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Ana M.

NARCEJA

Contos de uma Mulher no Cio

1ª Edição

MANUAL DE INSTRUÇÃO

1. Não leia em locais públicos.

2. Leia sozinho ou acompanhado de um(a) parceiro(a).

3. Aprenda a ler com apenas uma mão.

NOTA DA AUTORA

O desejo sexual feminino não possui fronteiras ou

limites e a sociedade tenta constituir um perfil a ser seguido. São estampas recebidas por nós durante toda a nossa vida. A alcunha “puta” é a grande fronteira enfrentada por mulheres brasileiras ao tentarem se libertar desses ditames sociais. A libido feminina não pode recuar diante do preconceito. Sentir prazer é a única meta! Os textos são fictícios e desenham fantasias

masculinas e femininas. O sexo, aqui, não tem limites! Os contos são exercícios de linguagem ficcional. Narceja é uma personagem de literatura licenciosa, não devendo ser confundida com a Autora.

O livro reúne os melhores contos publicados pela

autora na internet, bem como contos inéditos.

Os contos de Narceja são publicados semanalmente no site www.narcejacontos.com.

DEDICATÓRIA DA AUTORA

Dedico esta obra a todos os meus fãs da internet, aos amigos, aos colegas escritores que me incentivaram e me apoiaram a escrever este livro de contos eróticos. Ofereço, ainda, a todas as mulheres que se entregam a uma relação sexual intensa sem se importarem com preconceitos impostos pela sociedade. Aquelas que buscam o prazer do sexo, a fantasia, o teatro de amar e ser amada fisicamente. Um agradecimento especial aos milhares de leitores contribuintes de valiosas informações e importantes subsídios, assim como incentivo, alicerçados em demonstrações nítidas de carinho e apreciação dos contos de Narceja. Indispensáveis para a publicação desse livro. A estes, agradeço especialmente.

NARCEJA

Contos de uma Mulher no Cio

Delírio Masturbatório I (Homem)

6

Delírio Masturbatório II (Mulher)

15

A

Estagiária

19

Valentine´s Days

31

Aprendendo a Gostar de Homem

40

O

Pai de Família

47

No Ônibus

54

O

Marido Fiel

62

Amor de Namorados

74

O

Policial Silva

77

Os Policiais e Narceja

84

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Delírio Masturbatório I (Homem) Hoje você vai me

Delírio Masturbatório I (Homem)

Hoje você vai me comer!

Está preparado?

Não sabe como se preparar?! A primeira dica é ler deitado.

Esse conto é dedicado a você, leitor. Você macho

leitor de contos eróticos que fica de pau duro no trabalho, em casa escondendo o volume da esposa ou das crianças, na

Você que corre até um banheiro para

bater uma punhetinha gostosa quando ler um conto erótico. Pois, dedico este texto a você que bate punheta escondido no banheiro até ficar todo melado e ir limpar com papel higiênico.

faculdade, na praia

- Eu?! Você se pergunta.

- Isso! Você mesmo! Afirmo.

Você deve está sentando me lendo, certo?!

Estás à espera de um conto excitante para colocar o cacete fora da calça, pegá–lo com sua mão grossa de macho e agarrá-lo com força! Mas, calma! Com uma força moderada para não machucá-lo!

Você pode segurá-lo forte e iniciar um vai e vem com a mão que vai do meio do corpo do pau até a cabecinha. A base eu já sei que você não sente tanto prazer, por isso esse vai e vem deve ser desde o meio do corpo do pau até a cabeça de cogumelo inchada. Aperte com um pouco de força a cabecinha, por onde sai o melzinho. Aquele que você quer despejar na minha boca.

É Esse mesmo!Está meladinho? Hummm, eu chupo!

Então, vamos começar!?

Ana M.

Ana M. Antes, faz um favor para mim! Segura o saco e sente o peso dele.

Antes, faz um favor para mim! Segura o saco e sente

o peso dele. Está cheio? Então, estamos indo bem!

Hoje, caro leitor, você vai gozar! Mas sem enredo algum. Vai gozar pelo ato de gozar e sentir prazer despejando

o leite quente. E eu vou ajudá-lo! Sabe por quê? Porque adoro mamar numa rola grossa e pulsante.

Então? Preparado?

Let´s go!

Você já deve está com o caralho na mão, correto?

Então, desce a calça até os joelhos para ficar mais a vontade e poder tocar aquela punhetinha para mim. Ah! Não se esquece de verificar se a cueca ficou melada. Faz isso para mim? Adoro cueca suja e cheirando a caralho duro!

Siga as minhas instruções e não questione nada!

Vamos dar uma olhadinha nele?!

Olha para ele! É grandão, não é?!

Tem orgulho dele, não tem?! Quantas bocetas ele já comeu? Quantas mulheres sentiram essa vara? Quantas virgens ele já inaugurou? E cuzinho? Comeu, também?

Huuummm, que gostoso assim mesmo!

Você já deve ter perdido a conta de quantas vezes meteu em uma xota, certo?! Já imaginou o que essas mulheres sentiram ao levar essa rola no fundo da xota? E quando você gozou no fundinho da boceta, gemendo e enchendo a putinha de leite?!

Você deve ser bem rodado! Gosto

Eh

Você lembrou não foi?!

Só em saber que essa VARA está, neste exato minuto, com uma lisa e melada cabecinha vermelha já me deixa com os dedos na xotinha!

Se estiver durinho, é sinal que estou atingindo meu objetivo que é lhe fazer gozar comigo.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio -Posso pegá-lo? Deixa eu lhe ajudar. Esse cacete

-Posso pegá-lo? Deixa eu lhe ajudar.

Esse cacete já gozou em uma boquinha aberta com uma linguinha para fora? Já?! Tenho certeza que sim!

Pega nele, agora! Mas pega primeiro pelo saco! Isso!!! Os testículos que você pensa que não possuem função alguma, a não ser enfeitar o conjunto ”TORA-SACO”.

Pegou neles?! Sentiu? São macios, não são?! Lembra das boquinhas que já sugaram esse saco. Eu adoro lamber saco sujo de porra. O bom na hora da chupetinha é quando colocamos um testículo de cada vez e ficamos com a boca cheia de “macho”.

Lembrou agora de alguma vadia que bebeu

sua porra, não foi?! É um prazer animal, não é?! Acredite,

para nós também!

Você em pé e eu ajoelhada, mamando no seu pau, olhando nos seus olhos brilhantes que se fecham a cada chupada mais ousada na cabecinha. Huuummm!

Humm

-Já está melado?!

Vou ter que lhe ajudar a se masturbar. Não consigo ficar parada vendo uma tora dessas.

- Puta!

- Sou mesmo! Como você sabe?!

Sente o seu sexo, sem vergonha nenhuma. Sinta as bolonas enchendo-se de leite!

Isso! É Esse leitinho mesmo que eu quero tirar. Será que vou conseguir?!

Vou?!

Você vai me dar?

Olha, se você já estiver excitado, vai ter que tirar esse leitinho daí de dentro ou o seu saco vai ficar dolorido. Terá que descarregar a porra alguma hora.

Ana M.

Ana M. Sabe, sua testosterona já está sendo liberado. Está sentindo? Está duro, não está? Então

Sabe, sua testosterona já está sendo liberado. Está sentindo? Está duro, não está? Então

É a testosterona agindo para estimular a produção de

esperma. Isso mesmo! O leitinho quente que você tanto gosta

de expelir nas nossas boquinhas para nos amamentar.

O saco está enchendo!!! Está sentindo? Percebe a

sensibilidade dos testículos por causa do excesso de leite?!

Estão mais pesados que antes, não estão?! Vou

ter que pegar também, não resisto.

Coloco a minha mãozinha e contorno com os dedos a circunferência do seu cilindro.

Pega neles

- É grosso! Cabeçudo

Agora não tem outra, vai ter que me dar esse leite quente. Você só tem duas opções: Ou fica com dor no saco por não ter gozado ou vai me dar esse leite quente e é logo!!

Então ele vai me dar

muito leite quente, não vai?!

É a natureza fazendo o seu papel. E você fazendo o

seu, de macho reprodutor.

Tem alguma vadia aí por perto para você gozar? Não?! E a Narceja?! Eu estou aqui e também estou muito excitada. Minha xotinha está toda melada e acabei de tocá-la e pegar no meu grelinho. A propósito, ele está bem inchado.

É você aí com essa ferramenta louca para gozar, e eu

aqui louca por ferro. Combinamos?! D’accord?!

O seu saco é grande, não é?!

Desculpe! Mas tenho que enfiar um dedo

Dois

Ops

Voltei! Ainda está aí? Aposto que já está

batendo uma gostosa, certo? Adoro ver homem batendo uma

bem sacana. Mas gosto de participar minha frente não funciona!

Fazer isso sozinho, na

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Significa que você é macho e tem muito

Significa que

você é macho e tem muito leite de pica dentro desse saco.

Vamos colocar esse leite para jorrar?! esse saco dolorido, certo?!

Minha bocetinha carequinha está aqui, e eu

estou de pernas abertas, meus lábios vaginais se abriram acompanhando a abertura das minhas pernas, ficando apenas a minha linguinha de fora. Vem me comer, vem!! Bate uma

para mim, bate!

Não queremos

Não é vergonha nenhuma se masturbar

Então

Essa cabeça já está expelindo um leitinho cremoso e ralinho, não está?!

Queria tanto está aí ajoelhada, enquanto

Eu poderia

você fica sentado em frente ao seu computador

me alojar por entre suas pernas, brincar com esse saco e

Esse

mamar devagarzinho na cabecinha molhada. HUMMM líquido transparente expelido por você está uma delícia!

Você pode está no trabalho e talvez não possa tirá-lo

para fora

Mas, aposto que sua cueca já deve está toda

melada. Você não vai conseguir chegar ao final do texto sem

gozar.

Imprima e leve para o banheiro e lá terminamos!

Três dedos já estão lá dentro da minha xota num entra e sai alucinado.

HUMMM

- Ela está tão meladinha! Gemo baixinho.

- PUTA! Você pensou.

-Gostei! Xinga mais!

Como está esse pau, agora? As veias estão dilatadas? Já está batendo uma rapidamente, pronto para gozar? Ou ainda está curtindo o prazer?

Deixa-me pegá-lo. Vou lhe masturbar também. Sente a

minha mão

Tem que ser num vai e vem constante.

Ana M.

Ana M. Gosto muito de lhe masturbar enquanto você olha para mim. Olha nos meus olhos,

Gosto muito de lhe masturbar enquanto você olha para mim. Olha nos meus olhos, amor!

Uma hora essa porra terá que sair!

Concorda?!

Que desperdício, não?! Você aí com esse saco cheio de porra quente, e eu aqui louca pra tomar tudo.

Ah

Caro leitor

-Me xinga!

Que

vadia,

vagabunda

vagabunda? Hummm enquanto levo rola.

Não esquece as palmadinhas quando estiver metendo! Promete?!

Só umas palmadinhas sem violência! Mas, umas porradinhas firmes na bundinha na hora que estiver socando seu pau.

Você gosta de comer xingando a mulher de

palavras chulas

tal

de

PUTA?

Eu

-

Putinha

ouvir

de

rua,

adoro

-Que cacete gostoso!!

Ah, está socando forte, senti uma dorzinha ao entrar fundo encostando nas paredes do meu útero! Usa-me, mas não me machuca!! Seu saco está batendo forte no vão das minhas pernas. Está doendo, mas não para! Promete?!

Como está a punheta? Gostosa?!

Vai sair leite quente mesmo? Queria tanto está aí para lhe ver batendo uma e me lendo.

Goza para mim

Goza!

- Coloca minhas pernas nos seus ombros. Adoro essa posição.

Segura, então, as minhas duas mãos, me deixa indefesa para sentir a rola dura. Nossa, como você é forte. Consegue segurar minhas duas mãos com apenas uma.

Ah

Cuidado, Amor! Está me arrombando toda

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Isso!!! Agora, eu posso sentir escapar! Inofensiva e

Isso!!!

Agora,

eu

posso

sentir

escapar! Inofensiva e frágil. E o melhor

a

rola

sem

À sua mercê.

tentar

-Me usa! Me pega para você! Grito no seu ouvido.

- Muito puta mesmo! Se eu lhe pegar, Vadia, você vai chorar levando vara. Pensou isso, não foi?!

Pensa em mim na hora que for gozar!!! Eu quero beber dessa porra quentinha.

Já está

saindo leitinho, e eu não quero perder essa porra quente.

Vou colocar a minha boquinha na porta do buraquinho da cabeça melada.

Abro meus lábios e contorno-os com a circunferência da sua “cabecinha”.

Está sentindo? Estou com a boquinha mamando na cabecinha do seu caralho.

Sente meus lábios prendendo a cabecinha do seu pau enquanto você se masturba?!

Eu posso colocar a boquinha no seu pau, e a minha lingüinha pode ficar brincando no buraco da cabecinha já sentindo um pouco de porra?! É tão gostoso!!

Apressa o movimento masturbatório, vai

-VOU GOZAR CADELA!

- AHHH

-PUTA QUE PARIU! TOMA!

Me dá tudo.Vou mamar tudo.

Que leite gostoso e cremoso. Estou

bebendo tudo. Tem um gosto azedinho, mas cheira bem. Sua porra tem odor, sabia?! Cheiro de água sanitária, mas me deixa louca de tesão.

Mas não tira da minha boca, agora!!! Deixa-me limpá- lo. Deixa! Depois você o coloca de volta na cueca. Antes, deixa-me dar uma “geral” nele.

HUMMMM

Ana M.

Ana M. O grosso da porra eu já engoli. Sou uma menina valente. Bebo e não

O grosso da porra eu já engoli. Sou uma menina

valente. Bebo e não deixo cair nada no chão!

Mas confesso que deixei escapar um pouco de porra

pelos testículos

Passo minha linguinha pelo saco, sugando cada gotinha do seu mel. Aproveito e coloco de cada vez uma bola na minha boca.

Adoro sentir o peso de uma bola dentro da minha

boca.

Posso limpá-los?

Fico brincando com a língua enquanto você me olha.

Só mais umas lambidinhas no corpo do pau e termino.

Humm

Agora ele voltou ao tamanho normal. Mas

ainda gosto de chupar a cabecinha.

-

Espera!!! Não tira não! Só mais um pouquinho. POR

FAVOR!

Posso cheirar essa cueca? Deixa!

 

Obrigada.

- HUMMM

Cheirosa. Cheiro de macho. De cueca

melada

Adoro!

Hummm

Cheira bem! Seu pau vai ficar aí dentro o

dia inteiro?

Logo mais à noite posso chupá-lo novamente?

- Promete?!

Tudo bem

Você tem que ir

Já gozou!

Não se preocupe que bebi todo o leitinho. Gostei de lhe masturbar, de tirar-lhe o leite da fonte. Sujou minhas mãozinhas, mas limpei tudo com a língua!

- Você gozou?

- Eu gozei!

Limpou com papel higiênico?

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Saiu muita porra? Consegui lhe fazer gozar? Essa

Saiu muita porra? Consegui lhe fazer gozar? Essa é a minha função aqui.

Ana M.

Ana M. Delírio Masturbatório II (Mulher) Acabo de sair do banho. Ainda estou um pouco molhada,

Delírio Masturbatório II (Mulher)

Acabo de sair do banho.

Ainda estou um pouco molhada, enxugo-me um pouco enquanto me olho no espelho.

meu

bumbum.

Os bicos dos meus seios estão rígidos. Seria frio?! Não. Tenho certeza que não.

Meu sexo está radiante hoje. Penso nas rolas que minha boceta já levou. Nessa hora minha mão escorrega e desliza para a entrada da xotinha. Estou toda depilada. Coloco o dedinho em meu grelo, com ajuda das mãos o abro

e o vejo nítido no espelho. Um grelo rosado e gordinho. Mas

parece um pedaçinho de carne. Penso na última trepada que dei. Aproveito e dou uma tapinha na xota para cumprimentá-la pelos paus que ela já endureceu.

Tantos que perdi

a conta

Esses pensamentos me deixam mais excitada a ponto de imaginar um pênis grande em minha frente.

Vejo-o bem claro em minha mente. Esse pau é de alguém que gosto muito. Alguém que me faça querer gozar

É nele que me fixo nesse exato minuto.

Preciso me deitar. A vontade de senti-lo me domina por completo.

Sento na cama e deito. Alojo-me confortavelmente em minha cama.

Abro as pernas ocasionando dessa forma a abertura de meus lábios vaginais.

Vejo

minhas

coxas

grossas,

minhas

pernas,

Foram muitos os que a arrombaram

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Olho para o meu corpo, passo por meus

Olho para o meu corpo, passo por meus seios, minha barriga e findo num “montinho” de carne. A minha boceta.

Tenho vontade de ligar para aquele cara que vive tentando me comer. Uma foda agora não seria má idéia. Mas não posso me oferecer dessa forma, embora minha vontade seja de dar para ele ou mesmo para qualquer um.

Pronto, melei-me toda.

Agora não tem jeito, terei que gozar para dormir tranquilamente o sono dos justos.

Começo apertando meus seios, como são macios. Adoraria está exposta para um homem dessa forma. Nua e entregue. Aperto meus bicos com força e intensidade. Enquanto isso, a mão esquerda desce de encontro à xaninha.

Um dedo indicador e uma anelar apertam meu grelo. Sinto-o molhado e extremante duro. Prendo aquele pedaço de carne rosada por entre meus dedos e o massageio movimentando-os de cima para baixo enquanto castigo meus seios. Olhos fechados nessa hora e uma visão: O meu colega de escritório, o Fábio. Casado pai de três filhos e com uma “mala” incrível.

Ele chega à minha mesa e diz que precisamos

conversar enquanto degusta meu decote com seus olhos.

Ah

calça social que se encontra estufada.

Eu não agüento! Pareço ver o que tem dentro daquela

- O que você quer? Pergunto para meu colega.

- Quero meter

da sua boceta, sua

piranha. Diz isso me levantando pelos cabelos.

A sala está vazia. Inexplicavelmente, só há nós dois naquele momento.

Tento

argumentar, mas sinto a xota implorar por pica dura.

a rola dentro

- E sua família? Eu conheço sua mulher

Ana M.

Ana M. - Por isso mesmo que vou lhe foder para deixar de ser vagabunda e

- Por isso mesmo que vou lhe foder para deixar de ser

vagabunda e ficar paquerando marido das outras. Diz

enquanto me coloca sentada na minha mesa.

Fábio parece transtornado! Derruba tudo o que está em cima da minha mesa e me deita na mesma. Fico sem reação e espero o estupro ansiosa.

Ele tira meus sapatos e os joga longe, rasga minha blusa e coloca meus seios fora do sutiã, arranca minha calcinha e me dá um tapa na cara para eu parar de chorar.

abrir

involuntariamente querendo sentir sua piroca.

Olho-o nos olhos e sinto sua virilidade no ar, nos seus músculos e na sua força física. Sinto-me puta e gozo com essa descoberta.

daqui

arrombada, cheia de porra para aprender a respeitar os maridos alheios. Sua vagabunda, rampeira!

Vejo-o abrir a calça e olho curiosa para ver o tamanho daquele volume que sempre desejei.

é o cacete dos meus

sonhos

Sinto o cheiro de longe. Vejo seus pentelhos e desejo tê-los em minha boca.

Então, sinto-o ajeitar o cacete em minha xaninha que já está engolindo com os lábios a cabeçinha daquela tora.

-

Para,

por

favor.

Sinto

minha

boceta

-

Vou

enfiar

até

gozar

dentro.

Vai

sair

Ao tirá-lo de dentro da calça Grande, grosso e duro.

- HUMM! Gemo baixinho.

- A safada está gostando? Vai gostar mais ainda, agora! Toma tudo, Puta! E enfia o caralho dentro de minhas carnes que o recebem com festejos. Gemo alto sem me importar mais com nada.

Meus dedos já estão dentro da xotinha, mas preciso de algo mais grosso. Quero um pau de borracha. Levanto-me

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio correndo e vou até a cozinha, abro a

correndo e vou até a cozinha, abro a geladeira e meus olhos procuram um pepino comprado no dia anterior. Localizo-o e, em segundos, estou de volta ao quarto. Dirijo-me ao criado mudo, pego uma camisinha lubrificada e visto no pepino. Facilitará a entrada.

Volto a deitar na cama e me transporto para mesa do meu escritório onde estou sendo fodida por Fábio.

- Sua Safadinha. Gosta de levar pinto na xota, não gosta?! Ele provoca enquanto mete a rola dentro.

A hora de levar rola chegou. Enfio o pepino na boceta,

sinto-o abrir minhas carnes e involuntariamente levanto minhas pernas abrindo-as até o máximo de condição física.

No início, um vai e vem gostoso com aquele pepino enfiado na boceta. Minha vontade é gritar e pedir ajuda aos vizinhos para me foderem.

Vejo, nitidamente, Fábio por entre minhas pernas, dentro de mim, xingando-me de vadia e safada.

Fecho os olhos, Fábio apressa as estocadas. Sinto que vou gozar e grito para que goze dentro, enchendo-me assim de porra. Levanto e abro mais as pernas e sinto o pepino entrar e sair numa velocidade ditada por mim. Sinto o gozo se aproximando e grito. - AHHH!

enquanto

desmaio na cama com o pepino enfiando no fundo da vagina.

Tiro-o de dentro da xota e o jogo no chão. Cubro-me com o cobertor sentindo o esperma de Fábio dentro de mim, escorrendo e sujando minhas pernas. Imagino-me em seus braços e durmo o sono dos justos.

E

Fábio

goza

me

enchendo

de

porra,

Ana M.

Ana M. A Estagiária Eu deveria ter uns 21 anos e já tinha tido experiências maravilhosas

A Estagiária

Eu deveria ter uns 21 anos e já tinha tido experiências maravilhosas no sexo, mas nada como a história que irei contar. Esse acontecimento mudou minha visão sobre sexo foi a partir dele que me tornei uma mulher de verdade.

Eu morava com amigas nessa época de faculdade. À tarde, trabalhava como estagiária em um cartório, no centro da cidade.

Lá que conheci Dr. Anselmo, o tabelião do cartório. Eu trabalhava diretamente com ele. Poderia dizer que, apesar de ser um estágio de direito, fazia papel de secretária. Nos primeiros dias de estágio, percebi seu interesse por mim. Mas era coisa normal, sou uma mulher bonita, estilo alemã, 1,70, loira, cabelos longos, olhos cor de mel e bem feita de corpo. Malho há muitos anos e isso me garante um físico invejado por mulheres e desejado por homens. Tenho seios durinhos e médios, bumbum grande na medida certa dentro dos meus 60 quilos. Sempre chamei a atenção entre o público do sexo masculino, sendo assim, não me importei com seus olhares. Para mim, ele era apenas mais um dos que ansiava me comer.

Anselmo era alto, tinha 1, 85, moreno, descendente de espanhóis, deveria ter uns 34 anos na época. No trabalho era bastante profissional. Apesar dos olhares maliciosos para meus seios e minha bunda, tratava-me com respeito e profissionalismo.

Como o cartório onde trabalhávamos era pequeno, foi posta, ao lado da mesa do Dr. Anselmo, uma pequena mesinha destinada a minha pessoa. E, todos os dias, após sair da faculdade, eu me dirigia ao meu estágio onde passava as tardes durante três ou quatro horas diárias.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Dr. Anselmo tinha o curioso hábito de coçar

Dr. Anselmo tinha o curioso hábito de coçar o pênis na minha frente quando estávamos em nossa sala. Ele simplesmente metia a mão por cima da calça e coçava aquele “bicho” sem se importar comigo. Abria as pernas, enfiava a mão dentro da cueca, coçava o saco, e, em seguida, soltava alguns suspiros de alivio. Passei a ficar bastante incomodada com a falta de educação daquele homem. Chegava a ouvir o barulho de seus dedos molestando seus testículos. Apesar da deselegância diária, Dr. Anselmo tratava-me amavelmente e com bastante atenção.

Nessa época, eu estava começando a me viciar em pornografia. Lia contos, assistia filmes, queria saber sempre mais sobre sexo e, por não está namorando, masturbava-me muito quase diariamente, costume que carrego até os dias de hoje.

Em uma dessas tardes, cheguei mais cedo e fui ver uns processos. Não os achei em meu computador e, apressada para terminá-los logo, resolvi ligar o computador do chefe para imprimi-los. Iniciei o computador e logo estava em seus arquivos em busca do tal processo. Foi quando resolvi abrir meu e-mail. Mal sabia que esse ato seria decisivo para meu amadurecimento como mulher. Logo que acessei minha caixa de mensagens, vi o e-mail de Du, um contato virtual que havia conhecido numa sala de chat da UOL, “Vontade de ser puta”. Cliquei no assunto e o e-mail abriu:

“Oi, Putinha?! Estou louco para te comer e dar uns tapas nessa bunda grande. Me liga para marcarmos de nos conhecermos nesse final de semana.

Beijos,

Du”.

Após ler a última palavra do email, Dr. Anselmo apareceu à porta. Fiquei nervosa na hora e, sem pensar, desliguei o monitor do computador. Disse-lhe que estava

Ana M.

Ana M. procurando um processo e pedi desculpas indo sentar-me em meu lugar. Meu chefe dirigiu-se

procurando um processo e pedi desculpas indo sentar-me em meu lugar.

Meu chefe dirigiu-se à sua mesa. Abaixei a cabeça e fingia ler um processo tentando evitar fitá-lo nos olhos. De repente, Anselmo sorriu e olhou pra mim. O que percebi nitidamente. A página do meu e-mail havia ficado aberta. Na hora gelei de medo e vergonha.

- Você olhando e-mails privados no trabalho?

Eu precisava procurar um processo que

dona Renata (outra advogada do cartório) havia me pedido e

sem querer olhei

- Eh

Bem

Tentei envergonhada explicar.

-Eh! Mas, pelo visto você tem uma vida

Digamos

No mínimo

Divertida

Posso ver pelo e-mail

E sorriu me

encarando.

Abaixei a cabeça envergonhada, sem saber o que falar. Ele, novamente com seu costume, coçou o pau.

- Você gosta de apanhar? Perguntou.

- Como?

Perguntei encabulada.

Estou lendo aqui o seu e-mail! Seu amigo diz

que vai lhe bater na bunda grande. -Insistiu na pergunta

sorrindo maliciosamente.

- Ora

- Não quero falar sobre isso. Respondi com raiva.

- Sinto muito! Mas, abri meu computador e estava aqui

para quem quisesse ler

na bunda e na cara de mulher. Disse com a mão dentro da cueca.

Apesar do nojo que estava sentindo daquele homem, meu “piupiu” deu sinal de vida e melei a calcinha, mas levantei com raiva e disse:

Só achei interessante! Adoro bater

- Por favor, respeite-me.

- Desculpe.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Passaram-se dias e não trocamos mais palavras sobre

Passaram-se dias e não trocamos mais palavras sobre esse assunto a não ser profissionais. Os dias passavam e minha visão sobre aquele homem mudava, se alterava de alguma forma. Eu Rejeitava a idéia de me sentir atraída por ele, mas passei a gostar de suas coçadas diárias no saco. Passava o dia esperando por isso e passei a prestar toda a atenção ao Dr. Anselmo.

Ele iniciava o ritual sempre da mesma forma. Alguns

minutos após sentar-se, começava a passar a mão por cima da calça, alternando entre beliscões e coçadinhas rápidas. Levantava-se da cadeira e ajeitava o pênis na cueca por cima da calça. Sentava-se novamente e enfiava a mão dentro da cueca. Sua mesa encobria essa minha visão, mas o barulho provocado pelos dedos judiando do saco era inconfundível! Logo após alguns minutinhos, suspirava aliviado e abrindo as

Passei a voltar para casa toda melada e a

me masturbar muito pensando nele. Estava louca por rola, havia semanas que não levava uma boa rolada. Sonhava com as coçadas de saco do Dr. Anselmo. Imaginava o motivo daquelas coçadas tão másculas e indecentes. Chegava a lembrar do barulho que elas provocavam numa das minhas muitas sessões de masturbação. Por vezes, até imaginei que ele teria um sacão de carne por entre as pernas, enquanto desenhava seu pênis em minha cabeça e o diálogo daquele dia em que ele havia dito que gostava de bater em uma

pernas

Hummm

bunda.

Tentei me conter por semanas. Um dia, no entanto, ao chegar para trabalhar, surpreendi-me com a confusão que se armava dentro do cartório. Os funcionários e clientes nada entendiam. Lá estava uma mulher gritando desesperada:

- ELE É UM SAFADO, ME COMEU E ME JOGOU

FORA, FILHO DA PUTA, MENTIROSO! ESTÁ PENSANDO

QUE SOU O QUÊ??

- VÁ SE FODER! DEU E GOZOU! FILHA DA PUTA! CALA A BOCA.

Ana M.

Ana M. - ELE ME BATEU! Gritava a mulher. Dr. Anselmo parecia alterado, descontrolado: -PORRA! GOZEI

- ELE ME BATEU! Gritava a mulher.

Dr. Anselmo parecia alterado, descontrolado:

-PORRA! GOZEI NA TUA BOCA, CADELA! BEBEU TUDO, VAI DIZER QUE NÃO GOSTOU? Gritava.

Foi um escândalo! Os outros funcionários acompanhavam a baixaria rindo e fazendo piadinhas um no ouvido do outro. Alguns tentavam acalmar a mulher. Até que ela saiu chorando com medo, pois o Dr. Anselmo ameaçava chamar a polícia. Em seguida, ele saiu sem dizer uma palavra e não voltou mais esse dia.

Passei a noite relembrando aquelas palavras.

“GOZEI NA TUA BOCA, CADELA! BEBEU TUDO, VAI DIZER QUE NÃO GOSTOU?”

E me masturbei muito naquela noite. Sentia nojo do canalha, mas, ao mesmo tempo, muito tesão. Senti uma vontade de ser usada por ele. Apanhar daquele homem no rabinho, tomar seu leite quente e o ver em cima de mim, me possuindo com sua cara nojenta de “Eu consegui”.

Passados dois dias, ele voltou ao trabalho e ninguém comentou absolutamente nada. Cheguei à tarde e assim que

o vi o cumprimentei com um caloroso “Boa tarde, Dr.

Anselmo”. Mal pude disfarçar minha alegria ao vê-lo.

O achei mais bonito e meu nojo começou a ser substituído por tesão. Foi então que resolvi provocá-lo e esse

foi o maior acerto da minha vida sexual.

Ele permaneceu calado e de cara fechada durante toda a tarde, mas coçou o saco como de costume. Já estava impaciente e querendo entrar no assunto, pois minha vontade era sair dali direto para um motel com aquele homem para que pudesse me fazer de puta e, assim, aproveitando a oportunidade de estarmos sozinhos na sala, soltei por impulso:

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio - Você usou mesmo aquela mulher? Perguntei olhando

- Você usou mesmo aquela mulher? Perguntei olhando em seus olhos.

- Como é?! Perdeu uma ótima oportunidade de ficar

calada! Puta safada! Vai se preocupar com a sua vida!

Cadela!

Levantei-me com fúria e fui bater naquela cara de canalha para aprender a me respeitar.

Ele se levantou rapidamente e segurou minha mão com força.

palavra

desafiando-me.

Tentei me soltar e ele me segurou pelos braços me imobilizando. Olhou nos meus olhos e vendo o meu desespero me beijou profundamente. Tentei reagir, lutar, mas suas mãos me prendiam e passeavam pelo meu corpo. Aos poucos, percebi minha resistência se dissipando com aquela língua bailando com a minha.

Reagi o quanto pude, lutei, mas acabei cedendo aos beijos daquele canalha. Senti meu corpo estremecer e minha xotinha dar sinal de vida. Aqueles braços fortes me imobilizando e ao mesmo tempo me beijando levaram-me a abrir a guarda e consentir em ser puta.

- Está louquinha para dar, não está? Sussurrou no meu ouvido.

- Quero! Mas quero com carinho. Disse beijando e já abraçadinha com ele. Toda carinhosa.

- Minha linda, eu sabia que você estava querendo

gemer no meu pau. Não se preocupe que sou muito carinhoso e, depois de fazer você de puta, vou dar-lhe muito carinho e beijinhos. Mas você tem que concordar e fazer o que eu mandar.

-Se

bater,

apanha.

PUTA!

Soletrou

a

- Eu quero, amor

Ana M.

Ana M. - Eu vou sair, pegar meu carro e lhe espero na esquina do cartório.

- Eu vou sair, pegar meu carro e lhe espero na esquina

do cartório. Após cinco minutos, você sai atrás de mim. Assim,

ninguém percebe e vamos passar uma tarde maravilhosa! Vou lhe ensinar a ser minha putinha, cadela.

Apenas obedeci me separando bruscamente de seus lábios e o vendo sumir pela porta do escritório.

Esperei os 5 minutos e sumi do cartório dirigindo-me quase que enlouquecida de tesão. Enquanto andava apressada pela calçada, só me imaginava sendo fodida por aquele homem.

E lá estava ele, na esquina, me esperando.

Corri e entrei no carro guiada pelo tesão.

- Vamos para um motelzinho que conheço aqui perto.

Vou lhe comer inteira. Disse beijando-me no carro.

Fiquei do lado daquele homem, olhando-o e achando-o o homem mais protetor e viril do mundo. Gostava de sua precisão, de sua ordem e da segurança que me passava. Da forma como ousava dizer aquelas palavras sacanas.

Entramos no motel e estacionamos o carro em frente ao quarto.

Assim que desceu ele veio ao meu encontro e, me puxando, beijou-me e disse:

- A partir do momento que entrarmos naquele quarto.

Você será minha putinha e eu irei lhe usar de todas as maneiras que eu quiser. Não vale negar nada. Ali dentro eu sou seu dono e você só vai obedecer, putinha. Juro que depois de lhe usar feito vagabundinha, que sei que você é, lhe

darei muito carinho e beijinhos.

Envolvida em seus braços apenas concordei com a cabeça.

Entramos no quarto.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio motel pequeno, simples, mas muito aconchegante. Havia uma

motel pequeno, simples, mas muito

aconchegante. Havia uma cama, um sofá e um banheiro com

chuveiro.

- Tira a roupa para eu ver o corpo da putinha que vai chorar no meu cacete.

Senti-me um pouco humilhada. Mas, lembrei que era tudo fantasia e tentei entrar em seu jogo.

Ele sentado na cama e já beliscando o cacete por cima da calça e esperando eu me despir.

de roupa até ficar de calcinha e

Tirei cada peça soutien.

Era

um

- Tira tudo!

Abri o sutiã liberando meus seios e meus biquinhos duros e inchados.

E logo tirei também a calcinha expondo um bocetão grande e depiladinho. Assim que o viu, Dr. Anselmo arregalou os olhos e abriu a calça liberando o pau e já se masturbando disse:

- Agora, ajoelha e vem andando de quatro até meu

pau.

Tentei negar. Essa idéia era muita humilhação.

- Anda logo! Putinha. Aqui você só obedece. Safada.

Meu corpo preparado para levar rola e minha xotinha gemendo, gritando por rola me fizeram ceder aos caprichos daquele canalha. Ajoelhei-me conforme havia me pedido.

Dr. Anselmo se despiu rapidamente revelando que eu estava certa, ele realmente tinha um sacão de carne no meio das pernas e voltou a sentar-se na cama e a me mandar engatinhar enquanto ele balançava agora o pauzão duro.

Engatinhei olhando fixamente para seu pau ali na minha frente até chegar próximo e receber um tapinha na cara.

Ana M.

Ana M. - Mama apanhando. Vadia! E me deu outro tapa de levinho. Bateu a tora

-

Mama apanhando. Vadia! E me deu outro tapa de

levinho.

Bateu a tora de carne na minha cara e apontou para minha boca. Nessa hora, eu já estava tonta com aquele cheiro de pau de macho e cueca melada.

Coloquei aquela cabecinha na boca e ele enfiou com força me dando mais um tapinha na cara.

- Mama, boqueteira. Hoje vou lhe fazer de “Vagaba” para você aprender o que é um macho fogoso!

Envolvida por suas palavras, abocanhei aquela tora com fome de pica. Uma fome que ele notou e aprovou com louvores: Ah, piranha de esquina. Estava sentindo falta de tora, hein? Todo dia agora vou lhe comer. Quando chegar ao escritório, vai beber meu leite e levar muita rola na xota de cadela.

Saboreava aquele pau, lambia a cabecinha, passava a língua no corpo e brincava com aqueles sacões gigantes. Lembrei, enquanto estava com a língua naquele cilindro, o quanto ele coçava aquele saco. O desejo de colocar aquelas bolonas na minha boca era imenso. E o fiz sem mais demora. Sendo xingada por aquele homem enquanto tinha suas bolas na minha boca cheia.

Dr. Anselmo parecia fascinado com minha fome de rola e de meu carinho com seus testículos gordos.

Senti intensamente o cheiro e o gosto daquela piroca.

Voltei para cabeça do pau e suguei o melzinho que saía do buraquinho do cacete.

Minha vontade era dar logo a boceta o mais rápido possível e pedi.

- Me come, por favor.

Após ouvir minhas palavras, Dr. Anselmo me puxou pelos braços e me jogou na cama já vindo por cima de mim e enfiando na xotinha. Completamente preparada para levar

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio cacete recebi aquele pau facilmente. E logo estava

cacete recebi aquele pau facilmente. E logo estava com aquela estaca no fundo da xotinha sendo judiada e molestada por aquele homem que invadia minha intimidade e me possuía.

Os pensamentos dançavam enquanto ele enfiava e tirava aquela tora de carne de dentro de minhas carnes. Pensava como iria ficar minha relação de trabalho com ele e o quanto iria ser puta. Lembrar que estaria todos os dias bebendo leite e sendo chamada e tratada como vagabunda me deixava enlouquecida e me fazia gemer com aquele cacete na xana.

Comecei a estremecer o corpo e a gemer mais alto, enquanto Dr. Anselmo levantava minhas pernas e me usava por inteira.

- Geme mais alto, puta! Que é para o motel inteiro saber que você está levando rola de macho viril. Para todo mundo saber que eu estou lhe comendo, cadela. Geme, PUTA!

Gemi, gritei e gozei forte. Senti a vibração da xotinha enquanto recebia ainda aquela rola grossa. Ao perceber que havia gozado, ele me virou de costas e me colocou de quatro já enfiando apressadamente na minha bundinha. Tentei sair e ele me deu um tapa forte na bunda que estalou pelo quarto inteiro.

- Vai dar o cu! Porque eu não como mulher vagabunda sem meter no cu. E toda puta que se preze dá o cu. Se eu não comer vem outro safado e come.

Fechei os olhos e, ainda com a xotinha chorando melzinho, tentei relaxar e me deixar ser bem usada por aquele homem.

Ele enfiou um dedo, dois e já colocou o pau forçando e dando tapinhas na minha bunda enquanto falava suas depravações.

Ana M.

Ana M. - Que cuzinho gostoso que vou enrabar. Vou contar para todo mundo do cartório

- Que cuzinho gostoso que vou enrabar. Vou contar

para todo mundo do cartório que comi seu cu, vagabunda. Vai

dar o cu todo dia.

Foi quando senti a cabeça entrar e abrir espaço dentro do meu cuzinho.

Fechei os olhos e as lágrimas caíram.

- Toma no cu! Disse enfiando o resto.

Senti-me cheia por dentro e passei a relaxar com as porradinhas que recebia na bunda. Recebia umas palmadinhas enquanto era enrabada.

Dr. Anselmo dava umas estocadas fortes e seguras que me faziam chorar de dor e prazer. E logo começou a dar sinal que me encheria o cu de porra.

gozar, posso gozar dentro, vadia?

Perguntou.

-

AHH!

Vou

- Sim. Respondi cansada de levar na bunda.

Gemeu

alto,

deu

mais

uns

tapas

enquanto

me

chamava de biscate e soltou a porra dentro do cu.

- Mama pelo cu, vadia!

Deu umas bombadas e caiu morto sobre mim.

Em alguns minutos, o sacana estava roncando feito um porco imundo.

Tentei sair debaixo dele, e ele acordou me abraçando e me dando beijos dizendo que eu iria ser sua putinha e que iria me comer todos os dias. Que levaria muita rola na xota e que beberia do seu leite quente.

escritório.

Passamos o dia trocando olhares e risinhos.

Saímos

dali

e

voltamos

separados

ao

E eu estava feliz em ser puta do doutor.

Após esse acontecimento, Dr. Anselmo passou a me dar leite todos os dias e comer meu cu uma a duas vezes por

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio semana. A xota sempre levava rola, quase todos

semana. A xota sempre levava rola, quase todos os dias. Mas passei a não mais gostar de ser sua putinha diária. Às vezes, chegava ao escritório, ele trancava a porta e já tirava o pau para fora, para eu mamar. Tinha que me ajoelhar e beber seu leite sempre que chegava para meu estágio. Os outros funcionários passaram a notar que eu era a puta dele. Falavam pelas costas, riam, davam em cima de mim. Um dia, cansada de ser tida como puta de verdade, sai do emprego sem me despedir de Dr. Anselmo. Ele me procurou outras vezes sem conseguir êxito.

Passei a evitá-lo e perdemos o contato. Mas até hoje me lembro desse acontecimento. Fui realmente uma puta vagabunda. Uma legítima puta. Ser PUTA, para mim, é teatro.

Ana M.

Ana M. Valentine´s Days Acordei cedinho e passei o dia no salão me preparando para a

Valentine´s Days

Acordei

cedinho

e

passei

o

dia

no

salão

me

preparando para a surpresa.

 

Iria dar para ele o melhor presente de todos

EU.

Quando a noite chegou, arrumei-me para a surpresa.

Vestia um conjunto de calcinha e soutien vermelho sedutor. A calcinha era um fio dental enfiando no cuzinho e na frente toda de rendinha permitindo, assim, a nítida visão da minha rachinha careca partida em duas bandas. O soutien levantava os seios, deixando-me extremamente peituda. Coloquei uma garrafa de vinho sobre a mesa, acompanhado de uma música suave, MPB de Chico Buarque. De salto alto vermelho e andando pelo apartamento apenas de calcinha e sutiã aguardava meu macho chegar. Hoje era seu dia! Nada

Ele iria ter uma noite de rei. Esse era

de presentinhos bobos seu presente.

Olhei-Me no espelho e me senti bonita, tesuda. Os

cabelos loiros até os ombros, sedosos, ondulados, bem

Um perfume gostoso, Michael Kors. Usava uma

tratados

maquilagem sutil e usava jóias, brincos bem trabalhados com pedras verdes e azuis e um colar de pérolas, meu preferido.

Adoro pérolas.

Eu estava pronta para servi-lo. Aquele dia dos namorados seria inesquecível. Eu iria atender aos desejos dele e me entregar completamente a seus caprichos. Meu prazer seria o dele!

Não era importante gozar naquela noite, o importante seria satisfazê-lo. Assim, eu cumpriria meu papel de fêmea. Prazer em dar prazer. Era essa a minha meta.

Fui avisada pela portaria que ele estava subindo.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Acendi umas velas que estavam em cima da

Acendi umas velas que estavam em cima da mesa, coloquei a música “O meu amor”, do Chico e fui atender a porta assim mesmo como estava, de calcinha, soutien e calçando um salto agulha vermelho.

Ao abrir a porta, fui recebida com flores e um beijo apaixonado.

- Você está linda! Disse entusiasmado.

- É tudo seu, amor

Abraçamo-nos

Respondi oferecida.

Senti

calorosamente

suas

mãos

ávidas percorrerem minha cintura e costas.

- Gostosa!! Disse ao tentar tirar meu sutiã.

-Não! Protestei. Hoje quem manda sou eu!

Desvencilhei-me dele e me dirigi à mesa onde tinha colocado as algemas e o lenço branco.

Alexandre olhou excitado quando me viu se aproximar carregando os objetos com um sorriso sapeca na boca.

- O que você está pretendendo putinha?

Sorri

fazendo gestos com a cabeça para ele me seguir até o quarto.

- Tira a roupa e deita. Pedi, enquanto repousava as algemas e o lenço sobre a cama.

Ele sorriu e tentou me abraçar na tentativa frustrada de “comandar o jogo”, mas eu estava sobre o comando e protestei:

- Não, senhor! Hoje vai ficar quietinho e não vai fazer

muito esforço. Disse ao me ajoelhar em frente a ele, do lado da cama.

Olhei para cima com cara de safada e comecei a abrir

o zíper da calça

(Aposto que meus queridos leitores estão a

imaginar que irei fazer uma chupetinha, não estão? Dessa vez, eu comando o jogo. Esqueceram?!) Antes de descer

-Calado! Hoje você

é

o

REI da casa, Amor

Ana M.

Ana M. suas calças, tirei seus sapatos submissa e sempre com um sorriso na boca, sorriso

suas calças, tirei seus sapatos submissa e sempre com um sorriso na boca, sorriso de putinha que vai aprontar

Tirei suas meias com um prazer indescritível de servir a um homem

Toquei delicadamente no peito de seu pé. Eu queria degustar cada pedacinho daquele homem.

Voltando para a sua calça, abri o cinto e a desci sendo ajudada por ele que se desfazia da mesma. Pronto! Agora ele estava em pé, ao lado da cama comigo aos seus pés e ainda de cueca (volumosa) e camisa. Eu ali no chão olhando para seus olhos me senti poderosa. Era uma mulher linda e estava ali cumprindo meu papel de fêmea. Olhei para o volume e

enchi a boca de água

Levantei-me e beijei seu pescoço levemente, enquanto abria os botões de sua camisa.

botão aberto, um beijo no seu peito e uma

declaração: “Te amo!” Outro botão aberto, outro beijo: “Te

amo!” Outro botão aberto

último botão perto do “volume” da piroca dura.

E assim fomos até chegar ao

Mas ainda não era a hora!

A cada

Já próxima da cuequinha, pude sentir seu cheiro de

pau duro preso na cueca. Minha vontade era tirar aquele cacete duro e me acabar com ele até beber sua porra

quente

ainda não podia mamar! Tinha que esperar!

Após desabotoar o último botão de sua camisa, era hora de tirar a cuequinha. Nessa hora, precisei ser muito fria para resistir à tentação.

Eu estava comandando o jogo e

Mas não podia

Ele já tentava me tocar com as mãos e se insistisse iria

atrapalhar minhas intenções

Peguei as algemas e imobilizei suas mãos, apesar de seus

protestos.

- Assim não vale! Você quer judiar de mim?! PORRA! Olha o tamanho da criança?!

Eu precisava algemá-lo logo.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio - Calado! Ordenei. Agora que estava amarrado poderia,

- Calado! Ordenei.

Agora que estava amarrado poderia, enfim, realizar minha tarefa. Tirar aquela cueca sem cair no banal de mamar na sua TORA.

Voltando ao chão e com a cara em frente ao volume que se formava na cueca boxe cinza, respirei fundo

Não evitei e cheirei sem disfarçar.

- HUMMM PUTONA!

Mas não poderia ficar ali só cheirando, precisava tirar a cueca sem mamar. Era uma prova de fogo e eu precisava passar por ela.

Com o nariz encostado no tecido da cueca, beijei em uma parte do “volume” que acreditava ser a cabecinha: “TE AMO!” Cheirei mais um pouco.

Não resistindo passei a língua no volume dentro da cueca sobre o tecido. Dei mordidinhas por cima do tecido enquanto tirava a cuequinha com as mãos. Senti cada momento desse ato, observei os pelinhos pubianos aparecerem ao abaixar lentamente a cueca até culminar com o corpo do pau. De repente, o SUSTO, o pau pulou para fora pertinho do meu rosto e, nesse momento, fechei brevemente os olhos ou não iria resistir à tentação de mamar naquele cacete.

Cheira mais!

Adoro as suas cheiradas

Abaixei sua cueca e a tirei completamente.

Agora sim, ele estava amarrado e de pau duro! Como eu havia planejado!

Após o ato de degustação, de tirar sua cueca, levantei

rapidamente negando meu desejo de mamar Mantendo-me forte!

fez

prontamente. Peguei meu lenço e o vendei.

Resistindo

e

ele

o

Pedi para

que

se

deitasse

na

cama

Ana M.

Ana M. - Porra, chega dessa brincadeira. Quero te COMER! -Não! Agüenta aí! -PORRA! Não vou

- Porra, chega dessa brincadeira. Quero te COMER!

-Não! Agüenta aí!

-PORRA! Não vou agüentar. Vem logo gemer no meu cacete, cadela.

Sem me importar com o que dizia levantei da cama e o olhei apreciando a imagem única de um homem algemado, de olhos vendados, com a piroca duro como uma pedra, excitado e louco para foder: - Quando eu te pegar, CADELA! Ameaçava.

Voltando à cama, coloquei-me perto de seus pés e com as mãos afastei suas pernas o deixando na posição de

O saco

“frango assado”! UM TESÃO difícil de descrever

pendurado pareciam duas bolas murchas balançando e sua

pica já dura em “ponto de bala”.

Estava na hora de executar meu plano!

Aproximando-me de seus pés, beijei carinhosamente o peito dos mesmos alternadamente. Primeiro o esquerdo, depois o direito.

- PIRANHA! Deixa eu te comer

DEIXA! Insistia.

Com meu rosto, alisei o perfil de seu pé fazendo-o perceber que eu estava ali para servi-lo.

Mordidinhas nos pés e a língua deslizando sobre seus

dedos lentamente

Tudo sem pressa

Cheguei ao dedão do pé e abocanhei.

- HUMMM

Vem mamar nessa TORA, vem!

Não me importando com seus pedidos passei a chupar dedo por dedo. Degustava por completo o seu gosto de macho. Meu Macho!

- PUTA! LINDA! EU TE AMO! Vem mamar, vem

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Fui beijando seus pés e passando para a

Fui beijando seus pés e passando para a perna até chegar ao joelho. Estava impregnada com o cheiro de macho que ele exalava. Olhei novamente para o seu pau

Teria que passar por ele beijando-o sem chupar. Ainda não era a hora!

 

E

continuei minha jornada beijando suas pernas,

coxas

Pênis

Estava duro apontando para meu rosto, me

chamando

Ele se encontrava de pernas arreganhadas, relaxadas na cama e eu no meio delas feito cadela, de quatro.

De olhos vendados, ele já estava louco de vontade de

Convidava-me a tirar o leite daquela tora.

meter

Beijei

suavemente

as

bolas

O cheiro estava

demais

Não iria conseguir resistir por muito tempo e tirei a

calcinha e o sutiã deixando-me completamente nua e

excitada

Ainda beijando o saco, montei em uma de suas pernas e me coloquei entre seu joelho fazendo assim minha xotinha tocar naquele joelho de homem. Ele ao sentir não resistiu e passou a mexer a perna tentando me masturbar com o joelho.

Me

- PUTA! Louca para sentir meu cacete. HUMMM solta logo!

Cheirei mais uma vez o saco e tentei não olhar para o

pênis ereto

Fechei os olhos e passei

adiante beijando a barriguinha até chegar ao umbigo onde, com a lingüinha, fiz movimentos circulares brincando com aquela cavidade do corpo. Ele, nesse ponto, já estava subindo pelas paredes.

-Me solta! Vem mamar, vem! Quero te comer, chega!

Dizia.

Sem me importar com o que ele dizia, continuei subindo com a língua chegando a seu peito e lambendo tudo até chegar à aréola e aos biquinhos. Chupei gostoso seu

Melada.

Respirei fundo

Ana M.

Ana M. biquinho passando a língua e degustando. Estava fascinada com o sabor daquele homem. Despregando

biquinho passando a língua e degustando. Estava fascinada com o sabor daquele homem.

Despregando a boceta de seu joelho e, ainda de quatro, alcancei seu pescoço e beijei-o com chupões adolescentes até chegar a sua boca: “TE AMO!” Disse enfiando minha língua dentro da sua boca e tendo a mesma recebida por sua língua louca de desejo. Entreguei-me ao beijo, degustando o sabor daquele beijo. O cheiro que sua piroca exalava.

Após nos beijarmos:

- Deixa eu te comer!

- EU vou te COMER hoje, disse dirigindo meu quadril

até sua pica dura e encaixando-a na portinha da minha xota, desci sem dó, envolvendo sua piroca com minha bocetinha melada e movimentando meu quadril com avidez.

Puta! Me solta! Contorcia-se tentando se

soltar das algemas.

Que tora mais dura. Disse sentindo o fundo

da pica tocar meu útero.

Alexandre, com as mãos ainda algemadas, desfez-se do lenço que vendava seus olhos e passou a ver uma mulher bem feita, cintura fina com seios empinadinhos, rosto de boneca, cabelos loiros montada em sua pica e comendo-o com a xota.

- Quem é que está comendo quem agora?! Fala! Provoquei subindo e descendo na sua rola.

- HUMMM

-AHHH

Ele bombava com o quadril desesperado de tesão.

- Senta nessa pica, senta! Senta, VADIA. Tira essas

algemas para eu te dar umas palmadas

Continuei subindo e descendo em sua pica, enquanto gemia alto como uma cadela no cio.

TIRA!

- TOMA! Senta nessa TORA!

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Quis mudar de posição e virei colocando agora

Quis mudar de posição e virei colocando agora a bunda para o lado da cara dele. Eu queria que ele tivesse uma visão nítida do pau entrando e saindo da minha xotinha arrombada.

Encaixando o pau com a mão, coloquei-o novamente dentro da boceta e acocorada sobre seu pau, com a bunda virada para sua cara, desci com tudo no seu cacete. SLAP!

Senti bater no fundo da xotinha. Rebolei e subi.

Sob meu comando, seu pau entrava e saia da boceta num ritmo ditado por mim.

- Desce nesse cacete! CARALHO! PIRANHA! Minha EU amo comer essa VADIA!

putinha

Excitada com seus xingamentos, passei a descer e subir rapidamente acelerando o movimento, pois queria arrancar seu gozo o mais rápido possível.

Ouvia-se Chico Buarque acompanhado do barulho que faz o pau surrando uma xota.

SLAP! Pau entra, pau sai

-VOU GOZAR, PUTA!

Desci com força, comendo sua piroca com minha xota e rebolei rapidamente sentindo que ia gozar

- GOZEI

TOMA LEITE! Disse se contorcendo todo

Senti as golfadas, jatos de porra que invadiram por completo minhas entranhas enquanto eu continuava rebolando até seu último suspiro.

Senti a porra dentro do meu corpo. Sai de seu pau sentindo um vazio enorme na minha xota. Fui lamber o saco melado de leite que havia escorrido da minha bocetinha

Lambi suas bolas com fome de pica, chupei o resto de porra que sobrara na cabecinha e dei uma limpeza geral em

Sentindo o cheiro de macho, de tora murcha,

sua piroca

cansada e gozada

Ana M.

Ana M. Ele respirava forte afirmando a cada cinco minutos que me amava, amava a cadelinha

Ele respirava forte afirmando a cada cinco minutos que

me amava, amava a cadelinha dele depois do gozo.

Após limpar tudo, o libertei das algemas e o beijei nos lábios, pois estava com gosto de homem e sabia que ele não gostava de sentir seu próprio gosto. Eu o respeitava e o amava. Estava ali para servi-lo e sentia prazer nisso.

Ele queria carinho

- Eu te amo! Disse me dirigindo a seu pau.

Ali fiquei

Abraçada a ele, perto do seu pau, do seu

símbolo de virilidade. Somente ali, perto de sua piroca, eu me

sentia protegida.

Fechei os olhos e ouvi um trecho da música do Chico

Meu corpo é testemunha do

E passei o resto da noite ali,

que rodava pela quarta vez “(

bem que ele me faz (

)”

)

cheirando piroca, enquanto ele dormia.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Aprendendo a Gostar de Homem Hoje vou contar

Aprendendo a Gostar de Homem

Hoje vou contar para vocês como foi minha primeira surra na bundinha e como aprendi a gostar de apanhar enquanto levo ferro na boceta.

Logo após meus pais se separarem, fiquei algum tempo morando na casa dos meus tios.

Eu já

tinha tido alguns relacionamentos sexuais anteriores com meninos da escola, mas nada tão forte como a minha primeira

vez, quando sofri um estupro (História para outro conto).

Pois bem, meus tios tinham uma filha de cinco anos e, nessa época, passei a ajudá-los a cuidar dela, enquanto morava por lá.

A filha deles passava o dia na creche e minha tia a buscava à noite.

Eu deveria ter entre 16 e 17 anos

Não lembro

Lembro-me

que

passei

três

meses

morando

Hummm

Minha tia era uma mulher de 35 anos, advogada, vivia fora de casa. Já meu tio era professor e trabalhava apenas um turno, voltava todo dia depois do almoço e passava horas no quarto.

Ele deveria ter seus 40 anos. Era forte, tinha uma barriguinha saliente e parecia ser muito peludo. Moreno, tinha cabelos pretos e pernas grossas, falava grosso, impunha respeito.

Certo dia, ele brigou com minha tia. Ouvi gemidos e

Corri

assustada e dormir.

dia, quando cheguei da aula, meu tio já

estava em casa, de short curto e lavando o carro.

Dois meses de rola e palmada

choro, fui até o corredor e ouvi um barulho, Slap! Slap!

No outro

Ana M.

Ana M. viu, cumprimentou- me. O vi abaixar para pegar alguma coisa que tinha caído no

viu,

cumprimentou- me.

O vi abaixar para pegar alguma coisa que tinha caído no chão e, ao abaixar, a rola saiu por uma perna larga do

short curto. Hummm vermelha

Corri para dentro e fiquei pensando naquela rola o dia

todo.

o

momento, lembrava-me da rola morena do meu tio.

Dias se passaram, até que minha tia teve que viajar e levou a filha.

Iria ficar uns três dias em Curitiba com uma amiga

dela.

Teria meu tio ali só para mim provocá-lo.

Na primeira noite, andei de camisola transparente e bem provocante, mostrando os bicos dos meus seios. Assim que ele me viu, estranhou a camisola, mas não disse nada.

Naquela noite, Sentei-me no sofá e abri a perna, mal educada, arreganhada

Ele vendo o fundo da minha calcinha branca, sorriu e me deu uma boa noite.

Eu estava louca, queria a atenção daquele homem, não sabia bem para quê, mas queria.

Naquela noite, bati muita siririca, abri as pernas e o

Gozei gostoso e

imaginei comendo minha boceta melada dormi durante toda a noite toda

Na manhã seguinte era feriado. Levantei de camiseta e

calcinha branca.

O vi na mesa lendo jornal, assim que me viu,

reclamou:

Não resisti e passei a

Era uma rola moreninha, da cabeça

Ele

parecia

meio

bêbado.

Quando

me

Tentava

desviar

os

pensamentos,

mas,

a

todo

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio -Menina, vai se vestir, coisa chata! -Desculpa, tio.

-Menina, vai se vestir, coisa chata!

-Desculpa, tio. Já me visto.

Abri a geladeira, peguei um copo de leite e sentei à mesa onde ele se encontrava.

Ele me olhou com raiva.

-Tio, o senhor vai sair hoje?

-Não! Respondeu, secamente.

Sai e fui sentar no sofá. Ao passar pela sala, bati sem querer numa estante e derrubei um copo de cristal da minha tia.

Ele, ao ouvir o barulho, levantou-se e veio ver o que tinha acontecido.

-Menina, tua tia vai te matar, porra. É a coleção dela Como isso aconteceu?

-Tio, não sei. O copo estava no cantinho do móvel

Não sei

olhou para minha bunda e deu uma

palmada de leve:

-Eu deveria era te dar umas palmadas, vai se vestir!

Gritou.

Melei-me toda com essa palmada, senti a calcinha melar e corri para o quarto, deixei a porta do aberta e deitei na cama tirando a calcinha. Fiquei lá deitada de perna aberta e olhando para porta do quarto e nada do meu tio passar

Resolvi verificar minha xotinha e passei o dedo por

Queria

entre os lábios inchados rola

Disse assustada.

raiva,

Com

Sentia- me toda melada

-Tio, vem cá! Gritei.

Meu tio apareceu na porta e, ao ver-me nua da cintura para baixo, com as pernas arreganhadas e tocando no grelinho melado, ficou uma fera.

Ana M.

Ana M. -Porra, menina. O que você está fazendo? Ficou maluca? Quer me seduzir? Já estou

-Porra, menina. O que você está fazendo? Ficou maluca? Quer me seduzir? Já estou notando isso faz tempo. Vou dizer tudo para seus pais, vou ligar agora para eles. E saiu do quarto.

Desesperei-me e fui atrás dele só de camiseta mesmo.

-Tio, não, por favor, não faz isso, por favor!!!

-Vai se vestir, putinha. Deveria era te dar uma surra para você aprender a respeitar os mais velhos. Ao dizer essas palavras, senti meu grelo melar ainda mais

-Não, tio, por favor, não conta, não

Em um gesto de desespero, enquanto ele pegava o telefone, aproximei-me dos cristais e ameacei quebrá-los.

-Larga isso ou apanha. Vai apanhar para aprender a respeitar, putinha! Gritou enfurecido.

-Não! Larga o telefone!

-Vadiazinha, seu pai deveria ter te dado uma surra quando ainda era tempo. Não apanhou em casa, vai apanhar na rua. Gritou.

E partiu em minha direção. Tentei correr, mas ele me segurou pelos braços, puxou-me até o sofá, sentou e me colocou em seu colo com a bunda virada para cima. Eu tentava reagir, “me solta”, mas faltava-me força.

Ele tirou o chinelo do pé e segurou na mão dando a primeira chinelada.

SLAP!

-AHHH

gritei!

-Cala a boca! SLAP! SLAP!

Ele bateu com força e senti a chinelada arder no rabo branquinho, sem calcinha.

Um tesão jamais sentindo tomou conta do meu corpo e gritei alto.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio -Bate, bate que vou gozar! -Meu tio, ao

-Bate, bate que vou gozar!

-Meu tio, ao ouvir essas palavras, soltou o chinelo no chão e passou a me bater de mão aberta. Sentia a sua mão forte no meu rabo vermelho de levar palmadas.

-AHH

Tio, bate mais, bate

-Sua safada, está gostando!!! Dessa idade e já quer apanhar de homem?! Seu pai não te ensinou nada! Agora, você vai aprender o que é uma surra, mas uma surra de macho!

Meteu a mão no meu rabo e me deu mais algumas palmadas fortes. Levantou-me e me fez cair de seu colo no chão da sala, do lado do sofá. Lá embaixo, o vi tirar o cinto, abrir a calça jeans e tirar o pau moreno para fora.

No chão, agora percebendo a gravidade da situação, tentei levantar e correr.

Foi, então, que senti a mão dele me puxando pelos cabelos e me trazendo de volta para o chão.

- Vai aprender o que é um macho, não provocou? PUTA! Igual a sua Mãe. Puta, sem vergonha.

-Me Larga, tio! Disse chorando.

-Larga o quê, sua puta. Sempre soube que nessa família todas gostam de apanhar de macho. Teu pai não te ensinou a se comportar, agora vai apanhar para aprender, PUTA!

Puxou-me pelos cabelos e me colocou sentada no sofá, Enfiou-se por entre minhas pernas dando um tapa na minha cara e abrindo minhas pernas com as suas.

Deixou-me imobilizada e senti a cabeça entrando na

boceta melada. AHHHHHHHH

Mete!

SLAP! Levei uma tapa na cara e uma rola na xota.

Pronto, tinha conseguido. Estava apanhando, sendo comida e levando nome de puta.

Ana M.

Ana M. -Gostosa, não era isso que queria? Agora vai apanhar todo dia para aprender a

-Gostosa, não era isso que queria? Agora vai apanhar todo dia para aprender a ser gente decente!!

Meu tio me abriu muito e meteu forte na minha boceta.

Eu gemia alto

estocadas do pau moreno do meu tio. Que dor gostosa aquela

de rola entrando e saindo na xota apertada!

Logo ele me segurou pela cintura e pela bunda e me fez entrelaçar as pernas em sua cintura e de um só golpe meteu forte e me levantou no ar.

Adoro gemer desde novinha e sentia as

Segurava-me pela bunda com uma das mãos e eu me apoiava e segurava forte com as mãos em seu pescoço.

Com a outra mão, ele dava palmadas na minha bunda.

Senti a rola entrar forte e a sua mão bater com força

SLAP!

Gemi e chorei muito, mas estava gostando.

Meu tio caminhou comigo pela casa e me levou a sua cama de casal, e num papai-mamãe gostoso continuou me comendo forte.

-Sente a estaca entrar, sente. Disse gemendo.

-Ahhhh

Gostoso, mete, bate, bate mais.

-Quer apanhar, hein! Narceja, puta!!! Safadinha, já dessa idade e querendo apanhar, vai ser uma putinha mesmo!!! Disse, rindo.

Ele estava tranqüilo, estava comendo a sobrinha PUTA e sabia que ela estava gostando.

Levei várias estocadas fortes enquanto ele abria minhas pernas com as mãos me deixando arreganhada com a

intenção de ver o pau entrar e sair num vai e vem gostoso

Hummmm

Sentia o corpo do pau sair e entrar na minha

boceta. Ele enfiava gostoso e fazia sair até a cabecinha e

entrar tudo de uma vez, forte e intenso. TOMA!

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio -Ahhhh, vou gozar, titio. Vou gozar!! Gemia alto

-Ahhhh, vou gozar, titio. Vou gozar!! Gemia alto e despudoradamente.

-Isso, geme, geme Goza ou vai apanhar de novo.

Gozei forte e senti meu corpo contrair em um

orgasmo mágico. Melei-me toda e sentia ainda seu pau entrar fundo na xota meladinha do meu melzinho.

-Agora é minha vez. Virou-me com força, me colocou de costas na cama e bateu forte na minha bunda branquinha, enquanto se masturbava com a outra mão.

Goza, goza no meu pau, goza

-Ahhh

-Toma! AH

E gozou na minha bundinha e costas

Eu fiquei com a bunda vermelha de apanhar e senti os jatos do seu pau se distribuírem nas minhas costas de menina.

-Narceja do caralho, vai apanhar todo dia, enquanto meto nessa gruta melada!

Depois que terminou de jorrar o leite quente, deu-me uma tapão na bunda e saiu do quarto.

Depois desse dia, descobri como é bom apanhar de

Mas nada com violência,

homem, na bundinha, na cara claro. Porradinha de amor

Apanhei muito do meu tio naquelas férias e levei muito ferro na xota.

Aprendi a gostar de levar porrada de macho e hoje não

levo rola na boceta sem pedir para apanhar

É muito bom

sentir a rola entrando e saindo, enquanto sinto uma mão

pesada de homem bater na minha bundinha

Ajuda-me e tira-me a culpa que sinto por ser puta e gostar de

HUMMM

rola.

Ana M.

Ana M. O Pai de Família Às dez horas da manhã daquele ensolarado domingo, eu entrava

O Pai de Família

Às dez horas da manhã daquele ensolarado domingo, eu entrava no sítio dos parentes de uma amiga. Logo que cheguei ao portão do sítio, ouvi a música alta, as crianças correndo trajadas de roupa de banho, os adultos rindo e falando alto e o clima familiar de um típico churrasco em família.

Eu tinha um pouco mais de 20 anos, usava uma minissaia jeans curtinha e uma camiseta regata branca sem soutien que ressaltava o volume redondo dos meus seios médios e durinhos. Calçava uma chinelinha de dedos decorada com conchas do mar. Tinha os cabelos soltos, longos, loiros, cheirosos e usava um perfume suave.

Logo que desci do carro fui recebida pelo dono da casa, um senhor idoso que deveria ser avô de minha amiga.

Ele nos apresentou a casa e nos deixou à vontade. Dirigimo-nos ao jardim onde se encontravam várias mesas e muita gente, familiares de minha amiga. Fui apresentada a alguns e logo fiquei sentada à mesa sozinha, enquanto minha amiga cumprimentava outros parentes. Havia uma piscina no sítio e muitos adultos e crianças brincavam lá.

Meus olhos passavam rapidamente pelo ambiente, pousava em algumas pessoas e fazia um reconhecimento de área.

De repente, meus olhos pousaram em um homem dentro da piscina que brincava com uma criança e lá se fixaram.

A criança brincava com o pai, que parecia ter seus 40 anos e uma voz de macho grave. Ele ria e se comportava de um jeito que me chamava atenção. Era um homem casado, meu tipo preferido.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Sai da mesa e caminhei em direção à

Sai da mesa e caminhei em direção à piscina, queria ver mais de perto aquele homem. Fui atraída por sua voz grave.

Ao aproximar-me da borda da piscina, ele resolveu sair acompanhado do filho. Quando ele subiu os primeiros degraus da escadinha da piscina, segurando no corrimão da escada, assustei-me ao ver o volume de seu calção de banho estilo boxe.

E lá estava ele a poucos metros de mim com aquele volume todo dentro do calção.

De longe, pude imaginar o cheiro que aquela tora deveria ter e passei a olhar fixamente o volume, parecia hipnotizada.

Ele ainda não havia me notado em meio a tantas pessoas e caminhou em direção a uma mesa sentando-se em uma das cadeiras.

Fiquei ali observando seus traços. Ele deveria ter 1,73 e uns 85 quilos de puro músculo. Era moreno claro queimado do sol e tinha um peitoral malhado, uns braços musculosos e umas coxas firmes e cabeludas. Usava um cavanhaque acompanhado de uma boquinha redondinha e lábios grossos.

Uma mulher se aproximou acompanhada de outra criança e sentou à mesa dele. Conversaram alguma coisa. Eu observava tudo e percebi que deveria ser a mulher dele.

E eu com um

Era isso, ele estava lá com a família. tesão imenso pela sua pica volumosa.

Seria difícil conseguir, mas minha xotinha tinha dado sinal de vida, então preferi arriscar, mesmo com grandes chances de levar um fora.

Esperei a mulher se afastar com as crianças e me dirigi à mesa dele.

Sorri para ele e olhei a sua tora dentro do calção. Notei seu entusiasmo ao ver que eu estava interessada nele. Olhei

Ana M.

Ana M. descaradamente para sua piroca e passei a língua nos lábios. Precisava mostrar, sem rodeios,

descaradamente para sua piroca e passei a língua nos lábios. Precisava mostrar, sem rodeios, que eu o queria.

E sai em direção ao estacionamento, sempre olhando para trás. Dava a entender que o queria me seguindo.

Fui caminhando e o vi levantar da cadeira e me seguir.

Do lado do estacionamento, que estava lotado, estavam estacionados alguns carros perto de umas árvores. Fui naquela direção.

Posicionei-me atrás de um carro e do lado de umas árvores e folhagens, distante da visão dos convidados do churrasco.

Ele se aproximou olhando para trás com medo de ser visto e, se aproximando desconfiado, disse:

- Oi!

- Oi! Falei e me dirigi a seus braços, abraçando-o e sendo correspondida.

Ele me abraçou, e nos beijamos demoradamente.

Passou a mão na minha bundinha, pegou nas minhas nádegas e apertou.

Eu queria um sexo animal e sabia que teria que ditar as normas ou não sairia muita coisa dali.

- Me come! Disse no ouvido dele.

- Quer ser fodida, quer? Falou baixinho com raiva.

- Come a safada, come! Era a senha para ele se soltar,

pois agora sabia que eu era puta e queria ser tratada como tal.

- Quer rola, quer? Quer piroca? Putinha!

Ele passou a mão por debaixo da minha saia e puxou a calcinha para baixo. Enquanto isso, eu o incentivava com palavras que o deixavam doido: - Mete o ferro na vadia, mete!

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Quero sentir essa piroca me comendo, entrando e

Quero sentir essa piroca me comendo, entrando e saindo. Dizia baixinho no ouvi dele.

- Puta safada, vou comer você igual uma cadela de rua para aprender a não atacar homem casado. Cadela!

Segurou-me pela mão e foi me arrastando para o mato perto de umas árvores a alguns metros distantes dos carros.

Tirou minha blusa e minha saia jeans me deixando nua no meio do mato.

- Vagabunda! Vai aprender a não mexer com pai de

família. Sua PUTA! Disse enquanto me pegava com força. Passava a mão na minha bunda e na minha xota, me tocava,

enfiava os dedos e me beijava com raiva.

Eu passava a mão na sua bunda, nas suas costas, acariciava-o embriagada naquele cheiro de homem que ele exalava. Peguei no volume em meio aos amassos que dávamos. Senti a vara, e a tirei da calça. Ele, automaticamente, forçou-me empurrando-me para baixo, como se fosse necessário.

- Me dá! Pedi.

- Toma! Falou mostrando o cacete já duro.

ajoelhada,

olhei

para

cima

e

vi

brilharem.

- Mama! Ordenou.

seus

olhos

Olhei para seu pau moreno com o sacão pendurado parecendo duas bolas cheias que balançavam no ar, enquanto ele me oferecia o pênis para ordenha.

Ali, a poucos centímetros da sua piroca melada, senti seu cheiro de homem e abocanhei a cabeça numa fome tremenda. Senti o gosto do seu melzinho e fiz movimentos circulares com a língua acariciando o pau e a cabecinha. Chupei no buraquinho da sua chapeleta e ele enlouqueceu.

Ana M.

Ana M. Que vadia. Tenho que te comer logo ou vão notar minha ausência. Ele me

Que vadia. Tenho que te comer logo ou

vão notar minha ausência.

Ele me deixou mamar um pouquinho, em seguida, me puxou carinhosamente pelos cabelos, beijou-me e encostou- me numa árvore. Não podíamos nos deitar no chão, pois sairíamos sujos e poderiam desconfiar.

Encostada na árvore, sendo imprensada por ele, senti a cabeça do seu pau querendo entrar, enquanto ele levantava uma das minhas pernas, quase me rasgando.

Fiquei em pé com uma das pernas arreganhadas e sendo segurada por ele. Eu tinha ali um homem casado, de piroca dura e pronto para me foder.

Senti a cabecinha entrar devagarzinho, enquanto ele me xingava de vadia de rua.

A cabeça deu entrada ao resto do corpo do pau e logo

estava tudo alojado dentro de mim. Eu estava dando para um homem casado, um pai de família e me sentia maior

vagabunda de todas. Melei-me toda

- HUMMMM

Senti a primeira estocada firme.

- TOMA! Sente! Não era isso que a vadia queria? Piroca de homem casado?

- HUMM

Fode gostoso, pirocão! Me come!

- Vadia, filha da puta. Agora, vai ver o que é um macho de verdade.

Me segurou com as duas mãos no colo e encaixou de vez o pau na minha boceta. Fiquei toda arreganhada e senti suas mãos me segurarem pela bunda, enquanto o enlaçava com minhas pernas e ficava encaixada na piroca dele. Com a boceta entupida de piroca, gemi alto.

- TOMA! Sente fundo, Piranha!

Senti seu pau bem no fundinho de minha xota. Ele estava me comendo gostoso, e eu gemia alto.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio - Calada! Agüenta firme, estou quase gozando, PUTA!

- Calada! Agüenta firme, estou quase gozando, PUTA!

Mas eu não conseguia mais me controlar e gemia na rola do casado sem me importar com mais nada.

- Quer chorar na minha rola, quer??? Ameaçava me dando estocadas firmes.

- Enfia mais fundo essa piroca! Provocava.

Ele enlouquecido começou a me foder com força, a me comer com vontade.

-TOMA! TOMA! Vou marcar a sua xota com meu ferro, vadiazinha! Falava a cada estocada que dava.

Eu gemia alto sem vergonha e sem me importar com mais nada, eu estava gozando na rola do homem casado.

-Geme, vadia! Geme! Goza, cadelinha!

Gemia gozando na sua vara e sendo estocada por sua piroca morena, ouvindo o barulho do saco bater na minha xotinha.

Ele começou a bombar mais forte e anunciou o gozo.

- GOZA! Gritei.

-Vagabunda! Vai beber leitinho.

Colocou-me no chão, tirou a rola de dentro de mim e, puxando meus cabelos para baixo, forçou- me a ficar de joelhos, e eu rapidamente abocanhei aquela rola grossa.

- Quer PORRA! Quer? Fala!

- QUERO! Gritei alto.

- Abre a boca! Disse batendo o pau na minha língua

enquanto segurava a minha cabeça e me forçava a tomar o

leite.

- TOMA TUDO! E gozou na minha boquinha. Senti os

jatos de porra quente invadirem minha boca. Ele tinha uma

Ana M.

Ana M. porra grossa, pastosa, cremosa Bebi tudo enquanto o masturbava na esperança de sair mais

porra grossa, pastosa, cremosa

Bebi

tudo

enquanto

o

masturbava na esperança de sair mais leite naquela vara.

 

Após engolir a porra toda, limpei suas bolas

e

a

chapeleta e chupei no buraquinho do pau. Suguei todo o

restinho de seu leite até deixá-lo limpinho.

-Valeu! Agradeceu.

Levantei-me, e nos beijamos.

abraço

caloroso.

Ele vestiu seu calção de banho, saiu primeiro e pediu- me para sair em alguns minutos.

Fiquei me vestindo e o vendo se perder em meio às folhagens.

Recebi

uma

tapinha

na

bundinha

e

um

Vesti-me e voltei para o churrasco.

O

mesa

afastada da minha.

Depois de alguns minutos de conversa, pegaram as crianças e foram embora.

Eu fiquei sentada à mesa, descansei feliz e curti o gosto diferenciado do leitinho de homem casado.

Vi

conversando

com

a

mulher

em

uma

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio No Ônibus Na entrada do terminal rodoviário Tietê,

No Ônibus

Na entrada do terminal rodoviário Tietê, parei e olhei

demoradamente para as pessoas que ali se movimentavam.

Minha primeira viagem de ônibus pelo Brasil. Destino:

Paraná.

sem

perceberem meus olhares curiosos.

Caminhei admirada com aquela multidão que me fazia anônima. Mais uma no meio daquela selva. Anônima Pensei.

As

possibilidades são infinitas!

A mulher invisível. Assim me coloquei naquela

rodoviária. Ninguém me conhecia, estava livre dos olhos repressores das relações sociais. Eu estava sozinha, poderia realizar tudo o que quisesse. Minha consciência seria minha

única testemunha e ela era minha maior aliada.

Mochila nas costas, vestida de suburbana, calça jeans, camisa de malha e tênis, caminhava com um sorriso malicioso estampado no rosto. Feliz.

O ônibus. O encontrei. Ele estava com aquele bando

Aproximei-

de gente fazendo fila com suas malas e sacolas me e entrei na fila.

Algumas vozes masculinas atrás de mim chamaram minha atenção.

Uns homens falavam e riam alto. Pareciam animados com a viagem. Ouvi um dizer: - Vamos pegar as gatas! Olhei pra trás e sorri, eram cinco amigos.

As

pessoas

passavam

rapidamente

por

mim

Hummm

O

que

um

anônimo

pode

fazer

Ana M.

Ana M. Meus olhos passaram rapidamente por todos e se fixaram no olhar de um cara

Meus olhos passaram rapidamente por todos e se fixaram no olhar de um cara que se encontrava atrás do grupo de aventureiros. Ele me olhou no fundo dos olhos e sugou meu olhar para dentro do seu e sorriu para mim.

um

homem tinha me deixado sem graça.

Virei

o

rosto

encabulada.

Pela

primeira

vez,

Ri por dentro e subi para o ônibus.

O fundão é sempre melhor e lá era o meu lugar.

Alojei minha mochila no armário de cima e sentei. O ar de aventura corria dentro daquele ônibus. Eu era uma anônima no meio daquela gente. Sorri.

Percebi que o ônibus não estava lotado, pelo contrário, ele estava bem vazio. Algumas pessoas já improvisavam uma cama, alojando seus pertences em outras cadeiras. Fiz o mesmo, desci minha mochila e a coloquei no assento ao meu

lado.

Quando terminei essa tarefa, levantei meus olhos e o

vi.

Dirigia-se para o fundão onde eu me encontrava. Sorriu e se sentou próximo. Oi, ele disse. Olá, respondi com um sorriso e mais uma vez aquele homem sugou meu olhar a ponto de me deixar com as bochechas vermelhas.

Ele era muito bonito, tinha olhos claros e cabelos castanhos claro. Era alto, quase 1,90 de altura. Ombros largos e peito definido. Vestia uma calça jeans agarrada no corpo. Definia nitidamente o volume da sua ferramenta. E que volume!!!!

Era uma montanha que se encontrava ali exposta. Que indecência!! Pensei.

Volume esse que se tornou mais definido quando ele se sentou.

Imaginem o coitadinho ali dentro daquela cueca suada e daquela calça jeans apertada. Que maldade!

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Minha sina por rola sempre começa pela visão

Minha sina por rola sempre começa pela visão do volume. Um pensamento leva a outro que, conseqüentemente, leva a outro e sucessivamente, até me imaginar sentindo aquele cacete dentro de mim.

 

É

geralmente nesse momento que minha xota dá sinal

de

vida

O problema é não iniciar um pensamento

malicioso

Mas

Como bloquear o pensamento se ele é

instigado visualmente???

Deixei de pensar no motivo do pensar essas coisas e sorri para o cara que correspondeu imediatamente.

Confirmando seu interesse, saiu do seu lugar e veio sentar-se perto de mim.

temos

companhia durante a viagem. Disse olhando nos meus olhos.

-

Posso

sentar-me

ao

seu

lado?

Assim,

- Claro! Falei tirando minha mochila do assento.

Assim que ele sentou, senti uma corrente de ar passar rapidamente por mim. Era o cheiro!!

O cheiro de homem que logo se apossou do meu

olfato. Respirei fundo aquele cheiro e puxei conversa.

Com o diálogo, pude saber que ele era paulista com parentes no Sul do Brasil. Estava indo visitar seu pai. Tinha 34 anos e estava solteiro. Frizou bem que estava solteiro.

Ri. O fato de ser solteiro ou casado não interferia em Mesmo porque ele iria apenas me satisfazer e bye.

nada

E logo o ônibus iniciou seu trajeto. Já eram 18 horas e a viagem iria ser longa e cansativa.

As pessoas se distribuíam pelo ônibus aproveitando os

assentos vazios.

No fundão, onde eu e o cara nos encontrávamos, havia alguns lugares vazios e outro homem se encontrava próximo a nós, mas este já dava sinais visíveis de sono.

Ana M.

Ana M. Fiquei imaginando besteira quando o cara do meu lado sorriu e aproximando-se do meu

Fiquei imaginando besteira quando o cara do meu lado sorriu e aproximando-se do meu ouvido sussurrou: Quer companhia para essa noite?! Surpreendi-me por ele ser tão direto, mas depois da nossa troca de olhares não teria mesmo motivo para enrolar e perder tempo com joguinhos de sedução. Gostando da iniciativa dele, respondi com um sorriso tímido e um beijo no cantinho dos lábios. Ele, por sua vez, já tendo o sinal liberado, beijou-me e sua língua logo invadiu minha boca com voracidade e desejo. Beijamo-nos!

Beijei sem medo aquele estranho. Eu ainda continuava

anônima, ninguém sabia sobre mim ali

Essa sensação me

proporcionava grandes poderes. Os poderes de fêmea no cio, que curte sexo, que quer sexo e que não se importa com as hipocrisias da sociedade com seus conceitos pudicos e falsos moralismos que acabam em uma cama de motel.

Após alguns beijos, ele voltou a sussurrar no meu ouvido. Dessa vez, palavras úmidas: Estou louco por você,

olha como você está me deixando

E mostrou com os olhos

o volume da calça. Vi aquela montanha de carne presa dentro da calça e não resisti. Precisava mostrar para ele que eu o queria e como o queria, ou iríamos passar a viagem toda naquele joguinho de sedução.

Dei um selinho nele e no ouvido dele disse baixinho:

Quero mamar!

O cara, ouvindo minhas palavras, beijou-me com violência. Parecia tentar controlar a fúria do tesão que sentia, acho mesmo que sua vontade era abrir as calças e me estocar ali mesmo me chamando de puta, vadia, vagabunda e todos os nomes que, ditos na hora do tesão, não nos ofendem, mas nos levam ao delírio. Se ser puta era saber gozar, então, eu era a maior delas!

Apressado, abriu a calça e tirou o bicho para fora. Olhou para os lados, o único homem que poderia nos ver já se encontrava roncando.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Vi aquele pau duro e cabeludo ali na

Vi aquele pau duro e cabeludo ali na minha frente, o saco ainda coberto pela cueca e suas pernas grossas abertas ao máximo. Era o cenário do paraíso.

Sua mão agarrava o corpo do pau com força, já

ousava uma masturbação tímida. O cheiro de homem parecia agora mais forte do que nunca. Não entendia como os outros passageiros não o sentiam. Eu sentia e curtia um cheiro de

pênis à distância

Fiquei calada

Respirei novamente, profundamente, senti o cheiro de pau duro acompanhado de uma cabeça melada. Abaixei em direção ao cogumelo vermelho no meio de suas pernas. Tirei sua mão do cacete e assumi o comando. Peguei na Tora!

Senti seu cilindro pesado e quente. Cheirei e soltei as bolas para fora da cueca. Aproximei-me dos pêlos pubianos chegando a encostar meu nariz na sua selva negra e cheirei sem pudor. HUUUMM

Imaginei se alguém ali também o sentia.

Curti o cheiro

Cheiro de homem!!!

Vi o buraquinho em

formato de meia-lua na ponta da cabecinha e seu líquido transparente saindo do furinho numa quantidade rasa, porém

constante.

Com a pontinha da língua, provei aquele melzinho.

Hummm

exatidão. Apenas com a língua, percorri a cabecinha, devagar, do jeito que gosto, curtindo cada centímetro do pênis. Passei minha lingüinha no final do cogumelo e início do cilindro, naquela dobrinha que separa a cabeça do corpo. Ali, na chapeleta, chupei demoradamente arrancando um palavrão

dele: Piranha!

Parecia docinho. Tentei apurar o gosto com mais

A cabecinha

já estava melada

Dei uma atenção especial ao saco gordo e peludo.

Ali onde se encontrava meu leite cremoso. Onde se produzia aquele leite viscoso e quente.

Ana M.

Ana M. Claro, precisava de uma atenção toda especial. E mamei seu saco com chupadas fortes

Claro, precisava de uma atenção toda especial. E mamei seu saco com chupadas fortes sugando a pele para dentro da minha boca e arrancando gemidos dele.

do

cilindro, chupei naquele local mesmo.

Fui subindo com a boca pelo cilindro até chegar ao cogumelo que já expelia um leitinho pouco, mas muito cremoso. Mamei ali na cabecinha e desci com minha boca engolindo seu pau até meu limite: minha garganta.

Ele mexia o quadril e segurava-me pelos cabelos empurrando minha cabeça em direção ao seu pau. Sem se importar se me machucaria ou não, empurrou minha cabeça até sentir o limite e ali me segurou. Senti a cabeça já encostando ao fundo da minha garganta e o cheiro forte de pica invadindo minhas narinas e seu movimento de quadril socando devagarinho. O fiz perceber que queria sair daquela posição, e ele me liberou. Respirei fundo tirando o pau da boca e, mamando um pouco no saco, recuperei o ar roubado e voltei a mamar na cabecinha. Agora usava as mãos para masturbá-lo. Fazia um vai e vem com ajuda das mãos e mamava na cabecinha, enquanto passava a língua na chapeleta úmida.

Com a boca

entre

o

começo

do

saco

e

o

fim

- PUTA! Gemeu baixinho.

Senti o pau pulsar na minha boca e achei que ele fosse gozar, mas ele me puxou rapidamente pelos cabelos tirando seu pau violentamente de dentro da minha boca e

disse: - Tira a calça e senta. Mandou. - Ficou maluco? Vão

notar

baixinho.Vai logo! Ordenou.

Quando colocam uma coisa na

cabeça não tiram! Cedi ao seu comando, claro. Vestia um jeans e o abaixei até os joelhos tirando a calcinha e me sentando em seu colo. Antesele apalpou a minha bunda e passou o dedo na minha xana melada. Puxando-me pelo quadril alojou a piroca na entradinha e eu fui descendo

Eu disse. - Estão todos dormindo, faremos

AHHH

Homens

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio devagar. Coloquei um casaco por cima da minha

devagar. Coloquei um casaco por cima da minha xana me protegendo da visão alheia e olhei para o cara que se encontrava no assento do outro lado dormindo.

Senti a cabecinha encostando e forçando a abertura na minha xana apertada. Desci e fui sentindo cada centímetro entrar até sentar por completo na sua rola. Fiquei ali espetada nele me acostumando com sua piroca pontuda e comecei a rebolar devagarinho enquanto ele bombava dentro da minha boceta, apertava meus seios e puxava meu cabelo para trás me fazendo encostar a cabeça no seu ombro ficando com meu rosto colado no dele. Ouvi baixinhos seus sussurros: - Puta, toma! Você está sentindo entrar? Está gostoso? Sente, vadia

come,

cachorro! Mete a pica, cacetudo!

E ele ouvindo meu despudor apressou as bombadas enquanto eu rebolava no seu pau. Minha vontade era gritar e gemer alto feito uma cadela, mas havia crianças no ônibus e me esforcei para ser silenciosa.

- TOMA! Ele, descontrolado, falou um pouco alto. Senti uma estocada muito forte que fez barulho acordando alguns passageiros e senti uma invasão molhada dentro da minha xota. Era o leite dele!

Havia gozado rangendo os dentes com raiva e me segurando com força quase me machucando. Rebolei e senti o leite escorrer para fora da boceta, melando as minhas coxas.

Sai de cima dele, sentei-me ao lado e o abracei. Senti seu coração bater apressadamente.

Sussurrei

também

algumas

palavras:

-

Me

Alguém falou alto: Tem criança aqui, seus porcos!!

Rimos baixinhos envergonhados. Ele, ainda com o pau para fora, mas coberto pelo casaco, alisava meu rosto com carinho e olhos úmidos que brilhavam pelo orgasmo sentindo.

Ana M.

Ana M. Descansando, logo foi guardar o pau, mas foi impedido por mim. Tirei o casaco

Descansando, logo foi guardar o pau, mas foi impedido por mim. Tirei o casaco e me aproximei ainda cheirando o cheiro de macho que ele exalava, mamei novamente na sua tora limpando seu pau e aproveitando um pouco de leite que havia caído e sujado o saco e uma parte da cueca. Chupei ali mesmo na cueca, sugando o tecido com a boca.

Ele observava tudo e alisava meus cabelos. Coloquei a ferramenta de volta na cueca e ele fechou o zíper.

Passou os dedos pela minha boca tentando limpá-la num gesto carinhoso de agradecimento. Beijou-me a boca e me abraçou.

Senti carinho por ele. - Como você se chama? Perguntou. - Narceja, respondi. - Narceja? Estranhou. - Sim. Que nome diferente, difícil de esquecer! Disse mais uma vez meu nome: - Narceja! Sorri

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio O Marido Fiel “ O prazer do sexo

O Marido Fiel

O prazer do sexo está acima de qualquer vício da sociedade.

Narceja

Naquelas férias de julho pude conferir a veracidade do pensamento acima. Cheguei ao Rio ansiosa por reencontrar as amigas de infância Clara e Amanda. Já havia quase cinco anos que não as via. Estava ansiosa por isso. Clara havia me convidado pra ficar em sua casa. Esta, apesar de seus 28 anos, morava ainda com os pais. Amanda estava casada e grávida.

Encontrei as meninas no aeroporto, seguimos para a casa de Clara e nos despedimos de Amanda.

Sempre tive muito mais afinidade com Clara que com Amanda. Na noite daquele dia, tomamos um porre de vinho na varanda de seu apartamento. Clara, sem perder o costume, começou a contar sobre a vida dos nossos colegas, o que tinha acontecido com todos. Foi quando, um pouco alta, começou a falar sobre Amanda e seu marido, o Carlos.

Fiquei sabendo que Carlos era extremamente fiel e apaixonado pela esposa.

teve sorte, pegou um homem

Ah, inveja do

maravilhoso, fiel e extremamente apaixonado

caralho! Disse em meio às risadas ocasionadas pelo álcool.

-

Nossa

amiga

- E ele é bonito? Perguntei curiosa

- O Carlos? É um gatão! O homem tem quase 2 metros

de altura, umas pernas malhadas, uns braços fortes e uma (E caiu na gargalhada) Excitei-me na hora com suas reticências insinuantes.

Ana M.

Ana M. - E será que é bom de cama? - Ah, Narceja! Não perdeu o

- E será que é bom de cama?

- Ah, Narceja! Não perdeu o rebolado, hein Guria?!

Mas fiquei

sabendo que ele é sério e nem para o lado olha. No começo

do namoro deles eu dei em cima do Carlos e ele foi extremamente fiel. Contou para Amanda e até nos

desentendemos nessa época. Aquele homem é um Deus! E,

Pense no volume!!!

Disse mordendo os lábios. Senti minha xotinha piscar e meus líquidos vaginais escorrerem na mesma hora. Fiquei a noite inteira pensando nas suas palavras: “E, além de tudo, fiel” -

Será mesmo? E fui dormir extremamente excitada e

tentando não pensar no marido da amiga. O desafio me

excitava.

Para piorar ainda mais as coisas, no dia seguinte, Clara me acordou chorando. Contou que sua prima de Niterói havia falecido e ela precisava viajar por alguns dias. Amanda iria me buscar para eu ficar em sua companhia. Em comum acordo, acharam que seria mais divertido eu ficar com ela e o marido do que em casa sozinha, uma vez que os pais de Clara também viajariam com ela. Com aquela situação esqueci por completo a conversa da noite anterior, consolei Clara e ficamos conversando até Amanda chegar.

Fiel

além de tudo, fiel! Já o vi na piscina

Olha, deve ser sim, pelo que ela me conta

Despedimo-nos e entrei no carro da amiga a caminho de sua casa. No caminho, ela falava sobre os encantos de seu marido, como se conheceram, como ele era um bom homem e como estavam felizes à espera do nascimento do primeiro filho. Ela se encontrava no sexto mês de gravidez.

Passados alguns minutos, chegamos a sua casa. Um apartamento no 1° andar de um prédio de classe média alta, no Rio de Janeiro. Uma decoração simples, mas muito confortável. Fiquei num quarto de hóspedes, enquanto minha amiga foi fazer o almoço.

Conversamos durante toda a tarde e lembramos os velhos tempos. No final da tarde, Carlos chegou.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Após saber que ele estava subindo, lembrei, como

Após saber que ele estava subindo, lembrei, como que por instinto, da conversa da noite anterior. Ansiosa, levantei- me e fui recebê-lo com minha amiga.

Assim que a porta do apartamento abriu, vi um homem vestido de terno e gravata, alto e bastante simpático. Meus olhos desviaram-se, por instinto, para o seu pau. O volume dentro da calça social parecia ser realmente grande. Notei que a calça de linho estava apertada e molestava seus testículos. Criava em seu fundinho um volume considerável. A costura do fundo da calça partia as duas bolas. Imaginei o cheiro que aquilo teria. Um cacete de homem casado que ficara o dia inteiro dentro da cueca. Certamente teria cheiro de xixi de macho com secreções que deveriam umedecer a cabecinha do pau. Pisquei os olhos, acordei desses pensamentos e fomos apresentados. Tentei disfarçar meu entusiasmo, embora soubesse que Carlos havia notado minha alegria pelos meus olhos sorridentes.

Após o jantar, passamos a noite conversando. Soube que Carlos era engenheiro mecânico e trabalhava em uma multinacional. Isso o prendia quase todo o dia. Eu estava bestificada com a simpatia daquele homem. Enquanto

conversávamos os três, desviei o olhar involuntariamente para

Imaginei, em alguns

sua calça. Observava aquele volume

segundos, o que teria ali dentro. A curiosidade de ver o pau

de Carlos surgiu naquele momento. Imaginei-o comendo minha amiga. Fodendo-a a tal ponto de fazer-lhe um filho. O safado despejou a porra dentro da bocetinha de minha amiga e a engravidando. Esse pensamento me excitava.

Um filho!! O primitivismo latente de meus pensamentos me invadiu por inteira. O imaginei gozando e colocando aquele filho dentro de minha amiga. O leite! Era tudo culpa do seu leite. Não pude mais evitar e pedi para me retirar da sala com a desculpa de que estava cansada.

gemer

baixinho enquanto enfiava os dedos na xaninha melada.

No

quarto,

masturbei-me

muito.

Cheguei

a

Ana M.

Ana M. Fechei os olhos e imaginei aquele pau despejando porra dentro. Criei diálogos em minhas

Fechei os olhos e imaginei aquele pau despejando porra dentro. Criei diálogos em minhas divagações: - Toma puta! Vou te engravidar vagabunda! Vai voltar pra Europa com um filho meu na barriga! Imaginei-o gemendo, se contraindo e despejando seu esperma dentro de mim.

Após gozar, senti culpa. Tentei me controlar, tirar aquela idéia da minha cabeça. Ele era marido de uma das minhas melhores amigas e ela estava grávida. Mas sua gravidez só piorava as coisas, pois esse fato me excitava mais ainda. Sua barriga era a prova cabal da virilidade de Carlos. O leite

No dia seguinte, quando acordei, Carlos já havia saído. Fui com minha amiga ao shopping ver as vitrines e passamos o dia visitando as lojas, vendo roupinhas de bebê e roupas femininas.

No final da tarde, voltamos e Amanda foi dormir. Parecia cansada, decerto pela gravidez.

Voltei ao meu quarto, larguei as compras em cima da mesa, tomei um banho e vesti um vestidinho de malha soltinho.

Entediada por estar sozinha, caminhei pela casa vendo detalhes do casal, como fotos e coisas pequenas que casais conservam. Fui à cozinha beber água e vi na porta da área de

serviço um cesto as roupas sujas de Carlos. Não sei explicar como e nem por que a idéia entrou surgiu na minha mente, mas foi algo instantâneo e instintivo. Olhei para a porta da cozinha e me dirigi até o cesto pegando naquelas roupas sujas. Parecia uma criminosa vasculhando aquelas roupas,

Encontrei uma calça jeans de Carlos e a

contemplei. Abri o zíper da peça de roupa e olhei o fundo. Olhei mais uma vez para a porta da cozinha e cheirei aquele fundo. Naquele momento, com aquela calça virada do avesso, cheirando o fundinho daquele homem, senti minhas narinas ralarem no jeans da calça. Procurei o cheiro de macho e o havia encontrado. Cheirei fechando os olhos e me excitando

farejando o cheiro

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio profundamente a ponto de querer correr dali e

profundamente a ponto de querer correr dali e me masturbar loucamente. Após alguns minutos, larguei aquela peça ali e procurei no meio daquelas roupas sujas por uma cueca. Encontrei rapidamente e enfiei no sutiã. Em seguida, me dirigi para o quarto.

Passei o resto da tarde cheirando aquela cueca e me masturbando. Foram cinco orgasmos seguidos.

A noite chegou e meu desespero também. Tentava

Não

voltar à razão, negar meu desejo, minha insanidade

obstante minhas ânsias de desvendar o limite do sexo. Ouvi do meu quarto a voz de Carlos. Corri até a porta pra recebê- lo. Assim que me viu vestida com aquele vestidinho curto e delicado, os cabelos soltos com as madeixas macias e um perfume suave, arregalou os olhos admirado. Tentava, de

certo modo, disfarçar a surpresa:

- Oi! Disse.

- Oi Carlos, Amanda está dormindo. Está cansada.

- Ah, sim! A gravidez a deixa cansada. Disse me

fitando a silhueta. Nesse momento, acreditei que teria aquela rola enfiada em minha boceta. Carlos sentou-se ao meu lado no sofá e me comeu com os olhos. Imaginei que talvez ele

estivesse sem sexo há algumas semanas.

- Como foi seu dia? Tentei puxar conversa.

- Cansativo! Estou morto!! Acho que Amanda vai

dormir até amanha. Vou pedir uma pizza, vamos?!

- Claro que sim.

Carlos ligou para a pizzaria. Trocávamos olhares. Então, passei a me oferecer. Sabia que, se não me oferecesse, não teria êxito em minhas investidas e Carlos não passaria dos olhares.

Levantei do sofá e chamei-o para perto de mim:

Ana M.

Ana M. fazer uma massagem nos ombros. Aprendi com uma amiga massagista em Viena. Carlos, sem

fazer uma massagem nos

ombros. Aprendi com uma amiga massagista em Viena.

Carlos, sem graça, respondeu: - Pode não ser uma boa idéia, Narceja. Vai que a Amanda acorda e entenda tudo errado.

Frustrada com sua recusa, respondi que não teria

insisti.

A coisa seria mais difícil do que eu pensara!

Conversamos então sobre a vida na Europa enquanto

a aguardávamos a pizza chegar. Carlos tentava desviar o

olhar do meu decote e eu tentava mostrá-lo cada vez mais. Abaixava-me e chegava perto dele. Em certo momento de nossa conversa, Carlos, já mais descontraído, fez uma brincadeira e dei uma batidinha com a mão em seu ombro, tocando-o. Ele sorriu desconcertado, levantou-se e foi até a

problema

-

Vem Carlos, vou lhe

e

não

cozinha.

-

Vou trazer um suco pra gente!

-

Quer ajuda? Ofereci.

-

Não. Você é convidada. Fica aí que já volto.

Silêncio na sala. Alguns minutos e levantei do sofá

para

Quando cheguei à porta, o vi na porta da geladeira olhando alguma coisa e passando a mão no pau. “– Ele havia ficado excitado?” Alegrei-me com essa possibilidade. A essa altura já nem lembrava da Amanda ou de quem quer que fosse. Parti pra o ataque.

que ele fazia na cozinha.

ver

o

- Tudo bem Carlos?!

Ele se assustou e derrubou uma jarra de suco que estava segurando. A jarra espatifou-se no chão e corri para ajudá-lo. Ficamos os dois no chão. Ele catava os caquinhos, eu limpava com um pano de prato e olhava em seus olhos a cada oportunidade.

- A pizza tá demorando, não é?!

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio - Eu estou com fome é de outra

- Eu estou com fome é de outra coisa. Disse olhando para seu volume e tentando fazer-me entendida.

O interfone tocou e Carlos foi atender dizendo, em seguida, que era a pizza. Quando terminei fui até a sala e ele estava na mesa colocando os pratos. Sem conseguir mais conter a fúria das sensações da minha vagina, arrisquei ser mais direta.

- A Amanda está dormindo não é! Ela me disse que

toma uns comprimidos que a deixam muito cansada e por isso deve dormir a noite inteira. O que você acha de nos conhecermos melhor. Disse olhando pra meu decote e

sentando-me na mesa.

- O que você quer dizer com isso Narceja? Perguntou

sério.

Fiquei sem jeito e desviei o olhar para a quina da mesa por alguns milésimos de segundo voltando novamente meus olhos para os dele. Encarando-o afirmei:

- Eu estou muito excitada por você. Desculpe, sei que

sou amiga da Amanda e que isso não é certo, mas não posso

negar mais meus instintos

Carlos levantou da mesa possesso:

Se rolar ninguém vai saber

- Saia já daqui! AGORA! Falou alto.

Assustada com sua reação me levantei da mesa e contra-ataquei: - Me expulsa e faz o escândalo que quiser que eu digo para Amanda que foi você que deu em cima de mim!

você quer afinal? Ela está

grávida. Não traio minha mulher!

- Não trai? E por que ficou me secando na sala?

- Por que você é uma oferecida, foi por isso! Falou abaixando a voz.

- Vou facilitar para VOCÊ HOMEM FIEL! Disse num

tom irônico e continuei: - Ou você me come hoje à noite ou

-

Puta safada. O

que

Ana M.

Ana M. acabo com seu casamento. Estamos entendidos? Carlos sorriu ironicamente por alguns segundos e disse:

acabo com seu casamento. Estamos entendidos? Carlos sorriu ironicamente por alguns segundos e disse:

- Você é muito putinha mesmo, hein Narceja?!

- Sou! E você gosta que eu sei! Disse desafiando-o.

- Ok, vagabunda! Vou ver a Amanda e já volto para te foder, chantagista barata.

Sozinha, ouvi as pisadas de Carlos em direção ao quarto do casal. Imaginei como ele deveria estar excitado com aquele joguinho que estávamos fazendo.

Claro que ele queria mais do que eu. O jogo de ser chantageado tirava-lhe a culpa da traição. Quanto a minha consciência, tratei de manipulá-la. Pensei que estava ajudando Amanda a acalmar o “meninão” do seu marido. Melhor que fosse com a amiga do que com uma vadia da rua.

Já sem me sentir culpada, voltei à sala para esperá-lo.

Carlos voltou e disse baixinho: - No quarto da empregada é melhor! Corri na direção do quarto e fui seguida por ele que trancou a porta atrás de mim. O quarto era um cubículo com uma janelinha pequena, uma cama de solteiro e um armário de madeira barata. Esperei suas instruções.

- Deita e tira a calcinha putinha.

Obedeci na hora tirando meu vestido e a calcinha e, deitando-me na cama, disse:

- Vem me comer, vem!! Mas, antes, quero mamar nesse pau.

-Cala a boca que vou te comer rapidinho! Carlos abriu a calça e tirou um cacete moreno e peludo que me deixou em êxtase só de vê-lo.

Pulou em cima de mim com as calças e a cueca arriadas até os joelhos e me beijou enquanto passava as mãos nos meus seios e bocetinha. Desabotoei sua blusa em

meio a chupadas e gemidinhos e descobri um peito cabeludo

e uma barriguinha minúscula de shop, coberta por pêlos

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio negros e grossos que me fizeram ficar maluca

negros e grossos que me fizeram ficar maluca ao sentir aquele macho em cima de mim. Sentia-me uma presa

indefesa embaixo daquele macho pesado e peludo. Abri as pernas e deixei que aquela tora cabeluda repousasse no vão das minhas pernas. Sentia o contato dos seus pêlos em meu corpo macio e delicado. A rola dura repousava em cima da xotinha escancarada e aquele bafo de macho no meu pescoço me mordendo. Aquelas mãos grandes me apalpavam

e ele me chamava de vadia:

- Era isso que você queria sacaninha? Agora vai levar

ferro pra ficar calada!Pegou sua tora e dirigiu até minha xota

melada. Encostou a cabecinha na boquinha da vagina que parecia implorar por pica e cheiro de macho. Rebolei pedindo rola e levei um tapa de cacete na boca da xota: - Calma vagabunda! Pede rola, implora por minha pica, vadiazinha!

- Por favor, mete logo! Pedia enlouquecida!

Tap! Tap! Tap! Foram três tapinhas carinhosos de rola na minha xotinha, algumas palavras obscenas que eclodiram com as mais intensas estocadas:

- T O M A para aprender, VADIA! E meteu com toda a

força que tinha naquele pau. Senti as bolas baterem forte no vão de minhas pernas e seu ferro estocando dentro de mim,

iniciando um entra e sai rápido e intenso.

Sentia meu corpo invadido por aquele homem, sentia seu peso e o suor de seus pêlos ralando, roçando em meu corpo branquinho e pequeno.

Seu bafo viril no meu ouvido: - Estava louco pra te

comer cadelinha! Sente para aprender a não dar em cima de marido de amiga! Vou te alargar até sua xotinha ficar no formato do meu pau! Vou abusar bem de você para aprender

a me respeitar, PUTA! Cadela!

Sentia seu pau me comer gostoso e intensamente. Carlos suou muito enquanto me comia gostoso. Curti seu suor

Ana M.

Ana M. molhando meu corpo e me comendo num papai e mamãe gostoso e intenso. -

molhando meu corpo e me comendo num papai e mamãe gostoso e intenso.

- Vira de quatro cachorra. Disse me ajudando a me

virar. Fiquei de quatro naquela cama estreita e empinei a bundinha pra levar de quatro. Fui surpreendida pela cabeça

do seu pau encostando no meu cuzinho.

- Não, nunca dei minha bundinha de quatro, dói muito. Disse tentando me desvencilhar daquela posição.

Carlos me segurou pela cintura e disse no meu ouvido.

- Não queria pau do marido da amiga? Agora vou

comer teu cu igual a uma cachorra, por que é o que você é!

Vai sair daqui larga para o banheiro! Cadelinha!

Fechei os olhos e mordi o travesseiro sentindo sua rola entrar em meu reto continuamente sem pausa até o saco bater no meu pinguelo. Depois que encostou, Carlos deu um tempo e começou a foder devagarzinho puxando meus cabelos e apertando meus seios. Sentia-me uma cachorra sendo usada por aquele homem. Gozei ali mesmo e senti o ventinho que era produzido pelo vai e vem de seu saco batendo no vão de minhas pernas.

as

contrações de meu corpo e meus gemidos baixinhos.

Não consegui responder e apenas tentei relaxar e esperar por porra. Carlos continuou metendo por mais uns 15 minutos, me arrombando até começar a tremer o corpo e me ridicularizar anunciando a golfada de esperma em meu cuzinho. - Bebe leite com o cu! Ele está bem largo agora, cadela!! Sente meu leite quente! PORRA! Disse rangendo os dentes e me chamando de puta enquanto despejava cinco jatos de porra quente no meu cuzinho. Sentia-me invadida por uma quantidade considerável de leite cremoso e quente. Carlos se contorcia com o pau dentro do meu cu: - TOMA! Tudo dentro da putinha! Disse soltando seu esperma cremoso dentro de mim.

-

Gozou,

vagabunda?

Disse

Carlos

sentindo

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio - Me deixa limpar. Pedi. - Vem cadelinha.

- Me deixa limpar. Pedi.

- Vem cadelinha. Disse-me dando o pau para eu

mamar.

Passei a mão em sua estaca ainda dura tirando as possíveis secreções do meu rabo e passei a mamar na cabecinha sugando a chapeleta do cogumelo. Infelizmente o leite já tinha sido expelido e fiquei apenas mamando um pau mole e cansado. Mamei um pouco no saco enquanto Carlos me olhava fascinado. Com as bolas na boca, mastigando-as carinhosamente, ouvi que Carlos queria sair.

- Preciso ir! É melhor!- Espera! Pedi. - Você é uma

putinha de primeira Narceja. Você é linda e foi muito gostoso. Há muitos anos não dou uma foda tão gostosa! Estava

precisando, mas da Amanda.

- Não se preocupe querido. Foi só sexo, ok?! Carlos

me deu um beijo de língua e me abraçou afetivamente.

Abracei aquele homem sentindo seus braços em volta de mim, e seu peito cabeludo arranhar meus seios delicados. Apertei-o forte, éramos cúmplices daquela data em diante. Encostei minha cabeça em seu peito e o desejei mais do que era permitido. Despedimos-nos com um simples beijo enquanto acariciava a cabecinha de seu pau com meu polegar. Carlos partiu pela porta do quartinho deixando-me toda arrombada em cima da cama. Vesti meu vestido e segui para o meu quarto. Tomei um banho e tentei não pensar em Carlos. Aquela foda havia mexido comigo.

Não acaba meu casamento. Gosto muito

No dia seguinte, disse a Amanda que precisava viajar. Eu precisava sair daquela casa antes que me apaixonasse. Assim o fiz. Fui pra São Paulo com a desculpa de visitar um amigo e saí naquela tarde mesmo. Não me despedi de Carlos, não disse nada

No avião, olhava as nuvens pela a janelinha e pensava

em Carlos

Ao meu lado, uma senhora idosa, sentada do

Ana M.

Ana M. lado do corredor. Fechei os olhos por um momento e desenhei o rosto de

lado do corredor. Fechei os olhos por um momento e desenhei o rosto de Carlos. Virei para o outro lado. Abri os olhos e me defrontei com o volume de um passageiro que passava naquele exato momento por mim. Olhei para trás e vi aquela bundinha de macho sentar-se no final do avião.

Voltei a minha posição, encostando-me relaxadamente na cadeira e sorri um sorriso de satisfação e poder! E, desse momento em diante, nunca mais pensei em Carlos.

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio Amor de Namorados Quando levantei, dei-lhe um beijo

Amor de Namorados

Quando levantei, dei-lhe um beijo

suave na testa, não queria acordá-lo, achei que dormia

profundamente.

Fingiu que dormia

-Minha putinha linda! Sussurrou baixinho.

-Hummm, quer carinho, quer? Provoquei.

Ele me puxou com força. - Quer rola na boceta??? Gritou e me beijou.

-Quero!

Puxou-me pelo braço e se posicionou sem demora

Senti as

estocadas fundas, bem fundas sentindo o colo do útero se afastar com as pontadas do seu pau grosso, devagar e profundamente.

entre minhas pernas. Socou e socou forte

-Ahhh! Está me comendo gostoso!

-COMO! Como sim, todo dia!!! Para aprender que é só minha, puta safada!

Ele me comia no papai-mamãe, metia forte eu gemia feito puta.

Cada estocada era um grito alto e desesperado Adoro gemer alto enquanto metem forte na minha boceta.

De repente, ele me colocou de ladinho e levantou minha perna esquerda, quase a rasgando de meu corpo. Estocou fundo, vi estrelas e gemi tão alto que recebi um tapa na cara!

-Puta! Cala boca ou vai acordar os vizinhos!

-Ahhhhh! Me come! Gritei alto e continuei gemendo sem vergonha, puta, me soltando no sexo, sem pudores!

Ana M.

Ana M. -Cala a Boca ou vai apanhar! Ameaçou! -Se me bater, eu grito mais! TOMA!

-Cala a Boca ou vai apanhar! Ameaçou!

-Se me bater, eu grito mais!

TOMA! Estocou-me gostoso de ladinho. Senti cada estocada funda e senti dor na boceta. O saco batia com força na minha xotinha e eu sentia a violência das estocadas Sentia o saco ferindo a portinha da minha gruta entupida de pica. O saco batia como um chicote chicoteando a boceta arrombada.

E gemi, mas gemi o mais alto que podia, sem medo de apanhar!

-Narceja, PUTA safadinha,VADIA do bocetão! Vou te comer todo santo dia, de hoje em diante.

-Come, come, come, sim!!! AHH!

Senti o pau em todas as suas dimensões e apertei a boceta tentando enforcar o pau. Ele sentiu a contração voluntária da boceta e gritou alto para quem quisesse ouvir, disse:

-VAGABUNDA! Puta treinada, era prostituta?! Onde aprendeu a fazer isso, CADELA!!!

-AHHH

-Vou gozar, VOU GOZAR! Gritou sem vergonha.

Eu gritava alto, muito alto!!!

Ele parecia está fora de si. De repente, segurando ainda minha perna aberta, estocou forte e bombou rápido e, me chamando de cadela, anunciou o gozo:

-Vou GOZAR! Bebe leite pela BOCETA, BEBE! UH!!

Gozou

como macho satisfeito. Segurando meus seios, soltou-me

aliviado

E gozou me enchendo de porra cremosa

Cansado

Senti-me usada, senti-me puta.

Sentei-me na cama e coloquei a mão na xota para ver

Saía porra sem parar e estava larga como nunca

o estrago

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio havia visto saco melado de porra. Assustei-me ao

havia visto

saco melado de porra. Assustei-me ao ouvir o barulho dumas

porradas na porta do meu apartamento.

Deitei em seu peito e fiquei brincando com o

-TOC! TOC! Abram a porta, é a polícia! Gritava a Voz.

Alexandre se assustou e vestiu a cueca rapidamente, eu coloquei uma blusa e sai em direção à porta.

- Sim?! Disse ao abrir a porta.

O policial me olhou de baixo para cima maliciosamente

e, vendo Alexandre de cueca atrás de mim, disse:

- Os vizinhos reclamaram do barulho. Disse dando uma risadinha maliciosa.

O outro policial apareceu na porta e me olhou sorrindo.

Alexandre me olhou sem jeito e sorriu encabulado.

Eu olhei para os policiais e desci os olhos em direção

ao pau e ao saco

Eles entraram e passaram alguns minutos no meu apartamento verificando se estava tudo bem mesmo. Pedimos desculpas encabulados e nos despedimos.

Após os policiais saírem, rimos muito e depois fomos dormir abraçadinhos

Continuei ali abraçada ao meu namorado, com a cabeça em seu peito e sentindo em minha perna sua piroca e

seu saco

Pensei nos policiais e me imaginei mamando na

rola deles, ajoelhada e com os cabelos sendo puxados

Dormi gostoso. Fui embalada por esses pensamentos

Excitei-me na hora.

Ana M.

Ana M. O Policial Silva Acordei apressada, já passava das sete. Tomei banho, vesti-me, bebi um

O Policial Silva

Acordei apressada, já passava das sete. Tomei banho, vesti-me, bebi um gole de café.

O interfone do prédio tocou:

- Sim ?

- O

policial

Silva

está

aqui

e

deseja falar com a

senhora. Disse seu Carlos, o porteiro.

-Que policial? O que ele quer?? Perguntei apressada.

-Não sei!

-Manda subir! Ordenei.

Impaciente,

fiquei

imaginando

o

que

ele

poderia

querer. Um policial me procurando a essa hora?

Abri a

reconheci.

porta e, assim que o vi entrar no corredor, o

-Bom dia! Disse surpreendida.

-Bom dia senhora, posso entrar?

-O que aconteceu? O que houve? Qual o motivo dessa visita? Enchi-o de perguntas.

Não incomodava os vizinhos com meus gemidos há dias. O que poderia ser? Senti medo.

Ele foi entrando e eu o segui até a sala. Sentou-se no

sofá:

-Tenho um assunto para falar com a senhora, coisa séria. Mas fique calma.

-Fale! Disse curiosa.

Ele ali sentado olhou nos meus olhos e disse:

NarcejaContos de uma Mulher no Cio

Narceja ● Contos de uma Mulher no Cio -Bem, vou ser breve e sem rodeio! Naquela

-Bem, vou ser breve e sem rodeio! Naquela noite, chegamos um pouco mais cedo e ficamos esperando vocês terminarem a transa. Eu e meu colega assim que ouvimos os seus gritos constatamos logo que era foda e das boas!!! E ficamos ouvindo e aguardando vocês acabarem. Resumindo, bati muitas punhetas desde