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website:

www.susanavassalo.com

email :

clarasusanavassalo@gmail.com

morada :

Rua do Almada, nº374, 4º B 4050-033 Porto Portugal

telefone :

+351 91 491 29 77

data de nascimento :

30 de Março de

1982

nacionalidade :

Portuguesa

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CLARA SUSANA MARTINS VASSALO ABREU

Arquitecta OASRN (Nº 16862N)

Experiência Profissional em regime de Colaboração

Outubro de 2006 >

> Agosto de 2008

Arquitecta nos Ateliers Jean Nouvel em Paris, França, tendo colaborado nos seguintes projectos:

- Praterstrasse 1, Viena, Áustria - Edifício multifuncional: hotel, centro de congressos, shopping, restaurante panorâmico –

54 500 m2 – concurso por convite: projecto vencedor (2005) - em construção;

Outubro de 2006 a Agosto de 2008 – Participação desde o Estudo Prévio ao Projecto de Execução e Assistência Técnica à execução da obra em colaboração com o arquitecto local Neumann & Partners; trabalho de coordenação com os artistas convidados Pipilotti Rist (instalação / vídeo) e Patrick Blanc (jardim vertical); coordenação directa com as células de Design Gráfico e de Iluminação dos AJN no design interior dos espaços públicos do hotel e centro de congressos. Desenvolvimento do estudo prévio do design interior dos quartos de hotel enquanto colaboradora na estrutura JND – Jean Nouvel Design: desenvolvimento do conceito gráfico baseado na projecção e pintura de imagens retiradas do trabalho vídeo do colectivo artístico austríaco Sonic Fiction;

- La tour Suncal, Los Angeles, E.U.A – Torre de apartamentos –

91 950 m2 - adjudicação directa (2007) - em projecto (Projecto Base);

Setembro de 2007 - Participação no Estudo Prévio;

- Chelsea 21st , Nova Iorque, E.U.A. - Edifício de Habitação: residências/ateliers para artistas plásticos e residências para coleccionadores de arte –

58 000 m2 - adjudicação directa (2007) - em projecto (Estudo Prévio);

Agosto a Setembro de 2007 - Participação no Estudo Prévio: desenvolvimento dos diferentes dispositivos de habitar da torre de habitação – casa, casa/pátio, casa/atelier e casa/galeria;

Julho de 2005 >

> Março de 2006

Estágio académico no atelier aPolis Arkitektkontor, em Estocolmo, na Suécia, tendo colaborado nos seguintes projectos:

- Älgökonsthall, Nacka, Suécia – Casa / atelier / espaço expositivo para o artista Mikael Richter –

250 m2 - adjudicação directa (2005) - construído (2008)

Julho de 2005 a Março 2006 - Participação desde o Estudo Prévio ao Projecto de Execução: colaboração com o cliente na concepção da casa/atelier e na “rede” (espaço expositivo flexível);

- RadhusTorox Costa, Málaga, Espanha – Habitações unifamiliares geminadas –

30 unidades de 92 m2 – concurso por convite: projecto vencedor (2005) – em projecto (Estudo Prévio);

Agosto a Setembro de 2005 - Participação no Estudo Prévio e design de comunicação da apresentação do projecto : trabalho sobre a tipologia casa/pátio em banda.

- Sametinget, Kiruna, Suécia – Parlamento / Museu para a comunidade nómada lapónia Sami – 8 000 m2 – concurso público: menção honrosa (2005);

Setembro de 2005 - Participação no Estudo Prévio e design de comunicação da apresentação do projecto: estudo da cultura sami – história, organização social e politica, artesanato, linguagem e arquitectura – e sua reinterpretação numa forma arquitectónica contemporânea; pesquisa sobre a adaptação de estruturas em madeira às especificidades da tipologia da torre;

- ÖstasiatiskaMuseet, Estocolmo, Suécia – Renovação do Museu Asiático de Estocolmo – 2000 m2 - concurso público (2005);

Outubro a Dezembro de 2005 - Participação no Estudo Prévio e design de comunicação da apresentação do projecto;

- ArbetsMuseet, Norrköping, Suécia – Renovação do Museu do Trabalho (Exposição Permanente) –

900 m2 - concurso por convite: projecto vencedor (2005) - construído (2007)

Dezembro de 2005 - Participação no Estudo Prévio (concurso): desenvolvimento do conceito de desenho baseado no Construtivismo Russo;

- RurströmRuin, Arquipélago de Helsínquia, Finlândia – Habitação Unifamiliar –

60 m2 + 200 m2 de terraço - adjudicação directa (2006) - construído (2008)

Janeiro a Março de 2006 - Participação desde o Estudo Prévio ao Projecto de Execução: trabalho sobre o desenho e construção de estruturas em madeira; v

Projectos a título individual

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Actualmente

- Cobertura da Rua Galeria de Paris, Porto, Portugal - Cobertura/Instalaçao urbana 4 500 m2 - Concurso de ideias organizado pela revista Dédalo - Projecto Vencedor

- Casa Martins, Paredes de Coura, Portugal – Renovação de habitação do séc.XIX –

315 m2 - adjudicação directa (2007) - em Processo de Licenciamento;

- Casa Carvalho Araújo, Braga, Portugal – Desenho interior de habitação unifamiliar –

265 m2 - adjudicação directa (2007) - em construção;

- Salão Azul, Porto, Portugal - Remodelação da Sala de Estética - 14 m2 - adjudicação directa (2007) - em Projecto de Execução;

Habilitações Académicas

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Fevereiro de 2007

Licenciatura em Arquitectura pela FAUP - Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (classificação final de 15 valores);

Percurso Académico

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Março de 2006 > > Outubro de 2006

“Do Direito à Habitação ao Direito à Cidade” - Prova Final de conclusão de Licenciatura em Arquitectura;

(tese orientada pelo Geógrafo Álvaro Domingues - classificação final de 17 valores);

2004

2000

> 2005

> 2004

5º ano na KTH (kungla Teckniska Hogskolan) Arkitekturskolan, em Estocolmo, na Suécia, intercâmbio realizado dentro do Programa Erasmus;

Curso de Arquitectura na FAUP - Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto;

Conhecimentos Informáticos

Línguas

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Sistemas Operativos – Windows e MacOS X;

Português

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Língua Materna

Desenho Técnico – Autocad (2D e 3D) e Archicad (2D e 3D);

Inglês

_

Fluente

Modelização e Renderização – Rhinoceros, 3D Studio Viz e Sketchup;

Francês

Fluente

 

_

Desenho Gráfico – Adobe Photoshop, Illustrator e Acrobate Professional;

Sueco

Básico

 

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Contaminações

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2008

2006

2005

2003

> 2004

2002

1999

-Colaboração na produção do texto da curta-metragem “Diatomée”, produzida e realizada por Ischemie / Mlle Limonade;

-Participação na exposição “The Future of Elderly Housing in Sweden”, em Estocolmo, enquanto projecto seleccionado do curso “Megastructures” da KTH;

-“The living Box” – Performance e instalação/vídeo projecção – dispositivo baseado no potencial estrutural e estético de materiais de isolamento de baixo custo; testando a sua capacidade enquanto abrigo aberto à apropriação e mutação – Crash Course da KTH, Estocolmo, Suécia; –“In solitude” – Trabalho fotográfico centrado nas afinidades entre arquitectura e moda - Fashion Design Workshop, KTH, Estocolmo, Suécia;v

–Membro dos “Neurose 23”, grupo de discussão arquitectónica da FAUP (organização de conferências, workshops e difusão de textos críticos);

–Participação no workshop / concurso “Arquitetura e Paisage”, em Pontevedra, La Coruna, Espanha, organizada pelo Arqº César Portela;

–Colaboração com o Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim – Escavações arqueológicas na Igreja Românica de S. Pedro de Rates;

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EQUIPAMENTOS

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_ área total de implantação 4 200 m2 área construída 3 800 m2 p r
_ área total de implantação 4 200 m2 área construída 3 800 m2 p r

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área total de implantação

4 200 m2

área construída

3 800 m2

programa

hotel: 15 100 m2 shopping center : 11 810 m2 centro de congressos: 3 145 m2 spa + fitness center: 2 570 m2 restaurante panorâmico: 1 176 m2 estacionamento: 12 156 m2 áreas técnicas + armazém: 8 543 m2

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Total = 54 500 m2

AteliersJean Nouvel

10, cité d'Angoulême

T

http://www.jeannouvel.com

83

(33)

1

49

23

83

75011 Paris - France

F

email: ajn01@jeannouvel.fr

10

(33)

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14

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- France F email: ajn01@jeannouvel.fr 10 (33) 1 43 14 81 PRATERSTRASSE 1 . EDIFÍCIO MULTIFUNCIONAL

PRATERSTRASSE 1 . EDIFÍCIO MULTIFUNCIONAL . VIENA . ÁUSTRIA

“… LE JEU SAVANT DES HASARDS ET DES VOLONTÉS…” JEAN NOUVEL O volume da torre
“… LE JEU SAVANT DES HASARDS ET DES VOLONTÉS…” JEAN NOUVEL
O
volume da torre ecoa a fachada ligeiramente inclinada da Media Tower
O
volume da torre respeita a sua vizinhança, evitando a projecção de sombras
“A arquitectura é a opotunidade duma transformação, de aprofundar
ou mudar o sentido dum contexto
A arquitectura é a fabricação
de uma aparição. Também em Viena a arquitectura é tudo isto Mas
a razão é tão astuta quanto perigosa, tão grande é a tentação de
O
projecto condensa uma continuidade urbana e uma excepção ou marco vertical
invenção e de perversão de elegâncias.
A forma parte de prismas-base inesperados cujos planos deslizaram,
fabricando novas intersecções. Um dos planos, sujeito ao magnetismo
da envolvente, acaba por se inclinar. Outro ilumina a cidade através
de um tecto luminoso de imagens fortuitas. Os restantes planos
vibram em mil linhas de orientações e reflexões variadas, e o
cinzento emerge intermitentemente nos quadrados cinzentos sobre
As alturas dos edifícios adjacentes são recuperadas no alinhamento altimétrico do projecto
fundo cinzento. Um plano oblíquo de cobertura surge tramado por um padrão cerrado de paralelogramos

fundo cinzento. Um plano oblíquo de cobertura surge tramado por um padrão cerrado de paralelogramos e losangos. Os planos a Norte declinam- se em texturas de vidro transparente enquanto que os planos de Poente escondem-se nas variações de negro para ilustrar as suas próprias sombras. No limite do céu um plano horizontal que revela a aparição/desaparição das faces mutantes.” Jean Nouvel

aparição/desaparição das faces mutantes.” Jean Nouvel A forma do edificado é determinada pelas sombras

A forma do edificado é determinada pelas sombras projectadas pelos primas-base da composição

“LE PRESQUE RIEN”: NEUTRALIADADE E ADAPTABILIDADE À ORIENTAÇÃO SOLAR

NEUTRALIADADE E ADAPTABILIDADE À ORIENTAÇÃO SOLAR fachada SUL fachada NORTE CINZENTO TRANSPARENTE fachada

fachada SUL

E ADAPTABILIDADE À ORIENTAÇÃO SOLAR fachada SUL fachada NORTE CINZENTO TRANSPARENTE fachada OESTE fachada

fachada NORTE

À ORIENTAÇÃO SOLAR fachada SUL fachada NORTE CINZENTO TRANSPARENTE fachada OESTE fachada ESTE NEGRO

CINZENTO

À ORIENTAÇÃO SOLAR fachada SUL fachada NORTE CINZENTO TRANSPARENTE fachada OESTE fachada ESTE NEGRO ESPELHO BRANCO

TRANSPARENTE

À ORIENTAÇÃO SOLAR fachada SUL fachada NORTE CINZENTO TRANSPARENTE fachada OESTE fachada ESTE NEGRO ESPELHO BRANCO

fachada OESTE

À ORIENTAÇÃO SOLAR fachada SUL fachada NORTE CINZENTO TRANSPARENTE fachada OESTE fachada ESTE NEGRO ESPELHO BRANCO

fachada ESTE

À ORIENTAÇÃO SOLAR fachada SUL fachada NORTE CINZENTO TRANSPARENTE fachada OESTE fachada ESTE NEGRO ESPELHO BRANCO

NEGRO

À ORIENTAÇÃO SOLAR fachada SUL fachada NORTE CINZENTO TRANSPARENTE fachada OESTE fachada ESTE NEGRO ESPELHO BRANCO

ESPELHO

À ORIENTAÇÃO SOLAR fachada SUL fachada NORTE CINZENTO TRANSPARENTE fachada OESTE fachada ESTE NEGRO ESPELHO BRANCO

BRANCO

CONTRASTE: A ARQUITECTURA SERVE A EXUBERÂNCIA DA ARTE URBANA

CONTRASTE: A ARQUITECTURA SERVE A EXUBERÂNCIA DA ARTE URBANA as superfícies de luz marcarão os espaços
CONTRASTE: A ARQUITECTURA SERVE A EXUBERÂNCIA DA ARTE URBANA as superfícies de luz marcarão os espaços
CONTRASTE: A ARQUITECTURA SERVE A EXUBERÂNCIA DA ARTE URBANA as superfícies de luz marcarão os espaços

as superfícies de luz marcarão os espaços principais do edifício

de luz marcarão os espaços principais do edifício vista dos 3 principais tectos luminosos de Pipilotti

vista dos 3 principais tectos luminosos de Pipilotti Rist

vista dos 3 principais tectos luminosos de Pipilotti Rist as imagens luminosas serão visíveis a diversas

as imagens luminosas serão visíveis a diversas distâncias

corte longitudinal UM PROGRAMA MULTIFUNCIONAL E CARACTERIZADO QUE SE COMPLETA EM COERÊNCIA N 1 _

corte longitudinal

UM PROGRAMA MULTIFUNCIONAL E CARACTERIZADO QUE SE COMPLETA EM COERÊNCIAN

E CARACTERIZADO QUE SE COMPLETA EM COERÊNCIA N 1 _ um bar em mezzanine serve o

1 _ um bar em mezzanine serve o lobby do hotel cuja

presença urbana é vincada pela luminosidade do tecto

cuja presença urbana é vincada pela luminosidade do tecto 3 _ os quatro pisos do shopping

3 _ os quatro pisos do shopping são unificados por um pátio interior coberto por uma grande clarabóia

por um pátio interior coberto por uma grande clarabóia 4 _ o enorme “jardim vertical” de

4 _ o enorme “jardim vertical” de patrick blanc remata a empena que serve de limite ao edificado

DIVERSOS ELEMENTOS CARACTERIZAM E UNIFICAM OS DIFERENTES ESPAÇOS N

ELEMENTOS CARACTERIZAM E UNIFICAM OS DIFERENTES ESPAÇOS N 2 _ o kaleidoscópio reflecte a imagem até

2 _ o kaleidoscópio reflecte a imagem até ao lobby de

entrada, enunciando a grandeza e exuberância do espaço

de entrada, enunciando a grandeza e exuberância do espaço 8 _ o belvedere, com vista privilegiada

8 _ o belvedere, com vista privilegiada sobre Viena e com um enorme tecto luminoso

privilegiada sobre Viena e com um enorme tecto luminoso 9 _ restaurante com vista panorâmica de

9 _ restaurante com vista panorâmica de 360 graus e com a maior intervenção de Pipilotti Rist - 1000 m2 de imagens iluminadas, visíveis de toda a ciadade

com a maior intervenção de Pipilotti Rist - 1000 m2 de imagens iluminadas, visíveis de toda

corte tranversal

SHOPPING: “RUA” QUE CONECTA ARTÉRIAS DE COMÉRCIO

SHOPPING: “RUA” QUE CONECTA ARTÉRIAS DE COMÉRCIO vista do espaço comercial corte pelo pátio interior planta

vista do espaço comercial

CONECTA ARTÉRIAS DE COMÉRCIO vista do espaço comercial corte pelo pátio interior planta do piso 0:

corte pelo pátio interior

vista do espaço comercial corte pelo pátio interior planta do piso 0: vista do jardim vertical
vista do espaço comercial corte pelo pátio interior planta do piso 0: vista do jardim vertical
vista do espaço comercial corte pelo pátio interior planta do piso 0: vista do jardim vertical
vista do espaço comercial corte pelo pátio interior planta do piso 0: vista do jardim vertical

planta do piso 0: vista do jardim vertical

As superfícies comerciais do piso térreo constituem uma prolongação da rua de comércio que é a Taborstrasse. Simultaneamente, a luz natural que inunda o pátio central acentua a continuidade com o ambiente exterior e com os restantes pisos de comércio (pisos1,2 e 3). O jardim vertical de Patric Blanc anima o espaço conferindo- lhe a presença de um pedaço de natureza. Esta parede de verde afirma-se como remate e elemento referencial do espaço.

ENTRADA E LOBBY DO HOTEL: SUCESSÃO DE MOMENTOS PRECISOS DE LUZ E DE COR

DO HOTEL: SUCESSÃO DE MOMENTOS PRECISOS DE LUZ E DE COR planta do piso 0: elementos

planta do piso 0: elementos de destaque

O hotel, que se desenvolve na torre, conecta- se com o espaço público através do lobby.

É aqui que se encontra o núcleo de acessos verticais a partir dos quais se alcançam os quartos, o restaurante panorâmico, o centro de congressos e o spa. A entrada

é marcada por um tecto luminoso que se

prolonga desde o exterior até ao interior.

A transparência de todo o piso permite o

contacto visual com a zona comercial e com

o elemento de remate, o muro vegetal.

zona comercial e com o elemento de remate, o muro vegetal. vista do lobby de entrada
zona comercial e com o elemento de remate, o muro vegetal. vista do lobby de entrada

vista do lobby de entrada do hotel

remate, o muro vegetal. vista do lobby de entrada do hotel vista do núcleo de acessos

vista do núcleo de acessos verticais pontuado pela presença do Kaleidoscópio

BELVEDERE: JARDIM DE INVERNO QUE SUSPENDE VIENA

BELVEDERE: JARDIM DE INVERNO QUE SUSPENDE VIENA O último piso de comércio (3º) e os pisos

O último piso de comércio (3º) e os pisos do spa (4º) e do centro de congressos (5º) comunicam entre si através do belvedere com vista privilegiada sobre Viena. Este espaço resulta da intersecção da base com a torre “suspensa”. Os pisos referidos, cortados nas suas zonas sociais pelo plano oblíquo da fachada em losangos, rompem este limite através de “varandas” que se prolongam até ao belvedere. Uma grande imagem luminosa acentua a grandiosidade e qualidade do espaço.

luminosa acentua a grandiosidade e qualidade do espaço. vista das “varandas” interiores planta do piso 5:

vista das “varandas” interiores

acentua a grandiosidade e qualidade do espaço. vista das “varandas” interiores planta do piso 5: centro

planta do piso 5: centro de congressos

RESTAURANTE PANORÂMICO: 360 º DE VISTA SEM LIMITES EM EXPLOSÃO CROMÁTICA

360 º DE VISTA SEM LIMITES EM EXPLOSÃO CROMÁTICA planta do piso 18: restaurante panorâmico O

planta do piso 18: restaurante panorâmico

O

restaurante panorâmico encontra-se

no

último piso (18º) do edifício, ocupando

toda a sua superfície. Assim, foi possível

concentrar as áreas técnicas num núcleo libertando os seus limites e permitindo a sua abertura para uma vista privilegiada de 360º sobre Viena. Assim, as mesas dis- tribuem-se em torno da fachada, enquanto que o bar central é sobreelevado permit- indo também alcançar a mesma visibilidade.

permit- indo também alcançar a mesma visibilidade. O tecto luminoso imenso é visível de toda a

O tecto luminoso imenso é visível de toda a cidade como que flutuando

O piso é uma massa moldada em variantes de altura, tal como acontece com a
O piso é uma massa moldada em variantes de altura, tal como acontece com a cidade de Viena.

QUARTO NORTE: TRANSPARÊNCIA EXPOSTA E ALARGADA

QUARTO NORTE: TRANSPARÊNCIA EXPOSTA E ALARGADA O quarto Norte foi desenhado de modo a poder ser

O quarto Norte foi desenhado de modo a poder ser um só “open space”. A fachada totalmente em

vidro expande a vista e trá-la para o interior do quarto. Através de um sistema de panos de correr,

o espaço pode ser dividido,. Esta divisão formal e funcional tem também correspondência no desenho da fachada. A arquitectura de interiores baseia-se aqui, como em todos os quartos, na projecção dum padrão retirado do trabalho dos SonicFiction, grupo de artistas de vídeo de Viena.

todos os quartos, na projecção dum padrão retirado do trabalho dos SonicFiction, grupo de artistas de

QUARTO SUL: ENQUADRAMENTO MINUCIOSO DA PAISAGEM URBANA

QUARTO SUL: ENQUADRAMENTO MINUCIOSO DA PAISAGEM URBANA O quarto sul é o que possui a melhor
QUARTO SUL: ENQUADRAMENTO MINUCIOSO DA PAISAGEM URBANA O quarto sul é o que possui a melhor

O quarto sul é o que possui a melhor vista. A fachada do quarto é composta por um sistema de painéis opacos que enquadram a vista como desejável e que protegem o interior da exposição solar. Este sistema permite também uma enorme proximidade ao exterior, pois a cama é móvel podendo o utilizador implantá-la junto à fachada. Também aqui a disposição do quarto sul é flexível, sendo que ou pode ser dividida em espaços íntimos ou pode converter-se num só espaço.

_ área total de implantação 16800m2 área construída 729m2 p r o g r a
_ área total de implantação 16800m2 área construída 729m2 p r o g r a

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área total de implantação

16800m2

área construída

729m2

programa

administração: 1728m2 biblioteca: 484m2 espaço expositivo: 484m2 entrada+foye: 441m2 parlamento: 841m2 café: 400m2

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Total = 4378m2

Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se
Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se

Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden

t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se

t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se PARLAMENTO/MUSEU PARA A COMUNIDADE SAMI . KIRUNA

PARLAMENTO/MUSEU PARA A COMUNIDADE SAMI . KIRUNA . SUÉCIA

axonometria

axonometria

O <BIG HEAVEN>

Esta proposta para um novo edifício para a comunidade Sami, em Kiruna, tenta captar o melhor do mundo Sami na sua relação intensa e responsável entre paisagem e arquitectura.

A ideia de transladar esta relação ancestral para um edifício contemporâneo inserido num espaço urbano, pretende contribuir para dar ao universo tão próprio da única comunidade nómada europeia a visibilidade exterior merecida; pretende, ao mesmo tempo, ser espaço primordial de vivência quotidiana e perpetuação desta mesma cultura.

A cidade de Kiruna é marcada pelo seu planeamento urbano rígido e pela presença da indústria mineira, assim como por soluções arquitectónicas ímpares provenientes dos condi-

cionalismos de um ambiente climático tão específico e controlado. A proposta de uma torre de 52 m de altura com um ambiente climático controlado surgiu como um enorme desafio.

A escala do edificado faz dele um marco de referência paisagística e, consequentemente, de afirmação, da Comunidade Sami na cidade de Kiruna. O projecto propõe uma torre

implantada numa grande plataforma horizontal, simbolizando o contraste entre a presença física da comunidade Sami, com as suas pequenas construções, e a escala quase infinita

e imensamente abstracta da paisagem Lapónica. Em relação ao lugar, a organização do programa num edifício vertical pretende manter a área envolvente intocada, privilegiando assim o espaço exterior enquanto extensão ao ar livre do museu, ou seja, um espaço para exposições, mercados e festivais, com uma vista excepcional para a cidade e para as montanhas da paisagem circundante.

BL0CKMARK BJÖRKSKOG BJÖRKSKOG FJÄLLHED FUKTMARK FJÄLLHED 3050
BL0CKMARK
BJÖRKSKOG
BJÖRKSKOG
FJÄLLHED
FUKTMARK
FJÄLLHED
3050
circundante. BL0CKMARK BJÖRKSKOG BJÖRKSKOG FJÄLLHED FUKTMARK FJÄLLHED 3050 MYR planta de implantação 1:1200
circundante. BL0CKMARK BJÖRKSKOG BJÖRKSKOG FJÄLLHED FUKTMARK FJÄLLHED 3050 MYR planta de implantação 1:1200
circundante. BL0CKMARK BJÖRKSKOG BJÖRKSKOG FJÄLLHED FUKTMARK FJÄLLHED 3050 MYR planta de implantação 1:1200
circundante. BL0CKMARK BJÖRKSKOG BJÖRKSKOG FJÄLLHED FUKTMARK FJÄLLHED 3050 MYR planta de implantação 1:1200
circundante. BL0CKMARK BJÖRKSKOG BJÖRKSKOG FJÄLLHED FUKTMARK FJÄLLHED 3050 MYR planta de implantação 1:1200
circundante. BL0CKMARK BJÖRKSKOG BJÖRKSKOG FJÄLLHED FUKTMARK FJÄLLHED 3050 MYR planta de implantação 1:1200

MYR

planta de implantação 1:1200

circundante. BL0CKMARK BJÖRKSKOG BJÖRKSKOG FJÄLLHED FUKTMARK FJÄLLHED 3050 MYR planta de implantação 1:1200
circundante. BL0CKMARK BJÖRKSKOG BJÖRKSKOG FJÄLLHED FUKTMARK FJÄLLHED 3050 MYR planta de implantação 1:1200
circundante. BL0CKMARK BJÖRKSKOG BJÖRKSKOG FJÄLLHED FUKTMARK FJÄLLHED 3050 MYR planta de implantação 1:1200
vista do foyer: contacto visual com o parlamento Na distribuição interior, o programa é organizado

vista do foyer: contacto visual com o parlamento

Na distribuição interior, o programa é organizado em meios-pisos de modo a garantir o contacto visual entre eles, sugerindo uma forte continuidade espacial. As áreas públicas encontram-se no topo do edifício, com uma vista privilegiada de Kiruna e das montanhas circundantes. Assim, o foyer e a entrada principal do edifício situam-se no 7º piso. No piso térreo, em conexão com a plataforma exterior, encontra-se o acesso ao edifício assim como um jardim interior protegido. É este jardim que confere sustentabilidade à arquitectura, uma vez que a flora nele existente é capaz de renovar e purificar o ar, ao mesmo tempo que cria um micro-clima temperado contrastante com o longo e ríspido inverno de Kiruna.

e purificar o ar, ao mesmo tempo que cria um micro-clima temperado contrastante com o longo
1. Os espaços públicos estão localizados no topo do edifício, oferecendo uma vista privilegiada sobre
1. Os espaços públicos estão localizados no topo do edifício, oferecendo uma vista privilegiada sobre
1. Os espaços públicos estão localizados no topo do edifício, oferecendo uma vista privilegiada sobre
1. Os espaços públicos estão localizados no topo do edifício, oferecendo uma vista privilegiada sobre

1. Os espaços públicos estão localizados no topo do edifício, oferecendo uma vista privilegiada sobre Kiruna e sobre a sua paisagem gelada;

2. O centro: A entrada localiza-se no piso central do edifício e está conectada com os restantes espaços. A partir da recepção existe um contacto visual com a assembleia parlamentar (meio-piso acima) e com a sala de exposições (meio-piso abaixo);

3. As proporções da assembleia parlamentar estabelecem as dimensões de todo o

edifício assim como a sua secção tipo em meios-pisos;

4. Como o programa é organizado verticalmente, liberta-se uma enorme quantidade

de espaços não-construídos, criando um grande parque voltado para sul e com vista para Kiruna e para a paisagem envolvente;

5. Iluminação: o edifício é um “céu estrelado” que se prolonga até ao parque;

6. O ar é filtrado e aquecido através do jardim interior do piso térreo, a partir

do qual é distribuído para os restantes pisos. O ar limpo entra através de uma ventilação amplificada;

a partir do qual é distribuído para os restantes pisos. O ar limpo entra através de
a partir do qual é distribuído para os restantes pisos. O ar limpo entra através de
a partir do qual é distribuído para os restantes pisos. O ar limpo entra através de
a partir do qual é distribuído para os restantes pisos. O ar limpo entra através de
a partir do qual é distribuído para os restantes pisos. O ar limpo entra através de
a partir do qual é distribuído para os restantes pisos. O ar limpo entra através de
VESTIÁRIO +34.50 FOYER +33.00 FOYER RECEPÇÃO LOJA PISO 7 1.200 ARRUMOS +27.00 +28.50 SALA EXPOSITIVA
VESTIÁRIO
+34.50
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RECEPÇÃO
LOJA
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ARRUMOS
+27.00
+28.50
SALA
EXPOSITIVA
PISO 6
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VESTIÁRIO CAFÉ 48.00 TERRAÇO PISO 11 1.200 VESTIÁRIO +37.50 PARLAMENTO +39.00 PISO 8 1.200
VESTIÁRIO
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48.00
TERRAÇO
PISO 11
1.200
VESTIÁRIO
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PISO 8
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+52.00 +51.00 CAFÉ CAFÉ 11 +48.00 10 SALAS DE REUNIÃO SALAS DE REUNIÃO +45.00 GALERIAS
+52.00
+51.00
CAFÉ
CAFÉ
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+48.00
10
SALAS DE REUNIÃO
SALAS DE REUNIÃO
+45.00
GALERIAS
+42.00
9
+39.00
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PARLAMENTO
RECEPÇÃO
FOYER
+33.00
7
LOJA
FOYER
ESPAÇO EXPOSITIVO
+28.50
6
SALA DE VÍDEO
+22.50
5
BIBLIOTECA
SALA DE LEITURA
GABINETES
+18.00
4
+15.00
3
GABINETES
+10.50
2
GABINETES
SAUNA
VILRUM
+7.50
1
GABINETES
GINÁSIO
ENTRADA
CORTE A-A
1: 300
GABINETES +10.50 2 GABINETES SAUNA VILRUM +7.50 1 GABINETES GINÁSIO ENTRADA CORTE A-A 1: 300 FACHADA

FACHADA

1: 300

vista do parlamento, com Kiruna como cenário e diferntes níveis de galerias na fachada Toda
vista do parlamento, com Kiruna como cenário e diferntes níveis de galerias na fachada Toda

vista do parlamento, com Kiruna como cenário e diferntes níveis de galerias na fachada

Toda a estrutura da torre é em madeira de modo a enfatizar a tradicional e intensa ligação dos Samis à

SEKTIONSUTSNITT Natureza. A fachada é constituída pela estrutura triangular em madeira que ajuda a estabilizar o edifício e que, ao mesmo tempo, confere o mesmo carácter quer no exterior quer no interior da torre. Os painéis de

1: 100

madeira da fachada apresentam diferentes padrões baseados na estética abstracta do artesanato Sami.

_ área total de implantação 2968m2 área construída 849,8m2 p r o g r a
_ área total de implantação 2968m2 área construída 849,8m2 p r o g r a

_

área total de implantação

2968m2

área construída

849,8m2

programa

Casa de Chá: 49,6m2 Arquivo: 16,8m2 Biblioteca: 57,8m2 Espaço expositivo: 257,8m2 Administração: 159,8m2

_

Total = 541,8m2

CENTRO CULTURAL JAPONÊS . ESTOCOLMO . SUÉCIA

CENTRO CULTURAL JAPONÊS . ESTOCOLMO . SUÉCIA

vista geral da proposta Torre (símbolo religioso) C a s a d e C h

vista geral da proposta

vista geral da proposta Torre (símbolo religioso) C a s a d e C h á
vista geral da proposta Torre (símbolo religioso) C a s a d e C h á
vista geral da proposta Torre (símbolo religioso) C a s a d e C h á
vista geral da proposta Torre (símbolo religioso) C a s a d e C h á
vista geral da proposta Torre (símbolo religioso) C a s a d e C h á

Torre (símbolo religioso)

vista geral da proposta Torre (símbolo religioso) C a s a d e C h á

Casa de Chá (katsura palace)

Muro de protecção que contorna todo o complexo

Pátio Interior (jardim das pedras)

planta de implantação (Escola de Arquitectura da KTH) (RE)INTERPRETAÇÃO CONTEMPORÂNEA DA TRADIÇÃO JAPONESA O

planta de implantação (Escola de Arquitectura da KTH)

planta de implantação (Escola de Arquitectura da KTH) (RE)INTERPRETAÇÃO CONTEMPORÂNEA DA TRADIÇÃO JAPONESA O

(RE)INTERPRETAÇÃO CONTEMPORÂNEA DA TRADIÇÃO JAPONESA

O projecto resulta, numa primeira análise, do diálogo entre espaços introspectivos, calmos e diversificados (que vivem dos espaços exteriores que com eles comunicam) e a sua

abertura à cidade, convidando à apropriação e utilização públicas. Depois, uma nova Dinâmica interior muda a relação entre utilizador e arquitectura, quer através da tensão entre edificado e paisagem, quer entre os diferentes edifícios entre si. A rigidez da composição modular japonesa é enfatizada pela interferência de elementos em diagonal.

A área total do projecto é limitada por muros periféricos em madeira, em continuidade com a tradição arquitectónica japonesa, conferindo à totalidade do complexo um sentido de interioridade calma, como se de uma fortificação dum palácio do séc.XVI se tratasse. Em contraponto, paredes de betão armado rompem dinamicamente estes limites, seccionando os primeiros muros em entradas e dividindo o lugar em 4 espaços distintos. No centro da forma triangular do terreno encontra-se o maior de todos os espaços. Como o “coração” de todo o complexo, é aqui que se implanta o maior e principal edifício assim como o principal pátio, sendo pois o centro de toda a composição.

alçado a _ 1:500 alçado b _ 1:500 alçado c _ 1:500 corte A 1:500
alçado a _ 1:500
alçado b _ 1:500
alçado c _ 1:500
corte A 1:500

corte B 1:500

O tratamento das continuidades e das diferenças de altu-

ras das coberturas é essencial para compreensão da lógica que sustenta a organização do programa. Assim sendo, considerando o edifício principal, e mesmo assumindo-se claramente como uma só unidade, pode facilmente perce- ber-se de que é feito de momentos distintos e que possui

a sua própria hierarquia. Por outro lado, a localização e o tratamento das entradas é também uma óbvia expressão desta diferenciação. Os escritórios administrativos e o espaço de recepção/ entrada formam, claramente, um grupo, mesmo sendo o menos notório em termos de representatividade urbana. Mesmo que a cobertura deste núcleo se prolongue até ao espaço expositivo pequeno, este encontra-se isolado, uma

vez que um espaço vazio de entrada interrompe a dita continuidade. O outro grupo, com 4m de cércea, é composto pelas áreas públicas de maior escala (auditório, espaço expositivo, cafetaria). A galeria, com 3m de altura, é o elemento de conexão entre os dois grupos anteriormente referidos. A sua função é flexível, assumindo-se mais como um corredor expositivo em relação directa e privilegiada com o pátio principal, do que como um acesso horizontal.

A biblioteca, o espaço mais isolado do edifício (em óbvia

coerência com a sua utilização) partilha a mesma altura do que a galeria, surgindo como o seu remate final. Mesmo com alturas distintas, todo o edifício partilha a mesma plataforma de piso. Varandas exteriores limitam todas as áreas do edifício, aproximando o interior da envolvente exterior ou da intimidade “zen” do pátio in-

terior. No que se refere aos restantes dois edifícios, a Casa de Chá, uma reminiscência programática da tradição japonesa, funciona como um espaço introspectivo e calmo, num dia- logo ainda mais próximo com a natureza exterior. O único elemento vertical do complexo, expressão ou marco urbano do Centro Cultural Japonês, alberga um arquivo de docu- mentos e livros da cultura japonesa. Todo o programa é, mesmo que se encontre dividido em grupos, flexível, aberto a inúmeras apropriações, sendo que cada parte poderá ser vivida independentemente das

restantes

recepção gabinetes cafetaria auditório wc distribição do programa _ 1:1000
recepção
gabinetes
cafetaria
auditório
wc
distribição do programa _ 1:1000

planta do primeiro piso _ 1:500

p r i m e i r o p i s o _ 1 : 5

corredor

m e i r o p i s o _ 1 : 5 0 0 corredor
m e i r o p i s o _ 1 : 5 0 0 corredor

arquivo

sala de reuniões

o _ 1 : 5 0 0 corredor arquivo sala de reuniões galeria e. expositivo biblioteca

galeria

e. expositivo

biblioteca

Casa de Chá

de reuniões galeria e. expositivo biblioteca Casa de Chá varandins exteriores cobertos e entradas 1:1000 m

varandins exteriores cobertos e entradas 1:1000

Casa de Chá varandins exteriores cobertos e entradas 1:1000 m é t r i c a

métrica e elementos da arq japonesa

influência da modulação espacial japonesa
influência da modulação espacial japonesa
_ área total de implantação 7394m2 área construída 2241,5m2 programa _ hotel: 6542m2 centro de
_ área total de implantação 7394m2 área construída 2241,5m2 programa _ hotel: 6542m2 centro de

_

área total de implantação

7394m2

área construída

2241,5m2

programa

_

hotel: 6542m2 centro de congressos: 1853m2 estacionamento: 8897m2

total : 17292m2

HOTEL E CENTRO DE CONGRESSOS . PORTO . PORTUGAL

HOTEL E CENTRO DE CONGRESSOS . PORTO . PORTUGAL

integração urbana: valorização da Torre dos Clérigos e do espaço público planta de implantação 1:2000
integração urbana: valorização da Torre dos Clérigos e do espaço público planta de implantação 1:2000

integração urbana: valorização da Torre dos Clérigos e do espaço público

valorização da Torre dos Clérigos e do espaço público planta de implantação 1:2000 o maior marco

NOVAS INTERACÇÕES PARA UM CONTEXTO URBANO HISTÓRICO

O projecto localiza-se numa área de enorme peso monumental e histórico: pela sua forma, escala e significado, estabelece uma posição de compromisso com a envolvente, no sentido da sua revitalização.

A geometria do volume torna-se orgânica para enfatizar as relações com o edificado, acelerando os pontos de vista das ruas envolventes e conectando diferentes contextos

urbanos. A sua implantação no terreno advém da intenção de recuperar a presença de construção em frente à fachada lateral da Igreja dos Clérigos, tal como acontecia no tempo

da sua construção, recuperando o significado urbano que terá justificado a sua composição arquitectónica. Ao mesmo tempo, esta implantação isola, reinforçando, a presença ur- bana da Torre.

O espaço público proposto estabelece uma forte continuidade com os restantes espaços do mesmo tipo da envolvente, que se relacionam também entre eles segundo uma ligação

sequencial. Este novo espaço assume-se, pois, como remate final desta sequência: seguindo a topografia das ruas que o limitam, a entrada do hotel torna-se um limite natural. O centro de congressos surge camuflado por esta topografia, associando-se directamente à dita plataforma pública e, simultaneamente, em relação franca com o hotel.

topografia, associando-se directamente à dita plataforma pública e, simultaneamente, em relação franca com o hotel.

Programa:

quartos acessos recepção + espera restaurante bar técnicas
quartos
acessos
recepção + espera
restaurante
bar
técnicas

corte C 1:500

+ espera restaurante bar técnicas corte C 1:500 congresso estacionamento corte D 1:500 O centro de

congresso

estacionamentoespera restaurante bar técnicas corte C 1:500 congresso corte D 1:500 O centro de congressos nasce

bar técnicas corte C 1:500 congresso estacionamento corte D 1:500 O centro de congressos nasce da
bar técnicas corte C 1:500 congresso estacionamento corte D 1:500 O centro de congressos nasce da

corte D 1:500

O centro de congressos nasce da estabilização do nível da plataforma pública, segundo a intenção de criar espaços exteriores a ele associados e assim, tornando-o, assim, mais apelativo ao uso colectivo. Por outro lado, a pendente da plataforma indica as direcções das entradas do hotel e do centro de congressos, ao mesmo tempo que reinforça as relações de complementaridade entre os dois equipamentos.

corte E 1:500
cota 80,6 - entrada do hotel e entrada do centro de congressos - e parcela
piso tipo - quartos de hotel - e parcela da cota 82,6 - restaurante suspenso
estrutura em perfis massivos de aço formando núcleos centrais section C 1:400 De modo a
estrutura em perfis massivos de aço formando núcleos centrais section C 1:400 De modo a
estrutura em perfis massivos de aço formando núcleos centrais section C 1:400 De modo a
estrutura em perfis massivos de aço formando núcleos centrais section C 1:400 De modo a

estrutura em perfis massivos de aço formando núcleos centrais

section C 1:400

massivos de aço formando núcleos centrais section C 1:400 De modo a tornar o volume principal

De modo a tornar o volume principal mais leve, a permitir a ilumina- ção natural no seu interior (acesso aos quartos) e para desbloquear a plataforma para um uso público mais extensivo, o número e a área dos apoios estruturais é reduzida ao mínimo, a certos elementos pontuais. Para conseguir este objectivo, definiu-se uma rede massiva de perfis em aço. Elementos diagonais são somados a esta estrutura porticada base, fortalecendo-a e aumentando assim o vão livre.

corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30
corte construtivo 1:30

_

HABITAÇÃO

MULTIFAMILIAR

_

_ área total de implantação 2 526 m2 área construída 2 303 m2 p r
_ área total de implantação 2 526 m2 área construída 2 303 m2 p r

_

área total de implantação

2 526 m2

área construída

2 303 m2

programa

habitação: 13 178 m2 galeria de arte: 454 m2 equip. lazer: 222 m2 estacionamento: 153 m2

_

Total = 18 835 m2

AteliersJean Nouvel

10, cité d'Angoulême

T

http://www.jeannouvel.com

83

(33)

1

49

23

83

75011 Paris - France

F

email: ajn01@jeannouvel.fr

10

(33)

1

43

14

81

- France F email: ajn01@jeannouvel.fr 10 (33) 1 43 14 81 CHELSEA 21st . HABITAÇÃO PARA

UMA LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA JUNTO AO PORTO DE CHELSEA, EM MANHATTAN

PRIVILEGIADA JUNTO AO PORTO DE CHELSEA, EM MANHATTAN vista sobre Manhattan e New Jersey IAC building:

vista sobre Manhattan e New Jersey

DE CHELSEA, EM MANHATTAN vista sobre Manhattan e New Jersey IAC building: F. Gehry vista sobre

IAC building: F. Gehry

EM MANHATTAN vista sobre Manhattan e New Jersey IAC building: F. Gehry vista sobre o porto
EM MANHATTAN vista sobre Manhattan e New Jersey IAC building: F. Gehry vista sobre o porto
EM MANHATTAN vista sobre Manhattan e New Jersey IAC building: F. Gehry vista sobre o porto
EM MANHATTAN vista sobre Manhattan e New Jersey IAC building: F. Gehry vista sobre o porto

vista sobre o porto de Chelsea

Chelsea 1: J. Nouvel

O PROJECTO APROPRIA UMA PRÉ-EXISTÊNCIA, DIFERENCIANDO O NOVO DO ANTIGO

UMA PRÉ-EXISTÊNCIA, DIFERENCIANDO O NOVO DO ANTIGO alçado poente _ 11tth Avenue O projecto consiste na
UMA PRÉ-EXISTÊNCIA, DIFERENCIANDO O NOVO DO ANTIGO alçado poente _ 11tth Avenue O projecto consiste na

alçado poente _ 11tth Avenue

O projecto consiste na apropriação duma pré-existência – um antigo edifício de 4 pisos em tijolo – à qual se sobrepõe uma nova construção – torre com um sistema abstracto de fachada em painéis de rede em inox. O objectivo é, antes de mais, diferenciar o novo do antigo. Assim, a torre destaca-se da base existente e assume uma linguagem distinta. Entre os dois volumes existe um espaço exterior. Esta diferenciação tipológica é reforçada ainda pela inclusão de vegetação neste espaço intersticial. Para além disso, a torre implanta- se em rotação face à direcção apontada pelo edifício em cunhal a recuperar.

sistema de fachada: painéis que se sobrepõem rarefazendo e filtrando, com maior ou menor inensidade,

A ESTRUTURA REDUZ OS PONTOS DE CONTACTO DA TORRE COM A PRÉ-EXISTÊNCIA

A ESTRUTURA REDUZ OS PONTOS DE CONTACTO DA TORRE COM A PRÉ-EXISTÊNCIA

HABITAÇÕES PARA ARTISTAS: ESPAÇO FLEXÍVEL QUE SERVE A PRODUÇÃO ARTÍSTICA

HABITAÇÕES PARA ARTISTAS: ESPAÇO FLEXÍVEL QUE SERVE A PRODUÇÃO ARTÍSTICA

HABITAÇÕES NUM SÓ PISO: DIVERSAS TIPOLOGIAS PARA DIFERENTES APROPRIAÇÕES

SÓ PISO: DIVERSAS TIPOLOGIAS PARA DIFERENTES APROPRIAÇÕES Enquanto que as casas/ateliers para artistas se localizam no
SÓ PISO: DIVERSAS TIPOLOGIAS PARA DIFERENTES APROPRIAÇÕES Enquanto que as casas/ateliers para artistas se localizam no
SÓ PISO: DIVERSAS TIPOLOGIAS PARA DIFERENTES APROPRIAÇÕES Enquanto que as casas/ateliers para artistas se localizam no
SÓ PISO: DIVERSAS TIPOLOGIAS PARA DIFERENTES APROPRIAÇÕES Enquanto que as casas/ateliers para artistas se localizam no
SÓ PISO: DIVERSAS TIPOLOGIAS PARA DIFERENTES APROPRIAÇÕES Enquanto que as casas/ateliers para artistas se localizam no

Enquanto que as casas/ateliers para artistas se localizam no edifício pré-existente, a torre aloja diferentes tipos de habitantes e, consequentemente, formas de habitar distintas. Assim, para as habitações que se desenvolvem num só piso, são propostas diversas tipologias. Uma, um só loft que se estende por todo o piso, possui espaços exteriores privados que dividem as zona sociais da zonas mais intimistas. Outros pisos são divididos em quatro apartamentos, sendo que as zonas sociais são implantadas em pontos privilegiados, possuindo na maioria dos casos mais do que uma frente.

HABITAÇÕES PARA COLECCIONADORES: A CASA ENQUANTO ESPAÇO EXPOSITIVO

HABITAÇÕES PARA COLECCIONADORES: A CASA ENQUANTO ESPAÇO EXPOSITIVO
Os apartamentos para coleccionadores partem do conceito de casa enquanto espaço expositivo. Sendo que, para
Os apartamentos para coleccionadores partem do conceito de casa enquanto espaço expositivo. Sendo que, para
Os apartamentos para coleccionadores partem do conceito de casa enquanto espaço expositivo. Sendo que, para
Os apartamentos para coleccionadores partem do conceito de casa enquanto espaço expositivo. Sendo que, para
Os apartamentos para coleccionadores partem do conceito de casa enquanto espaço expositivo. Sendo
que, para expor arte, são necessários pés-direitos altos, a habitação distribui-se em dois pisos nos
quais o espaço é contínuo e em permanente comunicação. Deste modo, estende-se a contemplação
artísticas a todos os espaço de uso domestico, ao mesmo tempo que se permite a visualização das obras
a partir de inúmeros pontos de vista e a diferentes níveis. Também aqui, são as zonas sociais ocupam
os lugares mais aprazíveis.
_ área total de implantação (1 casa) 126,75m2 área construída (1 casa) 58,4m2 p r
_ área total de implantação (1 casa) 126,75m2 área construída (1 casa) 58,4m2 p r

_

área total de implantação (1 casa) 126,75m2

área construída (1 casa)

58,4m2

programa

_

sala de jantar: 8m2 wc: (2,2 +2,6) 4,8m2 cozinha : 6,2m2 sala de estar: 22,3m2 quartos: (4,6+2,9+10,2) 17,7m2 acessos: 11m2 arrumos: 6,6m2 garagem: 26m2

Total = 102,6m2

Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se
Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se

Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden

t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se

t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se HABITAÇÕES UNIFAMILIARES GEMINADAS TORROX COSTA . MÁLAGA

HABITAÇÕES UNIFAMILIARES GEMINADAS TORROX COSTA . MÁLAGA . ESPANHA

vista axonométrica de Sul perspectiva de Sul vista do terraço na cobertura corte pelo terreno

vista axonométrica de Sul

vista axonométrica de Sul perspectiva de Sul vista do terraço na cobertura corte pelo terreno 1:1500

perspectiva de Sul

vista axonométrica de Sul perspectiva de Sul vista do terraço na cobertura corte pelo terreno 1:1500

vista do terraço na cobertura

vista axonométrica de Sul perspectiva de Sul vista do terraço na cobertura corte pelo terreno 1:1500
18.00 17.00 16.00 15.00 14.00 13.00 12.00 11.00 10.00 9.00 8.00 7.00 6.00 5.00
18.00
17.00
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11.00
10.00
9.00
8.00
7.00
6.00
5.00

planta de implantação 1:2000

9.00 8.00 7.00 6.00 5.00 planta de implantação 1:2000 planta de conjunto 1:800 vista do jardim

planta de conjunto 1:800

5.00 planta de implantação 1:2000 planta de conjunto 1:800 vista do jardim da fachada da frente

vista do jardim da fachada da frente (entrada)

O dispositivo sugere uma habitação expressiva onde a vista para o mar é o elemento principal. O ritmo dos espaços interiores e exteriores que se sucedem faz de toda a casa um grande espaço de estar. A variedade de espaços exteriores - jardim em sombra, pátio habitável e terraço solarengo -, maximizam o uso de cada parcela ao estender a construção no terreno. O objectivo é habitar a totalidade do lote ao integrar e fazer comunicar espaços interiores e exteriores. A ideia é criar uma casa que se posso adaptar a diferentes estilos de vida – famílias com crianças que precisam de vários quartos com a possibilidade de fechar os espaços, casais com uma vida social intensa que necessitam de espaços abertos e terraços para eventos, etc. Qualquer que seja o tipo de apropriação, está presente no habitar um sentimento de privacidade, uma vez que a arquitectura consegue compatibilizar o completo resguardo do interior da habitação com o aproveitamento máximo da vista para o mar e com o habitar de espaços exteriores variados.

A Casa

O acesso à casa é feito a partir da rua, através de um pequeno jardim na frente da habitação. Avançando até ao seu interior, encontra-se uma cozinha/passagem. À

direita é a zona de comer. Há um pátio no centro da casa que separa a zona de comer da sala de estar. Em frente

à

sala de estar existe um terraço com vista para o mar.

O

terraço é coberto por uma pérgola em projecção na

fachada sul. É possível abrir e conectar todos os espaços

deste piso térreo. Este nível pode, então, ser apropriado como um só grande espaço. No piso superior distribuem-se 3 quartos e 1 wc. Há tam- bém terraços que correspondem às coberturas da zona de comer e da sala de estar. O quarto principal situa-se na extremidade suspensa deste volume e tem vista para

o mar. Junto ao wc acede-se a um solário com a mesma

vista para o mar e com total privacidade. Privilegiando a flexibilidade, é possível acoplar um dos quartos e o wc ao quarto principal tornando-o num só quarto maior. Há ainda outro quarto de carácter mais privado que se volta para a rua e ao qual se encontra associado um segundo terraço.

A garagem e a entrada comunicam por uma escada até ao

piso superior. Subindo da garagem, a primeira vista será

a do mar.

COZINHA JARDIM FRENTE wc GARAGEM QUARTO COMER TERRAÇO PATIO PISO -1 wc SALA QUARTO TERRAÇO
COZINHA
JARDIM FRENTE
wc
GARAGEM
QUARTO
COMER
TERRAÇO
PATIO
PISO -1
wc
SALA
QUARTO
TERRAÇO
QUARTO
PÉRGOLA
PISO 1
PISO 0
ARRUMOS
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150
corte 1:150 corte 1:150

corte 1:150

corte 1:150 corte 1:150
_ área total de implantação 17400 m2 área construída 4153 m2 programa chabitação sénior: 2090
_ área total de implantação 17400 m2 área construída 4153 m2 programa chabitação sénior: 2090

_

área total de implantação

17400 m2

área construída

4153 m2

programa

chabitação sénior: 2090 m2 igreja: 377 m2 jarim de infância: 820 m2 fisioterapia: 549 m2 hospital: 2054 m2 cafetaria: 144 m2 restaurante: 214 m2 cais de embarque: 700 m2

_

Total = 6948 m2

HABITAÇÃO SÉNIOR E SERVIÇOS SOCIAIS . BREDANG . ESTOCOLMO . SUÉCIA

HABITAÇÃO SÉNIOR E SERVIÇOS SOCIAIS . BREDANG . ESTOCOLMO . SUÉCIA

O projecto é uma expressão de consolidação urbana e um ambiente aberto à interacção social
O projecto é uma expressão de consolidação urbana e um ambiente aberto à interacção social

O

projecto é uma expressão de consolidação urbana

e

um ambiente aberto à interacção social

urbana e um ambiente aberto à interacção social As plataformas superiores convidam à interacção entre as

As plataformas superiores convidam à interacção entre as novas comunidades e as pré-existentes .

entre as novas comunidades e as pré-existentes . Os equipamentos implantados junto à frente de mar
entre as novas comunidades e as pré-existentes . Os equipamentos implantados junto à frente de mar

UMA MEGAESTRUTURA DE INTEGRAÇÃO URBANA E SOCIAL

O contexto urbano caracteriza-se por uma grande diferença urbana e por um diálogo deficiente entre bredäng - de planeamento e arquitectura modernistas - e mälarhöjden -

composto por habitações unifamiliares dispersas e implantadas sem plano prévio.

O presente projecto baseia-se, contudo, em ambas as realidades, fazendo-as comunicar numa consolidação urbana global, cosendo os tecidos urbanos distintos. Por outro lado, pretende trazer-se também uma nova interacção funcional entre estas duas realidades sociais através de equipamentos que aproximam as duas comunidades. Este projecto é também a materialização duma posição social, a de que as pessoas idosas não devem ser excluídas da sociedade mas, pelo contrário, devem ser uma parte activa dela. Esta proposta assume-se, pois, como uma plataforma interactiva onde espaços de uso público contactam com espaços de habitação sénior. Tendo em conta que o sítio é uma área verde protegida, a estrutura organiza o espaço numa expressão clara dos limites entre natureza e edificado. A presente construção respeita as características topográficas originais mantendo-as intactas em maior parte da sua extensão de construído, elevando-se do solo, sendo que as únicas excepções são as áreas de uso público, em contacto directo com a frente de mar.

as áreas de uso público, em contacto directo com a frente de mar. fotomontagem vista de

fotomontagem

as áreas de uso público, em contacto directo com a frente de mar. fotomontagem vista de

vista de brëdang

as áreas de uso público, em contacto directo com a frente de mar. fotomontagem vista de

vista de mälarhöjden

Programa diversificado para uma interacção dinâmica entre espaços públicos e privados:

cais de embarqueinteracção dinâmica entre espaços públicos e privados: restaurante igreja plataforma pública centro comunitário e

restauranteentre espaços públicos e privados: cais de embarque igreja plataforma pública centro comunitário e creche

espaços públicos e privados: cais de embarque restaurante igreja plataforma pública centro comunitário e creche
espaços públicos e privados: cais de embarque restaurante igreja plataforma pública centro comunitário e creche

igreja

plataforma pública

centro comunitário e creche

igreja plataforma pública centro comunitário e creche plataforma de uso colectivo habitação sénior

plataforma de uso colectivo

habitação sénior

ginásio/fisioterapiae creche plataforma de uso colectivo habitação sénior hospital cafetaria primeiro piso +7,5m segundo piso +10m

hospital

colectivo habitação sénior ginásio/fisioterapia hospital cafetaria primeiro piso +7,5m segundo piso +10m terceiro

cafetaria

habitação sénior ginásio/fisioterapia hospital cafetaria primeiro piso +7,5m segundo piso +10m terceiro piso +15m
habitação sénior ginásio/fisioterapia hospital cafetaria primeiro piso +7,5m segundo piso +10m terceiro piso +15m

primeiro piso +7,5m

segundo piso +10m

terceiro piso +15m

quarto piso +20m

quinto piso +25m

sexto piso +30m

sétimo piso +35m

oitavo piso +40m

fachada voltada para o mar (norte) 1:1500

corte A 1:1500

corte C _fachada este 1:1500

sala de convívio bar gabinete médico administração sala de estar + cozinha funicular planta do
sala de convívio
bar
gabinete médico
administração
sala de estar
+ cozinha
funicular
planta do sexto piso - habitação sénior

entrada para o complexo habitacional

ginásio + fisioterapia

1:400

piso - habitação sénior entrada para o complexo habitacional ginásio + fisioterapia 1:400 corte transversal D

O principal objectivo social do projecto é criar um ambiente de

interacção entre os idosos da habitação sénior e o resto da so- ciedade de várias gerações, compatibilizando-o com um ambiente habitacional calmo e de contacto privilegiado com a natureza envolvente. Para tal, todos os pisos de habitação sénior estão conectados por um funicular à plataforma superior, piso onde se encontram os equipamentos sociais – igreja, creche e centro comunitário. Por outro lado, cada unidade/piso de habitação é independente e é composto por quartos individuais com wc, espa- ços de convívio assim como assistência médica permanente, num conjunto programático que pretende dar o máximo de liberdade e

de sentido de “casa” aos utilizadores. As plataformas horizontais permitem aos idosos percorrerem confortavelmente o exterior ao mesmo tempo que enfatiza a horizontalidade da vista sobre

o mar. O projecto permite também albergar idosos de diferentes

idades e em diversos estados de saúde. Para tal, foi necessário diversificar ao máximo o programa, abrangendo até uma estru- tura hospitalar. A desmistificação do papel social dos idosos é estimulada pela inclusão de equipamentos públicos – restaurante,

cafetaria, etc – estimulando o contacto exterior.

cafetaria, etc – estimulando o contacto exterior. zoom do corte A 1:400 habitação: circulação com vista
cafetaria, etc – estimulando o contacto exterior. zoom do corte A 1:400 habitação: circulação com vista

zoom do corte A 1:400 habitação: circulação com vista para o mar, e quartos voltados a sul, ao nível das copas das árvores

corte A 1:400 habitação: circulação com vista para o mar, e quartos voltados a sul, ao
zoom do corte A 1:400 Habitação sénior, hospital e equipamentos de lazer. O hospital volta-se
zoom do corte A 1:400
Habitação sénior, hospital e equipamentos de lazer. O hospital volta-se para um pátio interior.
cais de
embarque
sala de
restaurante
cafetaria
recepção
espera
hospital
adminis-
tração
gabinete médico
igreja _ 8º piso 1:400 c.comunitário _ 7º piso 1:400
igreja _ 8º piso 1:400
c.comunitário _ 7º piso 1:400
_ área total de implantação 24295 m2 área construída 10515 m2 programa habitação: 32715 m2
_ área total de implantação 24295 m2 área construída 10515 m2 programa habitação: 32715 m2

_

área total de implantação

24295 m2

área construída

10515 m2

programa

habitação: 32715 m2 lojas: 5390 m2 escritórios: 1275 m2

 

total : 39380 m2

_

HIGH-COLECTIVE / LOW-UNIFAMILIAR . HABITAÇÃO . PORTO . PORTUGAL

HIGH-COLECTIVE / LOW-UNIFAMILIAR . HABITAÇÃO . PORTO . PORTUGAL

Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”
Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”

Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente

Exemplos de habitação “high-colective” da envolvente tipologias de habitação: “high-colective”

tipologias de habitação:

da envolvente tipologias de habitação: “high-colective” “low-unifamiliar” Exemplos de

“high-colective”

envolvente tipologias de habitação: “high-colective” “low-unifamiliar” Exemplos de habitação

“low-unifamiliar”da envolvente tipologias de habitação: “high-colective” Exemplos de habitação “low-unifamiliar” da envolvente

de habitação: “high-colective” “low-unifamiliar” Exemplos de habitação “low-unifamiliar” da envolvente
de habitação: “high-colective” “low-unifamiliar” Exemplos de habitação “low-unifamiliar” da envolvente
de habitação: “high-colective” “low-unifamiliar” Exemplos de habitação “low-unifamiliar” da envolvente

Exemplos de habitação “low-unifamiliar” da envolvente

FORMA URBANA: UMA (RE)CRIAÇÃO DO LUGAR O projecto localiza-se num ambiente urbano em constante mutação. Artérias de grande escala rompem o esquema urbano tradicional de cariz medieval do Porto, enquanto edifícios de habitação colectiva, autistas aos princípios urbanos da envolvente, apropriam uma superfície cada vez maior. Em contraponto, este projecto continua a basear-se no conceito de quarteirão portuense. A rua permanece enquanto elemento estrutural da proposta e a construção continua a limitar-se aos limites do quarteirão, dinamizando porém o seu interior, evoluindo para

a coexistência de espaços exteriores privados e de espaços de uso

colectivo e público. A inclusão de grandes espaços verdes condensam

a ambição de abrir o interior do quarteirão à cidade. A cadência

métrica do lote portuense mantém-se. A aparente independência de cada módulo esconde uma grande complexidade tipológica. Este ritmo urbano é quebrado pelos vazios dos acessos ao interior do quarteirão, enfatizados pela morfologia “deslizante” dos edifícios maiores.

pela morfologia “deslizante” dos edifícios maiores. planta de implantação 1:4000 fachada da rua de Egas Moniz
pela morfologia “deslizante” dos edifícios maiores. planta de implantação 1:4000 fachada da rua de Egas Moniz

planta de implantação 1:4000

fachada da rua de Egas Moniz 1:500

de implantação 1:4000 fachada da rua de Egas Moniz 1:500 corte lomgitudinal: esquema global imagem global

corte lomgitudinal: esquema global

rua de Egas Moniz 1:500 corte lomgitudinal: esquema global imagem global do conjunto: diálogo entre duas

imagem global do conjunto: diálogo entre duas escalas urbanas

planta do 1º piso
planta do 1º piso
planta do 1º piso planta do 2º piso planta do 3º piso planta do 4º piso

planta do 2º piso

planta do 1º piso planta do 2º piso planta do 3º piso planta do 4º piso

planta do 3º piso

planta do 1º piso planta do 2º piso planta do 3º piso planta do 4º piso

planta do 4º piso

Distribuição tipológica 1:500:

Distribuição tipológica 1:500: loja habitação T1 habitação T2 habitação T3 habitação T4 LOW-UNIFAMILIAR O

loja

Distribuição tipológica 1:500: loja habitação T1 habitação T2 habitação T3 habitação T4 LOW-UNIFAMILIAR O

habitação T1

Distribuição tipológica 1:500: loja habitação T1 habitação T2 habitação T3 habitação T4 LOW-UNIFAMILIAR O

habitação T2

tipológica 1:500: loja habitação T1 habitação T2 habitação T3 habitação T4 LOW-UNIFAMILIAR O esquema de

habitação T3

1:500: loja habitação T1 habitação T2 habitação T3 habitação T4 LOW-UNIFAMILIAR O esquema de distribuição

habitação T4

habitação T1 habitação T2 habitação T3 habitação T4 LOW-UNIFAMILIAR O esquema de distribuição dos edifícios
habitação T1 habitação T2 habitação T3 habitação T4 LOW-UNIFAMILIAR O esquema de distribuição dos edifícios

LOW-UNIFAMILIAR

O esquema de distribuição dos edifícios “low-

unifamiliar” maximiza o sentido de autonomia de cada fogo, numa re-interpretação da tipologia de “casa geminada”. A disposição interior adapta-se à pendente da rua, ao mesmo tempo que quebra a

métrica aparente de lote, visto que cada habitação

se estende por mais do que uma parcela.

Os acessos às habitações são independentes

e directos a partir da rua ou do interior do

quarteirão, tal como acontece na maioria das habitações tradicionais da envolvente. Cada unidade habitacional é composta por três módulos – quartos, sala e cozinha – sendo os dois últimos semelhantes nas diferentes tipologias. O

tipo e a forma do elemento de conexão entre os

três módulos muda consoante as especificidades

de cada caso.

Reforçando o sentido de interpretação da pré- existência, todas as habitações possuem um espaço exterior privado – terraço ou pátio – tal como acontece na típica Casa do Porto.

p l a n t a d o 1 º p i s o planta

planta do 1º piso

p l a n t a d o 1 º p i s o planta do

planta do 2º piso

planta do 3º piso

º p i s o planta do 2º piso p l a n t a d

planta do 4º piso

planta do 5º piso

Distribuição tipológica 1:500:

loja habitação T2 habitação T3 habitação T4 acesses habitação T1 HIGH-COLECTIVE O potencial da tipologia
loja
habitação T2
habitação T3
habitação T4
acesses
habitação T1
HIGH-COLECTIVE
O potencial da tipologia do acesso em galeria é posto
em prova neste projecto, numa nova interpretação
das “ruas interiores” de Le Corbusier. Ainda que
baseada no mesmo tipo de associação vertical, as
galerias tornam-se, aqui, exteriores (ou seja, ainda
mais próximas do conceito do arquitecto suíço),
o que significa, formalmente, que os edifícios se
dividem em dois volumes, com galerias em grelha
entre eles, assim como passagens interiores nos
fogos.

Corte pelo interior do fogo _ passagem entre volumes

Passagens em forma de membranas ligam os dois volumes nos quais se desenvolve o fogo. As salas e o quartos encontram- -se em contacto directo – no mesmo volume – mesmo que em pisos diferentes, enquanto que os quartos se encontram numa situação de maior independência e intimidade – noutro volume. Estas passagens entre dois universos - zona de estar / zona de dormir – também contribuem para a caracterização das galerias de acesso aos fogos, criando um ritmo de cheios/vazios e de zonas de luz/sombra.

corte B 1:300
corte B 1:300
fogos-tipo _ planta do 4º piso 1:200
fogos-tipo _ planta do 4º piso 1:200
fogos-tipo _ planta do 5º piso 1:200 Corte pelas galerias e pelas zonas de entrada

fogos-tipo _ planta do 5º piso 1:200

Corte pelas galerias e pelas zonas de entrada dos fogos

Duas galerias, uma no 2º e outra no 5º piso, são os elementos de distribuição horizontal e de acesso aos fogos. A superior é em grelha de aço inox, permitindo a permeabilidade exterior e difusão da luz natural. A inferior, elevada apenas meio-metro do nível do chão, permite a transição entre as áreas pública e comum.

elevada apenas meio-metro do nível do chão, permite a transição entre as áreas pública e comum.

corte A 1:300

corte pelas galerias 1:500 pormenor construtivo da fachada 1:10
corte pelas galerias 1:500 pormenor construtivo da fachada 1:10

corte pelas galerias 1:500

corte pelas galerias 1:500 pormenor construtivo da fachada 1:10
fachada oeste 1:500
fachada oeste 1:500

fachada norte 1:200

fachada este 1:500

corte construtivo da fachada 1:50

corte construtivo da fachada 1:50
Esquema de acesso: Os pisos de habitação são elevados de modo a prolongar a área

Esquema de acesso:

Os pisos de habitação são elevados de modo a prolongar a área apropriável das plataformas artificiais do terreno. A desmaterialização do edifício consegue- -se através da diminuição dos pontos de contacto com o terreno e pela presença da luz entre os dois blocos que o compõem. Este vazio potencia a continuidade entre as áreas públicas, colectivas e comuns.

continuidade entre as áreas públicas, colectivas e comuns. Museu de S. Paulo, Lina Bo Bardi, 1968

Museu de S. Paulo, Lina Bo Bardi, 1968

O sistema construtivo baseia-se numa estrutura em pórtico de

grande escala, com a extensão de todo o edifício, e constituída por

vigas contínuas de 3m de altura e por pilares com 15m de altura. Os quatro pisos são pendurados a esta estrutura base através de cabos

de aço com 100mm de diâmetro (tirantes). Vigas de 0,5m de altura,

localizadas no 2º piso, ajudam a estabilizar todo o sistema.

As paredes de betão, contendo os cabos de aço nas suas extremidades,

ligam os dois pórticos opostos de cada volume, situados nos seus lados maiores. Assim sendo, estas paredes são elementos essenciais,

contribuindo decisivamente para a sustentabilidade estrutural global

da construção.

A caixilharia, os painéis de revestimento e as portadas exteriores,

todos em alumínio, são suportados por uma estrutura secundária feita de perfis “I” de aço. Esta é uma estrutura independente das paredes e das lajes, sustentando-se directamente nos elementos

construtivos dos pórticos.

directamente nos elementos construtivos dos pórticos. estrutura porticada paredes em betão estrutura secundária

estrutura porticada

nos elementos construtivos dos pórticos. estrutura porticada paredes em betão estrutura secundária de perfis “I”
paredes em betão
paredes em betão

estrutura secundária de perfis “I”

_

HABITAÇÃO

UNIFAMILIAR

_

área total de implantação (casa) 2304 m2 área construída 202 m2 p r o g
área total de implantação (casa) 2304 m2 área construída 202 m2 p r o g

área total de implantação (casa) 2304 m2

área construída

202 m2

programa

atelier (+ arrumos) : 64,7 m2 habitação 1º piso : 61,4 m2 habitação 2º piso : 92 m2

Total = 102,6 m2

Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se
Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se

Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden

t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se

t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se CASA / ATELIER PARA ARTISTA PLÁSTICO .

CASA / ATELIER PARA ARTISTA PLÁSTICO . ÄLGÖ . ESTOCOLMO . SUÉCIA

planta de implantação 1:400 fachada sul 1:400
planta de implantação 1:400 fachada sul 1:400
planta de implantação 1:400
fachada sul 1:400
vista do terraço na cobertura UM DISPOSITIVO ABERTO A UMA APROPRIAÇÃO CONSTANTE Älgö é uma

vista do terraço na cobertura

UM DISPOSITIVO ABERTO A UMA APROPRIAÇÃO CONSTANTE

Älgö é uma das areas do arquipélago de Estocolmo veio a transformar-se ao longo dos tempos, passando duma antiga área de lazer e de segundas habitações a uma zona de habitação permanente, numa relação de vizinhança com o centro de Estocolmo. O cliente ambicionava um espaço aberto a interacções profissionais e sociais. Neste sentido de convite à apropriação, a implantação e organização do edifício liga à estrada que sobe até ao terreno uma escada que continua este percurso ascendente até à cobertura/terraço da casa. As áreas privadas de habitação situam-se no 2º piso, enquanto o atelier/espaço expositivo com pé-direito duplo se encontra voltado para a garagem, a poente. O diferentes compartimentos da habitação, de áreas reduzidas, conectam-se através de portas de correr com o grande espaço de encontro que se estende de este a oeste. Uma segunda pequena habitação de alojamento a pessoas carenciadas surge no 1º piso, voltada para este.

vista do espaço de encontro que se volta para o atelier +55.67 +55.40 +52.27 +49.67

vista do espaço de encontro que se volta para o atelier

+55.67 +55.40 +52.27 +49.67 corte A 1:200 2,400 2,780
+55.67
+55.40
+52.27
+49.67
corte A 1:200
2,400
2,780
se volta para o atelier +55.67 +55.40 +52.27 +49.67 corte A 1:200 2,400 2,780 corte B
corte B 1:200
corte B 1:200

planta do 1º piso 1:200

fachada norte 1:200
fachada norte 1:200
fachada norte 1:200 planta o 2º piso 1:200 fachada este 1:200 vista do atelier com o

planta o 2º piso 1:200

fachada norte 1:200 planta o 2º piso 1:200 fachada este 1:200 vista do atelier com o
fachada este 1:200
fachada este 1:200

vista do atelier com o artista Mikael Richter, o cliente

fachada oeste 1:200
fachada oeste 1:200

OBRA FEITA: O CONFORTO DA PRÉ-FABRICAÇÃO

Toda a casa foi construída em elementos pré-fabricados. À estrutura porticada de perfis “H” de aço somaram- -se painéis sandwich alucobond. As aproximações a uma arquitectura industrial não puseram em causa o conforto da casa; pelo contrario, a crueza da arquitectura contribuiu para o seu carácter evolutivo, uma vez que desinibe, permitindo uma apropriação diversificada e descomplexada desejada pelos clientes. A estética da casa advém, pois, da sua funcionalidade: esta é, finalmente, uma casa /estaleiro de produção artística.

finalmente, uma casa /estaleiro de produção artística. aspecto final da casa/atelier estrutura porticada

aspecto final da casa/atelier

de produção artística. aspecto final da casa/atelier estrutura porticada pré-fabricada o atelier em

estrutura porticada pré-fabricada

final da casa/atelier estrutura porticada pré-fabricada o atelier em funcionamento o conforto intimista dos espaços

o atelier em funcionamento

da casa/atelier estrutura porticada pré-fabricada o atelier em funcionamento o conforto intimista dos espaços de habitar

o conforto intimista dos espaços de habitar

a rede “agarra-se” às árvores da envolvente
a rede “agarra-se” às árvores
da envolvente
a rede “agarra-se” às árvores da envolvente a casa e a rede REDE ELÁSTICA: A METAMORFOSE
a rede “agarra-se” às árvores da envolvente a casa e a rede REDE ELÁSTICA: A METAMORFOSE

a casa e a rede

REDE ELÁSTICA: A METAMORFOSE DO LUGAR

A fachada sugere uma estrutura que serve a mostra e armazenamento das obras produzidas pelo artista. Uma superfície exterior em dois leyers surge como uma grande rede capaz de deformar o corpo da casa abraçando a vegetação em redor, e criando, deste modo, um espaço exterior que amplifica o espaço interior. Os constrangimentos económicos são, aqui, um desafio que potencia a expressão desta rede face ao material, forma e qualidades gerais do edifício industrial que é a casa/atelier na sua origem.

_ área total de implantação (casa) área construída 260 m2 260 m2 p r o
_ área total de implantação (casa) área construída 260 m2 260 m2 p r o

_

área total de implantação (casa)

área construída

260 m2

260 m2

programa

_

habitação : 60 m2 terraço : 200 m2

Total = 260 m2

Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se
Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se

Körsbärsvägen 22 114 23 Stockholm Sweden

t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se

t/f +46 (0)8 673 03 80 e-mail: info@apolis.se www.apolis.se CASA RURSTROMRUIN . ARQUIPÉLAGO DE HELSÍNQUIA .

CASA RURSTROMRUIN . ARQUIPÉLAGO DE HELSÍNQUIA . FINLÂNDIA

corte pelo terreno
corte pelo terreno
corte pelo terreno

corte pelo terreno

UMA CASA QUE SE ESTENDE EM DIRECÇÃO AO MAR

vista interior : contacto com o terraço que se intersecta com o terreno
vista interior : contacto com o terraço que se intersecta com o terreno
UMA CASA QUE SE ESTENDE EM DIRECÇÃO AO MAR vista interior : contacto com o terraço
UMA CASA QUE SE ESTENDE EM DIRECÇÃO AO MAR vista interior : contacto com o terraço
UMA CASA QUE SE ESTENDE EM DIRECÇÃO AO MAR vista interior : contacto com o terraço
UMA CASA QUE SE ESTENDE EM DIRECÇÃO AO MAR vista interior : contacto com o terraço

INTERIOR: ESPAÇO FLEXÍVEL QUE PRIVILEGIA O CONTACTO COM O EXTERIOR

ESPAÇO FLEXÍVEL QUE PRIVILEGIA O CONTACTO COM O EXTERIOR O interior da habitação é disposto de
ESPAÇO FLEXÍVEL QUE PRIVILEGIA O CONTACTO COM O EXTERIOR O interior da habitação é disposto de
ESPAÇO FLEXÍVEL QUE PRIVILEGIA O CONTACTO COM O EXTERIOR O interior da habitação é disposto de

O interior da habitação é disposto de forma a minimizar a área total, uma vez que é dada prioridade

à vivência no/do exterior.

O espaço é organizado a partir duma área central – zona social (sala + cozinha) – ao qual se ligam os restantes espaços – zona íntima (quartos) – também conectados entre si. Uma vez que o encerramento se faz através de panos que correr, a casa pode tornar-se num só espaço contínuo. Todas as divisões possuem acessos directos a partir do exterior.

EXTERIOR: CONTINUIDADE CONVIDATIVA À VIVÊNCIA DA NATUREZA ENVOLVENTE

CONTINUIDADE CONVIDATIVA À VIVÊNCIA DA NATUREZA ENVOLVENTE Esta é uma pequena casa que vive do seu
CONTINUIDADE CONVIDATIVA À VIVÊNCIA DA NATUREZA ENVOLVENTE Esta é uma pequena casa que vive do seu
CONTINUIDADE CONVIDATIVA À VIVÊNCIA DA NATUREZA ENVOLVENTE Esta é uma pequena casa que vive do seu

Esta é uma pequena casa que vive do seu espaço exterior. Durante o verão, estende-se através dum grande terraço suspenso sobre a ravina voltada para o mar. A diferença de 3m entre a frente e as traseiras do edifício é o ponto de partida para a organização do espaço e do acesso à casa. Uma escada exterior estabelece o contacto entre as traseiras, a um nível inferior, e frente, a um nível superior. A frente sul volta-se para o terraço enquanto que uma varanda contínua circunda as restantes frentes da casa.

_ área total de implantação 612,6 m2 área construída 204,4 m2 p r o g
_ área total de implantação 612,6 m2 área construída 204,4 m2 p r o g

_

área total de implantação

612,6 m2

área construída

204,4 m2

programa

espaço expositivo: 71,7 m2 sala de estar: 55,3 m2 zona de comer: 11,3 m2 cozinha: 18,1 m2 biblioteca: 16,8 m2 quartos + wc: 80,4 m2

_

Total = 253,6 m2

CASA/ABRIGO PARA CIENTISTAS E ARTISTAS . MALMON . SUÉCIA

CASA/ABRIGO PARA CIENTISTAS E ARTISTAS . MALMON . SUÉCIA

planta de implantação 1:500

fachada este 1:300

TENSÃO E DINÂMICA: NOVOS DIÁLOGOS NA/DA PAISAGEM

Todos os objectos arquitectónicos transformam a Natureza. A arquitectura silenciosa também faz ruído. A arquitectura expressiva é clara na sua presença e, se for sensível, é capaz de construir a evolução dum lugar e o modo como o experienciamos.

O objecto arquitectónico dita um novo mundo de significados, reforçando o papel de cada elemento pré-existente, aumentando o seu poder de comunicação/significação. Através deste sentido límpido de mudança, a arquitectura estimula a consciencialização do utilizador tornando-o, assim, num interveniente mais sensível.

Esta arquitectura não transforma a forma física da paisagem em que se insere, hiperboliza-a até, materializando abstractamente os seus movimentos. Neste contexto orgânico,

a arquitectura é também moldada como um peça orgânica, numa linguagem que potencia a comunicação entre edifício e natureza.

Sendo uma expressão da dinâmica do contexto, esta arquitectura enfatiza diferentes direcções e forças que já existem no lugar. A arquitectura acontece enquanto manifestação física desta interpretação. A sua tensão e movimento aumentam a intensidade da experiência do lugar. Este projecto é um objecto. É uma óbvia excepção neste sítio árido, tanto quanto qualquer forma de vida o é. Não é um pedaço de paisagem, mas uma forma revitalizadora do lugar, tanto quanto qualquer intervenção do homem o é. Não existe nenhuma arquitectura natural.

do lugar, tanto quanto qualquer intervenção do homem o é. Não existe nenhuma arquitectura natural. fachada

fachada oeste 1:300

COBERTURA= relação/enquadramento da/na paisagem CAIXAS= protecção VIDRO= flexibilidade/apropriação
COBERTURA=
relação/enquadramento da/na paisagem
CAIXAS=
protecção
VIDRO=
flexibilidade/apropriação

“THIS IS NOT A HOME”

O edifício expressa o desejo em ser um objecto que expõe o lugar a infinitos tipos de apropriação.

É constituído por uma cobertura e paredes portantes de betão, caixas em madeira

suspensas a esta estrutura principal e panos de vidro pré-fabricados, não-permanentes

e capazes de se transformar.

A cobertura é uma interpretação/projecção da topografia do lugar. Os sentidos das

suas pendentes exaltam os pontos/momentos mais relevantes da envolvente. As caixas de madeira fazem a transição entre a escala do lugar (e da cobertura) e a escala humana. Enquanto elementos ortogonais, acentuam a organicidade da estrutura principal, ao mesmo tempo que acelera e força perspectivas através da forte tensão entre planos ortogonais verticais e planos irregulares inclinados. A escala e o material destas caixas dá ao utilizador um sentimento de protecção, mesmo quanto o espaço interior não o é verdadeiramente.

destas caixas dá ao utilizador um sentimento de protecção, mesmo quanto o espaço interior não o
Mesmo tocando o terreno em apenas quatro paredes portantes, o objecto confere ao utilizador, devido
Mesmo tocando o terreno em apenas quatro paredes portantes, o objecto confere ao utilizador, devido
Mesmo tocando o terreno em apenas quatro paredes portantes, o objecto confere ao utilizador, devido
Mesmo tocando o terreno em apenas quatro paredes portantes, o objecto confere ao utilizador, devido

Mesmo tocando o terreno em apenas quatro paredes portantes, o objecto confere ao utilizador, devido à sua morfologia, um contacto mais intenso com o ambiente envolvente. Aqui, o utilizador pode percorrer o lugar através das diferentes plataformas exteriores que compõem o edifício. Este “corredor” ao ar livre acaba no elemento central da composição arquitectónica, a pedra, onde os acessos são esculpidos. O edifício é um objecto sensível: é a expressão física das particularidades do lugar, transformando-o, conferindo-lhe um novo sentido de protecção e de flexibilidade.

Com a utilização de um sistema construtivo independente do interior, este pode dispor-se da forma que se quiser. Até as escadas são móveis, de modo a tornar a apropriação desta não-casa ainda mais flexível. A forma do objecto tem como elemento centralizador da composição uma enorme pedra pré-existente. Esta centralidade estende-se ao interior, sendo que as áreas comuns (sala, cozinha, zona de comer) localizam- se nesta caixa central, em contacto com a rocha, onde é esculpida uma lareira – o coração do edifício. No mesmo piso, mas numa plataforma mais baixa de entrada/recepção encontra-se um espaço expositivo, enquanto que a biblioteca e o espaço de trabalho dispõem-se na plataforma mais alta, no lugar mais distanciado da entrada e mais próximo da paisagem.

COZINHA BIBLIOTECA ZONA DE COMER EXPOSIÇÃO SALA
COZINHA
BIBLIOTECA
ZONA DE COMER
EXPOSIÇÃO
SALA

planta do 1º piso 1:300

p a i s a g e m . COZINHA BIBLIOTECA ZONA DE COMER EXPOSIÇÃO SALA
planta do segundo piso 1:300 Todos os espaços comuns, situados no 1º piso, são servidos

planta do segundo piso 1:300

planta do segundo piso 1:300 Todos os espaços comuns, situados no 1º piso, são servidos por

Todos os espaços comuns, situados no 1º piso, são servidos

por grandes áreas exteriores

cobertas que se apresentam como

uma extensão do interior, e com

uma proximidade física com a

envolvente, de acesso directo à

mesma. Em oposição, os quartos localizam- se no topo das caixas, criando assim uma sensação de isolamento intimidade, sem nunca descorar o sentido comunitário do programa (como a inexistência de quartos individuais o comprova). Por outro lado, ao estarem num ponto mais alto, estabelecem uma relação visual com a paisagem para além

dos seus limites de proximidade, alcançando a o mar.

.

esquema do sistema estrutural O sistema construtivo baseia-se em paredes portantes e na cobertura em

esquema do sistema estrutural

O sistema construtivo baseia-se em paredes portantes e

na cobertura em betão que suportam, suspensas, caixas de

madeiras, através de vigas no plano horizontal (ligação com

as paredes) e cabos de tracção no plano vertical (ligação com

a cobertura). Na caixa central, as vigas apoiam-se também na rocha.

corte construtivo B 1:20
_ área total de implantação 189 m2 área construída 189 m2 p r o g
_ área total de implantação 189 m2 área construída 189 m2 p r o g

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área total de implantação

189 m2

área construída

189 m2

programa

_

habitação: 312, 82 m2

Total = 312, 82 m2

CASA MARTINS . PAREDES DE COURA . PORTUGAL

CASA MARTINS

. PAREDES DE COURA . PORTUGAL

planta do piso 0
planta do piso 0

A Casa Martins situa-se no centro da vila de Paredes de Coura, num local de grande representatividade.

A proposta contempla pois a recuperação da dita fracção mantendo o seu uso inicial de habitação e interferindo o mínimo possível na imagem secular do construído.

O edifício onde se insere é uma construção do início do século XX, de arquitectura nobre, de planta

quadrangular e telhado de oito águas, composto por rés-do-chão, andar e sótão. A casa é em granito, com alvenarias rebocadas e caiadas e molduras das janelas, portas, cunhais e cornijas em cantaria. As caixilharias e portadas interiores são de madeira. O edifício foi dividido em quatro fracções: duas lojas no piso térreo e duas habitações nos pisos superiores. No piso térreo localizam-se ainda os acessos às duas fracções de habitação. Esta fracção apresenta, pois, planta rectangular (simétrica à outra habitação) e telhado de 5 águas, sendo duas partilhadas com a fracção contígua. As entradas mantêm, assim, as mesmas tipologias e tipos de acabamento (uma, sob a forma de escadaria exterior em acesso directo ao 1º piso, na Rua Dr. Bernardino António Gomes; e outra, comum com a fracção contígua simétrica, no piso térreo, no Largo Visconde de Moselos). A caixilharia em madeira será toda recuperada. As portadas interiores em

madeira serão também recuperadas. O telhado será reconstruído mantendo, em todas as águas visíveis, as mesmas características. Os vãos de cobertura (janelas do tipo velux) foram desenhados de modo a integrar o melhor possível com o desenho da fachada em causa. De referir, contudo, que a parcela de cobertura em causa e, consequentemente, os ditos vãos, não são visíveis da rua.

planta da cobertura alçado sudeste _ Largo Visconde de Moselos alçado nordeste _ Rua Bernardino
planta da cobertura alçado sudeste _ Largo Visconde de Moselos
planta da cobertura
alçado sudeste _ Largo Visconde de Moselos

alçado nordeste _ Rua Bernardino António Gomes

planta do piso 1
planta do piso 1

corte longitudinal 1: o acesso vertical é iluminado, em toda a sua altura, pelo grande vão da cobertura

corte transversal 1: aa entrada é visível o passadiço e o “jardim vertical”
corte transversal 1: aa entrada é visível o passadiço e o “jardim vertical”
corte transversal 2: espaços de entrada em pé-direito duplo
corte transversal 2: espaços de entrada em pé-direito duplo
planta do piso 2
planta do piso 2
2: espaços de entrada em pé-direito duplo planta do piso 2 corte longitudinal 2: novos vãos

corte longitudinal 2: novos vãos de cobertura e vãos pré-existentes a recuperar

planta do piso 1 _ luz natural vista do corredor de acesso aos quartos _

planta do piso 1 _ luz natural

planta do piso 1 _ luz natural vista do corredor de acesso aos quartos _ pé

vista do corredor de acesso aos quartos _ pé direito duplo e vão de luz zenital

INTERIOR _ Adequação à utilização

O programa de habitação proposto

desenvolve-se em três níveis, numa área bruta total de 312, 82 m2.

No piso térreo mantém-se o acesso comum

pelo

Largo Visconde de Moselos. No primeiro

piso

desenvolve-se o programa principal de

habitação. Para além dos dois acessos (o acima referido e o acesso directo pelas escadas exteriores situam-se também dois quartos, uma suite (quarto + wc individual

+ vestíbulo), um wc social, uma despensa,

cozinha e sala. Deste piso pode aceder-se

ao piso superior através de uma escada de

lance único associada ao hall de entrada.

O

segundo piso surge como um complemento

ao

programa do segundo piso, apesar de ser

essencial para o conforto e funcionalidade

da habitação. Visto que a fracção não tem

a ela associados quaisquer rossios, foi

delineada uma estratégia de inclusão de um

espaço exterior privado. Tendo em conta

o potencial do terraço (nomeadamente no

que se refere à sua exposição solar), foi-

lhe associado também um salão/arrumos de apropriação flexível. Para completar este

programa complementar à habitação, incluiu-

se também um atelier/arrumos e um wc de serviço.

OBJECTIVOS _ Conceito

a) luz natural - O facto da fracção possuir

apenas duas frentes livres, fez com que

o projecto se pautasse por assegurar luz natural em todas as divisões, de forma

a garantir maior salubridade e qualidade

arquitectónica. A cobertura, apesar de

manter as suas características originais, foi tratada de forma a aproveitar ao máximo

a sua exposição solar. Partindo deste

pressuposto, pontos de luz zenital iluminam todos os pisos da fracção.

b) permeabilidade espacial e visual - Os espaços de entrada (quer o do piso térreo, quer o do primeiro piso) e os espaços de circulação estão em permanente comunicação. São áreas que dispõem de pés direitos duplos e que permitem a difusão da luz natural (garantida pelo objectivo exposto no ponto anterior), enfatizando as qualidades espaciais da habitação.

c)

inclusão dum espaço exterior privado –

Foi

desde sempre ambicionado, pelos motivos

descritos, um terraço que garantisse

um contacto privilegiado com o exterior,

mas que não interferisse, contudo, nem

com a morfologia nem com a estrutura do edificado Assim, este terraço surge apenas

da supressão de parte de uma das águas

independentes da fracção, e volta-se para

a cobertura da sua fracção simétrica, tornando-se urbanamente invisível.

fracção simétrica, tornando-se urbanamente invisível. planta do piso 2_ luz natural vista da sala polivalente _

planta do piso 2_ luz natural

tornando-se urbanamente invisível. planta do piso 2_ luz natural vista da sala polivalente _ novos vãos

vista da sala polivalente _ novos vãos de luz zenital

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CONCURSOS

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_ área total de implantação 4 500 m2 programa cobertura : 4 500 m2 _
_ área total de implantação 4 500 m2 programa cobertura : 4 500 m2 _

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área total de implantação

4 500 m2

programa

cobertura : 4 500 m2

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total : 4 500 m2

CONCURSO COBERTURA DA RUA GALERIA DE PARIS . PORTO . PORTUGAL

CONCURSO COBERTURA DA RUA GALERIA DE PARIS . PORTO . PORTUGAL

LINHAS _ NOVAS APROPRIAÇÕES URBANAS O Porto mudou. As noites das ruas vazias e dos

LINHAS _ NOVAS APROPRIAÇÕES URBANAS

O Porto mudou. As noites das ruas vazias e dos cafés cheios, onde pessoas se amontoam, vão desaparecendo. Hoje, as pessoas querem, verdadeiramente, sair. E fazer das ruas as suas casas. Pretendem estabelecer- se novos contactos, novas relações, novas conexões. Há um desejo de liberdade e de diversidade. A Rua Galerias de Paris é o exemplo expressivo e vivo desta mudança.

O dispositivo desta proposta nasce do desejo de resposta a estas novas ambições e necessidades. Por

outro lado, contrapõe a ideia de cobrir, na sua totalidade, este espaço público. Responde, contudo, às necessidades funcionais de protecção dos seus habitantes urbanos, ao mesmo tempo que ambiciona tornar

a rua num espaço ainda mais “habitável”.

Foi o convite à vivência exterior que fez da Rua Galerias de Paris o que ela é hoje. Ela não deverá ser, então, coberta com um elemento contínuo que a encerre. Porque esta Rua fez-se o que é no exterior e deve manter-se exterior.

Propomos um dispositivo flexível, aberto a infinitas apropriações. A sua simplicidade, leveza e transparência, aliadas ao seu carácter camaleónico, aproximam esta não-construção de uma “instalação”. É uma estrutura que permite à rua respirar. É um elemento que unifica o perfil da Rua ao costurar os dois alçados.

O seu lado “artesanal” faz dele um corpo mais familiar. Com a mesma naturalidade com que se estende

a corda de roupa até à vizinha da frente, um “novelo de linhas” desenrola-se e liga pontos opostos.

Agarrados a este emaranhado de linhas e direcções encontram-se os panejamentos/telas que animam a rua de cores e de formas diferentes. Estes protegem da chuva nas noites boémias ou filtram o sol, pintando a rua de novas sombras, num convite para a sua apropriação diurna. O dispositivo é elemento protector que convida a estar, sempre.

Como num jogo de crianças, unimos um desenho através de um traço que percorre números. A nossa “linha” escolhe pontos específicos de cada alçado sem nunca interferir na sua composição. A regra é simples: nunca intervir com o carácter privado ou semi-privado que se ergue acima da laje de tecto do piso térreo. Estas alturas variam de edifício para edifício, sendo que a trama se adapta a estas variantes, conferindo-lhe organicidade e contribuindo para fazer desta Rua “una”. O dispositivo pretende também manter a total permeabilidade visual entre o nível público e os níveis privados. Assim, para além da ligeireza da estrutura, os elementos pontuais de cobertura serão translúcidos e/ou transparentes.

Assim, para além da ligeireza da estrutura, os elementos pontuais de cobertura serão translúcidos e/ou transparentes.
Assim, para além da ligeireza da estrutura, os elementos pontuais de cobertura serão translúcidos e/ou transparentes.
A estrutura de carácter ligeiro pretende interferir o mínimo possível com o construído. A flexibilidade
A estrutura de carácter ligeiro pretende interferir o mínimo possível com o construído. A flexibilidade

A estrutura de carácter ligeiro pretende interferir o mínimo possível com o construído. A flexibilidade da sua forma torna possível a manutenção das árvores existentes.

A Rua passa a ter um carácter pedonal, nivelada em todo o seu perfil através de um lajeado em continuação

com o da Rua das Carmelitas. Prevê-se também a instalação de mobiliário urbano – bancos lounge – com o intuito de recriar espaços de convívio acolhedores, não só de noite mas também de dia. É salvaguardada a circulação condicionada de veículos.

de convívio acolhedores, não só de noite mas também de dia. É salvaguardada a circulação condicionada
de convívio acolhedores, não só de noite mas também de dia. É salvaguardada a circulação condicionada
de convívio acolhedores, não só de noite mas também de dia. É salvaguardada a circulação condicionada

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CARTAS DE RECOMENDAÇÃO

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