Вы находитесь на странице: 1из 8
CURSO DE HISTÓRIA VALÉRIO SILVA DE FRANÇA valeriosfranca@hotmail.com HISTÓRIA MODERNA

CURSO DE HISTÓRIA VALÉRIO SILVA DE FRANÇA

valeriosfranca@hotmail.com

HISTÓRIA MODERNA

FICHAMENTO DO LIVRO AS REVOLUÇÕES DO PODER.

VI. DIREITO, LIBERDADE E REVOLTA.

“Talvez, então, os parlamentares e seus partidários se arrependes sem de ter instigado um povo acostumado a obedecer.”(p.245)

“Prynne enfatizara, em1943, que o maior privilégio do Parlamento consistia em estar acima da lei.”(p.246)

“É necessário instituir a sujeição civil ou política, isto é, criar a figura do

magistrado.”(p.248)

“Os dois sentidos de liberdade agora se sobrepõem, designando a um só tempo a aceitação racional de uma ordem”(p.249)

“Levando-se em conta que o poder reside, em última instância, nos homens

livres.”(p.250)

“Nenhum homem poderia gozar tranquilamente de suas vidas e propriedades sem que o rei desfrutasse de seus direitos.”(p.251)

“A afirmação de que seres racionais não se sujeitam ao arbítrio.”(p.252)

“O povo somente confia poder ao rei e ao Parlamento sob a condição que daí pro diante será protegido, não de que será atacado. Essa restrição ao exercício supremo é, aliás

,tácita.”(p.253)

“O povo delega poder ,não a multidão ,que jamais deteve poder algum não passa de um plebe desorganizada e revoltosa.”(p.254)

“Na boca dos parlamentares, a palavra “povo” sempre designa eles mesmos(Hill 1990, p.58).” (p.255)

“O conselho de Estado, por sua vez ,jamais representou os ingleses livres, mesmo os comuns declarando ,pela Resolução de 4 de janeiro de 1649, que o “povo é, abaixo de Deus, a origem de todo justo poder.”(p.256)

“A mais relevante delas, até este ponto, é a de que liberdade significa tomar partido, sempre, contra arbítrio, o que leva à afirmação de um direito individual e coletivo de

resistência.”(p.257)

“O homem é um composto inteiramente mortal, ao contrário do que sustenta a distinção usual entre corpo e alma.” (p.258)

“Gente certamente muito poderosa, capaz de subjugar os fiéis com a terrível imagem da danação eterna. Para retirar tal autoridade do clero e dos que mandam desde o início dos tempos, já é o bastante propor o debate, gerar o confronto de opiniões.”(259)

“No entanto, a progressão do tempo e das artes não apagaram todas as marcas que Deus imprimiu nos homens.”(p.262)

“Aqui a reflexão se desenvolve em torno do mandamento divino “faze aos outro o que gostarias que te fizessem a ti ” . Para Walwyn, se um homem fizer o bem ao outro, isto é, se não exercer um poder arbitrário sobre outro, cada um poderá viver em paz,”(p.262)

“Nesse sentido, o direito individual não tem preeminência sobre o direito coletivo, porque a liberdade do indivíduo está intimamente ligada à da comunidade.”(p.264)

“Os bispos, talvez por demais arrogantes, não se incomodaram em produzir ódio. Os presbiterianos, que destruíram o episcopado, anteviram no desfecho dos bispos o seu próprio. Temendo o poder do ódio, porque sabem que são ainda mais violentos que os bispos, “como normalmente acontece aos escravos quando se tornam senhores.”(p.252)

“Inventaram mil estratagemas para enganar e se fazer passar pelo que não são:

“podemos ser enganados pelas palavras – como são infinitos seus fraseados e sua trama, podem ser forjados para fazer o pior parecer bom.”(p.252)

“Poder politico e dinheiro. Entre os artifícios para dissimular essas aspirações, o primeiro consiste em preservar a distinção entre o governo eclesiástico e civil, embora o clero almeje não o poder de doutrinar mas o de punir.” (266)

“Os presbiterianos condenam como pecaminoso o prazer que todos experimentam ao ver um outro corpo, sabendo que, perturbados, os homens e as mulheres recorrerão a quem assim os perturbou (p.60).”(p.267)

“Naturalmente, que por exercerem essa profissão, não têm condições de compreender a palavra de Deus.”(p.267)

“Com efeito, não serão os açoites, as prisões e os flagelos, que levarão um homem ao Reino dos Céus.” (268)

“Considero(

)

que a Igreja seja uma sociedade voluntária de homens, reunindo-se de

... próprio acordo a fim de adorar publicamente Deus, da maneira que julgarem aceitável a

Ele e eficaz para a salvação de suas almas.”(p.270)

“Pertence a Deus, e somente a Deus, governar pela lei abençoada vontade”. Retirada de England’s Miserie and Remedie.”(p.271)

“Todo poder suplementar é político, ou então, não é poder, mas irracionalidade, desnaturação, pecado e tirania.”(p.272)

“Cada um tem direito ou propriedade sobre si.” (p.273)

“Mas é ingênuo pensar que os reis estivessem sozinhos nesse ataque às liberdades; pelo contrário, muitas vezes tiveram “ o auxílio desnaturado dos Parlamentos.”(p.274)

“Walwyn não se deixa seduzir pela aparência de legalidade e suspeita que a melhor maneira de corromper um homem seja elogiá-lo: “ a aparente bondade é mais franca do que a franca iniquidade. Gestos amáveis facilmente se distinguem de palavras doces e

agradáveis”(p.6)”(p.275)

“Não importa o que nossos antepassados foram, não importa o que sofreram ou se viram forçados a aceitar: nós somos os homens do tempo e precisamos ser absolutamente livres de todas as espécies de exorbitâncias, molestamento ou poder arbitrário.”(p.276)

“O fato de não possuir precedente, entretanto, não invalida o apelo “a razão não possui precedente - a razão é a fonte de todos os justos precedentes.”p.277)

“De início, Overton recupera o arcabouço genérico da lei de natureza, supondo que ,Deus não é o Deus da irracionalidade, loucura ou tirania, pelo contrário: tudo o que transmitiu a suas criaturas é justo e bom, e tem como como finalidade impedir o dano, a destruição, o cativeiro, bem como proporcionar , por todos os meios, a existência

segura.”(p.278)

“Tal como Hobbes, Overton considera que a sobrevivência seja antes um direito do que uma obrigação moral imposta pela lei de natureza, e um direito idêntico á liberdade de usarmos todos os poderes para evitarmos um mal muito maior que a morte – a

tirania.”(p.279)

“A resistência deixa de ser uma prova da consciência (de Deus ou da natureza), como pensavam os parlamentaristas , e se converte, também, os meios de guardá-la.”(p.280)

“Mesmo que um possua o que ao outro falta (a propriedade), ambos se rebaixaram, não ao nível das relações domésticas, mas ao no nível dos animais.”(p.280)

“Naquela ocasião, Walwyn dissera que a razão do homem é sua opinião a respeito do que segue ou contraria a vontade de Deus, “e assim o homem, por sua própria razão, necessita ter a opinião que tem.”(p.281)

“Finalmente, o quinto e talvez o mais controvertido direito estabelece que as leis não podem ser nocivas à segurança e ao bem-estar do povo. Isso significa não apenas que é sempre o povo o juiz de sua segurança, como ainda que os direitos coletivos da sociedade não se sobrepõem ao direitos individuais.”(p.285)

“O acordo com os oficiais, esclarece que os aprendizes, serviçais e mendigos serão excluídos do colégio eleitoral porque dependem da vontade de outros homens, e ficariam receosos de desagradá-los.”(p.286)

“A lei divina não se estende às coisas descende de outras coisas.”(p.288)

particulares...

Nosso direito de propriedade se

“E se nos esforçamos tanto para evitar a monarquia no rei, tomemos o cuidado para não convocarmos imperadores para nos livrarem de mais um tirano.”(Idem).(p.289)

“A exemplos dos parlamentaristas, cujo poder e autoridade haviam sido contestados pelos levellers, os críticos do final da década de 1640 consideravam que a multidão não é o povo, não é composta por indivíduos livres e detentores de direitos.”(p.292)

“O estado somente é capas de agir, diz Skinner, se for representado, e o estado somente é capaz de agir legalmente se nós, membros individuais da multidão, o autorizamos a nos representar.”(p.294)

“Ao contrário do que reivindicam os levellers, Hobbes afirma que, uma vez criado o Estado ou Leviatã, já não é possível retirar o consentimento ou a procuração do soberano, mesmo nas situações de descontentamento.”(p.295)

“O Leviatã, em suma, é a multidão irremediavelmente reunida num só corpo, de tal forma que o consentimento inicial se converte, com a autorização, em assentimento

contínuo.”(p.296)

“Desaparecida as proporções entre os bens fundiários em mãos do rei e dos aristocratas, toda autoridade monárquica se esvaziara, impedindo a Grã-Bretanha de jamais voltar a restaurar o governo de um rei, sem perceber no mesmo golpe (The Art of Lawgiving,

p.402).”(p.297)

“Onde o poder soberano não é tão inteiro e absoluto como na própria monarquia” – afirma Harrington – “ não pode existir nenhum governo” (The Art of Lawgiving, p.411).” (p.300)

“Epístola de São Paulo aos Romanos, segundo a qual todos os governos devem ser obedecidos, mesmo os ilegítimos; e até uma certa doutrina do rei Jaime, de acordo com a qual “se o rei existisse para a república, e não a república para o rei, o fim seria destruído pelos meios, o todo pela parte”(p.400).”(304)

“De certo só existe o direito a nós mesmo que, a bem da verdade, é o único direito transcendente (“direito transcendente que naturalmente temos na preservação de nós mesmos” – p.346). Mas, como esclarece em The Original & End of Civil Power (1649), zelar por nós mesmos não implica esquecer que, sozinhos, seríamos levados á destruição. Se não houver governo, explica Ascham em viés hobbesiano, “não haverá leis e, sem leis, não há propriedade e distinção ou divisão de direitos; e o que então se segue são só miseráveis confusões”(p.650).”(p.305)

“Mais uma vez, coloca-se o problema ético, legal, religioso e político de saber que obediência deve o súdito a um governo de facto, não de jure, Agora os conselhos de Hobbes adquirem bastante influência.”(p.309)

“Entre outras coisas, a liberdade – diz ele – reside no poder de mudar o governo e os governantes quando necessário, no curso ininterrupto de sucessivos parlamentos ou assembleias do povo, e na livre eleição de membros para cada sessão do

Parlamento.”(p.312)

“Noutras circunstâncias, os romanos supunham-se sob um governo monárquico. Aos romanos, com efeito, era odioso não apenas o nome rei, como “ a coisa

rei”(p.XX).”(p.312)

“Na visão harringtoniana da história, sobretudo a inglesa, o papel intelectual de hobbes é imenso, e por isso deve ser combatido com todo empenho. Enquanto Maquiavel representaria o governo de jure, definido como império das leis, não dos homens, Hobbes – discípulo de Carnéades, segundo Harrigton – seria a efígie do governo de facto, no qual um ou alguns homens sujeitam uma cidade ou nação e a governam de acordo com seu interesse privado.”(313)