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GEOMETRIA ANALÍTICA

212

UNIFORTE

1)(UFRGS-89) Considere um sistema cartesiano ortogonal e o ponto P(-3, 1) de intersecção das duas
1)(UFRGS-89) Considere um sistema
cartesiano ortogonal e o ponto P(-3, 1) de
intersecção das duas diagonais de um losango.
Se a equação da reta que contém uma das
diagonais do losango for y = 2 x − 5, a equação
da reta que contém a outra diagonal será
2)(UFRGS-89)A equação do círculo que passa
na origem e tem como coordenadas do centro
o ponto P(-3, 4) é
2
2
(A)
(
x
+
3)
+
(
y −
4)
=
25
2
2
(B)
(
x
3)
+
(
y +
4)
=
25
2
2
(C)
x
+ y
= 25
(A)
x − 2 y
+ 5
= 0
2
2
(B)
2 x − y
+ 7 = 0
(D)
x
+
y
= 5
2
2
(C)
x + 2 y
+ 1 = 0
(E)
(
x
3)
+ y +
(
4)
=
25
(D)
2 x + y
+ 7 = 0
SOLUÇÃO
(E)
x + y + 2 = 0
SOLUÇÃO
Para determinar a equação da circunferência
necessitamos do centro e do raio
Centro (-3 , 4)
Passa pela origem (0 , 0)
P(-3,1)
Vamos calcular o raio usando a fórmula da
distancia entre dois pontos
Temos um ponto comum e uma diagonal
y
= 2 x
− 5
(-3,4)
raio
(0 , 0)
Vamos determinar o coeficiente angular desta
diagonal
2
2
y
= 2 x − 5 ⇒
m =
2
R
=
( x
− x )
+ (
y − y )
1
2
1
2
1
Como as retas são perpendiculares o
coeficiente angular da outra diagonal é
2
2
R
=
(−3 − 0)
+ (4 − 0)
− 1
− 1
2
2
R
=
(−3)
+ (4)
m =
m =
2
2
m
2
1
(inverte e troca o sinal)
R
=
9 + 16
R =
25
R = 5
Agora podemos calcular a outra diagonal pela
equação da reta que passa por um ponto, pois
Com o centro e o raio podemos determinar a
− 1
temos o ponto P(-3, 1) e
m =
equação da circunferência
2
2
Centro (-3,4)
R = 5
1
y − y = m x − x
(
)
y −1 = −
(
x − −
(
3))
1
1
2
(
)
2
2
2
x
− a + y − b
(
)
= R
1
− x
3
y
−1 =
− x +
(
3)
y − =
1
2
2
2
fixo
fixo
2 y − 2 =− x − 3 ⇒ x + 2 y − 2 + 3 = 0 ⇒
(
)
2
2
2
x − (−3)
+ ( y − 4)
= 5
2
x
+ 2 y + 1 = 0
2
2
(
x
+
3)
+ y −
(
4)
=
25
ALTERNATIVA
C
ALTERNATIVA
A

GEOMETRIA ANALÍTICA

213

UNIFORTE

3)(UFRGS-90) A equação de uma das Cálculo do raio da circunferência tangentes ao círculo de
3)(UFRGS-90)
A
equação
de
uma
das
Cálculo do raio da circunferência
tangentes
ao
círculo
de
equação
2
2
x
+ y − x + y −
2
4
4
=
0
2
2
x
+ y − x + y −
2
4
4
=
0
,
paralela à
reta de
Centro = (1, -2)
termo independente = -4
equação 3 x + 4 y − 2 = 0, é
2
2
2
2
2
2
x + y − r
= t i ⇒ x + y
.
.
− t .i = R
(A)
4 x + 3 y −10 = 0
2
2
2
2
R = x + y − t i ⇒
.
.
1
+ −
(
2)
− −
(
4)
(B)
4 x
+ 3 y
− 2
= 0
1 + 4 + 4 ⇒ 9 ⇒ R = 3
(C)
3 x + 4 y + 2 = 0
(D)
3 x + 4 y −10 = 0
Com
o
centro
e
o
raio
vamos
calcular
a
(E)
x +
2 y − 4 = 0
distância do centro até a reta tangente
SOLUÇÃO
Centro = ( 1, -2)
Raio = 3
Reta = 3 x + 4 y + t
Vamos determinar o coeficiente angular (m) da
reta 3 x
+ 4 y − 2 = 0
Como as retas paralelas das alternativas (C) e
(D) diferem apenas no termo independente
vamos usar t no seu lugar
Colocar na forma reduzida (isolar o y )
3 x + 4 y − 2 = 0 ⇒ 4 y = −3 x + 2 ⇒
Para calcular a distância do centro até a reta
usamos a seguinte fórmula
− 3 x
2 − 3
y =
+
⇒ m =
4 4
4
ax by c
+
+
d
= =
r
2
2
Duas retas paralelas tem o mesmo coeficiente
angular, então vamos verificar as alternativas
a
+ b
Centro = ( 1, -2)
Raio = 3
Reta = 3 x + 4 y + t
(A) 4 x + 3 y −10 = 0 ⇒ 3 y = −4 x + 10 ⇒
4
10
4
x
y
a
b
c
y
=− x +
m = −
não é paralela
3 3
3
(B) 4 x
+ 3 y − 2 = 0 ⇒ 3 y
= −4 x + 2 ⇒
ax by c
+
+
3
× 1
+ ×− + t
4
(
2)
d
= =
r
⇒ =
3
4
2
4
y
=− x +
⇒ m = −
2
2
2
2
não é paralela
a
+ b
3
+ 4
3
3 3
(C) 3 x + 4 y + 2 = 0 ⇒ 4 y = −3 x − 2 ⇒
3
− +
8
5 + t
5 + t
3 x
2
3 =
t ⇒ 3 =
⇒ =
3
y
=− +
⇒ m = −
3 é paralela
4
9
+
16
25 5
4 4
(D) 3 x + 4 y −10 = 0 ⇒ 4 y = −3 x + 10 ⇒
15 =
− 5 + t
observe que multiplicamos
3 x
10
y
=− +
⇒ m = −
4 4
3 é paralela
4
3 por 5, como é módulo de 5 temos
(E) x + 2 y − 4 = 0 ⇒ 2 y = − x + 4 ⇒
x
4 1
15 =
−5 + t ⇒ 15 + 5 = t
20 = t não serve
y
=− + ⇒ m = −
não é paralela
2
2
2
ou
Temos duas paralelas
3 x + 4 y + 2 = 0 e 3 x + 4 y −10 = 0
−15 = −5 + t ⇒ −15 + 5 = t ⇒ −10 = t (D)
logo
3 x + 4 y −10 = 0
vamos calcular o centro da circunferência
2
2
x
+ y − x + y −
2
4
4
=
0
basta dividir o termo de x por –2 e o termo em
y por –2
ALTERNATIVA D
2 x
4 y
2
2
x + y −
+
− =
4
0
− 2
− 2
centro = (1 , -2)

GEOMETRIA ANALÍTICA

214

UNIFORTE

4) (UFRGS-90) Se um ponto P do eixo das abcissas é eqüidistante dos pontos A(1,
4) (UFRGS-90) Se um ponto P do eixo das
abcissas é eqüidistante dos pontos A(1, 4) e
B(-6,3), a abcissa de P vale
5)(UFRGS-91) O eixo das abscissas determina
2
2
no círculo
x
+ y − x + y − = uma corda
6
4
7
0
de comprimento
(A)
–2
(A)
2
5
(B)
–1
(C)
0
(B)
5
(D)
1
(C)
6
(E)
3
(D)
7
(E)
8
SOLUÇÃO
SOLUÇÃO
Ponto P do eixo das abcissas P ( x ,0)
Eixo das abscissas ( x ,0) significa que y = 0
Como é eqüidistante a distancia do ponto P até
o ponto A é a mesma de P até B logo
2
2
x
+ y − x + y − = como y = 0 temos
6
4
7
0
2
2
x +
0
− x + ×
6
4
0
7
=
0
A(1,4)
P ( x ,0)
B(-6, 3)
2
x
− x − =
6
7
0
6 ± 8
Vamos usar a fórmula da distancia entre 2 pontos
,
,
Δ = 64 ⇒
x =
x =
7
e
x =−
1
2
PA = PB
2
2
2
2
então as extremidades da corda (como y = 0 )
( x − x ) +
( y − y )
=
( x − x ) + ( y − y )
2
1
2
1
2
1
2
1
(7, 0)
(-1, 0)
2
2
2
2
(1 − x ) + (4 − 0) = ( x + 6) + (0 − 3)
Vamos determinar o comprimento da corda
2
2
1
− 2
x + x +
16
=
x
+ x +
12
36
+
9
pela fórmula da distancia entre dois pontos
2
2
1
− 2
x + x +
16
=
x
+ x +
12
36
+
9
2
2
d
=
( x
− x )
+ ( y − y )
2
2
2
1
2
1
1
2
x +
x
+
16
− x − x −
12
36
− =
9
0
−14 x − 28 = 0
2
2
2
2
d = (−1 − 7)
+ (0 − 0)
(−8)
+ 0
−14 x = 28
64 + 0
68
⇒ 8
14 x = −28
ALTERNATIVA
B
− 28
x =
14
x = −2
P ( x ,0)
P = (-2, 0)
ALTERNATIVA
A

GEOMETRIA ANALÍTICA

215

UNIFORTE

6)(UFRGS-91) Os pontos A(-1, 3) e B(5, -1) são extremidades de uma das diagonais de
6)(UFRGS-91) Os pontos A(-1, 3) e B(5, -1)
são extremidades de uma das diagonais de um
quadrado. A equação da reta suporte da outra
diagonal é
(A)
2 x
3 y
−1 = 0
(2, 1)
(B)
2 x
+ 3 y
− 7 = 0
(C)
3
x
+
2 y
− 8 =
0
(D)
3 x − 2 y − 4 = 0
(E)
2 x
+
3 y
−1 = 0
Finalmente
temos
podemos
determinar
a
equação
da
diagonal
d 2 ,
pois
temos
o
SOLUÇÃO
3
(-1, 3)
coeficiente angular
m
e o ponto (2,1)
2 =
2
d 1
Vamos determinar usando a fórmula da
equação da reta que passa por um ponto
d 2
(5, -1)
y − y = m x − x
(
)
1
1
Vamos determinar o coeficiente angular (m) da
diagonal d 1
fixo
fixo
3
y
y
3
−−
(
1)
3
+
1
2
1
y −1 = x −
(
2)
m =
m =
⇒ m =
2
x
x
− −
1
5
− 6
2
1
4
2
m
=−
⇒ m =−
3
6
y −1 = x −
m.m.c.
6
3
2
2
Como as diagonais são perpendiculares o
coeficiente angular de d 2 é
2 y − 2 = 3 x − 6
2
1
1
3
3
3
m =
⇒ −1×− = ⇒ m =
2
2
2 y − 2 = 3 x − 6
m
2
2 2
2
1
3
3 x − 2 y − 6 + 2 = 0
maneira prática
2
3
m
= −
inverte e troca o sinal
m =
3 x − 2 y − 4 = 0
2
3
2
Vamos determinar as coordenadas do ponto
médio, pois este ponto é comum as duas
diagonais
ALTERNATIVA
D
(5, -1)
P.M.
(-1, 3)
x 5 + (−1)
x
5 −1
1 +
2
x =
x =
⇒ x =
2
2
2
x = 2
y
y
−1+ 3
2
1 +
2
y =
⇒ y =
⇒ y =
2
2
2
y =1
Ponto médio = (2, 1)

GEOMETRIA ANALÍTICA

216

UNIFORTE

7)(UFRGS-92) As retas x + y − c = 0 e x + by +
7)(UFRGS-92) As retas x + y − c = 0
e
x + by + 3c = 0 ,
com b, c
∈ R , interceptam-se
8)(UFRGS-92) A equação reduzida da reta que
contém os pontos A(2, -5) e B(-1, 1) é
no ponto (-1, 2). O valor de b + c é
(A)
y = −2 x −1
(A)
–1
(B)
y
=
−2 x + 1
(B)
0
(C)
1
(C)
y
=
2 x
(D)
2
(D)
y
=
− x + 2
(E)
3
(E)
y = x + 2
SOLUÇÃO
SOLUÇÃO
Falou
que
duas
retas
se
interceptam
tem
sistema
Quando temos dois pontos para determinar a
equação da reta a melhor maneira de resolver
é montar um determinante
x
+
y
− = 0
c
x
+
by
+ 3
c
= 0
A(2, -5)
B(-1, 1)
Se as retas se interceptam-se no ponto (-1, 2),
Isto significa que este ponto é solução do
sistema
x
y
1
2
5
1
= 0
− 1
1
1
logo
x
y
1
x
y
x
+
y
− = 0
c
x = −1 e y = 2
2
5
1
2
5
= 0
x
+
by
+ 3
c
= 0
1
1
1
1
1
(multiplica muda sinal) (multiplica mantêm sinal)
x
+ y − c = 0 ⇒ −1 + 2 − c = 0 ⇒ −1 + 2 = c
− 5 − x − 2 y − 5 x − y
+ 2 = 0
c = 1
6 x − 3 y − 3 = 0
− 2 x − y −1 = 0
(÷3)
x
+ by + 3c = 0 ⇒ −1 + b × 2 + 3×1 = 0 ⇒
Equação reduzida é só isolar o y
−1 + 2b + 3 = 0 ⇒ 2b = −3 + 1 ⇒
− 2 x − y −1 = 0 ⇒ − y = 2 x + 1 ⇒ y = −2 x −1
− 2
ALTERNATIVA
A
2b = −2 ⇒
b =
b =−1
2
COMENTÁRIO
concluindo
Podemos
montar
um
determinante
desta
forma
b + c ⇒ −1 + 1 = 0
A(2, -5)
B(-1, 1)
x
y
ALTERNATIVA
B
2
5
= 0
− 1
1
x
y
(multiplica muda sinal) (multiplica mantêm sinal)
− 2 y − 5 − x − 5 x + 2 − y = 0
3 y − 6 x − 3 = 0
(÷3)

GEOMETRIA ANALÍTICA

217

UNIFORTE

9)(UFRGS-92) A equação da circunferência da − y − 2 x −1 = 0 2
9)(UFRGS-92) A equação da circunferência da
− y − 2 x −1 = 0
2
2
figura é
ponto A é
x + y −
2
2
x =
0
. A abcissa do
10)(UFRGS-93)O perímetro do quadrado da
figura é 8. A equação da reta r é
y
y
(A)
x −
y − 2
= 0
r
(A)
2
(B)
x +
y − 2 = 0
(B)
2
2
A
(C)
2 x
+
y − 2
= 0
(C)
2
x
(D)
4
(D)
2 x
y − 2
= 0
x
(E)
4
2
(E)
2 x
+
y + 2 = 0
SOLUÇÃO
SOLUÇÃO
O ponto A tem como coordenadas
A( (2 r ,0)
Se o perímetro (soma dos lados) é 8 cada lado
mede 2, logo podemos deduzir as coordenadas
dos vértices do quadrado.
r
Vamos determinar o raio, mas para determinar
o raio necessitamos do centro (basta dividir o
termo em x por –2 e o termo em y por –2
(0,2
(2,2)
− 2
(0,0)
(2,0)
2 =
2 0 = 0
(não tem y colocar zero)
− 2
2
centro = (
2,0)
reta
r
(0,2)
(2,0)
Cálculo do raio
Vamos determinar a equação da reta r
centro =
(
2,0)
termo independente = 0
Como temos dois pontos vamos montar um
determinante
x y
t .i
x
y
0
2
2
2
2
2
2
2
x
+ y − r = t i ⇒ x +
.
.
y − t .i = R ⇒
=
0
2
0
2
2
2
2
2
( 2)
2
R
=
x
+
y
− ⇒
t .i
R =
+
0
− ⇒
0
x
y
2
2
R =
2
+ −
0
0
R = ⇒
2
R =
2
(multiplica muda sinal) (multiplica mantêm sinal)
0 − 4 + 0 + 2 x + 0 + 2 y = 0
Como o ponto
A (2 r ,0)
2 x +
2 y −
4
= 0 (÷ 2)
A
(2 2 , 0)
x + y − 2 = 0
ALTERNATIVA B
Logo a abcissa é
2
2
ALTERNATIVA B

GEOMETRIA ANALÍTICA

218

UNIFORTE

11)(UFRGS-93) Um paralelogramo tem vértices A, B, C e D(-1, 4), sendo A e B
11)(UFRGS-93) Um paralelogramo tem vértices
A, B, C e D(-1, 4), sendo A e B consecutivos.
Se A e B pertencem à reta 2 x − 3 y + 7 = 0,
então a reta que contém C e D tem equação
12)(UFRGS-93) O triângulo eqüilátero está
inscrito na circunferência como mostra a figura.
A
equação da circunferência é
y
1
(A)
2 x
3 y
+ 14
= 0
2
2
(A)
x
+ y
=
3
(B)
2 x
− 3 y
−14 = 0
4
(C)
2 x
+
3 y
+ 14
= 0
2
2
(B)
x
+ y =
3
(D)
3 x
− 2 y −14 = 0
2
(E)
3 x
+
2 y
+ 14 = 0
2
3
1
2
(C)
x
+
y
=
-1
1
x
3
3
SOLUÇÃO
2
A
B
3
1
2
(D)
x
+
y
=
6
3
2
3
4
2
(E)
x
+
y −
=
D(-1,4)
C
3
3
A e B consecutivos AB pertence a reta
SOLUÇÃO
Observe que AB é paralela a CD logo o
coeficiente angular de AB é igual ao coeficiente
angular de CD
2
2
Vamos determinar o coeficiente angular ( m ) da
reta AB
2
2 x − 3 y + 7 = 0 colocar na forma reduzida
Vamos determinar altura do triângulo eqüilátero
2
x
7
l
3
2
3
− 3 y =−2 x − 7 ⇒ 3 y = 2 x + 7 ⇒ = +
y
h =
3
3
3
2
2
2
Vamos determinar as coordenadas do centro
coef. angular
m =
Centro =
(0, y )
3
1
1
3
centro é
1 3 da altura ⇒
h
3
Agora vamos aplicar a fórmula da equação da
reta que passa por um ponto
3
3
3
2
3
Centro =
0,
Ponto D(-1,4)
m =
3
3
y − y = m x − x
(
)
Vamos determinar o raio
1
1
2
2 2
3
fixo
fixo
O
raio é
da altura ⇒
h
3
3 3
Sabendo o centro e o raio podemos determinar
2
y − 4 = x − −
(
(
1))
y − 4 =
3
2 (
3
x + ⇒
1)
a
equação da circunferência
3
2
3
Centro =
0,
raio =
2
x
2
3 y −12 = 2 x + 2
3
3
y
− 4 =
+
m.m.c. ⇒
3
3
3
2
2
2
( x − a ) + ( y − b ) = r
eq. da circunf
2
2
2 x − 3 y + 2 + 12 = 0
2 x − 3 y + 14 = 0
3
2
3
(
2
x −
0
)
+ y −
=
3
3
⎜ ⎜ ⎝
2
ALTERNATIVA
A
3
4
2
x
+ y −
=
3
3

GEOMETRIA ANALÍTICA

219

UNIFORTE

13)(UFRGS-94) A área do quadrado inscrito na ALTERNATIVA E 2 2 14)(UFRGS-94)Os dois números reais,
13)(UFRGS-94) A área do quadrado inscrito na
ALTERNATIVA
E
2
2
14)(UFRGS-94)Os dois números reais, tais que
circunferência de equação
vale
x
− x + y =
2
0
sua soma vale 1 e a soma de seus
quadrados é mínima, são
a
(A)
1
1
1
1
(A)
e
(B)
2
2
2
1
3
(C)
2
(B)
e
(D)
4
4
4
1
1
2
(E)
(C)
e
4
3
3
(D)
1
e
0
SOLUÇÃO
(E)
inexistente
Vamos determinar o raio, mas antes devemos
calcular o centro da circunferência
SOLUÇÃO
a + b = 1
Para calcular o centro da circunferência basta
dividir por –2 o termo em x e dividir por –2 o
termo em y
−Δ
2
2
a + b = m
(mínima)
4 a
b
2
2
x
+ y − x =
2
0
2
a
Cálculo do centro
Vamos isolar
b
e determinar o valor mínimo
2
x
0
de
a
= 1
=
0
(não tem
y )
2
2
2
2
2
2
b
= 1 − a ⇒
a
+ (1− a )
a
+1− 2 a + a
centro = (1, 0)
2
2
a
− a +
2
1
−−
(
4)
4
1
Cálculo do raio
Valor mínimo
=
−Δ ⇒ 4 2 ⇒ 8
4
a
×
2
Centro = (1, 0)
termo independente = 0
1
Logo
a =
2
2
2
2
2
2
x
+ y − r = t i ⇒
.
.
x
+ y
− t .i = R
2
2
2
2
2
2
2
R
=
x
+
y
t .i
R =
1
+
0
0
Vamos determinar o valor de b
2
R
=
1
⇒ R = 1 ⇒ R = 1
b
= 1 − a
Se o raio mede 1 o diâmetro que é a diagonal
do quadrado mede 2
1
2
−1
1
b
= 1 −
mmc
b =
⇒ b =
Logo podemos calcular a área do quadrado
pela fórmula da diagonal
2
2
2
1
Logo
b =
2
d
2 2
2
Área do quadrado =
4 =
2
2
2
2
ALTERNATIVA
A
ALTERNATIVA
C
Obs. resolvida em funções (questão 9)

GEOMETRIA ANALÍTICA

220

UNIFORTE

15)(UFRGS-94)O quadrado circunscrito à 2 2 Se o lado do quadrado é 2 podemos circunferência
15)(UFRGS-94)O quadrado circunscrito à
2
2
Se
o
lado
do
quadrado
é
2
podemos
circunferência de equação
x
+ y =
1
tem
os
determinar sua diagonal
lados AB e AD , conforme a figura, sobre as
retas cujas equações são, respectivamente,
y
diagonal = lado 2
B
d = l 2
d = 2
2
x
se a diagonal é 2
2 a metade da diagonal é
A
C
2
2
=
2
D
2
(A)
y
=
x +
2
e
y
=
− x + 2
logo
B(0,
2 )
(B)
y
=
x
+ 1
e
y
= − x −1
(C)
y
=
x +
2
e
y
=
− x −
2
A(-
2 ,0)
2
2
C(
2 ,0)
(D)
y
=
x
+ 1
e
y = − x
+ 1
3
3
(E)
y
= x +
e
y =− x −
2
2
2
D(0 , -
2 )
SOLUÇÃO
Vamos determinar o centro da circunferência
Então
2
2
A(-
2 ,0)
B(0,
2 )
x
+ y − =
1
0
A equação da reta AB
é
como não possui os termos em x e y o centro
é (0, 0)
x
y
Vamos determinar o raio
2
0
=
0
0
2
Centro (0,0)
termo independente = -1
x
y
2
2
2
2
2
2
x
+ y − r = t i ⇒
.
.
x
+
y
− t .i = R
2
2
2
2
2
2
R
=
x
+
y
t .i
R =
0
+ −− ⇒
0
(
1)
y
2 − x
2 − 2 = 0 (
2)
2
R
=
1
⇒ R = 1 ⇒ R = 1
y
2
= x
2
+
2
÷
y = x + 2
2
A(-
2 ,0)
D(0 , -
2 )
1
1
A equação da reta AD
é
x
y
1
1
2
0
2
=
0
0
2
x
y
y
2
+ x
2
+ =
2
0
ALTERNATIVA C
lado do quadrado é 2
y
2
=−
x
2
2
(
÷
2)
y
= − x − 2

GEOMETRIA ANALÍTICA

221

UNIFORTE

16)(UFRGS-94)Na figura abaixo, a equação da 2 17)(UFRGS-95) A medida do lado AC do reta
16)(UFRGS-94)Na figura abaixo, a equação da
2
17)(UFRGS-95)
A
medida
do
lado
AC
do
reta é y = x + 1 e da parábola, 2 3.
y = x − x −
triângulo cujos
vértices
são
os
pontos
A região hachurada é, então formada pelos
pontos (x , y ) tais que:
A(− a , 0)
,
B ( a , 0) e
C (0, a )
é
y
a 2
(A)
2
(B)
a
(C)
a 2
(D)
2 a
X
(E)
2
2 a
SOLUÇÃO
2
(A)
− x ≤
1 ≤
3
e
x
− x − ≤ y ≤
2
3
x +
1
A(− a , 0)
2
(B)
− x ≤
1 x − x − ≤ y ≤ x +
4
e
2
3
1
(C)
−1 ≤
x ≤
3
e
− 3 ≤ y ≤ 1
(D)
−1 ≤
x ≤ 3
e
4
≤ y ≤ 1
2
(E)
1 ≤
x ≤
4
e
x + ≤ y ≤ x − x −
1
2
3
SOLUÇÃO
B ( a , 0)
C
(0, a )
Como a reta e parábola interceptam-se vamos
montar um sistema para determinar os pontos
de intersecção
Lado AC
A(− a , 0)
C (0, a )
1
2
y
=
y = x +
x
2
x
3
Vamos
determinar
a
medida
do
lado
AC
2
2
x
+ = x − x − ⇒ x − x − − x − =
1
2
3
2
3
1
0
usando
a
fórmula
da
distância
entre
dois
2
pontos
x
− x − =
3
4
0
'
,,
Δ = 25
x =
4
x =−
1
2
2
d
= ( x − x ) + ( y − y )
2
1
2
1
y
= x + 1
y = x + 1
,
y ,,
y
= +
4
1
= − +
1
1
d =
(
0 − (− a )
)( )
2
2
+ a − 0
y ,,
y
, =
5
=
0
2
2
d = a + a
(4, 5)
(−1, 0)
2
d = 2 a
y = x
+ 1
5
d = a 2
2
y = x − x −
2
3
-1
4
ALTERNATIVA
C
logo verificamos no eixo x e no eixo y para
determinarmos a região hachurada
2
1 ≤ x ≤
4
e
x − x − ≤ y ≤ x +
2
3
1
ALTERNATIVA
B

GEOMETRIA ANALÍTICA

222

UNIFORTE

18)(UFRGS-95)As retas y = x + 1 e 1 19)(UFRGS-95) A distância entre os pontos
18)(UFRGS-95)As
retas
y
= x +
1
e
1
19)(UFRGS-95) A distância entre os pontos
m
+
1
y
= −
x
são perpendiculares. O valor de
A(−2, y )
e
B (6, 7)
é
10.
2
2
m
m é
O valor de
y é
(A)
2
(A)
–1
(B)
1
(B)
0
(C)
0
(C)
1 ou 13
(D)
–1
(D)
–1 ou 10
(E)
–2
(E)
2 ou 12
SOLUÇÃO
Vamos resolver este problema usando os
coeficientes angulares e após aplicar a
condição de perpendicularismo
SOLUÇÃO
Vamos usar a fórmula da distancia entre dois
pontos
2
2
O coeficiente angular ( m ) é o termo que
acompanha o x quando a equação da reta
está na forma reduzida.
d
=
( x
− x )
+ ( y
− y )
2
1
2
1
A(−2, y )
B (6, 7)
d =
10
Coeficiente
angular
( m ) de
y =
1
1
1
10 =
(
6 − (−2)
)(
2
+ 7 − y
)
2
m
+
1
Coeficiente angular de ( m ) de
y
=−
2
2
2
m
10 =
( )(
2
6 + 2
)
2
+ 7 − y
2
+ 7 − y
(
) 2
condição de perpendicularismo
10 =
8
m
× m =− 1
1
2
10 =
64 +
(
7 − y
) 2
elevar membros ao quadrado
m
1
1
×− ⎜ ⎛
+ ⎟=− ⎞
1
2
m
2
(
) 2
(
)
2
10
=
64 + (7 − y )
2
m
+ ⎞
1
100
= 64 + (7 − y )
− ⎜ ⎛
⎟=− ×
1
(
-1)
2
m
100 − 64 =
(
7 − y
) 2
2
36
= (7 − y )
m
+
2
1 = 1
(7
− y =
)
36
2
m
7 −
y = ±
36
2 m = m + 1
7 − y = ±6
2 m
m = 1
m = 1
7 − y = 6
− y = 6 − 7
− y = −1
7 − y = −6
− y = −6 − 7
− y = −13
y
= 1
y = 13
ALTERNATIVA
B
ALTERNATIVA
C

GEOMETRIA ANALÍTICA

223

UNIFORTE

20)(UFRGS-95)Os pontos A(−3, 2) e B (3, 2) são extremidades de um diâmetro da circunferência
20)(UFRGS-95)Os pontos A(−3, 2) e B (3, 2)
são extremidades de um diâmetro da
circunferência de equação
21)(UFRGS-95)A reta de equação x − y + 1 = 0
tangência a circunferência de equação
2
2
(
x
2)
+ y −
(
1)
= m
no ponto
T (1, 2) .
O
2
2
(A)
x
+
(
y −
2)
=
9
valor de m é
2
2
(B)
x
+
(
y −
2)
=
3
(A)
0
2
2
(C)
(
x
+
3)
+
(
y −
2)
=
9
(B)
1
2
2
(D)
(
x
3)
+
(
y +
2)
=
3
(C)
2
2
2
(E)
x
+ y +
(
2)
=
3
(D)
3
(E)
2
SOLUÇÃO
SOLUÇÃO
x
− y + 1 = 0
(-3, 2)
(3, 2)
(1, 2)
Para determinar e
equação
de
uma
circunferência necessitamos do centro e do raio
Vamos determinar o centro usando o ponto
médio
2
2
(
x −
2)
+ y −
(
1)
= m
2
2
2
x 1 +
x
0
( x
a )
+ ( y
− b ) = r
eq. reduzida da circunferência
2
x
=
⇒ − 3 + 3 ⇒
= 0
2
2
2
2
2
(
x
2)
+
(
y −
1)
= m
( m ocupa o lugar do raio)
x 1 +
x
2 + 2
2
x
=
⇒ ⇒
4 =
2
centro
centro
2
2
2
centro = (2, 1)
Centro = (0, 2)
Vamos determinar o raio calculando a distancia
entre o centro e uma das extremidades
Como m ocupa o lugar do raio vamos
determinar o raio usando a fórmula da distancia
entre dois pontos
centro
(0, 2)
(3, 2)
(2, 1)
(1, 2)
2
2
d
= r = ( x − x )
+ ( y
− y )
2
1
2
1
2
2
2
2
d
= r = ( x − x ) + ( y − y )
2
2
d
= r = 0 − 3 + 2 − 2
( )(
)
r =
(−3)
+ 0
2
1
2
1
r =
9
r = 3
2
2
2
2
d = r =
(1− 2)
+ (2 −1)
⇒ r =
(−1)
+1
Com o centro C (0, 2) e o raio = 3 podemos
calcular a equação da circunferência
r = 1 + 1 ⇒
r =
2
2
2
2
( x − a ) + ( y − b ) = r
Já que
m ocupa o lugar do raio vamos igualar
fixo
fixo
2
2
2
( x − 0)
+ ( y − 2)
= 3
2
(
) 2
m = r
⇒ m = 2
m = 2
2
2
x
+ y −
(
2)
=
9
ALTERNATIVA E
ALTERNATIVA
A

GEOMETRIA ANALÍTICA

224

UNIFORTE