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Centro Evangélico de Educação e Cultura

Curso: Avançado em Teologia (Obreiros)


Carga horária: 40h/a
Disciplina: Teologia Pastoral
Professor: Pr. Claiton Ivan Pommerening

02 29 abril 2009

Não esquecer do trabalho:


Fichamento das páginas: (veja em anexo uma explicação sobre e como deve ser feito
um fichamento, pela ABNT)

PETERSON, Eugene. A vocação espiritual do


pastor. São Paulo: Mundo Cristão, 2006, pg. 21-40;
111-175.

Entregar: 27 de maio

Título: A Vocação Espiritual do Pastor


Autor: Peterson, Eugene H.
ISBN: 8573254092

O livro já está a disposição de todos pelo Celso. Há


um exemplar na Biblioteca da Faculdade.

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O professor pediu aos alunos que faltaram a primeira aula, devem fazer um trabalho
sobre os dados abaixo, escolher apenas um dos 4 itens:

EXERCÍCIO EXEGÉTICO/TEOLÓGICO
- Ministério em Paulo: Cl 4.17; 1Tm 3.1-7; Tt 1.5-9
- Ministério em Pedro: 1Pe 5.1-4
- Princípios teológicos do ministério pastoral em 2Tm 4.1s
- Compromissos da liderança eclesiástica conforme Ef 4.1.16; 5.1-21

Entregar este exercício exegético na próxima aula: 06 de maio.


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O professor abordou os seguintes assuntos na lauda:

MINISTÉRIO NA HISTÓRIA

ERA APOSTÓLICA – comunidades livres seguindo a


liderança de vários poimen. Ao final já se percebem
resquícios de bispados.

ATÉ 476 – fundamento nos bispos, sucessão apostólica,


distinção entre clero e laicato, papado.

ATÉ 1500 – forte hierarquização e institucionalização.

REFORMA – sacerdócio universal, vocação como serviço


em qualquer lugar e ocasião. Ex. Martinho Lutero,
Calvino, John Knox, Menno Simons, etc.

PERÍODO MODERNO – racionalismo cristão x


emocionalismo, liberalismo teológico, missões. Ex.:
Richard Baxter, J.I. Packer, Jonathan Edwards, John
Wesley, Gunnar Vingren.

PERÍODO PÓS-MODERNO – relativismo, pastor


vendedor, ministério orientado por critérios empresariais
de resultado, respeito à diversidade.

CARACTERÍSTICAS:
- Autoritário;
- Hierárquico;
- Institucionalizado;
- Distinção clerical divinizada;
- Masculino e machista.

CHAMADO E MANDATO

MANDATO DA CRIAÇÃO OU CULTURAL


Gn 1.28-30

CHAMADO À GRANDE COMISSÃO


Mt 28.19-20

MANDATO AO GRANDE MANDAMENTO


Mt 22.37-40

Necessidade de se trabalhar conjuntamente


como tarefa cristã básica.
CHAMADO – VACATIO

CHAMADO DIRETO E CLARO

- Noé – Gn 6.13-14
- Abraão – Gn 12.1
- Moisés – Ex 3.10
- Gideão – Jz 6
- Samuel – 1Sm 3.20
- Davi – 1Sm 16.12
- Isaías – Is 6.9
- Os apóstolos – Mc 1.17; Jo 1.35-42
- Paulo e Barnabé – At 13.2; 26.16-18

CHAMADO INDIRETO E INICIALMENTE


INDEFINIDO

- José – Gn 37.5-10
- A maioria do juízes de Israel
- Lucas – 2Tm
- Timóteo – 1Ts 3.2

CHAMADO

TIPOS DE CHAMADO

Universal – para exercer um ofício secular; para ser pais,


mães, filhos, empregados, empresários, etc.

Universal - para ser salvo e discípulo. Mt 9.13; Mc 3.14

Universal – para exercer um ofício cristão / para servir.

Específico – liderança em um ministério específico. At


13.2

O ministério é um presente à igreja e não ao indivíduo:


Ef 4.11
A convicção do chamado é a garantia de autoridade e do
não abandono do ministério.

CHAMADO = vocatio

Como saber que há um chamado?

1. Deve haver confirmação:


- De outros – 1Tm 4.14
- De Deus – Deus proporciona motivação e dons; e guia
através do trabalho, família, vocação civil, etc.

2. Existência de habilidades:
- Didática – Ef 4.12
- Capacidade de cuidar de outros – 1Pe 5.2
- Administrativa e de liderança

3. Existência de um anseio – 1Tm 3.1

4. Há um estilo de vida íntegro

PRINCÍPIOS NORTEADORES

- Igreja e ministério estão em correlação mútua;


- O exemplo de Jesus – Mc 10.45; Lc 22.27;
- Edificação na diversidade – Ef 4.12
- Subordinação à Palavra;
- É um presente à igreja.

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A missionária do ALEM veio nos visitar e trouxe uma palestra sobre seus projetos.

www.missaoalem.org.br
A ALEM no cenário evangélico brasileiro
O alvo da Associação Lingüística Evangélica Missionária – ALEM é glorificar a Deus
através de seu ministério de tradução das Escrituras, da implantação de igrejas nas áreas
onde atua e do treinamento de obreiros. A ALEM foi fundada em 1982 e, nesses seus 26
anos de existência, tem contribuído significativamente com o movimento missionário
evangélico no Brasil. Neste folheto, mostramos quem somos e o que temos realizado
para a glória de Deus.

Projetos da ALEM
A ALEM desenvolve projetos de Tradução, Educação Intercultural e/ ou
Desenvolvimento Auto-Sustentável entre diversos povos no Brasil, entre os quais: Dâw,
Tukano, Arara, Assurini, Parakanã, Aikaná, Yanomami, Yuhup, Kaiwá, Tembé,
Guajajara e Nambikwara. Há também projetos na Índia e Guiné Bissau, África (povo
Mansonka).

Formação dos missionários da ALEM


Todos os missionários da ALEM possuem, no mínimo o ensino médio, e têm formação
nas áreas bíblica e teológica. A maioria tem graduação nas áreas de Letras, Pedagogia,
Ciências Sociais, História, Agronomia, Enfermagem, Teologia, Medicina; dentre esses,
alguns possuem pós-gradução, nas áreas de Linguística, Antropologia, Pedagogia,
Psicopedagogia, História, Teologia e Missiologia.

Um resultado exemplar
Quando missionários da ALEM iniciaram trabalhos entre uma etnia da Amazônia, esse
povo não possuía terra onde morar. Viviam mendigando nas ruas de São Gabriel da
Cachoeira, pois muitos membros da comunidade eram viciados em bebida destilada,
incluindo cachaça, álcool farmacêutico, desodorante etc. O índice de mortalidade
infantil era alarmante. Com o auxílio de uma Igreja Presbiteriana em Brasília, os
missionários compraram um espaço territorial onde o povo passou a habitar, adquiriram
um barco através do qual implementaram um projeto de desenvolvimento auto-
sustentável de coleta e venda de piaçaba. Os missionários atuaram na área de saúde,
elaboraram um alfabeto para a língua indígena, produziram material de alfabetização e
de leitura, iniciaram educação escolar e, com a participação de outros missionários da
ALEM que ingressaram posteriormente no projeto, traduziram porções do Novo
Testamento e iniciaram uma igreja. Por conta disso, a taxa de natalidade voltou ao
normal, a mendicância desapareceu, a embriaguês praticamente acabou, muitos foram
alfabetizados e vários entre eles se converteram. Os membros desse povo dispensaram o
termo pejorativo pelo qual eram conhecidos, Kamã (significando “capotado” de tanto
estar embriagado), e adotaram um outro que refletia mais sua dignidade humana, Dâw
(com sentido de “gente”). Esse povo era até mesmo discriminado por outras
comunidades indígenas e era explorado por elas como mão-de-obra barata. Um dia, um
casal pertencente a uma dessas comunidades foi passar um feriado entre os Dâw. Antes
de deixar a área, o homem perguntou ao missionário que os havia levado para lá: “A
festa Dâw é sempre assim? Eles não ficam bêbados, não se batem e nem se matam?” O
missionário respondeu que sempre era assim: sem álcool, sem briga e sem morte. O
indígena exclamou: “os Kamã (capotados, bêbados) somos nós!” Aí pediu que o
missionário desse ao seu povo o mesmo remédio que fora dado aos Dâw para que
também mudassem de vida. Até mesmo os mais críticos opositores reconhecem o valor
da presença missionária entre a etnia indígena Dâw. Deus seja louvado!
(De: "A ALEM no Cenário Evangélico Brasileiro")
A ALEM coloca à disposição um canal aberto pronto para fornecer informações gerais,
solucionar dúvidas e reclamações, acolher suas sugestões e ouvir suas críticas.

ASSOCIAÇÃO LINGÜÍSTICA EVANGÉLICA MISSIONÁRIA


Núcleo Rural Boa Esperança II, Chácara IV,
Granja do Torto, Brasília-DF - 70636-901
Telefone/Fax: (61) 3468-7220

Endereço Postal:
Caixa Postal 6101
CEP 70636-901 - Brasilia - DF

Banco do Brasil: Ag. 1003-0, C/C 429 508-0


Bradesco: Ag. 1228-9, C/C 12.000-6
Para o CLM- Banco do Brasil: 1003-0, C/C 430783-6

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O professor Claiton distribuiu em sala de aula o seguinte texto: Chamado ou profissão?


Da seguinte fonte: CEDAR, Paul A. Autenticidade ou hipocrisia? A integridade e os
desafios do ministério. São Paulo: Edições Vida Nova, 2001. p. 31-40.

CHAMADO E MOTIVAÇÕES

- Amor à Palavra;
- Amor à Deus;
- Romantização;
- Amor à humanidade;
- Simples filantropia;
- Desejo de expressar-se;
- Porque nada dá certo na vida;
- Modo simples de vida ou ainda maneira de enriquecer;
- Fama (ser conhecido “internacionalmente”);
- Sobressair-se no conhecimento;
- Vaidade pessoal;
- Carência afetiva;
- Compaixão pelas pessoas e suas necessidades;
- Domínio sobre as pessoas.

“Ninguém é tão ímpio quanto aqueles cujas mãos estão


cauterizadas com coisas sagradas; as coisas sagradas
podem vir a ser profanas ao tornar-se uma questão de
trabalho.”
C.S. Lewis

Há uma gama muito extensa que vai desde as atitudes


mais sadias até aquelas paixões ocultas e perigosas.
Ainda que a motivação esteja errada, Deus poderá
transformá-la. Pode ser que esta foi a isca que Deus usou
para atrair para o ministério.

O QUE A IGREJA ESPERA DE UM/UMA


LÍDER/PASTOR

- Que aprenda as retas doutrinas de sua igreja;


- Que apresente comportamento moral adequado;
- Que seja eficaz, ou seja, que consiga fazer frente às
demandas da concorrência;

QUALIFICAÇÕES PASTORAIS

- Humildade
- Ser exemplo
- Autocontrole
- Lar bem constituído
- Desapego material
- Apto para ensinar
- Capaz de se compadecer e amar
- Capacidade de autoliderar-se

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O professor Claiton entregou o seguinte texto aos alunos:


Carta de John Wesley a ___________________________________________________

O que tem prejudicado a sua vida no passado e lamento dizer, até hoje, é a sua
negligência quanto à leitura. Negligência tal que por sua vez chega a prejudicar até o
próprio desejo de ler.
Dificilmente me recordo de um pregador que leia tão pouco. Eis a razão porque seu
talento em pregar não aumenta. Você continua pregando como pregava há sete anos;
com emoção, porém sem profundidade.
Falta variedade e conteúdo.
A leitura poderá preencher estas lacunas com meditação e oração diária. Você prejudica
a si mesmo em omitir tal prática.
Desprezo à leitura impede alguém de ser um pregador maduro. Até para ser um cristão
íntegro é mister a leitura adequada. Oxalá que começasse logo!
Separe uma parte do dia para este exercício. Assim adquirirá o sabor por aquilo que
faltava; o que parece monótono no início se tornará com o tempo um prazer.
Com ou sem disposição leia e ore diariamente. É para a sua própria vida; não existe
outro caminho.
Faltando isso será para sempre um pregador superficial.

Carta de John wesley a John Trembath (17/08/1760)

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PREPARO PASTORAL

- Disciplina;
- Estudo – 1Tm 3.2; Tt 1.9; Ef 4.11
- Aprender a escutar a Bíblia, as pessoas e Deus;
- Devocional (ouvir, orar, ler e escrever).
- Sofrimento e tentação;

PREPARO, CHAMADO E SOFRIMENTO

Todos os apóstolos morreram de forma violenta e


sofreram muito, isto deveria nos ensinar alguma coisa.

Fp 3.10; Cl 1.24; 2Tm 1.8;


1Pe 1.11; Mt 5.12; 2Co 4.17

O ministério cristão é a mistura de sempre mais


sofrimento excruciante (e crises) e alegria saltitante. 1Co
15.19

PREPARO PASTORAL

Havia um homem cavalgando velozmente pela estrada.


Um velho fazendeiro, vendo-o passar, perguntou-lhe:
“Para onde você vai?” O cavaleiro virou-se para trás,
cabelos esvoaçados e gritou: “Não me pergunte, pergunte
ao meu cavalo.”

OBJETIVOS DO PASTORADO/LIDERANÇA

- Dar à igreja um lugar na comunidade;


- Reconciliar e unir as pessoas com Deus;
- Formar e aperfeiçoar os cristãos;
- Criar e amadurecer relacionamentos;
- Preparar os cristãos para servir no Reino terreno;
- Organizar e mobilizar capacidades;
- Dar direção ao povo por intermédio dos seus dons;
- Facilitar a formação da imagem de Cristo – 2 Co 3.18;
Rm 8.29.

CAMPOS DO TRABALHO PASTORAL

- As pessoas;
- A igreja local;
- A denominação;
- As outras denominações;
- As necessidades do local onde a igreja está inserida.

RESPONSABILIDADE PASTORAL
- Para com Deus;
- Para com os membros;
- Para com os liderados;
- Para com os líderes;
- Para com a família;
- Para com a denominação;
- Para com a sociedade;
- Para consigo mesmo.

“Requer-se dos pastores que antes de serem servidores


sejam verdadeiros seguidores e imitadores de Jesus (I Co
11:1). Serem modelos da igreja. Serem visionários,
porque sem visão o povo perece. Terem uma visão
dinâmica da igreja para comprometê-la nos planos de
Deus. Não se deixarem levar por atitudes pessoais ou
coletivas que queiram fazer da igreja outra coisa que não
seja o que Deus tem proposto. Que conheçam também sua
cultura, a maneira de ver, sentir e reagir das pessoas de
seu meio. E assim, com os princípios da Palavra divina e
com a direção do Espírito, planejem uma ação pastoral
que seja à vontade divina e adequada à situação em que
vivem. Tenham capacidade para motivar, treinar e
mobilizar o povo para os propósitos celestiais (Ef 4:12)”1.

1
GABRIEL, Moisés Nascimento. Aulas em EAD de Teologia e Bíblia na Prática Pastoral do Instituto
Izabella Hendrix.