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Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br TRAUMATOLOGIA DOS

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TRAUMATOLOGIA DOS MEMBROS INFERIORES

Fraturas da pelve

- As fraturas da pelve instáveis comumente estão associadas a lesões de órgãos e estruturas da cavidade pélvica. Nos casos de fraturas expostas a mortalidade chega a 50%.

- Mecanismo traumático:

Em idosos normalmente é provocada por traumas diretos de baixa energia (queda da própria altura).

Em jovens pode ser provocada por traumas diretos e indiretos de alta energia (acidentes de carro)

diretos e indiretos de alta energia (acidentes de carro) - Classificação (são muitas as classificações

- Classificação (são muitas as classificações utilizadas pra essas fraturas, contudo o prognostico e o tratamento depende diretamente da estabilidade da fratura, assim a classificação quanto a estabilidade, descrita a baixo, torna-se muito utilizada).

Fratura sem ruptura do anel pélvico.

muito utilizada).  Fratura sem ruptura do anel pélvico. a) Avulsão – Espinha ilíaca ântero-superior ou

a) Avulsão Espinha ilíaca ântero-superior ou tubérculo isquiático.

b) Ramo púbico.

c) Ísquio Por trauma direto.

Fratura com ruptura do anel pélvico estável.

a) Asa do ílio.

b) Assoalho do acetábulo.

c) Ramo ísquio-púbico e ílio-púbico homolateral.

Fratura com ruptura do anel pélvico instável.

a) Ramo ísquio-púbico e ílio-púbico bilateral

instável. a) Ramo ísquio-púbico e ílio-púbico bilateral b) Asa do ílio ou sacro com ruptura da
instável. a) Ramo ísquio-púbico e ílio-púbico bilateral b) Asa do ílio ou sacro com ruptura da

b) Asa do ílio ou sacro com ruptura da sínfise.

c) Ramo ísquio-púbico e ílio-púbico + asa homolateral

- Tratamento conservador (fraturas sem ruptura do anel pélvico):

Repouso Parafuso.
Repouso
Parafuso.
sem ruptura do anel pélvico):  Repouso Parafuso. - Tratamento cirúrgico:    Placa e

- Tratamento cirúrgico:

 

Placa e parafuso.

Fixador externo.

Obs: Carga só após 12 a 16 semanas.

- Complicações:

Doenças tromboembólicas.

Pneumonias.

Lesão nervosa.

Lesão urogenital

Consolidação viciosa (principal causa de dor no pós operatório)

Obs: Nos casos de fraturas instáveis o paciente deve permanecer no leito por aproximadamente 6 semanas e os exercícios ativos só devem ser liberados após 3 semanas.

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Fratura da asa do

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Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Fratura da asa do Ílio (1), do acetábulo (1 e 4) e dos

Fratura da asa do Ílio (1), do acetábulo (1 e 4) e dos ramos ísquio-púbicos (3)

(1), do acetábulo (1 e 4) e dos ramos ísquio-púbicos (3) Tratamento cirúrgico de uma fratura
(1), do acetábulo (1 e 4) e dos ramos ísquio-púbicos (3) Tratamento cirúrgico de uma fratura
(1), do acetábulo (1 e 4) e dos ramos ísquio-púbicos (3) Tratamento cirúrgico de uma fratura
(1), do acetábulo (1 e 4) e dos ramos ísquio-púbicos (3) Tratamento cirúrgico de uma fratura

Tratamento cirúrgico de uma fratura do acetábulo (1), fratura bilateral dos ramos ísquio- púbicos (2) e luxação da sínfise púbica com fratura do sacro (3)

Fraturas do acetábulo.

-Classificação:

do sacro (3) Fraturas do acetábulo. -Classificação: - de idosos com ossos osteoporóticos, associada a
do sacro (3) Fraturas do acetábulo. -Classificação: - de idosos com ossos osteoporóticos, associada a

-

de idosos com ossos osteoporóticos, associada a traumatismo de baixa energia. O outro é formado por jovens, vítimas de acidentes de alta energia, geralmente politraumatizados. Essas fraturas estão freqüentemente associadas a lesões de partes moles.

Há basicamente dois grupos de pacientes com fraturas do acetábulo. O primeiro composto

Fratura anterior fratura muita rara e de bom prognóstico, pois não afeta a área de carga do acetábulo.

Fratura posterior comum a associação a luxação do quadril.

posterior – comum a associação a luxação do quadril.  Fratura transversa – normalmente é estável.

Fratura transversa normalmente é estável.

Fratura complexa mais comum e normalmente de mau prognóstico.

Repouso com restrição de carga.

-Tratamento conservador (raramente é realizado. Só é utilizado nas fraturas sem desvio):



- Tratamento cirúrgico:

Placa e parafuso.

Artroplastia do quadril (fraturas complexas em indivíduos idosos)

- Complicações:

Tromboembolismo.

Lesão vascular.

Lesão nervosa.

Calcificação heterotópica.

Artrose pós-traumática.

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Luxação do quadril.

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Luxação do quadril.

- As luxações do quadril raramente ocorrem sem fraturas associadas.

-Classificação:

Luxação central (só ocorre com fraturas, sendo abordadas de acordo com a complexidade da fratura).

Luxação anterior (corresponde a 10 a 15%) Clinicamente a coxa fica rodada externamente, abduzida e ligeiramente fletida.

Luxação posterior (mais comum) - Clinicamente a coxa fica rodada internamente, aduzida e em leve flexão; alem de encurtada.

internamente, aduzida e em leve flexão; alem de encurtada. Aspecto clínico da luxação post. (1) e
internamente, aduzida e em leve flexão; alem de encurtada. Aspecto clínico da luxação post. (1) e
internamente, aduzida e em leve flexão; alem de encurtada. Aspecto clínico da luxação post. (1) e

Aspecto clínico da luxação post. (1) e da luxação anterior (2) Radiog. luxação post. (3)

Redução incruenta sob anestesia.

luxação post. (3) Redução incruenta sob anestesia. - Tratamento conservador (é sempre a opção nos casos

- Tratamento conservador (é sempre a opção nos casos de luxação sem fratura)

(é sempre a opção nos casos de luxação sem fratura)  - Complicações:  Necrose da
(é sempre a opção nos casos de luxação sem fratura)  - Complicações:  Necrose da

- Complicações:

Necrose da cabeça do fêmur.

Artrose precoce.

Miosite ossificante.

do fêmur.  Artrose precoce.  Miosite ossificante.  Lesão nervosa.  Lesão vascular Fratura do

Lesão nervosa.

precoce.  Miosite ossificante.  Lesão nervosa.  Lesão vascular Fratura do colo do fêmur. -

Lesão vascular

Fratura do colo do fêmur.

Fratura do colo do fêmur.

- São fraturas típicas de idosos e acometem predominantemente mulheres (5 : 1), provavelmente pela maior incidência de osteoporose nas mulheres.

- Mecanismo Traumático.

Em Jovens normalmente é provocada por traumas indiretos de alta energia.

Em idosos pode ser provocada por traumas de baixa energia (queda da própria altura).

- Classificação de Garden

Tipo I Fratura impactada em valgo (adução) ou incompleta.

Tipo II Fratura completa sem desvio.

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br  Tipo III –

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Tipo III fratura com desvio de até 50%.

Tipo IV Fratura com desvio maior de 50%.

50%.  Tipo IV – Fratura com desvio maior de 50%. Os 4 estágios das fraturas

Os 4 estágios das fraturas do colo de fêmur de acordo com Garden

- Tratamento conservador (tipo I)

de acordo com Garden - Tratamento conservador (tipo I)  Repouso com restrição de carga. -

Repouso com restrição de carga.

conservador (tipo I)  Repouso com restrição de carga. - Tratamento Cirúrgico:  Fio de Kirschner.

- Tratamento Cirúrgico:

Fio de Kirschner.

Parafusos canulados.

Placa DHS (Dynamic Hip Screw)

Prótese (necrose)

OBS: A carga só é liberada após a consolidação, aproximadamente 12 semanas. Com exceção das tratadas com placa DHS.

- Complicações:

Com exceção das tratadas com placa DHS. - Complicações:  Necrose da cabeça.  Artrose. 
Com exceção das tratadas com placa DHS. - Complicações:  Necrose da cabeça.  Artrose. 

Necrose da cabeça.

Artrose.

Pseudoartrose (20 a 30%).

T.V.P.

 Artrose.  Pseudoartrose (20 a 30%).  T.V.P.  Pneumonias (idosos) Fratura transtrocantérica. É uma

Pneumonias (idosos)

(20 a 30%).  T.V.P.  Pneumonias (idosos) Fratura transtrocantérica. É uma fratura típica das

Fratura transtrocantérica.

É uma fratura típica das mulheres da terceira idade e é descrita como a fratura proximal do fêmur mais comum.

-

é descrita como a fratura proximal do fêmur mais comum. - - Pode ser simples ou

- Pode ser simples ou associada à fratura dos trocânter maior ou menor.

- Mecanismo Traumático:

Normalmente é provocada por uma queda da própria altura sobre a face lateral da coxa.

- Tratamento cirúrgico (é sempre tratada cirurgicamente)

Placa DHS. (a carga é liberada precocemente)

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br - Complicações

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- Complicações (são raras):

T.V.P.

Perda de redução

Consolidação viciosa

T.V.P.  Perda de redução  Consolidação viciosa Fraatura de colo de fêmur fixada com 3
T.V.P.  Perda de redução  Consolidação viciosa Fraatura de colo de fêmur fixada com 3
T.V.P.  Perda de redução  Consolidação viciosa Fraatura de colo de fêmur fixada com 3

Fraatura de colo de fêmur fixada com 3 parafusos (1), fratura transtrocantérica(2), placa D.H.S. (Dynamic Hip Screw) e haste P.F.N. (Proximal Femural Nail).

Epifisiólise da cabeça do fêmur (coxa vara do adolescente).

-

É o deslocamento da epífise superior do fêmur em relação ao colo, em ossos imaturos.

- Ocorre pouco antes da puberdade (12 anos meninas e 15 anos meninos) e pode estar relacionada com distúrbios endócrinos ou obesidade.

- Causa incerta, mas pode está relacionada com trauma.

Causa – incerta, mas pode está relacionada com trauma. - A incidência é maior em meninos.
Causa – incerta, mas pode está relacionada com trauma. - A incidência é maior em meninos.

- A incidência é maior em meninos.

- Tipos:

com trauma. - A incidência é maior em meninos. - Tipos:  Crônica (mais comum) –

Crônica (mais comum) Tem inicio insidioso

 Aguda – Tem inicio súbito, geralmente após um trauma

Aguda Tem inicio súbito, geralmente após um trauma

Crônica agudizada Tem inicio insidioso e subitamente os sintomas pioram, geralmente após um trauma.



- Quadro clinico:

Claudicação

Coxa rodada externamente.

Dor na região inguinal.

Rotação interna diminuída.

Abdução diminuída.

- Classificação de Wilson:

Grau 0 alargamento da fise. Grau I deslizamento de até 1/3 da largura do colo. Grau II deslizamento de 1/3 a 1/2 da largura do colo.

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Grau III –

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Grau III deslizamento maior que ½ da largura do colo.

- Tratamento cirúrgico.

Fixação com parafusos ou fio de Kirschner.

- Complicações:

Varismo de coxa.

Necrose da cabeça.

Artrose

Bilateral (15 a 30%)

da cabeça.  Artrose  Bilateral (15 a 30%) Epifisiólise (1) e tratamento com 3 fios
da cabeça.  Artrose  Bilateral (15 a 30%) Epifisiólise (1) e tratamento com 3 fios
da cabeça.  Artrose  Bilateral (15 a 30%) Epifisiólise (1) e tratamento com 3 fios

Epifisiólise (1) e tratamento com 3 fios de Kirschner na epifisiólise (2).

Fratura diafisária do fêmur

- É uma fratura que freqüentemente lesa o quadríceps e acomete mais indivíduos adultos jovens. Seu tratamento é essencialmente cirúrgico. No passado o tratamento conservador com tração transesquelética até a consolidação da fratura era freqüentemente realizado e produzia muitas complicações.

freqüentemente realizado e produzia muitas complicações. - Mecanismo Traumático:  Normalmente é provocada por
freqüentemente realizado e produzia muitas complicações. - Mecanismo Traumático:  Normalmente é provocada por

- Mecanismo Traumático:

Normalmente é provocada por traumas de alta energia direto ou indireto, muito comum em acidentes automobilísticos e atropelamentos.

muito comum em acidentes automobilísticos e atropelamentos. - Clinicamente é de fácil diagnostico, isso porque quase
muito comum em acidentes automobilísticos e atropelamentos. - Clinicamente é de fácil diagnostico, isso porque quase

- Clinicamente é de fácil diagnostico, isso porque quase sempre produz deformidade.

- Tratamento Conservador:



Não é mais realizado por causa das complicações.

- Tratamento cirúrgico:

Haste intramedular (carga liberada de acordo com a tolerância do paciente)

Placa e parafuso.

Fixador externo.

- Complicações:

Pseudo-artrose

Retardo de consolidação

Consolidação viciosa.

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Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Fratura diafisária de fêmur e tratamento com haste (1 e

Fratura diafisária de fêmur e tratamento com haste (1 e 2).

diafisária de fêmur e tratamento com haste (1 e 2). Tração transesquelética. Fratura distal do fêmur.

Tração transesquelética.

Fratura distal do fêmur.

e 2). Tração transesquelética. Fratura distal do fêmur. - Mecanismo traumático:  - São fraturas mais

- Mecanismo traumático:

Fratura distal do fêmur. - Mecanismo traumático:  - São fraturas mais comuns em jovens e
Fratura distal do fêmur. - Mecanismo traumático:  - São fraturas mais comuns em jovens e

- São fraturas mais comuns em jovens e normalmente com grande potencial de desvio. Clinicamente produz deformidade e edema no joelho.

desvio. Clinicamente produz deformidade e edema no joelho. Trauma indireto – é o mais comum. -

Trauma indireto é o mais comum.

- Pode ser extra-articular (melhor prognostico) ou intra-articular.



- Tratamento conservador (fraturas sem desvio):

Imobilização com tubo gessado com joelho fletido a 20 graus por aproximadamente 10 semanas.

- Tratamento cirúrgico:

Placa e parafuso.

Parafuso.

- OBS: No pós-operatório pode ser indicado o uso do aparelho de CPM no período hospitalar.

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Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Aparelho de movimento contínuo (CPM) - Complicações: 

Aparelho de movimento contínuo (CPM)

Aparelho de movimento contínuo (CPM) - Complicações:  Artrose precoce.  Rigidez. 

- Complicações:

Artrose precoce.

Rigidez.

Pseudo-artrose.

 Artrose precoce.  Rigidez.  Pseudo-artrose. Fratura distal de fêmur e tratamento com placa e

Fratura distal de fêmur e tratamento com placa e parafuso de compressão dinâmica.

e tratamento com placa e parafuso de compressão dinâmica. Fratura da patela. - Mecanismo Traumático: 

Fratura da patela.

e parafuso de compressão dinâmica. Fratura da patela. - Mecanismo Traumático:  Trauma direto com joelho

- Mecanismo Traumático:

Trauma direto com joelho fletido.



- Classificação:

Sem desvio.

- Representam 1% de todas as fraturas do corpo e acometem mais homens de meia idade.

as fraturas do corpo e acometem mais homens de meia idade.  Com desvio (desvio maior

Com desvio (desvio maior que 3mm)

- Classificação quanto ao traço:

Transversa.

Vertical.

Polar superior.

Polar inferior.

Cominutiva.

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br - Tratamento

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- Tratamento conservador (fraturas incompletas):

Tubo gessado com joelho em extensão por 6 semanas aproximadamente.

- Tratamento cirúrgico:

Banda de tensão.

Fio de Kirschner.

Patelectomia total e parcial.

- Complicações:

Refratura.

Pseudoartrose.

Artrose precoce.

Tendinite patelar.

Ruptura do tendão patelar.

 Tendinite patelar.  Ruptura do tendão patelar. Fratura transversa (1), fixação em banda de tensão
 Tendinite patelar.  Ruptura do tendão patelar. Fratura transversa (1), fixação em banda de tensão

Fratura transversa (1), fixação em banda de tensão (2 e 3) e fio de proteção dinâmica.

em banda de tensão (2 e 3) e fio de proteção dinâmica. Fratura do platô tibial
em banda de tensão (2 e 3) e fio de proteção dinâmica. Fratura do platô tibial
em banda de tensão (2 e 3) e fio de proteção dinâmica. Fratura do platô tibial

Fratura do platô tibial

- São fraturas mais comuns em indivíduos idosos (8%) do que no resto da população (1%).

- São fraturas mais comuns em indivíduos idosos (8%) do que no resto da população (1%).

- Mecanismo Traumático:

Trauma direto mais comum do côndilo lateral.

 Trauma direto – mais comum do côndilo lateral.  Trauma indireto – traumas axiais. -

Trauma indireto traumas axiais.

- A fratura do côndilo lateral por trauma direto é conhecida por “fratura do pára-choque”.

direto é conhecida por “fratura do pára - choque”. - Tratamento conservador (fratura sem desvio): 

- Tratamento conservador (fratura sem desvio):

Tubo gessado com joelho fletido a 20 graus por aproximadamente 10 semanas.

- Tratamento cirúrgico:

Placa e parafuso (placa em contraforte).

Parafuso.

- OBS: No pós-operatório pode ser indicado o uso do aparelho de CPM no período hospitalar.

- Complicações:

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br  Artrose precoce.

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br

Artrose precoce.

Rigidez

Pseudo-artrose.

 Artrose precoce.  Rigidez  Pseudo-artrose. Fratura do platô tibial (1) e fixação com placa
 Artrose precoce.  Rigidez  Pseudo-artrose. Fratura do platô tibial (1) e fixação com placa

Fratura do platô tibial (1) e fixação com placa em contraforte e parafusos (2 e 3)

(1) e fixação com placa em contraforte e parafusos (2 e 3) Fratura diafisária da tíbia

Fratura diafisária da tíbia e fíbula.

- São as fraturas dos ossos longos mais freqüentes e pode ocorrer de forma isolada ou combinada.

- A fratura da diáfise da tíbia é a fratura exposta mais comum.

- Mecanismo traumático:

Trauma direto atropelamento.

Trauma indireto geralmente associado a força de torção.

indireto – geralmente associado a força de torção. - A classificação das fraturas da tíbia levam

- A classificação das fraturas da tíbia levam em consideração os seguintes aspectos:

da tíbia levam em consideração os seguintes aspectos:  Aberta ou fechada.  Traço.  Instável

Aberta ou fechada.

Traço.

Instável e estável.

Aberta ou fechada.  Traço.  Instável e estável. - Tratamento conservador da tíbia:  Imobilização

- Tratamento conservador da tíbia:

Imobilização inguinopodálica por 4 - 6 semanas + suropodélica por mais 4 6 semanas.



- Tratamento cirúrgico da tíbia:

Haste intramedular (carga de acordo com tolerância do paciente).

Fixador externo.

Placa e parafusos (pouco comum)

- OBS: As fraturas dos 2/3 superiores da fíbula deve ser negligenciada.

- Complicações:

Lesão nervosa.

Lesão vascular.

Consolidação viciosa.

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br  Pseudo-artrose.

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Pseudo-artrose.

Síndrome compartimental.

 Pseudo-artrose.  Síndrome compartimental. Fratura diafisária e tratamento com haste intramedular (1 e
 Pseudo-artrose.  Síndrome compartimental. Fratura diafisária e tratamento com haste intramedular (1 e

Fratura diafisária e tratamento com haste intramedular (1 e 2); fixador ext. circular e linear (3

e 4).

Fratura do pilão ou teto tibial

- Possui o nome de pilão pois a fratura é provocada pelo impacto do tálus sobre a tíbia.

- Mecanismo Traumático:

Trauma indireto é provocado pelo impacto do tálus no teto tibial.

– é provocado pelo impacto do tálus no teto tibial. - Tratamento conservador (raro):  Imobilização
– é provocado pelo impacto do tálus no teto tibial. - Tratamento conservador (raro):  Imobilização

- Tratamento conservador (raro):

Imobilização suropodálica por aproximadamente 8 semanas.

- Tratamento cirúrgico:

Rigidez.
Rigidez.

Placa e parafuso.

- Tratamento cirúrgico: Rigidez.  Placa e parafuso.  Parafuso. - Complicações:   

Parafuso.

- Complicações:

  

Pseudoartrose.

Artrose precoce.

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Fratura do teto

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Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Fratura do teto tibial e tratamento com placa e parafuso (1

Fratura do teto tibial e tratamento com placa e parafuso (1 e 2).

Fraturas Maleolares.

com placa e parafuso (1 e 2). Fraturas Maleolares. - São fraturas muito freqüentes e podem
com placa e parafuso (1 e 2). Fraturas Maleolares. - São fraturas muito freqüentes e podem

- São fraturas muito freqüentes e podem ocorrer no maléolo lateral, medial ou bimaleolar.

- Mecanismo traumático:

Quase sempre provocada por uma entorse do tornozelo.

- Estão freqüentemente associadas à lesão ligamentares.

- Classificação de Weber e Danis (maléolo fibular):

Infrasindesmal provocada por inversão é uma fratura por avulsão dos ligamentos laterais (pode estar associada à fratura do maléolo tibial).

Transindesmal provocada por eversão (pode estar associada à lesão da sindesmose, subluxação do tálus e fratura do maléolo tibial).

subluxação do tálus e fratura do maléolo tibial).  Suprasindesmal – provocada por eversão (pode estar

Suprasindesmal provocada por eversão (pode estar associada à lesão do lig. deltóide, subluxação do tálus e fratura do maléolo tibial. A sindesmose está sempre lesada).

- Tratamento conservador (fratura sem desvio, infra ou transindesmal):

conservador (fratura sem desvio, infra ou transindesmal):  Imobilização suropodálica por 6 semanas

Imobilização suropodálica por 6 semanas aproximadamente.

- Tratamento cirúrgico (sempre na suprasindesmal):

Placa e parafuso.

 

Fio de Kirschner (maléolo medial)

Parafuso (maléolo medial).

- Complicações:

Pseudoartrose.

Rigidez.

Artrose precoce.

Edema residual.

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Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Fratura bímaleolar suprasindesmal (1 e 2) e fratura
Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Fratura bímaleolar suprasindesmal (1 e 2) e fratura

Fratura bímaleolar suprasindesmal (1 e 2) e fratura bímaleolar transindesmal (3 e 4)

Fratura do tálus.

fratura bímaleolar transindesmal (3 e 4) Fratura do tálus. - São fraturas raras e potencialmente graves

-

São fraturas raras e potencialmente graves pelo risco de necrose e artrose.

Mais de 60% superfície do tálus é coberta por cartilagem isso explica o alto risco de necrose e artrose.

-

- Mecanismo traumático:

Trauma indireto - o tálus é comprimido entre o calcâneo e a tíbia.

- A fratura do tálus pode ocorrer nos seguintes níveis:

Cabeça.

Colo (+ comum)

Corpo.

níveis:  Cabeça.  Colo (+ comum)  Corpo. - É comum a associação com outras
níveis:  Cabeça.  Colo (+ comum)  Corpo. - É comum a associação com outras

- É comum a associação com outras fraturas como:

Corpo. - É comum a associação com outras fraturas como:  Maléolo medial (comum).  Calcâneo

Maléolo medial (comum).

Calcâneo

fraturas como:  Maléolo medial (comum).  Calcâneo  Metatarso - Tratamento conservador (fraturas sem

Metatarso

- Tratamento conservador (fraturas sem desvio)



Imobilização suropodálica por aproximadamente 8 semanas. (sem carga)

- Tratamento cirúrgico:

Parafuso (sem carga por 6 semanas)

Artrodese subtalar nos casos de fraturas cominutivas em idosos (sem carga por no mínimo 8 semanas)

- Complicações:

Necrose.

Artrose precoce.

Rigidez

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Consolidação viciosa.

 Consolidação viciosa. Fratura do colo do tálus e fixação com parafusos (1 e 2)

Fratura do colo do tálus e fixação com parafusos (1 e 2)

Fratura do colo do tálus e fixação com parafusos (1 e 2) Fratura do calcâneo. -

Fratura do calcâneo.

- São lesões comuns em jovens.

- Estão freqüentemente associadas as fraturas de tornozelo.

- Mecanismo traumático.

as fraturas de tornozelo. - Mecanismo traumático.  Trauma direto – normalmente impacto do calcâneo no

Trauma direto normalmente impacto do calcâneo no solo.

- As fraturas do calcâneo podem ser:

Extra-articular 25%

Intra-articular 75%

Extra-articular – 25%  Intra-articular – 75% - Tratamento conservador (fraturas sem desvio): 

- Tratamento conservador (fraturas sem desvio):

– 75% - Tratamento conservador (fraturas sem desvio):  Imobilização suropodálica por aproximadamente 8 semanas

Imobilização suropodálica por aproximadamente 8 semanas (sem carga).

- Tratamento cirúrgico:

8 semanas (sem carga). - Tratamento cirúrgico:  Placa e parafuso (sem carga por 6 semanas).

Placa e parafuso (sem carga por 6 semanas).

Parafuso (sem carga por 6 semanas)

Artrodese subtalar nos casos de fraturas cominutivas em idosos (sem carga por no mínimo 8 semanas).



- Complicações:

Artrose.

Rigidez.

Síndrome compartimental.

Tendinite dos fibulares.

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Fratura do calcâneo

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br

Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Fratura do calcâneo e fixação com placa (1 e 2) e fratura

Fratura do calcâneo e fixação com placa (1 e 2) e fratura por avulsão do calcâneo.

Fratura-luxação de Lisfranc

por avulsão do calcâneo. Fratura-luxação de Lisfranc É a fratura da base do segundo metatarso (95%

É a fratura da base do segundo metatarso (95% das vezes) + luxação da articulação tarso- metatarso (art. de Lisfranc).

-

da articulação tarso- metatarso (art. de Lisfranc). - - É uma lesão rara. - Mecanismo traumático:

- É uma lesão rara.

- Mecanismo traumático:

Trauma direto queda de objeto sobre o pé.

Trauma indireto trauma sobre o antepé com plantiflexão do pé.

- Tratamento é sempre cirúrgico:

Fio de Kirschner ou parafuso + imobilização suropodálica por 4 6 semanas.

- Complicações:

Consolidação viciosa.

Síndrome compartimental.

 Consolidação viciosa.  Síndrome compartimental. OBS: Uma outra fratura- luxação do pé é a de
 Consolidação viciosa.  Síndrome compartimental. OBS: Uma outra fratura- luxação do pé é a de

OBS: Uma outra fratura-luxação do pé é a de “Chopart” definida como: Fratura do navicular + luxação calcâneo-cubóide e talo-navicular.

navicular + luxação calcâneo-cubóide e talo-navicular. Fratura-luxação de Lisfranc em incidência AP e oblíqua
navicular + luxação calcâneo-cubóide e talo-navicular. Fratura-luxação de Lisfranc em incidência AP e oblíqua
Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br Fratura de Jones - É

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Fratura de Jones

- É a fratura por avulsão da base do quinto metatarso.

- É a fratura metatarsal mais comum e acomete predominantemente mulheres.

- Mecanismo traumático:

Avulsão pelo fibular curto.

- Tratamento conservado (mais comum)

Imobilização suropodálica por 4 -6 semanas.

- Tratamento cirúrgico (com desvio):

Fio de Kirschner + imobilização.

- Essa fratura raramente complica.

+ imobilização. - Essa fratura raramente complica. Fratura de Jones Fraturas dos metacarpos e falanges. -
Fratura de Jones

Fratura de Jones

- Essa fratura raramente complica. Fratura de Jones Fraturas dos metacarpos e falanges. - São as

Fraturas dos metacarpos e falanges.

Fratura de Jones Fraturas dos metacarpos e falanges. - São as fraturas mais freqüentes do pé.

- São as fraturas mais freqüentes do pé.

- Mecanismo traumático:

fraturas mais freqüentes do pé. - Mecanismo traumático:   Trauma direto – queda de objeto
 

Trauma direto queda de objeto sobre o pé (+ comum).

Trauma indireto geralmente força de torção.

- Podem ocorrer nas seguintes regiões:

Cabeça.

Colo.

Diáfise.

Base.

- Tratamento conservador (+ comum)

Bota gessada por 4 6 semanas (sem carga no antepé por 2 semanas)

Prof. Ms. Marcelo Lima E-mail: profmarcelolima@yahoo.com.br Site: www.profmarcelolima.webnode.com.br -Tratamento

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-Tratamento cirúrgico:

Fio de Kirschner + bota gessada por 6 semanas (sem carga no antepé por 4 semanas)

- Essa fratura raramente complica.

(sem carga no antepé por 4 semanas) - Essa fratura raramente complica. Fratura extrarticular do 4º

Fratura extrarticular do 4º e 5º metatarso

(sem carga no antepé por 4 semanas) - Essa fratura raramente complica. Fratura extrarticular do 4º
(sem carga no antepé por 4 semanas) - Essa fratura raramente complica. Fratura extrarticular do 4º
(sem carga no antepé por 4 semanas) - Essa fratura raramente complica. Fratura extrarticular do 4º