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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE QUÍMICA DEPARTAMENTO DE PROCESSOS QUÍMICOS QUÍMICA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE QUÍMICA DEPARTAMENTO DE PROCESSOS QUÍMICOS QUÍMICA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE QUÍMICA DEPARTAMENTO DE PROCESSOS QUÍMICOS QUÍMICA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE QUÍMICA DEPARTAMENTO DE PROCESSOS QUÍMICOS QUÍMICA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE

JANEIRO INSTITUTO DE QUÍMICA DEPARTAMENTO DE PROCESSOS QUÍMICOS

QUÍMICA X Profª.:Virgínia Souza
QUÍMICA X
Profª.:Virgínia Souza
Informações importantes  www.wix.com/virginia14souza/virginiasouza  Critérios de avaliação: MT = (P1+P2)/2 MF
Informações importantes  www.wix.com/virginia14souza/virginiasouza  Critérios de avaliação: MT = (P1+P2)/2 MF
Informações importantes
Informações importantes
Informações importantes  www.wix.com/virginia14souza/virginiasouza  Critérios de avaliação: MT = (P1+P2)/2 MF

Critérios de avaliação:

MT = (P1+P2)/2

MF = (MT*7) + (ML*3)/10

MF≥ 7,0 aprovado

MF< 4,0 reprovado

4,0 ≤ MF < 7,0 PF (MF + PF )/2 ≥ 5,0 aprovado

MT = média teórica

MF = média final P2 = 2ª prova teórica

ML = média de laboratório

P1 = 1ª prova teórica PF = prova final

Informações importantes  P1  10/01/13  P2  21/02/13  PF  28/02/13 
Informações importantes  P1  10/01/13  P2  21/02/13  PF  28/02/13 
Informações importantes
Informações importantes


P1 10/01/13 P2 21/02/13

PF 28/02/13 PR 07/03/13

Prova de 2ª chamada (PR) somente para

quem entrou com a solicitação de 2ª

chamada na Secretaria do IQ (Sala 310)

dentro do prazo, ou seja, 7 dias corridos a

partir da data da prova perdida.

Informações importantes  Bibliografia básica: 1. Kotz, J. C.;Treichel, P. M.;Weaver, G. C. Química Geral
Informações importantes  Bibliografia básica: 1. Kotz, J. C.;Treichel, P. M.;Weaver, G. C. Química Geral
Informações importantes
Informações importantes
Informações importantes  Bibliografia básica: 1. Kotz, J. C.;Treichel, P. M.;Weaver, G. C. Química Geral e

Bibliografia básica:

1. Kotz, J. C.;Treichel, P. M.;Weaver, G. C.

Química Geral e Reações Químicas 6ª ed. Vol 1 e 2

2. Atkins, P.; Jones, L. Princípios de química

Questionando a vida moderna e o meio

ambiente 3ª ed.

Para pensar 5
Para pensar 5

Para pensar

Para pensar 5

Por que estudar química na

engenharia?

Objetivo geral dos cursos de engenharia:

Construir estruturas com máximo de

desempenho e durabilidade e com menor custo.

Para isso são necessários conhecimentos básicos dos materiais disponíveis:

madeira, barro, tijolo, pedra, metais, plásticos,

fibras de vidro, de nylon, filmes eletrocrômicos,

fotocrômicos, magnéticos, etc.

A Química é a ciência que estuda os

materiais, mais precisamente, a transformação

dos materiais.

Porque os materiais se transformam?

Como acelerar ou retardar uma

transformação ?

Para que se obtenha respostas a estes

questionamentos, são necessários vários

conhecimentos químicos.

?  Para que se obtenha respostas a estes questionamentos, são necessários vários conhecimentos químicos. 7
Por que estudar química na engenharia? 8
Por que estudar química na engenharia? 8
Por que estudar química na engenharia? 8

Por que estudar química na engenharia?

Por que estudar química na engenharia? 8
Por que estudar química na engenharia? 8
Ligações Químicas • Forma-se uma ligação química entre dois átomos se o arranjo resultante dos
Ligações Químicas • Forma-se uma ligação química entre dois átomos se o arranjo resultante dos
Ligações Químicas • Forma-se uma ligação química entre dois átomos se o arranjo resultante dos
Ligações Químicas
Ligações Químicas

Forma-se uma ligação química entre dois átomos se o arranjo resultante dos núcleos e dos elétrons tem menos energia do que a energia total dos átomos separados.

se o arranjo resultante dos núcleos e dos elétrons tem menos energia do que a energia
Tipos de Ligação Química  Ligação iônica ◦ é a única em que ocorre transferência
Tipos de Ligação Química  Ligação iônica ◦ é a única em que ocorre transferência
Tipos de Ligação Química  Ligação iônica ◦ é a única em que ocorre transferência
Tipos de Ligação Química
Tipos de Ligação Química

Ligação iônica

é

a

única

em

que

ocorre

transferência

definitiva de elétrons.

Ligação covalente

todos os átomos recebem elétrons sem ceder

nenhumcompartilham

seus

elétrons,

formando pares eletrônicos.

Ligação metálica

Nuvem eletrônica.

Ligação iônica  Os átomos adquirem ESTABILIDADE, quando suas configurações eletrônicas assemelham-se àquelas
Ligação iônica  Os átomos adquirem ESTABILIDADE, quando suas configurações eletrônicas assemelham-se àquelas

Ligação iônica

Ligação iônica  Os átomos adquirem ESTABILIDADE, quando suas configurações eletrônicas assemelham-se àquelas

Os átomos adquirem ESTABILIDADE, quando suas configurações eletrônicas assemelham-se àquelas dos GASES NOBRES.

Ligação entre um metal e um não-metal.

Atração eletrostática

A ligação NÃO apresenta direcionalidade, isto é, a energia

de ligação é igual em todas as direção do cristal.

Ex: NaCl

apresenta direcionalidade, isto é, a energia de ligação é igual em todas as direção do cristal.
apresenta direcionalidade, isto é, a energia de ligação é igual em todas as direção do cristal.
12

12

Ligação iônica  Uma ligação iônica é característica de todo o cristal.  Na (
Ligação iônica  Uma ligação iônica é característica de todo o cristal.  Na (
Ligação iônica  Uma ligação iônica é característica de todo o cristal.  Na (
Ligação iônica
Ligação iônica

Uma ligação iônica é característica de todo o cristal.

Na (g) Na + (g) + e - (g) ΔH= +494 KJ/mol

Cl (g) + e - (g) Cl - (g)

Na + (g) + Cl - (g) NaCl (s)

ΔH= -349 KJ/mol

ΔH= -787 KJ/mol

Ciclo Born-Harber
Ciclo Born-Harber
1.Reação heterogênea de formação do sal a partir das substâncias simples. Na ( s )
1.Reação heterogênea de formação do sal a partir das substâncias simples. Na ( s )

1.Reação heterogênea de formação do sal a partir das substâncias

simples.

de formação do sal a partir das substâncias simples. Na ( s ) + ½ Cl

Na (s) + ½ Cl 2 (g) NaCl (s) (ΔH o f = -411 kJ/mol).

2.Vaporização (sublimação) do sódio metálico, que é sólido à temperatura ambiente.

Na (s) Na (g) (ΔH o sub = +108 kJ/mol).

3.Dissociação (quebra homogênea) da molécula diatômica de Cl 2 , gerando átomos de cloro. Cl-Cl (g) 2 Cl (g) (1/2 E dis = +121 kJ/mol).

4.Ionização do sódio em fase gasosa

Na (g) Na + (g) + 1e (ΔH PI = +495 kJ/mol).

5.Formação de Cl - em fase gasosa. Afinidade eletrônica é a energia liberada pela adição de um elétron a um átomo no estado gasoso.

Cl (g) + 1e Cl - (g) (ΔH AE = -348 kJ/mol).

6.Formação dos pares iônicos em fase gasosa

Na + + Cl - Na + Cl - (ΔE ret = -787 kJ/mol).

Sólidos iônicos  Empacotamento com padrão regular  atração coulômbica;  Altos PE e PF.
Sólidos iônicos  Empacotamento com padrão regular  atração coulômbica;  Altos PE e PF.
Sólidos iônicos  Empacotamento com padrão regular  atração coulômbica;  Altos PE e PF.
Sólidos iônicos
Sólidos iônicos

Empacotamento com padrão regular atração coulômbica;

Altos PE e PF.

Sólidos iônicos  Empacotamento com padrão regular  atração coulômbica;  Altos PE e PF. 16
Sólidos iônicos  Empacotamento com padrão regular  atração coulômbica;  Altos PE e PF. 16
Interações entre os íons  Energia da rede cristalina: quanto maior a energia da rede,
Interações entre os íons  Energia da rede cristalina: quanto maior a energia da rede,
Interações entre os íons  Energia da rede cristalina: quanto maior a energia da rede,
Interações entre os íons
Interações entre os íons

Energia

da rede cristalina: quanto maior a

energia da rede, maior a interação entre os

íons.

A energia de rede é diretamente proporcional à carga dos íons e inversamente proporcional à

distância entre eles (relação carga/raio).

Símbolos de Lewis  Representação dos elétrons de valência.  O número de elétrons é
Símbolos de Lewis  Representação dos elétrons de valência.  O número de elétrons é
Símbolos de Lewis  Representação dos elétrons de valência.  O número de elétrons é
Símbolos de Lewis
Símbolos de Lewis

Representação dos elétrons de valência. O número de elétrons é igual ao número do grupo nos elementos representativos. Somente utilizamos as estruturas de Lewis quando os átomos se comportam

como se tivessem número de elétrons

desemparelhados.

Estruturas de Lewis
Estruturas de Lewis
Estruturas de Lewis 19
Estruturas de Lewis 19
Íons Poliatômicos
Íons Poliatômicos
Determinação da fórmula de um composto iônico  necessário que o número de elétrons cedidos
Determinação da fórmula de um composto iônico  necessário que o número de elétrons cedidos
Determinação da fórmula de um composto iônico  necessário que o número de elétrons cedidos

Determinação da fórmula de um composto iônico

Determinação da fórmula de um composto iônico  necessário que o número de elétrons cedidos pelos

necessário que o número de elétrons cedidos pelos átomos de um elemento seja igual ao

número de elétrons recebidos pelos átomos do

outro elemento.

cedidos pelos átomos de um elemento seja igual ao número de elétrons recebidos pelos átomos do
cedidos pelos átomos de um elemento seja igual ao número de elétrons recebidos pelos átomos do
Exercício Tem-se dois elementos químicos A e B, com atômicos iguais a 20 e 35,
Exercício Tem-se dois elementos químicos A e B, com atômicos iguais a 20 e 35,
Exercício
Exercício
Exercício Tem-se dois elementos químicos A e B, com atômicos iguais a 20 e 35, números

Tem-se dois elementos químicos A e B, com

atômicos

iguais

a

20

e

35,

números

respectivamente. a) Escreva as configurações eletrônicas dos dois

elementos. Com base nas configurações, diga

a que grupo da tabela periódica pertence cada

um dos elementos em questão.

b) Qual será a fórmula do composto formado

entre os elementos A e B? Que tipo de ligação

existirá entre A e B no composto formado?

Justifique.

Ligação covalente  É formada por um de par compartilhado por dois átomos. entre dois
Ligação covalente  É formada por um de par compartilhado por dois átomos. entre dois
Ligação covalente  É formada por um de par compartilhado por dois átomos. entre dois
Ligação covalente  É formada por um
Ligação covalente
 É
formada
por
um

de

par

compartilhado por dois átomos.

entre

dois

átomos

Ligação

de

(elementos eletronegativos).

elétrons

não-metais

É responsável pela formação de compostos moleculares.

Energia de ionização alta.

Tendência a completar os octetos.

de

São

fortemente

direcionais

ângulo

ligação.

Teorias da ligação covalente  Lewis ◦ Compartilhamento de elétrons  VSEPR ◦ Previsão das
Teorias da ligação covalente  Lewis ◦ Compartilhamento de elétrons  VSEPR ◦ Previsão das
Teorias da ligação covalente  Lewis ◦ Compartilhamento de elétrons  VSEPR ◦ Previsão das
Teorias da ligação covalente
Teorias da ligação covalente

Lewis

Compartilhamento de elétrons

VSEPR

Previsão das estruturas moleculares e dos

ângulos de ligação

Linus Pauling (Ligação de valência)

orbitais atômicos do mesmo átomo se combinam

Orbitais híbridos

Orbitais moleculares

Orbitais atômicos de diferentes átomos se

combinam Orbitais moleculares

25
25
25
25
25
25
Energia
Energia

Os átomos tendem a emparelhar os elétrons porque

poderão constituir um sistema com menor energia,que

significa maior estabilidade.

Teoria de Lewis  Regra do octeto  Cada par de elétrons compartilhado é representado
Teoria de Lewis  Regra do octeto  Cada par de elétrons compartilhado é representado
Teoria de Lewis  Regra do octeto  Cada par de elétrons compartilhado é representado
Teoria de Lewis
Teoria de Lewis

Regra do octeto

Cada par de elétrons compartilhado é

representado por uma linha.

Necessário saber quais átomos estão se ligando.

Formação de ligações duplas e triplas.

por uma linha.  Necessário saber quais átomos estão se ligando.  Formação de ligações duplas
por uma linha.  Necessário saber quais átomos estão se ligando.  Formação de ligações duplas
Exceções à regra do octeto  BeF 2  BF 3  PF 5 
Exceções à regra do octeto  BeF 2  BF 3  PF 5 
Exceções à regra do octeto  BeF 2  BF 3  PF 5 
Exceções à regra do octeto
Exceções à regra do octeto

BeF 2 BF 3

PF 5

Moléculas com número ímpar de elétrons. Ex.: NO e ClO 2

Teoria da repulsão dos pares de elétrons da camada de valência (VSEPR)  Estrutura determinada
Teoria da repulsão dos pares de elétrons da camada de valência (VSEPR)  Estrutura determinada
Teoria da repulsão dos pares de elétrons da camada de valência (VSEPR)  Estrutura determinada

Teoria da repulsão dos pares de elétrons da camada de valência

(VSEPR)
(VSEPR)

Estrutura determinada pelas repulsões;

Ordem de repulsões:

PI-PI > PI-PL > PL-PL

LT > LD > LS

Pares isolados provocam distorções nos ângulos de ligação.

A magnitute das repulsões depende da diferença de eletronegatividade entre os

átomos.

VSEPR – Efeito de pares isolados
VSEPR – Efeito de pares isolados
VSEPR – Efeito de pares isolados
VSEPR – Efeito de pares isolados
Efeito da eletronegatividade  Repulsão entre os elétrons  Comprimento de ligação 32
Efeito da eletronegatividade  Repulsão entre os elétrons  Comprimento de ligação 32
Efeito da eletronegatividade  Repulsão entre os elétrons  Comprimento de ligação 32
Efeito da eletronegatividade
Efeito da eletronegatividade

Repulsão entre os elétrons Comprimento de ligação

Efeito da eletronegatividade  Repulsão entre os elétrons  Comprimento de ligação 32
VSEPR
VSEPR
Exemplos da teoria VSEPR H 2 O PCl 5
Exemplos da teoria VSEPR
H 2 O
PCl 5

NH 3

Exemplos da teoria VSEPR ClF 3 SF 4 I 3 - 35
Exemplos da teoria VSEPR ClF 3 SF 4 I 3 - 35

Exemplos da teoria VSEPR

ClF 3 SF 4 I
ClF 3
SF 4
I

3

-

35

Teoria da ligação de valência  Quando dois átomos se ligam para formar uma ligação
Teoria da ligação de valência  Quando dois átomos se ligam para formar uma ligação
Teoria da ligação de valência
Teoria da ligação de valência
Teoria da ligação de valência  Quando dois átomos se ligam para formar uma ligação covalente,

Quando dois átomos se ligam para formar uma ligação covalente, um orbital atômico

de um átomo se superpõe ao orbital

atômico do outro e o par de elétrons que se

associa a ligação covalente é compartilhado

entre os dois átomos na região onde os

orbitais se superpõem

ligação covalente é compartilhado entre os dois átomos na região onde os orbitais se superpõem ORBITAIS

ORBITAIS HÍBRIDOS

Teoria da ligação de valência  o número de ligações formadas é igual ao número
Teoria da ligação de valência  o número de ligações formadas é igual ao número
Teoria da ligação de valência  o número de ligações formadas é igual ao número
Teoria da ligação de valência
Teoria da ligação de valência

o número de ligações formadas é igual ao número de elétrons desemparelhados.

Exceção: átomos no estado excitado.

Spins dos elétrons devem ser opostos (exclusão de Pauli).

Ex:

◦ Exceção: átomos no estado excitado.  Spins dos elétrons devem ser opostos (exclusão de Pauli).

37

Hibridização  As ligações formadas são equivalentes;  Cada elétron pode ser representado por uma
Hibridização  As ligações formadas são equivalentes;  Cada elétron pode ser representado por uma
Hibridização  As ligações formadas são equivalentes;  Cada elétron pode ser representado por uma
Hibridização
Hibridização

As ligações formadas são equivalentes; Cada elétron pode ser representado por uma função de onda. Ex: metano Funções de onda para os 4 orbitais atômicos de valência do C

 Ex: metano Funções de onda para os 4 orbitais atômicos de valência do C 

A combinação linear será:

 Ex: metano Funções de onda para os 4 orbitais atômicos de valência do C 
Hibridização
Hibridização
Hibridização 40
Hibridização 40
Hibridização 40
Hibridização 40
Hibridização
Hibridização
Hibridização
Hibridização
Ligações múltiplas  Ligações duplas ou triplas decorrem da interação lateral dos orbitais  ligações
Ligações múltiplas  Ligações duplas ou triplas decorrem da interação lateral dos orbitais  ligações
Ligações múltiplas  Ligações duplas ou triplas decorrem da interação lateral dos orbitais  ligações
Ligações múltiplas
Ligações múltiplas

Ligações duplas ou triplas decorrem da

interação lateral dos orbitais ligações π

Densidade eletrônica entre os átomos. Forma determinada pelas ligações simples. Ex: C 2 H 4

Hibridização
Hibridização
eletrônica entre os átomos.  Forma determinada pelas ligações simples. Ex: C 2 H 4 Hibridização

42

Método dos orbitais moleculares  Os elétrons de valência estão associados a todos os núcleos
Método dos orbitais moleculares  Os elétrons de valência estão associados a todos os núcleos

Método dos orbitais moleculares

Método dos orbitais moleculares  Os elétrons de valência estão associados a todos os núcleos da

Os elétrons de valência estão associados a todos os núcleos da molécula

estão associados a todos os núcleos da molécula ORBITAIS MOLECULARES  A função de onda para

ORBITAIS MOLECULARES

A função de onda para os orbitais moleculares podemser obtidos por:

Combinação linear dos orbitais atômicos (CLOA)

Método do átomo unido

Método da combinação linear dos orbitais atômicos Ψ ( A B ) = N(C1 Ψ
Método da combinação linear dos orbitais atômicos Ψ ( A B ) = N(C1 Ψ
Método da combinação linear dos orbitais atômicos Ψ ( A B ) = N(C1 Ψ

Método da combinação linear dos orbitais atômicos

Método da combinação linear dos orbitais atômicos Ψ ( A B ) = N(C1 Ψ (

Ψ (AB) = N(C1 Ψ (A) + C2 Ψ (B) )

O número de orbitais moleculares que são formados é igual ao número de

orbitais atômicos utilizados na

formação da molécula. Formação de orbitais ligantes e orbitais antiligantes

Método da combinação linear dos orbitais atômicos  Combinações de orbitais s e s 45
Método da combinação linear dos orbitais atômicos  Combinações de orbitais s e s 45
Método da combinação linear dos orbitais atômicos  Combinações de orbitais s e s 45

Método da combinação linear dos orbitais atômicos

Método da combinação linear dos orbitais atômicos  Combinações de orbitais s e s 45

Combinações de orbitais s e s

Método da combinação linear dos orbitais atômicos  Combinações de orbitais s e s 45
Método da combinação linear dos orbitais atômicos  Combinação de orbitais p e p 46
Método da combinação linear dos orbitais atômicos  Combinação de orbitais p e p 46
Método da combinação linear dos orbitais atômicos  Combinação de orbitais p e p 46

Método da combinação linear dos orbitais atômicos

Método da combinação linear dos orbitais atômicos  Combinação de orbitais p e p 46
 Combinação de orbitais p e p
 Combinação de orbitais p e p

46

Método da combinação linear dos orbitais atômicos  Combinação de orbitais p e p 47
Método da combinação linear dos orbitais atômicos  Combinação de orbitais p e p 47

Método da combinação linear dos

orbitais atômicos
orbitais atômicos
 Combinação de orbitais p e p 47
 Combinação de orbitais p e p
47
Ligação Metálica  Propriedades dos metais ◦ Sólidos ◦ Brilho ◦ Maleabilidade ◦ Condutividade térmica
Ligação Metálica  Propriedades dos metais ◦ Sólidos ◦ Brilho ◦ Maleabilidade ◦ Condutividade térmica
Ligação Metálica  Propriedades dos metais ◦ Sólidos ◦ Brilho ◦ Maleabilidade ◦ Condutividade térmica
Ligação Metálica
Ligação Metálica

Propriedades dos metais

Sólidos

Brilho

Maleabilidade

Condutividade térmica e elétrica

Estruturas bem definidas

Formam ligas

◦ Brilho ◦ Maleabilidade ◦ Condutividade térmica e elétrica ◦ Estruturas bem definidas ◦ Formam ligas
Ligação Metálica  Condutividade ◦ Movimento dos elétrons ◦ Contraste com soluções aquosas iônicas ◦
Ligação Metálica  Condutividade ◦ Movimento dos elétrons ◦ Contraste com soluções aquosas iônicas ◦
Ligação Metálica  Condutividade ◦ Movimento dos elétrons ◦ Contraste com soluções aquosas iônicas ◦
Ligação Metálica
Ligação Metálica

Condutividade

Movimento dos elétrons

Contraste com soluções aquosas iônicas

Condutividade x temperatura

Brilho

Observado sob qualquer ângulo

Absorção e emissão de luz de todos os

sob qualquer ângulo ◦ Absorção e emissão de luz de todos os comprimentos de onda ◦

comprimentos de onda

Efeito fotoelétrico

Ligação Metálica  Maleabilidade e força de coesão ◦ Pouca resistência à deformação ◦ Grande
Ligação Metálica  Maleabilidade e força de coesão ◦ Pouca resistência à deformação ◦ Grande
Ligação Metálica
Ligação Metálica
Ligação Metálica  Maleabilidade e força de coesão ◦ Pouca resistência à deformação ◦ Grande força

Maleabilidade e força de coesão

Pouca resistência à deformação

Grande força de coesão calor de atomização

◦ Grande força de coesão calor de atomização inversamente proporcional ao raio Diretamente proporcional

inversamente proporcional ao raio

força de coesão calor de atomização inversamente proporcional ao raio Diretamente proporcional ao número de e

Diretamente proporcional ao número de e -

Ligação metálica  Metais – grande número de entidades iguais mantidas coesas em um retículo
Ligação metálica  Metais – grande número de entidades iguais mantidas coesas em um retículo
Ligação metálica  Metais – grande número de entidades iguais mantidas coesas em um retículo
Ligação metálica
Ligação metálica

Metais grande número de entidades iguais mantidas coesas em um retículo

cristalino.

Não pode ser explicado pela teoria das

ligações covalentes (estas raramente conseguem formar retículos cristalinos) Não pode ser explicado pela teoria das ligações iônicas.

Ligação metálica  Um, dois ou três elétrons de valência;  Não são ligados, mas
Ligação metálica  Um, dois ou três elétrons de valência;  Não são ligados, mas
Ligação metálica  Um, dois ou três elétrons de valência;  Não são ligados, mas
Ligação metálica
Ligação metálica

Um, dois ou três elétrons de valência; Não são ligados, mas livres para circular pelo material; Formam um “mar” de elétrons livres

 Não são ligados, mas livres para circular pelo material;  Formam um “mar” de elétrons
Teoria de orbitais moleculares  Estudo da ligação metálica sob a ótica da teoria dos
Teoria de orbitais moleculares  Estudo da ligação metálica sob a ótica da teoria dos
Teoria de orbitais moleculares
Teoria de orbitais moleculares
Teoria de orbitais moleculares  Estudo da ligação metálica sob a ótica da teoria dos OMs.

Estudo da ligação metálica sob a ótica da teoria dos OMs.

Juntando átomo a átomo:

OMs = OAs. (Lembrando: a junção de dois

OAs gera dois OMs)

Obedeçe ao princípio de exclusão de Pauli

(dois elétrons por OM).

Os elétrons irão ocupar sempre o OM de

menor energia disponível.

Teoria de orbitais moleculares
Teoria de orbitais moleculares

54

Teoria de orbitais moleculares  OM muito próximos se estendem nas três dimensões por todos
Teoria de orbitais moleculares  OM muito próximos se estendem nas três dimensões por todos
Teoria de orbitais moleculares
Teoria de orbitais moleculares
Teoria de orbitais moleculares  OM muito próximos se estendem nas três dimensões por todos os

OM muito próximos se estendem nas

três dimensões por todos os átomos no

cristal.

nas três dimensões por todos os átomos no cristal. Grande mobilidade Condução de térmica Condução

Grande mobilidade

nas três dimensões por todos os átomos no cristal. Grande mobilidade Condução de térmica Condução elétrica

Condução de térmica

nas três dimensões por todos os átomos no cristal. Grande mobilidade Condução de térmica Condução elétrica

Condução elétrica

Teoria OM
Teoria OM

Banda de condução

Banda de valência

Teoria OM Banda de condução Banda de valência LUMO HOMO 56

LUMO

HOMO

Condutores, isolantes e semicondutores
Condutores, isolantes e semicondutores
condutor condutor semicondutor isolante
condutor
condutor
semicondutor
isolante
Semicondutores  Tipo p  Tipo n 58
Semicondutores  Tipo p  Tipo n 58
Semicondutores  Tipo p  Tipo n 58
Semicondutores
Semicondutores

Tipo p Tipo n

Semicondutores  Tipo p  Tipo n 58
Supercondutores  Resistência elétrica desprezível  Impedem a penetração de campos magnéticos;  São
Supercondutores  Resistência elétrica desprezível  Impedem a penetração de campos magnéticos;  São
Supercondutores  Resistência elétrica desprezível  Impedem a penetração de campos magnéticos;  São
Supercondutores
Supercondutores

Resistência elétrica desprezível Impedem a penetração de campos magnéticos;

São diamagnéticos; Temperatura crítica;

eletroímãs

INTERAÇÕES INTERMOLECULARES • As moléculas se atraem  moléculas associadas em blocos e não moléculas
INTERAÇÕES INTERMOLECULARES • As moléculas se atraem  moléculas associadas em blocos e não moléculas
INTERAÇÕES INTERMOLECULARES
INTERAÇÕES INTERMOLECULARES
INTERAÇÕES INTERMOLECULARES • As moléculas se atraem  moléculas associadas em blocos e não moléculas

As moléculas se atraem moléculas associadas em blocos e não moléculas separadas.

Interações: como entender?

Para as polares era mais fácil :

orientações de dipolos, interação entre dipolos,

entre íons-dipolos e a indução de dipolos.

Para as não polares ??? Difícil entender London propôs o aparecimento de dipolos

instantâneos e estes induziam dipolos em átomos ou

moléculas apolares

 A matéria apresenta três estados físicos fundamentais. Os estados gasoso, líquido e sólido.
 A matéria apresenta três estados físicos fundamentais. Os estados gasoso, líquido e sólido.
 A matéria apresenta três estados físicos fundamentais. Os estados gasoso, líquido e sólido.

A matéria apresenta

três

estados

físicos

fundamentais. Os estados gasoso, líquido e sólido.

 

Os dois últimos são considerados fases condensadas da matéria e suas propriedades estão relacionadas

com as forças de atração entre as moléculas.

 

Essas

forças

que

definem

estes

estados

são

chamadas de forças ou interações intermoleculares.

INTERAÇÕES INTERMOLECULARES Ìon-dipolo Dipolo instantâ Interações dipolo- neo – intermole dipolo dipolo
INTERAÇÕES
INTERMOLECULARES
Ìon-dipolo
Dipolo
instantâ
Interações
dipolo-
neo –
intermole
dipolo
dipolo
culares
induzido
Ligações
de
hidrogênio
instantâ Interações dipolo- neo – intermole dipolo dipolo culares induzido Ligações de hidrogênio 62

62

INTERAÇÕES ÍON-DIPOLO Ex.: hidratação.   A hidratação é devida ao caráter polar da molécula
INTERAÇÕES ÍON-DIPOLO Ex.: hidratação.   A hidratação é devida ao caráter polar da molécula
INTERAÇÕES ÍON-DIPOLO
INTERAÇÕES ÍON-DIPOLO

Ex.: hidratação.



A hidratação é devida ao caráter polar da molécula de água.

Como a hidratação é o resultado da interação entre

o íon e as cargas parciais da molécula polar de água,

este é um exemplo de uma interação íon-dipolo.

Favorecimento destas interações: relação carga/raio (ex.: cristalização dos sais)

INTERAÇÕES ÍON-DIPOLO z 
INTERAÇÕES ÍON-DIPOLO
z 
INTERAÇÕES ÍON-DIPOLO z  Ep  r 2 64

Ep 

r

2

INTERAÇÕES DIPOLO-DIPOLO Ocorrem em moléculas polares. Ex.: HCl, CH 3 Cl   As interações
INTERAÇÕES DIPOLO-DIPOLO Ocorrem em moléculas polares. Ex.: HCl, CH 3 Cl   As interações
INTERAÇÕES DIPOLO-DIPOLO
INTERAÇÕES DIPOLO-DIPOLO

Ocorrem em moléculas polares. Ex.: HCl, CH 3 Cl

 

As interações do tipo dipolo-dipolo são mais fracas que as interações íon-dipolo.

Uma razão para a fraqueza dessas interações é que as cargas dos dipolos são parciais e não completas.



1

2

r

3

Ep 

sólido

2

2

 

1

2

r

6

Ep 

Líquido e gás

são parciais e não completas.  1 2 r 3 Ep  sólido 2 2 

65

 Que composto terá ponto de ebulição mais alto? O-dicloro-benzeno p-dicloro-benzeno 66
 Que composto terá ponto de ebulição mais alto? O-dicloro-benzeno p-dicloro-benzeno 66
 Que composto terá ponto de ebulição mais alto? O-dicloro-benzeno p-dicloro-benzeno 66

Que composto terá ponto de ebulição mais alto?

 Que composto terá ponto de ebulição mais alto? O-dicloro-benzeno p-dicloro-benzeno 66

O-dicloro-benzeno

 Que composto terá ponto de ebulição mais alto? O-dicloro-benzeno p-dicloro-benzeno 66

p-dicloro-benzeno

FORÇAS DE LONDON  Moléculas apolares  Dipolo instantâneo-dipolo induzido  Depende da polarizabilidade das
FORÇAS DE LONDON  Moléculas apolares  Dipolo instantâneo-dipolo induzido  Depende da polarizabilidade das
FORÇAS DE LONDON  Moléculas apolares  Dipolo instantâneo-dipolo induzido  Depende da polarizabilidade das
FORÇAS DE LONDON
FORÇAS DE LONDON

Moléculas apolares

FORÇAS DE LONDON  Moléculas apolares  Dipolo instantâneo-dipolo induzido  Depende da polarizabilidade das

Dipolo instantâneo-dipolo induzido

Moléculas apolares  Dipolo instantâneo-dipolo induzido  Depende da polarizabilidade das moléculas Ep 

Depende da polarizabilidade das moléculas

Ep 



1

2

r

6

FORÇAS DE LONDON  Ex.: moléculas diatômicas de F e Cl são gases, Br é
FORÇAS DE LONDON  Ex.: moléculas diatômicas de F e Cl são gases, Br é
FORÇAS DE LONDON  Ex.: moléculas diatômicas de F e Cl são gases, Br é
FORÇAS DE LONDON
FORÇAS DE LONDON

Ex.: moléculas diatômicas de F e Cl são gases, Br é líquido e I é sólido. Que composto terá ponto de ebulição mais alto? a) Pentano

b) C 15 H 32

c) C 18 H 38

FORÇAS DE LONDON  Este tipo de interação também depende da forma da molécula. ◦
FORÇAS DE LONDON  Este tipo de interação também depende da forma da molécula. ◦
FORÇAS DE LONDON  Este tipo de interação também depende da forma da molécula. ◦
FORÇAS DE LONDON
FORÇAS DE LONDON

Este tipo de interação também depende da forma da molécula.

Ex.:

FORÇAS DE LONDON  Este tipo de interação também depende da forma da molécula. ◦ Ex.:
FORÇAS DE LONDON  Este tipo de interação também depende da forma da molécula. ◦ Ex.:
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO  hidrogênio ligado a um átomo pequeno e muito eletronegativo (F,O,N) 
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO  hidrogênio ligado a um átomo pequeno e muito eletronegativo (F,O,N) 
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO  hidrogênio ligado a um átomo pequeno e muito eletronegativo (F,O,N) 
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO

hidrogênio ligado a um átomo pequeno e muito eletronegativo (F,O,N) grande

polarização.

Uma molécula com grupo O-H e a outra com um dos átomos F, O ou N que cede

par isolado de elétrons.

 Uma molécula com grupo O-H e a outra com um dos átomos F, O ou
 Uma molécula com grupo O-H e a outra com um dos átomos F, O ou
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO  É o tipo de interação mais forte  Permanece até no
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO  É o tipo de interação mais forte  Permanece até no
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO  É o tipo de interação mais forte  Permanece até no
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO

É o tipo de interação mais forte Permanece até no estado de vapor de algumas moléculas. Papel extremamente importante nos sistemas biológicos em geral.

até no estado de vapor de algumas moléculas.  Papel extremamente importante nos sistemas biológicos em
até no estado de vapor de algumas moléculas.  Papel extremamente importante nos sistemas biológicos em
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO
INTERAÇÕES DE HIDROGÊNIO

A temperatura de ebulição do hidreto de oxigênio é muito diferente de todos os

outros hidretos dos elementos da família do oxigênio. Exceto a água, todos parecem seguir uma regra de que quanto menor a massa molecular, menor é a

temperatura de ebulição. Por esta regra (que parece ser obedecida na família do

carbono), a água deveria ser, à temperatura ambiente, um gás, com uma temperatura de ebulição bem abaixo de 0 o C. Todos sabemos que, na verdade, a água é um líquido com ponto de ebulição de +100 o C!

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VISCOSIDADE E TENSÃO SUPERFICIAL
VISCOSIDADE E TENSÃO SUPERFICIAL

VISCOSIDADE E TENSÃO SUPERFICIAL  Avaliam energia das forças a intermoleculares

Avaliam

energia

das

forças

a

intermoleculares

Viscosidade

resistência

ao

escoamento

Interações

fortes

restringem

moléculas e as deixa unidas.

os

movimentos

das

Afetada também pelo tamanho da cadeia da molécula.

Dependente da temperatura (Ex. enxofre rômbico)

VISCOSIDADE E TENSÃO SUPERFICIAL  Tensão superficial  resistência do filme que parece cobrir a
VISCOSIDADE E TENSÃO SUPERFICIAL  Tensão superficial  resistência do filme que parece cobrir a
VISCOSIDADE E TENSÃO SUPERFICIAL
VISCOSIDADE E TENSÃO SUPERFICIAL
VISCOSIDADE E TENSÃO SUPERFICIAL  Tensão superficial  resistência do filme que parece cobrir a superfície

Tensão superficial resistência do filme que parece cobrir a superfície

de um líquido.

Tendência de puxar as moléculas para o

corpo do líquido. Forma das gotas

a superfície de um líquido. ◦ Tendência de puxar as moléculas para o corpo do líquido.
a superfície de um líquido. ◦ Tendência de puxar as moléculas para o corpo do líquido.

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