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2 28 Fevereiro 2009 ENTRE NÓS TEC no centr o de The tf ord O nosso

28 Fevereiro 2009

ENTRE NÓS

TEC no centro de Thetford

O nosso sítio

Dia de Portugal 2009 em risco

O TEC, de Susana Forte Vaz, abre no centro de Thetford, na Guildhall Street, cumprindo assim um desejo de há muito da população de língua portuguesa residente na área. Mantendo o seu leque de serviços, este serviço de apoio à imigração vai continuar a estar aberto das 9,30 da manhã até às seis da tarde de segunda a sexta e Sábado das 9,30 às 13 horas, numa artéria da cidade que é um destino habitual e concorrido da nossa comunidade. O TEC tem outro número de telefone (01842 764622) e uma nova morada – 25A Guildhall Street, Thetford.

Já visitou o sítio do jornal “As Notícias”? Não espere mais, vale bem a pena perder uns minutos e aceder a

www.portuguesemedia.co.uk/asnoticias

A organização do 10 de Junho 2009, Dia de Portugal e das comunidades portuguesas, debate-se com problemas de angariação de fundos suficientes para organizar uma festa condigna. As associações que constituem a comissão de organização, liderada por Cristina Costa Pinto, prepararam um orçamento de 66 mil libras, que ainda não conseguiram realizar. A crise financeira e alguma relutância em aumentar a participação dos que normalmente contribuem para este tipo de festa, são algumas das razões evocadas para as dificuldades encontradas.

e vai ver que não dá o tempo por mal empregue. Ali poderá consultar sempre a última edição do nosso jornal e opinar sobre o

que viu. Vá lá

vá!

Era uma vez A discussão sobre o casamento de homossexuais, ou, como eles dizem, o
Era uma vez
A discussão sobre o casamento de homossexuais, ou, como eles
dizem, o casamento entre pessoas do mesmo sexo (não será a
mesma coisa, ou haverá alguém que queira casar com outrém do
mesmo género que não seja gay?) tem agitado partidos e institu-
ições, tem revelado paixões e tem causado muitas discussões.
Não é que me interesse muito que o Manuel case com o
Joaquim ou que a Rosa junte os trapinhos com a Maria. Isso é lá
com eles e com elas, entre marido e marido não meto a colher. Pois
que se casem
e que tenham poucos filhos - é o que sinceramente
lhes desejo. E quando deturpo propositadamente este dito popular,
faço-o com convicção, não por mera e gratuita ironia. Entremos,
então, no campo da ficção e avancemos com esta história que um
dia destes pode vir a ser realidade.
Era uma vez
duas pequenas comunidades, de fêmeas uma e
de machos a outra. Elas gostavam de fêmeas e eles de machos.
Gostavam tanto, tanto, tanto, que não viam outra alternativa para as
suas vidas que não fosse unirem-se pelo casamento. Vai daí, e
porque a grande comunidade onde estavam inseridos se mostrava
renitente em conceder-lhes aval para a legal consumação desse
desiderato que apaixonadamente perseguiam, decidiram virar
costas à sociedade que os discriminava e não os entendia. Depois
de inúmeras peripécias que pouco adiantariam a esta história, con-
seguiram autorização para habitar duas ilhas isoladas, lá para os
lados das Bermudas. Elas ocupavam uma das ilhas e eles a outra,
nada de misturas, homens com homens, mulheres com mulheres.
Durante muitos anos assim viveram estas duas felizes comu-
nidades. Extasiados com tanta felicidade, não se aperceberam de
que lentamente iam envelhecendo. Num repente, nos garbosos
jovens começaram a notar-se as rugas e as cãs. Aqueles esbeltos
corpos de há anos começavam, agora, a definhar. As naturais
maleitas da velhice, os reumáticos, o cansaço, a falta de vista, as
,
foram desaparecendo os membros destas duas comunidades. Hoje
dores de cabeça
ditavam a sua inexorável lei. A pouco e pouco
um, amanhã mais dois, lá iam abandonando esta vida que haviam
vivido intensamente. Por fim, as duas comunidades extinguiram-se.
As duas ilhas lá estão, desertas de humanos, apenas habitadas
por chilreantes passarinhos que souberam acasalar, que se soube-
ram reproduzir. A Mãe Natureza, nestas coisas, não perdoa
FIM
reproduzir. A Mãe Natureza, nestas coisas, não perdoa FIM Pr opriedade Portuguese Link, Ltd. Ashley House,

Propriedade Portuguese Link, Ltd. Ashley House, Stephenson Way, Thetford, IP24 3RU Tels: 05601562933 - 01842821705 geral@portuguesemedia.co.uk

Direcção Geral: João de Noronha joaonoronha@portuguesemedia.co.uk; Director: Daniel Santos daniel@portuguesemedia.co.uk; Direcção Financeira: Susana Forte Vaz tec.challenge@yahoo.com; Colaboradores: Alfredo Miranda (Portugal); Margarida Anjos (Lisboa); Francisco Maciel (Social); Marques dos Santos (Desporto); Vanessa Haiden (Reino Unido); JCD Gomes (Guernsey); Isilda de Freitas (Jersey); F. Gonçalves da Silva (Londres); P. Pereira (Ipswich); J. Bandeira (Great Yarmouth); Cristina de Sousa (Manchester); Paula Magalhães (Lincolnshire); Carlos Dias (Midlands); Manuel Gonçalves (Somerset); Paulo Vinha (Bournmouth); Valdeiza Costa (Thetford); Revisora:

Susana Vaz; Distribuição: Própria com Euromarket e Júlio Sequeira; Tiragem: 20 mil exemplares distribuídos em 258 localidades na Inglaterra, País de Gales, Escócia e Ilhas de Guernsey e Jersey; Colaboração: Lusa, Agência de Notícias de Portugal, SA .

Nota da Direcção - A publicidade publicada neste jornal, cadernos e inserções é da inteira responsabilidade dos anunciantes. Os artigos de opinião são também da inteira responsabilidade de quem os subscreve e podem ou não transmitir a opinião do jornal. A sua publicação insere-se na responsabilidade democrática que temos em aceitar a liberdade de expressão, de opinião e o direito à diferença

de expressão, de opinião e o direito à diferença TEMOS 10 BILHETES P ARA LEIT ORES
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TEMOS 10 BILHETES PARA LEITORES

Evento está a gerar grande expectativa em todos os meios

Todas as cadeias televisivas portuguesas, da manhã e da tarde, fizeram elogios e falaram sobre a I Gala do Jornal “as Notícias”, que terá lugar no próximo dia 13 no Regent’s College em Londres, com a presença de Fernando Pereira, Roberto Leal, Dany Silva, Liana, Silvestre Fonseca e Maiúko. O evento tem por intenção destacar e galardoar as 10 individualidades e instituições que, na opinião da nossa publicação, se distinguiram no ano de 2008 e outras duas ao longo do período de imigração portuguesa no Reino Unido e noutros países de acolhimento. Uma festa que une à sua volta a maior parte das individualidades, instituições e autoridades directa ou indirectamente ligadas à comunidade portuguesa e reunirá no mesmo espaço, representantes de outras comunidades espalhadas pelo Reino Unido. Este ano a organização é a inteira responsável pela nomeação dos galardoados, contudo, para o próximo ano, a nossa publicação convidará várias pessoas de todos os quadrantes, a quem será

dada a responsabilidade de escolher os galardoados para 2010. A forma como este evento foi recebido por todos os sectores da vida social e empresarial da nossa comunidade, cedo nos indicou que a Gala tem, forçosamente, de ser uma festa a envolver todos os portugueses e, por isso, algumas mudanças já foram efectuadas este ano, para acomodar outros intervenientes. Organizada e dirigida por profissionais, esta Gala será gravada e distribuída por toda rede de distribuição do jornal, que a fará chegar a todos os que a quiserem ver em DVD. A grande qualidade do elenco, tem despertado grande interesse nos portugueses, que nos telefonam para comprar bilhetes. Para dar oportunidade a alguns leitores do jornal de estarem presentes, vamos sortear 10 convites, para o que basta apenas enviar uma carta com o nome, morada e número de telefone, para o endereço da nossa publicação, tal como descrita na página 2 desta edição nº 54 e contar-nos a razão pela qual quer estar presente.

nº 54 e contar-nos a razão pela qual quer estar presente. Á VENDA NO TESCO Vinho
nº 54 e contar-nos a razão pela qual quer estar presente. Á VENDA NO TESCO Vinho

Á VENDA NO TESCO

Vinho italiano com escudo português

O gigante da distribuição alimentar

Tesco tem nas prateleiras um vinho italiano com escudo português, numa afronta que já

ninguém reage nem comenta. Dado ser fim de semana, não temos acesso ao AICEP Portugal Global, a entidade oficial portuguesa, com sede na Embaixada Portuguesa, que poderia comentar sobre o assunto. Aliás tanto o Tesco como as outras cadeias inglesas, tratam o nosso vinho como um “commodity” de segunda, colocando-o na prateleira junto aos ora espanhóis ou italianos, que, normalmente, recebem o destaque de produto de qualidade. No entanto, em todas as feiras vinícolas por esse mundo fora são os vinhos portugueses que, em relação aos atrás citados, ganham mais prémios e distinções

de produto de qualidade.

Será que em Inglaterra até o vinho

português é comprado para dar a satisfação de nos discriminar? Ou apenas a falta de quadros técnicos de compras à altura de uma catalogação conhecedora do produto que vendem?

PUB.

Ou apenas a falta de quadros técnicos de compras à altura de uma catalogação conhecedora do