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MANUAL DE INSTRUÇÕES

ENCHEDORA RZ 15/4 ELR-GR-CC

MANUAL DE INSTRUÇÕES ENCHEDORA RZ 15/4 ELR-GR-CC AGROFRUIT PV:0013.03.11 QUALIDADE, CONFIABILIDADE E TECNOLOGIA Zegla
MANUAL DE INSTRUÇÕES ENCHEDORA RZ 15/4 ELR-GR-CC AGROFRUIT PV:0013.03.11 QUALIDADE, CONFIABILIDADE E TECNOLOGIA Zegla

AGROFRUIT

PV:0013.03.11

ENCHEDORA RZ 15/4 ELR-GR-CC AGROFRUIT PV:0013.03.11 QUALIDADE, CONFIABILIDADE E TECNOLOGIA Zegla Indústria De

QUALIDADE, CONFIABILIDADE E TECNOLOGIA

Zegla Indústria De Máquinas Para Bebidas Ltda.

Travessa José Serafim Fedatto, 277 - Bairro Borgo - CEP 95.700-000 - Bento Gonçalves - RS - Brasil Fone/Fax: 55.54.3455.3868 - zegla@zegla.com.br - www.zegla.com.br

ÍNDICE
ÍNDICE

ÍNDICE

Q

A Empresa

05

Q

A Política

05

Q

Apresentação Do Equipamento

06

Q

Dados Técnicos

07

Q

Itens De Responsabilidade Do Cliente

10

Q

Transporte Do Equipamento

11

Q

Instalação

12

Q

Dispositivos De Eliminação

14

Q

Preparação da Máquina

15

Q

Regulagem de Altura

20

Q

Princípio de Funcionamento 21

Q

Ajustes 23

Q

Primeiro Funcionamento

29

Q

Colocar Em Funcionamento

32

Q

Processo De Trabalho

34

Q

Interrupção Da Produção 35

Q

Troca De Produto Ou Recipientes

36

Q

Troca De Estrelas

37

Q

Troca Das Guias

37

Q

Precauções Para Um Perfeito Funcionamento

38

Q

Situações Para Uma Perfeita Operação

39

Q

Manutenção

43

Q

Manutenção Periódica

44

Q

Lubrificação

48

Q

Situações De Lubrificação

50

Q

Tabela De Lubrificantes

52

Q

Fim De Trabalho 53

Q

Segurança

54

Q

Meios De Limpeza

58

02

ÍNDICE
ÍNDICE

ÍNDICE

Q

Tabela De Medidas 61

Q

Reposição

62

Q

Procedimento Do Usuário

63

Q

Conjunto

Transmição

64

Q

Conjunto Mancal do Transportador

67

Q

Conjunto Mancal Entrada

69

Q

Conjunto Mancal Saída

71

Q

Conjunto Engrenagem 73

Q

Conjunto Mancal Planetária

75

Q

Conjunto Transporte de Entrada

77

Q

Conjunto Transporte de Saída

80

Q

Conjunto Trava Lata

83

Q

Conjunto Transporte Entrada do Recravador

85

Q

Conjunto Tração do Alimentador

89

Q

Conjunto Lubrificação

91

Q

Conjunto Arvore de Enchimento

93

Q

Conjunto Capa Distribuidora

96

Q

Conjunto Válvula de Enchimento 98

Q

Conjunto Base da Lata

100

Q

Conjunto Kit Estabilizador

102

Q

Conjunto Recirculação

104

Q

Conjunto Kit Entrada Lata 202

106

Q

Conjunto Kit Entrada 204

108

Q

Conjunto Kit Saída Lata 202l 110

Q

Conjunto Kit Saída Lata 204

112

Q

Conjunto Pneumático

114

Q

Conjunto Árvore do Recravador 118

Q

Conjunto Pistão Elevador 123

Q

Conjunto Eixo de Recravação

126

Q

Conjunto Rolo de Recravação 1° Estágio

128

Q

Conjunto Rolo de Recravação 2° Estágio

131

Q

Conjunto Selecionador de Tampas

134

03

ÍNDICE
ÍNDICE

ÍNDICE

Q

Conjunto Mancal do Selecionador

136

Q

Conjunto Injetor de CO2

139

Q

Conjunto Base da Lata

141

Q

Conjunto Inserto lata 202

143

04

APRESENTAÇÃO DA EMPRESA
APRESENTAÇÃO DA EMPRESA

APRESENTAÇÃO DA EMPRESA

Nossa Empresa possui, um corpo de engenheiros e técnicos especializados para atender às necessidades de aplicações específicas.

Temos um estoque de peças de reposição para emergências, e um Parque Industrial avançado tecnologicamente com recursos altamente sofisticados.

Política de Qualidade

Atender as necessidades dos engarrafadores e clientes, melhorando continuamente a qualidade, confiabilidade e tecnologia dos produtos e serviços de caldeiraria e usinagem, com preço competitivo e prazo de entrega.

e tecnologia dos produtos e serviços de caldeiraria e usinagem, com preço competitivo e prazo de
e tecnologia dos produtos e serviços de caldeiraria e usinagem, com preço competitivo e prazo de
e tecnologia dos produtos e serviços de caldeiraria e usinagem, com preço competitivo e prazo de

05

APRESENTAÇÃO DO EQUIPAMENTO
APRESENTAÇÃO DO EQUIPAMENTO

APRESENTAÇÃO DO EQUIPAMENTO

A ENCHEDORA/RECRAVADORA ZEGLA é uma máquina totalmente automática e de

simples operação, tendo como finalidade encher e tampa latas de aluminio/ aço o matererial combinado.

O sistema de enchimento recebe o produto de um equipamento que previamente o

prepara para em seguida transferí-lo para o tanque da enchedora por meio de pressão. Simultaneamamente a enchedora está recebendo latas. Através de um processo pneumático e mecânico as válvulas são acionadas para a contra-pressão, envazamento, nivelamento e alívio de pressão do líquido nas latas e após é encaminhada para a recravadora.

O abastecimento das latas é feito através de transportadores e de um conjunto kit

composto por estrelas e guias, especifico para cada tipo de vasilhame a ser utilizado pelo cliente e já definido no contrato de compra do equipamento. Lembramos que o número de elementos é definido no contrato de compra conforme

a produção desejada pelo cliente. Sendo que ainda conforme o tipo de processo e produto

a ser envasados a produção horária pode variar em função do tempo unitário, por isso o equipamento conta com variadores de velocidade, para ajustar a velocidade do equipamento conforme a necessidade.

A célula de carga resistente à corrosão constuída em aço inoxidável totalmente

soldada a laser, grau de proteção Ip66, temperatura de trabalho -10°C a + 100°C, erro de histerese máximo de 0,0166%, conforme certificação OIML R60.

06

DADOS TÉCNICOS
DADOS TÉCNICOS

DADOS TÉCNICOS

q

Nome do Equipamento

ENCHEDORA/RECRAVADORA DE LATAS

q

Modelo

RZ-15/04 ELR-GR-CC

q

Pedido

PV.0013.03.11

q

Aplicação do Equipamento

Envazar e recravar recipientes (latas)

q

Produção

7000 l/h

q

Número de Série

Conforme placa de identificação

q

Data de Fabricação

Conforme placa de identificação

q

Posição da Placa de identificação Na parte inferior do equipamento identificação

q

Fabricante

ZEGLA INDÚSTRIA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA BEBIDAS LTDA. Travessa José Serafin Fedatto, 277. Bairro Borgo CP 754 95.700-000- Bento Gonçalves RS Telefone / Fax (0XX) 54 455 3868 E-mail zegla@zegla.com.br

q

Responsável Assistência técnica

Jaime Stuani E-mail atecnica@zegla.com.br

Q

Dados Mecânicos

Conforme planta de acionamento

Q

Potência

Conforme planta elétrico

Q

Construção

Conforme lista de peças e conjuntos em anexo

Q

Dados Elétricos

Conforme planta elétrica

07

DADOS TÉCNICOS
DADOS TÉCNICOS

DADOS TÉCNICOS

q

Entrada e Saída de recipientes

Através de transportadores e esteira

q

Tipo de Recipientes

Conforme acertado no contrato de compra.

OBS.: Caso depois de adquirido o equipamento o cliente quiser utilizar outros tipos e tamanhos de latas, o equipamento poderá ser ajustado, sendo que deverá ter um estudo pelo departamento de projetos da ZEGLA para a sua validação.

q

Alimentação dos agentes de limpeza

Através de tubos e mangueiras

q

Lubrificantes permitidos

Anexo “Instrução de Lubrificação”

q

Produtos de limpeza

Anexo “Manutenção” e desinfetantes

q

Conexão dos meios úteis

Eletricidade, ar comprimido, ar estéril e água.

OBS.: Valor de ligação, diâmetro e pressão estão ligados na plantas de posicionamento

da

máquina, na planta de medida e dados técnicos ou, se existentes, na planta

de

energia.

OBS.: Providencie a eliminação adequada destes resíduos, conforme normas ambientais previstas por lei.Ver dicas nos itens de segurança, meios de limpeza, lubrificação

e manutenção que constam neste manual.

08

DADOS TÉCNICOS
DADOS TÉCNICOS

DADOS TÉCNICOS

q

Temperaturas de funcionamento (°C) Temp.Mínima

Temp Máxima

Q

Ar comprimido isento de óleo

+5

+50

Q

Ar estéril

---

+50

Q

Água

---

+70

q

Pressões de serviço permitidos (Bar)

Pressão Mínima

Pressão Máxima

Q

Ar estéril p/recipiente

1,5

8,0

 

(Acima da Pressão de Saturação da Bebida)

 

Q

Produto de limpeza

1,5

3,0

Q

Enchimento

3,5

5,8

q

Consumos (m3/h)

 

Q

Ar de serviço (não é o consumo de pico)

3,5

Q

Ar estéril p/recipiente

3,0

q

Diâmetro das tubulações (polegadas)

Q

Bebida

Ø2”

Q

Ar estéril

Ø1/2”

Q

Ar de serviço

Ø1/2”

q

Concentração de ozônio (ppm)

 

0,4 - 0,8 máximo

Intervalo de concentração permitida, a qual não ocasiona nenhum dano à componentes do equipamento. Caso for utilizada uma concentração maior que a máxima permitida indicada neste manual, a ZEGLA não se repsonsabilizará por danos decorrentes ao equipamento.

q Potência dos motores de acionamento (CV)

Q

Máquina

2,0

Q

Transporte

0,25

09

RESPONSABILIDADE DO CLIENTE
RESPONSABILIDADE DO CLIENTE

RESPONSABILIDADE DO CLIENTE

q

Ligação elétrica

q

Ligação pneumática com pressão de trabalho

q

Ligação hidráulica.

q

O alinhamento, nivelamento e disposição dos equipamentos conforme layout na

análise crítica do contrato.

q Todas estas ligações deverão ser seguidas conforme orientação técnica e/ ou

manual

de instruções. Qualquer modificação deverá ser comunicada ao

fornecedor.

q O pessoal envolvido para as operações do equipamento, bem como

instalação, manutenção, limpeza e reparos, deve ter:

q

Engenharia elétrica / eletrônica

q

Mecânica/limpeza e manutenção

q

Instruções de segurança

q

Estarem equipados com ferramentas, materiais de teste e equipamentos de

segurança adequados.

10

TRANSPORTE DO EQUIPAMENTO
TRANSPORTE DO EQUIPAMENTO

TRANSPORTE DO EQUIPAMENTO

q Na chegada do equipamento ao cliente, é necessário que haja um encarregado que se

responsabilize pelo recebimento do equipamento.

q Os equipamentos ZEGLA são inspecionados e embalados cuidadosamente antes de

serem despachados. Contudo ainda é possível que sejam danificados durante o

transporte, então verifique visualmente se a máquina está danificada. Se houver algum dano, entrar em contato com a Assistência Técnica Zegla.

q

Compare a carga com a nota fiscal para assegurar-se de que está completa.

q

O transporte do equipamento desde o seu descarregamento até o local de sua

instalação deve ser feito por pessoas treinadas e especializadas no assunto.

q Deve-se utilizar equipamento adequado, como guindastes, empilhadeiras, e outros,

sendo feito como por pessoas especializadas e certificadas para estas operações. Sendo de responsabilidade do cliente o treinamento destas pessoas. Perigo de cargas suspensas: para a movimentação das cargas os operadores deverão ter o máximo de cuidado para que não haja mais pessoas na sua zona de trabalho.

q Na utilização de cabos, ganchos e manilhas devem em todos os casos estar

adequados ao peso do equipamento. Levantar as partes da máquina por pontos

reforçados.

Levantar as partes da máquina por pontos reforçados. q Nunca tombe a máquina para transportá-la. q

q

Nunca tombe a máquina para transportá-la.

q

Após o término do transporte, retirar todos os equipamentos auxiliares utilizados

para a operação. As embalagens deverão ter seus destinos finais segundo as normas de

proteção ao meio ambiente.

q Quando abrir a caixa deve-se retirar e guardar o kit de ferramentas e kit de peças

sobressalentes, antes da movimentação do equipamento.

q A máquina pode ser estocada em um local limpo e seco, sendo que esta não foi

projetada para estocagem por longo períodos de tempo. Proteger a máquina da luz direta

do sol.

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS

Uso obrigatório para a movimentação dos equipamentos:

luvasUso obrigatório para a movimentação dos equipamentos: calçado fechado capacete óculos 11 protetor auricular

calçado fechadoINDIVIDUAIS Uso obrigatório para a movimentação dos equipamentos: luvas capacete óculos 11 protetor auricular

capaceteINDIVIDUAIS Uso obrigatório para a movimentação dos equipamentos: luvas calçado fechado óculos 11 protetor auricular

óculosUso obrigatório para a movimentação dos equipamentos: luvas calçado fechado capacete 11 protetor auricular

11

Uso obrigatório para a movimentação dos equipamentos: luvas calçado fechado capacete óculos 11 protetor auricular

protetor auricular

INSTALAÇÃO
INSTALAÇÃO

INSTALAÇÃO

q Para um bom processo de trabalho, isento de problemas, é necessário que a

instalação seja feita por meio de um técnico-montador da ZEGLA.

q

Além disto deve-se observar os seguintes itens:

Q

Instalação especializada

Q

Transporte

Q

Montagem

Q

Conexões

Q

Primeiro funcionamento

Q

Desmontagem. Embalagem e armazenamento da máquina.

q

Lembrando sempre que, todos os itens acima relacionados os quais devem ser

observados,

ZEGLA, caso contrário os direitos de garantia poderão não ser mais mantidos.

q O equipamento deverá ser instalado em local de fácil acesso para limpeza e

escoamento de água e resíduos.

q As dimensões do equipamento encontram-se no capítulo DADOS TÉCNICOS

deste manual.

q Verificar que haja espaço suficiente na área de montagem para liberdade de

da máquina, transporte, trabalhos de

manutenção

suplementar com adicionais.

montagem de algum equipamento

movimentos para o comando

de um técnico-montador da

deverão

ser

efetuados

por

meio

e

reparos

e

uma

possível

q

Prever o local de montagem conforme planta.

q

Garantir que o piso e as fundações estejam preparados para suportar carga e

peso do equipamento.

q

Garantir para que as fundações não transmitam adiante possíveis vibrações.

q

O local deve estar preparado para a instalação elétrica do equipamento,

devendo ser observando as condições do ambiente.

q Observar medidas de proteção contra umidade, ruídos, higiene ventilação e

exigências microbiológicas.

q O equipamento

transportadoras.

q Garantir iluminação adequada para a montagem, funcionamento e

manutenção do equipamento.

deverá ser nivelado conforme altura das esteiras

12

INSTALAÇÃO
INSTALAÇÃO

INSTALAÇÃO

Q A comunicação subterrânea através do esgoto deve ser interrompida com o auxílio

de ralos sifonados, para evitar e invasão externa de odores e mesmo roedores.

q A sala onde será instalado o equipamento deverá ser isoldada diminuindo assim o

ruído e a poeira, possibilitando um controle bacteriológico aéreo, com o fechamento das aberturas.

q A laje deve ser revestida por materiais anti-ácidos, para proteção ao açucar e

acidulantes contidos nos xaropes e Co2 da bebida pronta. A mesma deve ser construída sob forma de um rebaixamento com inclinações desde 1 a 2,5% em direção aos ralos. Pode-se diminuir o número de ralos com a colocação de calhas para recolhimento das águas servidas em um dos lados desse piso rebaixado.

q Referente à largura da passagem para circulação, convém lembrar que um dia terá

necessidade de comportar o deslocamento do equipamento sem necessidade de derrubar paredes.

q A linha de alimentação elétrica deve ser instalada de acordo com as

regulamentações locais e as especificações.

q A linha de alimentação elétrica deve ser instalada de acordo com as

regulamentações locais e as especificações (dados técnicos). As regulamentações de sua companhia local de eletricidade devem ser observadas.

q Para aumentar a confiabilidade operacional e a vida útil dos componentes

pneumáticos, deve ser usado somente ar filtrado e seco. Por essa razão, instale um filtro de ar comprimido na linha de alimentação da máquina. Observe as instruções no manual de operações entregue com o compressor de ar, assim como as instruções de monitoração.

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS:

Uso obrigatório para a instalação dos equipamentos:

luvas

calçado fechado

INDIVIDUAIS: Uso obrigatório para a instalação dos equipamentos: luvas calçado fechado capacete protetor auricular 13

capaceteINDIVIDUAIS: Uso obrigatório para a instalação dos equipamentos: luvas calçado fechado protetor auricular 13

protetor auricularDE PROTEÇÃO INDIVIDUAIS: Uso obrigatório para a instalação dos equipamentos: luvas calçado fechado capacete 13

13

DISPOSITIVOS DE ELIMINAÇÃO
DISPOSITIVOS DE ELIMINAÇÃO

DISPOSITIVOS DE ELIMINAÇÃO

q Os dispositivos de eliminação devem estar previstos conforme as prescrições previstas

porlei(ex.canalizaçãodeesgoto,containerpararesíduosdevidro,produtosnocivosaomeio

ambienteeoutros).

q Deixar a disposição os respectivos produtos auxiliares e materiais necessários para a

produção, na primeira colocação do equipamento em funcionamento, no processo de trabalho, na manutenção e lubrificação.

14

PREPARAÇÃO DA MÁQUINA
PREPARAÇÃO DA MÁQUINA

PREPARAÇÃO DA MÁQUINA

q

NIVELAMENTO Q Colocar a máquina na placa dos pés Q Utilizar uma alavanca para girar os pés. Q Alinhar a máquina de tal forma que esta fique nivelada e alinhada com as esteiras transportadoras.

q

FAZER CONEXÕES DO TIPO Q Elétrico, pneumática e hidráulica, devendo ser executado por um técnico.

15

PREPARAÇÃO DA MÁQUINA
PREPARAÇÃO DA MÁQUINA

PREPARAÇÃO DA MÁQUINA

q REGULAGEM DA ENTRADA E SAÍDA DE RECIPIENTES

Q Verificar a passagem dos recipientes em todo o circuito do equipamento,

observando o sincronismo do sistema.

Q Primeiramente regule a estrela de entrada (1) do sistema de enchimento (2)

para que a mesma faça a transferência do recipiente no ponto de tangência para a base do sistema de enchimento.

Q Regule a estrela do selecionador de tampas(04,) com a estrela de saída do sistema

de enchimento (3).

Q Regule a estrela do sistema de recravação (5) com a estrela de saída do sistema de

enchimento (3).

Regule a estrela de saída do sistema de recravação (6) com o sistema recravamento

(5).

Q

Q

Regule a estrela (5) com a estrela de saída ( 6).

02

03 01 04
03
01
04

06

05

q REGULAGEM ESTRELA Q Para a regulagem das estrelas indicada anteriormente, afrouxe o parafusos (A) e gire a estrela até a posição necessária.

regulagem das estrelas indicada anteriormente, afrouxe o parafusos (A) e gire a estrela até a posição

A

regulagem das estrelas indicada anteriormente, afrouxe o parafusos (A) e gire a estrela até a posição

16

PREPARAÇÃO DA MÁQUINA
PREPARAÇÃO DA MÁQUINA

PREPARAÇÃO DA MÁQUINA

q REGULAGEM DE VELOCIDADE

Q Existe no painel de controle um potenciômetro para a regulagem da variação de velocidade, que deverá ser regulada conforme a necessidade ( produção normal, testes, manutenções, etc )

17

PREPARAÇÃO DA MÁQUINA
PREPARAÇÃO DA MÁQUINA

PREPARAÇÃO DA MÁQUINA

q PROCESSO DE ENCHIMENTO

q VÁLVULA DE ENCHIMENTO

Possui a função de colocar líquido dentro de recipientes, um a um. Pode ser realizada sob diversas condições, isto é, à vácuo, sob pressão, a frio e a quente dependendo da natureza do líquido a ser envazado. Isto ocorre da seguinte forma :

O equipamento conta com um reservatório que acondiciona o produto e por meio de acionamento mecânico e pneumático libera o produto para as válvulas que envazarão os recipientes.

Em todo o processo de enchimento existe seis regiões :

Q Região neutra

nenhuma função para o processo. Nesta região o bico da válvula está totalmente fechado, pois o garfo da borboleta está virado para baixo internamente.

- Intervalo entre a entrada e a saída de recipientes sem

Q Região de contra-pressão

gasosa do recipiente e o interior da lata que será envazada. Forma-se assim um colchão que irá receber o líquido do recipiente na operação seguinte. Nesta operação a borboleta está baixada externamente e internamente alivia a agulha, levantando-a, auxiliada pela mola.

- É o início da equalização da pressão entre a parte

Q Região de enchimento - N este momento o líquido começa entrar na lataa. Com

pressões iguais a velocidade de enchimento é conseguida apenas pela diferença de nível existente entre o líquido e a lata. A velocidade de envazamento também é proporcional a velocidade de saída do ar através do tubo. O líquido passa a ocupar gradativamente o espaço ocupado antes pelo ar, este sobe através do tubo e tubo guia até a parte gasosa do recipiente lá se misturando. Acontece uma separação do Co2 com ar, pois sendo o primeiro mais pesado, fica mais próximo ao nível do líquido. O ar se acumula na parte superior do recipiente e é expulso pela bóia de descarga. O ar acima referido é a soma dos volumes de ar de cada garrafa que já foi envazada.

Q Região de nivelamento

- O nível do líquido subindo encontra-se com a ponta do

tubo de ar, obstruindo-o. Neste momento fecha-se a saída do gás carbônico que vinha se processando durante todo o enchimento. Isto faz o líquido parar, determinando o nivelamento dentro da lata.

18

PREPARAÇÃO DA MÁQUINA
PREPARAÇÃO DA MÁQUINA

PREPARAÇÃO DA MÁQUINA

Q Região de fechamento

Neste ponto o recipiente estará fechado com o exterior,

não havendo perda de produto ou CO2.A borboleta atua internamente para baixo e externamente para cima comandada por fora, tendo a finalidade de obstruir o tubo de guia pela agulha, como também fazer descer a parte interna toda do bico até que o disco de borracha encoste contra as molas.

-

Q Região de alívio de pressão

pressão intermediária entre a de enchimento e a pressão ambiente.

- Esta região visa conseguir dentro do recipiente uma

Região de Enchimento Região de Região de Nivelamento Contra-Pressão Região Região de Neutra Fechamento
Região de
Enchimento
Região de
Região de
Nivelamento
Contra-Pressão
Região
Região de
Neutra
Fechamento
Região de
Alívio de
Pressão
Figura Ilustrativa

19

REGULAGEM DE ALTURA DA ENCHEDORA
REGULAGEM DE ALTURA DA ENCHEDORA

REGULAGEM DE ALTURA DA ENCHEDORA

Para regular a altura da enchedora deve-se fazer:

1º Passo - Para regular a altura do tanque da enchedora, deve-se estar com o tanque vazio para facilitar a sua subida ou descida.

três fusos de regulagem, um desses fusos

possui encaixe para chave de boca, e por esse fuso que vai se regular a altura do tanque da enchedora. Obs: Girar no sentido horário o tanque irá subir, girar no sentido anti horário o tanque irá descer.

2º Passo - Abaixo do tanque existem

Figura Ilustrativa
Figura Ilustrativa

FUSOS DO LEVANTE

ENCAIXE DA CHAVE PARA SUBIR OU BAIXAR O TANQUE

20

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

q TANQUE

É um reservatório pressurizado para evitar o desprendimento de gás dissolvido dentro da parte líquida. É recomendado que seja mantido o nível do tanque até a metade do visor. Continuamente o tanque abastece as válvulas baixando o seu nível, sendo que, simultaneamente o mesmo é reabastecido pelo distribuidor de líquidos central. É imprescindível para o funcionamento de nível uma vedação perfeita da pressão interna, por isso entre a tampa e o reservatório existe anéis de borracha garantindo que esta vedação.

Tampa Anel de Vedação Produto Entrada de Líquido Visor para o Reservatório
Tampa
Anel de Vedação
Produto
Entrada de Líquido
Visor
para o Reservatório

Figura Ilustrativa

21

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

q SELECIONADOR DE TAMPAS

O processo tem início quando a máquina começa a trabalhar em automático, um sensor que está posicionado na entrada do sistema de enchimento manda um sinal para o servo motor que faz o came girar, o came separa a tampa que cai sobre o guia das tampas onde e arrastada pelos postiços até a parte superior da lata

CALHA DAS TAMPAS

postiços até a parte superior da lata CALHA DAS TAMPAS SERVO MOTOR CAME SEPARADOR DAS TAMPAS
SERVO MOTOR
SERVO MOTOR

CAME SEPARADOR DAS TAMPAS

SENSOR

POSTIÇOS PARA ARRASTE DAS TAMPAS

GUIA DAS TAMPAS

Figura Ilustrativa

22

AJUSTES
AJUSTES

AJUSTES

Regulagem do came separador de tampas

Como regular o came separador das tampas 1º Passo - Desligar a chave geral da máquina. 2º Passo - Ajustar o came na posição correta.Obs: posição correta do came separador de tampas é deixando o termino do canal por onde as tampas descem ligeiramente adiantado ao postiço, para que não ocorra nenhum dano a tampa, caso o came não esteja na posição adequada não haverá a correta transferência das tampas.

Ex: desenho abaixo SERVO MOTOR CAME CANAL DE DESCIDA DAS TAMPAS GUIA DA TAMPAS TAMPA
Ex: desenho abaixo
SERVO MOTOR
CAME
CANAL DE DESCIDA
DAS TAMPAS
GUIA DA TAMPAS
TAMPA
POSTIÇOS
ESTRELA GUIA DAS TAMPAS
Figura Ilustrativa

23

AJUSTES
AJUSTES

AJUSTES

q PROCESSO DE RECRAVAÇÃO.

Em todo o processo do recravamento existe quatro regiões ( salientamos que para todo este processo existe uma peça chamada came, que funciona como um guia para o curso horizontal dos roletes recravadores).O came superior, faz com que os roletes recravadores atuem e o came inferior faz com que os pistões elevadores, que estão girando constantemente , subam e posicionem a lata para o processo de recravação.

Intervalo entre a entrada e a saída das latas, sem nenhuma

função para o processo de recravamento.

Região onde o

pistão da lata é deslocado para cima devido a inclinação do came inferior até o posicionamento da lata abaixo do eixo de recravação superior conforme norma de regulagem.

O processo de recravação de latas consiste no

fechamento hermético entre o corpo e a tampa. Para que que isso ocorra são realizados dois processos: 1º estágio(03/1) e 2º estágio(03/2). No primeiro estágio o rolete de recravação é aproximado do conjunto corpo + tampa, pela ação do came, até o contato e posterior ação do mesmo. A execução desta fase é primordial pois é nela que se realiza o o transpasse entre os corpos, formando os ganchos de tampas e corpo. O segundo estágio de recravação é realizado pela atuação do rolete de 2º estágio operação. A função desta fase é dar acabamento a recravação deixando a lata com sua configuração final.

Nesta região ocorre a

descida do pistão, então a lata baixa saindo do eixo de recravação. Um sistema de eixo expulsaor funciona garantindo a retirada da lata , terminando assim o processo e liberando a lata para sua saída.

Q01)

Q02)

Regição Neutra -

Região de Posicionamento Para Início De Processo -

Q03)

Região de recravamento -

Q04)

Região de Descida Para Saída Da Lata Acabada -

118° 03/1 81° 02 03/2 01 04 04 21° GRÁFICO DE RECRAVAÇÃO 21° 118°
118°
03/1
81°
02
03/2
01
04
04
21°
GRÁFICO DE RECRAVAÇÃO
21°
118°

01

REGIÃO

NEUTRA

REGIÃO DE

02 POSICIONAMENTO PARA INÍCIO DE PROCESSO

03/1

03/2

REGIÃO DE

RECRAVAMENTO

REGIÃO DE DESCIDA

PARA SAÍDA DA LATA ACABADA

24

AJUSTES
AJUSTES

AJUSTES

q Regulagem de altura dos rolos recravadores

Q Como regular a altura dos rolos recravadores

• 1º Passo - Soltar o pino de fixação do rolete.

• 2º Passo - Com o pino de fixação frouxo , para ajustar basta girar no sentido horário para subir, e no sentido anti-horário para descer.

Obs: a altura de trabalho recomendada dos roletes recravadores é de 0.1 em relação ao bocal recravador

Ex: desenho abaixo

BOCAL RECRAVADOR

PINO DE FIXAÇÃO PINO DE FIXAÇÃO
PINO DE FIXAÇÃO
PINO DE FIXAÇÃO

ROLETE RECRAVADOR 1ª ESTÁGIO

ALTURA RECOMENDADA PARA TRABALHO

RECRAVADOR 1ª ESTÁGIO ALTURA RECOMENDADA PARA TRABALHO GIRAR NO SENTIDO ANTI- HORÁRIO DESCE ROLETE RECRAVADOR

GIRAR NO SENTIDO ANTI- HORÁRIO DESCE ROLETE RECRAVADOR

GIRAR NO SENTIDO HORÁRIO SOBE ROLETE RECRAVADOR

25

ROLETE RECRAVADOR 2ª ESTÁGIO

AJUSTES
AJUSTES

AJUSTES

q Regulagem da folga dos rolos recravadores

Q Como regular a folga dos rolos recravadores

• 1º Passo - Para regular a folga dos rolos de recravação tem que se ter em mãos um pente de folgas.

• 2º Passo - Para regular os rolos de recravação é necessário que o rolo de

recravação esteja atuado, os rolos de recravação do 1º estágio estarão atuado logo após a

subida do pistão elevador, os rolos do 2º estágio estarão atuados após o termino de recravação do 1º estágio.

• 3º Passo - Para aumentar ou diminuir a folga dos rolos de recravação seguir ilustrações abaixo

Ex: desenho abaixo

Diminuir a folga do rolo recravador com o bocal recravador deve-se APERTAR CAME AFROUXAR BOCAL
Diminuir a folga
do rolo recravador
com o bocal recravador
deve-se
APERTAR
CAME
AFROUXAR
BOCAL RECRAVADOR
PARAFUSO DE
REGULAGEM DAS
FOLGAS DOS ROLETES
PARAFUSO DE
REGULAGEM DAS
FOLGAS DOS ROLETES
Aumentar a folga
do rolo recravador
com o bocal recravador
deve-se
AFROUXAR
APERTAR
ROLETE RECRAVADOR
ROLETE RECRAVADOR
2ª ESTÁGIO
1ª ESTÁGIO
Importante após ter
regulado a folga
dos rolos recravadores
não esquecer te apertar
os dois parafusos
de regulagem
APERTAR
APERTAR

26

AJUSTES
AJUSTES

AJUSTES

q Como regular a altura da parte superior do recravador

• 1º Passo - Soltar os parafusos travas na coluna.

• 2º Passo - Retirar a tampa de proteção do fuso do levante.

• 3º Passo - Com um chave de boca, girar o fuso no sentido horário irá fazer com

que a parte superior do recravador baixe, girar o fuso no sentido anti-horário irá fazer

com que a parte superior do recravador suba.

Ex: desenho abaixo

FUSO DO SISTEMA DE LEVANTE

PROTEÇÃO DO FUSO DO LEVANTE

FUSO DO SISTEMA DE LEVANTE PROTEÇÃO DO FUSO DO LEVANTE PARAFUSOS TRVA DO SISTEMA DE LEVANTE

PARAFUSOS TRVA DO SISTEMA DE LEVANTE

DO FUSO DO LEVANTE PARAFUSOS TRVA DO SISTEMA DE LEVANTE COLUNA ESTABILIZADORA OBS: Após ter regulado

COLUNA

ESTABILIZADORA

PARAFUSOS TRVA DO SISTEMA DE LEVANTE COLUNA ESTABILIZADORA OBS: Após ter regulado a parte superior do

OBS: Após ter regulado a parte superior do recravador na altura desejada não esquecer de reapertar os parafusos travas na coluna.

27

BOAS PRÁTICAS DE RECRAVAÇÃO
BOAS PRÁTICAS DE RECRAVAÇÃO

BOAS PRÁTICAS DE RECRAVAÇÃO

q Recomendações Para Boas Prática De Recravação

1. Fazer lubrificação diária nos rolos de recravação, preferencialmente logo após o

final da produção do dia.

2. Verificar diariamente antes da produção, as folga dos rolos de recravação.

3. Verificar visualmente se não há atrito entre os rolos de recravação e o mandril

central.

4. Verificar semanalmente, com instrumentação adequada, as medidas de folga dos

rolos de recravação conforme os padrões estabelecidos pelo técnico da Zegla.

5. Verificar semanalmente a folga dos rolamentos recravação de primeiro e segundo

estágio.

6. Durante a produção, no início e após cada duas horas de produção, retirar uma

lata de cada estação para fazer a verificação visual e dimensional, conforme padrões estabelecidos para área técnicas da Zegla.

7. Caso haja alguma detecção de anomalia em alguma das verificações dimensionais e/ou visuais, parar imediatamente a produção para realização das checagens cabíveis.

8. Sugere-se fazer a cada seis meses uma certificação de precisão dimensional do

equipamento recravador de latas. Este procedimento deve ser realizado por um técnico credenciado Zegla. Caso seja de interesse da empresa pode-se prover os equipamentos necessários para tal certificação bem como dar-se treinamento recomendado.

9. Procurar ajuda técnica junto a Zegla sempre que houver necessidade e/ou duvidas

10.Não fazer modificações nos padrões dimensionais estabelecidos pela Zegla sem previa autorização da área técnica.

28

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

q PROCESSO DE ENCHIMENTO

q VÁLVULA DE ENCHIMENTO

O sistema de enchimento possui 15 dispositivos pegadores de latas pelo fundo, desenhados especialmente para que atue a célula de carga, construídos em aço inoxidável, 15 válvulas de enchimento por gravidade com centralizador de latas controladas pela célula de carga, todos construídos em aço inixidável AISI 304 polido

sanitário grau alimentício. Estando a lata posicionada sobre os dispositivos pegadores na célula de carga, a válvula é aberta automaticamente, até que a célula de carga acuse o peso pré determinado equivalente ao volume que deseja ser envasado. A válvula se fecha instantânea, automaticamente e hermeticamente, não permitindo perda de produto ou gotejamento após a liberação do frasco.

A precisão do enchimento é garantida através da verificação prévia do peso de cada

lata antes de seu enchimento e pelo processo de enchimento com sistema de 2 estágios

(grosso e fino), sendo que no final do processo de enchimento o sistema verifica o peso de cada vasilhame garantindo a quantidade de produto dentro dos parâmetros programados.

A célula de carga resistente à corrosão construída em aço inoxidável totalmente

soldada a laser, grau de proteção Ip66, temperatura de trabalho -10°C a + 100°C, erro de histerese máximo de 0,0166%, conforme certificação OIML R60.

trabalho -10°C a + 100°C, erro de histerese máximo de 0,0166%, conforme certificação OIML R60. Figura
trabalho -10°C a + 100°C, erro de histerese máximo de 0,0166%, conforme certificação OIML R60. Figura

Figura Ilustrativa

29

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

q TANQUE

Q É um reservatório despressurizado para aliviar o peso da bebida dentro dele.

Desta forma quando parado não sai bebida. Continuamente o tanque abastece as válvulas baixando o seu nível, sendo que, simultaneamente o mesmo é reabastecido pelo distribuidor de líquidos central.

Visor

reabastecido pelo distribuidor de líquidos central. Visor q FILTRO BACTERIOLÓGICO Q Conforme ocorre o envazamento

q FILTRO BACTERIOLÓGICO

Q Conforme ocorre o envazamento constante dos recipientes, o nível de produto

no tanque diminui, sendo que no seu lugar é ocupado por ar. Este ar que entra em contato com o produto deve estar livre de impurezas, por isso a sua entrada para o interior do tanque é feito através do filtro bacteriológico, que possui internamente um elemento filtrante apropriado para eliminar impurezas do ar que entrará em contato com o produto. No momento que o tanque é reabastecido o ar sai para a atmosfera também por este filtro.

Q Salientamos que o elemento filtrante que se encontra na parte interna da

estrutura não pode ter contato de forma alguma com qualquer tipo de líquido, por isso no momento que é feito o CIP do equipamento o filtro deve ser retirado, e no seu lugar colocado um tampão, pois este elemento é de uso exclusivo para a filtragem do ar que entrará em contato com o produto.

pois este elemento é de uso exclusivo para a filtragem do ar que entrará em contato

30

Elemento Filtrante

PRIMEIRO FUNCIONAMENTO
PRIMEIRO FUNCIONAMENTO

PRIMEIRO FUNCIONAMENTO

Lembramos para verificar as instruções de segurança, no anexo.

Antes de colocar o equipamento em funcionamento, durante manutenções ou

depois de longo período sem funcionamento, revisar e se necessário lubrificar todos os pontos de lubrificação, conforme INSTRUÇÕES de LUBRIFICAÇÃO.

Q

Colocar as tampas de proteção.

Q

Revisar funções de segurança existentes no equipamento.

Q

Revisar funções elétricas.

Q

Revisar funções de abastecimento.

Q

Revisar funções pneumáticas.

Q

Efetuar trabalhos de ajuste e montagem final.

Q

Eliminar todos os defeitos antes de colocar a máquina em funcionamento.

Lembramos que um ajuste incorreto ou um estado de serviço deficiente pode ocasionar:

Q

Danos à máquina

Q

Risco de segurança para o operador e todo o meio presente no local

Q

Perturbações no processo de trabalho

31

COLOCAR EM FUNCIONAMENTO
COLOCAR EM FUNCIONAMENTO

COLOCAR EM FUNCIONAMENTO

q Enxaguar resíduos do transporte/montagem, se faz necessário uma limpeza inicial

completa do equipamento.

q Somente colocar o equipamento em funcionamento, se a revisão já tiver sido feita.

Q

Acionar a chave liga geral na posição 1

Q

Acionar a chave entrada de produto em automático, regulando a pressão em

3,5bar.

Q

Acionar a chave alimentação de tampas em automático.

Q

Regular a pressão de ar de trabalho em (P/ PP 1,5bar máx)

(P/ PET 4,0bar máx)

Q

Regular a pressão de ar estéril/CO2 em 1,5 bar acima da pressão de saturação

da bebida.

Q

Acionar a chave liga automático

Q

Regular velocidade, inicialmente em rotação baixa.

Q

Desacionar o botão de emergência

Q

Verificar o funcionamento de todo o sistema

Q

Aumentar a velocidade conforme necessidade.

Q

Iniciar a produção

32

COLOCAR EM FUNCIONAMENTO
COLOCAR EM FUNCIONAMENTO

COLOCAR EM FUNCIONAMENTO

Q Enxaguar resíduos do transporte/montagem, se faz necessário uma limpeza inicial

completa do equipamento.

q Somente colocar o equipamento em funcionamento, se a revisão já tiver sido feita.

Q

Acionar a chave liga geral na posição 1.

Q

Acionar a chave entrada de produto em automático, regulando a pressão em

3,5bar.

Q

Regular a pressão de ar estéril/CO2 em 1,5 bar acima da pressão de saturação

da bebida.

Q

Acionar a chave liga automático

Q

Desacionar o botão de emergência

Q

Regular velocidade, inicialmente em rotação baixa.

Q

Verificar o funcionamento de todo o sistema

Q

Aumentar a velocidade conforme necessidade.

Q

Iniciar a produção

PAINEL DE COMANDO
PAINEL DE COMANDO
EMERGÊNCIA POTENCIOMETRO FALTA DE TAMPAS MANUAL / AUTOMÁTICO ENTRADA DE PRODUTO ACÚMULO ESTEIRA ABERTO /

EMERGÊNCIA

POTENCIOMETRO

FALTA DE TAMPAS

EMERGÊNCIA POTENCIOMETRO FALTA DE TAMPAS MANUAL / AUTOMÁTICO ENTRADA DE PRODUTO ACÚMULO ESTEIRA ABERTO /

MANUAL / AUTOMÁTICO

ENTRADA DE PRODUTO

ACÚMULO ESTEIRA

ABERTO / FECHADO

DE SAÍDA

ACÚMULO ESTEIRA ABERTO / FECHADO DE SAÍDA ESTEIRA DE ENTRADA LIGA / DESLIGA VÁLVULA DE ENCHIMENTO

ESTEIRA DE ENTRADA LIGA / DESLIGA

VÁLVULA DE ENCHIMENTO MANUAL / AUTOMÁTICO

FALTA DE LATAS NA ENTRADA

33

PROCESSO DE TRABALHO
PROCESSO DE TRABALHO

PROCESSO DE TRABALHO

q Durante a produção

de

funcionamento hidráulica, elétrica, pneumática

Q O operador deve constantemente observar a atuação de válvulas,

transferência de recipientes, níveis de produto para garantir o perfeito funcionamento de todo o sistema.

Q Diariamente

antes

do

início

da

produção,

verificar

as

condições

Q

Observar constantemente pressões de trabalho e abastecimento.

Q

O posicionamento correto das latas na entrada deve ser observado para evitar

qualquer tipo de dano à operação e à peça.

Q Observar na entrada e saída do transportador a existência de recipientes

vazios, tombados, ou emperrados e eliminar a falha.

Q Eliminar qualquer tipo de impurezas, que se encontram nos transportadores e

em outras partes de todo o equipamento.

Q

Controlar a qualidade da água, pressões

Q

Evitar excesso de umidade no quadro de comando.

34

INTERRUPÇÃO DA PRODUÇÃO
INTERRUPÇÃO DA PRODUÇÃO

INTERRUPÇÃO DA PRODUÇÃO

A fim de evitar o acionamento involuntário da máquina após um intervalo de produção:

Q

Desconectar a máquina no início do intervalo de produção (posição desliga).

Q

Pressionar o botão STOP

q Caso ocorra alguma perturbação durante o funcionamento do equipamento

observar o capítulo “PRECAUÇÕES PARA UM PERFEITO FUNCIONAMENTO”.

35

TROCA DE PRODUTOS E RECIPIENTE
TROCA DE PRODUTOS E RECIPIENTE

TROCA DE PRODUTOS E RECIPIENTE

q O equipamento está ajustado para trabalhar com um determinado tipo de produto e

recipientes, conforme acertado no contrato de compra.

Então, favor utilizar somente produtos para os quais o equipamento tenha sido ajustado em nossa fábrica.

Outros produtos com má qualidade ou com medidas fora dos padrões podem causar deficiências no funcionamento.

q

Para a sua segurança

Q

O equipamento deve estar vazio e desligado

Q

Caso seja inevitável subir na máquina para realizar trabalho de troca, cuidar com o

risco de escorregamento.

Q

Especial atenção para que nenhuma pessoa corra risco ou a máquina seja danificada

Q

Certificar-se que todas as peças trocadas sejam fixadas de forma correta, que o

trabalho de ajuste tenha sido feito e que não haja nada solto sobre a mesa do equipamento, tipo panos, ferramentas e outros.

ATENÇÃO: Apenas para reforçar a questão, para qualquer troca de peças, efetuá-la com o equipamento desligado.

OBS.: Caso após a compra do equipamento, o cliente verificar a necessidade de uso de outro tipo de recipiente, tampa ou produto a ser envazado no mesmo, que não consta no contrato de compra, o cliente deverá consultar o departamento técnico da ZEGLA para verificar se é possível a utilização destes novos produtos no equipamento comprado ou se haverá necessidade de alteração de algum componente para a adaptação destes novos produtos.

q Lembramos, caso o cliente não fizer esta prévia consulta, e utilizar algum novo

produto não especiificado no contrato de compra e acarretar alguma dano à máquina, a ZEGLA se reversar o direito de não fornecer mais a garantia sobre o equipamento.

36

TROCA DE PRODUTOS E RECIPIENTE
TROCA DE PRODUTOS E RECIPIENTE

TROCA DE PRODUTOS E RECIPIENTE

q

q

-

-

TROCA DAS ESTRELAS

Q

Q

Retirar o parafuso central (A) utilizando uma chave de boca.

Retirar a estrela (B).

A
A

TROCA DAS GUIAS

Q

Q

Retirar os parafusos (A).

Retirar o guia (B).

B

uma chave de boca. Retirar a estrela (B). A TROCA DAS GUIAS Q Q Retirar os

37

A

B

PRECAUÇÕES PARA UM PERFEITO FUNCIONAMENTO
PRECAUÇÕES PARA UM PERFEITO FUNCIONAMENTO

PRECAUÇÕES PARA UM PERFEITO FUNCIONAMENTO

A seguir estão descritas possíveis soluções para eventuais casos de perturbação ou erros que seus próprios funcionários poderão reparar (operador, ferramenteiro, eletricista).

Q Caso surja algum problema, o qual não está descrito neste manual e que não

consiga ser resolvido, entre em contato com o departamento de assistência técnica ZEGLA.

Q Os trabalhos de eliminação de perturbações para os quais os operadores não

tenham sido treinados, estão reservados ao pessoal autorizado.

Q A ser detectado algum problema, imediatamente paralise o equipamento,

pressionando o botão STOP e após solucionado o problema destrave-o.

OBS.: Qualquer dúvida referente a indicação de partes do equipamento, bem como peças verifique o item Lista e Grupos de Peças deste manual.

38

SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO
SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO

SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO

Ocorrência

O equipamento desliga por

falta de recipientes na

entrada do equipamento.

Os recipientes

movimentam-se

agitadamente ou caem.

Estrela não transfere a lata

corretamente dando a

impressão de

desalinhamento (ajuste de

ponto) entre as peças

Recipiente não enche

Recipiente com nível alto

Solução Possível

- Existe na entrada um sensor que na falta de

recipientes este espera 50seg e após desliga o

equipamento. Regularizar a entrada de

recipientes e o equipamento voltará a funcionar

normalmente.

- Desgaste

de

substituição.

peças

do

kit,

providenciar

- Verificar regulagem

- Borboleta não foi acionada devido falta de

contra-pressão, regular o comando de ar prévio.

- Tubo de ar(bico) empenado, desempená-la e

centraliza-la.

- Fadiga da mola de compressão da válvula ou

estragada, efetuar troca.

- Fadiga na mola da agulha da válvula ou

estragada, efetuar troca.

- Tubo da válvula solto ocorrendo vazamento,

apertar, caso se ainda não vedar efetuar troca.

- Borracha sede da válvula não veda, efetuar

troca.

- de compressão da válvula vencendo

Mola

borboleta, efetuar troca.

- Vazamento de pressão na borracha de vedação

do snift, efetuar troca, caso ainda não vedar

regular entre carcaça e o bico.

39

SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO
SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO

SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO

Ocorrência

Recipiente com enchimento

irregular - alto/baixo nível

em geral

Tanque com nível irregular

Tanque com nivel baixo

Solução Possível

- Xarope muito quente, resfriar.

- Falta de repouso para o xarope, muito ar,

repousar.

- Bebida com temperatura elevada, regular a

refrigeração do equipamento antecessor, sendo

que recomendamos 1° a 2 °C dentro do

recipiente.

- Bóias desreguladas não fixando o nível, regular.

- Tanque sujo, lavar.

- Tanque c/algum vazamento de pressão, verificar

aperto dos parafusos e estado da borrachas de

vedação.

- Produto com partículas em suspensão, verificar

a filtragem e se necessário efetuar troca dos

elementos filtrantes.

- Fornecimento irregular de contra-pressão, sen-

do que o ar esterelizado/CO2 pode estar c/ va-

zamento em algum ponto de sua distribuição.

- Velocidade excessiva do equipamento, diminuir.

- Bóia de contra-pressão e descarga fora de

sincronismos, regular uma só abre quando a

outra fecha.

- Manômetro

de bebida ou ar esterelizado

desregulado, recalibrar ou efetuar troca.

efetuar

regulagem através do regulador de pressão do

tanque.

- Pressão

do

tanque

desregulado,

- Abastecimento da bebida fraca, com pouca

pressão, verificar funcionamento da válvula

borboleta, pressão da bomba de transferência.

40

SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO
SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO

SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO

Ocorrência

Recipiente com o nível baixo

Tanque com nível alto

Solução Possível

- Fadiga da mola da válvula, não permitindo total

contra-pressão ocasionando abertura lenta,

efetuar troca.

- Controle

de

fechamento

lento, regular

permitindo assim mais tempo de enchimento.

- Velocidade excessiva do equipamento, regular

através do controlador de velocidade encontrado

no painel elétrico.

- Estrelas tanto de entrada como de saída fora de

ponto, efetuar regulagem.

- Tubo do snift entupido, efetuar limpeza.

- Ponta do comando gasta pelo atrito da régua,

efetuar troca dos comandos do snift.

- Régua muito adiantada, efetuar atraso pois snift

ainda está aberto quando a válvula está subindo.

- Borboleta fecha e volta devido folga excessiva

sendo esta ocasionada pelas borrachas

danificadas, efetuar troca.

- Orifício da válvula da bóia de contra-pressão

obstruido parcialmente ou danificado, sem abrir o

suficiente, efetuar troca.

- Bóia de descarga não atuando no orifício de fe-

chamento, ficando aberto, verificar sincronismo entre esta e a bóia de contra- pressão.

- Pressão do produto alta, dimiuir.

- Alimentação do ar esterelizado e Co2 baixa,

aumentar, através do regulador localizado no

painel pneumático.

41

SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO
SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO

SITUAÇÕES PARA UMA PERFEITA OPERAÇÃO

Ocorrência

Vazamento da válvula

Vazamento do distribuidor

Ruído excessivo no eixo

articulado

Falta ou excesso de pressão

de ar esterilizado, CO2 ou

normal.

Correias patinam ou caem

Motor não dá partida

Solução Possível

- Verificar vedações, orings, atuação das molas,

verificar desgaste de peças e se necessário

efetuar troca.

- Verificar conexões das mangueiras, retentor e

tc’ s e se necessário efetuar troca.

- Conforme instruido por nosso técnico montador,

desapertar o parafuso do mancal de saída do

motoredutor e puxar o eixo contra o mesmo e

reapertar o parafuso.

- Verificar no painel pneumático através dos

manômetros o valor de pressão, e caso estiver

fora do recomendado por este manual nosdados

técnicos, efetuar regulagem.

- Verifique se existe algum vazamento em locais

onde existam vedações ouconexões e estancar.

- Através dos esticadores, solte os parafusos e

regule o esticamento e após reaperte os

mesmos. - Caso seja observado um desgaste excessivo das

mesmas, efetuar troca.

- Instalação incorreta, verificar e solucinar

problema (deve ser feito por um técnico)

42

MANUTENÇÃO
MANUTENÇÃO

MANUTENÇÃO

q Para obter um bom desempenho de seu equipamento, é necessário alguns cuidados

básicos no que se refere à manutenção e conservação.

q

Através de uma manutenção cuidadosa evitam-se muitos defeitos e reparos.

q

Todas as peças móveis estão sujeitas a desgastes que podem ser atenuados com o

uso de lubrificação. Com o desgaste mecânico é inevitável pelo atrito, o uso de materiais específicos para cada local - rolamento, bronze, plásticos - não impede que o desgaste ocorra. Daí cuidados com a lubrificação, troca de peças depois de esgotada sua vida útil, são iniciativas para a melhor manutenção de qualquer equipamento. Ainda mais equipamentos que trabalham em condições difíceis, sujeitos a umidade, pressão e abrasão.

q Sob condições ambientais extremamente severas, como altas temperaturas e

outros, é recomendável encurtar os intervalos de manutenção.

q

Após cada manutenção, executar plano de lubrificação.

q

Recomendamos que seja feita uma revisão geral anualmente ou a cada 2000 horas

de serviço.

Segurança

Q Para efetuar o processo de manutenção o equipamento deve encontrar-se

desligado (elétrico, pneumático e hidráulico).

Q Lavar o equipamento com jatos d' água e secá-lo com jatos de ar comprimido.

Não esguichar diretamente nos pontos de lubrificação, evitando esguichar partes elétricas. Não utilizar jateadoras de alta pressão. Enxaguar resíduos do agente de limpeza com água da máquina.

Q Proteger componentes elétricos / eletrônicos contra água, ácidos e solução-

caústica. Não utilizar detergentes excessivamente ácidos ou alcalinos.

Q Efetuar trabalhos nos grupos de construção pneumáticos ou hidráulicos

somente com o sistema despressurizado.

Q

Atravessar os transportadores somente através de escada apropriada.

Q

Sempre que o equipamento apresentar algum ruído anormal, investigar

imediatamente.

Q Ao testar o equipamento, não coloca-lo em velocidades muito altas

inicialmente.

43

MANUTENÇÃO PERIÓDICA MANUTENÇÃO PERIÓDICA
MANUTENÇÃO PERIÓDICA MANUTENÇÃO PERIÓDICA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

DIARIAMENTE OU A CADA 10 HORAS DE SERVIÇO

ONDE

Equipamento em geral

Equipamentos, peças e peças construtivas

Proteções e Pés

Equipamento em geral

Esteira

transportadora

MATERIAL

------

Escova, vassoura, pano, esponja, água morna e ácidos e bases.

Pano macio, água morna e soda diluída.

-----

-----

COMO

Verificar constantemente pressões, abastecimentos, sistemas elétricos, atuação de pinças, válvulas e pistões, cilindros e sensores, entrada e saída de recipientes.

Remover resíduos com a vassoura. Passar graxa com pano de limpeza. Limpar com esponja e o pano. Eventualmente esguichar com água. Avaliar se parafusos, porcas e similares estão bem apertados. Verificar vedações e se existe algum desgaste de peças.

Efetuar limpeza com o material indicado.

Verifique o sincronismo do equipamento conforme descrito na preparação do equipamento deste manual

Verificar esteira e se necessário substituir. Avaliar a sua superfície, bem como folga entre elos, a flexão da corrente, perfis de desgaste e corrente de retorno, alongamento da corrente em amis de 25mm por metro. encavalamento da corrente das engrenagens. desgaste das placas em amis da metade da espessura original e desgaste acentuado dos perfis.

02 44

MANUTENÇÃO PERIÓDICA MANUTENÇÃO PERIÓDICA
MANUTENÇÃO PERIÓDICA MANUTENÇÃO PERIÓDICA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

SEMANALMENTE OU A CADA 50 HORAS DE SERVIÇO

ONDE

MATERIAL

Conexões, Tc’s e mangueiras

-----

Distribuidores de Líquidos

-----

Equipamentos e peças que necessitem de lubrificação

-----

Válvula de

-----

Enchimento

Conjunto

-----

Atuador e

Fechador de

Válvulas

COMO

Examinar quanto a eficácia da vedação e se necessário trocar. Verificar visualmente condições das mangueiras.

Verificar conexões e vedações, caso se necessário efetuar troca.

Efetuar plano de lubrificação conforme tabela contida neste manual

Apertar todos os parafusos e verificar se os tubos estão bem fixados. Avaliar folgas de aperto das peças roscadas e atuação da mola. Avaliar peças quanto ao desgaste.

Revisar partes roscadas, bem como fadiga das molas, se necessário efetuar troca.

45 02

MANUTENÇÃO PERIÓDICA MANUTENÇÃO PERIÓDICA
MANUTENÇÃO PERIÓDICA MANUTENÇÃO PERIÓDICA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

MENSALMENTE OU A CADA 200 HORAS DE SERVIÇO

ONDE

Peças em geral

Kit’s

Engrenagem

Bóias

Correias

MATERIAL

-----

----- ----- ----- ----- -----

-----

----- ----- ----- ----- -----

-----

-----

-----

COMO

Revisar conjuntos roscados quanto ao aperto, rolamentos, peças dentadas quanto ao seu desgaste e lubrificação, vedações e conexões quanto à vazamentos e desgastes. Quando necessário efetuar troca.

Revisar todas as peças quanto ao desgaste, consulte a assitência técnica da ZEGLA, para eventuais substituições.

Verificar desgaste de dentes e lubrificação. Quando houver um desgaste acentuado ou irregular consultar a assistência técnica da ZEGLA, para eventuais substituições. A lubrificação deve ser uniformemente distribuída (deve haver lubrificação em engrenagens de aços que não tenham contato com engrenagens de plástico)

Verificar vedações e conexões e se necessário efetuar troca. Revisar partes roscadas.

Verificar o estado, tensão e desgaste. Quebras, danos, desgaste na região de contato com a polia, esticamento correto e assentamento com os dentes das polias. Consultar a assistência técnica ZEGLA para eventuais substituições.

46 02

MANUTENÇÃO PERIÓDICA MANUTENÇÃO PERIÓDICA
MANUTENÇÃO PERIÓDICA MANUTENÇÃO PERIÓDICA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

MENSALMENTE OU A CADA 200 HORAS DE SERVIÇO

ONDE

Distribuidor de

Líquidos

Acionamento

(Homocinética)

MATERIAL

COMO

-----

Examinar se existe saída de líquido nas

vedações, se necessário efetuar troca.

-----

Verificar folgas, lubrificação e se existe algum

desgaste de peças.

SEMESTRALMENTE OU A CADA 2500 HORAS DE SERVIÇO

ONDE

MATERIAL

COMO

Válvulas

-----

Verificar o seu funcionamento abrindo-as

manualmente.

ANUALMENTE OU A CADA 5000 HORAS DE SERVIÇO

ONDE

Equipamento

MATERIAL

-----

COMO

Se houver necessidade solicitar para a ZEGLA

a presença de um técnico para avaliação geral

do equipamento.

Uso obrigatório para a manutenção dos equipamentos:

luvasUso obrigatório para a manutenção dos equipamentos: calçado fechado capacete óculos protetor auricular 02 47

calçado fechadodo equipamento. Uso obrigatório para a manutenção dos equipamentos: luvas capacete óculos protetor auricular 02 47

capaceteUso obrigatório para a manutenção dos equipamentos: luvas calçado fechado óculos protetor auricular 02 47

Uso obrigatório para a manutenção dos equipamentos: luvas calçado fechado capacete óculos protetor auricular 02 47

óculos

protetor auriculardo equipamento. Uso obrigatório para a manutenção dos equipamentos: luvas calçado fechado capacete óculos 02 47

02 47

MANUTENÇÃO PERIÓDICA LUBRIFICAÇÃO
MANUTENÇÃO PERIÓDICA LUBRIFICAÇÃO

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

LUBRIFICAÇÃO

q Uma lubrificação adequada evita o desgaste prematuro de peças e com isso

diminui os custos de manutenção.

q O período inicial de funcionamento é de aproximadamente 350 horas de

serviço, sendo que mancais, engrenagens, correias e polias são bastante exigidos durante estas primeiras horas de trabalho. Além disso, nas primeiras 50 horas não deverá ser exigido do equipamento o rendimento máximo.

q Executar a primeira troca de óleo durante o período inicial de funcionamento,

conforme tabelas a seguir apresentadas.

q Manter todos os pontos de lubrificação limpos para impedir a entrada de sujeira

externa.

q Os pontos de lubrificação devem estar limpos para que não sejam introduzidas

partículas de sujeira no sistema durante a lubrificação.

q O excesso de graxa deve ser removido deixando somente o suficiente para

proteção contra sujeira e umidade.

q Para a limpeza dos pontos de lubrificação não utilizar solventes, e somente

usar um pano de limpeza limpo e não-fibroso.

q

Execute sempre os trabalhos de manutenção e após os de lubrificação.

q

Um plano de lubrificação bem executado garante durabilidade, menor risco de

paradas imprevistas e menor custo de manutenção.

q Lembre-se grandes quantidades de graxa não garante um longo período sem

lubrificação.

q

Procure adquirir sempre produtos de boa qualidade e boa resistência à água.

q

Para dentes de engrenagens e correntes, usar graxa que possua boa aderência

assegurando a sua permanência nos pontos a serem lubrificados.

q Ao armazenar lubrificantes, escolher local fresco, limpo, seco e com ventilação

adequada.

q Sob condições climáticas adversas é recomendável reduzir os intervalos de

lubrificação.

q

Nunca misturar lubrificantes minerais e sintéticos.

q

Utilizar óleos mais finos em temperaturas extremamente baixas e com maior

viscosidade em condições climáticas extremas.

q Quaisquer questões sobre lubrificantes podem ser esclarecidas com o seu

fabricante.

48 02

MANUTENÇÃO PERIÓDICA LUBRIFICAÇÃO
MANUTENÇÃO PERIÓDICA LUBRIFICAÇÃO

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

LUBRIFICAÇÃO

Após lubrificados todos os pontos, deixe o equipamento em funcionamento com uma velocidade lenta durante um certo período.

q Segurança

Q Para efetuar o processo de lubrificação o equipamento deve encontrar-se

desligado.

49 02

MANUTENÇÃO PERIÓDICA SITUAÇÕES DE LUBRIFICAÇÃO
MANUTENÇÃO PERIÓDICA SITUAÇÕES DE LUBRIFICAÇÃO

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

SITUAÇÕES DE LUBRIFICAÇÃO

INTERVALO

ONDE

LUBRIFICANTE

COMO

A cada 40

Mancais

KP 1K
KP
1K

Lubrificar com

horas

engraxadeira

cada 40

horas

A Rolamentos em geral, bem como buchas (locais de rolamentos e buchas com ponto de lubrificação pode ser verificado na lista de grupos e peças)

   
KP 1K
KP
1K

Lubrificar com lubrificador de pressão

cada 40

horas

A Engrenagens de aço (somente quando tiverem contato com outra de aço)

 

Lubrificar com pincel todos os dentes uniformemene.

KP 1K
KP
1K

A cada 200 horas

Correntes

Spray

50 02

Aplicar spray uniformemente (atentar para que não haja contato com partes do equipamento que tenham contato direto com o produto, recipientes e tampas.

MANUTENÇÃO PERIÓDICA SITUAÇÕES DE LUBRIFICAÇÃO
MANUTENÇÃO PERIÓDICA SITUAÇÕES DE LUBRIFICAÇÃO

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

SITUAÇÕES DE LUBRIFICAÇÃO

INTERVALO

Após 200

horas de

trabalho

ONDE

Came , Cabeçotes recravadores , pistões elevadores , eixo central e mancal principal.

LUBRIFICANTE

Graxa (

manual da

recravadora

em anexo).

Após as

Motoredutores e

CLP

primeiras

Redutores

460

 

200horas de

 

trabalho e

apartir daí a

cada 2000

horas de

trabalho

51 02

COMO

Engraxadeira(manual fornecedor em anexo)

Cfr manual fornecedor Em anexo

TABELA DE LUBRI FI CANTE S
TABELA DE LUBRI FI CANTE S

TABELA DE LUBRIFICANTES

LUBRIFICANTE

Òleo Mineral

Redutores

Òleo Sintético

Redutores

Spray p/correntes

Óleo p/correntes de

grau alimentício

Graxa de Grau

Alimentício

Óleo Hidráulico

Óleo p/Engrenagens

Graxa semi-líquida

p/engrenagnes

Óleo p/Engrenagens

de grau alimentício

Graxa p/rolamentos

de grau alimentício

Graxa de

Lubrificação

Graxa de alta

temperatura

Spray contra

Corrosão

Óleo

SIMB.

SIMB.
SIMB.
temperatura Spray contra Corrosão Óleo SIMB. CLP 460   Meropa Omala 460 460
temperatura Spray contra Corrosão Óleo SIMB. CLP 460   Meropa Omala 460 460
CLP 460
CLP
460
 

Meropa

Omala

460

460

 
CLP 460
CLP
460
 

------

Tivela

S320

 

Spray

-------

-------

 
KL 460
KL
460

-------

-------

 

Graxa

-------

-------

   

Shell

Hidrol

 

HLP

 

------

68

Do68

 
CLP 100
CLP
100
   

Shell

-------

Omala

Oil100

GP OH
GP
OH

------

Shell

special

 
KL 460
KL
460

-------

-------

KL 62
KL
62

------

------

KP 1K
KP
1K
 

Shell

-------

Alvania

Ep1

KH 2R
KH
2R
 

Shell

------

Darina

2l

 

Spray

-------

-------

Corrosão

 
HLP 32
HLP
32
 

Rando

Tellus

H 32

32

|Esparton Ep460
|Esparton
Ep460
-----
-----
-------
-------
-------
-------
Carum 330
Carum
330
Nuto H68
Nuto
H68
Spartam Ep100
Spartam
Ep100
Fibrax Ep370
Fibrax
Ep370
-------
-------
------
------

Beacon

Ep1

HT

Grease

275

-------
-------
Nuto H 32
Nuto
H 32

52

Ep1 HT Grease 275 ------- Nuto H 32 52 Mobilgear 634 Mobil Glygoyle 80 Mobil Pyrolube
Mobilgear 634 Mobil Glygoyle 80
Mobilgear
634
Mobil
Glygoyle
80
Mobil Pyrolube 830 -----
Mobil
Pyrolube
830
-----
------
------
Mobil HLP68 Mobilgear 627 Mobil 1200W
Mobil
HLP68
Mobilgear
627
Mobil
1200W
----- ------
-----
------

CHEMLUBMobil HLP68 Mobilgear 627 Mobil 1200W ----- ------ ----- ----- Spray ----- ----- ------ ----- ------

----- -----
-----
-----
Spray -----
Spray
-----
----- ------
-----
------
----- ------
-----
------
----- ------
-----
------
----- ------ Mobitemp SHC 100 ------ ------ ----- DTE 24 Óleo
-----
------
Mobitemp
SHC 100
------
------
-----
DTE 24
Óleo
MANUTENÇÃO PERIÓDICA FIM DE TRABALHO
MANUTENÇÃO PERIÓDICA FIM DE TRABALHO

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

FIM DE TRABALHO

q

Desconectar a máquina

q

Posicionar todos os seletores na caixa de comando em DESLIGA

q

Fechar o registro de entrada de produto para o sistema de enchimento

q

Despressurizar todo o equipamento

q

Parar a máquina e assegurar-se contra um possível arranque

q

Executar depois de cada final de produção trabalhos rotineiros de limpeza e se

necessário de manutenção e lubrificação.

53 02

MANUTENÇÃO PERIÓDICA SEGURANÇA
MANUTENÇÃO PERIÓDICA SEGURANÇA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

SEGURANÇA

q

Regras gerais de segurança

Q

Os dispositivos de segurança utilizados pelo fabricante para equipar a máquina

destinam-se à prevenção básica de acidentes.

Q O proprietário do equipamento deve assegurar que as pessoas que trabalham com o

equipamento esteja devidamente preparadas e conheçam regras de segurança.

Q A máquina deve ser carregada e transportada para as instalações apenas por

pessoal qualificado e autorizado.

Q O equipamento foi projetado para ser operado por uma única pessoa. Outras

pessoas, por motivo de segurança, devem permanecer a uma certa distância do equipamento em operação.

Q A zona de perigo do equipamento estende-se a um metro em torno do perímetro da

máquina.

Q Mantenha a zona de perigo livre de objetos quando a máquina estiver em

funcionamento, de maneira que o acesso esteja desimpedido o tempo todo.

Q Com o objetivo de prevenção de acidentes e higiene mantenha uma limpeza

cuidadosa ao manusear óleos e lubrificantes.

Q Use roupas perfeitamente ajustadas, proteja o cabelo com uma rede ou outro tipo de

cobertura para a cabeça, sempre use óculos de segurança e protetores auriculares.

Q Use roupas de proteção adequadas, óculos de segurança e luvas de proteção ao

manusear produtos químicos de limpeza, descalcificação e desinfeção.

Q Se algum defeito põe em risco a execução de um trabalho seguro, o equipamento

deve ser desligado.

Q Quando efetuados reparos ou qualquer outro tipo de operação na máquina, todas as

pessoas envolvidas devem ser alertadas antes de pôr a máquina em funcionamento.

Q O equipamento só pode ser utilizado para a aplicação contratada e estabelecida com

a ZEGLA.

Q As modificações técnicas que influenciam o funcionamento da máquina ou a

segurança só podem ser efetuadas por técnicos da ZEGLA ou mediante a aprovação explícita da ZEGLA. Caso contrário, a ZEGLA se reversa o direito de não ser responsável pelas modificações ou quaisquer danos resultantes.

54 02

MANUTENÇÃO PERIÓDICA SEGURANÇA
MANUTENÇÃO PERIÓDICA SEGURANÇA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

SEGURANÇA

Q Nunca ativar ou fazer experiências com componentes de comando antes de

conhecer o seu funcionamento.

Q Se for impossível evitar que os dispositivos de segurança sejam desativados durante

a montagem, manutenção ou reparos da máquina, somente pessoal explicitamente autorizado deverá efetuar estas operações. Estas pessoas devem assegurar que serão evitados acidentes pessoas e danos à máquina.

Q Para evitar que a máquina arranque acidentalmente durante a mudança de peças,

limpeza, manutenção ou reparos:

Q

Desligue a máquina

Q

Desligue a chave geral (posição 0)

Q

Certifique-se que a máquina esteja desenergizada.

Q

Desligue o sistema pneumático

Q

Feche todas as válvulas

Q

Despressurize todos os sistemas pressurizados ( e libere todos os sistemas

acionados por mola)

Q

Pressione o botão de parada de emergência.

Q

Se a máquina tiver de ser acionada durante qualquer um destes processos, ligar a

máquina à corrente elétrica, mas só enqueanto for absolutamente necessário. Caso contrário desenergizá-la.

Q Tenha especial cuidado para evitar acidentes pessoais ou danos à máquina quando

do arranque da mesma.

Q Uso de óculos, roupas, protetores auriculares adequados durante a operação ou

reparo da máquina.

Q

Fechar todas as portas abertas.

Q

Assegurar que todas as portas dos painéis elétricos estejam fechadas ao fazer a

limpeza. Isto é importante para evitar que a água e o pó entrem nele.

Q

Há perigo de vida e danos pessoais se este procedimento não for seguido.

q

ANTES DE INICIAR A PRODUÇÃO E DURANTE

Q

Somente utilizar recipientes em perfeitas condições.

Q

Colocar todas as tampas de proteção.

Q

Certifique-se que todas as peças de substituição foram corretamente montadas e

que foram retirados todos os objetos que não fazem parte do equipamento.

02 55

MANUTENÇÃO PERIÓDICA SEGURANÇA
MANUTENÇÃO PERIÓDICA SEGURANÇA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

SEGURANÇA

Q

Certifique-se que ninguém esteja próximo a maquina.

Q

Não utilizar ferramentas ou utensílios de limpeza com o equipamento em

funcionamento.

Q

Mantenha uma distância de segurança das peças que estejam em movimento.

Q

Não deixe o equipamento em funcionamento sem a supervisão do operador.

Q

Durante o funcionamento da máquina verificar se existem ruídos estranhos e

averiguar a origem do problema

Q É estritamente proibido desativar qualquer dispositico de segurança da

máquina

q

DURANTE A LIMPEZA

Q

Nunca limpar componentes elétricos com água ou outros líquidos.

Q

Ter cuidado com produtos de limpeza agressivos.

q

DURANTE A MANUTENÇÃO

Q

Afixar um sinal de aviso no painel de comando alertando para a avaria na

máquina.

Q

Todos os reparos devem ser supervisionados por um dos encarregados das

máquinas.

Q

Antes de trabalhar no sistema elétrico, certifique-se de que este está

desativado. Para tal, devem ser tomadas as seguintes medidas de segurança:

§ Desligar a corrente elétrica

§ Providenciar algum meio de proteção para que a corrente não possa ser

ligada.

 

§ Os componentes ativos adjacentes devem ser protegidos ou isolados.

Q

Reparar componentes pneumáticos ou hidráulicos só depois de ter sido

eliminada a pressão.

Q Quando efetuar reparos ou outro tipo de trabalho na máquina, todas as

pessoas envolvidas devem ser sempre avisadas antes de cada arranque.

56 02

MANUTENÇÃO PERIÓDICA SEGURANÇA
MANUTENÇÃO PERIÓDICA SEGURANÇA

MANUTENÇÃO PERIÓDICA

SEGURANÇA

Q Depois de efetuados reparos a máquina só deverá ser posta em funcionamento

com autorização da pessoa encarregada.

Q

Antes de pôr a máquina em funcionamento, esta pessoa deve certificar-se de

que :

§ os reparos foram efetivamente concluídos.

§ toda a máquina estáem bom estado de funcionamento

§ todos os trabalhadores saíram da zona de perigo da máquina.

Observe regulamentos que orientam a armazenagem, utilização e destruição

de substâncias nocivas à saúde e que prejudicam o meio ambiente. Que orientem a armazenagem e destuição de material de processamento.

Q

Q

Indicações para o funcionamento e reparação de sistemas elétricos.

Q

Regulamentos que dizem respeito à sua fábrica.