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João André Costa Rodrigues

Relações interpessoais:

Índice:
Pag.1 Indice
Pag.2 a 5 Atracção Interpessoal
Pag.6 Factores que influenciam a
Atracção
Pag.7 Agressão
Atracção interpessoal
Qualquer relação de amizade ou de amor, fundam-se na capacidade de discriminar
e avaliar, positivamente ou negativamente, as situações de interacção e traduzem o
carácter selectivo dos comportamentos sociais.
De facto se conseguirmos observar estes vectores indicadores de atractividade,
poderíamos medir a sociometria das nossas vidas.
Por exemplo, imagine-se no seu local de trabalho e o seu chefe perguntar aos
seus colegas quem gostaria de sair consigo à noite para um cinema, ou para um
jantar, as escolhas e percepções dos seus colegas poderiam servir como medidores
da sociometria existente no seu local de trabalho.
Quem atrai ou se sente atraído por quem? Fazendo, parecendo, ou dizendo o quê?
Em que circunstancias nasce o Amor? E a amizade? Em que se distinguem? Como
evoluem?

Da Literatura à religião, da filosofia às ideologias práticas da vida quotidiana, é


possível responder de formas infinitas.
Durante a Revolução Industrial, século XVIII, o homem tinha papel de pai e chefe
de Família, já a mulher deveria ser uma excelente “dona-de-casa” e incansável mãe, o
seu trabalho não era valorizado nem remunerado. Com o passar do tempo, a
capacidade reprodutiva passou a ser inerente à mulher, e a ela coube também, uma
série de tarefas (trabalho doméstico). No século XIX, foi fortalecida e disseminada a
ideia de uma dicotomia entre os géneros.
Após a Revolução Francesa e a industrialização, por volta de 1850, surgiu a ideia de
que o casamento deve ser o resultado de um amor romântico.
Hoje em dia, quase todas as pessoas misturam romance com sexo e casamento
como se fosse natural, sem ter a noção de que é uma inovação revolucionária.
Um estudo realizado em 2000 com estudantes universitários, de ambos os sexos,
com idades compreendidas entre 18 e 28 anos mostrou que homens e mulheres
procuravam encontrar um(a) parceiro(a) para constituir família. Para os participantes
deste estudo, relacionamento estável exige cumplicidade, respeito, confiança, troca e
companheirismo. Porém, antes da procura pelo relacionamento amoroso, tanto,
homens como mulheres, procuram estabelecer-se profissional e financeiramente. Nas
relações estáveis, o amor é indispensável, sendo o sexo muito importante.
Hoje em dia, o paradigma do relacionamento mudou, o tema da sexualidade é,
ainda, um assunto muito controverso, enquanto as mulheres acreditam que
actualmente a virgindade já não seja um tabu tão marcado, os homens consideram
importante que as suas mulheres não tenham tido muitos parceiros. O ritual do
casamento ainda parece ser importante, mas não fundamental, para homens e
mulheres o mais importante no relacionamento afectivo é o amor e o crescimento
pessoal, que lhes dão capacidade de viver relações à base de companheirismo,
cumplicidade e respeito.
Actualmente, as mulheres estão mais independentes, o casal deve caminhar junto,
na mesma direcção, mas ambos têm poder de decidir sobre o rumo a ser percorrido,
ao contrário da época em que as mulheres não tinham opinião. O companheirismo é a
chave dos relacionamentos amorosos actuais, as diferenças entre os parceiros devem
enriquecer a relação e não causar discórdia.
O principal conceito que não se modificou no decorrer dos séculos é a crença de
que o ‘amor verdadeiro’ deve ser uma adoração mútua que não se deve questionar.
Porém existem diferenças entre a actualidade e os antepassados no que se refere ao
sentimento de amor verdadeiro, pois a elevação entre a categoria de condição e
critério do sucesso do casamento é um acontecimento recente.

O mito do casal perfeito, aquele que supera todas as diferenças pelo amor, tem por
finalidade última a felicidade eterna. O amor encontra no casamento, na proposta de
institucionalização de um laço, a esperança de que, pela palavra empenhada na
presença de terceiros, seja garantido o cumprimento das promessas amorosas. Muitas
vezes esse laço institucionalizado não suporta as promessas e quebra-se.
Antigamente, nos anos 50, as pessoas que se separavam sofriam preconceito da
sociedade, actualmente mudou-se a maneira de avaliar o casamento: a união não
precisa ser para sempre, pode acabar e as pessoas podem reconstruir as suas vidas,
já não existem garantias de amor eterno.
As relações entre os homens e mulheres estão a reeditar papéis antigos para
adaptá-los às novas exigências, ambos procuram multiplicar funções, um
relacionamento maduro é estabelecido entre uma mulher e um homem plenamente
adultos, autónomos, independentes e complementares, o amor entre estes parceiros
precisa atender às necessidades dos dois.
Sternberg (1997), na sua teoria trifásica do amor, sugere que este consiste em três
componentes: intimidade, paixão e decisão/compromisso.
A intimidade refere-se ao sentimento de proximidade, conexão e união no
relacionamento amoroso. A paixão conduz o romance, a atracção física, a
consumação do acto sexual. Nas experiências de amor romântico, as necessidades
sexuais podem predominar, porém outras necessidades como auto-estima, afiliação,
dominância e submissão contribuem para a experiência da paixão.
No que se refere à componente compromisso/decisão, num primeiro momento,
ocorre a decisão de um em amar o outro; num segundo momento, o casal,
compromete-se em manter o amor.
As três componentes não acontecem necessariamente em conjunto. Uma pessoa
pode amar a outra sem ter compromisso com ela.
Os três componentes estão sempre em interacção uns com os outros, todos são
partes importantes do relacionamento romântico, mas o grau de importância é que
pode variar de uma relação para a outra. Da combinação os três componentes do
amor, propostos por Sternberg podem derivar oito tipos de amor:
1) A falta de amor quando não há nenhum dos três componentes;
2) A simpatia quando há presença de intimidade e ausência de paixão e compromisso;
3) O amor apaixonado, cuja paixão está presente, mas os outros dois componentes
não;
4) O amor vazio sem paixão nem intimidade quando ambos decidem estar juntos;
5) O amor romântico na combinação de intimidade e paixão;
6) Amor companheiro que deriva da intimidade juntamente com a decisão de
compromisso;
7) Amor ilusório pela ausência de intimidade e presença de compromisso e paixão;
8) Amor completo, quando existem todos os três componentes.
Sternberg ressalta que várias questões valorizam o amor, por exemplo, o
sentimento de um parceiro pode ou não corresponder ao amor que o outro sente.

http://psicologia-activa-mente.blogspot.com/2009/01/atraccao-interpessoal-amor-e-
amizade.html
Factores que ingluenciam a Atracção:
Factores de atracção interpessoal

Não obstante as diferenças existentes nas formas de nos relacionarmos uns com
os outros:
- Relação entre pais e filhos;
- Relação entre amantes;
- Relação entre colegas de trabalho;
- Relação entre amigos, etc.

existe, contudo, um conjunto de factores comuns que nos levam a aproximarmo-nos


deste ou daquele sujeito ou grupo, sendo eles:

- Proximidade física;
- Afiliação;
- Beleza;
- Semelhanças interpessoais;
- Reciprocidade.

Proximidade física/geográfica – quanto maior for a proximidade espacial entre os


sujeitos, maior serão os laços de amizade, simpatia, intimidade que se estabelecem
entre eles.
Contudo, e porque para tudo há um oposto, poderá acontecer o inverso, ou seja, o
contacto frequente poderá originar saturação, enfado e subsequentemente conflitos,
inimizades e, portanto, a busca do afastamento do sujeito que nos incomoda. Um dos
exemplos mais comuns é a saturação que surge entre os casais há muito (ou não)
casados.

Afiliação – o sujeito procura a afiliação (integração numa qualquer comunidade de


vivências comuns), porque deseja ou necessita de partilhar sentimentos, ideias,
experiências, etc., com o outro, ou ainda por medos ou receios incontroláveis, como o
medo da solidão ou da rejeição.

Beleza – a atracção interpessoal é medida pela beleza exterior e não tanto pela
beleza interior. Segundo os teóricos, esta atracção pelo aspecto físico, ou pela boa
aparência exterior, como sinal do que “é belo é bom”, exalta-se na camada social mais
jovem. Eu acrescento que esta realidade – ser e parecer – cada vez mais se estende a
todas as camadas etárias e sociais, o materialismo.

Similaridades interpessoais – é mais fácil estabelecer-se relações interpessoais


com sujeitos com os quais tenhamos opiniões, crenças, valores, ideologias e pontos
de vista comuns. Por exemplo, um benfiquista tende a procurar outro que partilhe do
mesmo clubismo e não um opositor ao seu clube.

Reciprocidade – “gostar de quem gosta de nós”. O sujeito procura afecto, conforto,


alento, etc., no outro, para satisfazer, sobretudo, as suas carências emocionais.

http://doidavarrida.bloguedoido.com/9640/Relacoes-Interpessoais-Atraccao/

Agressão:
Agressão hostil (hostilidade)
É um tipo de agressão emocional e geralmente impulsiva. É um comportamento que
visa causar danos ao outro, independentemente de qualquer vantagem que se possa
obter. Estamos face a uma agressão hostil quando, por exemplo, um condutor bate
propositadamente na traseira do automóvel que o ultrapassou. Este comportamento só
trouxe desvantagens para o próprio: tem de pagar os danos do seu carro, do carro do
outro condutor, podendo ainda vir a ter problemas com a justiça. O termo raiva pode
designar esse sentimento em opósição à agressão premeditada.
Agressão instrumental
É um tipo de agressão em que visa um objecto, que tem por fim conseguir algo
independentemente do dano que possa causar. É, frequentemente, planejada e,
portanto, não impulsiva. Podemos apontar como exemplo de agressão instrumental o
assalto a um banco: pode ocorrer no decurso da acção uma agressão, mas não é
esse o objectivo. O seu fim é conseguir o dinheiro, a agressão que possa surgir é um
subproduto da acção.
Agressão directa
O comportamento agressivo dirige-se à pessoa ou ao objecto que justifica a agressão.
Na agressão sexual o objeto almejado confunde-se com o motivo da agressão na
categoria acima descrita. Os motivos fúteis opõem-se à defesa da vida como critério
de gravidade do ato agressivo.
Agressão deslocada
O sujeito dirige a agressão a um alvo que não é responsável pela causa que lhe deu
origem. Em animais também se observa esse mecanismo de controle dos impulsos
agressivos.
Auto-agressão
O sujeito desloca a agressão para si próprio. Ver o verbete Suicídio
Agressão aberta
Este tipo de agressão, que se pode manifestar pela violência física ou psicológica, é
explicita, isto é, concretiza-se, por exemplo, em espancamentos, ataques à auto-
estima, humilhações.
Agressão dissimulada
Este tipo de agressão recorre a meios não abertos para agredir. O sarcasmo e o
cinismo são formas de agressão que visam provocar o outro, feri-lo na sua auto-
estima, gerando ansiedade. A teoria psicanalítica tem como explicação desta forma de
agressão a motivação inconsciente
Agressão inibida
Como o proprio nome indica, o sujeito não manifesta agressão para com o outro, mas
dirige-se a si próprio. O sentimento de rancor é um exemplo desta forma de expressão
da agressão. Algumas teorias psicológica Têm a agressão inibida como causa de
diversas doenças psicossomáticas. O grau mais severo do rancor pode ser deignado
por ódio contudo ainda não existe um consenso para essa terminologia.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Agress%C3%A3o