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INTRODUÇÃO 4 SOLO : Perspectiva funcional : 4 Plataforma de sustentação dos ecossistemas. 4 Integra as
INTRODUÇÃO
4 SOLO : Perspectiva funcional :
4
Plataforma de sustentação dos ecossistemas.
4
Integra as esferas do planeta (Biosfera).
4
Mediador de processos globais.
Alteração em qualquer característica
implica em alteração das demais.
INTRODUÇÃO 4 Em agricultura e geologia, solo é a camada que recobre as rochas, sendo constituído
INTRODUÇÃO
4 Em agricultura e geologia,
solo
é
a
camada
que recobre as
rochas, sendo constituído de proporções e tipos variáveis de
minerais de húmus .
Clima e organismos
Processos
Tempo
(controlado pelo relevo)
Material de origem (rochas)
INTRODUÇÃO 4 Os microrganismos atuam como decompositores para clivar a matéria orgânica do solo (dejetos animais
INTRODUÇÃO
4 Os microrganismos atuam como decompositores para clivar a
matéria orgânica do solo (dejetos animais e biomassa
microbiana) em nutrientes simples que podem ser utilizados
pelos vegetais e pelos próprios micróbios.
INTRODUÇÃO 4 Solo: 4 Maior reservatório de microrganismos do planeta . 4 Direta ou indiretamente recebe
INTRODUÇÃO
4 Solo:
4 Maior reservatório de microrganismos do planeta .
4 Direta ou indiretamente recebe todos os dejetos
dos seres vivos.
4 Local de transformação da matéria orgânica em
substâncias nutritivas .
4 Com grande abundância e diversidade de
microrganismos .
1 hectare de solo pode conter até 4 toneladas de microrganismos.
INTRODUÇÃO Elementos e seus compostos inorgânicos servem como nutrientes para os vegetais. Microrganismos do solo degradam
INTRODUÇÃO
Elementos e seus compostos
inorgânicos servem como
nutrientes para os vegetais.
Microrganismos
do
solo
degradam compostos orgânicos
Compostos orgânicos nas plantas e
nos tecidos animais.
Elementos liberados de compostos orgânicos:
carbono, nitrogênio, enxofre, fósforo e ferro.
COMPONENTES DO SOLO 4 O solo é dividido em várias camadas ou horizontes do solo: 4
COMPONENTES DO SOLO
4 O
solo é dividido
em várias
camadas ou horizontes do
solo:
4
Solo superficial.
4
Subsolo .
4
Matriz.
4 Componentes
inorgânicos:
rochas, minerais, água e
gases.
4 Componentes
orgânicos:
húmus e organismos vivos.
COMPONENTES DO SOLO 4 Os solos diferem bastante nas proporções relativas de seus componentes : 4
COMPONENTES DO SOLO
4
Os
solos
diferem
bastante
nas
proporções
relativas
de
seus
componentes :
4
Solo superficial : maior número de microrganismos (bem suprido
de oxigênio e nutrientes) .
4
Camadas inferiores (subsolo e matriz): contêm menos organismos .
COMPONENTES DO SOLO 4 Componentes inorgânicos : 4 Mais abundantes: rochas pulverizadas e minerais: 4 Elementos
COMPONENTES DO SOLO
4 Componentes inorgânicos :
4 Mais abundantes: rochas
pulverizadas e minerais:
4 Elementos mais abundantes:
silicone, alumínio e ferro.
4 Também estão presentes:
cálcio, potássio, magnésio,
sódio, fósforo, nitrogênio e
enxofre.
COMPONENTES DO SOLO 4 O solo contém água e os gases dióxido de carbono, oxigênio e
COMPONENTES DO SOLO
4
O solo contém água e os gases dióxido de carbono, oxigênio e nitrogênio:
4
A água está aderida às partículas do solo ou intercaladas entre elas.
4
A quantidade de água : clima, chuva e drenagem.
4
Os gases estão dispersos nas partículas do solo ou dissolvidos na água.
4
Concentração varia com a atividade metabólica dos organismos.
Comparado com o ar atmosférico
o solo contém menos oxigênio e
mais dióxido de carbono.
COMPONENTES DO SOLO 4 O húmus é constantemente modificado: decompositores vão degradando moléculas mais complexas em
COMPONENTES DO SOLO
4 O húmus é constantemente modificado: decompositores vão
degradando moléculas mais complexas em moléculas mais
simples.
4 Os solos diferem muito na quantidade de húmus :
4 Maioria: 2 a 10%.
4 Turfa: pode ter até 95%.
Camada de húmus
Turfa
COMPONENTES DO SOLO 4 Além de microrganismos o solo também contém: sistemas radiculares, invertebrados e poucos
COMPONENTES DO SOLO
4 Além de microrganismos o solo também contém: sistemas
radiculares, invertebrados e poucos répteis e mamíferos.
4 Os microrganismos são os mais numerosos tanto em
números totais quantos em diversidade de espécies.
4 A quantidade de microrganismos depende da disponibilidade
de nutrientes do solo.
COMPONENTES DO SOLO 4 Biota do solo: 4 Partículas sozinhas não fazem um bom solo. 4
COMPONENTES DO SOLO
4 Biota do solo:
4 Partículas sozinhas não fazem um bom solo.
4 Em cada kg de solo fértil tem-se em torno de:
4
500 bilhões de bactérias .
4
10 bilhões de actinobactérias .
4
1 bilhão de fungos.
4
0,5 bilhão de invertebrados macroscópicos .
4
1.000 km de hifas e vários de raízes .
4
Numerosos vertebrados macroscópicos .
COMPONENTES DO SOLO
COMPONENTES DO SOLO
COMPONENTES DO SOLO
COMPONENTES DO SOLO
COMPONENTES DO SOLO 4 Rizosfera: Região onde o solo e as raízes das plantas entram em
COMPONENTES DO SOLO
4 Rizosfera: Região onde o solo e as raízes das plantas entram em
contato .
Efeito rizosférico
Com vegetação
Sem vegetação
PRESENÇA DE MICRORGANISMOS NAS VÁRIAS PROFUNDIDADES DO SOLO
PRESENÇA DE MICRORGANISMOS NAS
VÁRIAS PROFUNDIDADES DO SOLO
CLASSIFICAÇÃO ECOLÓGICA DOS MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Autóctones (indígenas) = população de microrganismos pouco afetada pela
CLASSIFICAÇÃO ECOLÓGICA DOS
MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Autóctones
(indígenas)
=
população
de
microrganismos pouco afetada pela adição de
nutrientes ao solo, vivendo às custas dos resíduos em
estágios avançados de decomposição .
4 Zimógenes
(fermentativos)
=
população
de
microrganismos estimulada pela adição de resíduos
ao solo, principalmente os resíduos
decomposição .
de
fácil
MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Todos os principais grupos de microrganismos estão presentes no solo, mas as
MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Todos os principais grupos de microrganismos estão presentes
no solo, mas as bactérias são as mais numerosas.
MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Bactérias do solo: autotróficas, heterotróficas, aeróbias, anaeróbias, mesofílicas e termofílicas. 4 Além
MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Bactérias
do
solo: autotróficas, heterotróficas, aeróbias,
anaeróbias, mesofílicas e termofílicas.
4 Além
de
bactérias
fixadoras
de
nitrogênio,
nitrificantes e
desnitrificantes também são encontradas bactérias que
degradam celulose, proteína, pectina, ácido butírico e uréia.
Bactérias nitrificantes
MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Bactérias : 4 Grupo mais numeroso e mais diversificado . 4 3
MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Bactérias :
4
Grupo mais numeroso e mais diversificado .
4
3 x 10 6 a 5 x 10 8 por g de solo seco .
4
Limitações impostas pelas discrepâncias entre técnicas .
4
Heterotróficos são mais facilmente detectados .
4
Gêneros mais freqüentes :
4
Bacillus, Clostridium, Arthrobacter, Pseudomonas, Nocardia,
Streptomyces , Micromonospora , Rizóbios .
4
Cianobactérias : pioneiras, fixação de N 2 .
Streptomyces
MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Mais de 4.000 espécies bacterianas diferentes em 100 g de solo. 4
MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Mais de 4.000 espécies bacterianas diferentes em 100
g de solo.
4 Menos de 1% das espécies microbianas conhecidas
(não cultiváveis não crescem em meio de cultura, ex.
fungos micorrízicos arbusculares ).
MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Fungos : 4 5 x 10 3 - 9 x 10 5
MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Fungos :
4
5 x 10 3 - 9 x 10 5 por g de solo seco.
4
Limitados à superfície do solo.
4
Favorecidos em solos ácidos.
4
Ativos decompositores de tecidos vegetais.
4
Melhoram a estrutura física do solo.
4
Gêneros mais freqüentes:
4 Penicillium,
Trichoderma.
Mucor,
Rhizopus,
Fusarium,
Aspergillus,
MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Os fungos do solo são na sua maioria filamentosos. 4 Tanto micélio
MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Os fungos do solo são na sua maioria filamentosos.
4 Tanto micélio quanto esporos estão presente principalmente na
camada superior aeróbica.
4 Funções dos fungos : decomposição de vegetais (celulose e
lignina) e dar ao solo através dos micélios uma textura friável
(Que se fragmenta facilmente).
Leveduras são abundantes em solos onde se cultivam uvas e outras frutas.
Micorriza
MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Pequenas quantidades de cianobactérias, algas, protistas e vírus são encontrados na maioria
MICRORGANISMOS DO SOLO
4
Pequenas quantidades de cianobactérias, algas, protistas e vírus
são encontrados na maioria dos solos.
4
As algas são encontradas na superfície, onde podem realizar
fotossíntese.
4
No deserto e em outros solos improdutivos, as algas contribuem
para o acúmulo de matéria orgânica.
4
Os protista (amebas e protozoários flagelados) se alimentam de
bactérias.
MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Algas : 4 10 3 - 5 x 10 5 por g
MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Algas :
4 10 3 - 5 x 10 5 por g de solo seco .
4 Abundantes na superfície .
4 Acumulação de matéria orgânica: solos nus,
erodidos .
4 Protozoários e vírus :
4 Equilíbrio das populações .
4 Predadores de bactérias .
4 Parasitas de bactérias, fungos, plantas, ...
MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Os vírus do solo infectam principalmente bactérias, mas alguns infectam os fungos
MICRORGANISMOS DO SOLO
4
Os vírus do solo infectam principalmente bactérias, mas alguns
infectam os fungos e uns poucos infectam os vegetais.
4
São comuns vírus que atacam insetos.
4
Os vírus animais não são indígenas do solo, mas podem ser
adicionados ao solo (adubação) .
4
Sobrevivência de vírus no solo:
4
Depende das condições ambientais e tipo de vírus.
4
Pode durar de horas a anos.
Vírus que atacam insetos
iridovírus
Baculovírus
MICRORGANISMOS DO SOLO 4 É possível usar certos vírus para biocontrolar pragas de insetos no solo.
MICRORGANISMOS DO SOLO
4 É possível usar certos vírus para biocontrolar pragas de insetos
no solo.
4 Quando todo as pragas de insetos tiverem sido controladas, os
vírus tendem a desaparecer (aprovação governamental).
Lagarta da soja
Vírus da poliedrose
nuclear
FATORES QUE AFETAM OS MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Interação com o ambiente . 4 Influencia o
FATORES QUE AFETAM OS
MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Interação com o ambiente .
4 Influencia o crescimento :
4 Fatores abióticos .
4 Outros microrganismos .
4 Os microrganismos afetam as características físicas
do solo e dos outros organismos presentes no solo.
FATORES QUE AFETAM OS MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Fatores abióticos: 4 Umidade. 4 Concentração de oxigênio.
FATORES QUE AFETAM OS MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Fatores abióticos:
4
Umidade.
4
Concentração de oxigênio.
4
pH.
4
Temperatura.
Os conteúdos de umidade e de oxigênio do
solo estão intimamente relacionados.
4 Os espaços entre as partículas do solo contêm tanto água quanto
oxigênio, os aeróbios crescem nestes espaços.
Solos encharcados
só cresce anaeróbios.
FATORES QUE AFETAM OS MICRORGANISMOS DO SOLO 4 O pH determina os microrganismos presentes (varia de
FATORES QUE AFETAM OS MICRORGANISMOS DO SOLO
4
O pH determina os microrganismos presentes (varia de 2 a 9).
4
Maioria da bactérias do solo: pH entre 6 e 8.
4
Alguns fungos filamentosos: qualquer nível de pH do solo.
4 Crescem em solos acidificados: competição por nutrientes
com as bactérias.
Calagem: neutraliza os
solos ácidos e aumenta
a população bacteriana.
FATORES QUE AFETAM OS MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Fertilizante a base de sais de amônia: 4
FATORES QUE AFETAM OS
MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Fertilizante a base de sais de
amônia:
4 Fonte de nitrogênio para os
vegetais.
4 Quando metabolizado por
determinadas bactérias,
estas liberam ácido nítrico,
diminuindo o pH do solo
(aumento da população de
fungos filamentosos) .
FATORES QUE AFETAM OS MICRORGANISMOS DO SOLO 4 4 Temperatura: Temperatura: 4 4 Varia de acordo
FATORES QUE AFETAM OS MICRORGANISMOS DO SOLO
4
4
Temperatura:
Temperatura:
4
4
Varia de acordo com a estação do
Varia de acordo com a estação do
ano.
ano.
4
4
Temperaturas abaixo do ponto de
Temperaturas abaixo do ponto de
congelamento.
congelamento.
4
4
Até 60ºC
Até 60ºC
em superfícies expostas
em superfícies expostas
a intensa luz solar no verão.
a intensa luz solar no verão.
4
Solos mornos e quentes: mesofílicos e termofílicos.
4
Solos frios: mesofílicos termotolerantes ao frio.
4
Fungos filamentosos: mesofílicos (temperatura moderada) .
FATORES QUE AFETAM OS MICRORGANISMOS DO SOLO 4 Microambientes: ocorrem devido a imensas variações nas características
FATORES QUE AFETAM OS MICRORGANISMOS DO SOLO
4 Microambientes:
ocorrem
devido
a
imensas
variações
nas
características físicas do solo e na quantidade e tipos de
organismos que ele contêm, mesmo em amostras de solo
coletadas a poucos centímetros de distância uma das outras.
As interações
entre
os
organismos
e
entre
estes
e
seus
ambientes
podem
ser
bastante
diferentes,
não
importando
quão
perto
eles
estejam uns dos outros.
IMPORTÂNCIA DOS DECOMPOSITORES NO SOLO 4 Importância para 4 Importância para o o ciclo do ciclo
IMPORTÂNCIA DOS DECOMPOSITORES NO SOLO
4 Importância para
4 Importância para
o
o
ciclo do
ciclo do
carbono :
carbono :
capacidade
capacidade
de
de
decompor a matéria orgânica.
decompor a matéria orgânica.
4 Decomposição de substâncias orgânicas (processo gradativo
envolvendo muitos tipos de microrganismos) :
4
Celulose, lignina e pectina (parede celular dos vegetais).
4
Glicogênio (animais).
4
Proteínas e gorduras (animais e vegetais).
IMPORTÂNCIA DOS DECOMPOSITORES NO SOLO 4 Degradação da matéria: 4 Celulose: bactérias, especialmente as do gênero
IMPORTÂNCIA DOS DECOMPOSITORES NO SOLO
4 Degradação da matéria:
4 Celulose:
bactérias,
especialmente
as
do
gênero
Cytophaga , e vários fungos .
4 Ligninas e pectinas: parcialmente digeridas por fungos,
sendo os produto da ação dos fungos posteriormente
digeridos por bactérias.
4 Protozoários e nematódeos também podem participar
da degradação de ligninas e pectinas.
4 Proteínas: fungos, actinomicetos e clostrídios.
IMPORTÂNCIA DOS DECOMPOSITORES NO SOLO 4 Condições de anaerobiose (solos alagados em brejos e pântanos) :
IMPORTÂNCIA DOS DECOMPOSITORES NO SOLO
4 Condições de anaerobiose (solos alagados em brejos e
pântanos) : metano é principal produto que contém carbono .
4 Produzido
por
bactérias
anaeróbias
estritas:
Methanococcus , Methanobacterium e Methanosarcina.
4 Estas bactérias também podem obter carbono da oxidação
do hidrogênio gasoso.
4 H 2
Hidrogênio
gasoso
CO 2
CH 4
+
+
Dióxido
Metano
2 H 2 O
Água
de carbono
IMPORTÂNCIA DOS DECOMPOSITORES NO SOLO 4 De qualquer maneira as substâncias orgânicas são metabolizadas a dióxido
IMPORTÂNCIA DOS DECOMPOSITORES NO SOLO
4 De qualquer maneira as substâncias orgânicas são
metabolizadas a dióxido de carbono, água e outras moléculas
pequenas.
4 Para cada composto orgânico natural existe um ou mais
organismos que podem decompô -lo (reciclagem continua
do carbono) .
Substâncias sintéticas :
produzidas pelo
homem e resistentes a
ação microbiana .
IMPORTÂNCIA DOS DECOMPOSITORES NO SOLO 4 Nitrogênio: entra no solo através da decomposição de proteínas de
IMPORTÂNCIA DOS DECOMPOSITORES NO SOLO
4 Nitrogênio:
entra
no
solo
através da decomposição de
proteínas
de
organismos
mortos
e
da
ação
de
organismos
fixadores
de
nitrogênio.
4 Fixação do nitrogênio:
4 Microrganismos
de
vida
livre.
4 Microrganismos
simbiontes.
PATÓGENOS DO SOLO 4 São principalmente patógenos de vegetais. 4 Alguns podem afetar o homem e
PATÓGENOS DO SOLO
4
São principalmente patógenos de vegetais.
4
Alguns podem afetar o homem e outros animais.
4 Clostridium:
principal
gênero
de
patógeno
do
homem
encontrado no solo.
Clostridium tetani : causa
o tétano e pode ser
introduzido facilmente
em um ferimento .
PATÓGENOS DO SOLO Clostridium botulinum: causa o botulismo. Esporos econtrados em vegetais parcilamente processados. Produz toxina
PATÓGENOS DO SOLO
Clostridium botulinum: causa
o
botulismo. Esporos econtrados em
vegetais
parcilamente processados.
Produz toxina mortal .
PATÓGENOS DO SOLO Clostridium perfringens : causa a gangrena gasosa em ferimentos mal limpos .
PATÓGENOS DO SOLO
Clostridium perfringens : causa a gangrena
gasosa em ferimentos mal limpos .
PATÓGENOS DO SOLO Bacillus anthracis: esporos causam antraz em ruminantes. As temperaturas do solo geralmente são
PATÓGENOS DO SOLO
Bacillus anthracis: esporos causam antraz em ruminantes.
As temperaturas do solo geralmente são muito baixas para manter as formas
vegetativas dos patógenos do solo, portanto, a maioria dos organismos que
infectam os animais de sangue quente existem na forma de esporos.
MICRORGANISMOS E OS CICLOS DA MATÉRIA 4 Terra : quantidade praticamente constante de matéria . 4
MICRORGANISMOS E OS CICLOS DA MATÉRIA
4 Terra : quantidade praticamente constante de matéria .
4 Mudanças no estado químico produzindo uma grande
diversidade de compostos :
4
Ciclo carbono.
4
Ciclo nitrogênio.
4
Ciclo do enxofre .
4
Ciclo do ferro.
O CARBONO NOS ECOSSISTEMAS 4 O Carbono compõe 18 % da massa na terra: aminoácidos, proteínas,
O CARBONO NOS ECOSSISTEMAS
4
O Carbono compõe 18 % da massa na terra: aminoácidos,
proteínas, ácidos nucléicos (DNA), lipídios, carboidratos.
4
0.03% da atmosfera é Carbono .
4
Principais gases que envolvem a terra: CO 2 e CH 4 .
4
Carbono como medida de produtividade.
CICLO DO CARBONO
CICLO DO CARBONO
CICLO DO CARBONO
CICLO DO CARBONO
FIXAÇÃO/LIBERAÇÃO DE CARBONO 4 CO 2 fixado via fotossíntese (autotroficamente em compostos biológicos) com liberação de
FIXAÇÃO/LIBERAÇÃO DE CARBONO
4 CO 2 fixado via fotossíntese (autotroficamente em
compostos biológicos) com liberação de O 2 .
4 Calcula -se que cada molécula de CO 2 da atmosfera é
fixada via fotossíntese a cada 300 anos .
FIXAÇÃO/LIBERAÇÃO DE CARBONO 4 Os oceanos e a fotossíntese terrestre absorvem cerca de 200 bilhões de
FIXAÇÃO/LIBERAÇÃO DE CARBONO
4 Os oceanos e a fotossíntese terrestre absorvem cerca de
200 bilhões de toneladas de CO 2 da atmosfera a cada ano
(93%
nos
oceanos) - principalmente algas e
cianobactérias.
4 Cerca
de
40
quatrilhões
de
toneladas
de
CO 2
estão
dissolvidos nos oceanos e formam grandes depósitos de
CaCO 3 e MgCO 3 .
4 100
mil
toneladas/ano
de
C
são
fixadas
em
fósseis
fazendo parte do estimado volume de 4 quatrilhões de
toneladas de carvão, óleo, gás natural.
PRINCIPAIS RESERVATÓRIOS DE CARBONO DA TERRA
PRINCIPAIS RESERVATÓRIOS DE
CARBONO DA TERRA
CO 2 NA ATMOSFERA/ANO (BILHÕES DE TONELADAS) 200 Respiracao Respiração 10 Fosseis Fósseis Microbios Micróbios 0,1
CO 2 NA ATMOSFERA/ANO (BILHÕES DE TONELADAS)
200
Respiracao
Respiração
10
Fosseis
Fósseis
Microbios
Micróbios
0,1
Vulcoes
Vulcões
2
1
CaCO3
CaCO
3
ESTIMATIVAS DE QUANTIDADES APROXIMADAS CONTIDAS EM CADA AMBIENTE E OS FLUXOS ANUAIS (GtC/ ANO) ENTRE OS
ESTIMATIVAS DE QUANTIDADES APROXIMADAS CONTIDAS EM CADA
AMBIENTE E OS FLUXOS ANUAIS (GtC/ ANO) ENTRE OS MESMOS
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO CARBONO 4 O mecanismo mais rápido de transferência global do carbono ocorre pelo
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO CARBONO
4 O mecanismo mais rápido de transferência global do carbono
ocorre pelo CO 2 .
Fixação do CO
Fixação do CO 2
2
CO
CO 2 + 4H
+ 4H
(CH 2 O) + H 2 O
(CH
O) + H
O
2
2
2
Plantas
Plantas
bactérias verdes e púrpuras fotossintetizantes
bactérias verdes e púrpuras fotossintetizantes
algas
algas
cianobactérias
cianobactérias
bactérias quimiolitróficas
bactérias quimiolitróficas
algumas bactérias heterotróficas:
algumas bactérias heterotróficas:
» CH 3 COCOOH + CO 2
» CH
COCOOH + CO
HOOC
HOOC
CH 2
CH
COCOOH
COCOOH
3
2
2
ácido pirúvico
ácido pirúvico
ácido oxaloacético
ácido oxaloacético
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO CARBONO 4 Degradação de substâncias orgânicas complexas : 4 Celulose (40 -50 %
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO CARBONO
4 Degradação de substâncias orgânicas complexas :
4 Celulose (40 -50 % dos tecidos vegetais) .
4 Hemiceluloses (10 -30 % dos tecidos vegetais) .
4 Lignina (20 -30 %).
Celulose
Celulose
celobiose (n moléculas)
celobiose (n moléculas)
celulases
celulases
Celobiose
Celobiose
2 glicose
2 glicose
b
b
-glicosidase
-glicosidase
Glicose (C H
Glicose (C 6 H 12 O 6 ) + 6O 2
O
) + 6O
6CO 2 + 6H 2 O
6CO
+ 6H O
6
12
6
2
2
2
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO CARBONO
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO CARBONO
O CARBONO E O AQUECIMENTO GLOBAL 4 CO 2 aumentou em 30% desde a revolução industrial
O CARBONO E O AQUECIMENTO GLOBAL
4
CO 2 aumentou em 30% desde a revolução industrial .
4
A maioria desse aumento é devido a queima de combustíveis fósseis e
mudanças no uso da terra (desmatamento, queimadas etc .).
Mudança no uso da terra.
Queima de combustíveis fósseis.
1 PgC = 10 15 g = 10 bilhões de toneladas
Emissões anuais
para atmosfera (PgC)
O CARBONO E O AQUECIMENTO GLOBAL
O CARBONO E O AQUECIMENTO GLOBAL
O CARBONO E O AQUECIMENTO GLOBAL
O CARBONO E O AQUECIMENTO GLOBAL
MICRORGANISMOS E O AQUECIMENTO 4 Aumento da temperatura: decomposição mais rápida (> emissão de CO 2
MICRORGANISMOS E O AQUECIMENTO
4 Aumento da temperatura: decomposição mais rápida (> emissão
de CO 2 que incorporação via fotossíntese).
4 O
4 O
degelo das capas polares
degelo das capas polares
pode estar trazendo de volta à
pode estar trazendo de volta à
vida
vida
formas
formas
virulentas
virulentas
de
de
microrganismos que estavam
microrganismos que estavam
dormentes no gelo.
dormentes no gelo.
MICRORGANISMOS E O AQUECIMENTO 4 O aumento da agropecuária - CH 4 (Archaea , protozoários, leveduras,
MICRORGANISMOS E O AQUECIMENTO
4 O aumento da agropecuária - CH 4
(Archaea , protozoários, leveduras,
etc .) que vivem no estômago de
ruminantes como ovelhas, gado,
búfalos, camelos, etc .
4 CH 4 absorve 20% a mais de
calor que CO 2 .
4 Aumentos das temperaturas aumentam as áreas biogeográficas de
certos microrganismos relacionados a doenças : malária, dengue, febre
amarela, viroses etc .
MICRORGANISMOS E O AQUECIMENTO 4 Alteração temperatura da água dos oceanos: altera a dinâmica das populações
MICRORGANISMOS E O AQUECIMENTO
4 Alteração
temperatura
da
água dos oceanos: altera a
dinâmica das populações
inclusive as microbianas.
4 Áreas de tundra e do ártico estão
com temperatura mais elevadas,
aumentando a produção de CH 4
(Archaea metanogênicas). Mais
nocivo que o CO 2 como gás de
efeito estufa .
MICRORGANISMOS E O AQUECIMENTO 4 Microrganismos podem ter várias respostas positivas e negativas à mudança climática
MICRORGANISMOS E O AQUECIMENTO
4 Microrganismos podem ter várias respostas positivas e
negativas à mudança climática global.
4 Aumentos das temperaturas fazem com que os microrganismos
decomponham os resíduos orgânicos mais rapidamente (>
emissão de CO 2 que incorporação via plantas fotossintéticas).
MICRORGANISMOS E O AQUECIMENTO 4 Aumentos nas populações microbianas oceânicas: 4 Vírus: o total de C
MICRORGANISMOS E O AQUECIMENTO
4 Aumentos nas populações microbianas oceânicas:
4 Vírus: o total de C em vírus nos oceanos equivale ao C de 75
milhões de baleias azuis (média de 100.000 kg cada X
75.000.000 = 75,10 11 kg de C).
MICRORGANISMOS E AS SOLUÇÕES 4 Fertilizar os oceanos com Fe para aumentar as populações de algas
MICRORGANISMOS E AS SOLUÇÕES
4 Fertilizar os oceanos com Fe para aumentar as populações de algas
(fitoplâncton) e outros microrganismos como Prochlorococcus e
Synechococcus que absorvem quantidades enormes de CO 2 .
4 Prochlorococcus e Synechococcus (cianobactérias) absorvem cerca
de 700 bilhões de toneladas de CO 2 por ano, o que é 2/3 de todo o
CO 2 fixado anualmente nos oceanos .
Prochlorococcus
Synechococcus
CICLO DO NITROGÊNIO 4 O Nitrogênio compõe 80 % dos gases da atmosfera . 4 Está
CICLO DO NITROGÊNIO
4 O Nitrogênio compõe 80 % dos gases da atmosfera .
4 Está
presente
em
aminoácidos,
proteínas,
ácidos
nucléicos (DNA, RNA), clorofila etc .
4 Fixação do N 2 atmosférico é necessária para que o
mesmo possa ser utilizado:
4 Fixação
biológica
(grande
maioria),
via
queimadas, lava ou via raios, antrópica .
CICLO DO NITROGÊNIO 4 Formas quimicamente disponíveis de N: amônio (NH 4 + ), nitrato (NO
CICLO DO NITROGÊNIO
4 Formas quimicamente disponíveis de N: amônio
(NH 4 + ), nitrato (NO 3 - ), e uréia ((NH 2 ) 2 CO)
4 Elemento versátil que pode ser encontrado na forma
orgânica e inorgânica .
CICLO DO NITROGÊNIO
CICLO DO NITROGÊNIO
CICLO DO NITROGÊNIO
CICLO DO NITROGÊNIO
FIXAÇÃO INDUSTRIAL DO NITROGÊNIO 4 O processo de Haber-Bosch: reação entre nitrogênio e hidrogênio para produzir
FIXAÇÃO INDUSTRIAL DO NITROGÊNIO
4 O processo de Haber-Bosch: reação entre nitrogênio e hidrogênio para
produzir amoníaco, reação é catalisada com o ferro, sob as condições de
± 200 atmosferas de pressão e uma temperatura de 450 -500 °C.
N 2 + 3 H 2 2 NH 3 + energia
A enzima nitrogenase
utilizada na fixação biológica
do N é capaz de promover a
mesma reação a temperatura
e pressão normal.
CICLO DO NITROGÊNIO
CICLO DO NITROGÊNIO
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO NITROGÊNIO 4 O nitrogênio gasoso corresponde a forma mais estável, assim a atmosfera
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO NITROGÊNIO
4
O nitrogênio gasoso corresponde a forma mais estável,
assim a atmosfera é o maior reservatório (contrário do
carbono).
4
A alta energia para quebra de N 2 indica que o processo
demanda energia.
4
Relativamente, um número pequeno de microrganismos é
capaz disso.
4
Em diversos ambientes, a produtividade é limitada pelo
suprimento de N.
4
Importância ecológica e econômica envolvida na fixação.
TEOR DE PROTEÍNA X DISPONIBILIDADE DE N Solo Atmosfera 4 Em pequenas concentrações. N 78% 2
TEOR DE PROTEÍNA X DISPONIBILIDADE DE N
Solo
Atmosfera
4 Em pequenas concentrações.
N
78%
2
4 Nem sempre prontamente
21%
O 2
disponível.
4 Exceto quando há alto teor de
CO 2
0,03%
matéria orgânica.
4 Eucariotos: plantas, animais e seres humanos não conseguem
fixar o N 2 .
4 Procariotos: possuem a enzima, nitrogenase que reduz o N2
produzindo amônia.
TRANSFORMAÇÕES DO N NOS SOLOS
TRANSFORMAÇÕES DO N NOS SOLOS
REAÇÃO DE REDUÇÃO DO N 2 ATMOSFÉRICO PELA NITROGENASE N N ATP, Mg 2NH 3 +
REAÇÃO DE REDUÇÃO DO N 2
ATMOSFÉRICO PELA NITROGENASE
N
N
ATP, Mg
2NH 3 + H
N 2 + 8e + 8H +
2
Nitrogenase
FIXAÇÃO/LIBERAÇÃO DO N 4 5 processos principais que ciclam o N: 4 Fixação. 4 Absorção (crescimento
FIXAÇÃO/LIBERAÇÃO DO N
4 5 processos principais que ciclam o N:
4
Fixação.
4
Absorção (crescimento dos organismos) .
4
Mineralização (decomposição) .
4
Nitrificação.
4
Desnitrificação.
4 Os microrganismos (principalmente bactérias) têm um papel
fundamental na ciclagem do N:
4
Bactérias de vida livre.
4
Bactérias simbióticas.
FIXAÇÃO DO N 4 NH 4 + ou NO 3 . - N 2 4 Única
FIXAÇÃO DO N
4
NH 4 + ou NO 3 .
-
N 2
4
Única forma que os organismos conseguem obter N da atmosfera .
4
Simbiontes como Rhizobium + legumes, Frankia + Alnus etc .: N em troca
por carboidratos e ambiente favorável.
4
Fixadores de vida livre (ambientes aquáticos principalmente):
Cyanobacteria , Azotobacter, Clostridium.
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO NITROGÊNIO Fixação do nitrogênio atmosférico Fixação do nitrogênio atmosférico N NH NH 3
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO NITROGÊNIO
Fixação do nitrogênio atmosférico
Fixação do nitrogênio atmosférico
N
NH
NH 3
aminoácidos
aminoácidos
N 2
2
3
4
Fixação simbiótica: 60-600 Kg/ha.ano.
4
90% pelas leguminosas .
4
Economia em fertilizantes nitrogenados .
4
Associações simbióticas fixadoras:
4
Anabaena - Azolla
4
Frankia - Alnus
4
Rizóbios - Leguminosas .
FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO NITROGÊNIO 4 Alimentação humana : 4 Gramíneas : arroz, trigo, milho, sorgo, cevada
FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO NITROGÊNIO
4 Alimentação humana :
4 Gramíneas : arroz, trigo, milho, sorgo, cevada ...
4 Leguminosas : soja, amendoim, feijão...
4 Leguminosas :
4 Alto teor protéico, 2 a 3 vezes maior do que os cereais.
4 Algumas leguminosas, soja e amendoim, também alto teor
de óleo.
4 Leguminosas estão dispersas em todo o planeta, porém é
mais comum em áreas tropicais e sub-tropicais.
SIMBIOSE 4 Relação benéfica para ambos os organismos . Planta: recebe N para o seu crescimento.
SIMBIOSE
4 Relação benéfica para ambos os organismos .
Planta: recebe N para o seu crescimento.
Bacteróide: tem um nicho protegido, rico em nutrientes.
( C fixado pela fotossíntese)
.
4 Simbiose leguminosa x rizóbio: é um dos melhores
exemplos e também um dos mais bem estudados .
IDENTIFICAÇÃO DO RIZÓBIO 4 Frank (1879): mostrou que sementes de leguminosas cultivadas em solos esterilizados não
IDENTIFICAÇÃO DO RIZÓBIO
4
Frank (1879): mostrou que sementes de leguminosas cultivadas em solos
esterilizados não formavam nódulos.
4
Hellriegel (1886-1888): realizou experimentos em áreas com pouco nitrogênio :
4
Leguminosas: bom desenvolvimento.
4
Outras famílias: desenvolvimento ruim.
4
Conclusão: as leguminosas poderiam estar aproveitando o N 2 da
atmosfera.
4
Ward (1887): usou nódulos macerados para inocular sementes de leguminosas
cultivadas em solos esterilizados.
4
Beijerinck (1888): isolamento e purificação da bactéria presente no nódulo.
O PROCESSO INFECTIVO Nódulo 5. As células da planta e das bactérias continuam a se dividir.
O PROCESSO INFECTIVO
Nódulo
5. As
células da planta
e
das
bactérias continuam a se dividir.
O PROCESSO INFECTIVO 2 m Células de Rhizobium trifolii aderidas à superfície da ponta da raiz
O PROCESSO INFECTIVO
2 m
Células de Rhizobium trifolii aderidas à
superfície da ponta da raiz de trevo.
O PROCESSO INFECTIVO Rhizobium trifolii aderidos à superfície da raiz de trevo. Formação de uma rede
O PROCESSO INFECTIVO
Rhizobium trifolii aderidos à superfície da raiz de trevo. Formação de
uma rede de microfibrilas (celulose/exopolissacarídeos).
4 Rizóbios - leguminosas : 4 Etapas da formação de um nódulo: 4 Reconhecimento : lectinas
4 Rizóbios - leguminosas :
4 Etapas da formação de um nódulo:
4
Reconhecimento : lectinas .
4
Disseminação :
4 Citocininas
células tetraplóides .
4
Formação dos bacteróides nas células .
4
Leghemoglobina .
4
Maturidade : fixação do nitrogênio.
4
Senescência do nódulo: deterioração .
ASSOCIAÇÃO SIMBIÓTICA RIZÓBIOS-LEGUMINOSAS
ASSOCIAÇÃO SIMBIÓTICA RIZÓBIOS-LEGUMINOSAS
RIZÓBIO NO SOLO 4 Rizóbio no solo envolto por uma cápsula de exopolissacarídeo, que protege a
RIZÓBIO NO SOLO
4
Rizóbio no solo envolto por uma cápsula de exopolissacarídeo, que protege a
célula contra a dessecação. Também facilita a aderência à superfície da raiz.
RIZÓBIO DENTRO DE UMA NÓDULO 4 Cada nódulo tem cerca de 10 9 células bacterianas .
RIZÓBIO DENTRO DE UMA NÓDULO
4 Cada nódulo tem cerca de 10 9 células bacterianas .
Microscopia de varredura
Lupa
4 Nódulos ativos e novos: presença de leghemoglobina.
NÓDULOS
NÓDULOS
NÓDULOS RADICULARES Nódulos radiculares. Nódulos caulinares. Crescimento determinado. Crescimento indeterminado.
NÓDULOS RADICULARES
Nódulos radiculares.
Nódulos caulinares.
Crescimento determinado.
Crescimento indeterminado.
NÓDULOS Nódulos caulinares Nódulos radiculares
NÓDULOS
Nódulos caulinares
Nódulos radiculares
NÓDULO CAULINAR Nódulos caulinares de Sesbania rostrata .
NÓDULO CAULINAR
Nódulos caulinares de
Sesbania rostrata .
NODULAÇÃO EM SOJA
NODULAÇÃO EM SOJA
NODULAÇÃO EM FEIJOEIRO
NODULAÇÃO EM FEIJOEIRO
NODULAÇÃO EM LEGUMINOSAS NATIVAS
NODULAÇÃO EM LEGUMINOSAS NATIVAS
NODULAÇÃO Sesbania, Aeschynomene e Discolobium Arachis hypogaea
NODULAÇÃO
Sesbania, Aeschynomene e
Discolobium
Arachis hypogaea
ASSOCIAÇÃO SIMBIÓTICA RIZÓBIOS-LEGUMINOSAS
ASSOCIAÇÃO SIMBIÓTICA RIZÓBIOS-LEGUMINOSAS
CONTROLE DO OXIGÊNIO 4 Nitrogenase é sensível ao oxigênio : dificuldade de purificação . 4 Aporte
CONTROLE DO OXIGÊNIO
4 Nitrogenase é sensível ao oxigênio : dificuldade de
purificação .
4 Aporte de elétrons e ATPs .
Presença de
Leghemoglobina
Interior do nódulo
Produção de
exopolissacarídios
ABSORÇÃO DO N 4 NH 4 + N orgânico . 4 NH 4 + é rapidamente
ABSORÇÃO DO N
4
NH 4 +
N orgânico .
4
NH 4 +
é
rapidamente
incorporado em proteínas e
outros
compostos
nitrogenados
orgânicos
pelas plantas ou
organismos do solo .
4 Consumidores no topo da
cadeia alimentar usam esse
nitrogênio fixado .
MINERALIZAÇÃO DO N 4 N orgânico NH 4 + . 4 Decomposição: N orgânico transformado em
MINERALIZAÇÃO DO N
4
N orgânico
NH 4
+
.
4
Decomposição: N orgânico
transformado em N
inorgânico
(NH 4 + )
por
fungos
e
bactérias
-
actinomicetos,
fungos
e
bactérias modificam o N da
matéria orgânica de NH 3 + a
NH 4
+
.
4
Esse NH 4 + pode então ser
usado
por
plantas
ou
transformado a NO 2 - e NO 3
-
via nitrificação
NITRIFICAÇÃO Nitrossomonas Nitrobacter 4 NH 4 + NO 2 - NO 3 - 4 Bactérias transformam
NITRIFICAÇÃO
Nitrossomonas
Nitrobacter
4
NH 4 +
NO 2 -
NO 3
-
4
Bactérias transformam amônio
a nitrato ganhando energia .
4
Ocorre apenas em ambientes
aeróbicos .
4
NH 4 + se adsorve as partículas
de solo com carga negativa.
4
NO 3 - é lixiviado com redução da
fertilidade do solo e
contaminação do lençol
freático .
DESNITRIFICAÇÃO 4 NO 3 - NO 2 - NO N 2 O N 2 4 Processo
DESNITRIFICAÇÃO
4
NO 3 -
NO 2 -
NO
N 2 O
N 2
4 Processo
anaeróbico
feito
por
bactérias
denitrificadoras.
4 N 2 O
é
um
gás
de
efeito
estufa.
4 Esta
é
a
única
transformação que
remove
N
dos
ecossistemas
(irreversível) e faz o balanço
do ciclo do N.
ATIVIDADES HUMANAS 4 Queima de florestas e de combustíveis fósseis colocando N na atmosfera. 4 Fertilização
ATIVIDADES HUMANAS
4
Queima de florestas e de combustíveis fósseis colocando N na
atmosfera.
4
Fertilização química que pode lixiviar-se para os corpos d água.
4
Criação de animais com produção de NH 3 + que pode entrar nos
corpos d água e no solo.
4
Derrame de excrementos em corpos d água.
EFEITOS NOCIVOS DA DEPOSIÇÃO DE N 4 Mudança da composição vegetal dos ecossistemas (redução da diversidade).
EFEITOS NOCIVOS DA DEPOSIÇÃO DE N
4
Mudança da composição vegetal dos ecossistemas (redução da
diversidade).
4
Formação de ácido nítrico (HNO 3 ) responsável, junto com
dióxido de enxofre (SO 2 ), pelas chuvas ácidas.
4
Altas concentrações de óxidos de N são precursores do ozônio
da troposfera, o qual causa dano aos tecidos vivos (NO e N 2 O) .
4
Altas concentrações de N nos rios causando eutrofização,
reduzindo a diversidade dos ecossistemas aquáticos.
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO NITROGÊNIO Proteólise: Proteínas ñ Peptídeos ñ Aminoácidos Amonificação (desaminação) CH 3 -CHNH 2
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO NITROGÊNIO
Proteólise:
Proteínas ñ Peptídeos ñ Aminoácidos
Amonificação (desaminação)
CH 3 -CHNH 2 -COOH + ½O 2 ñ CH 3 -CO-COOH + NH 3
» alanina
ác. pirúvico
amônia
» A amônia é rapidamente reciclada, mas uma parte volatiliza.
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO NITROGÊNIO 4 Nitrificação : 4 Produção de nitrato . 4 Solos bem drenados
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO NITROGÊNIO
4 Nitrificação :
4
Produção de nitrato .
4
Solos bem drenados e pH neutro
4
Embora seja rapidamente utilizado pelas plantas, também pode ser
lixiviado quando chove muito (muito solúvel).
4
Uso de inibidores da nitrificação na agricultura .
Etapas:
Nitritação : oxidação de amônia a nitrito.
2NH 3 + 3O 2 ñ 2HNO 2 + 2H 2 O
(Nitrosomonas , Nitrosovibrio, Nitrosococcus, Nitrosospira, Nitrosolobus )
Nitratação : oxidação de nitrito a nitrato.
NO 2 - + ½O 2 ñ NO 3 -
(Nitrobacter, Nitrospina , Nitrococcus , Nitrospira)
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO NITROGÊNIO Utilização do nitrato : Redução assimilatória : plantas e microrganismos NO 3
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO NITROGÊNIO
Utilização do nitrato :
Redução assimilatória : plantas e microrganismos
NO 3 - + 8e - + 9H + ñ NH 3 + 3H 2 O
Desnitrificação : ocorre em condições de anaerobiose como aceptor
de elétrons.
redução de nitratos a N 2 (nitrogênio atmosférico)
2NO 3 ñ 2NO 2 ñ 2NO ñ N 2 O ñ N 2
(Agrobacterium, Alcaligenes , Thiobacillus , Bacillus etc.)
- Como o N 2 é menos facilmente utilizado que o nitrato como fonte de
N, esse processo é prejudicial pois remove o N fixado no ambiente.
- Por outro lado, é importante no tratamento de efluentes.
ASSOCIAÇÕES COM CIANOBACTÉRIAS Anabaena Azolla Azolla
ASSOCIAÇÕES COM CIANOBACTÉRIAS
Anabaena
Azolla
Azolla
ASSOCIAÇÕES COM CIANOBACTÉRIAS
ASSOCIAÇÕES COM CIANOBACTÉRIAS
TECNOLOGIA DA INOCULAÇÃO 4 Qualidade e quantidade dos inoculantes : 4 Os inoculantes turfosos , líquidos
TECNOLOGIA DA INOCULAÇÃO
4
Qualidade e quantidade dos inoculantes :
4
Os inoculantes turfosos , líquidos ou outras formulações devem
conter uma população mínima de 1x10 8 células/g ou mL de
inoculante e devem ter comprovada a eficiência agronômica,
conforme normas oficiais da RELARE (Rede de Laboratórios para a
Recomendação Padronização e Difusão de Tecnologia de
Inoculantes Microbianos de Interesse Agrícola), aprovadas pelo
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
4
A quantidade mínima de inoculante a ser utilizada deve ser a que
forneça 300 .000 células/semente .
CUIDADOS AO ADQUIRIR INOCULANTES 4 Adquirir inoculantes recomendados pela pesquisa e devidamente registrados no MAPA. O
CUIDADOS AO ADQUIRIR INOCULANTES
4
Adquirir inoculantes recomendados pela pesquisa e devidamente registrados
no MAPA. O número de registro deverá estar impresso na embalagem.
4
Não adquirir e não usar inoculante com prazo de validade vencido e que não
tenha uma população mínima de 1x10 8 células viáveis por grama ou por mL do
produto e que forneça 300.000 células/semente.
4
Certificar-se de que o mesmo estava armazenado em condições satisfatórias de
temperatura e arejamento.
4
Transportar e conservar o inoculante em lugar fresco e bem arejado.
4
Certificar-se de que os inoculantes contenham pelo menos duas das quatro
estirpes recomendadas para o Brasil (SEMIA 587, SEMIA 5019, SEMIA 5079 e
SEMIA 5080).
4
Em caso de dúvida sobre a qualidade do inoculante, contatar um fiscal do
MAPA.
TIPOS DE INOCULAÇÃO 4 Junto com a sementes . 4 No sulco de semeadura .
TIPOS DE INOCULAÇÃO
4 Junto com a sementes .
4 No sulco de semeadura .
INOCULANTES
INOCULANTES
INOCULANTES
INOCULANTES
USO DE LEGUMINOSAS NA AGRICULTURA 4 As leguminosas e a adubação verde (Principais espécies utilizadas) :
USO DE LEGUMINOSAS NA AGRICULTURA
4
As leguminosas e a adubação verde (Principais espécies utilizadas) :
4
Mucuna preta
4
Soja perene
4
Siratro
4
Centrosema
4
Galactia
4
Kudzu
4
Estilosantes
4
Alfafa
4
Feijão miúdo
4
Lab lab
4
Leucena
4
Guandú
4
Calopogônio
4
Crotalária
4
Feijão de porco
CALOPOGÔNIO
CALOPOGÔNIO
CROTALÁRIA
CROTALÁRIA
ETILOSANTES
ETILOSANTES
FEIJÃO GUANDÚ
FEIJÃO GUANDÚ
FEIJÃO DE PORCO
FEIJÃO DE PORCO
LEUCENA
LEUCENA
MUCUNA PRETA
MUCUNA PRETA
PUERÁRIA
PUERÁRIA
INCORPORAÇÃO
INCORPORAÇÃO
CONTRIBUIÇÃO DA FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO NITROGÊNIO PARA A AGRICULTURA Siratro cultivado em condições estéreis.
CONTRIBUIÇÃO DA FIXAÇÃO BIOLÓGICA DO
NITROGÊNIO PARA A AGRICULTURA
Siratro cultivado em
condições estéreis.
BENEFÍCIO ECONÔMICO DA FIXAÇÃO BIOLÓGICA DE NITROGÊNIO 4 Estima -se que essa tecnologia de baixo custo
BENEFÍCIO ECONÔMICO DA FIXAÇÃO
BIOLÓGICA DE NITROGÊNIO
4 Estima -se
que
essa
tecnologia
de
baixo
custo
proporcione
uma
economia de 1 bilhão de dólares por ano em adubos nitrogenados .
inoculado
não inoculado
CICLO DO FÓSFORO 4 O fósforo é essencial para plantas e animais na forma dos íons:
CICLO DO FÓSFORO
4 O fósforo é essencial para plantas e animais na forma dos íons:
4
PO 4 3- (fosfato).
4
HPO 4 2- (ortofosfato).
4 Faz parte de moléculas:
4
Ácidos nucléicos (DNA).
4
Energéticas (ATP e ADP).
4
Células lipídicas.
4
Da estrutura do corpo de animais como fosfato de cálcio
(ossos, dentes etc.).
4
Na fotossíntese.
4
Transporte de nutrientes.
CICLO DO FÓSFORO 4 Encontrado em formações rochosas, sedimentos, e em sais de fosfato (absorvido por
CICLO DO FÓSFORO
4
Encontrado em formações rochosas, sedimentos, e em sais de
fosfato (absorvido por plantas), mas nunca na forma gasosa.
4
Encontrado em pequenas quantidades, por isso é um fator
limitante.
4
A ciclagem do fósforo é uma das mais lentas, especialmente se
estiver nos sedimentos (feita por microrganismos) .
4
No solo pode ser adsorvido por partículas do solo, tornando -se,
assim, imobilizado.
CICLO DO FÓSFORO 4 Três formas principais de fósforo : 4 Fósforo orgânico : na matéria
CICLO DO FÓSFORO
4
Três formas principais de fósforo :
4
Fósforo orgânico : na matéria viva, plantas, microrganismos etc .
4
Fósforo solúvel: disponível (orgânico bem como HPO 4 2- ). Menor
proporção de P do solo .
4
Fósforo adsorvido: indisponível (anionicamente ligado a cátions de
Al, Fe e Ca).
4
O
ciclo
do fósforo tem 2 componentes principais que ocorrem em
diferentes escalas de tempo :
4
No
componente
local ele cicla nos ecossistemas em tempo
ecológico .
4 Nos sedimentos ele faz parte da porção classificada em tempo
geológico . Somente será mobilizado milhões de anos mais tarde .
CICLO DO FÓSFORO
CICLO DO FÓSFORO
PERDA DE FÓSFORO DOS SOLOS 4 Perdas volumosas logo após fertilização orgânica (chuva). 4 Perdas por
PERDA DE FÓSFORO DOS SOLOS
4
Perdas volumosas logo após fertilização orgânica (chuva).
4
Perdas por erosão: P está associado a partículas do solo.
4
Aração, transformação de ecossistemas florestais a agricultura.
4
Queimas de compostos combustíveis.
4
Rejeitos humanos (3.000.000 kg de P/ano).
ATIVIDADES HUMANAS 4 Uso excessivo de fertilizantes. 4 Contaminação das correntes de água pelo uso de
ATIVIDADES HUMANAS
4 Uso excessivo de fertilizantes.
4 Contaminação
das
correntes
de
água
pelo
uso
de
ácido
sulfúrico para extrair o fósforo das rochas.
4 Lixiviação
contaminando
lençóis
freáticos
causando
eutrofização.
BIODEGRADAÇÃO DO PETRÓLEO 4 Decomposição microbiana do petróleo e derivados: 4 Grande importância econômica e ambiental.
BIODEGRADAÇÃO DO PETRÓLEO
4 Decomposição microbiana do petróleo e derivados:
4
Grande importância econômica e ambiental.
4 Fonte
rica
em
matéria
orgânica:
prontamente
atacada
aerobicamente por microrganismos.
4 Importância das enzimas oxigenases.
4 Oxidação aeróbica de hidrocarbonetos:
4
Bactérias.
4
Bolores e leveduras.
4
Cianobactérias e algas.
BIODEGRADAÇÃO DO PETRÓLEO Bactérias oxidantes de hidrocarbonetos associadas a gotículas de óleo. As bactérias concentra-se em
BIODEGRADAÇÃO DO PETRÓLEO
Bactérias oxidantes de hidrocarbonetos associadas a gotículas de óleo. As bactérias
concentra-se em grande número na interface óleo-água e não no interior da gotícula.
BIODEGRADAÇÃO DO PETRÓLEO 4 Cerca de 80 % dos componentes não voláteis são oxidados por bactérias
BIODEGRADAÇÃO DO PETRÓLEO
4 Cerca de 80 % dos componentes não voláteis são
oxidados
por
bactérias
após
um
ano
do
derramamento .
4 Hidrocarbonetos
ramificados
e
políciclicos:
resistentes à oxidação .
4 Parte do óleo pode migrar para os sedimentos :
4 Problemas de poluição das águas .
BIODEGRADAÇÃO DE XENOBIÓTICOS 4 Produto totalmente sintético que não ocorre naturalmente na natureza : 4 Pesticidas
BIODEGRADAÇÃO DE XENOBIÓTICOS
4 Produto
totalmente
sintético
que
não
ocorre
naturalmente na natureza :
4 Pesticidas .
4 Bifenis
policlorados
(PCB's:
transformadores
elétricos, indústrias produtoras de energia) .
4 Munições .
4 Corantes .
4 Solventes clorados .
RESISTÊNCIA DE INSETICIDAS E HERBICIDAS NOS SOLOS
RESISTÊNCIA DE INSETICIDAS E
HERBICIDAS NOS SOLOS
BIODEGRADAÇÃO DE XENOBIÓTICOS Embora nenhum destes compostos seja de ocorrência natural, vários microrganismos são capazes de
BIODEGRADAÇÃO DE XENOBIÓTICOS
Embora nenhum destes compostos seja de ocorrência natural, vários
microrganismos são capazes de degradá -los .
BIODEGRADAÇÃO DE XENOBIÓTICOS Aviões espalhando agente laranja (Vietnã). É uma mistura de dois herbicidas o 2,4-D
BIODEGRADAÇÃO DE XENOBIÓTICOS
Aviões espalhando agente laranja (Vietnã). É uma mistura de dois
herbicidas o 2,4-D e o 2,4,5-T. Foi usado como desfolhante pelo exército
americano na Guerra do Vietnã .
BIODEGRADAÇÃO DE POLÍMEROS SINTÉTICOS E PLÁSTICOS BIODGRADÁVEIS 4 Aterros sanitários : 4 Grandes quantidades de lixo
BIODEGRADAÇÃO DE POLÍMEROS
SINTÉTICOS E PLÁSTICOS BIODGRADÁVEIS
4 Aterros sanitários :
4 Grandes
quantidades
de
lixo
sólido:
papéis,
alimentos, plásticos .
4 Indústria do plástico : 40 bilhões de ton por ano:
4 40 % vão para os aterros sanitários .
4 Plásticos : polímeros xenobióticos recalcitrantes :
4 Exemplo:
polietileno,
polipropileno,
poliestireno
BIODEGRADAÇÃO DE POLÍMEROS SINTÉTICOS E PLÁSTICOS BIODGRADÁVEIS
BIODEGRADAÇÃO DE POLÍMEROS
SINTÉTICOS E PLÁSTICOS BIODGRADÁVEIS
BIODEGRADAÇÃO DE POLÍMEROS SINTÉTICOS E PLÁSTICOS BIODGRADÁVEIS 4 Busca por alternativas biodegradáveis (biopolímeros ): 4 Plástico
BIODEGRADAÇÃO DE POLÍMEROS
SINTÉTICOS E PLÁSTICOS BIODGRADÁVEIS
4 Busca
por
alternativas
biodegradáveis
(biopolímeros ):
4 Plástico fotodegradável: estrutura alterada sob luz
UV.
4 Plástico associado ao amido: amido incorporado
à molécula .
4 Plástico sintetizado por microrganismos :
4 poli- -hidroxialconoato s (PHAs).
BIODEGRADAÇÃO DE POLÍMEROS SINTÉTICOS E PLÁSTICOS BIODGRADÁVEIS Xampu embalado em plástico produzido a partir de plástico
BIODEGRADAÇÃO DE POLÍMEROS
SINTÉTICOS E PLÁSTICOS BIODGRADÁVEIS
Xampu embalado em plástico produzido a partir de plástico bacateriano ,
que consiste em um copolímero de poli- -hidrobutirato (PHB) e poli- -
hidrovalerato (PHV). O frasco é prontamente degradado em condições de
aerobiose e anaerobiose .
VISÃO ESQUEMÁTICA DO SOLO COMO UMA MÁQUINA DECOMPOSITORA 4 Disponibilização de Nutrientes: 4 Mineralização. 4 Imobilização.
VISÃO ESQUEMÁTICA DO SOLO COMO
UMA MÁQUINA DECOMPOSITORA
4 Disponibilização de Nutrientes:
4 Mineralização.
4 Imobilização.
4 Oxi-redução.
4 Solubilização.
4 Fixação
Biológica
de
Nitrogênio.
4 Micorrizas.
MS MS Resíduos Máquina orgânicos decompositora Nitrogênio MS Carbono MS Fósforo MS Potássio Cálcio Magnésio Ferro
MS
MS
Resíduos
Máquina
orgânicos
decompositora
Nitrogênio
MS
Carbono
MS
Fósforo
MS
Potássio
Cálcio
Magnésio
Ferro
Enxofre
Microrganismo
Manganês
Cobre
operário
outros
MS
Húmus

Decomposição de restos vegetais no solo: máquina decompositora operada pelos microrganismos (Siqueira & Franco, 1988)

TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO ENXOFRE 4 As transformações do enxofre são ainda mais complexas que do nitrogênio
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO ENXOFRE
4 As transformações do enxofre são ainda mais complexas
que do
nitrogênio :
4
Devido à variedade de estados de oxidação (-2 a +6) (S-orgânico a
sulfato) .
4
Porém,
apenas
3
estados
de
oxidação
se
encontram
em
quantidade significativas na natureza (-2, 0, +6) .
Oxidação do enxofre elementar:
Oxidação do enxofre elementar:
2S + 2H
2S + 2H 2 O + 3O 2
O + 3O
2H
2H 2 SO
SO
2
2
2
4
4
2H +
2H
+
+
+
SO
SO
=
=
4
4
ex. Thiobacillus thioxidans
ex. Thiobacillus thioxidans
O S 0 também pode ser reduzido pela respiração anaeróbia
O S
0
também pode ser reduzido pela respiração anaeróbia
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO ENXOFRE Degradação (oxid/red) de compostos orgânicos sulfurados: cisteína + H 2 O ácido
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO ENXOFRE
Degradação (oxid/red) de compostos orgânicos sulfurados:
cisteína + H 2 O
ácido pirúvico + NH 3 + H 2 S
Utilização dos sulfatos:
plantas
microrganismos
S é incorporado a aminoácidos:
» cistina
» cisteína
» metionina
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO ENXOFRE Redução de sulfatos (por bactérias amplamente distribuídas na natureza): Redução de sulfatos
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO ENXOFRE
Redução de sulfatos (por bactérias amplamente distribuídas na natureza):
Redução de sulfatos (por bactérias amplamente distribuídas na natureza):
Anaerobiose:
Anaerobiose:
CaSO
CaSO 4 + 8H
+ 8H
H
H 2 S + Ca(OH) 2 + 2H 2 O
S + Ca(OH)
+ 2H
O
4
2
2
2
» Desulfovibrio
» Desulfovibrio
-
-
Necessidade da presença de compostos orgânicos (doadores de e-)
Necessidade da presença de compostos orgânicos (doadores de e-)
Oxidação de sulfato:
Oxidação de sulfato:
bactérias fototróficas:
bactérias fototróficas:
CO
CO 2 + 2H 2 S
+ 2H
S
(CH
(CH 2 O) + H 2 O + 2S
O) + H
O + 2S
2
2
2
2
enzimas/luz
enzimas/luz
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO ENXOFRE SO 4 = Redução de sulfato (desassimilatória) S orgânico S 0 Thiobacillus
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO ENXOFRE
SO 4
=
Redução de sulfato
(desassimilatória)
S orgânico
S 0
Thiobacillus
Thiotrix
Aeróbica
H 2 S
Beggiatoa
Chromatium
Anaeróbica
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO FERRO 4 Um dos elementos mais abundantes. 4 Naturalmente encontrado em apenas dois
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO FERRO
4
Um dos elementos mais abundantes.
4
Naturalmente encontrado em apenas dois estados de oxidação.
O
é
o
único
O 2
aceptor
de
elétrons
que
pode
oxidar
o
ferro
Fe 2+ ,
e
em
pH
Comum em solos
neutro.
alagados e pântanos
Em condições ácidas
ocorre o crescimento
de acidófilos
oxidantes do ferro.
Precipitação de depósitos marrons de ferro.
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO FERRO
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO FERRO
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO FERRO Pirita em carvão, pode ser oxidada por bactérias oxidantes de enxofre e
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO FERRO
Pirita em carvão, pode ser oxidada por bactérias oxidantes de
enxofre e ferro. Os disco esféricos de coloração dourada
correspondem a partículas de pirita (FeS 2 ).
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO FERRO
TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS DO FERRO
MINERAÇÃO DO COBRE Efeito da bactéria Thiobacillus ferrooxidans na lixiviação do cobre.
MINERAÇÃO DO COBRE
Efeito da bactéria Thiobacillus ferrooxidans na lixiviação do cobre.
MINERAÇÃO DO COBRE
MINERAÇÃO DO COBRE
TRANSFORMAÇÕES DO MERCÚRIO 4 Presente em baixíssimas concentrações nos ambientes naturais : 1 ng/L. 4 Produto
TRANSFORMAÇÕES DO MERCÚRIO
4 Presente
em
baixíssimas
concentrações
nos
ambientes naturais : 1 ng/L.
4 Produto industrial amplamente utilizado .
4 Componente ativo de muitos pesticidas .
4 Acumula -se facilmente nos tecidos vivos.
4 Alta toxicidade .
TRANSFORMAÇÕES DO MERCÚRIO Mineração de minérios de mercúrio + queima de combustíveis fósseis Mineração de minérios
TRANSFORMAÇÕES DO MERCÚRIO
Mineração de minérios de mercúrio + queima de combustíveis fósseis
Mineração de minérios de mercúrio + queima de combustíveis fósseis
40.000
40.000
ton de mercúrio/ano
ton de mercúrio/ano
4
Processos geoquímicos naturais.
4
Subproduto da indústria eletrônica: baterias e fios.
4
Subproduto da indústria química.
4
Queima do lixo municipal.
TRANSFORMAÇÕES DO MERCÚRIO Principal forma de mercúrio : Hg 0 (volátil) (relativamente atóxico) oxidação fotoquímica redutase
TRANSFORMAÇÕES DO MERCÚRIO
Principal forma de mercúrio :
Hg 0 (volátil) (relativamente atóxico)
oxidação fotoquímica
redutase mercúrica
Hg 2+ (forma predominante na água) (tóxico)
metilação por microrganismos
CH 3 Hg + (muito tóxico)
metilação por microrganismos
CH 3 -Hg-CH 3 (muito tóxico)
Redutase mercúrica: produzida por bactérias Gram
Peixes
negativas resistentes ao mercúrio .
Homem
REDUÇÃO DE ACETILENO (MEDIDA DA CAPACIDADE FIXADORA)
REDUÇÃO DE ACETILENO
(MEDIDA DA CAPACIDADE FIXADORA)
ABSORÇÃO DO NITROGÊNIO 4 NH 4 + (inorgânico) N orgânico 4 NH 4 + é rapidamente
ABSORÇÃO DO NITROGÊNIO
4 NH 4 + (inorgânico)
N orgânico
4 NH 4 +
é
rapidamente
incorporado
em
proteínas
e
outros compostos nitrogenados orgânicos pelas
plantas ou organismos do solo.
MINERALIZAÇÃO DO NITROGÊNIO 4 N orgânico NH 4 + (inorgânico) 4 Decomposição: N orgânico transformado em
MINERALIZAÇÃO DO NITROGÊNIO
4 N orgânico
NH 4 + (inorgânico)
4 Decomposição: N orgânico transformado em N
inorgânico (NH 4 + ) por fungos e bactérias .
4 Actinomicetos , fungos e bactérias modificam o N
da Matéria Orgânica de NH 3 + a NH 4
+
4 Esse NH 4 + usado por plantas ou transformado a NO 2
-
e NO 3 - via nitrificação .
NITRIFICAÇÃO Nitrossomonas Nitrobacter 4 NH 4 + NO 2 - NO 3 - 4 Bactérias transformam
NITRIFICAÇÃO
Nitrossomonas
Nitrobacter
4 NH 4 +
NO 2 -
NO 3
-
4 Bactérias transformam amônio a nitrato ganhando energia.
4 Ocorre apenas em ambientes aeróbicos.
4 NH 4 + se adsorve as partículas de solo com carga negativa.
4 NO 3 -
é
lixiviado
com
redução
da
fertilidade
do
solo
e
contaminação do lençol freático.
DESNITRIFICAÇÃO 4 NO 3 - NO 2 - NO N 2 O N 2 4 Processo
DESNITRIFICAÇÃO
4 NO 3 -
NO 2 -
NO
N 2 O
N 2
4 Processo anaeróbico feito por bactérias desnitrificadoras.
4 N 2 O é um gás de efeito estufa.
4 Esta é a única transformação que remove N dos ecossistemas
(irreversível) e faz o balanço do ciclo do N.
4
NO 3 - = nitrato.
4
NO 2 - = nitrito.
4
NO = nitróxido, óxido nítrico, monóxido de N.
4
N 2 O = óxido de dinitrogênio (gás do riso).
O PROCESSO INFECTIVO Célula rizobiana Pelo radicular 1. Reconhecimento e aderência. 2. Invasão: o rizóbio penetra
O PROCESSO INFECTIVO
Célula
rizobiana
Pelo radicular
1. Reconhecimento e aderência.
2. Invasão: o rizóbio penetra
no pelo radicular
e
multiplica-se através de uma
fibra infecciosa.
O PROCESSO INFECTIVO Fibra infectiva 3. A fibra infecciosa bacteriana cresce buscando as células da raiz
O PROCESSO INFECTIVO
Fibra infectiva
3. A fibra infecciosa bacteriana
cresce buscando as células da
raiz principal.
Invasão
de
células
tetraploides,
as
quais
são
estimuladas a se dividir.
4. Transformação das células
bacterianas em bacterozóides
capazes de realizar a fixação de
nitrogênio.
Pêlo não infectado
DIVERSIDADE DO RIZÓBIO TROPICAL 4 Família Rhizobiaceae. 4 Rizóbio (rhiza: raiz e bios: vida o que
DIVERSIDADE DO RIZÓBIO TROPICAL
4
Família Rhizobiaceae.
4
Rizóbio (rhiza: raiz e bios: vida o que vive na raiz).
4
1. Células estimulam a formação de nódulos em raízes de leguminosas. Quando
em simbiose reduzem N 2 atmosférico.
4
Dois gêneros classificados:
4 Rhizobium (Frank 1889): crescimento rápido em meio com manitol/extrato
de levedura, geralmente nodulam leguminosas temperadas, reação ácida
no meio. Teor G+C: 59-64
4 Bradyrhizobium (Jordan 1982) - crescimento lento em meio com
manitol/extrato de levedura, geralmente nodulam leguminosas tropicais,
reação alcalina no meio. Teor G+C: 61-65
4
2. Células não causam a formação de nódulos nas raízes mas a maioria das
espécies produzem outros tipos de hipertrofia em várias plantas. Não fixam
nitrogênio.
Rhizobium (FRANK 1889) 4 Bastonetes. Geralmente contém grânulos de Poli-B-hidroxibutirato. 4 Não forma esporo. 4 Gram-negativa.
Rhizobium (FRANK 1889)
4
Bastonetes. Geralmente contém grânulos de Poli-B-hidroxibutirato.
4
Não forma esporo.
4
Gram-negativa.
4
Motilidade através de 1 flagelo polar ou subpolar ou vários ao redor da célula.
4
Aerobiose.
4
Capaz de crescer em microaerofilia.
4
Colônias são circulares, convexas, semi-translúcidas, produtoras de muco.
4
Utilizam uma faixa ampla de fontes de carbono.
4
Produção de muco abundante em meio contendo carboidrato.
4
Reação ácida quando cresce em manitol ou outros carboidratos.
4
Fonte de N: sais de amônio, nitrato e a maioria dos aminoácidos.
4
São capazes de formar nódulos com leguminosas de clima temperado e
algumas de clima tropical.
4
Nos nódulos, assume formas pleomórficas (bacteróides).
Bradyrhizobium (JORDAN 1982) 4 Bastonetes. Geralmente contém grânulos de Poli-B-hidroxibutirato. 4 Não forma esporo. 4 Gram-negativa.
Bradyrhizobium (JORDAN 1982)
4
Bastonetes. Geralmente contém grânulos de Poli-B-hidroxibutirato.
4
Não forma esporo.
4
Gram-negativa.
4
Motilidade através de 1 flagelo polar ou subpolar.
4
Aeróbico.
4
Capaz de crescer em microaerofilia.
4
Colônias são circulares, convexas, opacas, produtoras de muco.
4
Utilizam uma faixa ampla de fontes de carbono.
4
Produção de muco abundante em meio contendo carboidrato.
4
Reação alcalina quando cresce em manitol ou em outros carboidratos.
4
Fonte de N: sais de amônio, nitrato e alguns aminoácidos.
4
São capazes de formar nódulos com leguminosas de clima tropical e algumas
de clima temperado.
4
Nos nódulos, assume formas pleomórficas (bacteróides).
PRODUÇÃO DE BACTERIOCINA EM MEIO DE CULTURA BR33 - B. japonicum BR29 - B. elkanii
PRODUÇÃO DE BACTERIOCINA EM MEIO DE CULTURA
BR33 - B. japonicum
BR29 - B. elkanii