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DIÁLOGOS CULTURAIS

Outubro de 2008
QUAL O CENÁRIO ATUAL DA CULTURA NO PAÍS?
Indicadores da Exclusão Cultural
Apenas 13% dos brasileiros freqüentam cinema
alguma vez por ano

92% dos brasileiros nunca freqüentaram museus

93,4% dos brasileiros jamais freqüentaram


alguma exposição de arte
78% dos brasileiros nunca assistiram a espetáculo de dança,
embora 28,8% saiam para dançar

Mais de 90% dos municípios não possuem salas de cinema,


teatro, museus e espaços culturais multiuso
Indicadores da Exclusão Cultural
O brasileiro lê em média 1,8 livros per capita/ano (contra 2,4 na
Colômbia e 7 na França, por exemplo);

73% dos livros estão concentrados nas mãos de apenas 16% da


população;

O preço médio do livro de leitura corrente é de R$ 25,00,


elevadíssimo quando se compara com a renda do brasileiro nas classes C/D/
E;

56,7 % da população ocupada na área de cultura não têm carteira assinada ou


trabalha por conta própria;
Apesar da exclusão, existe uma forte demanda
reprimida, dado que a média brasileira de despesa
mensal com cultura por família é de 4,4% do total
de rendimentos, acima da educação (3,5%), não
variando em razão da classe social, ocupando a 6ª
posição dos gastos mensais da família brasileira.
QUAL O CENÁRIO ATUAL DAS POLÍTICAS CULTURAIS DO
PAÍS?
COMO EVOLUÍRAM OS INVESTIMENTOS

EVOLUÇÃO DOS INVESTIMENTOS MINC

(em R$ milhões)

2003 2007 Crescimento

Investimentos via 143,8 489,7 240,5%


Orçamento
(administração direta e FNC)

Investimentos via Leis de 707,1 1.184,6 67,5%


Incentivo
(Lei Rouanet e Lei do
Audiovisual)

Total 850,9 1.674,3 96,8%


COMO EVOLUIU O ORÇAMENTO

•Em cinco anos, o MinC dobrou o orçamento da pasta e atingiu


sua maior execução orçamentária.

EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

1.050.000

860.633,3
900.000

712.340,2
750.000
617.901,2

600.000
488.516,8

450.000
369.256,1

300.000

150.000

2003 2004 2005 2006 2007


0
COMO EVOLUIU O ORÇAMENTO

•Executou, em média, 98% do orçamento


disponibilizado pelo Governo.

PERCENTUAL DE EXECUÇÃO EM RELAÇÃO AO ORÇAMENTO LIBERADO

100,00%

99,00%

98,00%

97,00%
valores percentuai s
96,00%
95,00%

94,00%
2003 2004 2005 2006 2007
COMO EVOLUIU O ORÇAMENTO

Em 2003, cada real investido = R$1,5 gasto com custeio.


Em 2008, cada real investido = R$0,78 gastos com custeio.

Execução Orçamentária do MinC


(em R$ milhões)
600,0

500,0 489,7
390,6
400,0 318,7 381,2
Valor

275,0
300,0
333,8
200,0 214,7 300,7
211,4
100,0 143,8

0,0
2003 2004 2005 2006 2007
A no

Custo da Máquina Gastos Finalísticos


COMO EVOLUIU O ORÇAMENTO

•Triplicados os investimentos diretos do orçamento da pasta.

EVOLUÇÃO DO
ORÇAMENTO DA CULTURA
Despesas finalísticas 2003 A 2007

489,7
500

400 333,8
300,6

300 211,5
143,8
200

100

0
COMO EVOLUIU O INCENTIVO FISCAL

•Aumentou em 67% o investimento feito com recursos da


renúncia fiscal (Lei Rouanet e Lei do Audiovisual)

CAPTAÇÃO DE RECURSOS VIA INCENTIVO


FISCAL

1.400
1.184,6
VALORES EM R$ milhões

1.200 1.111,2
982,5
1.000 813,5
800 707,1

600
400
200
0
2003 2004 2005 2006 2007
ANO
MAIS RECURSOS PARA MAIS SEGMENTOS

• Segmentos culturais tiveram recorde de investimentos

•Artes foram o setor que mais recebeu: metade do total

• ...seguidas de Audiovisual [23% do total] e Patrimônio


Cultural [19% do total]

•Menos privilegiados apresentaram maior curva de


crescimento

• ...como cultura afro-brasileira [2 vezes mais] e circo [4 vezes


mais]

•Investimentos em Música cresceram 137%; em Artes


Plásticas, 115%; em Teatro, 71%; em livro e leitura, 60%

•Dança foi o único segmento que teve redução [- 14%]


MAIS RECURSOS PARA AS REGIÕES

• Além de ampliar, o MinC qualificou seus investimentos,


democratizando a distribuição de recursos orçamentários no país.

• Entre 2003 e 2007, o Ministério investiu mais nas regiões que mais
precisam: aumentou em 11 vezes os investimentos na Região
Norte; em 5 vezes, no Nordeste; em 3 vezes, no Centro-Oeste; em
5 vezes, no Sul e, em 2 vezes, no Sudeste.
MAIS RECURSOS PARA AS REGIÕES

•Triplicados os investimentos para o Centro-Oeste

EVOLUÇÃO DOS INVESTIMENTOS DO MINC NO CENTRO-OESTE

50
45
40
35
30
25
Centro-Oeste
20
15
10
5
0
2003 2007
MAIS RECURSOS PARA AS REGIÕES

• Aumento de 5 vezes nos investimentos para o Sul

EVOLUÇÃO DOS INVESTIMENTOS DO MINC NO SUL

45
40
35
30
25
20 Sul
15
10
5
0
2003 2007
MAIS RECURSOS PARA AS REGIÕES

• Dobro de investimentos para o Sudeste

EVOLUÇÃO DOS INVESTIMENTOS DO MINC NO SUDESTE

160
140
120
100
80
Sudeste
60
40
20
0
2003 2007
MAIS RECURSOS PARA AS REGIÕES

• Aumento de 11 vezes nos investimentos para o Norte

EVOLUÇÃO DOS INVESTIMENTOS DO MINC NO NORTE

35
30
25
20
15 Norte

10
5
0
2003 2007
MAIS RECURSOS PARA AS REGIÕES

• Aumento de 5 vezes nos investimentos para o Nordeste

EVOLUÇÃO DOS INVESTIMENTOS DO MINC NO NORDESTE

100
90
80
70
60
50
Nordeste
40
30
20
10
0
2003 2007
MAIS RECURSOS PARA OS ESTADOS

• Todos os estados do país tiveram recordes de investimentos.

• Acre foi a unidade federativa que apresentou maior evolução dos


investimentos do MinC. Em 2003, não havia recebido sequer um
centavo. Em 2007, recebeu R$3 milhões.

• Nos estados do Nordeste, a Bahia foi quem mais recebeu recursos


federais para a cultura. Alagoas, Rio Grande do Norte, Paraíba e
Piauí tiveram maior curva de crescimento.

• Bahia foi o quinto estado do Nordeste a crescer mais na curva dos


investimentos do MinC.
LIMITES ORÇAMENTÁRIOS

• O MinC conseguiu ampliar os investimentos nos estados, regiões e


segmentos culturais do país, apesar de um orçamento limitado e
pouco representativo no conjunto de receitas da União.
% Orçamento Federal Investidos no MinC

Relação entre Orçamento do MinC e Receita de Impostos Federais

0,55
0,52
0,5
0,49

0,45 0,44
0,42

0,4
0,37
0,36
0,35 0,35

0,3
2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008
Ano
% de Recursos do Governo Investidos no MinC
QUAL O CENÁRIO ATUAL DO MODELO DE FINANCIAMENTO À
CULTURA NO PAÍS?
COMO FUNCIONA O FINANCIAMENTO HOJE?
I. DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO
ATUAL
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL

% Orçamento do MinC e dos Demais Ministérios % do Incentivo Fiscal e do Orçamento do MinC


(Gastos Finalísticos)

% Min. da
Educação
10,53%

% Demais % Min. da
51,91% Saúde
36,96%
% Min. da
Cultura
0,61%
Fonte: Anexo I do Decreto nº 6.439, de 2008. Fonte: MinC
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL

Quantitativo de Projetos do Incentivo Fiscal

10.000

8.000
Solicitados
6.000 Aprovados
4.000 Negados
Com captação
2.000

0
2003 2004 2005 2006 2007
Solicitados 4.856 5.726 9.262 7.763 9.401
Aprovados 4.069 4.958 5.991 6.588 6.256
Negados 787 768 3.271 1.175 3.145
Com captação 1.542 2.041 2.470 2.905 3.163
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL

Relação entre solicitações e aprovações


(Lei Rouanet)

MESMO COM QUASE O DOBRO DA DEMANDA,


AS APROVAÇÕES DO MINC AUMENTARAM 53,7%

10000
9.401
9000

8000

7000
6.256 SOLICITADOS
6000 APROVADOS
5000 4.856
4.069
4000

3000

2000

1000

0
2003 2007
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL

Evolução da Captação de 2003 a 2007 – Incentivo


Fiscal (Lei Rouanet)

2007

2006

2005

2004

2003

R$ 0 R$ R$ R$ R$ R$ R$
200.000.000 400.000.000 600.000.000 800.000.000 1.000.000.00 1.200.000.00
0 0
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL

Evolução da Captação dos QUATRO maiores segmentos, em


relação aos TRINTA MENORES (R$)
R$ 160.000.000

R$ 140.000.000

R$ 120.000.000
2003
R$ 100.000.000
2004
R$ 80.000.000 2005
2006
R$ 60.000.000
2007
R$ 40.000.000

R$ 20.000.000

R$ 0
Artes Teatro Edição Música 30 Menores
Integradas de Livros Erudita Segmentos
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL

Evolução % de participação dos QUATRO maiores


segmentos, em relação aos TRINTA MENORES
2007

14% 14%

11%

10% 9%

Arte s Te atro Edição de M ús ica 30 M e nore s


Inte gradas Livros Erudita Se gm e ntos
ALGUNS SEGMENTOS APOIADOS COM APENAS
14% DO TOTAL DA RENÚNCIA FISCAL

História Restauro Audiovisual


Bibliotecas Cultura Afro-Brasileira
Arqueologia Distribuição Audiovisual
Circos
Mímica
Fotografia Cultura Popular
Periódicos

Capacitação Pesquisa Cultura Indígena

Ópera Artesanato
Exibição Audiovisual Folclore
Acervos
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL
A distribuição do Incentivo Fiscal
reflete a demanda cultural do país?
O Incentivo Fiscal reflete a demanda cultural do país?

Recursos do FNC (%) x Incentivo Fiscal (%)


% Incentivo Fiscal % do FNC

EXTERIOR

NACIONAL

SUL

SUDESTE

NORTE

NORDESTE

CENTRO-OESTE
2007
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80%
O Incentivo Fiscal reflete a demanda cultural do país?

RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS: DISTRIBUIÇÃO MAIS DEMOCRÁTICA

Distribuição regional dos recursos


orçamentários

Investimentos 2003/Região
Investim entos 2007/Região

12% 12% Centro-Oeste 12%


8%
17%
Centro-Oeste 17%
Nordeste 26%
Nordeste 17%
Norte 9%
17%
Norte 3% 26%

Sudeste 55% Sudeste 41%


41%
55% 3% Sul 8%
Sul 12%
9%
O Incentivo Fiscal reflete a demanda cultural do país?

RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS: DISTRIBUIÇÃO MAIS DEMOCRÁTICA

Distribuição regional e populacional dos


recursos orçamentários

Investimentos Per Capita 2003/Região Investimentos Per Capita 2007/Região

12% 15%

31%
Centro-Oeste 31%
42% Centro-Oeste 46%
Nordeste 17%
Nordeste 12% 17%
Norte 20%
28%
Norte 7%
Sudeste 17%
Sudeste25%
Sul 15%
Sul 10%

17%
8% 20%
10%
O Incentivo Fiscal reflete a demanda cultural do país?

RECURSOS INCENTIVADOS: DISTRIBUIÇÃO MAIS DESIGUAL

Distribuição regional dos recursos


incentivados

Captação Leis de Ince ntivo / 2003 Captação Leis do Incentivo / 2007 (Por Região - atualizada
(Por Re gião - atualizada pelo IPCA) pelo IPCA)

9% 4% 3% 5%
6% 9%
1% 1%
Centro-Oeste 4% Centro-Oeste 3%
Nordeste 6% Nordeste5%
Norte 1% Norte 1%
Sudeste 80% Sudeste 82%
Sul 9% Sul 9%

80% 82%
O Incentivo Fiscal reflete a demanda cultural do país?

RECURSOS INCENTIVADOS: DISTRIBUIÇÃO MAIS DESIGUAL

Distribuição regional e populacional dos


recursos incentivados

Inve s tim e ntos via M e ce nato Pe r Capita/2003 Inve s tim e ntos via M e ce nato Pe r Capita/2007
(atualizados pe lo IPCA)

11%
20%
17% 6%
18%
3% Centro-Oeste 11%
Centro-Oeste 18% Nordeste 17%
6% Nordeste 6% Norte 3%
4% Norte 4% Sudeste 60%
Sudeste 55% Sul 20%
Sul 17%

55% 60%
DISTORÇÕES DO MODELO DE FINANCIAMENTO ATUAL
II. COMO MELHORAR O MODELO ATUAL?
CRIAÇÃO DO
Programa de Fomento e Incentivo à Cultura –
PROFIC

MELHOR DISTRIBUIÇÃO DOS RECURSOS


NOVIDADES DO PROFIC

GOVERNANÇA COMPARTILHADA
COM OS SEGMENTOS CULTURAIS E A SOCIEDADE
MECANISMOS E FORMAS DE APOIO
Novos Critérios para Renúncia Fiscal
Critérios específicos para incentivar a criação, a
democratização de acesso e a economia da cultura
Quanto mais orientado às POLÍTICAS PÚBLICAS
MAIOR A RENÚNCIA FISCAL
Quanto mais orientado à DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO
MAIOR A RENÚNCIA FISCAL
TODOS os segmentos culturais com alta pontuação podem
receber 100% DE RENÚNCIA
Empresas que realizam EDITAIS serão beneficiadas
COM MAIS RENÚNCIA FISCAL
Novos Critérios para Renúncia Fiscal
Novas regras para institutos ligados a patrocinadores
– pelo menos 20% para produção independente

Criação de um sistema nacional de informações de


incentivos

Aumento do % de Renúncia Pessoa Fisica - 10%

Decreto Presidencial estabelecendo matriz anual de


critérios

Direito Autoral – Uso Educacional após 3 a 6 anos


Novas Atratividades para Patrocinadores

Ranking das empresas que mais investem

Maior visibilidade para maior participação privada

Selo de responsabilidade cultural

Quanto maior a participação privada maior a participação nos


produtos
Quanto MAIOR a RENÚNCIA mais próximo das Políticas Públicas
(Criação,democratização e economia)
100%
PRE
ÇO
MAIS SP
OP
A C E SSO ULA
AO PÚ RES
BLICO

orientado à POLÍTICA PÚBLICA


COMO
FNC MELHORAR
- FUNDO O SISTEMA?
GLOBAL E FUNDOS SETORIAIS
Nova configuração do FNC

FUNDOS SETORIAIS DA CULTURA

Limitação de até 20% do FNC para PROJETOS DE


GOVERNOS;

Possibilidade de transferencia a fundos estaduais e


municipais (SNC);
Novas linhas do FNC
Investimento em todas as áreas da produção cultural –
Retornável e não-retornável
Co-produção, circulação e distribuição
Recursos reembolsáveis para projetos que visam lucro

Bolsas de estudos para artistas e técnicos

Aquisição de acervos
Projetos de Arquelogia, inovação, leitura e outros com baixos
percentuais de captação no mecanismo de incentivo

Eliminação da etapa de visitação as Diretorias de Marketing

Participação dos setores na definição das linhas dos fundos


Planos de investimento aprovados por comissões setoriais de
avaliação
COMO MELHORAR
NOVA LÓGICA
FNC DO FNC O SISTEMA?

Fundos Setoriais
Diversidade
Cultural,
Audiovisual Patrimônio Livro e Leitura Artes
Cidadania e
Acesso
R$ 100 R$ 200
R$ 100 milhões R$ 100 milhões R$ 100 milhões
milhões milhões
• Produção • LGBT
• Distribuição • Conservação • Bibliotecas • Afro-brasileira •Teatro
•Co-produção • Restauro • Leitura • Indígena •Circo
• Eventos • Pesquisa • Difusão •Pontos de • Dança
• Formação • Imaterial • Edição Cultura • Música
• Preservação • Tombamento • Democratização • Cultura • Artes Visuais
•Televisão Popular
NOVA LÓGICA DO FNC

FNC – Fundo Setorial das Artes 2009 (projeção)


Teatro e Circo Dança Música Artes Visuais

R$ 80 milhões R$40 milhões R$ 40 milhões R$ 40 milhões


• Exposição
• Produção • Erudita • Pesquisa
• Produção
• Circulação • Popular • Aquisição de
• Circulação
• Experimen- • Pesquisa Acervos
• Experimentação
ção • Intercambio • Circulação
• Pesquisa
• Pesquisa • Eletrônica • Inciação
• Premiações
VALE CULTURA

Vale Cultura - Elementos Essenciais


Incorporação do consumo cultural
Valor de Face: R$ 50,00

Participam empresas de Lucro Real

30% Incentivado

Limite de Renúncia Próprio

Alcance – 12 milhões de Trabalhadores


PROJEÇÃO DE RECURSOS 2007-2012

Hoje
2012
2 BILHÕES 4 BILHÕES
FONTES DE RECURSOS
III. COMO MELHORAR O FUNCIONAMENTO?
IV. COMO SERÁ O DIÁLOGO COM A SOCIEDADE
DURANTE O PROCESSO DE REFORMA
DA LEI ROUANET?
COMO SERÁ O DIÁLOGO COM A SOCIEDADE?

CONGRESSO (2009)
CONSULTA PÚBLICA

DIÁLOGOS CULTURAIS

ANÚNCIO DA PROPOSTA DE REFORMA DA LEI


COMO SERÁ O DIÁLOGO COM A SOCIEDADE?

www.cultura.gov.br/reformadaleirouanet
FONTE DE DADOS

•Base de Dados DGE/ MinC e IBGE

• Valores atualizados pelo IPCA [Índice de Preços ao


Consumidor Ampliado] Ano-Base 2008