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Anatomia do Computador

Anatomia do Computador 1 - Sistemas Computacionais Luís Jesus e-mail: lmtj@ua.pt TIS e Informática, 2011/2012,

1 - Sistemas Computacionais

Luís Jesus

e-mail: lmtj@ua.pt

TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro, Portugal

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Tecnologia

Tecnologia 1ª Geração - Década 40: ִ Primeiros computadores usando válvulas eletrónicas. 2ª Geração - Década

1ª Geração - Década 40:

ִ Primeiros computadores usando válvulas eletrónicas.

2ª Geração - Década 50:

ִ Computadores mais fiáveis usando transístores.

3ª Geração - Década 60:

ִ Usam já circuitos integrados. São mais poderosos, mais fiáveis e compactos.

4ª Geração -

ִ Os computadores dos nossos dias e que contêm componentes microeletrónicas mais sofisticadas, como circuitos integrados extremamente complexos.

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Software e organização da informação

Software e organização da informação Organização de informação ִ Ficheiro ִ Nome do Ficheiro: Pasta ⌧

Organização de informação

ִ Ficheiro

da informação Organização de informação ִ Ficheiro ִ Nome do Ficheiro: Pasta ⌧ [Disco] [Caminho] [Nome]

ִ Nome do Ficheiro:

de informação ִ Ficheiro ִ Nome do Ficheiro: Pasta ⌧ [Disco] [Caminho] [Nome] • Exemplo: C:\Os

Pasta

[Disco] [Caminho] [Nome]

Exemplo:

C:\Os Meus Documentos\Facturas\Despesa.xls

Nome do Ficheiro:

Estrutura: xxxxx.xxx

Extensão: habitualmente três caracteres *.bmp (imagem), *.doc (Documento Word).

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Organização da Informação

Organização da Informação Hierarquia: C: Especificação do Disco \ Progs Sistema Trabalho Stocks Contab

Hierarquia:

C: Especificação do Disco \ Progs Sistema Trabalho Stocks Contab Correio Docs Cursos Nome do
C:
Especificação do Disco
\
Progs
Sistema
Trabalho
Stocks
Contab
Correio
Docs
Cursos
Nome do
Ficheiro
Factura
Factura
Factura

C:\Progs\Stocks\Factura

C:\Trabalho\Correio\Factura

C:\Trabalho\Cursos\Factura

Identificação Completa do FicheiroC:\Trabalho\Correio\Factura C:\Trabalho\Cursos\Factura TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,

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Estudo Individual (semana 2 e 3)

Estudo Individual (semana 2 e 3) O que é um computador? ִ CAPRON & JOHNSON (2004:

O que é um computador?

ִ CAPRON & JOHNSON (2004: pp. 4-16, 34-51)

Para que serve?

Qual a sua mais valia?

Como é armazenada a informação?

Como é armazenada e processada a informação (Hardware)?

ִ CAPRON & JOHNSON (2004: pp. 94-112)

ִ STAIR & REYNOLDS (2008: pp. 82-90)

Sistema binário (byte e word)

Múltiplos (KB, MB, TB,

Órgãos do Computador

)

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Estudo Individual (semana 4 e 5)

Estudo Individual (semana 4 e 5) Software ִ CAPRON & JOHNSON (2003: pp. 64-81) ִ STAIR

Software

ִ CAPRON & JOHNSON (2003: pp. 64-81)

ִ STAIR & REYNOLDS (2008: pp. 128-142)

Sistema operativo

Aplicações

Organização de informação

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Anatomia do Computador

Anatomia do Computador 1 - Interfaces TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro, Portugal 7

1 - Interfaces

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Interação

Interação O computador interage com: ִ diversos fenómenos físicos analógicos, ִ toda uma série de dispositivos

O computador interage com:

ִ diversos fenómenos físicos analógicos,

ִ toda uma série de dispositivos digitais e

ִ outros computadores.

São necessários dispositivos analógicos (transdutores) para a interação com entidades físicas tais como:

ִ Som - Movimento ondulatório de partículas.

ִ Luz - Ondas eletromagnéticas.

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Transdutores

Transdutores Exemplos de transdutores na natureza: ִ Aparelho auditivo, que converte movimentos ondulatórios em

Exemplos de transdutores na natureza:

ִAparelho auditivo, que converte movimentos ondulatórios em estímulos elétricos que são enviados para o cérebro. ִOlho que converte as ondas eletromagnéticas em estímulos elétricos que são enviados para o cérebro. Também existem transdutores eletrónicos que convertem entidades físicas em sinais elétricos.

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Conversão Analógica-Digital

Conversão Analógica-Digital Um conversor analógico-digital ( Analog to Digital Converter - ADC ) é um dispositivo

Um conversor analógico-digital (Analog to Digital Converter - ADC) é um dispositivo eletrónico que permite a conversão de um sinal elétrico numa sequência de números. Um conversor digital-analógico (Digital to Analog Converter - DAC) faz a conversão de um sinal digital num sinal analógico. Um ADC procede a duas operações distintas:

ִ Amostragem;

ִ Quantificação.

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Digitalização de Áudio

Digitalização de Áudio Um sinal áudio só pode ser processado por um computador num formato digital.

Um sinal áudio só pode ser processado por um computador num formato digital.

pode ser processado por um computador num formato digital. Som Microfone ADC e DAC (Placa de
Som
Som

Microfone

por um computador num formato digital. Som Microfone ADC e DAC (Placa de Som) TIS e
por um computador num formato digital. Som Microfone ADC e DAC (Placa de Som) TIS e

ADC e

DAC

(Placa de

Som)

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Som Microfone ADC e DAC (Placa de Som) TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro, Portugal
Som Microfone ADC e DAC (Placa de Som) TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro, Portugal

Computador

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Anatomia do Computador

Anatomia do Computador 2 - Interfaces TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro, Portugal 12

2 - Interfaces

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Conversão Analógica-Digital: Amostragem

Conversão Analógica-Digital: Amostragem Consideremos um sinal áudio que evolui ao longo do tempo de acordo com

Consideremos um sinal áudio que evolui ao longo do tempo de acordo com a seguinte figura:

evolui ao longo do tempo de acordo com a seguinte figura: TIS e Informática, 2011/2012, Universidade
evolui ao longo do tempo de acordo com a seguinte figura: TIS e Informática, 2011/2012, Universidade
evolui ao longo do tempo de acordo com a seguinte figura: TIS e Informática, 2011/2012, Universidade

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Conversão Analógica-Digital: Amostragem

Conversão Analógica-Digital: Amostragem Apenas partes do sinal são convertidas: as amostras . TIS e Informática,

Apenas partes do sinal são convertidas: as amostras.

Apenas partes do sinal são convertidas: as amostras . TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,
Apenas partes do sinal são convertidas: as amostras . TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,

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Conversão Analógica-Digital: Amostragem

Conversão Analógica-Digital: Amostragem Qual o intervalo adequado para que o sinal original seja recuperado? TIS e

Qual o intervalo adequado para que o sinal original seja recuperado?

adequado para que o sinal original seja recuperado? TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,
adequado para que o sinal original seja recuperado? TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,
adequado para que o sinal original seja recuperado? TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,
adequado para que o sinal original seja recuperado? TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,

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Conversão Analógica-Digital:

Quantificação

Conversão Analógica-Digital: Quantificação O número de níveis escolhidos para a quantificação condiciona a maior

O número de níveis escolhidos para a quantificação condiciona a maior ou menor qualidade da representação digital do sinal original.

qualidade da representação digital do sinal original. TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,

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Digitalização de Imagens

Digitalização de Imagens Um transdutor (sensor fotelétrico) converte ondas eletromagnéticas (luz que é refletida de

Um transdutor (sensor fotelétrico) converte ondas eletromagnéticas (luz que é refletida de um objeto) num sinal elétrico. Através de um ADC, o sinal elétrico é convertido numa sequência de números.

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Digitalização de Imagens

Digitalização de Imagens Para a amostragem considera-se qualquer imagem como uma matriz de pixels. Quanto maior

Para a amostragem considera-se qualquer imagem como uma matriz de pixels. Quanto maior for o número de pixels (resolução) maior será a qualidade da imagem digitalizada.

maior será a qualidade da imagem digitalizada. TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,
maior será a qualidade da imagem digitalizada. TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,

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maior será a qualidade da imagem digitalizada. TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro, Portugal 18

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Digitalização de Imagens

Digitalização de Imagens A “qualidade” da cor dependente diretamente da maior ou menor quantidade de informação

A “qualidade” da cor dependente diretamente da maior ou menor quantidade de informação associada à quantificação.

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Digitalização de Imagens

Imagem Original Dois níveis 256 níveis de cinzento
Imagem Original
Dois níveis
256 níveis de cinzento

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Digitalização de Imagens

Digitalização de Imagens As cores originais exigem, por exemplo, 256 níveis para o vermelho e outros

As cores originais exigem, por exemplo, 256 níveis para o vermelho e outros tantos para o verde e para o azul.

para o vermelho e outros tantos para o verde e para o azul. TIS e Informática,

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Interface

Interface As características específicas da comunicação entre computadores, levou ao aparecimento de um conjunto

As características específicas da comunicação entre computadores, levou ao aparecimento de um conjunto diversificado de interfaces. Uma interface consiste num conjunto de hardware e especificações técnicas que permitem efetuar a conexão entre um computador e outros dispositivos eletrónicos.

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Requisitos das Interfaces

Requisitos das Interfaces As interfaces apresentam requisitos distintos no que diz respeito a: ִ Taxas de

As interfaces apresentam requisitos distintos no que diz respeito a:

ִ Taxas de transmissão;

ִ Distâncias a cobrir.

As exigências das interfaces ao nível das taxas de transmissão e distâncias a cobrir refletem-se em diferentes especificações:

ִ Mecânicas;

ִ Elétricas.

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Exigências em Termos de Distâncias

Exigências em Termos de Distâncias Para além da diferenciação dos requisitos em termos de taxas de

Para além da diferenciação dos requisitos em termos de taxas de transmissão, também é necessário considerar a diferenciação em termos de distâncias. A ligação de um teclado a um computador tem, em termos de distâncias, requisitos muito distintos dos requisitos de uma ligação entre computadores.

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Funcionalidade “Plug-and-Play”

Funcionalidade “Plug-and-Play” Especificações técnicas que permitem uma conexão automática de novos dispositivos

Especificações técnicas que permitem uma conexão automática de novos dispositivos a um computador (Sousa 2009, p. 81).

O utilizador tem a possibilidade de instalar de uma forma totalmente flexível, sem recurso a software adicional ou assistência técnica, um

).

Cada vez mais fabricantes desenvolvem equipamento e software (sistemas operativos e aplicações) de acordo com especificações universais (Universal Plug-and-Play).

vasto conjunto de recursos (rato, teclado,

Plug-and-Play ). vasto conjunto de recursos (rato, teclado, http://www.upnp.org/ TIS e Informática, 2011/2012,

http://www.upnp.org/

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USB: Características

USB: Características Universal Serial Bus (USB): http://www.usb.org Flexibilidade. Baixo Custo. Taxas de

Universal Serial Bus (USB): http://www.usb.org Flexibilidade. Baixo Custo. Taxas de transmissão até 480 Mb/s adequadas à transmissão, em tempo real de dados de áudio e vídeo codificado. Interface com funcionalidade “plug-and-play”. Adequação ao aumento das capacidades de um computador pessoal.

ao aumento das capacidades de um computador pessoal. TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,
ao aumento das capacidades de um computador pessoal. TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,

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USB: Características

USB: Características Adequação a diferentes configurações de computadores pessoais. Várias classes de dados em

Adequação a diferentes configurações de computadores pessoais. Várias classes de dados em tempo real. Múltiplas ligações (suporta até 127 dispositivos físicos). Suporta dispositivos compostos (periféricos com múltiplas funções). Tem uma sobrecarga protocolar diminuta.

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USB

USB Ligações USB Dispositivos USB Hubs USB (Philips Semiconductors 2002) TIS e Informática, 2011/2012,

Ligações USB Dispositivos USB Hubs USB

USB Ligações USB Dispositivos USB Hubs USB (Philips Semiconductors 2002) TIS e Informática, 2011/2012,

(Philips Semiconductors 2002)

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USB

USB Dispositivos ligados através duma ficha retangular de 4 pinos (tipo A). Existem cabos com duas

Dispositivos ligados através duma ficha retangular de 4 pinos (tipo A).

Existem cabos com duas terminações diferentes:

ִ uma ficha retangular de

4 pinos (tipo A) que liga ao hub e

ִ uma ficha quadrada de

4 pinos (tipo B) que liga ao dispositivo.

ficha quadrada de 4 pinos (tipo B) que liga ao dispositivo. ( http://www.pctechguide.com ) TIS e

(http://www.pctechguide.com)

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USB

USB A extensão/suplemento ao standard USB 2.0 designada por USB On-The-Go (OTG) permite a ligação direta
USB A extensão/suplemento ao standard USB 2.0 designada por USB On-The-Go (OTG) permite a ligação direta

A extensão/suplemento ao standard USB 2.0 designada por USB On-The-Go (OTG) permite a ligação direta (“point-to-point connectivity”) entre dispositivos móveis.

connectivity”) entre dispositivos móveis. (Philips Semiconductors 2002) TIS e Informática, 2011/2012,
connectivity”) entre dispositivos móveis. (Philips Semiconductors 2002) TIS e Informática, 2011/2012,

(Philips Semiconductors 2002)

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USB

USB USB On-The-Go também define duas fichas novas para ligar dispositivos mais pequenos (e.g. Telemóveis): ִ

USB On-The-Go também define duas fichas novas para ligar dispositivos mais pequenos (e.g. Telemóveis):

para ligar dispositivos mais pequenos (e.g. Telemóveis): ִ USB Type mini A ִ USB Type mini

ִ USB Type mini A

ִ USB Type mini B

(e.g. Telemóveis): ִ USB Type mini A ִ USB Type mini B TIS e Informática, 2011/2012,

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(http://www.blackbox.com)

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USB 3.0

USB 3.0 Taxas de transmissão até 4,8 Gb/s Tecnologia Sync-N-Go http://www.usb.org/developers/ssusb TIS e
USB 3.0 Taxas de transmissão até 4,8 Gb/s Tecnologia Sync-N-Go http://www.usb.org/developers/ssusb TIS e

Taxas de transmissão até 4,8 Gb/s Tecnologia Sync-N-Go http://www.usb.org/developers/ssusb

Tecnologia Sync-N-Go http://www.usb.org/developers/ssusb TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,

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Firewire

Firewire Taxas de transmissão http://www.1394ta.org ִ FireWire 400 – até 400Mb/s ִ FireWire 800 – até

Taxas de transmissão

Firewire Taxas de transmissão http://www.1394ta.org ִ FireWire 400 – até 400Mb/s ִ FireWire 800 – até

http://www.1394ta.org

ִ FireWire 400 – até 400Mb/s

ִ FireWire 800 – até 800Mb/s

Expansão até 63 dispositivos. Cabo de ligação flexível (4, 6 ou 9 fios). Funcionalidade Plug-and-Play.

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Firewire

Firewire (1) Ficha Firewire 400 de 6 pinos (2) Ficha Firewire 400 de 4 pinos ִ

(1) Ficha Firewire 400 de 6 pinos (2) Ficha Firewire 400 de 4 pinos

ִ Sony iLink (sem alimentação)

(3) Ficha Firewire 800 de 9 pinos

(1)
(1)

ִ

Apple http://developer.apple.com/firewire/ (2)

(1) ִ Apple http://developer.apple.com/firewire/ ( 2 ) (3) ( http://www.buyextras.com ) TIS e Informática,

(3)

(http://www.buyextras.com )

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(http://www.wordiq.com/)

) TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro, Portugal ( http://www.wordiq.com/ ) 34 (Apple Computer, Inc.)

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) TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro, Portugal ( http://www.wordiq.com/ ) 34 (Apple Computer, Inc.)

(Apple Computer, Inc.)

Interface SAS

Interface SAS Serial Attached SCSI (SAS) Taxa de transmissão até 6 Gb/s. É possível conectar até
Interface SAS Serial Attached SCSI (SAS) Taxa de transmissão até 6 Gb/s. É possível conectar até

Serial Attached SCSI (SAS) Taxa de transmissão até 6 Gb/s. É possível conectar até 16000 dispositivos.

6 Gb/s. É possível conectar até 16000 dispositivos. http://www.scsita.org/ TIS e Informática, 2011/2012,
6 Gb/s. É possível conectar até 16000 dispositivos. http://www.scsita.org/ TIS e Informática, 2011/2012,

http://www.scsita.org/

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Interface SATA

Interface SATA Taxas de transmissão até 6 Gb/s Serial ATA (SATA) http://www.serialata.org/ TIS e Informática,

Taxas de transmissão até 6 Gb/s Serial ATA (SATA) http://www.serialata.org/

até 6 Gb/s Serial ATA (SATA) http://www.serialata.org/ TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,
até 6 Gb/s Serial ATA (SATA) http://www.serialata.org/ TIS e Informática, 2011/2012, Universidade de Aveiro,

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