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APOCALÍPTICOS E INTEGRADOS ANT E E L NUEV O SISTEMA EDUCATTVO: ALGUNOS APUNTE S SOBRE EL

CURRÍCULUM

D E LENGUA Y LITERATURA E N EL BACHILLERATO

ESPAÑOLAS

JESÚS

MANUE L

CORRIENTE

CORDERO*

RESUME N

teóricas

sobre sistemas d e comunicación, se analiza críticamente aspectos de l nuevo Bachillerato qu e se va a imponer en Andalucía, en lo referente al campo de la Lengua y Literatura Españolas, así como de los medios de comunicación social.

Tras examinar las ambigüedades de l discurso e n qu e se basa e l texto legal, apa-

recen serios problemas debido a

Finalmente, se plantean algunas

ca unificada, como salida a la necesidad de educar e n las correspondientes áreas.

Partiendo de las posibilidades qu e nos brindan las aproximaciones

la falta de un a base teórica coherente.

posibles alternativas, desde un a teoría semióti-

PALABRA S

CLAVE

Lengua,

literatura,

mass

media,

enseñanza,

integración

d e disciplinas,

comunicación, semiótica, teoría d e la literatura.

ABSTRAC T

From the possibilities o f theoretical approaches t o communication systems, we mak e a critical analysis o f th e Ne w Andalousian «Bachillerato» Spanish Language an d Literature Curriculum (which involves th e teaching about mass

* Licenciado en Filología

Hispánica,

y alumno del Programa d e Doctorado en

Información d e la Universidad d e Sevilla.

Comunicación de la Facultad

d e Ciencias d e la

CAUCE.

Renetta de E.lohgüt y sa

Didáctica. n.'J0-J1.

/.997-%'/ 'jiágs .

527-55 6

5 2 7

 
   

JESÚS MANUEL CORRIENTE CORDERO

media). After examining its ambiguous discourse, some serious problems due to the lack of a coherent theoretical basis are found. Finally, a semiotical uni- fied vision of Language, Literature and Media could be an alternative in order

to solve the problems of

the teaching o n such subjects.

K E Y

WORD S

Language,

literature, mass media,

cation, semiotics, theory of literature.

RÉSUMÉ

teaching, subject integration, communi -

Partant des posibilites des approches théoriques aux systèmes de commu- nication, nous présentons une analyse critique d u nouveau curriculum du Langue et Littérature espagnole au «Bachillerato» à la Andalouisie. Après examen des ambiguïtés d u discours, nous trouvons des problèmes produits pour la man- que de une cohérent base théorique. Finalement on propose la possibilité d'une vision sémiotique unifié d u Langue, Littérature et mass media comme alternati- ve pour résoudre les problèmes de cette enseignement.

MOTS-CL É

Langue, littérature, mass média, enseignement, munication, sémiotique, théorie de la littérature.

unification théorique, com-

I. INTRODUCCIÓN :

TEORÍ A

Y

ENSEÑANZA

 

El

Decret o

d e

Enseñanza s

par a

el

Bachillerat o

(Junt a

d e

Andalucí a

1994 )

supon e

la

opció n

qu e

hac e

el

Estad o

sobr

e

la formació n acadé -

mic a voluntari a d e aquello s alumno s que , superado s com o mínim o los

par a

especiali -

est e

formació n

lo

evidente -

q u e

cultura l d e la misma . Los estándare s má s o meno s consciente s sobr e

nive l educativo , l o qu e significa

zada . Es d e preve r qu e amplia s capa s d e nuestr a socieda d

accede r

dieciséi s años , desea n continua r formándos e académicamente ,

a

la

Enseñanz a

Superio r

o

u n

a

person a

la

Formació n

Profesiona l

pes o

opte n

e n

la

estará n

po r

importantísim o

s e

supon e

a

un a

medianament e

culta

 
   

APOCALÍPTICOS E INTEGRADOS ANTE EL NUEVO SISTEMA EDUCATIVO

ment e

terminar á

a

quiene s

mism a

influido s

po r

l o

conformad o

la

e n

mayorí a

un a

etap a

eda d

d e

la

y

qu e

comú n

a

la

retroalimentació n

enseñanz a

qu e

ser á

así

prácticament e

aquello s

a

parti r

forma ,

co n

d e

cualquie r

legal,

todo s

universitario s

d e

est a

eda d

n o

poc o

d e

especialidad ,

el

el

mund o

efect o

d e

de l

com o

D e

opte n

po r

trabajo .

ser á

important e

q

u e

est e

ampli o

grup o

d e

ciudadano s

realizar á

e n

la

dinámic a

cultura l

d

e

nuestr a

sociedad .

 
 

Ant e

tal

responsabilidad ,

el

pape l

d e

la

construcció n

d e

la

enseñan -

z

a

d e

las

área s

qu e

concierne n

a

los

sistema s

d e

comunicació n

result a

d

e

la

mayo r

importancia .

Y

asimism o

result a

fundamenta l

el

model o

desd e

el

qu

e

estemo s

construyend o

tal

enseñanza .

Pued e

se r

mu y

inte -

resant e

la

búsqued

a

d e

u n

consens o

l o

má s

genera l

posible ,

per o

n

o

l o

sería

currícul o

e n

absolut o

la

parchead o

adopció n

a

mod o

d e

d e

u n

eclecticism o

el

centón ,

e n

qu e

qu e

los

construyer a

u n

acaba -

elemento s

r

a n

siend o

autocontradictorios .

Y,

po r

supuesto ,

est e

proces o

constructi -

v

o

deberí a

tene r

e n

cuent a

los

avance s

consolidado s

e n

Teorí a

d e

la

es a

n

análisis

U n

z a d e u n aspect o d e la activida d human a ta n important e com o la comu -

nicació n

epistemologí a qu e sustent a la enseñan -

Comunicación , Estética, Lingüística,

razón , entiend o qu e u n

Teorí a

com o

el

d e

est e

d e

la

qu e

Literatura,

analizamo s

etc .

Po r

document o

la

intenció n

e n

e n

la

justa

merec e

u

teórico ,

y

cambi o

deberí a

tal

e s

artículo .

important e

implicar,

correspondencia ,

un a

revisió n

crítica

d

e l

conjunt o

d e

las

accione s

y

patrone s

d e

acció n

educativo s

relativo s

a

s

u

campo .

Ello

n o

implic a

ni

el

mimétic o

traslad o

al

aul a

de l

descubri -

mient o

tales

teórico ,

actitude s

ni

n o

s u

so n

rechaz o

má s

com o

qu e

un a

incompatibl e

penos a

co n

el

reedició n

ámbit o

d e

la

escolar :

polémic a

entr e

apocalíptico s

 

e

integrados ,

cuyo s

presupuesto s

y a

desenmascarar a

E

c o

(1969) .

 

La

superació n

d e

 

tal

polémic a

podrí a

veni r

dad a

po r

un a

revisió n

d

e l

pape l

qu e

 

s e

d é

a

la

teoría .

Y

n o

parec e

mu

y

operativ o

pensa r

 

e n

la

teorí a

com o

un

a

exact a

descripció n

de l

estad o

d

e

cosa s

qu e

llama -

m o s

realida d

que ,

debid o

a

un a

extrañ a

perfidi a

d e

la

naturalez a

de l

tiempo ,

estarí a

sujeta

a

un a

sucesiv a

sustitució n

d e

descripciones .

Admiti r

est o

traerí a

 

com o

consecuenci a

la

necesida d

de l

cambi o

 

d e

contenido s

educativo s

qu e

el

aprendi z

tendría ,

pues ,

qu e

«almacenar» ,

contenido s

que ,

com o

consecuencia ,

s e

convertiría n

e n

«inútiles»

a

la

llegad a

d e

la

nuev a

ol a

teórica .

La

consecuenci a

 

d e

tal

ide a

e s

u n

sar -

cástic o

escepticism o

entr e

aquello s

educadore s

y

planificadore s

 

educa -

tivo s

qu e

así

piensan ,

 

ant e

el

movimient o

teóric o

y

s u

aparent e

flujo

y

reflujo

(qu e

a

tales

persona s

acabar á

po r

parecerle s

u n

pur

o

movi -

 
   

mient o

pendular) .

JESÚS MANUEL CORRIENTE CORDERO

Per o

si,

ante s

bien ,

somo s

capace s

d e

considera r

la

teorí a

com o

u n

instrument o

heurístic o

e n

sucesiv o

proces o

d e

amplia -

ción ,

po

r

el

qu e

lo s

viejo s

paradigma s

n o

so n

rechazados ,

sin o

inte -

grado s

e n

perspectiva s

má s

amplias ,

qu e

explica n

má s

zona s

oculta s

o

contradictoria s

qu e

la etap a

anterior ,

resultar á

imprescindibl e

y

nad a

tri-

vial

el

la

transformació n

educativ o

proces o

correlativ a

s e

modific a

d e

l o

qu e

enseñamos .

El

sensiblement e

desd e

est a

reciclaje

perspectiva .

e n

N

o

consist e

un a

sustitució n

d e

estructura s

«inútiles»

po r

estructura s

«de

moda »

y

vuelt a

a

empeza r

el

proceso ,

sin o

qu e

la

incorporació n

de l

nuev o

paradigm a

com o

instrument o

hac e

de l

qu e

l o

adquier e

u n

má s

fin

dinámic o

q u e

implic a

bien»

Desd e

a

o

co-investigado r

d e

e s

d e

y

más ,

n o

n o

un a

e s

el

u n

pas o

d e

u n

discurs o

d e

est e

de l

concept o

document o

d e

Enseñanz a

Medi a

efect o

renovado r

d e

la

realidad 2 ,

y

hac e

qu e

d e

tene r

a

s u

sabe r

qu e

u n

proces o

Lo

enfoqu e

hac e

esto?».

el

profe -

docent e

s e

acumulació n

difícil

estátic a

desd e

la

n

el

encontrad o

hay a

deci r

reproducir .

y

est e

cóm o

e n

conjetura r

qu e

la

de l

e s

qu e

«os va

problema s

present e

qu é

discurs o

«¿qué

teorí a

legal .

podrí a

est e

e n

s u

solucionarno s

text o

trabaj a

también ,

d e

trayectori a

qu e

experiencia ,

análisi s

s o r

est e

Desd e

h a

teoría .

 

Es

comú n

e n

catálogo s

y

base s

d e

dato s

bibliográficas ,

y

a

vece s

e

n

publicacione s

concretas 3 ,

encontra r

baj o

el

epígraf e

«comunicació n

y

enseñanza »

do s

tipo s

d e

textos :

lo s

qu e

s e

dedica n

a

examina r

las

cuestione s

d e

la

enseñanz a

d e

lo s

sistema s

d e

comunicación ,

y

aque -

llos

otro s

qu

e

trata n

d e

examina r

la

enseñanz a

com o

sistem a

d e

comu -

nicación ,

n o

sól o

e n

cuant o

a

la form a

d e

comunicació n

concreta 4 ,

sin o

com o

activida d

insert a

e n

lo s

proceso s

d e

la

dinámic a

cultural 5 .

Est e

text o

querrí a

segui r

direccione s

semejante s

d e

análisis .

Par a

pode r

exa -

mina r

el model o

al

qu e

apunta n

lo s

elemento s

de l diseñ o

analizaremo s

primer o

alguno s

aspecto s

de l

discurs o

e n

qu e

s e insert a

el

texto .

Posteriormente ,

entraremo s

e n

la

cuestió n

de l

referent e

qu e

tal

discur -

s o

podría n

sustentaría ,

deriva r

así

com o

el

model o

o

determinada s

forma s

modelo s

segui r

d e

culturale s

haci a

lo s

de l

qu e

texto .

las propuesta s

presupuestos

del enfoque ecológico en el campo de la Didáctica, que es a su vez el modelo del que

parte el nuevo sistema educativo.

2. En este sentido, estas perspectiva coincidiría con algunos de los

3. Cfr., a modo de ejemplo. Rodríguez Hiera (1988).

4. Cfr. Cazden (1991), por ejemplo.

5. Cfr. las agudas aportaciones greimasianas en Rodríguez Hiera (1988).

5 3 0

 
   

APOCALÍPTICOS E INTEGRADOS ANTE EL NUEVO SISTEMA EDUCATIVO

II. EL DISCURSO DEL TEXTO LEGAL

II.a.

¿Está

definido

el

discurso

del

que

parte

el

texto?

N o

cab e

dud a

d e

la

enorm e

cantida d

d e

bueno s

propósito s

qu e

expres a

u n

tal

gros o

objetivos ,

el

texto ,

y

d e

d e

futur o

habituale s

e n

est e

tip o

y

contenido s

que ,

entendido s

e n

mejo r

comunicativament e

e n

los

el

sentido ,

sano .

plantearía n

d e

peli -

d e

tra-

model o

tip o

so n

qu e

ciudadan o

d e

Propósito s

parec e

bloque s

d e

u n

encontra r

discurs o

d e

prefacios ,

s e

per o

los

d e

criterios

prologa l

apoye n

La

evaluación .

necesida d

baj o

flexible

qu e

parec e

subyacent e

a l

model o

ecológico ,

opuest a

a

l a

pretensió n

d e

objetivida d

radica l

d e

los

modelo s

conductistas ,

n o

pare -

c

e

qu e

debier a

da r

par a

tanto . El discurs o

d e

los bueno s

propósito s

tien e

el

problem a

d e

qu e

s u

contenid o

s e

vací a

e n

funció n

d e

s u

vaguedad ,

q

u e

n o

d e

la

generalida d

propi a

qu e

correspond e

a

u n

diseñ o

com o

el

q

u e

estamo s

estudiando .

Encontraremo s

e n

el

texto ,

pues ,

 

ambigüeda -

d

e s

terminológica s

(cuy a

oscilació n

referencia l

comprobaremos )

y

orga -

nizativa s

(e n

bastante s

ocasione s

podremo s

comproba r

qu e

da

n

luga r

a

q

u e

quep a

casi

todo ,

y

sin

jerarquiza r

demasiad o

explícitamente) .

Lo

m á s

preocupant e

e s

qu e

est o

s e

d é

e n

los

pasaje s

qu e

aborda n

cuestio -

n

e s

d e

objetivo s

y

contenido ,

justament e

las

qu e

constituye n

un a

suert e

d

e

moned a

d e

cambi o

qu e

el

profeso r

y

el

Centro ,

a

travé s

d e

s u

Proyect o

Curricular,

deberá n

manejar .

tico s

Exist e

los

a

un a

ampli a

tendenci a

término s

extraño s

y

a

atribui r

la clav e

desconocidos .

D e

los

hecho ,

d e

lenguaje s

la

d e

críp -

"marañ a

d

e

tecnicismos "

 

h a

sid o

un a

d e

las

tendencia s

má s

virulenta s

e n

el

ata -

q

u e

«apocalíptico»

contr a

la

nuev a

ordenació n

educativa ,

diatrib a

 

qu e

habr á

oíd o

e

inclus o

compartid o

tod o

aque l

sufrid o

profeso r

qu e

 

hay a

pasad o

po r

algun o

d e

los

inevitable s

cursillos

sobr e

el

nuev o

sistem a

educativo .

Y

l o

qu

e

e s

más ,

dich a

ide a

qued a

apoyad

a

po r

la

profusió n

d

e

«vocabulario s

d

e

la

Reforma»

qu e

publicacione s

especializada s

 

y

n o

especializada s

ha n

sacad o

a

la

luz 6 .

Per o

n o

diatrib a

e s

u n

meno s

ciert o

qu e

a

vece s

casi

s e

percib e

e

n

el

fond o

d e

est a

ciert o

regust o

d e

crítica

fácil,

dirigid a

a

vece s

globalment e

contr a

los

pedagogos .

Desd e

 

luego ,

e

s

mu y

posibl e

qu e

acabemo s

descubriend o

qu e

un a

part e

d e

los

tecni -

cismo s

puesto s

 

d e

mod a

resulte n

ociosos .

Per o

otro s

seguirá n

 

siend o

necesarios ,

y,

po r

ejemplo ,

llama r

"esquema "

a

los

mapa s

conceptuale s

 

6.

Recuerdo incluso una parodia presentada en forma

de diaporama

durante un

cursillo.

 
   

e s

inevitabl e

ignora r

JESÚS MANUEL CORRIENTE CORDERO

la

seria

diferenci a

d e

entr e

amba s

y/ o

explosió n

neologismo s

categorías .

tecnicismos ,

Y,

e n

hart o

cuant o

la

habríamo s

a

d e

callar

lo s

que ,

e n

cualquie r

nive l

d

e

enseñanz a

o

d e

investigación ,

vivimo s

d e

disciplina s

ta n

cargada s

d e

vocabulari o

difícil

com o

la

Lingüística,

derl a

Ciencia s

la

lo s

Teorí a

d e

igual

co n

qu e

d e la Educación ,

la

Literatura

d e

honrad a

o

y

la

Semiótica ,

ante s

d e

empren -

la s

desmesura s

rigurosament e

d e

trabaja n

la s

e n

y

qu e n o so n responsable s

que ,

a parti r

d e

lectura s

apresuradas ,

determinado s

círculo s

haya n

podi -

d o

cometer .

M á s sentido ,

allá

y

de l debat e

ell o

anterior ,

par a

convendrí a

m e

gustarí a

la s

recorda r

llama r

reflexione s

la atenció n

d e

Ec o

e n

otr o

(1992 )

sobr e

el discurs o

hermético .

Porqu e

tras lo s fuego s

d e

artificio

d e

lo s

tér-

mino s

pintoresco s

e n

qu e nada n

texto s

com o

lo s

d e

alquimi a

y

simila -

res,

est e

auto r

describ e

interesante s

mecanismo s

d e

ocultació n

a

travé s

d e

la

aparent e

evidencia .

Com o

si fuera

la

cart a

robad a

de l

cuent o

d e

Poe ,

cant e

descubrimo s

co n

Ec o

qu e

e l términ o

má s oscur o

e s

e l

de l

signifi-

má s común ,

per o

cuy o

sentid o

e s

forzad o

a

varia r

y

acab a

esca -

pándosenos .

El

peligr o

residirá,

pues ,

e n

la

falta

d e

garantí a

par a

la

referencializació n

de l signo ,

y

esto ,

má s

aú n

qu e

lo s tecnicismos ,

y

d e

form a

má s

peligrosa ,

devien e

e n

lenguaj e

 

d e

iniciados :

e n

e l

text o

encontraremo s

peligrosa s

imprecisione s

qu e da n cabid a

a

casi

todo .

E n

est e uno s e , par a

s

discurs o

poco s

co n Bajtín

d e iniciado s

(e n tant o

e

e l sign o

tiend e

a convertirs e

e n

y

legítimos) , qu e decirlo ,

e n

propieda d

llega

a

d e

hacer -

monológic o

domi -

qu e único s

y

intérprete s

tene r

la mano ,

n

(Lodg e

lament o

la mayorí a

1989:104) , e n discurs o e n e l qu e "la s clase s

nante s

aspira n

a legitima r y hace r opera r

 

d e verdad u

opinión"

(Zaval a

1992:20) .

Y

e n

e l

nive l

e n

qu

e

s u nive l no s

movemos ,

¿podrí a

decirs e

«estamentos ,

comisiones ,

grupos

»

e n

luga r

d e

"clases"?

Cab e

pregun -

tarno s

quié

n

e s e l autorizad o

par a

interpreta r

lo s enunciado s

ambiguo s

o,

má s importante ,

desd e

qu é criterios

s e va n a interpreta r

y

po r

qu é

n o

s e

conoce n

ya . Y pensemo s

si

n o

sería

aterrado r

pensa r

e n

que ,

e n

est a

«zona

d e

indeterminación »

qu e

s e

cre a

ant e

l o

n o

precisado ,

pudiera

n

entra r

a

sac o

la rutina ,

la s endémica s

dificultade s

económica s

y

d e

per -

sona l

d e

educativo s

o

la s carencia s

sociales ,

económica s

o

culturale s

lo s sistema s de l entorn o

d e

u n

Centro .

 

N o

e s

d e

recib o

soluciona r

esta s

indeterminacione s

recurriend o

necesida d d e adaptació n al entorn o y al alumno . La adaptació n tien e

luga r

a

partir

d e

la

selecció n

o

la

secuenciación ,

per o

n o

a

parti r

a

la

u n

de l

vaciamient o

conceptual .

Y

así , un o

d e

lo s

má s

flagrantes

caso s

podría -

m o s

verl o

e n

la

redacció n

de l

Objetiv o

n s

2: "Aprecia r

la

labo r

d e

lo s

5 3 2

 
   

APOCALÍPTICOS E INTEGRADOS ANTE EL NUEVO

SISTEMA

EDUCATIVO

la

palabr a

ment e lo s significado s qu e el Diccionari o d e la Academi a suministra , encontramo s co n do s divergentes . Comencemo s po r considera r la acep - ció n d e 'estima r el mérito' . Empecemo s a preguntarnos . ¿Hablamo s d e promove r la admiración ? ¿Cóm o hemo s d e admira r a los autores ? ¿En

ellos ?

silencio ?

no s

sensible -

autore s literarios" (Junt a d e Andalucí a

1994:8731) .

ambigua .

E n

prime r

lugar,

"apreciar "

result a

funestament e

Reduciend o

¿Polemizand o

co n

ellos ?

¿Identificándono s

co n

¿Reconociend o nuestr a peculiarida d personal ? ¿Olvidand o su s faceta s

incluy e

negativas ? ¿Exclusivament e po r s u labo r literaria, o "labor " aqu í

otr o tip o d e tareas? ¿Por s u geni o o

po r

s u

habilidad ?

¿Diferenciand o

d e

algun a form a la

altur a

d e

su s logro s o igualand o

a

Felip e

Godíne z

co n

Góngora ? ¿A qu é llamaremo s mérito ? ¿D e cualquie r auto r o d e alguno s

deb e

conduci r est a estimación ? Per o pasemo s al segund o grup o d e significa-

dos , alrededo r d e la ide a d e 'percibi r debidamente' . ¿D e qu é model o d e

¿Prescriptivo?

tambié n

'uso' 8 ? Per o aú n má s grave , y sin salir de l objetiv o qu e estamo s anali -

percepció n vamo s a partir? ¿«Espontaneísta»? ¿Gestáltico?

¿«Afrodisíaco 7 »? "Debidamente" , ¿implica sól o 'interpretación' , o

concretos ?

¿Qu é

criterios

utilizamo s

par a

distingui r

autores ?

¿A qu é

zando , e s la indefinición , n

o

resuelt a

e n

el

rest o

de l

texto ,

d e

término s

com o «autore s literarios»

o

«labor». N o

e s

qu e

hay a

d e

exigirs e

a

u n

docu -

ment o com o el qu e no s

ocup a

u n

previ o

tratad o

d e

situació n

epistemo -

lógic a d e la materia , entr e otra s cosa s porqu e la pregunt a sobr e qu é e s

la literatura fue recientement e respondid a po r Genette : "las

tonta s n o merece n respuesta " (Genett e 1993:11) . Per o sí qu e hubier a

resultad o interesant e qu e el text o hubier a tomad o algun a postur a sobr e

míni -

previament e

poste -

rior. ¿N o er a posibl e ni es a mínim a reflexió n anterio r al desarroll o d e

s u

m o desbrozamient o d e do s párrafo s com o el qu e

citad o plantea , mostrand o la bas e desd e la qu e part e s u reflexió n

pregunta s

o

u n

punt o

d e

partid a

acerc a

d e

l o

qu e

e s

literario

y

l o

el

qu e

no ,

auto r

objetivo s

y

contenidos ?

E n

est a

mism a

líne a

cab e

pregunta r

¿qu é

signifi-

c

a n

"texto s

oportunos "

(Junt a

d e

Andalucí a

1994:8731 )

"criterios

integra -

dores" 9 (873D , "estudia r lo s códigos " (passirri),

"valoraciones "

(8737) ,

7. Expresivo término que José M a Pozuelo empleó para referirse en forma de

caricatura a los procesos de «uso» del texto con fines de proyección de las propias inquie- tudes, frente a los de «interpretación» del propio texto, en la Mesa Redonda sobre "Presente y Futuro de la Semiótica" del V Congreso Internacional de la Asociación

Española de Semiótica (La Coruña, Diciembre de 1992).

8. Cfr. el análisis sobre la diferencia entre interpretación y uso que realiza Eco

(1992:39-41).

9- Más adelante volveremos sobre este problema.

 
   

JESÚS MANUEL CORRIENTE CORDERO

"tratamient o

context o

N o

peligroso .

m o s

Así,

cronológico "

el

est a

d e

al

(8730) ,

etc.?

N o

e s

difícil

descubri r

alg o

y

d e

el

qu e

do s

«todo

abiert a

u n

contradictorios .

má s

popularísi -

que ,

e n

educativo ,

problem a

«polisemia»

amplitu d

d e

podrí a

común »

«sentid o

encubr e

criterios,

referente s

sin o

e s

u n

parec e

cabe».

n o

y a

La

interpretació n

«sentido

queda r

e n

mano s

puert a

criterios:

el

(¿comú n

común »

e s

a

quién? )

un a

recurs o

a

variada s

interpretaciones ,

sin o

al

us o

de l

text o

lega l

com o

coartad a

par a

las

má s

diversa s

acciones .

N o

estamo s

habland o

d e

un a

secuenciació n

d e

cita,

ñanz a

d o

objetivo s

el

e n

y

contenidos ,

deber á

qu e

ell o

n o

sin o

d e

que ,

ant e

la

falta

d e

direcció n

explí -

ense -

tenien -

Departament o

profeso r

d e

la

form a

cuent a

par a

adaptar ,

sin o

le

e n

orienta r

parezc a

el

sen o

totalment e

má s

d e

deseable ,

s u

la

subjetivament e

s u

influenci a

Didáctico ,

y

el

d e

ést e

e n

el

Proyect o

Curricula r

d e

Centro .

Quizá s

deci -

d a ,

ant e

las

duda s

generalizadas ,

dejars e

d e

creacione s

y

adaptacione s

y

segui r

má s

o

meno s

el

dictad o

d e

u n

libr o

d e

texto .

Per o

result a

 

qu e

el libr o

d e

texto ,

co n

s u

antetítul o

d e

"Materiale s curriculare s para

"

n o

e s

s

qu e

la

aplicació n

de l

«sentid o

común »

de l

auto r

o

autores ,

co n

s u s

correspondiente s

punto s

d e

vista

qu e

decidirá n

co n

la

mism a

sub -

jetivida d

anterio r

( y

las disparidade s

entr e

los

libro s

par a

la nuev a

ense -

ñanz a

qu e

actualment e

está n

e n

el

mercad o

daría n

par a

un a

tesis

doc -

toral) .

Un a

subjetividad ,

po r

cierto ,

qu e

e n

est e

cas o

qued

a

condicio -

nad a

panoram a

po r

lo s

e n

mecanismo s

el

qu e

u n

económico s

d e

reducid o

grup o

producció n

d e

empresa s

editorial ,

e n

s e

reparte n

u n

el

troz o

mayo r

 

d e

la

tarta

d e

la

distribución .

Y

l o

qu

e

e s

má s

grave :

e n

cualquier a

d

e

esto s

do s

ámbito s

surg e

el peligr o

d e

qu e

s e

acabe n

iden -

tificand o

las

rutina s

y

manía s

personale s

co n

la

bas

e

teóric a

qu e

debe

-

ría

orienta r

la

enseñanza ,

a

falta

d e

un a

garantí a

textual .

Y

e n

las

área s

filológicas,

debemo s

recordar ,

conocemo s

a

la

perfecció n

los

procedi -

miento s

retórico s

par a

revesti r

d e

honorabilida d

toda s

esta s

debilidades .

Il.b .

La problemática

 

de

un

texto

ecléctico

por

acumulación:

¿cabe

todo?

El

problem a

d e

las

ambigüedade s

qu e

s e

encuentra n

e n

el

text o

vien e

a

agravars e

cuando ,

paradójicament e

par a

garantiza r

uno s

míni -

mos ,

empieza n

a

complementars e

las

listas

d e

objetivos ,

contenido s

o

criterio s

d e

evaluació n

co n

adicione s

qu e

trata n

d e

completa r

d e

u n

sol o

golp e

tod o

l o

qu e

n o

s e

h a

dich o

a

l o

larg o

d e

la

serie .

E n

oca

-

siones ,

parec e

com o

si

el

desarroll o

de l

Decret o

estuvier a

presidid o

po r

u

n

afá n

d e

n o

descontenta r

a

nadie .

Es

fácil

encontrars e

co n

matizacio-

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