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Sistema N ormativo Corpo rativo PADRÃO TÉCNICO T Í T U L O FORNECIMENTO DE

Sistema N ormativo Corpo rativo

PADRÃO TÉCNICO

T Í T U L O

FORNECIMENTO DE ENE RGIA ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE D ISTRIBUIÇÃO EDIFICAÇÕES COLETIVAS

CÓDIGO

V ERSÃO

APROVAÇÃO

ATA Nº

DATA

DATA DA

VIGÊNCIA

PT.PN.03.24.0002

01

-

15/11/2 012

27/11/2012

ELABORADO POR

APROVADO P OR

ENGENHARIA E SISTEMAS TÉC NICOS DTES-BD

EDSON HIDEKI TAKAUT I – DTES-BD

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PADRÃO TÉCNICO

VERSÃO

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SUMÁRIO

1.

RESUMO

4

2.

HISTÓRICO DAS REVISÕE S

4

3.

OBJETIVO

4

4.

APLICAÇÃO

4

5.

REFERÊNCIA

4

6.

DEFINIÇÕES

6

7.

DESCRIÇÃO

8

7.1.

Condições gerais de forn ecimento

8

7.1.1

Regulamentação

8

7.1.2

Suspensão do fornecime nto

9

7.1.3

Aumento de Carga

10

7.1.4

Perturbações na rede

10

7.1.5

Geração Própria

10

7.1.6

Ligações de Cargas Espec iais

11

7.1.7

Instalações Especiais

11

7.1.8

Ligação provisória repar o da instalação da edificação coletiva ligada

11

7.1.9

Casos não previstos

11

7.2.

Procedimento para aten dimento

11

7.2.1

Consulta Preliminar

11

7.2.2

Entrada Consumidora Co letiva de 2 Medições até 25 kW

12

7.2.3

Entrada Consumidora so mente com uma caixa de medição coletiva

12

7.2.4

Entrada Consumidora co m centro de medição coletiva

12

7.2.5

Validade do Projeto

13

7.2.6

Outros Projetos e Anota ção de Responsabilidade Técnica (ART) de Projeto

13

7.2.7

Anotação de Responsabi lidade Técnica (ART) de execução

14

7.2.8

Pedido de ligação

14

7.2.9

Resposta ao pedido de li gação

15

7.2.10

Edificações com Subesta ção de Transformação no interior da edificação

15

7.3.

Condições técnicas

15

7.3.1

Tensões e sistemas de fo rnecimento

15

7.3.2

Limite de

15

7.3.3

Modalidade de atendim ento

15

7.3.4

Limitações no Atendime nto para cada unidade consumidora

15

7.3.5

Bomba de Incêndio

16

7.4.

Padrão de entrada

16

7.4.1

Conservação do padrão

de entrada

16

7.4.2

Fornecimento de materi ais da entrada de serviço

17

7.4.3

Ramal de ligação

17

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7.4.4

Conexão e amarração

18

7.4.5

Ancoragem do ramal de ligação

18

7.4.6

Condutores

18

7.4.7

Barramentos

19

7.4.8

Eletrodutos

19

7.4.9

Centro de Medição

21

7.4.10

Caixa de Passagem

22

7.4.11

Caixa Seccionadora

23

7.4.12

Caixa de Dispositivos de Distribuição e de Proteção/Manobra

23

7.4.13

Quadro de Distribuição C ompacta (QDC) – Chave Seccionadora Vertical

24

7.4.14

Caixa de Dispositivo de P roteção das Unidades Consumidoras

24

7.4.15

Plaquetas de Identificaçã o

24

7.4.16

Proteção e Seccionamen to

24

7.4.17

Aterramento

25

7.4.18

Poste particular

27

7.4.19

Suporte, isolador tipo ro ldana e barramento externo

27

7.5.

Procedimento para dime nsionamento da demanda

28

7.5.1

Calculo das Demandas G erais e Demandas parciais

28

7.5.2

Calculo das Demandas d as unidades de consumo

31

7.5.3

Balanceamento de Carga

31

7.5.4

Cálculo da queda de tens ão

32

8.

REGISTRO DE QUALIDAD E

32

9.

ANEXOS

32

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1. RESUMO

Este documento apresenta os requi sitos mínimos e as diretrizes técnicas para fornecime nto de energia elétrica em

tensão secundária de distribuição

distribuição, na área de concessão d a EDP Bandeirante.

a edificações coletivas alimentadas através de tr ansformadores aéreos de

2. HISTÓRICO DAS REVISÕES

Revisão

Data

 

Responsáveis

Seções at ingidas / Descrição

   

Elaboração: Edson Yakabi

Emissão inicial.

01

15/11/2012

Revisão: Gu stavo S. Mendonça / Gilberto S. Faria /

Este documento subs titui o Livro de Instruções Gerais (LIG) de 1995.

Antonio C.

Santos / Samuel Trotta

 

Aprovação: Edson Hideki Takauti

3. OBJETIVO

para edificações coletivas

em tensão de distribuição secund ária (alimentados através de transformadores aéreo s de distribuição) para as

instalações consumidoras novas, concessão da EDP Bandeirante.

Estabelecer os critérios, condições gerais e limites de fornecimento de energia elétrica

bem como em reformas e ampliações das unidad es existentes na área de

4. APLICAÇÃO

Aplica-se às instalações de uso cole tivo residenciais, comerciais e industriais, a serem li gadas nas redes aéreas de distribuição secundárias, obedecida s às normas da ABNT e as legislações vigentes aplicáv eis.

Deve ser exigido o cumprimento existentes que seguiram exigências permitam.

Para as edificações com necessida de de construção de Subestação de Transformação

esse Padrão Técnico deverá ser utili zado em conjunto com o Padrão Técnico PT.PN.01.24 .0014.

Em casos de reformas e/ou mudan ças no padrão de entrada, este Padrão Técnico deve no seu todo, dependendo das cond ições técnicas e de segurança.

Nos casos de atendimento pela r ede subterrânea de distribuição, o futuro cliente d everá solicitar orientação técnica em uma das Agências de At endimento na EDP Bandeirante.

que as condições técnicas

das instruções aqui descritas em todas as instalaç ões novas. As instalações

de normas anteriores podem ser mantidas, desde

no interior da edificação,

ser aplicada em parte ou

5. REFERÊNCIA

Na aplicação deste Padrão Técnico, é necessário consultar os documentos abaixo relacio nados:

NBR 5410

-

NBR 5597

-

NBR 5598

-

NBR 5624

-

Instalaçõ es Elétricas de Baixa Tensão

Eletrodu to de aço-carbono e acessórios, com revestimento Requisit os

protetor e rosca NPT –

Eletrodu to de aço-carbono e acessórios, com revestiment o protetor e rosca BSP - Requisit os

Eletrodu to rígido de aço-carbono, com costura, com reves timento protetor e rosca ABNT NB R 8133 - Requisitos

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NBR 7285

-

Cabos d

e potência com isolação extrudada de polietileno ter mofixo (XLPE) para tensão

 

de 0,6 k V/1 kV - sem cobertura - Especificação

 

NBR 7286

-

Cabos d e potência com isolação extrudada de borracha eti lenopropileno (EPR) para tensões de 1 kV a 35 kV - Requisitos de desempenho

NBR 13570

-

Instalaçõ es elétricas em locais de afluência de públicos – Req uisitos específicos

 

NBR 13897

-

Duto

es piralado

corrugado

flexível,

em

polietileno

de

a

lta

densidade,

para

uso

 

metrofe rroviário

 

NBR 13898

-

Duto

es piralado

corrugado

flexível,

em

polietileno

de

a

lta

densidade,

para

uso

 

metrofe rroviário

 

NBR 15465

-

Sistemas

Requisit os de desempenho

de

eletrodutos

plásticos

 

instalações

elétr icas

de

baixa

tensão

-

para

NBR 15715

-

Sistemas

 

energia

de dutos corrugados de polietileno (PE) para inf ra-estrutura de cabos de e telecomunicações - Requisitos

NBR 15820

-

Caixa pa ra medidor de energia elétrica - Requisitos

 

NBR IEC 60269-1

-

Dispositi vos-fusíveis de baixa tensão - parte 1: Requisitos gera is

 

NBR IEC 60898

-

Disjunto res para proteção de sobre correntes para instalaçõe s domésticas e similares

NBR IEC 60947-2

-

Dispositi vo de manobra e comando de baixa tensão. Parte 2:

Disjuntores

 

NBR NM 247-3

-

Cabos is olados com policloreto de vinila (PVC) para tensõe s nominais até 450/750v,

 

inclusive

60227-3,

- Parte 3: Condutores isolados (sem cobertura) p ara instalações fixas (IEC

MOD)

ANEEL Resolução Nº

-

Resoluçã o Nº 414 de 09 de setembro de 2010 da Agência Nac ional de Energia Elétrica

414

Modulo 8 (PRODIST)

-

Modulo 8 da Resolução Nº 395 de 2009 da Agência Nacional

 

de Energia Elétrica

 

PT.PN.01.24.0006

-

Ramal d e entrada subterrâneo - Baixa Tensão

 

PT.PN.01.24.0009

-

Instalaçã o do Quadro de Distribuição Compacto QDC

PT.PN.01.24.0014

Fornecim

ento de energia elétrica em tensão secundária de

distribuição – Edificações

 

-

 

coletivas com Subestação

 

DT.PN.01.24.0002

-

Poste de Concreto Armado Duplo T

 

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DT.PN.01.24.0006

-

Caixas m etálicas

DT.PN.01.24.0007

-

Caixas p oliméricas

DT.PN.01.30.0001

-

Armaçõe s secundárias para estribo

DT.PN.01.28.0009

-

Isolador es para redes aéreas

CD.PN.01.24.0001

-

Fabrican tes cadastrados pra fornecimento de materiais para

padrão de entrada

6.

DEFINIÇÕES

Para os efeitos deste Padrão, adota r as definições abaixo:

ART – Anotação de

Docum ento a ser apresentado pelo profissional habilitad o pelo CREA (Conselho

Responsabilidade

Region al de Engenharia e Agronomia) que comprove a su a responsabilidade pelo

Técnica

projeto

e/ou execução da obra.

Aterramento

Ligação

elétrica intencional com a terra, podendo ser co m objetivos funcionais

Caixa de barramentos

Caixa de dispositivos de proteção e manobra

Caixa de distribuição

Caixa de inspeção de aterramento

Caixa de medição

Caixa de passagem

Caixa Seccionadora

Carga instalada

Coeficiente de

simultaneidade

(ligaçã o do condutor neutro à terra) e com objetivos de p roteção (ligação à terra

das pa rtes metálicas não destinadas a conduzir corrente elé trica).

Caixa d estinada a receber os condutores do ramal de distri buição principal e alojar barram entos de distribuição.

Caixa d estinada a alojar o(s) dispositivo(s) de proteção/man obra.

Caixa

alimen tador, e alojar os barramentos de distribuição e c haves seccionadoras ou seccion adoras com fusíveis ou disjuntores.

Caixa

destinada a inspeção e proteção mecânica da co nexão do condutor de

aterra mento ao eletrodo de aterramento.

Caixa d

de entrada, ou ramal

destinada

a

receber

os

condutores

do

ramal

estinada à instalação do medidor de energia.

Caixa

condut ores.

destinada a facilitar a passagem e possibilitar deriv ações de circuitos e/ou

Caixa

termo magnéticos, com finalidade de seccionar os condutor es do ramal de entrada.

destinada a alojar as chaves seccionadoras com

fusíveis ou disjuntores

Soma

midora, os quais depois de concluídos os trabalhos condiç ões de entrar em funcionamento.

consu

das potências nominais dos equipamentos elétr icos de uma unidade

de instalação, estão em

Fator r edutor da demanda, em função do número de unida des de consumo.

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Concessionário de

Pessoa

jurídica detentora de concessão federal para ex plorar a prestação de

Energia Elétrica

serviço s públicos de energia elétrica, aqui representada pela

EDP Bandeirante.

Condutor de

Condu tor que faz a interligação elétrica entre uma parte c ondutora e um eletrodo

aterramento

de ater ramento.

Condutor de proteção

Condutor de proteção principal

Circuito Alimentador

Condu tor que liga as massas (conjunto das partes metál icas de instalação e de equipa mento, não destinados a conduzir corrente) a um t erminal de aterramento princip al.

Condu tor de proteção que liga os diversos condutores instala ção ao terminal de aterramento principal.

de proteção de uma

Condu tores isolados instalados entre a proteção geral e o q uadro de distribuição da unidad e consumidora.

Cliente

Pessoa

física

ou

jurídica

ou

comunhão

de

fato

ou

de direito legalmente

repres entada, que quando solicita à Concessionária o fo rnecimento de energia elétric a assume todas as obrigações regulamentares e/ou c ontratuais.

Demanda

Valor d a potência, em kVA, requisitada por uma determina da quantidade de carga instala da, depois de aplicados os respectivos fatores de dem anda.

Entrada Coletiva

Toda e ntrada consumidora com a finalidade de alimentar coletiv o.

uma edificação de uso

Limite de Propriedade

Demar cações que separam a unidade consumidora da via p ública e de terrenos de

proprie dade de terceiros, no alinhamento designado pelos

poderes públicos.

Ponto de entrega É o po nto de conexão do sistema elétrico da Concession ária com as instalações

elétric as da unidade consumidora, caracterizando-se

respon sabilidade do fornecimento de energia elétrica, sen do que o mesmo deve

estar

Norma tiva Nº 414, da ANEEL.

como o limite de

situado no limite com a via pública, conforme a rtigo 14, da Resolução

Poste particular

Ramal de entrada

Ramal de ligação

Ramal alimentador da unidade de consumo

Poste i nstalado na propriedade do cliente (unidade consu midora) no limite com a via púb lica, com a finalidade de fixar e elevar o ramal de liga ção.

Conjun to de condutores e acessórios instalados entre o proteç ão ou medição.

ponto de entrega e a

Conjun

de dist ribuição secundária da Concessionária e o ponto de e ntrega.

to de condutores e acessórios instalados entre o pon to de derivação da rede

ramal de distribuição

secund ária, com a finalidade de alimentar o medidor e o dis positivo de proteção da unidad e de consumo.

Conjun to de condutores e acessórios que derivam do

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Ramal alimentador da caixa de distribuição

Ramal de distribuição principal

Conjun to de condutores e acessórios instalados entre a caixa d e distribuição.

caixa seccionadora e a

Conjun to de condutores e acessórios instalados entre a c aixa de distribuição e a caixa d e medição coletiva.

Ramal de distribuição secundária

Conjun to de condutores e acessórios instalados no interio r da caixa de medição,

deriva ndo do ramal de distribuição principal ou da caixa finalida de de possibilitar a derivação dos condutores do unidad e de consumo.

de barramentos, com a ramal alimentador da

 

RRT - Registro de Responsabilidade Técnica

Tensão nominal de fornecimento

7.

DESCRIÇÃO

7.1.

7.1.1

Regulamentação

pela CAU (Conselho de

Arquit etura e Urbanismo) que comprove a sua responsabil idade pelo projeto e/ou execuç ão da obra.

Docum ento a ser apresentado pelo profissional habilitado

É a ten são secundária de distribuição em frequência nomi nal de 60 Hz, fornecida pela E DP Bandeirante.

Condições gerais de fornecimen to

a)

Antes do início da obra

civil da edificação, é necessário que o futuro clie nte ou seu representante

legalmente designado, en tre em contato com uma das Agências de Atendime nto da EDP Bandeirante, a

fim de tomar ciência dos condições comerciais para

detalhes técnicos do padrão técnico aplicável ao sua ligação.

seu caso, bem como, das

b)

A

unidade consumidora

cujo padrão de entrada não esteja em conformida de com as diretrizes aqui

aos requisitos técnicos descritos na norma ABNT

NBR 5410 - “Instalações

descritas não será ligada proteção devem atender Elétricas de Baixa Tensão”

pela Concessionária. As instalações elétricas inter nas, após a medição e a

e outras correlatas.

c)

O

atendimento do pedid o de ligação não transfere a responsabilidade técnic a à Concessionária quanto

ao projeto e execução das

instalações elétricas internas.

d)

Toda instalação ou carga

que possa ocasionar perturbações ao fornecimento

regular a outras unidades

de consumo será ligada

somente após a prévia concordância da Concession ária, que providenciará a

expensas do futuro client e, alterações no sistema elétrico, visando manter o fornecimento adequado a

todos os clientes da área

afetada.

e)

Todos os clientes devem

manter o fator de potência indutivo ou capacitivo

de suas instalações o mais

próximo possível da uni dade. Sendo constatado nas instalações um fator capacitivo inferior ao limit e mínimo permitido (0,92), o cliente estará sujeito às legislações em vigor.

de potência indutivo ou penalidades previstas nas

f)

O

cliente é responsável p elo zelo do ramal de entrada, caixa de medição, post e, dispositivos de proteção

do(s) equipamento(s) Concessionária.

e

mantido(s) sob o lacre, sendo que o acesso a este( s) somente é permitido à

g)

A

energia elétrica fornecid a pela Concessionária ao cliente será de uso exclusiv o deste, não podendo, sob

qualquer pretexto, ser ce dida ou alienada. Não é permitida a extensão das i nstalações elétricas de um

terceiros, mesmo que o

fornecimento de energia

cliente para além dos l imites de sua propriedade ou a propriedade de

seja gratuito.

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VIGÊNCIA

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h) O cliente deve permitir o às instalações elétricas

livre acesso dos representantes da Concessionária, d evidamente credenciados,

informações solicitadas,

referentes ao funcioname nto dos aparelhos e da instalação.

dos padrões técnicos das

normas da ABNT e de seg urança, competindo-lhe, sempre que solicitado, a fa zer por conta e risco todos

os reparos e modificações que a Concessionária julgar necessários.

de sua propriedade, fornecendo-lhes os dados e

i) É de responsabilidade, d o cliente, manter suas instalações internas dentro

j) Não é permitida a ligaçã o de mais de uma unidade consumidora em um medidor.

k) A edificação coletiva que , a qualquer tempo, venha a ser subdividida ou tr ansformada em edificação individual, deve ter seu p adrão de entrada modificado de acordo com as pres crições do Padrão Técnico de Fornecimento de Ener gia Elétrica em Tensão Secundária – Unidade Consum idora Individual.

l) A entrada de serviço que

em parte, a critério da

em consequência de decisões judiciais ou desmem bramento de terreno ficar

único ponto de entrega /

em propriedade de terc eiros, será passível de correção no seu todo ou Concessionária, sob a res ponsabilidade do cliente.

m) A participação financeira

do cliente obedecerá à legislação em vigor.

7.1.2 Suspensão do fornecimento

Qualquer tipo de infração

fornecimento de energia elétr ica em sua instalação, de acordo com o indicado nos i tens seguintes:

a) Atendendo à determinaçã o escrita da ANEEL;

ao

presente

Padrão,

conforme

legislação

estará

sujeito

à

suspensão

de

b) De imediato, quando veri ficar a ocorrência de qualquer das seguintes situaçõe s:

i) Utilização de artifíc io ou qualquer outro meio fraudulento ou, ainda,

prática de vandalismo nos

equipamentos, que

como, o descumpri mento dos regulamentos que regem a prestação do serviço público de energia

elétrica;

provoquem alterações nas condições de fornecim ento ou de medição, bem

ii) Revenda ou forneci mento de energia a terceiros, sem a devida autorizaç ão federal;

iii) Ligação clandestina ou religação à revelia;

iv) Deficiência técnica

medição do cliente, que

ofereça risco imine nte de danos às pessoas ou bens, inclusive ao f uncionamento do sistema elétrico da Concessi onária.

sanções penais cabíveis,

prejuízos causados, bem como pelo pagament o da energia consumida

e/ou de segurança das instalações do centro de

dos fatos referidos, o infrator, sem prejuízo das

Nota: Comprovado qualquer responderá civilmente pelos irregularmente.

c) Através de comunicação situações:

prévia, a Concessionária, poderá ainda suspender o f ornecimento nas seguintes

i) Por atraso no paga mento da fatura referente ao consumo de energia e létrica, após o decurso de até 90 (noventa) di as de seu vencimento e após notificação feita com a ntecedência mínima de 15 dias;

ii) Por atraso no pag amento das contribuições ou despesas provenie ntes de serviços técnicos prestados a pedido do cliente;

iii) Por atraso no pagam

iv) Por falta dos paga

mentos mencionados em i), ii) e iii) deste item, ref erentes a outras unidades

ento das taxas estabelecidas pelas regulações em vi gor;

consumidoras de re sponsabilidade do mesmo cliente;

v) Em caso de pertur bação no fornecimento a outros clientes causados

por aparelhos ligados sem

conhecimento prévi o da Concessionária ou operados de forma inadequa da;

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PADRÃO TÉCNICO

VERSÃO

VIGÊNCIA

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vi) Por danos nas

instalações da Concessionária, inclusive rompi mento de lacres, cuja

alterações nas condições

responsabilidade se ja imputável ao cliente, mesmo que não provoquem

do fornecimento e/ ou da medição;

vii) Quando o cliente d eixar de reformar e/ou substituir, decorrido o praz o mínimo de 90 (noventa) dias da respectiva n otificação, as suas instalações que estiverem em des acordo com as Normas da Associação Brasileir a de Normas Técnicas - ABNT e padrões da Conce ssionária, e que ofereçam riscos a segurança;

forem providenciadas as

viii) Quando concluídas

as obras servidas por ligação temporária e não

instalações necessá rias para a ligação definitiva;

ix) Quando houver imp edimento à entrada dos colaboradores e representa ntes da Concessionária em qualquer local ond e se encontrem condutores e aparelhos de propri edade desta, para fins de leitura, bem como p ara as inspeções necessárias.

7.1.3 Aumento de Carga

Qualquer aumento de carga apreciação da Concessionária,

impostas pela legislação em vi gor.

ou alteração de suas características devem ser p reviamente submetidos à para verificar a viabilidade do atendimento, observa ndo os prazos e condições

7.1.4 Perturbações na rede

Se após a ligação da edificaç ão coletiva e/ou a unidade consumidora, for cons tatado que determinadas

cargas ocasionam perturbaçõ es ao fornecimento regular do sistema elétrico da exigir, a seu exclusivo critério, que as mesmas sejam desligadas até a adequação do

a expensas do cliente propriet ário do equipamento causador da perturbação.

equipamentos corretivos

contra quaisquer perturbaçõe s que se produzam no seu sistema, caso o cliente ven ha a utilizar, a sua revelia,

equipamentos de outros

A Concessionária reserva o d ireito de exigir a qualquer tempo, a instalação de

Concessionária, esta pode sistema de fornecimento,

cargas susceptíveis de provo car distúrbios ou danos ao sistema elétrico e/ou clientes.

A Concessionária poderá ain da exigir o ressarcimento de indenizações por da nos acarretados a outros

consumidores, provocados po r uso de cargas perturbadoras.

7.1.5 Geração Própria

O paralelismo entre geradore s particulares e o sistema de distribuição da Conce ssionária devem seguir os

documentos técnicos específic os da EDP Bandeirante.

ser apresentado o projeto

da instalação interna, juntame nte com a(s) guia(s) da ART - Anotação de Responsa bilidade Técnica de projeto

e execução, bem como as e specificações técnicas do equipamento para ser pr eviamente analisado pela Concessionária, sendo obriga tória a instalação de dispositivos com intertravam entos elétrico e mecânico após o dispositivo de proteç ão geral para impossibilitar o funcionamento em p aralelo com o sistema da

Concessionária.

do neutro do sistema da

Concessionária.

causados por manobras

O neutro do circuito aliment ado pelo gerador particular deve ser independente

Em toda instalação de gerado r particular para atendimento de emergência, deve

A Concessionária ficará isen ta de qualquer responsabilidade quanto a danos

inadequadas e/ou defeitos no s equipamentos de transferência da fonte de energia.

O cliente

equipamentos da concession ária, colaboradores e terceiros causados por ma nobras inadequadas e/ou

defeitos nos equipamentos de transferência da fonte de energia.

Nota: Sistemas de transferê ncia automática, somente poderão ser instalad os após aprovação, pela Concessionária, dos respectivo s diagramas unifilares e funcionais.

e/ou

será

responsável

por

quaisquer

danos que

venham a

ser

causad os na

rede elétrica

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7.1.6

Ligações de Cargas Especiais

 

A

ligação de aparelhos com c arga de flutuação brusca como solda elétrica, motor es com partida frequente,

aparelho de raio X, eletrogalva nização e similares ou quaisquer outros causadores de distúrbios de tensão ou

corrente, e ainda outras que cargas especiais.

apresentem condições diferentes destas estabele cidas, são tratadas como

Para esses casos, pode ser e xigida a instalação de equipamentos corretivos e/ ou pagamento das obras necessárias a serem executada s pela Concessionária.

Os clientes cuja unidade cons umidora esteja enquadrada nesta condição devem

entrar em contato com a

Agência de Atendimento da E DP Bandeirante, antes da execução de suas instalaçõe s para fornecer detalhes e

dados técnicos e receberem, c aso necessário, a devida orientação.

 

7.1.7

Instalações Especiais

 

São aquelas destinadas a loc al de reuniões públicas (cinemas, circos, teatros, i grejas, auditórios, praças, quermesses, parques de div ersões e semelhantes) ou outros locais para a r ealização de festividades, comícios, espetáculos, exposiç ões, conforme especificado na norma NBR 13570 e t ambém canteiros de obras

e

instalações elétricas em vias públicas.

 

São ainda consideradas instal ações especiais àquelas destinadas a locais que pe la natureza dos trabalhos

neles executados ou de ma teriais neles mantidos, possa haver presença de explosivos (líquidos, gases, vap ores, poeiras ou fibras).

produtos inflamáveis ou

Para essas instalações, deve

ser apresentada a guia da ART - Anotação de Res ponsabilidade Técnica, de

execução do padrão de entrad a junto com a solicitação de atendimento técnico no ato da vistoria.

7.1.8

Ligação provisória reparo da i nstalação da edificação coletiva ligada

 

É

a ligação, em caráter tempo rário, para reforma de padrão de entrada ou centro de medição, necessária ao

atendimento de acréscimo de

carga e/ou para eliminar as condições precárias de

uma edificação coletiva à

rede de distribuição da Conc essionária, com ou sem instalação de equipament o de medição e tem por finalidade manter a continuid ade do fornecimento de energia elétrica à edificaçã o coletiva, desde que haja condições técnicas e de segura nça mínimas, no local, para sua execução.

A

efetivação desta ligação p ara reforma ou reparo da entrada consumidora, p ode ser efetuada por um

período não superior a 8 (oito)

dias corridos. Após esse período a ligação provisória de emergência fica sujeita

ao corte sem prévio aviso, d esde que não seja devidamente justificada pelo c liente. Caso justificada, a

Concessionária estabelecerá u m novo prazo.

 

As ligações provisórias soment e serão efetivadas após a aprovação da solicitação e instalação dos dispositivos de proteção para conexão dos condutores da ligação provisória.

Será exigida a apresentação seguintes situações:

da guia da ART - Anotação de Responsabilidade

Técnica de execução nas

 

A carga total instalad a, independentemente de sua localização, for superio r a 25 [kW];

A unidade consumid ora, independentemente da carga total instalada, instalação especial.

que se enquadrar como

7.1.9

Casos não previstos

 

Os casos aqui não abordados de forma específica devem ser objeto de consulta à Agência de Atendimento da E DP Bandeirante.

Concessionária, através da

À

Concessionária é reservado

o direito de modificar as instruções aqui informa das, de maneira total ou

parcial, a qualquer tempo, con siderando a constante evolução da técnica dos mate riais e equipamentos.

7.2.

Procedimento para atendiment o

 

7.2.1

Consulta Preliminar

O futuro cliente ou seu repr esentante pode solicitar a Concessionária, informa ções preliminares para o

desenvolvimento do projeto d e entrada, tais como:

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Tensão nominal de fo rnecimento;

Sistema de fornecime nto (delta ou estrela);

Sistema de distribuiçã o (aérea ou subterrânea);

Necessidade ou não d a construção de subestação de transformação;

Nível de curto-circuit o.

7.2.2 Entrada Consumidora Coletiv a com 2 Medições até 25 kW

Para ligação de entrada coleti va com 2 medições, com potência total instalada até 25 kW não é necessário a

apresentação de Projeto de En trada. Deverá se apresentado somente a relação da

carga instalada.

7.2.3 Entrada Consumidora soment e com uma caixa de medição coletiva

Não será necessária a apresen tação do projeto de entrada para as ligações de ent rada coletiva que atendam simultaneamente as seguintes condições:

Empreendimento com

Centro de medição lo calizado no máximo a 15 metros do limite da propr iedade (ponto de entrega)

de Proteção e Manobra, exceto para as caixas até 4 medidores que devem ser

posto de apenas 1 caixa de medição coletiva com m áximo de 12 medidores;

até o centro da caixa

instalado no limite da propriedade;

Ramal de Entrada Úni co;

Não possuir nenhuma

medição indireta.

Obs.: O centro de medição po derá possuir adicionalmente, uma caixa de medição e xclusiva para o sistema de bomba de incêndio.

A solicitação deverá seguir o p rocesso do “Projeto Expresso”. Nesse caso, será nece ssário, enviar as seguintes informações em arquivo digita l, via e-mail:

Planilha “Projeto Exp resso – versão 2.0” preenchida corretamente;

ART do Projeto de En trada;

Guia de Recolhiment o da ART com o comprovante de pagamento;

Procuração

(carta

do

cliente

autorizando

a

empresa/profissional

representante).

responsável

como

seu

Em resposta a solicitação do

informará através de comunic ação digital, via e-mail, o parecer técnico da Concessi onária.

futuro cliente ou seu representante legalmente desi gnado, a EDP Bandeirante

7.2.4 Entrada Consumidora com ce ntro de medição coletiva

Para as entradas coletivas qu e não atendem as condições do item 7.2.2 e 7.2.3,

projetos em três vias (em pap el) e também uma via em arquivo digital, contendo as seguintes informações:

deverão ser apresentados

a) Projeto em escal a, com os seguintes detalhes:

- Croqui de locali zação do imóvel em relação à via publica;

- Localização da

trajeto dos eletr odutos até o limite de propriedade com a via públi ca, incluindo localização e

detalhe do poste particular;

de distribuição, caixas de

proteção/manob ra, caixas de medição e das caixas de proteção da s unidades consumidoras, com detalhes do s condutores, dos dispositivos de proteção e dos eletr odutos;

entrada consumidora, com indicação do(s) recinto(s) do centro(s) de medição e

- Vista frontal d as caixas seccionadora, caixas de passagem, caixas

- Localização e de talhamento do sistema de aterramento;

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medições e proteções das

unidades consum idoras, com as respectivas saídas de alimentação, i ndicando as proteções, as

secções dos cond utores e eletrodutos, destacando os quadros de med idores da Concessionária;

-Diagrama unifil ar da instalação, desde o ponto de entrega até as

b) Memorial descrit ivo, devidamente assinado pelo profissional, informa ndo:

- Nome, e-mail, e ndereço e telefone do responsável pelo projeto;

- Relação da ca rga instalada (pontos de iluminação, tomadas, apa relhos, motores e outros equipamentos) p or unidade consumidora;

- Cálculo da dem anda da edificação, dimensionamento dos condutore s e queda de tensão;

- Planilha de ca rgas agrupadas por circuitos alimentadores dos q uadros de medição e por

circuitos aliment adores gerais, bem como suas demandas, proteções, eletrodutos, condutores e equilíbrio de fase s;

- Informações e c aracterísticas específicas dos equipamentos elétricos especiais;

- Para o motor tr ifásico de capacidade superior a 25 CV, devem ser fo rnecidas as características técnicas (finalida de, sistema e tempo de partida);

seu

representante);

c) Procuração

(car ta

do

cliente

autorizando

a

empresa/profissiona l

responsável

como

d) ART do Projeto d e Entrada;

e) Guia de Recolhim ento da ART com o comprovante de pagamento.

Notas:

A responsabilidade s obre a execução das instalações elétricas da entra da consumidora, antes da

liberação do projeto

é de inteira responsabilidade do cliente;

Não deverá ser apre sentado junto aos elementos solicitados, projeto d as instalações internas da edificação (após a pro teção individual);

A liberação refere-se exigência específica;

exclusivamente à entrada consumidora para a q ual a Concessionária tem

A

execução deve obe decer integralmente o projeto liberado pela Concessi onária;

Quando a corrente d a demanda ultrapassar 300 A no sistema delta com feita em sistema estr ela, devendo ser recalculada a corrente de demanda;

neutro, a alimentação será

As apresentações dos projetos deverão ser em folhas com formatos padro nizados pela ABNT;

Após a análise do p rojeto, será devolvido ao futuro cliente ou seu

representante legalmente

designado, um jogo d e plantas no qual constará em carimbo próprio da C oncessionária informando

o parecer técnico da

Concessionária.

7.2.5 Validade do Projeto

O projeto analisado pela Conc essionária terá validade de 24 meses para efetivação da ligação.

Caso a execução não seja efet uada dentro do prazo de validade, o projeto deve se r submetido novamente a

analise, excepcionalmente a c ritério da Concessionária o projeto poderá ter o seu 12 meses.

não devem ser executadas

prazo prorrogado em até

Quaisquer modificações que s e fizerem necessárias após a liberação do projeto,

sem que sejam analisadas pel a Concessionária; neste caso o futuro cliente deve in iciar um novo processo de

analise de projeto.

7.2.6 Outros Projetos e Anotação d e Responsabilidade Técnica (ART) de Projeto

Também deverão ser apresent ados projetos e sua respectiva ART para as seguintes situações:

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a) Geração Própria;

b) Condições

não

particularidade,

Padrão,

haja a solicitação por parte da Concessionária.

descritas

ou

não

previstas

neste

mas

que,

em

função

de

sua

7.2.7 Anotação de Responsabilidad e Técnica (ART) de execução

Engenharia e Agronomia

(CREA), para cada tipo de s erviço do(s) profissional (is) responsável (is), deve rão ser apresentadas nas

seguintes situações:

A guia de Anotação de Respo nsabilidade Técnica (ART) do Conselho Regional de

a) Instalações Espec iais, conforme item 7.1.7;

b) Condições

não

Padrão,

haja a solicitação por parte da Concessionária;

descritas

ou

não

previstas

neste

particularidade,

mas

que,

em

função

de

sua

c) Ligações provisór ias, conforme item 7.1.8;

d) Geração Própria, conforme item 7.1.5;

e) Poste de concret o armado (coluna), construído no local, conforme ite m 7.4.16;

f) Em caso de ligaç ão de unidade consumidora cuja edificação seja pro vida de isoladores fixados em fachadas ou e m parede de alvenaria, conforme item 7.4.5;

g) Execução e mont agem das Entradas Coletivas.

Notas:

Nos casos dos subitens e)

e f) também serão aceitos a guia do Registro de Resp onsabilidade Técnica (RRT)

de profissionais do Conselh o de Arquitetura e Urbanismo (CAU).

Empresas projetistas e/ou instaladoras devem apresentar a certidão de registro junto ao CREA.

As atribuições específicas

dos profissionais habilitados encontram-se anotada s nas carteiras expedidas

pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) e Conselho de Arqui tetura e Urbanismo (CAU).

7.2.8 Pedido de ligação

O futuro cliente das edificaçõe s coletivas, com projeto liberado, deve entrar em con tato, através das Agências

de Atendimento Presencial da

EDP Bandeirante, informando detalhadamente:

a) Nome;

b) Endereço comple to do imóvel a ser ligado e, se possível, o número energia elétrica d o vizinho mais próximo;

c) Documentos pes soais e/ou comerciais (CPF ou Cédula de Identida de do futuro cliente. Para ligações comerci ais ou industriais, deverão ser fornecidos o CNPJ e a I nscrição Estadual);

d) Endereço para co rrespondência, telefone e e-mail para contato;

e) Ramo de atividad e da empresa;

órgãos ambientais, quando a unidade consumid ora situar-se em área de

f) Autorização dos

da referência da conta de

proteção ambien tal.

No caso de solicitação de Pedi do de Ligação para Edificações Coletivas com 2 medi dores com carga instalada até 25 kW, o futuro cliente de verá apresentar também os seguintes documentos:

a) Relação da carg a instalada (iluminação, tomadas, aparelhos, moto res, etc.) e características especiais, se poss uírem;

b) Croqui da localiza ção do imóvel em relação às vias públicas com indic ação da posição do padrão de entrada.

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7.2.9

Resposta ao pedido de ligação

 

Em resposta ao pedido de liga ção, a Concessionária fornecerá informações sobre

 

Necessidade ou não d e execução de serviços na rede;

Custo a ser pago pelo futuro cliente, se houver;

 

Tensão nominal de fo rnecimento;

Sistema de fornecime nto (delta ou estrela);

Recolhimento das c ontribuições a que for obrigado o futuro cliente , na forma da legislação específica.

7.2.10

Edificações com Subestação d e Transformação no interior da edificação

 

Edificação de uso coletivo co m finalidade comercial ou mista, com demanda gera l calculada superior a 300

kVA, deve ser previsto uma Técnico PT.PN.01.24.0014.

subestação de transformação no interior da edific ação, seguindo o Padrão

Para as edificações residência s com demanda superior a 300 kVA, consultar a Con cessionária para verificar a necessidade de instalação de s ubestação de transformação no interior da edificaçã o.

7.3.

Condições técnicas

7.3.1

Tensões e sistemas de forneci mento

 

A

Concessionária fornece a en ergia elétrica nas tensões secundárias de distribuiçã o nominais em frequência

nominal de 60 Hz, conforme

Modulo 8 da Resolução Nº 395 de 2009 da Agência N acional de Energia Elétrica

e de acordo com o Sistema de fornecimento discriminado abaixo:

 
 

SISTEMA

TENSÕES NOMINAIS

 

Estrela co m Neutro aterrado

220/127 [V]

 

254/127 [V]

Delta co m Neutro aterrado

240/120 [V]

 

Nota: No Sistema Delta com N eutro, a fase de força (4º fio) deve ser utilizada “som ente” para alimentação de cargas trifásicas, sendo sua se ção a mesma dos condutores das fases.

7.3.2

Limite de fornecimento

 

A

energia elétrica é fornecida

em tensão secundária de distribuição para cada u nidade de consumo, com

carga instalada igual ou inferio r a 75 kW.

 

Para as unidades de consum o com carga instalada superior a 75 kW, situado s em edifícios coletiva, o atendimento poderá ser rea lizado em tensão secundária de distribuição. O c liente deverá contatar a Concessionária para os devido s estudos técnicos.

7.3.3

Modalidade de atendimento

 

São três os tipos de modalidad e de atendimento em edificações coletivas:

 

Modalidade “U” - doi s fios, uma fase e neutro (monofásico);

Modalidade “D” - três

fios, duas fases e neutro (bifásico);

Modalidade “T” - qua tro fios, três fases e neutro (trifásico).

Nota: A tensão nominal dos disponibilizada para ligação do

equipamentos deverá ser compatível com a tensão cliente.

nominal de fornecimento

7.3.4

Limitações no Atendimento p ara cada unidade consumidora

A limitação para o atendiment o e para instalação de equipamentos e motores está indicada a seguir:

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SISTEMA E

     

MODALIDADE

CARACTERÍS TICA

APLICAÇÃO

CONDIÇÕES

NÃO PERMITIDAS

 

Estrela co m Neutro o u

 

aparelhos

Instalação de

de

raio

X

ou

“U” (Monofásico)

Instalações com carga instalada até 12 [kW]

máquinas de so lda a transformador.

 

Dois Fios (FN)

Delta com N eutro

Motores elétric os acima de 1 cv

 

“D” (Bifásico)

Estrela co m Neutro

Instalações com carga instalada acima de 12 [kW] até 25 [kW]

Máquina de s olda a transformador na tensão de 220 [ V] superior a 10 kVA;

Três Fios (FFN)

   

Aparelho de rai o X com tensão de 220 [V] e potência supe rior a 1500 [W].

Delta com N eutro

Instalações com carga instalada acima de 12 [kW]

Motor monofás ico acima de 1 cv

 

Motor bifásico acima de 3 cv

 
 

Estrela co m Neutro

Instalações com carga instalada acima de 25 [kW].

Máquina de so lda a transformador com

tensão de 220 que 10 [kVA]

[V] com potência maior ou máquina de solda

   

trifásica com r etificação em ponte com

potência superi or a 30 [kVA];

 

“T” (Trifásico)

Instalações com carga instalada acima de 12 [kW], somente quando houver equipamentos trifásicos.

Aparelhos de r aio X com tensão de 220 [V] com potênc ia superior a 1500 [W] ou

Quatro Fios (FFFN)

trifásicos com

potência superior a 20

Delta com N eutro

[kVA].

Motor monofás ico acima de 1 cv

 

Motor bifásico acima de 3 cv

 
 

Motor trifásico acima de 60 cv

(Nota-01)

Nota-01: Caso existam aparel hos / motores de potências superiores às citadas, d everá ser apresentado um estudo técnico detalhado sob re as características dos equipamentos, para analis e da área técnica da EDP Bandeirante.

unidade consumidora esteja enquadrada no sistem a monofásico, desejar ser ou cliente cuja unidade consumidora esteja enquad rada no sistema bifásico e

desejar ser atendida no siste ma trifásico, a Concessionária poderá atendê-lo, m ediante cobrança de taxa

Nota-02: Caso o cliente cuja atendido no sistema bifásico

 

adicional.

7.3.5

Bomba de Incêndio

A medição da bomba de inc êndio deve ser ligada, obrigatoriamente, derivando

da entrada consumidora

antes da primeira proteção g eral. O circuito alimentador da bomba de incêndi o deve ter dispositivo de proteção independente, confo rme desenhos 45 e 46.

Para identificar a proteção do conjunto de bomba de Incêndio, deve ser instalada

plaqueta metálica gravada,

esmaltada a fogo ou material

polimérico, com os dizeres “BOMBA DE INCÊNDIO”.

7.4.

Padrão de entrada

Os desenhos técnicos da EDP B andeirante estabelecem as orientações mínimas nec essárias para a montagem dos padrões de entrada em conf ormidade com as modalidades de atendimento.

7.4.1

Conservação do padrão de en trada

 

O cliente é obrigado a manter

seja constatada qualquer defi ciência técnica ou de segurança, o cliente será noti ficado das irregularidades

existentes, devendo providenc iar os reparos necessários dentro do prazo determin ado pela Concessionária.

em bom estado de conservação os componentes d o padrão de entrada. Caso

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O

Concessionária.

Cliente

é

responsável

p elos

danos

causados

7.4.2 Fornecimento de materiais da

entrada de serviço

aos

materiais

e

equipame ntos

de

a) Materiais fornecidos e ins talados pela Concessionária

Ramal de Ligação;

Medidores;

Transformadores de

Condutores para ligaç ão de medição indireta;

Bloco de aferição;

Unidade Remota de C omunicação;

Selos de lacração.

Corrente;

b) Materiais fornecidos e ins talados pelo Cliente

Poste;

Armação secundária;

Isolador Roldana;

Eletrodutos;

Condutores do ramal de entrada;

Condutores do centro

de medição;

Barramentos;

Caixa Seccionadora;

Caixa de Medição;

Caixa de Proteção e M

anobra;

propriedade

da

Caixa de Distribuição;

Dispositivo de proteç ão;

Haste de aterramento ;

Condutores e conecto res para o sistema de aterramento;

Conectores tipo term inal cabo/barramento para interligação dos transform adores de corrente;

Conectores Tipo Tubu lar (para condutores Classe 5 – flexíveis).

7.4.3 Ramal de ligação

O ramal de ligação é fornecido e instalado pela Concessionária, devendo respeitar a s seguintes condições:

a) Deve entrar pela frente

perfeitamente visível, não

cruzar terrenos de terceir os e não passar sobre área construída. Quando o te rreno situar-se na esquina

ruas, será permitida a entrada do ramal de ligação p or qualquer um dos lados,

dando-se preferência àqu ele em que estiver situada a entrada da edificação;

ou possuir acesso a duas

do terreno, ficar livre de qualquer obstáculo, ser

b) Não é permitida a distânc ia do vão livre aéreo superior a 30 metros;

c) Não deve ser facilmente

alcançável de áreas, balcões, terraços, janelas, telh ados, escadas ou sacadas

adjacentes, devendo man ter sempre um afastamento desses locais acessíveis, conforme desenho 02;

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d) Os condutores devem se r instalados de forma a permitir as seguintes distân cias mínimas, medidas na vertical, entre o condutor inferior e o solo:

5,50 m no cruzament o de ruas, avenidas e entradas de garagens de veículo s pesados;

4,50 m nas entradas veículos pesados;

de garagens residenciais, estacionamentos ou outr os locais não acessíveis a

3,50 m nos locais excl usivos a pedestres.

e) separação do ramal de

A

ligação entre os cabos e fios de comunicação ou sin alização, deve situar-se no

mínimo a 0,60 m acima de stes.

f) Respeitar as posturas mu nicipais, estaduais, federais e demais órgãos, especia lmente quando atravessar vias públicas, ferrovias e r odovias.

g) Caso o Cliente deseje ser

atendida por ramal de entrada subterrâneo, deverá s eguir as determinações do

Padrão Técnico PT.PN.01 .24.0006, nesse caso o ponto de entrega situar-s e-á na conexão do ramal

subterrâneo com a rede a érea.

7.4.4 Conexão e amarração

A conexão e a amarração do pela Concessionária.

ramal de ligação na rede secundária e no ponto de

7.4.5 Ancoragem do ramal de ligaçã o

entrega serão executadas

a)

O

ponto de ancoragem

do ramal de ligação no ponto de entrega deve se r construído pelo cliente,

constituído das armações secundárias e isoladores;

b)

Nos postes e nas coluna s construídos no local, a distância entre o ponto d e ancoragem do ramal de ligação e o nível da calçad a, deve ser no mínimo de 6,0 metros, conforme dese nho 01.

c)

No caso de ligação em fac hada de alvenaria, a distancia entre ponto de ancora gem do ramal de ligação e

o

nível da calçada deve

ser conforme desenho 02 e deve possuir estrutur a de fixação que suporte

esforços mecânicos prov ocados pelo mesmo e também deve possuir um d ispositivo tipo olhal para fixação da escada que sup orte um esforço mínimo de 50 daN.

d)

No caso de edificações co m fachadas falsas ou avançadas (lambris, luminosos,

painéis e grades), o ponto

de fixação deve ser insta lado na frente da estrutura (desenho 03) e o pont o de entrega do ramal de ligação deve possuir uma estrutura de fixação que suporte esforços mecânicos provocados pelo ramal de ligação, bem como estrut ura adequada à fixação da escada que suporte um esf orço mínimo de 50 daN.

e)

Não é permitida a obstr ução do ponto de fixação do ramal de ligação em colocação de lambris, lum inosos, placas, painéis, grades e outros.

fachadas ou postes por

7.4.6 Condutores

São dimensionados e instalado s pelo cliente, embutidos em eletroduto.

Os condutores devem ser de

450/750V, de polietileno retic ulado (XLPE) ou de etileno-propileno (EPR) para tensã o de 0,6/1,0 kV, conforme

normas da ABNT.

cobre, possuir isolação sólida de policloreto de vi nila (PVC) para tensão de

Na isolação dos condutores de vem estar gravadas suas características de acordo co m as normas da ABNT.

A capacidade de condução de corrente elétrica dos condutores de cobre devem ser verificadas na Tabela-12.

Quando da utilização dos cond utores, deverão ser obedecidos ainda, os requisitos i ndicados a seguir:

O neutro deve ter iso lação na cor azul claro e as fases em cor distinta a o neutro, exceto condutor com isolação na cor v erde;

Deve haver continuid ade do neutro, sendo nele vedado o uso de chave, di sjuntor ou fusível;

O limite máximo de q ueda de tensão, entre o ponto de entrega e a mediçã o, deve ser de 1%;

Não são permitidas e mendas nos condutores instalados nos eletrodutos;

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Os condutores do ra mal de entrada devem ter comprimento suficiente p ara permitir a conexão do ramal de ligação. Dev em ser deixadas no ponto de ancoragem, sobras de condutores de no mínimo 600 mm, exceto nos c asos de ligação com barramentos instalados na colun a;

Nas ligações com bar ramentos instalados na coluna, a conexão com o ra mal de entrada deverá ser realizado com conec tores de cobre tipo terminal cabo/barramento o u conectores de cobre à compressão;

Os ramais alimentado res das unidades de consumo devem ter sobras sufic ientes para interligação do

o medidor (300 mm) e na interligação do medidor com a proteção individual

(300 mm). As pontas desses condutores devem ser isoladas quando não co nectadas ao medidor.

Quando da utilização

ligação nos terminais dos

de cabos flexíveis, as pontas dos condutores para

ramal secundário com

medidores devem ser instalados os conectores tipo tubular.

As secções mínimas e máximas dos condutores devem ser conforme tabel a a seguir:

T IPO DE RAMAL

CONDUTOR MÍNIMO (mm 2 )

CONDUTOR MÁXIMO (mm 2 )

Ramal de Entrada

10

240

Ramal alimentador d a caixa de distribuição

10

240

Ramal alimentador d a caixa de Proteção e Manobra

10

240

Ramal de Distribuiçã o Principal

10

185

Ramal de Distribuiçã o Secundário

10

70

Ramal alimentador d a unidade de consumo (medição direta)

6 (Bifásico)

 

10 (Trifásico)

70

Ramal alimentador d a unidade de consumo (medição indireta)

95

240

Poderão ser utilizado s os condutores com seção de 300 mm 2 com a finali dade de atender as limites de queda de tensão;

Não é permitido utiliz ar condutores em paralelo em um único dispositivo d e proteção.

No sistema delta com seção dos condutores

Na modalidade “T”, determinada através

neutro, o condutor corresponde à fase de força (4 º fio) deve ser de mesma das fases de “luz”.

no sistema delta com o neutro, a seção dos condut ores das fases de “luz”, é da soma da corrente de demanda das cargas mono fásicas e bifásicas, ligadas

nessas fases, com a c orrente de demanda das cargas trifásicas.

O condutor neutro de ve ser a mesma secção dos condutores das fases.

7.4.7 Barramentos

Os devem ser constituídos de

não inferior a 99.9%, dimensio nados de forma a suportar os efeitos térmicos result antes da corrente de curto circuito, estimada em 65 kA.

ser fixado de maneira a possibilitar a intercambial idade das diversas chaves

barramentos de cobre eletrolítico de alta condutivid ade (99.5% IACS) e pureza

O barramento principal deve e/ou disjuntores.

A corrente nominal dos barra

mentos deve seguir a Tabela-16.

7.4.8 Eletrodutos

a) Tipos de Eletrodutos

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Cloreto de Polivinila ( PVC) rígido rosqueável, classe A ou B, conforme NBR 15465;

Aço carbono, confor me NBR 5597 ou NBR 5598 (tipo pesado) e NBR 5 624 (tipo leve 1), devem possuir tratamento su perficial através de zincagem a quente;

Eletroduto de polietil eno de alta densidade - corrugado conforme NBR 1 3897, NBR 13898 ou NBR 15715 (Utilizados som ente nos trechos enterrados ou coberto por alvenari a).

eletrodutos devem suportar as solicitações mecân icas, químicas, elétricas e

térmicas a que forem sub metidos nas condições da instalação.

Em qualquer situação, os

b) Dimensionamento do Eletr oduto

Obtém-se o dimensionamento

c) Instalação do Eletroduto

do eletroduto consultando as Tabelas-13 e 14.

Os eletrodutos do poste duplo T ou poste de aço, devem ser instalado externamente e fixado em pelo menos 3 po ntos na sua lateral, através de braçadeiras, cintas d e aço carbono zincadas à quente ou em liga de alumínio;

Nas regiões litorâ neas, a fixação deve ser realizada com cintas ou braç adeiras de liga de alumínio ou material plásti co apropriado.

O

eletroduto pod e ser embutido nos casos de postes de concreto ar mado moldado no local ou

na estrutura da ed ificação, quando situada junto ao limite da via públic a.

Quando da nece ssidade de emendas nos eletrodutos, às mesmas rosqueável.

devem ser do tipo luva

Em regiões litorân eas somente é permitida a instalação de eletroduto d e PVC rígido.

Em instalações ap arentes, sob laje ou junto à parede, somente é per mitido o uso de eletroduto

de Aço Carbono.

As fixações desses eletrodutos devem ser feitas atra vés de braçadeiras, cintas

perfis metálicos de acordo com as distancias indicad as na Tabela-15;

de aço carbono ou

Quando enterrad o, o eletroduto deve ficar a uma profundidade entr e 0,30 m e 0,50 m do piso acabado, exceto e m locais de passagem de veículos pesados, cuja prof undidade deve ser de 0,60

m

e envelopado e m concreto.

Em cada trecho d e eletroduto delimitado, de um lado e de outro, po r caixa ou extremidade de linha, qualquer q ue seja essa combinação (caixa–caixa, caixa–extre midade ou extremidade– extremidade), po dem ser instaladas no máximo três curvas de 90° o u seu equivalente até no máximo 270°. Em nenhuma hipótese devem ser instaladas curvas com deflexão superior a 90°.

A

nota acima não deve considerar a curva no topo do poste/coluna.

Os trechos contín uos de eletroduto, sem caixa de passagem, não deve m exceder a 15 metros de

comprimento. Se os trechos incluírem curvas devem ser reduzidos em de 90°.

3 metros para cada curva

Nota: Quando nã o for possível evitar a passagem do eletroduto por

locais que impeçam, por

algum motivo, a c olocação de caixa de passagem, o comprimento do trecho contínuo pode ser

aumentado, desd e que seja utilizado um eletroduto de tamanho

nominal imediatamente

superior para cad a 6 m, ou fração, de aumento da distância máxi ma calculada segundo os critérios da ocup ação do eletroduto. Assim, um aumento, por exe mplo, de 9 m implica um eletroduto com t amanho dois degraus acima do inicialmente defini do, com base na taxa de ocupação máxima indicada.

A

taxa de ocupaç ão do eletroduto, dada pelo quociente entre a so ma das áreas das seções

transversais dos c ondutores previstos, calculadas com base no diâmet ro externo, e a área útil da

seção transversal do eletroduto, conforme Tabela-14.

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7.4.9 Centro de Medição

Conjunto constituído de cai xa de distribuição, caixa de dispositivo de proteç ão e manobra, caixa de

barramentos, caixas de mediç ão, caixas de dispositivos de proteção individual das Quadros de Distribuição Comp acta.

unidades consumidoras e

As caixas devem ser de fabrica ntes cadastrados pela EDP Bandeirante.

a) Localização:

parte interna da edificação, no pavimento ao nível d a via pública, tão próximo

ao nível da via pública, em

local de fácil acesso e em área comum aos condôminos.

As caixas deverão ser ins taladas em locais que permitam manter uma distânc ia mínima de 0,30 m entre

a extremidade da porta,

modular deverá haver um a distancia livre de 0,90 metros.

Não serão aceitos os s eguintes locais para instalação da medição: copas , cozinhas, dependências

sanitárias, interior de vitr ines e área entre prateleiras. Também não serão ace itos locais com iluminação inadequada e sem condi ções de segurança, tais como proximidades de máqu inas, bombas, tanques ou

abalroamento por veículo,

inundações e trepidações

A primeira caixa de Pro teção e Manobra ou de Distribuição, deve estar lo calizada no máximo a 20

metros, medido a partir

da propriedade com a via

pública.

Quando houver necessid ade de dois ou mais centros de medição e a localiza ção de um ou mais deles, resultar em distância sup erior a 15 metros da caixa geral de distribuição ou d a caixa seccionadora, eles serão considerados co mo centros de medição independentes, devend o ser convenientemente protegidos com chaves d e abertura sob carga com proteção ou disjuntor. Es tes dispositivos devem ser alojados em caixa de dis positivos de proteção e manobra a ser instalada junt o às caixas de distribuição ou caixa seccionadora.

centro de medição até q uatro medições, que deve ser instalado no limite

do limite da propriedade com a via pública (pont o de entrega), exceto em

reservatórios, escadarias , locais sujeitos a gases corrosivos e/ou explosivos,

quando aberta a 90º e a parede ou caixa oposta, qu ando se tratar do sistema

Deve ficar localizado na quanto possível da porta

principal ou no pavimento imediatamente inferior

excessivas.

b) Centro de Medição Exter na

Quando se tratar de entr ada consumidora no máximo com duas caixas de me dição coletiva (excluindo a caixa para sistema de c ombate a incêndio) ou no sistema modular com m áximo de 30 unidades de consumo, a sua instalaçã o pode ser externa, o mais próximo possível do alinha mento com via pública.

No caso das caixas me tálicas, estas devem ser instaladas sob pingadei ra e providas de portas

também ser providas de

portas suplementares, do

Também será permitida

caixas, em áreas isoladas a passagem de pedestres e veículos.

a montagem de centro de medição externa, independ entemente do numero de

suplementares ou intern amente no hall de entrada de edificação, devendo

tipo veneziano para ventilação.

c) Cubículo de Medição

O centro de medição q ue não se enquadrar nas condições do item ante rior, deve ser alojado em

cubículo construído em mínimas.

Esse cubículo deve ter p or finalidade exclusiva abrigar os componentes da e ntrada consumidora e ser provido de sistema de ve ntilação natural permanente e iluminação artificial ad equada.

alvenaria, de dimensões adequadas para que seja m mantidas as distâncias

d) Caixas de Medição

A caixa de medição pode

selagem.

As caixas de medição dev em possuir gravação em relevo, a marca comercial d o fabricante.

ser de chapa de aço ou material polimérico, deven do possuir dispositivo para

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Somente serão aceitas c aixas de medição cujo protótipo tenha sido cadastra do na EDP Bandeirante. A

relação destes fabrican tes e os respectivos materiais encontram-se no (www.edpbandeirante.co m.br).

site da Concessionária

e) Dimensionamento da Ca ixa de Medição

do número de unidades de

consumo a serem ligadas , bem como da corrente de demanda de cada unidad e consumidora.

A alimentação da caixa d e medição deve ser feita apenas com um único rama l de distribuição principal,

de barramento de cobre,

devendo ser conveniente mente protegido com chave de abertura sob carga, c om proteção ou disjuntor. Esses equipamentos dev em ser alojados em caixa de dispositivo de proteção e manobra a ser instalado junto à caixa de distribuiç ão.

ser feitos sempre com 4

a fim de possibilitar o

Os tipos e as quantidades

de caixas de medição são determinados em função

com seção máxima de 1 85 mm² - PVC 70ºC ou EPR/XLPE 90ºC ou através

No sistema de distribuiç ão estrela, os ramais de distribuição principal devem (quatro) condutores, q uando a potência instalada ultrapassar 25 kW, balanceamento de carga s.

f) Caixas de Medição Modu lar com barramento principal

O Centro de Medição M odular é constituído de um disjuntor geral e um

poderá alimentar no má ximo 30 unidades de consumo bifásicas, sendo 15

lado direito do barram ento principal. O sistema modular permite a configurações.

Para os centros de mediç ões que possuam unidades de consumo bifásicas co

que 25 mm 2 e unidades

deverá ser em função do espaço disponível para passagem dos condutores.

O conjunto não possui ra mal de distribuição secundária, pois o ramal aliment ador do cliente é derivado

de consumo trifásico, a quantidade de caixas mo dulares a serem alinhadas

m secção iguais ou maiores

barramento principal que do lado esquerdo e 15 do montagem de diferentes

diretamente do barrame nto principal (ramal de distribuição principal).

g) Medição direta

Para instalações com co rrente de demanda até 150 [A] a medição será dire ta. Para as medições com

condutores de 50 mm 2 e

cabo de seção nominal d e 4 mm 2 classe 5, com isolação na cor azul claro, sen do conectado no condutor

neutro através do conect or tipo parafuso fendido.

70 mm 2 , o cliente deverá deixar no interior da caix a de medição 600 mm de

h) Medição indireta

Para instalações com cor rente de demanda superior a 150 [A] a medição será indireta.

O cliente deve instalar as chaves abaixo indicadas:

Chave seccionad ora sem dispositivo de proteção, instalada antes corrente, com clas se de tensão mínima de 250 [V];

Chave seccionado ra com dispositivo de proteção com abertura sob ca rga ou disjuntor, instalada

dos transformadores de

após a medição,

(Dispositivo de m anobra e comando de baixa tensão – Parte 2: Disj untores), NBR NM 60898

proteção de sobrecorrentes para instalações domé sticas e similares) ou NBR

60269-1 (Dispositi vos – fusíveis de baixa tensão).

(Disjuntores para

com classe de tensão mínima de 250 [V] e de acord o com a NBR IEC 60947-2

7.4.10 Caixa de Passagem

Caixa destinada a facilitar a pa ssagem de condutores elétricos.

A caixa de passagem é dimens ionada em função do número de eletrodutos do ram al de entrada e de acordo com sua localização. Em tre chos contínuos de eletrodutos, mesmo que retilí neos, com comprimentos superiores a 15 metros devem ser instaladas caixas de passagem.

As caixas de passagem devem

possuir dispositivo para lacração.