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Redes de Inovação no sector da Nanotecnologia em Portugal: Uma abordagem pela Análise de Redes

Redes de Inovação no sector da Nanotecnologia em Portugal:

Uma abordagem pela Análise de Redes Sociais

Ricardo Abreu (14707)

Análise de Redes Sociais

Professora Doutora Inês Pereira

ISCTE-IUL Fevereiro 2013

Redes de Inovação no sector da nanotecnologia em Portugal: uma abordagem pela Análise de Redes Sociais !

ARS

Índice

Introdução !

2

Apontamentos sobre os Sistemas de Inovação!

2

Os três pilares dos sistemas de inovação - Triple Helix!

2

Redes baseadas na inovação!

3

Metodologia !

3

Discussão dos Dados !

4

Conclusões !

9

Bibliografia !

10

Redes de Inovação no sector da nanotecnologia em Portugal: uma abordagem pela Análise de Redes Sociais !

ARS

Introdução

Apontamentos sobre os Sistemas de Inovação

A inovação é objecto de estudo para muitos economistas, nomeadamente para os seguidores do neo-

Schunpeterianos e para os evolucionaistas cujo o foco é o papel da inovação na economia. Para o economista Richard Nelson (1993) a inovação é o processo no qual as empresas criam e

disponibilizam novos produtos e serviços ao mercado procurando o seu crescimento e prosperidade.

O autor identifica, ainda, o papel fundamental dos actores institucionais no prosseguimento dos

processos de inovação, intitulando-os como construtores dos sistema de inovação. Estes sistemas podem ser de âmbito nacional ou transnacional.

Segundo, o economista evolucionista Lundvall (2010) o sistema nacional de inovação é constituído por um conjunto de elementos que interagem entre si, para produzir e difundir um novo uso de conhecimento económicamente útil ao nível e dinâmica de uma nação. Para o autor, o conhecimento é reproduzido pelas relações sociais entre os actores institucionais e difundido pelo processo de apreendizagem continua. Lundvall (2010) afirma ainda que o processo de aceleração da internacionalização das economias nacionais é reflectido pela característica transnacional dos actores institucionais do sistema de inovação nacional e pelo papel da comunicação entre estes actores durante o processo de disseminação do conhecimento.

Os sistemas de inovação podem ser perspectivados de duas formas: uma análise regional ou sectorial. Nos sistemas regionais de inovação a análise foca as actividades nas infra-estruturas e relacionamentos dos actores institucionais e sociais da rede de inovação de uma determinada região (Asheim & Gertler, 2006). Na perspectiva sectorial, a análise é feita seleccionando sectores de tecnologia predominante. Esta visão sectorial mantém a característica fundamental dos sistemas nacionais e regionais de inovação (Malerba, 2002, 2006).

A abordagem de Bo Carlson (1997) centra-se na tecnologia e compara esta visão com as restantes

perspectivas dos sistemas de inovação. Os Sistemas Tecnológicos de Inovação diferem da visão sectorial porque foca a sua análise na tecnologia em vez das industrias, são diferentes dos sistemas regionais porque alguns sistemas tecnológicos ultrapassam as fronteiras dos países. Segundo esta abordagem pode ser aplicada aos diferentes níveis de analise pois é independente do tipo de mercado ficando sujeita a uma perspectiva temporal da tecnologia, do número de actores, instituições e as suas relações. Para o autor, nos Sistemas Tecnológicos de Inovação, o conhecimento e a inovação são difundidos com maior eficiência sob estruturas em rede.

Os três pilares dos sistemas de inovação - Triple Helix

Os sistemas nacionais de inovação são complexos com diversos actores institucionais, económicos

e sociais que se relacionam e transferem entre si e a sociedade, conhecimento, produtos e serviços. Tal como afirma o economista Nelson, “para compreender os sistemas nacionais de inovação temos que compreender como acontecem os avanços tecnológicos e quais os principais processos e instituições envolvidas” (Nelson, 1993:5), é necessário identificar os actores dos sistemas de

inovação. Henry Etzkowitz (2008; 2000) nos anos 2000 aponta três grandes estruturas ligadas entre

si como uma espécie de hélice tripla de ADN, e estas são: o mundo do conhecimento das

Universidades; das industrias que materializam a inovação; e do Governo que garante o funcionamento do sistema nacional de inovação.

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ARS

As Universidades tem a missão de criar conhecimento e recursos humanos qualificados, bem como a investigação e disseminação da ciência pelos centros de investigação. Às empresas compete produzir e difundir novos produtos, por um processo colaborativo de inovação. Aos governos é dado o papel de criar um ambiente propício à inovação, com a introdução de regimes de incentivo fiscal e económico. Estas três dimensões sócio-económicas competem e colaboram entre si co- criando redes nos sistemas de inovação, nas suas perspectivas regionais e sectoriais.

Redes baseadas na inovação

Nas ultimas décadas temos assistido a uma transformação social que tem reconfigurado a dinâmica da sociedade. A introdução de inovações disruptivas, como as Tecnologias de Informação e Comunicação, no dia-a-dia dos cidadãos e organizações, originou um movimento sócio-tecnológico sem precedentes. A comunicação e as redes digitais levaram a um crescimento significativo das relações entre os indivíduos, como Castells (2006) afirma as sociedades modernas são sociedades em rede, baseadas em redes de comunicação sem barreiras, globais, transversais a todos os países que difundem o seu poder global em redes de capital, serviços, produtos, trabalho, comunicações, ciência ou tecnologia.

As redes baseadas na inovação são a resposta aos desafios de um mundo mais exigente e globalizado. Empresas e instituições publicas deparam-se com o facto de colaborem juntas para alcançar os seus propósitos. Deroian (2002) afirma que o processo de difusão da inovação consiste na interacção entre os diversos actores. Em que cada actor (económico ou institucional) possui um stock de conhecimento fundamental para o processo de transformação da inovação (Obstfeld, 2005). Para Pekkarinen e Harmaakorpi (2006) o objectivo das diferentes redes de inovação é aumentar o nível de inovação dos sistemas de inovação regional.

São diversos os autores que identificaram e analisaram sistemas de inovação associados ao sector das nanotecnologias. Miyazki e Islam (2009) debruçaram sobre a análise sectorial dos sistemas de inovação, e identificaram as universidades, os centros de investigação e as empresas comerciais como principais actores sociais e económicos do desenvolvimento da investigação na nanotecnologia. Pandza e Holt (2007), utilizaram a abordagem de Carlsson para caracterizar o tipo de actores sociais e económicos. Para eles, as start-ups são importantes no produção inovação em nanotecnologia, as universidades que desenvolvem I&D são o motor desta tecnologia, e existe ainda os mediadores de conhecimento e facilitadores dos fluxos entre os vários actores do sistema de inovação.

Metodologia

Baseado na Análise de Redes Sociais (ARS), este ensaio procura configurar as redes de inovação em nanotecnologia em Portugal na perspectiva institucional e internacional. A escolha da ARS assenta na particularidade desta metodologia ser interdisciplinar e com alguns anos de desenvolvimento. É utilizada em áreas científicas como a psicologia, sociologia, marketing ou economia com o objectivo de identificar as relações entre as diferentes unidades de analise (Scott, 2000). As redes sociais são a estrutura social criada pelos indivíduos (ou organizações) e que estão ligados por características interdependentes de diversos tipos (i.e amizade, interesses comuns ou projectos).

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ARS

O foco de estudo da ARS são as estruturas criadas pelas ligações entre os nodos e depende da

importância que é dada ao relacionamento de interacção entre os nodos ou unidades de estudo (Wasserman & Faust, 1994:4). Segundo alguns autores (Green, Hull, McMeekin, & Walsh, 1999; Kitagawa, 2005), estas unidades de estudo podem configurar entre universidades, laboratórios, centros de investigação, organizações de suporte à inovação e empresas. Estas ultimas, podem cooperar a vários níveis com os sectores publico, semi-publico e privado (Pekkarinen & Harmaakorpi, 2006).

Para os investigadores a ARS difere em dois níveis de estudo (Coulon, 2005): toda a rede, em que todas as ligações contem uma especifica característica da população de estudo (i.e empresas, universidades); e redes pessoais (ou egocêntrica), que consiste no estudo das várias ligações que uma pessoa pode ter. O quadro seguinte apresenta os dois níveis de estudo:

Quadro A - Exemplos de unidades de estudo na Análise de Redes Sociais

Unidades de Estudo

Unidades de Estudo

Nível individual

•Cientistas •Inventores •Empreendedores •Actores políticos

Nível Organizacional

•Empresas (i.e PME, Multinacionais) •Outras Organizações (i.e Governos, Universidades, Institutos de I&D, Projectos, clusters)

Fonte: Adaptado (Salavisa, Lança, & Fontes, 2012)

São várias as investigações no âmbito da economia da inovação que tem por base a Análise de Redes Sociais. Os estudos de Deroian (2002) concluem que as redes de difusão são um processo evolucionário e que a inovação é um fenómeno da rede. Riccaboni e Pammoli (2002) afirmam que as empresas utilizam as redes como factor externo de crescimento. Owen-Smith et al (2002) compararam a organização e estrutura da investigação científica entre os EUA e a Europa com o objectivo de criar redes de cooperação em I&D.

Discussão dos Dados

O 7º Programa-Quadro, da União Europeia, para a nanotecnologia, materiais e produtos (7PQ-

NMP) confere a este ensaio uma fonte de informação útil e fiável. Foram identificados 77 projectos sob este programa, em que Portugal esteve presente como participante ou coordenador. Os projectos neste Programa-Quadro são projectos em rede, constituídos por vários países europeus e instituições publicas e privadas pertencentes a diversos campos de investigação e produção. O gráfico seguinte apresenta os principais temas destes projectos:

Gráfico A - Tipo de projectos no 7º Programa-Quadro para a nanotecnologia (em %)

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1%1%1% 16% 32% 21% 4% 24%
1%1%1%
16%
32%
21%
4%
24%

Small or medium-scale focused research projectde Redes Sociais ! ARS 1%1%1% 16% 32% 21% 4% 24% Collaborative project (generic) Large-scale integrating

Collaborative project (generic)21% 4% 24% Small or medium-scale focused research project Large-scale integrating project Collaborative Project

Large-scale integrating projectfocused research project Collaborative project (generic) Collaborative Project targeted to a special group (such as

Collaborative Project targeted to a special group (such as SMEs)project (generic) Large-scale integrating project Coordination (or networking) actions ERA-NET Plus Support

Coordination (or networking) actionsProject targeted to a special group (such as SMEs) ERA-NET Plus Support actions Small/medium-scale focused

ERA-NET Plusgroup (such as SMEs) Coordination (or networking) actions Support actions Small/medium-scale focused research project

Support actionsas SMEs) Coordination (or networking) actions ERA-NET Plus Small/medium-scale focused research project for specific

Small/medium-scale focused research project for specific cooperation actions dedicated to internation(or networking) actions ERA-NET Plus Support actions Fonte: CORDIS Para este ensaio, em cada projecto do

Fonte: CORDIS

Para este ensaio, em cada projecto do 7ºPQ-NMP foi identificado a presença de instituições portuguesas e sua relação com as restantes. No total foram apuradas 895 instituições, entre universidades, empresas e mediadores dos sistemas de inovação. Portugal partilha projectos com 49 países, dos quais a Espanha, Alemanha e Itália são os que apresentam mais ligações. A figura seguinte identifica os principais países.

Figura A - Projectos no 7º Programa-Quadro para a nanotecnologia (instituições por países)

Programa-Quadro para a nanotecnologia (instituições por países) Fonte: CORDIS Ricardo Abreu ©ISCTE-IUL 2013 ! 5/ 11

Fonte: CORDIS

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Após a identificação e classificação das instituições iniciou-se a construção e a analise da rede de ligações entre as instituições portuguesas e restantes. Considera-se os nodos as empresas, universidades, centros e laboratórios de investigação e, agencias para o desenvolvimento científico. As ligações são caracterizadas na rede como o projecto do 7PQ-NMP em comum entre as diversas instituições. A figura seguinte apresenta a rede computada pelo software Gephi (Bastian, Heymann, & Jacomy, 2009).

Figura B - Rede de instituições portuguesas no 7PQ-NMP (visualização gephi)

de instituições portuguesas no 7PQ-NMP (visualização gephi) Fonte: CORDIS Ricardo Abreu ©ISCTE-IUL 2013 ! 6/ 11

Fonte: CORDIS

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Nesta rede podemos identificar todas as instituições portuguesas e os clusters que delas se formam. São 82 instituições das quais 12 são Universidades, 11 são centros e laboratórios de investigação, 6 entidades mediadoras de projectos científico-tecnológicos, e as restantes 53 são empresas industriais e de serviços.

Analisando a sub-rede do projecto 28, podemos verificar que a rede de inovação é composta por uma universidade (FEUP), três empresas portuguesas, com ligações a quatro países (Espanha, Alemanha, França e Itália).

Figura C - Sub-rede do 7PQ-NMP (Projecto H-Know)

e Itália). Figura C - Sub-rede do 7PQ-NMP (Projecto H-Know) Espanha Alemanha França Itália Portugal Para
e Itália). Figura C - Sub-rede do 7PQ-NMP (Projecto H-Know) Espanha Alemanha França Itália Portugal Para

Espanha

Figura C - Sub-rede do 7PQ-NMP (Projecto H-Know) Espanha Alemanha França Itália Portugal Para completar a

Alemanha

C - Sub-rede do 7PQ-NMP (Projecto H-Know) Espanha Alemanha França Itália Portugal Para completar a análise

França

do 7PQ-NMP (Projecto H-Know) Espanha Alemanha França Itália Portugal Para completar a análise da rede do

Itália

7PQ-NMP (Projecto H-Know) Espanha Alemanha França Itália Portugal Para completar a análise da rede do 7ºPQ-NMP

Portugal

Para completar a análise da rede do 7ºPQ-NMP onde Portugal está presente , foi utilizado o software Gephi para computar as estatísticas associadas à Analise de Redes Sociais. O quadro seguinte apresenta os valores calculados:

Quadro B - Quadro de estatísticas da Análise de Redes Socais (rede 7PQ-NMP)

Estatística

Valor

Grau médio da rede

1,772

Diâmetro da rede

10

Densidade do Grafo

0,004

Cliques*

4

Coeficiente de “cluster

0,152

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Estatística

Valor

Proximidade

4,49

Betweeness (média)

1531,36

* Computado pelo software UCINET

Densidade da Rede

A densidade neste contexto mede o nível de conectividade da rede. A densidade é definida pelo

numero actual de ligações numa rede, expresso em proporção do número total de ligações. Este número pode variar entre 0 e 1. Se a densidade situa-se perto de 1 pode-se dizer que a rede é densa, o inverso, próximo do 0, é dispersa (Coulon, 2005; Wasserman & Faust, 1994:101). Do quadro de estatísticas aqui apresentado, pode-se concluir que a rede é pouco densa pois apresenta uma valor abaixo dos 0,5 (0,004).

Proximidade da Rede (closeness)

A proximidade é uma medida de distancia geodésica entre os nodos de uma rede. A medida consiste

em calcular o quanto perto está um nodo dos outros numa rede. Um nodo é central se conseguir interagir rapidamente com os outros (Coulon, 2005; Wasserman & Faust, 1994:188), ou seja, o número de passos necessários para ligar cada par de nodos. Nesta rede, o valor médio de proximidade é de 4,5 (face aos 895 nodos).

Grau da Rede

O grau de um nodo é o número de nodos seus adjacentes. Este valor pode ir desde 0 (zero) até ao

máximo de g-1 (sendo g o total de nodos da rede). O grau médio da rede, representa a estatística resultante da média dos graus de todos os nodos (Wasserman & Faust, 1994:100). Esta rede apresenta um valor médio de 1,77.

Diâmetro da Rede

O diâmetro de uma rede é a distancia mais longa entre um par de nodos. O diâmetro de uma rede

pode situar entre, um mínimo de 1 (se a rede é completa) a um máximo de g-1 (a rede não está toda conectada). O diâmetro de uma rede é importante porque quantifica o quanto mais perto ou longe estão dois nodos (idem :112). Esta rede apresenta um diâmetro com o valor de 10.

Betweeness (valor médio) Betweenness é uma medida de centralidade e consiste no pressuposto que a interacção entre dois nodos adjacentes pode depender de um outro nodo, nomeadamente naqueles que se encontram no meio do caminho entre o par de nodos. por exemplo um nodo com poucas ligações poderá ter um papel de intermediário e ser muito central na rede. A “betweeness” de um nodo mede a capacidade de um nodo participar como intermediário ou gatekeeper, com potencial controlo sobre os outros nodos (Coulon, 2005; Wasserman & Faust, 1994:188).

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Conclusões

O 7º Programa-Quadro é um instrumento da política de inovação da União Europeia, utilizado pelos países-membros para aumentar a competitividade dos seus sistemas nacionais de inovação. Portugal está presente em 77 projectos, que incluem Universidades, Centros de investigação e essencialmente Empresas.

Estas instituições são heterogéneas no seu objectivo e país de origem, e constituem uma rede de transferencia de conhecimento e tecnologia no âmbito da nanotecnologia. Grande parte dos projectos sob este programa, são de um nível elevado de participantes, nomeadamente instituições privadas como industrias de manufactura, que materializam a inovação criada na rede. Segundo Carlsson (1997), esta rede configura o Sistema Tecnológico Inovação português no sector da nanotecnologia.

A perfomance deste sistema (ou rede) pode ser avaliado pela combinação de 4 indicadores (Coulon,

2005):

• Robustez pode ser estimada pela tendência dos nodos (instituições) formarem grupos que partilham a mesma característica (clustering) ;

• Eficiência de uma rede consiste na capacidade de cada nodo (instituição) contactar rapidamente um elevado número de diferentes nodos com um menor número de ligações (closeness);

• Eficácia fixa os grupos de nodos que se consegue chegar por ligações não-redundantes. Cada grupo de nodos é uma fonte independente de informação. Uma rede é mais eficaz se o beneficio da informação é providenciada por um elevado número de grupos de nodos, assegurando o acesso à informação ao nodo central (betweeness) ;

• e Diversidade da rede está associada a própria característica diversa dos nodos, ou seja a identidade de cada um dos nodos dentro da rede é importante.

Pode-se concluir que a avaliação ao sector da nanotecnologia em Portugal pode ser efectuada com recurso à Analise de Redes Sociais (Abreu, 2013). Esta rede, é uma representação coerente com os Sistemas Tecnológicos de Inovação e após a análise dos indicadores propostos, apresenta uma performance razoável. Contudo, é necessário avaliar cada projecto como cluster (ou sub-rede) e comparar com outros sistemas tecnológicos de inovação.

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Bibliografia

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