI: MAIS CARNAVAL No Informativo XIV foi feita uma rápida abordagem ao Cordão do Bola

COARACI: MAIS CARNAVAL

No Informativo XIV foi feita uma rápida abordagem ao Cordão do Bola Preta fundado em 1937, e já participando intensamente do carnaval de 1938 na condição de primeira manifestação do gênero da história urbana de Coaraci, que sete anos antes tinha aproximadamente 40 moradores residindo em dez ou doze casas, algumas delas também servindo de comércio. Essa pequena e agitada comunidade só se tornou conhecida após a chegada do administrador Juvêncio Peri Lima em 1931, época em que as principais fazendas de pecuária já estavam com milhares de reses em seus pastos, e as de cacau já estavam próximas a 90% de sua plantação, atividades essas que se desenvolveram por cerca de quarenta anos, onde as projeções indicam a participação de aproximadamente trinta mil pessoas. Mesmo dispersa dentro da mata, essa grande população foi consolidando um profundo sentimento de união entre irmãos, e demais famílias, e assim se mantendo à medida que foram se transferindo para a área urbana da vila. Uma fotografia da época mostrou que o Bola Preta era composto por pouco mais de cento e trinta figurantes, onde a criançada menor de dez anos predominava, e as fantasias de colombina, arlequim, pirata, marinheiro, pierrô, palhaço eram as mais preferidas, da mesma forma que no carnaval do Rio de Janeiro, tido como referência. Suas músicas, fantasias e evoluções eram tão contagiantes que blocos masculinos, femininos e mistos já estavam participando do carnaval de 1939, 40, 41 a exemplo dos inesquecíveis: Não dou Confiança, Gato Preto e Holandesas, esse, organizado pela sra. Noêmia Leal, esposa de um dos mais conhecidos comerciantes da época. A atual praça Getúlio Vargas e imediações, até então, sem calçamento, não permitia qualquer manifestação pública, em decorrência das obras em execução. Grupos de dez, de cinco, de três, de dois, foliões individuais, mascarados ou não, e sem destino, enchiam as ruas de chão batido, cantando e lançando jatos de lança-perfume, punhados de confetes e bobinas de serpentina colorida para todos os lados para dar vazão às alegrias do carnaval coaraciense. Zum Zum de Dalva de Oliveira; Mamãe eu Quero de Jararaca; Saca-Rolha e Ressaca de Zé e Zilda; Madureira Chorou de Joel de Almeida; Nós, os Carecas dos Anjos do Inferno; Praça Onze do Trio de Ouro; Balzaquiana de Jorge Goulart; Lata d’Água de Marlene; Eva Querida de Mário Reis; Trabalhar, eu não de Nuno Roland; Confete de Francisco Alves eram apenas algumas das dezenas e dezenas de músicas cantadas nas ruas pelos carnavalescos e também executadas pelos serviços de alto-falantes da Voz da Liberdade de Helvécio Lemos e da Voz do Comércio de Oscar Araújo. A criação da Banda de Música 13 de Junho, a partir de 1944 impulsionou ainda mais a alegria dos coaracienses, que tinham, a partir de então, músicos de qualidade, filhos da terra vindo das classes mais humildes do distrito, que abrilhantavam todos os tipos de festas, inclusive as procissões católicas. Era composta inicialmente por cerca de 40 figurantes, e até 1954 esteve sob a batuta do maestro fundador João Evangelista Melo. Foi também em meados dos anos quarenta que a Batucada de Vitalino Ribeiro e o Afoxé de Joaquim Nascimento surgiram nas ruas de Coaraci, provocando arrepios nos que lhes assistiam. É preciso lembrar que a sua população foi beneficiada a partir de 1941 com o parque de diversões Estrela do Sul, que atraía todos os dias milhares de moradores do meio da tarde ao amanhecer do dia seguinte. Em 1944 surgiram o campo de futebol, o cine Teatro Coaraci, a escola de Corte e Costura de Alice Kruschevsky, e em 1949, o requintado cine Glória que se tornou mais um ponto de atração da população. A partir de 1937/38, as festas, mesmo as não carnavalescas, aconteciam nos armazéns de cacau espalhados em diversos pontos da vila em decorrência da falta de clubes sociais, embora boa parte da população continuasse fiel aos já tradicionais bailes à fantasia que vinham acontecendo em fazendas da região, sobretudo na de José Simões, no distante Brejo Mole, próximo a Ribeirão do Terto, época em que todo o Brasil já cantava A Jardineira, marcha de Benedito Lacerda e Umberto Porto. Algumas outras da região da Lagoa, das Duas Barras e da estrada de Pouso Alegre também se tornaram conhecidas por suas festas e churrascadas que aconteciam em boa parte do ano. Nenhum centavo do dinheiro público participava dessas festividades. Segundo moradores da época, todas as comemorações carnavalescas bem como as festas natalinas iniciadas a partir de 1938, mantiveram o mesmo brilho em todos os anos da década de quarenta, só perdendo motivação por volta de 1955, já com Aristides Oliveira na condição de primeiro prefeito, quando possivelmente nove a dez mil coaracienses já tinham deixado a cidade no período médio de quatro anos. Nos primeiros anos da década de setenta, já se via uma cidade inteiramente desmotivada com uma população se reduzindo a cada ano, sem a meninada nas ruas, nas fazendas, nos campos de futebol, nos cinemas, nos clubes, nas tradicionais prosas na praça até uma, duas horas da madrugada, etc. Essas mudanças não ficaram restritas a Coaraci, atingiram todos os municípios brasileiros. Boa parte da população adulta encontrava em Coaraci, desde meados dos anos trinta, várias formas noturnas de divertimento, onde permanecia até a alta madrugada. Essas atrações se concentravam na rua 1 o . de Janeiro, conhecida como zona de prostituição. Aliás, essa intensa movimentação em direção a Coaraci era também observada por volta de 1943/44, na estrada das Duas Barras, em plena segunda guerra, não apenas durante o dia, mas também à tarde, à noite e em toda a madrugada, em qualquer direção da estrada, época em que, sete de cada dez coaracienses, ainda residiam em sua zona rural. Há décadas que as construtoras pelo Brasil afora procuram atrair compradores para seus imóveis oferecendo um grande número de opções de lazer, onde alguns esquecem que todos eles são cobrados nas taxas mensais de condomínio. Todas essas opções juntas eram insignificantes em relação ao que nossos pioneiros coaracienses ofereciam em suas fazendas: banho de rio, de represa, passeio pela plantação de cacau, a pé ou em animais, jogos de futebol, consumo de qualquer tipo de fruta de época, cuscuz de milho verde, frango a molho pardo, leitão na brasa, feijão com jabá Rio Grande, pituzada com espécimes de grande porte, além de poder ver estrelas e planetas no céu azul, com se estivessem há poucos metros dos próprios olhos, privilégio nunca alcançado por aqueles que são beneficiados pela energia elétrica . As últimas manifestações carnavalescas em suas modalidades tradicionais aconteceram entre os anos de 1954 e 60 por contra das primeiras turmas pioneiras dos estudantes do Ginásio de Coaraci, onde o tema era a música Turma do Funil.

Enock Dias de Cerqueira

ÉPOCA DE OURO DO CACAU

Texto adaptado por PauloSNSantana

O excelente preço do cacau nos primeiros 60 anos do século XX, deixava os produtores satisfeitos e despreocupados com as finanças. Seus lucros, sobretudo, pela participação da família em todas as atividades da roça, permitiam que fossem contratados trabalhadores rurais para suas fazendas. Como os bancos ainda não faziam parte do cotidiano na região, o dinheiro era guardado em baús e sempre investido em benfeitorias na própria fazenda. As noticias de fartura chegavam de toda parte, trazidas por viajantes via rodovia Itacaré-Pirangi. Desperdício não fazia parte do vocabulário dos pioneiros, eles perdiam o humor ao ver alguma fruta verde no chão; pior ainda, se fosse um coco de cacau; A economia era um exemplo a ser seguido por toda a família; Como no diálogo abaixo:

-Pai! Aquela calça azul que eu estava lavando, rasgou-se, eu vou jogar fora! -Sim filha, mas não se esqueça de retirar os botões! Coaraci, recebia constantemente famílias inteiras vindas de fazendas da região para compras no comércio, montados em animais de linhagem. Os cacauicultores e pecuaristas tinham um trato especial com os seus animais, já que eram os transportes dos familiares para Ilhéus, Itabuna e outros municípios vizinhos. Os Coronéis viajavam nos melhores animais, encomendavam celas, e as senhoras e senhoritas em silhões, trazendo esporas e tacas com admiráveis ornamentos de níquel, prata, ou banhados a ouro, tudo obedecendo as mais altas exigências da elegância. Vistosas correntes douradas eram presas às calças segurando valiosos e tradicionais relógios das marcas: Cima, Mido, Tissot ou Omega Ferradura, em ouro 18 quilates; Usavam botas de cano longo, de finíssimo trato, confeccionadas em couro de bezerro ou cromo alemão; Chapéus Prada, Ramezzoni ou Curi Especial ou ainda os tradicionais e elegantes Panamás ou Palhetas de Aba Dura, eram facilmente encontrados no comércio de Coaraci; Ternos de Mescla Casemira ou Tropical completavam o dia, sem esquecer aqueles costurados com elegante diagonal S120, produzido nas indústrias da Europa. Era um tempo de fartura luxo e riquezas ...

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Professora Josefina Castro, Prefeita de Coaraci, fala aos Professores no Encontro Pedagógico 2013. Texto adaptado

Professora Josefina Castro, Prefeita de Coaraci, fala aos Professores no Encontro Pedagógico 2013.

Texto adaptado por PauloSNSantana

A Prefeita Josefina Castro, durante abertura do encontro pedagógico dirigiu-se aos educadores de Coaraci, acolhendo-os com muita alegria, com muito entusiasmo e disse que, apesar do calor daquele recinto, respirava ares saudáveis pois se encontrava entre Professores, Diretores, Coordenadores e funcionários da educação, que este sentimento é porque no dia 27 de março completará trinta e cinco anos como educadora do ensino superior. Disse que começou sua vida acadêmica em 1978 no ensino superior e que nunca se arrependeu de ser professora, e que verdadeiramente adora ser professora e educadora. Disse que gostaria de explicitar, naquele ambiente repleto de pais e mães, que quando um bebe nasce do ponto de vista psicológico, ele ainda não se constituiu como sujeito, é desprovido de conhecimentos, e vive dependente direto da mãe. Não tem afetividade, seu psicológico e social não estão desenvolvidos. Que esse sujeito só se torna pessoa e se humaniza através da educação. Citou Kant quando disse que o único ser vivo que precisa de educação é o homem. Prosseguiu dizendo que o ser humano é o ser vivo que tem a maior infância, e que a infância é longa não é por acaso, mas porque nós precisamos desta educação, precisamos dessa formação, e que para ela duas instituições são importantíssimas neste processo: A família e a Escola, que é a Instituição Educacional e que não se pode prescindir de uma parceria entre as duas. Para a Professora Josefina é importante trabalharmos conjuntamente com a família, porque é imprescindível no processo da educação, mas não pode ser responsável por tudo. Enfatizou a importância da escola na sistematização histórica de todos os conhecimentos produzidos pela humanidade. Disse que se não fosse isso, não precisaria ter escola. Ressaltou a importância da educação escolar, no papel educacional e que máquina nenhuma poderá substituir nossa missão de ensinar, que o computador informa, mas para educar, só o ser humano. Disse também que se consultássemos todos os filósofos eles iriam dizer que nós nos educamos na relação com o outro, que sozinhos não somos nada, e que o outro nos oferece o feedback, quem sou, minha valorização, minhas deficiências, que precisamos desse outro, que pode ser um irmão mais velho, um coleguinha de escola, um colega da vizinhança, os pais, as famílias, os professores. Afirmou o quanto cada profissional da escola é importante. Do porteiro ao Professor, ao Diretor, que para ela, não existe um papel de destaque, um ser mais importante que o outro. Com a sua experiência na educação superior a trinta e cinco anos, sempre trabalhando com formação de professores, observa que quando um determinado colégio é bem aceito, nem sempre é porque propicia melhores conhecimentos, mas fundamentalmente isso se deve às relações interpessoais, ao acolhimento que existe inclusive da chegada do aluno ao colégio, até o momento da saída, e que por isso ressaltava a importância do papel do funcionário da educação, a quem neste ano se dedicará especialmente, oferecendo capacitação e formação. A Professora Josefina Castro disse que sabe da construção de muitas cadeias de pensamento lógico, mais que, o que fica gravado na memória afetiva do aluno é a qualidade dos nossos professores. Ela disse que se perguntássemos quais os professores que marcaram as nossas vidas, lembraríamos de alguns professores que foram excelentes e também daqueles que gostaríamos de riscar das nossas lembranças acadêmicas. Concluiu, afirmando que embora seja muito importante a cadeia de informações que construímos na escola, o que os estudantes levam consigo, são as relações interpessoais. Finalizou desejando a todos, que no futuro sejam lembrados na memoria afetiva dos alunos, como melhor professor e melhor professora ...

Professora Josefina Castro, Prefeita de Coaraci, fala aos Professores no Encontro Pedagógico 2013. Texto adaptado

SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DE COARACI APRESENTA O PROJETO DE GESTÃO DA SMED AOS EDUCADORES MUNICIPAIS Texto adaptado por PauloSNSantana

A Secretária Municipal de Educação Professora Rosilene Vila Nova Cavalcante iniciou sua apresentação desejando boas vindas aos professores, coordenadoras pedagógicas e diretores presentes. Cobrou incialmente a pontualidade dos professores, que observassem os horários de chegada e de saída. A Secretária disse que vai cobrar assiduidade e pontualidade do professor. Disse que é nossa obrigação como sujeito, cumprir a nossa carga horária. Falou sobre um momento cívico na escola semanalmente, com cânticos dos hinos, noções de cidadania. Ela não compreende porque algumas pessoas não se orgulham de ser coaraciense, e afirmam ter vontade de ir embora da cidade, mas quem vai depois quer voltar. Acha que devemos valorizar as nossas raízes, por causa delas somos quem somos. Vai enviar um CD com hinos gravados, para ser executado nas Escolas, principalmente o hino de Coaraci. Falou que um momento de espiritualidade se faz necessário, independente da religião de cada um. Principalmente no inicio das aulas. O seu desejo é humanizar as Escolas. Criticou enfaticamente a burocracia nas escolas. Disse que o corpo pedagógico da escola será um sustentáculo do fazer cotidiano. Falou também sobre a lei 11789 que dispõe sobre o ensino da música na educação básica, a lei que incide sobre a educação ambiental e sobre sua politica, que deve ser tratada em uma proposta curricular, e não somente no dia do meio ambiente. Conclamou os educadores a fortalecerem a inclusão das crianças com necessidades especiais nas classes regulares, que já existe um grupo de apoio na rede e uma sala de apoio, mas que vai ampliar este grupo, porque é preciso atender a estes alunos nos dois turnos, que as atividades devem iniciar-se em loco. Convidou a Professora Josefina Castro para contribuir com o grupo já que a mesma tem a especialização nesta área. Em outro momento a Secretária disse que é preciso fortalecer o planejamento da Escola, falou sobre o AC, que será sistematizado, no contra turno. Se não for cumprido não será pago. Ela entende que o AC é importante para o Planejamento. O planejamento faz parte do cotidiano de qualquer pessoa, que o planejamento prevê situações na escola. A Secretária lembrou a programação para o segundo dia da jornada, reunião de diretores e coordenadoras pedagógicas para preparar a jornada no turno vespertino com a presença dos professores, que vão construir o projeto politico pedagógico, e no mês de Março as escolas, as coordenadoras pedagógicas, e os professores devem construir seu planejamento.

Professora Josefina Castro, Prefeita de Coaraci, fala aos Professores no Encontro Pedagógico 2013. Texto adaptado

Afirmou que o professor não terá acesso as aulas se não apresentar o planejamento. Algumas escolas vão começar pelo planejamento e devem fazer uma leitura, do PPP, para adequar-se às leis. Avisou que na sexta feira dia 8 de março, uma cópia dos planejamentos deve ser entregue na SMED. Que os técnicos da SMED vão prestar assessoria as unidades escolares e professores. Em suma sincronizar as atividades da SMED com as planejadas pela Escola. Ela disse que a importância do planejamento é contemplar os alunos com novas técnicas, conteúdos e habilidades, e que não basta os nossos conhecimentos é necessário atualização paralela para uma melhor qualidade de ensino. Referiu-se à Educação de Jovens e Adultos, sobre a questão das matriculas, as dificuldades com referencia ao turno noturno, e que ainda não fechou turmas pela quantidade ínfima de alunos matriculados na rede. Percebeu que um dos motivos da evasão noturna seriam os horários e para equacionar o problema antecipou o inicio das aulas para 17h00, finalizando-as 20h00, por causa da concorrência com as novelas. Para fortalecer o acesso permanente deverão utilizar de metodologias inovadoras. Referindo-se à Educação Física, comentou a gestão do Professor Waldir, do Projeto do Coordenador de Educação Física do Município, Professor Paulo Sergio Novaes Santana. Comunicou que o Professor Paulo é o Coordenador de Educação Física da Secretaria, na sua gestão, e que já apresentou sua proposta. Quer ampliar as aulas de educação física nas escolas do ensino fundamental I, fazer alguns ensaios com creches. Prometeu realizar jogos recreativos, na perspectiva de ratificar os valores e costumes, de manter a tradição dos jogos estudantis nos meses de setembro, porque eles possibilitam uma formação integral do individuo. Falou do Programa Mais Educação, que foram feitos ensaios em 2012, mas não se conseguiu alcançar um equilíbrio nas ações porque a logística era grande e pertinente ao programa, e que na atual gestão o corpo pedagógico vai ajudar a encontrar este equilíbrio. Vai associar o Mais Educação ao percurso educativo do aluno. Disse também que já pensou em implantar o PROGESTÃO a partir de março, pois é um curso muito bom que nos dá uma visão do que pretendemos como instituição social que será ampliado para Diretores e Vice- Diretores e Servidores não docentes. Que o Plano de Cargos e Salários será discutido amplamente em 2014, em uma mesa de negociação. Afirmou que é preciso ampliar os atendimentos nas creches. Pontuou sobre a necessidade de implantar a educação em rede, não só para professores, mas para os não docentes. Falou sobre o Programa Nacional de Educação na Idade Certa, sobre o FICAI, a parceria com o Ministério Publico e sobre o Programa de Valorização do Professor já iniciado no ano de 2012. Este programa deverá cuidar da saúde do professor. Finalizou dizendo que não há autonomia da escola sem autonomia do individuo. Disse também que se orgulha de ser professora, e de poder formar indivíduos. Advertiu que sejamos autônomos, responsáveis e compromissados com o nosso fazer. Não é um favor que se faz a ninguém é uma obrigação como cidadão coaraciense

Professora Josefina Castro, Prefeita de Coaraci, fala aos Professores no Encontro Pedagógico 2013. Texto adaptado

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IBAMA IDENTIFICA AUMENTO DO DESMATAMENTO NO SUL DA BAHIA Os mais importantes remanescentes de Mata Atlântica
IBAMA IDENTIFICA AUMENTO DO DESMATAMENTO NO SUL DA BAHIA Os mais importantes remanescentes de Mata Atlântica
IBAMA IDENTIFICA AUMENTO DO
DESMATAMENTO NO SUL DA BAHIA
Os mais importantes remanescentes de Mata
Atlântica do Sul da Bahia ainda não protegidos
em unidades de conservação sofrem hoje grave
ameaça com a expansão da pecuária. Nessas
regiões é visível o aumento de desmatamentos
ilegais, principalmente devido à chegada de
novos pecuaristas que venderam suas terras em
outras regiões para empresas de celulose e
outros interessados na produção do eucalipto.
Esta é a principal constatação do relatório da
operação de fiscalização Mata Viva elaborado
pela Gerência Executiva do IBAMA em
Eunápolis.
Durante oito dias, quatro equipes de fiscalização
percorreram cerca de 10 mil quilômetros no Sul
e Extremo Sul da Bahia com o principal objetivo
de monitorar e fiscalizar denúncias de
desmatamentos em formações de Mata
Atlântica. A operação priorizou três áreas onde
estão localizados os mais expressivos
remanescentes florestais e que sofrem hoje forte
pressão.
A primeira está localizada em um polígono que
abrange os municípios de Mascote, Canavieiras,
Camacan, Pau Brasil e Santa Luzia. Parte da
região coincide com grandes áreas de cultivo de
cacau, que foi inicialmente plantado em
consórcio com espécies nativas da Mata
Atlântica. A segunda fica um pouco mais ao sul
entre os municípios de Santa Cruz de Cabrália,
Belmonte e Barrolândia e é atualmente objeto
de estudo para a criação de um Parque
Nacional.
A terceira área priorizada, onde também é
analisada a criação de unidade de conservação
pelo Governo Federal, fica no Extremo Sul da
Bahia, entre os municípios de Itamarajú e o
distrito de Nova Alegria, na região serrana
conhecida como Serra de Itamarajú.
Essas três áreas concentram os maiores
remanescentes de Mata Atlântica ainda não
protegidos por unidades de conservação e são
extremamente importantes para a formação de
um corredor ecológico no Sul da Bahia. "A
manutenção dessa cobertura vegetal é
fundamental para permitir a conexão entre os
vários fragmentos de Mata Atlântica da região
que se encontram cada vez mais isolados",
explica Sérgio Bertoche, coordenador do Núcleo
de Fiscalização da Gerência Executiva do
IBAMA em Eunápolis.
Além de concentrar importantes fragmentos de
Mata Atlântica, essas áreas também registram o
maior número de denúncias de desmatamentos
no Sul e Extremo Sul da Bahia. "Principalmente
pela chegada de novos pecuaristas na região,
que venderam suas terras a altos preços para
interessados no cultivo de eucalipto, adquiriram
terras com cobertura vegetal a preços bem
menores e agora partem para o desmatamento
ilegal", explica Sérgio Ramos, chefe do
escritório do IBAMA em Ilhéus.
Durante a operação, as equipes de fiscalização
do IBAMA lavraram 30 autos de infração, no
valor total de R$ 519 mil. Só nos municípios de
Canavieiras, Santa Luzia e Camacan foram
multados 18 proprietários de terra e apreendidos
quatro caminhões carregados com 70 metros
cúbicos de madeira extraída ilegalmente, além
de um trator e oito motosserras. Serrarias
lacradas e caminhões de madeira apreendidos.
A existência da pressão sobre a Mata Atlântica
no Sul da Bahia não é novidade para o IBAMA.
Neste ano o IBAMA já suspendeu atividades de
15 serrarias na região de Camacan por falta de
licença ambiental. "Por causa dos embargos,
percebemos que a atividade das serrarias está
cada vez menor na região. O que constatamos
hoje é o aumento de ações de extratores de
madeira, que produzem estacas e pranchas
dentro mesmo das matas com machados e
motosserras, e que são hoje o principal alvo de
nossas ações de fiscalização", informa José
Augusto Tosato, Gerente Executivo do Ibama
em Eunápolis
Após o encerramento da operação Mata Viva
fiscais do IBAMA apreenderam nos municípios
de Camacan e Belmonte, no Sul da Bahia, seis
caminhões carregados com cerca de 50 m³ de
madeira extraída ilegalmente de remanescentes
florestais de Mata Atlântica. Dois caminhões que
levavam carga de vinhático escondida embaixo
de lona foram abordados na BR 101. Em duas
serrarias da região foram apreendidos mais dois
veículos carregados cada um com cerca de
15m³ de pau-d’alho. Os últimos dois caminhões,
que continham 5 toras cada um, foram
apreendidos no local em que a madeira era
extraída, próximo ao município de Camacan. O
primeiro, com 12 m³ de pau-d’alho e pequi. O
segundo com 4 m³ de ipê. Todos os caminhões
e a madeira foram apreendidos. Os motoristas e
os responsáveis pelas cargas foram presos em
flagrante e encaminhados a delegacias de
polícia.
- Chegando antes do crime
A maior parte da madeira extraída foi vendida a
terceiros e uma pequena parte foi utilizada para
a construção de um grande curral na
propriedade.
"Acontece que não existe pasto na fazenda.
Toda a mata, boa parte localizada em área de
preservação permanente, estava condenada a
ser cortada para dar lugar a pastagens, o que foi
confirmado por trabalhadores e moradores da
região", relata José Augusto Tosato.
Outro exemplo aconteceu em propriedade rural
no município de Santa Luzia, onde também já
havia sido iniciada extração seletiva de produtos
florestais em área de 50 hectares. A devastação
estava programada para ser maior. A enorme
estrutura do acampamento e a confissão dos
trabalhadores acampados revelaram a intenção
do proprietário em desmatar todos os 800
hectares da propriedade.
Chegar ao local antes que o desmatamento
ocorra é o grande desafio do IBAMA, como
relata Júlio Rocha, Gerente Executivo do IBAMA
na Bahia. "Estes poderiam ter sido os maiores
desmatamentos de Mata Atlântica deste ano, e
nós conseguimos evitá-los. Essa é uma rara
oportunidade que temos de chegar ao local
antes que o desmatamento ocorra e salvar
importantes áreas, o que é nosso maior objetivo.
Antes de multar, nossa intenção é garantir a
preservação da mata", disse Júlio Rocha.
Durante a operação Mata Viva o IBAMA
apreendeu ainda 800 pássaros silvestres nos
municípios de Itanhém e Medeiros Neto. Na
maior apreensão foram encontrados 600
canários-da-terra que seriam comercializados
ilegalmente para Pernambuco. Segundo o chefe
do Escritório Regional do IBAMA em Teixeira de
Freitas, João Luiz Monti, as péssimas condições
sociais da região acabam empurrando as
pessoas para o comércio ilegal de animais
silvestres. "Junto com a ação repressiva,
percebemos que é necessária outra forma de
atuação que leve educação ambiental e
alternativas de renda a essas comunidades",
disse João Luiz Monti. A operação Mata Viva
contou com a participação de 13 servidores do
IBAMA da Gerência Executiva de Eunápolis e
dos Escritórios Regionais de Ilhéus e Teixeira de
Freitas.
(Fonte: Marco Túlio – Gerência Executiva do
Ibama em Eunápolis/BA
gerex.eunapolis.ba@ibama.gov.br
A prioridade do IBAMA no Sul da Bahia é
investir em fiscalização e monitoramento dessas
áreas para chegar ao local antes que o
desmatamento ocorra. Um exemplo aconteceu
em propriedade rural de 130 hectares localizada
às margens do Rio Pardo, no município de
Mascote, onde o proprietário já havia iniciado o
corte seletivo de árvores.
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Desde adolescente que eu jogava futebol. Joguei em todos os campos da roça, por que fui
Desde adolescente que eu jogava futebol. Joguei em todos os campos da roça, por que fui
Desde adolescente que eu jogava futebol. Joguei em todos os campos da roça, por que fui

Desde adolescente que eu jogava futebol. Joguei em todos os campos da roça, por que fui menino da roça. Nasci e me criei na roça e é o que faço até hoje. Meu campo predileto era de Aureliano Dias porque era mais perto, porém, jogava nos campos de José Dias, de Sambaíba, de Inema, do Braço do Norte, de União Queimada, do Bandeira do Almada, estes três últimos pertencentes ao Município de Itajuípe, nas Duas Barras e outros mais. Certo dia, já não me lembro da data, inventamos de disputar uma partida de futebol com o time da Ruinha dos Três Braços. Marcamos a data e fomos preparar o nosso time. Para a condução do grupo, fretamos um caminhão velho de um cara conhecido por Juca de João Vital. No dia aprazado Juca botou o caminhão na Praça Getúlio Vargas, onde se fazia o ponto de partida. Todos reunidos, subimos no caminhão para a realização do grande evento. Fazia parte da caravana uma figura ilustre que também jogava bola e que tinha a

teria sido uma catástrofe. Fomos então procurar o pneu dentro da olaria para recolocar no lugar, porém, tinha soltado todos os parafusos, Juca que sabia tudo, tirou um parafuso de cada roda e recolocou os dois pneus no eixo e seguimos viagem. Chegando aos Três Braços quase passada a hora, foi só tirar as calças e trocar as camisas e dar início a peleja. Não me lembro qual foi o resultado, só sei que para completar o drama, um dos nossos jogadores chutou uma pedra na beirada do do campo e quase quebrou o pé, ficando muitos dias sem andar e sem trabalhar, o que nos causou uma despesa extra por dois ou três meses, cabendo a mim a contribuição maior por ser considerado o mais desapertado do grupo

1º de janeiro. Tudo organizado Juca deu partida e lá fomos nós. Quando passamos o portão de Zé Fialho, chegando perto do lixão, que na época era tudo mato e onde existia duas olarias, quando uma roda traseira se soltou e quando se desprendeu do eixo, desenvolveu uma velocidade assustadora e passou na frente do caminhão e

Quando Juca viu o pneu passar na frente do caminhão, brecou o carro velho que expeliu um bueiro de fumaça, quando se ouviu um grito: “O carro vai pegar fogo”, aí foi um rolo só. Todos a querer pular ao mesmo tempo, rasgando a camisa de Chico Viola

coincidentemente na frente da olaria fez uma curva fechada e entrou olaria a dentro derrubando tudo. O oleiro que na hora gradeava telhas e tijolos, correu assombrado pelos fundos e desapareceu.

UMA FATÍDICA PARTIDA DE FUTEBOL

que virou um “jipe”. A outra roda ficou segura numa capinha, que se tivesse soltado

alcunha de Chico Viola, por ser violonista e saxofonista, animador das “boates” da Rua

Por Solon Planeta, Coaraci, 06 de fevereiro de 2013.

Texto adaptado por PauloSNSantana No mês de fevereiro comemora-se o aniversário de Nossa Senhora de Lourdes,

Texto adaptado por PauloSNSantana

No mês de fevereiro comemora-se o aniversário de Nossa Senhora de Lourdes, em Coaraci. Neste período os fiéis e devotos prestam homenagens a Nossa Senhora, que apareceu na cidade de Lourdes - França, no dia 11 de fevereiro de 1858, para a pequena camponesa Bernadete de Soubirous, na gruta de Massabielle. A Festa de Nossa Senhora de Lourdes é realizada na circunvizinhança da Igreja Matriz. Tempos atrás era concorrida e se parecia com as festas da Boa Viagem, e do Senhor do Bomfim em Salvador. Era um centro de encontros e reencontros, um ambiente saudável e divertido. Havia um parque com muitos equipamentos, uma roda-gigante e um carrossel e alguns barquinhos. Muitas barracas enfileiradas ou sobre os passeios serviam salgados, comidas típicas, e bebidas em mesas com tamboretes de madeira, ao som de Waldik Soriano, Odair José, Agnaldo Timóteo, Roberto Carlos e outros cantores. Em algumas barracas jogava-se na roleta, nos dados, e nas cartas, e para testar a pontaria tentava-se a sorte no tiro ao alvo. A Igreja promovia leilões e bingos para arrecadar fundos para suas obras, e a barraca principal da festa sempre foi a da paróquia que oferecia frango assado, porco assado, sarapatel e caruru. Muitas doações eram feitas pelos fiéis para possibilitar a execução dos projetos pastorais da igreja. Mas o tempo passou, hoje vivemos outra realidade bem diferente de outrora. Neste ano a festa não foi menos brilhante, novenas, missas nos dois turnos diariamente, durante onze dias. A presença de fieis e devotos de Nossa Senhora de Lourdes, o Grupo de Jovens EJC, e convidados de outras Paróquias prestigiaram as comemorações pelo aniversário de nossa Senhora, que culminou com uma procissão. Muitas doações para as obras sociais da Igreja foram realizadas pelos fervorosos fies de Nossa Senhora de Lourdes. O Padre Lau convidou Padres da Arquidiocese de Ilhéus e Região.

Desde adolescente que eu jogava futebol. Joguei em todos os campos da roça, por que fui
RETORNO ÀS AULAS Fonte: TV Bahia Texto Adaptado por PauloSNSantana Mais de135 mil alunos da redeRubem Alves TÉCNICOS DA SMED Crianças residentes no Bairro Maria Gabriela PAIS E FILHOS ENSINO DENTRO DE CASA SE ESTA MODA PEGA! Fonte: Fantástico, Rede Globo. Algumas famílias brasileiras estão tirando seus filhos da escola e optando pela educação familiar. Os próprios pais viram professores dos seus filhos. Mas isso não é permitido no país. Os filhos estudam na companhia da mãe e na companhia virtual, Kaleb passa os dias estudando em casa. Ele saiu da escola a três anos por decisão dos pais que moram em Belo Horizonte. A irmã de Kaleb tem quinze anos e também não frequenta a escola. Os pais dizem que os filhos hoje rendem muito mais. Kaleb estuda em um cantinho da casa, uma espécie de gabinete, não tem horários fixos, mais uma coisa é obrigatória todos os dias, a leitura. Kaleb diz que prefere estudar em casa, porque é tranquilo e pode concentrar-se melhor. A Justiça determinou mês passado que Kaleb e a irmã voltem para escola até o começo de março, porque a legislação brasileira não prevê educação domiciliar. O mesmo aconteceu com um casal que vive na zona rural de Caratinga. Interior de Minas. Eles também tiraram os filhos do colégio. As crianças tronaram-se autodidatas, sem aquela dependência de serem ensinados para aprender, os filhos hoje com 18 e 19 anos estão a sete anos longe da escola. Em casa eles disserem aprender com mais gosto e o fato de escolher os conteúdos os ajudou a formarem-se em programador de computador e web design. Quando tinham 12 e 15 anos passaram no vestibular de Direito, só para provar que podiam. Agora eles pretendem fazer o exame nacional do ensino médio, pra tentar conseguir um certificado de conclusão do curso. O que é permitido pelo ministério da educação. A filha caçula da família segue o mesmo caminho, Ana, tem cinco aninhos nunca foi a uma creche, ou escolinha e seus pais querem que continue assim, que a educação seja só em casa mesmo. Aninha já está alfabetizada. Aos quatro aninhos já estava lendo em português e inglês. Os pais afirmam que seus filhos não precisam da escola. Na opinião deles a escola deve ser a ultima alternativa, com isso este casal até hoje tem problemas com a Justiça, inclusive já estão devendo mais de dez mil reais e respondem por abandono intelectual. Mas os Pais dizem que estão dispostos a lutar até as ultimas consequências. Estes pais não estão sozinhos, a Associação Nacional de Educação Domiciliar, afirma que no Brasil cerca de mil famílias, dão lições aos filhos em casa. Nos Estados Unidos a educação familiar é aceita em vários Estados. Em 2007 hum milhão e meio de crianças, estudavam assim. No Brasil um projeto de lei, esta em tramitação no Congresso Nacional e pretende liberar este tipo de aprendizagem. Mas as crianças teriam que passar por exames periódicos. Para as pedagogas quem não tem convívio escolar deixa de interagir e perde a essência da convivência comunitária, mas os pais rebatem, e dizem que seus filhos brincam com os amiguinhos, no bairro todos os dias, e Kaleb faz aulas de violão e também tem amigos. Para a promotoria da infância e juventude, estes pais desrespeitam o estatuto da criança e do adolescente, que diz que os pais devem matricular os filhos, na rede regular de ensino, já os pais se apoiam em um artigo da declaração universal dos direitos humanos, que diz que os pais tem prioridade na escolha do aprendizado dos filhos. Os pais de Kaleb foram multados em três salários mínimos cada um por desrespeito ao estatuto da criança. Eles também podem perder a guarda dos filhos se os adolescentes não voltarem a escola. Os pais dizem que vão lutar para que as leis do país admitam a instrução domiciliar. Se esta moda pega hem! E-mail: informativocultural162@gmail.com 9 " id="pdf-obj-8-2" src="pdf-obj-8-2.jpg">
RETORNO ÀS AULAS Fonte: TV Bahia Texto Adaptado por PauloSNSantana Mais de135 mil alunos da redeRubem Alves TÉCNICOS DA SMED Crianças residentes no Bairro Maria Gabriela PAIS E FILHOS ENSINO DENTRO DE CASA SE ESTA MODA PEGA! Fonte: Fantástico, Rede Globo. Algumas famílias brasileiras estão tirando seus filhos da escola e optando pela educação familiar. Os próprios pais viram professores dos seus filhos. Mas isso não é permitido no país. Os filhos estudam na companhia da mãe e na companhia virtual, Kaleb passa os dias estudando em casa. Ele saiu da escola a três anos por decisão dos pais que moram em Belo Horizonte. A irmã de Kaleb tem quinze anos e também não frequenta a escola. Os pais dizem que os filhos hoje rendem muito mais. Kaleb estuda em um cantinho da casa, uma espécie de gabinete, não tem horários fixos, mais uma coisa é obrigatória todos os dias, a leitura. Kaleb diz que prefere estudar em casa, porque é tranquilo e pode concentrar-se melhor. A Justiça determinou mês passado que Kaleb e a irmã voltem para escola até o começo de março, porque a legislação brasileira não prevê educação domiciliar. O mesmo aconteceu com um casal que vive na zona rural de Caratinga. Interior de Minas. Eles também tiraram os filhos do colégio. As crianças tronaram-se autodidatas, sem aquela dependência de serem ensinados para aprender, os filhos hoje com 18 e 19 anos estão a sete anos longe da escola. Em casa eles disserem aprender com mais gosto e o fato de escolher os conteúdos os ajudou a formarem-se em programador de computador e web design. Quando tinham 12 e 15 anos passaram no vestibular de Direito, só para provar que podiam. Agora eles pretendem fazer o exame nacional do ensino médio, pra tentar conseguir um certificado de conclusão do curso. O que é permitido pelo ministério da educação. A filha caçula da família segue o mesmo caminho, Ana, tem cinco aninhos nunca foi a uma creche, ou escolinha e seus pais querem que continue assim, que a educação seja só em casa mesmo. Aninha já está alfabetizada. Aos quatro aninhos já estava lendo em português e inglês. Os pais afirmam que seus filhos não precisam da escola. Na opinião deles a escola deve ser a ultima alternativa, com isso este casal até hoje tem problemas com a Justiça, inclusive já estão devendo mais de dez mil reais e respondem por abandono intelectual. Mas os Pais dizem que estão dispostos a lutar até as ultimas consequências. Estes pais não estão sozinhos, a Associação Nacional de Educação Domiciliar, afirma que no Brasil cerca de mil famílias, dão lições aos filhos em casa. Nos Estados Unidos a educação familiar é aceita em vários Estados. Em 2007 hum milhão e meio de crianças, estudavam assim. No Brasil um projeto de lei, esta em tramitação no Congresso Nacional e pretende liberar este tipo de aprendizagem. Mas as crianças teriam que passar por exames periódicos. Para as pedagogas quem não tem convívio escolar deixa de interagir e perde a essência da convivência comunitária, mas os pais rebatem, e dizem que seus filhos brincam com os amiguinhos, no bairro todos os dias, e Kaleb faz aulas de violão e também tem amigos. Para a promotoria da infância e juventude, estes pais desrespeitam o estatuto da criança e do adolescente, que diz que os pais devem matricular os filhos, na rede regular de ensino, já os pais se apoiam em um artigo da declaração universal dos direitos humanos, que diz que os pais tem prioridade na escolha do aprendizado dos filhos. Os pais de Kaleb foram multados em três salários mínimos cada um por desrespeito ao estatuto da criança. Eles também podem perder a guarda dos filhos se os adolescentes não voltarem a escola. Os pais dizem que vão lutar para que as leis do país admitam a instrução domiciliar. Se esta moda pega hem! E-mail: informativocultural162@gmail.com 9 " id="pdf-obj-8-5" src="pdf-obj-8-5.jpg">

RETORNO ÀS AULAS

Fonte: TV Bahia Texto Adaptado por PauloSNSantana

Mais de135

mil

alunos

da

rede

Municipal de

Ensino em

Salvador

voltaram às aulas no dia 18 de

fevereiro,

e

este

ano

com

uma

novidade

cinco

escolas

entre

as

quatrocentas

 

municipais,

funcionarão

 

em

tempo

integral.

E

havia uma preocupação com a

refeição,

o

que estes alunos

irão

comer o dia inteiro para garantir uma boa aula. Em clima de festa no primeiro dia de aulas dia de reencontro e de contar as fofocas, os estudantes foram surpreendidos à mesa para a primeira refeição do dia. Um feijãozinho, bife, salada, pirê

de

batatas,

e

arroz.

Refeição

gostosa e admirada pelos alunos. Segundo a nutricionista da Escola, a maior preocupação com a alimentação na hora de escolher o cardápio é tentar variar o máximo,

colocando

alimento

do

grupo

da

pirâmide

alimentar.

A

alimentação

deve ser leve, pois com o programa

escola

integral

os

alunos,

vão

receber o lanche da manhã, o

almoço, o lanche da tarde e a janta antes de sair da escola. De acordo

a professora da

escola, além

com

dos conteúdos que já existem

na

curricular

grade

eles

terão

a

capoeira,

futsal,

artes

plásticas,

canto, coral, informática e os alunos

grupos de dança.

vão poder criar

Algumas escolas da rede municipal de Salvador receberam os alunos e seus os pais ou responsáveis com

festa, e em várias escolas os alunos

foram

recebidos

com

música,

apresentações de hip hop, e

fanfarra. Os alunos recebidos essa energia e tranquilidade, já iniciam o seu dia na escola com uma boa perspectiva. Em algumas escolas os alunos foram recebidos pelo Prefeito de Salvador ACM Neto. O Prefeito falou sobre as novidades deste ano

e

disse que nas escolas onde

não

houver

tempo

integral

os

alunos

permanecerão

tempo,

mais

trinta

minutos

aproximadamente.

Em Coaraci uma equipe de

Coordenadores e Professores visitou

os bairros em busca de alunos que ainda não haviam se matriculado,

inclusive adultos e

terceira idade.

Foram visitados os bairros: Alto Bela

Vista,

Gabriela,

Maria

Feirinha,

Barragem, Lagoa Encantada, Berimbau I e II, Colina, Centro entre outros.

É

que

a

cada ano

o número

 

de

matriculas vem caindo, e isso reflete um desinteresse pela escola, e com

essa queda cai também os recursos

enviados

pelo

FUNDEB,

para

manutenção da educação,

pagamento de professores e outras

despesas.

O

que

tem

sido

um

agravante é a queda do número de habitantes de Coaraci, hoje na faixa de mais ou

agravante é a queda do número de habitantes de Coaraci, hoje na faixa de mais ou menos dezenove mil, índice este fornecido pelo IBGE. Seria muito bom que as escolas da Rede Municipal de Educação recebessem seus alunos preparas com festa, boa alimentação, e

algumas

 

em

tempo integral.

Que

houvesse professores

suficientes,

material adequado,

e

direção

preparada com formação pedagógica. Seria ainda melhor se

os Programas Mais Educação

e

o

Programa Segundo Tempo fossem executados obedecendo às orientações dos técnicos do MEC, e que a alimentação seguisse a mesma linha nutricional das escolas da rede municipal de Salvador.

Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.

 
TÉCNICOS DA SMED
TÉCNICOS DA SMED
Crianças residentes no Bairro Maria Gabriela
Crianças residentes no
Bairro Maria Gabriela

PAIS E FILHOS ENSINO DENTRO DE CASA

SE ESTA MODA PEGA!

Fonte: Fantástico, Rede Globo.

Algumas famílias brasileiras estão tirando seus filhos da escola e

optando pela educação familiar. Os próprios pais viram professores dos seus filhos. Mas isso não é permitido no país. Os filhos estudam na companhia da mãe e na companhia virtual, Kaleb passa os dias estudando em casa. Ele saiu da escola a três anos por decisão dos pais que moram em Belo Horizonte. A irmã de Kaleb tem quinze anos e também não frequenta a escola. Os pais dizem que os filhos hoje rendem muito mais. Kaleb estuda em um cantinho da casa, uma espécie de gabinete, não tem horários fixos, mais uma coisa é obrigatória todos os dias, a leitura. Kaleb diz que prefere estudar em casa, porque é tranquilo e pode concentrar-se melhor. A Justiça determinou mês passado que Kaleb e a irmã voltem para escola até o começo de março, porque a legislação brasileira não prevê educação domiciliar. O mesmo aconteceu com um casal que vive na zona rural de Caratinga. Interior de Minas. Eles também tiraram os filhos do colégio. As crianças tronaram-se autodidatas, sem aquela dependência de serem ensinados para aprender, os filhos hoje com 18 e 19 anos estão a sete anos longe da escola. Em casa eles disserem aprender com mais gosto e o fato de escolher os conteúdos os ajudou a formarem-se em programador de computador e web

design. Quando tinham 12 e 15 anos passaram no vestibular de Direito, só para provar que podiam. Agora eles pretendem fazer o exame nacional do ensino médio, pra tentar conseguir um certificado de conclusão do curso. O que é permitido pelo ministério da educação. A filha caçula da família segue o mesmo caminho, Ana, tem cinco aninhos nunca foi a uma creche, ou escolinha e seus pais querem que continue assim, que a educação seja só em casa mesmo. Aninha já está alfabetizada. Aos quatro aninhos já estava lendo em português e inglês. Os pais afirmam que seus filhos não

precisam da escola. Na opinião deles a escola deve ser a ultima alternativa, com isso este casal até hoje tem problemas com a Justiça, inclusive já estão devendo mais de dez mil reais e respondem por abandono intelectual. Mas os Pais dizem que estão dispostos a lutar até as ultimas consequências. Estes pais não estão sozinhos, a Associação Nacional de Educação Domiciliar, afirma que no Brasil cerca de mil famílias, dão lições aos filhos em casa. Nos Estados Unidos a educação familiar é aceita em vários Estados. Em 2007 hum milhão e meio de crianças, estudavam assim. No Brasil um projeto de lei, esta em tramitação no Congresso Nacional e pretende liberar este tipo de aprendizagem. Mas as crianças teriam que passar por exames periódicos. Para as pedagogas quem não tem convívio escolar deixa de interagir e perde a essência da convivência comunitária, mas os pais rebatem, e dizem que seus filhos brincam com os amiguinhos, no bairro todos os dias, e Kaleb faz aulas de violão e também tem amigos. Para a promotoria da infância e juventude, estes pais desrespeitam o estatuto da criança e do adolescente, que diz que os pais devem matricular os filhos, na rede regular de ensino, já os pais se apoiam em um artigo da declaração universal dos direitos humanos, que diz que os pais tem prioridade na escolha do aprendizado dos filhos. Os pais de Kaleb foram multados em três salários mínimos cada um por desrespeito ao estatuto da criança. Eles também podem perder a guarda dos filhos se os adolescentes não voltarem a escola. Os pais dizem que vão lutar para que as leis do país admitam a instrução domiciliar.

Se esta moda pega hem!

E-mail: informativocultural162@gmail.com

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OLHA AS MULHERES SÃO ESPERTAS NÉ? NÃO AS SUBESTIME! NÃO AS SUBESTIME! Uma mulher jogava golfe,trabalho noturno ; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando: - Não é ninguém, é o padeiro! Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? "Então você não é ninguém?" Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém ... Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, é o padeiro!”. E assobiava pelas escadas. E-mail: informativocultural162@gmail.com 10 " id="pdf-obj-9-2" src="pdf-obj-9-2.jpg">
OLHA AS MULHERES SÃO ESPERTAS NÉ? NÃO AS SUBESTIME! NÃO AS SUBESTIME! Uma mulher jogava golfe,trabalho noturno ; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando: - Não é ninguém, é o padeiro! Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? "Então você não é ninguém?" Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém ... Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, é o padeiro!”. E assobiava pelas escadas. E-mail: informativocultural162@gmail.com 10 " id="pdf-obj-9-5" src="pdf-obj-9-5.jpg">

OLHA AS MULHERES SÃO ESPERTAS NÉ?

NÃO AS SUBESTIME! NÃO AS SUBESTIME!

Uma mulher jogava golfe, e numa tacada mais forte a bolinha caiu no meio de um bosque. A moça penetrou no bosque procurando a bola, a percorreu e rodou atalhos e finalmente não viu a bola. Mas viu um sapo preso numa armadilha, e o sapo lhe disse:

O sapo falava e falava na segunda pessoa do singular, já que era um sapo formado em letras. Se tu me soltares, conceder-te-ei três desejos: A mulher sem hesitar libertou o sapo. Obrigado, mas esqueci-me de mencionar uma condição para te conceder os três desejos. Seguinte: Qualquer coisa que tu pedires, o teu marido receberá dez vezes

mais. Ha

Respondeu

a mulher. Não há problemas.

... Não há problema nenhum. E seus olhos brilharam de forma estranha

OLHA AS MULHERES SÃO ESPERTAS NÉ? NÃO AS SUBESTIME! NÃO AS SUBESTIME! Uma mulher jogava golfe,

-E o sapo perguntou. E qual é o teu primeiro desejo? Quero ser a mulher mais bela do planeta. Tem certeza perguntou o sapo lembrando que o seu marido, receberá dez vezes mais o que fará dele um homem extremamente belo. Um deus grego por quem as mulheres se apaixonarão. Isso não fará mal algum, disse ela, porque sendo eu a mulher mais bela do mundo ele só terá olhos para mim. Disse a mulher sempre com a voz mais animada. -Chazam! O sapo concedeu-lhe o primeiro desejo. Tornou-a a mais bela mulher do universo. -E o teu segundo desejo? Quis saber o sapo. E a mulher pediu. Quero ser a mulher mais rica do mundo. Tu tens certeza! Não te esqueças que o teu marido vai ficar dez vezes mais rico do que tu. - Avisou o sapo. -Não faz mal, porque o que é meu é dele e o que é dele é meu, respondeu a mulher com alguma malícia no olhar. E Chazam! O sapo concedeu-lhe o segundo desejo. Tornando-a a mulher mais rica do mundo. E finalmente chegara a hora do terceiro desejo, do ultimo, diz a mulher:

-Agora quero ter um ataque do coração fraco, um ataque fraco. E sorriu sacanamente. E Chazam o sapo concedeu-lhe o ultimo desejo. A história poderia parar por aqui. Mas não. O desfecho foi o seguinte: A mulher apesar de ter pedido um ataque cardíaco fraco, mesmo assim, não aguentou e morreu. Agora o marido sem fazer nada, tornou-se o homem mais bonito do mundo, mais rico, e teve um ataque cardíaco, dez vezes mais fraco que a mulher, e sobreviveu. Se tu jogas golfe, procura teu sapo e seja feliz. Texto Blogado na NET por PauloSNSantana.

UM CONTO DE COARACI

Por Solon Planeta, Coaraci, 5 de fevereiro de 2013. Segundo os moradores da época, quando Itacaré do Almada tinha quarenta ou cinquenta casas, quando o campo de futebol era na atual rua 1º de janeiro, o cemitério era onde hoje é o Banco do Brasil e que segundo o Sr. Raimundo Fontes, já morador do Jardim Cajueiro, sendo ele quem fabricou os primeiros tijolos no povoado, cuja olaria foi construída na propriedade do Sr. José Antônio Amorim situada

UM CONTO DE COARACI Por Solon Planeta, Coaraci, 5 de fevereiro de 2013. Segundo os moradores

nas barrancas do Ribeirão dos Macacos, onde já existia cinco ou seis casebres, local conhecido

como “Boca da Conversa”, um pouco abaixo das barcaças do Sr. Joaquim Moreira.

N metade da década de 1930, o Dr. Eusine Lavigne, Prefeito de Ilhéus, veio aqui em Itacaré do

Almada, que se não me falha a memória, para empossar o Dr. Juvêncio Peri Lima como administrador do distrito. O palanque foi armado na praçinha cheia de mato e lama que daí para a frente passou a ter o seu nome, hoje, a Praça Getúlio Vargas. Quase todo o povo compareceu ao acontecimento. Como é de praxe a caravana era composta de gente ilustre, onde se destacava o grande tribuno e criminalista da época, Dr. Rui Penalva, respeitado até nos Tribunais da Bahia, como era chamada na época a cidade de Salvador.

Concedida a palavra, uma pessoa tomou a iniciativa da solenidade. A certa altura falou alguma coisa que o povo não gostou e recebeu uma forte vaia. Falaram outros e mais outros, até que chegou a vez do Dr. Rui Penalva. Começou com palavras singelas e na proporção que o povo foi gostando, ele foi se aprofundando ao ponto de atingir os pólos árticos, antárticos, passar pelo Extremo Oriente, sobrepor as montanhas dos Andes até chegar na conclusão do seu discurso dizendo as mesmas coisas e palavras do que antes fora vaiado, e o povo o aplaudiu ruidosamente.

Feita a pausa, o orador exclamou: “Aí está o fator da inconsciência”, como quem queria dizer que o

valor não está na ação, e sim em quem a pratica. Na minha maneira de ver e analisar esse fator de inconsciência vem perdurando até nossos dias, quando nós deliberamos escolher para gerir os problemas coletivos gente desprovida de quaisquer ação de visão para tal finalidade.

OLHA AS MULHERES SÃO ESPERTAS NÉ? NÃO AS SUBESTIME! NÃO AS SUBESTIME! Uma mulher jogava golfe,trabalho noturno ; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando: - Não é ninguém, é o padeiro! Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? "Então você não é ninguém?" Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém ... Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, é o padeiro!”. E assobiava pelas escadas. E-mail: informativocultural162@gmail.com 10 " id="pdf-obj-9-52" src="pdf-obj-9-52.jpg">

O padeiro

de Rubem Braga

Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

- Não é ninguém, é o padeiro! Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? "Então você não é ninguém?" Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém ... Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o

jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma

crônica ou artigo com o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre

todos alegre; "não é ninguém, é o padeiro!”.

E assobiava pelas escadas.

E-mail: informativocultural162@gmail.com

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MARAVILHAS SEM GLÓRIA De Planeta Sou caboclo brasileiro Dascercanias de Itabuna, Sou da gema Grapiúna Pertenço
MARAVILHAS SEM GLÓRIA De Planeta Sou caboclo brasileiro Dascercanias de Itabuna, Sou da gema Grapiúna Pertenço
MARAVILHAS SEM GLÓRIA
De Planeta
Sou caboclo brasileiro
Dascercanias de Itabuna,
Sou da gema Grapiúna
Pertenço a esse povo altaneiro
De olhar vivo e pé ligeiro
Das extensões do cacau
De fama internacional
Por sua grande pujança
Reconhecida nas Américas e até na França
Pelo seu exuberante potencial.
Um poeta improvisado
Que prosa por intuição
Não cursou a educação
Não atingiu o aprendizado
O que tem lhe foi dotado
Do gênese dos cacauais
Só aprendeu dos seus pais
O que há de mais sagrado
Respeitar e também ser respeitado
Reconhecer as virtudes dos demais.
Ser trovador é um dom
Graças só tem quem merece
Quem não as tem só padece
Não tem ritmo nem tem som
Não valoriza o que é bom
Nem aceita o que esta certo
Vive a pregar no deserto
Por não ter outra faceta
Tem inveja e despeito de Planeta
Por falar com altivez e peito aberto.
O Brasil é muito bom
Algumas pessoas é que não prestam
Lisura não mais lhes resta
Não tem virtudes nem dom
É como uma orquestra sem som
Sem maestro e sem instrumento
É como um balão sem vento
É como um barco furado
Em alto mar relegado
À espera de um comandante
Que seja um exímio navegante
Pra lhes manter à prumo e norteado.
O Brasil é excelente
Seu povo é que é descansado
Negligente e acomodado
Que chega a ser displicente
Que não sabe olhar pra frente
Não dar importância ao que tem
Como fosse um Zé ninguém
A esperar vida mansa
E os sagazes enchendo as panças
Nos tratando com escárnio e com desdém.
Planeta
MARAVILHAS SEM GLÓRIA De Planeta Sou caboclo brasileiro Dascercanias de Itabuna, Sou da gema Grapiúna Pertenço
ESTADOS ANÍSIOS Hiatos Nos estados anísios Governa o rei da alegria Mestre do humor Príncipe da
ESTADOS ANÍSIOS
Hiatos
Nos estados anísios
Governa o rei da alegria
Mestre do humor
Príncipe da fantasia
Nesta terra
Sorrir é preciso
Seus personagens
Trazem sorrisos
Terra do profeta
De bento carneiro
Legitimo vampiro
Vampiro brasileiro
Bebendo cervejas com nazareno
Ouvindo historias de pantaleão
Na minha vida jovem
Encontro à inspiração
Assisti aos jogos de coalhada
Meu craque predileto
Meu ator é Alberto Roberto
Sou amigo de bozó
Rapaz conquistador
Sou primo de Haroldo
Macho, hetero, sedutor.
Minha tia Salomé
É fofoqueira sem igual
Faz fofoca da politica
Politica nacional
Votei em justo
Politico ladrão
Retrato veríssimo da corrupção
Na escolinha do professor Raimundo
Fui aprendiz
Entendi que a grande lição
É ousar ser feliz
Nos estados anisios
Nascem personagens do riso
Personagens eternos
De Chico Anísio
Terra de encantos
Onde o sol
Brilha como um sorriso
Terra de Chico
Chico Anísio.
MARAVILHAS SEM GLÓRIA De Planeta Sou caboclo brasileiro Dascercanias de Itabuna, Sou da gema Grapiúna Pertenço
SONHO ECOLÓGICO Waldir Amorim Sonhei que chegou um dia em que, bichos e homens viviam em
SONHO ECOLÓGICO
Waldir Amorim
Sonhei que chegou um dia
em que, bichos e homens
viviam em paz na terra,
tudo em plena harmonia.
Sem ódio, sem raiva, sem guerra.
Que a água do Rio Almada
vivia sempre ornada
de todo tipo vida,
de animais e aves raras.
O que prendia a atenção?
Isso todo mundo viu.
Uma visão emocionante,
preenchera meu vazio.
Em meio aquele leito
uma família bem quietinha
se aquecendo a luz do sol,
sobre a pedra de cor clara,
com baronesas ao redor,
os meus olhos cativara.
E o que marcou o evento
será, você adivinha?
É que todos contemplavam
um filhote se banhado
como fosse uma criancinha.
Desprovidos de suas armas:
arapucas, armadilhas
só um sorriso no rosto
é que meu sonho notara.
Todo mundo ali em frente,
visão sublime e rara,
MARAVILHAS SEM GLÓRIA De Planeta Sou caboclo brasileiro Dascercanias de Itabuna, Sou da gema Grapiúna Pertenço

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O BAIRRO ONDE EU MORO Autor desconhecido Poema adaptado por PauloSNSantana O Bairro onde moro é
O BAIRRO ONDE EU MORO Autor desconhecido Poema adaptado por PauloSNSantana O Bairro onde moro é
O BAIRRO ONDE EU MORO
Autor desconhecido
Poema adaptado por PauloSNSantana
O Bairro onde moro
é um mundo de luzes e cores,
luzes de alegria
e cores de amizades.
Há ruas calçadas e asfaltada,
mais de um morro alto,
dá para ver o céu de perto,
dá para ver as estrelas,
dá para ver a lua,
que refletem em minha rua,
a dignidade de um povo
esperando um ano novo.
Meu bairro é poesia
de crianças em euforia,
é um canto onde
vivo em descanso.
Nele existe um lar
Onde vivo a morar.
Bairro Maria Gabriela
Quem te conhecer
Com certeza,
Vai te amar.
O BAIRRO ONDE EU MORO Autor desconhecido Poema adaptado por PauloSNSantana O Bairro onde moro é
O BAIRRO ONDE EU MORO Autor desconhecido Poema adaptado por PauloSNSantana O Bairro onde moro é
O BAIRRO ONDE EU MORO Autor desconhecido Poema adaptado por PauloSNSantana O Bairro onde moro é

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