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Pré-Modernismo – Wikipédia, a enciclopédia livre

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Pré-Modernismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O pré-modernismo (ou ainda estética impressionista

transição entre o simbolismo e modernismo e o movimento modernista seguinte. Em Portugal, o

pré-modernismo configura o movimento denominado saudosismo

[1]

) foi um período literário brasileiro

[3]

.

[2]

, que marca a

O termo pré-modernismo parece haver sido criado por Tristão de Athayde, para designar os "escritores

contemporâneos do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920", no dizer de Joaquim Francisco Coelho

[4]

Índice

1 Contexto histórico

1 Contexto histórico

1.1 Outras manifestações artísticas

1.1 Outras manifestações artísticas

1.2 Ambiente literário e outras informações

1.2 Ambiente literário e outras informações

2 Caracterização

2 Caracterização

2.1 Excerto

2.1

Excerto

3 Autores e suas obras

3 Autores e suas obras

4 Galeria  

4 Galeria

 
5 Bibliografia

5 Bibliografia

6 Referências

6 Referências

Contexto histórico

Para os autores, o momento histórico brasileiro interferiu na

produção literária, marcando a transição dos valores éticos do século

XIX para uma nova realidade que se desenhava, essencialmente

pautado por uma série de conflitos como o fanatismo religioso do Padre Cícero e de Antônio Conselheiro e o cangaço, no Nordeste, as revoltas da Vacina e da Chibata, no Rio de Janeiro, as greves operárias em São Paulo e a Guerra do Contestado (na fronteira entre

Paraná e Santa Catarina); além disso a política seguia marcadamente dirigida pela oligarquia rural, o nascimento da burguesia urbana, a industrialização, segregação dos negros pós-abolição, o surgimento

do proletariado e: finalmente, a imigração europeia.

[5]

Além desses fatos somam-se as lutas políticas constantes pelo

coronelismo, e disputas provincianas como as existentes no Rio

Grande do Sul entre maragatos e republicanos.

[6]

Outras manifestações artísticas

Pontos de conflito no Brasil pré-modernista.

Pontos de conflito no Brasil pré-modernista.

A música assistiu, desde o lançamento da primeira gravação feita no país por Xisto Bahia, a uma penetração

nas camadas mais elevadas de manifestações até então restritos às camadas mais populares – ritmos tais como o maxixe, toada, modinha e serenata. É o tempo em que a capital do país, então o Rio de Janeiro, assiste ao crescimento do carnaval, ao sucesso de compositores como Chiquinha Gonzaga e o nascimento do

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samba em sua versão recente.

[5]

Na música erudita, o nome representativo foi o de Alberto Nepomuceno, de composições de “intenção

nacionalista”.

[5]

Na pintura, tendo como principal foco a Escola Nacional de Belas-Artes, no Rio de Janeiro, vigorava o

academicismo, passando despercebida a exposição feita em 1913 pelo lituano Lasar Segall. Apenas em 1917 uma forte reação à exposição de Anita Malfatti expõe o confronto que redundaria na Semana de Arte

Moderna de 1922.

[5]

(vide, mais abaixo, texto de Monteiro Lobato sobre essa exposição).

Ambiente literário e outras informações

Para além dos fatos circundantes, registra-se que ainda estão ativos autores parnasianos, como Olavo Bilac, Raimundo Correia e Francisca Júlia da Silva, e neo-parnasianos como Martins Fontes e Goulart de Andrade, dominando o cenário da Academia Brasileira de Letras. Além deles, longe da Academia, simbolistas como

Emiliano Perneta e Pereira da Silva, convivem com os escritores pré-modernistas.

Caracterização

[7]

Embora vários autores sejam classificados como pré-modernistas, este não se constituiu num estilo ou

escola literária, dado a forte individualidade de suas obras características comuns:

[3]

, mas essencialmente eram marcados por duas

1. conservadorismo - traziam na sua estética os valores naturalistas;

2. renovação - demonstravam íntima relação com a realidade brasileira e as tensões vividas pela

sociedade do período

[5]

Embora tenham rompido com a temática dos períodos anteriores, esses autores não avançaram o bastante

para ser considerados modernos

[3]

- notando-se, até, alguns casos, resistência às novas estéticas.

[5]

Excerto

Num artigo publicado em 1917, Monteiro Lobato reagiu assim à exposição de Anita Malfatti, no jornal O Estado de São Paulo:

"Há duas espécies de artistas. Uma composta dos que vêem normalmente as coisas e em

consequência fazem arte pura. (

natureza e a interpretam à luz das teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas

rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva. São produtos do cansaço e do

sadismo de todos os períodos da decadência(

)

A outra espécie é formada dos que vêem anormalmente a

)"

[5]

Autores e suas obras

Os principais pré-modernistas foram:

Euclides da Cunha, com Os Sertões , onde aborda de forma jornalística a Guerra de Canudos; a obra, Os Sertões, onde aborda de forma jornalística a Guerra de Canudos; a obra,

dividida em três partes (A Terra, O Homem e A Luta), procura retratar um dos maiores conflitos do

Brasil.

desconhecido dos grandes centros, e as lutas marcaram a vida nacional: o termo favela, que tornou-se

comum depois, designava um arbusto típico da caatinga, e dava nome a um morro em Canudos

Graça Aranha, com Canaã , retrata a imigração alemã para o Brasil.Nesse livro tinha o constante conflito entre Canaã, retrata a imigração alemã para o Brasil.Nesse livro tinha o constante conflito entre dois imigrantes Milkau e Lentz que discutiam se o dinheiro era mais importante do que

[5]

O sertão baiano e pernambucano onde se deram as lutas, era um ambiente praticamente

[8]

.

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o amor.

[5]

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Lima Barreto, que faz uma crítica da sociedade urbana da época, com Triste Fim de Policarpo Triste Fim de Policarpo

Quaresma e Recordações do Escrivão Isaías Caminha;

[5]

e O Homem Que Sabia Javanês

Monteiro Lobato, com Urupês e Cidades Mortas , retrata o homem simples do campo numa região de Urupês e Cidades Mortas, retrata o homem simples do campo numa região de

decadência econômica;

transmitindo ao público infantil valores morais, conhecimentos do Brasil, tradições, nossa língua. Destáca-se no gênero conto. E foi, também, um dos escritores brasileiros de maiores prestígios.

[5]

Ele também foi um dos primeiros autores de literatura infantil, desse modo,

Valdomiro Silveira, com Os Caboclos , e Simões Lopes Neto, com Lendas do Sul e Contos Os Caboclos, e Simões Lopes Neto, com Lendas do Sul e Contos

Gauchescos, precursores do regionalismo, retratam a realidade do sul brasileiro.

[5]

Augusto dos Anjos que, segundo alguns autores, trazia elementos pré-modernos.do regionalismo, retratam a realidade do sul brasileiro. [5] [3] , embora no aspecto linguístico tenda

[3]

, embora no

aspecto linguístico tenda para o realismo-naturalismo, em seus Eu e Outras Poesias

[7]

Outros autores:o realismo-naturalismo, em seus Eu e Outras Poesias [7] Figuram como escritores desse período, embora guardem

em seus Eu e Outras Poesias [7] Outros autores: Figuram como escritores desse período, embora guardem

Figuram como escritores desse período, embora guardem no estilo mais elementos das escolas

precedentes, autores como Afonso Arinos, Alcides Maya e Coelho Neto

de Afrânio Peixoto, tendia a uma visão da literatura como simples ornato social e cultural. Raul

de Leoni pode ser, também, tido como pré-modernista, mas o seu Luz Mediterrânea tende ao

Simbolismo.

[9]

. Este último, ao lado

[7]

Galeria

tende ao Simbolismo. [9] . Este último, ao lado [7] Galeria Euclides da Cunha Augusto dos

Euclides da Cunha

[9] . Este último, ao lado [7] Galeria Euclides da Cunha Augusto dos Anjos Monteiro Lobato

Augusto dos Anjos

ao lado [7] Galeria Euclides da Cunha Augusto dos Anjos Monteiro Lobato Simões Lopes Neto Lima

Monteiro Lobato

Galeria Euclides da Cunha Augusto dos Anjos Monteiro Lobato Simões Lopes Neto Lima Barreto Bibliografia BOSI,

Simões Lopes Neto

Cunha Augusto dos Anjos Monteiro Lobato Simões Lopes Neto Lima Barreto Bibliografia BOSI, Alfredo. A Literatura

Lima Barreto

Bibliografia

BOSI, Alfredo. A Literatura Brasileira : vol. V - O Pré-Modernismo , 4ª ed., São Paulo: Cultrix, A Literatura Brasileira: vol. V - O Pré-Modernismo, 4ª ed., São Paulo: Cultrix,

1973.

Referências

1. ↑ MATTOS, Geraldo, Teoria e Prática de Língua e Literatura, vol. 3, FTD, São Paulo, s/d

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2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

↑ E-Dicionário (http://www.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/E/escola_literaria.htm) de literatura, página pesquisada em 4 de abril de 2008

Análise (http://www.mundocultural.com.br/index.asp?url=http://www.mundocultural.com.br/literatura1 /pre-modernismo/lobato.htm) , sítio pesquisado em 21 de março de 2008.

abcd

↑ COELHO, Joaquim Francisco. Manuel Bandeira pré-modernista, Instituto Nacional do Livro, 1982

abcdefghijkl

FARACO, Carlos e MOURA, Francisco. Língua e Literatura, terceiro volume, Ática, São

Paulo, 2ª ed., 1983

↑ Literatura (http://educaterra.terra.com.br/literatura/premodernismo/premodernismo_1.htm) , Terra, Pré-modernismo - origens. Página consultada em 5 de abril de 2008

abc

ESCHER, xota no pau véio esta foi uma obra no qual marcou o pré-modernismo porem ser muito

pornográfica , Língua e Literatura, vol. 3, Ática, São Paulo, 1979

↑ CUNHA, Euclides da. Os Sertões

↑ Literatura (http://educaterra.terra.com.br/literatura/premodernismo/premodernismo_23.htm) , Terra, Pré-modernismo - outros autores. Página pesquisada em 5 de abril de 2008.

- outros autores . Página pesquisada em 5 de abril de 2008. Obtida de

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