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ALMANAQUE

DOTRADER

ALMANAQUE DOTRADER Alexandre Wolwacz ::: Stormer Bernardo Reckziegel

Alexandre Wolwacz ::: Stormer Bernardo Reckziegel

ALMANAQUE DOTRADER Alexandre Wolwacz ::: Stormer Bernardo Reckziegel

ALMANAQUE

DOTRADER

ALMANAQUE DOTRADER Alexandre Wolwacz ::: Stormer Bernardo Reckziegel

Alexandre Wolwacz ::: Stormer Bernardo Reckziegel

ALMANAQUE DOTRADER Alexandre Wolwacz ::: Stormer Bernardo Reckziegel

Copyright © Alexandre Wolwacz e Bernardo Reckziegel

Capa

Porto DG

Projeto gráfico e diagramação Porto DG

Revisão

Gabriela Koza

A445

Almanaque do trader. – Porto Alegre: Leandro & Stormer, 2013.

172 p. ; 15 x 23 cm.

Introdução de Alexandre Wolwacz e Bernardo Reckziegel.

Inclui gráficos e tabelas.

1. Mercado financeiro – almanaque. 2. Mercado de ações – calendário. 3. Mercado de capitais. 4. Bolsa de valores. 5. Trader.

CDU 336.76(059)

336.761(059)

Catalogação na fonte: Paula Pêgas de Lima CRB 10/1229

Porto Alegre, 2 de dezembro de 2011.

Todos os direitos desta edição reservados ao Instituto de Estudos Leandro & Stormer.

Editora Leandro & Stormer Rua Antônio Carlos Berta, 475 cj. 710 Bairro Higienópolis - CEP 90550-080 Porto Alegre/RS

www.leandrostormer.com.br atendimento@leandrostormer.com.br Fone: +55 51 3362-6541 Fone: +55 51 3343-6282

Introdução

Em 1967, foi publicado o primeiro Stock Trader´s Almanac criado por Yale Hirsch. Com uma visão revolucionária, o autor condensou anos de dados estatísticos do mer- cado americano em uma agenda anual. Organizando informações extremamente perti- nentes, conseguiu definir e apresentar movimentos sazonais que eram até então desco- nhecidos do público em geral.

Os ciclos e padrões observados foram traduzidos para um calendário lançado anual- mente, criando uma ferramenta objetiva e funcional. O impacto do efeito barômetro de janeiro, ciclo decenal de Edgar Lawrence, bem como o “Rally de Natal”, foram extremamente difundidos após o imediato sucesso que a obra obteve. Pela primeira vez, investidores não institucionais tiveram acesso a fenômenos e a tendências utili- zadas há anos por grandes players de mercado. Com mais de quatro décadas após seu primeiro lançamento, o Stock Trader´s Almanac se tornou leitura indispensável para todo investidor de renda variável.

Acreditando que estudos organizados por Hirsch poderiam servir como uma ferra- menta útil ao investidor nacional, iniciamos um longo trabalho para validar os fenô- menos apresentados nos EUA ao nosso mercado, inclusive durante os altos e baixos vivenciados pela alta inflação nas décadas de 80 e 90. Para isso, descontamos o índice de preços ao consumidor (IPCA) das cotações das ações em todos os períodos operacionais desde 1980 e utilizamos as pontuações do Ibovespa em dólar de 1968 até 2011, garantindo acesso a um conteúdo único e exclusivo.

É esse mundo, leitor, que queremos que você conheça. Depois de alguns anos de pesquisa, estudos e revisão de dados, apresentamos o primeiro “Almanaque do Tra- der” brasileiro. Uma publicação que esperamos humildemente servir de guia para sua independência financeira. O comportamento do Ibovespa será detalhadamente esmiuçado, de modo que você contará com informações inéditas do nosso mercado. Efeitos clássicos observados em Wall Street obtiveram resultados diferentes no Bra- sil, justificando, mais do que nunca, um olhar cético e investigativo antes de qualquer tomada de decisão.

Tivemos todo o cuidado para que os dados fossem apresentados na forma de agenda, permitindo uma completa organização das operações, por data de início e término, trazendo sua atenção para a localização de épocas do ano mais interessantes para cada tipo e estilo de investimento.

Assim, esperamos que o “Almanaque do Trader” seja uma ferramenta útil e agradá- vel, capaz de auxiliá-lo a se posicionar de forma lógica e oportuna, além de servir como uma atualização às correntes de investimentos existentes.

Um excelente 2013 repleto de conhecimento e prosperidade!

Alexandre Wolwacz Bernardo Reckziegel

Calendário 2013 - janeiro a junho

 

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Feriados nos EUA Feriados Nacionais
Feriados NacionaisFeriados nos EUA

Vencimento de Opções sobre Ações27 28 29 30 Feriados nos EUA Feriados Nacionais Vencimento de Futuro de Índice Bovespa Calendário

Vencimento de Futuro de Índice BovespaFeriados Nacionais Vencimento de Opções sobre Ações Calendário 2013 - julho a dezembro   Segunda Terça

Calendário 2013 - julho a dezembro

 

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Feriados nos EUA Feriados Nacionais
Feriados NacionaisFeriados nos EUA

Vencimento de Opções sobre Ações25 26 27 28 29 30 31 Feriados nos EUA Feriados Nacionais Vencimento de Futuro de

Vencimento de Futuro de Índice Bovespa24 25 26 27 28 29 30 31 Feriados nos EUA Feriados Nacionais Vencimento de Opções

Sumário

Janeiro

Configuração do mês de janeiro

10

Os cinco primeiros dias de janeiro

12

Efeito

Janeiro

14

Efeito Janeiro – Duas possíveis explicações

16

Os últimos cinco dias de janeiro

18

 

Fevereiro

Configuração do mês de fevereiro

20

Máxima do ano anterior: de olho nessa resistência!

22

Volume – O combustível da alta!

24

Uma semana típica no mercado de ações

26

Março

Configuração do mês de março

28

Primeiro dia do mês – Começando com o pé direito!

30

A mágica do primeiro trimestre!

32

Mercado de ações vs taxa Selic

34

Abril

Configuração do mês de abril

36

Mapa decenal norte-americano

38

Mapa decenal brasileiro

40

O que importa é o tempo do investimento e não o timing do mercado!

42

Maio

Configuração do mês de maio

44

O inverno bate à porta – Os seis piores meses do ano

46

Ibovespa – o investimento dos extremos!

48

Crashes no mercado de ações

50

Circuit-Breaker

52

Junho

Novembro

Configuração do mês de junho

54

Configuração do mês de novembro

122

Circuit-Breaker – O que acontece depois do pânico?

56

Os seis melhores meses do ano

124

O mandato presidencial norte-americano

58

Índices de Governança

126

Democratas x Republicanos

60

Número 1 significa “não por muito tempo”!

128

Julho

Dezembro

Configuração do mês de julho

62

Configuração do mês de dezembro

130

Um típico mês no mercado de ações

64

Os últimos serão os primeiros!

132

Um suporte pra lá de importante!

66

Índices setoriais

134

Comprar porque “caiu demais” é uma boa estratégia?

68

“Rally de Natal”

136

 

Dia de vencimento de opções sobre ações

138

Agosto

Configuração do mês de agosto

70

Anexos

141

Efeito

Agosto

72

IPO – “Is it probably overpriced?”

74

Referëncias Bibliográficas

167

Retornos médios são menos comuns do que você imagina!

76

Presença de más notícias: uma boa notícia!

78

Capas da revista Veja de 1968 a 2011

Setembro

80

Configuração do mês de setembro

104

Sexta-feira 13

106

Surfando na onda de outros investidores

108

“The trend is your friend…”

110

Outubro

Configuração do mês de outubro

112

O triunfo dos otimistas!

114

Quatro super dias para se operar

116

Períodos operacionais e suas influências no trading

118

Existem dias propícios para se operar na venda?

120

JANEIRO 2013

Segundo melhor mês do ano para se investir com média histórica de rentabilidade após desconto da inflação de 3,72%; média histórica de rentabilidade após desconto da inflação de 3,72%;

Os cinco primeiros dias de janeiro se destacam por ser o melhor período do ano para operações de compra; de compra;

Excelente desempenho das Small Caps.ser o melhor período do ano para operações de compra; 2012   1 2 3 4

2012

2012

2012   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
2012   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
2012   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
2012   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
2012   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
2012   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
2012   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
 

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  2013   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
  2013   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
  2013   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
  2013   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
  2013   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
  2013   1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
 

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Ibovespa

Ibovespa Deflacionado (IPCA)

Ibovespa

Dolarizado

Média

11,82%

3,72%

3,59%

Mediana

7,00%

-0,06%

4,41%

Dia que mais subiu

33,40%

33,40%

20,07%

Dia que mais caiu

-9,97%

-41,11%

-18,05%

% Dias Subindo

57,84%

57,84%

52,98%

% Dias Caindo

44,26%

44,92%

49,12%

Primeiro dia do Mês

1,84%

2,27%

1,64%

Último dia do Mês

0,95%

-7,59%

0,70%

Configuração típica do mês de janeiro 4,00% 2,00% 0,00% 1º 3º 5º 7º 9º 11º
Configuração típica do mês de janeiro
4,00%
2,00%
0,00%
11º
13º 15º
17º
19º 21º
23º 25º
27º
29º 31º
-2,00%
-4,00%
-6,00%
-8,00%
Janeiro
Janeiro Dolarizado
10

DEZEMBRO 2012 | JANEIRO 2013

Os cinco melhores dias do ano para se operar na compra.

SEGUNDA

31

TERÇA

1

Confraternização Universal

“A volatilidade dos mercados é a maior aliada do verdadeiro investidor.” Warren Buffet

QUARTA

2

QUINTA

3

“O mercado de ações não tem lógica nos seus movimentos mais curtos do dia a dia. Sua lógica está no prazo mais longo.” Hamilton

SEXTA

4

SÁBADO

5

11

DOMINGO

6

Uma semana típica no mercado de ações

O retorno das ações costuma ser frequentemente mais alto em alguns dias do que

em outros. Esse fenômeno foi descoberto há bastante tempo e permanece tão for-

te hoje quanto antes. O gráfico abaixo mostra o retorno semanal médio (separado

por dia de negociação) do Ibovespa.

Note que os retornos nas segundas-feiras são significativamente mais baixos do que nos outros dias.
Note que os retornos nas segundas-feiras são significativamente mais baixos do
que nos outros dias. Para complementar, a probabilidade do mercado subir nas
segundas é mais baixa do que em qualquer outro dia. A linha cinza aponta menos
de 50% de chance de alta (eixo direito).
Uma semana típica no mercado
brasileiro (1968 -2011)
0,60%
60%
0,40%
55%
0,20%
50%
0,00%
45%
-0,02%
-0,04%
40%
Ibovespa
Ibovespa Deflacionado (IPCA)

Ibovespa Dolarizado-0,04% 40% Ibovespa Ibovespa Deflacionado (IPCA) % de retornos positivos Alguns estudos indicam que a

Ibovespa Ibovespa Deflacionado (IPCA) Ibovespa Dolarizado % de retornos positivos Alguns estudos indicam que a

% de retornos positivos

Alguns estudos indicam que a rentabilidade inferior no início da semana pode ser explicada por uma grande quantidade de “gaps de baixa” logo após os sábados e domingos. Dessa forma, os retornos negativos das segundas-feiras não teria relação com um desempenho fraco das ações durante o dia, e, sim, durante a abertura.

“… Espero que todos estejam cientes de que, como corretores de ações, têm um dever para com seus clientes, uma responsabilidade fiduciária, por assim dizer, de falar ao telefone com eles assim que eu terminar meu discurso e fazer o necessário, mesmo que isso signifique arrancar seus olhos fora, para convencê-los a comprar o máximo de ações… É melhor enfia- rem essas ações pelas goelas de seus clientes e deixá-los engasgados até que digam compre- me vinte mil ações, porque cada dólar que seus clientes investirem irá voltar para vocês em grande quantidade.” Jordan Belfort em O lobo de Wall Street

26

FEVEREIRO 2013 | MARÇO 2013

SEGUNDA

25

TERÇA

26

“Se você quer ter resultados melhores do que a maioria das pessoas, faça as coisas de forma diferente da maioria.” Sir John Templeton

QUARTA

27

QUINTA

28

Dia de vencimento do contrato futuro de dólar

“Se os princípios se tornam ultrapassados, não são mais princípios.” Warren Buffett

SEXTA

1

SÁBADO

2

27

DOMINGO

3

Presença de más notícias: uma boa notícia!

Ter acesso a alguma informação que os outros investidores ainda não possuem é fato raro. Surpresas são tão importantes para o mercado de ações, que em Wall Street inventaram diversos ditados sobre o assunto. O mais famoso deles você deve conhecer: “Compre no boato, venda no fato”.

Como quase todos os ditados existentes entrelaçam um pouco de verdade com circunstâncias duvidosas, decidimos testar quais seriam os resultados que um investidor “desavisado” teria obtido se seguisse o viés apresentado pelas man- chetes de um dos principais meios de comunicação do país: a revista VEJA. Nas próximas páginas, demonstraremos as capas da revista, de 1968 a 2011, que tiveram alguma ligação com o mercado financeiro.

Em 16 de 24 observações, os vieses apresentados foram negativos, o que corro- bora com o conceito de que más notícias vendem mais do que boas. Como con- sequência, nosso investidor “desavisado” e com pouco acesso a informações de qualidade teria saído da Bolsa em quase todas as mínimas (fundos) de mercado, com exceção de 1970, 1975, 1999 e 2009, quando o viés altista ainda se estabe- leceu por algum tempo antes que a força compradora se esgotasse.

Capas da revista VEJA (1968-2011)

Data

Manchete

Viés

22/06/1970

Você aí, vamos comigo à Bolsa? Ela está melhorando

Altista

26/05/1971

Bolsa: a multiplicação do dinheiro

Altista

17/11/1971

Os humores de uma Bolsa muito jovem

Baixista

24/05/1972

Bolsa, o dilema do investidor

Baixista

14/05/1975

Dinheiro estrangeiro na Bolsa brasileira

Altista

09/01/1985

Por que a Bolsa está quente

Altista

09/05/1986

O que está acontecendo na Bolsa

Altista

01/10/1986

A longa queda da Bolsa: incerteza na economia

Baixista

28/10/1987

 

O

grande pânico

Baixista

05/12/1990

 

O ralo da recessão

Baixista

29/03/1995

Crise do México, falência do dólar, a falência do Barings

Baixista

22/11/1995

Terremoto nos bancos

Baixista

29/01/1997

 

A

hora do risco!

Altista

02/09/1998

 

O mundo em pânico

Baixista

09/09/1998

 

Fuga de dólares

Baixista

19/01/1999

Nasce a nova economia

Altista

20/01/1999

Manobra correta ou desastre à vista?

Baixista

03/03/1999

Até onde vai o pânico?

Baixista

28/03/2001

EUA e Argentina armam tempestade na economia mundial

Baixista

22/05/2002

Por que Lula assusta o mercado

Baixista

24/09/2008

Eu salvei você!

Nunca mais Wall Street será a mesma

Baixista

08/10/2008

O tamanho do estrago

Baixista

04/03/2009

O Brasil e a crise: 10 razões para o otimismo

Altista

10/08/2011

 

Pânico nas Bolsas

Baixista

78

AGOSTO 2013

SEGUNDA

26

“É difícil fazer predições, especialmente sobre o futuro.” Yogi Bear

TERÇA

27

QUARTA

28

“Tenha acesso primeiro aos fatos, depois distorça-os o quanto gostaria.” Mark Twain

QUINTA

29

SEXTA

30

Dia de vencimento do contrato futuro de dólar

SÁBADO

31

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DOMINGO

1

Capas da revista Veja (1968 a 2011)

80

Capas da revista Veja (1968 a 2011) 80 Data 22/06/1970   Manchete Você aí, vamos comigo

Data

22/06/1970

 

Manchete

Você aí, vamos comigo à Bolsa? Ela está melhorando

 

Cotação

342,54

3

meses depois

18,21%

6

meses depois

27,80%

 

1 ano depois

263,21%

2 anos depois

69,39%

3 anos depois

61,62%

81

Data 26/05/1971 Data 17/11/1971 Manchete Bolsa: a multiplicação do dinheiro Manchete Os humores de uma

Data

26/05/1971

Data 26/05/1971 Data 17/11/1971 Manchete Bolsa: a multiplicação do dinheiro Manchete Os humores de uma Bolsa

Data

17/11/1971

Manchete

Bolsa: a multiplicação do dinheiro

Manchete

Os humores de uma Bolsa muito jovem

Cotação

1.076,71

Cotação

834,03

3 meses depois

-8,37%

3 meses depois

-0,43%

6 meses depois

-28,70%

6 meses depois

-22,01%

1 ano depois

-37,43%

1 ano depois

-46,39%

2 anos depois

-48,54%

2 anos depois

-35,02%

3 anos depois

-57,57%

3 anos depois

-50,95%

82

83

Data 09/01/1985 Data 09/05/1986   Manchete Por que a Bolsa está quente Manchete O que

Data

09/01/1985

Data 09/01/1985 Data 09/05/1986   Manchete Por que a Bolsa está quente Manchete O que está

Data

09/05/1986

 

Manchete

Por que a Bolsa está quente

Manchete

O que está acontecendo na Bolsa

 

Cotação

1.199,54

Cotação

3.628,25

3

meses depois

-41,24%

3 meses depois

-14,84%

6

meses depois

1,28%

6 meses depois

-38,25%

 

1 ano depois

57,53%

1 ano depois

-81,83%

2 anos depois

21,53%

2 anos depois

-75,24%

3 anos depois

-53,42%

3 anos depois

-22,82%

86

87

Os seis melhores meses do ano

O velho ditado de Wall Street: “Sell in may and go away” (“Venda em maio e vá

embora”) carrega consigo o conceito de que existe um período do ano mais favo- rável para operações de compra e outro mais favorável para operações de venda.

Testamos esse ditado por meio de uma carteira teórica ativa em índice que ope- rasse comprada durante somente seis meses do ano: novembro, dezembro, janei- ro, fevereiro, março e abril. Durante o restante do ano, os recursos eram mantidos em caixa e, no fechamento de cada ano, comparávamos os resultados obtidos com o Buy&Hold. Na hipótese da carteira ter começado com R$ 10.000,00, os resultados, separados por década, seriam:

Década

Ibovespa Deflacionado (IPCA) Ibovespa – Novembro até Abril

1980

26.150,72

67.569,33

1990

147.461,86

476.349,20

2000

311.519,76

1.224.946,20

2010

227.007,38

1.004.126,94

Média Anualizada

10,25%

15,53%

A tabela acima demonstra resultados claramente superiores nos meses seleciona-

dos. O retorno anualizado do Buy&Hold foi de 10,25% contra 15,53% da cartei-

ra do período testado.

Década

Ibovespa (em dólar)

Ibovespa – Novembro até Abril

1960

34.265,17

26.255,55

1970

35.480,77

36.049,55

1980

147.387,41

455.353,36

1990

943.179,28

3.663.901,78

2000

3.888.988,04

21.405.978,93

2010

2.999.298,63

18.867.500,02

Média Anualizada

13,85%

18,70%

No Ibovespa (em dólar), a diferença ficou ainda mais gritante. A valorização do Índice foi de 13,85% contra 18,70% na carteira operada somente nos seis melhores meses.

Ressaltamos também que o drawndown apresentado na estratégia ativa foi me- nor do que o Buy&Hold, assim como o número de retornos negativos em cada mês e ano.

124

NOVEMBRO 2013

SEGUNDA

11

As propabilidades estão contra o trader, porque o mercado tem uma van- tagem: ausência de emoções!” Jonh Carter

TERÇA

12

QUARTA

13

“Que me perdoem a renda fixa e a chatice dos títulos públicos, mas a renda variável e a paixão pelo mercado de ações são fundamentais.” Vinícius de Moraes

QUINTA

14

SEXTA

15

Proclamação da República Dia de vencimento de opções sobre ações nos EUA

SÁBADO

16

125

DOMINGO

17

2000

 

-27,87%

16,12%

-18,32%

2001

 

-54,42%

14,42%

-25,02%

2002

 

-64,08%

3,43%

-45,50%

2003

 

-16,34%

133,66%

141,33%

2004

 

-27,56%

26,91%

28,23%

2005

 

-10,04%

58,04%

44,83%

2006

 

-0,47%

45,08%

45,54%

2007

 

-9,46%

76,13%

73,39%

2008

 

-63,68%

25,88%

-55,45%

2009

 

-13,04%

131,33%

145,16%

2010

 

-23,31%

6,82%

5,59%

2011

 

-36,57%

2,88%

-27,26%

 

Pior momento do ano

Melhor momento do ano

Fechamento

Média Simples

-23,62%

69,43%

31,12%

Mediana

-20,82%

48,93%

12,45%

Mínimo

-73,53%

-7,56%

-72,68%

Máximo

6,94%

340,44%

287,89%

166

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Softwares

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